Caso Bruna Marquezini & Meta, Bis no Couto Pereira e Futuro da IA na Comunicação
No episódio de hoje do Conversa com K, a equipe da KAKOI Agência de Comunicação debate as principais novidades, polêmicas e tendências que estão movimentando o mercado de marketing digital, inteligência artificial, publicidade e redes sociais.
O que você vai ver neste episódio:
Marketing de Oportunidade: Como a BIS transformou o incidente do zagueiro Jaci no Couto Pereira na ação "Cuidado Abismo".
Estatísticas de Redes Sociais por Geração: Análise dos dados de consumo no YouTube, Instagram, TikTok e Facebook (gerações Z, Millennials, X e Boomers).
Branding e Imagem Pública: A polêmica envolvendo Bruna Marquezini, Meta Ray-Ban e os limites da privacidade em tecnologia vestível.
Inteligência Artificial na Política: Avatares de IA, deepfakes, regras do TSE para propaganda eleitoral e a influência no comportamento do eleitor.
Atualizações do Instagram: Agendamento de posts via desktop e o recurso First Draft para edição automática de Reels.
Mídia de Performance e IA: Chegada dos anúncios no ChatGPT, atualizações no Google Ads (PMax) e o crescimento acelerado do mercado de infraestrutura de IA.
Ediney Giordani
Jennifer Bush
Thiago
- Ação de marketing da Bis no Couto Pereira com a placa 'Cuidado, Abismo'Bis·Couto Pereira·Jaci·Marketing de oportunidade
- Polêmica envolvendo Bruna Marquezine e os óculos Meta Ray-BanBruna Marquezine·Meta Ray-Ban·Cancelamento·Privacidade
- Expansão dos anúncios no ChatGPT e o crescimento do mercado de IAChatGPT·OpenAI·Mídia de performance·NVIDIA·Google Cloud
- Análise das redes sociais mais usadas por cada geração nos Estados UnidosGeração Z·Millennials·Geração X·Baby Boomers·YouTube·Facebook·Instagram·TikTok
- Uso de inteligência artificial na política e deepfakes em campanhas eleitoraisInteligência Artificial·Deepfake·TSE·Dona Maria·Eleições
- Atualizações do Instagram para agendamento de posts e edição de ReelsInstagram·Agendamento de posts·Reels·First Draft
Você quer o melhor em comunicação? O nosso time vai lhe dar a melhor opção. Logomarcas, sites, anúncios e redes sociais. Todo marketing digital e assessoria para fazer a sua empresa crescer. Kakoi Comunicação. Kakoi, Kakoi, Kakoi. Acesse cacoi.com.br.
Jennifer Bush, olá, olá, olá, olá, pessoas, tudo bem com vocês? Estamos de volta 15 dias depois.
Vocês estão meio desanimados hoje porque segunda, segundo hoje, gente.
Segundo. Olá, pessoal, tudo bem? Vamos lá para mais um Conversa com o Caio, falar do que acontece nesse mundo.
Que animação!
Eu estou Contagioso.
Eu estou lutando contra a peste porque não sei se você sabe, mas morar em Curitiba é um desafio, entendeu? Você acorda, tá um frio, você tem que sair de casa de japona, cara.
E eu fico pensando o seguinte: o que, ó, sábado um sol, um sol, e domingo um mundo caiu aqui em Curitiba.
E hoje cai de novo, aguarde.
Meu Deus do céu, tio, assim, não consegui sair de casa para ir no mercado porque não parava de chover.
E aí a imunidade fala: você tá doida? Geladeira.
Você tá doida?
Toda hora aqui não, né?
Quem temos aí, Thiago, com essa animação toda?
Cara, com a minha animação toda, hoje eu vou falar aqui uma coisa que, já que a gente tá 15 dias sem falar algo, né, então hoje eu vou falar de uma coisa que no meu time de futebol, né, que segundo um jogo, o Jacil, zagueiro do Curitiba, ele simplesmente lá no— quem não conhece o Couto Pereira, ele tem tipo uma entrada e uma saída para o vestiário. E aí ele estava lá num jogo anterior, ele simplesmente, ele pulou e sinceramente ele caiu nesse buraco que ali para ir para o vestiário.
E aí passou uma semana, a Bis, a Bis, né, trazendo toda a sua, o chocolate Bis, trazendo toda a tua, aquela cultura, aquela, aquele marketing diferente, ele criou a placa Cuidado, abismo. E aí viralizou, né? Então, tipo assim, o Jaci foi lá, uma oportunidade de marketing no Curitiba, no Couto Pereira, e ficou olhando a conversa acontecer e transformou tudo aquilo ali numa placa chamada Cuidado, abismo. Ou seja, fazer comunicação é muito além das tradicionais, né?
É, não é rede social, é muito mais coisa. Então ele podia colocar uma plaquinha de bis lá, né? Porque hoje ele aparece um monte de coisa mais, mas o cara resolveu fazer ali perto do túnel Um cuidado, o Abismo. Eu acho sensacional essas coisas aí.
Ele não fez só, ele, a Biz fez uma collab tanto com o Coxa quanto com o próprio Atleta. Então nas redes sociais do time e do Atleta tinham referências ao Abismo. E assim como o Morumbiz, que que houve? Eles pegaram e trouxeram para a realidade. Então, na frente do vestiário visitante, que é onde o Jaci pulou, tinha, cuidado, abismo. Quando o cara ia pular, e aí eles fizeram uma encenaçãozinha que ele ia pular, aí apareceu a imagem.
Muito legal. Acho que une o offline com online, com a vida real, esse tipo de coisa, humor, tudo, né, humor e tudo mais. Bem, bem bacana isso aí.
Daí, e a Biz, ela não era patrocinadora nem nada do time?
Só aproveitou uma vibe, uma vibe específica, e bora lá.
Legal.
Outra coisa que eu também tenho, não sei se a Dinei vai falar, mas eu peguei um relatório do Statística Consumer Insights. Ele trouxe redes sociais mais usadas, isso da Marta Gabriel. A gente tava falando dela esses dias, né, Dinei, que vai ter uma palestra dela, né? E aí ela trouxe o a quantidade, né, as redes sociais mais usadas por cada geração. E eu vou trazer para vocês, vamos lá. YouTube, quem que é a primeira que mais usa?
Geração Z, millennials, geração X ou baby boomers? Millennials também, com 92, geração Z. YouTube. Facebook, bora!
Não, pera aí, vamos discutir primeiro. Não quero ser hater de pesquisa. Qual que é a fonte da pesquisa?
Estatista Consumer Insights.
Vamos fazer aqui a estatística KKOI.
Vocês, a Marta Gabriel, você fala da Marta Gabriel, super autoridade, não é influencer. Ela ia postar, ela postou uma pesquisa, tudo bem, uma pesquisa.
Aí você quer me dizer que os geração Z que vocês conhecem, YouTube, hein?
YouTube é o primeiro, tá?
Mas os que você conhece consome YouTube assim? Que os que eu conheço tá tudo no TikTok.
Cara, tá, mas pera ali, agora tem várias coisas abertas aí. Qual foi a pergunta que você fez?
Redes sociais mais usadas por cada geração, percentual de respondentes que usaram as seguintes redes sociais nos últimos tempos.
Você fez a pergunta errada, fez a pergunta errada, fez uma afirmação negativa. Você fez uma pergunta, e é tanto que a gente respondeu, tá?
Para vocês, eu perguntei para vocês, eu perguntei para vocês, eu perguntei para vocês, você perguntou qual é a rede social mais utilizada por geração, por cada geração.
Exatamente. Diferente do que você, qual é a rede social que mais tem na geração?
Viajou, você viajou. Vamos lá de novo, eu vou ler para você o que tá escrito aqui. Redes sociais mais usadas por cada geração, tá? Ponto. Agora, mas percentual de respondentes que usaram as seguintes redes sociais nos últimos 3 meses. Beleza, vamos lá. YouTube, geração Z, millennials, geração X ou baby boomers?
Tá tudo bem, agora voltou a pergunta inicial, que é diferente da segunda pergunta que você fez, mas a pergunta inicial, sigo surpreso. Então você quer dizer que na geração Z o YouTube é mais usado pela geração Z do que Instagram, Facebook?
Eu vou trazer os percentuais aqui, beleza? No YouTube, geração Z tá com 92%, beleza? Agora não sei se é porcentagem aqui, mas pelo menos é 92. Acho que é 92 nos últimos 3 meses. Vou pegar mais aqui, vamos lá. YouTube, Facebook. É, pessoal, é por cento, é por cento, por cento. 90 não é fake news, tá escrito aqui. Vocês que não estão tendo a entender, vamos lá. 92%, pelo menos é o que ela faz aqui, Marta Gabriel. Depois, qual que é a segunda rede? Achou?
Achei a pesquisa aqui, vamos ver. Achei em inglês aqui, deve ser a mesma. The Social, porque tem um 92% aqui.
É 92%?
Media Generation Gap, share of residentes dos Estados Unidos. Então daí já muda absurdamente tudo que a gente vai falar. Respondentes que usam, ela não traz essa informação aqui, 3 plataformas nos últimos 3 meses em percentual. Então assim, não é quanto eles usam, mas quantos deles usam, entendeu? Então assim, do total de 100% da geração Z, 92% acessam o YouTube, 91% dos millennials, 84% da geração X, e cadê o baby boomer? 71% dos baby boomers.
Facebook, aí o Facebook, a geração Z, só 75% da geração Z, o que eu acho bastante.
75, né?
75 tem o Facebook. 88 dos milênios, 87 da geração X e 87 da baby boomer. Bem igual. Então é um público mais velho que consome Instagram. Aí eu, geração Z, tá aqui forte no Instagram. 86% dos respondentes estão no Instagram, 77% dos milênios, 56% da geração X e 41% dos baby boomers. Daí no TikTok, 79% da geração Z está no TikTok, 64% dos millennials, e por aí vai. Então é uma estatística válida, mas eu acho que aqui para o Brasil muda muito, muda muito.
Mas a pergunta em si, Thiago, acho que a Marta Gabriel colocou mal aí, que sei que você leu, tô te sacaneando, mas eu acho que ela colocou mal, porque a pergunta em si é quantos por cento dentro da geração utilizam aquela rede. E não, se você for perguntar para geração Z qual é a rede que ele mais utiliza, certamente não vai ser mesmo nos Estados Unidos.
E daí, tanto é que ela dá um final aqui, Dinei, que eu tava terminando de falar: o resultado é um ecossistema digital cada vez menos homogêneo, onde idade não define só preferências, mas também linguagens, formatos e formas de pertencimento. É isso aí.
E aí, Jenny?
Eu trouxe, não sei se vocês viram, a nova polêmica da nossa querida Bruna Marquezine versus Meta. Bruna Marquezine fechou uma parceria ali para divulgar o óculos do Meta, né? E aí a galera, não, não foi por isso. A galera caiu muito matando porque a Bruna Marquezine, né, ela é muito conhecida pelo ativismo feminista dela, né? E o Meta, esse óculos do Meta, sim, ela é. E aí esse óculos do Meta, ele tá muito envolvido em polêmicas, né, principalmente em polêmicas de gravações não permitidas contra as mulheres, principalmente na gringa, que eu acho que é onde a galera tem o maior número de óculos vendido, né.
E aí a galera meio que tava cancelando, cancelamento da Bruna justamente por isso, falando para ela tipo, cara, nessa altura do campeonato você pode rever as suas parcerias. Você não precisa desse dinheiro todo. E aí você tá fechando uma parceria que o Meta teoricamente— eu entendo que não é culpa da empresa, não é culpa, não é culpa de nada. Só que assim, nenhum momento também o produto ele avisa, né? Porque antigamente tinha esquema da luz, né, que disse que quando você gravava ele acendia uma luz. Hoje em dia diz que nem isso mais tem, você consegue simplesmente só gravar.
Ele acende a luz ainda, funciona sim, só que daí você Põe lá uma fitinha, esconde. Enfim, assim, vamos ser ativistas nesse caso aqui. Ela tem razão, o cancelamento tem razão.
Eu, na minha opinião, não tem razão, porque, cara, só fazendo propaganda de um produto, tipo assim, um produto, ah, não vem, cara.
Mas daí é branding. Se a partir do momento você, como marca pessoal, você defende determinadas coisas, daí você se associa. Eu não entendo cancelamento em relação ao Meta.
É o que você tá falando da brand da Bruna Marquezine, total.
Agora ela tem que ouvir essa, mas aí diz que já é que eu estava completamente por fora disso. Eu vi isso depois que chegou na minha bolha essa coisa da Bruna Marquezine especificamente. E aí pelo que eu vi já é tipo, é uma coisa que a galera já tá pedindo há muito tempo, né?
Tá pedindo o quê? Que não tenha mais o produto? Não, eu não entendi assim, tem gente idiota. Tem gente, tem um médico que foi preso no interior de São Paulo que usava o óculos, o ginecologista, consulta para filmar lá as partes íntimas da mulher. Tem a outra mulher que matou o cara com uma faca de douriana, né?
Igual as câmeras escondidas em motel.
Se você é nu, escondido em motel, uma galera tem no Airbnb essas pessoas.
Você não consegue rodar um software que te impeça de fazer esse tipo de filmagem?
Mas como?
Não, não sei, faz nem sentido.
Você vai proibir, tipo assim, ah, passou um cachorro na frente, ah não, vai o cachorro.
Passou uma mulher, não consigo. Na série, como é que é o nome daquela série futurística da Netflix que a gente vivia comentando antigamente?
Black Mirror.
Na Black Mirror acontece isso.
Se você tem um carro, mas o cachorro é muito mais da pessoa, da índole da pessoa do que do produto. Igual eu falei assim, a faca existe para passar no pão, tem gente que mata com um pão de ló de nem ferro. Então tipo assim, o revólver, assim, ah, vai ser usado por quem?
A mulherada parou de comer ioke. Porque o marido batia na Matsunaga.
Não, né, que depois teve reviravolta, entendeu? Agora todo mundo é fã da Matsunaga.
Pois é, então pararam de comer aí, ó, que a marca.
E o dinheiro foi para quem?
É isso. Então tem uns ativismos que são totalmente errados, pelo amor de Deus.
De volta, né, eu concordo, mas eu acho também nesse caso da Bruna faltou um pouquinho ali de entender o contexto atual. E aí eu acho que é muito dela, né?
E agora, entrando para o marketing, eu tenho uma outra questão para fazer. Pessoal caiu matando. Qual pessoal e quantos? Dá diferença, entendeu? Aí você pega lá, vamos imaginar que 1000 pessoas tenham comentado, feito comentários ruins. 1000, pouco é muito? Acho pouco para ela, depende. Pois é, para o mundo dela é irrisório.
Irrisório. Ela tem quantos milhões de seguidores?
É isso. Enquanto que a meta, então assim, mas você olha no volume, isso é grande parte disso é culpa da imprensa tradicional, que você, eles fazem os comentários aí, público reclama de parceria de Bruna Marquezine, e o público são 10 pessoas.
Para mim o maior caso disso é a Virgínia. Virgínia, tudo que ela faz a galera cai reclamando, e assim, e ela segue, entendeu? Segue pleníssima ganhando o dinheiro dela.
E a última reportagem da Virgínia foi Virgínia usa som alto no pré-jogo do Real Madrid.
Agora ela tá sendo cancelada pela galera de fora, né?
Pela galera do Real Madrid.
O cancelamento do Brasil não vale mais a pena para ela agora, ela expandiu.
Assim, o ativismo errado eu acho que só prejudica o ativismo real.
Mas e aí quando a gente fala você como empresa, claro, né, para Meta ali não vai fazer nem— inclusive Meta, se quiser mandar um óculos para gente aqui tranquilamente, tá? Mas eu fico pensando muito, quando você vai, você como empresa, você vai associar sua marca a uma pessoa, a um influencer, você tem que ter certos cuidados, né?
Mas isso é, isso sim.
Não, de novo, eu concordo 100% com você. Agora, nesse caso, qual é o cuidado que você tem que ter? Sim, o teu produto não é feito para fazer algo errado. Se a pessoa faz errado, é que nem uma arma. Estamos com a epidemia de batida de Porsche, né? Porsche atropela motoboy, Porsche atropela não sei o quê. Por que que tem tanto Porsche atropelando? Que o Porsche agora tá mais tempo no Brasil, tem mais Porsche usado. Porsche usado é mais barato, mais barato vende mais.
Aí tem muito mais Porsche na rua. Agora, é porque o Porsche tá matando motoboy que eu não devo consumir o Porsche? Ele não foi feito para matar motoboy.
É a mesma coisa que ela faz o negócio da bebida. Bebida é a mesma coisa, a galera bebe e dirige. E daí, tipo assim, ela tá certa a tomar? Ela não vai tomar um negócio assim.
Contextualizando, meu assessor soprou aqui no meu ponto, falou que em agosto de 2026 a Meta lançou uma segurança que agora, a partir do momento que você tapar a luz de LED, ele não grava mais, ele interrompe a gravação. Então já é uma coisa que eles fizeram para melhorar. Exato, que realmente, né, coisa da— é bizarro a gente tá aqui e pode ser que a gente tá sendo gravado.
Não, e outra, a gente tá sendo gravado.
Você pega os óculos Xing Ling, eles não têm essa luzinha, nunca tiveram.
E aí, mas é só o Ray-Ban do Meta? Será que o da Oakley, a parceria com Meta, também tem?
Já não cheguei ainda. Só cheguei no da Meta mesmo. Pois é, então, viu, deu certo.
Polêmica! Tem que fazer o ativismo mais correto, Jennifer. Entre velhos políticos e jovens candidatos à eleição desse ano tem algo diferente: personagens feitos com inteligência artificial. Parece ter uma ideia. Observatório identificou 18 avatares no debate político online brasileiro, sendo que 11 não se identificaram como artificiais, entendeu?
Não.
Tinha 18 influenciadores, tá, que são IA, mais 11 dizem que não são, tá. A prática é vantajosa para quem quer influenciar o cenário eleitoral. Pode ser muito mais fácil fazer vídeos virais em massa com avatar que você programa as falas do que com eleitor verdadeiro sujeito a erros e ensaios. A pesquisa indica que 70% disseram acreditar que os criadores de conteúdo digital podem influenciar o voto das pessoas. De olho nesse impacto, o TSE já exige que conteúdos eleitorais criados ou manipulados por inteligência artificial sejam identificados.
O maior exemplo do Brasil é a Dona Maria, uma espécie de tia do Zap feita a partir da tecnologia de deepfake para expressar opiniões eleitorais. Ela já, ela de direita, ela já acumula milhões de visualizações e milhares de likes. Um levantamento apontou que mais ou menos 150 milhões de brasileiros estão online e 63% deles seguem influenciadores para se informar sobre notícias e política. Isso significa que esses avatares influenciadores podem acabar sendo decisivos nesta eleição, uma vez que boa parte do eleitorado se informa pelos meios digitais.
E essa não é uma tendência local. Uma pesquisa na Índia apontou que 1 a cada 4 indianos já se deparou com deepfake político que descobriu ser falso somente depois.
Essa Maria foi criada quando, você sabe?
Mais ou menos foi bem antes das eleições, eu lembro que a gente já comentava alguma coisa assim.
É tipo uma Maria Maiô lá, aquela Maiô não sei o quê. Cara, é impressionante como as pessoas ainda— é, não adianta, eu não tenho que falar muito sobre isso, porque quando esses fakes aparecem, e eu sei que eu já recebi esses fakes achando que era a pessoa que compartilhou comigo, achou que era verdade.
Mas esse caso da Maria, eu posso estar enganada ou posso estar confundindo, mas elas realmente é extremamente, tipo, eu fiquei, eu lembro que quando eu vi, eu fiquei com dúvida. Claro que daí a gente que trabalha com marketing, a gente acaba, tem certas coisinhas que a gente pega.
Mas as pessoas, eu vejo assim, algumas são muito, muito mal feitas, né?
Mas a Maria é muito boa.
E o discurso dela é muito bem Tipo, foi, ela foi muito bem pensada, foi bom. Não, parece ali realmente, eu vejo como se você chegasse lá na casa do meu avô e pegar umas conversas com os meus tios ali, eles estão ali conversando sobre política. Me deu muito essa sensação, sabe?
Mas igual eu falei assim, eu já recebi muita coisa que compartilharam comigo, falei assim, cara do céu, a pessoa caiu nisso, acredita nisso. E isso influencia muito, muito, muito, porque beleza, você receber um vídeo que lá vai passar, olha aqui, Manda para o WhatsApp, depois vai para outra pessoa. Ó, esse aqui tá certo, esse aqui tá certo, cara. Isso aí vira uma bolha tão grande.
E olha, e a chuva chegou, mas nosso microfone não pega, fique tranquilo. Bom, a questão é a seguinte, que tendo isso ou não, para nós do marketing fica um aprendizado que a gente precisa saber usar essas ferramentas, que muitas vezes, por bem, por bem, você é marketing, é marketing, meu filho. Isso é campanha, guerra, guerra.
Mas não tinha um negócio de você não poder patrocinar.
Não, não pode, mas isso é um lá, isso é viral.
Não, eu entendi, mas não pode patrocinar. Por exemplo, se o cara quiser fazer uma collab, patrocinar com a Mariana, não sei o quê, não pode.
Eu ia comentar, pelo que eu vi também, a maior parte desses influencers, dessas pessoas fake, não tá nem necessariamente no perfil dos candidatos, né? É como se fosse todos terceirizados, e aí chega para quem quer. É tipo eu pegar e começar a gravar aqui agora falando minha opinião política. Então Chega para quem quer.
A questão é que a gente vive na época da pós-verdade. Para quem não tá familiarizado com o tema, pós-verdade é algo que é verdade contado sobre uma outra perspectiva. Por exemplo, o lance mais famoso agora na semana passada, houve a guerra do supermercado. Que que foi a guerra do supermercado? Pessoal da direita vai no supermercado e tá tudo caro. Aí o pessoal da esquerda vai no supermercado e tá com preço ok. Barato não tá em nenhum dos dois, né?
Vai com preço ok. Quem tá mentindo? Ninguém. Só que uma coisa é eu ir no supermercado de rico, outra coisa é eu ir no supermercado atacado. Os preços são— aqui em Curitiba, por exemplo, inaugurou um mercado ultraluxo. Curitibano é esquisito, faz fila para inauguração de mercado. É um bicho esquisito, mas vamos lá. Então inaugurou um supermercado aí, tá, o nome da marca, ultraluxo. Por exemplo, tinha uma peça de picanha lá que os caras fizeram a comparação no mercado popular aqui de Curitiba, que é o Condor.
Essa mesma peça de picanha tava R$330 o quilo, que é uma picanha especial maturada. Nesse Ítalo, não sei o quê, tava R$1.690.
E a mesma marca, mesmo tudo, tá?
Então, qual que é a diferença? Que se eu faço um vídeo desse, eu tô mentindo? Não tô, mas eu tô sendo tendencioso. Isso mais ou menos é a pós-verdade.
E teve fila, né?
Meu Deus, uma coisa ridícula, coisa imbecil, né?
Mas tem uma coisa nova que aconteceu, né? A gente tá 15 dias atrás. Instagram agora terá agendamento de post, sabe por onde? Pelo desktop. Sim, meus amigos, agora você vai poder agendar os posts do conteúdo em web. Você pode agendar até 30 dias, um mês de antecedência, lá no seu Instagram. E aí eu falo de, vou falar sobre isso, é quando você tem hoje outras ferramentas igual a gente usa aqui, M-Labs, outras milhares de ferramentas, o Instagram vem.
Só que a gente tem um pouco de receio porque quando a gente fala de meta, né, o meta talvez funcione, talvez não. Tanto é que a gente usa uma coisa terceirizada, né, lá que é o M-Labs, para a gente garantir que as postagens vão entrar. Então tudo é teste no Instagram. Então a gente aguarda ver ele como é que ele se comporta para ver se a gente migra, ver se vale a pena, ver se faz sentido. Vamos ver se vai dar para agendar Stories também, que para mim ainda não apareceu essa parte do Instagram da web, viu?
Você apareceu para você? Não, não apareceu nem de agendar qualquer coisa.
É, para mim também nada, nada ainda, né? Então vamos aguardar o que acontece.
Mais algo aí, Jennifer?
Eu tenho Boatos que o Edits agora vai lançar a sua função de vídeo preferida, Dineo.
O quê?
O Edits vai lançar sua função de vídeo preferida que você mais usa no CapCut. Qual é? Não sabe, né? A de remover silêncios e a de cortar automaticamente os takes. Boatos que vai ser melhor, né, do que do CapCut.
Será que nessa daqui, ó, o Instagram está lançando um recurso para edição Reels que corta automaticamente texto dos vídeos para destacar as partes mais importantes, chamado Forced Draft, a ferramenta cria uma espécie de primeira versão do conteúdo que pode ser ajustado.
É o que a gente tem hoje no CapCut, que eu falo que é o que ele mais usa, porque toda vez que ele vai usar o CapCut ele usa isso, ele xinga o CapCut.
Segundo anúncio do Instagram, Forced Draft consegue analisar vários clipes selecionados pelo usuário, eliminar as pausas e outros trechos considerados menos relevantes. A ferramenta então reúne, mas só tá por aqui no meu caso do Instagram para iPhone, tá escrito aqui, reúne os trechos escolhidos em um único Reel que fica pronto para receber novos ajustes e ser de como participar. Aqui a gente precisa muita coisa, né? A gente precisa, quem tá nos ouvindo, o cara vai tentar, vai falar o quê?
Ah não, tenho aqui um, até esqueci o nome do, um pouco, sei lá, qualquer coisa assim.
ChatGPT Ads deixou de ser curiosidade, agora tem atribuição, expansão internacional e cara de mídia de performance. O movimento mais importante da semana continua sendo a consolidação dos anúncios dentro do ChatGPT. A OpenAI expandiu o programa para novos mercados, incluindo Brasil e México, com os anúncios exibidos para usuários do plano Free e Gold. A empresa também adicionou novos formatos como carrossel de produtos, segmentação geográfica e otimização para conversão, como vendas e cadastros.
A parte que mais interessa para agência é a mensuração. A integração com os apps Flyer permite atribuir instalações do app, compras dentro do aplicativo, assinaturas, eventos em app e conversões web geradas na companhia do chat, nas campanhas do ChatGPT. Ou seja, publicidade conversacional começa a entrar na mesma conversa de performance que Google Ads, Meta Ads e TikTok Ads. Isso muda o jogo porque o ChatGPT não trabalha apenas com a palavra-chave, ele entende o contexto da conversa.
Uma pessoa pode dizer orçamento, objeções, preferências, localização, urgência e comparação com concorrentes para mídia. Esse é um contexto de intenção comercial fortíssimo, tá chegando com tudo, hein?
Eu ia falar, eu tava até procurando aqui que eu tinha lido essa semana um relatório deles falando que o Brasil é o terceiro, tá em terceiro lugar na lista dos países que mais usam ChatGPT. Então é falar, é um número grande para, né, tem que considerar. E que por incrível que pareça é um dos países que mais usa mensagem de áudio e voz dentro do GPT. Isso fala muito sobre a cultura do brasileiro.
Fala mais uma coisa, Thiago.
Não, nada mais, nada mais hoje. Fala de você, você me mostrou um pediné aquele dia. Claro, essa pauta é tua, vai, manda ver.
A falta é minha, que a gente tava falando sobre o novo lançamento do iMac, que a Apple fez uma campanha e indo em contramão da inteligência artificial, ela resolveu fazer um stop motion inteiro feito à mão. E aí a campanha toda montada ali, fotinho por foto deles modelando à mão todos os movimentos que iria fazer, enfim, indo contra o mercado de IA. Logo a Apple, né?
Já o Google Ads está virando cada vez mais teste. Aí, antes de entregar tudo O Google segue empurrando a inteligência artificial Max para Search, mas a novidade boa é que a plataforma está adicionando mais ferramentas de teste. A partir de setembro, anunciantes poderão fazer diferentes orçamentos e metas de ROI, retorno sobre investimento, em várias companhias de Search dentro de um único experimento A/B. A ideia é medir o impacto antes de escalar a automação.
O governo federal discute regras para ampliar a transparência dos anúncios veiculados nas big techs no Brasil. A proposta busca regulamentar o acesso a todos os anúncios, hoje mais estruturados com contexto de propaganda eleitoral paga, e ampliar fiscalização sobre publicidade digital, inclusive contra fraudes e golpes. Isso conversa com outra tendência internacional: plataformas começam a identificar conteúdos e anúncios criados ou editados por IA.
Para marcas e agências, A pergunta deixa de ser apenas podemos arear e passa a ser como documentamos e comunicamos este uso. Interessante, né? A NVIDIA mostrou que a corrida da IA ainda não bateu no teto. Ela divulgou o resultado trimestral muito acima das expectativas, 96,2 bilhões de receitas no trimestre encerrando 26 de julho, com uma alta de 106%. Em relação ao ano anterior. A empresa também reportou uma margem bruta de 75%.
A Reuters informou que a companhia projeta crescimento de 70% na receita fiscal encerrando, que será encerrado em janeiro de 2028, sinalizando a demanda por infraestrutura de IA deve continuar forte. Olha só, assim, 106% é muita coisa, é muita grana, caramba, muito crescimento. Google tenta atacar o susto da conta da IA. A Google Cloud está lançando ferramentas para ajudar a empresa a controlar os custos de adoção da IA, incluindo o modelo Pay As You Go para Gemini Enterprise e formas de reduzir a incerteza financeira em projetos corporativos.
Esse ponto importante: depois do encantamento inicial, as empresas começam a fazer perguntas cada vez mais maduras. Isso é interessante porque muitas vezes as pessoas, nós, né, ah, temos que assinar essa ferramenta, ah, temos que assinar essa outra, agora temos que assinar essa outra. Ah, vamos assinar mais uma. E aí, a hora que você vê o custo de assinaturas, ele vai triplicando. Tem algumas coisas, alguma, alguns modelos que prometem todos os modelos uma coisa só, mas não funciona bem, é diferente, demora para vir as atualizações.
Enfim, isso muda muito. Vocês sentem essa necessidade cada vez mais premente de ficar assinando, assinando, assinando?
Eu vou dizer por mim, na parte de arte principalmente, eu acredito que Sim e não. Sim, porque eu falo que cada vez agora até que deu uma estabilizada, mas o que eu sentia muito era assim, ai, sei lá, estava aqui cuidando da geração de imagens dentro do Gemini, tava funcionando completamente bem, daqui a pouco parecia que tinha um downgrade. E aí enquanto isso o GPT ia lá e lançava um gerador de imagens muito mais, né, top. E aí a gente acabava migrando para o GPT.
Então tinha muito isso. E o que me pegou muito agora também é a coisa dos créditos, né.
Tá cada vez ficando muito mais complicado você, mais caro também, e acaba muito rápido.
A gente ali, por exemplo, dessa parte de antigamente o Gemini, antigamente que eu digo é tipo assim 3 semanas atrás, não é o antigamente só longe. A gente tinha lá conta do Gemini, você conseguiria gerar imagem o dia todo se você quisesse, passava aqui o dia inteiro gerando imagem, o mês todo, não tinha essa coisa dos créditos. Agora já não, agora já tem a política de créditos. Gerei X imagens lá, já comeu meus créditos e tal.
Aí migrei para o GPT de volta. O GPT, por enquanto, a criação de imagens é dentro do plano, não gasta créditos. Mas enfim, daí eu falo, mercado ele tá mudando muito rápido, né? Você tem que ficar olhando, se adaptando.
Muita plataforma chegando nova aqui, igual o Dinei falou, assim, ah, você coloca tudo numa coisa só para tentar resolver o teu negócio, mas não funciona assim, porque a gente tem o nosso jeito de trabalhar também, que às vezes não vai funcionar.
Então a gente vai testando ferramenta, vendo, cara, vai dar certo.
Ah não, volta. Ah, essa daqui faz isso, volta. Esses dias eu tava lá num congresso e o cara falou que com certeza vão colocar nesses agendamentos os parte de enquete, link na bio, tudo certinho nos Stories. Coisas que todo mundo tá prometendo faz quantos anos?
Ah, faz bastante, mas vai, em algum momento vai entrar.
Algum momento entra, mas daí vai liberar para todo mundo, né? Não vai ser só para uma pessoa. Então a gente sempre fica de olho nessas ferramentas aí.
Obrigado você que nos acompanhou. Daqui 15 dias estamos de volta, ou quem sabe semana que vem. É sempre uma grande surpresa.
Semana que vem não vai dar, Ednei.
Semana que vem é feriado. Então daqui 15 dias. Um abraço, valeu, tchau, sejam todos felizes, caso o meu mouse resolva funcionar. Senão eu levanto lá, ó. Aí sim, vamos embora, vai embora, tchau, tchau.
Você quer o melhor em comunicação? O nosso time vai lhe dar. A melhor opção. Logo marca sites, anúncios e redes sociais. Todo marketing digital e assessoria para fazer a sua empresa crescer. Kakoi Comunicação. Kakoi, Kakoi, Kakoi campeão! Kakoi, Kakoi! Acesse kakoi.com.br. Kakoi, Kakoi!
KAKOI Agência de Comunicação
Serviços de comunicação e marketing digital