Episódios de Metal com Batata

Metal com Batata 446 - Dunkel Reiter

06 de julho de 20261h51min
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🎙️ Metal com Batata – Edição #491

Nesta edição do Metal com Batata, Cristiano Batata apresenta um programa repleto de grandes lançamentos do metal internacional e uma entrevista exclusiva com a banda Dunkel Reiter.

O primeiro bloco traz cinco novidades que estão movimentando a cena mundial, passando por Thrash Metal, Death Metal, Blackened Thrash e Progressive Metal, com as bandas Another Demon (EUA), Dead Sleep (Suécia), Scraper (Alemanha), Shroud (Canadá) e Where Victims Lie (Finlândia).

Na sequência, a atração principal da noite é um bate-papo com a Dunkel Reiter, que fala sobre o álbum "Thrash Never Dies", sua trajetória, influências, processo de composição, produção do disco, a cena underground e os planos para o futuro.

Uma entrevista imperdível para os fãs do verdadeiro Thrash Metal e para quem acompanha o cenário do metal underground mundial.

🎧 Neste episódio você confere:

• Lançamentos internacionais do metal;

• Entrevista exclusiva com a Dunkel Reiter;

• Bastidores do álbum Thrash Never Dies;

• Influências, composição e produção;

• Cenário do metal underground;

• Projetos e novidades da banda.

Apresentação: Cristiano Batata

Siga o Metal com Batata e acompanhe semanalmente novas entrevistas, lançamentos e tudo o que acontece no universo do metal nacional e internacional.

Participantes neste episódio2
C

Cristiano Batata

Host
R

Rivelli

Convidado
Assuntos5
  • O Álbum Thrash Never DiesConceito e realização de um sonho · Músicas antigas revisitadas · Parasite of Souls · In Hell · Death in Pain (letra) · Produção e sonoridade · Homenagem à trajetória da banda · Capa do álbum
  • Entrevista com Roberto DestroDunkel Reiter · Thrash Never Dies · História da banda · Influências musicais · Cena underground · Processo de composição · Produção do álbum · Planos para o futuro
  • Trajetória e Evolução da Dunkel ReiterFormação e início da banda · Influências do metal alemão · EP Death in Pain · Álbum Holy Grave · Mudanças na formação · Evolução sonora · Thrash técnico · Novos integrantes e influências
  • Introdução ao MetalAnother Demon · Dead Sleep · Scraper · Shroud · Where Victims Lie · Thrash Metal · Death Metal · Blackened Thrash
  • Show de lançamentoAgenda de shows · Divulgação em São Paulo e Sul · Merchandising (camisas, patches) · Canais de venda (Instagram, WhatsApp) · Apoio de selos e parceiros · Ensaios abertos · Planos para novas músicas e clipes
Transcrição90 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
CBCristiano Batata

Boa noite, galera! Eu sou o Cristiano Batata e está começando mais uma edição do Metal com Batata. Com o melhor do metal nacional para vocês. No programa de hoje vamos começar com 5 grandes lançamentos internacionais, trazendo novidades que estão movimentando a cena mundial do metal. Tem peso, técnica e muita qualidade para abrir a noite da melhor forma possível. Logo depois, vamos bater um papo com a banda Dunkelheiter, que estará conosco para falar sobre o álbum Trash Never Dies.

Abordando a produção do disco, influências, cena underground e planos para o futuro. Então aumenta o volume e prepare-se para mais uma edição repleta de muito metal. E sem mais demora, vamos então para o Primeiro bloco da noite com 5 bandas internacionais.

?Voz B

Eros police away. My spinning, my spinning. I know they saw, saw it out short. Holy hell, they sent the dogs. Relentless decay. Eros police away. Oh, gosto! Oh, gosto! Oh, gosto! Oh, gosto! Prostrated, venerated, got slapped in the face, empowered. Sou sour, com a morte eu vou substituir. Borda para redefinir, coloquei a estrela. Derrame em tuas vozes psicóticas. Sanctimony, sanctimony, chuta todas as igrejas. Sanctimony, sanctimony, chuta todas as igrejas.

And everyone's immune. We stand in the field. Game across. Race me out for propulsion. Repulsion. Ashes to ashes, dust to dust. We are brought with bloodlust. Everyone move! We're setting the field. Leave a cross. Raise me up for repulsion. Repulsion! Revolução! Revolução! Give us your unborn, the sacrifice of war. The earth will have its speed, the earth will still its No more sons will bleed. Mom draws us to the field. The soil will have its feed.

The soil will have its greed. Rapaziada! Rapaziada! Rapaziada! Rapaziada! Rapaziada! Rapaziada! We face the sex of life. We change the might of life. One day they are life to death. One day they will go back up. Dino, that takes no life! Wow! Faster with faster, life fades away. Bigger with bigger, fight and play. We fall and we fall to the gates of hell. Fire by fire. Onde existem viagens? Repense, tem senso a vida. Repense, tem mais a vida.

Porque tem a luz do dia. Porque não tem lugar. Rend irrevocable shadows and absence of light! Enter the darkest night! The shadows have laid their own in our hearts, forever they reign.

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CBCristiano Batata

E assim encerramos então nosso primeiro bloco de lançamentos internacionais, onde você ouviu os norte-americanos do Another Demon com Death Gods, faixa presente no EP As Above, So Below, trabalho que marca a ascensão da banda na cena thrash de Nova York e que conta com participação especial do lendário James Murphy. Na sequência rolou o Dead Sleep, direto da Suécia, com a faixa título Repulsion, que antecipa o EP homônimo com lançamento marcado para 26 de junho, um thrash metal cru e agressivo, carregado de personalidade e atitude.

Da Alemanha ouvimos o com Hunger Within, música retirada do álbum conceitual Infinity Journey, uma verdadeira viagem sonora que mistura progressivo, thrash e death metal em uma narrativa de ficção científica. Representando o Canadá, mais precisamente Montreal, tivemos o Shroud, com Darkest Nights, mostrando toda a força de seu blackened thrash metal no álbum de estreia Apex Nocturna. E fechando o bloco, a Finlândia marcou presença com o retorno da Where Victims Lie, a excelente Imprint, faixa presente no EP What Was Left Behind.

Trabalho que traz a banda de volta à ativa após um longo período de hiato. Daqui a pouco, no segundo bloco do programa, vamos receber a banda Dunkelreiter para um bate-papo especial para falar sobre o disco Trash Never Dies, um trabalho que reafirma a paixão da banda pelo verdadeiro thrash Então não saia daí porque o Metal com Batata volta em instantes com a entrevista da noite. Estamos de volta com o Metal com Batata e antes de iniciarmos a entrevista dessa edição, nossos agradecimentos ao Cadax Azurros da Nihalat Rocket Records pelo envio do material.

Material e pelo apoio na divulgação do trabalho da banda. E chegou a hora então do destaque da noite. Vamos receber a Dunkelheiter para um bate-papo especial sobre o disco Trash Never Dies. Então aumenta o volume porque está começando agora a entrevista da noite. Com vocês, Dunkelheiter.

?Voz D

Vamos então para nossa entrevista da noite. Estamos com a banda Dunkelreiter, o Rivelli. Seja bem-vindo ao Metal com Batata.

RRivelli

Obrigado, muito obrigado.

?Voz D

Beleza, vamos lá começar falando um pouco sobre história da banda, que já tá aí com praticamente 31 anos de história, é isso, né, dentro do underground brasileiro.

?Voz B

Primeiro, né?

?Voz D

Sim, querendo falar como é que surgiu a Dunga, apesar de ter entrado um pouco depois, mas com certeza já tá anos na banda aí. Sim, fica à vontade aí para—

RRivelli

Pois é, a banda, ela, ela, né, você falou aí, eu tô com já, vou fazer 20 anos de banda, né, cara? Eu entrei em 2006, então tô completando aí praticamente 20 anos de banda. E se eu for considerar toda a história da banda, eu sou o membro mais que mais permaneceu na banda, né, no sentido de longevidade disso daí. Mas a Dunkelheit, ela surgiu ali no ano de entre 95 e 96, né. O Rafael, que era o grande idealizador dessa banda, né, ele foi o guitarrista fundador da banda.

E assim, cara, foi aquilo assim, né, na região de Belo Horizonte, Contagem, já existia uma história muito grande no metal, né. Nessa época, os grandes, as grandes bandas já tinham estourado, já tinham feito história. Algumas ainda estavam, né, no processo ainda de evolução. E o Doom for Hire veio para trazer um pouquinho dessa mistura do som mineiro, né, do thrash metal mineiro, do som agressivo de Minas Gerais, mas ao mesmo tempo também trazer a a essência do metal como um todo, né, cara.

E a grande, a grande história do dunk assim era a influência do metal europeu, metal germânico principalmente, né, né. As bandas ali como Megadeth, ó, desculpa, as bandas como Creator, Destruction, Sodom, né. As próprias bandas de speed metal também, bandas assim como Living Death, né, foram Iron Angel, são bandas que influenciaram muito o som que a Nuclear Hyde queria que fosse, o thrash speed metal, né? A ideia principal era essa, mesclar aquelas, aquele peso do thrash, mas sem deixar a velocidade de lado.

E querendo ou não, também bastante influência, né, do heavy metal tradicional. Então a gente tem aí o Accept, né, o Iron Maiden, né? Então assim, são bandas que ajudaram aí a construir história. É isso. E nessa época, BH tava um pouco morto, né, no sentido de som extremo. Sepultura já tinha virado uma grande banda, o Sarcófago ainda tava gravando algumas coisas pesadas. A gente tinha aí o pessoal do Witchhammer, que também fazia um puta de um som nessa época, né.

Então assim, Chacal também ainda fazia algumas coisas. Então assim, eu nunca trouxe uma energia nova, né, era uma galera um pouquinho bem mais nova do que essa geração aí que começou lá em 85. E foi bacana trazer essa mistura, mas principalmente eu vejo muito assim o som da banda lá nesse início, entre 96 até 2000, eu vejo muito influência assim do que o Creator fazia, né, o som que o Creator fazia mais ou menos ali no final dos anos 80, entre o Terror Bocetante e o Extreme Aggression foram grandes discos que influenciaram muito o Rafael.

Então a banda, ela, ela foi trilhando esse caminho aí até mais ou menos essa data, sabe, até mais ou menos o inicinho ali dos anos 2000. E aí ela parou, ela teve um hiato.

?Voz D

Pois é, como é que aconteceu o seu ingresso na banda? Que eu entro bem já nessa fase de retorno após esse hiato, né? Como é que aconteceu?

RRivelli

Isso foi bem legal porque, né, eu comecei ali com banda, né, no início dos anos 2000, né, praticamente. Então eu tive algumas bandas antes de entrar no Dunkelheit, que eram bandas que também tinham essa mesma pegada de fazer um som ali calçado no som germânico, né, no som europeu. E eu era muito ligado nessa coisa do thrash, né, do Kreator, do Destruction. Então assim, a gente ficou ficou, eu era apaixonado com esses negócios.

E eu acabei conhecendo a banda mais ou menos no início dos anos 2000 ali, através da demo tape da Just for Dying. Só que como a banda tinha acabado, não tinha contato com os caras ainda, né, o que era o remanescente da banda, o que que aconteceu? Essa, uma dessas bandas minhas, que era um power trio, ela acabou e ficou eu e o baixista, né, ficamos ali sem baterista. E o Dunkelreiter também ficou ali um baixista e um guitarrista sobrando.

E aí, quando a gente conheceu, começamos a trocar ideia ali por volta de 2004, mais ou menos 2005, em alguns shows que a gente fazia da minha banda na época, eu sempre trombava com eles, com Rafael, com Fábio, né, o guitarrista e baixista. Em algum dado momento, a gente brincou assim do tipo, pô, cara, uma hora a gente podia montar a banda, né? A ideia foi mais ou menos essa, vamos montar banda. E como eu já tinha banda, e aí o baterista acabou saindo, aí a gente foi trocando ideia, foi trocando ideia, até um dia que nós amadurecemos e falamos assim, olha, vamos arrumar um batera e vamos juntar o resto da minha banda com o resto da sua banda, né?

Foi mais ou menos isso que deu origem então lá no início de 2006 a Dunkelheit. Mas essa volta ela foi, ela foi meio que premeditada por causa do seguinte, Como a minha banda não tinha nada gravado, né, a gente não tinha nenhum material gravado, a gente tinha apenas algumas músicas, a gente virou e falou assim, pô, o que que nós vamos, qual vai ser o nome? Vamos criar um nome novo? A minha banda chamava Fast Track, né. Aí a gente falou, vamos criar um nome novo ou vamos utilizar o nome do Dunker?

Então a gente acabou optando por usar o nome do Dunker porque ambos os remanescentes da primeira formação, eles ainda tinha uma certa quantidade dessa demo tape. E aí eles viraram e falaram, pô, cara, vamos aproveitar então que a gente tem o material gravado e tá aqui na nossa mão e vamos usar ele como divulgação. E a gente acabou optando mesmo por transformar essa união aí de 4 pessoas na Tum Tum Rider que a gente conhece hoje, né, com essa ideia de fazer o trash metal.

Só que aí teve uma coisa boa, porque aí veio a minha energia energia, a energia do Thiago na época, que era o baixista que tocava comigo. E aí a gente recrutou um baterista aqui da região mesmo, um cara até na época ele era até menor de idade, Rauan. Salve aí para o Rauan, grande amigo. Ele entrou na banda assim do tipo, cara, sangue no olho para poder fazer um som bem speed thrash mesmo. Aí a gente virou e falou, aproveitamos as músicas da demo, aproveitamos as músicas que eu tinha ali algumas coisas.

E aí a gente reestruturou a banda realmente em 2006, e aí a gente continua a tocar.

?Voz D

A trajetória do Dunga passou por demos aí, como você citou ali, split, EP, mais os álbuns, né? Querendo citar quais os momentos vocês consideram mais importantes dentro da história da banda.

RRivelli

Bom, eu te falo assim, A Demba, ela foi muito importante porque a época que ela foi lançada, né, igual eu falei, foi uma época de pouco material aqui em BH, né. Ali foi lançada em 98 para 99 e foi uma época que o metal tava num declínio muito grande assim, né, como um todo dentro aqui da região de BH, porque já tava meio saturado, o negócio tava meio saturado. Mas para mim, o marco mais importante da banda foi o EP Death in Pain que nós lançamos ali entre 2007 e 2008.

?Voz D

Por quê?

RRivelli

Porque esse EP a gente realmente gravou as músicas que seriam a base do que o Dunkelheit ia fazer dali para frente, né? Então a gente saiu um pouquinho daquele thrash mais calçado ali no Tomb of Souls, talvez, né? Eu acho que o Dunkel também bebeu muito dessa fonte ali no início da banda. Eram músicas mais ali na cara tipo People of the Light, sabe, que tinham umas baterias mais cadenciadas, tinha as passagens rápidas e tal. Mas aí a gente estabeleceu o que que seria o ritmo da banda no Death in Pain.

Então a gente tem músicas lá como Merciless Death, Nuclear Disaster, Chainsaw, são músicas que são muito mais rápidas. A própria Thrash Metal Maniacs, que é um speed meteu nervoso para caramba. E aí, em cima daquilo ali, nós falamos, ó, é disso aqui para frente, né? Então, ou seja, esse aqui foi o mínimo que nós estabelecemos de técnica, de velocidade, de peso e agressividade. E para mim também foi um marco zero, porque foi a minha primeira experiência com gravação profissional, né?

Então eu nunca tinha entrado no estúdio para gravar, né? Já tinha entrado para ensaiar, mas para gravar eu nunca tinha entrado. Não sabia como é que funcionava, não tinha noção muito das coisas. E para mim foi um grande aprendizado, né, para o restante da banda também. Nessa época, o Fábio, que era o baixista, ele já tinha saído da banda, né. Ele ficou por volta de 6 meses. E aí o Thiago assumiu baixo e vocal, e nós ficamos com uma formação bem legal nessa época, que era eu na guitarra, o Rafael na guitarra, o Thiago no baixo e vocal, e o Rauan na bateria.

E aí a gente fez um quarteto tradicional. E aí a gravação do Death Intense foi marco zero para mim, foi importante.

?Voz D

Legal. E durante todos esses anos aí, a banda passou por diferentes fases underground brasileiro, né? Tu até citou ali aquela fase meio embaixo, nem BH, né? Tu vê que mudou na Dúquel aí entre os primeiros anos e a formação atual, tanto musicalmente quanto em termos de maturidade também?

RRivelli

Claro. Nossa, a gente amadureceu assim É, eu falo que substancialmente, porque a nossa visão ali, né, eu principalmente tava ali no auge dos meus 20 e poucos anos. Então a minha experiência, né, com tocar guitarra, com tocar metal, já era alucinado com metal, mas ainda não tinha aquela coisa de experiência com banda, de fazer show, né, de literalmente colocar ali seu rosto na amostra, colocar o nome da banda à mostra para fazer as coisas.

E a gente foi amadurecendo, fomos amadurecendo musicalmente, fomos evoluindo nas composições. Rafael, grande guitarrista, o cara que me ensinou demais. Aprendi assim horrores com ele no sentido de, sabe, de pegar mesmo, de ficar em casa ali treinando, fazendo riff, construindo música, lapidando. Eu e ele, grandes, várias, na verdade várias músicas do que é o Heiter, elas foram compostas, né, foram feitas ali os arranjos com ele na guitarra e eu na bateria, cara, para você ter ideia, né.

Então a gente, eu construí um estúdio meia-boca lá na casa da minha mãe durante um tempo, e aí a gente ficava lá, cara, ia para lá de manhã e começava a compor, fazia, e eu ia fazendo ali um arranjo de bateria, gravava aquilo com uma câmera velha, um radinho velho, e aí depois chamava a banda toda e falava a música é isso aqui, vamos tocar. E aí a gente já lapidava mais. E ao longo desses anos isso foi evoluindo, né? A gente lançou ao todo 3 EPs, né?

Foi o Death in Pain em 2008, depois teve o Resident from Evil em 2011, e depois em 2016, se não me engano, a gente lançou o Slaves of Terror. E nesse meio de caminho, que foi em 2014, quando a gente lançou o primeiro álbum, que foi Holy Grave. E o Holy Grave foi outra, outro divisor de águas para mim, porque ali eu já tava mais experiente, né, já tinha mais noção do que fazer. E foi assim, cara, uma experiência muito foda. E as formações também foram mudando, né.

A formação talvez que a gente tenha tido de maior tempo de longevidade foi a formação que gravou tanto o Holy Grave, os Slaves of Terror, e o o Endless Ebony. Então, ou seja, nesse período aí foram quase 9 anos, né, com a mesma formação. Então foi bem bacana, a gente trabalhou para caramba, foi muito bom.

CBCristiano Batata

Legal.

?Voz D

E existe algum momento específico aqui que vocês perceberam que a Duke realmente havia conquistado seu espaço na cena underground?

RRivelli

Ah, cara, sim, porque a repercussão, a repercussão desse álbum, ela foi muito maior do que que a gente já tinha feito, né? Então, antes da gente lançar o álbum, a gente teve oportunidade de abrir um show do Sodom aqui em BH. Foi em 2013. Então a gente tava ali comendo as músicas para poder gravar e abrir para banda que a gente, né, tinha como referência principal do nosso som, tá aqui em BH. E a gente teve oportunidade de abrir um show, foi sensacional.

E logo no ano seguinte Gente, quando a gente lançou o álbum, a repercussão foi muito boa. A gente, eu nem acreditei, porque eu sempre tinha na minha cabeça que banda underground vendia álbum só para amigo, né? Aquela coisa de chegado que compra CD, né? E, cara, começou a chover de gente querendo álbum, disso querendo álbum. A gente mandou para fora para uns 4 ou 5 selos, agora eu não vou lembrar os nomes, mas a gente mandou tipo assim mais de 300 CDs para selos internacionais, na Dinamarca, na Polônia, nos Estados Unidos.

Tem sempre gente que compra CD na nossa mão para revender lá. E logo no ano que a gente lançou o álbum, a gente abriu para o Destruction. Então, cara, nesse intervalo aí de um ano e meio entre gravar, lançar e ter essa repercussão, a gente fez isso tudo abrindo para duas das maiores bandas de thrash que a gente tinha como referência no nosso som. Então, cara, foi inacreditável, foi muito foda.

CBCristiano Batata

Legal, legal.

?Voz D

Então vamos curtir um som do disco novo aí, escolhe aí para a gente finalizar.

RRivelli

Vamos lá, Parasite of Souls, a música que abre o último álbum.

?Voz D

Beleza, vamos lá curtir esse pancadão.

?Voz B

Basta, meu! My life now is done away. I leave it all far over there to go. It's just price I have to pay to feel my episode. No, I am this living flame. Breaks outside of cooking pans. This place wants me here. It is like in my hair. No remorse, no repentance. I have you coming fast. I'm talking till my face. I held that since the last. My life now is turning away. I lead a part of a dirty world. It's just price I have to pay to feel light and soul.

Have you ever wondered? I must say, have to say. You're so entrapped in lies. You have a lot to pay. Betrayer away. Vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem, vem No mais, filhos da espinha!

Não são mais terríveis o que eles! Fala da família por dia, a glória do Senhor aparece, torne-te sólido para sempre. E livre-me, meu Pai, do sol, e deixa-me brilhar de novo, brilhar de novo. Eu parto para o inferno, quero viver para sempre. Parasitas, parasitas são. Parasitas, parasitas são. Parasitas, parasitas são. Parasita! Parasita só!

?Voz D

Voltamos então, segundo bloco, banda Dunkelreiter. Agora vamos falar um pouco sobre influências, né? Até já falamos um pouco no primeiro bloco, mas seguindo aqui, sonoridade da Dunkel tem uma ligação muito forte com a escola alemã e o thrash metal, como tu mesmo disse, né? Já pincelou ali quais bandas foram fundamentais para moldar o som de vocês?

RRivelli

Então, essas 3 bandas para mim elas foram os pilares, né? O Destruction, o Sodom e o Kreator, né? Para a gente realmente moldar o som da dupla. Mas a gente tem também uma influência muito grande, mas assim, enorme, né, do metal de BH. E aí essa influência ela vai até um pouco além, porque a gente tem bandas aqui que foram formadas nos anos 80: Mutileito, Sepultura, Chacal, Overdose, Witchhammer. Mas eu gosto de destacar mais o som tanto do Witchhammer quanto do próprio Sepultura ali bandas mais trash do Sepultura, porque eram bandas que a gente tinha essa referência local, né, da galera, de garotos aqui da região de BH que montaram bandas que ganharam o cenário mundial, né.

E eram bandas que tinham esse apelo tanto metaleiro, vamos assim dizer, né, quanto apelo técnico. Então assim, se a gente pega bandas como o It Hammer, desde o primeiro álbum, segundo álbum, os caras uma técnica violenta. O Paulinho, o Casito são caras muito preocupados com a parte técnica do som, são caras que tocam muito, né, que tem muita facilidade em compor, em criar coisas diferentes. O próprio Sepultura ali na fase ali do Schizofrênia e do Gift of the Remains, né.

Então a gente bebeu demais dessa fonte aí. Então assim, Eu acho que esse conjunto aí foi o principal para moldar o som da Dunkerque. Mas a gente também não pode deixar de levar em consideração a influência individual, né? Porque a influência individual é muito ampla, né? Ela vai muito além daquilo que você estabelece para o som da banda. Então eu considero também que o som da Dunkerque tem muita, mas muita influência do heavy metal britânico como um todo.

Do power metal alemão eu também gosto bastante. Eu sou um cara muito ligado nessa coisa de power metal. Então ali eu tenho Blind Guardian, o Helloween, o Honeywild, são bandas que, cara, não abro mão de jeito nenhum de escutar, de ter referência. E ao mesmo tempo a gente também nunca descartou, né, cara, o metal americano. Então não tem como descartar o Slayer, não tem como descartar o próprio Metallica ali na na fase mais áurea.

É uma outra banda que a gente também sempre curtiu muito, que é uma banda até mais underground, na minha opinião, que é o Dark Angels, assim, sabe? E o próprio Death Angel são bandas de thrash que eu gosto para caramba. A fase atual da banda, né, que tá contando comigo na guitarra vocal, o Anderson no baixo, Vinícius na bateria, o Farley na guitarra, já é uma fase bem mais ampla nesse sentido, porque eu já tenho agora caras que têm uma ligação muito grande, por exemplo, com o death, black metal.

Então daqui para frente vai ter algumas influências disso no nosso som. A gente já tá começando a moldar algumas coisas pensando nisso, mas sem perder essa raiz que eu te falei, né, do metal alemão e principalmente do meu. Eu tô para falar que se bobear a gente tem muito mais coisa do metal mineiro talvez até que do próprio alemão. Às vezes a questão do alemão é mais por causa do nome da banda ser em alemão, né, e também por causa do momento em que a banda foi criada.

Mas se a gente pegar, igual eu falei, os últimos 20 anos com a minha presença na banda, a gente teve vários pontos diferentes, momentos onde que eu bebi mais da fonte americana, momentos onde que eu bebi mais da fonte alemã, momentos onde que eu bebi mais do próprio heavy metal, o O próprio Rafael também, ele era um cara muito ligado em heavy metal. Então assim, bandas como Accept ou Iron Maiden para nós era, era álbum todo dia, tinha que ouvir todo dia, entendeu? Então isso foi muito foda.

?Voz D

Sim. E com a retomada da banda após viagem que nós citamos antes, a Dunkel também passou a incorporar mais elementos de speed metal, né? Mas lógico, você abandonar o thrash metal, né? Mas como é que tu enxerga essa evolução da identidade sonora da banda ao longo desses anos aí?

RRivelli

Assim, não, isso aí foi super importante porque realmente a gente, a gente passeou nos dois campos, né? No início da banda ali mais na fase thrash, depois do hiato mais na fase speed. Mas o que que eu considero que foi, vamos dizer assim, o terceiro divisor de águas, né? É do álbum Endless Agony para frente. Então, do álbum Endless Agony para frente, na verdade até um pouquinho antes, para falar a verdade, já ali no EP Slaves of Terror a gente já começou a ficar um pouco mais ligado nessa questão do thrash metal mais técnico, né?

Então a gente começou a trabalhar músicas um pouco mais complexas, né? No Holy Grave foi um álbum onde a gente pegou tudo que a gente tinha de melhor e colocou dentro dele. Já o segundo álbum a gente preparou, né? Nós trabalhamos mais as composições, são músicas mais complexas. Então eu acho que a gente largou um pouquinho ali a coisa mais do speed, largou um pouquinho e calçou o som num thrash mais técnico, né? Se a gente fosse comparar aí hoje uma banda que eu considero que faz um som bem técnico, mas muito thrash, que é o Violator, né, cara?

O Violator é uma banda que tem um um som extremamente técnico, extremamente thrash, e numa velocidade absurda. Os caras tocam muito rápido, inclusive eles tocaram aqui em BH recentemente. E eles também sempre foram uma grande influência para a gente porque é uma banda underground e tem um nome violento no cenário, né? E assim, os caras são muito foda, muita gente boa também. Bandas também como uma banda até que eu toquei, que aqui de BH, que também é, querendo ou não, ajudou a ajudar um pouquinho o som do Luca depois, que foi o Fascinora, né?

Então a banda Fascinora também é uma banda de thrash que tinha uma pegada bem Bay Area ali, uma coisa bem americana e tal, e também ajudou um pouquinho a moldar, porque foi depois de 2015 isso. Então assim, eu acho que nós chegamos num ponto agora onde a gente tem a possibilidade de explorar ainda mais esse thrash técnico sem perder a velocidade e o peso, porém já acrescentando aí esses elementos que eu tô te falando, é, já dos novos integrantes.

Porque querendo ou não, os 3 integrantes que estão comigo agora, todos eles vieram ou do death ou do black metal, tirando o Vinícius. Vinícius também já tocou numa banda de thrash que era o Metralhator, começou mais ou menos também na época do retorno do boom. Metralhator, se eu não me começou ali por volta de 2005, 2006. Mas aí a banda acabou, né, passou por um processo. Então ele teve um contato muito grande com o thrash. Aí falando um pouquinho dessa influência mais nova, né, então os novos membros aí, principalmente o Anderson e o Vinícius, eles trouxeram mais esses elementos aí do death e do black metal, né.

Principalmente o Vinícius, que já tocou em várias bandas de vários estilos dentro do metal, já tocou thrash metal com a Metralhadora, durante uns 10 anos, tocou também com bandas de death metal, de black metal e metal experimental. Então isso aí trouxe para gente uma, uma nova oxigenada, né, novo ambiente no sentido de poder explorar isso musicalmente.

?Voz D

Legal, show! E existe até muitas bandas hoje tentando resgatar o som mais old school, né? Como é que vocês enxergam essa nova geração do thrash esse metal mundial aí?

RRivelli

Cara, eu acho isso assim fantástico, sabe? Porque essa também, vamos dizer assim, foi a nossa ideia há 30 anos atrás e 20 anos atrás, né? A nossa ideia era resgatar o metal ali old school. Só que o que que acontece? Acho que a grande sacada que todas as bandas estão tendo é de não ficar preso só no passado. É trazer o elemento do passado, mas agregar as novas ideias, agregar algumas modernidades que eu acho que ajudam bastante, né?

Se a gente for parar para pensar hoje num processo, por exemplo, de gravação, hoje a gente sabe que a gente consegue fazer várias coisas em casa ou de forma caseira que há 20, 30 anos atrás era impossível, né? A gente não teria condições de gravar um ideal de gravar uma própria demo do Pink Floyd em 98, foi bastante difícil fazer. Não tinha estúdio em BH com essa visão de metal. Metal tava também em declínio, né? Então eu acho que essa molecada mais nova aí, eles estão conseguindo colocar boas influências, né, resgatando a essência do metal old school, mas também colocando identidade deles.

Aqui em BH tem bandas novas surgindo, tem o Tryout, tem o Sentence, né? Ao mesmo tempo a gente tem bandas que são até mais antigas do que a gente, como o, ou da mesma época, como Drowned, por exemplo, que é, pô, cara, passearam dentro do thrash, do death metal ali, fazendo várias coisas legais e ainda estão na ativa. De vez em quando a gente vai, troca junto, Fernando aí aí, o Marquinhos e o Beto são grandes amigos aí, pessoas que apoiam, né, a cena aqui de PH.

Então assim, eu acho essa evolução uma evolução natural e muito positiva, cara, muito positiva mesmo, de apoiar, de comprar material, comprar um CD. Para a gente sabe que está meio difícil, né, ultimamente comprar algo não é todo mundo que faz, já que o streaming chegou com tudo e, né, arrebentou muita gente nesse sentido. Mas eu acho Legal isso aí, legal.

?Voz D

Mas começamos o bloco falando de influências aí, deixar para ti escolher 2 sons aí para a gente finalizar esse bloco.

RRivelli

Vamos lá, vamos de Destruction, Reject Emotions, músicaça. Mais uma pode ser também agora o Creator com Extreme Aggression.

?Voz D

Beleza, vamos quebrar tudo então, 2 sons Destruição e criatividade.

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?Voz C

Dois sonhos feitos de venenos e deis. Deixa eu te mostrar que a noite não é a sua, é o seu game of love. Let's fly away to the stars.

?Voz B

Reject! Emotions satisfy your feelings.

?Voz C

Let them warm your laugh. Drop them like a slushie.

?Voz B

Reject emotions, darling.

?Voz C

Feel loud.

?Voz B

Reject emotions. Emoções, Johnny, be louder! Presente emoção!

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?Voz C

Now that I have nothing more to live, once for a time, I want to take revenge on those who left me to the death. Save my brother! Meus sentimentos são os que guiam a minha vida. Entrei no bastião, já estou pronto para a batalha!

?Voz D

Voltamos então, terceiro bloco, Rivelli, banda Dunkelreiter. Agora sim, vamos falar sobre o Crash Never Dies, esse baita disco. Último lançamento de vocês aí, chegou em 2024, verdadeira declaração de guerra em defesa ao thrash metal tradicional aí. Querendo dizer, como é que surgiu a ideia e o conceito desse álbum aí?

RRivelli

Pô, essa aí foi, esse aí foi a realização do sonho, né? Bandeira hasteada ao thrash metal. E esse álbum, cara, ele foi na verdade uma ideia que eu eu tive, porque é o seguinte, ao longo desses anos, né, de gravação, de show, de ganhar experiência musical, como eu disse antes, a gente, né, cara, o Brasil ele é limitado demais em função de produção, de custo, né. Custear uma produção digna de uma banda de metal onde você vai conseguir captar ali a verdadeira essência do seu som é uma coisa muito difícil.

E eu tinha, cara, a vontade de gravar algumas músicas que ficaram para trás na história da banda. Então, é, para falar dessas 3 músicas, é importante que a primeira, Parasite of Souls, que é a música que abre o disco, ela é uma música que foi composta pelo Rafael lá no final dos anos 90, tá? Então essa música aí ela já tem quase 30 anos que ela foi, ela foi idealizada e Eu lembro que o Rafael, né, a história que ele me conta é que a ideia era que eles tivessem uma música pé na porta, aquela música de abrir show para, sabe, trazer toda a essência ali do metal com tudo que eles tinham de recurso para poder, vai, né, falar assim, pô, chegamos, né, tamo aqui.

E também coincidiu com isso na época de ser abertura do show do Mexico Fade, né. Eu não falei disso, mas em 98 ou 99, se não me engano, o Bunkerhead abriu o show do Mace Full Fate aqui em BH. E a ideia era ter uma música, né, diferente do que tava na demo para poder abrir esse show também, para poder tocar ali. Então Parasite of Souls era uma música que tava esquecida. Quando eu entrei na formação da banda, a gente tocou ela uma única vez no primeiro show que eu fiz com a banda.

Depois disso nós não tocamos mais, ela ficou enterrada. Mas eu tinha uma gravação desse show com ela viram, falei, cara, eu vou refazer essa música, eu vou tirar ela mais fiel possível daquilo que nós tocamos naquela época. E aí, cara, ficou uma música sensacional. A gente abre o show com ela, musicaz, muito, muito, muito foda. A música da In Hell, ela também é tão antiga quanto, porém ela era uma música que eu tinha composto ela em relação à banda que eu tinha, que era o Fast Trap.

E o Fast Trap, ele era muito, mas assim, muito influenciado por aquele EP do Destruction, Mad Butcher, de 87, 88, se não me engano. Que inclusive uma das músicas aí que a gente ouviu aí, Reject Emotions, é desse álbum, né, desse EP. E cara, essa coisa da técnica ali, da guitarra, do riff mandando na música, era uma coisa que eu queria. E ela tava adormecida também, nunca tinha sido gravada, nunca tinha sido trampada, e eu mantive ela lá.

Coloquei ela lá, na verdade, né? E a música Death in Pain era uma música instrumental que a gente tinha, a gente tocava ela como música instrumental, e eu quis colocar uma letra nela. Já tinha vontade de colocar uma letra nela. Ela podia ter entrado lá no Death in Pain em 2008, ou seja, uma música também antiga. E eu falei assim, cara, eu vou colocar uma letra nessa música. E por incrível que pareça, é a única música do Gunpowder que não tem solo de guitarra, então Também foi uma coisa diferente para gente.

É uma música mais cadenciada, ela tem um ritmo com um pouco mais ali na linha do People of the Light, do Como Sou e tal. E foi muito doido. E aí, cara, o grande detalhe disso tudo é que a gente não tinha— eu não tava satisfeito com a gravação de algumas músicas, né, tanto da Holy Grave quanto de algumas outras coisas que a banda já tinha feito no passado. Então, para não compor um álbum inteiro novo, totalmente novo, falei, não, eu vou pegar essas músicas de cada álbum.

Então peguei música da Just For Die, peguei música do EP Death in Pain, peguei músicas do Holy Grave que eu considerava que deviam ter uma outra energia, né, nas quais eu não estava preparado para fazer isso lá nas épocas que elas foram gravadas. E aí, cara, eu resolvi, né, traduzir isso daí no álbum. Então a galera da banda na época comprou a ideia demais, falou, não, cara, vamos fazer, vamos, vamos trabalhar em cima disso. E as músicas ficaram muito boas, cara, assim, ficou a sequência do álbum ficou muito boa, deu uma renovada, né?

E a gente, a gente tá tentando tocar nessa velocidade aí, cara. Esse é o grande desafio, porque na hora da gravação a gente para, faz de novo, mas ao vivo é porrada ali, soco na cara, e tá muito bom.

?Voz D

Legal, show! Acabou ficando uma homenagem à própria trajetória da banda aí, revisitando diferentes fases da banda, né? Bem legal. E isso foi desde o começo a tua intenção principal aí, desde o início do projeto? E ao mesmo tempo, como é que foi revisitar ideias antigas e trazer para esse novo álbum aí?

RRivelli

Então, no primeiro momento, a ideia era que isso fosse utilizado realmente para para comemorar esses 30 anos da banda, né? Só que infelizmente não foi possível, porque eu até queria fazer de uma forma como álbum duplo. Então era muita música para gravar, muita coisa, eu não ia ter tempo de fazer isso dessa forma. Aí a gente acabou optando por manter essa referência, né, a própria Evil Never Dies, né? Então manter ali o nome do Thrash ali como uma sobreposição, uma uma coisa que não acaba, que a gente não vai deixar, que a gente não vai largar.

Mas ao mesmo tempo já ser um prelúdio para isso aqui, olha, que vai acontecer agora ainda esse ano, que é a comemoração. A gente até lançou recentemente um documentário já falando desses 30 anos, um mini documentário, né, desses 30 anos. A gente até contou com a participação do nosso grande amigo Oswaldo Diniz, né, que é radialista, então fãzástico da banda. Um cara que vai no show, compra álbum, participa de tudo. E isso, cara, alimentou a gente para quê?

Para agora em 2026 a gente tá trabalhando em duas músicas novas, né, para poder gravar e aí fazer clipe, fazer um compacto, né. Se é que hoje em dia a gente pode chamar alguma coisa de compacto, né, porque esse termo não existe mais porque vinil já não é mais uma coisa comum igual era antes, mas A ideia é que fosse como uma espécie de um compacto com duas músicas novas inéditas. E também uma dessas músicas inéditas é a música que leva o nome da banda, né?

Então a música vai chamar de Uncle Writer e ela vai contar um pouquinho da nossa história, né? Ela vai transitar nesses 30 anos aí de thrash metal que a gente tem feito.

?Voz D

Legal, show! E o lançamento desse disco novo aí saiu pela Narlatatepe Records, né, sendo conhecido aí dentro do underground extremo, querendo falar como é que surgiu essa parceria, a importância desse apoio para divulgação do disco também. Inclusive, sim, foi eles que me mandaram o material de você.

RRivelli

Isso, isso, na verdade foi um, foi um através do Formigão, né, lá de São Paulo, né, grande amigo também, um cara que dá muita força, e ele ajudou a gente nesse lançamento, né, captando, né, as pessoas que queriam estar envolvidas com o disco, né. Então foi muito importante para a gente fazer isso porque eles conseguiram— a minha intenção também com o lançamento desse álbum era entrar de uma certa forma um pouco mais forte na região de São Paulo.

Bom, então a nossa ideia com esse lançamento aí foi conseguir então chegar mais hoje no público aí de São Paulo, da região Sul, da região Nordeste também, conseguir levar o álbum aí através, né, dessas, desses parceiros distribuindo aí o nosso som também. Isso foi, foi muito, muito bom, cara, sabe? O álbum ficou assim sensacional. O resultado que a gente tem aqui de gravação, né, de entrega mesmo nossa, foi total. Então a gente trabalhou bastante para conseguir chegar nesse resultado.

E assim, eu acho que a gente atingiu a meta, né, cara, do jeito que a gente queria, do jeito que a gente precisava para a gente poder continuar fazendo show, continuar fazendo álbum, continuar fazendo a nossa música.

?Voz D

E o álbum mantém uma produção aí mais orgânica e crua, né, sem exageros modernos assim. Essa era uma preocupação desde o início, veio ao natural? Como é que foi? Conta isso.

RRivelli

Sim, não, aqui a grande preocupação foi a produção, né? E assim como a gente fez no nosso último álbum, penúltimo álbum, né, no Endless Ego, é, a produção foi toda nossa, né? Então nós produzimos, nós gravamos, nós fizemos todo esse processo justamente porque aí eu tinha esse som na minha cabeça, a forma como eu queria que ele soasse no disco. E claro, utilizando o recurso, né, da modernidade de gravação, da possibilidade de utilizar vários amplificadores, vários plugins, né, para som de guitarra, som de baixo.

Tanto é que na minha felicidade, eu adoro o som de baixo que tá aqui, é um som muito bom, né. Então a gente conseguiu chegar numa coerência sonora muito boa. E claro, cara, a gente, nós batalhamos para caramba, tivemos ajuda na produção, né, de um amigo meu que é o Hudson Lucena, Ele é um cara que entende muito de metal, entende muito de gravação, me ajudou na produção do álbum. E claro, a gente queria a modernidade para ajudar e facilitar, mas a gente não queria perder a essência old school também, né?

A gente queria que essa sonoridade ela trouxesse e entregasse uma experiência igual quando quem ouviu o Rust in Peace do Megadeth, quando quem ouviu Call of Souls pela primeira vez, né, como quem ouviu algum álbum do Test também ali do início dos anos 90, com aquele peso, aquela agressividade, mas também remetendo também ali aos anos 90, aos anos 80, sem sombra de dúvidas.

?Voz D

Legal, show! Por fim, vamos nesse bloco falar sobre a capa aí do disco Trash Never Dies, né, querendo falar sobre a produção dessa capa. Fica à vontade aí.

RRivelli

Então, a produção dessa capa foi inclusive do meu amigo Fernando Lima, do vocalista da banda Drowned aqui de BH. Foi a segunda capa que ele produziu pra gente e, cara, ele captou exatamente a ideia que eu tinha na minha cabeça. Então assim, o Fernando é um cara sensacional de trabalhar, já trabalhou com outras bandas também, mas o mais legal foi que ele conseguiu reunir aqui na capa, né? A arte inteira do álbum foi o que fez. Então tanto slipcase, né, a parte aqui de trás, né, a luz melhor aqui, essa arte aqui toda e tal, o encarte, tudo, tudo foi ele que fez, né, para entregar para a gente o trabalho mais profissional possível.

E cara, a paleta de cores que ele usou a forma como ele construiu isso aqui. A gente foi sempre trocando ideia, ele me mandava um rascunho, eu ia lá, dava uma criticada, levava para banda, a galera opinava, voltava. Acho que nós fizemos isso aí umas 6 vezes ao todo, né? Até o dia onde ele realmente virou e falou, ó, vou imprimir uma peça aqui para eu ver como é que tá. Se eu gostar, aí a gente, a gente dá sequência. E foi assim, cara, foi muito bom.

O cara, bicho, Fernando trabalha muito rápido, velho. É um negócio assim, é tanto que o material do Drowned, quem tem os CDs, né, igual eu tenho praticamente todos os CDs do Drowned, se eu não me engano é um ou dois que tá faltando aqui na minha coleção, mas eu sempre me espelhei neles nesse sentido de produção musical com a entrega do álbum para o fã, né, porque quando a gente compra é um negócio que vai ficar para vida inteira, né, cara.

Então eu tenho CDs aqui que eu comprei quando os CDs foram lançados, né? Então isso daí é importante. E as pessoas também, quando elas veem, né, o material, né, com a produção, com apoio dos selos que foram, né, colocados aqui, toda essa turma que ajudou a gente demais, agradecer a todos eles aí, né? Porque isso trouxe para gente essa coisa do profissionalismo que a gente queria entregar para uma banda, uma banda underground. Então assim, foi muito bom trabalhar com o Fernando, agradeço ele aí. Próximo álbum, tamo junto, com certeza.

?Voz D

Isso aí, um abração para galera do Brownies aí e vamos curtir mais dois sons da Doom que eu escolhi aí para a gente finalizar.

RRivelli

Agora vai ser Nuclear Disaster e Death and Pain.

?Voz D

Beleza, vamos curtir os dois sons aí, Vitor.

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?Voz D

Voltamos então, quarto e último bloco, porque é bom durar pouco essa bela entrevista aí com Rivelli, banda Dunkelreiter, falar aí sobre o tudo, shows, merchan, mas um monte de coisa aí para a gente finalizar, fechar com chave de ouro aí e voltar um pouco no tempo. Mesmo sem internet, praticamente sem divulgação, o underground lá dos anos 90 parecia muito mais vivo, a ponto de muitos ensaios na época reunir até mais público do que vários shows hoje em dia, né?

RRivelli

Acontecia isso naquela época, inclusive avisou Com certeza, alguns ensaios era festa de amigos que virava show, né?

?Voz D

É, com certeza, cara.

RRivelli

Assim, isso para nós é fantástico, né? Porque querendo ou não, de uma certa forma isso ainda acontece, né? Aqui na nossa região aqui a gente tem alguns estúdios que tem um espaço maior que a galera acaba fazendo um ensaio aberto. Quando pensa que não, tem 100 pessoas lá assistindo o ensaio da banda. Cara, vira uma festa com churrasco, com cerveja, né, com diversão para caramba, os amigos, né, sempre, sempre curtindo aí, apoiando as bandas, cara.

Então assim, isso é muito bom, né. E falando de show, a gente, a gente esse ano, a nossa agenda tá uma agenda assim bem curta, para falar a verdade, né. No primeiro momento a gente tem apenas um show marcado agora no início de agosto, se não me engano, 1º de agosto, né, que vai acontecer um show lá no Caverna Rock Club, que é um bar bem, bem preparado para o metal aqui de BH. Organização ali do nosso amigo Felipe Brasil. Vão ter algumas bandas bem legais, inclusive, né, o que a gente comentou lá nos blocos anteriores a respeito das bandas novas.

Vão ter aí algumas bandas que são realmente bandas que estão começando agora, estão gravando os primeiros materiais nacionais, né, que vão estar participando junto com a gente desse show. Vai ser bem legal. Já tem outras bandas renomadas também que já, já tem aí material gravado, né, como a Payback, por exemplo. Mas a gente sabe que, cara, essa bandeira é uma bandeira que a gente vai carregar até o fim, né, cara. Então esse show aí vai ser um show bem legal que a gente vai estar divulgando essas duas músicas novas que a gente tá trabalhando nelas para fazer a gravação tanto do clipe quanto desse material de comemoração dos 30 anos.

Igual eu falei, o documentário, o mini documentário, já foi disponibilizado nas nossas redes sociais. Quem puder acompanhar lá, Dunkelreiter Oficial. E tá sendo bem legal, sabe, para a gente poder divulgar, sabe, continuar fazendo o nosso som, saber que a gente pode carregar a bandeira do thrash de Minas Gerais assim de forma, né, esplêndida, um negócio que realmente agrega valor ainda para as pessoas, que a galera curte, que a gente curte, né, cara.

Porque eu acho que o fundamental aí é a gente ainda sentir tesão de fazer isso, né, cara. Então assim, né, a gente já não tem mais 21 anos de idade, já tá todo mundo com os 40 lá vai, 50 lá vai. E cara, a gente tá fazendo a gente vai continuar fazendo cada vez mais técnico, mais rápido, mais veloz. E assim, cara, muito foda poder inclusive tá participando de um momento igual esse aqui, de poder tá divulgando, né, de poder tá participando de um programa que tem uma grande repercussão e poder levar isso daí. Bem legal.

?Voz D

Valeu. E a gente falando desse cenário aí de Minas, né, como é que vocês enxergam o cenário Atualmente aí. Inclusive teve uma banda, amigo meu aí, que acabou indo para aí agora, aí, o vocalista tá por aí, um abração.

RRivelli

Ele tá morando aqui agora, né? E, cara, sou até suspeito para falar, hoje eu tava curtindo, cara, sair daqui de casa para trabalhar e coloquei no fone de ouvido, tava ouvindo o último álbum deles, ficou muito bom, ficou muito bem gravado, muito bem A proposta da banda, apesar de ser uma proposta que já tem outras bandas similares assim com essa mesma pegada, mas eu acho que eles fazem de um jeito bem, bem original, sabe, cara?

Eu, eu tenho uma outra banda aqui de BH que eu também gosto de citar, que são grandes brothers, cara, é que é o Crush Hammer, né? A banda Crush Hammer é uma banda também que tem essa pegada muito parecida com a do Evil Cult, mas por enquanto por mais que pareça, por mais que o som deles sejam similares, cara, cada um tem a sua identidade. E isso, cara, é fantástico, velho, porque os caras são assim no áudio, né? É muito doido, muito bom.

?Voz D

Legal. Bom que citou já como tava a agenda aí também, né? Por enquanto vão tocar no Caverna aí. Legal. Só porque eu tive em BH e acabei não indo lá na época de ver.

RRivelli

Pois é, cara, pois é. Nós fizemos alguns shows, né, em BH. Ano passado foi mais, os últimos 2 anos tinha sido mais apertado de agenda, a gente fez bem mais shows, né. Tivemos oportunidade também de tocar um show, um show que foi bem massa para gente, que eu tenho na minha memória assim recente, que foi um show lá em Campo do Meio. Inclusive teve recentemente agora, né, no último feriado teve esse festival lá, o CDM Metal Fest.

Então a gente teve oportunidade de tocar também foi muito bom, uma viagem excelente e tal. E os últimos, igual eu falei, a gente fez bastante show 2024, 25. E aí em 26 a gente optou por ficar mais focado na composição, ficar mais focado nas coisas internas, desenvolver um pouco melhor essa questão das influências. Igual eu falei antes várias vezes, a entrada tanto do Antos quanto do Vinícius trouxe um gás muito novo pra gente no sentido de capacidade da gente expandir o som, né, da gente trazer novas ideias, trazer novas influências para banda, né.

Todo mundo é bastante ligado no metal como um todo, mas, cara, tá sendo um período muito bom. A gente tá conseguindo trabalhar bastante, ensaiar. Galera fica no grupo do WhatsApp e toca todo dia: que dia que eu ensaio? Que horas que é? O que que nós vamos fazer? Qual música que nós vamos tirar? Qual que nós vamos priorizar, né? E agora realmente a gente já tá a gente já tá entrando aí na próxima semana nesse processo de gravação.

E aí nós vamos começar a gravar mesmo, né? Já fizemos a pré-produção para poder lançar isso daí no segundo semestre. E aí com certeza, né, aproveitar aí o espaço até para os produtores aí, quem tiver organizando show, quiser chamar a gente no segundo semestre, a gente vai estar com agenda 100% aberta aí para poder tocar. E querendo baixar aí em Moleque, a gente baixando no sul, Curitiba, queremos São Paulo, a gente quer fazer show, cara. A gente tá buscando isso daí para a gente poder levar o som de Minas Gerais aí.

?Voz D

Legal, legal. E hoje em dia, como a gente falou, apesar de não ter saído CD, mas tem os colecionadores aí como nós, né? Eu também sou colecionador, claro. Isso ajuda também as bandas, né? Se patrocinar, digamos assim, querendo dizer, como é que a galera faz para adquirir o material de vocês atualmente? O que que vocês têm à venda? Onde o pessoal pode adquirir?

RRivelli

É, hoje, hoje a gente centralizou o nosso canal de vendas através do nosso Instagram, né? Então o Instagram da banda é @dunkelreiteroficial, né? Oficial, o termo em inglês com dois Fs. Então pode entrar em contato lá, também podem entrar em contato através do meu meu WhatsApp, que é o 319-8304-2046, tá? Os materiais que nós temos disponíveis são todos os álbuns da banda, né? Então os 3 álbuns, um Holy Grail, o Endless Agony e o Crash Never Dies, eles estão, né, dentro do nosso catálogo de vendas.

A gente também tem hoje essa camisa aqui, que é a mais nova da banda. Essa camisa aqui Ela é a camisa de comemoração de 30 anos da banda. A gente também fez a divulgação agora recente no Instagram com o lançamento dessa camisa. A gente também tem um patch bordado, né? Então hoje o nosso merchandising está concentrado na camisa e no patch, e muito em breve a gente vai ter caneca, boné, bóton e mais algumas outras surpresinhas aí que a gente tá preparando para lançar junto com as músicas, né?

Então, se tudo der certo, se o nosso planejamento estratégico tiver realmente ali em cima ali das datas, a gente vai estar conseguindo fazer isso tudo ali por volta ali da época do show, né, onde a gente vai estar lançando isso, onde a gente vai estar divulgando. E aí pode entrar em contato com a banda, né? O nosso email também é o mesmo nome do Instagram, é @jma hotmail.com. Então, dunkelreiteroficial, dunkelreiterbr@gmail.com, podem entrar em contato com a gente por lá também.

Mas o Instagram tem sido o canal mais, hoje, mais fácil, né? Porque o Red Bang, ele tem conseguido utilizar a rede social beneficamente, no nosso caso, né? Divulgar, passar material. Então a gente já tá aí com bastante saída de camisa, tá bem legal. E a gente, cara, pretende continuar fazendo isso aí desse jeito. Certo, legal.

?Voz D

Valeu então, Rivelli, por essa bela entrevista. Deixar o espaço para ti aí, deixar uma mensagem para os ouvintes do Metal com Batata, para os fãs da Dunkel e para todos os maníacos aí por thrash metal aí, cara.

RRivelli

Eu agradeço demais, Ló, felizasso de ter recebido seu convite, cara. De verdade. Já tinha um tempo que a gente tava, né, esperando, né, um convite desse para chegar, para a gente bater um papo. Queria muito que pudesse ser com a banda toda. Quem sabe aí no futuro, no futuro, no momento, a gente possa fazer aí uma conversa, um bate-papo com todo mundo da banda também. Mas em nome de todos da dupla, né, eu agradeço muito o espaço, né, agradeço aí ao trabalho que vocês estão fazendo, né, as informações que são passadas.

E claro, cara, é o meu recado principal é para o headbanger, para o cara que tá ali, o cara que trabalha, que acorda cedo e sabe o suor e o valor que ele dá no dinheiro dele para comprar o nosso material, para comprar nossa camisa, para ir no show. A gente sabe o tanto que tá caro hoje em dia, né, cara, ir no show, shows aí internacionais cada vez mais caros, os shows nacionais das bandas underground também, mas a gente a gente também enxerga o apoio, sabe, da produção, né, aqui em BH.

Eu quero meu agradecimento assim gigantesco ao Felipe Brasil e ao Marco da banda Railway Train, que são pessoas que sempre organizam, né, shows aqui. Meu agradecimento também é para um cara que sempre apoiou o metal de BH, que é a lenda, né, do João da Cogumelo. É um cara que também apoia muita gente, sabe, sempre deu apoio a Duda Ryder. Sempre tem o material da banda na Loja Cogumelo. Vocês também podem procurar lá através do site da Cogumelo, a gente tem material disponível lá.

E, cara, assim, agradecer de coração mesmo poder estar participando, poder ser headbanger, cara, é um privilégio, cara. E, claro, claro, né, nós somos colecionadores porque a gente ama, cara. Então, né, quem compra, eu agradeço do fundo do coração de verdade por vocês estarem apoiando aí a gente a fazer uma coisa que é sempre desafiadora, manter o metal de metal do Brasil em chama sempre.

?Voz D

Com certeza. Escolhe os dois últimos sons aí da Dungel para a gente finalizar.

RRivelli

Ah, beleza. Então vamos lá, os próximos sons aí para vocês curtirem: Evil Never Dies e Die Hell.

?Voz D

Veitor, valeu! Vamos curtir esses dois sons lá.

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?Voz B

Search for the vital signs. Survive if you can. Evil never dies. Evil destroyed the church. Bless the sign of evil. Evil never Dias. Dá um tiro no céu, você não vai me ver de novo. Destruir seus sonhos, não há saída.

?Voz C

Salve, salve minha mente.

?Voz B

Estou ao seu lado, torço para sua morte. Certifique-se se você pode. O mal nunca morre. O mal destrói o juiz. Defenda o mal. Evil never dies! Evil never dies! Evil destroyed the church! This is the sign of evil! Evil never dies! Clive as fast, the dreams are deaf. Force beyond the horizon, flames so high, prepare to die. See your black sun. We say those who fly, lift over your presence of pain. You still deserve to fight hell eternally.

Die hell! Die hell! Lá está o céu, só existe o céu. Satanás nunca morre. O céu é o lugar onde todos os pecadores são condenados. Diabo! Diabo!

CBCristiano Batata

E assim chegamos ao final de mais uma edição do Metal com Batata. Nossos agradecimentos à banda Dunkelheiter pela participação e por compartilhar conosco detalhes sobre o disco novo, além de toda a sua trajetória atento no metal. Nosso muito obrigado ainda aos parceiros internacionais Asher Media Relations, Grand Sound PR, Metal Message Global e Inverso Records pelo envio dos materiais promocionais das bandas que fizeram parte do primeiro bloco dessa edição.

Eu sou o Cristiano contato e agradeço a companhia de todos vocês. Voltaremos semana que vem com mais uma edição do Metal com Batata, trazendo novos lançamentos, entrevistas exclusivas e muito metal para os nossos ouvintes. Até a próxima e mantenham o metal vivo!