Dor Crônica no Idoso: O Erro de Começar Pelo Opioide
Opioide resolve dor crônica no idoso?
Na prática, pode piorar mais do que ajudar.
Neste episódio do GeriPills você vai aprender:
✔️ Por que evitar opioides como primeira linha
✔️ Como abordar dor de forma multimodal
✔️ Diferença entre dor nociceptiva e neuropática
✔️ Quando considerar opioide com segurança
✔️ Erros comuns no manejo
Uma abordagem prática e aplicável no consultório.
Dê o play e refine sua conduta na dor crônica do idoso.
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- Uso de opioides em idososEfeitos colaterais dos opioides · Abordagem multimodal para dor · Diferença entre dor nociceptiva e neuropática · Erros comuns no manejo da dor
dor crônica no idoso porque evitar opióide como primeira linha olá pessoal muito bem-vindos a mais um geripios a sua pílula diária de conhecimento em geriatria e como sempre vamos a um caso clínico dona maria ela tem 80 anos
Veja lá, chega com uma dor lombar crônica há meses, uma limitação funcional importante, ela já tentou de pirona sem muita melhora. Saiu da última consulta com uma prescrição de tramadol. E desde então, mais sonolenta, mais instável, quase caiu duas vezes. Esse é um cenário clássico. Primeiro ponto, opioide no idoso não deve ser primeira linha para dor crônica. E por que isso?
porque está associado a queda, confusão mental, constipação, retenção urinária e dependência. E muitas vezes com benefício limitado a longo prazo. Segundo ponto, dor crônica no idoso é multifatorial. Ah, mas não era coluna, mas é multifatorial e precisa ter uma abordagem multimodal.
Não existe uma solução única. Terceiro ponto na prática. E o que deve vir antes do opioide? Primeiro, exercício físico é a principal intervenção. Fisioterapia, analgésicos simples, como ela até tentou, adipirona, paracetamol, e tratamento de causas específicas, como osteoartrite.
E em alguns casos antidepressivos, como a duloxetina, que eu gosto de brincar que é a dorloxetina. Neuromoduladoras, como gabapentina, claro que com muita cautela. E o quarto ponto, entender o tipo de dor muda tudo. Se é uma dor nociceptiva, certamente você vai ter uma melhor resposta a analgésicos simples. Se é uma dor neuropática, a estratégia precisa ser outra. Se você não diferencia isso, erra na escolha. E o quinto ponto,
E quando usar opióides. Na dor refratária à intensa, refratária a outras medidas e quando tem um impacto funcional importante. E mesmo assim, comece devagarinho. Vá devagar, reavalie frequentemente. O sexto ponto é um erro clássico. Prescrever opióides rápido e não acompanhar de perto. Na prática, um roteiro simples é muito bom. Vou mostrar pra vocês agora.
Identificar tipo de dor. Inicie medidas não farmacológicas. Use analgésicos simples primeiro. Reserve o opioide para casos selecionados e sempre reavalie. Geriatria é tratar dor sem piorar o paciente, por favor.
Se você quer se aprofundar nesse tipo de manejo com segurança, conheça o GeraUpdate, com casos clínicos semanais, artigos atualizados, clube de revista e acesso à Gera. É isso aí, pessoal. Um grande abraço e até a próxima.