QUEM MOVE A CENA MUSICAL DO VETOR NORTE? Júlia Xavier & Paulinho Freitas | Balcão360 EP.31
O Vetor Norte de BH tem cena musical de verdade… ou ainda tá tentando existir?No Balcão360 de hoje, a gente recebe Júlia Xavier e Paulinho Freitas (Grupo Batucahy) pra um papo direto sobre música ao vivo, artistas independentes e a construção da cena musical no Vetor Norte de Belo Horizonte.Da energia do palco da Piquinzada em Vespasiano às dificuldades reais de quem vive de música em Lagoa Santa e região, esse episódio mergulha na realidade de quem tenta transformar arte em profissão — sem romantizar, mas também sem perder a paixão pelo que move tudo isso.Aqui tem troca, realidade e visão de quem tá dentro do jogo.👉 Dá pra viver de música por aqui ou ainda é sobrevivência?👉 O que falta pra cena musical do Vetor Norte crescer de verdade?👉 Quem são os artistas e bares que estão fazendo isso acontecer?Esse é um papo sobre cultura, economia local, música ao vivo em BH e o papel de quem canta, toca, produz e consome.🎧 Episódio completo também disponível no Spotify e nas principais plataformas🎬 CAPÍTULOS 00:00 Começou leve… mas o papo ficou sério rápido 👀02:10 Por que você deveria conhecer Paulinho e Júlia 🎤06:30 Como dois caminhos diferentes se cruzaram na música 🔗10:20 O começo foi difícil mesmo ou romantizam demais? 🤔🎶 18:40 Primeira música ao vivo (e o clima muda) 🔥25:30 O lado da música que ninguém posta no Instagram 🎭33:10 Dá pra viver de música no Vetor Norte hoje? 💸41:20 Liberdade artística ou sobreviver do que paga? ⚖️🎶 49:00 Música: identidade, emoção e presença de palco 🎙️🔥 57:30 O dia que o Mumuzinho entrou na história 🎤🎶 01:05:00 Música ao vivo: entrega, conexão e verdade 🎶01:12:30 A cena local ajuda… ou atrapalha? 🌆01:20:00 Na Comanda do Balcão 🍻01:26:00 Final caótico, cansado e sincero (do jeito que é) 😂Nos Siga no Instagramhttps://www.instagram.com/balcao360Siga tambémhttps://www.instagram.com/paulinhofreitasoficialhttps://www.instagram.com/juliaxaviercantora🤝 ApoioLicor Anauê | https://www.instagram.com/anaue.licorBreedom Cervejaria | https://www.instagram.com/breedomcervejariaWL Importados BH | https://www.instagram.com/wl_importadosbhAJUDA NÓS EMhttps://www.apoia.se/balcao360BALCÃO360 - PAPO GORÓ SOM ROLÊDo boteco ao palco, das histórias de balcão à cena cultural do Vetor Norte.Aqui a conversa é real, a cerveja é gelada e o som é de verdade.Aperta o play e cola com a gente 🍻Apoiehttps://www.apoia.se/balcao360Siga no Instagramhttps://www.instagram.com/balcao360Apresentação Gleison SilveiraProdução Rycelle Rosario
- Cena musical do Vetor NorteDesafios da música ao vivo · Artistas independentes · Construção da cena musical · Liberdade artística · Identidade musical
- Experiências de artistas locaisTrajetórias de Júlia Xavier · Trajetórias de Paulinho Freitas · Primeira apresentação ao vivo · Desafios enfrentados
- O papel da música na economia localMúsica como profissão · Impacto econômico da música
- Interação entre diferentes estilos musicaisFusão de gêneros musicais · Diversidade musical
- Música Cristã BrasileiraElis Regina · Mumuzinho
A minha vingança eu faço ali em cima do palco ali, o produtor tá falando aqui pra gente ir, né? Mas eu faço ele rir. Tô mentindo, Maico? Coisa que eu deixo muito importante também pra falar pra vocês que estão começando aí, sempre que for fazer alguma coisa, ou pensar em desistir, olha pra trás, faz, opa, tem alguém que se inspire em você. Para não.
Salve, salve, balcônicos e balconistas. Tudo bem com vocês? Por aqui, Gleicinho e Silveira começando mais um Balcão 360. E hoje aqui no Cafofinho, recebendo Paulinho Freitas. Paulinho, sou o Alciome. Alciome. E Júlia Xavier. Júlia Chá também, que agora é a hora do chá. É a hora da chá, né? Tudo bom, vocês? Chá. Tudo bem? Como é que vocês estão? Graças a Deus estamos tranquilos. Tudo certo. E aí? Trocar ideia hoje no... Estamos gravando domingo de manhã, né? Com certeza. Todo mundo ressacado? Não.
Não? Ainda não. Logo após o trabalho, né? É. Depois do trabalho pode. Mas depois você ainda vai trabalhar mais um pouquinho. Logo mais. Logo mais, tá? Logo mais. Chega lá. Gente, obrigado pelo tempo de vocês, disponibilidade. Realmente, eu brinquei com a ressaca porque sim, estamos ressacados. Quem grava domingo de manhã é muito guerreiro, né, cara? Mas também...
o guerreiro lá do batalhador vai aparecer muito nessa pauta hoje então, porra, valeu obrigado a todo mundo aí, já deixa o like, já compartilha já escreve coisinhas aí fala o que vocês querem ver durante esse episódio que hoje é a junção do pagode com o rock and roll a MPB, o samba o carnaval
Não tem limite, tá, gente? Não tem limite. Não tem limite, a gente não tem limite, não. E é uma mistura muito boa, diga-se de passagem. E completamente natural de vocês, né, cara? Muito natural de vocês. Então, pô, pra começar os trabalhos aqui, não posso deixar também agradecer os nossos apoiadores. Pô, Anauê, licor Anauê, de Lagoa Santa para o mundo, conexão Brasil-México, doce de leite e tequila. Bom demais, a gente já começou aqui.
Queimou a largadinha de comer um pão de queijo. E aí, vocês curtiram? Uma delícia.
Ele é bem concentrado, do jeito que eu gosto, eu amo. Anauê. Me conquistou. Doce de leite e roda, pequila mexicana. Muito bom. Delícia. E é bom assim, geladão. É, geladão. Muito massa, muito massa. A gente sabe isso, não. Oi. Câmera de vocês é essa daqui, ó. É, a produção tomou uns porra aqui. Eu vou entrar no corte aqui. Câmera de vocês é essa daqui, ó. E nós tudo diversamos lá. É.
Aqui, continuando a nossa saia aqui dos apoiadores, um abraço também, cervejaria Breedon. Tá trazendo aqui porque esse podcast ele é essencialmente cervejeiro, né? Também é um brinde também, né? Cerveja mineira de qualidade aqui, prêmio. Essa cerveja aqui ganhou o World Beer Awards em 2025, como a melhor lager do mundo, gente. É sério. Caraca.
E tá aqui, ó, nas nossas mãos Gente, eu vou nem falar, não só vou Eu só vou degustar Valeu família Bridon, tamo conectado WL Importados também, do amigo Leandrão Que deixa todo mundo cheiroso Aqui com os melhores perfumes Entregue na Água Santa, BH Provavelmente você já comprou um perfume com o Leandrinho, né? Moreirinho, ele vende pra Deus o mundo Então valeu, WL Importados E vamos nessa começar o nosso papo, né?
Pô, falar de apoiador é bom demais, né? Tem gente acreditando no nosso trabalho, né, velho? Você tá hoje vestido, inclusive, né, com o rolê. Sim, também. Diego de Geeks. Alô de Geeks. Alô de Geeks. Obrigado, viu? Obrigado pelo amoral. A marca do Pagodez, segue lá, Diego. Arroba de Geeks. Ficamos top. Camisas, camisas? Camisas personalizadas. Do jeito que você quiser, tá? Pô, meu. Faz a camisa do balcão. Abrange qualquer estilo, tá?
Não tem essa. É só chegar lá. Vai lá e faça a sua marca, que você vai gostar. Pô.
E Júlia, você tem umas marcas que te apoiam também? Ainda tá batalhando isso aí, é importante. Já, já consegui recebidos. É, coisa linda. Pessoal da cervejaria Slod já fortaleceu a gente, já. Já recebi alguns drinks que eles fazem lá, especializados, e muito gostoso. Muito bom. Coisa boa, né? Já. É bom, né? Marcas de bebida, patrocine quem balanga a vez e faz música pros outros. Gente, obrigado. Então, olha, breathe on.
Bora aqui em Lagoa Santos, gente. É isso aí. É isso aí. Betinho e Júlia também. Exatamente. E a gente começou esse papo que é o que é o que é contextualizando, né, cara? As marcas, né? A Ana Oi daqui, de Geeks aí BH, Brida também BH, Batucaí, né? Pô, grande grupo, pagodeiro aqui do meu amigo Paulinho. Estamos aí, né, Júlia? Estamos aí. É. Então, cara, falando de vetor norte, né? Vetor norte tem uma potência ainda muito grande a ser explorada. Muita coisa já acontece aqui.
Mas antes de falar da parte empresarial, business desse rolê, a parte artística de vocês, né, cara? Você está no Batucaí também, tem seu trabalho solo. Vamos começar, falar um pouquinho dessa trajetória. Como começou isso, Julinha, também? Deixar a Julinha falar primeiro, né? Chega junto, Julinha. Como começa aí seu trampo?
Então vamos lá. O que acontece? Eu sempre gostei muito de música, né? Acredito que todos nós ali que estamos envolvidos sempre teve um contato ali desde criança. A gente já está de parada. Desde criança, só que aí assim, a partir dos 13 eu fiz minha primeira apresentação ao vivo.
E eu considero hoje como assim, foi meio catastrófica, porque assim, a primeira... Assim, foram meia hora de show, mas assim, eu tocava e sempre olhando pra baixo, muito tímida, não conversava com as pessoas, então foi bem complicado. Só que é isso que eu falei, poxa, é isso que eu vou ter que... é nisso que eu quero, então é isso que eu vou ter que trabalhar. Mas você foi os três anos já apresentando assim, já teve cachê? Não teve cachê não, mas era pra ter... Ganhou um salgadinho. Ganhou um salgadinho, vamos dizer assim.
Mas em casa então você ia cantar e tal? Já, já. Eu falo assim, foi a primeira apresentação de compromisso, de ter que tocar profissionalmente, vamos dizer assim. Fui chamada para tocar e fazer um show. E aí fiz essas meias horas de apresentação, falei, é isso mesmo que eu quero e comecei a trabalhar nisso.
Aí comecei a tocar na escola, tudo que tinha envolvido com música eu participava. É bom, né? Aí depois eu montei uma banda, que é a banda Entre Nós, né? Eu não. A gente foi uma junção que aconteceu de forma muito espontânea. A gente se conheceu assim numa festa de aniversário. A gente juntou eu, Marcos Rogério, Juninho, Maurílio. Grande abraço pro Marcos Rogério também. Beijo pra vocês.
Estou no projeto com ele já com o Marco 011 fazendo percussão também. É, isso aí. E aí a gente fez a Entre Nós e com a Entre Nós foi uma porta muito boa, uma oportunidade muito legal para eu, de fato, trabalhar essa questão do protagonismo no palco, trazer uma nova roupagem, um power trio que fazia interpretações diferentes e tal, sempre da nossa forma.
E a gente conseguiu uma agenda muito cheia, assim, sabe? Pro pop rock, rock, às vezes a pessoa fala assim, ah, não tem, às vezes, uma agenda boa, mas assim, na época que a gente tava empenhado a pegar, a fechar agendas e fechar shows, a gente teve uma agenda bem cheia. Sexta, sábado, sexta, sábado, domingo. Você é de Vespasiano, né? De Vespasiano. Então, Vespasiano, Lagoa Santa, a gente já conseguiu pegar alguns shows um pouco mais longe também, Lápia da Serra mesmo, que a gente já tocou.
Ah, nossa. Então, tudo. Belo Horizonte, festa de aniversário. Eu quero falar de vocês. Enfim, vários lugares.
E aí agora, né, a Entrenosa, ela encerrou. E agora eu tô, assim, explorando outras coisas. E lógico, também, com o bloco de carnaval, Pequenzada, que eu também participei junto com o Paulinho.
Vocês podem falar dessa moça, gente. Nossa vida tá ligada. Tá ligada, tá ligada. Tá ligada, vocês não têm noção. E aí, assim, junto com a Piquinzada, eu também participo do Dor Remy Fassons, que é um grupo musical infantil que mistura muito a parte cênica com a parte musical, muito legal também, que ajuda muito a ter uma presença de palco, assim, sabe? Porque você tem que estar, assim, constante diálogo com as crianças e tem que estar performando ali. Então ajuda muito a gente.
E aí agora eu tô com um projeto solo, que ainda tá nessa parte de construção, a gente já fez alguns shows, que é o Julia Chá, que eu trago outras... Exatamente, que justamente eu gosto. Que eu trago, assim, novas interpretações, tô tendo um pouco mais de liberdade pra pegar um pouco mais de brasilidade, tudo aquilo que eu gosto, que faz parte até do que eu escuto, sabe, assim, do que eu me identifico pra trazer e fazer uma coisa bem legal.
Pô, maneiro, cara. Um bom resumo, atuando em berço ali em Vespasiano, mas atendendo todo o Vetor Norte, BH, a gente vai falar disso também. E Paulinho, pô, milhões de coisas, né? Vamos começar por onde? Praticamente ela disse quase tudo que eu queria dizer, né? Nosso mundo é parecido demais. Mas é assim, conheço a Júlia já tem muito tempo, nosso trabalho também, então nós estamos caminhando com a mesma cabeça.
E a gente sempre te identifica, né? Ela tá com os projetos dela, eu tô acompanhando ela, Marcos Rogério, entre nós, porque a gente vem do meu lugar também, aquela coisa assim. Então, o que vocês querem saber? Tô aqui pra responder. Você veio de Vespasiano também, né? Você mora em Lagoa Santa hoje, o Batucaí é de Lagoa Santa, mas a tua carreira começou lá, então? Eu moro aqui, tem um ano e meio que eu moro em Lagoa Santa, mas eu sou de Vespasiano, fui nascido, criado lá. Entrei na minha carreira, a partir dos 14 anos, eu canto.
E comecei assim, como a Júlia também, na escola. Primeira apresentação minha foi assim, na escola mesmo. Daquele negocinho, concurso de paródia na escola e tal. Então assim, falei, pô, peraí, a parada é essa, vou ir. E você cantava o que nessa, quando começou? Eu fui, desculpa. Ouviu o que e cantava o que?
Eu escutava Steve Wonder, escutava de tudo. Samba, Jorge Aragão, Fundo de Quintal. Isso pra mim era normal escutar dentro de casa. Aí agora, profissionalmente falando, hoje que eu entendo o que é o meu trabalho, que até então eu não entendia, eu não sabia, aí eu vejo a minha família, todo mundo canta. Até as crianças. Depois você vai começando a criar oi, daqui a pouco de você. Aí você começa a olhar, aí eu vejo minha sobrinha, cinco anos, cantando por aí.
E cantando no tom, a fazer ou não? É aí. É, tem o jeito, leva jeito. Exatamente. Eu tive a oportunidade de entrar no Sem Juízo Algum, que era do Toninho, do Fernandinho Batera. Falar nisso, alô, Fernandinho. Focha braço. Fernandinho. Focha braço. E era o quê? Pagode? Pagode também, um excelente batera também. Aí, Fernandinho, na época, tocava cavaco, me viram cantando, aquela coisa toda. Paulinho, vem pra lá. Fui, entrei. Aí, através também do Sem Juízo Algum, no show do Belo, a galera viu.
Me viu cantar e abriu uma vaga de cantor no grupo Ginga Mineira. Falar nisso, um abraço pra galera de Ginga Mineira também, que me cedeu essa oportunidade, o espaço está aqui. Aí o Ginga Mineira me levou pra lá em 2005. Em 2006 a gente foi passar um bola pra gravar com o Arnaldo Sacomani. Gravamos uma música que chamava Tá De Brincadeira. Foi dali que as coisas começaram a deslanchar pra mim. Onde o Paulinho nasceu ali, nasceu o cantor Paulinho ali. A galera começou a conhecer meu trabalho.
que foi perdurando até os dias de hoje, e eu tô fazendo o máximo possível pra poder, que tem pessoas ali, por mais que a gente não imagine, tem pessoas que estão ali que eu sou inspiração pra alguém. Com certeza, com certeza. Uma coisa que eu deixo muito importante também pra falar pra vocês que estão começando aí, sempre que for fazer alguma coisa, ou pensar em desistir, olhar pra trás, opa, tem alguém que se inspira em você.
Para não, continua. Total, né? E hoje, como você já falou aqui, começou a pincelar sobre a pequenzada, foi o último...
o mais recente momento que eu vi vocês dois juntos e eu nem sabia que você cantava também no bloco a Gabi esteve aqui nesse espaço com a gente trocando ideia sobre o carnaval do Vetor Norte, as coisas do Vetor Norte e foi uma felicidade muito grande ter te visto lá
E junto com a Júlia também. Somando, eu acho que o carnaval, nesse espaço, ele consegue aglutinar muita coisa, né? O que você tocar ali, a galera vai curtir. Claro que é muito bem feito, ensaiado, apresentado bem. Mas, pô, você cantou desde Michael Jackson, até os clássicos em coisas do samba, né? Então, aconteceu muita parada. Mas pra gente aqui entender onde a gente tá...
O Vitor Norte já tem uma cena, vocês acreditam que musicalmente falando, ele já tem uma cena definida nos seus nichos, tipo o pagode está consolidado aqui já, o MPB está consolidado, quem vocês têm de referência locais aqui? Sei que a gente tem o Gleison Tulli aqui pelo Leopoldo, tem mais pessoas aqui no nosso redor, mas, enfim, a cena precisa começar ou ela já começou aqui?
Pra mim, no meu modo de ver a cena, pra mim, já existiu. É, já existiu. Sempre existiu, né? Ela sempre existiu. Mas o que acontece? Ainda existem locais que a galera tem a mente um pouco mais fechada, que acha que um nicho é só não. Não, gente, a música tá aí pra todos. Tudo que você vai fazer...
Tá aí pra tudo, abrange pra todo mundo, né, Juliana? É. Eu acho que aqui, assim, tem uma cena bem forte, sabe? Uma cena, inclusive, de autorais, né? Eu não falo só do pop rock, do rock, eu falo, assim, do pagode, do sertanejo também. Do modo geral, né? Então, tem uma cena aqui bem legal, assim, sabe? De pessoas que pensam em produzir coisas, sabe? Isso é muito bom. Exatamente. Em episódio anterior, a gente recebeu a Gabi Soares aqui, a cantora sertaneja que tá, porra, fazendo um trabalho massa.
Isso é legal. E a gente monta esse esquema aqui do Cafofinho do Balcão com um cara de boteco.
Porque é no bar mesmo que você tem que se desembolar, né? Como músico, né? Exatamente, é onde acontece as coisas também, né? Você conhece pessoas, faz contatos, né? Então tudo isso acontece. Sim, pô. Mas eu vendo de fora e provocativamente falando, não, é uma pergunta ingênua. Eu quero realmente entender como que as casas podem não...
perder a característica dela. Eu acho que você, de repente, casas que são de pagode, elas vão continuar sendo de pagode. Mas assim, como abrir um pouco mais a agenda, eu acho que o rock sofre um pouquinho com a agenda assim, em relação a outros estilos. Então, como vocês acham que dá para dar uma ampliada nesse trabalho, assim, de agenda mesmo para outros estilos, e fusão do pessoal?
Tipo diversificar, por exemplo, um bar diversificar a gente. É, então, vocês têm essa dificuldade de fechar show em locais que não são especificamente do nicho? Ah, cara...
Eu sou suspeito de falar, porque eu nunca... Eu não olho nessas coisas com dificuldade. Eu falo, eu posso vir aqui para fazer um trabalho para você? Tá aqui, meu trabalho é esse. Se você realmente faz com amor, cara, mostra lá o seu trabalho. Eu também, o proprietário da casa de show também, dá oportunidade. É, sim. Porque tem muita gente boa por aí. Sim. E às vezes a gente joga fora artistas fodas.
pelo fato de não ser oportunidade, né, Júlia? Sim, sim. Ó, eu acho assim que é uma estratégia boa que eu vejo que às vezes os bares adotam é fazer, por exemplo, a terça-feira do rock, entendeu? Às vezes a quinta-feira do pop rock, sei lá, sabe assim? Também gosto. Porque realmente, a gente, entre nós, a gente conseguiu fazer uma coisa muito legal, que era de ter bastante agenda, mas a gente teve que contar com a abertura também dos estabelecimentos de ter um...
um lugar, um dia do pop rock, sabe assim, para poder fazer? Porque a gente sabe que não é a mesma agenda, assim, né? Para um pagode, para um sertanejo, que são o que mais se solicitam nos bares, pelo menos aqui da região, gente.
É possível fazer um trabalho assim, até mesmo eu como artista ir lá apresentar o trabalho para o bar, de repente propor alguma coisa, fazer uma boa divulgação para trazer público, acho que é uma via de mão dupla que dá para fazer. A provocação foi mais nesse sentido mesmo, tem muita gente começando, não só aqui, mas em vários locais do país, tipo, cara, eu não sou do rock, mas eu vou ter que tocar rock, porque os bares da minha cidade só abrem para o rock, não necessariamente.
deixar até um abraço pro pessoal do BC, a gente tem tocado lá, às vezes, na terça-feira do rock, que é uma casa que tem muito sertanejo. Mas eu também entendo o lado do empreendedor, do dono do bar, do medo de colocar um estilo que, de repente, será que a galera vai curtir, não vai curtir? Cara, e tem dado muito certo. E é o mesmo público do sertanejo. Aí você fala, então o público gosta de mais coisa? Gosta, cara. O público é adverso. E no show de vocês, vocês percebem isso assim também, cara?
Existe uma diversidade de público, assim, a galera não...
É só pagode mesmo e não mistura, não. É o seguinte, eu sou suspeito de falar porque o Batucaí hoje, nós temos um projeto no meu bar. É, acabou de entrar. Acho que tá programado isso. Nós temos um projeto hoje no meu bar na Orla, aqui de Lagoa Santo. Onde que a gente pega o nosso apertório e vai de... Ah! Azir. Azir. Entende? Então o Batucaí hoje toca Legião Urbana, a gente toca de tudo um pouco, Nando Reis, tudo em forma de pagode.
Então assim, se você quer do sertanejo, tá ali, eu vou cantar um sertão. Se você quer do pop rock, tá ali, eu vou cantar também um pop rock, mas na minha vertente. Sim, pô. Então eu acho que o leque tem que tá ali, aberto. Você tem que tá realmente aberta.
também para outras coisas, cantar coisa diferente. A gente está trocando essa ideia antes de começar a gravar, né, Júlia? Não necessariamente você tem que fazer a música autoral, porque a música autoral realmente é um capítulo, a gente vai falar dele. É um capítulo a parte da carreira do músico, mas você tem interpretações autorais, né? Que é o que você está falando, você pode trazer para a sua linguagem.
clássicos e tal, né? O que eu acho que deu muito certo, assim, entre nós, é porque a gente pegou, assim, por exemplo, coisas que não se viam com tanta constância nos bares, principalmente feito por Power Trio, e assim, violão, batera e baixo.
E eu tava no violão e no vocal, então era meu viola base. Então assim, realmente você precisa de rebolar ali pra fazer uma boa versão. Que que mexeu doce. Às vezes as músicas que a gente pega tem muitos elementos, então a gente tem que adaptar. E aí as adaptações deram muito certo, né?
E a gente começou a pegar, assim, o pop rock, o pop mais atual, trazer pro nosso estilo. Então isso, querendo ou não, chama um público que às vezes tá mais acostumado com sertanejo, mas que a gente já ouviu muito assim, poxa, aqui rola muito sertanejo, mas a gente tá precisando de um pop rock, gostei do show de vocês, pô, que legal. Dá uma variada um pouco e tal. Então assim, tive feedbacks bem positivos. Sabe o que eu penso em relação a isso?
Eu sempre falei isso. Você não pode subestimar a inteligência do público, velho.
Não pode, cara. Sacou? Eu sou do rock, tenho uma dupla de rock, toquei muitos anos, versões também. A gente tocava só pra contrariar, fazer radical, só que eu fazia o contrário. Eu fazia rock do pagode, do samba.
Você atendeu alguém também. Total, velho. Total. E atende, cara. Aí vem um cara com a camisa do Megadeth. Isso ficou engraçado demais. Isso ficou legal demais. Quando toca cheio de manias, cara, não existe um metaleiro que não rebole, pô. Assim como evidências, né, cara. E o músico tem que ser malandro nesse sentido de brincar com essas coisas, né? Defendendo a sua identidade.
Não vai brincar com essa parada, né? O músico do bar, assim, você pode adotar uma vertente, seguir ela e beleza. Mas eu acho legal o músico que toca em bar, que toca ali nessas casas de show, de realmente testar a sua própria versatilidade, entendeu? Exatamente. E eu fui muito disso. Eu já fechei show...
majoritariamente sertanejo mas assim, aí acaba você fazendo sertanejo? mas aí acaba que você vai se identificando falando assim, o que eu mais gosto é o pop rock é o rock, é o MTB, você vai se lixando mas é bom porque traz versatilidade, entendeu? você se desafia, pode ser que dê certo pode ser que dê errado, mas eu acho legal você testar se você acha assim, ah pô
Vou tentar fazer um Ritmos Variados, vender esse show. Pronto, vende. E vê a reação. Eu já tive show de Ritmos Variados que foi legal e teve um que eu queria mais sertanejo. Pô, mas Ritmos Variados é Ritmos Variados. Mas eu acho legal o artista se permitir fazer testes, experimentos, assim. Tenta fazer, tenta ser versátil, porque isso vai ajudar você no seu trabalho.
Porque eu acho que você fazer versões de músicas e tudo mais, você precisa conhecer de tudo um pouco. Isso te ajuda a ter aquela malandragem para fazer um negócio. Mas esse é o porro do gato. Mexer com música é esse. Mexer com música é esse. A gente que trabalha com música, a gente sabe o que é isso. Você tem que estar pronto.
Não é só... Ah, porque eu canto só isso. Não. Em 20 anos variados. E uma maior escola pra gente, né, Juliana? Piquizada. Também, também. Pra mim foi uma escola violenta. Já podemos, inclusive, entrar em... Como é que vocês encontraram, então, no carnaval? Não, não, no quadro da piquizada, né? Como é que fez assim? Isso apareceu? Eu sou meio que o coroinha ali, né? É, Paulinho já tá ali, já. Eu já sou meio que o coroa ali.
É de crooner também, né? Você canta com a... São o samba de gafieira, né? Tem a... A pequisada tem música, né? Eu canto... Eu fiz um enredo lá pro bloco. Esse que eu não digo enredo até meu. Foi assim, ainda o susto. Eu fiz o enredo e já tô bolando outro, tá, gente? Devemente. Daqui a pouco eu vou soltar mais um enredo aí. Aguardem. Aí foi onde que eu conheci, Júlia Xavier. Chegou lá, tinha um capelão, aquele negócio todo. Gente...
Eu falei, adotei. Como é que você chama, Júlia? Inclusive, até o nome da minha filha. Adotei pra mim. Aí começou, eu falei assim, essa menina tem ouvido. Aí tudo que falava com ela, ela vinha errado. Ela é assim.
Deu errado? Eu olhei pro lado da Júlia e tava assim, meu irmão. É isso mesmo. Aquela comunicação de música. É isso mesmo, é isso mesmo. Vambora. Ah, não. Postura, postura. Respira, respira. Vai dar certo. Vai dar certo. E acontece, cara. É muito bom. Porque eu gosto do desafiador.
E eu não gosto de mais o mesmo. Eu gosto de ser cor diferente. Quanto mais diferente pra mim, melhor. Eu tô testando, testando a minha capacidade de melhora, como cantor, como artista. Porque não é só subir em cima do palco. Você tem que saber o seguinte, você tá lidando com a alma das pessoas, tá?
Você não sabe como é que as pessoas saem de casa, não. Então, subiu ali, sorriso no rosto, vambora. O mundo tá caindo, tá caindo. Mas sobe ali e fala assim, e eu saí de casa pra fazer alguém sorrir. Exato. Pronto. E aquela pessoa que vai sorrir através do seu carisma, ela vai te curar também. Não sei qual que é o seu problema. É, é engraçado, né? É uma troca. É uma troca. É uma troca. É uma troca muito bonita, assim. Porque às vezes você fala assim, cara, tô ali me dedicando, mas...
É uma coisa tão espontânea que às vezes a pessoa se emociona, olha pra você e fala, poxa. Às vezes você tá até meio desanimado, assim, tipo, pô, cara, que trajeto difícil, né? Você tá doido, não dou. Mas aí alguém se emociona e você fala, pô, cara, que legal. Às vezes chega depois do show, não é? Comenta, fala assim, pô, foi muito legal. Pô, isso aí é a melhor coisa que tem. Houve um episódio de semana retrasada onde a gente tava fazendo show na Serra, você pode? Acabei o show e tal, aquele negócio todo, eu subi.
No começo a galera acha estranho, né? Paulinho calado e parece um militar. Mas subindo. Paulinho subiu e subiu do pau que ele vira cantor. Não, eu tô ali, gente. Eu só tenho esse livro que eu tô no momento de concentração. Mas pode chegar e conversar. É que você tá ali, né? É, eu tô concentrado porque eu tô olhando o público. Quem é que chega, quem não chega. Como é que tão sorrindo, como é que não tão sorrindo.
Aí, bacana, subi lá, fiz o que eu tinha que ser feito. Aí eu desci do palco, tô conversando com o meu pessoal aqui. Aí chega um rapaz pra mim e diz assim, olha, você acabou de mudar meu dia.
É uma coisa muito séria, porque o cara chegou pra mim e falou, ó, eu ia tirar minha vida hoje. Isso. Saí de casa, aconteceu isso, aquele negócio todo. Mas a palavra que você falou, que eu falei o seguinte, em cima do palco, não sei como é que você saiu de casa, não. Mas hoje você tá aqui pra sorrir. Você vai sair daqui diferente. Você não nasceu pra ser cauda, você nasceu pra ser cabeça. Vambora. Foi a palavra que eu falei em cima do palco.
Então a gente tem que tomar muito cuidado com o que a gente fala. Com certeza. Com a energia que a gente coloca no cinema. É.
Sim, cara, o palco é um lugar sagrado, né? Seja ele do teatro, do circo, né? Você mexe com o circo também, da música, cara. Você tá na função, irmão. Ali é você, mas não é você. É um você. Você é um veículo, né? É um veículo. É uma possibilidade foda. Claro. Já teve momentos, tô tocando, que você olha pra galera, tipo, acha que a galera não tá curtindo o show, velho. Aí dá um intervalo, velho, que coisa maravilhosa. É, é engraçado, né?
quando você acha que está todo mundo curtindo aquilo. Muito louco. Então, cara, faz o seu trabalho, porque dali, aí você, como você falou, não tem como saber exatamente. Lógico que quando tem um público muito ali em cima, você imagina que possa estar acontecendo alguma coisa. Mas às vezes está todo mundo quietinho, mas a galera está ouvindo. Aí a galera vai falar...
E aí depende muito, os perfis diferentes, né? Galera mais que a tarde normalmente vem falar de repertório, pô, essa música ninguém toca, vocês tocaram, ficou doido. Às vezes eles estão mais observando, né? Porque depende muito, assim. Às vezes o público tá ali engajado, mas tá todo mundo assim, já... Tá tudo certo, entendeu? Mas tem pessoas que são mais observadoras, entendeu? Então depende muito. Normalmente é o cara que vai te contratar. É.
de estudo agora. Assim como que a gente que tá lá pulando também tá observando, entendeu? Então, varia muito, assim. Varia. Mas o importante que eu acho, assim, é a gente sempre fazer o show da melhor forma, independente se tem uma pessoa, se tem 20, se tem 50. Pra uma, como se tiver só 20, pra 50. E, assim, quando a gente tá começando, pelo menos comigo que aconteceu, né? A gente faz o show...
Mas, às vezes, quando tem pouca gente, a energia dava uma baixada. Mas, assim, às vezes, involuntariamente. E aí, quando foram me falando isso, eu fui absorvendo e falei, realmente, a gente tem que estar com a energia lá em cima, independente se tem uma pessoa, se tem duas, entendeu? E aí, é isso. Você tem que estar sempre na sua melhor forma possível.
E a melhor forma possível nesse momento Pra gente é solicitar a produção Cervejinha pra nós, produção Consegue na geladeiria, pra nós produção Não vou desmontar todo o cenário, é que não gostaria de desmontar o cenário Tá tão bonito
Brito, manda mais cerveja pra gente que a gente precisa lotar esse estúdio de cerveja. Por favor. E de Anauê também, claro, logicamente. Mas uma coisa que você falou já aqui, eu queria trazer como curiosidade também a nossa função de boteco aqui, né? Cara, o Pagode, não hoje, mas já tem um tempo, ele se esmou de cantar MPB, velho. O Pagode tá cantando muito MPB. E por que você acha que tá...
está acontecendo esse movimento? Em cima do que a gente falou, você acredita que todo mundo pensando na diversidade ou as composições do pagode estão ficando complicadas, não estão tão legais assim? O que você acha? Mas é crescimento. É o que você está falando, que a gente está falando que é agora. Não, não estou facilitando, mas é... É a realidade, é o que eu sempre pensei assim. Foi uma forma que eu sempre pensei. Gente, é crescimento.
A produção aconteceu. Mas é sobre isso. Também acontece o filme do Poco, gente. É normal. Também. As internas. Às vezes tem gente que tá vendo a gente ali sorrindo ali, mas não sabe que o produtor tá falando merda no ouvido da gente ali.
Não derrama as paradas em cima dos equipamentos. Que é isso, cara? Não, inclusive tá bem viralizado, né? Eu vi, eu vi, eu esqueci qual foi o pagodeiro agora, que o cara foi servir uma cerveja pra ele, aí ele passou a cerveja, o copo, por cima do teclado, aí ele não... Não, ele parou o show e deu uns porros no cara, achei deselegante também. Mas ele aproveitou o momento e falou, você não passa com o negócio pingando em cima do teclado, sacou? Não dá merda, na hora.
Não, e aqui? Mas tem viralizado esse negócio dos espor dos pagodeiros, hein? Pois é. Copo em cima das caixas. Mas o que você tá escutando aqui? O cara tá assim, o produidor... O cara tá... Geralmente é o cara que tá com dois microfones. É, que é o que tá... Que tá cantando aqui, mas... Que tá falando lá. O seu merda, sua virada é agora. Ô, cão! Acorda aí, pô! Tá dormindo! Acontece, viu? Na hora que a gente vê... Fala pra ela cumprimentar o público, que você é educação, fala aí... Sorria, criança.
Tá com dor de barriga, peste. É legal quando tem como chato. É muito bom, cara. É legal, eu gosto. Mas eu gosto da parte seguinte. A minha vingança eu faço ali em cima do palco. O produtor tá falando aqui pra gente ir, né? Mas eu faço ele rir. Tô mentindo, Maico? Tô mentindo não. Meu produtor, que eu diga. Se você estiver vendo o vídeo aí, eu não tô mentindo não. Na hora que você vê o produtor aqui, é sorrindo aqui de ficar vermelho e pimentão, que eu fiz alguma coisa em cima do palco. Eu fiz alguma coisa.
Cara, até hoje eu não toquei com essas paradas na minha vida. Acho que eu não vou ter senso pra isso não, cara. Vai ser muito engraçado.
Mas assim, eu lembro da primeira vez. É tipo assim, você fica assim, você fica aérea, sabe? Porque tem gente falando com você e você tem que fazer... É muito louco. Aí eu ficava assim... Aí quase que você responde a pessoa no microfone, sabe? É porque é muita informação. O papo é o seguinte, quando os músicos tocam tem a direção do show também, né, cara? Isso, tem.
pode ser o cara externo, mas pode ser o cara da banda também aí ele tem o microfone pra falar só com a banda só a banda escuta ou a Anitta deixou vazar pra todo mundo também recentemente eu acho que essa porra foi marketing cara obrigado produção, aê agora sim
Mas acontece, tá, gente? Do produtor errou o microfone. Fala assim, agora vai ter que tratar o música. É, eu já respondi. Tá, o que que acontece? Boteco do Balcão é vida real, velho. Ainda tô pra instalar uma estufa aqui dentro. Mas não é com... Que beleza, hein? Um pete-squei. O que vocês gostam de petiscar em boteco, cara? Mas não esqueci, não. Vou voltar no MPB, tá? O que vocês gostam de petiscar em boteco? Tá sendo que eu esqueci.
A resposta tá aqui. Vocês gostam de peixicar o quê em boteco? Eu adoro mandioquinha frita com contra filé, peixinho, tudo, tudo. Por que a gente pensava isso antes, né? Não, imagina, que é tudo. Mas tô tentando fechar parceria com bares, pô. Vamos aí? Cadê os apoiadões? Peixinhos.
Então, mandioquinha, carninha Pode ser cozida, pode ser o contra filé Pode ser peixe também Saudade da lapinha que deu agora Não é, menino? Quem você gosta de pente carvinha? Nossa, peixe, contra filé
Contra vilé, costelinha. Costelinha? Costelinha eu acho que é. Não é? Uma forte caminhão. Costelinha frita. O churrascinho com o vinagrete, farofinho, arrozinho e tal, aquela coisinha ali montadinha e tal. É coisa que a gente não ama. Mas já vira um almoço. Vamos levar pro lado, com uma pequena parada, pão de queijo, com o vinagrete. Vambora.
Pô, cara, pra mim, ó, acho que torresmo é uma unanimidade, né? Na dúvida, torresmo. Na dúvida, torresmo. Na dúvida, torresmo. Na dúvida, torresmo. Bom, né, aquele de barriga com um negócio assim, limãozinho. Aquilo é CC pra todo mundo que pode. Entendeu? Vamos falar, gente, vai tá vendo como é que é a complicação. Ó o facinho assim com tomatinho, senhor. Ó o fulano aí. Pegou um pedaço de torresmo aí, não sei que é barba não. Mas não tem ninguém pra defender.
Vambora! Fígado congeló e cebola. Fígado congeló, gente! Tô achando que você é mais mineiro que a gente, né? Também tô achando. Tô quase 20 anos, 20 anos eu quero carteirinha. 20 anos eu faço a tatuagem de Minas Gerais. É isso, já é mineiro, já. Tá mais mineiro que a gente. Como é que a gente não lembrou do fígado congeló? Obrigado, produção. Cerveja aqui, Ricélio Rosário.
Melhor corretora do Vetor Norte, compra em casa com o Resseli Rosário. Olha! Lotes também. Lotes também. Não dá pra comprar casa, comprar lote. Nós estamos querendo um lote. Eu falo com a Resseli, o lote é a meia do mercado imobiliário. Sabe quando você entra na loja e fala, ah, pô, a camisa não gostei. Ah, meia você leva, né? Leva o lote, né não? Leva o lote, caralho. E aí, só 200 mil? Só 200 mil, tá tudo bem.
Mas vamos entrar, Paulinho, vamos tentar, hein, PB? Por que que tá... Desde as versões do Djavan, não sei quem começou... Esse rolê fazia um... Cara, eu não sei se foi o Bom Gosto, quem começou a fazer algumas versões... Revelação. O Revelação também fez, né? Não sei disso, quem não sabe isso, mano. Aí veio uma crescente. Hoje você liga o rádio, você escuta a Venecia da Mata, a Legião Urbana. Mas por que isso, meu? É realmente pela diversidade ou pela zona de segurança ali? Cara, é aquele negócio.
Você quer conhecer mesmo o que é um MPB de verdade? Você quer um pagode de verdade? Isso não está acontecendo de hoje, não. Você é do Rio, você é do Carioca, você sabe. A galera do samba e do pagode no Rio de Janeiro tem muito disso. A galera escuta o MPB desde sempre. É. Eu acho que o Brasil hoje em dia não é só no pagode, não, tá, gente? Estou falando em contexto geral. O músico aqui no Brasil hoje abriu mais a mente.
Ele sabe que ele tem que estar preparado hoje. Hoje você tá aqui, mas amanhã você pode estar ali. Então você tem que estar preparado pra aquela cena. Então isso aí. Todo mundo hoje viu que música, não importa o seu estilo, ela tem que ser bem tocada e você tem que estar preparado pra ela. É por isso que tá acontecendo no cenário. A gente tá cantando mais MPB. A galera começou a aprender. Eu gosto. É porque eu gosto. Eu gosto muito também. E eu acho que a galera também viu que é bom, velho. É música, música, é música.
E às vezes são músicas que são tão antigas assim, que às vezes a galera de hoje acha que a versão original é a versão do pagode, é a versão de quem fez por último, sabe assim? Toma aquilo como uma referência. Outra coisa, quando você sai de casa pra você fazer um pagode, ou seja qual for, seja o MPB, seja qual o seu estilo, põe na sua cabeça uma coisa, você não tá saindo pra tocar pra você. Exato. Você tá indo pra tocar pro público. É.
Você tem que agradar quem está ali, porque ali e dali vai vir o seu contratante. Eles que te pagam. Não faça nada para se agradar. Faça para agradar o outro. Porque você foi contratado para isso. Vamos comentar comigo que eu estou errado. Tem que ser bom para você, principalmente para o público. Exatamente. Porque se você existe como cantor ou como cantora...
De graças a essas pessoas que estão ali, que te cederam oportunidade. Então, eu acho que na minha cabeça, pela pergunta que você disse, é isso que a galera acordou para esse lado. Você tem que ser versátil.
Nossa, mas tem muitas músicas brasileiras, não só brasileiras, mas no cenário nacional, que são músicas que são interpretações de alguma música de fora, uma música muito mais antiga. Tem muito disso. Se a gente for parar para pesquisar, eu gosto muito de ver esses vídeos. A caixinha de Pandora aqui. Eu gosto de pesquisar muito esses vídeos que ficam explicando. A caixinha de Pandora.
A produção é paraense, no Pará já é clássico isso, são as versões dos bregas paraenses, que são todos músicas, não todos, mas assim, eles se baseiam muito em clássicos dos anos 80, 70, da música internacional.
A versão preta fez Angra, né? Recentemente. Mas o Pará, mais velho que isso, tem Rockset, tem, sei lá, pensa aí, vai, artistas internacionais, vai ter uma versão paraense. Sempre tem uma versão paraense. É legal. E você falou aí, ó, com os Rockset, as coisas, gente, eu escuto muita coisa, tá, da antiga. Né, Steve Wonder?
Nossa, quem mais é Bel Aure, Michael Jackson, quem mais? Nossa, Chaka Khan, Whitney Houston, eu curto essas coisas aí. Caralho, a gente começou a brincar e citar músicos e coisas. Queria já lançar um desafio para Júlia Xavier e Alciôme. Vamos fazer uma coisinha aqui? Vamos fazer um sonzinho?
Mas eu queria uma parada assim, diferente. O que que rola? O que que sai? Traz aí, traz aí. Produção, produção. Aquela lá, que a gente combinou? Não vem ela. Tá vendo aí? É aquela lá? Vambora, vambora. Aquela, aquela. É aquela. Vou pedir ao nosso assistente também, o Paulo. Sim, sim. Meu chará, meu chará. Você pega o violãozinho pra Júlia Xavier, por favor.
Gente, é o nervosismo, tá gente? Desculpa aí, eu me pego comendo a unha assim de vez em quando, pra saber qual é o olhinho. Vai ter que arredar a mesinha um pouco. Pode arredar, pode estar. E eu tenho que dar uma afinada também, porque... Tá vendo? Tá vendo o desafio assim, né? Ah, certo. Tá vendo? Aí você já imagina o nível da pessoa.
Sou canhota. Canhota é um problema, gente. Mas também toca destra, né? É. O problema é só na hora de comprar o seu instrumento, né? Porque muitas vezes você acha só dois tipos. Um pra lá e o outro pra lá. Aí você tem que decidir. Aí eu acho que vai ter que puxar o abelho também, amor, pra não bater. É assim? É, geral, um pouco pra lá. Isso. Não, mas aí... Aí você pode gerar também o microfone, se você quiser. Não, baixa o mic pra não cortar a TV.
Vocês viram que eu tava com uma bateria no bolso, né? Coisa de música, eu tenho, né? Que importante isso. Uma bateria extra no bolso, porque nunca é cessado. Então, pra gente montar essa pauta aqui nesse contexto da piquizada, vocês se encontraram no palco lá, mas... E eu convidei vocês aqui e vocês pensaram em fazer alguma coisa que tenha a ver com o universo de vocês dois agora? Ou não? Não.
Eu acho que tem a ver com os dois, né? Tem a ver com os dois, é coisa que a gente gosta, gente. Eu falei coisa assim, vamos fazer aquela música lá, não sei o que, não sei o que. Ele falou assim, vamos. Chá é, chá é, igual que eu bebo e tal. Chá é, chá é. A gente gosta, né, produção? Produção, racha os bicos. Produção, você tá fazendo uns stories pra nós aí? São duas coisas. A produção, ela é muito versátil, a produção. A produção tá vendendo um lote desse momento ali. É, ela tá vendendo um lote, gente.
Está editado para anauí. Está vendo? É só o tempo aqui de afinar, gente. Tem que ter caras. Em breve também teremos apoio de marcas de instrumentos musicais. Apoia esse podcast, gente. Deixa aí. Vamos lotar isso aqui de guitarra, baixo. Deixa aqui. A pessoa escolhe a avó tocar. Nossa, imagina. Estilo amplifica do Rafa? Pô, bom imagem.
Chabaço pra Rafael Bittencourt também, grande figura, foi um dos primeiros grandes músicos que passaram nesse podcast, quando se chamava Hopcast ainda. E o Angra vai fazer uma grande reunião no Bangers Open Air, lá em São Paulo, vai juntar todos os vocalistas, o Edu Falaschi, Fabio Leone, mais quem?
O próprio Rafael canta também, né? Vai estar com o presidente do Kiko Loureiro, aqueles Priester, todo mundo. Na verdade é a carreta furacão do Angra, lá em São Paulo. Tá bom pra você? Não tem mais onde forar Pra o ar de tirar o álvaro Não tem mais onde forar
Tanto eu aflhechava do seu olhar, e o peito até parece sabe o que? Talva de tirar o álvaro, não tem mais onde forar. Talva de tirar o álvaro, não tem mais onde forar.
Seu olhar mata mais do que bala de carabina Que veneno e sequinina Que peixeira de baiano Seu olhar mata mais que atropelamento de automóvel Mata mais que bala de remover Te tanto levar Prechada do seu olhar A resposta é a clareira!
É natural. É natural. E já tava gravando? Já tava gravando. Já foi. Já foi. Já foi, foi maravilhoso, mas eu tenho uma surpresa, porque o Balcão trabalha com surpresas também, então... Opa! Vamos tocar de novo. Ué! Ué! Que isso? Ah, para! Para. Será lindo agora, hein? Vamos fazer então?
E? De novo? De novo, é
Seu olhar mata mais do que bala de carabina, que veneno estrique mina, que peixeira de baiano. Seu olhar mata mais do que apelamento de automóvel mata mais.
É isso? Foi maravilhoso. Obrigado. Coisa linda. É o que eu te falei. Leandrinho, não me preocupa. Vamos lá. Será que essa vai? Não me preocupa. Vamos lá. Só vamos. Só vamos. Tá vendo que tem tudo a ver? Tem tudo a ver. Tá vendo? Essa música foi gravada pela Elis Regina. Eu vou deixar um negócio aqui pra você.
Tem coisa boa. O cara tem tudo, olha. Poxa, tem até um... Gente, balcão é foda, né? É, estamos no balcão, gente. É isso. Estamos no balcão. É sobre. É sobre. Temos Briddle, temos Anauê. Falando em Anauê, gente. Temos produção, não é? Anauê, que isso. E o parabéns, tá? Parabéns. Acho que as duas bebidas, assim, são de qualidade. Muito boas. Sem sombra de dúvida.
Deu uma boa pedida, viu? Não sei se tem, Julia. A gente chega em casa depois do show pra dar aquela lachada. Não, meu filho, vai dormir. Não tem nada a ver, cara. Pô, coisa gostosa, hein? Prepara pra próxima aí. Cara, tempo que eu não tocava pandeiro, tá? É mesmo? Ai, mas tá bem, né? Cara, esse pandeiro é muito bonito. Eu tava querendo comprar um... Ó, tá aí, ó. Olha pra você ver, a armação dele é de madeira, cara, ó. Contemporânea clássica, né? Pra choro, né? Contemporânea. Olha.
Ele é o próximo... Contemporâneo. É. Mas eu gosto de fazer samba nele também, porque ele é carinhoso nesse sentido. Ele é gostoso, né? Aham. Tem um timbre... É. Isso. Isso. É. Eu sou um gancho carinhoso, que é foda. É.
Vixe igual o Baiano, já nasce estreando, né? É, porque você tá doido. O Nassi já estreia, né? Então, cara, falando em carioquices, né, cara? A gente tem uma história em comum, né, Paulinho? Sim. Que a gente se trombou.
Por causa de um carioca. Um grande carioca, um cara que é... Um cara que é referência. A gente estava falando de Mumuzinho, né, cara? Então a gente... Eu conheci o teu trabalho por causa do Mumuzinho, porque realmente ia ter o show do Mumuzinho aqui. Sim.
E a gente foi começar a ver as coisas ali e ele compartilhou um stories que foi muito massa. E o senhor apareceu nesse stories. Que foi uma saga... Foi uma saga, foi uma saga. Pra vocês terem contato com o Mumuzinho. Então eu vou deixar você contar toda essa história porque ela com certeza merece esse registro, cara. Ela mudou a vida da gente. Então eu filmo de uma coisa assim. A Mumuzinho vai vir pra Lagoa Santa. Eu falo, gente...
A gente tem que mostrar trabalho. Tô aí, já tenho uma cota, já, mostrando... A gente criou Alciôme, né? Alciôme. A gente criou Alciôme. Alciôme, hein? A gente criou ele, então assim, virou a identidade do Batucaí. Todo show que a gente vai, toda festa particular, a gente não pode deixar de cantar. E eu não posso deixar de cantar Alciôme. Então aí, olha gente, tá na hora. Cara, o homem vai tá aqui. Por que não?
Juntou eu, Thiago, Euler. E você já curtia o trabalho dele? Sim, eu me tornei alciômen por causa dele. E quando ele cantava no Esquenta, aí fui vendo aquilo ali, falei, uai, peraí, um dia que eu fiquei rouco, no caso. E a galera que tá entendendo nada, o que é alciômen? Começa pro alciômen, então. Alciônico homem.
Entendeu? Porque hoje em dia não pode falar, né? Porque dá problema. Então é assim, é uma mistura das duas coisas. É uma mistura das duas coisas. E é muito difícil uma coisa que ele falou em cima do palco. Hoje em dia a gente está conseguindo trazer um homem cantando mulher. Por causa do preconceito também que houve muito atrás, era estranho um homem estar cantando um timbre de mulher. Chega. Está com isso. Chega. Então vamos abrangir a mente e a galera está aceitando bem isso.
Aí o que acontece? Voltando para o nosso assunto. A mãozinha vai vir para a Lagoa Santa. Vamos. Gente, vamos para o aeroporto. Paulinho, é loucura, velho. É loucura. É na loucura que as coisas acontecem.
Mas como é que vocês ficaram sabendo do voo? Qual era o voo? Ficam lá de manhã até de tarde. O dia é porque o dia de tocar. Mas vocês acreditaram que ele ia chegar no dia? Vocês já sabiam isso? Não. Já foi pra lá e ficou parado lá. Vamos ficar aqui até sair ali. Na hora que ele sair, é isso mesmo. Que loucura. Portanto, deixamos um pessoal numa portaria, outro pessoal na outra porta, eu tô na porta. Ah, é uma operação.
na pós que a gente estava. E aí chegamos lá, o motorista que era um amigo dele, que ia transportá-lo, era amigo nosso, eu nem sabia. A gente chegou, cumprimentou ele. Ele já estava lá. Ele estava esperando o cara, o Mumuzinho. Mas a gente não sabia da parada. Aí fomos pra lá, e a gente estava esperando. Na hora que o Mumuzinho saiu, aí a irmã do Thiago atrás, ela falou, Mumu, já estava filmando. Eu já saí cantando, sua mulher de se deixar. E ele foi e parou.
Falei, pô, velho, não me mata de vergonha não, cara. Eu sou aquele cara ali, mas eu tenho vergonha, cara. Eu não faço isso não. Aí, assim, por coincidência, o Clebinho, que era um amigo nosso que estava na van, ali só o Clebinho, um abraço. O Clebinho estava lá e o Clebinho, por coincidência, virou o motorista oficial do Momozinho.
Aí, disse que o Mumuzinho nunca falou, o negão não tem vergonha não, cara. O negão não tem vergonha não. Você sabia que o cara desconhecia. É, eu não sabia que o Clebinha era motorista. E aí, pra você ver como é que as coisas se encaixam. Que loucura, né? Era pra você estar lá mesmo. Era pra estar lá naquele lugar que dia. E ele automaticamente já fez um convite pra nossa banda, Batucar aí. Pô, vamos pra lá no show e foi aquela emoção, né?
A gente estava lá vendo o show, eu estava vendo um ídolo, que era referência para mim hoje, graças a Deus. Mas no aeroporto você fez o quê?
Mostra aí o que você fez no aeroporto. Acho que é o que ele passou, quando aí ele gritou pro rolo. Sou a mulher de te deixar se você me trair. E a manchão do meu moço, não te trair. Aí você já viu, né? Aí ele parou. E o balanço do meu moço, não me trair. Porque eu churro, trocadão, dói. E eu não compro da mão de quem brinca com a minha moção. Sou capaz de tudo pra te ver feliz. Mas também sou de cortar uma pela raiz.
Não divino você com ninguém, não é assim pra viver no arém Não me deixe saber, eu será a melhor pra você Aí vindo e te esquecer Vambora! Vou te desafiar, vamos fazer isso na capela toda então? Bora!
Me balança, mas não me destrói. Eu chumo, teu cabrão dói. Eu não como na mão, se rebriga a guerra de emoção. Sou capaz de tudo, menino. Pra te ver feliz. Mas também sou de cortar o mal pela raiz. Não divido você com ninguém. Eu nasci pra viver com a lei. Não me deixe saber, será o melhor pra você. Me esquecer. Sua peste.
Rapaz, pô... Porra, cara, muito foda. Eu gosto. Eu gosto.
Porra, quem não gosta, irmão, você tá doido. Já vou te fazer um convite, eu tenho mão, tá? Sábado eu te aguardo no meu bar, no nosso samba, pra você cantar as suas coisas que você gosta. Que prazer. Então vambora. Eu também, tá? Bora, Gleicinho, galera do balcão. E você que tá em casa e tá assistindo agora, desce pro meu bar no sábado, casa aberta a partir do meio-dia. Às 13 horas o pagode se inicia, até às 17. Pra você, com o maior carinho.
Então, vamos embora. Seja você do sertanejo, seja você do pop, seja você do rock. Depende, né? Vai pra lá que a gente vai tentar fazer o melhor pra você. Cara, só de você ver Paulinho fazendo isso ao vivo, já valeu demais. As pessoas vão, óbvio. E deixava também um abraço para as galera do meu bar. A gente esteve recentemente aqui na unidade do MG10, Vila Meu Bar, gravando a feijoada. Foi eleita popularmente a melhor feijoada do Vitor Norte, que eu, de vez em quando, faço esse quadro lá, chama Guia do Balcão.
É as pessoas que votam, não interfiram em nada, irmão. Elas, as pessoas vão lá e elegeram. A gente foi lá, comprovou. É muito boa. A gente gravou um vídeo, está no nosso YouTube, no nosso Instagram, vê aí. Então, pô, um abraço para a família, meu bar toda, né? Camilba Ola, me vira no meu bar.
E a gente vai ter Julia Chavella, não sabe? Eu vou, com certeza. Com certeza eu vou. Por favor, não fica de fora não. Eu já tô fazendo um convite assim, que é igual desafio, eu também tô desafiando. Vamos embora, vamos embora. Pra fechar essa história do Mumuzinho, então o Mumuzinho viu você fazendo essa parada no rol do aeroporto, que por reverberação foda ali também, né, cara? Ele congelou, ele falou assim, não.
Você pode ver aqui no vídeo, ele tá andando e ele vai fazendo assim, ele para e ele vai assim, não vou ter que parar. Ele não mata de vergonha não, pretinho. O Momuzinho pensou pra que eu vim aqui, velho? Mas já tem um cara aqui. Já tem um cara aqui, mas não, eu precisava.
mostrar pra você que você também inspira. É o que eu falei mais cedo. Você é fonte de inspiração pra alguém. Se hoje o Alciôme existe, obrigado Márcio, obrigado Alcione, minha prima, obrigado. O máximo respeito. Eu sou muito cara de pau, cara. Eu sou realmente muito cara de pau. A gente é... Eu sou muito cara de pau. Fala com todo mundo, não tem problema nenhum. Eu chego lá, falo, meu artista, vou lá.
A gente trombou o Sione no aeroporto, não, não tenho coragem. Não falei com o Sione. Não falou. Tava muito cedo e é o Sione, cara. É uma... Nossa, cara, é uma... Não, é uma entidade, né? Igual, pô, se eu trombar, se Deus quiser, um dia é meu sonho, fazer um podcast com o Zeca Pagodinho, né, cara? Se um dia trombar a Zeca, né, velho?
É o que eu te falei, vai ser, a palavra da gente tem poder. É, então, mas são ícones mesmo, né, cara? Aí Alcione, como também, além, Bete, a saudosa Bete, também são grandes vozes, né, cara? O Júlio falando até de Elis. Mas vamos voltar em Elis, deixa só o Paulinho concluir esse rolê aqui. Mas aí, então, o Mumuzic colocou no palco, no show, né, velho? Ele é uma praxe, as minhas, o pessoal fizeram uma faixa, estava escrita.
O Muzinho chama o Paulinho, nós temos uma marrom em Lagoa Santa. Nossa. Aí eu falo, vem cá, Pretinho. Mas e tu não sabia que ia rolar isso? Não, ele separou o espaço, mas a gente queria, né? Só que eu pego a galera que já acompanha a gente, chamou, fez uma placa por si mesmo. Chamo o Paulinho pra cantar, que até então a gente fez o contato que precisava.
Aí ele foi e chamou, eu falei, vamos embora. Mas aí você poderia acontecer, mas você não sabia que ia acontecer? Poderia acontecer, não poderia, mano. Foi tudo assim. E quando ele anunciou, você falou, caralho, vai rolar. Vai rolar, quase que eu caí no chão. Nossa senhora. Na hora que eu fui sair correndo, quase que eu tropecei, caí pro chão fora. E tava lotado. Gente, imagina. Festa de agosto.
Foi, foi fecha de agosto. Imagina só com o velho, com o deito a boca, subi igual uma calé. Não dá, ué. A praça nova de... Não era praça nova ainda de evento. Foi de frente, foi de frente. Tava tomado, tomado, gente. Foi de frente. Quase caí no chão ainda. Imagina. Praça do tempo, Rodrigo.
Praça Felipe Rodrigo. Fui pular ali, negócio, eu tropecei a pera dos sapatos que passou, falei, não, pai, dá sorte que eu pus a mão. Imagina eu subindo, igual tinha o Macalé. Igual tinha o Macalé, nojento, tchan. Aí não, não dá certo. Aí ia ficar lindo. Se tu batesse a cabeça, você ia subir lá sangrando mesmo. Ah, cara, eu não tenho limite. Então, você não passou som nenhum, sei lá, no microfone? Não, não, foi tudo a Vera.
Que doideira, mano. Aí foi muito maneiro. Pra mim já tava combinado, assim. Não, massa. E tudo é velho. A única coisa que ele falou é o seguinte. Falei, ó, vocês vão pro show. Tem espaço reservado, aguardo vocês lá. Ele não falou nada que ia chamar. Não falou nada. A gente foi no camarim, tirou foto, deu conselho. Ele é um cara ótimo pra dar conselho.
Tá? Isso aí é... Muito experiente pra caralho. Muito experiente. É um cara que veio de baixo. É um cara que já passou por muita coisa. E assim, a gente também que já tá bem passando, né? Que ainda vai passar por mais coisa ainda. Com certeza. A gente sabe do que a gente tá falando, então... E vocês fizeram uma amizade depois? Porque vocês conseguiram? Quando dá, a gente tem contato. Porque ele também é corredinha, total. Só que ainda...
Eu quero ainda aprofundar mais nessa amizade. Estreitar, né? Estreitar mais essa amizade. Aconteceu depois também desse episódio, no Vila, meu bar mesmo, onde a gente ia fazer um show. O Thiaguinho tava fazendo um show aqui em BH, que foi no Mineirão, e ele ia fazer participação. Caramba. Eu cheguei lá, quem tava almoçando? Nossa. Vamos ir. Ele parou de almoçar e foi lá pra onde a gente tava tocando. Só não vou fazer o show agora, porque eu tenho um show com o Thiaguinho agora.
Mas ele foi lá no meio do público, observar a umidade. Que legal, né? Vila Meu Bá tava lotado de dinheiro pra longe. Todo mundo parou, tem esse vídeo lá no nosso Instagram. Eles procuram lá pra você ver. Ele saiu, não é que ele tá ali, pago de almoçar, cara.
E foi lá pra abraçar a gente. Ele falou, meu pretinho, não sei o que. Falei, coisa boa. Loucura, né? O cara não esqueceu. É, humildade também. O cara tá assim, em outro patamar. A gente acha que a pessoa é inacessível, né? E muitas das vezes não é. Mas eu acho que eles são inacessíveis pra coisas que não valem a pena, sabe? É, é. Acho que eles... Se você teve essa abertura, é porque o teu trabalho, ele realmente...
É bem reconhecido, né? E a gente conversa muito sobre isso, né, Júlia? Tipo assim, voltando ao assunto, eu sei que é o assunto aqui, mas essa, tá aí. O meu motivo de ter essa afinidade com essa pessoa é sobre esse nível de mentalidade que ela tem.
A gente tá sempre, assim, suscetível a qualquer coisa. A gente tá ali esperando qualquer tipo de informação pra crescimento. E a gente conversa bastante sobre isso. É por isso que dá certo. Nessa parceria que tá aí. Só peste agora. Só peste aí, ó. Agora. Boa. Meu filho mais velho. Maravilhão. Um brinde, um brinde. Um brinde a vocês. Um brinde a amizade. Por isso que a gente tá aqui hoje.
Conectando. Muito bom. Pra mim, Júlio, obrigado por estar vivendo nesse momento juntamente com o Balcão.
representando o Batucaí pequenzada com você nessa entrevista. Acho que nada melhor poderia ter acontecido. Nossa, eu fiquei muito feliz quando foi o Paulinho. Obrigada mesmo pelo convite. Balcão, muito obrigada. Produção. Eu sou fã. Eu sou sua fã. E mais do que isso, eu gosto de você como pessoa também. Então é quem não gosta. Mas é porque às vezes, por exemplo, você gosta do trabalho da pessoa, mas o que eu quis dizer é assim. Mas acontece sempre.
Não, mas assim, você tem uma afinidade não só aquela coisa. Eu sou suspeito pra falar porque eu gosto dele também. Eu gosto e sou fã. É aquele negócio, gente. Eu costumo dizer o seguinte. Às vezes passa pessoas fantásticas na vida da gente. E tem pessoas que passam na vida da gente que a conexão é conexão de alma. É sobre isso. É coisa de alma, é coisa de família. A gente já conhece a pessoa há mais tempo. Há anos atrás. A gente... A...
Essa história é muito foda, parabéns por ter vivido isso. Porque isso daí é coisa pra moldurar, deixar um QR Codezinho aqui. Conheça essa história, põe pra cá. Tem o vídeo lá na procura.
Então, porra, abraço, Mumuzinho. O balcão tá aberto aqui, irmão. Chega aqui. Chega aqui, porra. Vai ser uma honra. E pra mim, como produtor de comunicação, como comunicador, eu fico feliz de ter vocês aqui. Não só pela pessoa de você, mas pela representatividade do trabalho de vocês, nesse contexto, né, cara?
Porque esse é o espaço. Se a gente não começar a criar e divulgar, ninguém vai fazer pela gente, irmão. A galera quer saber de outras coisas. Eu quero saber de cultura, conexão, empreendedorismo, como todo mundo consegue ganhar nesse ecossistema, né? Sim. Enfim. Júlia, falando de Elis Regina, que eu sei que é um ponto que também te pega, né?
com certeza então a gente tá falando de ícones de ícones a Elis no seu trabalho ela aparece acho que você
Não sei se você também se identifica com alguns traços do trabalho da Elis para a tua persona artística, mas é por aí um pouquinho também, né? É por aí, por aí. A Elis e a Rita Lee foram as mulheres que apareceram, que eu gostei muito do trabalho e que eu me identifiquei até como algo que eu almejo.
Eu quero ter uma personalidade forte. Elas eram mulheres de opinião, mulheres de personalidade. E eu acho super à frente do tempo, super moderno. E ao mesmo tempo atemporal. E aí, entre nós, a gente decidiu pegar como nossos pais, da Elis.
Na verdade Belchior, mas ficou famosa na voz da Elis. E aí, assim, tudo bem. Como nossos pais, foi um desafio muito grande. As pessoas gostaram muito. Só que aí eu comecei a ouvir outras coisas da Elis, coisas de disco. E aí eu fui ouvindo e conheci um mundo muito vasto. Inclusive que mistura o samba. Então coisas que... A cabeça fez assim.
Elis é tudo, né, cara? Elis é tipo Elis com o Jair Rodrigues, a Elis com o Tom e todas as outras coisas de rock progressivo também que a Elis tem. E eu gosto disso dela, porque é uma versatilidade e uma genialidade muito grande. Então se inspirar nela, pra mim, é muito bom, sabe? É uma honra. Cara, e eu acho isso muito doido a gente trazer a Elis pra deixar essa homenagem um salve.
Porque ela é muito atual nesse sentido, né? Muito. Justamente pelo que você está falando. Ela estava lá atrás e disse, não, gente, eu sou a Elis Regina, irmão. Eu vou cantar com o Gê Rodrigo, vou fazer em Bossa Nova. Eu estou com a galera do rock. E, irmão, é isso aí. Não gostou, não vai no show. Exato, exato. São opiniões, assim, muito populares. É bom, né? E toma meus goró.
E aí na época que eu cortei o cabelo, as pessoas começaram a me identificar bastante com a Elisa. Porque eu acho que ficou um pouco parecido, ele estava muito curtinho. Eu acho que você parece mesmo. É, ai que bom, fico feliz. Mas é porque ficou bem curtinho o cabelo assim, aí o pessoal sempre pedia pra cantar a Elisa e eu sempre estava lá. É vozinha. Você quer cantar a luz na Elisa pra gente? Vamos, com certeza. A capela, violão. Não sei o que manda, é pra você ficar mais confortável.
Vou pedir o nosso assistente produtor aqui. Ele tá trabalhando de produtor hoje aqui. Qual produtor? Só arredar aí o... Pode, pode ficar à vontade, irmão. Aqui é... Bagunça do balcão. Fica tranquilo, fica tranquilo. Não quero lhe falar, meu grande amor.
das coisas que eu aprendi nos discos. Quero lhe contar como eu vivi e tudo o que aconteceu comigo. Viver é melhor que sonhar, e eu sei que o amor é uma coisa boa.
Mas também sei que qualquer canto é menor do que a vida de qualquer pessoa.
Por isso cuidado, meu bem, há perigo na esquina. Eles venceram e o sinal está fechado pra nós que somos jovens. Para abraçar seu irmão e beijar sua menina na rua.
É que se fez o seu braço, o seu lábio e a sua voz Você me pergunta pela minha paixão Digo que estou encantado com uma nova invenção Eu vou ficar nessa cidade, não vou voltar pro sertão Pois vejo vir vindo no vento o cheiro da nova estação Eu sinto tudo na ferida, viva no meu coração
Coração Já faz tempo Eu vi você na rua Cabelo ao vento Gente jovem reunida Na parede da memória É só lembrar
Que apesar de termos feito tudo, tudo, tudo o que fizemos Ainda somos os mesmos e vivemos Ainda somos os mesmos e vivemos Ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais
Que isso? Valeu, galera. Que isso? Você tá me entendendo agora? Você tá me entendendo? É só? Meu irmão, se eu não for rock and roll, nada mais é. Nada mais é. Parabéns. Meu Deus, cara. Estamos juntos, estamos juntos. Você tá doido, tá vendo? Eu sou suspeito a falar dessa pessoa, cara. Nossa, nossa produção, se puder voltar aqui. Ajuda a produção. Mas até... Sou um gigante hoje, hein? Nossa, você tá doido, cara.
Não sei o que falar depois disso não, velho. Aqui tô refletindo como a música é boa, né, cara? Como a música brasileira é boa, né? Nossa, cê tá doido, velho? Cê tá doido? Peraí, me dá um minuto aqui, cara. Parecia que a mulher tava aqui, né? Nossa, cara, isso é... Olha lá. É Elisa, né, cara? Elisa é uma força da natureza. Da natureza. Eu baixo meu copo. Enche o copo, enche o copo. É isso aí. É, então, assim...
Chegando aqui nas saideiras Nas retas finais desse papo É um espaço também pra gente deixar homenagem Pra Oceone Muzinho, pra Elis Mas assim E pensando em pessoas que estão aqui Também do nosso lado Quem vocês consomem? Outros grupos? Outros artistas? Quem vocês gostariam de deixar um Salve aqui também? Que estão fazendo um belo trabalho aqui no Vetor Norte E aí
Cara, você falou em questão de pessoas, falando em questão da nossa vertente, a galera daqui. Ultimamente, há poucos dias mesmo, a gente perdeu uma grande cantora e compositora, Adriana Araújo. Uma pessoa que eu pude conviver ali nos palcos.
né, viver, vivenciar com ela, ver naquela alegria dela que ela passava. E assim, não só ela, mas tem Toninho Gerais também, pra quem não conhece, hoje é um grande compositor mineiro e também no Rio de Janeiro.
Tem Fabinho Terreiro também. Eu gostaria de dar um abraço para a família da Adriana também. Um abraço para vocês. Queria ter um abraço mais presente, mas também estamos ali na correria. Mas obrigado, Adriana, em qualquer lugar que você estiver. Que voz gigante, né? Que mulher gigante. Que mulherão, né? Não é?
Um salve, não tive a oportunidade de ver lá ao vivo, pelo menos que me recorde, né, porque a gente bebe bem, mas, enfim, é importante, né, cara, importante como sambista, como mulher, tá sendo representada e homenageada, né. É simples assim. E estendo também as outras cantoras de samba aqui do... Sim, claro, todas as mulheres. Mulher, né, Júlia Rocha, Manu, a Sinara, tem muita gente. Manu também é terrível.
Boa. Mas que outros artistas também que estão aí batalhando lado a lado que vocês gostariam de deixar um salve aí.
Nós temos, assim, pensando até um pouco de cena autoral, enfim, de quem está produzindo, tem muitas pessoas aqui na nossa região, né? Com certeza. Tem muitos amigos músicos. Ó, temos a Lu, aqui de Lagoa Santa, temos a... você conhece a Lu, Luciana? Conheço a Lucy? É, a Lucy. Temos a Lucy, temos a Moselle, a gente tem a banda Kass, Maia Kau e os Loucos Sensatos.
Carol Nascimento. Carol Nascimento. Carol Nascimento. Carol Nascimento. Então tem muita gente assim, que toca, que tá produzindo, sabe? Temos a... Nossa, tem tanta gente que eu vou... Muita gente. Vou falhar. Gente, você nos perdoa se a gente esqueceu. Não, mas a provocação é minha. Você não sou obrigado a saber, não.
É porque a gente pensa realmente, cara, se eu fizesse um festival só com um artista do Vetor Norte, e pensando nessa proposta que é o Balcão, né, que vai ter desde o Doce Homem, a Júlia Chá fazendo o que ela quiser.
Na hora? Será que está combinado com a espiritualidade? Está do nosso lado. Graças a Deus. Mas quem vocês chamariam para um festival? Se vocês vão fazer um festival de Vetonost Music, pensa num line-up. Quem estaria ali? Pensando nessa proposta de ser bagunçado no bom sentido. Pode ter de tudo. Julio Xavier.
Tamo junto. Alci homem vai tá na minha line. Batuca aí. Alci homem. Quem mais? Carol Nascimento. Um abraço também pra galera do Sol na Disciplina. Nossos parceiros também de estrada. Ronaldinho também teve aqui. O bloco piquinzado também seria uma pedida. O bloco piquinzado ia ser ótimo. Levar todo mundo. Porque ali também a gente agradaria gregos e troianos, né? Lá tem tudo. A gente faz tudo.
Então acho que esse festival funcionaria aqui? Teria público? Galera fazendo marketing bem feito? Isso, fazer um bom marketing, sabe? Uma boa divulgação, acho que dá muito certo. Essa energia que tem aqui, se você fizer com ela lá, é certo. E acho que essa coisa da versatilidade, pegar isso bem e trazer para o festival...
E usar isso até como uma forma assim, pô, é isso que a gente preza, versatilidade, venha conhecer, venha, né, conhecer as bandas que tem aqui, os estilos, eu acho que tento pra... Cara, a gente tem muita gente ainda que eu não conheço ainda, que é Lagoa Sante, tem pouco tempo que eu tô aqui. Mas por favor, me chama lá também no meu Instagram, lá o Paulinho Freitas Oficial, me faz um convite que eu quero no seu show também, que eu quero conhecer seu show. Isso mesmo. Total. Eu quero aprender mais.
Eu também quero. Inclusive, uma coisa interessante que é o seguinte, às vezes a gente está só tocando e não consegue ir no show do seu colega de trabalho, entendeu? Às vezes a agenda não bate, né? Mas assim, é, mas me chama lá também no Instagram, arroba juliaxaviercantora, vamos trocar uma ideia, né? Produzir conteúdo, isso aí, o encontro tem que acontecer, né? Você sabe que quando a gente está conversando assim, gente, é porque a gente está querendo bolar o Godovo, tá? É.
Nós estamos querendo chamar as pessoas. E é isso mesmo, cara. Estamos aqui para divulgar a chamar nós. A gente está fazendo descobertores de bastidores e de tudo. Você está dentro dos planos. Inclua nós mesmo. Seguir o Balcão 360 também, né não? Comentar bastante nos vídeos aí o que vocês estão achando. Mandar para a galera compartilhar aí.
Eu ainda tô impactado na Cantanelis, eu não consegui voltar 100% não, tá? Eu não voltei 100% não. Agora você tá entendendo o que eu tô te falando? O que é isso?
Aqui, vamos pensando já aqui na saideira. E onde se a gente sair isso agora para continuar essa resenha, em botecos na região, onde vocês gostam de petiscar e tomar uma aqui no Vetor Norte? Indica para a gente, bares bons aí, bares ou restaurantes bons para a galera sentar, comer e beber bem.
E aí? Não tem um olho? A coisa, gente, meu Deus. Pega os dois do coração. Tá vendo? Eu pegaria o flauber. Flauber gostoso. Flauber e pespaseano. Porque o flauber tem sushi. Eu amo pedir sushi.
Tem sushi, tem pizza lá? Eu também não sei. Tem pizza lá também? Tem não, né? É porque lá tem hambúrguer, tem o sushi e tem janta também, se você quiser. Eu peço direto. E frio rasco.
Você nem gosta não, né? É, você nem gosta. Nem gosta, eu odeio. E lá, a gente sempre que tocou lá, foi muito interessante. Foi um dos bares também que abriu as portas pra gente poder fazer o pop rock lá. Então era muito legal, o público realmente interagia bastante lá. A casa sempre ficava cheia. Então a tua indicação é o Flaubers. De versatilidade de comida e música boa. Isso. E aí, Paulo?
Gente, eu sou suspeito pra falar porque a gente veio de um lugar. Alô, Claudinha. Meu bar. Meu bar também, tá? Meu bar. Tem meu bar, tem seu pai. Tem seu pai, meu bar. E vambora. Tem o BC. Hoje tem o Vila, meu bar também. Que é muito eclésico em questão de gastronomia. Gastronomia, drinks, né? Adoro, eu detesto. Eu também. Seu meu pé, esse é um drink lá.
Semana que agora eu vou aparecer aí que é só aí pra gente comer um sushi, tá? Isso aí. É. E você vai tocar no meu bar, né? Vou tocar no meu bar. E eu vou lá também. Pois é. Então nós estamos lá no meu bar, galera. Vamos chamar a Julia, tá? Produção, é pra ilustrar esse momento aqui. Continua. Pega uma cervejinha pra nós. Ainda temos? Abre na cozinha. É, abre na cozinha.
Pela energia que vocês sentiram desse podcast aqui no nosso papo, do jeito que a gente conduz as coisas, indica alguém que deveria estar aqui também como convidado para eu chamar e encher a caixa de mensagem dessa pessoa aqui, chamar para cá. Quem combina com esse podcast? Carol Nascimento. Eu ia falar ela. Você ia falar? Eu estou esperando. Alô, Carol. Vamos lá no 3. 1, 2, 3 e...
Carol Nascimento. É porque eu acho assim... Agora eu vou explicar, tá? Também não sendo tendenciosa, né? Mas é porque eu acho que ela tem uma... Ela vem da nossa... Ela vem da nossa... Da nossa vertente, que é o seguinte, é fazer com as próprias mãos, é a corre independente, é a cena independente, não tem música natural. Passa de fazer as coisas certas. É leva a caixa atrás de caixa, é profissionalismo, é pontualidade, é fazer as coisas certas. É uma profissão, né? É uma menina que tá indo, corre e já faz, ó.
muito tempo eu sei que tem muita gente viu gente aí na região vai ter espaço muita gente está indo corre a gente sabe mas é uma pessoa que eu queria que viesse aqui eu acho que é uma pessoa que tem muito agregar inclusive as pessoas que estão começando ou para as pessoas que já estão na área que às vezes fala assim acho que não vai dar pra tocar ali não dá sim
Quantas vezes eu já peguei assim, ah, vamos lá sim, vou pegar minhas caixas de sol, aluga, pego emprestado e vamos, não tem carro, pedi esse rapaz aqui, ó, me leva lá, que eu tenho que ir lá em Lapinha da Serra, meu carro estragou e eu quero ir lá e vambora, entendeu? É fazer com o que a gente tem e é isso, é meter a cara mesmo. A gente, vocês não tem noção do que é andar no Renault Sandero, é, o Renault Sandero 1.0. Eu tenho o Renault Sandero, eu tenho o Renault Sandero.
1.0, com vários equipamentos de som, instrumento de banda. E eu com sua carinha só aqui na janela aqui, o Thiago na frente, mas o Will é do outro lado. E o Batucaí anda assim todo dia.
Exatamente. E aproveitando esse momento também, deixar um salve pra todo mundo do Batucaí, nomeia a galera aí, velho. É, Batucaí. Vamos tirar o Batucaí. Daqui a pouco a gente tá junto, né? A gente já tá junto da missão, tá? E daqui a pouco também vocês estão aqui, né? Vai estar todo mundo pra gente contar a história do Batucaí, né? A gente vai ter um episódio só do Batucaí, gostosinho. Minha família, meu nosso... Amo vocês demais, tá? Tamo mais junto. Obrigado, gratidão máximo.
Então, qual o nome da galera aí? Tiagão, Eule, Jardel, Christian Nenho do Carvaco e Michael da Viola. Daqui a pouco a gente tá tudo junto, tá? Vambora. E Júlio, tua galera que tá contigo aí, deixa um salve. Cara, uma galera, uma galera. Mas assim, um salve muito grande pro Luiz Fernando, ele é até professor lá da escola.
de Vespasiano, excelentíssimo músico, que tem me ajudado muito nessa visão de produção, né? Luiz Fernando, um beijo pra você. E os irmãos Porto também, André Porto, Giovanni. Quer mais? Tem uma galera que sou muito bem acompanhada. Muito bem acompanhada.
Tem que ter show aí. No Pulga Paluz que a gente vai fazer em abril, tá? 10 e 11 de abril. Teremos Pulga Paluz em Lapinha da Serra. Tá todo mundo convidado. Na Line tem Júlia Chá e mais um monte de bandas que tem lá. Então confira a Line. Tem lá a página no Instagram. Tô pegando espaço aqui pra divulgar também. O Pulga Paluz estaremos lá. Vou levar uma formação diferente.
Estaremos comigo aí um batera novo, baixista novo, o André, inclusive, o André guitareiro também. Um beijo pra você, estaremos juntos lá no Pulga Paluza, tá? Dá bem legal. Tem uma galera que toca comigo. Lá no Pulga Paluza, tá? É, é pra você ir, tá?
Tá bom? E você também, tá? Você vai? Tá vendo? Tá vendo? Sabia que ia chegar ali. É lógico. Eu vou ter que mexer na minha agenda do Batucaí pra poder... Por que a galera do Batucaí não vai... Tá vendo aí, gente? Vocês. Vocês estão todos convidados, viu, gente, Batucaí. Tá? Tá vendo? Agora estendeu pra vocês. Estendeu pra vocês, viu, galera? Tem que chegar. É isso.
O importante é fazer a mistureba. Gente, só agradecer mesmo o tempo de vocês. Hoje foi o começo de uma longa história de comunicação com todo mundo aqui do Vertor Norte. Cada vez mais músicos, mais pessoas que trabalham com cultura.
Para a galera também entender que a cultura não é só apreciação artística. Tem muita coisa envolvida com a economia local, com o giro dos empreendedores, de marcas, de espaços. Isso daí é importante também para a galera entender que é um ecossistema.
A gente é artista, a gente gosta de fazer arte, mas a gente sabe o papel econômico que a gente consegue ajudar também para a economia. Então, gente, um abraço para vocês todos. Por aqui é o Iglesias Silveira, no Balcão 360. Se você quiser apoiar esse podcast, chega lá em apoia.se barra balcão360. R$5,00 por mês, você já dá uma força para a gente aqui, certo? Se não, deixa um pix aí também que ajuda também, certo?
Um abraço aí, família Ana Weir, Bridon, WL, importados na hora, falei? Caraca, na hora. As marcas que apoiam esse podcast, Rissele Rosário aqui, nossa produtora aqui e melhor corretora do Vetor Norte. Contrate-as e compre lotes com ela. Gente, deixa a rede social de vocês também.
Onde a galera consegue encontrar material, ouvir as músicas. E o papo foi tão doido que a gente não falou de música autoral, né, cara? Então, vocês têm algumas coisas de autorais? A gente tá vindo, tem, já tem. Tem coisa boa por aí. Tem coisa boa por aí. Também tenho produzido. Eu fiz uma pasta.
Com todas as minhas autoridades que eu estou produzindo, estou criando. Mas é aquela coisa, a gente vê a música como negócio, então a gente espera o momento estratégico e certo para poder lançar, com recurso para fazer um negócio bem feito. Então eu estou aguardando. Estou aguardando e produzindo.
material, pensando como que vai ser como é que vai ser a divulgação, como captar recurso, isso é até uma dica legal pra quem é artista encara isso como um negócio business, né? você sempre vai aprender eu não sei de tudo, tô tomando porrada em muitas coisas, inclusive
sorrindo e que não tem problema pode bater que a gente tá com nada mas é existem muitas leis de incentivo, patrocinadores várias formas de você angariar pra poder fazer o seu projeto rodar da melhor forma com recurso, pagando os funcionários da melhor forma porque todo mundo tem que receber então siga lá no meu instagram arroba juliaxavercantora
A ideia é que eu melhore cada vez mais, tenha mais divulgação, mais publicação. A minha ideia esse ano é justamente investir mais em material, para entregar para as mídias sociais, enfim, para chamar mais o público. E conto com vocês nessa. Júlia Chá está aí, vai ter muitas novidades para vocês.
Boa, e Paulinho, você também tem... Platucay já tem alguma coisa de alto a lá lançada? Sim, sim, sim, eu crio uma canção agora, tem pouco tempo, a gente já vai entrar pra gravar.
Espera aí, gente, tem novidade, tem coisa boa. Também sou cantor, sou compositor. É igual a Julia falou. Não é só querer a gente captar recursos, né? Então, assim... Difícil. Não, mas faz parte do... É difícil, mas não é impossível, né? Não, é impossível. A gente tem que se preparar. Mas, aguardem, segue lá, gente. Arroba Batucaí, H-I-P-S no final, porque é gourmet, tá? É gourmetizado. Segue lá e também segue lá no Instagram, arroba Paulinho Freitas Oficial.
Segue lá que tem muita coisa boa pra vocês. Sempre tô deixando um vídeo motivacional lá também no meu Instagram. Eu faço questão de fazer isso. Que faz parte de mim. Eu gosto de ouvir uma coisa boa. Também gosto de passar coisas boas pra vocês também. Que estão nos acompanhando. Mas segue lá que brevemente tem material novo pra vocês.
Tem música nova. Até pros amigos a gente tá pensando em compor, entende? E vambora. Quando tiver Batucaí no balcão, tem Batucaí, vai ter autoral. Olha que coisa linda. De repente no meio de uma feijoada. Tem coisa boa.
Bom, pra caralho, gente, obrigado pelo tempo de vocês mesmo. Quem não tá seguindo, já segue não acredito que você tá aqui até agora, não segue ainda, Balcão360, arroba Balcão360, Instagram, TikTok, YouTube, Google Maps, tô investindo no Google Maps também agora. Segue nós lá, tá? E pra finalizar, pô, vamos fazer mais uma que sai dele, então, tem mais uma na manga? Vão. Não, é isso que eu sei o vídeo. Aquela funciona sempre.
Vamos fazer mais uma saideira? Vamos. Bora, bora. Aqui ela funciona sempre. Acho que agora esse tom tá bom pra você, não tá? Bom. Sim, estou tão cansado. Você sabe? Ah, vambora. Vambora, vambora, vambora. A Julia gosta de me pegar, ela gosta de me pegar pelo contrapé. Ela é foda. Não, mas o Iton, você faz o samba também. Aí a gente acompanha no pandeiro. Vambora. Não é não? Não, mas eu gosto de... Fala bom os dois, gente. Porra, tem até um tempo.
Agora vamos pegar no susto. Oferecimento... Anaue. Vamos agora. Oferecimento... Anaue. Anaue, né, gente? A gente fica na cervejinha, mas na Anaue é bom demais. Tribal Anaue. Tribal Anaue.
Eu estou tão cansado, mas não pra dizer
mais em você com minhas calças vermelhas e um casaco general cheio de arroz eu vou descendo por todas as ruas eu vou tomar aquele velho navio eu vou tomar aquele velho navio aquele velho navio eu não preciso de muito dinheiro graças a deus e não me importa
E não me importa não a minha honey Baby, baby, baby Baby, baby, baby
Coisa linda! Com a visão do bom.
Estamos muito cansados Mas é que, Júlia... Júlia, segura, segura, eu vou fazer de novo, sabe o que é isso? Vamos fazer um papioca aqui Um, dois, três
E o casaco de general Cheio de caralho Vou transcendo por todas as ruas Eu vou tomar aquele velho navio Eu vou tomar aquele velho navio Aquele velho navio Eu vou tomar um dito em primeiro Graças a Deus E se não me importa Eu também, vai! E se não me importa não a gente
E Paulinho também
Brama
Lírios
WL Importados BH