Metal com Batata 450 - Veltharion
METAL COM BATATA #450 NA RADIO EXMERA!
Chegamos a uma marca histórica! O Metal com Batata celebra sua edição 450 com um programa especial, reunindo grandes lançamentos do metal nacional e internacional, além de uma entrevista exclusiva com uma das bandas que mais vem se destacando na cena brasileira.
No bloco nacional, você confere:
Bestial Decay
Luctiferu
Desaster
VOMEPOTRO
No bloco internacional, o peso fica por conta de:
- Medellín Colombia
Pythonic
Mazzaroth
E para fechar esta edição especial, uma entrevista exclusiva com a Veltharion, que apresenta os bastidores do álbum "Black Hole's Dance", falando sobre composição, gravações, influências, produção e os próximos passos da banda.
Segunda – 20 de julho
18h
Radio Exmera
Agradecimentos especiais à
Sangue Frio Produções, pela parceria na realização da entrevista, e às assessorias Grand Sounds Promotion , Asher Media Relations e Metal Devastation PR , pelo envio dos lançamentos internacionais que fazem parte desta edição.
Não perca! Uma hora dedicada ao que o underground tem de melhor, com muito peso, lançamentos e uma entrevista exclusiva.
Metal com Batata – Há 10 anos fortalecendo o metal nacional e levando o underground brasileiro para o mundo!
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Cristiano Batata
Bruno
- Entrevista com VeltharionBoninho·Black Hole's Dance
- Conceito do Álbum Black Holes DanceNiilismo·Egocentrismo·Lado Sombrio do Ser Humano·Depressão·Ansiedade·Declínio de Roma·Conde Drácula·Corpo Seco (Folclore Brasileiro)
- Introdução ao MetalWarthrash·Monty Python·Introdução ao Metal·Mazzaroth·MBL
- Locações de GravaçãoBerserker Grave Studios·Gravação em Casa
- Processo Criativo· CulturaComposição de Riffs·Letras em Inglês
- Origem da Banda VeltharionVeltharion·Besta Interior
- Shows e Agenda· EntretenimentoVersão Física do Álbum·Camisetas da Jogabilidade·Videoclipe
- Influência Musical· CulturaDeath Metal·Black Metal·Thrash Metal·Heavy Metal·Músicas Nacionais Anos 80
- Cena Metal LocalSanta Maria da Vitória (Bahia)·Sangue Frio Produções
- Capa do Álbum Black Holes DanceRealm of Ink·Robson Kamikaze
Boa noite, galera! Eu sou o Cristiano Batata e está começando mais uma edição do Metal com Batata. Trazendo o melhor do metal nacional para você. Hoje chegamos à nossa edição 450, um marco na história do programa, e preparamos uma seleção especial de muito peso. No primeiro bloco você confere alguns dos principais lançamentos da cena nacional. E depois vamos atravessar fronteiras para acompanhar o que há de mais recente no metal internacional.
E para fechar essa edição, você confere uma entrevista exclusiva com a banda Veltário, que participa do programa para falar sobre o excelente disco Black Holes Dance. Então aumenta o volume porque a partir de agora o metal toma conta das ondas do rádio. Seja muito bem-vindo ao Metal com Batata. Chegou a hora de conferir o primeiro bloco da noite e a partir de agora então você acompanha uma seleção especial com alguns dos mais os mais recentes lançamentos do metal nacional, em peso, qualidade e muita diversidade, mostrando que a cena brasileira continua mais forte do que nunca.
Aumenta o volume e curta esse primeiro bloco. Daqui a pouco eu volto para apresentar tudo que acabou de tocar. Today is scary. You're gonna see.
Hello, darling. Big girl. Take your little deep dart. Brilhos de dia, doce, meio, vibrante, dark. Brisa, brisa, aí, best style. I style it. Luz, cross, the Guinness, with art. I like it.
Já nos traz o entrevoz, plays a grande e gigantesca ice. Toca até o toque de teu estalo, pôr esse copo até ele estourar, custa instantes até implorar. Guy sente o gosto do ar, olha de quem, ó, tá nesse swing, e a gente diz, ué, tá nesse sombrio quê? Tô indo pro bloco, essa é Vem, Petrol, Dili EX2! Executa o seu sonho, ok? Que sua divindade seja para sempre, ok? Deus criou o seu poder, ok? Prova o seu poder, Dili EX2! Prova o seu poder!
Só os livres, Cavalo Sutter, White Bethany. Express, foda, John Waters, Lord, Blizzard, Fall, Edward Zedd, Proteção of the Dead, Bob, Prometheus Tower, The Gates of Hell, Maledição, Troll, The Fire Arise, The Fire Arise, Troll, Fire And run! Nos batalhos, desafia as lives, quebra as brilhas, estuda e se inscreve, desafia as tias, brinca com os grandes drones, defende as vozes, declara, destrói, people, God, criações, people, God, criações. From the dark to rise, to the darkness. I serve it to you!
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Então abrimos com a banda Bestial Decay apresentando a faixa Born in the Funeral. Do álbum Under a Pale Moon. Na sequência, ouvimos a Torrent Graves com Evil God's Creation, extraída do álbum Temple of Unhallowed. Depois foi a vez da Luke Farrell mostrando toda a intensidade de Lighting the Unholy Flame, presente no disco Legends Rise. Em seguida rolou a Disaster com Lightless Moon, faixa do álbum The Last Sermon of Moncri. E encerrando este bloco, o brutal death metal da Vomit Potro, que retornou ativa com o excelente álbum Fall into Decay, lançado pela Brutal Mind.
A música que você ouviu foi Alice of Lunacy, mostrando que a banda voltou em grande forma após anos longe dos estúdios. Agora vamos deixar o Brasil por nós por alguns minutos e seguir viagem com uma seleção especial de lançamentos internacionais. Então chegou a hora de conhecer algumas das novidades que estão movimentando o cenário internacional do metal extremo. Prepara-se para mais uma sequência de Azul.
I will tear you apart and become the first of many dogs unburied away. You're a story to realize and you're just a man. Memórias do teu passado, arrepiando-te por eles, agarrando-te a memórias de quando eras jovem. Teu próprio corpo, que não te pertence, é o teu meio-éterno. Não importa o quão duro você grita, a resposta você tem quando você me chama. A qualidade é excelente, ergue a sua voz. O que você quer? O melhor. 2, logo que eu roubo a cidade, vou torcer de novo, vou torcer bem, nada embaixo, vou te roubar, quem fala, quem é que vai dizer?
Let's have a shout out now while Blackboard works all about, but can't ride too short, second we try, let's not ride tight, right? Let's concentrate, let's not die, right? But if you like shorts, why not ride? Better than slower and a lot of fun. Ei, policar! I call you out on it! I don't believe you! I don't believe you!
Believe you!
Which character do film are coming? You've been proved to be a bully! Time to step down! Take off that robe! Resistam, seguid a estratégia da TXR. Vão dar a vence a vitória até o fim, um com todos. Dou-lhe a vence com todo o meu coração, não vou parar. Com o fogo do coração e a força da minha mente, Esse é o rapaz! Today, show for the night! Clouds of passion! Santel da Fábrica Plus, Dili no Lar, Sorvete Jundiá. Just gonna like that. And oh, what will be our future? Pay your for this, this amazing night.
Então este foi o nosso bloco internacional, trazendo alguns dos lançamentos mais interessantes do metal extremo mundial. A abertura ficou por conta da colombiana War Flash com Hand of Doom, faixa do álbum No Light Shall Remain, lançado pela Awakening Records. Depois de duas décadas de estrada, a banda de Medellín apresenta um trabalho que une a velocidade do thrash metal à brutalidade do death metal clássico, trazendo influências de nomes como Death, Marley Daniel, Entombed e Dismember.
Na sequência, ouvimos a canadense Pitonic com Venom, do EP Laws of Karma. O novo trabalho marca uma nova fase da banda de Saskatoon, apostando em uma sonoridade ainda mais pesada que mistura death death metal e slam, sem perder a força dos riffs e a energia de suas apresentações ao vivo. Depois foi a vez da banda canadense Metaladium com Holy Hell, faixa do álbum de estreia Dedication. Liderada por Andrew Broth, a banda combina thrash, death metal elementos progressivos e influências da música clássica, criando uma identidade bastante particular e intensa.
Na reta final do bloco rolou Mazaroth, diretamente de Rochester, Nova York, com Ethereal Will's Call, do álbum Goetia, inspirado pelo death metal clássico e por temas ligados ao ocultismo e ao horror, o disco apresenta uma atmosfera sombria e brutal. Encerrando a sequência, ouvimos a Moosebeer, de Cleveland, Ohio, com o single Ashes of Shehenna, primeiro aperitivo do futuro álbum Of Insidious Essence. A banda, após ter um déficit heavy metal devastador inspirado tanto pela brutalidade dos anos 2000 quanto pela velha escola.
E agora então chegou o momento mais aguardado dessa edição, vamos receber a banda Veltarium para um bate-papo sobre o excelente álbum Black Holes Dance. Vamos lá então, que a entrevista vai começar agora.
Vamos então para nossa entrevista da noite. Estamos aí com a banda Veltarium, com o Bruno, baterista. Seja bem-vindo ao Metal com Batata! Vamos lá então, explica para galera aí, já que tu é fundador da banda, como é que surgiu a Veltarium, qual foi a ideia inicial para formação da banda na cena aí de vocês.
Então, a maioria dos membros da Veltarium A gente já toca desde moleque, entendeu? Tá todo mundo hoje já velho, já 30 e tantos anos, mas a gente toca desde quando tinha 16 praticamente, né? A gente já teve banda de thrash, banda de viking metal, banda de heavy metal. Então ao longo do tempo essas bandas não foram se segurando, né? O pessoal tem suas correrias e aí acabou algumas acabando. Então a gente decidiu montar esse projeto agora, que na verdade não tinha intuito nem de gravar, nem de repercutir desse jeito, nada.
Era só mesmo para fazer zoeira e, entendeu, só para matar o hobby. Baterista com bateria parada, guitarrista com guitarra parada, não rola, né, velho? É foda. Aí, né, o lance era, o lance desse álbum que a gente lançou aí da Vital era fazer uma música de cada estilo, entendeu? Uma música de thrash, uma música de heavy, uma de black, onde der, para a gente sair mesclando influências que a gente teve a vida toda só para brincar.
E acabou que foi dando tudo no mesmo caminho, no mesmo estilo ali. Aí a gente foi fazendo as músicas, foi vendo que foi ficando legal, e os meninos falou, não, Bora botar um nome aí na banda e gravar. Falei, não, beleza. Aí acabou que o guitarrista, nosso guitarrista aí, que foi um dos fundadores também comigo, Fábio, Fábio Neto, ele falou, velho, eu tenho umas ideias aqui meio místicas. Aí eu falei, Fábio, ó, vai ser Veltarion.
O velho é velho de velho mesmo, e Tarion vai ser uma alusão à besta interior que existe dentro de cada um, né? E aí Acabou que ficou esse nome aí, pegou, a gente fez a logo, gravou o disco, mandou para dentro. Legal. Aí Ana Paula veio com o Águia e Tarrafal, faz um tanto que já tinha, já produzia CD antigamente, né, gravava banda de outros colegas aqui. Um colega nosso de Barreiras veio gravar comigo uma época, e aí tava lá sem banda, amigo de muito tempo, eu fui, chamei para tocar o baixo aí. Informou.
Show, legal! Como citou aí, relativo no nome da banda, né, remete a besta oculta do véu, né, carrega um conceito forte. Como é que essa influência aí, como isso influenciou a identidade do grupo e tal? Eu acho que as músicas, na verdade, como citou, as músicas vieram primeiro, né? O nome foi depois, já na mesma linha.
Foi primeiro, a gente fez as— na verdade foi primeiro igual a gente sempre faz aqui na Bahia. Eu acho que a maioria das bandas aqui é desse jeito. Primeiro a gente vai lá, faz o instrumental, tudo, depois coloca a letra em cima do instrumental, e aí o nome da banda veio depois.
Sim, e a banda acabou vindo com uma proposta até bem técnica e conceitual, né? E interessante citar porque isso acabou vindo meio ao natural, né? Como tu disse, a ideia era mesclar vários estilos e acabou saindo o que saiu aí.
Foi, é, tem, você ouviu o álbum todo, tem música lá que é, sei lá, parecendo o Calibal Porras, tem outras músicas que é de techno assim, é meio melodia, bem melódico. Bem, tem outras que parece mais um folk metal, alguma coisa do tipo. A gente usou várias influências da gente mesmo aqui, desde folclore, do folclore brasileiro, a essas coisas mirabolantes que existem na igreja, misticismo do universo, várias coisas assim para poder criar as músicas.
E vocês acabaram reunindo músicos com experiências diferentes, podendo dizer, dentro do metal, né? E acabou criando uma unidade sonora, podemos dizer assim. Como é que foi reunir todos esses músicos com essas diferenças aí, cara?
Assim, por mim, quando eu comecei, já foi direto uma banda de thrash. Sabia nem tocar bateria na época, lá para 2013, 2012, por aí. Aí eu comecei a tocar na banda de thrash, logo depois foi para uma de black. Aí uma das minhas principais influências na bateria foi o Sete, era muita, muita coisa e absorvia muita coisa muito rápido, né? Moleque novo, você sabe como é que era, animado para tocar e tudo. Aí teve Fábio também, que também é fã do Deception para caramba.
Ana Paula é fã do Morbid Angel para caramba, né? Danton é a linha thrash brasileira e americana completa, o cara manja de muito. E aí a gente foi reunindo tudo isso. Fábio já tocou em banda de heavy metal, a gente fazia cover de punk, heavy metal, death, já tocou cover também dessas A maioria dessas bandas que eu pude ver aqui já, do Death, do Cannibal Corpse, Bob D'Angelo, do Session, do metal, do Guns N' Roses, é um metal que a gente já fez coisa também, entendeu?
Era muito assim, era mais uma questão de conhecimento dentro dessa cena metal e rock do que só um gosto mesmo, entendeu? Era muito fanático por conhecimento. Até hoje é, né? Tem jeito. Sim.
E quanto tempo já tem a banda aí? Qual cidade que vocês são? Como é que é o movimento aí do metal aí na cidade de vocês?
É, então, a banda, a gente começou o início do projeto assim, foi em 2022, mais ou menos. Só que não tinha nome, né, não tinha nome, não tinha nada. Foi só eu e Fábio, a gente tá trocando ideias e tal, tentou ainda juntar uma galera da cidade próxima aqui para poder fazer, mas não rolou. Aí ficou em hiato esse projeto. O que veio à tona mesmo foi agora, depois de para cá que a gente começou a montar mesmo e criar música e tudo mais. Você perguntou foi o quê?
Quanto a cidade, qual cidade que vocês são, qual é a cena aí, como é que é a cena aí local.
Pronto, daqui de Santa Maria da Vitória, na Bahia, no interior da Bahia, cidade pouco mais de 40 mil habitantes. É bem a cena aqui, velho, para te falar a verdade, é fraca e não é, porque a galera que tem, o pouco que tem, faz muito, entendeu? Mas em questão de shows, apoio com disco, camiseta, merchandising, essas coisas, é bem difícil. Shows aqui a maioria a gente A gente mesmo que bola e faz. Sim, das outras bandas, eu mesmo faço.
A gente vai tocar nenhum agora, dia 11 de julho, e a gente mesmo tá organizando. E a galera que é dentro da cena que organiza, tem banda e tudo mais. Aí o pessoal acaba colando para apoiar, e muita gente que gosta, né, vai. Mas É fraco, é horrível.
Legal. E dentro dessa fase inicial aí, qual foi o maior desafio para transformar a ideia da banda em algo concreto, sólido, inclusive com o lançamento do disco, né, cara?
O maior desafio foi conciliar todo o trampo de gravar, de ensaiar, de criação e tudo com o trabalho, né, trabalho com a questão profissional de cada um. Porque então o baixista mora em Barreiras, que é 200 e poucos quilômetros daqui, o outro guitarrista mora em Tabocas, que é 400 e poucos quilômetros daqui, a vocalista trabalha à noite, eu trabalho de dia. Então ficava meio que mesclando o tempo que a gente tinha era para poder mexer com isso.
Sim, sim.
Aí já comentava até reclamação aqui, faz parte. Isso aí.
Mas vamos curtir um som da Veltarion aí. Escolhe um som do dia, escolhe para a gente finalizar esse primeiro bloco aí.
Solta aí a Bizalfapeiro. Foi o Bafaco que criou ela. A primeira música do disco aí.
Beleza, vamos com esse sonsaço aí da Veltalium para finalizar o primeiro bloco.
Agora é o dia de hoje, mostra o seu site para o mundo ver. Não compre, é o valor. Não compre, é o valor. Não compre, é o valor.
Voltamos então, segundo bloco. Ainda veio o Tárion, ele já deu umas pitadas aí no primeiro bloco querendo falar no geral quais são as principais influências musicais que moldaram o som de vocês, tá vendo? Death, black metal, fica à vontade aí.
É, as influências Influências, tinha, se a galera da banda tivesse aqui, né, o pessoal tá trabalhando, é bem complicado de falar isso, mas são muitas, é muito mesmo. Minhas principais influências foram Deception, Maldição de Anjo, Tribal Force, né, pelo menos as linhas de bateria eu tento fazer na velha escola dos anos 80 e 90 do metal, né, aquela parada pesada, cadenciada. Pedal duplo torando na racha, a mania que a gente tem, né, de tocar.
Já os meninos têm, Ana Paula mesmo é influenciada por a mesma coisa praticamente assim, Mauquinhos, o Cannibal Corpse, ela gosta muito de folk. Já Danton é do Flagelador, banda mais nacional. Fábio também é Cannibal Corpse. Session, ele é fã, ele é fã demais, cara. Ele praticamente bebe de Session, cara, é fã para caramba. E acaba dando nisso, cada um bota um pedacinho de alguma coisa ali que acha massa e o negócio flui. É bom quando é assim, né, cara?
Com certeza. Como é que essas referências ajudam a equilibrar aí agressividade, técnica dentro das composições? Como é que tu consegue ver isso assim no processo criativo, né, da banda?
Geralmente Fábio que vem com algum riff, ou Paulo vem com algum riff, aí a gente coloca. Se for muito melódico, a gente coloca um fundo ali mais pesado. Eu já venho com a bateria, já eu faço uns 2, 3 grooves de bateria em cima para a gente testar, né? Tanto também tem prazer fazendo as letras bem pesadas. A gente também, o processo criativo ao todo da banda é geral nisso. Todo mundo tem liberdade de fazer, criar qualquer coisa, entendeu?
A gente, todo mundo ali achou massa, já era. Eu toco também guitarra um pouquinho, faço os riffs e tudo, apesar de não manjar muito, mas pelo menos eu chego lá e passo a ideia. Se eu não conseguir fazer na guitarra, eu faço na boca mesmo, a galera entende, vai lá e faz. E aí vai, então, velho, assim fica massa, tal. Imita solo, imita alavancada, imita as coisas tudo da boca e vai, tamanha. Não tem jeito.
E existe alguma influência fora do metal que também impacta a forma como vocês compõem, o que vocês criam e tal? Consegue ver isso, velho?
De mim, eu sou muito Sou muito fã das músicas nacionais dos anos 80. Fui criado ouvindo isso, então tem muita coisa que eu escuto até hoje assim. Bandas é Stank, Alceixas, Serramalho, Alceu Valença, entendeu? Coisas mais antigas, música Isso para mim é massa demais. Não encontra tanta coisa de hoje aí, moda de hoje.
Sim, sim. E como é que vocês filtram todas essas influências aí para manter, ou até digamos para criar identidade própria dentro da banda, dentro do estilo de vocês?
Geralmente tudo parte de um um pensamento, né? Galera pensa em alguma coisa, tá lá trampando, fazendo alguma coisa lá, vem um riff na cabeça, o cara chega aqui, pega o celular, bota no WhatsApp, grava na boca, chega em casa, mete ali na guitarra. Ó, velho, se liga aí, vê como é que ficou essa parada aí, fumaça, aí já manda no grupo aí, cada um já faz sua parte, né? Aí não tem jeito, os cara que é de metal, da resistente do metal, que já cresceu e vive, respira metal, ele já vai escutar aquilo e já começa a jogar alguma coisa que ele já ouviu, alguma influência, né?
Já começa a fazer os batuques na cabeça, começa a colocar uma melodia por trás, né? Até o encaixe do vocal com as partes ripadas, as coisas é pensado, não é uma parada assim aleatória, a gente já chega e coloca, mas tudo de inspiração mesmo. Legal, legal.
Eu lembro do Keith Richards, acho que foi no livro que eu li ele falando ali que ele já deixava violão, guitarra do lado da cama ali, um gravadorzinho, na época era o que tinha, né, uma fitinha cassete ali, ele acordou Andava criando algum riff, ele já vinha, já fazia na hora e já gravava, até para não esquecer depois, né?
É que aí acontece com a gente também. Tem hora que eu tô trampando lá e eu penso em alguma coisa, eu paro o trampo aqui e pego o celular e escondo assim um pouquinho assim e fico fazendo os bate-pimba, velho. Legal, entendeu? Fábio, o guitarrista, ele é muito, ele é um cara muito assim, ele é muito quieto, né, no canto dele. Ele é um cara muito, muito calado assim, né. Aí ele fica na dele lá. Eu falei, ei, Fábio, tem nenhum riff massa aí não?
Pô, velho, tô sem influência agora, tô sem inspiração. Aí ele vai para casa, toma uma cervejinha, fica de boa. Quando é umas meia-noite, 2 horas da manhã, 3, ele manda lá no grupo da banda, toma aí, velho, segura essa bomba aí.
É, galera, que é desse jeito, tá certo, é assim que funciona, tem que ser, né? Vamos então com 2 sons de influências, escolhe aí 2 sons de influência da Veltarium aí para a gente finalizar o bloco.
Então, outro é aquela de session, é do álbum Storm of the Lights Band, a música Night Explode, ou versão Berlim, tá? Álbum desse, é uma música que a gente mais gosta. E Mob of the Angel, Day of Suffering, música foda para caralho.
Beleza, quebrar tudo aí então com Dissection e Mob of the Angel. Feito, valeu!
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Say goodbye, goodbye, goodbye. Era um dia que eu vou dar, dar. Pequenos, não sabia o que era o barulho que está por no ar. Não me olhe, viu? Não é que você Lord of Lies, I will form against you now. Dr. Bird, wicked sad boy's eye. And Raya, thought to laugh your every word down the arena. Now I found you kicking me.
Voltamos então, terceiro bloco. Conquistamos o Bruno, banda Veltarium. Agora sim, vamos falar por esse belo disco que vocês lançaram aí, o Black Holes Days. Marca aí o seu debut, primeiro disco da banda. Como é que foi o processo de composição desse trabalho aí?
Bom, inicialmente foi, como já havia dito, a gente foi criando as músicas sem intenção de gravar, né? Depois que viu que tava massa, tava um negócio realmente legal assim, você tocava, você sentia que tava legal, precisava ser gravado. Aí a gente partiu, né, começou a correr atrás de gravar e tudo mais. Gravamos primeiro algumas guitarradinhas, uns esboços, vamos para bateria, baixo, guitarra, vocais, finalizando os processos também, que nas pressas, foi até um negócio meio corrido para gente.
Aí quando chegou na hora de decidir a capa, foi outro, demorou mais até a gente achar o pessoal da, mano, aí da Ink Creations. Eu vou achar no Instagram ele, né? O cara faz umas capas muito bonita, mano, muito bonita. Aí a gente tava olhando lá as capas dele e achou. É uma capa que fizesse referência a tudo que tá no dia, entendeu? Aí essa música, A Black Hole of Death, que é o título, a gente escolheu já justamente porque na capa tem, né, o buraco negro lá com saindo as pernas do povo lá e tudo mais.
Aí foi, foi, a gente começou começou a ver a capa e assimilar, pô, velho, essa música aqui parece com essa, parece com isso, essa música parece com aquilo. E ficou, acabou decidindo aquela capa mesmo. Aí pegamos, compramos a capa dele, mandamos aqui um colega, um brother da cidade mesmo, que é muito amigo da banda, é o Robson Kamikaze. Aí ele deu uma coloração a mais, né, algumas coisas a mais ali para ficar mais legal e mais visível, e fez a contracapa também.
E a gente lançou, entrou em parceria com o pessoal da Sangue Frio para poder mostrar o trabalho mesmo. Porque aqui, quando a gente lançava CD, mano, já chegou a lançar CD, só ficava por Natura que vem, nem sabia que existia.
Sim, e o álbum traz temas aí como niilismo, ego, lado sombrio do ser humano, né? Como é que essas ideias surgiram dentro do conceito da banda?
Foi de acordo com as próprias letras, né? Muitas letras falam sobre niilismo, sobre o egocentrismo, né? E como O nome da banda já diz, né? Besta Oculta pelo Véu. Aí a gente decidiu como mostrar, né, isso que muitas pessoas fingem ser, isso na verdade não são. Então você conhecer a pessoa a fundo, você vai ver que ela é muito egoísta, você vai ver que ela é muito ignorante, muito manipuladora, e E a gente foi colocando isso aí um pouquinho em cada letra, cada música.
Essa música é a Sustained by Suffering. Eu fiz a letra, foi sobre um brother meu que tava passando sobre um momento de depressão assim, mesmo de ansiedade. O cara tava ficando louco já, entendeu? E a gente chegou, chamou ele, conversou e tudo mais, buscou ajuda. Ele falou que que até os amigos dele que eram psicólogos e outras coisas, os cara não ajudavam, velho. Eu achei engraçado assim, falei, porra, podia chamar para tomar uma, conversar, né?
Mas ficou por isso. Aí o cara, aí a gente decidiu fazer até essa música aí para poder ele saber que não tá sozinho, né? Muita coisa assim. Do sofrimento humano, das decepções da vida, dos absurdos. Acabou dando isso aí.
Sim, sim. E como é que foi para transformar todas essas letras em texto em inglês aí, fechar as composições? Foi tranquilo e tal? Fazia normalmente em português, depois normalmente passava, fazia as músicas em português, todos os assuntos, depois transformava para o inglês, depois encaixava nas letras, na música assim, na sonoridade.
É, esse é um processo que a gente tem muito, muito tempo atrás. Eu já manjo inglês, Ana Paula também um pouco. Aí a gente, a maioria das vezes, já vai criando em inglês mesmo. Aí se tiver alguma coisa que a gente vê que não tá encaixando, a gente vai lá, traduz, Português, volta para o português, vem com aí, joga lá para poder ver alguma letra, alguma, algum tom, né, alguma harmonia entre o vocal cantado e o instrumental. Aí a gente muda alguma coisinha ali, um detalhe e tal, mas a maioria a gente já começa metendo as letras em inglês mesmo, mano. Tem boquinha não, negócio é na brutalidade mesmo.
Sim. E o álbum também mistura história, religião, crítica social. Como é que vocês conectam tudo isso de forma coesa nas composições, digamos assim?
Cara, assim, a gente tenta fazer cada música individual, cada música vai contar alguma coisa. Nem tudo vai para lá, nem tudo ali vai estar falando sobre o mesmo, né? Algumas músicas que, como o Mititismo, Aviso ao Tapeiro, Black Hole Stance, já é mais um lado místico, tem uma harmonia a mais, tem uma melodia a mais. A parte, músicas igual Decline of Empire, que a gente tá contando sobre o declínio de Roma, né, já é uma uma pegada mais assim que remete até a melodia, um pouco remete aos tempos da própria Roma, aquela coisa mais aguda, mais sonante, né?
Ou vocês mais sofrem depressão, ansiedade, colocou uma coisa mais cadenciada, mais mais brutal, mais pesada, né? Uma coisa que rola na mente da pessoa, que só ela mesmo sabe como é que é brutal aquilo ali. O Son of Dragon já é uma coisa já meio que, né, uma história meio misticismo que aconteceu de verdade, né? Valáquia do Conde Drácula, né? Uma coisa meio histórica e fictícia ao mesmo tempo. A gente vai buscando inspiração nessas coisas.
Traz Flash Curse, que é sobre corpo seco do folclore brasileiro. Acho que pouca gente sabe que existe isso, mas tem uma maldição no folclore brasileiro que chama corpo seco. A gente foi pegando inspiração dessas coisas que a gente vejo, que a gente viveu, que a gente sabe. Conhece, vai transformando em música. Certo, legal.
E como é que foi o processo de gravação e produção do álbum? Correu no Bear Seeker Grave Studios, não sei como é que se fala. Também teve a parceria entre os integrantes na parte de mixagem e lapidação sonora, né, do disco.
Essa Berserker Grave é minha, eu fiz tudo aqui em casa, aqui no computador, aqui a gente só grava mesmo. Grava lá, pega o bruto, vem para cá e começa a mexer à vontade aqui.
Foi tudo caseiro mesmo? Como é que foi esse processo, tanto de gravação, produção?
A gravação foi feita, as guitarras, baixo, tudo foi feito aqui em casa mesmo, né? A bateria que a gente, eu levei minha bateria para casa da minha avó, né? Parece até engraçado isso aí. Levei lá para casa da minha avó lá. Enquanto ela tava lá fazendo almoço e tal, eu tava lá com o quarto isolado, com microfone e tudo. E eu e Fábio tocando e gravando o bruto para poder vir para cá e jogar os— eu vinha para cá e jogava os samples, jogava as coisas nas linhas, caixa de bateria ali e tudo mais.
Depois começou, veio todo mundo. Todo mundo para cá mesmo. Foi tudo feito caseiro, velho, caseiro mesmo. Teve estúdio grande, não teve apoio de ninguém, foi tudo caseirão.
Legal, ficou mais um dia muito foda para ver como não precisa, não precisa gastar muito e pode fazer em casa mesmo quando tem forte vontade, né?
É para mostrar para galera aí que não precisa, cara, gastar horrores de dinheiro. Você brincar, a gente gastava aqui era uma caixa de cerveja, uma Coca, e criava um pensamento aqui, né? Legal.
E tu chegou a citar um pouco aí sobre a capa do disco, querendo falar, complementar alguma coisa sobre esse processo de criação dessa capa, a ideia por trás da arte?
Pronto, a capa foi Então, só como havia dito, né, da Ink Creations, pessoal lá, o cara lá é muito foda. A gente decidiu assim, não foi, não foi um pedido para poder fazer de acordo as coisas que estavam na banda, né, que estavam nas músicas nem nada. A gente simplesmente achou a capa assim na cagada, na cagada. A gente achou a capa e batia com tudo que aquilo ali que a gente tinha feito, entendeu? E acabou que deu certo, mano.
Foi uma parada a pedido, né? A gente até pensou em fazer alguma coisa encomendada, mas aí depois a gente acabou achando essa daí. Deu legal, legal, show!
Vamos com mais dois sons da Voltarium. Escolhe aí. A gente finalizar esse bloco.
Pronto, solta aí o Bright Flash Curse e o Blasto de Fogo depois.
Beleza, vamos com esses dois sons aí para finalizar o terceiro bloco.
My king, my god, always gets over the crowd. You're starting, oh yeah! The awesome victory award, a monster contest to the best in Brazil today! The TRIAD, carros com a nossa história. Caiu no faro, é terra, misturou de novo, desce a eslinga, deslouca o morro. No story, oh yeah, walking between the world, constant process to build up proud and proud. Blasfêmia, blasfêmia para o preço. Blasfêmia, blasfêmia para o preço. Blasfêmia, blasfêmia para o preço.
Blasfêmia, blasfêmia para o preço. Blasfêmia para o preço. Relaxa, só me escute. Hold the Bible safe. Cover me with sorrow. Blasfêmia para o preço. Embaixo do like, sente a opressão, garba e denie. Blasfêmia, blasfêmia por Deus. Blasfêmia, blasfêmia por Deus. Blasfêmia, blasfêmia por Deus. Blasfêmia, blasfêmia por Deus. Blasfêmia por Deus, por Deus, vai, solta aqui. Brother, second son. Blasphemy for the priest.
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Voltamos então, quarto e último bloco. Bruno, banda Veltarium, chegamos então nosso último bloco aí querendo falar como é que vocês enxergam aí o posicionamento dentro de vocês, dentro da cena extrema aí, principalmente local de vocês, após esse lançamento aí do Black Holes Dance?
Então, cara, isso aí é uma questão muito, muito assim, muito difícil de responder aqui, principalmente aqui na cidade, porque como eu já disse, a gente tá sendo muito pequeno, né? Então tem muita, tem muita gente de fora, já da Espanha, da Grécia, e entrou em contato com a gente para apoiar. E acho que muita gente aqui ainda não conhece disso tudo, né? E normal, é, pode jogar, pessoal que é daqui mesmo às vezes não acompanha o tempo todo, pessoal, assim Da parte pessoal, a gente tenta ajudar de tudo quanto é forma, cara.
Cena local, eventos, distribuição de merchandising, material, apoiar as próprias bandas daqui, né? Geralmente quando a gente faz evento, a gente coloca as bandas locais, vai dar prioridade às bandas locais para poder tocar. Tem muita banda aqui boa, boa mesmo, escondida, que ninguém conhece. Tem cara aqui que tocou com a gente há não sei quantos anos já, tem banda e tudo mais aí. Assim, cidade pequena, sim, pessoal não tem muita aquela coisa de divulgação, tudo é difícil, tudo é caro, a gente ganha pouco, é chibatada nas costas, cachecol e vela preta.
E o disco já tá disponível aí nos streaming, né? Ele vai ter versão física em breve. Como é que tá em relação a isso?
Vai logo logo, tem versão física, tem camiseta, né? A gente vai fazer, tá pensando em fazer duas versões, uma de patch mais econômica e outra acrílica, né, para colecionar. Alguns patch, bota, uns esses todos. A gente tá planejando ainda fazer de acordo com a demanda, começar o pessoal pedir, a gente vai fazendo. Mas a prioridade no momento vai ser o CD, material físico e as camisetas.
Legal, show! Como é que tá em relação a shows? Você tem alguma coisa marcada e tal? E quem quiser contratar vocês também vem, como é que faz?
Então, sobre shows, a gente vai tocar agora em agosto aqui na própria cidade. Vai ser um evento meio cultural aqui organizado pela Secretaria de Cultura da cidade, né? Tem alguns brothers nossos que trabalham lá, né, também curtem o som da banda, então interessados em chamar a gente, a gente tá disposto da cena da própria cidade é mais importante do que tudo, acima de tudo. Se o pessoal quiser contratar a gente, poderia estar em contato com o pessoal da própria Sangue Frio, ou pelo contato aí pelo telefone, né, 77 Bahia 99164-3663, né, ou pelo Instagram também, né, @veltarion6. Só chegar lá, mandar mensagem, a gente responde na hora.
Beleza. Tu falou do material ali, vocês já tem camiseta à venda, quem quiser adquirir? E assim que o CD tiver pronto também, como é que a galera vai poder adquirir o material da Veltário?
Bom, o material físico ainda não Não lançou ainda nenhuma camiseta, né, nenhum material ainda, merchandise da camisa, coisa neutra aqui, mas material físico, se tiver algum selo, alguma coisa, quiser apoiar, a gente tá disponível aí para poder, né, combinar, conversar. Merchandise das camisetas também, né. Mais pessoal quiser entrar em contato, mas de uma forma ou de outra vai acabar. Pode demorar um pouco, sendo mais rápido, mas vai passar um dia.
E para fechar, querendo falar quais são os próximos passos da Veltário aqui para frente. Tem ideia de gravar outras músicas, de fazer Vai fazer clipe?
Qual a ideia?
Ou seguir divulgando dias com shows?
A gente tá nos shows, futuramente já começou em planejamento do clipe, é o videoclipe, já estamos vendo alguns lugares, né, escolhendo a música, o tema. Já vai fechando algumas parcerias, pessoal, que a projeção audiovisual, né, audiovisual separada, mas não vai demorar muito porque a gente tá meio que correria as coisas, né, para soltar aí, soltar logo a pancada. Agradecer, né, tem que agradecer o pessoal aí, né, que sempre apoiou a gente desde o começo, né.
O pessoal lá do Serrinha Rock, do Baía Rock também, o galera de Salvador, pessoal bastante interessado aí na banda, gostou bastante. Aí não vai ter coisa não, vamos ver esse Agora vai estar o processo de alguma outra coisa aí.
Beleza. Mas então, Bruno, valeu aí pela entrevista no Metal com Batata. Deixar o espaço para ti fazer teus agradecimentos finais aí, escolher os últimos 2 sons da Veltal para a gente quebrar tudo e finalizar aí com chave de ouro.
Pronto, é agradecer o pessoal, né? Vocês aí, né? Toco Batata sempre apoiou quando a gente lançou o disco aí, vocês já jogaram na página lá, mas a gente ainda nem se conhecia ainda direito. Teve o pessoal aí de Barriga que apoiou bastante aqui, o pessoal aqui da própria cidade, é nosso, fez aqui a dele, importante também aí. Pessoal do Serrinha Rock me passou a gente na rádio, né? É um Forja do Metal São Paulo, cara fera lá, faz um bom trabalho, tranquilo e tudo.
Tá saindo ainda uma área vizinha, umas coisas, mas vai ser mais para frente. Mas no mais, é isso aí. A gente tá na frente, vamos manter a linha e a vontade de metal extremo ao máximo.
Show, beleza. Então escolhe os dois sons aí para a gente finalizar a entrevista.
Pronto, manda aí. E Black Resistance, que é do álbum Beleza, valeu, Bruno.
Vamos quebrar tudo com esses dois sonsaços, feito?
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E assim chegamos ao final de mais uma edição do Metal com Batata. Agradecemos a banda Veltarium pela participação. E pela excelente conversa sobre seu disco recém-lançado. Desejamos muito sucesso nessa fase e que o disco conquiste cada vez mais espaço entre os fãs do metal. Um agradecimento especial ao Patrick da Sangue Frio Produções por tornar essa entrevista possível e pelo excelente trabalho de divulgação, fortalecendo e aproximando cada vez mais a cena do metal brasileiro.
Também deixamos nosso muito obrigado às assessorias internacionais Grand Sound PR, Acer Media Relations e Metal Devastation PR pelo envio do material promocional e dos lançamentos internacionais que fizeram parte dessa edição. O apoio dessas parcerias é fundamental para que possamos apresentar aos ouvintes o que há de mais recente e relevante no cenário mundial do metal. E claro, nosso muito obrigado a todos vocês que estiveram conosco do início ao fim, prestigiando o metal nacional e conferindo grandes lançamentos da cena internacional.
Se você perdeu alguma parte dessa edição, quer rever a entrevista na íntegra, acesse nossos canais do Metal com Batata, seja no YouTube, no Instagram ou até no Spotify. Aproveita aproveite-se para se inscrever, deixar seu like e ativar as notificações para acompanhar todas as entrevistas, cobertura de shows e muito mais. Você também pode acompanhar o programa pelas nossas rádios parceiras, levando o melhor do metal nacional e internacional para os quatro cantos do Brasil e do mundo.
Eu sou o Cristiano Batata, agradecemos sua audiência, deixamos o convite para estar juntos na próxima edição, semana que vem, aqui no Metal com Batata.
Acer Media Relations
Envio de material promocional e lançamentos internacionaisGrand Sound PR
Envio de material promocional e lançamentos internacionaisMetal Devastation PR
Envio de material promocional e lançamentos internacionaisSangue Frio Produções
Divulgação de material promocional e lançamentos