EPISÓDIO 01 | A história por trás do YOU
Como nasceu o YOU?
Antes de existir um nome, uma identidade ou um ministério, existia um desejo: viver a vida cristã de maneira honesta, integral e verdadeira.
Neste primeiro episódio, voltamos às origens do Primícia e do YOU para conhecer a história por trás de tudo o que foi construído ao longo desses anos.
Falamos sobre fé, identidade, criatividade, internet, arte, cultura e oração, passando pelo nascimento do SALTO e pelos desafios de comunicar o evangelho de uma forma que alcançasse uma nova geração.
Uma conversa sobre como uma visão se tornou movimento, como a criatividade se tornou uma ferramenta de comunicação e, acima de tudo, como vidas foram transformadas ao longo dessa história.
🤝 PARCEIROS
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Informação, acolhimento e orientação prática para uma amamentação mais segura e tranquila.
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🎙️ YOU Podcast
Conversas que conectam. Histórias que transformam.
#YOUPodcast #YOU #Fé #Evangelho #HistóriasQueTransformam #ConversasQueConectam
- As origens do Ministério YOU e a busca por uma vida cristã autênticaPrimícia·vida cristã honesta·identidade
- O evento Salto como ferramenta de evangelismo e impacto na comunidadeSalto·evangelismo·Ubra·Cerâmica
- A evolução da comunicação e linguagem para alcançar jovens na igrejaAssembleia de Deus·Jean Ferreira·comunicação diferente·linguagem para jovens
- O impacto da liderança de Gesiel e a influência de experiências internacionaisGesiel·Abner·divisão ministerial·experiência internacional
- O legado do YOU e a transmissão da fé para as próximas geraçõesManu·próximas gerações·amor por Jesus·Ministério Kids
- A importância do voluntariado e da construção de um ambiente acolhedorvoluntariado·ambiente acolhedor·receber pessoas
Sejam muito bem-vindos ao Uhu Podcast. Se tu tá te perguntando os motivos da gente ter iniciado o podcast, qual é o nosso propósito, eu te convido aí dar uma conferida no nosso Instagram. A gente deixou um vídeo lá falando sobre o propósito desse podcast, como é que começou, como é que surgiram as ideias. Tá muito legal, viu? E Então o arroba vai aparecer aí para vocês, o arroba é @uuhupodcast, tá? Vão lá, sigam. E eu não estou sozinha aqui para apresentar esse podcast, graças ao bom Deus.
O Senhor enviou o enviado do Senhor, está aqui ao meu lado, tá? Meu amigo padrinho, para quem não sabe, ó, ó, ó, e pastor Adriano está aqui. E aí, Adriano? O que que a gente vai ouvir hoje?
Hoje vai ser muito especial, gente. Assim, eu tô muito feliz, né, Joyce? Tô muito feliz. A gente tá estartando o nosso podcast, a gente tá começando aí o primeiro, né? E nós vamos ter nessa temporada 4 episódios. Momentos incríveis, histórias incríveis vão estar junto conosco. E hoje, hoje nós vamos ver um pouquinho, né, dessa história do Uhu. Como surgiu, como começou, como foi as raízes, as origens, né, daquilo com que a gente vê hoje, né.
A gente tem um culto muito legal, um ambiente muito incrível. Mas a gente quer saber um pouquinho dos bastidores. E é isso que nós vamos encontrar hoje. E pra contar um pouquinho dessa história, nós vamos estar com eles, Bruna e Carlos. Bruna e Carlos, oi!
Oi! Muito legal estar aqui, tô muito feliz. É uma alegria fazer parte dessa história e poder contribuir. No reino.
Seja gentil, amor.
Sejam muito bem-vindos, não podia ser diferente, não podia ser outras pessoas. Vocês que estão lá, lá, né, antes do UCU, antes só. Mas a gente tá muito honrado mesmo de ter vocês aqui, e a gente quer agradecer vocês, mas nós também queremos agradecer aqueles que estão nos apoiando, nos apoiando Mesmo antes do podcast existir, já tem gente apoiando e acreditando nesse podcast. Então eu quero falar um pouco sobre essas pessoas, essas marcas e empresas que estão nos apoiando.
Então fica aqui com a gente, vai ser 1 minuto, 1 minuto e meio no máximo, que tu vai conhecer essas marcas. E já aproveita também, depois quando terminar esse podcast, vai lá, confere o trabalho deles, tá? Vamos falar sobre Equipe Gentil Goulart. A Equipe Gentil Goulart é treinamento de corrida de rua, seja para quem corre há anos ou para quem nunca correu. Vai com eles se tu quer começar a correr, vai com eles. Fernando Aguilar, fisioterapeuta, fisioterapeuta pélvica, atua na prevenção e no tratamento de condições que afetam a saúde íntima e a qualidade de vida de mulheres e homens, como perda urinária, dores pélvicas, dor na relação sexual, endometriose e alterações da menopausa, além de acompanhar gestantes na preparação para o parto.
Fronteira 1845 cria experiências de churrasco para eventos, levando tradição, cuidado e cultura para tudo que acontece ao redor do fogo. Mais do que servir carne, transformam encontros em momentos que ficam, porque para eles churrasco nunca foi só sobre carne. Hub Psicologia é uma clínica 100% digital que oferece atendimentos psicoterapêuticos para adolescentes, adultos e casais, além de mentorias e palestras. É um serviço que se adapta ao teu estilo de vida, cuidando de ti e da tua família por meio da psicologia.
Maria Vitória, nutricionista clínica e materno-infantil, que acompanha adultos, gestantes, mães, bebês, crianças e famílias com cuidado baseado em evidências científicas. Para Toda Mãe Saber ajuda mães a viverem uma amamentação mais segura e tranquila por meio de informação, acolhimento e orientação prática. Ramos Semijoias é uma loja online, mas é mais do que uma loja online, é uma empresa que conecta pessoas à oportunidade de aumentar a sua renda revendendo as melhores semijoias do mercado.
TEC é uma escola formando famílias bilíngues para as nações. Ensino leve, constante e com propósito. É do reforço até a carreira. Então tu quer ser um parceiro, quer ser um parceiro na nossa próxima temporada? Nos envia uma mensagem lá no Instagram que a gente vai te contar como que funciona certinho. E se tu quer ser um construtor e nos ajudar a anunciar a palavra de Deus através do meio, desse meio de comunicação, tu pode nos ajudar doando qualquer valor que vai aparecer aí para vocês no QR code aí na tela.
Então agora vamos iniciar de fato esse podcast que a gente tá assim, ó, muito ansioso, muito ansioso mesmo. E aí eu vou passar a palavra para o nosso Adriano aqui.
Gente, todo mundo que faz parte desse ambiente do Uhu chega na nossa igreja, vê aquele ambiente incrível, de com uma cultura muito bem estabelecida de acolhimento, de hospitalidade, de receber as pessoas, o ambiente aconchegante, um ambiente acolhedor. As pessoas entram no nosso culto e tem um tempo de adoração incrível, de oração, estudos. As pessoas querem fazer parte do Uhu, pega aquele lugar e elas vão se encaixando para servir nos ministérios, fazer parte, construir o reino junto.
Mas hoje Né, hoje eu olho e observo um pouco isso, eu, né. Aí em 2011 fui também afetado por muitas das estratégias que o Uhu tem, que de fato era para alcançar jovens, pessoas, uma galera. Quando a gente olha para trás, mais de 10 anos para trás, nós vamos olhar um ministério com totalmente o foco de alcançar jovens numa época diferente. Com uma comunicação diferente, com uma linguagem diferente, num meio um pouco mais tradicional.
E a gente trouxe especificamente vocês porque vocês estavam lá nas origens, na essência, né? Fizeram parte disso. Vocês não só foram também ali esses fundadores, construíram juntos, mas pra quem sabe, né, foram muito afetados pelas palavras que nós ouvíamos naquela época, né, sobre pioneiros, né? Pessoas que eram pioneiras, pioneirismo, né? Muitas pregações, olhando pra trás, nesse sentido. Vocês botaram a mão do zero. Então a gente quer começar justamente com essa pergunta para vocês: como era as origens?
Como era a essência lá em 2011, antes de ser Uhuu, antes de 2012, né? Como era os bastidores? O que que vocês estavam sonhando? O que que vocês estavam pensando? O que que vocês estavam consolidando? O que que vocês estavam construindo nesse presbitério, nessa liderança?
Então, gente, 2011, 2012 ali, gente, era bem menos pessoas do que agora. Então a gente não era nem Uhuu ainda, era jovem primícia, jovem primícia. Então era um grupo bem pequeno de jovens assim. Então a gente, com a liderança, né, do Jean Ferreira, então A gente começou a pensar em sonhar, sabe, assim, de sermos mais do que só, né, o grupo que ficava reunido no sábado ali, né, sendo também com não só jovens, mas também outras pessoas, né, um público tão um pouco mais velho junto.
Não eram só os jovens, então eram, digamos que era um encontro onde tipo ia várias pessoas, né, de diversas idades. E como o Adriano falou, então a gente estava querendo pensar em algo de sair um pouco daquele ali, né, sair um pouco daquilo e se tornar de fato algo que alcançasse mais jovens. Então uma linguagem que alcançasse mais os jovens. Então a gente começou a desenvolver isso junto com o Gian, então ele mais à frente, né, então como a liderança dele mais à frente disso.
Um cara muito sonhador, né? Gosto de destacar isso. Eu acho que essa visão de sonhar fora da caixa, sair fora da caixa, inspirava muito a gente naquele tempo, né?
É para uma linguagem que a gente tinha, né? Uma linguagem um pouco mais tradicional, um pouco mais— não vou dizer fechado, mas um pouco mais, né, na realidade da época. Então o Jean, ele era totalmente fora da curva, sabe assim? Então a gente começou a se inspirar muito nele porque ele trazia muito isso, cara, a gente precisa trazer pessoas, a gente precisa alcançar mais jovens para estar vivendo o que a gente quer construir. E a gente acreditou muito naquilo, a gente acreditou muito na missão, nessa visão, né, de estabelecer isso, né, de estabelecer um local onde as pessoas também quisessem estar, onde mais jovens, né, quisessem estar com a gente ali.
Então a gente começou com cursos bem pequenos assim, com encontros bem pequenos, tipo assim, uma liturgia que a gente chama, né? Era bem parecido com os demais cultos que a gente tinha da igreja. Então quando ele começou a trazer alguns elementos diferentes, né, começou a dar um tipo assim, cara, que loucura, que legal, que loucura, que legal, que tá acontecendo, que a gente tá fazendo.
Vamos sonhar mais um pouquinho?
Vamos criar? Vamos criar? Não, vamos criar. Eu lembro da gente passar noites na igreja preparando coisas. Como é que a gente vai fazer o próximo culto? O que a gente pode fazer? O que a gente pode colocar de melhoria? E começou a dar muito fruto. A gente começou aquele pequeno grupo ali de, sei lá, 10, 15. No próximo culto já tinha 20. No próximo culto de novo voltou para 15. E assim ia, sabe? A gente começou a construir algo muito legal.
A gente começou a construir essa essência, essa base, né, para ir construindo as demais coisas que a gente ia viver.
São pequenos elementos, né, são pequenos elementos, mas que já fazem um estrondo gigantesco, né. A gente tá falando de uma Assembleia de Deus, né, de que não existia Ministério Jovem, né, não existia Ministério Jovem, tu não via isso assim, só um local para só jovens, né. Então Essa pequena, não é desmemoração, mas essa pequena, no lugar específico, né, para te poder estar, já é algo grandioso, né? Eu imagino o tanto de choque cultural também, né, que isso ocasionou, né?
Quando eu tento lembrar assim, né, lá de 2011, eu tenho uma vaga lembrança que os cultos eles aconteciam lá na parte de baixo e lá no cantinho assim, né? Eu não me lembro se era banco de madeira, era cadeira de madeira, mas era um grupinho. Olha, que assim, imagina chegando novo na igreja e aí aquele ambiente assim com poucas pessoas, mas aquele ambiente tu via algo genuíno, buscando se viver algo genuíno assim. E eu acho que a gente pode pontuar e entrar um pouquinho nisso assim, Assembleia de Deus é um contexto mais tradicional.
O que que vocês viram e sentiram a necessidade de fazer de uma forma diferente? O que que vocês perceberam, né? Quem começou a sentir isso no coração, que nós precisamos dar esse passo diferente, fazer de uma maneira diferente? A gente tá falando de um contexto em que a comunicação é diferente, mas a gente não tá falando que a essência é diferente. Todos têm uma essência na sua palavra, em oração, estudo da Bíblia. Mas a comunicação, quem teve essa visão, esse olhar, e como vocês sentiram, né? Como surgiu isso para vocês?
Eu acredito que nesse contexto era o sonho, era alcançar um outro público, o público que, o público que se a gente tivesse no ambiente só dentro das quatro paredes, nós não conseguiríamos alcançar, né? Então esse sonho de expandir, de alcançar a cidade de outras formas, de outros públicos foi o que eu tenho certeza que era a motivação que tinha no nosso coração, né? Nós queremos alcançar mais pessoas, então nós vamos pensar fora dessa caixa, pensar fora dessa curva e vamos alcançar talvez pessoas que a gente não conseguiria aqui dentro, né?
Porque olhando assim para nós, né, crescemos ali na Assembleia de Deus, né? Foi sempre aquele contexto, né? Participamos do Ministério Kids, Ministério de Adolescente, né, que foi onde a gente se conheceu, Ministério de Adolescente. Então a gente sempre ficou nesse meio, né? E como sair assim, tipo, como a gente alcançar mais pessoas, né, para fora? E eu acho que quando chega alguém sonhador e olha para esse olhar assim, inspira a gente.
E aí é onde a gente se entrega, né? Não, a gente acredita nessa missão e a gente vai fundo nessa, né? A gente vai colocar o coração nisso, né? Nesse ponto assim é o que destaca muito, né?
Sim, muito liderado. Pela questão, Jean, Abner também trazendo essa visão, sabe, de a gente alcançar um público, né, para estar junto com a gente, sabe assim, um público que não tinha ainda, sabe assim, muito nessa visão.
Eu acho que a gente, quando chegou no Uhuu, já era o Jean ou já era o Gesi?
Era o Jean e eu me lembro do Alex também, eu tenho a lembrança do Alex ministrando também, pregando, o Jean Uma galera bem envolvida. O Abder escondido lá na bateria lá atrás cantando, né?
Tocando bateria e cantando.
Tocando bateria e cantando. A Bruna cantava.
A Bruna cantava.
Nesse tempo eu dançava.
Dançava. Olha aí, ó.
Com a Ana e com a Aliane e a Rívica. A gente tinha um grupo também de dança.
De dança.
Dança profética, né?
Eu tenho uma lembrança assim da galera essa galera bem envolvida assim, colocando tudo, né, colocando tudo. Porque a galera chegava na sexta, saía no domingo, e pensando como comunicar de uma maneira genuína esse evangelho que é para todos, né. Então acho que isso foi uma das coisas que mais impactou. Eu não vim do contexto da igreja, então acho que uma das coisas que mais impactou foi justamente isso, um jeito de transmitir igreja de forma diferente.
Eu recebi aqui no ponto, né, que não era só a Bruna que dançava. Carlos também se arriscava nos passinhos.
Prova, me prova, me mostra provas.
Olha tu, não pede provas porque é capaz que vai piorar para ti. É pior para ti, hein?
Isso é um passado bem distante, né?
Ficou lá no meu passado.
Meninas, vocês de adolescentes, né, querida?
Não, mas aí depois no IU a gente também tem história aí, ó, do Carlos aí, vocês estando em outras frentes.
Em outras, expressando a dança de uma maneira diferente.
Procurem lá algo vestido de verde que vocês vão ver. Não sou só eu não.
Tem mais gente nessa mesa também que participou desses momentos ou não?
Desse de verde aí não.
Não, não, de verde não. Ah, então tá.
Esse aí foi só eu.
Tem que tentar ser.
Ah, tem talento, ele tem, né?
Mas então, é um pouco é isso, né? Da gente ver que a estética era diferente do que se esperava de uma igreja, né? Posso dizer que eu cheguei depois, eu cheguei em 2015, mas no momento em que meu pai me largou na frente da igreja, ele me perguntou umas 10 vezes, tu tem certeza que isso aqui é uma igreja? Sabe? Ele falou assim, tu tem certeza que tu tá indo pra uma igreja? E eu falei, sim, pai, eu tô. Eu também não tava conhecendo, né?
E aí tinha umas luzes, Tinha todo um LED ali para te esperando e pessoas muito carismáticas te esperando. Até hoje eu e meu marido, a gente fala que um dos melhores abraços que a gente recebeu foi lá na portaria, sabe? E enfim, tudo era diferente, tudo era diferente do que a gente espera de uma igreja, né? A gente espera de uma igreja um outro lugar. Talvez ali naquele momento que tu chegou tinha as cadeiras, né? Mas até as cadeiras para mim me impactavam, porque não era cadeira de madeira, né, já era um estofado, já era diferente, né.
Quando eu cheguei em 2015 já era assim. Então eu imagino que de 2012 a 2015 o salto, né, que deve ter dado de mudança de cultura, de comunicação, né. E como vocês falaram ali do Jean e do Bebel, né, quando eu cheguei já era o Gesi, né. O que vocês acham de da liderança do Gezi também, porque o Gezi tem esse contexto de fora do Brasil, né? Vocês acham que isso impactou, ele ter trazido algo fora do Brasil para cá?
Com certeza, com certeza. Foi ali onde virou a chave, olha, 90%, até 100%. Foi um momento que a gente desmembrou várias coisas dentro desse contexto, né, de igreja, dentro do contexto de ministério jovem. Então foi ali onde a gente já estava pensando fora da caixa. Daí a gente saiu para fora da caixa para pensar de novo. Então foi o momento onde várias coisas novas, né, que mesmo a gente, cara, como é que a gente vai fazer isso aqui com, sei lá, 20 anos, 21, 22, no máximo 22, que eu era o mais velho de todos aqui.
Tô brincando.
Então a gente sai desse contexto onde né, a gente batalhava várias coisas para fazer do culto assim. Então batalhava várias, várias ideias diferentes assim para, né, para ter esse momento de, cara, vamos conseguir atrair pessoas, né, para esse contexto, para viver o que a gente tá vivendo, para viver o evangelho, né, de uma forma simples, de uma forma verdadeira, sabe assim, de uma forma que vai impactar outras vidas, né? Ah, para impactar a vida do Adriano chegando na igreja, da Joyce.
De outras pessoas que também chegaram naquele contexto e olharam assim, cara, que legal isso aqui. Eles estão construindo algo saudável, algo genuíno. Então eu vejo muito da essência assim, né, do que estava sendo construído. É isso, cara, voluntariado, cara. Vocês são voluntários, vocês estão exercendo isso, mas exerçam isso com amor, com carinho. Quando as pessoas chegarem, recebam elas da melhor forma possível, atraiam as pessoas, né?
Não sejam as pessoas que vão repelir as pessoas, né? Então, desse contexto de a gente trazer e começar a pensar de trazer pessoas, foi aí onde o Gesi também trouxe essa experiência dele de ter saído do Brasil, ido para fora, né, da vivência que ele trouxe, né, do Abner trazer das vivências que eles tiveram em outras igrejas, em outros contextos de igreja, e da gente conseguir também, de certa forma, adaptar no nosso contexto, né, tentar adaptar no nosso contexto.
Porque até então não tinha divisão ministerial, né, assim, bem estruturada. E quando o Gesi chegou, assim, foi essa visão também, né, ministerial. Eu vejo onde ele acreditou muito nas pessoas, né, um cara que, um pastor incrível que investiu na vida das pessoas também. Então agora eu vou investir na tua vida, né, e eu sei que tu é pioneiro e tu vai, vocês vão abrir caminho nisso assim. Então acho que esse romper assim que foi ali, né, acho que 2013 mais ou menos, teve essa divisão ministerial, foi aonde realmente começou o negócio. Agora vamos trabalhar agora.
Todos eles como pioneiros, né?
Todo mundo tem experiência, tem experiência.
Estavam fazendo isso, né? Estavam vendo, vamos ver o que que vai dar, vamos começar a aplicar e vamos ver. Visionários mesmo, sabe assim, de de ter esse coração de enxergar, né, à frente, de enxergar ali o que estava por vir, sabe assim? Com certeza teve dificuldades, teve, né, vários problemas, mas a gente, 22 anos, conseguimos ser maduros. De certa forma, a gente conseguiu absorver, sabe assim, muito de contexto, né, muito de visões, muito de formas de expressão, né, de expressão cultural, no caso, né, de formas de agir em cultos.
Então a gente começou a ver isso, cara, um culto, né, o que que eu posso entregar no culto, o que que eu posso trazer, né, para o culto, o que que eu posso acrescentar, sabe. Então esse foi o ambiente que a gente começou a construir desde com o Jean, com Abner, com Alex, né, com o Gé também junto. Então foi um ambiente que a gente começou a construir e começou a sonhar várias coisas Que, cara, a gente quer impactar as pessoas, a gente quer fazer com que as pessoas entendam que Jesus é tri, Jesus é bom, cara, Jesus é bom demais.
Então, se a gente tá vivendo algo legal, as pessoas também querem, têm que viver algo legal com Jesus, sabe? Então, nessa visão que a gente começou a bater muito, muito em cima disso assim, cara, a gente tem que, de certa forma, se capacitar também, sabe? Assim, para a gente Cara, e o Giese fantástico, fantástico assim.
Eu acredito que um marco também que foi nesse tempo foram as reuniões, né? Quando a gente começou a se reunir, né? Agora a gente realmente vai construir algo juntos e nós vamos nos encontrar toda terça-feira à noite. Então a galera vinha da faculdade, né? Vinha do técnico, na época também a gente fazia técnico, né? E vinha empolgado, vamos comer umas panquecas ali, vamos pegar um baratinho e vamos para reunião, né? E chegava lá na casa do Gesiel e da Esther, no apartamento onde eles moravam.
Às vezes a Esther sempre preparando chazinho também para galera que já tinha, né, já jantado fora. E aquela construção de ouvir as pessoas, né, ouvir o que cada um tava trazendo, eu acho que foi construindo assim algo legal. O coração ensinável, assim, o que me pega muito, né, a gente ter um coração ensinável E aprender uns com os outros. Ali foi construída uma base assim, né, da gente ouvir e não, vamos ver o que que a gente vai fazer no próximo culto, né, vamos ver o que que a gente vai preparar para receber melhor as pessoas.
Não, as pessoas não chegaram bem, o que que a gente vai fazer para alcançar essas pessoas? Então ali foram construídas, né, coisas internas assim, e nós fomos amadurecendo ali, né. Naquele tempo a gente já tinha momentos onde a gente Podia chorar assim, né, falar o que que a gente tava sentindo, confessar nossos pecados. Ah, cara, tu não tá bem hoje, tá? Então vamos orar junto, né? Pode ser melhor, né? Ou tipo assim, ah, já devo te engar também, entendeu?
Só dá para fazer isso. Trabalhei o dia todo, fui comprar algo, ainda tem que chegar aqui no banheiro.
Não, mas é 20 anos, né? É outro, é outra energia, né? É outra, e também outra maturidade, né? Porque eu acho que hoje, né, com eu aqui com 25, eu acho que hoje a maturidade ela nos ensina a escutar muitas coisas e, ah, ok, beleza. Mas naquela época, né, tipo 20 anos, tu escutar e tu ter que entender e, né, maturar 1 kg, é outra, é outra realidade, né?
Os embates vinham.
Quantos líderes mais ou menos?
Olha, naquela época, o máximo, máximo, acho que eram uns 8, no máximo, no máximo 8, 10.
Na memória não lembro. Então foi com o Gezi que começaram a ter os ministérios, ministérios divididinhos assim, né? Evangelismo, mídia, louvor.
Hospitalidade.
E eu acho que deve também ter sido um desafio muito grande, né, que nem vocês falaram, de pensar fora da caixa, porque vocês vieram de uma realidade de crescer dentro da igreja. Então é sempre assim e sempre foi feito assim, né, sempre foi assim, sempre foi feito assim. Então quando vem propostas diferentes e tu tem que abraçar a realidade da vida, o que tá acontecendo no mundo, e tu tem que abraçar aquilo, né, e trazer para dentro da igreja, imagino que tanto para vocês foram um esforço, mas também de quem não estava vivendo aquilo junto, de olhar e pensar assim, será que isso vai dar certo, né?
E os frutos foram aparecendo, né? Porque Deus foi colocando as pessoas ali, as pessoas foram sendo salvas, né? Deus ia aumentando as pessoas ali, né? E tu vai vendo os frutos, tu vai vendo que não era só algazarra, não era só brincadeira, tinha oração, tinha palavra. E aí eu entro muito nessa, nessa, nesse momento em que em 2015, quando eu cheguei, tinha o Recarregue, né? E o Recarregue era sexta de noite. Então sexta de noite estava na igreja, sábado culto, né?
Domingo de manhã estava na igreja também, porque daí tinha a EBD, né? E aí foi, já teve as transições para das tribos. Então era assim o final de semana inteiro na igreja e tu via os frutos verdadeiros daquilo, né? O Recarregue, que tu ficava ali em oração e louvor, e depois tu ia para o Momento das Tribos ali, né?
Tu já se reunia no Momento das Tribos até meia-noite, ainda ficava conversando depois ainda, né?
Eu dormia menos.
Quem é que fechava a igreja naquela época?
Vamos lá, Carlinhos!
Vamos lá, vou fechar, apagar a luz.
Já era!
3 horas da manhã, ninguém vai embora.
Chega! Vamos lá, vamos lá! Conversa tem, ó.
A gente dormiu várias vezes.
A gente dormiu no banquinho.
E sábado, a galera toda envolvida na montagem, na apresentação.
Amanhã tinha um Atitude ainda, gente, no sábado de manhã.
No sábado de manhã.
Porque a gente já ficava da sexta para o sábado dormindo já nos banquinhos ali.
O Atitude foi pensado por quem?
O Atitude veio a visão do Gesiel.
E o que que é o Atitude? Porque a gente pegou um pouco, mas e quem não pegou Atitude?
Quem não sabe?
Ele é um treinamento para líderes, né, para capacitar líderes. E dentro disso foi enraizado muito a questão do voluntariado. Então dentro disso tinha várias disciplinas para capacitar a galera, né. Então abria também muito, não só para o nosso público, mas para outras igrejas, outras pessoas. Então foi um tempo muito de conexão Muita gente de fora também participou, se inscrevia, né, no Attitude. E pra mim marcou muito ali também, porque é onde a gente foi ali, aprendeu sobre liderança, né, uma visão totalmente diferente também do que a gente já tinha visto, né.
Também teve muita essência de fora, né, do Brasil. Então isso é muito legal assim, né, ver essas raízes assim.
Eu lembro também bastante dos dias juntos. Um dia também, né? Sim, as primeiras edições ele tava junto assim pensando, sabe? De as primeiras foi muita gente de outras igrejas também nos ensinando, e teve outras etapas ali que foi nós ensinando também outras igrejas a fazerem o que a gente tava fazendo, sabe? Então a gente também, como ministério, a gente também conseguiu passar o que a gente sabia para outras pessoas, então para outras igrejas também, né, conseguir digamos também aplicar aquilo que a gente aprendeu. Então a gente aprendeu bastante coisa.
O curso de preparação então para servir, para se envolver, para liderança. Que legal, que demais! Hoje se a gente fosse olhar, seria, era quanto tempo o Atitude?
Olha, o Atitude eu acho que era um mês, eu acho. Um mês, um mês, se não mais.
Olha, na minha média, gostou tanto a gente.
É por aí.
Mas eu também acho que o Uhu influenciou muito essa questão de, né, tu falou que não só a gente aprendia, mas a gente também ensinava. Tu vai ver, a partir do Uhu começou-se a ter essa comunicação de igreja mais atual assim, né? A partir do Uhu a gente vai ver outros ministérios jovens acontecendo dentro da própria Assembleia de Deus, né?
Exato. E lembrando, a gente tá falando sobre uma época 2011, a comunicação era outra. Vídeo no Instagram para aprender algo era outra coisa, não tinha essa força de conteúdo bom. A gente tá falando de um curso presencial porque justamente era aplicável na época, fazia sentido para época assim.
E é interessante falar das redes sociais porque o Facebook naquela época era muito forte e muitas pessoas chegaram ao Uhuu por conta dos álbuns que era colocado ali. Então isso também não tinha, não era uma realidade da igreja de ter foto, de tirar foto dos cultos e colocarem numa rede social, né? E as pessoas compartilhando. Tanto que quando eu descobri o IU foi porque o IU tinha feito uma missão no asilo, né? E aí eu vi as fotos, vi assim, ó, isso daqui é uma igreja de verdade, sabe?
Uma igreja de verdade que não quer— é um culto que faz missão, que vai até as pessoas que precisam. Daí foi aí que eu decidi ir no IU, né? Então é uma coisa de pensar, né, como as redes sociais, como a internet naquela época também potencializou, né, o Uhu, a comunicação do Uhu, né?
Toda a nossa comunicação inicial foi o Facebook. Então a nossa vitrine, nossa cara ali de se expor, né, de colocar o que a gente tava fazendo ali na igreja foi o Facebook, sabe? Assim, atração também de pessoas, né, foi uma forma pensada também de evangelismo. Então toda a questão das fotos, cara, foi tudo pensado, sabe, também para trazer, atrair as pessoas. Para aquele lugar onde a gente tava vivendo, a gente tava vivendo Cristo, a gente tava vivendo tudo aquilo ali, cara.
Tinha gente que chegava lá e pensava, cara, que que é isso aqui? E já ficava lá.
Muito bom.
Mas voltando um pouco a questão do Recarregue, vocês, eu lembro muito dessa época que tinha o Recarregue, né? Eu cheguei na igreja e Foi tudo muito rápido, já me batizei, tudo, e eu quis muito entrar pro Prei. E vocês eram os líderes do Prei. Olha aí que especial, vocês eram os líderes do Prei. E eu até não me lembro se eu já tinha me batizado, já tinha sido batizada, ou se eu estava no processo, né? E que vocês super me acolheram, super me acolheram e me ensinaram coisas assim, tipo, a gente fez, foram vários sábados que vocês pegaram uns caderninhos lá e me ensinaram várias coisas, viu?
Vocês não lembram, mas eu lembro, ó. Me ensinaram o que que era oração, o que que era jejum, como é que se portava diante do voluntariado, né, como é que eram as escalas. Vocês não olharam com aquele olhar de, ó, ela é nova convertida, vamos dar uma cuidada, né. Não, vocês abraçaram e assim, ó, olha o que Deus tá fazendo na vida dela, o que ela pode fazer na vida de outras pessoas, né, através do Senhor. E E foi muito especial isso para mim, né?
Foi muito especial. E aí eu vejo o quanto esses frutos vieram do Senhor mesmo, né? De que não era só uma comunicação, não era só um jeito, um culto diferente, né? A gente tava falando no nosso café sobre os cultos temáticos, né? Não era só um culto diferente, não era só uma comunicação para jovens, tava tendo transformação de vidas ali, né? E eu acho que Adriano e eu, nossa, nós estamos inseridos nesse lugar de que nós chegamos no Uhu e ali o discipulado, ali a vida, ela transformou nossa vida.
Hoje nós somos pessoas completamente diferentes do que quando nós entramos no Uhu pela primeira vez, né?
E eu acho que os cultos temáticos, né, marcou uma geração ali, marcou uma geração.
Não só os cultos como também o retiro, né? Assim, canas do retiro.
É porque era uma estética toda pensada. De onde veio, né, as ideias? Que eu me lembro de séries de pregações, por exemplo, envolvendo, gravando dentro do cinema. Então cada pregação, cada culto era um tema de um filme. Era uma galera fantasiada ali, né? Personagens, cuidando agora as palavras.
Eu acredito, essas construções assim é de ouvir as pessoas, porque a gente ficava horas só soltando ideias. Essa ideia é boa, essa ideia é ruim, vamos fazer isso, vamos fazer aquilo. Então acho que isso foi inspirando assim, né? Tanto que eu tenho muita recordação assim, eu e o Carlinhos assim pensando juntos o que que a gente vai fazer no Ministério de Oração a não ser orar. É o mais importante, né, galera?
Vocês são convidados para fazer o Ministério de Oração. Pensem um nome, vamos fazer alguma coisa aí, vamos fazer acontecer, vai acontecer.
Porque nós acostumados, né, também no nosso contexto ali também do círculo de oração, né, de estar junto, de orar junto, ouvir as pessoas. Mas a gente também entendia esse propósito: se a gente quer alcançar mais pessoas, a gente também precisa ensinar as pessoas. Né? A gente, a própria palavra, né, nos ensina a orar, né? Então por que não começar por aí, né? Então tinha muitas ainda, a gente pensava, vamos fazer então, sei lá, algumas.
A gente também inventava série dentro do próprio ministério também, né? Vamos falar sobre o livro, né, Louco Amor, né? O cara fala muito ali e nos ensina a orar, né? Então vamos tentar criar assim. Então eu acho que essa questão assim de tu estar é com o coração naquilo, sabe? E pensando como transformar aquela vida e a pessoa realmente gostar também, né, do que tá fazendo. Eu acho que faz a diferença, né? Então também te ouvir, eu não lembrava também desses detalhes assim, né?
Mas é muito bom assim ver, né, essa questão da construção. Mas o ponto é ouvir as pessoas, eu acho que é sobre isso. Então nesse ambiente onde a gente construía as coisas, a gente ouvia uns aos outros. Então ali saíam ideias, ali saíam inspirações, né? Porque ninguém constrói nada sozinho no reino. Então eu acho que esse é um ponto assim que marcou assim a minha vida, né? Não, tipo, não, vamos pegar essa ideia, vamos unir, tá? Então vai sair isso aqui dessas ideias.
Isso aproxima.
Fora, Salita, para sair uma ideia era uma reunião assim, era só ideia boa, gente.
Não, e era tudo assim, a ideia já vamos colocar em prática já para essa semana, já tem que dar um tempo, entendeu? Não tem aquilo de ai, Mas não foi me avisado há tanto mês.
Manda um email, faz o pedido.
Não, é a reunião, é agora. Ah, vamos fazer isso hoje?
Vamos pegar, não sei, para sexta já tá em prática.
Acho que é justamente isso, né? A cultura do feedback, ela é muito boa quando ela é estabelecida em sequência, justamente porque tu tá com as coisas frescas na tua mente. Então, como passou sábado Então tu tá com aquilo fresquinho assim, tu senta com 8, 10 ali para conversar, né? E tu já ajusta. Ó, isso aqui não foi legal, a gente consegue ajustar porque sexta-feira começa nosso ritmo de novo, mas vamos fazer um pouquinho diferente.
Isso, o que que não deu certo aqui? Vamos melhorar aqui. Recebemos esse retorno aqui para receber as pessoas.
Como é que a gente faz para as pessoas aceitarem Jesus e receber uma oração no meio de várias pessoas que estão chegando, né? Pelo menos eu me lembro de muita gente a partir das séries temáticas, dos evangelismos no Parcão. Muitos jovens chegando, muitos jovens chegando, é muita gente chegando, né? Então acredito que pelo que eu vi e recebi da parte de vocês que estavam construindo na essência, eu vi vocês agindo estrategicamente.
Pô, tem muito jovem, muita gente chegando, né? Culto que tinha 30 começou a ter 180. Começou a ter 200 pessoas, né? E isso foi cada vez mais aumentando. E eu vi vocês agindo estrategicamente. Como é que nós vamos saber dessas pessoas, o nome delas? Como é que a gente vai pegar o número delas? Como é que a gente vai conectar elas? Como é que a gente vai fazer com que elas sentem na mesa, venham na sexta-feira para participar de um momento de palavra, de troca, de tribo, né? Eu vi vocês agindo muito nessa maneira assim.
É, a gente também pensava muito nos evangelismos, né? O Felipe foi um pioneiro também, né, pensando nos nos evangelismos no parcão onde a gente ia ali, né? De marronzinho, água quente, era muito bom.
Carlinhos tem muita história disso daí, ó. Muita, muita bastidor. Só quem viveu o college esse ano sabe ali um terço dessa história aí, ó.
Só água quente no parcão.
Professor do college, professora do college.
Mas eu acho que também uma coisa no IU que é uma essência é não fazer as coisas só porque elas têm que ser feitas, mas porque a essência é tu ser amigo daquela pessoa, tu trazer aquela pessoa para o Senhor mesmo, né? Aquela pessoa tenha uma transformação de vida. E eu acho que esses cultos temáticos foi muito essa visão de, ó, vamos falar a linguagem das pessoas e trazer elas para perto, que também era o que vocês estavam vivendo.
Fora da igreja é outra vida, né? Às vezes na escola vocês estavam vivendo coisas diferentes, né? E vocês conectar as pessoas e fazer assim, ó, aqui é um reino de amigos, né? E a gente vive isso até hoje. Acho que esse é um dos, uma das essências do IU, né? Nós somos um reino de amigos.
Aí agora, tentando pegar esse gancho assim e perceber qual foi o momento que mudou, qual foi o momento que vocês decidiram, temos que mudar. A nossa identidade visual. Temos que mudar o nome, temos que mudar essa característica agora de comunicação, ir para internet e para o Facebook falar com as pessoas.
Esse nome, a identidade, o nome, o logo, acho que vai ter que voltar lá atrás, né? Daí eu acho que pega um pouquinho.
Foi bem nesse sentido de a gente querer realmente alcançar essas pessoas fora daquele contexto que a gente tava, fora ali do sol oculto, ali só aquele momento ali do primício e tal. E a gente pensando, né, o Jean pensando nisso, o Abner pensando muito em cima disso, cara, a gente precisa ter um nome que leve a isso, sabe, que leve a esse ponto de, cara, eu preciso alcançar quem está fora também. Então surgiu o nome IO. Então foi aí toda essa ideia pensada, até o próprio logo foi pensado, sabe, assim, de, cara, a gente tem que ser um contexto entre pessoas para fora Bota aí as pessoas para dentro. O quadradinho, ela deslocada do quadrado, né?
E justamente acho que fazendo sentido como uma flecha, né? Tipo, o que que é esse U? O que que é? É você fora das 4 paredes, né? Você indo até as outras pessoas, indo até as pessoas, você comunicando o evangelho, né? Carrega muito uma característica que eu percebo assim, Jesus convidando os discípulos eu acho que traz muito esse impacto, né? Jesus, se a gente for ver a troca dele com os discípulos, ela foi amorosa? Foi. Foi um convite?
Foi. Mas ela também foi bastante confrontante para aqueles caras, porque ainda que eles entendiam o evangelho, entendiam a palavra, ainda não, Jesus ainda não tinha ido à cruz. Mas esses homens foram muito confrontados por Jesus justamente para isso. Eu acredito que foi para isso. Jesus confrontou esses homens num nível que só ele poderia para prepará-los para receber outras pessoas, sem legalismo, sem religiosidade, sem barreira, sem preconceito, mas receber todos, tá?
Mas a gente não tá vendo todos, a gente não tá vendo a multidão ainda, a gente não tá vendo ninguém, a gente é poucos aqui. Não, mas eu tô preparando vocês para que o preconceito de vocês não seja transmitido para os outros e vocês estejam prontos para receber qualquer pessoa. E eu acho que vocês viveram isso muito bem na essência, muito bem na Gente, agora, né, nós tentando olhar, nós já vamos ter passado um pouquinho, né, alguns dias passados aí do salto.
A nossa gravação tá acontecendo e o salto já passou, mas a gente quer ouvir, né, como vocês perceberam, né, que aquilo que era muito maior do que vocês imaginavam e estava impactando as pessoas de fora da igreja. Como vocês perceberam isso? Aquele evento salto que vocês só queriam comunicar uma nova identidade, você só queriam comunicar uma nova identidade quando fizeram o primeiro salto em 2012, vocês só queriam comunicar uma nova identidade.
Como vocês perceberam isso? Vocês imaginavam que muitas pessoas iriam chegar? Vocês já estavam pensando em transformar aquilo num evento evangelístico? Como foi para vocês lidar com isso, com o evento salto?
Só o nome já dava uma pressãozinha, né? Vamos fazer um evento, né? E como fazer esse evento, né? Então eu lembro muito dessa, ainda assim, depois ali da identidade, né, de divulgar a identidade, era o foco ainda atingir as pessoas, né, de fora, né? Pessoas de faculdades, né? Pessoas das escolas, né, de outros lugares. E por isso pensar também num local fora né? Então, fora da igreja, né? Então o nosso lugar ali onde a gente conseguiu, né, realizar os eventos eram a Ubra, né?
Foram a Ubra. O primeiro foi o Cerâmica, né? E depois ali já foi a Ubra. Então é só de pensar, meu Deus, como a gente vai colocar pessoas aqui dentro, né? Como que a gente vai alcançar mais pessoas? Através ali de evangelismo, né? De indo atrás das pessoas, né, no tempo do flyer ali, né, panfletinho, indo atrás de patrocínio, né, tipo dividindo, separando, muita reunião, muita reunião assim, é pensando junto, vamos fazer isso, vamos alcançar ali. Então esse olhar para alcançar mais pessoas era ainda o foco, né.
E um choque também, né, que tu imagina que sair no lugar, vamos fazer um evento né, de lançamento de um nome, lançamento de uma, todo na construção que a gente teve. Tá aqui, apresentamos o nome, tá. O ano que vem a gente vai fazer o quê? Voltar. Como é que a gente vai para Uber? Como é que a gente vai conseguir chegar na Uber? A gente tem alguém que estuda lá? Sim, a gente tem um. Vem cá, vai lá falar e a gente vai conseguir para nós lá o ginásio lá para a gente fazer o negócio lá, cara.
A gente 22, 23 anos, a gente foi lá. Me lembro até hoje, Felipe indo lá conversar com o pessoal lá, bastante gente, fazer um evento assim, assim, né? Vamos ver o que aconteceu, gente. A gente fez um evento gigantesco dentro da Umbra, cara. A gente fez vários eventos dentro da Umbra, gigantesco.
Primeiro salto, ele foi no Cerâmica, né?
Sim, primeiro foi no Cerâmica.
Qual que era a capacidade ali no Cerâmica, mais ou menos? Olha, gente, 300, 400 pessoas no salão lá. E aí vocês foram para a Uhu, que era quanta capacidade?
Quanto desce?
Muita gente.
Teve um que teve, eu acho, umas 3, 4 mil pessoas mais ou menos assim girando ali dentro. Fugiu do controle, né?
Eu lembro muito assim, ó, vamos sonhar, era só o que vinha, vamos sonhar, a gente realmente é para Deus nada é impossível, porque nunca teve números assim, né? Nunca teve tipo coisas concretas.
Vamos viver isso, né? Era um evento gratuito ali, né? Então não tinha muito o que esperar também, ou era 3 pessoas ou era muita gente.
Não, e a gente, eu penso assim, ó, hoje para fazer um salto que tu já sabe o que esperar de um salto, tudo é um evento que demanda, né? Agora tu imagina os primeiros saltos ali na Uber que tu não sabe o que esperar, você não sabe o que que é uma logística direito. São jovens fazendo, né? É pessoas que não têm experiência em evento, não é, não era algo, né, enfim, uma igreja fazer um evento desse porte também. Bah, imagina assim, ó, que loucura.
Eu me lembro até hoje uma banda, eu tava quase que eu cuidava das bandas junto ali, né? Acho que foi no primeiro, no segundo salto na obra, que daí eu tava conduzindo o pessoal da banda, né, para já ir lá E depois eles desceram, eu conduzi eles de novo, né, para os camarins lá da bastidor, para os camarins lá da UGA, lá nos banheiros. E ele me olhou assim, olha, eu queria dar os parabéns para quem tá organizando, né, esse evento assim e tal.
Daí ele, ah, tá bom, é a gente mesmo, nosso grupo. Ele olhou assim, tá, mas como assim? Não, é a gente que tá organizando. Tá, mas vocês é uma gurizada então? Sim, é uma gurizada. E ele ficou apavorado.
Ninguém mais velho?
Uma empresa, gente.
Daí eu me liguei assim, daí eu olhei, cara, a gente tá construindo algo muito doido.
E muita gente chegou através do salto. Exatamente, muita gente chegou através do salto. E eu lembro que eu não fui no salto em 2015, mas eu lembro que 2015 tinha um baita dum— como é que é o nome daquilo que tu coloca o anúncio na— isso, outdoor. Salta e fica aquela coisa tipo, o que que é isso? O que que tá acontecendo? Tu, né?
Enfim, lá onde lançaram o Zuzu, o Panda, DJ Panda, mas vinha não sei da onde esse DJ.
Ninguém conhecia o DJ Panda, ficou conhecido aí, ó.
Mas a gente investia também bastante em propaganda mesmo assim, né? Ia atrás de patrocínio para poder Para poder fazer.
Me lembro do Gênesis falando, gente, vocês têm que ir atrás de patrocínio.
Tinha meta, né?
Tinha meta, gente.
Tantos para ti, tantos para gente.
A gente teve uma ideia muito legal no salto de colocar um— eu não lembro como é que é o nome daquilo, gente, mas é um negocinho, tu entra aí no negócio, eles te puxam e tu sobe assim.
Não lembro, legal. Também não lembro o nome, né? Foi um dos primeiros que a gente teve uma ideia muito legal no salto de colocar um— eu não lembro como é que é o nome daquilo, gente, mas é um negocinho, tu entra aí no negócio, eles te puxam e tu sobe assim. Não lembro o nome, né? Foi um dos primeiros que a gente teve.
Eles te amarram e tu— a gente colocou isso, colocou Touro Mecânico, a gente fez um, aquele com o negocinho de cotonete, tudo a gente conseguiu de patrocínio. Era um evento interativo, era tudo pensado para as pessoas terem um tipo assim, cara, entender essa aqui, onde é que eu tô?
E no final, uma palavra que quero que a pessoa tava precisando mesmo.
Exatamente.
Ela não sabia, mas era isso que ela precisava e buscava ali.
Sim, e já tinham times, pessoas pensando também em orar por pessoas nas filas, né? Tipo, conduzir as pessoas.
Se não era um evento que a pessoa não sabia que não era de uma igreja, não, a pessoa já estava lá ciente que era uma igreja, né?
Já pensado desde a entrada da pessoa até o final, né? Tudo intencionalmente.
E muitas pessoas aceitaram Jesus, né? Sim, muitas pessoas. Que demais, demais!
E o que que vocês acham assim dessa questão evangelística, né? O que que a gente hoje pode resgatar disso? Olhando para hoje, olhando para o futuro, o que que a gente pode resgatar desse momento que o Uhu viveu? E que para a gente continuar, continuar avançando nesse— a gente vive o Salto, o Salto mudou, né? Hoje quem vive o Salto sabe que ele é uma conferência é mais voltado para maturidade, para pessoas de dentro da igreja. Já não impede quem tá chegando, quem não conhece a igreja, de chegar lá e vai conhecer um lado diferente da igreja também, né, vai conhecer algo.
Mas essa questão evangelística, vocês que viveram o ministério de missões também, como resgatar isso para os tempos de hoje?
Eu acredito muito pensando na história do Uhu, né, porque evangelismo a gente com certeza vai continuar fazendo, a gente faz aonde a gente está, né, mas são pessoas, resgatar as pessoas, tem muitas pessoas, né, onde foram alcançadas, né, que hoje também não estão tão ativas, mas eu acho que resgatar as pessoas e continuar contando a história, né, essa história, eu acho que esse momento que estamos aqui hoje nós estamos contando essa história, né, e Isso é o que dá continuidade, né, para as próximas gerações, né.
Alguém colocou o coração ali, pessoas estão colocando o coração, né, estão se entregando por aquilo. E existem diversas formas, né, de levar o reino de Deus, né. E eu acho que as estratégias mudaram muito, os tempos mudaram muito, muito, né. Imagina, a gente passou por uma pandemia, né. Hoje a forma de comunicar é totalmente diferente, né, a própria linguagem, né. Mas o contato do um a um, de tu sentar na mesa, né, de tu conversar, né, de tu buscar resgatar as pessoas, eu acredito que é o que deixa o legado, né, é que vai continuar contando essa história, né.
Porque o evangelismo tu vai fazer aonde tu está, né, no local que tu tá inserido, né, tu vai levar, tu prega com a tua vida, né. Então eu vejo assim, né. Sim.
E acho que tu quer fazer uma pergunta sobre a Monroi.
Gente, assim, ó, olhando para o futuro, né, agora vocês são pessoas que cresceram nesse ambiente, cresceram nesse contexto, ou tem os pais nesse contexto muito envolvido com a igreja. E hoje tem a Manuzinha, 2 aninhos, uma princesa linda. E vocês são muito ativos nisso, né? Serviço, envolver, orar, pregação, oração, muito envolvidos. O coração de vocês continua queimando por aquilo que há 10 anos atrás formou vocês. Né, vocês continuam queimando por isso.
E hoje, né, quando vocês olham para a Manuzinha, a gente tá falando de as próximas gerações, a gente tá falando de consolidar algo para aqueles que estão vendo vocês, né. A gente tá falando de um, né, a gente tem um ministério Kids na nossa igreja muito bem estabelecido em todos os cultos, com muita força, com muita força, muita criança. Como vocês enxergam isso? E aí, claro, né, só um adendo aqui também, os fundadores da Tec estão aqui, os fundadores da Tec estão aqui.
É uma escola totalmente voltada para capacitar pessoas na sua linguagem, para business, tem um foco também em business, para que assim as pessoas vivam a sua vocação na sua área de atuação. E hoje tem um braço aí crescendo na Tec muito com o inglês para as crianças também, né? Então, como vocês enxergam isso sobre o futuro, né? Como vocês enxergam isso para as próximas gerações? Como vocês estão vendo isso?
Sim, eu creio muito, acredito que isso começa em casa, sabe? Assim, da gente passar o que a gente vive, não só na igreja, né, mas a gente passar o que a gente vive também em casa assim. E é muito bom, muito bom assim ver o desenvolvimento dela, sabe assim, dela nos vendo, nos vendo orar, né, inserido no contexto de igreja, sabe assim, mas não sendo só igreja na igreja, mas sendo igreja onde a gente está, sabe assim. Eu creio que isso é algo bem importante assim, né.
Questão do evangelismo, de como fazer evangelismo, Cara, entra nisso também, sabe, assim, de saber administrar o que o Senhor já tem depositado na nossa casa, sabe, de administrar o que o Senhor já tem depositado, né, que a gente está caminhando, né, fazendo, crescendo, colocando a mão. Então ela também, né, viver isso com a gente, sabe assim. Então eu vejo muito desse futuro sendo construído a partir de agora, sabe assim. Não é fácil, né, Porque é uma etapa que a gente tem que administrar muita coisa, muita coisa dela, muita coisa nossa também, né?
Não só, né, de igreja, mas também de família. Mas eu creio muito, sabe assim, de o nosso coração, né, da nossa vida realmente dedicada ao Senhor, sabe assim? De eu pensar no futuro, mas eu pensar no futuro sendo a Manu ou as outras gerações assim, elas também querendo Jesus, sabe? Assim, querendo estar com Jesus, querendo ser apaixonada por Jesus. Qual é o nosso maior legado que a gente pode deixar para nossa filha ou para as próximas gerações?
O nosso amor por Jesus. Sabe assim, elas querer desejar, né, querer ter essa vontade de viver o que a gente vive como igreja. Do que a gente vive como corpo, né, do que a gente vive em casa, sabe assim. Eu quero muito, eu quero muito construir isso. A gente tá batalhando para construir esse lugar onde a nossa casa reflita na igreja e a igreja reflita na nossa casa.
É o reflexo, né. Eu lembro muito da gente falando antes de ter a Manu, né, que quando a gente tivesse a Manu, a gente gostaria muito, né, de passar esse amor pela igreja também, né, de Cristo, né, não só por Jesus, mas também pela noiva, pela igreja, né. Eu lembro que antes de ter a Manu, a gente também tava num tempo onde a gente tinha dado um tempo na parte ministerial, né, então a gente não estava servindo. Eu falei, em torno de 2022, a gente teve um tempo onde a gente dedicou mais pela nossa casa, nossa família, construção também da TEC.
E eu lembro que a gente sempre falava, quando a Manu nascer, a gente também quer estar inserido novamente, né, nesse corpo, entregando o nosso melhor, porque vai refletir na nossa casa, né, o quanto nós estamos também se entregando pela noiva, né, em alcançar mais pessoas, né. E logo em seguida a gente também já retornou e a gente sempre trouxe muito isso, né, se não for na nossa casa, não vai ser na igreja, né. A igreja vai ser o corpo junto, né.
Então Então a gente tem construído isso, né, tem dedicado esse tempo de discipulado em casa, né, para poder alcançar também ela, alcançar também mais pessoas no futuro, né.
Mas ainda falando sobre a Manu, tem um ponto importante que a gente não falou no podcast, que é o IU, além de todas essas transições que teve, né, de saiu de um ministério jovem, primícia, e o ministério IU, esse ano a gente teve uma transição muito muito grande, né, que é o Uhu deixou de ser Ministério Jovem, né, como nós, nós aqui deixamos também de ser jovens, né. Não vamos esconder nada para ninguém, tá, não vamos esconder nada para ninguém.
Nós deixamos de ser jovens, tá, e nós continuamos no Uhu, né. E o Uhu, ele foi abraçando cada vez mais famílias, as pessoas foram tendo filhos e todo mundo congregando nesse Ministério Jovem. Então esse ano a gente teve essa grande transição de deixar de ser Ministério Jovem, de passar a ser um culto principal da Assembleia de Deus, e abraçando as famílias, né? E eu acho que aí, falando da Manu, é como vocês se sentem, né? É esse lugar de onde vocês cresceram, vocês abriram uma grande, né, pioneiros aí desse lugar, fizeram a base desse lugar, e hoje a filha de vocês congrega nesse lugar que é um— já deixou de ser Ministério Jovem, agora é o culto principal da Matriz.
Como é que vocês se sentem assim vendo que ela tá crescendo junto com vocês assim nesse ambiente?
Como a gente se sente?
Feliz!
Não tem como, né? Eu acho que era um dos maiores assim desejos, porque quando tu chega tu vai batendo num teto, né? Tipo, não é mais jovem, e agora? Onde que eu me encaixo, né? Também nessa linguagem. Então a gente se sente feliz em poder estar introduzindo isso na Manu, né? E assim, todos os cultos, né? Hoje a gente também preza muito pela EBD também, né? Esse lugar onde também eu e o Carlinhos também crescemos também e aprender aquilo, né?
Pra nós também foi essencial e a gente vê muito isso assim, né? Vê ela assim olhando as histórias. Então é bem especial.
A gente tá se encaminhando para o final. Tinha que ter, né? Mas a gente quer fazer duas perguntas rapidinhas, assim, ó, tem que vir a primeira coisa que vem na cabeça de vocês, meu Deus, tá? E essa a gente não passou no café. Uma palavra para você. Vem, vem, vem revelação! Não, agora eu sei. Rapidinho, tá? Essa pergunta: existe alguma história dos bastidores que quase ninguém conhece e que representa bem a essência do Uhu? Ai, é rapidinho, tem que ser rapidinho, uma coisa assim, ó, a pressão. Olha, é o que mais tem, mas pode ser algo assim Leve, tá? Ah, tá, tá, calma.
Não é sujeira, por favor, sujeira leve. De novo, amiga, de novo.
É alguma história dos bastidores que quase ninguém conhece, mas que representa bem a essência do UOL.
Ai, Carlinhos, uma de levezinha assim, ó.
Conta aí, ó, uma das tuas loucuradas aí na expulsão aí de Dormindo na obra, gente, dormindo lá na obra para cuidar os equipamentos.
E a gente carregando tablado para poder montar o palco. Sim, a gente consertando os tablados para poder o pessoal conseguir subir neles, né? Porque alguns estavam estragados. A gente carregando os tablados com uma corda amarrada na cintura, correndo.
Ó, o Ministério de Logística aí, ó.
Sempre atuando.
Logística de eventos tá muito tranquila, mas tá muito tranquila.
Pegando umas cadeirinhas, né?
Muito de leve. É a gente construindo um painel. Não tinha painel de LED, né, gente? A gente construindo um painel com não sei quantas lâmpadas escrito G4. Sim, para acender lá o negócio não acendia de jeito nenhum. E a primeira vez que acendeu, apagou toda a luz da igreja.
Teve que desligar coisa aí.
Elétrica em dia. Bruno, então para ti, ó, rapidinho, se tu pudesse voltar para 2010 e dar um conselho para aquelas pessoas que estavam começando, qual conselho tu daria?
Continue, continue entregando, né, o melhor que tenha a oferecer. Porque eu acho que é sobre o ministério, a essência, eu acho que é sobre entrega.
Olha aí, ó, muito bom, gente. Então muito obrigada, gente, muito obrigada pelo, por tudo que a gente aprendeu aqui, por tudo que vocês trouxeram aqui para gente. De verdade foi uma honra gravar com vocês esse primeiro episódio, primeiro, foi uma honra. Muito obrigada. E para a gente encerrar, né, a gente quer te convidar, quer te convidar a se inscrever no nosso canal. Para ti que tá nos assistindo, para ti que tá nos ouvindo aí no Spotify, segue aí nosso, como é que se chama, nosso canal, nosso Instagram, nosso canal.
Segue, compartilha. Tem alguém, eu tenho certeza que tem alguém que tu conhece que chegou no esse ano. Manda para pessoa que chegou aí no Uhu esse ano, tá? E é isso aí. Agora tu fica ligado que próxima semana vai ter outro vídeo aí disponibilizado para te poder assistir enquanto tá cozinhando, enquanto tá lavando uma louça, ou sentar com a família, porque eu quero, eu quero ver esse vídeo com as minhas crianças. Então fica aí a dica. É isso aí, gente. Um beijo e até semana que vem.
Equipe Gentil Goularte
Treinamento de corrida e forçaFernanda Goularte
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Nutricionista clínica e materno-infantilPara Toda Mãe Saber
Orientação para amamentaçãoRamo Semijoias
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