Brasil tem de se mexer para garantir venda de carne para a Europa
Alexandre Garcia
- Venda de carne para EuropaRestrições sanitárias · Mercado brasileiro · Carne argentina · Carne uruguaia
- Míssil russo SatanásAlcance de 35 mil quilômetros · Intimidação para o equilíbrio de forças · Guerra da Ucrânia · Forças russas
- Histórico de guerras e erros políticosPrimeira Guerra Mundial · Segunda Guerra Mundial · Invasão da Polônia · Guerra do Vietnã · Guerra Irã-Iraque
- Consequências econômicas das guerrasPetróleo · Combustíveis · Petrobras
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Bom dia. Uma notícia que saiu aqui de Portugal, da agência Lusa, e que pode afetar muito o Brasil inteiro, principalmente a produção do agro. Começar pela produção do agro, mas consequências em toda parte. Uma proibição com bases sanitárias da compra.
de bens brasileiros, de produtos brasileiros que vêm da terra. De carne, de animais, de pelo e de pena, e de escama, da água também, proteína da terra e da água, mel, que é um grande produtor de mel, por exemplo, pode sentir, a partir de setembro. Dizendo que é um contato lá de... é uma coisa de...
Enfim, de contaminação. Não é nada de IP e Anvisa, mas é contaminação e é muito sério. Porque o mercado brasileiro por ano desses produtos está em quase 2 bilhões de dólares.
E eu não vejo, eu vejo, por exemplo, nos restaurantes aqui em Portugal, restaurantes de carne, eu vejo a propaganda da carne argentina e carne no cardápio, carne uruguaia, carne argentina, não tenho visto carne brasileira. Provavelmente, em alguns restaurantes que está lá escrito churrascaria brasileira, rodízio brasileiro, aí pode ser que seja carne brasileira. Mas não vai poder chegar aqui.
a partir de setembro, se o governo brasileiro, que foi surpreendido por essa medida, não se acertar no lado sanitário. Até onde eu sei, parece que hoje já vão tentar reuniões com autoridades europeias da área da certificação de saúde animal. Bom, também aqui na Europa, países europeus ficam todos à mercê de armas nucleares da Rússia.
É a questão da intimidação para o equilíbrio de forças no mundo. Que a Rússia está agora terminando os testes de um míssil que tem um alcance de 35 mil quilômetros. Como nós aprendemos na escola, uma volta à terra no Equador dá 40 mil quilômetros. Então esse míssil pode, já que não vai...
Não vai circular a terra em cima do Equador, ele pode atingir qualquer parte do mundo. A OTAN está chamando esse míssil de satanás. Os russos chamam de barbat, algo assim. O que é? O Putin se sentindo enfraquecido, ele está há 26 anos no poder. Na guerra da Ucrânia, que ele viu que...
Não era assim que ele ia conseguir dobrar a Ucrânia. Pensou que fosse dobrar a Ucrânia em poucos meses, ou em semanas. Não foi nada disso. Enfraqueceram as forças russas, enfraqueceu o moral russo.
Uma arma, uma arma para assustar o mundo e assustar a Europa. Estou registrando isso porque também foi um assunto de hoje com amigos portugueses sobre as armas, sobre o poderio de China, de Estados Unidos. Eu estava contando para eles com menos idade. Olha, sempre foi assim. Os erros dos políticos.
arriscando guerra, deu a Grande Guerra, que depois virou a Primeira Guerra Mundial, porque chegou a Segunda. Também erros de novo, de Chamberlain, de Daladier perante von Ribbentrop. Nas conversas, eu não lembro em que cidade foi, que receberam garantias de que a Alemanha não ia invadir nada.
Ah, ganhamos a paz. A Alemanha, dia 2, 13 de setembro, invadiu a Polônia e começou a Segunda Guerra. Assim foram os franceses no Vietnã, os americanos no Vietnã, a guerra Irã-Iraque. Essas guerras são muito boas para a indústria bélica, mas nunca são boas para a população.
nem para os soldados. E é a população que fornece seus filhos para as guerras. Então fica aqui o registro. Aqui na Europa a gente se sente mais próximo. No Brasil tem um oceano atlântico entre as guerras, ou um pacífico.
que fica mais longe ainda, fica do outro lado da América do Sul. Nós somos um país pacífico, mas nós temos que estar atentos a isso, com as consequências econômicas no petróleo, nos combustíveis, como agora, eu hoje...
Enche o tanque por um preço muito mais caro do que enchia no ano anterior. Já me aconselharam, eu estou entrando na Espanha, e lá na Espanha ainda está mais barato, ainda estão segurando o preço. Mas é isso, é um mundo ligado. O que acontece lá nas montanhas do Irã, acaba de um jeito ou de outro batendo na Petrobras e nos postos de combustível no Brasil. De Chaves, norte de Portugal, Alexandre Garcia.
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