#349 - Polêmica da Chappell Roan uniu nossos mundinhos
Final de semana de festival, mas o maior bapho do evento aconteceu do lado de fora e envolveu: jogador do Flamengo, filha de Jude Law e a cantora Chappell Roan. Coisas que só poderiam acontecer no Brasil mesmo.
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- Tyler the Creator no LollapaloozaCriança fantasiada de Chroma Copia · Mãe fantasiada de Igor · Interação backstage com Tyler · Conselho sobre drogas e gap dentário · Mentalidade inclusiva do artista · Impacto emocional na criança e mãe
- Comportamento Celebridades FansLimite de privacidade vs cultura de paparazzi · Vídeo de Chappell Roan no aeroporto · Comportamento truculento de seguranças · Comparação com Taylor Swift · Tolerância a comportamentos abusivos · Responsabilidade da equipe de trabalho
- Vídeo de Chappell Roan repostado por fã no festivalVídeo da saga para chegar ao show · Reação de Chappell Roan (repost) · Viralização do conteúdo · Impacto na fã que gravou · Brincadeiras sobre ser 'tonta do Brasil'
- Contexto familiar de Chappell RoanMãe: Catterina Harding (Catch Cavalli) · Pai: Jude Law · Relacionamento de 7 meses · Filha nascida em 2015 · Carreira da mãe (cantora, influenciadora, estilista irlandesa)
- Rock in RioLogística e localização do evento · Gravação remota do podcast · Shows e apresentações · Aspectos gerais do festival · Dificuldades de acesso ao local
- Festas e Status SocialDuas noites de festa (sábado e domingo) · Participantes (artistas convidados) · Experiência pessoal da participante · Ressaca no domingo · Reúne fãs internacionais e brasileiros
- Storytelling Desastres PessoaisMaquiagem manchada na camiseta de Tyler · Calça rasgada (Naudir Place) · Atrasos e imprevistos · Resiliência e improviso · Uso de óculos escuro por ressaca
- Vídeo viral de cachorros na ChinaSete cachorros escapam de sequestro · Percurso de 17 quilômetros · Liderança e solidariedade entre os cães · Pastor alemão ferido protegido pelo grupo · Encontro com tutores · Impacto emocional do relato
Fala, seus de volta pra minha terra. Fala, suas diva pop low profile. Olha, vou te dizer que tô me sentindo em casa. Literalmente, né, Nene? Já você, né? Eu não posso dizer o mesmo. Eu não posso dizer o mesmo. Mas olha só, esse Donos da Razão remoto, itinerante, né, Modi? Ah, a gente vai passear pelo Brasil. Nos próximos meses, vocês vão ter episódios do Donos da Razão no Amapá, Roraima, Bahia.
dica. Alô, Marcas. Eu adoraria. Dá pra fazer, tá vendo? Porque eu tô no Rio de Janeiro, o Modi está em São Paulo e estamos naquela retinha final de BBB, né, galera? Então, eu tô aqui, ó, trabalhando no BBB. Tivemos um Lollapalooza no meio do caminho. É nos momentos de dificuldade que a gente se reinventa, entendeu? E aí, nesse caso, se reinventar quer dizer o quê? Voltar a fazer o que a gente faz em 2019. É verdade.
Nenhum das antigas sabe que a gente gravava assim antes. Porque o Donos da Razão, ele começou em áudio, né? Em 2019. E a gente gravava cada um num cômodo da casa. Porque, né? Por causa do áudio e tal. E aí era assim. Exatamente assim como a gente tá fazendo. Um cafezinho. E aí começou a gravar em vídeo. E aí as coisas mudaram. Mas, né? A vida é assim. A gente tem que se adaptar. Então, esses últimos dias foram bem corridos. Com o BBB aqui no Rio de Janeiro.
com o Lollapalooza. Então, a gente decidiu gravar dessa maneira pra conseguir gravar, né? E aí, vai que, né? Se a galera curtir... O Donos da Razão, ele vai além do cenário, né, Moody? Então, a gente pode ir pra falar mal dos outros, pra fofocar e tal. A gente pode estar em qualquer lugar. Então... Exatamente. Estamos aqui com as quentinhas. Eu e a Moody, a gente vai se atualizando durante o episódio também, porque essa Moody tá no vídeo aqui em São Paulo.
Pode ser que passe um cachorro aqui, um cachorro começa a chorar, faça um cocô, um gato que puxa o cabo do negócio.
pode bater a pessoa querendo arrumar o quarto da Modi. O Donos da Razão é isso. O Donos da Razão é isso, tá? É solto. Por isso que a gente tá aqui desapegado. Exato. Já dando esse recado pra quem caiu de paraquedas aqui, hein? É, já que a gente terminou e aí tá cada um morando numa casa agora. E aí como a gente tem contrato com a Dia, né? Até o fim do ano. Então eles têm que continuar gravando o Donos com as suas novas famílias em casa.
Cada um na sua casa. É isso aí. Eu tô aqui com a minha família nova, na minha nova casa. Não é o hotel.
isso aqui onde eu tô. É, realmente não parece muito hotel não. Agora olhando aqui, eu acho que a gente tá ficando golpes. É quase uma cara. É meio que um apartamento esse hotel que eu fico. Eu tenho uma salinha. Aí tem o meu... Ai, não dá pra mostrar. Tem o meu... Minha cama tá ali. Tem gente pelada, né? Por isso que não dá pra mostrar, né? É, tem gente pelada na cama. É. Tá, legal. Para. Ei, ei, ei. É assim que a gente descobre as coisas, galera.
Mas pelo menos a gente viveu juntos do Lola Paulosa Brasil, né, Mo? De 2026, que foi uma grande edição.
vez, né? Mais uma vez e tivemos aí grandes momentos, né? Eu queria até falar um destaque aí que foi na sexta-feira que eu achei que ia dar tudo errado e deu tudo certo. Ah, com você? É, comigo? Não, não, eu achei que ia acontecer alguma coisa errada no festival, mas foi a Moody, que a Moody teve as cruzadas da Moody pra chegar em Interlagos, né? É, porque, gente, é isso, né? São Paulo tem essa questão do trânsito em todo lugar, né? Na verdade. Mas assim,
Sexta-feira, em São Paulo. Fim do dia, complicado. Aí você vai da ponta da cidade pra uma outra. O Autódromo de Interlagos, onde acontece o Lollapalooza, é muito longe, gente. Pra quem tá longe da Zona Sul, né? Enfim, e aí eu não tinha como ir mais cedo. Porque eu tava trabalhando, né? Mil coisas ao mesmo tempo. Eu fui na hora que eu consegui ir. Gente, eu peguei duas horas pra chegar.
Quase que eu perco o show da Dolce. Mas deu tudo certo, consegui. E ainda vi a mulher de perto. É verdade, Amor. E o vídeo da Amor circulou o mundo ainda, olha aí. Gente, a Dolce repostou o meu vídeo. Ela repostou e a Cisa deu like. Não, quando eu vi essa notificação, eu quase caí pra trás. Sabe o que eu fico pensando nesse momento? Porque a gente gosta de acreditar que realmente foi o artista que tava ali no momento dele, viu e deu esse... Ué, eu acho que foi. Sim, não. Jamais vou querer tirar isso da sua cabeça.
existem para serem vividas. Ah, Modi, vai! O que eu acho muito legal é tentar imaginar em qual contexto, em qual momento esse vídeo foi visto. Porque você imagina, sei lá, a Cisa tá indo pro aeroporto. E aí ela tá com uma galerinha no carro. E aí ela... Guys! Look at this! E aí é o vídeo da Modi. Ou sei lá, tá fazendo um cocô. A Cisa tá fazendo cocô e ela gosta de ficar no celular fazendo cocô. E aí passou vários vídeos e falou assim...
Nossa, que legal! O Brasil é foda, né? Eu fui lá outro dia. São muito legais mesmo.
Então, eu acho que é isso. Ela tava ali de boa rolando o feed dela. E aí se deparou com isso. Agora eu quero saber se ela foi até o fim do vídeo que ela vira e mostra a minha cara. Que eu tô gag do outro lado da câmera. E aí eu viro a minha cara gag. Que eu tô assim, ó. Será que ela me viu? É isso que importa. Será que essa sua cara gag virou uma figurinha do grupo das rappers? Não. Sabe? A tonta do Brasil. Gente, e a tonta do Brasil gag? Só porque eu apareci.
ficou gag. Aí virou a tonta do Brasil. Para! Não! Aí um dia a Modi vai fazer entrevista internacional. Ela vai falar assim, você não é a tonta do Brasil? Você não é a gag tonta do Brasil? Não. Mas a Dante curtiu e repostou. Eu valorizei. E aí rodou meu vídeo. Cara, mas quando eu vi que a Cisa curtiu, nossa! Eu sou muito foda da Cisa. Aí agora eu vou entrar num outro lugar que é um comentário. Um comentário que tinha no meu vídeo. Porque aí eu mostrei a minha
Paga pra ir ver o show da Dolce, né? E aí o meu título é... Ela não sabia que ia dar de cara com o ídolo dela. Uma coisa assim. Aí tem assim... Nossa, ela é fã de todo mundo, né? Gente, eu sou! Eu sou fã de muitas pessoas. Aí agora eu falei... Ah, eu sou muito fã da Dolce. Aí eu vou pensar... Nossa, vão pensar... Aí eu pensei... Nossa, vão pensar que eu sou fã de todo mundo. Mas ué, eu sou fã de várias pessoas. Você é fã da música, né? Você é fã da arte. É, exatamente. E aí tem essa coisa, né?
é fã, tudo bem. Às vezes eu posso exagerar um pouco além no lugar, né, de... Mas é isso, eu sou fã, gosto de ser fã das pessoas. É, agora falando em fã. Mas eu não sou fã de todo mundo não, hein, gente. Boto numa mão aqui, ó. Agora, ficou muito difícil você falar pra todo mundo que você é fã de Tyler the Creator, depois de conhecer o menino Tutu, o menino Arthur. Tutuzinho. Que estava vestido de Saint Chroma, o personagem do Chromacopia,
vestida de Igor, que é outro alter ego do Tyler. Foi notado. Roubou a atenção de todo mundo. Não, gente, a gente tava lá no show do Tyler, né? E aí começou o show. E aí, gente, o menininho, o tutuzinho, foi pro ombro de um cara. Antes de começar o show um pouco, a gente viu eles, eles estavam muito perto da gente. E a gente viu a mãe dele, que é Ju Machado, nome da mãe. E aí a gente já amou,
todo mundo ficou vendo, tirando foto deles e tal, que eles estavam muito lindos ali. E aí começou o show, ele foi pro ombro de um cara. Gente, ele cantava todas as músicas, todas, todas. E aí, na hora do Chromacopia, né, da Sanchromia, na verdade, Sanchroma, que é a música do personagem, é essa hora que eu acho que ele foi pra Garupa, e aí ele cantou muito, porque era a música dele, ele tava vestido e tal. Aí o Tyler já viu ele na hora, já apontou pra ele,
Comento aí, tá? Esse vídeo aí, que ele faz isso. E aí, até o final do show, ele foi cantando a música inteira. Chegou no, sei lá, uma das últimas músicas, acho que era a penúltima, por aí. O Tyler abaixou ali no palco e falou com segurança dele. E aí começou uma movimentação de segurança. A gente ficou todo mundo assim, meu Deus, o que tá acontecendo? Logo eu pensei, acho que ele vai levar o menino pro palco. Você foi ligeira.
Gente, não deu outra. No final do show, tava acabando o show, o segurança pegou, porque ele tava na grade ali do pitch, né?
A segurança pegou ele e levou com ele. E aí a mãe saiu correndo, porque a mãe não pulou a grade, né? A mãe, meu Deus, eu preciso acompanhar meu filho. E aí todo mundo começou a abrir espaço pra ela passar. E aí a gente ficou, meu Deus, eles vão se conhecer e tal. E aí a gente ficou achando que ele ia aparecer na última música. É, eu achei. Mas ele não apareceu. E aí a gente falou, bom, ele vai conhecer ele nos bastidores. Aí, quando a gente tava saindo do show, a gente encontrou o cara que botou ele no ombro.
achei que eles estavam juntos. Aí eu fui falar com ele. E aí, curiosa que sou, né? Já fui lá perguntar, já fui lá assuntar, né? Ele falou, ah, eu fiquei sabendo da história dele, ele e a mãe estavam lá atrás, no gramado e tal, e aí aconteceu alguma coisa e tal, e levaram eles lá pro pitch. E aí, ele colou em mim, eu botei ele na garupa, e aí foi isso e tal. E aí eu achei muito legal. Na garupa botou? Na garupa. Ele não falou isso, no ombro. E aí eu fiquei assim, gente, qual que é o nome dele?
o arroba, e aí fiquei desesperada, porque fiquei obcecada. E aí, beleza, aí eu postei. Aí já logo comentaram, ah, é o Tutuzinho Machado, tal, não sei o quê. Aí eu já marquei ele, ele repostou também. Inclusive, meu vídeo foi pra um compiladão lá de uma página de rap gringa, também. Que legal. E aí, veio aí o encontro, né, Modi? Não, o encontro incrível. Do Tutuzinho com o Tyler. Incrível, porque o menino tá meio anestesiado, a mãe tá em choque, e aí tem o... tem dois vídeos, né? Tem o vídeo que é o caminho deles,
E aí o Tyler fala pra ele assim, cara, tamo aqui no escuro, vamos pra luz. Vamos lá pra luz. E aí a mãe vai. Aí a mãe tá tipo muito assim, meu Deus, preciso seguir aqui eles, meu filho tá ali. Aí a gente não sabe o que eles tão conversando no caminho, porque ela tá um pouco longe. Aí tem o Tyler meio que abraçadinho nele, trocando ideia. E o menino trocando ideia com o Tyler. Trocando assim, desenrolado. Meu brother, vambora. Aí o segurança olha pra ela e fala assim, cuidado com o degrau, mãe. Que ela aí, obrigado. Que ela tá toda assim, meu Deus.
Ela tá toda assim, meu Deus, meu Deus, meu Deus. Só faltava... E aí tem um momento depois que eles estão já ali no backstage, que eles já estão muito íntimos, o Tyler já tá muito assim, do tipo assim, meu Deus, olha você, filma ela de volta, aí filma os dois. Aí ele olha, porque ele não tinha reparado que a mãe tava de Igor. Aí quando ele viu, ele fala, caraca, você também. Aí mostra ela, pega o celular e mostra ela. Aí ele, vamos tirar uma foto e tal.
E aí, dá pra ver como o Tyler é um cara muito legal, né? Porque primeiro que ele fez isso,
menino, né, pra lá e tal. E aí depois rola um papo com ele, que a mãe tá filmando também. E aí ele fala assim, cara, tipo, ele fica assim, você é demais, ele tá muito encantado com o tutuzinho. Daí ele fala assim, não use heroína, não use drogas, no drugs. Daí ele fala, e não feche o seu gap. Ele fala, don't close your gap, que é o espaço no meio do dente, o diastema. Que o Tyler tem diastema, que inclusive é o charminho dele. E o tutuzinho também. E aí ele fala,
Don't close your gap, né? Não feche o seu diastema. É muito legal isso, sabe? É muito... Olha o que ele fala. Ele podia falar qualquer coisa pro menino. Ele fala, não use drogas e não feche o seu diastema. E é muito legal esse momento dos dois. Ele dá um boné também pro tutuzinho. Sim. E é muito fantástico. É muito a mente do Tyler, né? Porque os artistas, geralmente, eles têm um protocolo. Então eles vão falar sempre as mesmas coisas e tal.
E aí você vê que a cabeça dele funciona num lugar diferente. Que ele fala pra uma criança de oito anos.
que é algo talvez que a criança, né? É, um pouco. Mas guardou na memória, importante. Aí ele vai pra drogas, que ok, geral. E aí ele foca no gap, no diastema do menino, que aí realmente acho que é um negócio muito foda, porque assim, mano, você é assim, você é foda assim e foda-se. E tipo, provavelmente, sei lá, o Tyler já sofreu bullying por causa do diastema dele no passado. Entendeu? E aí é muito foda você ouvir isso do seu ídolo, né? Tipo, que aí o Tutuzinho comentou, né?
O quanto ajudou ele e tal. Então, assim, é muito legal. É muito foda ver o fã tratando o ídolo dessa maneira. Diferente de uns e outros. É, tem gente aí que... Vamos falar que o grande assunto desse Lollapalooza talvez tenha sido fora dele. Algo que nasceu no café da manhã do Hotel Tangará. Quem diria?
Quem diria que o grande bapho seria isso? Eu gostei do show da Chapel Run. Achei assim, tem toda a cenografia, né? E tal, essa coisa, né? De va-pop e tudo. Só que eu acho ela bem... Chata. Bem assim, solta no palco, sabe? Autêntica, uma coisa meio rockstar, assim. Gostei muito da energia dela no palco. Mas vamos falar do bapho, né, Modi? Porque pra quem não sabe, tudo começou quando o Jorginho, Jorginho, jogador do Flamengo,
se pronunciou nas redes sociais e contou que a sua filha, que é a enteada dele, é fã da Chapel, reconheceu ela ali no salão do café da manhã do hotel. E aí, segundo ele, a menina só olhou, sorriu de longe, meio que pra confirmar se realmente era ela e tal, sem interromper. E aí, segundo ele, logo depois, um segurança da Chapel teria abordado a família de uma forma extremamente agressiva, acusando a criança de desrespeito,
E assédio contra a Chapel. E aí o Jorginho afirmou que a menina ficou assustada, chorou muito e tal. Enfim, e aí tem os desdobramentos. O que eu acho aí muito interessante é que, assim, mexer com o fã brasileiro já é algo que você tem que pensar duas vezes. Mexer com uma criança brasileira, aí vai ser pior.
jogador do Flamengo, aí a sua chance também vai piorando. Então, assim, ela conseguiu trazer o pior cenário possível, que é uma criança brasileira enteada de um jogador do Flamengo. Porque aí não tem... Não, e... Não, aí não tem o que fazer. A cerejinha do bolo é que ela é filha biológica do Jude Law. Que estava em casa. Gente, é inacreditável as histórias. O Jude Law estava em casa, lendo o texto do próximo filme Cabeça, que ele vai fazer.
Quando, de repente, o filha dele liga pra ele chorando e fala, pai, a Chapel Run ficou puta comigo. E aí ele fala assim, como assim? A mãe dela chama Catherine Harding, que é conhecida como Cat Cavelli. Ela é cantora, influenciadora e estilista irlandesa. Ela, inclusive, ganhou destaque no The Voice UK em 2020 e na série documental Married to Game. Porque, né, ela atua na moda e tal, aí tem a rotina dela no Rio de Janeiro e etc.
E ela e o Didi Law, que é um ator britânico, tiveram esse relacionamento de sete meses. E aí tiveram a filha em 2015. Então, por causa disso, além do bafo que estava rolando aqui no Brasil, teve repercussão internacional. Então, assim, uma loucura. E aí eu acho que deu tanta repercussão, inclusive internacional, que a própria Chepa se pronunciou. E aí ela fala, tipo, gente, eu não...
odeio crianças. Eu não odeio meus fãs. Eu não odeio crianças. Isso não aconteceu. Ninguém veio falar comigo. O segurança não era meu segurança. Tipo, acho que era outro segurança. O que mais tem na internet é ela maltratando o fã dela. Isso que é mais legal. Porque a galera começou a resgatar as pessoas pedindo pra tirar foto. Ela humilhando pessoas na fila. Ela fazendo cara feia. Então, ela... Eu acho que ela faz isso mais com paparazzi.
Ah, eu acho que não. Essa coisa de humilhação. Tem um vídeo que ela fez de uma galera esperando ela na saída do restaurante.
lá, que ela fala, gente, eu só saí pra... Aí ela abre a câmera do celular e começa a filmar as pessoas. Então, é o paparazzi. Não é paparazzi. Tem as pessoas com cartazes que ela fica filmando a cara das pessoas ali, que a pessoa só queria uma foto com a Chapman, entendeu? Ficou famosa ontem. Enfim, ela é conhecida muito por isso, assim, desde que ela bombou sobre não querer tolerar o assédio de fã de paparazzi. Ela já falou isso em entrevistas.
Ela já fez um vídeo no TikTok dela também, em 2024, falando sobre o comportamento abusivo de fãs e tal. E o comportamento abusivo.
de artista com gente que tá lá, que acampa naquela porra, ela fica o dia inteiro lá pra ver a mulher. Pois é. Aí saiu esse vídeo aqui, se puder botar esse vídeo aqui, esse vídeo é muito bom, porque parece realmente que ela é a primeira dama dos Estados Unidos, e que ela tá vendo um terrorista no aeroporto, e manda o ministro da defesa e resolver o problema. Só que no caso é só a Chapman, vestida de moletom, no caso é só um fã filmando ela, e no caso é o segurança dela truculento,
que aponta pra pessoa. O gesto que ela faz, me lembra muito o filme O Ditador, do Sacha Barakon, que ele brinca muito que quando a pessoa tá de costas, ele faz um gesto assim, ó, por segurança, tipo assim, mata essa pessoa, e aí, tipo, eles levam a pessoa pra um canto e nunca mais é vista. É do tipo assim, mano, totalmente desproporcional. A pessoa tá filmando. Não, é, e essa cena do aeroporto, que não é de agora, né? Não é no Brasil, é um pouco mais antiga. Ela tá, tipo, tem uma pessoa filmando ela de longe,
Paparazzi, enfim. Porque hoje, essa coisa da cultura do paparazzi foi pra um outro nível, porque hoje todo mundo tem um Instagram de mídia, né? E um microfoninho na mão. Fofocas dos... É, fofocas dos famosos. E aí, tá lá filmando de longe ela. Só que é isso, ela é uma pessoa famosa, ela é uma pessoa pública, ela está num lugar público. Então, assim, sabe? Tem muitas maneiras de você conseguir driblar isso, né? Porque, assim, ela escolheu ser uma artista desse tamanho,
diva pop, sabe? Eu acho que é muito complicado. E aí, você vê ela fazendo assim, apontando pro segurança. E aí o segurança indo lá e falar, não, abaixa o celular, não é pra gravar foto, não é pra tirar foto, não é pra gravar vídeo. Cara, e ela no meio do aeroporto, sabe? Então, tipo, aí ela bota um capuz de moletom e aí... E aí eu acho que é a pessoa também que ela tem uma intenção de fama que não é a que ela ainda tem. Então, se você tá descendo no saguão,
voo doméstico no aeroporto, você ainda não é a Beyoncé. Então... Não, é tipo isso. Você vai passar no meio de pessoas, porque não tem como. Você não tem um carro escondido, não vai ter um sósia pra espantar as pessoas, pra você sair por um carro blindado pelos fundos do jatinho. É do tipo... Não, você ainda vive uma vida de celebridade, vamos dizer assim, normal, que você ainda precisa lidar com o aeroporto e coisas do tipo. Então, assim, é óbvio que você vai encontrar pessoas e é óbvio que se você faz sucesso e as pessoas gostam
sua música, as pessoas vão querer tirar uma foto com você. Pô, as pessoas tiram foto com o influenciador, com qualquer pessoa que as pessoas sabem que é famosa no aeroporto. Tem gente que fica no aeroporto pra tirar foto das pessoas sem saber quem são. Que é só pra ter a foto e falar que encontrou tal pessoa. Então, pô, se você é uma cantora internacional, é óbvio que onde você passar vão tirar foto e vão filmar você. Todo mundo tem um celular hoje em dia, entendeu?
Aí parece que é meio que pra chamar atenção. É, eu acho que é óbvio que tem a questão do limite, né, de acho que coisas abusivas que acontecem
mas a gente vê vários momentos que parece que não teve um comportamento abusivo, que foi só alguém filmando ela, e é isso, sabe, eu pedindo uma foto, sei lá, e é isso, ela é uma pessoa, a gente vive numa sociedade que a cultura dos famosos, ela já é, já tá intrínseca, não, tipo, não tem como a gente acabar com isso da noite pro dia, os paparazzi vão estar, ainda mais em Los Angeles, vão estar na porta do hotel, não que isso justifique comportamentos abusivos,
a gente já viu várias situações horríveis que já aconteceram com celebridades aí, né? Então, assim, óbvio, eu acho que essa conversa é muito válida. Só que tem que ter, eu acho que ela tem que ter esse cuidado pra não destratar o fã que tá ali e que, pô, ama ela, que gosta do trabalho dela e isso faz parte de ser famosa, de ser uma artista mundialmente conhecida e com hits e etc. Então, assim, faz parte. Se você não quer isso, então ela pode,
decidir seguir uma carreira low profile. Entendeu? Tem muitas artistas que passam por isso e que conseguem driblar nesse sentido. A própria Taylor Swift não ia escondida de um lugar pro outro, que ninguém via que ela ia... Tem até um boato que ela andava por dentro de malas. Horrível, né? Mas virou médio. Você não vê a Taylor Swift andando na rua. Alguma coisa ela faz pra não aparecer. Então, assim, algum jeito dá pra fazer. Mas eu acho que é isso. Destratar fã é foda.
Parece que ela quer que as pessoas tirem foto e abordem ela para ela ter esse comportamento e virar meio que essa personagem que é a pessoa que sou contra isso, que eu quero respeito, eu quero que as pessoas me deixem ser reservada. Então, dentro da sua casa, você vai lá. Enquanto você estiver andando no aeroporto e uma pessoa no Bob's comendo um sanduíche, a pessoa vai tirar foto com você, pô. Até a menor condição. De qualquer pessoa, minimamente famosa, você vê o tempo todo no aeroporto isso. A gente sempre está pegando o ponte aéreo e tal. Cara, sempre tem famoso,
indo e voltando e sempre tem gente na fila tirando foto com as pessoas. Aí é uma escolha sua. Ou se você é muito foda, você pega um jato particular e você não encontra nenhuma pessoa. Acontece muito. Ou você vai ter que lidar com as pessoas. E, porra, você tá fugindo dos fãs, sabe? Que é tipo... Que deveria ser o motivo de você estar fazendo isso. Porque senão também é isso. Pega seu dinheiro e abre uma rede de farmácia. Vai trabalhar com farmácia, abre 50 redes de farmácia e é isso. Vida que segue. Farmácias Chapel.
É isso. Boa sorte na nova empreitada, Tia Peron. E aí o lance é, o Brasil ele é esse lugar que é assim, você vai fazer um vídeo falando que não, meu segurança, vão achar vídeos do seu segurança. A galera vai desenterrar e é isso. Ai, porque não sei o que. Aham, olha aqui. Ai não, porque eu nunca destratei fã, então toma esse vídeo. Ai não, porque meu segurança, então olha aqui. Aí agora a galera tava na expectativa, amor, da ex-mulher do Judy Lau e atual do Jorginho, mãe da menina, olhar aquele vídeo
a galera estava marcando ela para ela fazer o retrato falado, como se fosse um retrato falado. Tipo assim, você reconhece esse segurança? E ela fala assim, foi ele que me destratou. E a galera fala assim, aí, Chapel Run, falou que não era seu segurança, ela reconheceu o segurança. Então, o brasileiro está fazendo todo esse trabalho de investigação. Enquanto a polícia está omissa, uma criança destratada, enquanto a polícia não faz nada, o fã brasileiro se mobiliza para fazer justiça pelas crianças do país. Então, a Chapel gravou esse vídeo,
pedindo desculpa pra mãe e pra criança. É importante falar isso, né? E ela disse que nenhuma criança a assediou, a incomodou no café da manhã, que isso não aconteceu e que não foi o segurança dela que foi falar com elas e tal, que provavelmente era outra segurança ali do local e tudo mais e que não dá direito dele ser agressivo com elas e com a criança e que pede desculpa por isso, né? Que ela não apoia essa atitude e tal.
ela falou, tem gente que falou que acha que ela tá debochada no vídeo, eu não achei, achei que enfim, tá ali falando do normal. E aí depois a Cat, que é a mãe da menina, né? Fez um vídeo explicando como foi, como é que aconteceu. E aí ela explica que a menina em nenhum momento tirou foto, nem nada. Ela viu, inclusive ela fala que elas foram pro Lollapalooza pro show da Chapel Run, que ela super foi, que era o presente de aniversário da menina.
E aí elas estavam no café da manhã, porque elas estavam no mesmo hotel da Chapel.
E aí passou uma menina ruiva de cabelo enrolado. E a mãe falou, acho que é a Chappell. E ela falou, meu Deus, será? E aí ela foi ver a menina. Meio que acho que rondou ali onde tava a Chappell pra entender se era ela. Mas não tão perto a ponto dela ver de fato que era a Chappell. E ela ficou muito na dúvida. E é uma criança, né? É, porque assim, a Chappell, né? Ela tem essa persona dela que é uma drag queen e tal. Então assim, ela é bem diferente sem make, sem produção, né?
Então acho que foi isso. A menina ficou rondando ali pra ver. Voltou pro café da manhã e falou,
ela se não é e tal. Quando ela voltou para a mesa do café, segundo a Cat, veio segurança nesse tom agressivo e dando um textão falando que ela está no momento de privacidade, que a artista está no momento de privacidade, que não se pode passar limites da privacidade do artista. Começou a falar sobre assédio e não sei o que. E falou para a mãe, segundo a Cat, falou para ela que ela tinha que ensinar a filha dela a se... Se portar. Se portar nessas situações.
E aí a Cat até fala, ó, minha filha tá bem acostumada com esse ambiente, o pai dela é super famoso, tipo assim. Então, assim, ela nunca ia passar do limite e tal, não sei o quê. E aí o cara mandando esse textão mega agressivo. E ela fala, você imagina, eu tô no café da manhã com a minha filha. Chega um cara gigante, com segurança, enorme, mandando um textão desse, meio agressivo e tal, pra uma mulher com a sua filha, tipo, é meio, né, over assim. Aí falou que acabou com o dia delas, que elas não foram pro show,
A menina ficou muito, muito chateada e tal. Então, foi isso. Ela fala... A Chapel disse que não era o segurança dela. Ela falou, eu acho que era. Não posso falar que era, com todas as letras. Pode não ser o segurança pessoal dela, mas ele tava lá, tipo, na entorraja ali da Chapel. E aí ela fala, pô, seus funcionários estão ali pra te representar, né? Então, assim, tem isso, assim. Às vezes, né? Tem uma coisa que acontece muito com o artista que vem pro Brasil.
que tem uma equipe que, às vezes, é uma equipe contratada pra dar esse reforço no local. Então, realmente, às vezes, não é o segurança pessoal dela, né? Não dá pra saber, enfim. Só que é isso, tipo, é uma situação, porque, às vezes, o segurança, ele já... Como ela é assim, às vezes, eles veem a situação e eles mesmos já vão lá. Mas, pô, não dá pra... Mas é isso, a equipe que trabalha com você diz muito sobre você e isso funciona até com artistas brasileiros que você conhece, que você sabe que, tipo, você percebe que,
tem um clima, né? Entre a equipe e que às vezes se a pessoa é uma pessoa que você não acha tão legal, a equipe dela não vai ser legal também. Dificilmente ela vai ter pessoas legais trabalhando pra ela. Isso daí é um clássico. E aí eu volto no nosso querido Tyler, The Creator, que o segurança do Tyler tava ali sorrindo pra galera, cantando música. O segurança dele tava ali embaixo. Ele cantava umas músicas. Ele era fofo. Aí você vê que o Tyler tem uma relação com ele, porque o Tyler chama ele de canto no show ali, eles se comunicam rapidinho.
E aí, quando você vai ver o vídeo da mãe também, você vê o segurança ali meio, tipo, achando mó legal aquilo. Ele tá trabalhando, mas ele sabe que ele tá presenciando um negócio legal do chefe dele, que é um cara que ele respeita e que tá fazendo aquilo pela criança. Então, é totalmente diferente de você ver aqueles seguranças, que é os caras que, tipo, antes de saber o que tá acontecendo, já é não, já empurra, já fecha e tal.
Então, sei lá, né? O vídeo dela no aeroporto com aquele segurança, que eu não sei se é o pessoal dela também ou se é alguém que veio pra reforçar,
parece que eles têm uma relação muito próxima, porque ela aponta, ele já entende o que é. É que ela só aponta, ele já entende. E aí ele já aponta pra pessoa. Então, sei lá, pense bem com as pessoas que vocês trabalham aí, porque isso quer dizer muito sobre você também. Se você escolheu trabalhar com essa pessoa, tem coisa aí no meio. Exatamente. É isso, gente. Eu acho que é super válida a discussão sobre limites dessa indústria, porque realmente eu acho que não é porque você é famosa que tudo pode ser, sabe? Então eu acho que tem
Tem esse limite aí de que realmente paparazzi se passa, público se passa, e que, enfim, mas eu acho que tem casos que são meio exagerados. Falando sobre se passar também, só pra te fechar esse assunto, eu sou completamente apaixonado no tweet do prefeito do Rio de Janeiro, que comprou as dores do Jorginho, falou que ela nunca vai pisar no Rio de Janeiro pra fazer o show. Não, não. É, o Todo Mundo no Rio. Que também já, provavelmente, ela não faria. Mas, só pra deixar claro,
E marcou a Shakira no tweet. Vamos trazer mais um famoso para a discussão? O que vocês acham da Shakira também falar um pouco sobre a Chapel Run, depois de tratar a enteada do Jorginho do Flamengo, que é filha do Jude Law, ator britânico. Porra! Que loucura. É o Eduardo Cavalieri, que é o novo prefeito do Rio, ele fala o seguinte. Quero dizer que enquanto eu estiver à frente da nossa cidade, esta moça...
jamais se apresentará no Todo Mundo no Rio. Duvido que a Shakira, arroba, Shakira, arroba, Shakira Underline Brasil, faria isso. Aliás, arroba, Frelo Jorginho, a sua pequena já é convidada de honra da organização em maio. O brasileiro, ele é formado em marketing já do berço, né? Então imagina um prefeito da cidade, das mais importantes do Brasil, que é de uma fanfarronice incrível você ser um chefe de Estado,
uma pessoa importante da cidade, a pessoa mais importante da cidade, falar assim, vamos entrar nessa porra, então. Mexeu com o Mengão, mexeu com o Rio de Janeiro. Então, ó, marca a Chapey Run, marca a Shakira e o fã-clube oficial da Shakira, porque tem força pra fazer chegar na Shakira. Então, tipo assim, a gente vai até o limite. Ô, Modi, mas eu queria trazer aqui um momentinho de memes. Vamos dar umas olhadinhas em memes, esses momentos que tiveram memes muito bons. Vamos abrir aí o primeiro.
Dando a rasteira na criança. A Mônica. Parece a Mônica do Psytrance. É fantástico, porque tudo que envolve criança na internet automaticamente se associou à Chapel Run. Então, vídeos que já existiam há 10 anos sob um contexto, agora com a legenda certa envolvendo a Chapel Run, tem outra história envolvida. Então é muito bom. E não falta no Brasil vídeos de criança e festas infantis dando merda.
tem medo de água, a Chapel Run, tacando a mulher na água. Não, é muito bom. Tem vários desses, adultos destratando criança. Ai, gente, que horror. Tem muito bom que é uma cena daquele filme Três Ninjas, que é o filme que passava na sessão da tarde pra caramba, que são os três menininhos treinando, e aí fala assim, os fãs brasileiros treinando pra encontrar a Chapel Run. Porque o Brasil tem essa coisa magnífica também, né? Porque tem um
de justiça, mas ele dura cinco minutos, né? Porque a partida aí é festa, é meme. Então, tipo assim, fogo no parquinho, aí quando o fogo vai baixando um pouco, os bombeiros estão jogando ali, já tem alguém fazendo o primeiro meme. Aí já abriu a porteira. Aí quando você vê, a história virou um grande meme. E aí o mundo todo está repercutindo o que aconteceu no Brasil, ou o que não aconteceu no Brasil, mas enfim. Essa investigação ainda vai longe, Mody. O brasileiro
vai descansar enquanto não vê Chapel Run nas grades. Tem um que fizeram uma montagem dela segurando a camisa do Flamengo. Que papo é esse de Chapel Run contratada pelo Flamengo? Aí é uma coisa mais HT. Aí tem um outro aqui. Aí eu amo que esse acontecimento ele juntou as gays e os héteros, né? Que aí tem um outro meme. Completamente HT. Vai maltratar uma criança em um país que tem a lei felca e torcida organizada. A maior facção criminosa do mundo de todos os
tempos e o símbolo do Flamengo. E até as outras torcidas, né? Se juntaram aí. Porque a partir do momento que você mexeu com o futebol ali, não tem jeito. Não é só o flamenguista que ficou emburrado. E aí isso daí viralizou, por exemplo, o mundo do esporte na Espanha, na Itália. Porque o Jorginho, pra quem não sabe, ele é italiano, né? Ele é naturalizado italiano. Então o Jorginho jogava na seleção italiana. É brasileiro naturalizado italiano. Então ele é muito conhecido
fora do país, assim. Pra galera aqui que não é do mundo HT, o Jorginho foi um dos melhores meio campistas do mundo aí durante uns 10 anos fácil na Europa. E ele jogava na Inglaterra e na seleção da Itália. Então ele é um nome muito famoso lá fora. Então o fato de ser a enteada do Jorginho levou esse assunto pras mesas de debate de futebol no mundo. Então na Espanha, na Itália, tipo, tava todo mundo falando disso por causa do Jorginho e não por causa do Jude Law, que é o pai da criança e muito mais famoso.
Então é muito bom, porque o fato dele ser do futebol impulsiona 300, 400% ele na fofoca, né? Do que o Jude Law, que não tá fazendo tanto filme, né? Então é isso. E a maior torcida do Brasil, o Flamengo hoje. Então, realmente, eu acho que no final das contas, o arrependimento desse segurança e dela depois disso, porque assim, poderia ser uma criança qualquer, filha de uma gringa no hotel, olhando pra ela, sabe? Só que aí, no caso, essa menina tava envolvida com
grandes facções, que são as facções do futebol e dos defensores de crianças brasileiras. Então foi um tiro no pé, assim, absurdo. Agora, quem arrasou aqui no Brasil foi o quê? Dolce, indo pra Baticu, um dia antes do show dela, se jogou horrores, dançou, bateu o cabelo, conversou com todo mundo, abraçou, e não sei o quê, tocou música, cantou, tirou foto com as rappers,
disseram que ela queria conhecer rappers do Brasil. E aí ela encontrou ali com Duquesa, Ebony, com a Buda, Tashi Tracy, enfim. Então foi muito legal. E aí ela saiu assim, ó, mamadinha da Baticu, e fez o show dela de ressaca no dia seguinte, maravilhosa. Ainda falou, ai, ontem me diverti horrores, bora continuar a festa. Dizem até que ela passou um ensaio que teria que ter por causa da ressaca, né?
E aí a gente fica pensando, imagina se tivesse ensaiado, imagina se não tivesse de ressaca. Talvez o segredo seja trabalhar de ressaca, né, Modi? A gente fica evitando. A gente que fez isso, eu que fiz isso no domingo? Gente, não, agora é só contar isso, né? Aí a gente, o quê? Ia falar também das outras artistas que foram na festa da Anitta, Edson Ray, Kedzai e Peggy Gu foram pra festa da Anitta no domingo.
na festa da Anitta no sábado, porque a Anitta fez dois dias de festa, a festa de aniversário dela antecipando aí a festa de aniversário dela, que o aniversário dela é dia 30, né? E aí ela fez isso pra que as pessoas que não podiam ir no sábado fossem no domingo e vice-versa, quase o Lollapalooza e tal. A gente foi no sábado porque domingo era um dia mais tranquilo pra gente, porque segunda, né? Um dia de trabalho intenso, eu ia vir pro Rio de Janeiro e tal.
Aí a gente foi sábado e se entregou. Eu entreguei meu máximo. Fazia tempo que eu não me jogava
Não tem como, né? Não tem como você estar lá na festa da Anitta. Realmente é surreal, porque é um elenco fantástico. Músicas fantásticas, animação fantástica, bebida fantástica, comida fantástica, docinho fantástico. Mas você fala assim, vou fazer o quê? Eu vou me jogar. Quando que eu vou ter isso aqui de novo esse ano? Não, um elenco maravilhoso. Fantástico. Mas é isso, a gente chegou em casa às seis da manhã, né? Daquele jeitão. Eu acordei no domingo,
Olha, eu não queria nem dizer. Eu sei lá, eu falei, nossa, por quê? Entendeu? Eu acordei assim, derrotada. Parecia que um caminhão tinha passado por cima de mim. Porque eu ainda tinha acordado sete da manhã no sábado pra trabalhar. Trabalhei o dia inteiro embaixo do sol. Assistimos o show da Chapel Run, assistimos o show no Lola. Do Lola, a gente... Acabou o Lola, a gente passou em casa. Deu, que era longe, hein? Deu comida e remédio pro Kinder. E comida pro Caju.
Pais de pet. Responsáveis. Muito responsáveis. E voltamos pra Zona Sul, onde era o aniversário da Anitta. E ficamos lá até seis da manhã. Foi tudo, valeu a pena, tá? Mas aí, quando eu vi as meninas na festa de domingo, que a gente não foi, me deu uma dor no coração, entendeu? E aí, eu queria dizer um pouquinho do meu domingo. Como o meu domingo começou pra entender que, assim, era pra me desgraçar, entendeu? Que a ressaca, ela me desgraçou, ela me humilhou. Eu dei a volta por cima, fiz uma make, entendeu?
Botei uma roupa bonita. E aí, o que aconteceu? Botei minha camiseta, que era a camiseta do Tyler, né? Com a carinha dele. Que eu comprei quando a gente foi pra... Aquela viagem pra Chicago, pro Lola Chicago. A gente foi ver o show do Tyler pela primeira vez. E a gente foi pra Los Angeles e eu comprei a minha camiseta na loja do Tyler. E eu nunca tinha usado ela. Eu demorei pra usar, porque eu sou apegada. Demorei pra usar. Eu falei, vou guardar pro show do Tyler.
Gente, guardei pro show do Tyler. O show do Tyler chegou. Me maquiei, não sei o que.
camiseta. Quando a gente olhou, eu raspei a camiseta na minha cara de maquiagem e ficou a gola cheia de base. Gente, que ódio! E aí eu falei, não acredito, eu queria chorar. Aí o que eu fiz? Água quente, produtinho, passei, esfreguei, limpei minha gola, sequei com o secador, fui mais um pouco humilhada e falei, bom, não vai nada mais acontecer. Aí falei pro Mojo, Mojo, me ajuda aqui a botar a camiseta. Botei um saco
de... saco plástico de mercado na cabeça, pra passar a camiseta, amor, já me ajudou. Falei, bom, devia ter pensado nisso antes, né? Fui mirim. Aí, tá, falei, não vai dar nada mais de errado. Aí, gente, eu tinha pensado nessa roupa a semana inteira. Coloquei uma calça minha, que é uma calça de tule, que pra quem não sabe é um tecido bem fininho, tipo de meia calça. Bem fininho. Que ela é transparente. É, bem fininho. Bem fininho, galera.
Cheia de brilho. Bem fininho, tá? Cheia de brilho. Que, inclusive, eu usei na nossa viagem pra Chicago.
eu usei de um outro jeito. Essa que você usou no Backstreet Boys. Eu usei em Chicago por cima de uma calça jeans, que é um estilo bem legal de usar também. E usei no Backstreet Boys, as pessoas paravam pra me elogiar e pra perguntar de onde era a calça. De tão linda que ela é. Ela é muito linda. Da Another Place. E aí, então, assim, eu usei bastante essa calça. Que é muito fininha, tá, gente? Beleza. Ela é muito fininha, tá? Gente, era uma...
Não, era uma camiseta. É branca, normal. Então, eu falei assim, vou botar essa calça pra dar um bafo. E uma segunda pele,
Mesmo tipo da calça, também de tule, cheia de brilho. Gente, tava um bapho meu look, tá? Aí eu tava muito feliz já. Falei, bom, vamos. Já muito atrasada. Quando a gente tava no hall de casa. Não sei, caiu meu celular no chão. Meu celular tem uma cordinha, que é essa aqui, ó. Gente, eu fui pegar, puxei a cordinha. A cordinha enganchou na minha calça. E foi puxando a minha calça, né? Tipo, o tecido do tule. E rasgou a minha perna, né? A minha perna não.
da calça, né? A parte da perna. Virou um saiote. Gente, não. Não, ficou assim, um rasgo. Aí eu falei, fudeu. Aí eu falei, fudeu. E aí eu falei, não vai dar, porque o tecido, como é tipo uma meia calça, ele ia abrindo com o tempo. Aí eu quis chorar, porque eu não tinha outra opção. Aí eu falei, nossa, me lasquei. Quando eu tirei a calça, eu vi que até a virilha tava com a abertura da calça. Eu falei, bom, realmente não vai dar.
O que aconteceu nesse dia? Aí foi isso. Sorte que Another Place, uma marca que eu amo demais, tinha uma outra calça,
jeans, que não tinha brilho, mas era linda também, coloquei e deu tudo certo. Mas assim, a gente se atrasou, perdi o show que eu queria, vida que segue, mas alguém tava querendo me tombar e não conseguiu porque eu dei a volta por cima. A gente se atrasou tanto que eu tava de óculos escuro na camiseta, tipo, ah, tá sol pra caramba, né? Vou deixar o óculos escuro aqui, tá? Aí quando a gente saiu, o sol tinha ido embora, não tinha mais sol não.
E aí eu levei o óculos, aí eu falei, caralho, o que que eu tô fazendo com óculos aqui? Eu nem sou blogueira pra ficar de óculos em lugar escuro.
E usei. Mas tirou umas fotinhas de óculos escuros, sim, na noite. Levei, tem que usar. Não, mas, gente, isso diz muito sobre mim. Eu sou essa pessoa atrapalhada, esbaforida. Ô, Modi, você falou que tentaram te tombar e não conseguiram. E eu vou fazer aqui aquele famoso gancho, né? Sabe quem foi tombado nesse fim de semana? Os cachorrinhos que tiveram que voltar pra casa a pé. Modi, eu vou abrir aqui porque eu não vi o vídeo completo. Eu deixei pra gente ver aqui.
vida, duvidando de tudo que envolve vídeos, porque tudo pode ser feito pela IA pra emocionar a gente e tal. Então pra mim, assim, não me importa se esse vídeo falarem que é mentira, porque ele já me emocionou, eu já acreditei. Então ele já me emocionou, então ele já é uma verdade pra mim. Se esses cachorros são de mentira, não tem problema. Eles não podem ser de mentira, eles são muito lindos. Já foi muito importante pra mim ter visto aquilo antes de dormir.
Inclusive tive pesadelo a noite, não sei se por causa de cachorro, tive pesadelo a noite toda. E a última coisa que eu vi,
Mas envolvia? Não. E o Quindinho chorou durante a noite. Será que eu vi o vídeo, ele viu também? E ele guardou, falou, putz, podia ter sido eu. Porque o que me pegou nesse vídeo... Pode ser. Pode botar o vídeo aqui passando, porque o vídeo é assim... Pra contextualizar, sete cachorrinhos escaparam juntos de um sequestro na China. E aí eles se unem pra conseguir voltar pra casa. Eles percorreram, teriam percorrido, segundo a notícia aqui,
de 17 quilômetros, atravessando rodovias e áreas rurais até reencontrarem os seus donos. Aí tá escrito aqui, né? As imagens do esquadrão viralizaram nas redes sociais. De acordo com o South China Morning Post, um corje liderava o grupo e em diversos momentos olhava pra trás pra checar os companheiros, enquanto os demais cercavam um pastor alemão ferido, o protegendo no centro da formação. Outras raças, como golden retrievers, labradores e um pequenino,
seguiam lado a lado, mantendo-se sempre unidos. Registros posteriores mostram os cães cruzando campos próximos ainda juntos, ignorando inclusive tentativas de pessoas que buscavam desviá-los para rotas mais seguras. Equipes de resgate confirmaram mais tarde que os sete cães eram da mesma aldeia onde já eram conhecidos por andar juntos. Voluntários acompanharam o percurso do grupo, que seguiu firme na mesma direção, até que em 19 de março todos finalmente se reuniram com os tutores.
É o novo filme da Pixar. Se a Pixar não pegar essa história aí agora e contar o Korg que salvou os outros. Porque assim, a sorte deles, ter um Korg junto, que é o cachorro que vai organizar tudo pra eles. Que é o cachorro da Elisabeth, da Rainha Elisabeth. Se for depender do Golden Retriever, fudeu. Eles iam chegar na Disney. Eles iam embora. Ah, tem ossinho, tem bolinha. Ah, tem moto. Vambora. O Golden Retriever ia foder tudo.
O Korg, ele é aqui, ó. Ele é obcecado. Ele é obcecado por organização, né? Virginiano, né, amor de Korg.
A gente veio daqui, a gente vai voltar por aqui. Vocês façam isso. Ele delegou pros outros. E ele, toda hora que ele tá... Deixa eu ver o vídeo. Toda hora que ele tá, você pode perceber no vídeo que ele dá umas olhadinhas pra trás. Que é do tipo assim, vocês estão fazendo o que eu mandei? Vocês estão me obedecendo? Porque senão a gente vai se fudendo nessa rodovia. Não, eles andandinhos, é tudo empinadinho. E é legal ver várias vezes pra você notar cada um.
Porque cada um tá vivendo uma história ali. Cada um tá vivendo uma... Caramba, é o dia mais maluco da nossa vida, entendeu? A gente tava na nossa aldeia... E eles se reúnem e ficam se olhando.
Tipo assim, e agora? Pra onde a gente vai? Eles se comunicam por telepatia, né? Ah, com certeza. Gente, eles são muito lindos. Eu queria ver um encontro com os tutores. Será que não tem essa atualização? Ficou faltando isso daí, né? Porque... Deixa eu ver. Deve ter alguma atualização. É possível. E aí, quando eu vi esse vídeo, eu fiquei emocionado porque eu fiquei pensando no Quindinho, que não consegue andar direito. Ai, Nene.
Eu falei assim, imagina o Quindinho sai e aí ele se olha e fala assim, mano, alguém vai ter que levar o Quindinho no colo. E agora? Faz o quê, Quindinho?
Não, mas o quindinho é ligeiro. Se ele precisa, ele vai se arrastando. São 17 quilômetros. Ele se arrasta daqui até a portaria. Será que ele ia ficar para trás? O Korg não ia deixar. Eu estou muito triste. O Golden Retriever ia botar ele em cima? Na garupa? Que nem o tutuzinho? Com o cara que botou ele na garupa? Na garupa. Na garupa das costas. E aí o quindinho ia chegar de boiadeiro ainda na aldeia.
Já chega de boiadeiro. Ô, gente, eu botei no Google. Cachorro sequestro China. Apareceu. Na China, cães vão pra cadeia. Aí, ó. Ô, gente, como que eu boto? Por isso que o Korg é tão certinho. Ele não quer ir pra cadeia. Ele organiza tudo porque cachorro lá é prisão. Eu acho que não tem, viu, Moody? Se isso daí tivesse, já teria pipocado. Todo mundo estaria falando disso. Ô, gente, precisa ter. Cadê o jornalista investigativo? Precisa descobrir essa história. Não, a família, o pessoal da aldeia pode filmar.
o cachorro, a chegada deles. Pois é. Imagina a chegada. Cadê esse vídeo? A chegada dessa turma. Imagina chegar. Ah, eu vou chorar. Se aparecer esse vídeo, eu vou chorar. Não, aí se a Pixar não pegar essa história aí agora que tá pronta, eu desisto, hein? Imagina. Acabou. Os sete cachorrinhos, cada um na sua dificuldade, mas juntos eles são mais fortes. Cada um com a sua especialidade, cada um com o seu jeito de viver. Nossa, doeu meu coração.
Muito fofos, muito lindos. Não, e teve uma imagem também que... Essa me deixou mal.
esse e acordei vendo outro, né? Então eu tô... A cabecinha tá tranquila, o meu terapeuta voltando do México, mas vai dar certo. Essa semana a gente consegue retomar a terapia. Que é o gato que ficou preso entre a janela e a rede da casa. Você viu isso daí? Ai, não vi. O que aconteceu? A mulher tava viajando. Pode botar aqui a fotinho, não a fotinho tão perto. Eu acho que eu não vou ver. Que é uma imagem que tá... O vizinho da frente filmou a janela fechada,
E o gato entre a janela e a rede do lado de fora. Por quê? A dona foi viajar e foi alguém cuidar do gato. E aí a pessoa foi cuidar do gato e fechou a janela com ele pra fora. Não checou se ele tava no apartamento na hora de ir embora. E aí o que aconteceu foi que o gato ficou fazendo um escândalo ali fora. Porque imagina, ele ficou no sol o dia inteiro. Tadinho. Entre a janela e a rede tentando bater na janela pra alguém abrir, só que não tinha ninguém.
Sem água, sem comida. Aí esses vizinhos chamaram o bombeiro. Foi lá pra salvar o...
O gato. Aí foi um caos. E aí, no final das contas, quando os bombeiros estavam quase fazendo isso, uma vizinha tinha a chave reserva. Ah, não acredito. E aí abriu e botou o gato pra dentro e aí disse que ele tava meio baqueado, assim, não tava legal, mas aí... Só que, tipo, era uma casa, ele tinha água bonitinha, tipo, essas águas de motorzinho, tipo, tá tudo certo. A pessoa que foi cuidar, tipo, deixou a comida e não checou o gato. Isso é uma coisa que tem que sempre falar,
pra quem vai cuidar do gato na sua casa, nós pais de gato sabemos que é sempre antes de sair, olha onde tá o gato. Porque ele pode se enfiar dentro do armário, ele pode se enfiar num negócio que ele não sai, ele pode... A gente já encontrou um caju dentro do nosso armário. Lembra que a gente não achava ele de jeito nenhum quando ele era pequeno? Gente, meu Deus, cadê o caju? E ele meando e eu desesperada, achando que ele tava, sei lá.
Então, isso é... Mas agora, Modi, nesse campo de animais, você viu que o macaco-pante arranjou uma namoradinha?
A vida passa rápido, né, Modi? Quando a gente encontra o amor, a gente esquece... A gente vê ele crescer. É. A gente esquece nossos traumas do passado. Eu, quando encontrei a Modi, por exemplo, eu virei um novo homem. Eu sofri, apanhei. Fui renegado na escola por causa do meu óculos. Pegou seu bichinho de pelúcia. É. E aí, quando eu encontrei o amor, eu me senti mais forte. Eu me senti um novo homem. Pronto pra viver uma vida cheia de emoções e realizar sonhos. Que é o que o macaco-pante agora tá vivendo aí. Vivendo... Gente...
30 anos e um. Ele tá parecendo a gente mesmo. Eles tão parecendo a gente. Vocês viram as imagens? Bota aí, gente. Eu vi. Ai, olha que fofinho. Ó, parece a gente se beijando. Fofinho demais. Ele merece. Não, é muito bonitinho. Parece Iá também. Ele merece. Muito fofo. Eles... De denguinho, Nene. De denguinho. É, eu... Agora, cadê o bichinho de pelúcia? Ah, amor. A gente tem que deixar o passado pra trás, né? Ah, não. Aí eu não vou aceitar.
A gente aprendeu isso com Toy Story, né? Tem uma hora que a gente precisa se livrar
brinquedos e seguia a vida. Gente, eu não acredito que ele largou o bichinho de pelúcia. Ele trocou o bichinho de pelúcia por uma namoradinha. Entendeu? Mas aí, né? Maturidade agora, né? Ou é um namoradinho. A gente tem certeza de que é uma fêmea? Não sei como é que funciona esse mundo com o macaco. Eu ainda tenho a impressão de que em algum momento a gente vai descobrir que é tudo o Iá, tá? O macaco punch. Para! Imagina, vai ser a maior plot twist da história. Eu joguei aí pro universo, postei tudo, repostei, fiquei
obcecado e tudo, mas eu sei que daqui a um ano a galera vai falar assim, gente... Não, Moide. As pessoas foram viajar. Pessoas conhecidas, né? Influenciadores, não sei o quê. Foram viajar pra ver o punch. Não, mas aí você compra aquela pelúcia lá na Ikea e dá pra qualquer macaco brincar e as pessoas ficam lá tirando foto. Para. Eu acredito. É. Tomara. Gente, o nome da namoradinha é Moe. Moe. Ah, muito fofo. Meu Deus. Muito fofo.
Então a gente encerra esse episódio aqui com um momento fofura dos animais, né? A gente trouxe...
coração. É, a gente trouxe ali histórias de superação dos animais e aqui uma superação que envolve um novo amor, envolve um novo caminho pra amar. Então, Pant, que você namore e que você tenha uma linda família, uma família próspera daqui pra frente. Que quando a gente for pro Japão, a gente vai querer visitar você e a sua família. Nossa, vai ser o primeiro ponto turístico. Então é isso, né, Moody? Esse aqui foi o nosso Donos à Distância, nosso Donos Itinerante. Donos à Distância, Donos Itinerante. Comentem aí, Doninhos, o que vocês acharam
desse formatinho. E lembrando que temos episódios pra assinantes toda sexta-feira, fofoquinha, né? E na Aurelo e no Apoia-se. Então é isso, gente. Beijo pra vocês e até a próxima. Tchau!