#352 - Reagimos às novelinhas das frutas
Nem só de série cabeçuda e filmes de arte vivem os Modis. Dessa vez gastamos nosso cérebro reagindo ao maior evento pop das redes sociais no momento: as novelinhas de fruta
Mody
Mood
Mordi
Mordis
- Teorias sobre Fruta do ChopeiroImpacto das novelinhas · Personagens das frutas · Crítica ao conteúdo · Entretenimento e educação alimentar
- Sátira e Crítica SocialMisoginia nas narrativas · Limites do entretenimento
- Cultura PopEvolução do conteúdo digital · Comparação com outras mídias
- Producao AudiovisualNovas tendências de conteúdo · Impacto das novelinhas no mercado
Fala, seus abacatudos. Fala, suas moranguetes. Ai, tô com vergonha. Tô com vergonha desse episódio. É vergonha mesmo. Ai, sabe? O que a gente tá submetendo? É, o lance é... A Mordi ficou muito impactada quando ela descobriu, num episódio de assinantes que a gente fez, se você ainda não assinou, Orelo e Apoia-se, Donos da Razão, ganha episodinho toda sexta. Ó, quem não apoia, ó. Não, ótimo.
Na última sexta, a gente vai dar essa colher de chá para vocês e trazer aqui um assunto para o episódio, que a moito foi apresentada às novelinhas das frutas. Porque as frutas é isso, elas estão passando por um processo de dramaturgia, que eram as frutas sozinhas, explicando para os humanos como elas devem ser consumidas, como elas devem ser utilizadas. Elas pegaram esse Wolf Maia ali, a fruta meio que viu que ela tinha um potencial maior, e a fruta meio que ela tinha um potencial maior.
E aí as frutas agora são astros de novela nas redes sociais. Tudo por IA, hein, galera? Gerais de fuzinho polêmicas. Tudo por IA, vamos relembrar.
Não, é óbvio, né? É, às vezes não é, às vezes tem que falar. Seria muito impactante um abacaxi de verdade assediando um morango, né? Isso a gente tem só na IA. Então, a Modi foi apresentada e a Modi ficou um pouco chocada, né? É um estágio da Modi onde o entretenimento vem, né? Se você conseguir chocar a Modi...
É entretenimento. Não tem jeito. Né, Modi? Quer falar alguma coisa sobre as frutas? Antes da gente assistir um episódio?
Então, o que acontece, né? Primeiro, como o Modi falou, apareceram essas frutas falando... Pistola. Nunca tinha chegado em mim. Aí o Modi me apresentou. Eu evitei fazer essa busca no meu TikTok pra não visse ao algoritmo. E aí é um moranguinho lá falando você precisa me lavar. Sei lá, dando dicas. Dicas importantes sobre alimentação com as frutas. Super. Aí...
O Modi me mostrou que evoluiu. E aí começaram a fazer personagens, né? Vivendo coisas cotidianas. Até aí tudo bem, né? A gente tem a Moranguinho aí, que não vai mentir. Que é um sucesso, a Moranguinho. Não é uma personagem... Moranguete. Não, a Moranguinho do passado. A Moranguinho, a personagem Moranguinho. Ah, tá. A personagem Moranguinho, sucesso com as crianças. Eu amava a Moranguinho. Tinha até bonequinha, ela tinha cheirinho de morango.
que você bota no lúdico. Legal. Aí começou a ir para uns lugares muito perigosos. Os negócios do abacatudo estar assediando a perinha na academia. E eu fiquei assim, gente, onde isso vai parar? Quem está consumindo esse tipo de novela? Crianças, provavelmente.
Mas você acha que a gente não chegou num estágio muito triste da humanidade, que é a gente questionar a novela do Abacatudo? Porque assim... A gente tá gravando um episódio sobre isso, sabe? Eu tô com um pouco de vergonha de mim mesma, não vou mentir. Não, o episódio não é sobre isso. Esse episódio é sobre limites. Qual o limite, tá? Qual o limite do Abacatudo?
Qual o limite do abacatudo? Porque o abacate é isso, é uma fruta polivalente. Você pode comer ela doce e pode comer salgado. Do nada. Então o abacatudo pra mim é isso hoje. Ele é duas caras, entendeu? Ele é doce e ele é salgado. Você não pode confiar numa fruta que ela tem essa facilidade de estar de um lado e do outro. Eu confio muito, porque eu amo agridoce. Né? Adoro um agridoce.
Aí vai de cada um. Então é isso. A gente está trazendo agora um conhecimento de frutas, eu acho que para a população, que às vezes a população não tinha. Está todo mundo comendo maçã e banana e está esquecendo do abacate, está esquecendo do abacaxi, esquecendo de outras frutas, que quando você bota entretenimento, a criança já começa a falar assim, eu quero abacate, eu quero abacaxi, eu quero o kiwizão, porque eu vi na novela que o kiwi é muito engraçado. Tem esse lado lúdico.
E tem o lado perverso, que é o lado onde as histórias misóginas e tudo isso. Mas aí, se estamos falando de ficção, né? Estamos falando aí, são obras de ficção. Não são frutas de verdade que estão assediando as outras frutas na fruteira da tua casa. Estamos assistindo série que isso acontece também. Você vai assistir Euforia?
Tem misoginia, tem uso de droga, tem um monte de coisa. Então, qual é o problema das frutas mostrarem ali um lado do nosso cotidiano que não necessariamente é um lado bom?
Fica aí o questionamento. Eu acho que assim, eu não tenho uma opinião formada, porque eu não assisti, não vou mentir. Você não tem uma opinião formada sobre as frutas falantes? Porque eu só vi um corte tendencioso, tá? Do abacatudo acediando a perinha, eu falei, nossa, que absurdo é esse? E aí não quis ver. Logo a perinha, né? Logo a perinha. Então, eu acho que a gente poderia assistir.
Poderia, eu adoraria mudar de opinião ao vivo. Esse fone é tão bom que eu tô vendo você pelo computador. Começou um vídeo e eu não ouvi. E aí eu falei assim, tá vindo uma voz de algum lugar. Aí eu percebi que era um vídeo do meu computador que pode estar interferindo na gravação.
E aí os meus fones não me deixaram ouvir, porque eles são muito, o quê? Blindados. Além de ser lindo, né? Ficou chato, né? Belíssimo, realmente. Um sonho conquistado. Mas vamos seguir. Tem o tomate também, não tem? Agora que o tomate tá vindo forte na... Então, não sei, tô meio por trás. Porque é isso, tomate é fruta, né? E inclusive, eu queria trazer aqui, esses últimos dias...
Eu estou participando de uma grande feira de audiovisual que está acontecendo aqui em São Paulo. Uma das maiores do país. Todas as pessoas que tomam decisões do audiovisual estão nesse recinto. E ouso dizer que a novelinha das frutas foi citada algumas vezes.
Pela galera que tem medo, né? O povo tá com medo. Que é do tipo assim, estamos aqui discutindo formatos, ideias, premissas, caminhos, movimentos. E tem gente fazendo a novela do abacatudo com o tomate. E milhões de pessoas estão assistindo. Então isso impacta no audiovisual. Que é o lance. Devemos combater a novela das frutas ou temos que começar a fazer agora mais novela de fruta? Ah, mas agora todo mundo começa a fazer novela de fruta. Ah, me irrita.
É igual aos microdramas, né? Vamos fazer 68 microdramas, porque todo mundo gosta?
É igual... Vamos fazer mais um Masterchef? E aí a gente faz 58 edições do Masterchef? Aí a gente volta pra aquele papo do nosso episódio passado, do Cérebro Derretido. Que a gente vai ficar vendo tudo só... Só vê conteúdo no feed, no vertical. Novelinha de 30 segundos, novelinha da fruta, não sei o quê. E aí a gente fica com o Cérebro Derretido, que só sabe ver coisa no celular, fazendo assim, ó. E não consegue se concentrar em mais de um minuto.
Esse é o futuro. Todo mundo num restaurante, quatro pessoas, cada um no seu celular babando. Eu não quero. Assistindo o Toma Tudo. Antes da gente ver aqui, eu tô vendo uma matéria do UOL que diz o seguinte, Mude. É uma adaptação brasileira.
A original chama Fruit Love Island, popularizada nos Estados Unidos. E aí veio para o Brasil a novela das frutas. Aí a gente fez acontecer, né? Aí a gente mandou ver no Moranguete e Abacatudo. Nas redes sociais, os personagens mais populares do momento são Moranguete e Abacatudo, cujos dramas que abrangem traições, problemas financeiros e muita tensão sexual recriam a atmosfera típica de novelas do horário nobre.
Que é isso, americano sabe fazer novela, entendeu? Eles podem saber fazer um monte de coisa. Novela tem que jogar pra nós, porque a gente pega essas frutas e faz um belo de um mousse. Vamos lá, eu vou abrir aqui pra gente ver o abacatudo. Posso?
Dá o play no abacatudo aí. Vou baixar aqui um pouco o volume do meu fone. Porque o som é estridente. É novela, né, Modi? É tensão. É trilha sonora. Tá. É alegria na casa do brasileiro. Você tá no mesmo que eu, né? A moranguete, a tomatuda, lavando roupa. Dá play. Mamãe, a gente vai viver assim pra sempre? Não, meu filho. Quando o divórcio sair, o traste do teu pai vai ser obrigado a me dar metade de tudo que ele tem.
Olha, é o papai! Bananão, que lugar podre é esse? Sua ex é nível baixo mesmo. Ela ficou péssima. Ao ir de se cuidar, só queria ficar com o bebê. Por isso pediu o divórcio pra aquela bruaca. Mal sabe ela que eu só vou dar a casinha caindo aos pedaços pra ela. Bananão, bananão. Isso é o que eu vou te dar, né. Vai, bananão. Nossa, não esperava. Eu tenho direito a metade de tudo que você tem. Você vai deixar eu e o Bananinha com essa casa, pai pai? Eu e o Bananinha com essa casa? Você não pode fazer isso com a gente. Bananão, que lugar podre é esse? Parei aí. Você não tem um advogado mesmo, eu vou te dar o que eu quiser. do Bananinha.
O Bananão é o pai, provavelmente. Não olha pra trás, filho. Só vai doer mais. Agora é só eu e você. Nunca mais a mamãe vai deixar homem nenhum entrar na nossa vida.
Sofrimento. Ele chama a mulher de bruaca. E fazendo daqui o nosso lar. E falou que ela parou de se cuidar, olha que escroto o bananão. O Bananinha é fofo. Nossa, o carro daquela laranja quebrou logo agora, no meio da tempestade. Ele abriu na marquesina e no… O carro daquela laranja quebrou no meio da tempestade. Acho que uma chave de fenda pode ser útil. Achou uma chave de fenda na gaveta, hein. Boa noite, senhor. Trouxe uma chave que talvez possa te ajudar. Gente, o laranjão parece o Vin Diesel. Obrigado, mas por favor, volte pra dentro, tá chovendo. É o The Rock.
The Rock, ia falar The Rock, falei vim dias. Gente, eu mesmo. O baraninho colado. Gente, tudo tem na gaveta da Tomatuda, né? Arrasou. Agora já tudo numa mesma gaveta. Três dias pra consertar o carro?
Puxa, onde eu vou passar a noite, hein, Tomatuda? Pode dormir aqui se quiser, mas só tem uma cama de solteiro e um sofá sujo. Só tem um sofá sujo e uma cama de solteiro. Sofá tudo fudido, mano. Ih, olha lá. Ih, tá de regatinho por baixo. Vai ser um pai pro bananinha. Ih, ih? Ih, não mereciam nada disso.
Muito fofo o Laranjão. Fazendo um omelete? É um molde? Cozinha toda fodida, ele metendo ali um mac and cheese. Pega, vá ao centro, arrume o cabelo, compre roupas e não se preocupe com os preços. Tô preparando o café do Bananinha agora. Vai dar um banho de loja no Tomatuda. Tô preparando o café do Bananinha agora. Ah, eu tô passando mal. E olha lá, Tomatuda chegou lá.
No salão. Banho de loja. Deve ter vindo pedir esmola. Eu vim fazer o cabelo e vou pagar como qualquer outra pessoa. Não vejo a hora que ela vai implorar porque não vai ter dinheiro pra pagar. Que escroto. Vilões. Menina, eu nem te reconheço mais. E agora, hein? Vai revelar, toma tudo. Vem.
Vem. Chegou a hora de deixar os carros da idade da pedra pra trás. O BYD Dolphin Mini foi o elétrico mais vendido no varejo por dois meses consecutivos. Pela primeira vez, um carro 100% elétrico lidera essa posição no Brasil. E chegou a sua vez de ter um carro mais econômico que moto. BYD Dolphin Mini, a partir de R$ 109.990,00 pra CNPJ.
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Aí, ó o gancho. Não, gente, eu que tô muito ansiosa pra ver o chá revelar sendo a Tomatuda. No próximo episódio de Tomatuda e Bananinha, você vai ver. Não, eu preciso ver o próximo episódio, Mogi. Um corte de cabelo de arrepiado. Não, gente, para, eu tô passando muito mal. É muito bom. Aí, ó. Mas calma aí, eu não entendi que fruta que é a nova mulher do Bananão.
Fiquei nessa dúvida, hein? Trocou o tomate pelo quê? O que é aquilo? É um tomate mais harmonizado? Não sei, ela tava com uma cara meio de caqui, não tava não? Uma coisa mais exótica? Deixa eu voltar nela. Não? O que ela é, hein? Tô muito encafifada agora com isso. Cara, me surpreendeu muito.
Gente, o laranjão é o The Rock, né? Não, o laranjão fazendo o McEntee's, ele é um omeletão e pegou. Não, caso eu caia nos pedaços, ele falou assim, vou meter aqui. Vou fazer um flambadinho gostoso aqui pro Baraninha que ele merece. Gente, eu voltei. Eu tô achando que a mulher, a vilã, é um moranguete. É um morango mais...
É o morango premium. Morango importado, né? É, o morango harmonizado. Tem aquele morango no mercado, na caixinha, cheio de furo e buraco, que fica virado pra baixo pra vender. E tem o morango importado. Porque ela tem os furinhos de morango e ela é cor de morango. Então acho que ela é morango. Mas ela não é a moranguete, né?
Não, acho que a Moranguete é a concorrente. Outra novela. Tá. Mas calma aí, a gente precisa ir para o próximo capítulo, que eu preciso ver a revelação da Tomatuda. Então, eu não estou achando o capítulo que começa da Tomatuda. A gente precisa ver. Porque esse que eu vi, ele estava fixado. Ah, não. Espera aí que a gente vai ter que achar, Mude. O que eu te mandei está com o parte 2. Mas não é ele? Mas não começa com o corte de cabelo. O Mude falou mó sério.
Mas ele tem um milhão de... Vamos ver a parte 2. Às vezes é. Não, não é parte 2. Mas é a parte 1, aquele que a gente viu? É, parece que é onde começa a história, né? Tá, então vamos assistir. Ele deve estar fazendo suspense.
Vou botar aqui. Eu vou fazer o que aquele bosta do seu pai banana nunca fez. Vou te vestir e te dar o que você merece. Sério? Vai vestir, vai dar um banho de loja no bananinho agora. Aí sim, garotão. Você merece coisa boa. Toma. Virou um playboyzinho, malicinho. Meu pai nunca deixava eu comprar nada. Dizia que a gente devia comer o que pobre comia. Pega quantos você quiser. Pega quantos você quiser. Se não tiver o que você gosta aqui, a gente vai em outro mercado. Esse laranjão tá estranho. Eu nunca tinha visto tanta comida assim na minha vida. É de vocês agora, eu compro com muito prazer.
Você vai ficar com a gente? Ficou mó Mauricinho esse bananinha. Ele tá a cara dos Minions. Vai vir plot twist, hein. Ele não tá a cara dos Minions, o bananinho? Olá! Ih, olha lá. Essa é a Tomatuda? Gostou? Ah! Gente, ela ficou padrão. Tomatinho? Você tá linda. Vem cá, vê tudo que a gente comprou. Gente, ela ficou muito padrão. Eu não sei se você não precisava. Obrigada, Laranjinha. De verdade mesmo.
Encheu a geladeira. Ih, bateu na porta, hein? Débora? Quem é essa? Débora? Eu vim atrás do meu esposo. Quem que é essa? Isso significa que vai ter uma parte 4. Meta-linguagem, hein? A gente terminou dizendo isso significa que vai ter uma parte 4, mas a gente tá na parte 2. É uma piada? É que a laranja, às vezes, ela não sabe contar, né? Não, o laranjão é meio burro, né? O laranjão é meio burro. O laranjão, moral da história, né?
Não confia em macho, essa é a moral da história. Comprou a família, né? E o que eu queria saber é, e esse carro, vai ficar pronto ou não vai? Pois é, vai ser três dias ou foi um golpe? Será que foi um golpe? Eu acho que é mentira, não estava quebrado. Quantos dias passaram nessa brincadeira aí? Estamos no segundo dia?
Pois é, não sei. Acho que sim. Agora eu vou ter que botar a parte 3. Cadê a parte 3? Caramba, eu gosto... Sabe o que eu gosto? Tem um raciocínio que é assim... O episódio seguinte, ele não começa onde parou o outro. Ele cria um suspense, tanto que ela aparece...
Renovada só no final Só no final, não é a continuação Viu? Aprenda, roteirista É uma outra história Tem um prólogo, eu gosto que tem prólogo Esse que você mandou é a parte 3? Nossa, eu tô muito moranguete Eu tô muito Tomatuda Esse episódio começa na prisão, entendeu? Tem uma abóbora Que isso? Uma abóbora do nada
Vamos lá, play? Vamos ver. Play neles? Vamos ver onde vai. Já deu play? Dei. Quando você sair do mato. Tá tudo bem, filho? Você tá comendo? Tá tudo certo, mãe. Relaxa. Eu fico muito nervosa. Mãe, você tem que me prometer que só vai abrir essa carta em casa. Ih? Ih?
Que isso? É fuga, hein? É fuga da galera. Fuga dos tomates. Gente, mas do nada veio esse enredo. Pai? Que porra! Como você teve coragem de mentir todos esses anos? Minha mãe sabe disso? Colou uma edição estranha. A camisa do pai. Que isso?
Não gostei dessa parte 3. Vamos ver onde vai parar.
Mandou um moleque sei lá pra onde. Tomatinho, giló e abóbora são considerados coragidos. Se o Mir não se aproxima. Tomatinho, giló e abóbora. Oi, senhor Abacate. Posso ser o ajudante que você precisa? Claro, garoto. Você parece gostar de trabalhar. Suco, refri, água, tudo que você precisa nesse calozão. Eu te ajudo com isso. Que isso? Não precisa. Essa é a minha filha, Tomate. Foi tão bom ter te conhecido, Tomate.
Tomate se apaixona pela laranja? Pois não, senhor. Posso ajudar? Você quer o tomate, né? Parte 3, os caras descaralharam. Meu, descaralharam. Onde foi parar? Cadê a história do... Ah, por isso que ele fala vai ter parte 4. Porque é na parte 4 que a gente vai ver a história da Débora e do Laranjão. Ah, moleque, olha aí. Olha aí. Cadê a parte 4? Tá interligada as histórias. Eu quero esse enredo. Eu não quero saber do enredo da prisão. Não gostei do enredo da prisão. Não? Não. É o núcleo, né?
Cadê parte 4? Ih, gente, viciei. Calme. Merda, hein? Que merda, hein? Como é que eu... É, mas a parte 4 continua... Eles meio que abandonaram a história, tá? Ah, não, gente. Nem brinca, Mody. Cadê a parte 4? Será que não é aquela coisa que começa de um jeito e termina de outro? Não, porque todas as capas aqui vai pra outra história.
Ah, tô puta, hein? Agora vai pra história do morro. Ah, não. Eu quero a história da tomatinha com o maranhão. Então, você vai ter que fazer um abaixo assinado. Ah, eu vou. O perfil do abacatudo. Eu vou tacar rede. Abacatudo fruta. Aqui, ó. Tomate. Seis publicações. Ah, não. Mas esse aí é o outro tomate. Ah, é isso que eu tô confusa, entendeu? Todo mundo chama igual...
É o tomate, é o tomatinho. Mas acho que tá bom de reaction, tá não? Vamos ver o abacatudo? O abacatudo que tá com tudo. A gente não viu nem o abacatudo nem a moranguete. É, o nome do canal é abacatudo, mas não tem a história do abacate. Eu achei três cortes do abacatudo pra gente ver aqui, Modi. Tá, qual que a gente vai ver primeiro? O primeiro aí. Vamos na ordem. Porque pelo que eu entendi, o abacatudo, ele é o quê? Ele é um personal trainer. Pelo menos o que mais bombou.
É fortão. Olha lá. Foco na execução, Moranguete. Esse pique todo vai ter que continuar no treino de casa. E? Não posso. O meu esposo Bananão tá em casa me esperando. Entendeu?
Não posso. O meu marido, a bananão, está me esperando em casa. Aí o bananão chega, né? Que é aquela que a gente viu. O bananão chegando. Então, é que aquele bananão pode ser do outro story. É outro bananão. Entendeu? É assim. É muito conteúdo que você tem à disposição de frutas, assim, né? É sempre sexualizado. É muito sexualizado o abacatudo. Ele vai nascer logo. É a parte 1 da abacatudo de moranguete, hein? Olha nosso filho! O que é essa mancha feia?
Essa coisa feia não vai ser meu filho. Como você pode falar isso, abacatudo? Gente, o abacatudo é... Eu não quero esse podrinho, vai à merda! Como tem coragem, abacatudo? Eu vou cuidar de você, meu abacatinho. Gente, o abacatudo é horrível. Eu não sei o que fazer, mas vai dar tudo certo, meu garotinho. Ele rejeita o filho porque ele nasce com uma mancha.
Chama o filho de podrinho. Que horrível. Esse aí é aquele avocadinho que você compra lá, achando que vai abrir, vai estar, e aí tá com aquela manchinha. E aí eles fizeram disso um problemáso. Gente, que horror. Mas aí levou pra um outro lugar, né? Odiei. Então, é isso. Novela é isso, né, Moji? Ai, gente, achei horrível.
A Nazária não largou, não roubou criança, não teve outro que jogou criança no lixo. É verdade, é verdade. Aí porque a fruta... Ai, gente, não, agora... As frutas têm que ser boazinhas. As frutas não podem fazer maldade, porque a ficção tem que ser agora só histórias de conto de fada. Tem que ter fruta maldosa. Que isso? Tem que ter, tem que ter vilão.
É, realmente. Ué. Ó, vou te mandar o Love Island pra gente ver. Que é o original. Aí é assim, se você não tá curtindo, talvez você esteja muito tempo online. Talvez seja bom realmente você fechar o celular e fazer outras coisas. Você não tá curtindo?
Não, não, se a pessoa não tá gostando, ah, vamos problematizar a fruta. Ah, tá. Fecha o celular e vai andar na rua. Com certeza, com certeza. Abre aí o Love Island. Welcome to Fruit Love Island, onde 8 single fruits are about to flirt, fight and trust. Things get messy fast. Ok, this villa is insane. I'm not leaving here single. I just hope the guys are hot.
Eu estou aqui pra ter divertido e provavelmente me romper um pouco de coração. O cara disse a parte quieta, eu só espero que as mulheres me parem. Ok, o cara do Bananaguy é definitivamente o meu tipo. Espera, eu o vi primeiro. Então, qual de você é o troublemaker? Eu poderia ser, ele não pode sobreviver a gente. Oh, isso vai ser maluco. Os islanders, é hora da primeira ceremonia de casamento. As mulheres vão escolher qual cara querem se casar com. O cara que eu quero se casar com é o Benanito. Benanito!
Não tem nenhum. Olha. Rivalidade feminina. Rivalidade feminina. Ih?
E... Ó, deu um socão! Os casais finales são Pinapina e Bananito. E Bananito. Depois temos Watermelina e Orangelo. E depois Charita e Gripenzo. E, finalmente, Mangela e Kiwilo. Kiwilo. Eu amei o Kiwilo. Gente, muito bom. Que isso?
Eu amei o Fruit Island. Vamos... Dá pra desistir da humanidade. Dá pra desistir da humanidade, gente. Vocês viram que eu comecei criticando e terminei viciada no Fruit Island. Quer dizer, na novelinha das frutas. É, viciar não quer dizer que é bom, né? Quer dizer que cumpriu o papel dele de engajar, porque assim, é tão ruim que você quer ver o quão ruim ele vai ser. E aí, quando você viu, 7 milhões de views... E muita água desperdiçada, né?
Mas aí também, os diálogos aqui não são muito diferentes da novela das sete que você assiste na televisão. Epa, depende de qual. Não, 80% das novelas é esses papos aqui. Não, é novelinha, novelinha.
Mas eu me interessei pela novela da Tomatinho, do Bananinha e do Laranjão. Mas eu fiquei... Se passasse na HBO 10 da noite, todo domingo, o episódio, todo mundo ia estar gostando. Pior que é. Mas eu achei muito desorganizado. Muito desorganizado. Não consegui entender. Queria a continuação da história. Não achei.
Aí já me perdeu aí. Eu acho que tá na hora da gente criar um aplicativo, o Fruitflix, onde a gente consiga trazer todos os conteúdos de fruta, sai do TikTok, tem muita coisa que atrapalha o desenvolvimento da história.
Muita gente espreme na espinha. Vamos fazer o Fruit Flix. Joga lá. E aí a gente consegue categorizar. E você entender. Ah, essa é a novela do Moranguete criado por. Artista tal. Essa é a novela do Abacatudo criado por. E aí você escolhe a que você quiser e vai embora. Entendi, Mude. Porque tá esculhambado. A Natal Milano tá esculhambado. Você acha que vai ser seu novo empreendimento esse? Seu novo projeto? Não, eu não acho. Não, eu não acho. Mas se alguém quiser fazer, talvez eu assine.
Chega! Será que a Globo vai investir? Globo Pop? Agora tem um aplicativo de verticais da Globo. Vai investir em novelinhas de frutas? Fica aí o questionamento. É um louquinha e um frutinha. Isso. A representação do casal louquinha pode ser duas frutas agora. As frutas, quem diria? Essa volta por cima. O Modi, mas o que você tem assistido que mais deixa o seu cérebro derretido?
Tipo, nível novelinha de fruta. Não sei. O que me pega mais, que derrete mais o meu cérebro, é ficar vendo coisas que eu não sei porque eu tô vendo. Isso daí me deixa um pouco triste depois que eu tô no... Que quando você menos percebe... Eu tô no trigésimo vídeo. Aí eu falo, por que que eu tô vendo isso daqui? Porque eu não tô entendendo nada que tá acontecendo, mas tá me segurando. Aí eu falo, eu virei refém do feed, né? Então, não tem um específico que eu busco. Eu vou buscar, eu gosto de ser surpreendido.
O problema é que eu sou muito surpreendido o tempo todo. Eu com coisa vídeo de receitinha me pego. Ah, é. Se tiver uma farinha de aveia e um cacau 100%, ela vai. Não. Não tem jeito. Mas aí eu... Às vezes não necessariamente eu vou fazer a receita, entendeu? Mas aí eu fico vendo em looping. Eu gosto do ato de montar coisas. Então, ah, se vai montar uma marmitinha, vai fazer uma receitinha. Aquilo eu gosto de ver, entendeu? Então, essas receitinhas pra mim... Meu cérebro... Eu tenho que é tudo fake.
Porque nunca fica igual. Nenhuma que você fez ficou igual o resultado. Nenhuma. E você segue direitinho o negócio. Não, às vezes fica bom. Não, fica bom. Nossa, olha esse bolo. Aí você faz, não fica igual. Sei. Você sabe que não fica igual. Não adianta você querer defender agora as nutri tendenciosas do Instagram. Ai, gente, olha isso aqui, chocolatudo. Aí você vai ver o negócio, parece uma esponja de lava-louça.
Ah, é gostoso, mas você fala assim, nossa, tô mastigando um negócio aqui. É verdade, é verdade. Mas enfim, eu gosto de ver essas coisas. Eu vou vendo em looping, aí meu algoritmo é só isso. Por exemplo, se vai entrar no meu Explorar, só tem receita de café gelado. Só café gelado, todos iguais, todos iguais.
Mas é isso, e aí eu vou entrando. Aí, por exemplo, às vezes eu entro também em coisa de dica de skincare. Aí quando eu vejo também, tô já na décima dica de skincare, que eu não vou comprar aquele produto. Mas eu tô lá vendo a menina botar na cara. Utilidade, né? E vou nessa. E quando eu vejo, passou a minha madrugada e eu não dormi. É isso, é o dia seguinte. Mas...
Mas a gente perguntou para os doninhos, o que faz o cérebro de vocês derreter? Qual é a coisa que mais deixa o cérebro de vocês derretido? E eu sei que vai vir coisa boa. Vai, claro que vai. Porque chegou a hora do nosso FAQ, Donos da Razão.
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Ó, tem um que é hit, tá? Muitos doninhos mandaram. E aí eu selecionei o primeiro que eu vi, que foi da Larice Vieira. Que é uma corrida de bolinha de gude. Chama Marble Race. E aí as pessoas falaram que é viciante, ó. Abre aí o link. Tá. Vamos ver juntos? Vamos lá. Pode. Gente, é uma corrida mesmo. Esse é bolinha de gude? Não é bolinha de gude isso? Não, esse é de sinuca.
De sinuca, mas ela falou de good, não foi? Ou eu falei errado? Deve dar pra fazer também, né? Você não bola? Gente! Mas é que as pessoas, tipo, apostam? Ah, eu vou... Pra mim, é quem vai ganhar a blue. É a azul. Já deve ter bet envolvida aí. Bet envolvida na Marble Race? Ah, é. Qual que é a ódio de hoje? A roxinha arrasou, hein? Ih, é gostoso de ver.
Ó, a verde, tomou. Tomou na finaleira. A verde arrasou. Passou na frente. Hoje não, hoje não, hoje sim pro verdinho. Já deve ter narrativa, narração, né, de Marlboro Race. O Ed Gama faz muito, né? Essas narrações desses vídeos. Ah, é? De corrida, de bolinha? De corrida de bolinha. De bolinha? Todos esses vídeos meio viral, assim, ele faz umas narrações. Muito bom, inclusive. Bom, tá. Mas não é uma coisa que me entretenha muito, não.
Não, falta carisma. Falta um pouco a mais ali, um negocinho extra. Vamos ver a próxima. Arroba Rafa VNT. Recentemente descobri uma novela de IA das tretas da Virginia no TikTok. É terrível, qualidade 10 de 10, recomendo. Gente, não entendi. Eu adorei já. É o desenho da Virginia. Vou clicar. Gente! Fecha os olhos e faz um pedido bem grande. Eu quero que o Léo Dias não divulgue as traições do Vini antes da Copa.
Não divulga traições do menino. É a mesma trilha da novelinha do Abacatudo.
Olá, meus amores. Venho aqui com muito carinho desejar à minha ex-nora um feliz aniversário com muito amor e leveza. Que você seja muito feliz, que a vida te surpreenda com coisas boas e que nunca te falo de força para continuar construindo a sua história. Porra, isso é muito bom.
Ana Castela, de Chapéu? Alô, diquinha da noite. Ana Castela, meu amor. É Ana Castela mesmo. Babado A. Acabei de desejar um feliz aniversário pra Vivíbora. Com muito amor e beleza e uma pitada de deboche. Porque eu sou dessas. Diquinha da noite, tu é o cão mesmo. Diquinha da noite. O Léo Dias acabou com ela no programa dele. E agora tu terminou de enterrar. Esse aniversário dela vai estar com clima de enterrar.
Ah, caraca, adorei a novelinha da Vivíbora, gente. Fantástico isso daí, tá? É fantástico. Caraca, essa eu continuarei vendo. E a mesma trilha do Abacatudo, né? É, eu gosto que são coisas da Virginia que a gente sabe que aconteceu, mas com uma narrativa escolhida. Então, tipo assim, você poder ver os personagens falando, o que a gente imagina é que eles podem ter falado no bastidor. E um texto debochado, isso que eu gosto, é um texto debochado. Isso me lembrou uma coisa meio Marisa Maiô.
Do Raoni. As novelinhas do Raoni. Novelinha não, as programinhas do Raoni. É isso, né? Juntou o IA e uma galerinha talentosa aí que tem The Boss, vai vir coisa boa, gente. Tem muita coisa ruim, mas tem muita gente boa usando o IA pra criar novelinha e conteúdo, viu?
Ó, a arroba maria.alice vários underlines falou, siga uma moça no TikTok que leva a mini galinha dela pra ciscar minhocas. Adoro ficar vendo a Hazel procurando as minhoquinhas dela. Ah, deixa ela com as minhoquinhas dela. Vamos ver. Cliquei. Gente, ah, ela é gringa, né?
Que fofinha, galinha. É a Hazel. Que galinha bonita. Ó, banquete. Bom trabalho, Hazel. Ó. Eu ouço o homem que é o velho.
Se fosse no Brasil, ia ser muito mais legal. Mas eu acho que falta mais coisa acontecendo. Entendeu? Mais impulsos, mais coisas. Pra derreter o cérebro. Ai, que legal. Nossa, o pintinho comendo minhoca. Aqui no Brasil precisa de muito mais. Fofo. Tem que ter um doido gritando no fundo. Bruno Hayoski, nosso querido assinante.
Doninho Fiel. Eu sou fascinado por coisas explodindo, derretendo ou micro-ondas. Eu achei engraçado. No micro-ondas deve ser, né? Deve ser. Ou um micro-ondas explodindo. Vamos ver. Tem um TikTok que pega uma bola fervendo e bota contra algumas coisas como iogurte, papéis ou coisas do tipo. Tem outro que são garrafas caindo na escada e explodindo que me deixa muito curioso se elas vão sobreviver até o final da escada. O do micro-ondas é um grande sonho meu de ver o que acontece quando as coisas vão pro micro-ondas.
Só que sem destruir o de casa. É maravilhoso. O Bruno mandou três exemplos aqui pra gente. A gente teve que assistir fora da gravação. Porque não tava abrindo. Porque é sensível. A gente teve que abrir no aplicativo, no celular.
É tipo zero sensível. É. O do micro-ondas, não achei nada demais. O micro-ondas gera uma curiosidade, porque, assim, por quantas vezes você não botou algo ali dentro e você sem saber o que aconteceu ali dentro, óbvio que você sabe, mas você abre a porta e o negócio está quente. Mas o que aconteceu? Como é que essa pipoca foi estourando lá dentro? Então tem todo o imaginário do interior. É, mas é que são... Os exemplos que tem ali são coisas dando ruim, né? Explodindo. Isso. É, nada demais.
Aí, o da bola de metal, me deu prazer assistir, porque é o Derrete, é gostoso de ver. Isso. Eu gosto dessas coisas de visual. É, satisfação, né? Dá aquela satisfação de ficar assim, ah, meu Deus, eu gostaria de ficar vendo isso horas. É. Mas, o da garrafa me pegou, porque ele tem uma coisa meio de esporte, uma coisa meio de disputa, que é tipo, qual garrafa vai vencer? Qual garrafa é mais resistente? Quem vai conseguir chegar lá embaixo sem quebrar? E é surpreendente, né? Porque tem a garrafa que é no primeiro degrau, tem uma que vai embora.
E dá aquela aflição, né? Com suspense, você fala, aí agora vai quebrar, vai quebrar, vai quebrar. Ih, não quebrou. É, e eu fico pensando sempre na pessoa que vai limpar depois da gravação, né? É, que vai ser a pessoa, né? Porque o maior terror que você tem em casa é ter um pote de vidro com algo líquido e quebrar, né?
Nossa, desespero E aí esse vídeo é baseado nisso Em quebrar coisas de vidro que tem líquido dentro E aí a que custo? Vale a pena você filmar o negócio Pra ter que limpar tudo depois? Ah não, gente, eu não faria Porque tem que limpar tudo depois Ah, mas que preguiça Preguiça, ter que limpar tudo Pra mim, o que mais me irrita É derrubar alguma coisa que eu tenho que limpar depois
Me irrita muito. Traz muitas camadas esse daí, por isso que eu gostei. Tem o esporte, tem a disputa, tem o pós, né? Tem o pré também, que é a escolha das garrafas, porque assim, você tem que escolher as garrafas que você não quer beber, porque vai quebrar. Então, tipo assim, pô, eu poderia estar bebendo esse vinho, mas eu vou gravar um vídeo dele, porque eu acho que ele vai chegar no oitavo degrau, né? E poucos não vão quebrar. Então, você sabe que você vai perder aquele líquido.
É, mas assistir é bom. E eu gosto de ter um milho no meio. É, do nada um pote de milho. Um pote de milho e vamos embora. Vamos ver se quebra ou não quebra. E você vai desperdiçar as coisas só pra fazer o negócio? Ah, não. Mas é bom de ver. Mas é bom de ver. Esses três vídeos aí a gente consegue entender um pouquinho mais da cabeça do Bruno Raioski, inclusive, que é um ouvinte que tá aqui desde o começo, né? Que é um menino diferenciado aí no modo de pensar.
É bom que isso mostra. Isso mostra como funciona a cabeça de cada um. Inclusive, é uma coisa que o Deds, que é meu fiel escudeiro aí do FBI, da minha equipe, ele mesmo mandou um link dele.
Hoje é o dia, certo, Juliette? O que? A festa? A tripla-fim. Não, não vem comigo, garota. Deixa eu me alcançar. Quem está tendo um tripla-fim hoje? Ela está me vendo agora. Eu, ela e a Jill. Ah, ok. Eu amo. Eu queria falar isso. Eu não trabalho com isso, Carol. Porque eu amo esse tipo de vídeo. Eu não amo, garota, mas tudo para os ratings.
São as dublagens em outras línguas e com outras vozes de diálogos marcantes do BBB. Eu amo assistir em várias línguas. Sabe quando, tipo, acontece alguma coisa no BBB 26. Aí eles fazem várias versões em várias línguas da mesma fala. Eu amo, eu fico vendo em looping.
E esse aqui eu gosto também, que é uma coisa meio, tipo, tem uma reedição em cima da dublagem, né? Então, tipo, não é necessariamente o que as pessoas estão falando, mas é usar aquele momento pra criar um diálogo sobre outra coisa em outra língua. E encaixar isso perfeitamente. Eu amo, sério. Cara, é fantástico. E eu amo memes de BBB, né? Então eu fico vendo, isso me faz meu cérebro fritar mesmo, que eu fico vendo em looping.
E esse aí você pode dar desculpa, mas a gente quer trabalho, né? É trabalho, ai! É porque eu vejo o Big Brother pra trabalhar, né? Porque tem o MesaCast, então eu fiquei hoje 8 horas. Inclusive, reta final, hein, gente? Hoje que esse vídeo tá saindo aqui, exatamente menos de uma semana pra acabar o Big Brother. Tô com o coração doendo.
porque esse projeto que eu fiz vai acabar e tô muito apegada. Mas é isso, reta final vai ser muito bom esse final de BBB. E tem mais mesa cast aí pra rolar. E eu vou poder encontrar minha mulher de novo, olha só que bonito, tá vendo?
Um pouquinho menos de voo, um pouquinho mais em casa. Um pouquinho? Mas é isso, gente. Até quando? É o misto de emoções, né? É a tristeza do fim do projeto que você gosta muito, com a sensação de dever cumprido e de que agora você pode focar em outras coisas, né? Como, inclusive, o nosso relacionamento. Ih! Ih! Ih!
Tá tudo bem. Inclusive vamos comemorar nossos 10 anos e dar uma descansada depois desse projeto, né? Nossa, vai ter essa semana aí. Vem aí. Abençoada. Semaninha abençoada. Abençoada. Bom, então é isso, né, Modi? É isso, Modi. Vamos derreter no nosso cérebro. Vamos. O abacatudo não sai da mente.
E trazendo mais coisas sem sentido aqui no Donos da Razão. Espero que vocês tenham gostado. Que o cérebro de vocês não tenha derretido tanto. E é isso. Até o próximo. Até a próxima quarta-feira. Ou Donos Assinantes todas as sextas-feiras. No Apoia-se ou na Aurelo. É isso, gente. Um beijo pra vocês e até semana que vem. Tchau.
BYD
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