#355 - Nossas reflexões sobre Diabo Veste Prada 2
Nem só de show da Shakira vivem os Modis. Teve ida ao cinema pra ver Diabo Veste Prada 2 e só queremos falar disso agora.
- O Diabo Veste Prada 2Diabo Veste Prada 2 · Anne Hathaway · Meryl Streep · Emily Blunt · Stanley Tucci · Quiet Luxury · Terezinha Modas · Nostalgia · Barbie · Jornalismo de moda · Burnout · Chefes tóxicos · Fotografia de cinema · Crise do jornalismo · Algoritmo · Inteligência Artificial · Layoff · Bilionários na moda · Elon Musk · Jeff Bezos · Vogue · Met Gala · Lauren Sanchez · Nicole Kidman · Anna Wintour · Timothée Chalamet · New York Knicks · Carl Anthony Towns · RJ Barrett · Anunobi · Beyoncé · Rihanna · Madonna · Katy Perry · Compliance · Mercado de luxo · Varejo · Dior · Louis Vuitton · Gucci · Emily (personagem) · Miranda Priestly · Jornalismo idealista · Hierarquia no trabalho · Humanização de vilões · Girl Power · Rap feminino · Boy desconstruído · Faria Lima · Stanley Tucci pela Itália
Fala, seus tupetinhos da Miranda. Fala, seus melhores looks pra ir no cinema. Ah, Terezinha Modas, hein? Terezinha Modas. Botando pra quebrar nos cinemas brasileiros. Todo mundo tá de gala pra acompanhar o Diabo Veste Prado 2, né, Mô? O filme do ano.
Eu e o Modi, a gente foi de moletom mesmo assistir o filme, né Modi? Botamos o nosso melhor conjuntinho de moletom e fomo. É que a gente é do Quiet Luxury, né? Então a gente já vem dessa repaginada da moda, que é uma coisa um pouquinho mais quieta, né Modi? Uma coisa um pouquinho mais escondida. Mais discreta, né? A nossa alta costura.
Acho uma palhaçada o povo zoando a galera que tá botando o seu lookinho pra ir no Diabo Veste Prada 2. Deixa o povo que chatice. Eu acho que assim, eu prefiro que vá vestido igual baile de formatura do que ficar falando no cinema.
Ah, sim. Mas aí jogou aqui só pra criticar mais uma vez quem fala no cinema. Sempre que eu puder eu vou falar aí da campanha Volta Lanterninha, tá? O terror dos adolescentes da minha época. O Lanterninha que era o cara que tava ali pra você não beijar mais na boca do que deve, né? No cinema.
Pra você não aproveitar ali o rala e rola no meio de uma cena de 30 minutos numa comédia romântica ou num drama daqueles de 4 horas e meia que você vai só pra pegação. Essa daí era a nossa adolescência, a nossa puberdade, né, Mody? Pois é. E aí o Lanterninha, o Lanterninha era um vilão. E agora a gente precisa do Lanterninha de volta pra galera não falar. Mas eu vou dizer que eu achei muito foda o vídeo das Terezinha Modas.
Eu adorei também. As gatas, tudo de baile de formatura, indo no Diabo Veste Prada. Eu amo a instituição, amigas, indo ver uma comédia romântica juntas. Porque é um grande momento, entendeu? Você escolhe o seu look. Principalmente quem tá nostálgica, eu estou, com o Diabo Veste Prada. Que aí, 20 anos depois, você vai assistir o 2.
Entendeu? Então, vou botar meu melhor look. Você tinha 20, tem 40. Eu vou botar meu melhor look, sim, entendeu? Eu vou montar lookinho pra ir ver Sandy Jr. no show. É isso, gente. Eu acho que a nostalgia é o negócio que pega. E eu acho que é isso, assim, em Barbie. Foi todo mundo montado assistir Barbie. Ninguém ficou criticando. Aí vai as gatas botar seu look de baile de formatura. E aí é criticado.
Quando as blogueiras iam na Barbie, era tudo um luxo. Nossa, dumpzinho da estreia de Barbie. Aí a aesthetic. Não, você tá vestida de Barbie. Você tá fazendo a mesma coisa. É. E eu gosto desse lance da galera criticar as Terezinha Modas. Porque isso vai no âmago do que o filme retrata e do que o filme fala.
Que é assim, quem não tem dinheiro pra vestir as roupas da Dior e não sei o quê, mas tem ali o seu lookzinho, o seu negocinho que você gosta, que você acha que você tá bem vestida e tal, você não é aceito nos ambientes, não é? A Anne Hathaway, ela chega lá, a personagem dela, ela precisa pegar as roupas da revista pra ela poder ser minimamente aceita dentro do próprio trabalho.
Então a Terezinha Moda é isso. É elitista. A galera tá zoando as Terezinha Moda porque elas não estão de Dior. Porque se elas estivessem com a mesma roupa, mas todo mundo soubesse que era Dior, ia assim, meu Deus, olha que desfile de moda. Abla mesmo, Modi, abla. É isso, que a moda é isso aí. A moda é etiqueta, né? Pelo menos a galera que defende o que é vestir bem. Essa galera aí que acha que moda é ter dinheiro e pagar 8 mil reais numa camiseta.
Vai criticar as Terezinha Modas. Exatamente. E eu tô com elas. Eu tô com elas também. Eu tô fechado com as Terezinha Modas. Eu tô fechada com as Terezinha Móveis. Móveis. Essa aí é a Silver Design. Eu tô fechada com a Terezinha Móveis e roupas. E modas. Não, mas pra mim, gente, pra mim, moda sempre foi o que as pessoas estão usando nas ruas. E não nas passarelas. Vou falar mesmo.
E pra mim, vou ir além. Diabo Veste Prada não é um filme sobre moda. É um filme sobre jornalismo.
Que calha de seu jornalismo de moda. É um filme sobre burnout. É um filme sobre chefes toxicos. Eu amo que eu fui de KKK Kiki assistir Diabo Veste Parada 2. E saí completamente engatilhada. Ah, sim. Porque eu achei... Cara, primeiro que eu quero falar aqui que eu gostei muito.
do Diabo Vestipada 2, fiquei aliviada, porque eu tenho um pouco de medo de continuação, ainda mais de filmes muito clássicos e muito tempo depois. Então, tipo, 20 anos depois, fazer a continuação de um filme que é um clássico e que é um dos meus filmes preferidos, me deixou com um pouco de medo, não tanto por conta do elenco, que eu sabia que, independente do que acontecesse, o elenco ia segurar, e é o que acontece também, porque...
O elenco é muito bom, esse quarteto, né, Moody? Anne Hathaway, Mary Striep, Emily Blunt, Stanley Tucci. Meu Deus, gente, eu veria qualquer filme com eles quatro juntos. Os quatro, eles viveram uma vida, né, pós Diabo Veste Prada, mas baseado no que eles viveram naquele set lá, né? Tem esse papo que o Stanley Tucci, ele é cunhado da Emily Blunt, né? É.
A irmã da Emily Blunt é casada com ele. Tem toda essa parceria da Anne Hathaway e da Mary Striep. Várias coisas que elas fizeram depois. Sempre que elas eram vistas juntas, remetia ao filme. E eles souberam surfar muito nesse hype. Mas o que mais me chocou é como todos eles estão mais bonitos ainda 20 anos depois. Como é que pode?
Estão mais novos do que 20 anos atrás. Gente, é chocante, né? Tem umas comparações que a galera fez, porque tem uma crítica hoje ao cinema, que o cinema virou publicidade, né? E que as câmeras hoje, a lavagem da imagem, todo mundo tá pálido, né? Tudo é branco, tudo é muito claro.
E aí se você for ver os filmes dos anos 2000, dos anos 90, é tudo muito colorido. E tinha todo um negócio de já... A filmagem no set já era pensada com as cores do filme. E agora o que acontece é que a galera filma sem cor e essa cor é aplicada depois. E aí fica tudo com cara de comercial da Oral-B. Se você for ver, tipo, é tudo meio branco, as pessoas são meio pálidas. E aí a galera começou a comparar takes do filme de 2006 com o filme de agora.
E é que a gente não percebe mais, porque a gente já tá anestesiado de tanto filme lavado que a gente vê. É verdade. Mas é bizarro, as cores, a coisa meio solar, a pele da pessoa tendo uma cor que não é aquela cor brancona de comercial, sabe? E aí tem vários frames que eles pegam. O Anne Hathaway, tipo, ela escovando o dente no primeiro filme, e agora ela escovando o dente com a escova elétrica em 2026. Pra começar.
analogia do começo do filme que eles fazem do que era antes do que é agora, mas o espelho embaçado, tudo igual. Só que assim, a Anne Hattel passaram 20 anos, mudou a fotografia, mudou o jeito de fazer cinema, mas a Anne Hattel continua igual. Aí vai pro outro take da Mary Striep, aí você fala assim, caralho, a Mary Striep, ela não envelheceu 20 anos, ela rejuvenesceu 20 anos.
E aí você vai assim, cara, é bizarro assim. Tipo, não é aquela coisa, nossa, olha 20 anos atrás. E é muito doido, né? Que a gente tava assistindo ontem. A gente botou uma linda mulher pra assistir ontem, pra dormir. Foi. Ai, como eu ouvi. E eu me fudi, porque eu não consegui dormir. É, muito bom. Eu fiquei, eu assisti 1h30 de filme, faltou só meia hora. É muito bom, né? E aí é muito louco, porque você vê as pessoas nos anos 80, nos anos 90.
Elas pareciam que elas tinham o dobro da idade. Aquele clássico vídeo do Silvio Santos.
das pessoas se apresentando, que é, quantos anos você tem? Aí, tipo, é o cara, tipo, tem 23 anos. Parece que ele tem 50, é. Não, isso ali da mulher me chocou, tirando a Julia Roberts, que, né, bom. Todas as pessoas do filme, você fala assim, gente, parece que as pessoas têm 50 anos, elas estão fazendo personagens de 30, de 20 e poucos.
né? Eu amo ver filmes antigos, porque realmente é isso que você falou, traz essa coisa que falta hoje, da textura, da cor, né? Da usadinha em alguns aspectos, assim. E não sei, eu acho que isso é um dos fatores também da gente gostar tanto de ter virado astérica, assim, né? Porque é normal, a cada 20 anos, a gente vai ter essa nostalgia.
de coisas de 20 anos atrás, né? Mas é normal, isso acontece, é cíclico, né? Isso rola muito. E por isso que eu não joguei fora os meus CDs, né, Mude? Porque os meus CDs estão aqui entulhados, porque eles estão voltando. Nossa senhora! Eu sabia que isso ia acontecer. Tomara que eles voltem. Eu sabia que isso ia acontecer. O povo já tá resgatando o Disque Man.
Aqui em casa eles não estão voltando, eles nunca saíram, né? Então, tipo, eles estão. Se eles voltassem ia ser ótimo, porque eles iam estar em algum lugar e iam voltar, né? Nesse caso, eles já estão empilhados, já faz o quê? E eles vão vir com tudo. Desde que sua mãe entregou pra gente. Eles vão vir com tudo. Mas, enfim, tem essa coisa da...
Da nostalgia aí. Mas voltando a falar do filme, né, Modi? Eu gostei muito. E eu gostei muito porque eles... Realmente é a versão atualizada, né? Eu acho que 20 anos atrás, o mundo era outro, a sociedade era outro, o jornalismo era outro. E aí, naquela época, já foram tratadas situações.
que eram muito comuns naquela época, assim. E acho que o legal do Diabo Vest Prada, no geral, é que eles trazem uma ironia, né? Trazem um shade, já faziam isso há 20 anos, com o jornalismo, né? Que eu acho que naquela época...
Trazer essa coisa do shade, do jornalismo de moda, da redação, da coisa tóxica, que é muito real. E hoje, são várias coisas, vários aspectos, mas no geral, trouxe muito essa coisa da crise do jornalismo, desse novo momento, tanto dos bilionários comprando e de como para o jornalismo resistir em alguns aspectos, principalmente o impresso.
Precisa de grana, precisa de marca e tudo mais. E também a questão do algoritmo, das redes sociais, da IA. Então eu achei bem interessante. Eu acho que não aprofunda, dá vontade de aprofundar mais. Mas não é uma crítica também, porque eu acho que a maneira comum... Não é um filme pra ser aprofundado nessas questões. É pra ser um filme leve e comédia e divertidinho. Então acho que faz sentido não aprofundar. Mas dá vontade de ver mais algumas coisas, algumas críticas.
Eu não tenho mais vontade de ver mais, não. Eu quero ver todo mundo belíssimo. Eu quero ver todo mundo desfilando. Eu quero ver casaquinho da Dior. Eu quero ver casa nos Hamptons. Eu caguei pra história do jornalista sem emprego. Você não achou legal essa atualização que eles fizeram?
Não, achei ótimo, mas o que me prende no Diabo Veste Prada é o bastidor daquele ambiente tóxico da revista. A parte lá da... Ai, que a Inherita ganhou o prêmio do documentarista a matéria do ano, não sei o quê, não sei o quê. É que a gente, já que já trabalha com isso, a gente sabe que isso está acabando. Não é de hoje. As pessoas estão aí tentando sobreviver nas revistas, mas se não performar no digital...
É demissão. Então o cara tá lá escrevendo a revista, pensando qual que vai ser o videozinho que ele vai fazer pra cortar, pra jogar no Instagram, pra alguém ver no Instagram e tentar clicar na matéria. E no final das contas, essas revistas são todas de bilionários que, enquanto as revistas precisam de dinheiro, eles precisam de influência.
E aí essa conta fecha muito fácil. E aí a gente entra nesses assuntos que, no filme, pra mim, a parte mais legal das críticas todas, porque essa do jornalismo, do jornalismo de verdade e tal, não sei o quê. Até meio tá datado um pouco, né? Porque isso acontece... É, aquilo ali foi assim, há muito tempo já.
É, tipo assim, ah, entendi e tal. Por isso que eu acho que é rápido, é bom, já vai embora e você vai ter que voltar pra revista de moda lá, porque você tá sem emprego, acabou o departamento da sua revista, todo mundo foi mandado embora, layoff. Todo mês tem layoff nessas empresas, 300, 400 jornalistas. Mas isso há 10, 11 anos, né? É. Que acontece. Agora, o lance dos bilionários na moda, eu acho que esse foi o lance mais legal. Eu também achei.
existe esse momento do cinema e do entretenimento onde o bilionário virou uma grande peça de comédia, onde a gente zomba do bilionário. Então isso é muito legal, porque são poucos bilionários, então a maioria da população adoraria zoar um bilionário, porque nunca seremos um. E eles geralmente são pessoas horrorosas.
Então, desde Succession, tem vindo esse movimento do tipo assim, mano, olha esses caras, como eles são idiotas, todo mundo meio problemático. E aí o filme retrata isso de um jeito muito fidedigno a grandes bilionários imbecis, como o nosso querido Elon Musk.
Porque o personagem bilionário do filme, ele é claramente o Willa Musk, né? Ele é um cara... Ou o Jeff Bezos, eu acho que ele tá mais pra Jeff Bezos. Eu acho que a atitude é do Jeff Bezos no filme, só que eles botaram o Willa Musk como personagem porque ele é mais engraçado, né? Porque ele é mais cômico do que o Jeff Bezos. O Jeff Bezos ainda é um cara teoricamente sério, né? Nos bastidores. O Willa Musk é um lunático, então o bilionário lá...
A atitude dele no filme é do Jeff Bezos, mas a personalidade é do Willem. Mas são os dois bilionários aí, né? Que a gente pode falar mal à vontade. E aí o que eu gosto é isso, porque tem um personagem ali que ele, tipo, claramente é um imbecil. E ele é o cara que ele pode mudar tudo por quê? Porque ele tem dinheiro. Basicamente por isso. Ninguém suporta, todo mundo acha ele um idiota.
mas ele tem dinheiro. E com dinheiro, hoje em dia, essas pessoas acham que elas podem fazer tudo, né? Então, pra mim, a camada mais legal do filme foi essa dos bilionários entrando na moda, né? Que aí vai o que a Modi falou, que é Jeff Bezos com o Matt Gala. É uma crítica muito forte, inclusive, além. Porque o que acontece? Tem uma notícia de que o Jeff Bezos tentou comprar a revista Vogue, a Runaway, que é a revista do Diabo Veste Prado, em que a Miranda é a chefona lá.
a diretora de redação, é inspirada na Vogue e na Anna Wintour. Então o papel da Miranda é inspirado na Anna Wintour e a Runaway inspirada na Vogue. O Jeff Bezos, ele tentou comprar, dizem, as notícias são essas, que ele tentou comprar a Vogue como um mimo pra mulher dele, como um presente pra mulher dele, que é a Lauren Sanchez, que é jornalista, inclusive. Ela já foi capa digital da Vogue, que foi a maior polêmica, é super recente.
Acho que é 2025, se eu não me engano. E tem todo esse boato de que teve todo um conchavo dele com a Anna Wintour pra ele fazer isso. Tanto que ele patrocina, a mulher dele patrocina o Matt Gala, que é uma grande polêmica e tudo mais. Mas tem esse boato de que ele tentou comprar a Vogue. E assim, já dando esse spoiler, é algo muito parecido com o que acontece com esse personagem que o Moody falou aí em Diabo Veste Prada.
Então, pra mim, é 100% uma crítica ao Jeff Bezos e essa relação com a Vogue. Super. E aí, esse bilionário, ele é um personagem meio burrão, meio manipulado, meio, né, tipo, totalmente desconectado da realidade mesmo. E aí, a Moj falando do Jeff Bezos, a grande polêmica da semana, e eu acho que o timing do filme é muito bom, porque...
Lançar o filme um mês antes do Met Gala já era uma premonição de que os assuntos iam colidir, sabe? Porque a gente sabe que o calendário do cinema é muito pensado, não é aleatório.
E o fato de ter uma crítica tão forte a essa indústria dos bilionários querendo comprar meios de comunicação, que o Jeff Bezos já é dono do Washington Post, tem esse lance dele com o Vogue, esse lance dele ser a primeira vez que tem uma pessoa física, patrocinando o Met Gala.
que já teve grandes marcas, empresas gigantescas, é o Jeff Bezos dessa vez, num claro movimento dele de querer amenizar as polêmicas que envolvem o nome dele hoje, circular no meio artístico. É um cara que está metido com o Trump, é um cara que está metido com o ICE, então isso virou alguns protestos em Nova York. O prefeito de Nova York criticou o Matt Gala desse ano e não foi com a mulher dele, que é a fashion icon do momento.
Tiveram esses boatos de que tem muita gente boicotando o Met Gala, né? Então, mas aí você vai ver no final das contas, tá todo mundo lá batendo seu crachazinho. E aí a classe artística, a classe artística é isso, eles não estão preocupados. Inclusive a Lauren Sanchez, que é a mulher do Bezos, foi pro seu Quiet Luxury, bem basiquinha, basicuxa, vou mandar pro Modi. O Jeff Bezos não foi. Eu vi essa. Você viu ela?
E ela foi em meio... Aqui a notícia do G1. Aqui a notícia da GQ. Match Gala 2026. Alvo de protestos e boicote, Lauren Sanchez chega ao tapete vermelho sem Jeff Bezos. Milionário não apareceu no tapete vermelho do evento em meio à polêmica sobre seu patrocínio do evento em 2026. E ela estava lá. Lauren esteve acompanhada da atriz Nicole Kidman, uma das co-afetrias da noite, e Diana Winter, principal curadora e organizadora do evento.
Então, assim, quer dizer, aí tem, né, Modi? Aí tem muito. Então, mas é que aí a gente fica, a gente, né? Eu gosto sempre de botar a gente no lugar, assim, que somos os meros mortais da indústria e tal. E aí tem todos os famosos que ficam lá falando mal do ICE, que fala de não sei o quê, que fala do Trump, que fala não sei o quê, não sei o quê. E aí, na primeira oportunidade que você tem de boicotar um evento que está claramente sendo financiado por essa galera...
você vai como se não estivesse acontecendo nada. Então, sei lá, depois de toda essa polêmica, você vê uma Beyoncé aparecendo de novo no Met Gala, e você fala assim, pô, nesse? Justo nesse?
Tipo, pô, mas e o resto lá? E todo o papo da gente com a humanidade, não sei o quê. Tipo, o próprio Bad Bunny, que legal que ele foi de velho. Se caracterizou com o cara que fez o The Weekend, não sei o quê, não sei o quê. Mas, irmão, precisava ir nessa porra, tá ligado? E aí eu vou tirar meu chapéu pro Timothee Chalamet, tá? Que preferiu ir no jogo dos Knicks, no Madison Square Garden, do que fazer parte dessa pataquada aí que é o Met Gala.
Ponto pro Timothee Alame. Timothee Alame, que é o nosso próximo Adam Sandler, né, Moody? Se Deus quiser. E digo mais, tá? O filme, inclusive, tem várias... Tem easter eggs pros héteros, tá? Me senti muito bem representado. Porque quando ela vai no encontro nos Hamptons...
Ela encontra o Carl Anthony Towns, que é o jogador do New York Knicks, que é o time de coração da Anne Hathaway. A Anne Hathaway é completamente apaixonada pelos Knicks, ela está em todos os jogos do Knicks. Ontem não foi, o Timothy foi sozinho. E o encontro dela com o Carl Anthony Towns é muito bom.
porque é aquele fanservice pros torcedores do Knicks, entendeu? Porque ela é icônica, a torcedora do Knicks, o cara é um dos craques do time do Knicks, e a Anne Hattel tem uma relação muito próxima com o time, e tava rolando até um papo que ela tava de chavequinho.
com um jogador do Knicks, que é o Anunobi, que ela foi assistir um jogo com a camiseta com o número dele, com o Anunobi, e aí ela deu uma entrevista depois falando que teve uma hora que ela estava na quadra e que ele olhou para ela de um jeito que ela ficou até meio assim. E aí começaram esse papo de Anne Hathaway e Anunobi.
Que é um jogador que é mais um dos caras de 2 metros de altura. Bafo. Que ela merece, né? Ela merece um jogador da NBA pra ela. Eu acho que ela... Será que ela precisa? Vamos pensar. Mas eu acho que... Ela merece. Eu acho que essa informação... Foi muito bom assistir o filme com o hétero, que me trouxe essa informação no meio do filme que eu não tinha.
Não sabia quem era. Quando ela dá oi pra ele e fala parabéns pela temporada. E eu vi aquele homem daquele tamanho. Eu falei, bom, ela tá falando de um jogador. E aí o Mojo me deu essa informação. E adorei saber. Adorei saber. Tá vendo? Leve um hétero pra assistir Diabo Veste Prada. Pode ser? Leve um hétero pra ver Diabo Veste Prada. É isso. Eu amei que o filme é isso. Ele ainda tem essa entrega pro fã de basquete. Entendeu? É.
É isso. Então assim, a gente vai passar pano pra artista que vai no Met Gow? Vai. Vai, né? Porque a vida é essa, né? Gente, olha, pra mim, foda-se, porque é um evento que juntou em 2026, Beyoncé, Rihanna, Madonna…
Por mim já tá bom aí. Faltou gaga, né? Faltou gaga. Fizeram a gaga de IA, eu quase caí. Falei, gente, tô caindo direto nas IA, gente. Que inferno. Eu tive que checar todas as fontes oficiais. Tem que ficar indo nas fontes oficiais. Pra ver se a sua foto tá lá. Olha o jornalismo aí. Tá vendo como o jornalismo importa? O jornalismo importa!
E aí, gente, você vai em um site oficial pra ver quem tá lá de verdade. Rihanna, Beyoncé, Madonna, Kate Perry. Então juntou as quatro no mesmo evento. Sabe? É muito bom ser cadelinha do pop. E aí, brigada na Winter, entendeu? Tá de conchavo com o bilionário? Tá!
Mas me proporcionou esse momento. E aí toda comprinha que você fez na Amazon ali, você sabe que aquele carregadorzinho de R$49,90, tudo aquilo que você comprou ali na Amazon, que chegou no próprio dia, ajudou a financiar o evento. Lembrando, lembrando. É botar a cabeça no travesseiro tranquila, entendeu? Ai, gente, capitalismo, sabe? A gente já tá fudido mesmo. Agora eu vou ficar criticando o Beyoncé porque foi no evento que é patrocinado pelo bilionário. Ah, sabe?
Mas assim, quero lembrar que Katy Perry adentrou a nave, nave não, né? O foguete de Jeff Bezos, vamos lembrar disso. É verdade, ela tem alguma dívida de jogo com ele agora. Ela tá muito além. É.
É isso, né? Querendo ou não, é que agora é escancarado, né? Mas os bilionários sempre mandaram no mundo, né? É que agora eles são celebridades também. Nossa, gente. Antes a gente não sabia. A gente não conhecia o rosto dos bilionários. Agora é isso. Agora você tem que ver eles lançando foguete. Aí um quer ir pra Marte, o outro quer ir pra Lua. Enfim, é isso, né? Tamo nessa. Um financiando o Met Gala.
Querendo comprar a revista Vogue, a Condenaste, entendeu? E aí tem essa questão do jornalismo, né? Que rola há muito tempo, que é tipo, como fazer o jornalismo sobreviver? O jornalismo true, real. E aí precisa de dinheiro, né? Precisa de dinheiro, então, enfim. Precisa de dinheiro. Mas é muito complicado quando você tem bilionários comprando...
redes sociais, revistas, né? Porque é muito complicado você dar isso na mão de bilionários que a gente sabe que estão ali jogando por interesse próprio e não estão nem aí para as pessoas, para a população, para a sociedade.
Então é muito complicado e tem uma questão aí. Mas eu gosto do shadezinho que o filme dá. Gosto de trazer essa realidade do jornalismo aí, né, Modi? O que eu acho que eu senti que poderia ter um pouco mais é não a coisa da demissão dos jornalistas e da jornalismo decaindo, não sei o quê, o impresso, o tarará.
o idealismo, aquela coisa. Mas essa coisa mesmo das redes sociais, da bagunça que virou o jornalismo hoje, assim, sabe? Eu acho que podia ter tido... Tipo, tem um pouquinho ali da IA, né? Da coisa do algoritmo. Mas eu fiquei com mais vontade de ver um pouco disso, sabe? Tipo, assim, essa coisa que a gente vive hoje, de o jornalista perder lugar, pessoas que estão bombando na internet só por números, sabe essa coisa, assim?
Eu acho que seria divertido e teria piadas boas para fazer, sabe? Acho que não aprofundar e tal, porque não é um filme para isso. Acho que está tudo certo. Mas eu gosto, por exemplo, que na reunião de pauta, na redação, a assistente da Miranda dando os toques dela para ela não ser cancelada. Tipo, não pode falar mais isso, Miranda. E há 20 anos ela era mega tóxica, falava atrocidades, o que condizia muito com aquela época.
né? E eu que vivi em redações há 20 anos, sei como funcionava e como, né, coisas eram ditas sem o menor pudor. E hoje é isso, tipo, vai ser cancelado. Hoje a gente não pode falar mais isso, Miranda, dá uma segurada. E vê a Miranda nesse lugar, assim, sabe? É o famoso compliance aí, que é a grande conquista do trabalhador nos últimos 20 anos, talvez é o compliance aí que...
que já demitiu muita gente aí que fazia coisa errada nos bastidores, continua, né? Continua. Continua com os bastidores. A gente até convive com algumas situações e fatos aí que a gente sabe, mas as coisas melhoraram. Então acho que esses toques aí do que mudou em 20 anos, eu acho que isso é muito legal. Que é essa coisa da pessoa ter que ser polida, porque você não pode falar algumas coisas.
Você tem que aprender, você é de uma outra geração, foda-se, você precisa agora aprender o que essa geração vive, né? Então, ai, eu tenho 80 anos, foda-se. Enquanto você estiver vivo, vale a pena você tentar ser uma pessoa melhor, né? Porque você tem 80 anos que você não vai mais tentar melhorar, né? Então, acho que tem várias coisas nesse sentido. Mas uma coisa que não mudou nesses 20 anos que a gente pode dizer é o quanto a galera valoriza marcas e a moda de um modo geral, né?
Porque essa coisa do tipo, as marcas e Dior, e Vuitton, e no Ciclute, e todo esse movimento, tipo, é a mesma coisa, né? Nada mudou nesse sentido. Tipo, as pessoas continuam pagando pau pras mesmas marcas. E aí a gente tava assistindo A Linda Mulher, que é o filme, sei lá, de 90, sei lá de quanto que é. Cara, são as mesmas marcas, com os mesmos logos.
E aí ela vai pra Rodeo Drive com o dinheiro que ele deu pra comprar roupa. Cara, são as mesmas marcas. Aí você vai ver o Diablo West Pride 2006, são as mesmas marcas. Aí em 2026, são as mesmas marcas. Então, tipo, o mercado de luxo, né? Que é o que ela fala, até a personagem da Emily Blunt fala, tipo, a única coisa que sustenta a moda hoje é o varejo. Porque as pessoas ricas continuam comprando essas roupas. E esses, né? Tudo que envolve essas marcas.
Então é muito louco ver como o comportamento mudou, como tudo mudou, a redação mudou, o jornalismo mudou, mas o lance do varejo na moda ainda é o que as pessoas compram pra se sentir melhor que as outras, né? Então é do tipo assim, ah, não importa se você... É o que a gente falou do Terezinha Modas lá.
Se tivesse uma etiqueta da Dior no vestido das meninas, é meu Deus do céu, como elas estão belíssimas e tal. Totalmente. Porque custa 100 mil reais o vestido. Agora, como é um vestido de 300, aí eu digo assim, nossa, que cafona, nossa. Se preserva. Porque é isso, a galera valoriza a etiqueta. E tem uma crítica aí também a isso, né? Do quanto você tem que fazer parte do mundo ali. E uma coisa que eu acho muito legal do filme que a gente falou do negócio do Quiet Luxury.
É a cena que também tem no primeiro filme, que é quando ela vai com Stanley Tucci lá na redação escolher as roupas que tem no acervo. E aí ele escolhe pra ela um negócio e tal. E aí ela gosta do negócio de estampa. E aí ele fala tipo assim, não. É, tipo, não, é estampa. Estampa hoje não. Não sei o quê. Hoje discreto. E ela fala assim, não, eu vou de estampa. E aí ela vai pros Hamptons com o vestido de estampa.
Então acho que isso é legal também, que é um shadezinho também do tipo assim, gente...
Qual o problema? Porque agora todo mundo veste marrom e off-white. Porque antes, né? Você tinha que mostrar que você estava usando essas marcas, né? Tipo, o lance da galera rica e tal, era mostrar e tudo. Hoje, quanto mais rico, menos mostra a marca que usa. Então, não tem essa coisa de sair todo estampa com estampa da Gucci, o conjuntinho todo estampado.
todo cheio de marca aparente. Esse é o emergente, né? É, quanto mais rico, menos mostra. Que é o Quiet Luxury, que o Mojo tava falando. Tanto que a gente tem visto aí, recentemente, muito desfile e tal, que a gente vê menos, né, mesmo. Essa coisa do clean, né? Cada vez menos. E, cara, que saco, que chatice, entendeu? Então eu amo quando a Nani Hathaway Bank fala, não, eu vou.
Vai com o vestido todo estampado, todo colorido e foda-se. Daí tem um lance, até o Michel Coforado fala muito disso nos vídeos dele, nas entrevistas dele do Rico e tal. É que assim, o novo Rico, ele é o terror do Rico antigo, entendeu? Porque o novo Rico, ele vai botar um logo da Gucci aqui, um na bermuda, um tênis neon e aí ele gastou 50 mil reais e o Rico de verdade, ele fala assim, cara...
Eu sou rico, mas eu não quero ser igual esse cara. Então o que eu vou fazer? Eu vou começar a me esconder. Uhum.
pra não ser taxado como tipo assim, ah, rico é isso? Não. Rico é isso aqui. O novo rico, ele quer ostentar e mostrar que ele tem aquilo. E o rico, ele quer justamente o contrário. Ele não quer ser parecido com essa pessoa. Então, todas essas marcas que tinham estampas gigantescas e tal, agora começaram com, é um loginho aqui, é uma etiquetinha aqui atrás, é um negocinho assim, porque... Senão você vai ser comparado com o novo rico.
E é que é o maior pavor dessa galera, que eles nasceram rico, né? Há três gerações ele já é rico.
Então ele não pode ser comparado com o cara que acabou de abrir uma startup, sabe? Então tem essa briga que eles estão vivendo lá no topo e deixa eles se matarem, né? Ai, quero que se foda. Quer saber? Quero que se foda.
Por isso que eu acho que tem que sim usar o que você quiser. Se você pode, quer comprar o conjuntinho Gucci, sair todo estampado com o negócio neon, vai embora. Você quer ir não sei aonde com roupa Terezinha Móveis. Caralho, por que eu tô falando móveis? Você quer sair com a roupa toda bufante da Terezinha Modas? Vai também. Você quer usar azul cerúleo? Usa também. Quer sair com pink? Vai também.
o cerúleo pode diabo veste prada um né vamos lá referências o azul cerúleo a modi aí não dá nem para conversar diabo veste prada da sua santa essa referência Nossa eu vou lembrar ela usa o suéter as palinhas do filme não esse daí é um clássico bota aí é uma piada bota aí no Google né Anne Hector é a personagem dela vai com uma malinha de azul azul olha aí
É mole? Ah, tá. É que é isso, né? Tem algumas piadas que não acessam o meu intelecto, né? Tudo bem, Múdia. Eu pego com outras coisas. Tá tudo bem. Não dá pra acertar todas o Diabo Veste Prada também. Eu quero falar também algo que eu gostei, que foi a Emily, a personagem da Emily Blunt, que chama a Emily também, que ela era da redação, da Runway. Ela era, né, essa...
Ela era o tapetinho da Miranda. E aí, 20 anos depois, ela não está mais trabalhando na runway. E está trabalhando na Dior. E antes, né? Ela era o tapetinho da Miranda. Ela era capacho da Miranda. E agora, a Miranda é a cadelinha dela. E vê que ela que manda ali. Porque é a Dior que vai botar grana, né? E tudo mais. Então, é muito interessante ver essa relação. Também leva um pouco pro lugar do tipo...
do jornalista que amava o trabalho, não sei o quê, e que teve que ceder a indústria aí, foi pra publicidade, foi pra outro lugar. Acontece muito isso também, né? Mas você vê que tem a ganância ali da Emily, né? Enfim, que eu não vou dar muito spoiler. Mas eu acho bem interessante esse enredo, sabe? Então, eu gostei que não é uma continuação óbvia, sabe? Eu achei legal.
Porque o óbvio seria do tipo assim, ah, agora a Anne Hathaway, que é a... que vai bater de frente com a Miranda. E nem é, né? E não, eles botaram a Emily Blunt nesse lugar, porque ela é a gananciosa, ela que é a pessoa ali que, né, que faz tudo. Ela já era isso, né? Ela já era isso. E botaram a Anne Hathaway num lugar mais fodido ainda, que era, tipo assim, jornalista de... projetos especiais em revistas e não sei o quê.
Então acho que isso foi legal, porque você espera na sequência que é do tipo assim, ah, no filme 2, agora a Anne Hathaway vai ser a dona de uma outra revista, e elas vão ser rivais e não sei o quê. Não, tipo, a Anne Hathaway é uma fodida de novo. É, no fim é porque isso. Porque ela é mão de obra, entendeu? É, porque ela é aquela jornalista idealista que ela sonha em fazer o jornalismo.
social, jornalismo, que tem um sentido e tal, que eu acho que acontece com muitos jornalistas. E aí é isso, ela fez um negócio foda, ela é demitida, mas ela ainda tem esse ideal, ela quer mudar as coisas da runway, ela vai com isso, né? E faz lá o seu texto e tal, só que ninguém lê. Só que é isso, tem essa coisa do tipo...
Você vai fazer isso mesmo? Tipo, ai, ninguém vai ler, as pessoas não se importam com isso. Pô, mas isso é útil em outro lugar, entendeu? Então tem muito isso dessa briga, eu acho que briga interna na cabeça de todo jornalista, assim, que quer fazer o jornalismo de verdade e tal, que é ceder pro algoritmo e ceder pra essa nova realidade. E ficar nessa dualidade. Porque, tipo, você quer...
seguir o teu coração, os seus ideais, mas você também quer ter audiência, você também quer, enfim, né? Então você fica nessa briga aí de ideais, acho, né? E você acaba cedendo algumas coisas, porque a vida é essa, o mercado é esse, né? Ou você, então, você sai realmente, larga o jornalismo e vai fazer outra coisa, que nem o jornalista fez.
Porque a realidade é essa, mas o jornalismo true, ele ainda resiste, ele ainda está aí. Outra coisa legal do plot também é você ver que acima do seu chefe sempre tem um outro chefe. Então isso é uma coisa legal de você pensar, que você fala assim, cara, a Miranda, só que tem alguém que é a Miranda da Miranda, entendeu? E esse cara tem a Miranda da Miranda, que é um investidor. E esse investidor tem outros caras que estão investindo, que estão juntos num negócio. E aí em cima desses caras, sempre vai ter alguém acima.
Então isso é muito legal você pensar que é tipo assim, não tem coisa mais prazerosa na sua vida do que ver o seu chefe tomando um esporro. Eu já passei por isso algumas vezes. E aí você sempre idealiza que é tipo assim, você toma esporro a vida toda do seu chefe. Seu chefe é o fodão e tal. Só que tem um momento que você vê seu chefe com o rabinho no meio das pernas, que é quando o seu chefe fez alguma coisa errada.
E aí o chefe dele, que é o seu chefe duas vezes, vai dar um esporro nele. E aí você vê o seu chefe vulnerável igual você fica quando toma um esporro. Isso dá uma humanizada. Porque o seu chefe vai olhar pra você de um tipo assim, é, tomamos no cu, né?
E isso te dá uma valorizada no trabalho também, que é do tipo assim, cara, não importa o quanto eu subir, sempre vai ter alguém acima de mim cagando na minha cabeça. Então, se eu aceitei essa hierarquia do trabalho, saiba que se você começar de baixo, sempre vai ter alguém cagando na tua cabeça e não ter o que fazer. Então é sempre isso. Você vê, tipo, a Miranda faz tudo aquilo, só que nesse filme a gente consegue ver quem que é o cara que bota dinheiro na Miranda e que promete coisas pra ela.
Esse cara tá comendo a cabeça dela o tempo todo. Então você vê, tipo, a Miranda vulnerável também. Tem um papo de humanização da vilã nesse filme, que é um procedimento padrão de obras de arte dos anos 2020, que é humanizar vilões, né? Porque agora as pessoas têm gatilho assistindo filmes. Então o vilão tem que ter o...
Uma coisinha ali também pra você falar assim, ai, nossa, no fundo. Ele só não teve uma mãe que gostava dele. Então, tipo, agora tem essa coisa de humanizar vilões, né? Que é um clássico pras pessoas não ficarem tristes no cinema, não ter que fazer terapia depois. Então, tem um negocinho nela ali que no primeiro filme tinha muito pouco. É, rola. Ela só era o diabo. Não, mas rola. Mas aí ela volta rápido.
Tem uma vulnerabilidade dela ali na vida pessoal, né? Sim, mas aí volta rápido e é do tipo assim, ninguém tem acesso a essa minha vida. É do tipo assim, ó, saiba disso, mas morreu. No 2, a gente vê ela tomando esporra, a gente vê ela insegura, a gente vê ela tomando um vinho ali, bebinha e falando coisas pra personagens da Anne Hathaway. Então, tipo, tem essa humanização da vilã. Eu achei legal, mas é um clássico do modelo de fazer filmes. E a coisa do... E aí virou um girl power no final também, que é isso, né? E aí
Botou o bilionário pra mamar. Mulheres unidas. Mulheres juntas, né?
Botou pra mamar enquanto assistiu um desenho. E foi isso. Olha a referência de rap feminino. Olha como é bom. Olha como eu crio um hétero bem em casa, gente. Ai, olha, isso daí é mérito meu. Esse é mérito seu. E mérito das rappers femininas também. Tachi Tracy. Que eu adoraria ter em roteiros meus. Pessoas falando esses tipos de frases. Como, por exemplo, botei pra mamar assistindo um desenho.
Que é uma cena fantástica. É uma frase que você consegue imaginar 15 minutos de cena. Mas enfim, eu acho que o filme ele segue a formulinha do primeiro. Não inventa moda. Faz certinho no que acontecia. Na química dos personagens. Atualizou 20 anos de tudo que acontece na sociedade, no comportamento. Fecha bonitinho. Então pra mim é assim, ó.
A expectativa já era alta. Filme do ano. Pra mim tá redondo também. Filme do ano. Amei, amei. Amei tudo. Amei a atualização, as críticas. Vi muita gente falando que esperava looks mais bapho desse ano, pra esse momento. Afinal, são 20 anos depois, então...
Acho que a galera esperava uma coisa de moda mais forte. Não foi algo que me pegou, porque eu também não sou essa pessoa muito... Foda-se, né? Eu não sou uma pessoa que se importa muito com essa moda de alta costura. Então, pra mim, isso não foi algo que me pegou. Realmente, só fui perceber porque as pessoas falaram. E pra mim, esse filme não é sobre moda, é sobre jornalismo, como eu falei. Então, nesse aspecto, eu achei que foi muito bom a atualização, essas coisas que a gente falou tudo. E mesmo que foi superficial, acho que faz sentido pro filme. Porque...
É pra ser superficial. A única coisa que eu criticaria é aquele boy que botaram pra ser parzinho romântico da personagem da Annie Hathaway. Não precisa daquele cara. Eu acho que botaram esse cara lá pra ter a coisa do fator comédia romântica. Que precisa ter um boyzinho que ela vai se apaixonar. E vai ter uma briga. Eu te digo. Ah, não, gente. Não precisa daquele cara ali. Ele é completamente dispensável no filme. Não muda nada ele tá no filme.
Eu vou te contar porque ele tá... Essa é uma questão do algoritmo, né? A Disney, ela precisa atender todas as demandas, né? Viu? Algoritmo. No primeiro filme, ela tem o boizinho tóxico dela lá, que a galera fala que envelheceu mal, mas que é o comportamento da época. Que ele é o grande problema do filme.
Na época, ninguém percebeu que era um problema. 20 anos depois, a galera percebeu. Que bom, que todo mundo evoluiu. Mas, enfim, acontece. Existia um negócio que era do tipo assim, o cara que não encorajava ela, o cara que não dava valor pra ela, o cara que tava cagando pra ela, pros sonhos dela, não sei o quê, não sei o quê, não sei o quê.
Botaram um homem mais maduro, um homem aparentemente mais sensível, com senso de humor. Um cara que deixa claro que assistiu as coisas dela, que viu as coisas dela, que quis conhecer ela melhor. Um cara que dá um espaço pra ela quando ela precisa pensar. Tipo, botaram um cara... É o boy desconstruído, botou o boy desconstruído.
que é o mesmo boy do 20 anos atrás, só que desconstruído. Que é do tipo assim, agora ele sabe o espaço da mulher, voa, que a mulher voa, que é o negócio da bruxa, da Ana Paula Renou. Então, é isso. Vamos entender que existem homens também, desconstruídos, e que ela merece um homem desconstruído depois do que ela passou 20 anos atrás. Aí ela cita a ex-namorada, fala assim, ah, nenhum ex-namorado meu.
Viu minhas coisas, falou, olha aí, esses homens, não sei o quê. Ele tá lá só pra cumprir esse papel dos fãs malucos do primeiro filme que falavam desse cara que é o cara que fez o filme envelhecer mal. Então ele tá lá por uma estratégia. Eu gosto quando o boyzinho da personagem da Anne Reto chega e fala assim, a humanidade sempre teve medo de mulheres que voam, sejam elas bruxas, sejam elas livres.
Essa hora todo mundo levantou no cinema, começou a aplaudir. Todo mundo essa hora levantou e começou a aplaudir, né? Foi lindo de ver esse homem desconstruído. Ai, mas sério, não tem porquê. E aí é isso, ó lá. A gente tá falando de algoritmo. O filme critica algoritmo e faz o que critica. Porque bota o boy lá só pra configurar uma comédia romântica. Tô errada? Porque precisa ter um boy pra configurar a comédia romântica. É, tem que fazer. Faz parte.
Ai, mas não precisa. Não é sobre isso esse filme. Não precisa, não precisa. Não tem porquê. Você quer fazer a coisa do paralelo com o boy tóxico do primeiro filme? Beleza, dá pra fazer de diversas maneiras, sem ter que botar um boy ali, nada a ver. Ele não acrescenta em nada na história. Ele só irrita, é só irritante ele tá lá. Me irrita. Eu acho que é porque você não acredita no amor.
Ah, vá. Porque eu achei fofinho. Que fofinho, amor de vai. Impossível. E eu acho que o fato de escolher um... Você nem cai, você nem fala, nossa, que fofo, ai, que bonitinhos, ai, que romance. Não, você nem cai nessa história. É tão superficial. Não, não tem química, né? Zero química. Zero química, o cara não acrescenta em nada. Ai, nossa, não tem porquê, realmente.
Eu amo que o cara do bem desconstruído é sempre um cara feio, né? Porque eles botam o cara feio, porque se botar o cara com o peitoralzão aqui malhado, é tipo o filme da empregada lá. Botou o italiano jardineiro lá em cena, é óbvio que ela tá transando com ele, porque ele é um gostoso. É, mas botar o padrão. Se você botar um cara normal...
Vamos botar um cara normal. O engraçadinho, né? Ah, eu não resisto ao engraçadinho. Isso. Foi ver o apartamento, três piadinhas, respondeu três piadinhas. A Modi, a Modi adora o engraçadinho. Fiz três piadinhas, tá aí, ó. Tá aí, fala. Dez anos depois. Precisa ser bonito? Precisa ser bonito, não. Faz três gracinhas ali. Não, e a gente para, né? Uma piadinha.
Uma resposta tinha atravessada e aí fica assim, ai, rolou um clima aqui, hein? Não, nem rolou o clima. Eu adoro que a amiga falou assim, rolou um clima aqui. Nem rolou o clima. Aí você fala assim, cara, foi só constrangimento que eu vi, eu não vi nada de clima, mas... Não, ela fala, ai, pintou um clima. Aí você pensa, pintou? Eu não percebi, porque pra mim era um papo de elevador ali que eles tiveram.
Mas aí é isso, né? A nova sedução de 2026 é essa. É uma mulher empoderada e um engraçadinho. E não é a questão... É porque ele é feio. Não, gente. Porque assim... Podia ter tido uma... Né?
Uma coisa que envolve o casal ali, que você cai, que você fala... Ah, nossa, que fofo! Não tem, não tem. Não tem nem isso, entendeu? Não tem nem isso. Então assim, ai, completamente desnecessário. Se ela tivesse ali solteira, sem boys, sem nada no caminho, não ia fazer diferença nenhuma.
Eu acho que ela podia fazer, durante o filme, pegar vários. Botar pra mamar, assistir no desenho, vários. Ah, a Miranda brigou comigo. Boyzinho com tatinho, vem, transou, vai embora. Ah, nem precisa disso. Nem precisava. Toma... Não, mas se quer mostrar a vida dela acontecendo no âmbito sexual e a vida amorosa...
bota ela chapiscando os boys tudo pra cima. Pode ser também. E aí, foda-se. Agora vai pegar o empreiteiro de Terninho em Nova York. Engraçadinho. É, um Faria Leimer. Um Faria Leimer. Não fez sentido nenhum, gente. A personagem dela nem se envolveria com esse cara. Pois é. Se a gente for ver a backstory dela ali do jornalismo e do que ela tava fazendo nos últimos 20 anos... Ela ia o que? Esse cara nunca chamaria a atenção dela.
Ela ia se apaixonar no bar por um boy que tá falando de vida social e... E mandando papo de esquerdo macho. É o boy do primeiro filme, né? Vamos ser sinceros. Faltou um boyzinho com o boné do MST passando por Nova York. Não, mas entenda, porque esse é o boy do primeiro filme. É o esquerdo macho tóxico, entendeu? Que você cai no papinho e é um puta de um tóxico.
É isso, acontece isso no primeiro filme. Então, assim, pra mim, zero boy tinha que ter esse filme. Foda-se, não importa a vida amorosa dela. Podia ter um comentário, podia ter um momento ali dela no bar, no bar ali com os amigos, na mesa ali, no café, no bar lá, que eles vão sempre. Comenta, sei lá, qualquer negócio. Ai, trocando mensagem com o boy, beleza. Se quer botar, bota. Mas não, ai, não precisava. Fora isso, nota 10.
Outro boy também que me irrita muito é o boy da Miranda, que é o famoso pau-mandado, né? Ah, é? É. Que é o... Se a gente for pensar que a Modi vai virar a Miranda um dia, eu sei esse cara. Que ela vai chegar em casa, vai estar tudo o carpete limpinho, comidinha vai estar saindo. Ai, tô nervosa. Eu já vou ter todo o ritual. O Modi já faz um pouquinho. Eu vou saber o óleo essencial. O Modi já é um pouquinho. Eu vou saber o óleo essencial que tem que pingar.
Na mãozinha dela pra ela cheirar, pra acalmar. Ai, Modi, os executivos, né? Esses homens. Ai, mas olha, vem aqui. Olha esse ovinho cremoso aqui com papo. Ele já faz isso, gente. O Modi já mimima dessa maneira. Ele fala, Modi, larga isso. Larga o computador, vem cá.
Me dá um... Faz uma comidinha, abre um vinho. Ele faz a... Você já é essa pessoa, Mude. Com menos dinheiro. Toda mulher Miranda... Tá bom. Toda mulher Miranda precisa de um pauzinho mandado ali. Porque senão não dá, né? Chegar em casa e ainda ter combate?
Ah, não. Aí realmente não tem como. Não, vai ser tranquilo. Então esse é um filme que mostra claramente como a instituição homem está falida, né? Porque, tirando Stanley Tucci, que pra mim, escolhe um homem que você quer ser quando você tiver 60 anos. Stanley Tucci. Careca.
Um careca bonito, estiloso. Eu tô falando, não tô falando do personagem, eu tô falando do Stanley Tucci. É um cara bizarro, talentoso, muito foda. É um cara envolvido com gastronomia, tem uma série dele que é o Stanley Tucci pela Itália, que tem lá na Disney, você pode assistir. Que é ele passeando pelos destinos gastronômicos da Itália. Enfim, é um cara que tem um requinte, ele tem muito do personagem ali. Você vê o personagem, você vê o Stanley Tucci.
Então tá aí, a minha meta de envelhecer bem é virar o Stanley Tucci. Então acompanha esse processo, tá? Ô Moody, falando em... a gente tá falando aqui de lobas, né? Miranda, uma grande loba. E aí teve outra loba, né? Que a gente viu de pertinho, que foi a Shakira, Todo Mundo no Rio.
Vimos de pertinho, com algumas horas de atraso, com expectativas… Nossa! Pensamos que podia ter acontecido tudo. Inclusive do tipo, e se não tiver o show? Pra onde a gente vai? O que a gente faz? Nossa, eu parei pra pensar. Chegamos nesse ponto. Eu parei pra pensar, porque ela atrasou uma hora e meia, né? E aí a gente já tava um pouco tenso. Aí veio a notícia de que ela teve a notícia do AVC do pai dela, né? Que o pai dela… Uhum.
Foi internado e tal, passa bem, segundo as notícias. Mas isso abalou a nossa loba, né? Eu achei que ela tava abalada, mas energia baixa. Mas, mesmo assim, entregou um showzão em Copacabana.
Queria trazer aqui... Você gostou, Moody? É, quero trazer aqui alguns pontos interessantes. Vamos ouvir o que nosso hétero tem pra dizer da Luba. Pra gente analisar, né? Eu amo muito essa direção de arte focada em Brasil. Eu amo quando o cara, tipo, ele tá no Brasil...
A pessoa tá no Brasil e aí ela quer mostrar que ela tá no Brasil e que ela ama o Brasil. E aí me dá a impressão que alguém da equipe foi na 25 de março, entrou naquelas lojas que estão tudo pra Copa do Mundo, as coisas do Brasil, botou tudo no carrinho e falou assim, bom, agora a gente precisa botar tudo isso de algum jeito.
E aí, fica uma estética... Passou na 25 de março, rapidinho. Fica uma estética meio Brasil-São Paulo, 25 de março pra mim, assim, tudo. Uma direção de arte, assim, meio... Tá, legal. Já vimos isso em algumas festas de escola. Legal. Os vídeos da inteligência artificial no telão. Ó.
No começo eu falei assim, não ficou bom. A partir do quinto, oitavo, sei lá, que passou uns 40 vídeos dela lá, de várias formas, eu falei, cara, isso aqui é uma estética, hein? Isso aqui… Eu acho camp. Então, é que essa palavra é boa, né? Eu acho. Tudo que a gente não gosta, a gente fala que é camp e aceita e elogia, né? Não, camp, vou explicar o que é camp, porque tem gente que sempre pergunta o que é camp. Camp é uma estética exagerada.
que é cafona, mas que é tanto, tão exagerado, tão cafona, tão, tão, tão, que dá a volta e vira cool, entendeu? É camp. O camp no final é um jeito da gente elogiar algo que a gente não elogiaria. Eu não vou falar mal da nossa loba. Eu vi muita gente criticando o show. Eu acho que assim, a transmissão parece que não foi muito boa. Eu vi muitas críticas em relação ao show na transmissão, na TV.
porque é outra perspectiva que você tem, assim. Também vi críticas de gente que tava lá no fundo, vendo pelo telão e tal. Eu acho que, assim, a minha experiência, vou falar a minha experiência pessoal, de estar ali, mais perto do palco, ter esse privilégio de estar mais perto do palco e tal, eu adorei o show, eu achei que foi um show divertido, sabe? Eu me diverti. É um show com muito hit, então, assim, não tem como. É muito hit.
Realmente, eu acho que a Shakira tava muito feliz de estar lá. Ela tem uma relação muito forte com o Brasil.
Então, eu acho que é um show muito importante pra ela. E ter ela nesse momento, assim, sabe? Em Copacabana também foi muito importante. Eu acho que ela ficou abalada, sim, com a notícia que ela teve do pai. Eu senti ela com uma energia meio baixa. Mas mesmo assim, ela tava ali se esforçando pra entregar.
É um show que é a turnê igualzinha que ela fez. É a turnê de Elas Mulheres e a Nolhora. Então, realmente, é um show que seguiu a turnê. Então, isso não me surpreendeu tanto, porque eu já sabia como era. Eu acho que teve muita gente, como o Modi, que ficou surpreso. Com muita troca de look, com os telões, com a IA, não sei o quê. Já é algo que ela entregava. Então, eu já esperava que ia ser isso, assim. Eu acho...
Que tem essa cafonice, assim, realmente. Essa coisa da IA no telão, eu não curto muito. Eu acho que é um show com muito interlúdio. Então, tipo, ele para muito, né? Tem muito interlúdio com essas historinhas em IA e tal, que não me pega. Eu acho que dá até uma baixada na energia de público, assim, sabe? Acho que…
Podia ser um show, mas que vai uma... É muito hit, então é uma atrás da outra ali que não dá tempo de separar. Eu acho que com os interludes ele acaba dando essa caída de astral, mas não é algo que atrapalhou o meu entretenimento com o show. Amei as participações. Pra mim, o ponto alto foi a Betânia. Eu vi que teve gente falando na transmissão que tava ruim o áudio em relação à voz da Betânia, com a voz da Shakira.
Não tive essa percepção ao vivo. Pra mim, tava perfeito. Eu fiquei emocionada. Quando a bateria da Unidas da Tijuca entra. Aquela música, que é uma música que representa muito o Brasil. Então, eu achei muito lindo elas cantando juntas. A energia que a Bethânia tem, sabe? Eu tenho uma... Eu ia terminar o meu review. A última coisa que eu gostaria de falar...
era quando entra a escola de samba, porque isso pra mim é o... É quando o show vira o encontro da Patrícia Poeta, pra mim é a maravilha. É quando o palco está povoado e aí bota uma escola de samba pra fechar pra gente, pra ficar bonitão, o pessoal batendo aqui no tambor, que é uma máxima da TV Globo. Dizem que o Boni falava isso, que assim, se você não sabe como terminar um programa, bota uma escola de samba.
E esse é um clássico do Brasil, que é do tipo assim, legal, o que a gente faz? Bota a escola de samba aí, bota, bota lá, que aí é o Brasil, o Brasil é isso, vambora e tal. Então eu acho que esse excesso de eu amo o Brasil e eu vou mostrar o Brasil, me irrita um pouco, tá? Num lugar que é do tipo assim, mano, faz seu show. Eu não me irrita, eu amo. Faz seu show aí, tá tudo bem, né? Eu gosto. A gente gosta de você já. Eu gosto.
A gente gosta já de você. Ah, não. Eu acho foda, eu acho foda ela meter Brasil pra tudo que é canto, ela meter bandeira na roupa, meter bandeira da 25 de março, que nem você falou. Acho foda, sim. Acho que ela fugiu do óbvio, botou Caetano pra cantar Leãozinho, que é uma música que é afetiva, que é afetiva, apesar de ser uma energia mais baixa, óbvio, que é uma música muito mais, né?
calma, achei lindo, acho que tem uma relação pessoal dela com essa música, assim como ela canta Mama África na turnê no Rio de Janeiro, em São Paulo, quando ela veio ano passado. Achei foda ela cantar com a Maria Bethânia, a Anitta no palco, elas cantam Tchocatchoca pela primeira vez, a Ivete, então assim, eu acho que ela fugiu do óbvio, a Ivete cantando uma música do George Ben-Jor, entendeu? Então assim, fugiu do óbvio, ela não fez o...
Tem a bateria ali da Unidos da Tijuca, que entra no momento ali com a Bethânia, não é momento... E aí
Entra a bateria aí, vai embora e foi isso só pra agradar o Brasil. Acho que fugiu disso, não foi isso, assim. E eu acho muito foda porque a gente fica pagando pau pra gringo. E aí, quando vem uns gringos que não são da América Latina. E aí, ai, faz um obrigada e vai embora. Acho que é muito, entendeu? Então, acho que ela tem uma relação genuína de amor com o Brasil. Ela, né, a gente sabe, já falamos, muita gente já falou isso.
que ela veio pra cá, um dos primeiros países que ela foi fora do eixo tradicional, foi o Brasil, que ela ficou quase um mês aqui, aprendeu português, foi em todos os programas, óbvio que tinha um interesse de divulgação e de audiência aqui, que é uma estratégia também de gravadora, mas que ela se apaixonou pelo Brasil sim, e sempre que ela pode, ela tá aqui, ela abriu a turnê dela no Brasil, no Rio de Janeiro.
Então, assim, eu acho muito lindo isso. Eu acho que a gente tem que valorizar e tem que valorizar artista latino. Ela trouxe uma turnê, que é uma turnê muito pessoal, é a mais pessoal da carreira dela e que traz essa coisa da mulher, mãe solo, que ela fala isso, da loba.
e que ela teve a decepção amorosa dela, ela deu a volta por cima e não sei o quê. E aí ela tem uma notícia pessoal que abala ela e mesmo assim ela vai lá, entrega o show. Então acho que isso deixa tudo ainda mais simbólico, sabe o que acontece com ela. E eu não tenho coragem de ficar comparando o show dela, porque eu vi muita gente fazendo isso, comparar o show dela com o da Gaga, com a da Madonna. São shows completamente diferentes, são artistas completamente diferentes.
E acho que temos que valorizar a Shaq. E foi foda, sim.
acho que é isso, porque cada um tem o seu gosto pessoal a isso, as críticas pra fazer quem sou eu quem sou eu depois desse aulão aí, né galera mas, dei meu testão desculpa, mas é que eu queria muito falar velocidade 1.5, quando a Moj entra no 1.5 é porque ela tem prioridade do que ela tá falando, tá ativou, não tem nada a ver, não caia nessa não caia nessa ativou velocidade 1.5, aí não foi o seu podcast que atualizou sozinho é que a Moj hablou E aí
Não, gente, é porque eu queria falar, quis dar a minha opinião do show. Ablou, ablou. Na minha opinião, sem ter todo esse embasamento, foi um belíssimo Criança Esperança. Se fosse um Criança Esperança, seria um dos melhores de todos os tempos. Pra mim, faltou só o Didi descendo de drone no meio. Se desse o Renato Aragão, vindo do Cristo lá em cima...
de drone pendurado e cai no palco, a gente fala assim, mano, aí, ó, Unicef, pode fechar a Criança Esperança. Última edição do Criança Esperança. Tamo bem.
Porque pra mim é isso, assim, como ela é muito brasileira, eu entendo que ela vai cair pra esse estereótipo brasileiro do, né? Vamos valorizar o que é brasileiro, as músicas brasileiras, os artistas brasileiros, a estética brasileira. Então por isso que pra mim soa como um grande criança e esperança, porque é algo que eu já vi, entendeu? Então eu acho que é um pouco nesse sentido. Mais, Moudi?
Lobíssima. Não, acho que foi... Acho que teve essa vibe de festa, assim, sabe? Que eu acho legal, sabe? Aham. Enfim. E é isso, gente. Eu me diverti, eu gostei. Tiveram coisas que não me agradam tanto, que é uma coisa mais, uma questão mais criativa mesmo. Mas tá tudo certo.
É, a criatividade ali. O negócio que a Moj falou do interlúdio ali. O interlúdio que a Moj falou me pega muito ali porque virou meio que uma muleta de artista pop. E ele é tipo o vídeo da Manu Gavassi pra entrar no Big Brother, que a Manu Gavassi fez, e aí agora todo mundo tenta replicar, e aí fica só triste e um pouco sofrível.
Porque, assim, se você tem 38 hits, canta eles na sequência, vambora. Agora, todo hit tem que ter um interlúdio ali, você ouvir as pessoas conversando do lado. Porque é do tipo assim, ah, beleza. Vai ter um minuto e meio agora dela se transformando em loba. Vamos lá, vamos assistir, galera. Bota aí, vamos lá. Ah, agora essa música, legal. Aí é chato, cansa. Meu comentário técnico aí, tá, Moody? A respeito do interlúdio, tá?
Tá legal, obrigada. Vai daí, Guiguetes. O pessoal tá anotando aí. O pessoal tá anotando aí. Agora a gente vai lá no palco 2 com a Laura Vicente e o Guiguetes, que estão lá postos. Não, brincadeira. E é isso, gente.
É isso, né, Modi? É isso, Modi. Um episódio sobre lobas. Um episódio sobre lobas. É. Sobre a Modi. Sobre Shakira. Ah, e agora a gente vai descansar, né, Modi? Nossa, você nem fala. Depois de quatro meses de BBB, maratona de BBB. Emendando com todo mundo no Rio. Trabalhos de todo mundo no Rio. Entrevista com Billie Eilish. Agora me sinto tranquila pra ir descansar.
numa praia bem linda, com o meu homem maravilhoso. E pouca internet, se Deus quiser. Tomara que ela consiga, galera. Vamos torcer todo mundo aí. Vamos fazer um rodão de oração aí. Um rodão de oração. Pra amor de conseguir aí, sei lá, se ela conseguir ficar um dia sem celular aí dos seis que a gente tem, eu já vou estar bastante orgulhoso. Então é isso, gente. Beijo pra vocês. Na próxima semana a gente volta com as quentinhas da nossa semana de descanso em Japaratinga. Tchau. Beijo.