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Política externa de Lula erra de novo após ataque ao Irã

02 de março de 20266min
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Alexandre Garcia critica Lula por posição do Brasil no ataque ao Irã, fala sobre articulações políticas no Brasil, bilhetes de Bolsonaro e críticas ao STF.
Assuntos6
  • STF e Politizacao do JudiciarioAção do ministro Gilmar · Processo sobre irmãos e empresa de Toffoli · Poder do legislativo vs judiciário · Abertura de sigilo bancário · Mandado de segurança
  • Navios iraniano no Rio de JaneiroNavios considerados terroristas pelos EUA · Pedido americano para impedir aportagem · Permissão do governo brasileiro · Carregamento e descarregamento sem fiscalização
  • Terrorismo em Cabo DelgadoBomba na AMIA · 300 quilos de dinamite · 80 mortos e 300 feridos · Autor que agora é chefe da guarda revolucionária · Condenação pela justiça argentina
  • BolsonaroApoio a candidatos ao Senado · Recomendações políticas · Lamentações sobre divisões entre apoiadores · Defesa da Michele
  • Relacoes EUA-IraComparação com regime anterior do Xá · Tratamento de mulheres no regime islâmico · Possibilidade de restauração monárquica · Silêncio de feministas brasileiras
  • Situação pessoal de políticos e personalidadesCuidado com filha Laura · Cirurgias no nariz da filha · Ocupação com vida familiar · Idade da filha
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Vamos agora Alexandre Garcia, opinião independente de um dos maiores jornalistas do país e que você encontra aqui na Gazeta do Povo. Bom dia. Cada vez que há um grande evento internacional, a política externa brasileira, comandada por Lula, pega o lado errado. É incrível. Saudades dos tempos em que a política externa era do país e não do governo. Pragmatismo responsável.

Péssimo serviço de informação, perdão. Mas dois dias antes do ataque, ele não tinha nenhum indício de nada. Tanto que disse, falou lá em, acho que foi em Minas, é, agora o Trump está ameaçando o Irã, tem que dar um paradeiro nisso. E o Trump já estava, a mobilização logística mostrava que era isso que ia acontecer, mas ele não, parece que não tinha informação de nada.

morto o Ayatollah, é morto o ex-presidente amigo de Lula, o Ahmadinejad, e o Itamaraty soltam a nota condenando o ataque, dizendo que isso tem que ser feito com negociação. Negociar com um terrorista? Acho que nem uma criança de jardim de infância teria essa percepção. Claro que só negociar com um terrorista depois de atacar o terrorista. Aí o terrorista quer negociar, senão o terrorista não quer negociar.

o chefe da guarda revolucionária. Assumiu outro. Quem é outro? Eu conheço. O Vahid. Porque eu cobri Buenos Aires por muito tempo. Em 1994, ele chefia o grupo que botou 300 quilos de dinamite na AMIA, que é uma associação mútua de solidariedade, assistência judaica, lá em Buenos Aires. Matou 80 pessoas. Feriu 300 pessoas. Ele foi condenado. E está.

sendo procurado pela justiça argentina, agora é o chefe da Guarda Revolucionária. Ele era o número dois. O governo americano matou 48 cabeças, mas ainda tem gente, ainda tem gente, está faltando ainda. Aí a gente vê a amizade do governo brasileiro, os dois navios, eu não sei se eram duas fragatas, que o governo americano considera navios terroristas. Quando o governo americano soube que eles iam aportar no Rio de Janeiro,

pediram que o governo brasileiro não permitisse, mas o governo brasileiro, ainda assim, não, fiquem à vontade. Carreguem ou descarreguem, aí ninguém ficou sabendo que foi carregado ou descarregado. Essa amizade. E foi lá, foi um ataque, está sendo um ataque cirúrgico, para livrar o povo da opressão e deixar que o povo decida. Se quer voltar ao regime monárquico, que tem um na linha de sucessão, filho do Reza Parlevi, ele deve ser filho da Faradiba.

que a primeira mulher do chá, a Soraya, só deu mesmo o nome de muita gente aqui no Brasil. Ela foi um nome muito... Ela foi muito popular no mundo. Depois ela foi para o Egito, se não me engano. Mas, enfim, era o chá da Pérsia, o Irã, era um país ocidental. Quando os ayatolás assumiram, as mulheres passaram a ser tratadas como vaca, mula, égua. Era isso, animal. Era o homem aqui e a mulher lá embaixo.

para eles, fez a mulher para servir o homem, apenas isso, não podia nem mostrar a cara. E aí eu vejo as feministas aqui no Brasil caladas, em vez de festejar a queda desse, tomara que tenha caído o regime também, o regime teocrático. Hoje eu dizia para um amigo beneditino, a única teocracia que existe é a Santa Sé, mas é uma teocracia democrática. O Vaticano e a outra é o Irã, que está se acabando. Bom, queria mencionar para vocês, eu vi lá,

Flávio. Flávio estava de colete à prova de bala. Ele quer evitar um novo Adélio Bispo. Depois do que aconteceu com o pai dele, não foi sequer esclarecido até hoje. E teve em cima do palanque, estava lá Bia Kicis, que é candidata com a Michele ao Senado aqui por Brasília. Mas eu queria falar sobre os bilhetes, agora bilhetes da prisão, com recomendações de Bolsonaro. Apoiando Marcos Polon para o Senado do Mato Grosso do Sul, num outro bilhete, lamentando as fofocas,

entre bolsonaristas, direitistas e defendendo a Michele. A Michele está cuidando. A filha deles, a Laura, está com 15 anos, fez duas cirurgias já no nariz e a última demorou cinco horas. Então, eu imagino que ela esteja muito ocupada mesmo com a filha. Bom, só para lembrar essa aberração do Gilmar de entrar num assunto que estava com o André Mendonça, é o juiz natural do Master, derrubando uma decisão

forte, que é o Poder Legislativo, que é o representante do povo, de abrir o sigilo dos irmãos do Toffoli e da empresa do Toffoli. Foi uma coisa, uma aberração. Tirar um processo que já estava acabado, tirou da gaveta, já estava encerrado lá no tempo da pandemia. Aí, naquele processo, ele conseguiu uma carona e deu um habeas corpus num mandado de segurança. Não, não pode abrir o sigilo.

do ridículo, de praticar uma aberração, certamente avaliando que seria menos danoso do que abrir o sigilo das contas, sigilo bancário da Mari Dias Toffoli, ou Mari DT, ou Marília Dias Toffoli, de Brasília, Alexandre Garcia. Você ouviu Alexandre Garcia. Os maiores nomes do jornalismo brasileiro estão na Gazeta do Povo. Garanta o seu acesso ilimitado a colunas, notícias,

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