#351 - Nossas reflexões depois de assistir "O Drama"
Fomos altamente impactados pelo novo filme da Zendaya com o Robert Pattinson e trouxemos pensamentos que vão render pelo menos umas quatro terapias. Ainda deu tempo de falar sobre a expedição Artemis II que levou uma tripulação pro espaço pra tirar foto bonita da Lua.
Mody
Mood
- O filme O DramaRobert Pattinson · Zendaya · Relacionamentos · Expectativas em casamentos · Edição e montagem de filmes
- Missão ArtemisViagem ao espaço · Imagens da Terra · Lado oculto da Lua
Fala, seus chás de revelação no casamento. Fala, seus tripulantes da Artemis 2. Moody's completamente diferentes nesses dois. Tudo pode acontecer nesse episódio. Tudo pode acontecer. A Moody trazendo ali uma ref...
Do filme que a gente assistiu o drama. Eu trazendo o RF de outro drama, que é o Homem na Lua. Então é um episódio dramático. É um episódio dramático. Eu posso dizer com todas as letras. Você quer começar falando do filme que tá borbulhando na nossa cabeça? Pois é, a gente foi no cinema assistir o drama. Filme novo de Robert Pattinson e Zendaya. E a gente amou muito, né, Mood?
Fala sobre algo, né? Relacionamentos e tal. E ficamos reflexivos, conversando muito depois, né? Eu gosto de filme assim, quando a gente sai do cinema conversando.
Pois é, pro bem ou pro mal, né? Porque teve uma galera que a gente pegou no elevador, que é sempre no elevador saindo do cinema. Isso aí é uma dica que eu dou pra você. Foi assistir algum filme, assim, que... Sei lá, você olhou em volta da sala de cinema e percebeu que aquelas pessoas não são as pessoas que pensam parecido com você. Evita amontoar no elevador, naquela saidinha, porque o cinema é lá no alto. E aí você não vai descer de escada rolante, né, Mojo? Você não é trouxa, né? Meia-noite.
Então você fala assim, ah, vou de elevador. E aí você e todo mundo que estava na sala tem a mesma ideia. Então você vai amontoadinho no elevador e é o primeiro lugar onde as pessoas têm algum contato que elas conseguem falar, olhando nos olhos umas às outras, sobre o que é o filme. E aí você pode se decepcionar muito com o ser humano. Então tem o lado bom e o lado ruim. O lado ruim é que tem pessoas que entendem diferente.
Tem que fazer que nem o Moji. A gente fica quieto até chegar no carro. Chegando no carro, a gente começa a falar as nossas percepções sobre o filme. É isso que a gente faz. E até lá a gente vai ouvindo o que os outros estão falando. Pra julgar eles depois. Assim como foi com os pecadores que a gente comentou aqui no Donos. Que falaram barbaridades no elevador. E a gente contou pra todo mundo aqui. Porque a gente é assim.
E a gente não aprendeu, né? A gente continua pegando o elevador e às vezes eu acho que eu me sinto numa necessidade de puxar um papo com você ou qualquer coisa que seja, pra não ouvir o que a pessoa tá falando. Ah, eu quero ouvir. Você quer ouvir, né? Você gosta de sofrer. Porque na hora que a pessoa começa a falar, eu falo assim ai meu Deus do céu, ela tá falando isso aqui e gente, tem 10 pessoas aqui dentro e só a gente que tá incomodado é, mojo, de amanhã, hein? Tem dentista? É um constrangimento e o filme é um constrangimento.
É o constrangimento. E cada vez mais ir no cinema é um constrangimento, né? Eu tô cada vez mais irritado indo no cinema. Eu também. A gente já falou isso aqui nos episódios de assinante, várias vezes e tal. E eu achei que era um negócio que ia passar. Mas agora o que? As pessoas voltaram aí pro cinema. As salas estão cheias direto. Muito legal. Viva o cinema. Filmes brasileiros com gente assistindo pra caramba. Os filmes americanos também a galera assistindo. Filme de arte também a galera assistindo pra caramba.
O único problema é que as pessoas esqueceram como que vivem comunidade. E aí, assim, eu estou pagando pra ir no cinema, eu vou ficar conversando com a minha melhor amiga o filme todo, entendeu? Eu vou ficar no celular. Porque, assim, eu tô pagando pra estar aqui. E aí a experiência coletiva do cinema perde, porque às vezes eu tô no filme, o filme tem muito silêncio, e aí eu falo assim, caralho, a mulher do lado vai falar alguma coisa, eu vou perder a minha experiência.
Porque o silêncio tá lá de propósito. Aí tá o silêncio, alguma coisa lá. Ah, até parece, né? Aí eu falo, caralho, não. Eu falo assim, ai, eu não entendi por que ele tá aí. Aí as pessoas começam a conversar entre elas e... E vambora. Tamo na sala de casa. Isso daí é demais. Irritante.
Guarda pra falar depois com a pessoa que foi com você no cinema. A gente sentou no lugar que... É isso que o Mojo tá falando. Duas amigas sentaram do meu lado. E aí, sala de cinema. Aquela coisa coladinha e tal, né? E aí, gente... A mina comentando o filme inteiro. Aí, eu me assustava às vezes com ela. Ela fazia... E eu falava... Gente, pelo amor de Deus! Aí, ficava lá... Ah, não. Ah, não. Não. Não é possível. Não.
Eu faço isso na sala de casa. E ela lá. Não, não entendi. Mas o que ela falou? Mas por que ela disse isso? E aí fica... Gente, dá vontade de brigar no cinema. Só que eu não sou da briga. Por isso que cada vez mais tem vídeo de gente brigando no cinema. E eu digo para vocês que não é difícil se conter. Porque se a Modi consegue conter as emoções dela em uma sala de cinema, você também consegue.
Ai, que ódio. Mody, você acha que eu atrapalho a sua experiência assistindo filmes e séries em casa?
Não porque a experiência em casa, para mim, ela demanda essa conexão com quem você está assistindo. Porque você criou um ambiente para aquele momento acontecer. Então, você pode conversar, você pode falar. Você escolheu estar com aquela pessoa para assistir aquele negócio. Interessante. Agora, quando você vai para um lugar que tem 150 pessoas assistindo a mesma coisa, o mínimo é o respeito. Cada um vive a sua experiência.
A mesma coisa se você tá num museu, a pessoa tá olhando um quadro, você encosta do lado dela e começa a falar assim, é, mas aquele marrom ali tá esquisito, né? Porque se tivesse feito o contorninho ali um pouco, eu não sei, eu acho que é sobre morte. Eu acho que é sobre morte. E aí a pessoa tá assim, mano, deixa eu ver a porra do quadro, viver minha experiência imersiva. Então é meio que isso, a galera é festa, entendeu? E aí esses filmes aqui, filme pra galera mais jovem, aí piora, tá? Aí é bem pior. Tem um Azendei, um Robert Pattinson, aí aaaah!
Inclusive, essa sessão, Modi, vale lembrar, fazia, acho que a primeira vez. Nem fazia. A primeira vez que eu acompanho um palmaço no final de um filme. Puxado por duas jovens. Como a primeira vez. No cinema? Sempre acontece isso. Sim. Ah, é que eu nunca fui pra Cannes, né, Modi? Não, não tô falando disso. Quando é filme que é muito... Sei lá, Barbie. As pessoas bateram palma no final de Barbie.
Bateram? É, o filme muito esperado, que tem muito fã e tal. Esse eu não tava esperando que iam bater palma, realmente esse me surpreendeu. Eu não sei o que dizer, né? Eu não sei se gostaram do final, eu não sei se é porque eu amo Robert Pattinson e a Zendaya. Eu não entendi o palmaço, mas rolou um palmaço, as meninas puxaram o palmaço e uma galera foi.
É que assim, óbvio que eu não vou dar spoiler e tal, mas o Barbie acaba de um jeito pra cima, né? Ele acaba naquele momento ali que ela vem pro mundo real e aí ela começa a ser a faldora do mundo real e tem uma troca no final, pum, jogou pra plateia. Esse filme, eu posso dizer pra vocês que o final dele, ele é um filme da A24, né? Ele é uma dramédia A24. Ele não entrega a piada na boca das pessoas. A piada tá no contexto, a piada tá na situação.
E o jeito que acaba o filme, a última coisa que eu esperava era um palmaço. É, mas eu acho que as pessoas baterem palma também pelo tipo, ah, amei o filme. Gostei do filme, aprovado. Vou bater palma. Eu acho que meio isso, não? Duas fãs da Zendeia e do Robert Pattinson, provavelmente pela idade. E aí foi bom, porque assim, elas puxaram, algumas outras pessoas foram no impulso, outras não. Então foi um palmaço dividido, assim.
não esperava, não gostaria de ter vivido um palmaço, gostaria só de ter levantado e ido pra minha casa. Ah, tudo bem. O palmaço, eu não ligo não, final do filme já, não me atrapalhou, tá bom. Mas fala aí, Modi, sobre o que é o drama. Falando aqui que a gente não vai dar spoilers profundos.
Porque estraga a experiência desse filme, né? E o filme estreia oficialmente dia 9 de abril, então tá fresquinho. A gente conseguiu uma sessão no cinema que era, tipo, pré-estreia, né? Então, nossa, assim, a gente conseguiu numa luta, porque tava tudo esgotado. Mas deu certo. A gente foi num cinema que a gente nunca tinha ido.
Não é pré-estreia de artista. A gente comprou o ingresso de uma pré-estreia. Os cinemas colocaram umas sessões antes. Então foi essa que foi a luta. Não foi, tipo, chegou... Não foi convidado, não. Chegou o convite, não. A gente foi atrás do convite. É, exatamente. A gente foi atrás. Eram essas sessões de pré que você pode comprar. Tá tudo esgotado. A gente conseguiu num cinema que a gente nunca tinha ido.
E fomos. Assim, um outro spoiler talvez tenha, dependendo do quanto você valoriza um spoiler pra destruir sua experiência. Mas a premissa do filme é Robert Pattinson e Zenderson são um casal, estão há uma semana do casamento, e aí, bem nessa data fatídica, no meio de todo aquele nervosismo do casamento e prova comida docinho e decoração e não sei o quê, ele descobre algo dela muito impactante.
E aí é um segredo que devasta a vida dele durante essa semana. E aí toda a bola de neve do filme vai em torno dele lidar com essa nova informação que ele tem sobre sua futura conge até o dia do casamento, que é esse dia tão especial. Então é um filme bem angustiante porque...
Nem todo mundo sabe de tudo. E você, telespectador que sabe, fica meio naquela... Ai, meu Deus, é agora? Ai, meu Deus. Essa pessoa vai saber. Ai, meu Deus, e agora? Descobriu. Ai, meu Deus, a pessoa nem imagina o que eles estão vivendo. Então você fica naquela angústia do casal ali na véspera do casamento. Muito engraçado. Diálogos muito bons. O roteiro muito foda. Edição incrível. Montagem muito foda. Enfim, pra mim esse filme é 10 de 10.
Eu gostei muito porque ele é um filme que ele traz uma temática muito batida, que não é batida no filme, mas uma temática que a gente já viu muito, que é o casamento. Mas eu gosto que ele traz o preparativo do casamento, que é algo que a gente vê mais em filmes, tipo, sobre madrinhas, aquela coisa comédia.
Casar ou indo se casar, e aí vai ter despedido de solteiro, não sei o quê. A gente não vê essa coisa do preparativo. Então, a gente vê eles indo escolher os docinhos, entendeu? E coisas assim. E é no meio desse pré-casamento que acontece essa revelação. Mas aí, eu acho que esse filme, ele não tá nem na comédia romântica.
Nem no thriller. Ele também não é um filme sobre casamento desse clichê. Mas ele tá em tudo isso. Ele tem comédia romântica. Ele tem um pouco do thriller ali. Ele tem a temática do casamento. Então, isso que eu achei muito legal. Porque ele passeia por vários gêneros e várias coisas que a gente já conhece. Mas de um jeito muito único. Acho que ele é muito novo. E ele traz um tema que eu acho que ele é...
Ele é um medo, é uma nóia, é um pavor que acho que todo relacionamento tem de algo que pode estragar o relacionamento. Que é você descobrir algo sobre uma pessoa. Não é algo que você fica pensando... Eu não fico pensando, ah, e se eu descobrir algo sobre o Mojang e vai acabar com tudo. A gente não pensa nisso, né? A gente pensa em algo, tipo, que pode acontecer, né?
Ah, é uma atitude que a pessoa vai ter, uma traição, alguma outra coisa que vai acontecer, ainda não aconteceu. Mas essa coisa de você não conhece a pessoa realmente até você saber de alguma coisa, né? Isso é muito interessante, eu achei isso muito bom. Porque é uma reflexão mesmo, né, que a gente faz em relacionamentos. E nem faz, mas assim, que possa vir a fazer, assim. Mas eu acho que tem essa coisa de...
De um detalhe estragar tudo. E aí o Modi falou da montagem, né? Da edição do filme. Tem muito flashback, né? E é legal porque a gente vê memórias deles do casamento. Que eram memórias muito boas, né? Aparentemente. Só que essa revelação faz a pessoa rever tudo que ela achava que era bom no relacionamento.
Então é como acontece muito isso, sei lá, você percebe que é relacionamento abusivo. Aí coisas que você achava, não é o caso, tá, gente, do filme, não tô dando spoiler, não. Aí momentos, memórias que você tinha ali, que eram boas, de repente tomam um outro lado, é uma outra visão que você tem sobre aquele mesmo, coisa que você viveu com a pessoa.
Sim, mas eu acho que tem um lance também de... Nem tudo que a pessoa viveu antes de te conhecer te interessa e diz quem é a pessoa hoje, né? As pessoas mudam. Então é um filme também sobre isso também. Tipo assim, tá, isso aconteceu. Mas tô aqui.
A pessoa mudou, né? É, tô aqui, desde quando a gente se conheceu, tá tudo certo e tal, mas aconteceu isso no passado e agora você sabe. Então, sei lá, eu fico meio conflitoso com essa parada assim, tipo assim, ah, não é o caso do filme também, tá? Mas eu digo assim, ah, quando tinha 12 anos, aconteceu um negócio.
E aí você fala assim, tá bom, mas você tem 35 agora, tá tudo bem. Você teve 21 anos pra rever um monte de coisa. Sei lá, eu há 10 anos atrás, eu era um bem mais idiota do que eu sou hoje. Então, sei lá, alguma coisa que eu fiz há 15 anos atrás, se eu for falar pra Modi...
Pra mim pode ser algo que pra ela não pegaria. Mas pode ser que pra ela pegue. Esse que é o lance do filme. Pode ser que pegue num lugar que a pessoa ficava assim. Cara, agora tudo que a gente viveu depois disso. Sabendo essa informação. Ganha uma outra escala. Porque é do tipo assim. Ah, será que ela fez isso aqui antes de ontem. Quando a gente tava com os pais dela. Porque 20 anos atrás aconteceu esse negócio.
E aí, na verdade, ela não mudou. Ela tá só segurando isso. Quando ela fizer de novo, pode ser comigo. Aí você começa a ficar fantasiando tudo isso. Então, mas é isso que eu tô falando. Você, tipo, descobre uma coisa que é o que acontece. Ele descobre uma parada. E aí, ele tem as memórias que ele tinha, que provavelmente eram memórias boas. Ele começa a ver com uma outra perspectiva.
E aí ele vê numa outra perspectiva que muda tudo. Que ele fala, epa, acho que aquilo lá não era tão legal assim. Que é como eu falei, por exemplo, relacionamento abusivo. Que pra você, você romantizava aquilo, era uma coisa que você achava incrível. E quando você percebe o que tá acontecendo, você fala, opa, aquilo ali não era tão legal assim, não. Mas é que eu acho também que tem coisas e coisas, né? Níveis e níveis. Acho que todo mundo tem umas histórias aí que tem vergonha de si mesmo no passado. Coisas que fez, coisas que falou.
atitudes que teve, tanto em relacionamentos como com pessoas no geral, na escola, enfim, né? Faz parte do ser humano, a evolução e tudo mais. Só que tem coisas que são muito pesadas, né? Que você às vezes nem imagina que a pessoa...
E aí você fala assim, meu Deus, será que eu conheço a pessoa mesmo? Então, mas até a escolha do que é no filme o negócio, tem nuances dentro desse negócio que faz você questionar o próprio ato do que aconteceu ou do que não aconteceu. Então a escolha é muito certeira quando eles botam esse fato, dela contar esse fato específico.
Porque foi o papo do elevador que a gente teve na saída do cinema, era bem em cima disso. Nossa, que droga, a gente não pode falar.
É, porque eram duas amigas e aí uma amiga falando assim, nossa, que absurdo. Ela é, mas você nunca parou para pensar assim? Você nunca pensou nisso? E aí fica um negócio meio assim, tipo assim, bom, uma está do lado do Robert Pattinson, a outra não. A outra acha que o negócio é normal e a outra acha que é um problema. Então, acho que é isso. É um fato muito bem colocado que já causa um negócio que é do tipo assim, poderia ter sido pior.
Poderia ter sido melhor. E aí cada um entende de um jeito. Então eu acho que essa escolha é muito certeira. E aí eu queria até trazer pra Modi. Uma semana pra gente casar. O que você descobriria sobre mim que faria você cancelar o casamento? Ou não cancelar. Ou casar, tipo, já estamos aqui, vamos casar, né?
Tipo, tem alguma coisa assim? Acho que sim, com certeza. Várias coisas. Ah tá, assassinato. Não, óbvio. Mas gente, o que acontece no... O que é relacionado... A revelação dela é muito pesada. Eu acho um nível de questionamento. Sim, sim. Eu acho questionamento. Porque é um negócio que é assim, você fala, meu Deus. Por mais que ela seja uma adolescente, na época que aconteceu, você fala, cara...
Isso é muito... E aí tem alguns detalhes. Eu vou falar aqui. Tem alguns detalhes que a gente percebe ao longo do filme que ela não tratou uma questão dela, sei lá, em terapia. Tem uma questão ali com os pais também. Então, assim, você fala, putz, ela passou por cima disso. Ninguém percebeu. Passou. É algo muito delicado pra passar por cima.
Sobre a pessoa, entendeu? Mas enfim, óbvio, coisas muito pesadas, né? Que aí nem... Não vou nem entrar nesse messo do assassinato, mas se eu descobrir que você foi violento com uma ex-namorada, muito misógino, sabe? Essas são coisas que eu paro pra questionar. Muito, muito misógino. Misógino, ponto. Misógino leve. Misógino, ponto. Já que é um homem hétero, vamos assim. Não, é porque tem coisas que tem... Misoginia leve. Não, eu acho que é assim. O homem, ele é machista, ponto final. É assim.
né? Certo. E aí, culpa da nossa sociedade, etc. E tudo mais. Então, eu acho que eu acredito no homem que aprende e se desconstrói. E tá tudo certo. E eu vejo isso no... Eu vejo isso no mod.
né? E a gente, né, com atitudes e tudo mais. Só que assim, se eu descubro que ele foi violento com uma ex-namorada, aí eu acho que é um negócio, entendeu? Que já é mais pesado. Se eu descubro que o Moody foi, tipo, foi racista, é o negócio que ia pegar. Mas é isso. São muitos fatores. É muito delicado. Isso me lembrou muito, inclusive, a história recente aí do relacionamento da Alanis Gillen com a ex, a Giovanna, que veio à tona os tweets dela.
de 2012. Eu acho que, óbvio, que tem contextos, e eu acredito realmente na evolução do ser humano, eu acredito que o ser humano pode aprender, corrigir e evoluir. Mas, complicado.
Você fica com o negócio, entendeu? Eu acho que isso ia pegar muito pra mim. E pra você, Mody? O que você descobriria sobre a Modi que te faria questionar o casamento? Eu sou uma pessoa muito compreensível, Mody. Eu sou uma pessoa que eu sempre tento ponderar, né? As coisas.
Então eu acho muito difícil. Talvez se eu descubra isso, que você... Ah, você é divorciada porque você matou o seu ex-marido. Que isso? Aí eu falo assim, é. Mas ele tá falando de assassinato. Calma, ele falou que não contaria isso.
envenenou o ex-marido, não sei pode ser uma coisa, mas eu só consigo pensar coisas muito atrocidades assim porque assim isso também é muito bom no filme, porque assim eu, por exemplo, foi racista eu sei que amor de jamais seria, porque no caso no filme, esse não é spoiler também foda-se, eles não estão há tanto tempo juntos, né
É, eu acho que isso pega também. E aí, enfim, sei lá, botando o nosso relacionamento aqui, que a gente tem 10 anos, que a gente já viveu muito, a gente já conversou muito sobre tudo, já toda hora vem uma memória do passado, alguma coisa. Então, vira e mexe, às vezes aparece alguma coisinha muito simbólica, assim, nossa, isso eu não sabia do Modi, nossa, aqui eu não sabia da Modi e tal. Mas meio que eu sinto que a gente tá num lugar, assim, de se conhecer num nível que, assim, só uma grande atrocidade descoberta uma semana antes do casamento poder impedir...
É a festa. É, aí isso me leva a pensar que eu nunca achei confortável pensar em casar com uma pessoa com pouco tempo de relacionamento. Porque você não conhece a pessoa em pouco tempo, assim, em meses. Até um ano, eu acho que é pouco tempo, sabe? Não julgo também que em casa tá tudo certo. Eu acho que também cada um sabe o que faz e...
E se leva também pela vontade, pela emoção e tá tudo certo. E acho bonito isso também, vejo beleza nisso. Mas eu acho que revelações podem vir, né? E coisas que você não conhecia. Por exemplo, quem casa antes de morar junto, vai morar junto só depois de casar.
Você não conhece a pessoa, sabe? Então, eu acho que tem isso. Então, isso pode muito acontecer, muito mais com quem tá pouco tempo junto do que quem tá há muito tempo. Ainda assim, eu acho que, por exemplo, a gente não conversa muito sobre a nossa...
Sei lá, nosso tempo de escola, nosso... Quando a gente era menor, coisas que a gente fez, falou, a gente não conversa sobre isso, sabe? É uma coisa que não é tão... Tipo, a gente fala, né? Já falou muito, já veio pinceladas de assuntos, mas não é o que a gente... Né? Só que é óbvio, uma coisa como é o que ela fala não é uma coisa que você esquece de falar.
Sim, não, eu nem lembro direito da minha época, porque pra mim foi um negócio tão, tipo assim, uma vida tão normal e sem graça de escola, que é tudo o clichê de que aconteceu na escola, aconteceu na minha vida. Então, tipo assim, tipo, às vezes vem coisas assim que eu acho legal e tal, mas que não é nada que você fala assim, nossa, meu Deus, o que aconteceu na escola, tipo, é o que acontece na escola de todo mundo, sabe, eu acho. Então, eu até me sinto bem assim, ah, não, foi legal. Tipo, a escola foi, tudo que acontece, aconteceu. Não tem muito o que...
O que contar, assim, tal dia. As coisas que aconteceram, geralmente eu já falei. E minha mãe era professora da escola. Então, às vezes, minha mãe sabe mais coisa de quando eu tava na escola do que eu. Porque eu bloqueei algumas coisas, assim. Tipo, assim, amigos da escola, por exemplo. Eu não lembro o nome de uma galera que fez colegial comigo, entendeu? Eu não lembro 30% da sala que fez colegial comigo.
Porque isso não me marcou, entendeu? Minha vida depois da escola seguiu e vambora. Mas é isso, pode ser que tenha alguma coisa muito específica que vale a pena lembrar e tal. Às vezes na terapia, né, vem muita coisa de escola, que aí você relaciona. Eu, a minha adolescência...
Eu levo muito em consideração, assim, porque eu acho que foi um período muito... Ah, muito forte, assim. Eu acho que é um período muito forte na vida de todo mundo, sabe? Acho que a gente muda muito, mas é algo que ajuda a gente a moldar quem a gente é e a, né, às vezes ter nossas primeiras decepções. E, enfim. Mesmo que você fale, nossa, eu sou muito diferente, óbvio que acho que todo mundo é, mas você olha e fala, nossa senhora!
Como assim? Eu vivi isso e tal Mas eu acho que é interessante Eu acho que na terapia eu gosto de voltar Porque às vezes eu mesma não tenho memória de várias coisas E na terapia eu tenho E é isso A gente estava até falando essas coisas Mulheres que demoram muito para entender Que passaram por um assédio Que passaram por um relacionamento abusivo Então eu acho que
tendo essa camada de ser mulher, assim, sabe? Tem várias coisas que na adolescência eu não me dei conta, que na vida jovem e adulta eu não me dei conta, e que hoje eu tenho. Então hoje eu reflito muito sobre essa época da minha vida, assim, sabe? Que eu penso, caraca, eu não... Acho que por isso que eu me emocionei tanto com a Shai na entrevista que eu fiz no MesaCast. Porque eu vejo isso, essa insegurança dela, que é uma coisa muito normal, que eu acho que todo mundo tem, né? Mas aí vendo como mulher, é uma coisa que você... E aí
É isso, a gente não é ensinada a se amar, a se valorizar, não sei o quê. E aí a gente vai aprendendo isso, geralmente, muito tarde, assim. Porque alguma coisa acontece na nossa vida que é uma mudança de chave, que faz a gente perceber várias coisas e parece que faz um tipo... Explode a cabeça que você fala, meu Deus, olha isso. Era por isso que eu fazia isso, era por isso que... Sabe? Aí você começa a perceber um monte de coisa.
E a sua vida muda, porque aí você vê tudo de um jeito diferente. Por isso que quando a gente volta no assunto do filme lá, eu acho que tem contextos pro que aconteceu na vida dela. E que ele... Aí, botando no lugar do personagem, que ele poderia ter ido atrás desses contextos. Também acho. Porque no final das contas, gera essa coisa meio dúbia em quem tá assistindo, que é do tipo assim... Mas foi tão ruim assim mesmo o que ela fez? Será que o que ela fez foi tão ruim assim?
Porque o filme também, ao mesmo tempo que ele entrega essa informação muito forte, você vai entendendo pequenas coisas que o filme vai te pontuando, que vai trazendo pra você ficar geralmente nessa dúvida, que é pra te colocar meio que no lugar do Robert Pattinson. Que é do tipo assim, ó, mas e com essa informação aqui? Você continua achando isso? Mas e com essa informação aqui? Será que não vale a pena falar sobre isso? Mas e essa outra aqui? E aí quando você vai avançando no filme, você vai ficando meio que no...
Sabe? Tipo, ah, e agora? Será que eu acho que foi realmente um negócio horroroso? Ou será que foi menos? Eu acho que assim, tem uma coisa que... É um leve spoiler, mas não é nada que vai mudar a sua experiência com o filme. Tá tudo certo. A gente não vê ele tentando entender. A gente vê, ele questiona e tal, mas muito superficial.
E não tem essa, sabe? Eu acho que, não sei, me botando no lugar, eu acho que eu tentaria entender, sabe? Tentaria entender esses contextos, tentaria conversar sobre, sabe?
Mas sabe o que eu acho, Mô? Que aí entra muito essa coisa também que é um negócio pra se pensar no filme aqui também. A diferença da mulher e do homem lidando com sentimentos. Totalmente. Se fosse ao contrário, o filme era outro filme. Não tinha como seguir a mesma história. Porque o que acontece? O homem tem mais dificuldade de falar o que tá sentindo. E aí o que acontece? Ele fica preso numa paranoia só dele. Porque ele tem aquela informação e aí ele começa... E isso mostra muito o filme. Ele começa a fantasiar...
aquela personagem da mulher de antes, fazendo aquilo que ela falou que fez. Então ele muda a imagem da mulher deles de hoje para aquela mulher. Só que ele não conversa com ela. Por que aconteceu? Como é que foi? Mas o que você fez no dia? Mas e aí? Mas e agora? E não sei o quê. E aí ele vai remoendo isso, remoendo, e ele começa a ter atitudes, ele achando que ele vai resolver as coisas, sozinho.
E que vai piorando a situação. O filme é sobre isso, né? Então não é um spoiler. Porque ele simplesmente... Se ele tivesse sentado... Ele tenta, mas ele não consegue absorver o que está sendo falado. Do tipo assim... Conversar mais pra entender sobre o contexto... Não teria a metade final do filme, entendeu? É.
E é isso, ele resolve ter atitudes pra meio que corroborar com o que ela fez, ao invés de resolver, sabe?
É, eu acho que ele... Eu sinto ele muito naquela coisa, tipo, ai, por que que ela foi falar? Ai, eu tava vivendo bem sem saber isso daí. Ai, guarda pra você, sabe? Tipo, por que que foi falar isso daí, estragar tudo antes do casamento? Pô, agora a gente tem um problema pra resolver. E aí eu acho que é muito egocente, é uma coisa muito egoísta mesmo, do tipo, pô, agora fodeu tudo, e agora? E aí ele tenta passar, né? Ele fala assim, ah...
Mas, e aí ele tenta ficar dando desculpas pra aliviar a culpa dele de ainda querer casar. Isso. E aí você vê que ele não tá sendo empático. Ele não tá sendo empático com ela. Ele não tá pensando nela, ele tá pensando nele. Ele tá pensando em como vão ver ele nessa situação. Então, né, pra quem sabe. Então, ele fica dando...
Tipo, querendo absolver a culpa dele de ainda assim continuar com a ideia de casar com ela. E aí, isso que eu vejo, eu pego essa coisa egoísta ali. Porque em nenhum momento ele tenta realmente entender o lado dela com ela, conversar com ela. Acolher também, porque pra ela, a gente vê que ela...
Não fica bem com aquilo também, né? E aí eu acho que tem uma coisa também que a gente tem que falar aqui do fator A24. Porque esse é um filme que se não tivesse a Zendaya e o Robert Pattinson, e tivesse dois atores franceses desconhecidos, ninguém estaria falando desse filme. Ai, que ódio disso. A A24 pegou filmes de arte, roteiros esquisitos, diretores com visões totalmente fora da fórmula de Hollywood, e juntou esses caras com grandes estrelas de Hollywood.
E eu acho que é a fórmula perfeita. Porque esse é um filme, pelo jeito que ele é montado, pelo jeito que ele é contado, pelo jeito que ele fica indo e voltando no tempo, pelo desfecho do filme que não é nada o que você espera de uma comédia romântica, eu acho que bota num lugar que assim...
Apareceu o serinho da A24 no começo, vamos terminar o filme refletindo. Tipo, nada é em vão. Até as comédias mais idiotas que eles fazem, no final não é idiota. Então eu acho que o que essa galera fez no cinema, deu um frescor, acho que no cinema agora.
Porque toda aquela formulinha que inclusive nas minhas aulas de roteiro eu passo muito isso com a galera e tal, existe a formulinha ali. Se você fizer a formulinha você vai entregar o que todo mundo tá esperando e tá tudo certo. O mercado é assim. No Brasil principalmente. Tipo assim, pra que a gente vai inventar moda? Eu quero primeira meia hora isso, segunda meia hora isso ou três atos e não sei o que depois que eles ganharam o Oscar com tudo em todo lugar ao mesmo tempo, que é um filme totalmente esquisito
Que você assiste e você fala assim, meu Deus, o que aconteceu? E você fica com esse filme na cabeça, oito semanas, lembra? Ah, entendi. Cara, abriu um patamar pra ousar. Então, todos os filmes que tem da E-24... Pô, tem um filme que eu vi da E-24, lá da Jenny Ortega.
com o Unicórnio, a Morte do Unicórnio, acho que é o nome do filme. O filme parece idiota, uma fantasia, tipo, ela e o pai estão viajando de carro, eles atropelam um bicho, e aí eles falam assim, caramba, atropelamos um viado na rua.
Daí eles vão lá, é um unicórnio que eles atropelaram. E aí eles vão assim, mano, como assim um unicórnio? Eu falei, cara, não sei. Mas é um unicórnio, esse bicho é um unicórnio. Ah, ele tá vivo ainda? Ah, vamos botar ele no porta-mala do carro. Vamos pra reunião, pro negócio de família lá. E depois a gente resolve, porque é um unicórnio. E aí você fala assim, caralho, a premissa assim, tipo...
Só que é isso, tem a Jane Ortega e aí já vai pra um outro lugar. Então eles sabem brincar com essa coisa do pop. Porque é tipo, você pega a Zendaya e o Robert Pattinson, é do tipo assim, muita gente vai no cinema só por causa disso. E aí você se surpreende com o filme porque você fala assim, caramba!
Que loucura, né? Então, assim, eu acho muito foda o que o A24 fez. Hoje você assiste filmes de arte sem perceber que você tá vendo filme de arte. Porque as pessoas sempre tiveram preconceito com filme de arte. Que é tipo assim, ai, filme de arte, você não entende nada. Ai, que nossa, você sai e não tem final os filmes. Ai, é muitas críticas e eu só quero me divertir. Aí eles botam a Zenday, o Robert Pattinson, tá todo mundo se divertindo.
É, gente. E o final dele, desse filme, tem essa coisa que você falou. Que acaba num jeito que muita gente vai ficar, meu Deus. Eu gostei. Eu também. Inclusive, é o final bem reflexivo. E que traz bastante a coisa que a gente tava falando aqui do papel homem e mulher. E de como é diferente a posição de cada um em relacionamentos. Então, joguei essa reflexão aqui. Porque é muito sobre isso, assim.
Mas ainda só pra também finalizar os pensamentos sobre esse filme, eu acho que, a gente tava falando disso já, né? Mas eu acho que ele traz essa coisa de, tipo, que todo mundo tem um pouco de egoísta, assim, no relacionamento, que é...
Talvez eu não queira questionamentos, talvez eu não queira saber tudo, talvez eu não queira trazer questões que vão ser delicadas e questionadoras. Então, tipo, ai, eu notei aqui que isso aqui é delicado, eu não vou aprofundar. E às vezes é importante aprofundar pelo outro.
Sabe? Pelo outro. Mas, ah, eu acho que eu não quero lidar com isso. E aí, sabe? E aí prefere não saber sobre certas coisas. Prefere passar batida. Prefere achar que não viu. Acho que isso acontece muito, assim. E, enfim, não sei, né? Não tô falando se isso é errado ou certo, mas...
É, por isso que eu gosto do final, que é isso. Tipo, cada um... Ah, eu faria diferente, eu faria de um jeito, eu faria do outro. Mas ele é o final que gera essa reflexão aí do tipo, a galera, mas o que aconteceu depois? Mas será que... Nossa, porque a galera... Filme de casamento, geralmente tem um final clássico de filme de casamento. Então eu acho que até nisso eles conseguem brincar. Que é do tipo assim, teve o casamento e teve esse final. E aí é assim, gente, a história acaba aqui.
Eu cada vez mais sou fã de filmes que não me explicam as coisas, né? Então eu acho que conforme você vai ganhando maturidade também, nem tudo precisa ser dito pra você. Você pode entender o que você quiser e levar pra casa o seu pensamento e depois conversar com outra pessoa e ver. Então a galera critica muito essas coisas. Tipo assim, mas eu não entendi o final. Aí eu falo assim, não.
Alguma coisa você entendeu. É, e assim, eu acho que é legal também que deixa aberto pra interpretações, assim, né? Às vezes. Sim, sempre. Às vezes não é tipo, ah, o final é cravado, é isso. Você vai interpretar do seu jeito. Eu acho que isso é legal, da arte. Gente, só precisa falar, a química de Robert Pattinson e Zendaya, eles estão perfeitos juntos. Eu amei, amei assistir. Eu gostei muito de ver o Robert Pattinson nesse papel, porque é isso, né? A gente...
quando vem a coisa de relacionamento do Robert Pattinson, não tem como lembrar de Crepúsculo, né? E, enfim, ele não é mais... A gente não baseia o Robert Pattinson ao Crepúsculo, porque ele fez várias coisas depois e ele é bom. Mas é isso, é legal ele nesse papel, assim, de um relacionamento, né? Essa coisa. Mas que situação pra ela, né? Porque ela, como namorada do Homem-Aranha, tendo um vínculo com o Batman... Com o Batman e o Vampiro ao mesmo tempo.
É, então eu não sei se isso pegou bem aí, essa briga Marvel-DC aí. E dizem que eles casaram, né? Dizem que Zendaya e o Holland casaram. Mas, e uma coisa, eu amo muito a Zendaya, gosto de tudo que ela faz. Inclusive, euforia tá vindo aí. Eu amo muito ela e eu gosto muito da maneira como ela...
como ela traz a moda para contar a história dos filmes dela. Ela faz isso com o figurinista dela, o starete dela, que é o Lurich, e eles são muito bons, porque eles fazem isso sempre nos tapetes vermelhos. Ela sempre traduz ali, traz um pouco da história do filme, do personagem, nas roupas dela e tudo mais. E foi muito legal o que eles fizeram nas pré-estreias.
De o drama, porque eles trouxeram uma coisa clássica dos casamentos lá de fora, porque aqui no Brasil não tem muito isso, que é algo velho, algo novo, algo emprestado e algo azul. E uma moeda no sapato, pra dar sorte no casamento. Então tem esse clássico. Não é um dito popular, não sei se é. Mas assim, é algo que as pessoas fazem lá fora. Tem muito em filme, tem sempre isso nos filmes americanos. Nos Estados Unidos e no Reino Unido tem essa tradição. Tradição, era essa palavra que eu queria.
tradição de usar algo antes do casamento, usar algo velho, algo novo, algo emprestado e algo azul e uma maida no sapato para dar sorte. E aí o que ela fez nos tapetes vermelhos das pré-estreias? Ela começou primeiro usando algo velho, que foi um vestido que ela usou no primeiro Oscar dela em 2015.
Se eu não me engano. Depois, ela usou algo novo, que era... E aí, era um vestido branco, né? Tinha essa vibe meio, né? Casamento, alta costura e tudo. E com... E era bem dramático, porque tem a ver com o filme também. Um lação preto, assim, atrás, lindíssimo.
Ela usou algo emprestado, que ela usou um vestido que a Cate Blanchett usou. Que a Cate Blanchett, ela é rainha de reutilizar roupas, assim, nos trabalhos dela. E ela reutilizou um vestido. A O Azul também usou um vestido super dramático preto com azul. Que o azul era o lance do vestido. E aí é isso. Não se sabe se ela usou uma moeda no sapato nessas pré-estreias. Ou se ela vai fazer mais alguma graça aí. Acho que não vai ter mais, né? Porque o filme vai estrear. Mas, cara, eu achei genial. Assim, muito foda.
Alô, Vanity Fair aí, hein? A repórter de vocês está aqui trazendo as quentinhas. Você que está por fora. Eu não acompanhei. Eu estou aprendendo agora. Inclusive, a Vanity Fair fez uma entrevista muito boa dos dois que é aquele que bota os atores para ficar conversando e se provocar, sabe? E aí tem uma pergunta lá que a Zendeia traz para o Robert Pattinson que é uma afirmação, na verdade, que eles têm que botar a bolinha se eles concordam muito, concordam pouco, não concordam e não concordam muito.
E aí meio que eles têm que botar na graduação. E aí ela traz uma que é assim. O Homem-Aranha daria um pau no Batman.
E aí ele tem que concordar ou não concordar. E aí ele começa a dar risada, ele fala assim, por questões de contrato, eu não concordo. Talvez seja uma briga boa, mas eu não concordo. Aí ele bota lá no não concordo. Muito bom. Então ainda tem isso. A escolha do casting ainda traz aí, ó. Traz o Nerdola, o Nerdola consegue discutir. E tem, inclusive, uma das irmãs Hein no filme. Que eu vi de cara, apareceu ela e eu falei, irmãs Hein. E aí eu fiquei na dúvida. E era mesmo. E ela tá muito bem.
Mas o melhor look de Zendaya não foi nenhum desses vestidos. Foi ela aparecer num evento do filme com a camiseta de Edward Cullen. É, no cinema, né? Maravilhosa. É, um evento no cinema. Muito maravilhosa. E, Moody, vamos seguir uma tradição aqui também? No último episódio eu mostrei um recebido. Aqui, ó. Coincidência, hein? Ah, é. Olha lá. Olha lá. Vou fazer um unboxing.
Cuidado que tem coisa que quebra aí dentro, eu acho, hein? Se vai abrir de lado aí, vai ser bom pro vídeo, mas pra casa...
Isso não é uma publi do filme, tá? Totalmente orgânico. Se fosse publi, a gente avisava. Mas chegou hoje. Aí veio um... Eu achei muito legal. Eu amo com a galera criativa nessas coisas. É um convite de casamento, que é pra convidando pra assistir o filme. Aí vem champanhe, nécessaire, com as letrinhas dos nomes deles, dos personagens. Fofo.
Então é isso. Mais um recebidinho da Moj. Quem sabe todo episódio aí. E deu sorte de novo, porque foi outro assunto que a gente ia trazer. Que apareceu. Mas sabe qual que é o outro assunto, Moj, que não sai da boca do Brasil e do mundo? É. Da Moj, eu não sei, né? A gente vai de Lux, da Zendeia, a gente vai pro espaço, Moj.
Porque não tem como a gente não falar da expedição da Artemis 2, que é a expedição que levou o homem e uma mulher, nesse caso. Três homens e uma mulher. A viagem mais longa da Terra aconteceu. E a galera foi dar um rolezinho, Mody, pra mostrar um lado da Lua que ninguém tinha visto ainda. E é uma expedição que não acontecia nesses Mody's desde Apolo 13, né?
com tripulação, foi a primeira vez, e aí eles bateram o recorde da distância, então nunca ninguém foi tão longe no espaço. E aí é tudo muito foda, né? Porque primeiro que os negacionistas viram a Terra Redonda mais uma vez, uma belíssima Terra Redonda, tem uma foto incrível que eles tiraram.
com um iPhone, inclusive, lá da expedição. Cara, é muito foda quando você vê a Terra e aí a galera começou a mostrar as coisas na Terra, né? Aí você consegue ver as duas auroras, você consegue ver o deserto do Saara e dá pra ver o Brasil, hein? É, eu não fui a fundo, porque isso aconteceu, eu tava no meio do dia do MesaCast, confusão. Então eu vi só algumas imagens.
E aí teve momentos que foram televisionados nos streamings. Netflix, HBO, Amazon. Várias pessoas usaram o link ali pra acompanhar. Assistindo ao negócio assim, que não acontece nada, né? É mais o fato de você falar assim, nossa, que legal. Estou vendo imagens do... Pô, muito foda. ...do espaço.
E aí tem um momento, quando eles vão fazer a volta na Lua, que eles ficam 40 minutos sem sinal. E aí eles avisam. E aí isso dá um gatilho que a gente diz assim, mano, eles vão ficar 40 minutos. Imagina assim, ó. Você tá 40 minutos sem se comunicar. Tudo que aconteceu ali, você não consegue falar com ninguém. Mas esse é o momento que eles vão pra lado oculto?
É, no momento que eles viram pra Lua, eles ficam 40 minutos sem comunicação. Que é aquele assim, vou entrar no túnel e já retorno? Nossa, você tá no espaço. Vou fazer um callzinho aqui, daqui 40 minutos eu te respondo, pode ser? Foi tipo isso. E aí eles deram a volta, fizeram a primeira imagem do outro lado da Lua, porque quando a galera foi pra Lua, eles chegaram na Lua.
fizeram fotos da Terra, visto da Lua, e aí eu comecei a ver esse negócio, e o meu algoritmo agora é só o nosso querido Serjão dos Foguetes. Sérgio Sacani, que eu não consigo me acostumar, que ele é um doninho, e provavelmente ele tá assistindo isso aqui. Eu amo que ele participou do Donas da Razão, gente.
Eu queria mandar um beijo pro Sérgio Sacani. Um beijo pro Sérgio Sacani. Será que ele ouve a gente? Porque faz muito tempo isso, né? Era a época que poderia. Não, mas ele... Recentemente, sei lá, meses atrás, ele respondeu. Não, ele tá ligado. E alguém vai mandar pra ele. Eu sou muito fã dele, porque ele é o cara que ele pega um assunto dos mais difíceis do mundo.
E ele consegue nos podcasts dos mais nerdola, da galera que zero conhecimento, explicar coisas básicas pra gente burra. Por exemplo, ele participou do Um Cientista Conta 30... Ah, sim, eu vi. Como é que chama? Negacionista.
Negacionistas. E aí eu falei, cara, eu quero me encolher na cadeia. Que paciência é essa, né? E ele consegue refutar e conversar com todo mundo. Pra quem não sabe, ele é professor da Unicamp, formado em Astrofísica, estudou no mundo todo.
E ele é uma super referência. E aí todos os papos dele de espaço e lua começaram a aparecer pra mim de três anos atrás, de dois anos atrás. E aí eu comecei a entrar naquele negócio que a gente falou no outro episódio, de não querer morrer burro. Eu falei assim, caralho, mano, tem uns bagulho, a gente mora num planeta e você não sabe porra nenhuma. Gente, e o tamanho que é a lua?
Então, eu também que a Terra no espaço. É, a Terra. A gente é nada. Não somos nada diante da grandiosidade. Somos um pedacinho de poeira cósmica. De poeira cósmica. E aí tem um vídeo dele muito foda que me deixou muito reflexivo, que é... Teve um cara que fez uma expedição que tirou uma foto.
da Terra. E aí ela era um pontinho muito distante, assim. E aí ele fala que é uma das fotos mais geniais da história da fotografia espacial porque enfim, foi uma coisa meio espontânea, mas sem querer ele conseguiu mostrar como a Terra era tipo um negocinho minúsculo lá na puta que pariu.
Tem até um nome essa foto aí, que é super famosa. E aí ele falou assim, tá vendo aquele pontinho lá? Aquele pontinho lá é onde a gente viveu tudo o que a gente conhece até hoje. Tudo que você sabe da vida aconteceu nesse pontinho. E olha em volta quantos bilhões de anos-luz não existem em volta, galáxias e o caramba. Então, é uma maluquice. Maluquice. E aí ele fala muito também do...
De uma coisa que eu achei muito interessante, que é... Os astronautas estão preparados para o momento de ver a Terra de fora. Que é aquilo que a gente brinca quando a gente viu lá o cânion, aquelas coisas. Os olhos não estão prontos para reagir a uma imagem dessa. O seu cérebro não processa que aquilo consegue ser visto. Então é muito maior do que os olhos podem ver. Grande frase do Modi. A frase icônica do Modi. Viajando pelos cânions.
E aí ele fala que existe um preparo que gera um lance no cérebro de você ver essa imagem pela primeira vez, que meio que você não consegue, você fica meio paralisado. E que os astronautas são preparados para esse momento quando eles vão ver a Terra. E que tripulações de pessoas, tipo os bilionários que vão para o espaço, essas pessoas não têm esse preparo.
pra olhar a Terra pela primeira vez. E que eles precisam desse preparo, que é um treinamento que a NASA faz, porque isso pode gerar em você alguma confusão mental. De tão... Mentira. Você não consegue imaginar o que... Você consegue imaginar? Você olha na janela e você vê o planeta Terra? Não, não consigo. É tipo assim, é tudo que você já ouviu falar, que você conhece. Tudo tá ali dentro. A guerra do Irã tá ali dentro. Não, gente.
A praia que você vai estar ali dentro. Não, é muito grande. A sua irmã morando na Suíça está lá dentro. E é do tipo assim, tudo está ali, naquela bola. E aí você sai e você vê aquele negócio gigante, sem proporções. Então, tipo assim, existe um preparo dos astronautas até para isso. De como lidar mentalmente com a visão que você vai ter lá pela primeira vez. Porque é muito estranho, né? É estranho. Porque quando a gente olha essas imagens, parece que não é.
Sabe? E não tô sendo negacionista, hein, gente. Pelo amor de Deus. Ih, olha lá, terra plana. Não. Não. É tão surreal que você fala, não é possível que eu vivo aqui. Que eu tô aqui dentro. Tipo, é muito louco. Você fala, meu Deus, como pode? E pra mim, a maior revelação foi que a lua é colorida. É. A lua é colorida. E você sabia que o sol é branco? Sabia.
Mas quem que falou que ele é amarelo? Ah, o... Hollywood! A indústria. Assim como a Coca-Cola inventou o Papai Noel. Mas, gente, de verdade, assim, é muito... Eu fiquei embasabacada. Lindíssima a lua. Parabéns. Belíssima. Muito linda. E essa coisa do lado oculto também é muito doido, né? Porque não tem registro. Só quem tá lá pode ver.
Não tem sinal, não tem nada. E a gente nunca vê esse lado por causa da rotação, né? É muito louco, é muito foda. Quero estudar isso, Môde. Imagina se você é uma das quatro pessoas que tava lá. E aí você fala assim, mano, o que é isso aqui? O meio do nada. Imagina o desespero. Você olha aqui do preto. Puta, eu não sei, viu? Eu não teria. Eu tenho medo, gente. Eu fico apavorada. Eu tenho medo de voar de avião, gente. De aqui pro Rio de Janeiro.
Eu acho que eu infarto na propulsão do foguete. Na hora que começa aquela fumaça e começa a soltar as coisas ali, ela fala assim, agora vai soltar eu também, valeu. Gente, eu tô subindo o avião, eu já tô com um filho na barriga, já tô assim, ó, segurando forte na mãozinha do Modi aqui, ó, ou de uma senhora que tá do meu lado. Aqui, ó, botando uma música pra acalmar, que eu boto musiquinha pra acalmar.
É a Cidinha, né? Seguro minha guia e vou. Ô, Mody, eu queria trazer uma coisa aqui pra gente talvez encerrar esse assunto, que assim, a tecnologia proporcionou agora um momento fotográfico do espaço que a gente não tinha quando a gente tava na escola. Quando a gente tava na escola, as referências que a gente tinha era de 1976, quando a última vez, a expedição, ou do homem na lua, aquelas imagens que foram feitas na época e tal, não sei o quê.
Hoje temos um aparato fotográfico bizarro e hoje a gente consegue ver os planetas de um jeito que a gente só fantasiava. Eu mandei pra você na sua DM ontem, inclusive com os dizeres. Pra Modi reagir no episódio de amanhã. Você falou muito sobre moda, você falou sobre Zendeia, sobre looks e tal. Lá vem, gente. Cada planeta tem um mood ali.
Cada planeta tem o seu jeitinho. Um é mais asteric, outro é mais farm, tem mais cores. E aí eu queria que você passasse pro lado, olhando os planetas e falassem qual é o planeta mais fashion da galáxia. Meu Deus! É assim, Mercúrio? Olha lá. Chocada com glitter.
Vai passando. Tô chocada com glitter. Vamos pra próxima. Vênus, uau! Uma coisa verde brate. Amei! Eu amo verde, né? Gente. Coisa mais tie-dye. Terra, bom, a Terra já tá mais, né? Já tinha visto.
Muito bonita a Terra, né? Parabéns pra gente que vive nela. Mars, Marte. Nossa, Marte é... Já tinha visto também, mas belíssimo, né? É uma coisa mais minimalista, é uma coisa mais casa da Kim Kardashian, né? Uma coisa mais...
banheiro daquele cimento queimado né tem um cimento queimado ali tem um cimento queimado aquela parede aqui ó é aquela madeirinha mais clara que agora tem toda casa rico que mistura essa parede madeira Clara com branco com poltronas brancas fofas gostosas isso tem um rústico casa de rico em trancoso é Júpiter parece uma lente fichai
Tirando uma foto do mar, da areia, o mar, tem conchas, parece uma fichae. Mas olha que coisa linda, pô. Nossa, belíssima, né? Essa bolinha de gude. Uma bolinha de gude. Saturno, também famoso, mas eu não imaginava que ele era também todo cimentinho, sem cor. Uma coisa mais areia, né? Uma coisa mais areia. Também, né, mais minimalista. Urano, gente! Urano tá na paleta da Pantone, né?
Astérico ou não? O Cloud lá, o Cloud. White Cloud lá, não lembro como que é. Gente! Achei moderninho. Achei moderninho. Intacto. Não tem um arranhão. Só gás. Netuno também é uma coisa mais goticona, né?
Tem. Com meio capa de disco da Billie Eilish. É, muito. Nossa, bonito também. Caramba, é muito lindo, né? Plutão, bapho. Uma coisa mais areiosa também. Mais Marte, né? Adorei. Deixa eu ver minha preferida. Nossa, eu gostei. Mercúrio, pra mim, é disparado. Mercúrio? É, Mercúrio eu acho também. Mercúrio e Vênus. Mercúrio e Vênus são meus preferidos. Não, Mercúrio me chocou, tá? Esse brilho. É. Eu acho que eu vou de Mercúrio. E Urano me chocou também pelo minimalismo.
Tem um arranhãozinho. Parece uma bolinha de pingue-pongue. E esses daí são os planetas que a gente só vai ver de foto longe mesmo, né? É, infelizmente. Infelizmente, eles são inabitáveis. Por isso, Modi, que Marte é tão querido e tão pensado aí pelos bilionários e pela NASA. Porque é o único que a gente conseguiria habitar e fazer alguma coisa.
É verdade. Mas eu toquei nem o personagem do Robert Pattinson em um drama, que é... Prefiro não saber mesmo. Prefiro ver daqui. Vai lá a galera e conta pra gente. Faz foto e manda pra gente. Tá tudo bem. É que qualquer um desses daí, você desce lá, você desintegra, né? Não, não tem como. Vai ter que ficar de longe. Um é muito gelado, o outro é muito quente. O outro é só gás. Você entra lá e você fica num gás.
E aí Marte, inclusive tem as teorias aí de que esse lance com a Lua é um meio do caminho para Marte, né? Pois é. Então, cria-se ali um lugar na Lua. Porque a viagem direto para Marte é tipo ir para o Japão. Tem que fazer escala. Tem que fazer escala. Então, cria-se ali uma estação espacial na Lua. Começa a ser um pouco habitável ali o lugar. Fora os materiais preciosos que tem ali, né? Tem muita coisa ali que são bilhões e bilhões de dólares.
Então, nada é de graça. É uma segunda corrida espacial agora, que são os bilionários agora, pra ver quem tem o pinto menor. Deixa eles lá, né? A gente fica aqui vivendo a nossa vidinha. Inclusive, tá vendo, gente? A gente não é nada nessa imensidão. O que fica perdendo tempo brigando por causa de pessoa do reality show? Big Brother. Ah, fica brigando por causa de gente do Big Brother. Ah, entendeu? Xingando o outro por causa de um negócio de Big Brother. Ah, gente.
O que eu aprendi com essa viagem aí pra Lua é... Entenda a sua insignificância no mundo. Exatamente. A gente não é nada. Não é nada. E aí, assim, tá tudo bem. Vamos viver essa vidinha medíocre, tá? Que foi proporcionada. Você não é melhor que ninguém. Se você fosse bom mesmo, você tava lá em Vênus, Mercúrio, em Marte. Só pra você. É que na Terra...
Nesse pedacinho do mundo, você vai ter que dividir com bilhões de pessoas a vida. E é isso. Exatamente. Então, o quê? Seja legal. Não somos nada. Seja legal. É isso que eu estou para dizer. Seja legal.
Esse é um pedido do Donos da Razão pra você, Doninho. E você que também não é Doninho e que veio parar aqui. Muita gente veio parar aqui, inclusive, vai lembrar. E provavelmente tá xingando a gente agora. E tá xingando a gente. Por conta do nosso episódio sobre o testamento da Anitta Harley do Google Play. Gente... Bateu um recorde, tá, galera, esse episódio aí. Mas muito recorde.
É nosso maior episódio da história. São 280 mil plays. É muita coisa, tá, gente? É muita coisa. No Spotify. Foi a primeira vez que a gente ganhou o selinho do Spotify ali do 200k+. Nossa. Chique. Achei bafo pra ver como bombou esse documentário aí. E a gente tá lá falando umas abobrinhas. E o pessoal ouviu, né? Isso que importa.
O pessoal gostou. Então vocês aí que não assistiram ainda o drama, porque vai estresse essa semana, já fica aí com o feedback dos Modi, que é 10 de 10. Vai com o coração aberto, sem saber nada. E depois conta pra gente, comenta aqui se você gostou, se você não gostou, se você faria diferente. Se você já fez algo parecido com o que a Zendeia fala no filme. E é isso. Pode encabar pra polícia. Querer terminar com tudo.
Comenta aí. E lembrando também, pra quem também chegou agora e não sabe, nós temos episódios pra assinantes toda sexta-feira assinando no Apoia-se ou na Orelo. A gente faz uma nossa fofoquinha lá, proibidona só pros assinantes que ainda tem um Telegram e tudo mais. Vem fazer parte. Beijo pra vocês. Nos vemos no próximo episódio. Paz. Tchau. Paz na lua. Paz nos estádios.
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