#348 - Estamos obcecados pela treta dos herdeiros da Pernambucanas
O mais novo documentário do Globoplay alugou um triplex na nossa cabeça e muitas teorias e pensamentos sobre herança e testamento vieram a tona. No FAQ os Doninhos não decepcionam e mostram que suas vidas mereciam um documentário escrito e dirigido pela Camila Appel.
- DocumentáriosSinopse e estrutura narrativa · Cinco episódios com plot twists · Mulher em coma por 10 anos · Disputa por herança de 4 bilhões · Simulações fictícias bem executadas · Direção de Camila Appel
- Personagens principais da disputa de herançaSusu (apelido de Sonya) - dama de companhia · Cristini - assistente profissional · Anita Harley - bilionária · Duas primas fofoqueiras · Personagens improváveis · Testemunhas e depoentes
- História pessoal e trajetóriaDivisão desigual de herança · Fofoca que gera conflito · Traição conjugal · Paternidade questionada · Ligações com o criminoso · Falta de comunicação familiar
- Soft-true crime como gêneroDiferença de true crime tradicional · Foco em personagens e relacionamentos · Não depende de assassinato ou crime explícito · Humor na narrativa · Entrevistas com pessoas reais · Fascínio por histórias complexas
- Estudo Bíblico EfésiosImportância de fazer testamento escrito · Ordem de sucessão sem testamento · Curatela e administração patrimonial · Validade legal de documentos · Tabu em conversar sobre morte · Burocracia pós-falecimento
- Fraude e desonestidade em herançaVenda fraudulenta de imóvel · Desvio de 2 milhões de reais · Ausência de prestação de contas · Enganação de múltiplos herdeiros · Justiça como forma de resolução · Dificuldade em provar crimes
- Teologia Cristã - Morte e RessurreiçãoDificuldade emocional em falar sobre morte · Importância de conversar com família · Cremação e disposição de cinzas · Traumas e processos de luto · Acompanhamento psicológico · Organização de herança em vida
- Técnicas de produção do documentárioCenário único com múltiplas locações · Palco de estúdio reconfigurável · Narrativa de Camila Appel · Escolha de quando contar fatos · Efeitos visuais sutis · Mise-en-scène teatral
- Mansão de 89 cômodos no CocolândiaConstrução inspirada em castelo francês · Custo de 30 milhões de reais · Manutenção e funcionários · Vazio durante a vida de Anita · Tour virtual potencial · Desproporcionalidade material
- Fraudes FinanceirasPedido de dinheiro a 20 pessoas · Não devolução do empréstimo · Ocultação do marido · Quantias de 4 a 8 mil reais · Falta de confiança · Diferença entre emprestar e dar
- Desigualdade SocialBilionários e problemas de convivência familiar · Poder do dinheiro sobre relacionamentos · Impacto psicológico da riqueza · Desperdício e falta de controle · Sonho de herança na sociedade · Efeitos colaterais da fortuna
- Desenvolvimento CulturalReferência ao diretor 'Chuxa Requebra' · Eduardo Cardoso como ministro/advogado · Comparação com novelas mexicanas · Personagens que parecem ficção · Qualidade de produção cinematográfica · Casting e elenco de advogados
- Politicas PublicasDireito à visitação em hospital · Curatela e controle de acesso · Proibição de visitas · Domínio sobre patrimônio · Movimentações financeiras · Proteção do patrimônio
- Relacionamentos FamiliaresConversa de 5 minutos antes de dormir · Reflexão sobre 10 anos de relacionamento · Perguntas estruturadas sobre o casal · Identificação de pontos de melhoria · Importância da comunicação aberta · Ritual de aproximação
Fala suas heranças surpresinhas. Fala suas mansões de 89,435, banheiro na aclimação. Imagina, do nada, descobre que é herdeiro. Cara, isso é um sonho. É um sonho. Eu acho que é um sonho. Todo mundo viveu isso em algum momento. Todo mundo tem esse sonho, eu acho. Será que eu posso ter uma herança perdida? Você, Doninho, provavelmente já pensou nisso. Tem uma vocação muito grande para ser herdeiro. Porque, às vezes, eu consigo agir como herdeiro com o meu próprio dinheiro, que não é muito.
se fosse herdeiro, né? O desperdício que é eu não ter uma herança de 4 bilhões. Tem o filme do Herança do Mr. Deeds, do Adam Sandler, que eu acho que é bem esse resumo, que é do tipo assim, imagina você tá na sua vida normal e de repente você tem um tio aí. É, um tio. Um Catânia lá. É, do nada. Lá na Itália, um Catânia. É, que surgiu. Que aí foram fazendo o cruzamento da árvore, todo mundo morreu, não sei quem. Sobrou pra essa menina no Brasil. É. Chega essa carta. Aí a mãe já paga achando que é spam.
Fim. Sobe crédito. Eu não vou cair em golpe? Golpe de herança? Imagina. Cara, meu sonho era do nada, um tio, né? Do nada. Ah, um tio. Você é herdeira. E eu só tive tio pobre, então não tenho nem essa expectativa de falar assim, puta, aquele tio. Tinha que ser um negócio muito antigo ou alguém fora do casamento. E é aí que a gente entra no assunto do momento. O testamento. A história de Anitta Harley está disponível no Globoplay. Se você não assistiu, você está perdendo a roda de discussão do Brasil.
Pois é, porque já estão falando desse documentário faz um tempo, a gente demorou pra assistir. Eu confesso assim, eu tinha visto um outro falando e tal, mas eu não gosto muito de saber sobre as coisas antes, né? Eu sempre conto isso aqui, que eu não gosto de ler sinopse, eu não gosto de ver trailer, que eu gosto de ser surpreendida. E eu vi as pessoas falando e tal, e aí eu falei, bom, aí a mãe falou, não, temos o que ver, pegamos esse fim de semana aí que passou, deu um tempo, a gente falou, vamos assistir. Gente, é chocante. Porque assim, você acha que é uma coisa,
São cinco episódios que a gente assistiu numa sentada. E aí, cada episódio, ele termina de um jeito muito reviravolta. Você fala assim, meu Deus, você acha que você entendeu? Você acha que você sabe o que é a história? E aí, você vai sendo surpreendido. Traz a sinopse pra gente, nosso autorista. A sinopse, ela é fantástica. É parte da premissa de uma mulher que está em coma há 10 anos. E essa mulher, na ocasião, é herdeira da Casas Pernambucanas, uma das maiores redes de varejo do Brasil.
Brasil e, por que não, do mundo. E aí agora, quem vai ficar com as casas pernambucanas? Quem vai ficar com a herança, com esses bilhões? Que são quantos bi? 4.4 bi é o que vale casas pernambucanas. Então quem vai ficar com essa herança? Então o documentário te leva pra um lugar do tipo, quem são os herdeiros óbvios? Aí quem são os herdeiros que você não esperava? Aí quem são os herdeiros misteriosos que não existiam e aparecem no episódio 3? Gente, juro, é surpreendente. Porque assim, todo mundo já sabe que tem duas
pessoas aí nessa disputa. Sim. Que são a Suzuki, que é o apelido da Sônia, que é uma funcionária até então da Anitta, uma secretária pessoal. Sim. E a Cristine, que é a, que foi, sei lá, assistente da Anitta por muitos e muitos anos. E aí... Cristine cuida da questão profissional dela, que ela trabalhava nas pernambucanas, e Suzuki, meio que
uma... tem um nome que eles usam lá que eu esqueci. Dama de companhia. Dama de companhia, que pode soar um pouco esquisito, mas é uma funcionária ali que faz tudo pra ela no dia a dia. É, era um termo usado no passado, né? Então, teoricamente, ela não tem filhos, né? Não. Os irmãos dela morreram, e aí meio que na sucessão ali vai cair em pessoas que não necessariamente são as pessoas que você imagina no começo do documentário.
É, gente, que loucura. Então ele te leva... Ah, é essa mulher? Não é essa mulher? Quem é esse cara? De onde surgiu esse aqui?
que essa aqui agora acho que ela tá dando golpe. Não, essa aqui que tá dando golpe. Será que isso aqui aconteceu? Será que não aconteceu? É uma aula de roteiro, assim. Arrisco dizer que a gente tá no melhor momento de documentários no planeta. E o Brasil vem bem também. Porque agora virou essa coisa que antes o documentário era sempre um meio linear. E aí todo mundo fala, puta, documentário. Só que agora o documentário se apropriou do estilo de ficção pra ser contado. Então os documentários agora buscam os personagens com estereótipos
biotipos e coisas que rendem uma ficção. Então você olha aquela história do documentário e fala assim, cara, isso aqui não pode ser verdade. Só que é. E é uma coisa legal desse documentário, que é dirigido pela Camila Apel, que é maravilhosa, né? Incrível. E dentro do documentário tem um tipo de narrativa que é a simulação dos fatos. Só que é feito de um jeito que eu achei muito legal, porque ele não é uma coisa que cai num sensacionalismo, ou cai numa coisa meio cafona,
É uma maneira de fazer que eu acho que só enriqueceu. E é bem sutil, né? Não é excessivo, não tá o tempo todo só simulação. Não, é bem pontual, assim, em alguns momentos. Ah, por exemplo, tem um depoimento que não é filmado, não tem imagens. E aí eles colocam lá a personagem fictícia ali na simulação, ali no tribunal, lendo o depoimento dela. Então, assim, são detalhes muito legais.
Tem uma coisa ilustrativa, assim. Eu acho muito legal que eles montam de um jeito lúdico. Então, é tipo um cenário só, com as quatro locações, onde a Camila, desde o começo da narração dela, ela fala que é uma história bilionária que se passa em quatro lugares. Que é um quarto de hotel, um quarto de hospital, uma mansão e o tribunal. Então, meio que esses são quatro sets. É como se fosse o Vai que Cola, tá? Imagina o cenário do Vai que Cola rodando.
E aí, cada parte, uma parte é o tribunal, outra é o hospital e assim por diante.
E aí é muito legal porque as paredes são quebradas, como se fosse realmente um set. Então você vê meio que um backstage, e eles vão indo pra esses ambientes muito bem pensados. Muito bem pensados. O jeito de contar. E tem um detalhe que eu não sei se eu perdi, se você falou. Mas tem um detalhe que é importante, que a Anitta Harley tá em coma há 10 anos. Ela não morreu, ela está em coma. Então assim, isso é... E aí é um dos cenários que a gente vê ali e tal. E isso que deixa tudo mais intrigante.
Spoiler, né? Eu nunca fui essa pessoa. Mas será que... Não é longe do monge, né? Mas será que no final do último episódio ela não acorda? E dá depoimento? Meu Deus. Porque do jeito que você vai assistindo, o negócio é tão maluco. E aí fala assim, até aí tudo bem. Eu sempre lembro da uma vez. Não, até aí tudo bem. Você fala, não, não tá tudo bem. Até aí já foi muito. Não, até aí tudo bem. Não, não, mas até aí tudo bem. Aí a própria Camila, quando ela aparece em cena falando como ela foi achando essa história, ela fala, a gente achou que não podia acontecer mais nada, né? Mais nada, mas...
Tem um episódio, duas viradas de episódio que são fantásticas, não vou falar o quê, mas aí vocês vão lembrar, quem assistiu vai saber. Do 3 pro 4 e do 4 pro 5. Tá. O do 3 pro 4 é quando uma pessoa improvável assume a Pernambucana. É, nossa, eu gritei. Esse a Modi levantou. Esse eu levantei. Esse aí, nem o Brasil no Oscar tirou a Modi do sofá. Caraca, juro pra você. A Modi saiu revoltada. Eu gosto quando ela sai assim,
Não. Não, não pode ser. Não pode ser. Ela aparece aí, falando que vai voltar no babu. Não, não. Gente, juro. Esse daí foi chocante. E o 4... Não, esse tá aí também. O 4 por 5, a Modi mandou pausar. Esse aí, a Modi falou assim... Eu acho que ele tem mais ainda. Pausa. E aí, pausou bem no frame, que é o frame que revela algo que você não espera. É muito surpreendente. Ela fala assim, não. E aí, quando eu percebi, aí corta. É uma imagem que é, tipo, muito engraçada e totalmente inusitada. A Modi falou, não, não, pausa. É chocante.
Aí a Modi levantou, deu uma volta, respirou. Não, porque assim, o que faz uma peça audiovisual ser tão boa? Personagens. Sim. Cara, os personagens desse documentário são fantásticos. E assim, parece uma ficção. Você fala assim, não é possível que essa história é real e tá acontecendo. E tá acontecendo ainda hoje. A gente vai tendo a revelação dessa história ainda, né? Sim. Porque ainda tá coisa acontecendo. Então é muito fantástico que você fala assim, meu Deus, não é possível que essa pessoa existe.
que é a Suzuki, né, que é uma das principais na justiça, você fala, não é possível que essa mulher existe, assim, sabe? E aí tem uma coisa que também já foi bem dita, então assim, não é um spoiler. Que ela diz que ela foi a companheira da Anitta. Isso tá no cold open na série. É, a namorada, é verdade, a namorada da Anitta, a mulher, a esposa, ela usa como a esposa da Anitta. E as pessoas da família da Anitta falam, claro que não! Ela era a funcionária da Anitta. Então você fica,
O negócio inteiro falando, meu Deus, era? Não era? Era? Não era? Aí vem uma foto, aí vem um documento, aí vem uma certidão, aí vem uma outra foto, aí aparece um outro personagem, aí o outro... Aí aparece um cara na Venezuela, falando, não, eu vi não sei o quê. Aí aparece um vídeo no Copacabana Palace, no Réveillon de 99. Aí você fala assim, caralho. Aí você vê um selinho, aí você fala, e caramba? Aí o negócio, ah, não, mas aí...
Ah, rasgaram as fotos. Aí, de repente, a Camilápio tem as fotos. Aí você fala, meu Deus do céu. É isso. Aí tem outra pessoa que aparece e fala, eu que sou a verdadeira companheira de Anitta. Você fala, meu Deus do céu.
E esse negócio de personagem é muito bom, porque acho que tem o futuro do documentário, digo isso até por estar trabalhando com não-ficção e ouvindo os streamings, os players, o que todo mundo busca, tem essa fixação do true crime. Só que ele se esgotou num lugar que é assim, tipo, eu preciso de um crime, um assassinato, um serial killer, uma morte icônica, um foragido, eu preciso de um furo de reportagem, preciso de um caso Evandro, preciso de uma mulher na casa abandonada. E surge um novo momento, que é um soft true crime.
eu gosto de chamar. Que assim, tem crime? Pode ser que tenha, mas não é sobre o crime. Não é sobre o crime. É sobre as pessoas que estão ali. O Vale o Escrito, do Globoplay também, acho que ele abriu um pouco essa cabeça, que é do tipo assim, tem crime, tem contravenção, tem assassinato. Tem bilionários, que é também... Tem jogo do bicho, tem tudo isso aqui. Os personagens, quando você vê as pessoas falando, você fala assim, cara, não é possível.
É fascinante. As pessoas existem. São pessoas reais falando isso. Lembra um pouco do Vale o Escrito, né? Então, e aí eu acho que tem essa pegada que é do tipo assim, tem humor, que é do tipo assim,
assim, porra, tem o... É um crime, aconteceu isso, que no Vale do Escrito eles chamam de contravenção, que é um crime soft também. Então é tipo, não, é contravenção, a gente não é criminoso, a gente é contraventor. Eu amo. Então tipo, o cara falar isso, você fala assim, não, não é possível que esse cara tá dando uma entrevista. E aí eu acho que tem uma sagacidade na montagem, nas coisas, que é tipo, te dar humor, te dar frases, te dar momentos.
Frases de impacto que você fala, né? Que os personagens falam, que você fala assim, cara, isso aqui não é tão importante pra história, mas só da pessoa falar isso, você fala assim, caramba, pra onde vai? E esse documentário,
tem um pouco isso, né? Que as pessoas vão aparecendo e você fala assim, meu Deus do céu. Tipo, como assim essa pessoa existe? E aí começam a aparecer pessoas improváveis. E aí eu queria trazer duas pessoas que começam a aparecer, que é a diretora Tizuka Yamazaki, uma das maiores diretoras da história do país. Amiga pessoal da Anitta, porque a Anitta é a mãe dela, Helena, que era a presidente da Pernambucanas. Botaram dinheiro num filme dela, que ela fez.
E Tizuka Yamazaki é simplesmente a diretora dos filmes da Xuxa. Sim. E a Camila foi...
Mila dirigiu o documentário da Xuxa. O documentário da Xuxa. Então, o Xuxa requebra. Estava lá a Tizuki Yamazaki. Então, ela faz parte da nossa história. Então, quando eu vi a Tizuki Yamazaki, já me deu um negócio assim. Eita. Opa. Fazia 20 anos que eu não vi a Tizuki Yamazaki. E, de repente, ela está falando da mulher da Pernambucana que está em coma. Que era amiga dela. Que era amiga íntima dela. Tanto que ela fala, não, conheço, não conheço, conheço, não conheço.
Assim, perfeito. E aí, quando a gente vai ver... Já sei de quem você vai falar. O advogado. Ah, não. O advogado. O advogado da Cristine. Você olha e fala assim, eu conheço esse cara. E aí, você vai ver,
Luiz Eduardo Cardoso, que foi o ministro da Justiça da Dilma e advogado-geral da União em 2016, no processo do impeachment. Sim. Então você olha e fala assim, cara, a Tizuki Yamazaki tava ali falando que era amiga da Anitta, beleza, a cineasta do Xuxa Requebra. E aí agora apareceu um ministro da Justiça, que é advogado de uma das mulheres que quer a herança da Pernambucanas, e esse cara no meio de uma grande fofocaiada. É. No meio dessa galera. E botando a lei na fogueira. É.
Do meu ponto de vista, eu não posso falar porque eu seria antiético. Mas... Eu falo assim, cara, que fantástico. E aí, o advogado da Suzuki, ele é uma figura, que é o Daniel. Ele é uma figura que você fala, cara, ele saiu de um filme do Modi. Como que é o nome do... O Compro Likes. O Compro Likes, gente. Está no Disney Plus, pra quem quiser assistir. Muito bom. O Lucinho Moro Filho faz o personagem de peruca, que é ele. Que é exatamente o Lucinho.
Gente, é o Johnny. É o jeito de falar, é o cabelo, tudo. Que você fala, não é possível. Enfim, guardem esses nomes.
tem a dupla dinâmica de primas da Anitta. E aí eu quero trazer um ponto aqui, que pra mim, o meu grande aprendizado, tá? Com essa série do testamento, algo que eu aprendi e que todo mundo deve levar pra vida. Não importa quanto dinheiro você tenha no banco. Quanto a sua família faturou, se sua família tá devendo dinheiro pro Serasa ou se sua família é dona da Pernambucanas. Sempre vai ter duas primas fofoqueiras. Sempre, gente. Que são carisma. E elas completam frases, uma ri com a tua outra fala,
Elas se pegam, se abraçam, são irmãs. Elas choram. Elas já se apresentam dando risada e falando que são irmãs. E aí a direção pra mim é fantástica, porque falaram assim, temos que botar essas duas juntas. Porque todo mundo dá depoimento separado. É verdade. Aí botaram as duas, elas são um alívio cômico. Que é do tipo assim, ah não, golpista, bandida. Safada. Minha tia? Tia estaria se revirando agora. Ela levanta que ela vai falar, que safada.
juro, as duas, elas representam a gente assistindo a TV, sabe assim? Isso, isso, é tipo um react. É muito bom, é muito bom. E aí elas dão, sabe, essa coisa bem humana, assim, que você fala, cara, tô me sentindo representada. E, nossa, elas são fantásticas. E eu falei de fofoca, e é uma fofocada, porque o documentário nasce de uma fofoca, né? Camila Appel tá no hospital, tem alguém da família dela que tá internado, e aí ela percebe no quarto do lado, um quarto que tá com segurança,
uma coisa meio ali, tipo, misteriosa, de quem está naquele quarto, no Sírio Libanês. Vai assuntar, repórter investigativa, documentarista. Começa a descobrir a história, revirar a história. E aí, ela deixa isso bem claro no documentário, vocês vão percebendo, que nem ela esperava que ia chegar nesse ponto. Então, a história era uma coisa. Tanto que a Suzuki, uma das personagens, inclusive, quase que não participa da série. E ela ia fazer a série mesmo sem ela. Porque tem tanto material. E aí, quando ela vem, outro horizonte,
e se abre pro documentário. Que ela fala isso, né? Que as pessoas têm essa coisa de não querer participar e tal, mas no fim, tá todo mundo ali disputando uma parada que você falar, você defende o seu lado na história. Então é importante, né? Você falar ali nesse meio. Essa é a barganha que você tem, né? Você fala assim, ó, as outras pessoas vão contar a sua história. Você é uma pessoa importante ali. Você quer falar a sua história ou quer que outras pessoas contem a história do jeito que elas acham que é?
E tem uma disputa judicial rolando no meio disso, né? Então assim... É, e aí, trazendo
voltou o meu oi, no meio de tudo isso, tem uma casa que foi construída, no meio dessa história toda, na aclimação, uma casa que custou 30 milhões de reais. É, da Anitta. Que é a casa onde hoje está a nossa querida Suzuki. Morando lá. Morando lá. Porque ela morava lá, né, nessa casa, quando a Anitta estava viva. Isso. Quando elas saíram do hotel, porque elas moravam num hotel. Elas moravam num hotel. Tinha um andar do hotel, com os funcionários e todo mundo, que a Anitta gostava muito desse hotel.
O hotel fechou pra reforma e aí construíram essa casa, que é uma casa, que é tipo assim,
no meio da aclimação, você vê a imagem do drone assim, é tipo um castelo. Então tá chamada de chateau. Que elas viram na França e elas ficam apaixonadas e construíram um chateau. Que é uma casa de 89 cômodos. Gente, e 37 banheiros. 37 banheiros. Quando vem essa informação, vocês falam, não é possível. Pra quê? E aí você vê que a cabeça de pobre sempre vai prevalecer, né? Não dá tempo de você conhecer os 89 cômodos da sua casa, eu acho. Quem vai limpar os cômodos? Não tem porquê.
por mais que tenha família, pelo que a gente entende, a família não ficava lá, sabe? Então fica uns quartos vazios, só juntando poeira. E aí tem uma hora que eu falo, gente, tô assistindo o Sailing Sunset, que o Daniel, que é aquela figura, o advogado, tá dentro da casa falando, é uma mansão com mármore rosa, esta casa, não sei o quê, e 37 banheiros. E você fala assim, gente, tô vendo o Sailing Sunset do nada. Sim, e aí ele...
E aí eu queria um tour, na verdade. Acho que faltou um pouquinho mais do Sailing Sunset, porque eu queria um tour pela casa nesse documentário.
Eu acho que estão perdendo a chance aí da Suzuki, agora que ela virou uma celebridade, de fazer o vlogão da casa, mostrando os cômodos da casa. Com certeza isso ia viralizar. O Kazé ia repercutir, reagir à casa dela com o Chico Moedas. E quem sabe ela ia conseguir o dinheiro da herança da Pernambucanas fazendo publi. Sim. Não vai precisar nem mais da Pernambucana. E aí as pessoas vão falar, o Casimir vai fazer o react do tour da casa. É isso. Mas é fantástico.
milhões da casa. Só que assim, é muito desproporcional pra realidade de, sei lá, de 99,9% da população não gostaria de ter uma casa de 89 cômodos, eu acho. É muito deslumbre. Ela fez pra ela. É o deslumbre, é isso. É o deslumbre de você ter muito dinheiro e você não tem o que fazer com esse dinheiro. Imagina morar sozinha numa casa dessa. Pelo amor de Deus, eu tenho pavor, gente. E a manutenção? Nossa. A primeira coisa que veio na cabeça é manutenção. Não, todos aqueles quartos. Mas é isso, tinha muito funcionário, né?
Então, o preço da manutenção. Isso daí também é uma outra disputa que acontece no documentário, que você começa a se perguntar, se essa mulher está em coma e ela assinava tudo, quem está pagando as contas de tudo? Quem está pagando a vida? Porque ela tinha uma vida que era assim, fim de semana, vamos para Paris, vamos. Até porque era uma mulher bilionária. Presidente de uma grande empresa, ela pode fazer isso. Igual vários bilionários fazem isso sem a gente saber. Então, é meio maluco, porque é muito dinheiro, só que,
Quando ela entra em coma, as pessoas começam a ver as contas, né? Porque alguém precisa olhar e falar assim, peraí. Eita. Estamos gastando tudo isso com isso? Tudo isso aí começa. Será que não corta aqui? Corta ali? E aí a briga delas começa um pouco nesse lugar, né? Porque as regalias da casa começam a ser cortadas. E a Suzuki mora lá com o luxo que ela morava antes. E aí imagina tirar os empregados de uma casa dessa. Uma vida solitária, né?
Já começa por aí, porque a casa daquela sozinha. Eu aqui, na nossa casa, sozinho, eu já fico desesperado, quer amor de estar no Rio. Imagina uma casa dessa.
A casa já fica grande? 87 quartos. Já é um corredor que é muito longe a sala do quarto? Eu não consigo entender. Eu já fico meio assim... É, se tá muito escuro já me dá um negócio. É. Imagina estar numa casa de 87 cômodos, 86 cômodos, no escuro, sozinho, faz um barulho. E ainda é muro baixo, não sei se vocês repararam. Marina Climação. Não, mas é muito seguro nessa porta. Tá em que ranking? O barro da Climação. A Moide tá nessa agora, galera.
Não sei se vocês têm acompanhado, se vocês são de São Paulo ou não, mas saiu o ranking dos assaltos,
Assaltos furtos, né? Furtos. Furtos, que é o roubo do... Passou de bicicleta e pegou, né? E pegou o celular. Não é o assalto a mão armado, o quebra-vidro, que esses daí também, inclusive... O quebra-vidro, acho que pode ser também. Se não tiver arma, é furto, né? Que caracteriza o assalto, é a mão armada. Saiu um ranking dos 10 bairros de São Paulo, que são os bairros mais afetados pelo furto. É uma onda que tá acontecendo aqui em São Paulo.
É. Estamos nos acostumando... Porque a gente tá abandonado. Estamos nos acostumando. Sem governador e sem prefeito.
bandidinho no Waze. Gente, que não... Porque aqui, e é normal, é do tipo assim, tem assalto ali. E aí você vai pra esquerda. Porque é o ícone do Waze que é um bandidinho bem de personagem de desenho, assim, bem estereotipado com um gorrinho. É, tipo do Pato Donald. É, um gorrinho. Ele é tipo do Pato Donald lá que tem aquela gangue do Pato Donald. É, isso. Ele é tipo um personagem daquela gangue do Pato Donald. E aí ele tá ali e tem uns lugares que tá sempre.
Tem um lugar aqui em São Paulo. É, tem um lugar que você já sabe. Tem um lugar aqui em São Paulo que é onde para pra entrar na 23 de maio ali.
Paulo você já sabe onde é. Veio do Minhocão 23 de maio. Porque o bonequinho tá sempre ali. Quando eu vou pro aeroporto, eu mando pra Modi o print do Waze e a Modi vai e manda pra mim. Ih, ó, o bandidinho tá lá. E porra, ninguém faz nada. E nunca tem uma polícia lá? Nunca? Começou a ter, eu já vi viatura lá. Ah, eu vi viatura lá uma vez. Olha eu, olha o Waze mudando. Olha lá. Mas enfim, e aí você tá falando do ranking. E aí tem um ranking na cidade de São Paulo que é dos bairros.
E aí Pinheiros é o primeiro bairro de mais furtos. E o nosso bairro é o terceiro.
E aí agora a gente se comunica, tipo assim, aonde que é esse lugar que a gente vai? Aí eu falo, amor, de que lugar que tá do ranking? Pra saber. A gente foi dar um rolezinho em Pinheiros esses dias e falei, não quero ficar andando muito aí, guarda o celular. Então é isso, então tem o ranking, a aclimação, não sei que lugar tá no ranking. Eu acho que tá lá no top 10. Tá no top 10? Eu acho que Vila Mariana, né, é o segundo lugar Vila Mariana.
A aclimação tá ali. E aí você olha a casa, é um chateau, né, de 86 cômodos, com murinho baixo, que você vê a casa inteira. Mas tudo bem, tem segurança pra cacete.
naquela casa. Essas pessoas, elas tinham um segurança na porta do quarto. Tanto que, inclusive, quando ela teve o AVC, foi o segurança que ajudou ela pra ela estar viva hoje. Imagina você ter um segurança na porta do seu quarto? Que horror! Eu fico pensando, sabe? Tipo, legal você ser muito rico. Mas a que custo? Ah! Um segurança na porta, vai! Nossa, um segurança na porta do seu quarto? Ah, não, mas aí eu acho que é um negócio muito... Não precisa ser isso. Pode ser um segurança no...
É que a pessoa é muito rica. No hall. São muitos bilhões. É uma pessoa que realmente pode... Tudo pode acontecer com ela a qualquer momento. Sim. Pode invadir a casa. Pessoa pública ainda. É, entendeu? Por mais que ela tinha uma vida muito reclusa... Ela era conhecida como a... Como que era o nome? A dama? Não. Do varejo? Ai. Misteriosa do varejo. A misteriosa do varejo. A varejista misteriosa. Porque ela não ostentava. Porque ela era super low profile. Ela vivia uma vida de muito luxo, mas ninguém sabia. Ninguém sabia.
era super low profile. Por isso que é até difícil de saber a coisa do relacionamento. Aí tem essa coisa que também traz a coisa da fofoca, que é essa coisa do relacionamento. Porque tinha a Suzuki que fala que é a esposa dela e tava sempre com ela, só que pra todo mundo ela era uma assistente pessoal da Anitta. E aí você vê nas fotos, você fala... Mas assim, eu não vou também enviesar quem não assistiu ainda. Quem assistiu deve tá doido pra comentar com a gente o que acha e tal.
É, mas é que tem muita gente que assistiu. É, mas aí o que eu queria trazer também é que
Tem umas fotos ali que assistente pessoal não tira com o patrão. E aí eu dou razão pro advogado doidão. Que é do tipo assim, puta, legal. Mas aí você, na costa malfitana, de frente pro oceano, tomando um champanhe. E a sua assistente pessoal meio de camisolinha, e você meio que voltei da praia agora há pouco, tirando uma foto. Deitadas na cama. Mas ao mesmo tempo, você consegue perceber que a Anitta era uma mulher
que ela tinha uma relação muito próxima com os funcionários, que no fim os funcionários eram a família dela, né? Sim, porque ela era pensada de trabalho, né? Ela trazia pra perto, ela dava coisas. Então você fica pensando, pô, também ao mesmo tempo ela era essa pessoa, mas sei lá, entendeu? Não sei, não sei. E aí, o que também, outra coisa que eu acho muito bom do documentário, porque ele é tão bom, cativa tanto, porque ele traz um assunto que é dinheiro, herança,
que é algo que pode muito acontecer com as pessoas, né? E que você fica se imaginando. E traz também, dentro disso, o tema morte. Que é, tá bom, a pessoa morreu, e a herança vai pra quem? Tem testamento? A mulher tá em coma. Ela não pode ir lá falar, ai não, gente, ela não era minha mulher, ela não era minha esposa, não. Não tem como falar isso. Então, assim, ela pode acordar um dia. E essa galera bilionária, eles têm uma lucidez pra falar essa coisa da morte,
império que eles construíram. Então eles são muito preocupados com o legado. Então, essas pessoas em algum momento elas têm que parar e fazer realmente um testamento, porque elas precisam organizar a vida delas nesse império, pra não acontecer isso daí. E acho que vai ter de bilionário agora, já chamando os advogados e fazendo um testamento, já pensando direitinho. Mas eu acho que isso vale pra todo mundo. Sim. Porque a gente precisa pensar na morte.
Sim. E na vida após a morte. Mas sabe um fato muito curioso dos bilionários, que eu não sei se você sabe, mas
Pode ser que muita gente saiba. Famílias de bilionários não viajam no mesmo avião. Ah, tá. Eles dividem o avião. Pra não... Porque se morrer, não morre a família inteira. Em sucession, eles viajam tudo no mesmo avião. É, eu não sei se eles viajam no mesmo avião. No jatinho, vão tudo junto. Mas sempre tem um... Um que não vai. Um que não vai. Mas não é por isso. Não, mas tudo bem. Mas aí eu acho que eles falam assim, bom, aquele lá ficou, menos mal.
Seis histórias aí e é uma coisa real. Tipo, é voos separados. E aí divide. Tipo, ah, o pai com a filha, a mãe com o filho. Porque aí se cai o delas, a gente fica...
empresa. Se caiu o nosso, elas continuam com a empresa. Gente, é uma frieza, né? Então, essa frieza aí. Caraca. Pois é. Não, mas é isso. Eu acho que, assim, é um tema que eu fiquei pensando. A gente ficou conversando sobre isso, né? Do testamento e tal. Porque é isso. Precisa ser falado. E é um tema muito difícil. As pessoas têm muita dificuldade de lidar com a morte. E de pensar nisso. Só vai pensar nisso quando acontecer. Só que, no fim, você tem que pensar.
Eu amo esse assunto. Amor de odeia. Não, eu tenho ficado mais interessada. Inclusive, a Camila,
é uma estudiosa do assunto. Ela tem um blog que chama O que você quer ser quando você morrer. Então, ela tem esse fascínio por esse tema de morte. E eu estava lendo uma entrevista dela que ela fala que se interessou muito porque ela começou a ver os diversos tipos do que você faz com as cinzas quando a pessoa é cremada. Você pode transformar em fogos de artifício. Eu sabia disso. Fogos de artifício, diamantes,
no caso da Preta Gil. Aí tem o que mais que tinha? Enfim, você pode fazer de tudo. Então, e tem isso, você tem que respeitar o que a pessoa queria também. Então, são várias coisas. E aí é isso. E aí tem a questão do... Porque no meio do documentário eu falei, tinha testamento ou não tinha? Ela fez um testamento ou não? Aí vocês vão saber, né? Porque quem assistiu até o fim. E aí você fica pensando, pra quem que vai? Então, se você não tem um testamento, quem são os primeiros a ter?
direito das suas posses. São seus filhos e netos, se você tem. Se não, vai pros pais e cônjuge. Aí só depois vai pros outros da família, que é tipo irmãos, sobrinhos. Pra chegar na gente uma herança misteriosa, tem que ser alguém muito distante. Eu acho que a gente tá ferrado nesse lugar. E aí, tudo tem que ser dito e escrito. O que você quer que aconteça quando você morrer? O que você quer com o seu corpo? O que você quer que façam com isso? Pra quem você quer que vá o dinheiro?
esse assunto ser um assunto tabu, sendo que é algo que... Todo mundo vai passar. Não, mas todo mundo sabe o que vai acontecer. Pode ser uma tragédia, pode ser dormindo, pode ser... Mas todo mundo vai morrer. É. Em algum momento, um de nós vai morrer. E é horrível pensar nisso. Odeio. Eu odeio pensar nisso. Só que toda vez que alguém fala dessas coisas de morte, vem um papo de coisas que eu já vi de família, de amigos, que é a burocracia.
Burocracia. Por quê? Porque as pessoas não conversaram sobre antes. As pessoas fingem que não vai acontecer. É. Então, tipo assim, não, não vamos falar sobre isso. Nossa, vai atrair. É.
vamos sentar e não sei o que, a minha avó fez um testamento. E ela me mostrou. Então, tipo, esse é o momento que você fala assim, minha avó lúcida, isso já faz alguns anos. Minha avó tem 96. Mas tá melhor que... Tá conversando melhor que eu, assim. Conseguindo... Se botar ela num podcast e acha que ela vai embora. Tá maravilhoso. Sei lá, ela tinha uns 90. Ela fez um testamento dela lá. E ela me mostrou, tipo, e aí eu li. E aí é muito louco, porque você lê com a pessoa que tá viva, uma carta que ela escreve de próprio punho,
do que ela vai fazer quando ela morrer. Só que aí ao mesmo tempo eu falei assim, cara, isso aqui é muito foda, porque... Minha mãe ficava assim, ai, sua avó fica falando com vocês dessas coisas. Fala, não, não, quero saber. Quero saber o que minha avó quer. É importante. Porque depois morre e aí fica todo mundo se sentindo culpado. E a gente nunca... Ai, o que será que ela queria fazer? A gente nunca falou um pro outro. Do quê?
De coisas de morte. Do que faz com o corpo. Não. Entendeu? Mas que aí eu acho que a gente tá... Mas ué, tudo pode acontecer, gente. Eu sei que você não é contraditório com o meu próprio ponto. Ué, porque aí...
Você não morre só de velhice. Você pode ser atropelado amanhã. Entendeu? Pode acontecer qualquer coisa. Esse é um assunto que eu tenho muito com o Sidney, meu querido terapeuta, que todo mundo sabe. Que era o da Camila também. Todo mundo sabe quem é o Sidney. Aí eu deixo de falar o nome dele. Ah, o Sidney. E a gente fala muito sobre isso. Um dos assuntos preferidos que eu tenho com ele é sobre morte, sobre luto, sobre coisas. Porque nasceu quando o Pistachi morreu.
Eu comecei a entrar nesse looping de falar sobre isso. Ele começou a me trazer várias coisas muito legais.
gás da psicologia e tal. E aí ele me traz uma frase que eu levo pra vida, e se você quiser também, não precisa nem fazer a consulta com o Sidney, que eu sempre falava que, ah, eu quero passar esse ano o Natal com a minha avó, porque pode ser o último Natal da minha avó. E aí sempre fica esse papo, né? Porque minha avó tem 96 anos e pode ser que aconteça. Só que eu falo isso há oito anos. E minha avó tá presente, tá tudo certo, e aí ele fala pra mim, você também tem que pensar que pode ser o seu último Natal também.
Porque você pode ser atropelado amanhã. E aí é o último Natal que sua família passou com você.
E aí eu parei esse dia e falei assim, é, realmente? Vamos viver a vida? Vamos organizar tudo bonitinho? Então é isso. E aí não organizou. Não fala sobre assunto. Mas é isso. Eu não gosto porque eu não gosto de pensar. Então. Mas é um direito. E eu sou desesperada com isso. Nossa, eu tô até me mexendo aqui porque eu fico muito nervosa com esse assunto. É um direito. Eu tenho muita dificuldade de lidar com a morte, a coisa que eu falo na terapia. Porque, nossa, dói muito. É sofrido. E aí é muito foda você viver um luto.
ainda ter que lidar com burocracia, né? Agora, você imagina, no caso do documentário, isso que me pegava muito, que é assim, ela tá viva. É, ela tá em coma. Só que ela tá em coma há nove anos, vai fazer dez anos agora. Foi em 2016 que ela sofreu um AVC. E aí fica aquela coisa, tipo assim, bom, a gente tá fazendo tudo isso aqui no bastidor, só que ela tá lá, viva. Considerada viva. É, porque não deu morte cerebral, então ela tá viva.
Então é muito louco isso, porque pode ser que nada dessa história seja verdade no final das contas, só que ela tá lá.
vai dizer se é verdade ou não, a justiça. E aí a própria justiça no documentário, você vai ficando puto também, porque tem umas horas que é tipo, ah, a justiça decidiu o que, não, peraí. Ah, não, a justiça voltou atrás. Na verdade é isso aqui. E aí fica todo mundo assim, sou eu? Não, agora sou eu. Gente, é uma loucura, e ainda tá, vai ter desdobramento, vai ter que ter uma parte 2 aí desse documentário mais pra frente, porque mais coisas vão acontecer.
Eu acho que vai ter um episódio extra. É, não é possível. Coisas atuais que furam a bolha, eu acho que elas tendem agora a fazer um barulho, a justiça, todo mundo vai meio que, por conta do sucesso do documentário,
revê coisas, eu acho. E aí pode ser que tenha um novo capítulo dessa história, que vai ser o fechamento ou uma continuação. Tipo, a segunda temporada continua o mistério aqui. Pode aparecer personagem novo. Aparece também nos últimos 10 minutos do doc. Surge um novo personagem. Exato. E aí pode vir a atualização dessa história aí que vai vir. Pode ser. Vai ter um resultado do que eles queriam. Então, cara, é muito fantástico. Mas voltando pra falar do testamento,
tem uma coisa que é também, sei lá, principalmente num caso desse, que fica muito, tipo, será que tem alguém dando um golpe só para querer o dinheiro? Que fica aquilo lá, tipo, tá bom, tinha um documento escrito por ela. Mas quem garante que ela não foi... Como que fala isso? Coagida? Coagida. Chantageada. O quanto vale um testamento? E aí, pelo que o nosso querido Luiz Cardoso fala lá,
Vale menos, então. Porque é muito fácil juridicamente você quebrar aquilo ali, porque é um papel escrito por alguém assinado, registrado e tudo, mas você pode ter uma narrativa diferente pra, assim, beleza, ela pode ter apontado uma arma na cabeça dela pra ela fazer aquilo. E poderia. Poderia. Então, acho que eles falam até uma coisa no documentário que ele fala, cara, isso daqui é a coisa mais bizarra que eu já vi, que é do tipo, não tem como comprovar que foi ela que fez o testamento, porque ela tá em coma.
E aí ele fala assim, bom, se ela tivesse morrido, também não teria como, porque ela estaria morta. É. Então pra que serve o testamento? Exato. Eles precisam comprovar que aquele testamento é real, só que a pessoa faz o testamento porque é pra você ler quando ela morre. É, então, os testamentos só vêm à tona quando a pessoa, né? Pois é. Fica incapacitada ou morre. Então, assim, e aí? E aí fica esse mistério também de um outro testamento, que esse daí só deve aparecer quando ela morrer real. É, então, porque esse que a gente tá falando é um documento,
É, que é quase uma procuração. Procuração, é. E tem um testamento aí. E acontece um negócio, você fala assim, meu Deus, cadê esse testamento? E aí, ninguém pode ficar falando de testamento se a pessoa não morreu, né? Tanto que o advogado dela, quando entra nesse assunto, ele... Prefiro não comentar. Porque falam que existia, mas ninguém sabe na mão de quem tá. Quando aconteceu todo o negócio do AVC, esse testamento foi pra mão de alguém. É, porque o que acontece? Quando a pessoa ainda não morreu, ela...
O patrimônio dela ali fica sob curatela. Isso, que é uma palavra nova que a gente descobriu. Agora eu vou usar muito. Eu não, eu já usava com as da Britney Spears. Ah, tá. Mas a curatela. E aí, quem pode? Quem tem direito a essa curatela? Então, assim, é isso que você sabe que está em jogo. Quem tem essa disputa pela curatela. Que assim, não é que você pode fazer o que você quiser com o dinheiro. Não é isso, o dinheiro é teu. Porque você está na curatela. Não é isso. Mas você tem domínio sobre aquilo. Você pode fazer.
algumas manobras, né? Algumas aprovações, algumas movimentações e tal. Mas você cuida daquele patrimônio. Sim. Que no caso o maior patrimônio é ela, né? É. Então é do tipo, quem é a pessoa que pode visitar, que deixa os outros não irem. É. Então tem isso também. Pessoas que foram proibidas de visitar ela no hospital, aí só a pessoa que tá com a curatela pode visitar. Só que a curatela vai pulando. E aí todo mundo teve essa curatela em algum momento.
Só que aí você fala assim, não, não é possível, não é possível, não é possível. No final, gente, você sai assim, ó, não sei mais o que eu sei da vida. Não sei mais o que, gente.
Mas é uma loucura, assistam. E aí você fala assim, será que vale a pena ser bilionário? Vale. Vale. E aí chega a conclusão que vale. Mesmo com tudo isso, vale. Com gente querendo te dar golpe, vale. Não, para. Eu acho que não vale existir, não deve existir bilionários. Eu acho loucura existir bilionário no Brasil. Mas já existe. Eu sei, mas você fala, cara, como que pode? Mas se já existe, não vai acabar os bilionários. Tá bom, exatamente. Então eu prefiro ser mais um. Não, se vier pra mim, que eu sou uma pessoa,
aparentemente tem um bom gosto, né? Tem isso também, né? Tem uns bilionários com mau gosto do cacete. Mas o dinheiro mexe, tá? Mas o dinheiro mexe, eu acho que com bom gosto, talvez não. Mas mexe com o deslumbre, né? É, eu não boto minha mão no fogo, não, por mim. É, nem é por você. Não, não, se eu fico bilionário... Vai subir a cabeça? Pode ser. Você vai passar o pé? Pode ser. Não sei. É muito dinheiro e muito poder. Por isso que quando envolve família ainda, né? A gente sempre vê que dá merda quando envolve dinheiro, gente.
Pode ver. Todos os casos de treta, de família, né? Envolvem dinheiro. E qualquer quantia, né? É. Tipo, cem reais num negócio de um pix que não fez lá, já... Seu primo já tá falando que você... Ih, ele tá na merda. Exatamente. Não conseguiu pagar cem reais pra gente, aí já começa o papo e perdeu o emprego. Ih, não sei o quê. Cara, fofoca, fofocaiada. Tá, e os doninhos que não deixam a gente mentir? Não deixam. E é o que eu espero agora.
Eu quero ter a curatela de todos os doninhos do Brasil, tá? Porque chegou a hora.
do nosso FAQ, donos da razão. FAQ, donos da herança. Quem dera, né? A gente pediu histórias cabulosas de treta de família, nível Anitta Harley, hein? Vamos lá. Alô, Camila, já fica de olho aí, que quem sabe o próximo não sai do FAQ. Eu vou começar com uma que é de herança, tá? Não vou falar o nome, pediu sigilo. Então vamos lá. Era uma vez uma pessoa que prometeu a vários primos uma parte da herança. Família grande, coisa de 20 primos.
Todos iriam receber o mesmo quinhão. Mas essa tia rica ficou muito doente e morreu antes. No leito de morte, a irmã dela intoxicou... Meu Deus! Gente, eu só leio o comecinho, tá? Porque eu quero reagir com vocês. No leito de morte, a irmã dela intoxicou a coitada porque a sua filha iria receber esse valor enquanto outros sobrinhos receberiam juntos o dobro. Por quê? Porque são irmãos e cada um receberia a mesma quantia. Não entendeu, né? Nem eu.
A mesma quantia, mas por serem irmãos, juntos teriam o dobro do valor. Aí acabou que houve o falecimento, ela era muito querida mesmo. Teve gente que veio de outros estados, só não veio um neto que estava em outro país. E não dava pra chegar a tempo, coitado. Quando a sobrinha queria receber o dobro, foi conversar entre os tios, ela falou que seu único medo era que houvesse briga por dinheiro. Mal sabe a coitada que a briga era pra ela receber mais.
Bom, agora esclarecendo partes sigilosas. Não pode ler em voz alta pra não dar processo pra mim.
Não entendi, não posso ler. Vai ler a voz baixa? Não entendi. Volga o sentido do podcast, então. Tá maluca? Olha os advogados dos Modi tendo que dar depoimento depois no podcast. Passei pro Modi, gente. Ah, tá. Pera aí. Ele é roteirista? Ele que se vire agora. Não quer ser roteirista. Vou ser bem sucinto, porque os detalhes aqui realmente vão descobrir que é você, porque parece poucas pessoas viveram isso no Brasil. Não, gente, é muito cabuloso.
Eu acho que o que a gente tem que dizer aqui é que, na verdade, os netos não eram netos de verdade.
Certo? Porque aí tem isso também, né? Ela começa a descobrir depois, quando pinta um dinheirinho, aparece gente de fora. É, falando que é parente. E aparece alguém que tem uma força e fala assim, então, mas na verdade, vocês não são netos dela, porque não sei o que, aconteceu alguma coisa. E o dinheiro não era dela. Era de uma outra pessoa. De uma outra pessoa, que era uma outra tia. Que morreu, uma morte suspeita. Morte suspeita, então, ou seja, esse bastidor aí, tava querendo matar um familiar pra ficar com o dinheiro.
é isso, né? Uma história de novela onde o batidor mostra que a pessoa morta valeria mais do que ela viva. Exato. Porque as pessoas queriam dinheiro. É isso, quando entra dinheiro, a pessoa se mostra. Loucurada essa história. Isso aqui daria uma boa série também. Daria. Porque, por exemplo, a história da Anitta Harley, a gente assistindo, eu falei, gente, isso é história de novela. Sim. Então, essas coisas existem mesmo. E o advogado fala, aí virou novela mexicana.
É. O Daniel. Ah, sim, virou. E você é responsável por isso. E você é um dos personagens.
É bastante história de dinheiro, viu? Eu não vou ler nome de ninguém, tá? Porque, assim, é uma história que eu vou falar, hein? Teve uma época que o meu avô levava marmita pra irmã da minha avó todos os dias na casa dela. Ele era muito alcoólatra e não tinha dinheiro pra comprar comida. E aí, um tempo depois, essa tia engravidou e uma outra irmã da minha avó saiu espalhando pra todo mundo que era do meu avô. Não ironicamente, esse meu primo é muito parecido com o meu avô, o que intensificou a fofoca na época e gerou uma briga danada. A treta foi tão feia que a tia teve que ir atrás do pai do meu
primo, fazer DNA e tudo pra provar que meu avô não tinha traído minha avó com a própria irmã. Essa tia que espalhou a fofoca já causou um monte na família. Roubou a irmã e tudo e hoje ninguém mais fala com ela. Mas e aí? DNA ou não? Não. É, eu acho que ela inventou mesmo. Foi fofoca. Inventou. Foi uma coincidência. Foi uma coincidência. Mas o DNA também às vezes falha, né? Também não é 100%. Às vezes pode dar um... Fazer outro. Acontece às vezes. 99%. Bom, vamos pra próxima. Eu amo isso aqui.
A família do meu pai é uma família pouco monogâmica. Tá. Digamos assim. Pra vocês terem ideia, uma das minhas tias era casada e o marido dela tinha outras três famílias, com mulheres e filhos, e tudo de boa pra todo mundo. Inclusive, todas as casas eram no mesmo quintal. Gente. Seita, né? Poligamia. Assim que começa a seita. Que isso, mocha. Poliamor, poliamor. Mas a fofoca que eu quero contar aqui é do meu outro tio, que era casado, e ele e a mulher se traíam no sigilo. Foram anos assim. Eu só sei porque sempre fui fofoqueiro
ouvindo como quem não quer nada as histórias que minha tia contava pra minha mãe. Toda essa história acabou quando eles se cruzaram de carro, um entrando e outro saindo do motel com seus respectivos amantes. Depois disso foi o fim do casamento e a família do meu pai odeia minha tia até hoje. Infelizmente porque ela ainda é minha tia favorita do lado de lá. Favorita do lado de lá. É isso, um abraço pra vocês. Gente, que tenso. Mas é isso, né?
Se encontrar na saída do motel é muito bom. Não, e de um lado uma família poliamor. Todo mundo mora no mesmo quintal, todas as famílias.
E na outra, o traição no sigilo. E aí você vê que o casamento acabou porque tava no sigilo. E o outro que apoia amor tá vivendo feliz pra sempre. Porque tá ali, todo mundo sabe de tudo. Não conversou, né? E aí a gente volta. Ah, não quer falar de morte, que é tabu? Tem que falar também no relacionamento. Tem que falar de relacionamento. E aí? Agora eu vou expor a Modi também. A Modi tá nessa agora, que a gente completou 10 anos.
Aí a Modi tem o momento dela bonitinho antes de dormir, aqueles 5 minutinhos dela que ela fica fofa.
veio ontem, me abraçou e falou assim... Fiz três perguntas. Vamos conversar sobre os 10 anos. Ela falou assim, porque tem que conversar. Não pode deixar ficar na mesmice. Não pode ficar no marado. Não, tem que conversar. Aí ela... O quê? Posso falar as perguntas? Pode. Pode. Aí ela chegou a... O que você mais gosta na Modi nesses 10 anos? Aí qual que era a segunda? No nosso relacionamento. O que você mais gosta no nosso relacionamento? E o que podemos melhorar? E o que podemos melhorar daqui pra frente?
Tipo assim, vamos lembrar do que a gente gosta. O que foi bom até aqui. O que representa o nosso relacionamento. E o que a gente acha que falta. Foi legal. E aí foi bom, porque a gente quase falou a mesma coisa do que falta. E agora tá na nossa cabeça que precisamos trabalhar pra juntos conquistar isso. Isso. Cinco minutos, gente. Né? É. Cinco minutos conversou. Conversou bonitinho, sério. Cara, não foi uma conversa assim, intensa.
Foi só um... É. Mas faz toda a diferença. Uma pincelada. Faz toda a diferença, porque aí você sabe o que o outro tá pensando, né?
Sabe o que você tá pensando. E é assim que segue. E todo mundo tá alinhado. É isso. Cinco minutinhos antes de dormir. É isso aí. Sem perder a amizade. Cinco minutinhos sem perder a amizade. Vamos pra próxima. Vai. Oi, Modi Modi. A minha história é a seguinte. Meus bisavós viviam numa casa com um terreno imenso. Um dia uma construtora bateu na porta querendo comprar pra demolir e construir um prédio de luxo. Nossa, a gente falou disso hoje.
Esse é um sonho, né? De todo mundo que tem um terreno, né? Ai, vamos fazer um terreno de luxo aqui. Vamos mudar vocês de prédio. Vai dar um apartamento novo. É, fácil.
Eu não vendo por nada. Ah, a gente vai dar o dobro. Então eu vendo. Sempre quis vender. Em troca, eles teriam direito a um apartamento desse prédio. Ó, do prédio de luxo. Que bafo. Eis que os bisavós faleceram antes do prédio acabar de ser construído e a herança ficou para os filhos, um total de nove. O apartamento ficou pronto, mas nunca foi ocupado. Uma das filhas sempre ficou encarregada de cuidar do AP vazio, pagando condomínio e tal.
Aí é que começa o babado. Quase 12 anos desocupado e tendo muita dificuldade para vender o apartamento, para dividir o valor para os herdeiros,
Ano passado, uma outra irmã estava passando de carro com uma amiga na rua e percebeu que a luz do quarto andar estava ligada. Então ela resolveu parar na rua do lado e pediu para a amiga ir na portaria perguntar se tal AP estava à venda. O porteiro disse, ah não, já foi vendido há muito tempo. Tem uns dois anos, mas sempre esteve desocupado. Meu Deus, pois é. Essa irmã que ficou encarregada de administrar essa venda conseguiu vender, não contou nada para ninguém e agora está todo mundo na justiça lutando pela sua parte da herança.
Olha lá. Safada. Mas isso daí não pega pra ela na justiça? Tipo, ó, a safada vendeu sem contar pra ninguém. Ah, sim, mas acho que ela foi no risco, né? E como que você prova, né? O quê? Dá pra provar, né? Que ela não contou pra ninguém. Ah, acho que sim, porque ela não passou dinheiro pra ninguém, né? Gente, que bafo. Achei bafo. Não, acho que ela vai perder, né? Mas é isso, tipo, ela conseguiu ficar dois anos. Se fudeu. Com o dinheiro lá e... Gente. Aí só.
É um homem, vira foragida. Chocada. A pessoa que tá disposta a enganar oito irmãos, ela tá disposta a fugir e fazer o que for preciso, né? Acho que ela não tava muito preocupada em ser pego. Nossa, achei horror. Safada. Minha prima pediu dinheiro pra mais ou menos umas 20 pessoas da família falando que estava com problema pra pagar o apartamento que ela tinha financiado. Todo mundo emprestou quantias, como 7 mil, 8 mil, 4 mil.
Caramba, gente. Caramba, a galera tem dinheiro, né? E ela nunca pagou ninguém. Quando fomos falar com o marido dela, ele não sabia de nada da dívida.
cobrar ela na casa dela e agora ninguém mais fala com ela. Cara, safada. Qual que a pessoa acha que vai passar ilesa? Ela acha que fica meio obsessiva, sabia? Porque parece tão fácil você pedir dinheiro pra 20 pessoas, as pessoas te dão dinheiro e... Tá vendo, a gente não dá. E aí, se alguém for cobrar, vai, não sei o quê, não sei o quê. Mas ela enganou o próprio marido, né? Então, acho que o pior de tudo isso é que ela tava fazendo isso sozinha, escondida do marido.
Do marido, que pilantra. Não, e é isso. Morando com a bandida. É. E é isso, gente. Até pra própria família.
emprestar dinheiro, ou você dá de bom grado e fala, ó, tô te dando, não é emprestado. Vou te dar, tô te dando. Cara, agora emprestar pra mim não dá. É, porque cria um, já cria uma necessidade de... É, aí você cobrar, não sei o que, não. Você quer dar, você dá. E assim segue. Se puder não dar, é melhor também. É. Tá? A gente não consegue confiar muito nas pessoas, né? É. Mas aí cada história é uma história, né, Mojo? Pois é. É assim que eu encerro esse episódio. É, eu encerro esse episódio e vou escrever meu testamento. Tá. Tá?
tudo pra Modi. É louco. Tudo. Que isso? Tá maluco? Quindinho, caju... Quindinho não tá nem no seu testamento, né? Vamos combinar. Não tá. Tá no meu. Ah, mas é o padrasto. É quem criou. Mas não tem nada a ver. Não, é... Ele entra na união estável? É filho. Tem isso, né? Porque tem isso aí também. Mas é filho legítimo. Tem isso aí também. A justiça pode provar, né? Mesmo não tendo união estável, pode se provar que era uma união estável.
Sim. Bom, a gente vai conversar com nossos advogados e a gente vai falar no próximo episódio, tá bom?
Beijo pra vocês. Um grande resto de semana. E lembrando que toda sexta-feira tem episódio pra assinantes na Aurela e no Apoia-se, hein? É isso. Muitas fofoquinhas. Beijo.