Papo Blast #219 - Tribunal de Minúsculas Causas
Eeeeeeeeeeeeeee sejam bem-vindos ao nosso Papo Blast...
⚖️ TRIBUNAL DE MINÚSCULAS CAUSAS ⚖️
Você já sentiu uma raiva completamente desproporcional porque alguém resolveu andar devagar bem na sua frente?
Já ficou indignado com quem para no meio da calçada?
Com quem não dá seta?
Com o cidadão que manda um áudio de 8 minutos para dizer uma coisa que caberia em “beleza”?
Ou com aquela criatura que estaciona ocupando DUAS vagas?
Então este podcast é para você. 😂
Está aberta a sessão do Tribunal de Minúsculas Causas, os Blasters: Fabão ( @fabaobazinga ), Polly ( @polly.w.lira ), Diego ( @diegofvianna ), Caio ( @caiocfg ) e Lucas ( @lucas.a.cavalcante ) o lugar onde pequenas irritações do cotidiano são tratadas com a seriedade que elas obviamente merecem.
🎙️ Condena ou absolve?
⚖️ Qual será o veredito?
🔥 E qual será a pena?
Pegue seu lugar no tribunal, prepare sua indignação e venha reclamar de coisas que provavelmente não deveriam incomodar tanto... mas incomodam PRA CARALHO.
Tribunal de Minúsculas Causas.
Pequenos problemas. Grandes sentenças.
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🎧 Ouça no Spotify e mande sua própria minúscula causa para entrar em julgamento.
#PapoBlast #TribunalDeMinusculasCausas #Podcast #Humor #Comedia #VidaCotidiana #Reclamação #CondenaOuAbsolve #PodcastBrasileiro
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Se você gosta de quebra-cabeças, Halloween, terror e folclore brasileiro, é aquele tipo de produto que já começa com uma missão simples: montar tudo sem perder a paciência e encontrar todos os monstros antes de desistir.
- A irritação com o couvert artístico cobrado em restaurantesCobrança indevida·Música alta·Qualidade da música
- Pessoas que bloqueiam a passagem em transportes públicos e elevadoresPorta do transporte público·Porta do elevador·Adolescentes
- Pessoas que andam devagar ou bloqueiam calçadas e ruasCâmera lenta·Casais na calçada·Grupos conversando·Celular
- Profissionais da saúde que usam jaleco fora do ambiente hospitalarContaminação·Estudantes de medicina·Biossegurança
- Comportamentos irritantes de pessoas no cinema durante a exibição de filmesUso de celular·Conversas altas·Chutar a cadeira·Spoilers·Perguntas durante o filme·Aplausos
- A frustração de encontrar pouca bebida ou comida na geladeiraGarrafa quase vazia·Comida com um pedacinho
- A irritação com colegas de trabalho que não contribuem e são reconhecidosAspone·Falta de reconhecimento·Trabalho em grupo
- O incômodo com caixas de som altas em locais públicosTransporte público·Praia·Carros com som alto
- Pessoas que pedem dinheiro emprestado e não pagamPix·Esquecimento·Desculpas
- A irritação com perguntas idiotas e falta de bom senso em supermercadosCarrinhos abandonados·Crianças atrapalhando·Pessoas no celular·Fila dupla
Ah, no Maquioli. Isso, você curtiu?
Eu não curto muito bebida alcoólica, mas eu achei melhor do que eu, é melhor do que eu estava imaginando.
Eu falei que é gostoso para caramba, Maquioli. Ele é bem leve, o teor alcoólico é 3,5, alguma coisa assim.
Eu acho que na embalagem tava 4, deve ter arredondado para cima.
Ele é bem baixo, o teor alcoólico dele.
Então tipo, é só uma cerveja, né? Uma cerveja é isso, né?
Na cerveja tem 4,5, de 4,5 para cima, normalmente é 5. Ela, o maquioli, além de ser docinho, extremamente gostoso, mano. Eu adorei.
E a parada que veio na mamadeira lá é gostoso também.
É, eu dei uma mamadeira para o Diego.
Minha Nossa Senhora!
Então, o resumo da ópera: o Diego veio para São Paulo correr 42 km e 200 metros, não esquece, e 200 metros. Ele já praticamente se sentiu um paulista no corre.
Foi, eu só tenho uma coisa a dizer, mano: ricos e suas excentricidades.
Exatamente.
Tá vendo que a pessoa, uma pessoa sã jamais ia para outro estado para correr, mano? Tem que, pode correr em qualquer canto.
É insanidade mesmo, cara, eu não nego não.
É tipo você pagar academia para fazer crossfit, sabe, que você corre na rua, né?
Levanta pneu no sítio.
Exato. Mas aí ele veio, o Diego, ele é mais alto que eu, eu tenho 1,83m.
Ah, porra, viado!
Então é isso que eu tô dizendo, Diego é bem alto, mano. Você tem quanto, Diego? Acho que 1 metro e quanto?
Eu acho que é 86, eu acho, meu.
É, então foi 3 centímetros, fez alguma diferença.
Nem com a minha cabeça de cearense eu chego perto de vocês, mano.
E aí a gente levou ele para conhecer a Liberdade, ele comeu yakisoba, ele tava aprendendo a usar o pauzinho.
Vocês foram que dia da semana?
Num sábado.
Tava muito cheio?
A Liberdade é cheia, não é tava.
Eu ia falar isso, eu achei cheio. Agora, se você tava mais que o normal, aí já não sei.
Eu fui com a minha irmã só Só que foi o problema de planejamento, mano. Aí ela detestou porque foi muito lotado, deu para ver praticamente nada.
É que vocês não foram. Você quer ver? Você quer ver um dia pior? Vai no final de semana, Tanabata Matsuri. Aí você vai ver o que é o inferno. É lotado assim. Você achou lotado, Diego? É mais lotado ainda. Se bem que o mês de julho inteiro ele é lotado, que a galera tá de férias e tal.
Mas eu tenho interesse, Fabão, ir de novo para São Paulo E de novo na liberdade para tentar explorar ela melhor, mano.
Só falar, porque eu tenho um cara, eu tenho um cara para isso, o Diego.
Eu quero voltar para São Paulo, por favor.
E ele sabe das toças que eu gosto. Para se tu perguntar onde eu vou encontrar alguma comida tal, ele leva na banquinha ali, leva.
É, o Nicolas, ele trabalhava lá, né? Então ele sabe onde é bom e onde você vai comer e vai cagar Mijada pela bunda.
Eu pensei que fosse uma pessoa suspeita que ia retirar meus órgãos num beco.
Não, tem também, tem isso aí, tem. E aí o Diego comeu takoyaki também. Tava muito bom. Aí depois a gente foi fazer compra, né? Aí eu comprei, aí vou comprar uns produtinhos. Eu falei para o Diego, mano, leva o maquiagem. Aí eu comprei o Maquiolho para ele, uma mamadeira, literalmente uma mamadeira, cara. Eu acho que até postei uma nos meus status.
Aquele negócio é meio bizarro. Aquilo é para criança mesmo? É tipo, é só umas zoeiras, cara?
Dá uma zoeira, porque o que mais compra aquilo ali é adulto.
Não, eu imagino, mas tipo assim, o produto em si eu não sei. É para criança aquilo?
Eu não sei.
Não, iogurte é o iogurte.
Mas é bom.
Eu comprei, aí eu postei a minha. Eu comprei, eu ganhei uma de aniversário também. Eu postei a minha com a musiquinha: não fala assim comigo, eu sou apenas um neném.
Aí a Polly tava atrás de um sorvete lá.
É, a Polly fez uma jornada no sorvete.
Ah, mano, ela foi influenciada.
Aí depois a gente foi num café, a Laís e eu, e o Marcola e a Polly, e do lado tinha um sorvendo no sorvete.
Um canto que eu quero ir quando eu fui na Liberdade de novo é o café temático da Sakura.
Quero muito visitar um café temático da Sakura. O das Made lá?
Não, o Café da Sacua mesmo, é lá no, lá na Key West Station, lá no 2 que são, é que inaugurou ano passado, um café temático.
Tem esses das Made aí também?
É, tem, tem o das Made.
Você é sensacional, mano, tem toda uma log, mano.
Você escolhe, você quer uma maid que seja tipo, ah, senhor, vamos te ajudar, ou se ela, se você quer uma mais ignorante que brigue com você.
Eu peguei a Genki e outra, e a outra animadazinha que eu não tô lembrando qual era. É, tem o Café das Maids lá, ela quer ver pertinho lá do Museu da Migração.
É pertinho do museu, isso mesmo. Aí a gente, o Diego comeu também bao, foi com B, tá?
Deixar claro.
Eu não, como que eu fui panda que tem esse poder dessa comida, né? Tava tentando falar para tentar explicar para mamãe como era.
Kung Fu Panda tem uma animação É um curta de animação da Pixar chamado Bão. Nesse curta aí é que a mulher faz um bolinho e cuida dele como se fosse um filho, mas na verdade assim é uma alusão que realmente é o filho dela. Tipo, é que o cara parece um bolinho, mas é Mas assista, é muito bom. Animação, é um curta de animação, provavelmente deve ter na Disney Plus ou no YouTube da vida aí. Chama-se Bao, literalmente Bao.
Próxima vez que eu for para São Paulo, te avisava para tu me ajudar a fazer um tour lá na Liberdade.
Pode deixar, eu tenho um cara para isso. É porque assim, eu tenho, por exemplo, o Marcola, que é para o bairro do Tatuapé, que é boteco, e ele conhece de cabo a rabo. O Nicolas é para a Liberdade, que ele também conhece ali de Cabo Rabo, entendeu? Então assim, I have a guy for anything.
Tu vai só indicando a galera, né, mano?
É tipo, eu sou tipo Barney, tá ligado, nessa parte.
Minha Nossa Senhora, mas quiser ir no rolê também, cara, se tiver livre, boa.
Mas eu vou. Ah não, você acha que eu vou indicar o cara e eu não vou no rolê?
Cara, o pior que tu falou, imaginei que fosse isso, ser bem sincero.
Ai, ai, ai, viu?
Não se der, Diego.
Eu ia tentar pegar para ganhar uma comissão ainda, mas é assim, ó, é uma coisa, é fato, toda vez que a Polly e eu vamos lá na Liberdade, pelo menos uns quentinhos a gente gasta, mano.
É que se tu for fazer as tuas vontades, mano, tá fodido, né? É só uma cocôzinha aqui, galera, pera aí, que uma latinha do Pokémon eu paguei 20 pau, né?
Então, latinha de refri, né?
É, sobrinho amou. Ainda tá bom, as latinhas por aqui estão saindo R$30.
Não entendi.
Essas minhas latinhas por aqui não saem nada da conta.
É porque aqui tem mais importadora, né? Bom, vamos nessa então, gente.
Vamos nessa, vamos sim.
Beleza. Papo, papo, papo, blast! Chega de papo furado, o play foi destravado. É hype, treta e zoeira a noite inteira.
De anime a cinema, livro, série, o esquema.
Cultura pop em alta voltagem para nossa viagem.
Papo Blast é diversão que não tem fim. Papo Blast. Chegou o seu podcast, seu podcast.
See the storm clouds out in the distance, and it looks like we're finding out if we've ever been. Estilo bem-vindos ao nosso Papo Bless. Eu sou o Fabão e nem todo crime dá cadeia, mas alguns merecem no mínimo um sermão. E hoje vamos trazer um podcast mostrando o que as pequenas irritações que merecem julgamento, trazendo praticamente um tribunal das minúsculas causas. Porque todo mundo tem pequenas reclamações do cotidiano, parecem até bobas até acontecerem com você.
E hoje o nosso Papo Blast oficialmente inicia aqui, o Tribunal das Minúsculas Causas, onde vamos julgar os maiores delitos dessa convivência humana. E para apresentar essa banca maravilhosa, a nossa primeira-dama desse podcast, a Polly.
Boa noite, gente! Diferente do que esse povo acha de mim, eu sim sou a alegria do escritório, mas eu tenho muitas— o que que a gente tá falando mesmo?
Cláusula.
Tá falando escritório aí já em cláusula, tá?
Tu pegou parte da erva de dentro?
É porque a Polly, no serviço dela, ela é a alegria do escritório. Quando eu falei isso, o Diego riu. O Nicolas riu, o tiozinho soltou um comentário criminoso, a Laís soltou um comentário assim, ninguém acreditou.
Mas é verdade. Mas o que que é minúsculas? Causa. Causa.
Tribunal de Minúsculas.
Então vamos de novo. Então, ó, boa noite. Eu não sei o que esse povo acha. Eu sou sim a alegria do escritório, mas lá tem muitas minúsculas causas para eu falar hoje.
You guys are adorable. Eu acho que eu achei o Fabão deu o papel e o suposto beck que eu fumo, viu, mano?
Suposto beck que ele fuma.
Suposto beck. Sabor beck.
Um tribunal de minúsculas causas. Hoje eu quero reclamar das pessoas que não prestam atenção. É diretamente do passado, o cara que veio para São Paulo para fazer um corre.
Diego, por um tempo eu não estive no passado, né, cara?
Cara, o cara viajou para o futuro, quer dizer, para o futuro dele.
Uma sensação estranha, né, mano?
Mas não tem tecnologia, né, mano? Cavalo tá é o passado.
E o Marcari tá correndo até agora lá.
Boa noite, gente.
Essas questões, como diz a mamãe às vezes, tem que Deveriam ser comentados até nos debates eleitorais que vem a seguir, viu? Que são questões importantíssimas para o funcionamento da nossa sociedade. Vocês vão ver.
Seriedade aqui no Papo Flash.
O nosso Ramameio versão feminina, o Caio.
O quê, mano?
Inovou, inovou.
Eu não entendi não, mas tudo bem.
O cara tá bem na cara aí.
Não é a sua foto de perfil, Rama versão feminina?
É isso aí mesmo, famoso. É isso aí, galera. Vamos hoje, vamos julgar os pequenos crimes aí da humanidade moderna e vamos ver se realmente são tão pequenos assim e se eles não deveriam já estar na nossa lei aí para tomar providências, né? Porque a galera tá modo hoje em dia.
E aparecendo aí no podcast, o cara que tá nesse momento quebrando um galho, que é o Abraça Árvore, o Lucas.
Não é um crime não, ele protege, entendeu? Incentiva as queimadas, sim, entendeu? Incentiva a caça, mata os animais também. Mas é isso que o trabalho Pior. Até aí, pessoal. Bom dia, boa tarde, boa noite. Só um lugar para eu falar sobre, não é nem para falar sobre, eu tô aqui para julgar mesmo, como juiz, como promotor. Eu quero defender ninguém, é isso, entendeu? Me irritou, vai aparecer a câmera. Tô feito a Polly hoje, eu tô na vibe Polly.
Mais tarde na sala de justiça. It's a tug of war, battling to keep my sanity.
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Now what do Então, gente, antes de começarmos, vou fazer pela primeira vez aqui um merchan, que a gente tem uma parceria lá com a galera da Corneta Games, que é um site especializado em jogos de brasileiros. E o Blast tem um cupom de desconto para vocês, tá? Então você acessa lá, Corneta Games, você escolhe o seu jogo e coloca o nosso cupom que é o GEEKBLAST5, ou G-E-E-K-B-L-A-S-T-5. E se for a sua primeira compra, se eu não me engano, você ainda consegue colocar também o cupom de primeira compra.
Tá?
Essa brincadeira aí você ganha uma boa porcentagem de desconto. Então fica lá a dica. Eu vou deixar depois o link do Corneta e o link do nosso cupom de desconto. Acessa o Corneta Games. E inclusive, para quem gosta de quebra-cabeça, eles têm um quebra-cabeça que são 3, são 3, ou você pode comprar separado. E agora no mês de de agosto eles estão lançando o especial de Halloween, quebra-cabeças da Corneta Games. Então fica a dica aí para quem quiser, acessa.
E o nosso cupom de desconto ajuda a galera aí, né, gente? Então assim, se para começarmos, recebi hoje o flash público agora, eu recebi hoje o cupom de desconto. Então, né, Galera, já eles já mandaram negócio para gente, então, e vai quando sair o novo, o novo quebra-cabeça eles vão mandar para mim, então, né? Então, gente, para começarmos, a gente tem diversos casos, até assim Até montei pautas para, tipo, se quisermos separar, por exemplo, pessoas na rua, pessoas no trânsito, pessoas no mercado, pessoas na internet, pessoas em casa, pessoas no transporte público, no trabalho, no cinema. Assim, eu montei pauta para tudo, tá ligado?
Pessoas, para pessoas.
Então assim, a gente sempre tem aquelas reclamações básicas, de coisinhas que parecem minúsculas, mas que irritam profundamente. E não, não estou falando do Lucas estar falando, todo mundo ouvindo ele nesse podcast, tá?
Isso a minha reclamação é a própria.
Então vamos comer, vamos começar, eu vou fazer, vamos fazer daquele negócio, a pessoa vai falar um uma coisa que irrita, a gente vai tentar travar aqui como se fosse um julgamento o nível da inadaptagem ou não dessa reclamação, certo?
Beleza.
Então vamos começar. Vou começar pelo Caio, que ele falou que ele é hipócrita.
Minúscula causa é couvert ao vivo ter que pagar. Eu tô indo para um restaurante é para comer, não para ficar ouvindo música alta que interrompe a conversa. E muitas vezes é áudio ruim, música que eu não gosto. E além disso, é só obrigado a pagar, sendo que quem tinha que pagar isso aí é o dono do restaurante, não cliente.
Aí você chama de couvert Covér ao vivo?
Eles chamam de Covér artístico, mas muitas vezes é o cara, né, que tá lá.
Não, mas é Covér artístico mesmo. Ah tá, é que você falou Covér ao vivo, eu falei, nossa, que legal, diferente. Mas é, ah tá. Não, cara, isso aí para mim é uma filha da putagem gigante. Eu já sou obrigado a fiquei na máxima já, entendeu? Já tô batendo, olha, não deixar ninguém falar, já tô batendo martelo. Não, tô brincando.
Tem alguém que vai discordar disso?
Até porque recentemente nós fomos num restaurante de funji aqui em São Paulo, e o restaurante por si só já é caro para cacete. E tinha um cara tocando violino ao vivo lá para gente e tal, não só para gente, para o restaurante inteiro, e foi isso. R$51 por pessoa, o garotinho, entendeu?
É tipo assim, teve choperota técnico, teve alguma coisa que valesse isso?
Eu falei para a Polly, eu falei, mano, porque tinha uma mesa do lado que tava em 4 pessoas, os cara, eles pegaram o rodízio mais caro que era tipo R$250 por pessoa. Isso era 2 filhos, o pai e a mãe, e ainda pagou mais R$51 por pessoa pelo cara, mais uns 10%, mais as bebidas. Eu falei, mano, esse cara gastou pelo menos um pó e meio.
Legal.
Quem foi?
Quem ficava faltando era o Wesley Safadão?
Era, sei lá, chamaram mais alguém para trocar o grupo pagando Por favor, não couber artista, eu falo assim, seguinte, maluco, tu vai sentar aqui do lado e tu vai tocar a palestra, acabou todinho na porra desse violino, mano.
Vai tocar para mim, beleza?
Achei que você falou pelo valor, eu vou comer o cara. Comenta, se for muito pesado eu excluo.
Cara, eu não comeria não, com o poder da emissora.
Se não fosse uma mulher tocando violino, aí podia pensar no caso.
Você ia comer o violino?
Possivelmente.
Rapaz, fosse um violino feito de chocolate Bel, aí podia ser.
Eu sabia que você era idiota, mas não a nível executivo. Eu também ia fazer outra coisa, eu realmente fiquei com medo dessa frase.
Eu fico pensando Como um cara estaria tocando um violino feito de chocolate belga? Mas ok, nunca. Aí no calor, o violino esquentando e derretendo. Não é assim, você precisa parar de usar drogas, cara. Você escutou a reclamação do cara?
Escutei, escutei.
E qual é sua opinião sobre isso?
Ah, eu acho que depende. Você tava falando lá do food? Ah, então eu acho que do Hanover, por exemplo, eu acho que valeu muito a pena. Mas por exemplo, quando a gente vai lá no Granjinha, às vezes eu não quero ficar escutando o cara cantando, eu só quero comer o meu meu, minha comida do dia. Então acho que depende do que a pessoa tá cantando ou tocando e se tá bom ou não. Então só consigo avaliar depois de ouvir, ou seja, vou ter que pagar para ouvir para saber a minha opinião.
O Diego dizia que ninguém iria ser contra isso. Você ainda continua com essa mesma opinião? Eu digo.
Não, eu acho um absurdo também assim, tipo, isso cair na costa do cliente, sabe? Para mim era algo que tipo tinha que estar acertado já entre o artista e o estabelecimento, né?
E você viu que a Poli discorda de você, né?
Sim, ela discorda.
Os arianos não estão concordando.
Pois é, ela disse que não, que se a música for boa boa, vai pagar assim.
Eu falei de forma reacionária, mas assim, porque eu tô indo para um ambiente que é um música que faz o meu estilo, tudo bem, não pode pagar. Mas normalmente, se eu tô indo para comer, eu tô indo para comer. Então é isso que eu tô falando, eu não tô indo para ouvir música, música até apalha, porque normalmente é alto.
Mas aí, como pode falar, tipo Eu não vou saber antes disso se o cara é bom, não é, se vai tocar o ritmo que eu gosto ou não, entendeu?
Aqui eu penso assim, por exemplo, vamos lá, eu fui no restaurante, restaurante é comida, eu fui num barzinho, é música, entendeu?
Se eu quero ir no pagode, eu vou no pagode, eu vou ouvir música. Se eu quero ir no restaurante E de repente alguém começa a tocar um pagode lá, não, nós tomamos pagode. Então acho que aí não faz muito sentido. E eu não concordo muito com o Corrêa não, a não ser que seja aquele negócio do valor mínimo de consumo, tudo tá que pariu, cara. Então, sei lá, 1% do que você consumir hoje é revertido para o couvert. Ok, concordo, concordo. 5% é revetido, mas é entre vocês e ele.
Concordo. Agora, para mim tinha que ser algo assim, ó: eu tenho obrigação de pagar o adicional porque você botou um couvert que eu não pedi, ou os 10%, vai.
Tipo, você tá pagando já os 10%, vai um pouco para o cara do Aí já era.
Bota incluso também na porcentagem.
É porque os 10% não é obrigatório a gente pagar.
Eu parto do princípio de que se a pessoa for muito, muito bem atendida, ok, vale a pena também, faz sentido pagar, não tem um jeito de problema nenhum. Mas também acontece aquele restaurante ruinzinho mesmo, atendimento é ruim, cara, você é foda. Fico pensativo. Não vou dizer que não também, que eu fico com vergonha de não pagar, mas eu fico pensativo.
Seguindo aqui, Diego.
Nossa, eu vou até usar um que tava aqui na lista, cara, que é algo que realmente me irrita assim, que meus irmãos, quando moravam, morava todo mundo em casa, eles adoravam fazer isso, cara. Ele me dava um ódio, que é deixar tipo, sabe, a garrafa na geladeira, vai acabar já a água, só tem aquele, mas eles deixam aqueles dois dedinhos assim só para dizer que não acabou, sabe?
Isso me dá um saco.
Aí o bicho, ele fala, caralho, não é possível, doido.
Eu sou culpado, eu fazia isso quando bebia.
Ah não, não, não, não, não, não.
Eu não nego não, eu fazia.
É que aqui eu não, aqui em casa a gente não toma água gelada, mas já tive casos de meus irmãos fazerem. Eu não fazia porque eu nunca fazia, mas já vi vários casos dos meus irmãos, não do meu irmão, na verdade. A minha irmã não fazia também, agora meu irmão E aí ele brigava comigo quando via a garrafa vazia, e ele quis deixar vazio. Na verdade, todo mundo brigava comigo quando via a garrafa vazia porque eu era o caçula, né?
Então sim, estão errados.
Esse aí, vamos bater o martelo, que eu, de novo, eles brigavam comigo. Foi um negócio que eu não fiz.
Ainda além da garrafa, né? Qualquer coisa que você coloca na geladeira faltando só com um pedacinho ou com um dedo, seja comida, seja bebida.
Botei uma garrafa aqui, garrafa de suco na geladeira com um dedo de suco.
Não, cara, toma uma estampa.
Ou caixinha de suco ou garrafa de refrigerante.
Não tem porquê.
Pela—
botei um bolo inteiro na geladeira, foi se comendo o bolo, no final fica só aquele pedacinho mínimo. Tem que lavar a forma no final. Como é aquela porcaria? Bota do lado de fora, bota em cima da pia. Não tem porquê ficar botando na geladeira. Isso aí eu fico provocado mesmo. Vou fazer isso, planta aqui. Que lavar a forma, quando tem que lavar o prato, ou para não ter que encher a garrafa lá. E aí ele deixar sempre o último dedo de líquido, um pedacinho de comida aí que ficou no prato, deixar lá.
Até no Eu, a Patrulha e as Crianças já mostrou esse caso aí do Júnior com a garrafa de leite, a caixinha de leite lá, o pai dele dá morte líquida quando ele faz a tatuagem. Isso aí não, isso aí, mano, é desumano.
Eu acho que, eu acho que me irritaria mais tipo secar a garrafa e não encher do que fazer isso, sabe? Irritaria mais deixar esse um dedinho de água na geladeira do que, por exemplo, se ele tivesse acabado e não encher essa garrafa depois, sabe?
Mas cara, um dedinho água e nenhuma água é a mesma coisa, não vai matar uma fêmea.
Não, mas só que é mais, sei lá, frustrante. Eu tô lá, pô, já tá aqui a garrafa perto de ti, aí tu vai ver pegar aqui, já, porra, aí só tem isso, sabe? Do que tu vê a garrafa vazia, entendeu?
Aí é foda, eu concordo, realmente é tipo Aquela sensação de encontrar só um pouquinho só no negócio é foda mesmo.
Olha, e morre engasgado. Você sabe, gostei. Não precisa morrer não, mas só tem um engasgo forte para nunca mais fazer isso.
Eu queria falar, o Diego estava Referindo aos irmãos dele.
Dependendo de quem for, tô concordando, porque eu tenho algumas opiniões sobre os irmãos do Diego, que eles já sabem. Mantenha minha resposta, que seus irmãos não escutem esse podcast.
Desculpa, mantenha minha resposta, que morram.
Não, eu falei que não precisava morrer, eu falei que só para dar uma engasgada. Casa da boa.
Só um sustinho, só um sustinho.
Legal, né, Diego? Você é uma pessoa, pessoa esperta, levada lá, louca, para ele aumentar a hora.
E tu, Lusca?
Tem, tá mostrando, falando sobre a mesma opinião ou para eu falar sobre algum outro?
A opinião você já falou, né?
Porra, presta atenção!
Você tá participando do podcast?
Não tô, um pouquinho mais que a Polly, mas tô. Ah, eu tenho um bom aqui: pessoas que param na porta do transporte público ou na Porta do elevador e não vão descer.
A vontade de dar uma bica nessa galera, empurrar, dar um chutão, tá ligado?
E botar para baixo.
E o único que tá mexendo no celular, aí o ódio ganhou.
Se for adolescente, pior ainda. Aí dá vontade de jogar, porque aí vai estar formando aura. Armando a hora, na porta do elevador, na porta.
Não, mano, é uma coisa que eu não consigo entender, como as pessoas querem ficar parada na porra da porta sendo que tem outras pessoas para descer. Aí aqui em São Paulo principalmente é um tu isso aí, porque você aperta lá o sinal para descer, você dá o sinal descer. Aí você vai tentar, tentando chegar na porta, e tem uma desgraça, uma pessoa, um abençoado, obrigado, parado na porta. E aí o busão já tá saindo do ponto e você, aí você tem que se submeter a gritar para o motorista: vai descer!
Exatamente.
Quando tá chegando Eu já vou me encaminhando para parar, vou para porra. Aí eu falo, não, pois é, eu falo para pessoa que tá me barrando assim, vai descer.
Aí tem gente que só que sai, mas tem galera que não fala nada.
Aí eu falo, com licença. Só que meu com licença assim, eu falo com licença e já vou dando aquela lombada no jogador de futebol americano para passar.
Se a pessoa quiser vir junto comigo, ela vai, mano, porque eu não vou perder tempo. As pessoas te levam com duas paradas antes da sua, que beleza, você quer se direcionar até a porta para ficar com mais tempo, com mais calma, poder chegar até lá. Eu separo na porra da porta, você tá atrapalhando. Elas perguntam: vai descer?
Não.
Na próxima? Então por que você não levantou só quando eu ia sair na próxima? Seu animal!
Não, aqui em São Paulo, além do ônibus, tem a porra do metrô também, mano. Só que o metrô é um caso pior, porque metrô já lotado o tempo todo. Mas é tipo um inferno também, que a galera vai, para na porta, tipo, e tá lá, foda-se.
Não tem o porquê. Elevador, processo assim, tô na porta do elevador. Se você vai subir e sair logo no próximo andar, você fica próximo da porta. Se você vai sair no último andar, você tenta ir para parte do fundo do elevador, não fica na porta.
Elevador aqui pelo menos é mais apertado, é um negócio um pouco—
quando ele tá lotado, quando ele tá lotado, ok. Um espaço para 10 pessoas. Vimos que nós temos 6 ou 7 pessoas no elevador, ou seja, ele está com espaço relativamente sobrando. A pessoa que vai subir para o último andar, ela fica exatamente na porta, no meio.
Então, mas é isso que eu tô falando, tipo, uma coisa é o transporte público, o elevador ainda é mais complicado porque, como eu falei, Às vezes a pessoa entra, tipo, vai, eu fui o primeiro a entrar, para não ficar atrapalhando, vou lá para o fundo do elevador, certo? E aí entra uma pessoa que vai descer lá no primeiro andar, só que lá no último andar, só que é tipo, já tá meio que cheio o fundo do elevador. Então meio que não é culpa, o elevador em si eu não consigo culpar.
Agora transporte público sim, que o elevador é Meio relativo isso, vai muito das condições.
Eu concordo com as condições, mas eu acho que a do elevador ela entra numa outra categoria, ela entra na mesma categoria da galera que não espera você descer do ônibus, transporte público, para subir antes dela entrar.
Anda de metrô aqui em São Paulo, tu vai ver.
É, graças a Deus, um dia, a única vez que eu peguei metrô aí tava vago. Mas eu só imagino porque que acontece isso. Inclusive, semana passada eu fui tentar sair, eu fui tentar entrar no elevador e não dava, mano. O pessoal não respeitava.
É tipo, vou sair empurrando todo mundo aqui para ver se eu consigo sair do elevador. Eu literalmente vou sair empurrando.
Sem julgamento, sinceramente.
Existe uma premissa tão básica que é o entrar e sair pela direita, que você não atrapalharia outra pessoa, se o pessoal não consegue respeitar isso.
Gente, vocês viram que legal?
Aqui a gente tem um negócio que me falaram que tem em São Paulo. Eu não presenciei, mas eu acho muito interessante, que é o negócio do quem tá parado ou tá andando devagar na escada rolante ou em via pública anda do lado direito, e a galera Não faz essa, anda do lado esquerdo.
São Paulo, escada rolante, que tá escrito deixa a esquerda livre. Pois é, a gente precisa que liberte a esquerda, deixa a esquerda livre.
Aqui não tem isso não, mas seria bem útil, mas a galera tem um pouco de noção também.
Aqui é tipo escada rolante, você tá parado na, você tá parado, você vai para direita. Você vai querer andar, você vai para esquerda.
Aqui você não deixa não.
Vocês viram que legal? Tipo, a gente falando desse negócio, a única pessoa que não expressou opinião nem nada é o pessoal burguesa, né, Diego?
É verdade, falei.
A única pessoa que não falou nada foi o Laís.
Liso não, liso não.
Aqui é mais ou menos pegar ônibus, às vezes muita gente já entra e já vai para o fundo, sabe? Tipo assim, já para ficar perto da porta. Então às vezes fica meio acumulado lá no fundo. Eu também nunca entendi essa merda.
Acontece muito. Tipo assim, eu entendo a pessoa aí quando assim o meio do ônibus tá lotado, mas quando o ônibus tá vago, aí vai se acumular no final do ônibus, eu fico muito puto.
Pois é, pô, eu também não entendo isso.
Mas a minha pergunta é: Diego, tu pega ônibus?
É verdade, né, mano?
Ah, é tipo uma experiência antropológica, um estudo que tá fazendo.
Como sobrevive aí, né?
Convivem os pobres, os pobres se locomovem.
Seguindo aqui, Polly.
Oi, tá me ouvindo?
Sim, tá teu show.
Qual é essa minúscula casa?
Ah, minhas meninas, com as causas é gente que trabalha com você, você trabalha mais que ele e ele muitas das vezes é reconhecido e você não, mesmo que você que tenha feito o maior trabalho, sabe? Ou você reconhecido menos e ficar coçando o dia inteiro. Sim, estão falando de uma pessoa específica.
A gente imaginou, então assim, braço curto, sabe?
Pessoas braço curto, que você, porque seja dentro de, para dividir qualquer atividade que seja, aí o braço curto vai lá e fica e ganha os benefícios de cima.
Eu acho que você é um pouco capacitista.
Você para que eu não falei isso bem.
Acho que eu vou ficar partidista, Pauli. Acho bom você rever um pouco.
Então é o famoso Aspone que ela quis dizer.
Ah, sim, entendi.
Isso, aspirante a porra nenhuma.
E além disso, conta vantagem, foi como se fosse foda, tivesse feito tudo.
Nossa, não, mas é assim, e deu tudo certo, nossa, parceria, fizemos juntos. Agora, se tem algum errado, nossa, você lembra disso? Eu não me lembro. Vontade de escrever uma ômega-3 nos peixes para ver se melhora a memória. Só esquece as coisas que dá problema.
Imagina a Polly falando igual a Aracy da Top Term, receitando ômega-3.
A mulher tá viva ainda, eu sei lá, rapaz. Se ela tomou ômega-3, parabéns, mano.
Pior que Eu nessa minha vida, nessa minha vida eu convivi com muita gente assim, ou seja, não foi só no trampo, nenhum trampo, foram vários trampos. Tipo, acho que isso aí é um mal que toda, acho que toda empresa tem. Diego, empresa é onde algumas pessoas vão para ganhar dinheiro, tá? Sei que você não tá acostumado com o termo, você que é inteiro aí, vive de rendimento. O termo trabalho, eu sei que você não conhece, mas é assim que funciona, é, mano. Precisam disso para conseguir dinheiro, entendeu?
Pensava que era só parte adversa da minha família, elas tinham alguns, eles estavam em saída ainda. Ele, minha família, tinha algumas dessas aí, pensava que era só, pô, ele achou que era tipo circo da família dele, sabe?
Ah, vamos ver, vamos ver as pessoas trabalhando.
Nossa, gente, posição, né?
Vamos ver, vamos ver o que que tem hoje para fazer. Ah, vamos ali visitar as pessoas no trabalho. Aí o Diego: nossa, que legal, lógico, é um espetáculo. Olha lá o primeiro ato, ó, primeiro ato, vai entrar o chefe brigando.
Primeiro ato, funcionário chegando puto que não tem café, o café é ruim.
Lembrei do videozinho do velhinho: eu quero café.
Mas esse negócio é foda, você se mata, dá o seu melhor, e aí a outra pessoa não fez porra nenhuma, ou fez meia porra.
O pior é que já começa antes, você pegar trabalho escola isso acontece, de faculdade isso acontece muito.
Eu já passei por negócio parecido, pensei no colégio, que tinha um amigo meu que era muito tímido, aí ele não queria falar na apresentação. Falei, não, beleza, seguiu o cartaz. Só que aí eu que apresentei uma parte do trabalho, né, que tinha cada um ficava com um textinho do trabalho, eu que falei Tirei tipo 6,5. O meu amigo que ficou só segurando cartaz ficou 7.
Ele segurou o cartaz mais bonito que você.
Aí é foda, né, parceiro?
Ele executou o papel dele melhor, pô.
Exatamente.
Você precisa rever o seu segurador de cartaz.
Exatamente.
Ele segurou o cartaz melhor. Aí é foda. Eu acho que pior que isso ainda é se vangloriar de ter recebido algo a mais do que você sabe, uma prima que você fez mais. Acho que isso é o que interessa. Ou ainda, quando você conquista alguma coisa legal assim dentro desse contexto empresa e tudo mais, tentar minimizar o seu ganho. Acho isso aí também outra merda. Geralmente a mesma pessoa que faz isso, hein? A pessoa se vangloria de ter conquistado, de ter ganho, sei lá, pontos com chefe nesse sentido, sem ter feito nada.
A mesma pessoa que menos espera seu trabalho bem feito depois que você ganhou alguma pontuação de gratificação por isso.
Lucas, quando ela foi jardineira, ele viveu isso aí também.
Nesse caso, o pior realmente era a chefe. A chefe que fazia esses passeios.
Eu sei, eu lembrei disso na hora.
A chefe crescia na frente da gente, a gente fazia o trabalho, ela se vangloriava pelo trabalho que a gente fazia, e depois botava para nós cair, dizendo que a gente tava fazendo a coisa mal feita, enquanto a unidade Pelos dias. Bons tempos, limitadores.
Bons tempos, vai fazer de novo?
Não quero, nunca, nunca.
Não é para tanto, né?
Não é para tanto. Aí só vai para o inferno uma vez. Quando você sai, você volta Ainda esperamos.
Amém, né?
Amém.
Bom, eu vou trazer aqui um problema de trânsito porque, né, não, não, melhor ainda, melhor ainda. Vou trazer o problema de trânsito, mas não trânsito você dirigindo, o trânsito você sendo pedestre. Que é o quê? Quando você está andando e a pessoa está em câmera lenta na sua frente, ou então quando você está andando, tem aquele casal que está ocupando a calçada inteira, ou até aquela que tem um grupo que para no meio no meio da passagem para conversar, ou tipo gente que para sem motivo, anda olhando para o celular e vai andando em zigue-zague.
Você viu que eu juntei tudo porque é basicamente a mesma coisa, só que em cenários diferentes.
Coincidentemente, eu tava voltando hoje da academia agora de noite, eu passei por isso, porque eu, porque assim, como eu tô indo de noite para academia Aí é mais seguro, eu venho por vias que são mais movimentadas, né? Aí a via que eu venho é para um parque. Aí o parque, esses montados assim, arquitetados, né? Aí tem lá, tem a pistazinha de corrida da galera e tal, que o pessoal faz os cupêzinhos. Aí na volta, justamente na parte que tem um gargalo aqui que é uma ponte, tinha 3 pessoas passando e conversando.
Eu tive que aumentar a velocidade para poder passar deles, que eu ficasse preso lá por 47 anos enquanto eles ficavam andando devagar conversando.
Ou jogar para o meio da ponte, ué.
Mas é 3 pessoas, faz efeito Diego, sai correndo, beleza?
É 2 homens e uma mulher.
É, aí era mais chance de você ser Jogada da porra.
E não é só com pedra não. Outro dia eu tava voltando da casa do meu primo de noite, aí eu pedi o Uber. Uber foi passar por uma rua, como todas as ruas, como provavelmente deve ser as ruas do Brasil inteiro, tinha carro estacionado dos dois lados, ou seja, a rua Tava mais distante do carro. Aí tem uns Zé Buceta do motorista que ficou parado, garralando a pista enquanto conversava com os cara. A gente teve que dar tipo, a gente teve que vários sinalizados porque ela saiu do caminho.
Meu Deus, quando miséria vê para poder falar com outra pessoa na rua ou com outro motorista do outro lado. Ali, entendeu?
Aqui à noite os caras não fazem muito isso quando meu carro tá vindo, porque eu coloquei uma luzinha que é tipo você iluminando o útero da pessoa.
Nossa Senhora, esse é o farol baixo.
Jesus, eu coloquei um LED extremamente forte, é muito forte.
Faz isso não, cara. Isso aí ofusca a visão da galera, mano.
Se foda.
Até porque hoje em dia todos os carros é praticamente tem LED e é forte.
Eu achei uma merda isso aí, mano. A galera botar esses LEDs no carro, luz é muito forte, ofusca a galera.
Eu também acho, mas fazer o quê? Antes eles do que eu.
Né, mas eu acho que tipo ter um grupinho ou casal assim que bloqueia a rua é pior. Tipo, às vezes tem uma pessoa na fila agachada, você ainda consegue contornar e tal, né, tipo acelerar o passo. Mas pessoas ficam bloqueando o caminho, é foda. Daí tem que falar, pode segurar para não xingar e já falar, pô, licença, né, mano.
Um grupo de adolescente interagir.
É que dependendo da situação, dependendo do jeito que tá disposto o grupo, eu me meto no meio.
Na moral mesmo, eu vou, passo, eu tô passando, que vou estar atrapalhando, entendeu?
Quando é aquele grupinho que tá assim, ó, grupo inteiro adolescente, tô aquele jovenzinho falando merda no meio da rua, falando alto, gritando e parado, né, mano?
Tô percebendo que a escola tem um ódio grande contra adolescente, falando aquelas coisas que só eles entendem. Aí fica aquela linguagem deles, linguagem ali, PPRT, 67, 67.
Eles acham que FDS é foda assim, não financia a mãe.
Ah, mano, eu não, eu não, eu não sei.
Essa ia ser minha outra minúscula causa, mano.
Porra, assim como é, assim como o FF sempre vai ser Final Fantasy.
Exato.
Então, quando foi que FDS virou folder?
Exatamente, eu fiquei perplexo quando eu descobri isso. Uma prima minha outro dia falou, ai, como era a expressão?
Gag. Gag, né?
Mas eu acho realmente moderna essa daí, né?
Mas isso aí não é, isso aí não é jovem, é pessoas homossexuais.
Na verdade, eu acho que os jovens já roubaram, mas quer dizer o quê? Olha, mano, Gag dela gag, gag dela gag.
Gag dela gag, que significa? É uma expressão usada para indicar choque, surpresa ou impacto. A expressão tem origem na gíria gag ou gagged, popularizada pela comunidade LGBTQIA+, e pelo reality show RuPaul's Drag Race, onde se escreve também que fica completamente impressionado chocado ou sem palavras diante da situação extraordinária. No inglês, a original, o original gag também se remete a gag reflex, simbolizando uma reação intensa de surpresa, choque.
Falei que agora a versão gag do laguete é uma adaptação bem-humorada intensificada da gíria, funcionando como nível máximo de impacto, algo equivalente a chocado em dobro ou sem palavras. Falei que saía coisa. É comum ver a expressão nas redes sociais Entre jovens da geração Z e Alpha. É, aí tu me ferrou o rolê agora. Mas ela é da comunidade LGBT, quem mais mesmo?
É verdade. Não, mas os jovens também estão roubando parte das casas da comunidade, então uma mistureba assim.
Você quer fazer mais uma rodada?
Pode ser. Eu tava entre duas, eu esqueci uma delas, mas ainda tem uma outra que eu engatilhado aqui.
Então vai.
Ah, lembrei qual é a outra que eu ia falar. Pronto, tô pronto.
Então vai, nóia, cara.
Brasileiro com caixa de som.
É isso, calma.
Principalmente para aí, mano. Puta que pariu, mano.
Entendi.
Foda que às vezes fica um duelo entre 500 caixas, né, mano?
É foda, mas por exemplo, se tem um distanciamento ok e o seu som tiver num volume só para você, pois é.
Agora quer que os outros escutem. Eu não quero escutar o cara, eu não quero ouvir, mano. É igual esses carros aí que fica passando com som alto na rua, mano. Eu sei que o cara tem um pau pequeno, mas ele precisa ficar anunciando.
Como é que é essa?
Não sabe, mano? Para mim é o seguinte: o cara passou fazendo zoada, tem pau pequeno.
Para mim é compensar, né, de alguma forma. Se mostra de alguma forma conquistando.
É o que eu falei, ele falou com tanta propriedade, mas eu acho que ele quis explicar. Nossa, olha um cara de pau pequeno vindo aí, gente.
Não, mas é isso aí, mano. Eu vejo um cara passando com som, eu falo assim, olha, ó, B1000 de um pau. O cara passa com a moto do teto assim, olha, ó, esse é o Micropens. Claro, ele deixar a bike do cara, falou 5 contra 1 usando uma pinça.
Você quer falar alguma coisa, cara? Tá tudo bem com você?
É só deixar o áudio contra essa galera que fica fazendo zoada, perturbando.
Então, é isso que eu quero falar. Eu sou a favor, que nem os meninos falaram, desde que meu, porque Eu acho que assim, ó, liberdade só é liberdade quando é liberdade do outro também. Ou seja, tipo, que nem eu já levei caixinha de som para praia, só que a minha caixinha de som ela é tamanho da palma da minha mão praticamente.
Não, pois é, mano, a galera quer andar com uma caixa de som que parece um, um, um, um, foi igual o Baba, então grande.
E o pior, os cara Pega aquelas boombox da JBL, isso, pois é, mano, que é extremamente alta.
Pois é, não tem porquê, não tem porquê. Eu queria colocar um ponto ainda além disso, que não sei se também isso é uma coisa muito local, muito daqui, mas aqui no Recife o pessoal tem uma mania, o pessoal acha, né, Você tá terminando o grupo social aqui, tem uma maneira de entrar nos transportes públicos com ou a caixinha de som ou com o celular ligado no volume máximo para ouvir bem de longe. Você também ouvia aqui, aqui é todo mundo com fone de ouvido.
Não, mano, infelizmente aqui a galera não gosta de usar fone de ouvido não, pessoal inimigo do fone, principalmente velho.
Puta que pariu!
Tinha um, só fazendo o adendo disso que o Lucas falou, cara, quando eu ia para o trabalho, porque a gente tinha ônibus da rota, né, tinha um cara que ele pegava o celular dele e botava o celular no último volume, aí ficava usando o celular como se fosse um radinho de Em Brasília, ele botava lá no ouvido, passava viagem todinha ouvindo o bicho no ouvido, mano.
Só piora a história.
Eu coloco todo mundo no mesmo batalhão, tudo saindo na mesma hora.
Olha, alguma opinião sobre isso?
Lembra aí, O que que leva caixinha de som da praia, essas coisas aí?
Saudades quando era só piolha box, agora é um box.
Praia é bagaceira, é público, não tem o que fazer não.
Aí os turistas tem que só para deixar ali, tentar deixar na sua roda, mas a praia é pública, então vocês viram uma vez Que teve um, acho que foi um argentino, que ele tava no Rio e tava com um bloqueador de sinal para fazer as caixas de som que tava perto parar de funcionar. Vocês vê essa notícia?
Eu, miseravelmente, eu vi alguma coisa relacionada a isso, mas não cheguei a clicar para ler não.
É criativo.
Pois é, mano.
Pessoal, ai, de vídeo opiniões, vídeo opinião é uma porra, mano.
A galera Não posso dizer que ele tá errado não, não concordo com as mentiras, mas nesse caso o Ramamei tá certo.
E tu, Diego?
Uma das coisas que às vezes tem me irritado também é, assim, sabe, pergunta idiota, mas coisas assim, porque é nível muito extremo assim, sabe? Tipo, não é nem falta de conhecimento, digamos assim. Então, por exemplo, um dia desse não, tem umas semanas atrás, tava no mercado, aí só tinha um caixa atendendo lá. Aí o brother chegou atrás de mim, perguntou, eu tipo, do lado não tá funcionando não? Tipo, não é que a gente resolveu deixar a vaga para ti aí, sabe?
Exclusivo para você.
É exatamente, é tipo esse tipo de pergunta assim, mano.
Caralho, velho, pergunta idiota, tolerância zero.
É tipo isso, cara. É por isso que o pessoal é assim, esse nível de idiotice, sabe?
Pô, é tipo, não é pessoas idiotas por falta de conhecimento, sabe?
Hoje em dia o seu Unga estaria certo. Pessoal tinha antes de dizer que ele era bruto, a gente só tava foi estudando.
Não, mas é que em supermercado esse povo burro nem incomoda tanto. Acho que o que me incomoda, por exemplo, coisas que me incomodam no supermercado é tipo A pessoa que abandona o carro, me dá uma raiva também. Exato, deixa o carrinho atravessar, largado no meio e atrapalhando. Ou quando você vai, a família com criança fazer compra, e as crianças ficam igual retardadas assim na sua frente, atrapalhando você passar com carrinhos.
E aquelas pessoas que param na prateleira e mexe no WhatsApp, tipo, em vez de pegar o produto logo. Não, quem fica tipo viajando no celular, sabe?
Não tem o meu problema, são pessoas, pessoas, não pessoas que param em fila dupla com carrinho de supermercado. Mano, pior, várias pessoas. Por que você vai parar do lado do carrinho bloqueando a passagem?
Eu estou bem frio hoje de supermercado, sei que não tem nada a ver com o assunto, mas eu acho dever escuro. Eu uso essa interação social para espirrar.
Eu nunca espirrei. Gente que gosta de supermercado, mas utilizando como interação social, você não gosta.
É porque o pai costuma fazer, o pai costuma ir muito frequentemente no supermercado, né? Aí diz que às vezes quando tá muito lotado, aí sempre tá tendo na fila das prioridades, porque ela tem uns véio lá que chega, aí fala, não, mas é prioridade, não sei o quê. Aí chega outro, aí tem, aí para quem não sabe Mas existe a prioridade da prioridade, que a galera de 80 anos, aí chega a galera mais velha, aí pega a prioridade. Aí os cara, não sei o quê, mas eu sou prioridade, não sei o quê, essa fila tá grande demais, não vai para frente.
Mas senhor, mas é porque tem a prioridade da prioridade, você tem que esperar também. É sensacional, pode sempre chegar com história nova que aconteceu no supermercado.
Nesse caso aí da fila, eu gosto, eu colocaria na roda linda a Aquelas mães e pais que vão com a criança de 10 anos de idade como se fosse uma criança de colo, que precisaria vir na frente porque é uma criança, entendeu? Ah, estou com criança, eu preciso passar na frente. Não, a criança pode esperar. Não é uma criança de colo, não é uma criança que tá em amamentação.
Essa criança não pode esperar porque ela é autista.
Diego, eu achei que foi para você, tá? Chamou essa fala para vocês, eu estaria tomando providência, eu não deixaria.
Espera o processo, né?
Processo, processo. Uma advogada da sua família vai ter certeza.
Essa justificativa, cara, uma vez tava passando no jornal aqui, tava falando assim, ah não, mutirão para pegar o colarzinho lá dos PCD, não sei o quê. Aí a mulher não tô usando dessas coisas, a mulher não tô muito feliz porque eu consigo colar, porque meu filho, meu filho não consegue, meu filho é autista e não consegue ficar esperando numa fila. Ó, minha filha, essa filha aí, paciência, você não ensina a criança, ele não aprende não, que isso é autismo não.
Depende da situação, mas tem muita gente, não teria muito o que eu falar.
Eu já vi gente que levava, tipo, às vezes a mãe idosa, alguma coisa assim, só para pegar prioridade.
Essa daí é clássica, mano.
Levar um idoso para algum lugar só para pegar prioridade também.
E aí, às vezes é tão ruim que se você fosse no caixa comum, você é atendido muito mais rápido.
Muitas vezes é, mano.
Isso é verdade. Papo, papo, papo, bless!
E Lucas, cara, eu vou trazer um aqui que é especificamente da minha área, da minha área sim, contexto saúde, contexto saúde. Quero levantar a minha indignação, que as pessoas vejam Profissionais da área de saúde, como médicos, enfermeiros ou cientistas que andam no meio da rua com jaleco saindo do trabalho. Meu amigo, eu sei que você quer se mostrar, eu sei que você quer mostrar para as pessoas que você é um profissional da área de saúde, que você é um médico, que você usa o jaleco.
Agora não tem Por que sair de jaleco, estetoscópio no meio da rua, levando contaminação do hospital para rua e levando contaminação da rua para o hospital? Vamos lá. Outro ponto é as pessoas que também trabalham com, que são cientistas, estão dentro do contexto laboratório, são estudantes, pior ainda estudantes, que é uma raça triste, que sai do meio de um laboratório, mas tem que ir para o meio da rua para mostrar que ele estava no laboratório fazendo FM 35.
Não, cara, pega essa porcaria, dobra ela, põe um radinho no saco esterilizado e coloca na sua boca. Então leva para casa para lavar. Essa menina deve muito também, né?
Aqui eu não vejo tanto assim não, galera de Alexa. Essas coisas não.
Se tu for para próximo de algum hospital, principalmente vai ver algum, principalmente estudante, estudante da área da saúde, seja ele residente.
Eu trabalhava de frente para uma UPA, o máximo que eu via era caminhonete branca. Eu até perguntava, é despacho ou o que que é?
Menos mal.
E assim, eu acho muito engraçado essa situação porque realmente é como O Lucas falou, né, isso é muito comum de estudante de medicina, né, que quer ficar se amostrando, dá ficar de jaleco, o que é errado. Mas assim, é muito, eu acho mais engraçado porque aqui, assim, relembrando, né, mas aqui é quente para caralho aqui no Nordeste. Aí aqui na passagem haviam vários relatos da galera aqui dos estudantes de direito Andando no meio da rua no sol de uma hora de palo e perna.
Tem esse também, tem esse também. É tempo. Ah, eu vou para o fórum, cara. Tu vai simplesmente entrar no fórum, assistir uma audiência, voltar para cá. Tu não vai fazer nada lá, não tem porquê. Você é um estudante primeiro, segundo período, você não faz nada.
Teoricamente só vai fazer alguma coisa quando você tirar o AB, né? Então você tá feito, você ainda não vale nada.
Exatamente. Aí, para no caso do profissional da área de saúde, a gente chama de pipoqueiro aqui, pipoqueiro, ou o atendente da Ortobom, que é da loja de colchão, que sempre tem alguém com uma batinha branca. É bem nesse contexto, mano.
Agora tem umas lojas de celular que pelo menos aqui em Manaus que os cara que consertam, estão usando as porra desses jalecos também, né?
Minha nossa Senhora, caralho, que parada bizarra, né? Ia dizer que estão banalizando o jaleco, mas vamos lá, banalizando no meio da área, profissional. Essa ideia de conseguir tipo tá sendo um doutor do celular assim, sabe, de Doutor, ah, pode ser esse contexto, né? É o médico do celular. Isso, o marketing pode ser bom se ele usar nesse sentido, né?
Foi o que eu consegui imaginar, né? Não fui lá perguntar, mas pode.
Minha opinião, ou sua opinião?
Ou reclamação, porque é um tema aqui em cidade, em São Paulo, eu não vejo muito disso. Não sei aqui na cidade.
Eu quero ter um troço quando eu vejo alguém com jaleco de hospital. E é para começar, já nem gosto de hospital, né, que eu já acho que tudo tá contaminado. Aí a pessoa vai lá no Self-service, mas lá no self-service com o jaleco balangando. Olha, juro, dá vontade de atropelar, vontade de já jogar um litro de lusofome na pessoa.
Eu jogaria, ou então pode jogar álcool, álcool 100%, e taca fogo.
Aproveita já, né?
Aproveita, é uma possibilidade. Aqui me irrita muito porque assim, eu trabalho muito no contexto universitário, né? Então, hospital universitário fica do lado da minha área, área de saúde. Então tem um hospital universitário do lado e tem todos os cursos de saúde que rodam na universidade, saúde, né? Então tem UFRS, tal, biológica. E essa galera insiste em andar assim, circular por ali pelo meio da rua com seus jalequinhos para se amostrar?
Não, porque não seja ensinado, né, mano?
É ensinado. Primeiro período, toda disciplina que você tem de laboratório é explicado para você o que é a porcaria de uma biossegurança. Mas o pessoal insiste. Eu já tava andando assim agora de jaleco também para postar no TikTok. De vez em quando tem uns perturbados lá de jaleco fazendo dancinha no meio do gramado. Tudo errado, né? Tudo errado. Tempos modernos.
Papo, papo, papo, bláss. E tu, Polly?
Ai, deixa eu ver minha reclamação. Ai, eu gosto tanto de reclamar, mas eu não tô lembrando de nada agora não. Pera ainda.
Pessoas que fazem podcast. Pessoas que interrompem meu sono.
Pessoas que ficam fazendo piada dessa sem graça.
Pessoas.
Pessoas.
Não, calma, a gente já falou de gente de aqui andar devagar, já falou do pessoal do jaleco, do pessoal de trabalho. Ah, pessoas que pedem dinheiro emprestado, ou qualquer Pixzinho. Ai, me empresta R$20 que eu te devolvo tal dia, qualquer coisa assim. Já aconteceu duas vezes comigo, R$20. E o outro foi 30.
Eu falei que eu ia pagar.
Aí a pessoa pega e fala, vou te pagar, vou te pagar. E aí do nada você vê a pessoa fazendo qualquer coisa menos te pagando.
Do nada a pessoa viaja.
Agora eu sou ruim, agora eu não empresto mais. Eu falo, ai, tá bloqueado, qualquer coisa do tipo.
Que nem ela me bloqueou.
Porra, tu falou que você não pagou ela, mano.
Ah, pô, foi isso? Era só R$20, Paulinho, pelo amor de Deus. Tu tá precisando? Eu passo logo para você.
Foi um ano sem ouvir tua voz. Não, cara, é o pior dessas pessoas, né, que assim, a pessoa tá te devendo e ela tá pessoa tá puxando.
Exatamente.
É assim, mano, beleza. Eu não— se você falar, ó, vou te pagar tal dia, cara, é tal dia que você vai pagar. O que você vai fazer antes ou depois não me interessa. É tal dia que você tem que me pagar.
Só fala que não tem, não tem, não tem. Você vai ver, comprou tal coisa, não sei aonde.
Exato. O que eu acho pior ainda é o esquecer Meu amigo, mas quem estabeleceu a data do pagamento foi você, né? Deixa eu lembrar, é sua. Você mesmo disse em tal dia, então é em tal dia. Espero que você tenha pelo menos uma agenda para anotar, bota no celular lá.
Não, mas é bem isso, tipo, a pessoa fala, faz a dívida, a pessoa A pessoa escolhe o dia para pagar e aí chega no dia, a pessoa, ai, esqueci, ai, tô sem dinheiro, tá sem dinheiro agora que já gastou tudo muito para me pagar. É foda, por isso que eu odeio emprestar dinheiro, né?
Tipo, por falar nisso, eu tinha feito o Pix, né, para aquele dia. Não quero ficar multado também, mano. Eu acho que os R$30 lá da Liberdade, lá da Liberdade eu te paguei Pix, né?
Não pagou não. Eu que falei que tu não precisava me dar.
Tá recomendando isso agora?
Eu falei que ele falou assim, tem que te pagar. Falei, não, não precisa não, que eu vou te— o Fábio deu um negócio, você pode ficar com esse também. Fez o que eu falei. Sua memória tá ruim também, vai comer ômega-6.
Ela deixou para cobrar. Hoje ela tava top.
Agora eu quero que você pague o meu Pix. Fica fazendo vontade para os outros?
Não, porque você se preocupou comigo comer H3. Eu falei, eu comi, eu comi um peixe hoje, então tá remediado.
Aí ela tava aqui falando que queria comer tacopi.
Eu falei, queria comer o quê?
A Polly falando que ela deveria ter pego o tacopi lá para comer.
Que não é o que o tio comprou, sei lá como que fala.
Não, o que o tio comprou.
Então a bolinha lá de polvo, então tá com o yak, tá com o yak.
Ai, que burro, dá zero para ele.
Isso, né? É que tá comendo alguma coisa. Taku Pi é o nome de um anime que o bicho é um polvo e a menina põe o nome de Taku Pi por causa do takoyaki, que é um anime que inclusive é extremamente pesado esse anime, recomendo. E eu vou falar, eu vou falar para vocês, ah não, Pera aí, cara, você já teve casos de emprestar dinheiro para alguém que você ficou quieto nisso aí? Ou você é o cara que não paga?
Às vezes eu demoro para pagar, mas eu pago. Inclusive fala para a pessoa, cara, eu sei que eu tô te devendo. Mas assim, é história de não, de dar, a galera não me paga, cara. Não, eu assim, a galera para quem me pede dinheiro normalmente me paga. Só tem um aí que eu uma vez emprestei dinheiro para ele, Falei assim, cara, seguinte, esses 10 conto aí que me emprestou fica para vida, mas a gente vai saindo aí, eu te dou carona. Esses 10 conto aí para vida, vai abatendo ao longo do tempo. Então a gente para de sair, aí eu te pago os 10 conto.
Eu vou te emprestar aqui agora também, não vier me cobrar de novo, ficou para vida, durante a vida.
O pior que o cara realmente me dá carona toda vez que a gente Os cantos, eu dava carona na volta, né, fazer o desvio.
Aí tu foi cobrar 10 conto dele, cara?
Não, não fui cobrar não. Eu comecei uma vez, aí deixa aí, mano, deixa aí para vida.
Eu tipo, o cara foi cobrar 10, tinha cobrado R$10, aí beleza. Aí o cara olhou e falou, mano, não, na moral, vamos deixar isso aí para lá. Já te levo para cima e para baixo aí, nos mela-mela, nos negócios.
Então, se for fazer as contas, tu tá me devendo muito mais que R$10.
É só um litro de gasolina, tá caro. Então, ele quer mesmo me cobrar esses R$10?
Ele foi lá e cobrou.
Bom, eu vou falar de uma coisa que me incomoda muito, apesar que hoje nem tanto porque eu não tenho saído muito para isso, mas é no cinema. É tipo aquele combo da pessoa que mexe o celular, a pessoa que conversa durante o filme, o maldito que tá chutando a E o, aquele, o que gosta de explicar a história do que tá acontecendo. E eu assim, aqui é tipo aquela também que come, parece que tá comendo ferro, sabe? Parece que um triturador industrial.
Não sabe mastigar de boca fechada.
Pior que tem mesmo.
Isso, ou seja, pessoas no cinema.
Não, o cômodo atender o telefone, mexer no celular, ainda atender uma pessoa.
Não, porque atender é mais difícil que hoje em dia ninguém liga para ninguém.
Não, isso Mas já aconteceu a pessoa atender para dizer, eita, tô no cinema, não posso atender não. Poxa, só Dili está por cair, mas vamos começar. Não é mais fácil?
Eu acho que pelo fato de você não atender já mostra que você não pode atender. Exatamente, você não precisa responder a pessoa. Falando que você não pode atender, não atende.
Porque hoje em dia quando liga é que deu merda já, né?
Primeiro que eu odeio ligação, aí eu deu ligação para mim também.
Não entendo gente que vai para o cinema para ficar conversando altão, sabe? Ficar mexendo em telefone também, lugar externo, gastou dinheiro, dinheiro no ingresso dele. Para não ficar enchendo o saco dos outros ainda.
Eu assim, eu vou pouco no cinema, né? Então a chance de acontecer é menor. Então só presenciei isso uma vez, mas cara, o tanto de relato que eu ouvi da galera falando sobre a frequência que isso acontece me deixou com muito receio de ir para assistir filme em cinema, sabe mesmo? Eu vi um tempo atrás um artigo no jornal, um dos jornais daqui da região, que é um artigo de opinião, né? O cara falando assim lá, deveriam trazer de volta as lanterninhas, que é justamente para poder pôr ordem no cinema, mano, que a galera toda aqui filma.
Eu compartilhei.
Os jovens não sabem o que é isso, né, cara?
O Fabrônio levantou também um bom ponto, que é sobre falar sobre o filme que você já assistiu. Você foi no cinema, já assistiu o filme, aí você vai no cinema mais de uma vez, você quer contar o filme, falar, comentar sobre o filme com a pessoa ao seu lado, cara. Nem todo mundo quer ouvir o seu comentário, nem todo mundo quer ouvir os spoilers que você quer contar para pessoa.
Então não tem, deixa a pessoa ver o filme, depois vão na praça de alimentação, sei lá, e comentem, né, porra?
Você comenta do lado de fora, correto. Teve um caso até, não sei se estou eu lembrando do outro também, mas teve uma confusão no cinema em quebra-pau do caramba entre 4 pessoas porque um dos cidadãos Tinha assistido o filme do Homem-Aranha na estreia e foi depois com o amigo, com a amiga, sei lá, no dia seguinte para poder assistir de novo. E lá tinha outro grupinho, as pessoas estavam querendo assistir o filme enquanto esses cidadãos ficavam falando em voz alta o que ia acontecer na próxima cena. A cada próxima cena ele falava o que ia acontecer.
Eu acho que isso começou uma coisa generalizada.
Uma coisa linda, você vê, pelo menos recentemente.
Ainda fica que nem é tipo comentar, né? Fica a porra falando que vai acontecer, caralho.
Não dá para falar assim não. Ó lá, falei, ó, falei, ó, aconteceu isso, aquele spoiler alguns segundos antes de acontecer aquilo ali.
Agora vai acontecer isso aqui. E isso aí, eu falei, aconteceu.
Gente assim, ó, sabe, às vezes dois pontos. Gente assim e aquelas pessoas que vão para o cinema e não sabem nada sobre filme e ficam perguntando durante o filme. Mas por quê?
Por que vai acontecer isso? Mas por que é foda, viu, mano?
Mas não entendi isso aqui. Por que aconteceu desse jeito? Você assistiu o filme anterior? Não? Então vai na onda. Assistir até o final, depois a gente conversa sobre isso.
Estamos aí, comprou, hein, cara?
Saudades quando o jovem só ia para o cinema para transar em silêncio, né, mano? Agora os cara tem que fazer zoada e não transa mais.
Pois é, né?
Não transa nada.
Ara mais mil, ara mais ego. Isso que ninguém disse.
Oi, e aí, o que que você tem a dizer sobre isso?
Concordo com vocês. Algumas evoluções deveriam começar por aí.
Uma coisa que tipo acontece muito hoje em dia, acho que nem, não, ainda tem, é a galera achar que o cinema é tipo negócio de torcida, sabe? Isso da Marvel mesmo.
Tipo, aparece um personagem, gritam já, né?
Rapidinho, falta mais alguém? Não, até que a minha bateria tá acabando.
O que que vocês estão falando, Lucas?
Ah, quem, homem, né? Agora teve isso aqui, né? Pessoal batendo palma, cada personagem que aparecia, cada revelação nova, e gritava.
Eu acho que esse não é um problema da Marvel, assim, de filme da Marvel. Eu acho que é mais uma questão de como os jovens demonstram que estão gostando dos conteúdos. Que, por exemplo, experiência que eu tive com que aconteceu coisa semelhante, eles não têm que nos eventos de anime atualmente que tem aqui na cidade Eu fui para dois eventos, apareceu uma dubladora, o pessoal deu berros quando a mulher apareceu. Tudo bem, a galera também fazia na minha época.
A mulher falou assim, ó, ah, dublei personagem tal, pessoal foi à loucura. A gente também fazia isso na minha época. A mulher falou assim, ó, eu jogo RPG, a galera foi à loucura. Ou seja, tudo o que a mulher falava, a galera hypava muito. Então eu acho que isso é mais uma coisa, tá, de como a galera demonstra empolgação do que uma coisa só assim, ah, galera que tá indo no cinema ver o filme da Marvel.
Então eu não sei como julgar isso, mas assim, você fazer isso no evento, tudo bem.
Não, sim, a pessoa tá lá, né, ouviu os gritos e tudo mais, tá direcionando para uma pessoa que está lá presente.
É, agora no cinema, que nem quando você— eu já vi isso várias vezes, não só em filme da Marvel— é a pessoa aplaudir depois que o filme acaba.
Tipo, ninguém está ouvindo, a minha mente é pequena, eu não entendo aplaudir filme quando acaba e aplaudir o pôr do sol. Mas sinto muito.
Oxe, cara, pensei que quando tu bolava um tu gostava aí de pôr o sol para poder aplaudir o sol. Não faz parte do ritual, não?
Não sei isso aí, mano, nunca entendi essa da galera ficar aplaudindo o sol.
Saudação à alma extra.
Bom, foi isso, né? A gente já falou bastante, fazer as nossas considerações finais. Considerações finais, começando por ela.
Olha, foi isso, né, gente? Essas são terapia ao vivo, ou quase ao vivo, é sobre. Até a próxima!
Cosplay de pobre.
É isso, foi muito bom ouvir reclamações de todos. E resumindo, não seja uma pessoa arrombada dessa, tá, gente?
É isso, até a próxima.
Muito bom poder ouvir as reclamações de todos.
Com certeza, sempre bom saber o que afleja o coração de vocês.
Faltou-me.
Foi muito bom aí botar para fora esses ódios aí que a gente tem de coisas que deveriam da cadeia de verdade, porque tem muito arrombado. Que como já diziam aqueles memes lá do Goku, né, mano, se arrombado voasse, quem viu o céu, né? E aí, para finalizar, você Só dizer uma também, que eu acho também é um consenso, né, mano? Médico filho da puta que nunca chega na hora, né, mano? Não sejam esse tipo de médico, viu? Nem gente que chega fora do horário assim, galera. Vocês não são um bando de arrombado também.
Chega atrasado, sai mais cedo. Lucas, bem, pessoal, espero que vocês tenham se indignado tanto quanto nós. Se não se indignarem, quer dizer que vocês são essas pessoas. Então, por favor, peço para que melhorem, ok?
Vocês se indignaram ao contrário.
Espero que melhorem, por favor.
Bom, por isso, né, a gente já falou bastante aqui, fizemos nossos desabafos. E o nosso papo flash vai ficando por aqui. Acho que, como a gente disse, o 11º mandamento, isso tá na história, que é não seja mais um cuzão. Isso não fui eu que disse, é o 11º mandamento. É porque as pessoas só tem 10 dedos na mão, então, a não ser que sofra de polidactilia.
Mas eles só põe o dedo na mão, tem gente que só conta só até 7, 8, 9. Não, não, não estou aqui para falar de política, estou aqui para dizer que tem pessoas que tem número de dedos na mão.
Tem pessoas que também não tem nem mão.
Cada um se alfabetiza como pode, cara.
Mas foi isso, né?
A gente tentou trazer aí para vocês um pouco das reclamações do que permeia o nosso dia a dia, que são coisas que parecem até triviais, mas ao mesmo tempo incomodam muita gente. E como eu disse lá no começo, não esqueça de acessar. Nós temos um cupom de desconto no Corneta Games para quem quer pegar o seu joguinho de tabuleiro. Acessa lá, tem coisa boa lá. Link eu vou deixar na descrição novamente, falando para não esquecer. Não estou falando para mim mesmo, tá?
Data mental.
Mas foi isso, nosso Geek Blast vai ficando por aqui. Espero que vocês tenham gostado. Redes sociais: facebook.com/geekblastbrasil, nosso Twitter, nosso Instagram, nosso Threads, nosso Quai, nosso TikTok, um monte de coisa, mas é o @geekblastbr. Nosso site, www.geekblast.com.br. E seja lá você uma pessoa que anda devagar na frente dos outros, seja você uma pessoa que vai para São Paulo só para correr 42 km, ou você que fica incomodando os outros no cinema, que o Blast esteja com vocês.
Ei, cara, não vai fazer não? Cadê o êxito?
Esse silêncio é constrangedor.
É o cara que sempre faz.
Não, velho, acabei de fazer.
Vocês não escutaram não? Não, não. Agora sim.
Eu falei, esse silêncio constrangedor que fica.
Senhoras e senhores, está aberta a sessão. Hoje ninguém vai para cadeia, mas alguém vai sair condenado. Tem gente andando devagar, ocupando a calçada inteira. Tem quem pare pra conversar bem no meio da passagem a vida inteira. Tem áudio de 8 minutos, tem bom dia sem explicação. Tem quem mande só um oi e desapareça na imensidão. Pequenas coisas eu sei, mas não mexe com meu juízo. Se a lei não vai resolver, o tribunal tá a serviço.
É aberto o tribunal das pequenas causas do cidadão. Condena ou absolve, quem decide a nossa indignação? Tá aberto o tribunal. Aqui não existe reclamação banal. Se então virou processo e hoje o réu vai ouvir o veredito final. Tem carrinho no supermercado travando toda a circulação, tem gente olhando Encher a prateleira como se fosse fazer uma expedição. Tem seta que nunca aparece, tem carro ocupando duas vagas, tem quem diga tô chegando quando ainda tá saindo de casa.
Acusação: andar devagar na minha frente. Defrito: eu estava apenas caminhando. Veredico: pago! Pena andar atrás de alguém ainda mais devagar. Tá aberto o tribunal das pequenas causas do cidadão. Condena ou absolve, quem decide é a nossa indignação. Tá aberto o tribunal, aqui todo absurdo vira caso judicial. Se é pequeno, a gente julga. Você passa raiva também, é um direito universal. Pode trazer sua reclamação, pode trazer sua indignação, aquele pequeno ódio diário que ninguém entende, mas você tem razão.
Próximo caso.
Próximo caso! Tribunal de Minúsculas Causas!
Sessão encerrada, até a próxima irritação. Aí tipo, a gente foi nas lojas lá, teve uma lojinha que você entrava, você já tava, já pegava a fila do caixa e ia pegando as coisas enquanto você tava na fila, porque foi foda, mas foi da hora, foi da hora. Eu comi aqueles biscoitinhos amanteigados lá. Eu falando, eu vou parar de beber, meus amigos. O Nicolas me deu cerveja, o Antônio me deu cerveja coreana e cerveja do Jaspion, o Diego me trouxe licor do Amazonas.
Eu falei, legal, eu falo que vou parar de beber, meus amigos me socam com cachaça.
Falando em cachaça, eu tava lá na verdade, ainda consegui comprar uma garrafa de cachaça coreana para mãe.
É que se o Diego não— a ideia nossa era ir lá no Abar Que é um restaurante coreano, só que alguém tinha que correr 40 km depois.
Aí foi vacilo dele, porque ele comia comida coreana e ia correr, mano, porque ia dar uma kizuba no estômago, ia dar mais motivação para eu chegar logo na linha de chegada e procurar o banheiro, cara.
Pois é, Lucas, o cara saiu do Amazonas, veio para São Paulo para correr 42 E 200 km, 42 km e 200 metros.
Mas, Diego, lá em Manaus não tem estrada não? Tem rua não? Tipo pista?
Pista não, tem terra batida.
Mas, cara, assim, sério, tu sabe tanto lugar talvez em Manaus para se correr. Ele veio participar da maratona, Floresta Amazônica, pelo menos.
E o pior, 6 horas da manhã, cara, num domingo.
Ah, tem uns amigo meu que vive me chamando para ir para corrida. Eu falo assim, mano, no dia que tiver uma corrida perto aqui de casa, talvez eu vá, porque acordar 5 horas da manhã para vir tacar na caixa prego, pôr uma corrida, não tem quem me faça, mano.
Não, amigo meu, diga se não parece corrida de seita.
Pois é, tá ligado?
É tipo uma seita, a pessoa acorda 5 horas da manhã para estar correndo Não sei quantos quilômetros. Aí você tem que pagar o kit para você correr na rua. Aí você gasta dinheiro para poder comprar todo equipamento, para você comprar o tênis de corrida, a roupa de correr. Aí você paga o kit para poder usar no dia da corrida.
E você vai correr aonde?
Na rua. Continue mais dicas sobre isso.
Teve um conhecido meu que foi correr, mano. Ele disse que o que ganhou na corrida foi uma banana e um copo d'água, mano.
Ele me mandou uma foto que tá falando que o show do Thiaguinho, né, que é o chamado Tardezinha, que é tipo um festival do Thiaguinho, para 2027 vai ser uma corrida. Eu falei Que momento que eu vou curtir um pagode correndo?
É um desse mundo, né, também, né?
O Belmar aí, cara, tá participando de uma corrida, passou até mal.
Não, mas aí o pessoal fala, mas é que nem trio elétrico. Falei, não, porque trio elétrico você anda aí tipo bem devagar, se arrastando quase, porque é muita gente. Então você não tem nem como andar direito também.
Eu ia falar isso, tu vai meio que levado já, né?
Inclusive estão dizendo que essa vai ser a nova moda que vai ter, é o jogging. Aí, aí o pessoal comentou: é assim, galera, é assim que a gente anda de trás do trio elétrico, viu?
Então não, sai fora. Convenci a Polly aqui, ela vai participar.
Aí, muito bom. Tu falasse que eu tava por aqui?
Então foi por isso que ela não queria entrar.
Se tu falasse que eu tô por aqui, ela não ia querer não.
Ela ia botar o Lucas de novo, ficar um ano aí com o Lucas mutado.
Não, agora ela vai me bloquear, vai só me mutar, não vai me bloquear. Essa foi clássica.
A Polly supostamente— imagine que eu estou nesse momento erguendo os dois dedos em cada lado da cabeça. Supostamente a Polly bloqueou o Lucas de novo, os dois dedos, sem querer.
Meu Deus, bloqueou não, mutou, né?
Ela é, mutou isso, não bloqueou, ela mutou.
Ela é mais humilhante ainda, né?
Ela conseguiu configurar e ficou mandando penha e falou assim, ó, acaba de desbloquear, Pablo.
Não, não foi isso, mano. Ela configurou o Discord dela para não receber o meu áudio. Exato. E só o meu áudio, ela não ouviu o Lucas falando, literalmente.
É isso que eu tô falando, tipo, supostamente, novamente não estamos acusando ninguém, supostamente a Polly sem querer bloqueou o Lucas. Sem querer, sem querer, entendeu?
Sem querer, sim.
Jogar o Red Flag, pô.
O que foi, Polly?
Foi sim, sem querer.
Isso é uma mentira repetida mil vezes, se torna verdade.
Antes sabemos, sou milionária, sou milionária.
Como o Caio, você vê como ele é nazista, né? Ele tá usando justamente o quê? Uma frase do Heinrich Goebbels, que era o braço direito de Hitler. Uma mentira contada 100 vezes se torna uma verdade.
É verdade.
Corneta Games
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