Episódios de Conversa com K - marketing e comunicação

10 características de um profissional que você NÃO deve contratar

03 de agosto de 202652min
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No nosso episódio de hoje, além das últimas notícias que valem a pena do mundo do marketing digital, temos também 10 características de um profissional que você NÃO deve contratar.

Venha conosco!

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?Voz A

Olá pessoal, tudo bem com vocês? Eu estou bem também, como diria meu amigo Thiago. E não, eu não recebi o email.

?Voz B

Que email você tá recebendo?

?Voz A

As pessoas usavam essa tecnologia ainda, email? Eu achei que hoje em dia era tudo pelo WhatsApp, mensagem de voz.

?Voz B

Será? Qual alfinetada você quis dar?

?Voz C

O que que você trouxe para nós hoje, Thiago?

?Voz B

Cara, eu trouxe o seguinte, né? Quantas—

?Voz C

hoje o mundo do futebol está muito, muito, muito mundo do futebol, o mundo do futebol, né?

?Voz B

Só que a gente acha que o mundo do futebol é totalmente glamour, todo mundo cozinha um patrocinador, um monte de coisa, né? Só que um time do Peru, né, um time do Peru, ele, o time do Peru, como diz a Jennifer, né, ele é um time pequeno e ele resolveu fazer uma ação que ele precisava do quê? Patrocinador. Patrocinadores para colocar. Peru pequeno, é o Peru, o Peru pequeno, time Peru pequeno, né? E aí ele falou, aqui no Brasil a gente já falou de outras marcas patrocinando times, né?

No caso da Fatal Models lá patrocinando lá o Corinthians. E lá no Peru pequenos times, aqui no Brasil também dificuldade de conseguir patrocinadores. E aí um time do Peru resolveu fazer uma ação que quer fazer patrocinadores, vários patrocinadores, com uma cota para colocar na camiseta. Então o nome do time se chama Deportivo Municipal. Encontrou uma forma criativa de arrecadar dinheiro, envolver pequenos negócios em seu projeto e retorno ao futebol profissional, com a ideia de transformar sua camisa em mosaico de patrocinadores.

A campanha de Os Mil Patrocinadores do Muni. A camisa ganhou um grande quadrado de pretos e brancos, cada um destinado a um patrocinador, mantendo sua tradicional faixa vermelha no escudo diagonal. Cada espaço custou em média lá, né, R$200. E o resultado: todos os espaços foram preenchidos.

?Voz C

Então as marcas, patrocinadores, eles conseguiram R$1.000 a R$200, R$200 a R$1.000.

?Voz B

Isso aí é um time pequeno mesmo, é um time pequeno mesmo, é um time lá, se chama o, eu acabei de falar, né, o Deportivo Municipal. E aí O resultado, todos os espaços foram preenchidos. É, e eles jogam a terceira, tipo assim, a terceira divisão do campeonato lá da Copa Peru, né? A solução foi tornar os patrocinadores mais em evidência e também o time para poder jogar. E que que vocês acham de uma ação dessa para times pequenos?

Ou seja, não deu para ver muito bem a camisa, né, todo mundo. Imagine só, mas você pode usar a tua marca, pode dizer assim, ó, eu patrocino lá, e mostra onde que a tua marca tá.

?Voz A

É que provavelmente a camisa também não é o maior ativo, né? Eles devem ter outros tipos de divulgação.

?Voz B

Totalmente, é bem nessa. Eu acho que só a camiseta, só falar que tá lá, já muda um pouco, né?

?Voz A

E o que eu mais achei mais legal, que eu tava olhando aqui as imagens que o Thiago tá passando, né, é que eles conseguiram deixar a camiseta bonita. Ficou muito bonita, muito bonita. Eles mantiveram um padrão lá para gente no link, ficou bem legal.

?Voz B

Nossa, mas não sei no futebol, é uma estampa.

?Voz A

Quando você faz, você Você cria um elemento e você faz uma repetição desse objeto até criar uma estampa. Nesse caso, eles criaram uma forma da logo e repetiram essa logo até virar uma grande estampa.

?Voz C

Viu? Não tá pegando, ele fica ali pegadinho. Por que que você não muda? Só vira o fone de lado, cara.

?Voz B

Deixa eu te falar que antes de você sentar aqui, perfeito, vai continuar batendo, mas tudo bem.

?Voz C

Vamos lá, pode ser.

?Voz A

É possível puxar um pouquinho o cabo.

?Voz B

E o que que acontece, não sendo do mundo do futebol, não sendo do mundo do futebol, Vocês viram que já teve o quê? A Rexona estampando uma camisa diferente, um lugar diferente dos juízes. Aonde que é?

?Voz C

No sovaco.

?Voz B

No sovaco, é isso mesmo, tinha logo do Rexona estampado no sovaco, na axila, né? E aí agora a CBF anuncia uma ideia do quê? Patrocínio, patrocínio nos cartões amarelos dos juízes da Yellon Seguros. Ou seja, Yellon Seguros, uma empresa do Grupo HDI, né, de seguros, entra no quadro de patrocinadores arbitrais da Confederação Brasileira de Futebol, CBF, querendo ganhar dinheiro. Não ganhar Copa, mas ganhar dinheiro. A marca, em uma ação inédita do futebol, vai estampar sua logo nos cartões amarelos, uniformes e nas munhequeiras da equipe de arbitrais do jogo da Série A do Campeonato Brasileiro.

Segundo a empresa, a ideia da ação é ressignificar o cartão como um sinal de atenção, transformando a advertência dentro do futebol em uma plataforma de comunicação voltada à conscientização sobre segurança, prevenção e proteção.

?Voz C

Agora, você ia gostar que o seu time recebesse um cartão amarelo da Elo?

?Voz B

Não. Ou seja, não é meio estranho? Depois é, é bem dessa. Puta merda, olha que saco, vou ter que receber.

?Voz C

Ah, não vou assinar essa coisa porque deu cartão amarelo para o meu atacante que ficou fora do jogo da final.

?Voz B

Nossa, é bem dessa. Os caras vão ao encontro de uma coisa ruim.

?Voz A

E como metrifica aí, por exemplo, se o jogo não teve cartão amarelo? Sua marca não aparece?

?Voz C

É muito difícil, mas é, pois é. Será que os juízes vão ser compelidos a dar cartões amarelos só para marca aparecer?

?Voz B

Então a marca vai ter estampado também na munhequeira e no uniforme dos juízes, né? Conforme ele aparece, mas o cartão amarelo é o símbolo da parada, né? Fala assim, pô, o cara tirou o cartão e mostrou, é outra parada.

?Voz A

É igual curiosidade inútil. Igual Fórmula 1, né, que a Fórmula 1, tipo, os maiores patrocinadores de Fórmula 1 são marcas de relógio geralmente. Só que maior parte do tempo o piloto tá de uniforme, de luva, então é muito difícil ele aparecer usando relógio. E aí a galera começou a estampar os relógios nas luvas para poder aparecer.

?Voz B

E é bem legal, porque você não cria uma luva daquela com aquele relógio. Eu acho sensacional a ideia.

?Voz A

Bom, e usa onde? Eu trouxe na verdade duas coisas. Uma, não sei se você trouxe essa, Mas vamos conversar sobre os divórcios entre marcas.

?Voz C

Divórcios entre marcas, Netflix e Burger King, que movimentou, né?

?Voz A

A não ser que as pessoas morem numa caverna, não viram isso, mas eu acho que tava em quase todas as redes os divórcios. Que é, para contextualizando, né, o Burger King e a Netflix faziam uma piadoca ali que eles iam casar, estavam juntos e não sei o quê. E aí brigaram recentemente e divorciaram. E aí teve uma grande chuva, né, de quase todas as marcas do mundo participando de alguma maneira nessa grande trend que teve.

?Voz B

E aí, Duolingo foi uma delas, né?

?Voz A

Sim.

?Voz C

E eu, em teoria, o Mercado Livre entrou como furazóio da relação, que o Mercado Livre teria se associado com o Burger King e traído a Netflix.

?Voz B

É isso que eu falo, né? Ou seja, todos, por mais que casou, ah, foi uma festa, separou também virou festa, eles voltaram, tá na boca do povo.

?Voz A

O que vendeu? O que que teve de venda?

?Voz B

Branding é branding. Os cara tão lá para o quê? Para se mostrar da marca, mostrar que a marca tá ativa, que a Netflix é diferente, que o Burger King é diferente, que o Mercado Livre é diferente, que a Dolim. Ou seja, quem embarca nessa vibe se mostra diferente, entendeu? Então não é só sobre venda, é sobre estar ativo, é sobre você, tua marca, participar do mundo do marketing, né? Eu acho que é isso.

?Voz A

E entrar tipo visualização, né? Porque, pô, quantidade de visualização que as marcas começaram a ter da galera aí nos perfis para ver, tipo, ai, se eles postaram alguma coisa.

?Voz B

É tipo uma história, né? As pessoas começam a acompanhar. Ele fala assim, o que será que vai acontecer depois? Será que eles vão voltar? Será que eles vão separar? O que que vai voltar? Uma dessas estão com outra ação já pensando, eles reatando, sabe? Ou imagine só, sei lá, a Burger King casa, ou a Netflix sai com McDonald's agora. Daí vai falar assim, ah, deu. Chega o McDonald's, fala assim, você me fez de palhaço, entendeu?

?Voz C

Não sei se essa ideia, mas foi boa. Não sei se essa ideia, mas foi boa. Trouxe aqui para vocês, meus queridos, para a gente delimitar junto, para a gente conversar junto, ver se faz sentido. 10 características de um profissional que você não deve contratar de marketing digital.

?Voz B

Caraca, vai ser, foi a fundo! Vamos embora!

?Voz C

10 características de profissional que você não deve contratar. E se você é uma dessas crianças, faz uma dessas atitudes, Você dá aquela respirada e pensa: não vou ser contratado. Polêmica, tá? Minha primeira: o sabe tudo, tá? Só quer que eu ouça, vocês não querem comentar?

?Voz B

Não, não, não, não, não, não, não. Já vamos comentar um pouco então.

?Voz A

Eu concordo, porque assim, no marketing você não tem como saber tudo. A gente que tá aqui há alguns anos, eu menos, né, obviamente.

?Voz C

Mas você chegou mês passado, né?

?Voz A

Sou nova na profissão. Mas você, cara, eu edinei falar muito isso, né? Vou dar crédito da sua frase. Obrigado. Marketing, você já acorda atrasado, e você acorda atrasado mesmo. Todo dia tem alguma coisa nova, uma ferramenta nova, uma atualização na plataforma nova. É, um dia você fez todos os seus agendamentos no Meta de uma forma, amanhã o Meta mudou completamente. Então assim, não tem como você saber tudo.

?Voz B

E outra coisa, o marketing tem várias áreas dentro do marketing, né? A gente tem design, a gente tem social media, a gente tem várias Você não consegue saber de tudo, mesmo que você estude. A Jennifer acabou de falar para você, você tem que se atualizar sempre. Mas, cara, você fala assim, ah não, eu sei tudo, eu sou bonzão, tal, não vai funcionar, cara. O cara que se acha cai. Prego que se sobressai é martelado aqui, meu amigo.

?Voz C

Como é que é?

?Voz B

Prego que se sobressai é martelado.

?Voz C

Prego que se sobressai é uma martelada. Bom, o segundo, sempre arruma uma desculpa. Nunca é culpa dele, nunca. Sempre tem um motivo pelo qual a coisa não funcionou.

?Voz B

Isso serve para vida, isso serve para vida, não é só para o profissional de marketing, entendeu? A partir A partir do momento que você, você assume tua culpa e não interessa, a bucha vai ser tua, o negócio é teu. Pega esse negócio para você e resolva, só resolva, entendeu? Ah, não sei o quê, resolva, brother, resolva. O cara que começa, ai, porque minha mãe— não, cara, resolve. Isso serve para vida. Eu falo assim para os meus filhos, serve como exemplo: resolva seus B.O.s, sabe? Não deixa o negócio, resolva. A parada é resolver.

?Voz A

Para isso eu tenho um outro, né? Até sexta-feira estava divagando com a Lana e o meu marido sobre isso. Cara, só faz cagada quem trabalha, ponto. Se você não trabalha, você não faz nada, você não faz cagada.

?Voz B

Isso aí é, e todo mundo, isso eu falo, todo mundo tava dando errado. Então, tipo assim, se você tá trabalhando, obrigado, gostei da frase dela, não tô assim, se você tá trabalhando, você tá sujeito a fazer muita cagada.

?Voz A

Não, que daí a gente tava usando justamente o Marcos como exemplo, né, que as cagadas dele teoricamente as pessoas veem muito mais rápido na hora. Então, tipo, você puxou um cabo, tirou a TV do ar, todo mundo vai ver. E aí a gente tava falando disso, dele meio assim, cara, se ninguém nunca Tipo, que trabalha na parte de engenharia de TV nunca tirou do ar ou nunca piscou, é porque não trabalha.

?Voz C

Só perde pênalti quem bate.

?Voz B

Sempre, sempre, sempre.

?Voz C

Terceiro: usa termos genéricos como tudo, sempre ou nada. Essa sempre foi assim, não vai dar certo, nada funciona com aquele perfil.

?Voz B

A junção disso com pessimista Eu acho que é o pior dos dois mundos, entendeu? Porque a pessoa que começa, aí já não vai dar certo, nem tentou colocar, vou falar uma palavra, não vou colocar não, nem tentou colocar coisa no ar, nem tentou fazer, ah não, não vai dar certo. Cara, marketing é muito tentativa, é muito você testar coisas novas, é sempre que, igual o Dino falou no começo, vai mudando. Então você precisa tentar. E daí vem com um negócio que sabe tudo, ah não, do meu jeito dá certo, cara.

Não é, é testar, testar novas ferramentas e testar novos jeitos, é tentar novos olhares. Então sempre, sempre mudar.

?Voz A

Eu concordo com o Thiago, disse tudo esse Divo maravilhoso.

?Voz C

4: comemora, comemora bons resultados, mas se isenta dos ruins. Não tem nada a ver com isso. Boa, você viu que bombou tal coisa? Ah, deu 5 visualizações o vídeo tal.

?Voz B

Ah, é, e foi o que eu falei, não é comigo. Então, mas é aquela coisa, os teus resultados dependem do teu trabalho. E eu falo para você, tem muita gente fala assim, não, vamos fazer desse jeito, o resultado é ruim. Ele fala assim, não, mas eu contratei vocês, resultado vocês cuida do marketing. Não é assim, tuas ideias, teus resultados sendo bons ou ruins, entendeu? Abrace a causa. E se foi ruim a primeira vez, tenta de novo e vai tentando.

Até você acertar uma forma. Quer dizer, não existe fórmula secreta no marketing, não tem receita do bolo. Se fosse assim, meu amigo, a gente tava andando de Ferrari, é ou não é? Todo mundo aqui andando de Ferrari. Qual seria a questão? Só de Ferrari branca, vermelha e amarela. Era isso, porque é teste, não existe receita do bolo, não existe. É trabalho, é trabalho, é trabalho, é trabalho, trabalho trabalhoso.

?Voz C

5: nunca se pergunta por quê. Porque só faz, só vai, vai, não para para pensar, não para para pensar. Aí você tá lá, você faz um, sei lá, um vídeo que você demorou 400 horas para fazer, chegou lá, ele flopou, ou o cliente não aprovou, normal. Aí você simplesmente começa a xingar o cliente ou dizer que a rede social, a ferramenta subindo o vídeo com baixa resolução. E lá, blá blá blá. E pera aí, por que que eu perdi tanto tempo fazendo isso e não deu certo?

Por que que não bombou? Porque, entendeu, você saber o cerne da questão é porque daí você descobre assim: ah, é porque eu não sei fazer. Ah, porque eu não falei a linguagem do cliente. Ah, porque eu não olhei o público-alvo. E por aí vai.

?Voz B

É isso aí, eu acho assim que De novo, a gente tem que sempre, antes de fazer qualquer coisa, pensar, pensar no público, pensar na plataforma, pensar nos porquês e pensar quando você deve usar determinada coisa, quando você não deve.

?Voz C

É, e aí vale também não só para profissional, para o cliente, porque assim, a Jenny lá faz uma arte azul, amarela e preta, e o cliente tem que perguntar, não, por que que tá assim? Por que que essa cor tá desse jeito?

?Voz A

E nesse exemplo vale muito também assim, às vezes o cliente não perguntou o porquê, mas eu acho que você como profissional, ai, não gostei, tipo, diminui, enfim, né? Eu acho que você como profissional também vale justificar o porquê você fez dessa forma. E às vezes eu acho que muitas vezes acaba, você acaba, o cliente não gostou, vida que segue, sabe? Para não ter esse transtorno com o cliente, para não bater de frente.

?Voz B

Isso acontece muito, né? Porque às vezes a gente coloca o negócio, mas por que que a gente fez desse jeito? Então, porque o cliente só vê que lá, o cliente viu a coisa pronta, o cliente vê a parada pronta, ele pode aprovar ou não. Fala assim, ah não, não gostei porque tá em vermelho, daí vocês falaram com isso, isso e aquilo. Não deu uma justificativa plausível para ele falar assim, cara, ah, agora entendi.

?Voz A

Porque aí também entra o negócio do seguinte, é importante você como profissional saber o porquê que você fez isso. Claro, porque daí também, se você é questionado, você tem um motivo do porquê. Agora, se você fez por fazer, na hora que o seu cliente perguntar o porquê, você—

?Voz C

então, o meu décimo item é fazer por fazer. Tenho que entregar 12 posts, 12 posts estão entregues. Tenho que fazer 12 flyers, 12 flyers estão entregues. Você não sabe do objetivo, Você não sabe por quê, você não sabe para quem, você não sabe quando, só entrega, só faz. Isso vai ser substituído pela IA facilmente, rapidamente.

?Voz B

E uma coisa só, que esses dias, na sexta-feira, a gente recebeu um textão, um textão do cliente, ele falou sobre isso assim, não é só sobre entregar conteúdo, né, mas justificar algumas coisas que estão lá.

?Voz C

Eu não entendi sexta-feira o quê.

?Voz B

A gente recebeu um textão de um cliente falando sobre, geralmente assim, não queremos, ele não entendeu alguns posts, né, o porquê foi colocado lá. E daí, e foi isso mesmo, a gente não justificou o motivo lá. Por mais que a gente seguiu a arte, ficou legal, tudo certinho, né, a gente não seguiu, a gente não mostrou para ele o motivo deles.

?Voz A

A gente não conseguiu ser claro no entendimento dele.

?Voz B

E aí a gente traz aquilo lá como reflexão, entendeu? Fala assim, cara, a gente entendeu por que daquelas coisas, mas faltou mostrar para ele, para ele entender, para ele fazer as coisas, sabe? Isso falta. Então, obviamente, a gente não fez nada por fazer. A gente seguiu uma lógica, o porquê daquilo lá. A gente não pegou aquilo lá, aqueles posts assim, tanto é que vamos gravar, é um vídeo até, vamos gravar tal, não sei o quê. Então teve um porquê daquilo ali tudo, né?

Mas a gente não demonstrou num post, no caso num post, o porquê daquilo ali, entendeu? Então a gente tem que demonstrar.

?Voz C

Sexto: atualização é só mais uma palavra no dicionário.

?Voz B

Como assim essa atualização só não é Não é óbvio que não.

?Voz C

Esse é o profissional que não pode ser contratado.

?Voz B

É, não pode mesmo. Você precisa se atualizar sempre, cara. A gente faz um negócio aqui que é muito engraçado, que volta e meia plataforma, volta e meia não, né, todo dia, né, todo dia, todo dia o Instagram. E eu falo assim, não é atualizar, não é só você fazer curso, não é você, é você ficar ligado também, entendeu? É você ficar ligado no que tá acontecendo. Por exemplo, tem coisas que acontece O Dinei chega, a Jennifer chega, eu chego, o pessoal lá de baixo também chega. Assim, pessoal, você viu que mudou tal coisa?

?Voz C

Sabe, pessoal lá de baixo, só para deixar claro que não é cargo, é o andar de baixo, que o estúdio do podcast é em cima.

?Voz B

Obrigado, pode ser. Chão de fábrica é o quê? A gente não é uma fábrica, mas temos um chão de fábrica aqui. A gente é uma fábrica de ideias. Mas, por exemplo, você tá conversando também com novos profissionais? Você tá sabendo? Você viu que mudou tal coisa? Ah, você viu que agora o vídeo só aceita desse jeito? Você trazia novas ideias, você conversar. A Dinei falou, cara, não vamos colocar logo nesse vídeo. Esses dias ela falou isso, né?

Vamos dar um jeito de colocar só isso aqui. Então, ah, Thiago, vamos tentar postar desse jeito. Edneia, a gente tava sábado agora, tava sábado agora, Edneia trabalhando num evento, num congresso, né, Edneia? E daí ele falou assim, como é que você vai postar isso aqui? Vai postar no Instagram, vai entrar não sei o quê? Eu falei, não, cara, a gente tem que postar desse jeito, falando isso aqui. Ou seja, as mudanças que vão acontecendo durante o tempo e durante as plataformas, tudo, né?

Você conversar com outros profissionais é uma forma de se atualizar. Você ler outras coisas de outros olhares é se atualizar. Ouvir podcast. Esses dias eu falei assim, ah, você viu podcast? Pô, isso aqui tá faz tempo, eu não tinha ouvido do Branco lá, né? Então você se atualizar, obviamente ler, trazer curso, não ficar só na rede social vendo o que que tá na rede social, porque na rede social tem muito forma de você se atualizar também.

?Voz A

Tem muito, aí vai muito do que você quer seguir, né? Ah, eu prefiro ficar aqui no meu Instagram vendo um monte de perfil de fofoca, ou eu posso treinar o meu algoritmo para me entregar coisas que realmente tipo vão fazer diferença no meu dia a dia.

?Voz C

É, agora o importante, eu tenho, quando eu sigo 400 milhões desses gurus do marketing, coisa, aí eu ouço e vejo isso aqui Isso já testei, não dá certo, ok. Isso não testei, vou testar. Porque você tem normalmente dois caminhos: um, você adota aquilo como verdade e pode se ferrar ou não, você precisa entender. E o segundo caminho, você só olha e fala: nossa, que legal! E não faz nada, nem lembra depois, passou, foi para a próxima historinha do dorama da família mais rica da China, da vila do tio, da não sei do quê.

E aí ficou. Então é importante que as pessoas tentem o tempo todo se atualizar, porque arrumar desculpa todo mundo arruma, né? É mais fácil, muito mais fácil ficar bravo quando a ideia não é aceita. Isso tem mais com vocês aí, Jennifer.

?Voz A

Eu fico bravo, eu falo, o Thiago também, verdade, fica magoado.

?Voz B

Eu já fiquei mais bravo, ignora ainda os feedbacks e insiste na ideia. Tem vezes que sim, mas isso que eu falo é de acreditar no que você faz também, né?

?Voz A

Mas eu falo assim, eu falo que eu acho que eu, da Jane Designer de antes, da Jane Designer de agora, tem uma grande diferença nisso, porque eu sofria com feedbacks tipo, ai, não gostei, ai, não gostei da tua arte. Eu levava para o pessoal, sabe? Eu ficava tipo, pô, mas como assim?

?Voz B

Levava para o coração, para o próximo.

?Voz A

Que você— mas é falta de maturidade também. Tipo, ninguém é obrigado a gostar do meu trabalho, assim como eu também não sou obrigada a gostar do trabalho de todo mundo, ponto.

?Voz B

É o jeito que você leva, você tem que saber, né?

?Voz A

Exatamente. Mas é, e eu falo, é uma coisa um pouco de egocentrismo, né? Tipo, de você tipo, ai não, cara, é meu trabalho, eu me formei nisso, eu estudei para isso, e aí ninguém pode me criticar. Por favor, gente, não seja esse tipo de pessoas. E aí eu acho que com o tempo eu fui amadurecendo isso assim de Hoje em dia, obviamente, assim, tem críticas e críticas, tem tipo, tem feedbacks e feedbacks, né? Tem umas que você fala, mas meu Deus, tipo, para que fazer isso com a minha arte?

Vai ficar uma bosta. Mas enfim, e aí tem outros que vem que você fala, cara, realmente a pessoa tem razão, vai fazer muito mais sentido.

?Voz B

Mas eu acho também que você falou de feedbacks e feedbacks, né? Porque que acontece, eu gosto quando feedback não fala assim, não gostei da minha arte, exemplo, não gostei do meu texto, e não fala o porquê das coisas. Isso me deixa mais do que qualquer outra coisa, sabe? Porque quando a pessoa justifica, fala assim, cara, não gostei dessa arte, por isso ela tem o pessoal dela ali, sabe? Mas ela também tem que entender e tipo assim, será que o meu público é esse mesmo?

Será que eu tô falando com meu público? Será que a arte é para isso? Então todo feedback, eu também, eu acho que o amadurecimento, a idade chega, a barba branca, o cabelo branco chega, e aí chegaram com força, chegaram com força. Isso que é pior, né? Chegaram com força. Porque a gente vai mudando também, sabe? Às vezes a gente tem que saber até quando que vale a pena discutir aquilo ali, sabe? Ou ser melhor você ficar quieto. Então tem um cara, um filósofo aí chamado, não vou falar o nome dele, mas tipo assim, cliente tá certo quando ele tá certo, né?

?Voz C

Quem tem razão quando ele tem razão.

?Voz B

Quem tem razão quando tem razão. Quem fala isso é o Ednei Giordani, desde sempre fala isso. Então a gente segue isso como mérito, porque é no começo, é sofrido, é, mas não, porra, acredita na merda. E assim, você tem que acreditar no teu trabalho, porque quem sabe de marketing é você, né, profissional da marketing. Mas você também tem que saber até quando o passo é o que a gente sabe do negócio dele, é ele também. Então eu acho que é uma junção.

Por isso que ouvir, ouvir, discutir, trazer coisa, tem certas coisas que a gente fala, a gente não vai dar, voltar para trás, mas tem certas coisas que você abre mão porque faz sentido também, né, a gente tem outro olhar.

?Voz C

8, esse aqui me deixa bastante irritado. Porque qual é o sonho de todo profissional? Tem muito o quê?

?Voz A

Cliente.

?Voz C

Tem muito cliente. Aí o cara reclama quando tem muito trabalho. Quando você tem muito trabalho, são 3 coisas acontecendo. Uma, parabéns, você é bom no que faz, tá tendo sucesso. 2, você precisa equalizar melhor o seu tempo ou destinar, falar assim, olha, eu não quero trabalhar tanto assim, então vou atender menos clientes e ganhando mais.

?Voz B

É dor de crescimento também, né?

?Voz C

Indicador de crescimento, ou você vai trabalhar com mais pessoas. Trabalhar quando tem muito trabalho é um ótimo sinal, não um mau sinal. Você só não pode se perder, concorda?

?Voz B

Muito, muito. Eu acho que é o seguinte: cliente é sinal que tua empresa tá evoluindo, tá crescendo, que teu trabalho tá sendo desenvolvido e que as pessoas confiam em você. Porque marketing não é simplesmente um postzinho, não é simplesmente uma coisinha. Esses dias meu filho João Guilherme, no caso ontem, tava vendo um vídeo para fazer, como fazer, ele tava vendo um vídeo de como ganhar dinheiro, daí ele viu, apareceu para ele um negócio de social media.

Daí eu falei assim, ah, como assim, João, social media, né? Daí você chega lá, procura, meu filho de 14 anos, meu filho de 14 anos é influência, cara. Eu falei, cara, você tá louco, não faça isso, né? Deixa eu assim, ele foi, ah, o cara falava assim, gurizinho do marketing falava assim, ah, você vai lá, procura uma empresa no Google que esteja fadado ao fracasso assim, que tá pouco movimentado. Daí você vai lá, oferece um post criado pelo Gemini por R$50 para dar uma alavancada.

Daí eu falei assim, João, eu tava explicando para ele que as coisas não são bem assim, não são simples assim, porque o mundo que eles vendem é esse, o mundo que a galera vende no marketing, não é que a gente dá aula e a gente sabe que tipo morar nos Estados Unidos, é isso aí, é tipo morar nos Estados Unidos. Fala assim, não, você vai lá, vai trabalhar e vai ganhar um monte de dinheiro. E esse é outro exemplo. Meu sogro mora lá e eu sei que a vida dele lá é ferrada, porque não é tão fácil assim, entendeu?

E a mesma coisa no marketing. Hoje o marketing tá meio, né, todo mundo sabe de marketing, mas a gente sabe que o dia a dia, e o cara falava assim, ah, para ganhar R$500 você faz 10 posts, cobra R$50, tá com R$500 na conta. Só que a continuidade, você manter o cliente, você saber o que cliente quer, porque a parte disso de você ter cliente É você tá em constante comunicação com ele, você está presente sempre. Então não é só fazer um postzinho, fazer post aí já faz, qualquer post aí já faz.

Ele nem sempre fala assim, e ficou nessa, e ficou nessa. Agora você trazer a verdade, o que que o cliente fala assim, cara, isso aqui é legal, o cliente fala isso aqui, isso aqui, isso aqui, trazer outras coisas, né? Não é simplesmente só fazer um post. Então eu falei para ele assim, cara, Você vai fazer o primeiro cliente, você ganha R$500, mas acabou o negócio por aí, porque daí você vai queimando pontes, você vai queimando pontes.

E é isso, queimar pontes é o problema também. Você tem que saber até onde você pode ir, até onde você não pode.

?Voz C

Quer acrescentar?

?Voz A

Não, eu concordo muito.

?Voz C

A questão do marketing novo em relação a isso é que hoje, e quando eu digo hoje é tipo esse ano, No ano passado era diferente. O marketing virou estratégia e não mais execução. Se você ficar focado na execução, tchau, um abraço. E qual é a estratégia que você vai usar para chegar no determinado processo? Como que você vai construir a linha do tempo do cliente para que ele atinja o seu objetivo? Que a gente que é profissional de marketing, a gente fica chateado de perder cliente.

?Voz B

Todo mundo, né?

?Voz C

Todo mundo fica chateado de perder cliente. Só que nós esquecemos que a gente tem que olhar para nós também. Nós também demitimos clientes, não só como agência, mas como pessoa física. Quando você tá trabalhando, hoje eu tô trabalhando aqui ganhando R$1.000, aí vem alguém me oferece R$1.100. Você sabe, tá na cara que vai ser furada, mas você tem a esperança de que não seja. É verdade, né? Então o teu cliente, você tem lá um cliente que tá te pagando R$2.000, aí vem um cara, fala assim: olha, eu trabalho lá para indústria X e para eles eu pago R$2.000, mas é outra coisa estratégica.

Você tem aquele comichão de falar assim: ah, vou mudar, vai que aumente minhas vendas. Porque venda nunca é suficiente, você sempre quer incrementar, sempre quer aumentar, é normal isso. E tem também o outro lado, que é o do quentão. Você tá lá pagando R$1.000 para agência e vem o cara e fala assim: não, então por R$500 eu faço tudo. Você fala: pô, R$500 no ano dá R$6.000, não dá R$12.000. Eu tô pagando R$12.000, vou pagar metade para fazer a mesma coisa?

Porque na leitura é a mesma coisa. E aí quando chega no final você vê que, ah, não era bem assim, prazo é diferente. É igual a todos os outros concorrentes, porque é tudo inteligência artificial, não tem o trato, não tem o cuidado, demoram para te responder.

?Voz B

É, eu diria, Dinei, que o marketing de hoje, ele é além de estratégia, ele é presença, entendeu? Por que que eu falo que é presença também? Porque tipo assim, você acabou de falar, demora para te responder, entendeu? Não vai lá fazer alguma coisa que o cliente quer, não vai gravar um vídeo pessoal, que precisa aparecer pessoas A gente vê hoje, cara, hoje você for ver os panfletagens que existem na rede social, a maioria dos posts são tudo meio parecidos porque não tem primeiro uma estratégia, não tem a presença do dono.

Coloca lá a foto de uma pizza, tá louco de bom, entendeu? Não tem uma história, não tem o porquê. E a gente sabe que rede social vai muito além disso, né? Porque as pessoas querem se conectar, querem conhecer. Bora, quem que é o cara lá da Kakoi? Ah, quem que aparece lá no vídeo da Kakoi? Ou dos clientes, cara, dá para ver Quando os clientes da gente gravam alguma coisa e aparece, é um aumento de visibilidade muito grande. Então, tipo assim, não é só foto, post e tal, é uma presença, sabe?

Você falar com ele, conversar com ele, sentir as dores dele, porque ele passa o marketing todo ali. Então você tá presente, gravar com ele, entender também, faz muita diferença.

?Voz C

E por fim, não olha no agora Olha no agora e não no amanhã. Quer dizer o seguinte: você tá fazendo tudo em cima do laço, sem pensar na estratégia. E mais, você não trabalha em comunidade, você só quer entregar rapidamente para fazer. Então vou entregar, é agora, tá entregue, não precisa fazer mais nada. Daí o amanhã você não pensa, fala: pô, mas se eu queimar essa ponte aqui amanhã Não vai dar certo. Se eu criticar esse profissional aqui porque eu tô falando com o fígado, não, né, numa hora de raiva, alguma coisa assim, o mercado é, nossa, muito, o mercado é um ovo.

A gente é desse tamanhozinho. Se a gente enjoa de encontrar pessoas que trabalharam aqui e saíram de boa, a gente está de boa, né? Pessoa, clientes que saíram daqui E normal, o mercado é muito pequeno. Então se a gente pensar, sou profissional, lembrando, isso aqui são 10 características de um profissional que você não deve contratar e não deve ser. Pensar só no agora, você ferrou.

?Voz A

Mas eu falo que isso é uma coisa, a gente, eu tiro muito sarro do Thiago, que eu falo que, cara, é uma diferença minha e do Thiago, é que eu sou uma pessoa muito impulsiva. Quando eu fico puta, eu fico muito puta muito rápido. E aí eu falo que eu não tenho a maturidade que talvez ele tenha de tipo, tanto que às vezes ele me mostra mensagem de, né, sei lá, o cliente falou alguma coisa, eu falo, porra, Thiago, não sei o quê, manda não sei o quê e tal.

E o Thiago, nossa, ainda bem que não é você que responde, né? Sou eu. Então eu vou mandar, ai, querido cliente, você tem razão. Então, não, e é muito isso mesmo, porque eu falo que assim como eu, você tem esse perfil, claro, é uma coisa que também eu posso treinar, posso aprender para o futuro. Mas pô, tipo, você não tem, né? Dá uma segurada, respira, dá uma volta lá fora. Depois você ou vai, escreve a sua mensagem, vai, né? Todo mundo fala de colocar no ChatGPT, torna mais amigável. Exatamente, deixa essa mensagem de uma maneira mais educada.

?Voz B

Mas é isso mesmo, eu acho tipo assim que você, o mundo é tão pequeno, tão pequeno, que você tem a possibilidade de você abrir muitas portas e de você fechar muitas portas. Tudo depende do teu relacionamento com as pessoas, tudo depende Obviamente a gente não tá aqui para falar assim, amém para todo mundo. Não, não dá para todo mundo, não é sobre isso, não é sobre isso. Você tem que ter o ponto de vista. Mas, cara, você ser respeitoso, você falar de boa, você conversar com a pessoa.

Eu falo até para as meninas aqui, as minhas meninas lá, pessoal, assim, cara, às vezes um telefonema muda tudo a tua vida. Às vezes você manda uma mensagem para pessoa, uns 5 pontos de interrogação, a pessoa acha que você tá sendo grosseiro com ela. E depois você fala assim, você liga para ela assim: nossa, você foi grosseiro comigo ali, né, no 5 pontos de negociação. Por que falar desse jeito? Eu falei: nossa, nem foi assim, foi uma coisa tão de boa, tal, não sei o quê.

E você explica para pessoa o que que é. Porque a Jennifer fala uma coisa assim, eu sempre coloco o haha no final das minhas, modo de falar, né, dizendo assim, porque às vezes no teu, na tua conversa no WhatsApp, você não tá vendo a cara da pessoa, você não tá vendo se ela tá brava, você não tá vendo nada, você não tá vendo nada dela no WhatsApp. O dia que ela tá tendo, o dia que ela tá tendo, ninguém sabe o dia que tá tendo. A gente sempre fala, eu sempre falo para ninguém, cara, ninguém sabe da vida do Não adianta.

?Voz A

Eu sempre trago, né, que depois comecei com isso porque uma vez eu lembro que eu briguei com uma amiga. Ai, porque eu ia fazer um favor para ela e aí ela meio que— eu fiquei puta na verdade depois porque eu estava no mau dia, então a culpa foi minha. Que eu falei, ah, tal horário, não sei o quê, você consegue vir? E daí a gente naquele diálogo e aí sabe, daí a pessoa me respondeu com ok e eu fiquei puta com aquele ok porque tipo, pô, dar informações.

Eu tava fazendo um favor para você, daí você tipo é babaca. Só que eu recebi a mensagem como babaca. E é muito isso, tipo, mensagem não sem sentimento, a pessoa vai ler da maneira com que ela tá no dia. Então esse é um cuidado que tem que ter também.

?Voz B

Cuidado com o que você fala em grupos também, cara. Não adianta você criar um efeito manada para outras pessoas. Tem que saber o teu sentimento, o que que você tá passando de verdade, ver o que que é. Porque de fechar a porta é muito fácil você fechar porta. Igual eu falei assim, estava no evento lá, eu e Dinei no congresso, trabalhando sexta e sábado. Isso nem é, e foi uma coisa muito legal, por sinal, né, de verdade, tipo assim, muito legal mesmo.

A gente conheceu um monte de pessoa. E o legal de tudo isso é para você também saber que as pessoas elogiaram muito a Kakoi, muito a Kakoi, falaram do nosso trabalho, falaram não sei o quê lá das coisas, compartilharam os vídeos que a gente fez, gostavam dos vídeos. O dono lá, o presidente, gostava. Então ali foi o momento da gente abrir porta. E não é, a gente nenhum momento a gente ficava falando amém para as pessoas, não. A gente tava ali para conversar com as pessoas, cara.

E eu gosto de conversar com as pessoas, eu gosto muito, por sinal, e também interagir com elas. Porque, igual você falou, ninguém sabe. Então cuidado com as conversas que você tem nesses grupos aí de reclamação, de não, tudo é uma bosta, o dia é uma merda, tal, não sei o quê. Porque, meu, hoje se acontecer determinada coisa, você não sabe quem vai bater na tua porta, quem Quem vai ser o teu coleguinha do lado, qual empresa que ele vai ter.

?Voz A

Uma dessas, eu tenho um case disso para contar que aconteceu aqui na Cacoi. Não sei se você vai lembrar, mas na época eu fazia faculdade e aí a gente abriu uma vaga de estágio aqui na Cacoi. Não, mentira, acho que eu tinha acabado de terminar a faculdade. Aí a gente abriu uma vaga na Cacoi e tinha uma menina específica na minha turma. E eu sou uma pessoa que eu me dou bem com as pessoas, apesar do meu jeito de ser, eu me dou muito bem com as pessoas.

E aí tinha essa menina específica que na minha faculdade rolava uma parada assim, tipo de, ah, era quase meio competitivo assim. Que aí você todo semestre você tinha uns projetos que você tinha que desenvolver e você submetia esses projetos para uma banca. E aí os melhores projetos ganhavam uma premiação da faculdade e daí depois tinha o melhor do ano assim, como se fosse. E aí no primeiro semestre essa menina específica ela passou tirando sarro, cantando vitória, de uma amiga minha que a gente tava fazendo nosso projeto.

Só que assim, a gente nem falava com ela, a gente nem tipo, e ela passou tipo fervendo, sabe? A gente, ah, beleza. Daí meio que virou objetivo ganhar todos os projetos dela, tipo, de raiva.

?Voz B

Daí não era nem da faculdade, era só ganhar dela, não queria nem se formar.

?Voz A

O negócio era ganhar dela, tipo. E aí, né, depois de um tempo tal, terminamos a faculdade, ela caiu numa entrevista de emprego E aí eu participei na época da entrevista, e daí a minha gestora na época perguntou, o que que você acha, não sei o quê, eu vi que vocês estudaram junto. Eu não contrataria por conta disso e disso e disso, mas a decisão é sua. Então assim, desnecessário, exatamente desnecessário.

?Voz B

E o mundo dá muita vez.

?Voz C

Isso aconteceu muito. Teve um caso do Bob. Bob trabalhava, trabalhava aqui conosco, era o atendimento à época. E aí a gente foi atender um político, e o político tinha um monte de assessora, não sei o quê. Lembra dessa história? Enfim, aí naquela paixão do Bob começando a vida, ele se encrencara.

?Voz B

Essa virilidade da juventude, essa jornalista e o Bob.

?Voz C

E aí a mulher me liga aqui e fala, não não sei o quê, ou ele para de nos atender ou o contrato tá cancelado. E aí é daquelas decisões que você toma: quanto custa aquele contrato na verdade se você perder o resto da equipe? Não é isso? Falei: então o contrato está cancelado. E aí ela falou um monte, falou um monte de mal, e beleza, vida que segue. Passa 8 ou 10 anos, algo assim, Está o Bob chefiando a parte de comunicação de uma outra campanha totalmente diferente.

E eis que quem vem para a jornalista, para ser assessora, a jornalista, para ver se vão contratar ou não, a jornalista, entendeu? Então assim, ele contratou.

?Voz B

Que bom, Bob tem um coração bom.

?Voz C

É o que a gente fala da evolução, mas é para a gente ver como esse mundo ele é pequeno. Ele é muito pequeno. Eu trabalhava com pesquisa mercadológica, e aí uma das coisas mais fascinantes que você faz em pesquisa mercadológica é cliente fantasma. Que é o quê? Você se traveste de cliente gravando tudo, câmera escondida, microfone escondido e biriri, para avaliar alguma coisa.

?Voz B

Na época toda não tinha os Meta, aqueles Meta lá.

?Voz C

Não, era um balão, calor, estava cheio de jaqueta, tentando esconder a câmera, câmera na tua cabeça, igual como eu disse atrás, né? Exatamente, chefe escondido. Enfim, e eu lembro muito claramente de uma concessionária que a gente foi fazer aqui em Curitiba. E aí a ideia era avaliar o treinamento de vendedores. Então a gente ia fazer 5 avaliações com o mesmo vendedor em sequência. Daí a gente combinava, e a gente não, o pessoal com gerência da loja fala assim, ó, O Thiago, ele tem que estar aqui do meio-dia a meio-dia e 40.

O resto você manda fazer outra coisa que é para só para o Thiago atender. E aí você vai, aí chega. Primeiro era abrir às 9 horas, eu acho, e a primeira a gente chegou 9:01, primeiro para ver o novo Ford Ka. Lembro até hoje, cara, show da apresentação, mas show! Detalhes, test drive, consumo, não sei o quê. Aí a metodologia era: sai um, entra exatamente no mesmo momento e pede para ver o novo Ford Ka. E aí de novo o cara vai lá, detalhes, test drive, sai exatamente no mesmo minuto, entra o terceiro para ver.

?Voz B

Aí já não ofereceu test drive, continua a mesma coisa, o cara começou a desanimar.

?Voz C

Aí já não mostrou, baixou a serotonina dele, né? O quarto e o quinto, ele falou: não, o carro tá ali, fica à vontade, qualquer coisa você me chama se tiver alguma dúvida. 5 pessoas, 5 clientes em potencial totalmente diferente entre eles, que poderia ser 5 vendas, certo? Mas o cara tava contaminado do primeiro, que ele cansou no primeiro, e até o quinto esqueceu que são coisas diferentes, que para ele, para ele era a mesma coisa. Isso é a nossa vida, a gente faz isso.

?Voz B

Sim, a gente começa tipo assim, um dia bem, depois que acaba tipo um dia sacudo, digamos assim.

?Voz C

Exato, são coisas totalmente diferentes que a gente acaba abarcando no mesmo bolo, no mesmo potinho, e é totalmente diferente, são coisas totalmente diferentes. Isso é um aprendizado muito forte para todos nós, porque nós colocamos a nossa vida, a gente briga com a mulher em casa, chega aqui já de mau humor, já atende o cliente atravessado.

?Voz B

Já acha que às vezes o cliente fala de um jeito que você, o cliente nem falou daquele jeito, e você já entendeu. E o contrário também vale igualzinho, é igualzinho. E às vezes não percebe isso, e a gente tem que treinar muito isso, porque às vezes um outro cliente falou uma coisa e você tá tão puto com aquele negócio que você acaba respondendo o outro que não tem nada a ver com a parada, do jeito, pô, é um filho da mãe, não sei o quê.

Obviamente não é desse jeito, mas é mais ou menos assim. Então o estado espírito da gente tem que ser sempre mais leve, mais elevado, mais elevado, mais elevado. Então, tipo assim, e no calor do momento, vou falar uma coisa para vocês: não respondam. Dá um ok, dá um joinha, mas não responda, porque às vezes você vai falar mais merda que você deveria.

?Voz A

Eu falo, às vezes é melhor você dar um ghost, não que a pessoa fique puta porque você não respondeu, do que você responder.

?Voz B

Eu também acho que eu sou, eu tô nessa também, sabia? Às vezes, às vezes você vai falar do jeito que você recebe a mensagem de uma crítica, numa cobrança, qualquer outra coisa, você vai tentar, não vou responder, e começa lá digitando. Felipe, pô, tá na minha bosta, digitando. Então respira um pouco, respira um pouco, depois você responde.

?Voz C

Ah, eu sou o ghost, eu sou contra.

?Voz B

Eu acho que assim, ok, eu acho, um ok vale mais.

?Voz C

Eu também sou contra. Eu gosto de falar assim, vou analisar e te retorno. Não, perfeito, porque aí você diz assim, ó, não li ainda, vou ver, pode ser que você tem razão, pode ser que você não tenha.

?Voz B

Pode ser, eu acho que eu gostei, tá?

?Voz C

Porque o ok você concordou com ela.

?Voz B

Eu não acho que um ok— você falou sobre isso, a gente discutiu isso no sábado, né? Na sexta-feira, um ok, você deu um ok, você concordou. Tipo assim, um ok para mim é— eu acho diferente, mas isso depois é para uma outra conversa com o cara. Mas eu não acho que um ok seja um ok sim, é ok.

?Voz A

Então você concorda?

?Voz B

Eu sei, também vou pensar nisso.

?Voz C

Ok, fechou. No treinamento do McDonald's você Ok, obrigado. Ok, obrigado. Toda ordem, comando direto que você recebe, você tem que falar ok, obrigado para o teu interlocutor entender que você entendeu, porque aí você pode ser cobrado. Então, para mim, se eu mando uma mensagem, fulano, para você, eu escrevo ok, quer dizer que você tá certo, que eu concordei, você tá certo. E aí eu não tô me comprometendo a nada.

?Voz B

É, não, eu entendi. Então, onde é que o bagulho, deixa eu ver aqui, daí eu te respondo. Tipo assim, vou verificar aqui, vou te responder. É a mesma coisa, né? Então a gente é, porque para ver, para ver da onde que surgiu tudo aquilo lá, digamos assim. Então você verificar, eu acho melhor que um ok.

?Voz C

Você precisa ter uma análise completa. Tem coisa aí?

?Voz A

Tenho. Eu ia comentar só que essa semana, não sei se vocês viram, que agora o ChatGPT está fazendo um lançamento que vai impactar a área da saúde. Então você vai poder, tem uma aba que você vai poder conectar, por exemplo, o seu histórico da Apple, já que para quem já usa, já tem, e os seus exames, enfim, que vai ficar uma área separada. E aí ele vai ter acesso a tudo, você alimenta ele, aí ele vai te dizer o que você tem. Não substitui uma consulta com o médico, né?

?Voz B

Será que as pessoas vão acreditar nisso?

?Voz A

Mas agora vai estar tudo conectado.

?Voz C

Basicamente todo mundo vai morrer muito rapidamente, né? Porque você coloca no Google: estou com uma pinta vermelha na ponta da unha, o que é? Casos relacionados a câncer, terminais.

?Voz A

Agora ele vai saber o seu histórico de saúde mais os exames que você fez, porque você vai alimentar ele, vai falar, ó, de acordo com o seu histórico pode ser câncer.

?Voz C

Agora o ChatGPT quer te agradar o tempo todo, daí você fala assim, não, não é que você seja sedentário, não precisa, só, né, vai devagar só, não come tanto assim.

?Voz A

A gente inclusive falava disso essa semana, né, que saiu uma reportagem do Fantástico falando da bajulação das IAs. E aí tinha um exemplo que foi muito bom da mulher, tipo, olha, meu marido não levou o lixo para fora, eu devo me divorciar? E aí ele, não, sim, realmente, não levar o lixo é uma coisa muito grave, você deve se divorciar. Então tomem cuidado, né, pelo amor de Deus.

?Voz C

Você, não sei se vocês viram uma trend de uns 2 meses, eu acho que o cara fala assim, é, ChatGPT, Gemini, quero levar o meu carro para lavar. Só que eu moro a 50 metros, você contou essa história, a 50 metros do Lavacar. Devo ir de carro? E ela fala: não, 50 metros não, vai fazendo exercício.

?Voz B

Muito bom.

?Voz C

Então imagina você deixar essa IA olhar teus dados de saúde e dizer para você o que que você tem completamente.

?Voz A

Mas assim, eu falo, é assustadora a maneira com que as pessoas estão usando as IAs, é consulta de psicólogo, não sei o quê. E essa coisa de sempre ter razão, falei, o ser humano ele já é geralmente, já tem o ego inflado, ele já acha que ele sempre tem razão. E aí agora que você tem alguém que te apoia, que diga que você tem razão, eu não sei, eu tenho muito medo do futuro.

?Voz B

Eu vou falar uma coisa para você, Jennifer, eu e Ednei estamos prestes a ter razão, transformar como cardiologistas, já vou avisando vocês, num teste, né, Ednei? A gente vai fazer um teste lá no negócio. E a gente, cada um acertou 3 perguntas sobre cardiologia, sabe?

?Voz C

Então a gente deu total de 100, deu um total de 100.

?Voz A

Mas vem aí o diploma.

?Voz B

Só para finalizar, tem duas coisas, cara. Tem uma coisa que a gente falou semana passada sobre o quê? Farmaraura. Existe uma farmácia chamada Farmaura. Olha que sensacional, muito bom! Farmaura.

?Voz C

Então ela já existiu, passou a existir?

?Voz A

Então, pelo jeito, acho que passou a existir, mas não sabe se ele embarcou na trend ou se isso, cara, tem um podcast que eu escuto, acho que Não sei se eu comentei com você, mas é o Bom Dia Óbvios, que é focado em garotas. Aí é Bom Dia Óbvios, é da Marcela Ceribelli, da filha da Renata. Enfim, aí ela, ela tipo, ah, ela faz indicação de livros, tem uns debates de livros, não sei o quê, é bem legal o podcast. Aí ela tava com uma entrevistada falando de um lançamento de um livro dela, não sei o quê, e aí ela acabou contando para amiga dela que ela tava grávida, enfim, de gêmeos.

Daí a amiga dela falou, nossa, agora você tá farmando muito aura. Daí ela parou dela, cara, isso é uma expressão mesmo? Isso existe? Meu Deus, dela, quanto você tá que você não viu farmar aura? Eu falei, cara, eu me senti muito assim, porque eu falei, cara, não chegou farmar aura para mim.

?Voz B

Tem mais uma coisa, a gente falou no começo desse episódio aqui no nosso Conversa com K sobre o divórcio das empresas estarem presentes não apenas para vender, né? Mas a Pets deixou, que é hamburgueria Pets, Ela fez o que aconteceu.

?Voz A

Tinha um piazinho de 11 anos, eu ia pensar isso, a Pets para mim é a loja onde eu compro a ração dos meus gatos.

?Voz C

Nunca ouvi falar dessa aqui, ó, nunca ouvi falar dessa hamburgueria, é hamburgueria, mas nunca ouvi falar.

?Voz B

Não sei como é que é essa aqui, Dini. E do que que aconteceu? É uma hamburgueria lá e tem um piazinho de 11 anos que ele, para ajudar a mãe dele, ele criou uma hamburgueria, hamburgueria do Gugu, Lanches do Gugu. Ele tem 11 anos. E aí, o que divulgou o lanche e tal, não sei o quê. E aí, o que que a Pets ou Pérez, como é que, não sei como é que fala, é, ela resolveu ajudar, que é uma criada por Gustavo de apenas 11 anos. O Gu nasceu em Guarulhos e tal, para ajudar a renda da família na venda de hambúrgueres, né.

E ela resolveu fazer o seguinte: a rede transformou sua unidade do Brooklyn lá em São Paulo, né, Brooklyn, no Lanche do Gu por um dia, com a fachada, uniforme, identidade visual e o combo exclusivo desenvolvido para a iniciativa. Além disso, 100% do faturamento da hamburgueria foi destinado ao Gustavo e a sua família. Ou seja, as marcas estão se envolvendo também com esse tipo de ação social. Então não é só sobre— às vezes ficou tão mais barato para ela do que investir em anúncio, em outra coisa, sabe?

Mas é pensar em fora da casinha. E por último, quero falar para vocês o seguinte: você que tem amigo, você que tem negócio à parte, e a gente já falou sobre isso, a gente nem sempre fala sobre isso, sobre apoiar as pessoas, Sabe? E aí isso é um ranking assim de como você apoiar de verdade alguém ou algum negócio no Instagram. Primeiro de tudo, visualização, certo? Retenção. Então quando você vê o vídeo da pessoa, olha até o fim.

Segunda coisa, compartilhamento. Compartilhe com outras pessoas aquele conteúdo, alguma coisa de graça. É de graça, você não tá pagando nada, tá vendo lá? Ó, meu amigo, compartilha. Terceiro, salve. Terceira coisa para salvar. Outra coisa, comente. Né? Comente alguma coisa sobre aquele post. E por último, curta. Então a curtida já não é mais tão relevante, ela menos ajuda. A primeira coisa é retenção, então você olhar até o final, compartilhar, porque você tá divulgando para outras pessoas, é uma coisa legal.

Salvar, por mais que você deixe salvo naquela tua galeria lá, é outra métrica que o Instagram vê. Comentar também é um menos ajuda. E curtir, certo? Então preste atenção no seu coleguinha, no seu amigo que tem algum negócio, tá bom? É sobre isso.

?Voz C

Uma empresa de outdoor e o proprietário de um restaurante viraram alvo de uma operação do Ministério Público de Santa Catarina após a instalação de uma propaganda na entrada de Araranguá com a imagem da ex-atriz pornô Mia Khalifa. Conhece, Thiago?

?Voz B

Você já ouviu falar?

?Voz C

Já ouviu falar? Eu sei que é mais inteirado nesse mundo do que eu. O caso é investigado por uma possível violação aos direitos das crianças e adolescentes em razão do teor Caliente, califa caliente, isso do conteúdo. A placa estampava a frase, abre aspas, o único hot dog do mundo que deixa minha califa de boca aberta, fecha aspas. Segundo a denúncia, a propaganda foi instalada em uma área próxima a uma escola onde a circulação frequente de famílias com crianças.

Moradores se uniram em um baixo assinado pela retirada do outdoor, que reuniu mais de 300 assinaturas. A coluna da Mirelle Pinheiro, de quem a gente vai ler essa matéria: o Ministério Público de Santa Catarina informou que a 1ª Promotoria da Justiça da Comarca de Araranguá recebeu a denúncia, instaurou uma notícia-crime e a empresa responsável pelo outdoor e o restaurante para que prestem informações. Além disso, uma cópia da denúncia foi encaminhada à promotoria com atuação na área de defesa do consumidor para medidas por meio das redes sociais.

Os administradores do perfil da lanchonete comentaram a denúncia, abre aspas: depois de nossa descoberta, conseguimos fazer uma coisa que nem o nosso hot dog conseguiu, deixar a cidade inteira de boca aberta, fecha aspas. Segundo eles, abre aspas: teve gente que amou, teve gente que odiou, teve gente que ficou indignada e teve gente que só ficou com vontade de pedir um dog, fecha aspas. O proprietário da lanchonete, Ricardo Frose, respondeu às críticas em um vídeo publicado em seu perfil no Instagram.

Ele rebateu que as denúncias— rebateu as denúncias e afirmou que a mulher da imagem, que segundo ele não seria a Mia Khalifa, estava fazendo uma expressão de espanto.

?Voz B

E aí, ou seja, uso indevido de imagem, primeiro de tudo, né? Primeiro de tudo, uso indevido de imagem, e de uma imagem, né, que vai deixar com falta. Tipo assim, ele usou, não acho, não achei que foi tipo assim Obviamente depende do local aonde foi tudo. A sacada não foi ruim. E depois ele voltar com um negócio falando sobre a cidade inteira de boca aberta. Ou seja, é um marketing do brasileiro, mas às vezes tem que saber usar, né?

Você pode ofender muita gente. Tem muita gente que tá lá, principalmente de outdoor. Foi outdoor, né?

?Voz C

Sim.

?Voz B

Nossa Senhora, perto de uma escola ainda, daí é complicado.

?Voz C

Deu uma complicada, deu uma complicada. Eu tenho um monte, você também deve ter, mas nosso tempo Acabou, que divagamos demais. Semana que vem voltamos. Grande abraço, sejam todos felizes, fiquem com Deus e até!

?Voz B

Você quer o melhor em comunicação? O nosso time vai lhe dar a melhor opção. Logomarca, sites, anúncios e redes sociais, todo marketing digital e assessoria para fazer a sua empresa crescer. Kakoi Comunicação, Kakoi, Kakoi, Kakoi campeão, Kakoi, Kakoi.

?Voz C

Acesse kakoi.com.br.

?Voz B

Kakoi, Kakoi.