“Guerra cirúrgica” é o completo oposto do terrorismo
- Guerra cirúrgica no IrãAtaques a lideranças militares · Morte do líder iraniano · Ferimentos ao sucessor · Mísseis penetrantes · Contraste com terrorismo
- Terrorismo e Guerra ModernaMorte de civis · Intimidação de população · Bombas em locais públicos · Guerras históricas · Diferenças éticas e estratégicas
- Caso do governador do Distrito Federal e BRBPatrimônio do DF como garantia · Decisão judicial contra oferta · Empresas públicas envolvidas · Análise do STF · Envolvimento de ministro
- Denúncia contra autoridades políticasLigação com Comando Vermelho · Envolvimento de desembargador · Presidente da Assembleia Legislativa · Ex-deputados · Organizações criminosas como terrorismo
Ouça agora Alexandre Garcia, opinião independente de um dos maiores jornalistas do país e que você encontra aqui na Gazeta do Povo. A situação está cada vez mais envolvendo o governador do Distrito Federal, no caso Master. Agora envolvendo já judicialmente, porque um juiz de uma vara de fazenda pública aqui do Distrito Federal
do patrimônio do Distrito Federal, de empresas públicas do Distrito Federal, como a Caesb, que é a Companhia de Águas e Saneamento, como a Terra Cap, que é a empresa que administra o território do Distrito Federal, que foi totalmente desapropriado para fazer o Distrito Federal e as instalações estatais, de fornecerem seus bens patrimoniais
para o BRB, o Banco Estatal do Distrito Federal. Coisa que até o governador já assinou. E o juiz enviou tudo isso para o relator do caso Master no Supremo, o ministro André Mendonça. Ou seja, agora está oficialmente lá o caso de Brasília. Vai ser difícil o governador explicar essa. Bom, eu queria falar para vocês também sobre uma denúncia que agora está chegando ao Supremo por parte da Procuradoria Geral da República,
em que a gente vê que tem razão o governo americano em relação às organizações criminosas brasileiras. Ele quer considerar o governo americano como equiparado a terrorismo. A gente não faz aqui equiparação, olha, é crime análogo, não sei o quê. O Supremo pegou crime de racismo, aí botou homofobia equivalente a crime de racismo. E o governo americano quer dizer,
Olha, organização criminosa que trabalha com narcotráfico é terror porque destrói os países. Os narcóticos destroem a força nacional principal, que é a própria nação, a população. Destrói a família, destrói as pessoas, destrói as gerações mais jovens. E aí a denúncia da Procuradoria Geral da República envolve relações com o Comando Vermelho, no Rio de Janeiro,
integrante do Tribunal Regional Federal de lá, com presidente da Assembleia Legislativa, o desembargador é Macário Judici Neto, presidente da Assembleia Legislativa, Rodrigo Bacelar, e o ex-deputado tal de TH Joias, Tiago Raimundo Oliveira Santos. Ela está indo para o Supremo agora para saber se aceita essa denúncia. E queria falar com vocês também,
Sobre a guerra. Vocês notaram que guerras modernas são cirúrgicas? Vocês não viveram isso. Eu vivi. Eu lembro. Criança. Destruição completa de cidades. Dresden não ficou pedra sobre pedra. Antes de Dresden, Coventry, na Inglaterra. Os alemães primeiro arrasaram Coventry. Bombardeio maciço. Aí a resposta foi Dresden. Hoje não. Hoje os ataques são cirúrgicos. É para matar os chefes.
os cientistas de bomba atômica, os que comandam a guerra e o líder do país. Foi morto o Aetolá. E agora a gente fica sabendo que o filho dele, que o sucedeu, estava perto, não morreu. Mas consta que perdeu uma perna e ficou com o rosto desfigurado. Aqueles mísseis penetrantes que penetram a casamata subterrânea furando o concreto, o aço, seja lá que for, até chegar lá.
E ele não apareceu mais depois disso. Por outro lado, os iranianos anunciaram que atingiram o Netanyahu e ele, em seguida, se mostrou tomando café. Provavelmente com algum jornal perto para mostrar que era naquele dia, que está intacto. Isso é o oposto, essa guerra moderna, do terrorismo, que mata inocentes para aterrorizar. Eu tenho visto isso também. Eu cobri guerra lá no Oriente Médio,
cobrir terrorismo na Argentina, em que metralhavam parada de ônibus, simplesmente. O café embaixo do meu escritório na Florida, lá dentro puseram uma bomba, explodiram, mataram todo mundo. Os bombeiros foram chamados para limpar a rua que estava com sangue correndo pela sarjeta, para a população ficar intimidada e obedecer aos terroristas. Esse é o outro lado. Esse é o lado muito mais cruel de uma guerra. Só para atualizar vocês.
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