Guerra afeta fornecimento de fertilizante para o agro, mas governo não se mexe
Alexandre Garcia
- Indicação Jorge Messias ao STFReputação e saber jurídico · Comprometimento político
- Fertilizantes e Insumos AgrícolasDependência de importação · Impacto da guerra
- Inovação na AgriculturaUso de drones · Agro 4.0
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Bom dia. Vocês sabem que a Confederação Nacional da Agricultura, há uns 40 dias, alertou o presidente Lula, pediu para o presidente Lula que mobilizasse a política externa brasileira, que ele se mobilizasse, afinal ele é tão amiguinho dos ayatollahs do Irã.
Nessa questão do Estreito de Hormuz, o fornecimento de matéria-prima para fertilizantes da agricultura brasileira. Nós, infelizmente, embora tenhamos fertilizantes, mas estão em território indígena e a gente não pode usar, a gente tem que importar fertilizantes e fica na dependência. Quando há uma guerra, é um problema.
A menos que o presidente da República resolva, como Bolsonaro resolveu. Bolsonaro fez uma viagem, na mesma viagem ele foi à Ucrânia falar com Zelensky, depois foi a Moscou conversar com o Putin. E o Putin, inclusive, pôs cadeira e mesa para ficar bem pertinho do Bolsonaro e conversarem bastante.
e garantir o fornecimento dos fertilizantes que vêm de lá. Pois agora a gente está com um problema sério de preço de fertilizante, porque o governo brasileiro simplesmente, talvez é porque não goste do agro, aí por um ato falho, não se mexe a respeito disso.
E para falar também de agro-brasileiro, que é moderníssimo, eu lembro que nos anos 70 eu cobria, inclusive, a Bolsa de Chicago e o meio-oeste brasileiro era muito mais que a produção do agro-brasileiro, que em geral vinha dos estados do sul. Pois agora nós temos o nosso centro-oeste, nosso oeste, que está mais avançado que o meio-oeste americano. Nós somos exemplos.
Eu estou dizendo isso porque muita gente não sabe, na cidade, que o drone está sendo usado pelo Agro 4.0. Só neste ano vão comprar 15 mil drones. Tem 35 mil drones já operando. O potencial é de 200 mil drones para a pulverização da lavoura.
Em geral, drones transportando 20 litros de defensivos. Mas tem drones também que transportam 100 litros de defensivos. Só está faltando o operador dos drones, o piloto. Está precisando atrair jovens para essa nova atividade.
É assim, o mercado de trabalho vai criando novas atividades na medida que outras vão ficando para trás. O agrimensor, por exemplo, ficou para trás depois do GPS. Mas está aí, mais uma novidade, piloto ou operador de drone para cuidar dos alimentos que a terra produz para os brasileiros e para o mundo todo. Nós, em cada cinco pratos no mundo, um prato tem comida brasileira.
Bom, e uma outra questão, é preciso que a gente bata nessa tecla. Aquela fala do presidente da Gazeta do Povo está martelando na consciência de muito senador. Senador que, dizem as notícias, já estava comprometido em dar maioria para aprovar o Messias.
Aprovando o Messias, não se renova o Supremo, não se recupera a instituição Supremo Tribunal Federal. Não, a gente tem que mudar pondo pessoas realmente de notável saber jurídico e que tenham reputação ilibada. Mas, por enquanto, o que está se observando é que, tendo 35 anos e sendo submisso àquele que indica,
No caso de Lula, que indicou o advogado do PT, Toffoli, indicou o seu ministro da Justiça, Dino, indicou o seu advogado no Lava Jato, Zanin, agora está indicando o seu advogado, que estava levando uma nomeação da Dilma para livrar o Lula da prisão depois de condenado.
Esse é o homem que deveria ter notável saber jurídico, é um jovem ainda, difícil ter notável saber jurídico e ser um desconhecido. Quando Dilma pronunciou o nome dele, todo mundo, que nem sabia que existia Messias, interpretou como Bessias. E essa é a grande questão depois que o relator já disse que está tudo bem com ele.
pode ser submetido à sabatina. A sabatina é para saber se tem notável saber jurídico. Não é para fazer perguntinha política, de saber se apoia ou não apoia, aquela fofoca ou qualquer outra. De Marcélia, Alexandre Garcia.
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