#PartiuPensar 213 - Aristóteles: Vida Filosófica
Clóvis de Barros conta sobre a jornada de Aristóteles, de aprendiz de Platão a professor de Alexandre, o Grande.
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Edição & Sonorização: Murilo Lourenço @murilou
- Ética AristotélicaFundador da zoologia · Produção científica · Ética Nicômaco
- Filosofia e PensamentoMétodo empírico · Relação corpo e alma
Partiu, partiu, partiu, pensar, partiu, pensar. Por instantes de plenitude, potência e luz.
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Bem, nós terminamos Platão e hoje é um dia absolutamente jubiloso porque nós vamos fazer o nosso primeiro episódio sobre Aristóteles. Aristóteles. Olha, haverá quem diga que Platão e Aristóteles, só eles dois já mataram toda a parada e o resto é só nota de rodapé deles dois.
O certo é que é um dos gigantes da história do pensamento ocidental, Aristóteles. E hoje nós vamos cuidar um pouco de como foi a vida dele e como é que no calor dessa vida ele pôde produzir o tanto que ele produziu. Porque é absolutamente irritante, irritante mesmo.
uma pessoa que tenha produzido o tanto que Aristóteles produziu. É absolutamente irritante. Por quê? Porque não há campo do conhecimento que ele não tenha metido o bedelho. E metido o bedelho com extraordinária qualidade, horas até criando campos de conhecimento.
Então, com certeza, o primeiro grande cientista do mundo ocidental. E eu digo do mundo ocidental, eu repito, por ignorar muito do que acontecia fora do chamado mundo ocidental. Então eu me limito a dizer isso. Mas é possível que ele tenha sido um dos primeiros cientistas da história. E ele, além de ter sido um filósofo devastador, espetacular.
Enfim, vamos começar imaginando que ele tenha nascido lá pelos idos dos anos 380. Isso pouco importa muito as datas, até porque nunca há certeza absoluta sobre elas, mas nós estamos aí em torno de 380 antes de Cristo.
E Aristóteles vai nascer, e aí importa muito saber que ele nasceu na Macedônia, na Macedônia, no norte da Grécia, ao norte da Grécia, na verdade, na Macedônia, numa pequena cidade chamada Estagira. Estagira. Então, claro, você pode ir até a Macedônia.
em lua de mel, e indo a Macedônia, você pode passar por Estagira, que é um lugar maravilhoso para uma tertúlia romântica, né? Estagira. E lá, provavelmente, você vai encontrar estátua de Aristóteles, busto de Aristóteles, chaveiro de Aristóteles, toalha de Aristóteles, tá? Eu imagino, nunca estive lá, mas suponho que seja assim. Bom,
Aristóteles era filho de um médico. É preciso lembrar que o médico, nesse momento, ele não tinha o mesmo estatuto social que tem hoje, propriamente. Mas ainda assim, o médico era um cientista, o médico era um estudioso, o médico era um empirista, o médico era também um fármaco. Ele tinha que descobrir...
Então aquelas plantas que quando você faz chazinho soltam o intestino, as outras que prendem o intestino, as outras que diminuem a taquicardia, as outras que curam a pneumonia, as outras que... Então ele vai experimentando e vai descobrindo, né?
relacionando os efeitos que aquelas plantas vão produzindo nos seus pacientes. E assim, Aristóteles era filho do médico de Estagira, chamado Nicômaco, doutor Nicômaco. Aqui doutor Nicômaco é um pouco irônico, porque eu não creio que houvesse necessidade de botar doutor antes do nome dessas pessoas, porque, enfim...
quando há relevância, a titulação é desnecessária e, até certo ponto, piegas, né? Então, ele era filho de Nicômaco, médico de Estagira. Agora, se a cidade de Estagira nunca foi lá muito importante, Nicômaco era muito importante. Então, ele era um médico mais importante que a cidade. A mesma coisa...
O cara, sei lá, nasceu numa cidade diminuta, acanhada, etc. Mas ele ganhou o prêmio Nobel e é conhecido no mundo inteiro. Então, não sei se é o caso de Nicômaco, essa relevância toda. Mas ele era importante. Tanto assim que ele era médico do rei da Macedônia. Então, para ser médico do rei...
É bacana, então isso é sinal de prestígio. Então Aristóteles era filho do médico do rei. Então é um dado interessante. E Aristóteles acompanhava o pai.
acompanhava o pai nas suas incursões científicas. Então Aristóteles tinha gosto pelas coisas da ciência. Então, sabe, de pegar aquela plantinha que ninguém tinha visto, né? Pega aí uma folha disso, vamos ver o que acontece, né? E aí prepara lá um guento qualquer para ver que efeito produz sobre o corpo humano. Vamos testar primeiro num sapo, etc e tal.
Então Aristóteles sempre foi formado numa espécie de espírito científico com enorme gosto pela verificação empírica das coisas do mundo. É super importante isso que eu acabei de dizer.
O certo é que o pai de Aristóteles acabou morrendo cedo e aos 17 anos Aristóteles foi mandado estudar, sabe aquela coisa? Em Estagira já não tinha mais ninguém capaz de ensiná-lo muita coisa, então ele foi mandado estudar na capital.
mais ou menos ali o filho do médico da cidade de Jaú, né? Vai estudar lá em São Paulo, né? Vai fazer faculdade em São Paulo, etc. Isso é alguma coisa super conhecida. Então Aristóteles pegou um buzungas em Stagira, né? Da Stagira Viações, né?
E chegou em Atenas com 17 anos e foi bater na porta de quem? De quem? De quem ele bateria na porta? Do maior centro de pensamento da época, a Academia de Platão. Aí, chegou lá.
eu não sou ateniense, eu não sou cidadão ateniense, eu sou um estrangeiro, eu sou de estagida, mas vim aqui aprender e tal. E aí devem ter feito lá uma entrevista com ele, exame de títulos, verificar as notas na escola. E aí viram que o menino tinha jeito porriscado. Então deixa ele entrar.
vamos começar a educá-lo. E pouco a pouco, Aristóteles foi se mostrando dentro da academia alguém altamente capacitado para as questões de inteligência. Até porque ele trazia na bagagem uma formação que não era a formação mais, digamos, robusta.
da academia. Enquanto na academia a galera gostava de abstrações, de geometria, Aristóteles gostava da terra, da biologia, da botânica, da zoologia. E aí, então, Aristóteles foi super complementar, super contributivo, super enriquecedor e também aprendeu um monte de coisa que não sabia ali. E Aristóteles ficou na academia 20 anos.
Vamos assim dizer, dos 18 aos 38, ele ficou na academia. É claro que nesse tempo ele deixou a condição de aluno, ele se tornou professor e depois ele se tornou o mais renomado dos professores.
Ele era incrível mesmo, Aristóteles. Bom, é claro que pouco a pouco ele foi meio que discordando de Platão. É claro que isso no começo ficava muito para ele, depois ele foi ganhando envergadura, foi ganhando autorização para falar, foi ganhando legitimidade e começou a levantar a mão e dizer viu, esse teu mundo das ideias, sabe?
não sei, onde será que ele fica, não sei se me convence, né? E eu gosto mesmo de estudar as coisas que eu enxergo aqui, eu não sei se são só sombras, não, existe uma substância constituída por matéria e forma, sabe? E aí você tem a matéria da mesa que é a madeira e você tem a forma da mesa, que não é só o fato dela ser retangular, mas...
é o fato dela ser mesa. É aquilo que faz com que uma mesa seja mesa. É a forma da mesa, é a estrutura da mesa, é a essência da mesa. Mas isso aí está na mesa, não está no mundo fora daqui. Está aqui, aqui a mesa, aqui e tal. E aí Aristóteles começou a botar as manguinhas de fora, entendeu? Olha... E aí
vocês aí com esse negócio eu não sei se eu consigo ver esse mundo das ideias que vocês veem eu não sei que tipo de chá vocês tomam mas o que eu vejo aqui é a árvore é a terra, é a cadeira etc e tal e aí Platão morreu e aí o que aconteceu foi o seguinte
Aristóteles, ele tinha, suponho, a pretensão de herdar a chefia da academia porque ele era o melhor ali, mas ele não era ateniense nato. E quem não era ateniense nato em Atenas não era grande coisa.
era quase nada, não era cidadão, não tinha direito a voto, não tinha direito a nada. Ele juridicamente não podia assumir a academia, né? Então, foi triste, porque se Aristóteles tivesse assumido a academia, nossa, teria sido incrível, mas no final, quem assumiu a academia foi um eusperos e sobrinho de Platão absolutamente insignificante, mas...
Era aparente e tal, e aí ficou aquela coisa e Aristóteles vazou, vazou, foi embora, né? E acabou indo para a Ásia Menor, sabe? A Ásia Menor é onde está a Turquia hoje, né? Ele foi perambular, porque em Atenas a coisa ficou ruim para ele, né?
Ele foi para a cidade de Açus, abriu uma escolinha lá, começou a ganhar uma certa notoriedade. Depois ele foi para Lesbos e lá em Lesbos ele montou um verdadeiro laboratório, né? Lesbos.
um verdadeiro laboratório para estudar fígado de coelho, virilha de rã, etc. E ele dissecava, ele fazia coisas que ninguém tinha feito ainda. Por isso ele é o pai fundador da zoologia, o pai fundador da botânica.
Ele começou a categorizar e criar um esquema de, sabe, gêneros, espécies e coisas, tipo categorizar mesmo, né? O primeiro cara com essa preocupação, ele tinha uma mentalidade cataloguística, digamos assim, enciclopedista, né?
Não era um poeta Aristóteles, digamos assim. Não era um poeta. Era um cara de pé no chão, altamente irracional. Suponho que devia ter um perfil intransigente meio cascudo, meio chato.
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O que foi que aconteceu é que nesse meio tempo, o rei da Macedônia, que era o filho do paciente do pai, o pai era médico do Amintas e o Felipe II era o filho, ele convidou o Aristóteles para ser preceptor.
do neto do paciente do pai, que era filho dele, que se chamava Alexandrinho, ou Alexandre o Pequeno, que era uma criança bacana, legal, etc. E aí, muito se escreveu sobre a relação de Aristóteles, professor, e Alexandre o Pequeno, mas o certo é que Alexandre cresceu, aparentemente, porque ganhou o apelido de Alexandre o Grande.
Provavelmente, então não se sabe muito bem a que se deve essa alcunha de Alexandre o Grande, mas alguma coisa devia ter proporções avantajadas e assim Alexandre tornou-se, digamos...
um líder militar de tal maneira exitoso que ele tomou militarmente todo o mundo civilizado. Ele conquistou tudo, Alexandre. Então, a gente imagina que a relação de Alexandre com Aristóteles tenha durado um pouco menos de 10 anos. Não se sabe muito bem o quanto Alexandre aprendeu de fato com Aristóteles. Não se sabe muito bem se Alexandre gostava de fato de Aristóteles, que Aristóteles devia ser um professor...
malinha mesmo, mas o certo é que Alexandre se deu bem na vida, deu certo, foi aquela educação bem sucedida, Alexandre tomou conta do pedaço e a primeira coisa que ele conquistou foi a Grécia, foi Atenas, é interessante porque Aristóteles tinha que sair de lá meio pela porta dos fundos.
E agora o seu aluno era o manda-chuva do pedaço. Então mandou Aristóteles voltar. Se quiser voltar, volta. Aqui quem manda sou eu e faz aí o que você quiser. E Aristóteles então montará uma escola para concorrer com a academia de Platão que continuava lá. E ele então vai montar uma escola que ele vai dar o nome de Liceu.
Tanto a academia quanto o liceu tem a ver com o lugar onde essas escolas estavam. Jardim de Academos, um herói e tal. E liceu também era localidade próxima a uma certa divindade, o seu templo, etc. Então é sempre uma questão de localidade mesmo.
Seria, para quem é de São Paulo, sei lá, a escola de Santa Cecília, a escola do Paquembu, a escola de não sei quem, havia esse hábito de dar o nome da localidade. Então, o Liceu, que você conhece até hoje, porque no mundo inteiro tem Liceu, o Liceu é a escola de Aristóteles. Então, quase tudo que a gente sabe de Aristóteles foi escrito...
no liceu, olha que legal, mas foi escrito como? E aí é que entra o negócio, enquanto Platão era um escritor que deixou uma obra escrita acabada, Aristóteles era um cara de relatórios científicos era um cara de produção científica, ele não era um escritor então os textos de Aristóteles são quase sempre apostilados são apostilas, não se sabe bem se foi ele que escreveu ou se aquilo era alguma e aí
algum ajudante que ia anotando, sabe? Ou sei lá, não sei se ele usava tipo aplaud, né? IA, ele ia dizendo e a porra do robozinho ia anotando e tal. E por que a gente sabe isso? Porque os textos de Aristóteles são chatíssimos, né? E às vezes eles contêm algumas incongruências, assim. É pouco...
Pouco crível que Aristóteles, ele mesmo, tivesse dito A e o contrário de A. Então, provavelmente, houve deslizes de quem fez anotações e tal, mas é o que temos para hoje. Então, as grandes obras de Aristóteles são obras que são, eu diria, resumos de cursos. Resumos de cursos.
Cursos dados no liceu, portas abertas. Devia ser incrível Aristóteles dando aula de ética no liceu. E para aqueles que sempre me perguntam se o senhor pudesse voltar no tempo e se o senhor pudesse dizer onde eu já ia o liceu de Aristóteles, dando aula de ética ia ser incrível. Uma das principais obras de Aristóteles é Ética Anicômaco. E você dirá...
homenageando o pai, não, não, homenageando o filho, porque lá na Grécia tinha o hábito de você dar o nome do avô para o neto. Então era Nicômaco, Aristóteles, Nicômaco, é o nome do pai do Aristóteles que virou o nome do filho do Aristóteles também e ética Nicômaco é o equivalente à ética para o meu.
filho, né, ética para o meu filho que é o título de um livro muito legal de um filósofo espanhol Fernando Salater que escreveu ética para o meu filho, claramente se referindo a grande obra de filosofia moral ética nicômaco de Aristóteles bom, o certo é que Alexandre perdeu a guerra quando Alexandre perdeu a guerra os caras olharam para Aristóteles ah é e aí
Então agora você que era o queridinho do Alexandre Saiba que ele tipo morreu E aí Aristóteles teve que vazar de Atenas pela segunda vez Só que aí ele viveu muito pouco tempo mais E acabou nos deixando lá Com uma idade relativamente avançada Na casa dos seus 75, 80 anos Então é isso
Vamos responder as perguntas dos nossos ouvintes. A Ana Rita Mussi é nossa apoiadora. Ana Rita, é nóis. E ela faz a pergunta que eu vou ler aqui, né? Professor, fazendo uma analogia com sistemas elétricos. Dois pontos.
O corpo seria a infraestrutura e a alma a energia que circula. É razoável priorizar a energia?
já que a rede se deteriora ou energia e rede são inseparáveis? Nossa, Ana Rita, você é incrível, viu? É o tipo da pergunta demolidora. Ana Rita, você, na relação corpo e alma, tem mais ou menos dois enfoques completamente diferentes a considerar.
O primeiro deles é uma alma imaterial. Sendo a alma imaterial, ela não tem matéria. Não tendo matéria, ela não se deteriora. Ela não se deteriorando, ela não se corrompe. Ela não se corrompendo...
Ela não morre, beleza? Ela é imortal. Mas se ela é imortal para frente, ela talvez também não tenha tido começo, nascimento. Portanto, talvez ela seja eterna.
Então, é uma alma imaterial e eterna e um corpo material, orgânico, corruptível, putrefato, em vias de putrefação, em vias de corrupção, em vias de desaparecimento. Como é que essa relação se dá? Ou seria?
uma dificuldade da filosofia a enfrentar, né? Veja lá o Descartes nas meditações metafísicas e você vai ver como não é simples relacionar matéria com não matéria.
Você pode entender a alma como sendo matéria como qualquer outra. E aí, se a alma é matéria, a alma é tipo corpo. É a parte do corpo responsável pelas atividades próprias da alma, como pensamentos, sensações, etc.
Eu tenho a impressão que é esse o caso a que você se refere, porque você fala em alma como energia. E é claro que se você fala em alma como energia, é claro que você está inscrita nesse segundo caso, onde a alma morre junto com o corpo, porque ela é corpo.
É bacana. Nesse caso, é preciso investigar a alma a partir de dados materialmente comprovados, objetos de investigação propriamente científica, certo? Ou seja, o estudo da alma deixa de ser metafísico para ser físico, certo? E é através desse estudo que nós vamos estudar as paixões.
Não sei se você, Ana Rita, trouxe para a consciência seus estados passionais, né? E aí você provavelmente já viveu a situação que você pensa na pessoa 24 horas por dia. Suponho, né? Pensa na pessoa 24 horas por dia, você acorda para fazer xixi de noite e você lembra da pessoa, vê a pessoa no vaso.
Aí você vai dizer, pô, mas isso aí é alma? É alma, é alma, né? É alma, mas o que está acontecendo? Por que a consciência foi capturada por essa figura? Da onde surgiu essa espécie de vinculação afetiva que em alguns momentos faz sentir tão bem, aumenta tanto a potência de lembrar da pessoa amada.
Então você percebe que aí a pegada é outra, porque aí você tem que estudar as coisas da alma a partir dos dados e das referências da ciência do corpo. Acho que era um pouco como eu imaginava responder a tua pergunta. Obrigado pela ótima pergunta. Eu vou então aqui passar para a próxima.
E o Amarildo Pereira pergunta, professor, quais textos e em que ordem lê-los para melhor acompanhar o Partiu Pensar? Obrigado pela oportunidade de sempre aprender um pouco mais. Ô Amarildo, obrigado você pela audiência. É claro que toda vez que eu faço um Partiu Pensar, menciono algum pensador e às vezes menciono até a obra, como por exemplo hoje Ética Nicômaco.
Agora, se a leitura dos autores antigos às vezes é indigesta, você pode lê-los em comentadores contemporâneos, num estilo mais contemporâneo, e aí você pode pegar livros de história.
da filosofia, e aí você terá trechos reproduzidos dos autores com comentários. Isso é facilitador e é enriquecedor. Ah, professor, qual é o melhor livro para... Olha, há muitos e eu não quero cometer a injustiça, mas qualquer...
livro, eu diria, ranqueado no mercado de maneira adequada sobre história do pensamento, pode merecer a tua leitura. Caso você queira começar assim, de maneira bem introdutória, mas não completamente, ou seja, muito menos tola do que a fama indica.
porque é poético, é bem escrito, é bem feito, não é à toa que o seu autor é um dos divulgadores de filosofia mais conhecidos da história, você pode ler O Mundo de Sofia para começar, que você vai gostar muito. Beleza? Valeu, Amarildo, até a próxima!
Terça-feira que vem eu volto, terça-feira que vem tem mais. E se você gostou, você faz o seguinte, ouve de novo. E se você gostou muito, aí você convida alguém que você ama, que você adoraria abraçar o tempo inteiro, com quem você gostaria de comer pipoca doce, com quem você gostaria de tomar banho em banheira quente. E aí você convida para ouvir também.
Beleza? Um beijo grande. Fica bem. Valeu!
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