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#PartiuPensar 225 - Sêneca e a brevidade da vida

21 de julho de 202626min
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Clóvis de Barros explora a importância do bom uso do tempo no pensamento do filósofo estoico Sêneca.

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Edição & Sonorização: Murilo Lourenço @murilou

Participantes neste episódio1
C

Clóvis de Barros

HostJornalista, escritor, filósofo e professor
Assuntos6
  • A vida é simplesDesperdício de tempo · Perseguição de bens materiais · Busca por aplauso e prestígio
  • Filosofia de VidaProfundidade da vida · Densidade existencial · Questionamento e análise da vida
  • Superação da instabilidade emocionalSociedade aplaude ocupados · Euforia histérica · Troca de tempo por dinheiro
  • Amadurecimento e perspectiva de vidaFilosofia estoica · Uso do tempo · Perda de tempo · Pilatos
  • Assalto e patrimônioDefesa do dinheiro · Desvalorização do tempo · Coisas sem valor
  • Helenização e sua InfluênciaPlágio na filosofia · Influência cultural · Originalidade grega · Egito · Polêmica na Grécia
Transcrição1 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
CDClóvis de Barros

Senhoras e senhores, estamos no ar! Esse é o nosso o nosso hashtag #PartiuPensar. Estamos patrocinados pela ADV Box e graças a isso estamos em vídeo e você pode me ver. E quando estamos em vídeo, o número de pessoas que nos assiste se multiplica enormemente, porque para além do que eu digo, você ainda pode me ver. Sabe-se lá qual é a vantagem disso. Mas deve haver. Por quê? Porque a audiência aumenta muito. O tema de hoje é uma obra de um filósofo chamado Sêneca, e esta obra tem como título Da Brevidade da Vida.

Brevidade quer dizer dura pouco, viu? É breve mesmo, né? Da brevidade da vida, quer dizer, da pouca duração da vida. Sêneca escreveu essa obra em torno de 50 anos depois de Cristo. Se você considerar que Cristo viveu 33, a confiar na cronologia da história, então nossa, Ele é praticamente contemporâneo de Jesus, e essa obra foi escrita praticamente ao mesmo tempo que Jesus esteve conosco. Bom, Sêneca é considerado um pensador estoico, e você sabe que os estoicos estão na moda.

Nós vamos nos dedicar a eles bastante, né? Eles estão na moda. E o estoicismo, tal como o hedonismo, também é corrente de pensamento. Só que enquanto para Epicuro o grande barato era o prazer, para o estoicismo o grande barato é ser estoico. E ser estoico é não tremer na base na hora da aflição, suportar o tranco, aguentar sem reclamar. Isto é ser estoico ou agir estoicamente. Então, claro, essa é a nomenclatura, mas o estoicismo vai muito mais longe do que isso.

Mas a ideia um pouco tem a ver com você pensar numa vida boa e um vivente competente. Um vivente humano competente é um vivente humano que toma o tranco e tá logo de pé de novo para continuar a jornada, né? É alguém que aguenta a pancada e segue adiante. Bom, a brevidade da vida é uma das reflexões mais incríveis dessa tradição estoica. E é uma reflexão, claro, sobre o tempo. É uma avaliação da vida em relação ao tempo que ela dura.

Porque, claro, se você pensar: ah, a vida é boa se formos eternos, então não vai rolar, não vai rolar. A vida nunca será boa. A vida tem que ser boa mesmo terminando, mesmo sendo finita. E o que é mais incrível, a vida tem que ser boa durando o tempo que ela durar. É claro, se você disser, ah, se não viveu pelo menos 80 anos não valeu. Pô, mas aí sacanagem com os cara que sofreram acidente, tiveram uma doença grave, tiveram que morrer antes dos 80, e talvez tenham vivido muito bem o tempo que viveram.

Então é o estudo da vida boa em relação ao tempo da sua duração. Essa é a proposta de Sêneca. Sêneca era um cara muito conhecido em Roma. Então nós estamos falando agora de um romano. A gente ficou com os gregos, ah, um ano, né? Agora este é romano, Sêneca. E Sêneca Ele era muito conhecido, ele era, digamos, o que nós poderíamos chamar hoje de um político, ele era o que nós poderíamos chamar hoje de um senador, de um legislador, ele era um cara que tinha um lugar importante no espaço público de Roma, além de ser filósofo de mão cheia.

Haverá quem diga, o pessoal que é íntimo de Sêneca, que Sêneca, digamos, não viveu exatamente de acordo com a sua filosofia. Ele era como todo político, né, digamos, tinha que fazer algumas acomodações, alguma jogada aqui, uma jogada lá e tal. Haverá quem considere Sêneca um assim, uma pessoa de moral resvaladiça, né? Camarada complicado. Mas não importa, porque o que nos interessa aqui é o seu pensamento, é a sua filosofia. Como ele viveu, primeiro, não dá para saber direito.

Segundo, não vem ao caso. Estamos tratando aqui do que ele propôs em termos de filosofia. A tese central de Sêneca é arrebatadora, ela é incrível. A tese é a seguinte: Não é que a vida é curta, malandro. Não é que a vida é curta. Quem faz a vida ser curta é você. A vida, na verdade, é bem da comprida. Ela dura bastante. É você que joga o tempo da vida no lixo. É você que desperdiça o tempo da vida. Olha que loucura! Na verdade, tempo para viver tem bastante.

E ó, eu tô com 60 anos, eu tenho a sensação que já já vivi, mas nossa, se lembrar desde lá do começo, nossa, eu já vivi, foi muito. E concordando com Sêneca, joguei no lixo boa parte do tempo de vida que me foi proporcionado, né? Então Sêneca abre a conversa dizendo, eu vou abrir aspas agora: não temos pouco tempo, Não temos pouco tempo, mas perdemos muito tempo. Então o problema não tá na duração, digamos, objetiva da vida, mas do modo como nós empregamos esse tempo.

Poderíamos dizer: o problema está no uso que fazemos do tempo da vida. E ele sugere assim: os seres humanos vivem como se não fossem morrer nunca. Como se fossem imortais. Então eles se dão ao luxo de jogar no lixo boa parte do tempo que vivem. O humano, na hora de viver, ele não traz para consciência deliberativa dele: ô, a vida vai acabar, isso aqui não é para sempre, vamos levar essa porra a sério, vamos viver, né, vamos viver bem porque isso aqui tá rodando.

Não, a gente vai gastando, gastando, gastando, gastando. Gastamos nossos dias com o quê? Perseguindo recursos materiais, perseguindo riqueza, querendo ter uma piscina com aquecimento solar, querendo ter o próprio helicóptero, até porque, né, É preciso aumentar o risco, né? Querendo ter aplauso, prestígio, sabe? Buscando se tornar uma celebridade, entendeu? Querendo ser parado na rua para tirar foto. Nossa, como eu seria feliz se eu fosse parado na rua para tirar foto!

A gente entrega o próprio tempo na mão dos outros, né? A gente entrega o próprio tempo na mão do que os outros acham que é importante, e quando a gente vê, já passou. E isso é incrível, né? Às vezes eu tenho a sensação de que me congelaram e aí me descongelaram uma década depois, assim. Pô, eu vou, eu pego avião quase todo dia e pego quase sempre do aeroporto de Congonhas porque eu moro na cidade de São Paulo. Só que chego lá por cima, entro, saio lá por cima e tal.

Outro dia, como tinha muita fila no táxi, eu chamei por aplicativo. E aí então eu tive que descer. Nossa, eu falei, mas sabe, você tem a sensação assim de estar em outro mundo, né, com lugares para parar, com luzes, coisas, publicidades e não sei. A nítida sensação que eu tive é que Sabe, tinha passado 10 anos, eu não me dei conta. A gente tem essa constatação de Sêneca, a gente pode fazer muito facilmente, sobretudo quando a gente já viveu bastante, né?

De pegar e falar: caramba, olha para minha cara! Você olha no espelho, ou então alguém tira uma foto sua, e aí você diz: puta, mas esse aqui sou eu, né? Tipo esbudegado, né? Nossa, como passou! Como passou, né? Então, o que Sêneca diz é isso: quando a gente presta atenção, já é tarde, já é tarde. Mas isso aí é um ensinamento que não serve para quem o tempo já passou. Ah, já foi. Isso aí é um ensinamento que serve para quem ainda está com o tempo pela frente, com muito tempo pela frente, porque é esse que poderá passar a viver prestando atenção no tempo que tá passando, que é bastante tempo, mas vai passar.

E se você continuar perdendo tempo com besteira, vai passar, e quando você olhar, putz, não fiz nada, não fiz nada, né? Não fiz nada de realmente relevante. Sêneca então observa que existe uma espécie de ironia, né? As pessoas defendem com unhas e dentes o seu patrimônio, elas defendem com unhas e dentes o seu dinheiro. É meu, é meu, é meu! Mas a única coisa que tem valor, que é o tempo da vida, elas entregam com facilidade, deixam passar, não lutam por ele, não nada.

Quando viu, já foi. E perderam a vida agarrados em coisas que cada vez mais ficará claro que nem no caixão cabem. Então é para quem ainda tem muito tempo para viver que o alerta de Sêneca na brevidade da vida é importante. Tempo de viver você tem. O que você não tem é sabedoria para usar o tempo adequadamente e deixar de perder tempo com besteira. O tempo é o único patrimônio relevante. O tempo é o único bem francamente irrecuperável.

Ouça-me, ouça Sêneca, leia Sêneca, olha a brevidade da vida, né? Isso pode te ajudar, isso pode te ajudar. Olá, eu sou Clóvis de Barros e venho aqui propor a você nos apoiar a manter vivos os nossos conteúdos de filosofia na internet. Para você participar com uma singela colaboração, você deve entrar em apoia.se/ineditapamonha. Repetindo, apoia.se/ineditapamonha. Você pode nos ajudar demais a honrar os nossos compromissos, pagar nossos editores, as nossas plataformas, e manter nosso conteúdo vivo para que ele continue impactando as pessoas como tem feito.

Uma das coisas que Sêneca denuncia é uma espécie de agitação histérica e permanente. É uma espécie de distração contínua e vem daqui, vai para lá, vem daqui, vem para cá e coisa, encontra isso, vai para cá. E aí? E aí, quando viu, já foi, né? E o que é incrível, porque quanto mais, eu vou abrir aspas, coisas você tiver para fazer, mais a sociedade te aplaude, sabe? Mais, aê, aí, esse é um cara ocupado, esse é um cara que tem coisa para fazer.

Nossa, fiz tanta coisa hoje! Pessoas importantes, né? Pessoas que não usam meia, né? Pessoas que usam sapatinho baixo com a calça presa na panturrilha, pessoas que lidam com muito dinheiro, pessoas que investem o dinheiro dos outros, pessoas que, nossa, estão o dia inteiro atarefados, né, e chegam em casa cansados e tal. Depois não reclama, depois não reclama. O tempo passou e você investiu bem para caramba o dinheiro dos outros, mas e você?

E eu não tô falando você, o seu dinheiro, não. Eu tô falando você mesmo. Então essa euforia histérica te impede de buscar coisas essenciais. Eu mesmo, cara, eu saio daqui para dar uma palestra, sei lá, em BH, né? Então eu pego o táxi, vou até Congonhas, fico só no embarque, aí eu saio correndo, entro no cartão, coisa, agora eu pego a fila dos velhos, né? Prioridade, fila dos velhos, entro na aeronave, daí você desce lá em Confins, aí pega coisa, Desce lá, desce em Confins, no Confins mesmo, lá no portão último.

Aí vem andando, andando, andando, andando, andando, andando, andando, chega lá, tá o cara com o seu nome. Aí você pega o carro, aí mais uma hora até BH, se não tiver trânsito. Chega no lugar, entra num camarim, aí fica esperando. Aí você fala, aí você, aí começa tudo de volta, né? Uma coisa, pega o táxi, vai até Confins, mais uma hora, caminha pra caramba, coisa, espera coisa. Se tiver no horário, decola e chega em Congonhas uma hora e meia depois. 1 hora e 10 depois, aí coisa, desce do avião, aí coisa, aí não tem o finger, desce na coisa, pega o ônibus, coisa, aí entra na fila, coisa.

Aí chega em casa, nossa, que dia e tal, quantas coisas. Mas assim, de relevante, zero. É um dia a menos, é um dia a menos. Ah, mas eu não posso abrir mão porque a palestra é um trabalho muito bem pago, né? Ninguém em sã consciência abriria mão do dinheiro que pagam pelo trabalho. Então tá. Ah, trocou o dia pela grana. A grana de fato é boa, entendeu? De fato é duro abrir mão, tanto que eu nunca abri. Aí, pô, não reclama, a vida tá acabando.

Eu dei mais de 4 mil palestras na vida, bacana, viu? Ó, campeão, né? Campeão. Se não for pelo que os outros possam ter aproveitado, terá valido zero. E agora, o que é que eu faço? O que é que eu faço? Continuarei indo para BH dar palestra, continuarei indo para Salvador, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Toledo, Foz do Iguaçu, todo dia, todo dia, todo dia, todo dia. E segundo eu posso imaginar, morrerei no microfone. Morrerei no microfone.

Pô, então para Sêneca a filosofia não prolonga a vida biologicamente, sabe? Não é porque você filosofa que você, ao invés de viver 80, vai viver 120. Não. O que Sêneca faz é propor que a filosofia amplia a profundidade da vida, não a extensão. Você não vai viver mais, mas você vai viver diferente, vai viver mais profundamente, vai viver questionando, problematizando e analisando a própria vida, vai dar à sua vida maior densidade, cada segundo vai ser mais densamente vivido.

Isso é o que a filosofia permite. Quando você estuda Sócrates na pena de Platão, o próprio Platão, Aristóteles, o indivíduo que estuda isso, ele não vai alargar o número de anos, mas ele vai adensar aqueles mesmos anos de tal maneira que não vai assim passar batido na histeria eufórica, sai daqui, vem para lá, sai de lá, vem para cá, sai daqui, vem para lá, como se fosse uma espécie de caroço de azeitona dentro de um liquidificador ligado, né?

Já experimentou ligar um caroço de azeitona? Só tem no liquidificador o caroço de azeitona. Liga, você vê o que acontece. O negócio é impressionante. Bate daqui, bate dali. Não, não, não. O filósofo, ele põe a mão assim e diz: espera aí, espera aí, espera aí, que eu não dei ainda a minha palavra. Deixa eu levar para casa, vou pensar, depois eu te digo. Então, graças à filosofia, o indivíduo ultrapassa os limites do seu tempo, mas não na extensão dos anos vividos, e sim no adensamento de uma existência mais profunda.

Para Sêneca, a pior tragédia não é morrer cedo. Para Sêneca, a pior tragédia é você viver o tempo que te Tocou viver, chegar no final e falar: não, não prestou de nada. Descobrir que nunca se viveu de verdade. A grande maioria das pessoas, ela só percebe que a vida passou quando ela já passou mesmo, quando na verdade teríamos que ter a consciência do tempo que oferece sustentação à vida, porque só assim poderemos adensá-la e vivê-la adequadamente.

Eu abro aspas: a vida que recebemos não é curta, nós é que a fazemos curta. Não somos pobres de vida, mas somos pródigos de vida, no sentido de que jogamos grande parte do seu tempo no lixo. Vamos responder às perguntas dos nossos ouvintes. A pergunta é do Luiz Antônio Cavalcanti, e o Luiz Antônio é nosso apoiador. Luiz Antônio, vem aqui, me dá um abraço, é nós, Luiz Antônio. Bom, antes de fazer a pergunta do Luiz Antônio, galera pode fazer pergunta indo no QR code.

É fácil, não requer prática, nem tão pouca habilidade, como se dizia antigamente. Professor, queria saber se há realmente plágio entre a filosofia grega ou da filosofia grega em relação à filosofia egípcia. Ouvi algumas pessoas na internet acusarem os gregos de terem ido ao Egito para absorver da sua cultura. Meu amigo Luiz Antônio, saiba, ó, olha para mim, Ninguém tira nada do nada, sabe? O que acontece é que as pessoas estudam, estudam, estudam, pensam, pensam, pensam, e aí começam a propor coisas.

E portanto, aquilo que elas propõem, elas não tiraram completamente do zero. Então, é claro que os gregos, muitos deles foram até o Egito, é claro que lá eles aprenderam um um montão de coisas, sobretudo em matemática. É claro que a filosofia egípcia influenciou a filosofia grega, é claro, mas isso não significa que tenha havido propriamente plágio. Porque a palavra plágio, ela, ela é uma palavra que quer dizer: eu proponho como sendo meu aquilo que na verdade eu roubei completamente de outro e tal.

Não é o caso, sabe? O que aconteceu é que as culturas se influenciam. O que aconteceu é que as pessoas conversam entre si. O que aconteceu é que os gregos não estavam isolados do resto do mundo, e portanto não só egípcios, mas provavelmente outras civilizações e outros povos influenciaram aquilo. Que os gregos propuseram. E te digo mais, muitos desses gregos não esconderam isso em momento algum, né? Todo mundo sabe das viagens dos grandes pensadores.

Agora, também é inegável que esses gregos imprimiram a tudo isso uma originalidade bastante significativa. Não são plagiadores, Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Não sei se eu me fiz entender, né? Então eu tô aqui explicando o Sêneca. Professor Clóvis plagiou o Sêneca. Não, isso não se chama plágio, nós estamos estudando junto. E se eu tô estudando junto com você o Sêneca, eu tenho que deixar o Sêneca falar. E de uma certa maneira Toda a construção discursiva do humano resulta de uma inserção polifônica prévia, né?

Você ouve, ouve, ouve, ouve, ouve, e de repente você começa a produzir. E essa produção, ela é, claro, ela tem uma matéria-prima que já tava disponível, mas aquilo que você particularmente, pessoalmente disse, foi você que disse. Beleza? Ó, adorei a pergunta, Luiz Antônio, adorei a pergunta, viu? Não funciona assim. Os egípcios eram grandes pensadores, os gregos um bando de larápios. Aí os gregos foram lá, anotaram tudo e disseram: isso é meu, isso é meu.

Não funciona assim mesmo, mesmo, sabe? Até porque, como você deve imaginar, tanto no Egito quanto na Grécia quanto em qualquer outro lugar do mundo, haverá gente que dá nome aos bois, que joga limpo, e haverá gente canalha. Beleza? Valeu! Eu espero que você tenha adorado, e se você gostou, você pode assistir de novo E se você gostou demais, você vai chamar Zequinha Tristão, que é teu parça, para assistir junto com você. Valeu!

Este conteúdo foi trazido até você pelo Espaço Ética. A assessoria oficial do Clóvis de Barros. Para mais informações sobre cursos, livros e palestras, acesse clovisdebarros.com.br e siga o professor nas redes sociais.

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