#346 - Montando nosso casamento de 10 anos
Estamos completando 10 anos de relacionamento e a festa tão sonhada ainda não veio, mas a preparação dela está aqui todinha pra vocês.
- Celebrações religiosas e culturaisHistória do casal desde 2006 · Adiamento da festa planejada · Decisão de fazer episódio especial · Importância do relacionamento
- Festas e Status SocialConvite digital vs. tradicional · Dress code livre · Sem cerimônia formal religiosa · Vibe intimista · Entrada conjunta do casal
- Relacionamentos FamiliaresInício em 2006 · Fases do relacionamento · Importância da terapia · Amadurecimento conjunto · Leveza do relacionamento
- Padrinhos e madrinhas do eventoPadrinhos fixos do podcast · Vídeos depoimentos dos padrinhos · Histórias compartilhadas com padrinhos · Função de compartilhar momentos especiais
- Depoimentos programados em CPIsVídeo de padrinha sobre cumplicidade · História de jogo 'Não pode' · Importância da terapia no relacionamento · Momentos marcantes compartilhados · Influência do casal em amigos
- Tomada de DecisãoBlazer para o noivo · Opções de vestido ou macacão para a noiva · Look minimalista vs. maximalista · Inspirações de moda · Acessórios e detalhes
- Criatividade e desenvolvimentoFalta de tempo para planejamento formal · Roteiro criativo montado · Escolhas feitas em conjunto · Flexibilidade nas decisões · Imaginação como recurso principal
- Cardápio e comida da festaMesa de frios e frutos do mar · Camarão e lagosta · Salgadinhos e canapés · Pita salgada · Self-service ou buffet
- Mulheres e EmpreendedorismoRelação com seguidores fidelizados · Vídeos de doninhos para a festa · Importância dos fãs na história do casal · Impacto do podcast na vida de pessoas
- Narrativa e EstruturaEscolha de celebrante amigo · Importância de conhecer a história do casal · Habilidades de storytelling · Entretenimento dos convidados · Sem troca de aliança planejada
- Sinais do Fim dos TemposAproximadamente 150 pessoas · Amigos próximos e familiares · Pessoas do trabalho e da música · Comunidade 'doninhos' · Atmosfera íntima
- Producao AudiovisualBanda de pagode · Possível participação de Lú de Mila · Freestyle e apresentações informais · DJ ou banda ao vivo · Seleção de canções
- Acessórios e símbolosQuem levará as alianças · Possível não ter troca de aliança · Escolha de padrinhos · Acessórios e símbolos
- Bebidas para festaWhisky e whisky sour · Vinho branco e rosé · Drinks de gim · Cerveja · Cuidado com drinks com energético
- Delação Premiada INSSBolo horizontal vs. vertical · Bolo de aniversário de São Paulo · Pistachio com chocolate branco · Coco com brulê · Opção de autosserviço
Fala seus noivos de pijama. Fala suas plateias de casamento dos outros. Parabéns pra você. É outra festa essa. É parabéns pra gente de casal. Parabéns pro relacionamento. Então parabéns pro relacionamento. Quantos anos? Dez anos, gente. Entramos em março de 2026. Isso significa que eu e Moide completamos dez anos de relacionamento.
dizer que a gente falhou miseravelmente no nosso plano da festa dos 10 anos. É, a gente falou, né, ano passado, que esse ano a gente faria uma festa. A gente falou no ano retrasado. É, não, mas a gente oficializou ano passado que a gente faria uma festa, que como a gente não casou, a gente entrou todo nesse papo de crise, de ai meu Deus, perdemos o time de casar, e vimos que não, tá tudo bem. Mas a gente não queria fazer uma grande festa de casamento, pensamos, vamos fazer uma festinha de 10 anos.
Março, não temos nem plano, nem nada, nem cheiro dessa festa. Tá conseguindo se ver de quatro a oito horas por semana? Tá, a gente não tá se vendo. Então, a gente optou por quê? Fazer um episódio especial, celebrando o quê? O nosso casamento. É, que é assim. A nossa festa, né? Que não é um casamento, né? É sim um casamento. A gente até falou naquele episódio que a gente refletiu que a gente é casado, a gente se considera casado, mas não fizemos uma festa de casamento. Não temos papel passado,
Casamento significa o quê? Duas pessoas, num relacionamento juntos, morando juntos, dividindo a vida. Mas você não se sente frustrada de não conseguir fazer a festa? Fazer a festa me sinto. Porque é uma festa, entendeu? É só uma festa. É que a gente nunca conseguiria fazer só uma festa. Eu acho que conseguiria. Não conseguiria. Não conseguiria. Não, de jeito nenhum. Mas enfim, eu acho que assim, a gente conseguiria sim, porque a gente contrataria uma produtora, uma pessoa pra produzir,
que a gente não teria tempo de fazer, né? Mas você não conhece? Conheço. Não, então... Ia ter que ser tudo as coisinhas pensadinhas. É, mas assim, a gente conseguiria fazer isso, sabe? Até com uma amiga que é produtora, que poderia... Então vamos parar o episódio aqui. Não, Modi, mas deixa eu... Posso terminar? Pode. A gente vai terminar esse episódio. Imagina como esse episódio, celebrando os 10 anos, termina terminando. Mas é que eu acho que a gente não tem tempo. A gente tá num momento que tá trabalhando demais.
O Paulo Mojo também tá trabalhando muito. A gente tá mal se vendo e nem conseguindo pensar em outras coisas sem ser essa rotina louca. Então a gente não tem como colocar isso no papel. E não tá sendo nossa prioridade. Mas sabe o que a gente não perde jeito nenhum? A nossa imaginação. Ah, isso. Nossa criatividade. Pode tirar tudo de mim. Pode tirar. Pode pegar meu videogame. Pode levar minha televisão. Pode tirar meus streamings de mim. Pode tirar meus roteiros. Agora.
Minha criatividade não vai tirar, não. Jamais. Que é o que a gente tem de mais rico aqui, né, amor? A gente pode criar um casamento dos sonhos. Pois é. A gente tá fazendo aqui, então, hoje. Estamos celebrando nossos 10 anos juntos. A festa é com você, Doninho. Você é o nosso convidado da nossa festa que tá acontecendo aqui em casa. De pijama. E com os nossos bebês. Nossos coroinhos. Quindinho até apareceu. Quindinho voltou pra esse momento especial, tá vendo? E com momentos especiais.
Vamos dar spoiler porque, assim, o bom de festa é quando as pessoas sabem o que vai acontecer. Porque senão a galera fala assim, hum, tá meado, eu vou embora. Quando já vem no convite. Mas aí quando você bota assim, tipo assim, ah, vamos ter presenças especiais nesse casamento. Vamos ter presenças especiais. Vamos ter depoimento de madrinhas e padrinhos hipotéticos. Vamos. De doninhos que estariam na primeira fila. Sim. Com lencinho aqui.
E a gente não sabe nada porque o Detz recebeu. Detz, nosso querido Detz. Ele... Que estaria ali muito bem vestido.
Com certeza, com um belo look. Uma coisa mais vintage, eu imagino o Deadz. Uma coisa mais brechó. Uma coisa meio anos 80 aqui. Um botão mais aberto, um peito pra jogo. Um peitinho aparecendo. É, um pelinho aqui. Um cabelo bem ajeitado. Gato. Pronto pra festinha, pra beber um negocinho. Exatamente. O Deadz montou um roteiro, que é um roteiro montando o casamento. Ele preparou aqui itens, né? De coisas que tem num casamento clássico, clichê. Certo. E a gente vai fazer as nossas escolhas.
gostaria como eu gostaria que fosse e você como você gostaria que fosse. A gente acabou de abrir e vamos aqui respondendo. E aí vai que saindo desse episódio a gente não chega num consenso e já deixa engatilhado também. Já vai ficar fácil, só a gente mandar esse vídeo pra... E a sua missão aqui, você que tá ouvindo ou assistindo a gente, é imaginando e entendendo esse rolê acontecendo, tá? E pode comentando também qual você prefere das escolhas que a gente fez aqui, cada um vai ter sua opinião e tal. Então, eu tô...
Sabe o que eu tô achando? Que vai ser bem diferente as nossas escolhas. Sério? Mas porque você acha que eu sou muito clichê? Não. Você acha que eu vou ser cafona? Não. Não acho que vai ser cafona. Você acha que eu vou ser... Eu acho que você vai surpreender. Mas eu acho que vai ser diferente. Mas não que eu ache ruim nem você vai achar ruim. Só vai ser diferente. Tá. Vamos lá. É que eu ainda tô no misto, que é do tipo assim...
Eu também tô no misto. É uma festinha ou é um festão dos sonhos? Eu acho... E eu tô indo nos sonhos. Não, eu acho outra coisa.
Não, tudo bem. Eu acho que é o sonho possível. Possível no sentido do que a gente gostaria. Tipo... Eu gostaria de festa de romba. Dez anos. É o que a gente quer fazer. Dez anos. Não, tudo bem. Mas é que como agora... Você quer fazer um casamento tradicional? Casamento? Não, não. Eu quero uma festa. Entrada de novo. Não, não. Isso a gente ainda vai falar. Eu tô pensando na festa. Eu tô pensando na nossa festa de dez anos que a gente faria.
É que o tamanho da festa entrega o tamanho do casamento. Isso. Se for ter aquela parte do... Quer ficar pra sempre?
Sim ou não? Sim. Não é assim que fala? É assim mesmo, né? Se for, não pode ser enxutinho, então é uma festona. Então, tipo, tem que acompanhar. Vamos falando? Tem que acompanhar. Convite. Clássico, diferentão, físico, digital? A gente teve essa ideia junto, inclusive, quando a gente falou desse... Pra nossa festa de 10 anos. É, que seria assim, a gente não iria casar, mas a gente iria fazer a festa. Então, a ideia é, tipo, ser um convite que é claramente convite de casamento e escrito, isto não é um casamento. Exatamente. E digital. E digital. Digital.
Todo mundo vai entender do tipo assim, tá, é um convite de casamento, mas não é um casamento. Porque aí já são os moios que a gente não veio pra explicar, a gente veio pra confundir. Exatamente. Não vai ter essa coisa de dress code, vai como você se sentir bem. É, mas se você puder se sentir bem, bem arrumado, a gente vai agradecer. Não, óbvio. É chique. Chique no sentido de... O seu chique. O que é o seu chique? Eu adoro isso no convite, que é tipo, como você se sentir bem e joga uma pressão pra pessoa.
Porque assim, eu prefiro que tenha lá, vá de preto. Porque não, porque vai ter todo mundo de preto. Aí você joga assim,
do jeito que você se sentir bem. E aí a pessoa vai falar assim, o jeito que eu me sinto bem, eu não posso ir. Então eu tenho que fingir que eu tô me sentindo bem numa roupa. Mas eu acho que você consegue entender a vibe da festa com o convite, com o local, com o horário, entendeu? E aí já consegue, com a vibe dos noivos. Entendi. Então aí você não consegue como você se sente bem. Você vai criar dentro daquele contexto um jeito que é do tipo assim, nesse ambiente eu me sinto bem.
Mas não é como eu me sinto bem. Não, mas eu acho que assim, é bem arrumar, bem vestido,
Arrumado. Chiquezinho. Mas na sua vibe. Não quer dizer que você precisa ir de vestido longo, de smoking, de terno. Você pode ir com uma calça, com uma camiseta, e tá do seu jeitão e tá bem arrumado. Não é que você vai de... Entendeu? Aham. Não. É que eu prefiro ser assim. Tá, então no seu taria como? No meu convite? É. No meu convite, chique. E aí o chique é de cada um. Eita, pode ser a mesma coisa. Não, é que pelo menos você tinha falado,
do negócio, vai como você se sentir bem. Mas eu botaria o chique. Ah, tá. A festa é chique, é de algum jeito. Vamos escrever de algum jeito assim, né? Legal, mas assim, chique, mas do seu jeitão. Sim. Tá bom. Não, então beleza. Então tá uma alinhada. É porque o que eu acho é que fica confuso, tipo assim, do jeito que você se sentir bem. Eu vou de bermuda. Não. E tem gente que é sem noção, que vai olhar. Não, eu sei. Mas se quiser ir de bermuda também, não vou ser a pessoa que é.
Não, acho que não. Nunca vou ser a noiva que vou falar. Mas tem isso, né? As outras pessoas julgam, não é nem o noivo a noiva. Eu sei, eu sei.
Quem tá na festa, falei... Não, mas vai ter a coisa do chique. Nossa, a gente tá demorando 10 horas só pro convite. Mas esse aqui é pra conversar. Tá, mas tá bom, que eu tô ansiosa. Você acha que é fácil? Tô ansiosa. Mas se fosse um casamento mesmo, sem ser a festa de 10 anos, eu ainda manteria a coisa do digital. Tá, também acho. Mais diferentão, não aquela coisa clássica dos nomes e não sei o quê. Memo da Gretchen. Não, teria uma gracinha dos modes.
Teria, mas acho que mais no texto do que na identidade. Mais no texto do que na identidade.
asteric, mas ia ter uma gracinha dos mods no texto. É, o texto, a pessoa ia olhar e dizia, os mods são fodas. Os mods, eles zoam mesmo. Dez anos depois... Essa festa vai ser boa. Eu quero que a pessoa olhe e fale assim, puta, já estão zoando aqui. Tá, então combinou. Tá, o convite tá tudo certo. Quantos convidados? Intimista, festão pra todo mundo? Aí que tá. Eu acho que é intimista, mas é... Eu acho que é intimista. O que é intimista pra você? Porque o intimista da mod, ela já
fez vários aniversários intimista. Intimista sem convidados. Hã? Intimista sem convidados. Pô, sem convidados é bastante gente, hein? Caraca, mas as festonas de casamento são 350. Sim, mas aquela festona é isso. Mas o intimista pra mim é 50. Não, é um... Tem níveis de intimista, eu acho. Eu? Intimista? Eu iria no 150. 150? Porque quando eu iria no 300, até porque acho que é muita gente... Tô achando festão. Tá, 150 é festão. É. Festão.
Mas não é. Tipo, se você for começar a fazer a lista aí agora... 100 ano meu aniversário, né? Vai 50... 100 ano meu aniversário já. É. Com certeza. Então eu iria num 150. Tá. Que a nível de casamento... 150. É intimista ainda. Tá bom. 150. É difícil. Nossa. É difícil. Pensando que todo mundo tem um agregado, que tem mais um, que se não chama esse, chama aquele. É um inferno. 150. Eu achei festão. Mas tá bom. Vamos de 150. Tá. 150.
Mas o clima é intimista, eu acho. Tá. E agora a gente vai montar a lista aqui pra vocês, né? Não. Pensou?
Tem dois itens aqui que eu acho que eles complementam. Que é a vibe, casamento chique, gótico, medieval. Eu amo os exemplos. Ao ar livre, minimalista, colorido. E o local. Tipo, campo, praia, etc. Que eu acho que eles se juntam, né? É, eu não sou fã do... Você tem foto de referência? Tenho, inclusive. Vai. Copiaria o casamento dessa pessoa. Na cara dura, não tem problema nenhum de falar. Vai. Peraí. Mas é que assim, eu não gosto do casamento na praia, tá? Tem até amigos que fazem.
eu acho que o clima não é condizente com a vestimenta. Tá. E aí, quer que a pessoa vai chique, ah, e é obrigado terno. É as pessoas que fazem isso. E aí tá casando 43 graus pisando na areia, de bico fino. Aí você fala assim, pô, gente. Concordo. Então, praia pra mim não pega. Eu sou mais do rolê natureza montanha. Eu gosto de uma coisa mais... O casamento que a gente foi da Brisa, a sua amiga. Ah, tudo. Esse pra mim, ele é o...
Esse casamento eu copiaria ele. Tá. Ó, vamos botar uma foto do casamento da Brisa aqui. Isso. Da gente ali. Que era uma coisa na montanha, mas era muito na montanha. Era no fim da montanha. Era no sul. Mas frio, me agrada bastante, porque aí você bebe um negocinho mais gostoso, né? Desce, mas já dá aquela esquentada na goela. E uma coisinha ali, tipo, poucas pessoas. Tá. Montanha. E aí eu misturaria com a vibe do casamento da Mari Krieger. Que me pega o quê? Uma coisa, uma árvorezona, cores.
Flores diversas. Flores brancas. Não. Flores diversas. Porque a natureza é diversa. Várias flores diferentes. Tá. Tô olhando aqui pra relembrar. Sabe? Tipo uma coisa assim. Ah, sim. Tá. Que é do tipo... Aí tem um tapete que botaram no meio da grama aqui. Bem a vibe da... Gosto tapete no meio da grama. Adoro tapete vintage no meio da grama. O da Brisa tinha isso. Tinha vários tapetes ali no caminho. No meio do mato. Gosto. Então é isso.
Eu sou uma pessoa mais do rural, né? Então eu gosto. Eu vou pra um pouco mais diferente. Tá. Eu vou pra uma outra vibe.
um casamento que a gente foi, que não foi um casamento, na verdade, foi uma festa, tipo a que a gente gostaria de fazer, que é do Adilce e do Bandinho, nossos amigos. Certo, perfeito. Que foi uma união também, uma festa de união, tipo, eles casaram agora com um festão, né? Eles fizeram várias festas. Mas essa foi, tipo, uma celebração, né? Que é meio que a gente pensa em fazer com os 10 anos. E eles fizeram isso num lugar muito legal aqui de São Paulo, que é a União Fraterna, que é um salão icônico, vintage, muito um lugar,
do samba, assim, né, inclusive tem tudo a ver, porque o Adilson tem um projeto dele de samba, o samba da Adilson, que tocou também nessa celebração e tal, e ele é bem vintage também, então assim, não precisa de muita decoração a mais, porque o lugar já é icônico. Certo. E misturaria isso com uma vibe casa, tipo isso aqui, sabe? Uma coisa casa... Meio casamento da tua irmã na França, mas o pré-casamento. Isso. Aquela mesona na grama, com todo mundo jantando. Uma mesona na grama, uma pista,
Uma coisa assim, sabe? Mas meio do dia, tipo, meio do dia, fim da tarde, pra pegar o pôr do sol, tem que ter pôr do sol, porque eu amo pôr do sol. Então pra mim é muito importante. Eu gosto de visual, então acho que essa coisa, uma casa, casinha antiga, com jardinzão e tal, é uma coisa que eu gosto. Porque pode ser uma casa na montanha, que tem essa vibe. É que pra mim um lance na montanha me incomoda um pouco, porque envolve viagem.
Porque ele é uma coisa um pouco mais fácil pras pessoas. Mas tá bom. A Modi, ela pensa nos outros, até no nosso próprio casamento.
Ela tá preocupada, tipo, ai, mas e aí, gente, eles vão gastar gasolina. Ai, não sei o quê. Ai, mas e o acesso, né, pra eles? Vai ter vaga pra carros? Inclusive, isso me lembrou eu no avião com a tidinha que eu te... Conta pros doninhos. Gente, é que isso representa muito quem eu sou, tá? Então eu vou contar a minha história que eles vão falar, ah, tá, entendi. É isso, vocês vão entender o casamento do tipo, ai, as pessoas não podem se incomodar com a nossa festa. É, meio isso. Eu tava no avião voltando pra São Paulo do Rio.
E aí eu sentei na janela, no meu assento. E aí no meio não tinha ninguém. E no corredor tinha uma senhora. E era uma senhorinha, senhorinha. Bem cidinha, assim. Bem clássica, amo. E aí era a primeira vez que ela tava voando, se eu não me engano. Uma das primeiras. Porque ela me pediu pra ajudar ela a colocar o cinto, que ela não sabia. Então eu ajudei ela e tal. Aí já teve um afeto, entendeu? Criou um laço, né? Já me deu uma amolecida muito forte no coração que eu tava ali por ela, sabe? Sim.
Esquece tudo. Quando ela vê uma cidinha, ela esquece tudo. E aí tá. Aí voamos no rio. E aí quando a gente foi decolar, ela fez o vídeo da janela e falou assim, ah, não tô te filmando, viu? Eu vou só filmar a janela. E eu, claro, fica à vontade e tal. E aí ela filmou, fiquei feliz por ela. Fiquei feliz por ela. Voamos. E aí eu fechei a janela, porque era bem cedo, pra dar uma cochilada no meio do voo. Aí beleza, cochilei e tal.
E aí foi pousar em São Paulo. E eu não gosto de pousar no aeroporto de Congonhas,
muito prédio, muita casa. E o avião, ele passa muito perto dos prédios e me dá muita aflição. Eu não gosto de ver. Então eu falei, ah, vou manter fechada. Então que aí eu não vejo. Aí eu pensei, putz, a Cidinha vai querer ver e fazer foto. E vai querer ver a... A vista, né? É novidade pra ela. E aí eu falei, putz, e meu medo? Aí eu fiquei aqui, falei, ai, o que eu fiz? Abri a janela, venci meu medo pra Cidinha ver a janela. E ela te fez,
vídeo na volta, foto, olha lá. Fiquei muito feliz. Ficou feliz por ela, né? Então é isso, eu represento o que o Moji tava querendo dizer sobre mim. É. Só um adendo. Mas enfim, eu acho que é essa vibe a minha, assim, que é uma coisa intimista, sabe? Que traz essa coisa de aconchego. Cobertinhas. Sim. Entendeu? Mas acho que é isso. O tapete. A montanha traz essa vibe, porque tem um ventinho friozinho, uma coisinha ali que a galera tá vestida. Mas é isso, não teria pra mim a coisa do altar. Sim.
pra vibe. Na minha concepção, a gente não tem a entrada com pai e mãe, a entrada de padrinhos. Pra mim é. A gente chega juntos. A galera chega, a gente chega depois. Tem a nossa entrada, mas a gente juntos. O som de MC Sapão. A gente juntos. E uma coisa é isso. E aí... Aí o momento que vai ter falas, que eu acho que é legal. Pode ter um celebrante, que é um amigo nosso. Mas bem informal.
até um nome, né? Se a gente fosse fazer... Já quer falar do celebrante? Vai até aqui. Ah, vamos falar que você acabou de falar desse assunto. Vamos. Que é a Dani Calabresa, né? Dani Calabresa. Que acho que ela é uma celebrante aí que ela podia largar tudo e viver disso, porque ela ia fazer muitos casamentos. É. Porque imagina a Dani podendo fazer piada do noivo e da noiva, pessoas que ela não conhece, escolher ali os momentos e fazer um stand-up pra 200 convidados.
Pô, incrível. Dani, tem esse filão aí pra você de business e a gente tem essa história com a Dani. A Dani já veio aqui recentemente, falamos disso, né? Que ela foi a primeira a chipar o casal. Foi.
Ela conhece a nossa história ao longo dos 10 anos. Me conhece muito. Conhece a Modi por consequência também. Então ela conseguiria armar um texto ali. Nossa, com certeza. Isso é incrível. Uma coisa que ia entreter nós e os convidados. Sim. Porque o que eu tenho medo do celebrante é o celebrante que deixa o negócio boring. Maçante, né? Que é do tipo, é o celebrante que quer mostrar que conhece o casal, mas que não tem a habilidade da fala, né? Exato. O dom. Exato. O dom do storytelling. Exato.
e sabe fazer isso. E tá dentro desse clima intimista. E já traz essa vibe do tipo assim, é um casamento bem-humorado. É entretenimento. É. Estamos gerando entretenimento. Não tem troca de aliança. Não. Acho que podemos ter aliança e tudo, acho legal, mas não vai ter a troca da aliança e tal. Isso é uma coisa nossa. Nada que envolva religiosidade, né? Não acredito. É. Não. Do tipo, ah, porque celebra ou não sei o que. Não, não. Nada disso. Tá tudo certo. Até tem minha fé, né? Todo mundo tem.
a sua fé. Que poderia estar ali numa flor. Traz uma coisa, né? É isso. Você não precisa esfregar na cara dos outros. Pode estar ali por você. Exatamente. Não que os outros vão ter que... Muito que bem. Então tá. Aí vamos pro look do casamento. Dessa nossa festa que a gente tá montando. Eu tenho algumas opções. Eu tenho várias cores. Porque depende muito do que a gente vai construir em volta, né? Mas eu tenho aqui estilo eu tenho e me falta o dinheiro. Tá bom. Isso não importa agora. Porque eu trouxe três
Que é pra jogar no lúdico. É, uma clara, uma escura e uma meio termo. Nossa, amor. Depende do horário do que a gente vai fazer também. E por coincidência, são três looks do Pharrell Williams, né? Ah, poxa. Não. Eu fui um pouco mais, né? Vai, vamos lá. Foi? Não, não sei. Pegou o Tidinha Modas? Não, é, eu joguei lá. Não, não, porque assim, tem uma coisa que é tipo, eu gosto do negócio do terno e do blazer. Gosto. Mas tem formas e formas de usar, né, amor?
Ah, deixa eu ver. Tô ansiosa. Então vamos lá. Esse aqui é uma opção, tá? Tá. Cor.
Isso aqui é uma coisa... Inclusive a cor. Ah, inclusive a cor, desse jeito. Uma coisa assim... Gente, a gente tá com tosse, tá? Já volto. É. Não vamos contar a história aqui, porque, né? É. Mas ele tá com uma tosse. Falando de Cidinho, ele tá com uma tosse. Tá. Então esse aqui, que foi o que o Pharrell usou no Grammy. Aí tem esse, quando ele foi capa da GQ. Acho legal, com a blusa por baixo. É, que é do tipo, tem o terno, tem um negocinho aqui pendurado. Tá. Tem um caimento ali mais casual, mas é chique. E tem a camiseta por baixo.
também. Ah, muito clássico esse. Hã? Muito clássico. Não, mas ele tem aqui, ó, o caimento da calça. Ah, eu gosto desse. Aqui as coisinhas no meio, as correntadas. Não gostou de nenhum? Ah, meu preferido é o primeiro. É, eu gosto do primeiro. É. Por isso que eu mostrei primeiro. Gosto mais desse. Com um tenão, né? É. Tá. Ah, é que eu tava esperando um corte diferente. O Modi gosta daqueles cortes japonês. Ah, sim, gosto. Coisa mais oversize. Ah, não sei. Menos cara de blazer. Não sei, eu gostei da oportunidade
poder usar um blazer de uma cor diferente. Ah, tá bom. O corte é diferente do blazer também aqui, ó. Gostei. Vamos pro meu? Gostou, nós não sofremos, né, galera? Tenho duas opções. Uma coisa. Isso é muito bom agora, você traz uma foto da Virginia casando. Não. Uma coisa, blazer dress. Um pouco mais comprido, tá? Porque esse aqui tá bem blazer. Mas é um blazer dress, tipo, ele é um blazer comprido com o seu vestido. E aí poderia ter essa gracinha de, tipo, um acessório na cabeça. Não é um véu, mas ele traz, remete uma coisa a mais de casamento desconstruído.
Faz um capuz. É, isso. E o blazer que brinca com essas coisas. Porque eu gosto muito de blazer. Acho que essa coisa é muito... Mulher de vestido, homem de blazer. Eu acho legal mulher de blazer. Mulher de blazer com bastante coisa pendurada. E aí teria muita coisa pendurada. É corrente. É, isso aqui tudo pendurado. Tá vendo? Isso aqui seria muito mais. Só que aí, às vezes, até pode ter, por baixo ali escondido, um vestido que é um complemento dele, entendeu? Porque aí eu posso tirar o blazer, de repente,
faz com a sódio vestidinho. Gosto. Bem curtinho, bem soltinho e tal. Gosto. Tá? Essa é uma ideia que eu gosto muito. Esse combina com o meu blazer pastelzinho. É, porque acho que a gente tem que combinar também. Isso, é. Aí a gente vai estar ornando e tal. E aí tem uma coisa que é uma coisa mais pro clássico casamento também, que eu peguei essa opção, que aí eu queria uma coisa desconstruída também, que de repente é uma coisa mais maximalista, porque eu gosto da coisa fashion.
Uma coisa Sabrina Sato no carnaval. Uma coisa Sabrina Sato no casamento dela, inclusive.
que até peguei aqui, que é bem bufantão, brincão, luva. Mas eu peguei esse aqui, que ele é um macacão, tá vendo? Ele é calça. E acho que tem tudo a ver comigo, tem textura e tal. Aí esse combina com a versão branca do Forel, que é legal. Você tá bem tchan, e eu mais minimalista pra dar o contraste. Eu não botaria esse véu, tá? É mais do vestido, de ser um macacão e tal. Então eu acho que eu não usaria um vestido. Seria ou um blazer dress, de repente com um vestidinho
embaixo pra eu tirar no meio da festa. Ou um macacão, uma coisa assim mais diferentona. Gosto. Fechou? Então combinou. Tá ótimo. Dá pra combinar. Dá pra combinar. É uma outra coisinha ali. Dá, dá pra alinhar. Eu vou falar com o Pharrell que coisa, eu pego uma outra peça. Vocês estão gostando, gente? Lá na LV. Lá na LV. Lá na LV. Aí, Modi, vamos o que mais? Buquê. Vou ser anticlimax aqui. Não teria buquê no meu. Eu acho. Porque a gente não vai jogar buquê, não vai ter entrada de buquê.
Ó, até respeito quem é buquê, tá? Não, tenho vários amigos que são. Vários amigos que são buquê.
Mas grande bobeira. Nossa celebração não é tradicional. Então eu acho que a gente não tem a entrada. Não tem jogar o buquê. Ou você substitui o buquê por alguma coisa que você vai jogar pras pessoas. Joga um... Droga? Mentira, sou contra. Já fui em casa. Não, porque aí você ressignifica os clichês do casamento. Mas também você pode simplesmente evitar e falar assim... Ah, e o buquê? Tá no meio do... Mentira. Mas não tem. Não tem buquê.
Padrinhos Famosos. Então é aqui que começa a participação dos nossos padrinhos. Que são nossos padrinhos mágicos, né? Eles aparecem no podcast assim, ó. Bobeu, eles aparecem. Os nossos padrinhos aqui na nossa celebração no Donos da Razão em Casa são os nossos convidados mais assidos. Os convidados fixos do Donos da Razão. Nossos amigos queridos que estão sempre aqui. Todo ano estiveram de alguma forma. E todos eles mandaram vídeos de depoimento, como todo casamento clichê tradicional,
Nem tem mais isso, eu acho, né? Mas aquela coisa muito clichê, a gente entra. Oi, noivo. Não, mas às vezes tem a pessoa que tá ali, o padrinho fala, né? Ah, fala, é verdade. Ah, e quando eu conheci eles... Então a gente recebeu os vídeos deles e a gente vai passando na programação aqui durante o episódio. Então a gente vai começar com ela, que é... Tá fresquinha, né? Fresquinha. Acabou de sentar aqui com a gente no nosso sofá.
Ela que, acho que talvez seja a convidada que mais veio no Donos da Razão. Sim. Né? E que gosta, viu? E que talvez não tenha entendimento.
a dinâmica, porque ela mesmo me falou. A gente não assistiu os vídeos, tá? Então vai ser react aqui com vocês. Mas ela mesmo me disse que não sabe se entendeu. E eu falei, melhor ainda se você não tiver entendido. É que o briefing é um briefing complicado, né? É. Porque, sei lá, às vezes a pessoa pode achar que é um negócio sério. Tipo, tem que mandar um negócio grandão. Não, vamos ver. Mas é isso. Pode vir tudo, né? Vamos lá, Modi.
Vai. Tô nervosa. Bota aí na tela. Oi, Foquinha. Oi, André. Posso falar uma coisa? Eu tô muito feliz de estar participando desse momento tão especial.
Acabei de chegar aqui em Roma. Ainda tô me encaminhando pro castelo, né? Onde vocês vão oficializar a união. Mas eu queria dizer que pra mim é um privilégio acompanhar o amor de vocês, assim, há tantos anos. Ver tudo que vocês já viveram. Vivenciar tantas coisas divertidas. A gente tá sempre dando risada. Tá sempre brincando. Já viajamos juntos. Mas eu não tô aqui pra falar disso. Eu tô aqui pra dizer que de verdade é muito legal testemunhar isso de perto.
E o carinho que vocês tenham, cuidado, sabe? A parceria. Vocês são cúmplices. Não importa o que aconteça, vocês são cúmplices mesmo. Quando a Foquinha, no meio do jogo, naquela empolgação de ganhar o jogo, ela aponta para o André e diz o que aquele menino falou. Como se ela não soubesse quem é aquele menino. E em todos os momentos, é muito bom acompanhar isso, ver isso de perto. Eu amo muito vocês.
Fico muito feliz de testemunhar essa relação tão linda de perto. E eu amo muito vocês. E deixa eu me arrumar aqui pra chegar pra cerimônia. E que o Quindinho vai levar as alianças. Olha lá, Quindinho. Ah, Mabê, que linda. Parecia que era uma bobeira. É, foi fofo. Só que Roma... Roma, poxa, seria tudo, mas realmente não entrou na nossa lista. O pessoal não vai poder ir. Não entrou na nossa lista. Quindinho está contemplado.
teria que estar nesse casamento também, de alguma maneira. Eu acho que muito Doninho... Toda vez que a gente falava de casamento, os Doninhos sempre esperaram que o Quindinho ia trazer aliança. É, porque ele foi uma aliança, né? Vamos ressignificar. É, vamos lembrar isso também. Imagina. Mas ele com certeza estaria no ambiente do nosso casamento, de alguma maneira. Não, vestidinho... A caráter. A caráter com essa gravatinha aqui.
Com essa gravatinha, pode guardar. Com essa gravatinha, ele vai estar sentadinho. Mabê, você é muito especial pra gente. E Mabê, com certeza, seria uma madrinha, se a gente fosse ter um... Essa coisa de madrinha, padrinho, de verdade.
O lance da madrinha e do padrinho é sempre escolher os que têm mais dinheiro pra poder dar o melhor presente, né? E a Mabê tem uma impressora 3D. 3D, ela poderia fazer qualquer coisa. Não, ela podia imprimir uma geladeira pra gente. Ah, pode. Muito bom. O que vocês querem? Imagina você ter uma madrinha que tem uma impressora 3D. O que vocês querem? É um sofá. Ela imprime. Eu amei. Eu amei que ela mandou cúmplices, né? Uma coisa bem Mabê.
Eu achei que ficou bem a cara dela mesmo. Começou o vídeo parecendo que era um vídeo do Modus Operandi. Mabê, tamo aqui te esperando, tá?
depois a gente dá uma pausa nos vídeos, que é um parceiro cúmplice de Mabê. Esse é cúmplice de várias pessoas. Que é Fabão. Fabão, que também é um ícone, nosso grande amigo. Viajamos juntos, também tá sempre aqui. Vamos ver? Imagina que a gente fica esperando piada de todo mundo e todo mundo mó bonitinho. Manda mó e eu vou chorar, gente. Vamos lá. Oi, doninhos do meu coração. Fabão aqui. Olha a responsa, gente. Falar sobre esse casal. Ele tá parecendo a Maxiane no confessionário. Muito lindo.
Ele fez um fundo, ele botou uma camisa bonita, microfone. Ou ele tava fazendo uma publi e aproveitou. É, não. Vem cá. O Fabão, ele é assim, ele é muito fofo. Poucas... Acho que nem todo mundo sabe... Quão fofo ele é? Quão fofo e realmente, tipo, carinhoso e amigo e bom coração o Fabão é, de verdade. Porque ele fica essa coisa da piada, piada, mas, cara, ele é muito... E na mesma medida que ele faz piadas, que você fala assim, meu Deus, não parece a mesma pessoa. É, exato. Vamos lá.
acho que vem coisa fofa. Porque tá junto há 10 anos. Mas calma, além de falar sobre vocês, eu quero contar antes uma história que a gente viveu junto. Tô nervosa. Gente, no último Réveillon de 2025 pra 2026, nós passamos juntos lá na Chapada dos Viadeiros. Inclusive, sobe a trilha aqui do Chapada dos Viadeiros. Música clássica, todo mundo conhece. Se você tá aqui, você conhece essa música com certeza. Hit. Bem, tivemos um momento inesquecível que foi quando nós estávamos jogando um jogo chamado Não Pode.
Foquinha desesperada pra conseguir o seu ponto. Ouviu o seu digníssimo esposo, André, dar a resposta e a reação da Foquinha foi é isso aqui que esse menino falou. Ter vivido esse momento, gente, me deixa com o coração tão quentinho, mas para além de tudo, viver outros e outros momentos com vocês me deixa muito, muito, muito mais feliz. Gente, amo vocês, vocês sabem. Tô com saudade de voltar aí, ó, nesse sofá. É, ele precisa voltar. Colocar uma mantinha e fofocar por horas com vocês.
Um beijo, que venham mais 10, 20, 30, 40, 50, mais anos impossíveis assim pra vocês. Muito amor, muito carinho. Amo vocês. Tchau. Gente, essa cena marcou, né? O que eu acho mais bonito é que o casamento é sobre estar 10 anos juntos. E o que todo mundo, todos nossos padrinhos estão lembrando, é o dia que a Modi esqueceu quem eu era pra ganhar um ponto no jogo. Ou seja, a conexão é tão grande que ela conseguiu se descolar disso por um ponto.
de sanguíno, esse ponto. Chapada dos viadeiros. Gente, essa história é a menos romântica da história. E que diz muito sobre a gente. E que diz muito sobre a gente, né? Estaria nos votos da celebrante. Com certeza. Fabão, tem que voltar mesmo. Imagina todo mundo mandar essa história. Gente, ó. Tem uma história? Ninguém tem uma história com a gente. Gente, eu tenho uma história com eles. Que é o seguinte, Falkin esqueceu aí. Essa é a mesma história.
Bom, então vamos voltar pra nossa lista, né? Quem levaria as alianças? Se tivesse essa história de levar as alianças, o Quindinho com alguém.
Com alguma pessoa importante pra gente. As minhas sobrinhas. Sim. A sua sobrinha também, se ela estivesse um pouco mais velha. Então nossas sobrinhas todas juntas entrando com o Quindinho, acabou pra mim. Botaria o Quindinho num carrinho. Você tem que ser carrinho, porque ele não anda. E aí elas puxando ele no carrinho e ele de smokezinho. Pelo amor de Deus! Gente, eu morro. Nessa hora aí eu faço assim, tchau. Eu não ia conseguir.
Eu não ia conseguir. Eu acho que eu não caso, porque eu não ia conseguir. Eu ia só chorar. É? Olha essa cena.
Não, não, sim, mas é que é o... Ah, eu acho que eu não ia conseguir, gente. Eu choro muito. Faz parte do... Você, tipo, ficar sensível ali? Sim, é verdade. Tá, menu. Isso aí é uma coisa que é uma angústia pra todo mundo que vai casar, né? É, eu acho que é assim. Eu acho que eu gosto muito de uma grande mesa de aperitivos que tá ali o tempo inteiro. Mesinha de frios, né? É, o tempo inteiro. Aqui tem uma guacamole, tem frios, né? Um queijinho gostoso, um negocinho pra pegar. Uma coisa bem despojada, né?
E aí pode estar passando coisas. A nossa comida preferida que marca a gente é a comida japonesa, mas acho que não tem nada a ver. E eu acho também que pode ter esse finger food rolando, mas gostoso, não é uma coisa pouquinho. É, eu iria pra uma vibe frutos do mar. Queijos e frutos do mar. Isso. Disposto na mesa, mas também pode estar passando. Sim, pode estar passando os canapézinhos com camarãozinho, caldinha de lagosta. Ou só na mesa também, acho que pra ficar mais intimista ainda, é uma coisa mais sensível.
Simples, no sentido legal. A minha zona disposta lá, você pega o quanto você quer, quando você quiser, né? Fica ali, passando as coisas. Eu gosto. Um queijão brie derretido, com geleia. Puta, aquele que a gente gosta, que é o cascudinho ali. Cascudinho. Aquele que você corta... Camarão. Camarão. E assim, então uma mesa mais petiscada e uma mesa mais frutos do mar, chicudinhos. Bife da festa da Carol Peixinho em Salvador. Era bom.
que era aqueles camarãozão. Porra, era bom demais. E tinha esse queijo gigante, que é o queijo que você corta com geleia. Era bom demais. Eu peguei uma heft também que eu acho que o Modi vai amar, que combina com Roma, viu, Mabê? Ah, que coisa. Que é o seguinte, pizza bar. Ah, bom. Então, no meio da noite, troca ali uma dessas mesas. Aí ele pega guardanapo. É, uma dessas mesas com essa foto aí que eu tô mostrando, que é uma mesa, que é a mesma mesa que vai estar, sei lá, o camarão, não sei o quê, no meio da noite vira pizza bar pra lariquinha ali do meio da noite. Gosto, vários saborzinhos diferentes. Você pega com a mão,
e arrasa. Com a massa da minha mãe. E o molho de tomate da minha mãe. Nossa, sim. Drinks que não pode faltar. Drinks que não pode faltar. Whisky. Whisky sour. O que a gente gosta lá. Tem a cerejinha. O old fashion. Old fashion. Drinks com whisky. E um vinho rolando também, né? E cerveja. Se for uma coisa mais na montanha ali, a gente pode ter antes ali um vinho rosê, um vinho branco passando. E a mesa de drink ali. Vai ter os de whisky.
mas tem que todo mundo beber whisky. Então a gente tem que ter as opções ali do fit-heralds, coisinha com gin e tal. Mas não tem gin tônica. Não tem gin tônica. Não gostamos. Aí você vai ter que lutar. E nem... Mas vai ter um drink de gin. E nem bebida alcoólica com energético. Não. Pelo amor de Deus. Esse aqui não é festa de faculdade, não. A gente quer todo mundo vivo. Ou você evolui o seu paladar, ou você não vai na nossa festa.
É isso. Porque vai ficar tomando vodka com energético, você tem 35 anos nas costas, 40 anos. Não, não faz bem pra saúde.
outro negócio, pelo amor de Deus. Não, mas aí é isso. Então, um receptivo com vinhos. E queijos. O bar de drinks com drink de uísque, principalmente. E o drink um de gin ali pra geral. Um de cachaça, que a gente gosta muito. E uma cervejinha. Fechou? O que mais falta aqui? Curadoria dos drinks do nosso amigo Danilo Nakamura. Com certeza. Que é o mestre da carta de drinks aqui em São Paulo. E por que não no Brasil e por que não no mundo? É. Iria fazer essa cartinha pra gente.
certeza. O bolo, aí tá aqui, como seria o bolo? Vários andares? Bonequinhos dos noivos em cima? Não. Eu tenho uma ideia desse bolo, tá? Porque a gente tá nesse rolê do self-service, né? A gente tá tirando aquele momento do tipo, do vem o prato, vai filé mignon ou vai ser o tiquinho ou pasta, né? Não vai ser o tiquinho ou pasta. Vai cada um se servir. E eu acho que a gente tá num momento ali que a gente vai estar entre pessoas, que são pessoas que convivem em nossa casa, né? Que a gente tem uma intimidade, né? São as pessoas
mais íntimas que a gente tem. Eu iria numa vibe assim, eu não gosto do bolo vertical. Também não. Eu iria no bolo estilo bolo do aniversário de São Paulo. Ai não, Mojo, tá maluco. Um bolo comprido. Um bolo do aniversário de São Paulo. Não, é que ele não precisa ser tão colorido, não precisa se pegar com a mão. Mas um bolo que ele é um bolo horizontal, que ele vai longe. E aí você vai lá, corta o tamanho do pedaço que você quer e come.
Não vai ter ninguém garçom cortando os pedaços, não sei o que. Você vai ali e pega. Acho que o convidado vai gostar de ter que cortar o seu
Ah, vai gostar. Tá comendo e bebendo de graça faz tempo. Pouquinho chato. Mas qual que é a diferença de alguém cortar o bolo pra você e você pegar um... Não, você já pegar o pedaço pronto, né? Não precisa cortar o bolo. Você pega o pedaço pronto. Não, mas é tipo... Ninguém gosta de cortar o bolo numa festa de aniversário. Não, não gosta daqueles bolos que tem que fazer a rodinha no meio, de baixo pra cima, levanta e cai o recheio.
Então faz o bolo de geladinho de coco que vem num embrulhinho de alumínio. É gostoso também. Aí ele já tá pronto ali, você só pega o seu. Boa ideia. É bom também.
Melhor que o bem casado. É bom também. Boa ideia também. Mas eu também, eu pensei, né? Num bolo, que é o pistache com chocolate branco, que a gente gosta muito. É o nosso sabor. É o nosso sabor. Não é o nosso sabor? É o nosso sabor, galera. É o sabor modis. É. Então, eu acho que faria sentido. Tá. Tá? Gosto também. Beleza. É, que mais? Atração da festa, DJ e banda? É, isso aí é um problema, né? Com a modi, isso aí é um problema.
Porque... São muitas possibilidades. Não, DJ com certeza. Não, tudo bem. Mas é isso. Qual o DJ? A modi? Mas assim, adoraria.
adoraria uma bandinha de pagode, né? Uma coisinha assim, minimalista. De repente vai uma Ludmilla cantar ali freestyle. Seria meu sonho. Guarda o queijinho dela ali e fala, Bru, segura meu queijinho que eu vou ali cantar, Bru. Seria um sonho da minha vida. Assim, uma Lineker que vai cantar duas, três. É isso, só a gente que tá aí começando, né? Mas assim, não é um pupurri, não é um festival. Seria uma pessoa só. Quem eu amaria? Muitas eu amaria. Mas assim, Ludmilla
de Mila, na hora do pagodinho ali ia ser tudo pra minha vida. Uma coisa freestyle mesmo. Se quiser levar a banda dela também. Não, tô brincando. Ou a Lineker nessa coisa meio voz violão, uma coisa mais, sabe? Só tipo, ah, tô aqui, cantei pra minha amiga, entendeu? Mas ia ter aquele negócio do tipo assim, ah, tá rolando uma banda de casamento normal. Não quero banda de casamento. Não, não, uma banda de pagode no casamento. Uma banda que vai tá tocando lá do Catinguelê, não sei o quê. E aí só que tem uma atração, é isso?
Tem um momento que sobe. As pessoas sabem que vai ter um show no casamento. Aí sobe a Ludmilla lá. Aí sobe a Lineker. Ah, tá. Dá uma palinha. Mas não é um negócio. E agora? Não. Com vocês. Não, não, não. O DJ do Brasil. Não, não, não. E DJ, é isso. DJ Carlinhos. E DJ. DJ muito pop, muito pop. Porque assim, nessas 150 pessoas, vão ter os convidados da galera da música, do trabalho?
Não, não, porque é isso. Essas pessoas... Não sei quem estaria. Não consigo pensar agora. É que o jeito de você... As pessoas convidadas, pra elas subirem no pau também... É isso. Ai... E aí chama junto. Ah, não. Mas aí, pra garantir, eu... Tipo, eu falaria... Sim. Lud, vou te contratar. Tá. Entendeu? Mas se você quiser ir por você também, com a sua galera, tá tudo bem. Isso. Tem comida, bebida, pessoas legais. É isso. Sim. É, mas é isso.
Lud Milo Lineker, acho que a gente tá bem, né? Acho que tá legal. Tem outras possibilidades. Não, e tem várias outras, gente. Uma grande possibilidade que eu teria,
era o Salgadinho do Catinguele. Legal, pela história. Você não queria uma banda de pagode? Legal, não seria tudo. Ele não pode ser o Salgadinho cantando? Pode, morra. Incrível. Legal. Destino da Lua de Mel. É. Tenho duas opções. Duas, né? As duas estão na mesma viagem, eu acho. É uma Lua de Mel com duas paradas. Uma parada. Tá, vai. Seria a Japão e Coreia. Hum, tá. Eu tenho duas ideias. Uma é essa, exatamente igual, mas aqui é a nossa viagem dos sonhos. Então, talvez...
Juntaria agora pra... É. Mas tem uma outra que é o quê? Que acho que é mais climinha, lua de mel, essa coisa, que é jamaica. Que aí a gente copia a Marie Krieger de novo. Ah, é verdade. Já pegamos o casamento, vamos pegar a lua de mel também? É a lua de mel dela que foi, não. Foi. Ah, foi lua de mel. É, não, mas é que a gente tava falando de ir pra jamaica, né? Que a gente até falou no outro episódio. Não, eu mandei mensagem pra ela, porque a gente falou da jamaica.
Aí, vamos jamaica, o grupo mudou pra nome jamaica, não sei o quê, na semana seguinte ela tava na jamaica. É, aí foi muita coincidência. E aí eu falei, vou pegar as dicas e tal. Aí eu encontrei ela no carnaval,
E ela realmente falou que Jamaica é tudo. E aí, realmente, é um lugar que fica tentado, né? Bom, vamos pra mais depoimentos? Vamos. Quem que tem? Agora, vamos pra ela, Camila Frender. Aí vem coisa, hein? Aí vem coisa, hein? Será que ela mandou pro podcast certo? Vamos lá, a carinha dela. Oi. Ai, que bonitinhos. Dez anos, que amor. E eu posso dizer que eu faço parte dessa história. Porque em 2021...
Ela tá lendo um texto no celular. Ela tá com enquadramento. O Codré claramente tá filmando ela pra ela fazer isso. Ela tá com uma luz boa. E ela tá como se ela estivesse no casamento. Bateu o talher na taça e vai fazer o depoimento. Vamos lá. A gente gravou um Noia, tá? Que deve ter ido pro ar em 2022. E em 2022, janeiro, eu recebo a seguinte mensagem de André. Oi, Camila. André Brandt aqui, tudo bem?
A gente dividiu um psicólogo, talvez esse dia tenha chegado. Estou buscando alguém para fazer terapia. Minha meta desse 2022. E lembrei do seu. Eu indiquei no analista da época que fiquei com ele, sendo analisada por ele, por 22 anos. E desde então o resto é história. Então eu espero ter colaborado de alguma maneira para que DRs tenham sido melhores contornadas.
sejam só um micro pedacinho dessa história linda que está acontecendo. Que bonitinho. Beijo, amo vocês. Ai, gente. Ela faz parte da relação porque sou uma pessoa melhor hoje. Não, isso que eu ia falar. Obrigada, Camila, por indicar o seu terapeuta para o André, o seu analista, pois ele é um homem melhor e, consequentemente, o nosso relacionamento também é melhor. Que nada como namorar pessoas terapeutizadas.
diferente. Não. Gente, não namore. Principalmente um homem. Vamos generalizar, mas... Principalmente se ele não for à terapia. Não estiver indo à terapia. É isso, né? Não for terapeutizado. Um beijo, Camila. A gente te ama. Um beijo, Codré. E a Camila, a gente tem o mesmo terapeuta, a gente tem o mesmo cabeleireiro. E os boys tem o mesmo nome, que é André. Inclusive, fizemos um filme juntos que vai sair no fim.
Então, tipo, é isso. Ainda... Ou ele, né? O Codré. Não a Camila. É, o Codré. Até que ficou parecendo que era Camila. Não, não. Então ainda tem isso. Temos várias conexões. E olha aí. Sou um homem que faz terapia hoje graças a ela. Que lindo. Vamos pra mais um. Vamos. Quem? Ele. Ah, esse aí é... Um dos melhores amigos dessa vida, que é João Luiz. Ah, nasceu 10 anos de casado. Já tem 10 anos que vocês estão juntos e 6 anos que a gente é amigo, tá? Caramba!
Seis anos de amizade. Eu não tinha parado pra pensar. O BBB parece que foi ontem, né? Uniu essa... Olha como eu passo o tempo. Mas fiz aqui uma... Ele fez um textinho no papel. Ah, ele levou a sério mesmo o brito. Estilo Faustão. Gente, ele é professor, João. Anotação de momentos que vivemos juntos que ficou na minha memória para sempre. Ficará sempre guardada em meu coração. Primeiro, o dia que maratonamos a bolha. Outra coisa.
Jardim Monjolo. Gente, essa história do Jardim Monjolo tá até num episódio do Donos na Razão. Foi uma história num after. É que a gente dizia, contar vai ser chato. Não, a gente não vai contar. Não, não, mas é que é muito legal porque a gente foi parar num... Não, e quem ouviu o episódio sabe, mas aqui é muito boa a história. E a bolha, quem conhece sabe, a gente assistiu juntos.
um lanche pra mim. Mas ela é vegetariana. Então ela pediu um lanche, foi tirando tudo. Veio pão e cheddar. Seco. E eu falei, nossa amiga, nem um suco? Ela, não, não quero nem um suco. E aí, eu peguei um suco pra mim. E aí, toda hora que ela dava uma mordida no lanche dela, ela dava um golinho no meu suco e falava, tá seco, né? Gente, e o João, ele é um amigo que ele é muito sensato. Ele é a pessoa que, assim, que é muito bom pedir conselhos,
E aí ele é essa pessoa que fala, amiga, acho que é bom você tomar um suco, que vai estar muito seco. E eu sou amiga teimosa, que falo, imagina, ela tá ótima. Não, eu gosto assim. Gente, eu tava bêbada, e aí desceu seco, e aí eu pegava o suco dele, tadinho. Devo um suco pra ele até hoje. Nesse mesmo dia, estávamos na fila, uma doninha reconhece vocês. Uma doninha, é verdade. Vira pra vocês e fala. O que vocês estão fazendo aqui? No Jardim Mojô. Mojô.
dizer que amo vocês demais. Eu celebro cada conquista do André, cada conquista da Foquinha, como se fosse uma conquista minha também. Porque eu sou muito feliz por tudo que vocês construíram juntos e tudo que vocês ainda vão construir daqui pra frente. Beijo, amo muito. Ai, gente! E não é muito bom que as histórias que as pessoas lembram da gente... É tipo, o dia que a gente tava no Jardim Monjolo. Aí você fala assim, porra...
E que eu tava engolindo seco. Não, é fazer momentos que vivemos juntos. Mas isso é amizade, né? Mas isso eu acho tão verdadeiro,
Porque me irrita casamento, que tem a pessoa assim, não, no dia que eu vi vocês pegando na mão, os dois de mãos dadas, naquele carrinho de bate-bate, eu disse assim, mano, isso é comédia romântica. Ah, nós aqui. Jardim Monjolo. Fomos parar num restaurante, num Jardim Monjolo, que a gente nem sabe onde é até hoje, porque a gente saiu de uma festa. Num jogo, ela esqueceu o nome do boy. É isso. Do marido. E... Tá doidinho, Caju. E aí vai, por aí vai, terapeuta. Festa de casamento é isso, né, as crianças começam a dançar, pular.
É isso, é muito açúcar no bolo. João, eu te amo tanto. Beijo, amigo. Nossa, juro. Tem que vir mais pra cá. É. Tá muito longe do meu gosto. Muitas saudades, muitas saudades. Vamos lá. Então tá, só sobrou uma, gente. Já bota? Ah, bota. Então, ela, que veio também a primeira do ano, nossa grande amiga, minha amiga de não sei mais quantos anos, quase 20, Maki. Que é uma pessoa também muito peculiar e que provavelmente vai ter uma história com a gente
muito romântica, mas que vai mostrar o nosso jeito de ser romântico. E que vai ser uma das mais estilosas da nossa festa. Vai, com certeza. Oi, Modis. Dez anos. Caralho, gente. Dez anos. Vocês sabem que eu sou super, né, anti-monogonia e anti-casamento. Verdade. Mas eu sinto que vocês são um exemplo, pra mim, de um casamento saudável que dá certo, que eu até gostaria de viver. Eu até toparia, sabe?
Moldes Molde. Eu sinto que eu estive com vocês em alguns momentos muito importantes, assim, do relacionamento, né? Por exemplo, o primeiro podcast que a gente gravou juntos, que era sobre sex toys, né? Que já envolveu ali uma intimidade casal. A gente já esteve juntos em vários réveillons, viajando por aí. Em muitos aniversários. Mas, mais importante, em muitos donos da razão. Que é esse...
Essa personificação, essa materialização de vocês dois, né? Da relação de vocês dois e como ela é fofa e ela é saudável e ela é inspiradora e ela é tesuda também, sabe? E divertida. Que não tem como estar num relacionamento há 10 anos sem dar risada, sem se divertir. E nisso vocês mandam muito bem.
Madrinha aqui, sabe? Eu abençoo esse relacionamento e espero que ele dure mais 10, mais 20, mais 30, ou quantos anos vocês quiserem. Muito bem. Até enquanto vocês estiverem se divertindo e dando risada, eu espero que ele dure. Amo vocês. Ai, que linda! Uma boa, mas cerimônia também. A Maki é. Começou a falar com a eloquência dela ali, eu já fiquei hipnotizado. Não, e a Maki, eu sempre falei isso. Eu falei da sensatez do João,
Sempre falei, sempre, sempre. Há muitos anos, desde que a gente é amiga. Que a Mac é minha amiga mais sensata. Ela é a pessoa, é isso. Quando falam pra mim assim, ah, quais são suas influenciadoras favoritas? E uma delas é sempre a Mac. Ela é inspiradora, né? Não é porque ela é minha amiga. Ela é muito inspiradora. E ela é essa pessoa sensata, assim, sabe? Então, é muito legal ouvir ela falando que o nosso relacionamento é inspirador.
Ela que é essa pessoa aqui. E eu acho que ela é uma pessoa que tem muito bom gosto pra tudo. E aí, eu tive essa percepção da Mac no dia
que a gente foi no mercado juntos. É. Porque eu falei assim, estamos vivendo um perigo, que são as duas pessoas mais inconsequentes dentro do mercado. Ela e o André. E fizemos a melhor compra da nossa vida no Réveillon. Não, a Mac no mercado é tudo. E aí é isso, tipo, se a Mac indicou um negócio, você vai. Você nunca questiona nada que a Mac vai falar. Você vai dizer, ah, viagem, tem que ir pra esse lugar. Vai. Vai. Tem que comer isso.
Come. Isso. Não pode fazer isso. Não vou fazer. E é assim. Mas é, eu... Por isso que ela é a capitã do time do Réveillon. A gente te ama, Mac. Ela é a capitã.
é a líder, é a líder, é a líder, é fato, e ela esteve em muitos momentos importantes pra gente, inclusive, ela foi muito importante na época da morte do Pistache, foi uma super amiga, acolheu a gente pra caramba, então foi, ela tá sempre nesses momentos assim, e na minha vida, quando eu penso, ela tá nos momentos auge da minha vida, ela tá em todos. É, vocês tão lá na redação desde sempre, né? Exatamente. E aí, Mojo, lindos depoimentos, eu achei que ela ia zoar a gente, e agora eu tô levemente embriagado de emoção,
Muito amor para os nossos padrinhos. Imagina aguentar isso, ouvir realmente numa festa, num evento, essa galera falando. Gente. E são alguns, né? Dessas pessoas que poderiam falar sobre ela. Então, mas, Mordi, tem uma outra coisa. Esse é um episódio especial. Geralmente, a gente tem o FAQ, e a gente pega histórias dos doninhos e tal. E o FAQ é especial também. Hoje, o FAQ é especial. Não é nem o FAQ, né? É. Vamos elevar os doninhos.
Claro. Eles estão na festa, fazendo parte. Eles estão. Então, a gente também recebeu recadinhos
Dos doninhos. De doninhos fiéis. Que fazem parte dessa história também, mas na metade dela. É, com certeza. Porque quem chegou em 2019, já são aí seis, sete anos. De dez. Acompanhando a gente. Caramba, amor de Deus. E esses doninhos que mandaram os seus depoimentos pra gente, representam você aí, todos os doninhos que acompanham a gente, porque os doninhos fazem parte da nossa história demais. No Brasil e no mundo. É. E digo mais, você poderia,
ser um doninho desse também, você pode ser um doninho desse. Porque é uma festa de casamento e a gente não tem a gravata pra passar, que é um negócio também que eu odeio, que é o cortar a gravata e você tem que dar dinheiro pras pessoas. Eu jamais faria isso. Jamais. Mas você pode assinar o Dono da Razão assinantes e ter um episódio extra. É como se fosse uma lista de presentes. Você vai ter um episódio extra na sexta, vai fazer parte da vida íntima desse casal e pode ser chamado pra renovação de votos daqui a 10 anos. Então é só você assinar na Orelo ou no Apoia.se.
e vem com a gente. Vem com a gente, para episódios toda sexta-feira. Vamos lá, então. Vamos começar com ela, que está em nossas vidas, em mim, principalmente há muito tempo. Ela que é, também podemos dizer que é a líder dos doninhos. Ela é? A Nay. A Chifo. Chifoquinha. Oi, mami. Oi, papi. Aqui é a filhota de vocês, a Nay. Ou melhor, a Chifo. Que honra estar presente nesse episódio tão especial. É muito louco.
Tá demorando, né?
Virou uma pergunta do nada, uma entrevista. É, mas é porque é um plaque especial. É, então eu amei. O que você diria? O que eu diria? Eu não posso falar, mas essa piada não vai ser boa. Eu pensei numa piada que a Modi vai mudar cortar. Ah, tá. Mas o MC Sapão vai morrer no futuro. Ai, Modi. Credo. Olha como eu melhorei. É porque a gente há 10 anos estava ouvindo essa música. Olha como eu melhorei. Horrível.
Naquela época eu não fazia terapia. Então, olha, puxou o que eu ia falar. Eu ia falar, vamos fazer terapia? Que nem eu fazia também. Também não fazia. Era outro momento. Outro momento. Podia ser uma coisa do tipo assim, voltar no tempo e falar assim, vamos começar a terapia amanhã? E aí teria começado a terapia cinco anos antes. Eu acho que se a gente, ainda indo nessa pergunta mais reflexiva da Nay, se a gente voltasse dez anos, né?
Sabendo tudo o que aconteceu, eu acho que ia ser muito louco. Tipo, eu não ia acreditar.
A gente lá. Nossa. No Rock in Rio 2015. Isso aí. Apartando briga de amigo. Sabe? E falar assim, ó, a gente vai estar juntos daqui 10 anos, morando junto, passando por não sei o que, não sei o que lá. Ela aí tá doida. Eu nunca mais ia falar com ela. Tá doida isso aí. Que maluca. É, emocionou, hein? É louco mesmo. Emocionou. Nay, obrigada por tudo. Você é incrível. Valeu demais. Nossa filha. Vamos lá. Próximo. Esse também. Ó, icônico.
Sempre esteve, já apareceu em FAQ. É do grupo de assinantes, tá? Já veio ver a gente. Alan. Alan. Alan, querido Alan. Alan, o doninho. Vamos lá. Fala, seu cisne de pano. Bora beber tequila? Moody's, muito, muito obrigado por todos esses anos de parceria. É muito importante ter vocês na minha vida. Ouvir vocês semanalmente. Agora, ver vocês.
Quanto eu tenho aprendido com a Foquinha, o quanto eu tenho aprendido com o André, o quanto minha vida literalmente mudou. Falo isso porque comecei a terapia igual o André, por causa da Foquinha. Só não é o mesmo da Camila Fender, fazer o quê, né? Mas a minha vida realmente teve uma mudança significativa. E uma das coisas mais importantes que eu gostaria de falar pra vocês é que os momentos mais importantes onde eu perdi minha avó e minha irmã foram vocês que estavam ao meu lado. Muito, muito obrigado. Beijo! Que lindo isso, a gente não sabia.
noção, né? A gente tá aqui falando besteira e aí a gente não sabe, né? Em que momento que a pessoa tá ouvindo, né? A gente fala, ah, a pessoa tá lavando louça, não sei o que. Às vezes não, a pessoa tá triste. É. E aí você tá aqui falando uma bobeira e ajudando. E cara, acho que um dos melhores feedbacks que já ouvi foi que a pessoa fez terapia influenciada pela gente. Porra, não tem nada mais incrível do que isso. Isso aí. Isso aí é mudar a sociedade.
E é a gente contando nossas histórias. Às vezes não é que a gente, a gente até fala, faça terapia, a gente fala. Mas baseado em algo que a gente viveu.
a gente contando aqui nossas histórias, rindo, não sei o quê, refletindo. E é muito legal saber que isso impacta a vida de outras pessoas, nem a gente imaginar. E eu lembrei aqui, falei que a gente ficava falando besteira, e aí eu fiquei lembrando outra forma de levar aliança. Porque a gente tava falando besteira, e eu pensei que é assim, bom, a gente é uma pessoa muito influente, né? Ela tem muitos acessos no mundo todo. E eu acho que seria de bom tom o macaco punch trazer as alianças.
Eu, se eu fosse assim, ah, o Quindinho traz as alianças? Eu acho que ele não perdeu esse esforço. Eu acho que ele é um convidado de honra, ele tem que estar sentado no colo das pessoas ali com o terninho dele. Lambendo ar. Não tem mais idade pra ficar trabalhando. Mais o Macaco Punch que tá começando a carreira agora no... É tipo assim, fecha com o Macaco Punch um Reels e três stories pro casamento. Um Reels com aliança e três stories dele com o bichinho de pelúcia.
Fechou. Fechou? Fechou. Manda lá pra Mind. Alan, beijo. Obrigada. Vamos pro próximo.
Pra próxima, que é a Kemely. Kemely também, doninha assinante. Vamos lá. Kemely, que toda vez que a gente faz episódio pedindo pergunta, manda pergunta de putaria. De sexo no assinante. Talvez venha aqui. Ah, vai ser. Vai ser sobre a lua de mel. Aham. Fala, amores. Tudo bem? Aqui é a Kemely. Eu sei que vocês estão morrendo de saudade das minhas perguntas safadas. Preciso voltar, né? A fazer perguntas. Ai, que medo. Muito bom. Tá comemorando, né? Dez anos de relacionamento de André e Foquinha.
Que grande diferença vocês fizeram na nossa vida, né? Quantas e quantas vezes vocês tiveram presente comigo, assim, na hora de dormir, né? Eu dormia ouvindo vocês, às vezes ficava entre dormir e dar risada com as histórias. Mas vocês sempre estiveram muito presentes. Falando em perguntinhas safadas, né? Qual foi a coisa mais estranha, mais safada que algum doninho falou pra vocês? Um beijo. Gosto muito de vocês, viu? As coisas mais safadas que a gente recebe
de você, que é mini. É só você. Cara de pau. A única pessoa que fala coisa safada pra gente... Não é a única. Não, não, mas é um... Ela tá aí no... Tem muito comentário sobre as coxinhas do Modi. Tem. Vira e mexe, vem. Você viu que eu parei, né? Quando o Modi vem de shortinho. Parei, né? Peguei trauma. Muitos falam sobre marmita. É. Já, quando vão abrir a marmita. Tarará. Já até falaram no grupo de acelerantes e a gente ficou um pouco constrangido.
É, é isso. Porque a intimidade, ela gera isso também, né? Ela gera um pouco disso, né? O que a gente fica lisonjeado também.
Poxa, querem fazer marmita com a gente. Nos dias de hoje, você ser tão desejado com uma marmita, é bom, né? É bom, tá tudo bem. E é isso que é, Emily, então. É você que é a pessoa que mais manda safadezas, mas foram essas as coisas, eu acho. Mas faz tempo também, você tem razão. Faz tempo, pode mandar. Vamos pra mais um Bruno Raioski, esse daí. Esse daí. Vai pro grupo, ele participa do curso de roteiro do Modi,
assinantes, manda perguntas legais. Já foi plateia do Planta Faz Isso. Já foi plateia da minha live. Foi na festa de fim de Big Brother que a gente fez na Tóquio. Foi na minha live também. Vamos lá. Fala, casal mais cheiroso do Brasil que me influenciou digitalmente e hoje eu ando cheiroso por aí. Queria dizer que eu tenho um carinho obviamente gigantesco por vocês dois, porque eu acompanho vocês, o podcast e tudo mais há sete anos e eu encontro vocês algumas vezes por aí e
E são pessoas que eu de verdade torço muito. Muito mesmo. Tanto nas conquistas pessoais quanto profissionais. Então a minha pergunta é em base disso. Em base desse tempo. Eu gosto muito de pensar nas coisas que a gente tem de favoritos hoje em dia. E as coisas que a gente deixou no passado. Então antigamente. Qual que era a coisa favorita que vocês gostavam de fazer juntos? E de agora? Qual era a comida favorita do casal antigamente?
artista favorito de antigamente, que hoje, obviamente, é o nosso querido Tyler. Mas é isso. Um beijão, um abraço pra vocês e um forte abraço ao MC Sapão eternamente nos nossos corações. Maravilhoso. Mano, um salve com o MC Sapão no final. Bom, vamos lá. Coisa que a gente mais fazia antigamente era assistir reality show de culinária durante o dia inteiro. A gente tinha um hábito que era o... Às vezes a gente chamava de segundode.
Segundode. Que era assim, a gente tinha naquele momento do nosso trabalho, segunda era um dia que eu não trabalhava.
Era um dia tranquilo pra mim. E era um dia tranquilo pra Modi. Estamos falando de 2015, 2016, né? E aí a gente estipulou a Segundode, que era uma segunda-feira que a gente virava um domingo. É. E a gente fazia o quê? A gente botava no canal Food Network. Nossa, era uma delícia. E passava o dia inteiro vendo programa de culinária dublado. A gente assistia e aí parava só pra comer e transar. E era uma variação. Sim. Transava, assistia, comia, comia e comia. Era uma delícia. Tinha o...
com Bob Flay. A gente não tinha grandes preocupações, além de pagar boleto, que era bem preocupante, mas inclusive... Mas eram outros boletos, né? Mas era outra vibe, era outra vibe. E saudades disso. Comida que a gente curtia muito, acho que a gente sempre gostou muito de comida japonesa, né? A gente não lembra se tinha alguma coisa que a gente comia muito nessa época. Mas acho que muito específica. A gente teve vários momentos, né?
A gente tem fases, né? A gente tem fases, né? A gente tem fases. Nossa, lembra que a gente pedia na pandemia isso? É. A gente tinha uns clássicos da pandemia, mas eu não... Nossa, eu me esqueci de tudo.
lembro de... Mas acho que naquela época, assim, no passado... Acho que sempre foi o japonês mesmo. Ah, tinha uma coisa que a gente pedia muito, meio no café da manhã, no café da tarde, que eram os pão de queijo recheado lá, aquelas coisas meio... Lembra? Putz, tinha. Que era... Que era perto... Prensado. Que era perto lá de onde você tava morando. É, onde eu morava. Lembra? Que a gente sempre pedia. Lá tinha uns hits que a gente sempre...
Era um pão de queijo com o recheio que eles... Prensavam. É, na chapa ali. Teve a vibe do Twix gigante, que foi um icônico na nossa vida. Foi.
do Twix Gigante num vídeo de uma mina. E durou por dias em casa. E aí a gente fez musiquinha, enfim. E artista favorito. Nossa, deixa eu lembrar. A gente teve muitas fases também. Muitas fases. Eu nunca fui ser o artista favorito. É, mas do casal. Mas tipo o nosso... A gente já teve vários momentos. É, vamos ficar devendo. Deixa a gente sem palavras, Bruno Hayaski. Obrigada aí, Bruno. Obrigada, Doninhos, que mandaram essas mensagens tão fofas, tão lindas. E por estarem com a gente. Acho que é muito legal que os Doninhos falam, ah,
fazem parte da nossa vida, vocês são muito importantes pra gente, mas os Doninhos são muito importantes pra gente, assim, acho que essa troca que a gente tem, a gente sente que a gente é muito próximo mesmo do Doninho, que é muito parecido com a gente, eu acho que, tipo, quem tá aqui acompanhando assiduamente a gente, não é à toa, acho que a gente pensa parecido, acho que a gente tem um humor parecido, então a gente ama encontrar os Doninhos, a gente ama ouvir as mensagens dos Doninhos, a gente ama ver comentários mesmo, né, porque é muito próximo.
Tanto que o Bruno Raios, que desde a primeira vez eu falei, esse menino tem talento,
Ele se inscreveu no meu curso de roteiro. Fez o curso de roteiro. Sempre mandava coisa pra mim. Cara, esse menino é bom. E aí eu falei, um dia que eu puder, eu vou chamar ele pra fazer roteiro na farra. Não rolou, mas eu consegui indicar ele pra um outro trabalho. E hoje ele tá trabalhando com roteiro. Por conta dessa relação que a gente criou. Então, é isso também. Eu consigo enxergar nos doninhos potencial, sabe? A gente tem uma troca muito legal.
Então, continuem conversando com a gente, trocando. A gente gosta muito de saber da vida de vocês.
de vocês, de ouvir vocês também. Então, obrigada. Obrigada por estarem com a gente quase o tempo todo do nosso relacionamento. São dez anos juntos. E quantos? Sete? Sete de doninhos? Sete de doninhos. Então, é muito legal também que a nossa história tá no Donos da Razão. A gente sempre vai ter esse arquivo. É muito difícil mentir pro nosso filho. É. Vai estar tudo registrado. Então, é muito legal ter esse arquivo aqui. E aí, te amo.
Também te amo. Muito feliz pelos nossos dez anos, que só evoluiu. Eu nunca imaginei na minha vida
vida ter um relacionamento assim, duradouro. E que não é questão de ser duradouro, não. É de não parecer que é tanto tempo. Quando você pensa, 10 anos é uma década, é muito tempo, gente. E não parece. Porque o nosso relacionamento é leve. E aí, às vezes, eu fico assim, ah, o que que faz? Um relacionamento dá certo, tarará. Arrumar um homem gato. Também. É isso. Uma gravatinha dessa. Uma mãozinha dessa. E sabe o que? É um pãozinho de forne.
É. E o molde é quentinho. Parece um briochinho. E você que tá aqui na festa, vê se
não bebe demais e dá vexame, tá? Aproveita esse restinho de festa, mas com parcimônia. E a gente se vê na semana que vem. A gente vai ser um casal mais evoluído, pós-lua de mel, né? Então aguardem a gente com coisas muito bem pensadas, estudadas de pensamentos, porque a maturidade chegou, hein? Não, tá cada vez mais matura. Agora somos pais de família. Um beijo, gente! Beijo pra vocês! Tchau! Tchau! Gostaram da nossa festa?