Episódios de Metal com Batata

Metal com Batata 451 - Eradication

06 de agosto de 20262h3min
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METAL COM BATATA #451 | NESTE SÁBADO NA MUTANTE RADIO!

Prepare-se para mais uma edição recheada de peso!

Nesta edição do Metal com Batata #451, o programa abre com um bloco especial de lançamentos internacionais, trazendo quatro bandas do cast da Selvajaria Records, editora underground de Portugal que vem fortalecendo a cena mundial do metal extremo.

Primeiro bloco – Lançamentos Internacionais:

Catachrest – Violent Force (Target of Ruin)

Raging Slayer – Troops of Blind Deception (Catatonic Symphony)

Sadistik Warfare – Beneath the Ashes (Raised in Violence)

HazardousTr – Let There Be Dark (Let There Be Dark)

E no segundo bloco, uma entrevista exclusiva com a banda Eradication, falando sobre sua trajetória, o novo trabalho, influências, próximos passos e, claro, com muito som da banda durante o bate-papo.

Sábado, 25 de julho

23h59min

MutanteRadio

www.mutanteradio.com

Aumente o volume e venha fortalecer o underground com a gente!

Metal com Batata #451 – Muito metal, entrevistas exclusivas e lançamentos do mundo inteiro!

#MetalComBatata #MetalComBatata451 #MutanteRadio #SelvajariaRecords #Eradication #Catachrest #RagingSlayer #SadistikWarfare #Hazardous #ThrashMetal #BlackThrash #DeathMetal #MetalExtremo #UndergroundMetal #HeavyMetal #MetalHeads #MetalBrasil #MetalPortugal #RadioShow #Headbanger

Participantes neste episódio4
C

Cristiano Batata

Host
D

Danilo

ConvidadoJogador
F

Fernando

ConvidadoJornalista
I

Igor

ConvidadoEstudante
Assuntos11
  • Banda Eradication: EP HomônimoEradication (música)·Êxtase Profano·Sinais do Apocalipse·Chuva Negra·Queda do ser humano
  • Shows e Musica ao Vivo· EntretenimentoSerquilho·Sorocaba·Oficina Bar
  • Banda Eradication: Temas e LetrasDecadência·Corrupção·Colapso da Civilização·Religião·Gore
  • Banda Eradication: Repercussão e FeedbackBruxa Verde Produções·Mateus do Bruxa Verde·Divulgação
  • Banda Eradication: Origem e FormaçãoSerquilho·Death Metal·Lei Aldir Blanc
  • Influência Musical· CulturaBloodbath·Marmadangel·Dayside·Behemoth·Sepultura·Sarcófago
  • Lançamentos Selvageria RecordsCatachrest·Raging Slayer·Sadistik Warfare·Hazardous
  • Banda Eradication: Gravação e ProduçãoEstúdio Fractal·Homem-Aranha·Ito·Pré-produção
  • Banda Eradication: Próximos Passos e LançamentosSingle·EP·Álbum Razos
  • Banda Eradication: MerchandisingCamisetas da Jogabilidade·Adesivos·Soul Woods
  • Banda DeftonesEnsaios·Riffs·Letras
Transcrição236 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
CBCristiano Batata

Boa noite, Headbangers! Eu sou o Cristiano Batata e está começando mais uma edição do Metal com Batata, com o melhor do metal nacional para para você. Vamos então para nossa edição 451, onde você vai conferir um bloco especial com 4 bandas internacionais apresentando material enviado pela Selvagem Records, editora underground independente de metal sediada em Portugal desde 2022 e vem realizando um excelente trabalho na divulgação de bandas do underground mundial e levando o metal extremo para todos os cantos do planeta.

Na sequência, o destaque fica por conta de uma entrevista exclusiva com a banda Eradication. Vamos conversar sobre a trajetória do grupo, seu trabalho, as influências e próximos passos da banda. Então aumenta o volume, prepare-se para mais uma hora de muito peso e seja muito bem-vindo à nossa edição 451 do Metal com Batata. Eu sou Cristiano Batata e o Metal com Batata está começando agora. E para abrir essa edição, vamos conferir 4 bandas internacionais do cast da Selvageria Records.

Daqui a pouco eu volto para apresentar cada uma delas. E relembrar tudo que rolou este primeiro bloco. Agora é hora de aumentar o volume e vamos lá!

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CBCristiano Batata

Você acabou de conferir o primeiro bloco com grandes bandas do cast da Selvageria Records. Abrimos o programa com a Catacrest, diretamente de Malmö, na Suécia, a banda que faz um thrash metal cru e agressivo, apresentou a faixa Violent Force do álbum Target of Ruin, lançado pela Selvageria Records. Na sequência, seguimos para Portugal com Raging Slayer. O projeto presta uma homenagem aos primeiros anos do Slayer e mostrou Troops of Blind do álbum Catatonic Symphony, um verdadeiro tributo ao thrash metal clássico.

Depois foi a vez do Sadistic Warfare, banda formada por músicos de Portugal e Suíça. Em 2006, a banda lançou o álbum Raised in Violence, trazendo um thrash metal inspirado na escola dos anos 80. A música que você ouviu foi Beneath the Ashes. E fechando este primeiro bloco, fomos até Istambul, na Turquia, para ouvir os Hazzardous. A banda apresentou a faixa-título Leather Be Dark do álbum de estreia de mesmo nome, trazendo um thrash metal rápido, pesado e fiel às raízes do estilo.

?Voz B

E agora é hora do grande destaque desta edição.

CBCristiano Batata

Vamos receber a banda Ernardication para um bate-papo sobre sua trajetória, seu trabalho, influências e os próximos passos. E claro, durante a entrevista você também vai curtir algumas músicas da banda. Então a entrevista começa agora aqui no Metal com Batata.

?Voz C

Vamos lá então para nossa entrevista da noite. Estamos com a galera da Erradication. Sejam bem-vindos ao Salve, Batata! Beleza, querendo se apresentar aí, fiquem à vontade. Nome, cada um faz na banda.

IIgor

Bom, meu nome é Igor, toco guitarra na banda, e bom, é isso, apresentação.

FFernando

Eu sou Fernando, sou vocalista da banda.

DDanilo

Eu sou o Danilo, é Zé Palito, baixista.

IIgor

E a gente também tem o Eric, o batera, que não pôde estar presente hoje, mas é isso, somos em 4, é um partido em 4.

?Voz C

Um salve para ele, abraço também para o Eric também. Ficou para a próxima, na próxima ele participa. Começar falando então um pouco sobre a história da banda aí. Vocês surgiram final de 2024, pelo que eu tava vendo ali. Ali, mas já estrearam aí um EP bastante consistente aí, né? Vamos falar como aconteceu o encontro de vocês, que momento percebeu que tava na hora aí de formar uma banda. Fique à vontade, cara.

FFernando

A galera aqui de Serquilha aqui, mano, tudo conhecido, tudo brother já, várias bandas rolando aí também. O Igor é guitarrista da Presidente Judas, né, mano? O Zé também sempre tocou em banda. Eu também era do Dextrum Insano, tá ligado? Uma banda daqui de Serquilho também. E sempre tocava, tá ligado? Aí dessa vez o lance encaixou, tá ligado, para a gente montar esse lance de death metal aí, tá ligado? Então vamos entrar no death metal aí, vamos criar uma banda aí.

DDanilo

Na verdade começou com um projeto e para gravar alguma coisa e deu liga, deu um negócio assim, foi legal. Que se aquilo é uma cidade, tem muito músico, teve muita banda, já é um negócio bem antigo. Então meio que todo mundo se conhece e sempre que tem pessoas querendo formar banda, e o Igor chegou com um projeto que ele queria fazer uma banda de death metal, tal, não sei o quê, vai ser um projeto para gravar alguma coisa ou outra.

Só que o negócio deu uma liga e, pô, vamos botar para frente que o negócio tá indo legal.

IIgor

É, foi basicamente isso, né, entre rolê deles tocar por aí, churrasco, né? Mas sempre tá junto, sempre estamos na casa um do outro. E aí nós tomamos uma gorofa, mano, a gente fazer aí um projeto de death metal para a gente gravar uns sons. E aí o Fernandão falou, pô, mano, eu topo essa fita aí, cara, vamos fazer. E aí a gente começou, já tinha, eu tinha uma base de uma, de duas músicas mais ou menos, né? E aí apresentei para ajudar ele.

E a gente veio desenrolando. Aí ele chamou o Eric, ele conhecia o Eric, e a gente conhecia o Zé, agregou, e o time ficou forte para caramba, né? Metemos marcha.

FFernando

Legal, show!

?Voz C

E a cidade é pequena aí? Vocês são todos da mesma cidade?

FFernando

Sim, mano, a gente é tudo daquele cerquinho aqui, cara. Será que tinha 50 mil habitantes?

IIgor

50 mil habitantes.

FFernando

É por aí nessa parte. Então não é uma cidade muito grande, tá ligado? Sempre teve várias bandas da cena underground, independente e tudo. Foi muito forte nesse lance, cara.

IIgor

Cerquilho, ela é conhecida aqui pela cena black metal de antigamente, tá ligado? A banda Vastemator aqui. Então às vezes quando a gente vai tocar em alguns picos assim, tipo cidades aqui próximo que conhecem Serquírias, fala assim, vocês são de onde? Porra, mano, a cidade do black metal, mano! Conheço o Crodão, conheço o BestiMeter, os cara lá são foda, tá ligado? Então tipo, tem essa cena já há um tempo já, tá ligado?

FFernando

Os cara desde os anos 90, né, cara? 80 para 90, né, cara? Então os cara sempre tá movimentando conhecido para todo lado, essa parte do black metal. Que vai para frente. E hoje em dia, mano, tem várias outras bandas aí, cara, que é muito foda. Tem vários estilos, cara, agora, tá ligado? Presidente Judas mesmo, que é daqui, cara, do Igor, que é o guitarrista, né, meu, da banda também, pô, cara, só pedrada fodida.

IIgor

Tem bastante coisa legal assim, cara.

DDanilo

Artista tem, só falta espaço, lugar, mas artista tá cheio.

?Voz C

Legal, legal. E apesar do pouco tempo de existência, né, o som de vocês transmite aí bastante maturidade, podemos dizer, né? Já dá para explicar um pouco, porque como vocês citaram aí, você já tem experiência de outras bandas, outros projetos, né? Sim, ninguém começou hoje, digamos assim.

IIgor

É, na real é, a gente começou já tinha uma, como eu disse, tinha um esboço, né, de uma música e tal. E a gente foi trabalhando em cima. E assim, os cara aqui solta letra assim, ó, sabe? E aí a gente ia fazer um ensaio para completar uma música, aí no final do ensaio já saía mais um riff. Ele, opa, já tem uma letra aqui. E começou a vir assim, ó, um som atrás do outro assim, sabe?

FFernando

É, o lance, cara, é um projeto que a gente fez, né, mano, que graças à lei Aldir Blanc, né, mano, a gente conseguiu uma verba para para poder conseguir, tá ligado, criar os nossos sons, mostrar o nosso trabalho, tá ligado. Então foi uma verba que a gente conseguiu do governo para poder fazer um rolê, tá ligado, fazer uns sons que a gente curte. E mano, tá super dando certo, cara. E uma tem dessas músicas que nós começou, mas foi saindo uma atrás da outra, né, mano.

Já tá quase 2 anos aí na ativa aí e já estamos com uns par de som aí além do EP lá, sabe? Então tem muita coisa boa para vir ainda, mano. Tá na ativa aí, todo mundo tá com sede de fazer o rolê acontecer, tá ligado? Aí o bagulho vai que vai, né?

CBCristiano Batata

Legal.

?Voz C

Isso aí vocês fizeram um projeto da lei ali para ganhar recurso, foi só para criar singles ou já foi específico para lançamento do EP? Como é que foi?

FFernando

Então a gente combinou fazer a ideia do projeto, fazer o rolê antes da lei, né, mano? Aí a gente conseguiu entrar, teve oportunidade, né, mano?

IIgor

Dinheiro de verba destinada à área da cultura e teve oportunidade. Aí falaram assim, pô, escreve a banda de vocês, vocês conseguem gravar e consolidar a arte de vocês, né, certa forma. E aí, de contraproposta, a gente organizou um rolê gratuito na praça com bandas da região num sabadão à tarde, tá ligado? Gratuito para todo mundo. E como puta de um rolê que rolou, tipo, pô, cerca aí de 350, 450 pessoas assim numa tarde de sábado assim, sabe?

Tocando som que ninguém tocou. Mortal Profecia, que é daqui da região também, tocou Vulture, que é de Tapetininga, uma banda foda também. Abraço para o parceiro, parceira E a rapaziada da Vulturi tocou a gente, tocou o Presidente Judas, e foi um rolê fudido pra caralho. E tocou a Clívia também, um abraço para o meu amigo Clívia de São Paulo também.

DDanilo

Pô, o bagulho foi um negócio gratuito assim, que com um som totalmente diferente do que a cidade costuma trazer.

IIgor

Cidade interior, né, costuma ter evento na praça.

DDanilo

A gente conseguiu uma estrutura legal atendendo todas as bandas, atendendo tipo Tipo assim, todo mundo ali tendo o seu cantinho ali para isso, para subir com equipamento de qualidade, para fazer um negócio de qualidade. A gente tipo juntou isso daí, eu acho que foi saldo totalmente positivo e agradável. Cara, nem cara que tá na cultura consegue fazer um evento legal disso daí. Foi massa, foi final de tarde, o horário que era para acabar acabou ali certinho ali.

FFernando

Nossa, sensacional! Foi legal, né?

DDanilo

Isso daí, mais vezes, é muito foda.

IIgor

E foi a estreia da banda também, né? A gente lançou o álbum, você lembra?

FFernando

Há mais de um ano, né, cara, trabalhando nas músicas, né, mano?

IIgor

Terminar de compor, pré-produção, gravação, mixagem, masterização, organização do rolê.

DDanilo

A gente começou ali fora, já Foi um ano, foi um ano, você começa a trabalhar com a música, você muda ela, você volta, você aumenta coisa, você diminui. Então até todos esses acertos até chegar na produção, então é um tempo de um ano assim que foi trabalhado, né?

FFernando

Foi bem, foi legal.

?Voz C

Sorte que vocês começaram depois da pandemia, senão tinha demorado mais.

DDanilo

Daí a gente não devia nem começar, né?

?Voz C

E como é que surgiu o nome da banda Eradication aí? Que que nasceu primeiro, as músicas, o nome da banda?

IIgor

As músicas nasceram primeiro, cara, e o nome foi assim, a gente foi garimpando, foi. E é foda porque assim, escolher o nome de banda é treta para caralho.

DDanilo

Eu acho que meio que a gente também pegou um pouco dos primeiros temas, as primeiras letras, entendeu?

FFernando

Porque a gente focou muito, é, porque é uma coisa, é que a gente começou criando as músicas em inglês, tá ligado? E aí Eradication, nome da banda, e Eradication, nome do som, tá ligado, que a gente fez criando em inglês. Só que aí, mano, fazendo a letra em português, cara, a gente falou, ficou com aquela pira, tá ligado, né, mano? Falou, mano, ficou da hora, português tá muito foda, né, mano? Cara, vamos tentar fazer o bagulho rolar em português.

E aí, mano, daí em diante, as duas primeiras músicas eram em inglês, aí as duas aí virou em português, voltou a ser português normal, pá. E aí, daí em diante, é só música em português agora, né, Canto?

DDanilo

Português, eu acho que é legal a dinâmica. Eu gosto muito de calçofobia, então eu acho legal a dinâmica também do cantar ali na—

IIgor

eu acho aquilo ali funciona muito bom, porque, pô, a gente fala, é mais estreta, né? Mas soa muito melhor.

FFernando

Eu conseguia criar vários sons, tá ligado, em inglês, mas nós fala, mano, vamos fazer só em português, só ver qual é que é, tá ligado? E, mano, o bagulho encaixou. Aí viu que é uma fita que é diferente, tá ligado? Não tem, tá ligado? É poucas bandas aqui que tem assim nessa vibe assim, tá ligado?

DDanilo

E as primeiras letras, como veio, a gente do lado mais assim, é caos, fim do mundo, é guerra, tudo que vinha de uma pandemia, né?

FFernando

Então você só pensava em porcaria, tá ligado? Era só o final da humanidade, já era essas guerras, bomba nuclear.

DDanilo

Então a gente falou, pô, é um momento que a gente tem muita letra falando disso assim, do que pode estar acontecendo, vai acontecer, guerra, sorana, pode não ser isso. Pô, é um caos ali, né, que tá instaurando. Então agora a segunda fase da banda tá vindo em outra, outra linha de pensamento para as letras, entendeu? Então a Erradication, acredito que ela veio pelo primeiro momento das letras, do que tava transmitindo aquilo lá.

Então agora a segunda linha tá vindo, é outro tipo de pensamento. Mais tudo dentro do death metal, do jeito que tem que ser.

FFernando

É um pouquinho mais brutal o negócio agora.

?Voz C

Sim, sim. Eu, Fernando, eu ia me arrear aí no Danilo, que ele falou que agora ficou bom em português, porque não é ele que canta, né?

FFernando

É embaçado, mano. Cantar em português é embaçado para caralho. Eu ajudo ele, eu, eu, mano, a maioria das letras do Zé também, tá ligado?

DDanilo

A gente aqui que faz a Faz o rascunho, manda para mim, aí dali, né, vai fazer o que que você tiver que ajeitar e ajeita, vai conforme seu compasso, você vai ajeitando, pode mudar aqui, ali, mas é mais ou menos isso que é. Vamos falar, você concorda? Mando para galera da banda, todo mundo, não, acho que isso daí vai ficar legal que a gente falar isso daí e tal. Aí eu mando para o Fernando, Fernando ele vem, ele transcreve, muda algumas coisas, aí o jeito que vai ficar mais confortável para ele conseguir chegar na voz, naquela, né, executar, né?

FFernando

É um processo que tá funcionando e casa legal, tá ligado?

DDanilo

Aí vem, vem, consegue sair coisa boa. Então você pega a ideia de todo mundo, traz, joga. E Fernando, isso aqui é legal, todo mundo fala, vamos trazer para voz. E aí ele vem adaptando e vem tá funcionando.

?Voz C

E desde o início que vocês decidiram seguir nessa linha voltada mais ao death metal?

FFernando

Já desde o início, era sempre pensando nisso mesmo, já era a ideia, sempre influência de death metal, né?

IIgor

Uma visita especial aqui perto, aqui tem um gato.

?Voz C

Paulista, como vocês falaram aí também, sempre revelou grandes bandas extremas, né? De que maneira a cena da região aí de Sergipe contribuiu para você, nascimento de vocês aí?

FFernando

Sim, a gente tem muita banda forte aqui pela região aqui, mano. Mortal Profecia, que tocou com a gente lá, pô, os cara mais de 30 e poucos anos de carreiros, cara, tá ligado?

DDanilo

Porto Feliz é forte de som aqui também, né?

FFernando

O Múltiple também, mano. Os cara também 30 anos de banda aí quase, hein? Várias bandas foda para caralho. E de antigamente, né, mano? Desde sempre, né? É forte, né, na cena, né?

DDanilo

Eu acho que eles já são de 90, né? O Vencimento já é 88, 89. Os cara já tem, acho que registro é 88, 89. Os cara já tem banda bem 85, 89. Então tem muita coisa aqui legal.

FFernando

E a gente cresceu, né, mano? Todos os moleque aqui cresceu também nessa meio, né, mano? Várias bandas aí conhecendo, tocando, vários eventos de banda fodida também do underground. E sempre todo mundo teve aquela fita de tocar um instrumento, fazer alguma coisa envolvida com a música, né, mano? E todo mundo curte um metal Aí ficou fácil, né, cara? Só negociando, só negociando. Os caras é fácil desenrolar com os cara, né? Fácil desenrolar.

?Voz C

Legal. Mas vamos curtir aí então som da Eradication, pedir para o Danilo, Zé aí pedir um som aí para a gente finalizar esse primeiro bloco.

DDanilo

Moçada, fiquem com a intro e Eradication.

?Voz C

Beleza, vamos curtir assim. Os dois são os astros. E aí, então.

?Voz B

Nós marchamos em direção ao Cristo, só que esta noite não há liquidação. Sombras de dia que devoram as luzes enquanto o Cristo aproxima. Ele é o caminho, ele é o caminho. Em meio ao caos, a escuridão e finita sombra ciega, nego a maluquice. E quando o vício aproxima e te agonia, e agonia. E espalha feito caga, e o mundo quebrado, abandonado. Que seus profetas venham só nos se afetando, ou monitor de quem corta nossa fé. Sombras se erguem, devorando a lua, e quanto fizem ofensiva e agonia.

?Voz C

Voltamos então, segundo bloco, galera da Era de Queixo. Vamos falar um pouco de influências, processo criativo também aproveitar nesse bloco, apesar que no terceiro até que a gente vai falar mais no disco. Mas ali no release de vocês inclusive citam ali, mano, Bloodbath, Marmadangel, Dayside, Behemoth como influências, né? Tentando citar o que cada uma dessas bandas trouxe aí para identidade sonora da Eradication.

IIgor

Pô, cara, o que eu posso falar assim, né? Behemoth chegou a moldar bastante o som assim e ainda vem moldando. Mas a gente gosta bastante daquele lance também mais anos 90, né? Até Morbid Age, ano 2000 ali, o disco, tá ligado? Pô, acho, a gente acha foda para caralho essa, esse lance mais, como é que eu posso dizer, um pouco mais antigo, né?

DDanilo

Mas não é tão old assim, não é tão, não, mas os anos 90 é o que a gente quer mais ou menos chegar ali, porque leva um legado, você vê um Bebeu dessa fonte, né, cara?

FFernando

Um pouco mais técnico, mais brutal, pá, tá ligado? Então são muitas coisas.

DDanilo

Foi a época de 90, ele meio que consolidou o death metal, entendeu? O Morbid, o Canibal, Malevolent Rage, porra, os cara são muita coisa ali do caralho, mano, que ajudou ali a mudar, pô. Daí a gente fala Sepultura, os mais foda aqui, vem ali de 90 também, pô. Sarcófago aqui de Minas Gerais é ali em 90. Então tem muita coisa, 90, cara, é forte ali também na Forth, no som extremo.

FFernando

Concordo, as influências da gente, né, mano? A gente cresceu nos anos 90, os anos 2000, então a gente ouve muito da época que a gente cresceu, né, mano? Muitos sons assim que a gente via as pessoas mais velhas curtindo, né, os sons, né. E a gente cresceu desde moleque nesse meio, escutando metal extremo, para—

IIgor

e, cara, é só muita coisa, mas é no geral é isso aí.

?Voz C

Não, beleza, é isso aí. O Danilo até escutou aí sarcófago, você escutou Cultura, mas algumas outras referências aí de bandas brasileiras que também ajudaram a influenciar vocês e tal, quiser citar.

FFernando

Também, né, o Torture Square também curto para caralho, velho.

DDanilo

Torture já é mais, acho que para 2000 aqui, né.

FFernando

Também é foda.

IIgor

Pô, tem uma banda do Suca, a gente escuta, pô, a gente debate até como que é pronunciar o nome da banda, mas acredito que é Dimebreeze. Tá ligado? Ligar que essa banda é do sul, vocês conhecem, eles abriram com Carnival Corp tempo atrás. Porra, essa banda é foda para caralho, eu gosto bastante, mano. De vez em quando tá tocando no nosso churrasco.

FFernando

Aí no sul tem várias bandas fodidas para caralho, né, mano? Também, né, do death metal.

?Voz C

Tinha uma galera aqui, Panic, galera das antigas dos anos 90 forte aqui também, né?

IIgor

Rebellion, Rebellion, pode crer, andas bem. Isso aí.

?Voz C

E relativo às letras, elas abordam tema aí como decadência, corrupção, colapso da civilização, né? Os conceitos surgiram naturalmente diferentes composições? Como é que foi?

FFernando

A gente abordou um tema atual, a gente pensou num tema atual que é pós-pandemia.

DDanilo

A primeira, a primeira, vamos falar assim, né, a primeira fase, mas a primeira leva de música foi mais específica: caos geopolítico, guerra, isso é destruição e força, tudo para o saco. A segunda leva Agora tá vindo mais para o negócio mais, pô, com Slam, entendeu? Para o negócio mais serial killer, alguma coisa mais gory, entendeu? Mente mais perturbada. Mas tá caminhando, a Rádio Quincha, ela tá por enquanto, ela tá caminhando entre esse mundo do apocalíptico, fim do mundo, e o gory, que faz parte também, né?

IIgor

Porque você pega num enredo de de destruição e de fim do mundo, as pessoas que sobram geralmente não sobram na cabeça, né?

DDanilo

Mas é isso mesmo, das influências. Você vai pegar assim os death metal de 90, ou você falava de coisa apodrecendo e serial killer assim e doença, ou você falava assim, cara, é um pós-guerra ali que teve doença influência nos que daí cai um pouco no thrash metal, que eles gostam de falar também de guerra, mas gosta de falar de guerra também. Então tem, tem, a gente vai nas duas vertentes.

IIgor

Acho que a gente é um bando também costurando ali com a influência de thrash metal. O Zé Melita traz bastante, tá ligado, essa ideia.

DDanilo

Eu sou farofeiro, eu venho do hardcore, do thrash, do heavy metal clássico.

?Voz C

Então eu sou um farofa, tem E relativo ao processo de composição da banda, como é que normalmente vocês trabalham na criação das músicas?

FFernando

Cara, a gente marca o ensaio, vai ensaiar lá as músicas que a gente já tem, né? E aí depois acaba, sobra um tempinho depois do ensaio e a gente fica lá trabalhando uns riff. O Igor fica viajando nos riff lá, o Eric já vem batera começa a criar uma batera em cima, mano. Vários ensaios que aconteceu isso e saiu uma música logo mais, tá ligado?

DDanilo

É como eu disse antes, é fluir rápido, o negócio é rápido. Ele faz um riff, o Eric já puxa na bateria alguma coisa assim, já ajeita. Aí o Fernando fala, eu falo Cara, eu acho que eu tenho uma letra que dá para tudo aqui, mando para você depois, você vê depois. Aí vai ter uns ajustes.

IIgor

Então assim, uns 3 ensaios assim, ó, que a gente pega e faz um som assim, tá ligado? Ou a gente quer um som assim que eu digo, sai um som que eu digo assim, sai a base, o norte do que que é o som, tá ligado? Aí depois a gente vai adaptando conforme estica aqui para letra, acrescenta isso, tira isso. E aí vai indo, né? Mas geralmente é os finalzinhos dos ensaios aí, vai acontecendo essas mágicas assim.

?Voz C

E o death metal, né, ele possui inúmeras vertentes aí. Vocês recém lançaram o EP de vocês, né? Vocês ouvindo ele, como é que vocês já estão vendo em relação àquela busca da identidade própria da banda? Como é que vocês estão vendo na sonoridade de vocês isso, cara?

IIgor

Assim, eu vou te falar a real, que eu gostei muito do trabalho. Eu escuto, eu escuto ele hoje assim, eu acho que foi um lance legal, acho que foi uma certa forma realização para nós que queria fazer um som assim, tá ligado? Claro que, pô, percebo que dá para fazer muita coisa da hora também e trazer uma outra pegada, talvez, né? Tipo, igual o Zé comentou, a gente vem compondo uns sons aí que tá um pouco mais tipo brutal na pegada, assim, tipo um slam assim, sabe?

Umas pegadas um pouco mais, mas também cravado dentro do death metal também, sem perder a essência, tá ligado? Então tamo nessa pegada. Como quer complementar?

DDanilo

Não, bem ponderado, né? Mas tá nessa pegada aí. Eu acredito que algum momento a gente vai querer talvez acelerar as coisas ali, colocar uns riffs mais, mais. Hoje a gente tá buscando uns negócios mais cadenciado, mais aquele com peso, entendeu?

IIgor

Tá vendo? Mas de certa forma bem agressivo também, né? Sem perder a essência. Mas tá vindo umas coisas bem legais e a gente ainda esse ano a gente quer fazer, quer lançar mais material. A gente já tá com música para isso, a gente só precisa se organizar aqui certinho e vai acontecer. Tem bastante coisa legal para fazer. E assim, gosto muito do primeiro trabalho, achei que ela ficou— a gente ficou satisfeito assim com os sons. Claro que é sempre querer melhorar e fazer melhor, né? A gente tem que ser, sei lá, desafiado, deixar mais difícil o negócio. Não, né?

FFernando

Mas aí tá cada vez ficando mais difícil fazer o som, cara, que tá embaçado.

IIgor

Chega umas horas que é, mas aí também a humildade, né? Então assim, pô, tem um lance um pouco assim de não exagerar, né? Então às vezes você compõe uma coisa que é, porra, absurda, tá ligado?

FFernando

Aí você fala, olha aqui, 250 BPM, cara, né? Aí você fica, vamos bater a nossa ideia. Viciado em grind, tá ligado? O bicho é splitter total, tá ligado? O bagulho, explosão no blast, ele é monstro, tá ligado?

IIgor

Você tem uma noção, tipo assim, pô, a gente fez as gravações das músicas, gira em torno tipo de 190 a 215 BPM assim, tá ligado? 230, 240 assim, tá ligado? Deixar o show virar 20 minutos. Show, né?

?Voz C

O problema é o show, depois aguentar.

IIgor

Mas assim, né, mas é a visceralidade ali, saca? A gente vai se empolgando assim, mas daí a gente dá aquela segurada.

FFernando

Isso, a questão, o lance é o feeling, tá ligado? A gente sempre busca esse feeling, tá ligado, para passar para a galera que tá fazendo, curtindo a gente tocar, tá ligado? A gente quer o feeling da galera junto com a gente, tá ligado? E as músicas sempre busca esse peso, esse breakdown monstro, tá ligado, para trazer a galera em cima.

IIgor

Uma atmosfera que assim, certa forma, contagia, vamos dizer assim, pelo menos foi isso que a gente sentiu e teve de feedback também dos primeiros shows da estreia, tá ligado. A gente conseguiu fazer aquele show que captou mesmo a galera assim, tá ligado. Então foi bem massa e eu acho que a gente tá no caminho certo.

DDanilo

Chame a gente, chame a gente, chame a gente.

IIgor

Pega elas, propaganda, né, do Faustão ali. Contrata ele aqui, ó, bota o número aqui tudo.

?Voz C

Legal. Então começamos o bloco falando de influência. Pedi para cada um de vocês pedir um som aí. A gente pode começar pelo Igor, depois o Zé, Fernando. Aí o Fernando já pede uma do Eric também daí, que ele não tá presente. Bora, surge referências.

IIgor

Vai lá, gostaria muito de ouvir Morbid Angel, é Summer Never Redemption.

DDanilo

Danilo, cara, ó, se for, eu pensei numa coisa que eu gosto muito do Vitória nessa questão das letras tal, mas foi alguma coisa, vou pensar em erradicação, cara, e composição, alguma coisa.

IIgor

Talvez Slayer, cara.

DDanilo

Vou num classicão, Angel of Death.

?Voz C

Beleza, Fernando.

FFernando

Cara, eu vou no Death, cara. Zombie Ritual é um som que desde moleque, tá ligado? Aquilo para mim, quando eu escutei aquilo lá, aquele álbum, o Scream Blood Gore, eu fiquei, eu fiquei bico, cara. Alemã, né? Muito bom demais, cara. Puta que pariu, que da hora, velho! Isso com 13 anos, né? Muito foda.

?Voz C

E pede o som para o Eric aí, que eu sei que ele já pediu.

FFernando

O Eric não tá aqui, tá ligado? Mas ele deixou o recado dele para gente aqui. É uma Malevolent Creation, Stillborn, tá ligado? Que anos 90 foi muito foda.

?Voz C

Beleza, vamos quebrar Vamos explorar tudo aí, esse bloco então. Marble Danger, Slayer, Death e Malevolent Creation. Fechou.

?Voz B

A final tem o best club. The noise of the shadow empty have brought it down. No one let a melody up. Celebrate it now. NFC, a Brother Town, e a rede de exchange, a Brother Group. 2 olhos tão cheios de calma, 2 olhos tão claros, 2 olhos não domados por medo, 2 olhos que veem além do sol. Eu vejo o que deve ser, eu exijo saber, a luz de uma promessa, eu exijo ver essa cor roxa ir embora. Época, é o que é. Limpinhas da Daaaaaade!

Agentes da Morte! Monarca do Reino dos Mortos! Infamous! Watch out! Agentes da Morte! And you're lost in the frozen water burial. So together, joining heads, just a matter of time till you rip yourself apart. Millions laid out in the cryo tomb, 16 ways to achieve the Holocaust. See the blood, very light, smell your death as it bursts deep inside of you. About to make As a being praying for the end of your wide-awake nightmare.

With the pain, reach out for you. He sees the death staring down, your blood's running cold. Jetting cells, dying eyes, feeding on the screams of the mutant he's creating. Pathetic, harmless victim left to die. Rapping, insulin, death, flying free. Anjo da Morte! Máquina do Reino dos Mortos! Infamília, olha só! Anjo da Morte! Anjo da Morte! A própria carne, tão sani— Free! Só se ele sofre, joga sangue em placa de wall. Seu medo lê a mente, mas nunca vê o gol.

Do I ever lie? Only one of me was heard. There's no way for us to start, but there's still a door y'all heard. This life is more risky than most of the running through. Try to fight for survival, you can't be a metal show. Still force breathing in my body, fighting every day. No hope for a bigger to set it free. I, I am.

?Voz C

Voltamos então, terceiro bloco. Agora sim, vamos falar do EP. Vocês optaram por um trabalho homônimo em vez de escolher seria o título de alguma outra música, ou já também, porque ele era nome de uma música, digamos assim, cara?

IIgor

É porque assim, foi primeiro, foi o nome da música, né? A gente botou o nome da música e tal. E aí, cara, como aconteceu tudo meio rápido assim, tá ligado? A gente fez um ano de banda se entrosando e compondo ali, e aí já gravamos. A gente achou que casava bem, né, que aqueles primeiros sons ali, igual o Zé comentou tinha aquela ideia mais destruição, erradicação, essas coisas assim. A gente achou, então a gente achou que casava bem manter o nome da banda e o nome do álbum Eradication, que de certa forma trouxe o que a gente queria ali no momento, tá ligado?

Aquela fúria, aquela desgraceira toda ali. Claro que tudo bem, a gente vem compondo coisas novas, mas ali naquele momento ali a gente sentiu que fazia sentido para nós manter o nome.

FFernando

A gente criou, que nem eu falei, foi criada em inglês, né? A Eradication é a decadência humana, né? Que era em um mandarim, foram os primeiros sons que a gente gravou, que a gente trabalhou em cima, e eles eram em inglês. Aí a gente resolveu voltar para trás, falou, não, mano, vou fazer em português mesmo ele. E porra, mano, foi, eu acho que foi a melhor decisão que ele tomou, cara, fazer o Sons em português, porque ficou muito massa.

DDanilo

Como eu disse, tem bandas aí, igual Sofobia, eu gosto português, eu já gosto de cantar em português, tem Cultura cantando algumas coisas, tem, cara, tem muita banda aí que eu falo assim, pô, por que não, né? É, fica legal, legal, gente.

FFernando

Cara, é tipo isso. A gente aqui em Serquilho tem banda de death metal, tá ligado, assim na região aqui cantando em português. Não tem muitas, tá ligado, são poucas bandas.

IIgor

É, então aí vale a pena fazer, né?

FFernando

Vamos fazer um bagulho diferente, né, mano? Bagulho diferente. Nessa ideia, vamos nessa ideia. Começamos a trabalhar a partir de hoje, a partir daquele dia no caso, né? Só Só em português, só.

DDanilo

Agora eu vou falar aqui, só que se a gente mudasse o nome também agora para em português, não ia ficar tão legal.

FFernando

Então, né, aí foi no começo, né, na fúria, né, eradication, eradication, e fazer a decadência da humanidade e já era, tá ligado? Vamos fazer, falar sobre a destruição da humanidade, ou autodestruição da humanidade, entendeu? Aí foi nessa vibe, tá ligado? Só que aí começou a sair outros sons, tá ligado? Aí começamos a pegar várias influências também do batera também, né? Que o batera tem umas influências bem gordas, tá ligado? O bicho é doidão na cabeça, né?

Bicho é gordo, tá ligado? Nossa, mano, o cara é foda. E aí começamos a ficar um pouquinho mais pesado, um pouquinho mais extremo pra caralho. Foda, tá muito da hora. Então, como eu tava falando, né, cara, o som novo ele tá numa pegada mais brutal, tá ligado? E a gente tá, passou daquele lance, né, do fim da civilização da humanidade, né?

IIgor

Começou a entrar numa parada mais, começou com a destruição do lance ali da erradicação, e aí agora a gente tá entrando num lado mais mental assim, tá? Algo mais gore. E aí é também faz parte, que é tipo assim, primeiro a destruição, e aí o que sobra é só loucura, é só loucura, né, mano?

FFernando

Bagulho é só mais.

IIgor

A ideia tipo mais ou menos é essa, da caminhada é essa história.

FFernando

É, e o som tipo evoluiu, né, cara? O som evoluiu, né, mano? A gente lançou aquele som lá, aquele EP, né? E aí a gente vem trabalhando, melhorando cada vez mais o som, toda ensaiando toda semana. Para a gente tá apto, tá ligado, da hora, sempre no grau da hora, dedicando tempo com a banda, tá ligado, para poder fazer rolar o bagulho. Que a gente quer isso daí, mano, quer dar um rolê, quer fazer o som da hora. E a gente tá trabalhando em cima de novos trabalhos, fazendo novos trabalhos, né, mano, para poder sempre tá evoluindo, né.

?Voz C

Certo. Para finalizar aí, quanto ao conceito do disco, ele foi desenvolvido ao longo das 3 faixas aí e tal. Como é que ele foi desenvolvido e qual a principal mensagem que vocês queriam transmitir para galera aí?

IIgor

Cara, ele foi, começou nas duas primeiras, depois a gente foi acrescentando, mas aí Eu vou deixar aqui para ele.

FFernando

Sim, então, tá ligado, começa a Eradication para— porque era xodó nossa, tá ligado? Então ela, como foi a primeira que a gente criou, e um som visceral brutal, tá ligado? A gente falou, mano, essa daqui tem que ser a primeira do álbum para chegar arregaçando mesmo no bagulho. E aí o Ito, tá ligado, do Estúdio Fractal, que foi onde a gente gravou, ele que criou essa intro para gente, tá ligado? Para poder criar um clima em cima da brutalidade que ia chegar depois, tá ligado?

IIgor

Na real, a gente falou assim, pô, criar uma intro, mas eu não queria uma intro assim, uma música, saca? Queria fazer uma parada. Aí ele falou, cara, não diga mais nada. Aí ele chegou aí, ele mostrou a ideia dele, a gente deu uma adaptada ali, colocou uns elementos junto ali, mas assim, a composição, mérito dele, ficou legal para caramba. Então a gente tem a intro que chama para aquela ideia, né, para aquela preparando para chegar Eradication já na brutalidade visceral sem parar, tá ligado?

FFernando

Aí entra um solo, uma pegada no solo muito foda, mano. Eradication é xodó nosso, tá ligado? A gente trabalhou muito bem nesse som aí, foi Respeito de todo mundo aí, que o bagulho foi muito foda, trabalhamos legal. E aí depois vem a Êxtase Profano, cara, é um som que a gente começou do nada, aquela fita, o ensaio, ensaiando a Eradication e a Decadência Humana, que era os dois primeiros sons que a gente tinha. A gente criou no final do ensaio, tá ligado, o riff, criou uma pegada da hora, falou, mano, da hora, dá para fazer mais um som.

E aí pegamos uma letra também, fomos tava fazendo uma coisa ali. Não, essa é minha mesmo. A gente foi numa brisa foda, tá ligado? Porque eu falei, mano, o que que é aquele que te dá prazer, tá ligado? Que, mano, que não pode, tá ligado? É uma coisa proibida que te dá prazer, mano. Por que que a proibição da parada, tá ligado, de uma coisa que te faz foda se sentir da hora, tá ligado? E aí eu peguei essa ideia, né, nesse som, e sempre criticando também a religião, porque minha família inteira é tudo de religião.

Então eu vi muitas coisas, até o ódio desde criança, tá ligado? Vendo como a religião afetou a cabeça dos meus pais, tá ligado? Da minha família em si. Então para mim foi o objetivo sempre claro, é criticar religião, é, para mim isso é, não tem, tem um ponto, né? Sempre tem que ter, tem que ter.

DDanilo

Eu acho legal entre as duas músicas que é a Irradiation, ela vem, se você pegar a estrutura dela de letra e de, musicalmente ela vem com uma pegada death thrash, ela é rápida, ela é veloz. A Ixtas e Profana, que é o outro som do que vem o próximo ali, ele tem uma pegada do death, ele tem o thrash, ele tem um pouco do groove, aquela breakdown. Ele já começa até aqueles breakdown que a gente gosta, entendeu?

IIgor

Dá uma quebrada no pescoço, não, ao vivo.

DDanilo

Então ele, ele tipo assim, o primeiro som nosso, ele é rápido, direto. Então você vem, primeiro som ele é rápido, direto. Segundo ele já dá aquela pesada. Então, pô, a gente gosta dessa pesada aí dos anos 90, que dá esses breakdowns.

FFernando

Muito da Infetus, né, mano? Da Infetus também é muito foda os breakdown que tem no bagulho. E a gente tem vários sons aí.

DDanilo

Aí o terceiro som, quando que vira a Necro? A Necro ela é mais pegada no thrashão também.

IIgor

Isso, ela é um som rápido, né? Também é com death.

?Voz C

Ela é—

IIgor

aí vem a Decadência Humana, que eu acho que é a maior música do nosso UOL. Acho que não é a maior música do nosso UOL e já é um lance um pouco mais, mais, como é que eu posso dizer, diferente, né? A composição tem uma introdução, tem algumas partes diferentes que a gente usou na composição também. Pô, gosto para caralho desse som, pô. E aí, tipo, para finalizar, para finalizar, Chuva Negra, né, cara?

FFernando

Que é o contrário, eu devo Decadência Humana que finaliza o álbum.

IIgor

Acho que Chuva Negra vem atrás do boy, né? E aí Decadência Humana é para exatamente isso, Decadência Humana para fechar. E antes disso vem Chuva Negra, que traz aquele lance da ideia da purificação, né?

FFernando

A lírica, tudo totalmente simbolismo, tá ligado? Em cima do cristianismo, tá ligado? Também sobre a questão do enxofre, tá ligado? A purificação, uma caixa para purificar os pecados. Chuva Negra é o enxofre.

DDanilo

Na verdade, a gente pensou também no começo do álbum, ele tem um começo, meio e fim, né? Então tipo assim, vem uma introdução, é radicação, vem tipo assim Os Cavaleiros do Apocalipse, fala sobre a Ilha do Apocalipse, e depois vem Chuva Negra, a calmaria depois de toda devastação ali.

IIgor

Mas ele é tipo aquele lance assim que é É aquela calmaria antes da destruição final, né? A ideia é mais ou menos essa, sabe? O contexto de tudo para amarrar um som com outro.

?Voz C

Você citaram aí em relação à gravação do EP, né, que foi no estúdio da Fractal. Aí teve o Fernando Home e Orito aí, responsável por captação, mix e master. Querendo falar como é que foi essa parceria, de que forma como é que eles contribuíram para o resultado final do trabalho?

IIgor

Cara, eu não tenho, eu só tenho falar bem assim, saca? Os cara é totalmente profissional, cara.

FFernando

O Ito, o Ito, ele tinha banda junto comigo, né, da Destruição Insana. A gente tinha uma banda, tem lá Dungeon lá, que é um som que a gente lançou.

IIgor

Procura aí no Spotify, aí depois você vai curtir para caramba.

FFernando

Então a gente se conhece há muito tempo, tá ligado? É amizade de 20 anos para mais, tá ligado? Então a gente sempre tá junto criando som junto, fazendo uns rolê junto, curtindo o rolê junto em várias bandas, tá ligado?

IIgor

E é da hora porque os cara eles traz esse lance mais, como é que pode ser, profissional assim. Então realmente rolou uma pré-produção, saca? Tipo, a gente sentou um dia, a gente discutiu como que ia ser os timbres da guitarra, como que ia ser o timbre do baixo, tá ligado? A gente fez um ensaio, ele captou o ensaio, fizemos a pré-produção total, colocamos o som no tempo, no tempo assim que eu digo, não organizamos o som de certa forma, colocamos toda essa essa parte assim, tipo, de realmente criar um timbre ali que a gente queria, tá ligado? Foi um processo muito bacana. Então trabalhar com eles foi muito foda.

FFernando

Não, os cara é excelência, cara, excelente.

IIgor

Eles já fizeram outros trabalhos, inclusive falar de novo aí da Mortal Profecia, que gravamos com eles também.

FFernando

Já gravou um clipe com eles lá e tá gravando outro agora, vai sair logo logo, clipe da Mortal essa profecia.

DDanilo

É um pessoal que gosta de som, eles entendem, eles sabem o que estão fazendo, é o mesmo som que a gente, tá ligado?

FFernando

Então ele tá no mesmo, sempre tá no mesmo rolê.

DDanilo

Então eles estão ligados no que a gente quer escutar.

FFernando

Isso, exatamente. São brothers da gente de muitos anos, né?

?Voz C

Legal. Depois desse lançamento, ouvindo ele já finalizado, acompanhando a repercussão do público também? Existe algo que vocês teriam feito diferente ou o resultado ficou como vocês imaginavam?

IIgor

Cara, eu acho que assim, não sei se a gente, a gente começou um lance meio de primeira assim, de primeira ideia, meio sem pretensão de alcançar muitas coisas, né? Tipo algo muito grande de primeira. Só que aí o que aconteceu depois, o feedback que a gente teve permitiu que a gente até sonhasse um pouquinho assim, sabe?

FFernando

Vamos dizer assim, se iludisse um pouco, porque teve uma repercussão muito boa.

IIgor

A gente trabalhou junto com o Mateus do Bruxa Verde, deixar um salve para ele aqui, o Mateusão. Ele foi parceiro para caramba, ajudou na divulgação, a gente conseguiu trabalhar junto, a gente conseguiu uma visualização muito legal e um feedback muito bom, entendeu? A gente recebeu feedbacks de páginas de metal, de revistas, de webrádio. A gente tocou uma vez numa webrádio nos Estados Unidos, tocamos em alguns outros países também.

Então foi uma parceria muito forte e isso foi um feedback muito bom para gente, tá ligado? Algo que a gente assim realmente não tava esperando, jamais, entendeu?

FFernando

Tava com um pensamento de um projeto de fazer um lance que a gente curte, tá ligado? E aí a gente teve essa oportunidade oportunidade de fazer esse rolê acontecer com, fala, com, como fala, mano, o bagulho específico, é com, falei para você não fumar aquelas coisas com maestria. Não, mano, conseguiu fazer acontecer um rolê muito foda, tá ligado, que a gente curte o bagulho e conseguiu gravar, tá ligado? Isso, gravar e ser reconhecido, organizado, legal, porra, mano, muito foda.

O Bruxa Verde, porra, um selo da hora para caralho, os cara. Foi da hora, foi um puta rolê muito massa, muito foda. E feedbacks de várias galera, mano, toda região, bagulho foi muito foda. Teve um mano que comprou uma camiseta nossa lá de Belém do Pará, tá ligado? O cara entrou em contato com a gente, tá ligado? E falou, mano, eu quero uma camiseta de vocês. E a gente tá, porra, mano, aí para ajudar. Ajudamos lá no frete também, lá levamos a camiseta para o cara. Muito foda, Rosane.

?Voz C

E por fim desse bloco, sobre a capa do disco também, querendo falar sobre a produção da capa que a gente fez.

IIgor

Então, cara, a gente, a gente foi entrando num consenso, né? Foi, a capa passou por várias edições, né? Passou, era outra cor, depois a gente mudou. Então foi um bagulho um pouco conturbado. Acho que, querendo ou não, acho que foi a parte um pouco mais conturbada assim, saca, de organizar a capa. Mas no fim foi uma ideia nossa que a gente foi juntando e foi fazendo ali.

FFernando

O logo era aquilo ali que a gente queria mesmo, cara. É o logo, a gente acertou assim, sabe? Tipo, é um Def Meta, mas o logo ele mostra uma crueldade a mais assim, sabe? Ele puxa mais uma brutalidade mais foda, né?

?Voz B

Sim.

FFernando

E aí a gente, mano, o verde destacou lindo, né, cara?

IIgor

Verde radioativo, né?

FFernando

Aí a gente lançou o símbolo, né, no vermelho laranjado assim, né? E aí o Álbum lançou no verde, que ficou, porra, lindo. Tem umas camisetas lindas com esse verde, esse logo verde.

DDanilo

Saiu camiseta nova, quem quiser, Instagram, tem contato.

IIgor

Colem nos shows e adquiram conosco. Qualquer coisa, fazer um show com os picôs.

DDanilo

Qualquer coisa, o preto, nós vê aqui, né, mano?

FFernando

Negocia, caralho.

?Voz C

Porra, levou uma comparada, beleza? Tamo finalizando então o terceiro bloco. Pedi para o Igor pedir mais dois sons aí da Eradication para finalizar o terceiro bloco.

IIgor

Foi para rodar aí Éxtase Profano e Necro Apocalipse.

?Voz C

Beleza, vamos lá.

?Voz B

E que os braços observem negrecido, clamando vazio pelo fim prometido. Que atreva-se, pai, que ele ainda está, que toda potência em estas lhe profanou. As Profetas Marshall, criadas por visões, cheiras gostosas de novas maldições. Não há manhã, só morte e ruína. Legal o maldito, uma mega genade fina. Eco, eco, respeitos das almas perdidas. Quer um rabato? UOL, desafio com os cacos derrubados. Seu, seja comigo e não grite. Os falsos profetas estão entre nós.

Ele espanta por poder, ele espanta por abusar. Não ouje qual é, não ouje se esconder. Latam, a boca é sua.

?Voz C

Voltamos então, quarto e último bloco. Tudo que é bom dura pouco. Aí chegamos, último bloco. A galera deve da Education, falar um pouco do futuro da banda e um pouco das coisitas mais aí. O EP marcou, mas podemos dizer, a estreia oficial de vocês aí, né? Vocês já tiveram a oportunidade de levar no palco o som de vocês. Como é que tem sido essa repercussão do público no show, né, ao vivo? Retorno da galera em relação ao som de vocês ao vivo, cara?

IIgor

Vou falar para você que a gente ficou impressionado assim, cara, demais. Principalmente no primeiro, que foi a estreia mesmo. Não sei se a galera que tava ali tava numa expectativa e acabou agradando. E mas assim, foi, sabe, tipo, rodou uma roda assim. A gente conseguiu animar a galera para caramba, a gente conseguiu aquela atmosfera, e o feedback foi muito bom, tá ligado? Tanto no primeiro quanto no segundo show, a gente tocou apenas duas vezes ao vivo, mas estamos com mais dois shows agendados.

É, mas assim, pô, foi sensacional para gente. O ao vivo foi um lance muito, muito marcante, cara.

FFernando

O ao vivo da gente foi na estreia na nossa casa, tá ligado? Aqui em Serquilho.

IIgor

É que foi o rolê que a gente comentou mais no começo.

FFernando

A gente bolou esse rolê, tá ligado? A gente, várias bandas do do interior aqui. E a gente conseguiu fazer um rolê de estreia, e mano, imensurável. Eu, foi um rolê muito foda, porque uma galera monstruosa não rolando no bagulho, mano, curtindo o rolê muito foda.

DDanilo

O feedback nosso tá bem positivo, tanto que a gente tá produzindo camiseta para galera comprar ainda, e a galera tá comprando, tá vindo no merchan, e a gente sobe as coisas e a galera curte, tá fortalecendo Feedback, por mais que é uma banda nova, a gente tá vindo agora, o feedback eu acho que tá muito positivo. A galera gosta, acredita, é uma cena forte na cidade. A galera da cena da cidade apoia a gente e tem amigos por fora também, que a cena também para fora aqui é grande, tem muita banda também.

Então sempre quem correu no underground apoia underground, entendeu? Então quem já tá no underground sabe o peso que tem o underground. Do que que o underground tem que fazer, a correria do underground.

FFernando

Então, dificuldade que tem, né, cara?

DDanilo

Então a galera tenta trazer, tenta trazer junto. Você lança camiseta, você coloca que colocou camiseta e chegou, galera vem, manda mensagem, compra, nem que seja uma, duas, mas a galera vem fazendo o retorno. Você tem retorno, você entra lá no Spotify, vê que tem ouvintes e Entendeu? Então o negócio tem, tem. Você vê amigo seu ali numa foto ou outra de evento na cidade com a camiseta da banda, fala, pô, tá divulgando, legal, foi num rolê, foi isso.

Então o feedback eu acho que tá sendo positivo com a banda jovem assim. Eu acho que estamos no caminho certo, estamos verdadeiro, estamos verdadeiro. Acho que vai dar tudo bom aí.

?Voz C

Legal, é isso aí. E quais são os próximos shows de vocês?

?Voz B

Vai ser?

?Voz C

Já tem data confirmada aí, cara?

IIgor

A gente tá com show para o dia 5/09, é 5/09, isso, 5/09 no Devil's Pub em Sorocaba e dia 11/09 no Oficina Bar. Logo mais a gente começa a divulgar nas redes aí. Então, galera, fica ligeira aí, quiser colar aí, até lá.

DDanilo

Não, perdão, Mas a gente tá negociando para alguma coisa para capital, pode ser que aconteça alguma coisa até o final do ano.

IIgor

Tamo junto aí com o Matheus do Bruxa Verde, né, cara? Então você pinga quando você quiser.

DDanilo

Até o final do ano alguma coisa na capital vai rolar ainda, então pode ser que alguma coisa aqui para o interior também consiga rolar, mas a gente tá só acompanhando, né, negociando aí.

?Voz C

Tá certo, galera, vai acompanhando a página de vocês Até aproveita e já fala aí, aí quem quiser acompanhar vocês nas redes sociais, parceirinho aí, segue lá a gente lá no Instagram, é @eradication_oficial.

FFernando

Segue a gente lá, dá uma fortalecida na gente porque a gente tá, começou agora e só tem evoluir, só caminhar, cara.

IIgor

A gente tá, tá, vem coisa muito boa por aí.

FFernando

É que nem a gente falou, né, mano? Ele tá com time forte, a gente tá, tá fomindo para fazer o rolê da hora, tá ligado?

IIgor

Tá certo.

DDanilo

De porcariada, entendeu?

?Voz B

De porcariada, entendeu?

DDanilo

Vem com nós aí, velho, sabe escutar alguma coisa legal.

?Voz C

E vocês citaram aí que já estão trabalhando em novas composições, né? Já já tem ideia de quando pode chegar singles? De repente tem ideia até de sair o disco full? Como é que tá em relação a isso, cara?

IIgor

A ideia é mais para o final do ano, mas ainda a gente não pode te dar uma data, a gente não pode. Eu acho que single até o final do ano sai, com certeza, pelo menos um ou dois sai, cara.

FFernando

A questão é que a banda underground, né, cara? Então a gente somos independentes, a gente somos independentes, a gente tem que gastar e investir na banda, colocar nosso dinheiro para poder fazer o rolê. E para gravar som não é barato. E aí, para a gente conseguir lançar a parada, tá ligado, a gente tem que se organizar bem. A gente já tem planejamento dele fazer um som acontecer, né, cara? Até o final do ano, até o final do ano a gente já tá trabalhando num single aí, e a gente vai trabalhar da melhor forma, né, como a gente sempre Tá fissurado no bagulho para fazer acontecer o rolê da hora.

E a gente tocando, indo, divulgando o nosso som, a gente vai conseguindo fazer acontecer cada vez mais, tá ligado? Essa é a missão que a gente tem, tá ligado? Fazer o bagulho acontecer, porque tipo não é fácil, tá ligado? Não tem muitos rolês, tá ligado? Então você tem que se esforçar um pouco além para poder fazer acontecer o rolê. E aí todo mundo tá instigado para fazer acontecer o rolê, correndo para isso.

?Voz C

Vocês chegaram a começar a falar ali relativo ao merchan, né? Atualmente, o que que vocês têm de material? Tem ideia de fazer mais material?

IIgor

Que como o pessoal fala, a gente tem camisa de Primeira, de principal assim, a gente fez umas peitas, tá ligado? Os logos, porra, sensacional. Inclusive a gente fez com camarada que é, que faz, pô, cara costura, faz o silk e tudo aqui na cidade, cara firmão, o Brunão da Soul Woods.

FFernando

Dá um salve aí para mim.

IIgor

Então a gente tenta fazer os merchan meio que pela cidade mesmo, para ajudar os caras aqui também. Fortalece, mas aí é questão, é mais, aí tem a camisa, a gente faz uns adesivos, vira e mexe. Então é, mas por enquanto tá assim, camiseta.

FFernando

Mas a camiseta foi um sucesso, cara, porque a gente fez, mano, a gente fez 20 camisetas para lançar no rolê, vendeu antes da estreia, tá ligado? Chegamos lá no bagulho e vendemos tudo, cara. Bagulho sobrou uma ou outra só porque era Já tá na terceira leva de camiseta já.

DDanilo

A galera tá comprando, tá fortalecendo a gente, e a gente tá, mano, agora eu comentei um negócio, a galera não tinha nem escutado o som que tinha praticamente, já tá encomendado. A galera comprou camiseta sem saber o que ia sair, então a gente tá com uma responsa do caralho. Os cara tá comprando uma camiseta que você nem sabe o som que vai sair.

IIgor

É, os cara nunca tinha visto ao vivo nada assim, né? E aí, mas mano, aconteceu e foi bem legal, a gente conseguiu movimentar assim. Isso é fortalecimento para fazer próximos trabalhos.

FFernando

Exatamente, só somando para a gente fortalecer a gente, né, mano? Começar a caminhar cada vez mais.

DDanilo

Galera que tiver aí parceria aí para chamar nós, pô, tá top também.

FFernando

Entre em contato aí, mano, entre em contato aí, arroba Radication_oficial. Segue a gente lá, dá uma fortalecida lá, chama a gente no direct lá, né, mano? Fazer um rolê.

DDanilo

Bandas de death metal do Brasil, mano, chamando todas as bandas de death metal.

?Voz C

Dá certo, legal. Então valeu aí, galera da Radication, por essa bela entrevista aí. Show de bola. Deixar o espaço para cada um. Só mensagem final aí, pode começar pelo Danilo.

IIgor

Eu queria deixar só agradecimento aí, agradecer a você pelo espaço. A gente fala para caralho, porra, eu vou perder tempo se deixar. É que eu vou falar para vocês, fosse sexta-feira e tivesse 2 fardos de cerveja aqui, nós ia mais umas 2 horas de conversa. Mas eu queria agradecer o espaço. Queria agradecer todo mundo que colaborou, queria agradecer o Matheus do Bruxa Verde que fez essa fonte aí muito massa. Queria agradecer a galera aqui que colou também, os mano aí vão fazer o rolê junto aqui.

E é isso aí, queria agradecer todo mundo que vai, que tá assistindo, que vai assistir, e a porra toda. E é isso aí, caralho, death metal, porra!

?Voz C

Vai lá, Daniel! Deixa o Danilo primeiro, depois tu vai por último, a gente vai pedir os nomes. Vai lá, Danilo.

DDanilo

Queria te agradecer aí, Batata, tal, pelo rolê aí, pela entrevista, pelo bate-papo, ficou muito da hora, foi muito maneiro, cara. Que você foi um host muito tranquilo hoje aí para nós, aí foi legal. Queria agradecer meus companheiros de banda, meu companheiro Eric, que tá aqui também, minha esposa, a esposa dos cara que estão aqui, vem aí para incentivar nós. Não, não, elas não deixam nós desistirem. Eu agradeço minha esposa que ela não deixa eu desistir.

Então a vida lazarenta, vamos falar assim, cara, pô, que que mulher vai ficar aguentando você ligando instrumento? Agradeço meu pai e minha mãe que comprou minha primeira guitarra. A eles. Eu tô aqui, mano, eu tenho que agradecer eles, né? Aí tem os caras do estúdio, é a galera que tá assistindo. E God bless you all.

?Voz C

Beleza, vai lá, Fernando, teus agradecimentos.

FFernando

Mano, só tem que agradecer aí, cara, o espaço aí, mano. Tem que agradecer todos, a galera da Hidrabana aqui, que o Eric que não tava aqui, né, presente, mas o cara, pô, sempre tá aí, foda-se. É só agradecer, é só barbona dele, cara. Tem que agradecer o Fractal lá, né, cara, porque os cara lá também foram muito brother, puta trabalho, trampo fora que os cara fez, né, cara. E, cara, vou agradecer todo mundo aí, cara, e vamos fortalecer a cena, tá ligado?

Sozinho, fortalecer o bagulho, cara. A gente tá na fúria de querer fazer um som rolar e espera que todo mundo esteja curtindo o rolê, tá ligado? E a gente vai fazer cada vez mais fodido o bagulho. Só esperem, bagulho, mano, vai ser brutal.

IIgor

Vamos para cima!

?Voz C

Pede os dois últimos sons então, Fernando.

FFernando

Então agora vem, acho Chuva Negra, galera. Chuva Negra é um puta som fodido para caralho, mano. Curta esse som, muito bom. E depois, na sequência, vem a Decadência Humana, fechou?

?Voz C

Beleza.

FFernando

Som fodido para caralho também. Primeiro som nosso, curta com nós, cara. Valeu, mano.

?Voz B

Nossa, isso, coitado do céu, Pipoca Escrota! É projeto Mod Space, chamando os pontos comemoradores. Nós gostamos da festa, como é bom estar só. Estamos, estamos no sapato, a torre do estado do Minasão. Eu sou a voz, nossa voz.

CBCristiano Batata

E assim chegamos ao fim de mais uma edição do nosso programa. Queremos agradecer imensamente a banda Eradication pela disponibilidade em participar do programa desta noite, compartilhando um pouco de sua história. Desejamos muito sucesso à banda nessa caminhada e agradecemos para aceitar o convite para bater esse papo com a gente. Um agradecimento muito especial também ao selo Bruxa Verdes Produções, que tornou possível a realização dessa entrevista.

Muito obrigado pela parceria e pelo importante trabalho realizado no fortalecimento e na divulgação da cena do metal. Nosso muito obrigado também a Silva Music Records, editora underground e independente de metal sediada em Portugal, pelo envio de excelente material que abriu essa edição do programa. É sempre um prazer apresentar lançamentos de qualidade e ajudar a divulgar bandas do underground mundial. E claro, nós nosso agradecimento vai para você, Headbangers, que esteve conosco durante mais uma edição do Metal com Batata.

Muito obrigado pela audiência, pelo apoio e por continuar fortalecendo a cena junto com a gente. E se você perdeu alguma parte dessa edição, fique ligado nas redes especiais do Metal com Batata. No Spotify, em breve a entrevista vai estar ao ar, assim como as anteriores. E no YouTube também tem a entrevista na íntegra. Eu sou o Cristiano Batata, agradeço mais uma vez sua companhia e espero você na próxima edição do Metal com Batata.

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Bruxa Verde Produções

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Metal com Batata 451 - Eradication | Castnews Index — Castnews Index