Episódios de You Podcast

#108 A mesa que Jesus oferece - Daniela Luz Fogaça

16 de setembro de 202628min
0:00 / 28:34

A mesa que Jesus oferece é muito mais do que um lugar físico. Ela representa uma possibilidade de comunhão com Ele, um lugar onde somos preparados, curados, libertos e fortalecidos. Na última ceia, vemos Jesus preparando os discípulos; na mesa, Maria encontrou espaço para se aproximar, derramar sua vida aos pés de Jesus e experimentar cura e libertação.

Em Salmos 23, Davi apresenta a mesa como lugar de cuidado e estabilidade. O Senhor prepara uma mesa, unge a cabeça e faz o cálice transbordar. Isso nos lembra que a presença de Deus não apenas nos sustenta em momentos difíceis, mas também produz em nós uma estabilidade espiritual que não depende das circunstâncias ao nosso redor.

A mesa precisa fazer parte da nossa vida individual. Não utilizar essa mesa significa correr o risco de viver espiritualmente desnutrido, tentando enfrentar situações que exigem de nós nutrientes que a nossa própria realidade não consegue oferecer. Aquilo que recebemos no secreto, na comunhão e na presença de Jesus é o que nos prepara para aquilo que enfrentaremos no coletivo.

Um culto como este é resultado coletivo daquilo que você constrói diariamente no individual. Não podemos esperar ser nutridos apenas pelos momentos coletivos se não temos buscado Jesus durante a semana. A mesa está disponível: existe um lugar de comunhão, preparo, cura, libertação e estabilidade.

A pergunta é: você tem se sentado à mesa que Jesus oferece?

Participantes neste episódio1
D

Daniela Luz Fogaça

Convidado
Assuntos6
  • A mesa como lugar de comunhão, preparo e compartilhamento na vida cristãcomunhão·preparo espiritual·compartilhamento
  • O Salmo 23 e a mesa preparada por Deus na presença dos inimigosDavi·Salmo 23·honra·inimigos
  • A importância da comunhão individual com o Espírito Santo para a vida cristãEspírito Santo·comunhão individual·vida espiritual
  • A necessidade de nutrir o relacionamento com Deus para evitar a desnutrição espiritualrelacionamento com Deus·desnutrição espiritual·comunhão coletiva
  • A Última Ceia como momento de preparo dos discípulos por JesusJesus·discípulos·preparo espiritual·Mateus 26
  • A mesa como lugar de cura e libertação para a mulher pecadoraMaria Madalena·cura espiritual·libertação·Lucas 7
Transcrição1 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
DLDaniela Luz Fogaça

Senta um pouquinho aí, senta um pouquinho, porque eu quero— eu não quero que você saia com a impressão de um embalo motivacional, de que um coach veio aqui, pegou um microfone e falou umas palavras com entonação certa, e aí você sai durante essa semana com algum pensamento diferente, mas isso não muda nada em você. Então você vai sentar por uns breves momentos, uns breves minutos, Porque eu vou te contextualizar na palavra de Deus disso que eu tô falando.

E depois nós vamos voltar a orar, nós vamos voltar a escutar a voz de Deus com sensibilidade e nós vamos tomar posse dessa palavra. Amém? Nós vamos andar sobre essa palavra. A igreja é um potencial diferencial na sociedade, mas se ela existir como ela deve existir, se ela se apossar do que ela precisa se apossar. O que você está vendo aqui é uma mesa Posta, bem simples. Talvez na sua mesa você faça muito melhor do que isso, você usa lá o seu Soupla, você bota um vaso de flor, mas essa daqui é a mesa posta do brasileiro, para não ter erro.

E talvez isso aqui diga muitas coisas para você, talvez você tenha uma história pessoal com isso que está aqui, talvez para você, assim como para mim, mesa E meu pai hoje está aqui, não me deixa mentir. Mesa, para mim, na minha vida, na minha infância, significava exatamente isso: comunhão, compartilhar. Onde uma pessoa que senta aqui diz para outra que está do lado direito: Me alcança o pão? Aí voa lá um pão para o outro lado.

Me alcança isso? Aí vamos passando. Onde a gente contava histórias, Onde a gente contava como é que foi o dia, como é que foi a semana, onde tinha exortação, onde tinha alegria. Mesa, para mim, significa isso. Às vezes, a mesa do almoço, era muito comum acontecer isso nos finais de semana, ela virava a mesa do café da tarde, a gente emendava, porque a gente ficava lá. Trocando ideia, trocando história, trocando lembrança, trocando memória.

Mas talvez para você tenha outro significado. Talvez isso aqui para você na infância era só de enfeite, talvez para você agora é só um enfeite, na verdade você usa até o sofá da sala para comer e não come aqui. Isso aqui é um contexto, são objetos que trazem um contexto. Que pode significar muitas coisas para você, mas seja qual for a sua experiência pessoal com uma mesa como essas, com os objetos de uma mesa, a Bíblia nos oferece um pensamento sobre isso aqui, e é sobre ele que a gente quer andar um pouquinho essa noite.

Quem que estava no salto aí? Quem viveu um sábado lindo aqui? As festas de Jesus, uma sexta, um sábado, lindos, lindos. E as gurias do Meu e Link estão aqui, não me deixam mentir. Eu sabia que eu ia pregar hoje. E no Meu e Link, que foi um final de semana antes do salto, eu falei para elas sobre o que eu iria pregar e pedi oração para elas. Inclusive botei elas numa missão e disse, ó, vocês vão comigo, cada uma vai ter um papel importante, nós vamos fazer assim, assim, assim.

E paz em vocês, tá tudo conectado. Eu não sabia para que lado ia o nosso salto, mas o Espírito Santo orquestrou tudo do jeito como tinha que ser. E hoje a gente vai falar da manutenção desse algo estrondoso que você recebeu no último sábado. A gente vai falar De como a gente vai manter isso vivo e de como sim essa temporada é uma temporada de divisor de águas na vida da igreja. Amém? Abre aí a tua Bíblia em Mateus 26. Mateus 26.

Mateus 26, a gente vai ler o 26 e 27. Diz assim: Enquanto comiam, Jesus tomou o pão e, abençoando-o, partiu e deu aos discípulos e disse: Tomai e comei, isso é o meu corpo. No 27: E tomando o cálice, deu graças e deu-lhe, dizendo: Bebei todos dele. No 28 ainda: Porque isso é o meu sangue, do Novo Testamento, que é derramado por muitos para remissão dos pecados. Até aí. E aí vamos lá comigo para Lucas 7. Lucas 7:36. Já vai lá. Lucas 7:36.

Em Lucas 7:36 diz assim: E um dos fariseus desejava que ele comesse com ele. E ele, entrando na casa do fariseu, reclinou-se à mesa. 37: Eis que uma mulher da cidade, que era uma pecadora, sabendo que Jesus estava à mesa na casa do fariseu, trouxe um vaso de alabastro com ungüento, no 38, e ficando atrás dos seus pés chorando, começou a derramar lágrimas sobre os seus pés, enxugava-lhos com os cabelos da sua cabeça e beijava-lhes os pés e ungia-os com ungüento.

Amém? Agora abre lá comigo no Salmo 23. Salmo 23. Salmos 23, nós vamos ler todo ele, do 1 ao 6. Diz assim: O Senhor é o meu pastor, nada me falta. Ele me faz deitar em verdes pastos, ele me conduz ao lado de águas serenas. Ele restaura a minha alma, me guia no caminho da justiça por causa do seu nome. Sim, ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não vou temer mal algum, porque tu estás comigo, Tua vara e o teu cajado me consolam.

Tu preparas uma mesa para mim na presença dos meus inimigos. Tu unges a minha cabeça com óleo, meu cálice transborda. No sei, certamente a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida, e eu habitarei na casa do Senhor para sempre. Amém. Eu trouxe aqui, meus irmãos, 3 momentos de significados de mesa diferentes. O primeiro, com os discípulos. O mestre os preparava na mesa para o que eles viveriam depois. Preparava eles para o luto, preparava eles para a perseguição, preparava eles para o embate, preparava eles para coisas intensas que eles iam viver.

Essa foi uma das situações de mesa que nós acabamos de ler aqui. E não por coincidência um texto que nós usamos lá numa versão depois paulina, de Paulo, lá em 1 Coríntios 13, a gente usa, em 1 Coríntios 11, a gente usa esse texto, esse momento para lembrar da ceia. Porque sim, quando a gente ceia como igreja, é um momento de preparo, é um momento de preparo para o que vem depois também. O segundo momento que nós lemos é um momento da mulher pecadora, que nós sabemos que era Maria, que no momento de mesa do Messias visitando um religioso como convidado tem a presença de uma mulher que invade esse momento de mesa para pedir cura e libertação.

Pecadora, atravessou o momento de mesa de toda aquela galera lá para ter o olhar do mestre, ter o perdão também. E o último que nós lemos, mas não menos importante, e que eu acho incrível, na consciência de um homem, de um rei que ainda nem teve contato com Cristo, Ele escreve um dos poemas, um dos salmos favoritos, e talvez porque você aprendeu ele na escola bíblica, assim como eu, e decorou ele, acha ele, ah, aprendi quando era criança.

Aí tira esse salmo para uma coisa boba, inocente. O poder desse Salmo 23 na consciência de um homem que diz, o Senhor é o meu pastor. Uma das primeiras relações de Jesus como pastor na Bíblia é essa. Hoje é óbvio, hoje a gente fala de pastor como quem fala, né, de muitas coisas em comum, mas não naquela época. O Senhor é o meu pastor, nada me falta. E ele vai falar de uma mesa, e talvez você vai até achar assim, ah, meio fora de contexto, Dani, porque na verdade ele fala sobremesa num contexto que parece até vingança.

Tu prepararás uma mesa para mim na presença dos meus inimigos. Parece uma coisa sabor de mel, desculpa se ofendo alguém, parece uma coisa meio revenge. Prepara uma mesa perante os meus inimigos. Unge a minha cabeça, o meu cálice transborda. Isso, naquele momento, naquele contexto, gente, significava uma coisa só: Significava honra. Quando alguém dava um banquete e a pessoa era muito bem servida naquela mesa, significava que aquele convidado, para quem convidou, merecia muita honra.

É uma coisa que vai acontecer lá no Egito também, não sei se vocês vão lembrar, com Benjamim. A Bíblia vai falar que, quando José deu o banquete, o cálice de Benjamim estava sempre cheio, ele era o que mais recebia comida. Era um propósito de honra. Davi está falando aqui que, diante dos seus adversários, ele gostaria de um banquete. Mas ele era um homem de guerra, gente. Se fosse para fazer revenge, ele já ia sair dizendo: me prepara um campo de batalha para eu sacrificar os meus inimigos.

Ele era desse. Mas não, ele diz: uma mesa para os meus inimigos serem servidos, Que eu lide com essa situação de forma honrável, onde a honra e a consciência de quem eu sou transbordem, e eu seja a pessoa ungida daquele ambiente que consegue conciliar aquele desnível, talvez, aquele atrito com aqueles inimigos, com aqueles desafios. E não só isso. Que a partir disso, dessa minha consciência, onde na frente dos meus inimigos, daquilo que me afeta diretamente, eu consigo viver com honra diante dos meus desafios, me leva a voltar todos os dias para tua casa, sendo seguido por graça e misericórdia.

Lembrando que Cristo ainda não tava na equação, mas era um cara com uma consciência de mesa bem importante, bem profunda. Preparas uma mesa para mim na presença dos meus inimigos. Unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda. Que eu ouse de honra para lidar com os meus inimigos, que eu ouse nessa mesa com maturidade e consciência. E agora vocês lembram que a gente leu lá em Mateus 26? O que que a Bíblia fala de um cálice?

Que o cálice é o poder e a consciência de remissão, o sangue de Cristo. E o salmista está aqui, cheio desse potencial, ainda sem ver todo o mapa completo, entendendo o que mesa significa e o que cálice significa. Ele está pedindo para transbordar a consciência da remissão que Jesus daria muito tempo depois. Ele está evocando o sangue de Cristo diante de uma mesa cheia de coisas que são inimigas dele. Ele tá trazendo para esse momento remissão.

Mesa de diferentes aspectos aqui. Mesa para preparar você, mesa para você ser curado e mesa para você ser consciente diante dos desafios que estão batendo à sua porta. Mas de todo caso, Mesa. De todo caso, uma mesa. Eu já quero pedir para o pessoal do louvor voltar. A gente já vai orar mais. Eu queria te contextualizar, eu queria te dar uma base bíblica para você entender o momento de transição profético que nós estamos vivendo nessa casa.

Essa mesa significa a sua comunhão com o Espírito Santo todos os dias. Esse convite para você sentar na mesa e não na sala, na frente da TV, para comer com distrações, é o convite que o Espírito Santo nos faz todos os dias. Só que fica evidente quando a gente tá junto Que às vezes a gente negligencia isso, que a gente vem para uma mesa como essa, que nem tem nada demais, nem tem nada demais aqui, não tem 15 talheres, garfos e facas, mas que a gente está tão acostumado a não sentar aqui com o Espírito Santo, E ter comunhão com ele que a gente não sabe como lidar, que a gente fica alheio ao que Jesus está fazendo, que a gente reclama do momento de adoração que está longo demais, que a gente não consegue se entregar, que a gente impõe barreiras.

Isso vai acontecer. Se você não sabe como sentar à mesa com o Espírito Santo na sua casa, todos os dias, se você não cultiva esses momentos com ele, quando você chega aqui, você vai ser capaz de reclamar de tudo e de todos, do discurso do Marco, do meu discurso, do discurso da Joyce, do Adriano, do louvor, que não tocou a música que você queria, da hospitalidade, que estava bagunçada, você vai ser capaz de muitas coisas, menos de usufruir dessa mesa coletiva, que está posta aqui para a gente usufruir todos juntos.

Fica evidente quando nas nossas casas a gente tem negligenciado mesa com o Senhor. Quando a gente se junta, não sai nem faísca. Você acha que a sua vida espiritual só diz respeito a você? Só diz. Naquele dia você não vai ser salvo pela igreja que você congregava, vai ser salvo pelo fruto do seu coração, Íntimo e pessoal. Mas o que você está fazendo com o seu tempo de mesa com o Senhor? Não tem mais muito tempo e não tem mais muita desculpa também.

Se você não nutrir um relacionamento íntimo com o Senhor na sua mesa, na sua casa, você vai morrer de desnutrição. E quando você vem para um lugar como esse esperando ser cheio, você não vai conseguir perceber cheio do quê. Você não vai conseguir perceber nem o seu odre, onde ele tá e como ele tá, se ele tá tapado ou destapado para que caia algo e encha. Não, você nem vai saber como se portar a essa mesa. Fica evidente que você não tem comunhão com o Senhor.

E sabe Porque eu amo a igreja do Senhor que eu tô dizendo isso para vocês. Mais do que isso, porque o próprio Senhor ama sua noiva. E já passamos do tempo de vir para um lugar como esse esperando receber coisas. Nós viemos para cá destilar dessa comunhão de mesa que a gente já vive todos os dias na nossa casa, com a nossa família, com os filhos, no secreto do seu quarto. E aí eu digo para você, coisas incríveis acontecem. Sim, a cura.

Sim, o que você precisa chega automaticamente quando a sua consciência não é de parasita, ela é de comunhão. Ela é de compartilhar, ela é de alcançar o pão. O que você precisa chega. São tempos difíceis para os filhos de Deus, são tempos onde as pessoas comem na sala distraídas, onde você escuta o podcast. Eu amo podcast, mas isso não é o seu tempo de mesa. Isso é você sentado na sala com seu hambúrguer na mão olhando televisão.

Isso não é sentar à mesa. Isso não é ficar calado. Se alimentar bem. Se o outro falar, você escutar. Se essas horas de refeição durarem mais que uma hora e meia, você ficar aqui com prazer. E sabe qual que é o maior resultado disso? É que desnutrido você tem perdido para os seus inimigos, você tem perdido para os embates da vida. E aí a sua intenção é chegar aqui e se recarregar, e às vezes você nem consegue, você não consegue nem se concentrar, até a sua atenção tá limitada.

Se não é um Reels, se não é uma tela fantástica, se não são os slides, você não sabe o que aconteceu no culto. Ficou constrangido, Espírito Santo. Depois da mesa, diante dos seus inimigos, Davi vai ter o cálice transbordando, a consciência da remissão do sangue de Jesus, e ele vai ter bondade e misericórdia seguindo ele todos os dias da sua vida. Depois de sentar na mesa. Agora eu olhei a Lu ali com Davi. Oi, amiga, saudades! Depois me dá um abraço, que a gente não se vê desde que nós tava barriguda.

E eu vou dizer uma coisa para você, e talvez você tá numa realidade paralela, tá, como a minha, da Lu, como a da Sama. Eu não sei se ela tá aí. Uma Dani Colli, onde a vida mudou de uma forma louca. E um tempo sentado à mesa é um luxo, e comendo uma hora e meia é um luxo. Mas vou dizer para vocês, até isso o Espírito Santo me ministrou. Ele me disse assim: Dani, agora então tu tá na fase de levar a tua toalha de piquenique Onde é que tu for e onde tu achar um cantinho, estende, come ali uma coisinha comigo, interrompido por um choro ou outro, guarda, bota de volta na bolsa.

E eu vivo procurando os momentos onde eu posso estender a minha toalha do meu piquenique e ter tempo com o Senhor, mesmo que a minha realidade seja diferente agora. Eu posso começar a ler o Salmo 23 de manhã e terminar no mamá da noite, mas está lá. Não tem desculpa para sua mesa não tá acontecendo. Você come no chão com a toalha no chão. Pode acontecer de um dia você não ter força para pôr a sua mesa. Aí você vai: ei, fulano, vamos, posso jantar aí hoje?

Vai lá, para isso a gente tem o YouLink. Você vai fazer a refeição com outro. Fica de pé no seu lugar. Isso é um complemento do que a gente tem vivido já aqui algum tempo. Isso é o alerta para manutenção do que tão extraordinário te aconteceu, dos testemunhos maravilhosos que a gente tem, que a gente tá ouvindo dos salto, de uma conferência que pegou fogo, de um momento onde nós damos liberdade. Isso é para você ser consciente de como a gente vai se manter vivendo isso.

E sabe, Deus já tinha me dado essa palavra antes do salto. Se você tem que se arrepender do seu lugar, se arrepende. Não negligencia mais isso. Eu vou te dizer, não tem como mais você ficar dando desculpas. Eu não posso dar desculpas, a Lu não pode dar desculpas. Mesmo que a gente tenha recebido o maior dos presentes esse ano e a vida tá toda caótica, Tem dia que é noite, mas isso, isso não tá em jogo. Isso não tá em jogo. E se estiver em jogo, é aí que você tá perdendo.

É aí que, diante dos seus inimigos, o seu cálice está vazio. É um trabalho coletivo, igreja. É um trabalho coletivo onde cada um faz realmente a sua parte em casa. E quando nós nos juntamos aqui na reunião dos santos, algo extraordinário acontece. Quem chega aqui precisando encontra, porque você tem para dar. Encontra oração, encontra um abraço, encontra uma oferta generosa, encontra um apoio social, encontra uma oração de libertação.

No nome de Jesus, no nome de Jesus. Talvez você tá se perguntando aí como é que se faz isso. Mas, Dani, eu não sei como fazer, eu nunca fiz. Porque talvez para você o significado de mesa, ele não, ele não é uma experiência boa. Então quando eu dou esse exemplo de mesa, na verdade você fala: eu sempre comi na sala. Nunca fiz questão. Ou eu sempre comi rápido demais na mesa porque a mesa na minha casa significava um momento de tensão, sabe?

Parece que é onde a dupla Grenal se junta para ter comunhão. É isso. E aí é uma zona de guerra e é prato voando, é a comida voando, e aí você come rapidinho para sair daquilo ali. Mas o Senhor quer ressignificar isso para você, amém? Fisicamente e espiritualmente. Que a mesa na sua casa seja o lugar onde você ensina os seus filhos, onde vocês compartilham histórias, onde vocês desfrutam da presença do Senhor. E assim como esse lugar físico é transformado, esse lugar espiritual na sua vida também é, onde você começa a ter tempos de oração, onde você começa a ler sua Bíblia.

Não me leve a mal, eu falei do podcast, nada contra o podcast ser um ponto de partida. Eu faço bastante isso, onde eu ouço alguma coisa, onde eu vejo uma ministração, e a partir daquilo eu começo a orar e eu me entrego. Mas tem que ter um momento onde você abre a sua boca e você fala com o Senhor. Não terceirize isso.

#108 A mesa que Jesus oferece - Daniela Luz Fogaça | Castnews Index — Castnews Index