Prisão domiciliar para Bolsonaro não quer dizer que o abuso acabou
- BolsonaroConcessão de prisão domiciliar · Condições impostas · Restrições de visitas · Monitoramento com tornozeleira · Crítica ao tratamento diferenciado
- Risco GeopoliticoPapel do Supremo · Constituição · Direito de defesa · Juiz natural · Liberdade de expressão · Conflito de prioridades
- Tecnologia Seguranca PublicaViolência urbana · Incêndios em transportes · Domínio de municípios · Atividades na Amazônia · Recusa em reconhecer narcoterrorismo
- Critica PoliticaInjustiças contra manifestantes · Ministério de Direitos Humanos inativo · Vandalismos e destruição de patrimônio · Punições desproporciais · Comparação com período anterior
- Reuniões diplomáticas e governamentaisConvocação de autoridades · Presidente do Banco Central · Presidente do BNDS · Diretor da Polícia Federal · Crítica à ingerência do Supremo
- CorrupçãoSaque de R$ 2,7 milhões · Assessor de deputado do PL · Deslocamento para Recife · Prisão e soltura · Quantidade de dinheiro · Envolvimento de amigos
- Lei AntifaccaoAssinatura do presidente Lula · Regulamentação de fações · Medidas legislativas
Ouça agora Alexandre Garcia, opinião independente de um dos maiores jornalistas do país e que você encontra aqui na Gazeta do Povo. Pois é, o mesmo juiz que era vítima da tentativa de golpe e que relatou o inquérito e que julgou é agora o executor da sentença.
pode sair do hospital. Ele saiu da UTI um pouco mais de 24 horas, está no quarto, vai para casa. Por 90 dias vai ficar sob observação proibidas visitas. Os filhos, se quiserem visitá-lo, tem hora marcada e dia marcado. Não pode visitar qualquer hora que sente saudade do pai. E o Eduardo não pode. Só pode estar com ele lá, a mulher dele e a filha do casal, a Michelle e a Laura.
Os advogados também têm que ter hora marcada, passar lá pelo 19º batalhão e marcar. E vai ter que usar a tornozeleira em casa. Enfim, continua o exagero, o arbítrio e o ineditismo dos tratamentos dados a Bolsonaro, ao Felipe Martins, ao ex-ministro da Justiça. São alguns dos prisioneiros favoritos.
Enquanto isso, Moraes espera mais esclarecimentos, o povo espera mais esclarecimentos sobre o contrato de 129 milhões, agora que a polícia está investigando mais celulares de Vorcaro e agora que o ministro André Mendonça mandou, e o último prazo é nesta quarta-feira, mandou ao Columbre ler no Congresso a prorrogação por quatro meses
investigações dos que roubaram dos velhinhos da Previdência. Enquanto isso, Lula assinou lá a lei antifacção. Nós estamos num país em que tocam fogo em ônibus, tocam fogo em automóveis, dominam municípios na Amazônia, áreas do Rio de Janeiro, e o governo brasileiro não quer reconhecer que isso é narcoterrorismo, como quer o governo dos Estados Unidos. Vai acabar que o governo dos Estados Unidos vai considerar
com o terrorismo mesmo, as facções brasileiras. Por falar em facção, ontem o presidente supremo, Fachin, chamou no seu gabinete o presidente do Banco Central, Galipo, o presidente do BNDES, Mercadante, e o diretor da Polícia Federal para uma reunião sobre como combater o crime, como se ele fosse ministro da Segurança Pública e ministro da Justiça. Eu achei muito estranho isso.
positiva poeril, inocente, ingênua, de tentar dividir as atenções. Olha, não, a principal preocupação do brasileiro é a segurança. Então o Supremo está se preocupando com a segurança. Não, nós queremos ter segurança jurídica. O Supremo teria que tratar de segurança jurídica, ou seja, seguir ao pé da letra a Constituição de que o Supremo é guardião. Aí nos daria segurança. Direito de ir e vir, direito de ampla defesa,
Tribunal de exceção, o juiz natural, o devido processo legal, a liberdade de expressão. Isso está na Constituição. A gente quer ver isso cumprido, e não foi. Esse inquérito do fim do mundo está sendo um período de sete anos de arbítrio. Bom, eu queria falar, estou falando de crime aqui. Gente, é incrível. Foi preso um assessor de um deputado do PL de São Paulo. Deputado diz que não tem nada a ver com isso.
O deputado Vinícius Carvalho disse que demitiu o sujeito no dia que ele foi preso. Mas ele era assessor do deputado e foi de São Paulo a Recife para sacar a bagatela de 2 milhões e 700. Gente, procure sacar 10 mil. Você vê a quantidade de nota que tem. Ele sacou 2 milhões e 700. Deve ter levado um carrinho. E ele disse que tinha ido a Recife para almoçar com um amigo. Aliás, os amigos foram presos lá.
Depois veio aquela audiência de custódia e todo mundo foi solto. Fernando José Palma Sampaio, também advogado. É uma coisa incrível como viseja, como visejava nos anos atrás a corrupção quando os dirigentes consideram isso que faz parte da natureza, da natureza humana. Talvez isso seja para eles direitos humanos, porque tem um Ministério de Direitos Humanos hoje que não mexeu uma palha
as injustiças que foram feitas com manifestantes. Todo mundo considera que tem que pegar quem quebrou, quem estragou o patrimônio público. Agora, quem pintou com batom, pegar, acho que foi 14 anos, a Débora do batom, meu Deus do céu. Aí entra a raiva, o arbítrio, o ódio, a vingança, alguma coisa assim, com o objetivo, claro, de impor o temor das pessoas, como fizeram durante a pandemia. A pandemia foi a experiência.
a aplicar. Mas agora parece que os deuses mandaram vorcaro para separar o joio do trigo. De Brasília, Alexandre Garcia. Você ouviu Alexandre Garcia. Os maiores nomes do jornalismo brasileiro estão na Gazeta do Povo. Garanta o seu acesso ilimitado a colunas, notícias e análises. Acesse gazetadopovo.com.br barra Alexandre Garcia. Música