COLLET E CASTRONEVES ANIMAM PARA INDY 500 + DI GRASSI APOSENTA | Sprint GP
A Indy já abriu oficialmente a temporada das 500 Milhas de Indianápolis com a semana de testes — e já com surpresa no topo da tabela. Após os dois dias de atividades abertas, o estreante brasileiro Caio Collet cravou o melhor tempo e terminou na liderança.De volta ao lendário oval, Helio Castroneves também chamou atenção. Depois de fechar o primeiro dia em segundo, o veterano caiu para apenas a 32ª posição ao fim da quarta-feira.O que esses resultados dizem sobre as chances dos brasileiros nas 500 Milhas de Indianápolis, em maio? O Sprint GP discute o tema com Giovani Danjo na apresentação e comentários de Marcos Gil e Daniel Balsa.O programa também aborda a Fórmula E, que teve uma semana movimentada: Lucas Di Grassi anunciou que vai se aposentar da categoria em 2026, enquanto Mitch Evans se prepara para encerrar a trajetória de uma década com a Jaguar. Além disso, o IMSA SportsCar entra na pauta com a disputa do GP de Laguna Seca neste fim de semana.
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Giovani Danjo
Daniel Balsa
Marco Gil
- Resultados testes Indy 500Desempenho de Caio Collet · Hélio Castroneves
- Aposentadoria de Lucas Di Grassi
- Futuro de Mitch Evans na Fórmula E
- IMSA SportsCar e GP de Laguna SecaFelipe Nasser · Dudu Barrichello · Felipe Fraga
Novos Peugeot 208-2008, agora na versão híbrida.
Alô amigos ligados no Grande Prêmio na GPTV, bem-vindos a mais uma edição do Padox Print, a edição desta semana. Sextou mais uma vez no Grande Prêmio e vamos falar muito sobre o mundo do automobilismo. Obviamente um final de semana marcado pelo retorno da Fórmula 1, o GP de Miami, mas tivemos já uma semana inteira para falar sobre isso, tanto nos nossos programas quanto também...
nas redes sociais, no site grandepremio.com.br, então você acompanha toda a cobertura também, é claro, além da transmissão de classificação sprint, sprint, classificação e corrida em segunda tela no Grande Prêmio, então temos, obviamente, muito material para analisar e para aprofundar.
nesse GP de Miami, então vamos é claro tirar um tempinho, tirar um pouco menos de uma hora dessa sexta-feira para falar sobre outros assuntos, para falar um pouco sobre a Indy que vai se encaminhando para o final de semana mais importante da temporada para as 500 milhas de Indianapolis e já tivemos o início das atividades lá em Indy, lá em Indianapolis, com os testes abertos, com o início também do programa de adaptação.
dos novatos e também os refreshes, os testes para pilotos que estão retornando, fazendo uma participação única nas 500 milhas de Indianápolis. Tivemos resultados expressivos pelos brasileiros, tanto Caio Colé, quanto também Hélio Castro Neves, em especial no primeiro dia, o Colé no segundo dia liderando a tabela de tempos. Uma grande e uma grata surpresa também para o piloto que é novato, é estreante.
nesta prova, então obviamente vamos falar bastante desta semana importantíssima para o calendário, para a temporada da Andy lá nos Estados Unidos, também vamos falar de Fórmula E, uma semana que obviamente antecede o EP de Berlim, sétima etapa da temporada 2025-2026, mas também uma semana que trouxe...
muitos fins, muitos finais. O fim da jornada de Lucas de Graça na categoria, que é um dos grandes nomes da história da Fórmula E, campeão, primeiro vencedor de corridas e também um piloto que esteve desde o dia 1, desde o primeiro dia, lá na categoria de monopostos elétricos, anunciou a aposentadoria ao final da temporada 2025-2026. Então vamos falar bastante disso no programa de hoje também, além, é claro, de falar sobre o fim.
Da parceria, o fim do casamento entre Mitch Evans e Jaguar. Também um casamento bastante duradouro. Que vem desde o início da equipe na Fórmula E. Que agora vai se encerrar para a temporada 2026-27. Onde o novo piloto vai assumir o lugar de Mitch Evans. Vamos falar também sobre possíveis sucessores e o futuro. Tanto de Evans quanto também da marca da Jaguar na categoria lá na Fórmula E.
E para finalizar, vamos também dar uma passada pelo MC Sports Car, que volta às pistas neste final de semana lá em Laguna Seca. Um dos traçados, um dos circuitos mais intrigantes e interessantes da temporada para mais uma etapa também mais curta. A segunda já dessa temporada, obviamente viemos de uma delas em Long Beach e agora vamos para mais uma em Laguna Seca. Temos o novo BOP.
A Porte pensa que continua bem pesadinha, bem gordinha, mas é verdade também que perdeu bastante peso. Todas as equipes perderam peso, né? O BOP foi bastante generoso, então vamos também dar uma passada pelo IMSA Sports Car. Falar um pouco de Felipe Nasser também, dos outros brasileiros, Dudu Barrichello e Felipe Fraga, que correm lá na GTD.
Novos Peugeot 208 e 2008. Agora com motorização híbrida leve. Deu start no prazer de dirigir. E antes da gente dar início ao nosso programa de hoje, ao Sprint GP, recebo aqui os nossos comentaristas de hoje, Daniel Balsa e também Marco Gil. Começando por você, Balsa, muito bom dia, boa tarde, boa noite.
Você que acompanhou de perto os testes abertos da Índio, a primeira movimentação, a primeira atividade pensando nas 500 milhas de Indianápolis. Bals, portanto, seu primeiro destaque do programa de hoje. Grande abraço para você mais uma vez. Bom dia, boa tarde, boa noite.
Bom dia, boa tarde, boa noite Dan, Jujiu, a Gabi que tá aqui na produção, você que nos acompanha aqui no Sprint GP, é realmente, tivemos aí uma semana pro fã de índio de overdose, quase 15 horas de testes em dois dias no oval de Indianapolis.
E como você já introduziu, bom desempenho dos brasileiros, sobretudo o Caio Collet com a liderança na sessão, no segundo dia, a melhor marca de toda a semana, mas isso a gente vai abordar mais na frente. O meu destaque inicial é um destaque negativo, mas a postura de Mick Schumacher antes dos testes em Indianápolis.
Ele disse que não se impressionou tanto com o circuito oval de Indianapolis, que Phoenix, por exemplo, o impressionou ainda mais. E assim, ninguém, por exemplo, vou trazer um paralelo, que eu acho que a única comparação que existe no automobilismo, da Indy, a relação Indianapolis com Indy, é Le Mans com WEC, é Le Mans com o mundo do Endurance.
O cara pode não gostar, o cara pode preferir Imola, pode preferir as 6 horas de São Paulo, o circuito do Catar, Bahrein, ele tem todo o direito. Mas ninguém chega em Le Mans e fala, é, não me impressionou tanto assim não, Imola me impressionou mais.
Cara, o Endurance, não vou dizer que nasceu em torno de Le Mans, mas é a maior chancela do mundo do Endurance é Le Mans. Cara, a Indy nasceu nos arredores de Indianápolis, lá em 1911. E até hoje a Indy fica nos arredores de Indianápolis. A equipe do Schumacher fica nos arredores de Indianápolis. O mundo Indy...
O que, pensando globalmente, é muito ruim, porque muitas vezes a Indy pensa para a Indianápolis, para os de Indianápolis e por os de Indianápolis, e aí tem muita oportunidade que se perde neste meio do caminho. Mas você não pode, cara. Não me impressionou tanto assim. Cara, pode ser sua opinião, mas...
Não pode falar. Um cara que passou pela academia da Ferrari. Um cara que foi piloto de Fórmula 1 titular. Um cara que foi piloto reserva da Mercedes. Um cara que foi piloto da Alpine no Ecke. O que não faltou foi media training pra ele. E quem... Essa foi uma entrevista que ele deu pra revista norte-americana Racer. E tem um vídeo disso. O Marshall Prout depois repete a pergunta. Tipo, como assim? Ah, não.
O cara não entendeu. Depois, no outro dia, até rola um vídeo e o Mickey fala, não, isso... Muita gente falou, não, mas eu não quis menosprezar nada e tal.
Mas é uma postura que não cai legal. E ele já tem tido uma adaptação muito complicada. A adaptação do Mixer Mark era muito complicada. Ele é o último no campeonato. Por mais que a estreia dele foi coletado no acidente, depois a gente viu ele escorregar na baba em algumas situações, não desempenhar um barber que se esperava que ele pudesse ir melhor porque era o primeiro traçado misto. E aí ele larga uma frase dessa.
que muita gente em Indianápolis já pensa que talvez a passagem do Mick Schumacher pela Indy tenha somente um ano. Então, meu destaque é esse destaque negativo, que eu acho que o Mick tem todo o direito de não ter se impressionado. É fato.
mas como um piloto, com toda a bagagem, com tudo que ele viveu, inclusive, que é um caso melhor de media training do que o caso do pai dele, você sabe hoje a situação do Michael Schumacher, ele é epitacampeão do mundo, num mundo em que você pega um negócio desse aqui, um celular, e você consegue produzir um programa de TV, por exemplo. E ninguém sabe do estado do Michael Schumacher, porque muito...
do Mikael Schumacher, muito por conta de tudo que se construiu de...
proteção midiática mesmo e todo o trabalho de mídia que é feito com o Mickey, com a Corine, com a filha, com todos ao redor. E o Mickey, de novo, tem todo o direito de achar uma porcaria, mas falar isso diante do ambiente que gira ao redor de Indianápolis realmente não cai bem e deixa todos esses indícios aí que eu falei.
É quase um desdém, um deboche, né, e o Mickey, como você bem destacou, né, Vals? Com uma adaptação complicada e depois de sair também bem nada impressionado com o Endurance, né? Bem frustrado, inclusive, com o Endurance querendo voltar para os monopostos. Daqui a pouco a gente fala um pouco mais de Indy, mas dou as boas-vindas também a Marco Gil. Gil, um grande abraço para você, bom dia, boa tarde, boa noite. E seu primeiro destaque inicial desse Sprint GP, que também falaremos bastante de Fórmula E.
Fala Danjo, fala Balsa, Gabi que está aqui na produção. Um bom dia, uma boa tarde ou uma boa noite a todo mundo que acompanha mais essa edição do nosso Sprint de EP. O meu destaque inicial vai para o EP de Berlim, rodada dupla que acontece no circuito montado no aeroporto de Tempelhof.
na capital alemã, a gente vem aí de um intervalo de um pouco mais de um mês desde a última etapa em Madrid e é um fim de semana que vai ser muito festivo para a Porsche que está celebrando os seus 75 anos.
dentro das pistas, no automobilismo. Então, a marca alemã está prometendo aí uma série de ativações especiais, vai levar alguns carros históricos da marca para o autódromo lá na capital alemã. Também vai correr com uma pintura especial, inspirada no carro rosa que eles levaram para as 24 horas de Le Mans em 1971, que foi apelidado de Pink Pig.
porque era um carro todo rosinha e tinha ali umas marcações, como se fossem as partes do porco, que parte do corpo serviria exatamente para que tipo de preparo de carne. Então, foi uma pintura muito chamativa à época e a Porsche está fazendo um tributo.
a esse carro agora no EP de Berlim e sem dúvida nenhuma a equipe alemã vai tentar recuperar o momento nessa temporada que está nas mãos da Jaguar. A equipe britânica vem aí de três vitórias nas últimas quatro corridas, incluindo as últimas duas com o Antônio Félix da Costa, então a Porsche sem dúvida nenhuma quer aproveitar a corrida em casa para consolidar a sua liderança nos três mundiais.
Pascal Verlein é o atual líder do Mundial de Pilotos e a Porsche lidera tanto entre equipes quanto entre construtores. E sem dúvida nenhuma, o time de Uesat vai querer fazer valer ali, digamos assim, do mando de campo para poder retomar aí o bom momento para a sequência da temporada da Fórmula E, que está chegando agora na metade. A gente tem...
Está chegando na sétima e na oitava corridas dessa temporada. A gente tem 18 para serem realizadas. Então, a Porsche querendo engrenar nessa segunda metade de temporada com uma vitória em Berlim.
É isso aí, daqui a pouco a gente fala um pouco mais de Fórmula E, das novidades do noticiário dessa semana, mas vamos abrir a nossa edição do Sprint GP falando um pouco da Indy, falando um pouco dos testes abertos para as 500 milhas de Indianapolis, que aconteceram na terça e na quarta-feira, dois dias.
de testes e obviamente tivemos sessões especiais também, sessões dedicadas apenas para os rookies, para os novatos, nas 500 milhas de Indianapolis, caso que se encaixe aí na situação de Caio Kolek estreia na temporada completa da Indy nesta temporada. Além de também termos uma sessão especial para pilotos já veteranos, ou pilotos que já correram nas 500 milhas de Indianapolis, mas estão retornando para a prova que não competem.
a temporada inteira, caso de Hélio Castro Neves, inclusive. E no primeiro dia a gente teve uma grande, não vou dizer uma grande surpresa, mas tivemos uma surpresa com o Hélio Castro Neves ali na segunda posição, apenas 3 centésimos atrás do tempo de Conor Daly, que liderou, e Conor Daly que inclusive também compõe esse grupo dos veteranos que retornam, junto com Castro Neves, Ryan Hunter Ray.
Catherine Ledge, que foi anunciada inclusive há pouco tempo, Takuma Sato e também Jacob Ebel. Então, portanto, esses pilotos tiveram uma sessão também exclusiva e no caso do Daley e do Castro Neves, estiveram lá nas duas primeiras posições do primeiro dia de testes. E no segundo dia uma surpresa ainda maior e também mais grata, com a liderança de Caio Collet.
Na tabela de tempos com 39,756. A frente de Joseph Newgarden e Alex Palouque completaram o top 3. No segundo dia, Helio Castro Neves correu menos. Falou que estava preservando o motor para classificação e fez 40,746. Ficando apenas com a 32ª colocação lá.
No fundo do pelotão Balsa, você acompanhou de perto Como eu destaquei, né, esse dia Ou esses dias de testes abertos Para as 500 milhas de Indianápolis O que mais te chamou atenção? Você, obviamente, a gente destaca muito O trabalho do Caio
Colé, ele que estreia nessa temporada, estreia na Indy 500, e a gente conversou até com ele no ano passado, quando a gente fez aquela entrevista exclusiva com o Caio Colé, antes mesmo dele estrear, e a gente falou bastante sobre corridas em oval, sobre a estreia nas 500 milhas de Indianápolis, é um desafio bem diferente de qualquer coisa que o Caio Colé já enfrentou, mas ele parece ter ficado bastante agradado com o circuito, com a pista, com o próprio desempenho.
E esses tempos, claro, testes abertos, primeiras movimentações, mas já chamam a atenção os tempos marcados pelo brasileiro Caio Collet, né, Balsa? Sem dúvida, Danjo. Eu acho assim, quando a gente pensa em tempo nos testes em Indianápolis, até o próprio Caio disse depois dos testes, pô, tive um pouquinho de sorte, sim, com o vácuo, né? Mas eu acho que o que a gente tem que trazer e analisar...
É que, por exemplo, foram 14 horas e 45 minutos de testes, contando algumas bandeiras amarelas, inspeção de pista e tudo mais, mas no total foi isso aí, 14 horas e 45 minutos de testes.
E o Caio sempre andou entre os primeiros, sempre esteve entre os primeiros, no momento que uma bandeira amarela que tivemos nessa quarta-feira, por conta de uma raposa que invadiu a pista. Então, um lance curioso aí durante os testes da Indy. Mas o fato é que, assim, o Caio sempre andou entre os primeiros. Então, é um sinal, sim, de que a Foite...
tem um bom acerto pra corrida. Aí, aquela coisa, o Caio mesmo disse, poxa, eu quero andar mais no vácuo, pra ver como que vai ser na hora de ultrapassagem, que é uma coisa que ele precisa melhorar um pouquinho e tudo mais. Mas dá pra dizer que o Caio entra no mês de maio
A gente brinca que os testes abertos, ou Indy Open Test, é o início do mês de maio mesmo, em abril. Esse aí, pra mim, é um dos destaques também. Esse estouro do motor é uma das coisas mais lindas do automobilismo. Óbvio, um drama pro Jack Harvey, mas essa cena, cara, é maravilhosa, gente. Aquele fumação, eu acho maravilhoso. E, enfim, dito isso, aproveitando que a imagem tava nos...
aparecendo, o Caio ele larga bem, ele parte bem para as 500 milhas em Indianápolis, é óbvio que é uma corrida que é decidida no detalhe, a gente viu, por exemplo, em 2021, o Hélio Castro Neves ganha do Palou num golpe de experiência.
O Hélio ultrapassa o Palou. O Palou não resiste tanto, porque na cabeça do Palou era aquela coisa, ah, faltam duas, eu vou ter a chance na última volta. Só que o Hélio ultrapassa, faltando duas para o final, justamente porque tinha tráfego à frente. E ele ia segurar o Palou com o vácuo do tráfego. Curiosamente, o Palou ganha 2025, óbvio que não foi uma manobra faltando duas para o fim.
Mas ele ultrapassa o Marcus Erickson vendo que tem tráfego à frente. E começa a andar atrás do tráfego e o Erickson não tem o que fazer, não consegue mais passar o paluco. Então, óbvio.
Há um longo caminho pela frente, há trabalho a fazer, mas é uma surpresa agradabilíssima essa melhor marca do Caio, que foi logo no início, se eu não me engano, com 23 minutos de sessão. O Caio fez de sessão na quarta-feira, depois tivemos aí mais umas 4 horas e 40 de treino por aí, 5 horas de treino, e ninguém conseguiu bater a marca.
Então isso é muito bom. É bom também pro moral, é óbvio. Imagina, pô, o Caio chegando agora, vê lá o numerozinho dele no topo da torre de Indianápolis, um lugar que é emblemático, um lugar que ele, diferente do Mickey, ele chega e fala, pô, a melhor coisa que eu fiz na vida.
parece genuíno o que ele fala, mas se é verdade ou não, ele, enfim, caiu nas graças da equipe, das outras equipes, da Indy, então ele vai pavimentando o futuro dele de modo interessante, diante de um grid, que, digamos assim, tirando ele, o Abel...
o Hogger e o Schumacher, todos já correram. Todos já correram em Indianápolis. Então ele está diante de cobras, se assim a gente pode dizer, no sentido de pessoas com muita experiência lá e talvez numa condição muito melhor que a dele em equipe, apesar da Foite ter um bom retrospecto em Indianápolis.
Então ele larga bem, ele larga muito bem em Indianápolis, e é bom a gente ficar de olho, e olha, dá para de repente ele sonhar aí com um top 10, que já seria um resultado absurdo para ele que vai para a primeira edição de 500 milhas.
Seria ainda mais para um novato, como o Balsa vem destacando. E a Fote teve muitos problemas também ao longo dessa temporada para performar. E o Caio Colé ainda assim consegue ser um destaque nesses dias de teste aberto para as 500 milhas de Indianapolis. E outro destaque que eu acho que fica um pouco mais nebuloso é o de Hélio Castro Neves.
Porque a gente tem, obviamente, o Elinho voltando, já vencendo múltiplas edições de 500 milhas em Indianápolis, um dos nomes mais experientes e também históricos desta prova, dessa categoria. E volta para mais uma edição. E como eu falei, foi bem no primeiro dia de testes. O Castro Neves até deu uma empolgada, ficando 3 centésimos apenas atrás do tempo de Conor Daly, que liderou com 39,930. Mas no segundo dia, ficou apenas a 32ª posição.
com 40 a 746, inclusive um tempo abaixo do que ele havia marcado no primeiro dia. E, obviamente, ele deu menos voltas, ele fala que poupou o motor pensando já na classificação, então não vai querer levar ao limite. E, por um lado, Gil, a gente pode até pensar como sendo talvez uma estratégia mesmo de poupar esforços, poupar energias e o motor pensando já na classificação das 500 milhas de Indianapolis. Mas, por outro lado, também...
Ele chegou a andar no segundo dia, né? Ele deu 40 e poucas voltas, né, Balsa? Depois me confirma certinho, mas foi algo nessa... 49 voltas. Não, é uma quantidade irrelevante, né? Não é...
algo estrondoso, não é um dia completo de testes, mas também como se ele tivesse dado cinco voltas. Então, é um dia onde o Castro Neves ficou um pouco mais discreto o Gil, mas ainda assim é um piloto dos mais experientes, que conhecem essa prova, que sabem como performar bem nessa prova.
vem, é claro, em busca de mais uma vitória e talvez seja um piloto que, diferente do Colet, que a gente consegue olhar com muito otimismo depois dos testes, fica um cenário um pouco nebuloso, né? Talvez com um pouco de otimismo pelo primeiro dia, no segundo dia poderia ter mostrado um pouco mais, mas não mostrou, então a gente não sabe ao certo o que esperar do Elinho, né Gil? Mas o fato é que experiência e pilotagem ele tem de sobra.
Tem de sobra e é o que você falou, fica um pouquinho aquela pulga atrás da orelha, da gente saber se realmente é uma questão de estratégia do Elinho e da equipe para realmente poupar equipamento, se faz parte do planejamento visando as sessões que realmente são competitivas e valem alguma coisa.
Ou se eventualmente teve algum problema ali no carro da Mee-Schenk que eles simplesmente quiseram abafar. E nesse momento é algo que a gente não tem como analisar. O que a gente tem é a declaração do Elinho, dizendo que fazia parte do planejamento e...
cabe a nós acreditar ou não e analisar o que a gente tem até aqui de demonstração em pista, que fica um pouco mais pelo primeiro dia, que foi quando o Elinho realmente demonstrou um bom desempenho, surpreendeu ali, ficando na segunda posição.
E a gente conhece o histórico do Hélio em Indianápolis, um dos grandes vencedores das 500 milhas. Na temporada passada teve um top 10, tudo bem que foi beneficiado ali por conta de algumas desclassificações, mas andou ali ou dentro do top 10 ou próximo do top 10 durante boa parte da prova. A própria equipe, a Merchenk, foi bem na corrida na temporada passada. O Félix Rosenkvist, por exemplo,
terminou na quarta posição, então é um time que vem aí performando bem em Indianápolis, e na própria temporada, o mesmo Félix Rosenkvich está bem nessa temporada, está no 19º lugar, perdão.
nesse momento na classificação, vem de um bom resultado, um segundo lugar na última prova. Então eu acredito que a gente, olhando tudo, o que a gente tem do recorte do Hélio em pista nesses primeiros dias em Indianápolis, com esse desempenho já recente da Mair Schenck, não só nesse campeonato como na edição da temporada passada, eu acho que sem dúvida nenhuma...
pelo menos permite a gente sonhar que o Elinho, se não tiver nenhum tipo de problema que atrapalhe a participação dele na prova, e também claro, que se ele não for atrapalhado por nenhuma circunstância, que a gente sabe que muitas vezes acontece em Indianápolis, a gente pode aí pelo menos sonhar que o brasileiro faça um bom papel.
Se ele ficar no top 10, eu já acredito que vai ser um bom resultado, mas se tratando de um piloto tão experiente e com episódios tão marcantes em Indianápolis, eu acho que se tudo der certo, a gente pode sonhar um pouquinho a mais para o Hélio nessa edição de 2026.
É isso aí, lembrando que esses testes abertos da Indy 500, eles abrem a semana, ou a semana não, um mês de preparação, como o Balsa destacou, entra nesse mês de maio, e a Indy volta às pistas em Indianápolis no próximo final de semana, não esse, o próximo, lá no dia 9 de maio, para a prova no circuito misto. E as 500 milhas de Indianápolis estão marcadas para o dia 24.
de maio, encerrando essa passagem da Indy pelo circuito de Indianápolis. Vamos então virar a página e falar sobre nosso segundo tema, nossa segunda pauta, que foca na Fórmula E. Obviamente a Fórmula E de volta às pistas nesse final de semana, com o EP de Berlim, sétima rodada da temporada 2025-26.
E é uma etapa que, de novo, mais uma vez, conta com cobertura completa do Grande Prêmio, transmissão nas plataformas do Grande Prêmio e também na GPTV. Mas é uma semana também que foi marcada por muitas novidades, muitos fins, né? Começando pelo brasileiro Lucas de Grás, que anunciou a aposentadoria ao final da temporada 2025-2026. O de Grás, que é um dos poucos pilotos que... ...que...
Fez parte lá do primeiro grid, né? Lá na primeira temporada, na temporada 1. É campeão da categoria também. Primeiro vencedor de corridas. Um dos pilotos mais importantes da história da categoria de monopostos elétricos. E anuncia a aposentadoria ao final da temporada 2025-2026. Ele que atualmente compete pela Lola Yamaha. E aí, eu passo também a palavra para os nossos comentários. Começando pelo Daniel Balsa. Balsa, o que esperar?
do futuro, é claro, de Lucas de Grasse, seja em algum outro lugar no automobilismo, e qual também é o tamanho da marca do legado, de novo, como eu falei, de um dos maiores pilotos da história da Fórmula E, obviamente uma categoria bem recente, bem nova, mas que já tem personagens marcantes e de grasse, sem dúvida alguma é um deles, né, Balsa?
Ah, sem dúvida. Eu diria assim, Danjo, o de graça, ele se a gente tivesse que personificar a Fórmula E, seria o de graça. O de graça, ele está desde o dia 1, ele está, digamos, ele está desde o dia 0, né? Desde o...
do embrião, o Fórmula E é um cara envolvido com a categoria, né? E ele não é um somente piloto, chega, senta, pilota e vai. É um cara que se envolve com tecnologia, se envolve com projetos. É... Quando...
Vem falar de futuro da Fórmula E, futuro do automobilismo. Ele tem opiniões embasadas. É um cara que está por trás de outros projetos. Tem uma contribuição e tanto em cada um dos carros que a Fórmula E desenvolveu. Então, eu acho que...
É um capítulo muito importante da história da Fórmula E que se encerra com a aposentadoria do Lucas de Graça. Isso tem que dizer. E aí não é nem só algo feito dentro das pistas, é por algo que ele faz fora das pistas, por esse envolvimento com a categoria. Eu acho que, para mim, o melhor termo é que se tivesse que colocar.
Algum personagem no centro da Fórmula E, sem dúvida, seria o Lucas de Grasse.
por todo o envolvimento, tanto dentro quanto fora das pistas. Agora, eu particularmente acho que vai ser difícil a gente não ver o Lucas envolvido com a categoria ou com essa parte de... Eu não vou nem dizer com esse mundo eletrificado do esporte a motor ou da indústria automotiva, mas sem dúvida nenhuma ele vai estar ligado, envolvido...
com questões de energia alternativa para o futuro, e aí também envolvendo a indústria automotiva. São esses os sinais que o Lucas tem deixado ao longo dos últimos anos. E aí só uma pitadinha para falar de esporte, porque no começo do ano, começo do ano não, no começo da temporada, final do ano passado, o Lucas, numa entrevista para o Grande Prêmio, ele realmente falou, ele falou, olha...
Pode ser realmente a minha aposentadoria.
mas ele queria analisar e ver o que a Lola poderia apresentar no dia em 4. Então, esportivamente, pode não ser um sinal tão interessante para a Lola com o que vem por aí. Porque se o carro, de repente, tivesse competitivo, por essa entrevista para o grande prêmio, acho que o Lucas estenderia aí pelo menos mais um ano de contrato com a Lola e seguiria na Fórmula E.
É, isso é um grande indicativo, né, Gil? Porque o Lucas de Graça, ele tá na Lola, na Lola Yamaha, e é uma equipe que não tem conseguido demonstrar muita coisa, né? Inclusive fica um pouco atrás das demais equipes em muita coisa, principalmente nessa Gen 3 Evo, né? Não sabemos como vai ser na Gen 4, né? Mas eu acompanho pelo menos o que disse o Bals, né? Porque na minha visão, e aí eu jogo a pergunta pra você, Gil, ou...
o de graça até tinha uma lenha a queimar, porque dentro desse cenário um pouco mais caótico e defasado da Lola, a gente viu o de graça que conseguia se destacar em muitas oportunidades. Então talvez até tinha lenha ainda para queimar o de graça. Se eu joga e pergunto para vocês, será que o de graça ainda tinha...
alguma lenha para queimar e acrescento também um pouco mais. Aquilo que o Balsa falou, ele é muito engajado com as pautas da Fórmula E, a pauta de carros elétricos, de eletrificação, energia alternativa, tudo isso. O de graça demonstra um conhecimento e um interesse muito profundo.
Basta conversar com ele, entrevista com ele, ele tem um conhecimento técnico e gosta de passar isso de uma maneira muito aprofundada. Então é quase que um embaixador da Fórmula E em pista. Então a chance dele continuar engajado com a categoria depois da aposentadoria, eu também concordo, acho que é muito alto. Mas esportivamente falando, em termos de performance, talvez tinha até um pouco mais de linha para queimar. Quero saber a sua opinião, Gil.
Eu acho que tem dois lados dessa moeda. Porque o De Grasse é o pior piloto do grid da Fórmula E hoje? Não, sem dúvida nenhuma não é. Ele tem mais talento, mais capacidade técnica do que alguns dos outros nomes que estão no grid atualmente. Então se a gente for olhar por esse lado, sim, talvez ele ainda tivesse algo a entregar como piloto.
na Fórmula E. Mas aí, ao mesmo tempo, a gente olha para as principais equipes. Tem sempre muito aquele debate de tipo, ah, o que pesa mais, a equipe ou o piloto? Será que tal piloto teria conquistado tanto se não tivesse uma equipe tão dominante? A gente sabe que grandes equipes e grandes carros precisam de grandes pilotos também. E não é de hoje que o de graça não está mais no radar das grandes equipes.
Por exemplo, a gente daqui a pouco vai falar do Mitch Evans saindo da Jaguar, e o de Graça não é um nome que está sendo cogitado pela Jaguar para substituir o neozelandês, por exemplo. Não foi cogitado na Porsche, também com a saída do Antônio Félix da Costa, não está na mira da Opel, que vai entrar na Fórmula E, com um projeto muito ambicioso. Então, aí vem o outro lado da moeda.
Ele tem alguma linha para queimar, mas não o suficiente para atrair as principais equipes. E aí, justamente por esse interesse que ele tem de se engajar com o desenvolvimento tecnológico, esse papel praticamente de embaixador que ele tem da categoria, se envolve com o desenvolvimento dos conceitos dos carros, tem alguns outros projetos que vão para além da Fórmula E também relacionado com a indústria automotiva.
Será que isso já não está atraindo mais ele do que competir nas equipes nas quais ele teria espaço hoje no grid da Fórmula E? Porque a gente sabe que esportistas em geral, atletas de alto rendimento...
tem aquele comichão não só de competir, mas de fato poder brigar, ter chance de ser vencedor nas suas modalidades, e sem dúvida nenhuma o De Grace também tem isso. Eu acredito de verdade que ele não quer estar no grid da Fórmula E apenas para fazer número, ele não quer ser apenas mais um ali dentro da pista correndo.
Então, eu acho que diante desse cenário, em que sim, ele ainda tem algo ali de talento como piloto para entregar, mas ao mesmo tempo já não é visto como suficiente para atrair as equipes que de fato possuem chance de brigar por vitórias e por título.
Acho que ele olhando tudo isso, colocando na balança, ele decidiu encerrar enquanto ele ainda consegue demonstrar alguma coisa. Ele, apesar de não ter pontuado ainda essa temporada, é muito mais por conta da situação da Lola realmente, que entrou na metade dessa Gen 3 e a gente sabe que as equipes não podem evoluir os seus carros em termos de hardware.
depois da homologação da metade do ciclo de quatro anos. Então a Lula, sinceramente, não teve nem chance de competir com as outras equipes. Então não é nem uma situação que o de graça esteja se arrastando na pista. Não é isso.
Mas acho que ele, sinceramente, analisando toda essa situação, acho que ele preferiu focar os esforços dele em algo que hoje talvez o anime um pouco mais e que talvez seja onde ele seja mais primordial nesse momento. Ele até falou isso algumas semanas atrás.
que isso era uma coisa que ele ia ponderar na hora de tomar essa decisão, se ele se via mais importante dentro ou fora das pistas. Eu acredito que tenha sido essa análise, ele chegou à conclusão de que chegou o momento de encerrar a passagem dele dentro do cockpit, porque ele pode oferecer mais a categoria fora das pistas.
É isso aí, e temos também outra grande novidade do noticiário da Fórmula E, outro grande ponto final, podemos dizer assim, que foi o encerramento da parceria, do casamento entre Mitch Evans e Jaguar. A Jaguar que anunciou que o Evans vai deixar a equipe ao final também desta temporada, 2025-26, encerrando assim uma parceria de 10 anos de duração. Os dois estavam juntos, a Jaguar e o Evans, desde a estreia.
da Jaguar na Fórmula E e agora, obviamente, parte para uma nova era, tanto a equipe quanto também o piloto, Gil. E eu faço, jogo essa pergunta para você, né, em duas partes, né. Primeiro, o que será de Mitch Evans daqui para frente? Ele que já recebeu o propósito oficial.
E é considerado pelo menos o favorito para comandar a Opel na estreia na Fórmula E. Será que isso de fato vai se concretizar e é uma boa tanto para a Opel quanto também para o Mitch Evans? E por um outro lado, do outro lado dessa moeda, dessa história, quem que a Jaguar vai trazer para substituir Mitch Evans? Stovall Van Dorn, que é a reserva da equipe, é um nome bastante cotado para ser o novo piloto titular da Jaguar, Gil. Então dou espaço aqui para você analisar o que significa.
Esse fim de casamento entre Evans e Jaguar, tanto para o piloto quanto também para a equipe, que obviamente vai começar uma nova era na Fórmula E a partir do ano que vem, com essa mudança importante e impactante na escalação de pilotos.
Pois é, se o Balsa falou anteriormente que talvez, se fosse para a gente apontar um personagem para ser o sinônimo da Fórmula E, seria o de graça. Se a gente for pensar em quem é o Mr. Jaguar, certamente...
é o Mitch Evans, o piloto que está desde a corrida 1 da Jaguar na Fórmula E. E também foi a corrida 1 dele, Mitch Evans e Jaguar estrearam juntos na Fórmula E, estão juntos até hoje. E o futuro do Evans está bem claro que vai ser na Stellantis, como você bem mencionou. Já tem uma proposta oficial da Opel, então...
Todos os indícios apontam para que o Evans seja o principal piloto ali da Opel nessa estreia na Fórmula E. Ele deve fazer dupla com o Théo Purcher, que é piloto de desenvolvimento da Stellantis. E, sinceramente, eu acho que nessa separação, quem...
pelo menos indica, quem dá um primeiro indício de sair melhor, na minha opinião, é o Mitch Evans. É claro que a Jaguar tem sido uma grande força na era Gen 3 da Fórmula E. O Evans, praticamente todas as temporadas, teve chance de brigar por título, bateu na trave algumas vezes. Mas...
O provável substituto dele, que como você bem mencionou, é o Stoffel Van Dorn, ou pelo menos o nome, o primeiro nome que emerge aí para assumir a posição, sendo o Van Dorn, eu vejo uma queda muito grande em nível técnico. Apesar do Van Dorn ser campeão da Fórmula E,
e o Mitch Evans não, eu vejo esse título do Van Dorn muito mais como um produto do momento que ele conseguiu ser campeão, que foi justamente naquele período ali na G2, que a Fórmula E foi afetada por conta da pandemia, a gente não teve aquela homologação no meio do ciclo, a gente não teve uma G2 EVO, e justamente naquele momento ali com a Mercedes, tanto ele quanto...
O Nick De Vries conquistaram o título de piloto da Fórmula E. E são dois nomes que, na minha visão, estão muito abaixo do que o Mitch Evans entrega dentro das pistas. Apesar de não ser campeão, é o piloto com o maior número de vitórias na história da categoria.
E apesar da Opel ser uma equipe novata e a gente saber que é sempre muito complicado a vida de um time novato na Fórmula E, eu acredito que é um projeto muito sólido, muito robusto, de uma marca muito grande. E a gente não pode também esquecer que a Stellante já está na Fórmula E. Então não é como se a Opel estivesse entrando na categoria absolutamente sem know-how nenhum.
Então eu acredito que a Opel não vai sofrer tanto quanto a Lula e a Marra, por exemplo, está sofrendo. Então eu acredito que vai ser um bom lugar para que o Mitch Evans possa finalmente buscar o sonho dele de ser campeão. Claro, se ele não conseguir isso nessa última temporada, o que seria um ótimo último capítulo para esse casamento entre ele e a Jaguar.
É uma mudança significativa para a próxima temporada, então também fiquemos de olho até chegar a próxima temporada, o que cada equipe vai fazer se de fato vai ser confirmada, saindo até do Evans para essa iniciativa da Stellantis com a equipe Opel. Vamos então já encaminhando para o nosso último assunto, para o nosso último tema, nossa última pauta do Sprint GP de hoje, que é o IMC Sports Car, e se a Fórmula E você vê no Grande Premium na GPTV, o IMC Sports Car.
Não é nada diferente. Nesse final de semana tem o GP de Laguna Seca. A gente já tinha falado que é uma das minhas pistas, um dos meus circuitos favoritos do calendário. É um traçado extremamente intrigante, Balsa. E temos novidades, né? Um BOP bem generoso para essa etapa.
do IMC Sports Car, com os carros perdendo muito peso, a Porsche Penske, inclusive, perdendo 16 quilos em comparação com o Long Beach, que foi aquela etapa onde a gente viu a Porsche Penske ganhando 45 quilos, recorde de peso, recorde de aumento, tudo isso.
E agora, perdendo 16 quilos, mas ainda ficando bem mais pesada que as demais equipes, né? 1.084 quilos para a Porsche Penske, 28 a mais que o Acura, que venceu a última etapa e é o segundo carro mais pesado, né? Venceu a última etapa com o carro 93 e Felipe Nasser e a Porsche não tiveram muito uma chance de brigar pela vitória, né, Bals? Obviamente não ficaram tão distantes assim do pelotão, né? Terminando ali na quarta e terceira posição com o Porsche Penske 7 e o 6, mas não brigaram pela vitória, né?
Embora 96 e o Chico Embora 96 e o Chico Embora 96 e o Chico Embora 96 e o Chico Embora 96 e o Chico Embora 96 e o Chico Embora 96 e o Chico Embora 96 e o Chico Embora 96 e o Chico Embora 96 e o Chico Embora 96 e o Chico Embora 96 e o Chico Embora 96 e o Chico Embora 96 e o Chico Embora 96 e o Chico Embora 96 e o Chico Embora 96 e o Chico Embora 96 e o Chico Embora 96 e o Chico Embora 96 e o Chico Embora 96 e o Chico Embora 96 e o Chico Embora 96 e o Chico Embora 96 e o Chico Embora 96 e o Chico Embora 96 e o Chico Embora 96 e Chico Embora 96 e Chico Embora 96 e Chico Embora 96 e Chico Embora 96 e Chico Embora 96 e Chico Embora 96 e Ch
Então o que esperar de Felipe Nasser e também da Porsche nessa etapa agora de Laguna Seca e também estendo aqui para os demais brasileiros, Felipe Fraga, que vai ter uma temporada um pouco mais discreta no Ford 16 ao lado da Chinamonk e também o Dudu Barrichel que corre com o Tom Gamble e o Dudu sozinho lidera.
ainda a classe GTD, apesar de ter tido uma atuação um pouco mais discreta lá em Long Beach, Balsy. Então, é um momento importante também para os demais brasileiros, né? O Fraga tentando se recuperar, o Dudu tentando manter uma liderança a bordo do Aston Martin 27 da Heart of Racing e o Felipe Nasser, vendo se ele vai conseguir voltar a brigar por Vitórias a partir dessa próxima etapa com um carro um pouquinho mais leve. Ah, sem dúvida, Danjo. Eu acho o seguinte... O...
O Insysports Car opta por um BOP mais fit, se assim a gente pode dizer, né? Porque tirou peso de muita gente. Até o Acura, que venceu a última, teve uma redução de 3 quilos, né? O Porsche de 16. Porque carros mais leves, carros mais reativos...
de repente se encontra uma chance de mais ultrapassagem, porque Laguna Seca é um autódromo bem desafiador, só que também não é tão tranquilo assim de ultrapassagem. A gente viu em Long Beach que por mais que a Cadillac estava muito forte, sobretudo com 31,
que chegou o Jake Etken no começo da corrida, ultrapassar o Nick Elloli. Depois, no momento da parada, veio a bandeira amarela, e aí o Acura 93 volta à frente, e o Ranger Van Der Zand segura brilhantemente o nosso querido Frederic Vest na parte final. Então, acho que o Insa tenta algo nesse sentido.
Sobre o Felipe Nasser, realmente, eu acho que tanto o 6 quanto o 7, a Porsche Penske dá um salto na corrida por conta da estratégia, porque ritmo por ritmo eles não tinham. Tanto que já relargou, vocês estão vendo, já relargou, abriram e aí o Porsche Penske, os dois carros seguraram os demais.
Sobre o Dudu Barrichello, acho que a expectativa é boa. Por mais que o resultado não foi tão bom em Long Beach, por conta de uma punição de excesso de velocidade nos boxes, aí não se sabe se foi na entrada do Pampley ou na saída do Dudu Barrichello que isso aconteceu. E é provável que seja na...
na entrada que isso tenha acontecido, o Dudu em todas as corridas, o carro da Aston Martin 27 estava brigando pela vitória. Então acho que isso deve se repetir, e com relação ao Fraga, a gente tem que entender que ele está numa estrutura da Ford, o Ford 16.
Mas, digamos assim, o nível dos pilotos não acompanha muito o Fraga. A China Monk, em Long Beach, inclusive, andou um pouco mais atrás, e aí o Fraga, quando assumiu o carro, foi galgando algumas posições. Então, expectativa aí de um pelotão intermediário para o Fraga, que por muitas vezes a gente já mencionou aqui, né, Danjo, que talvez seja o melhor piloto brasileiro em atividade.
Já tem algum tempo. Eu acho que o Dudu tá rivalizando bem nesse ano. Tá numa baita temporada. No caso, eu vou até me corrigir, né? A gente fala que o Fraga é o melhor piloto brasileiro em atividade no Brasil, né? Porque eu acho que esse título já tem algum tempo que fica nas mãos do Felipe Nasser, que tem voado no INSS. E vamos ver, vamos ver se ele consegue arrumar alguma coisa aí.
para manter também a liderança do campeonato, né? Queira ou não, dois brasileiros na frente em duas classes no INSS Sports Car, que é sempre bom lembrar, né? Você acompanha ao vivo e exclusivo aqui no Grande Prêmio.
É isso aí, então, IMSA Sports Car, Fórmula E nesse final de semana, a gente já os últimos minutinhos para passar a programação do grande prêmio da GPTV, você está acompanhando esse programa, obviamente, na sexta-feira, então já tivemos a primeira e segunda tela da Fórmula 1, o primeiro briefing também, então fiquem ligados ao longo do final de semana, porque tem segunda tela da Fórmula 1 já amanhã no sábado, a partir da meio-dia e 45, com a corrida sprint e a partir das 16h50, com a classificação do GP de Miami.
E às 18h, logo depois da classificação, tem o briefing da Fórmula 1 para passar a régua no sábado e no domingo. Tem briefing a partir das 15h30 com pré-corrida do GP de Miami, às 16h40, segundo a tela do GP de Miami. Depois, a partir das 18h45, tudo pelo horário de Brasília, o briefing pós-GP de Miami.
Temos também Fórmula E, como eu destaquei, EP de Berlim, a partir das 4h20 da manhã, já no sábado, abrindo as atividades. Depois volta às 6h30, às 10h30 também no sábado. E no domingo, a partir das 4h20, também tem às 6h30, às 10h30, tudo transmissão.
da GPTV e do Grande Prêmio da Fórmula E. Também tem GTWC Europa no sábado e também no domingo e também GTWC Ásia e, obviamente, o IMSA Sports Car e a Europeia Alemã Series com as 4 horas de Le Castelletransmissões na sexta-feira e também no sábado e a gente, obviamente, passando todos os horários, todo esse cronograma completo no site do Grande Prêmio. Se você quer mais alguma informação, dá uma olhada lá em grandepremio.com.br, também no Instagram e nas demais redes sociais.
do Grande Prêmio, então fiquem ligados porque é um final de semana recheadíssimo de esporte a motor de transmissões no Grande Prêmio e na GPTV. Fiquem ligados, é claro, também toda a cobertura da Fórmula 1, também no nosso site, nas redes sociais, em todas as plataformas do Grande Prêmio.
Giovanni Danjo, agradeço a todos pela audiência, agradeço também Marco Gil e Daniel Bals pela participação aqui no Sprint GP, a Gabi que está nos bastidores na produção, dou, portanto, um grande abraço a todos, um bom final de semana, acompanhem o Grande Prêmio, acompanhem a GPTV, a gente volta na semana que vem com mais um Sprint GP exclusivo na sexta-feira, portanto, um grande abraço e até lá. Novos Peugeot 208 2008, agora na versão híbrida.
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