Novidades do Linkedin, IA, Meta, Edits
Para você ficar por dentro de todas as novidades do mundo do marketing, a gente reuniu todas elas em um só episódio do podcast.
Sobre uso indevido da imagem do Halland? Temos!
Mudanças no Instagram? Sim, temos!
Linkedin? Temos!
Gráfica que recusa trabalho de IA? Também!
Tudo isso aqui, vem conosco!
Ediney Giordani
Jennifer Bush
Tiago Andrade
- Regulação e proibição de apostas onlineCorinthians · FatalFans · Apostas esportivas · Reputação de marca · Relacoes EUA-Ira · Virgínia na Copa
- Pegadinha na Indústria GráficaGráfica em Portugal · Arte de IA · Qualidade de impressão · Cores RGB vs CMYK · Fechamento de arquivos
- Uso e funcionalidades do InstagramAdam Mosseri · Reels · Carrossel · Conteúdo estático · Otimização de alcance · Feed do Instagram
- Imitação de CelebridadesHaaland · Direito autoral · Caio Collet · Messi · Disputa interna Coca-Cola
- LinkedIn· NegociosChecklist para bombar · Palavras-chave · Respostas em comentários · Carreira Criador Conteudo · Feeds sugeridos · Suporte a GIFs
- Golpes e arrecadaçãoBarata em hambúrguer · Reembolso por delivery · Inteligência Artificial · Golpe
Seja bem-vindo, estamos começando mais um Conversa com K, o seu podcast em que a gente fala sobre comunicação, fala com você, meu querido amigo empresário, com você que quer quer trabalhar no mundo do marketing. Porque assim, mesmo que você não queira trabalhar no mundo do marketing, é preciso entender os meandros para poder conversar com as pessoas sobre aquilo que é importante. contato@cacoi.com.br é o nosso email. E se você quiser mandar um WhatsApp para gente, daí já é mais comercial, 4130147662. Comigo, os tradicionais Tiago Andrade, Jennifer Bush. Tudo bom, Tiago?
Bem-vindo. Olá, Ednei Jordani. Olá, Jennifer Bush. Saudades de vocês nessa mesa, principalmente num dia de calor. Hoje, dia 21 de agosto, 21 de julho. Julho, julho.
É, no caso é 20 de julho.
É verdade, errei tudo. Faz tempo que ele não senta aqui, eu acho, né? Então, dia 20 de julho, Dia do Amigo, pessoal. Então, como vocês são meus amigos do respeito, meus irmãos camaradas, né?
É verdade, hoje é Dia do Amigo.
É isso aí, dia de abraçar seus amigos, pessoal. Então, bem-vindos de volta!
Olá, Jenny!
Olá, pessoas, tudo bem com vocês? Bem-vindos de volta depois de um longo inverno.
É, e a Jennifer voltou, só que ela não cumpriu com a promessa dela. Já vou avisando vocês qual que era a promessa. Ela era para estar de azul, pessoal, ela era para estar de azul, mas, né, Ela está de preto, mas tudo bem.
Qual que é a sua defesa?
Não tenho defesa. Isso já foi no podcast duas semanas atrás.
Mas você só vai dar o calote, é isso?
Nem tem roupa azul.
Eu falei cedo, eu te arrumo uma. Amigo, estou aqui. Amigo, estou aqui. Isso vocês já viram, vocês já viram. Boa memória sua, cara, parabéns. Mas então, para quem não viu o podcast passado, pode estar ouvindo esse de primeira. Você deu desconto para quem tava ficando calvo, né? Então quem quisesse usar, porque o Woody também estava, é isso aí.
Bom, para começar, a gente sempre fala aqui da importância de você ficar por dentro das leis. A prefeitura do nosso querido Rio de Janeiro decidiu inovar, ele colocou foto do Haaland chamando as pessoas para pagar imposto. E a gente viu diversas marcas colocando personagens da Copa do Mundo. Neymar, eu acho que foi o principal deles que eu mais vi. E mas tivemos Messi, tivemos Mbappé, tivemos vários. Como é que funciona isso na prática das redes sociais, Thiago?
Pode poder, poder, como diz meu querido Ednei Jordani, poder não pode por causa do direito autoral. Já teve várias pessoas que, dependendo do uso, se for uma coisa ainda que ataque a pessoa, é pior. Daí é bem pior. Tanto é que lembra aquela história do Caio Castro, que usaram Caio Castro lá assim, ah, se você não for o Caio Castro, né, do jantar, do jantar. Até o Caio Castro processou uma galera. Tem a ver menino dos R$3 também, que processou uma galera.
R$3.
Então você não pode usar se você não tiver uma parceria de verdade com a marca, com a pessoa que você tá usando a imagem dela. Então não pode, não pode usar, não pode, simplesmente não pode usar. As marcas usam, né, Mas quando o cliente insistir, igual eu falei, o risco é dele. Mas a gente, a gente aqui na agência, a gente não usa, sabe? Só se for uma coisa, digamos, lá para fora, você corre menos risco de ser autuado pela justiça, né?
Mas aqui do Brasil é muito grande. Então, tipo assim, dependendo do como você usa a imagem da pessoa, pode dar ruim. Você pode sofrer um processo gigantesco dependendo da pessoa aí.
Tá, mas no caso então do Haaland pode ser que dê boa, pode ser que ele não veja.
Pode ser que ele não veja. Falou, a gente viu assim, o bom é não usar, mas se for usar, usa o pessoal lá de fora, né?
A prefeitura do Rio de Janeiro, uma prefeitura enorme, né, com um orçamento de marketing gigantesco. É o tal do risco assumido, Dini.
Eu ia comentar, é do Haaland inclusive, eu vi várias marcas fazendo alusão à imagem dele Mas sem necessariamente usar a foto. Por exemplo, acho que eu vi uma campanha da Coca-Cola que colocou só o coque dele, o cabelo no produto. E aí eu vi várias marcas fazendo isso. Nesse caso você não tá vinculando, né? Você, o coque, beleza, todo mundo, né, como tá em alta, todo mundo batiu o olho, sabia que era dele, mas tava vinculando a imagem.
Mas perguntou se era um risco assumido. Sim, é um risco totalmente assumido. Você usa sabendo que pode dar ruim. E eu falo que em tempos de inteligência artificial é muito fácil dar ruim, porque é muito fácil você fazer uma busca hoje em dia de quem tá usando tua imagem.
E é legal que a Jennifer falou que você usar de forma inteligente para você não ser processado, isso muda o jogo também, porque as pessoas estão falando naquele momento, cara, teve assunto mais comentado de todo que o Haaland, do que o cara é gente boa, que o cara é tudo, que o cara fez gol, blá blá blá blá blá. E muitas marcas, igual a Jennifer falou, usaram só o cabelo dele, o jeito dele, colocaram até no abacaxi, eu acho que de uma frutaria tal, fizeram várias, várias brincadeiras com o cabelo do Haaland, de outras coisas características dele, não usando a própria marca.
Por exemplo, a Hugs, e tava antes da Copa, pessoal, a gente acabou de ver a fralda.
Hugs é a fralda mesmo, não é só fralda, vende outros produtos, né? O que que eles fizeram, né? Qual que foi a foto mais emblemática que apareceu ontem, final da Copa, dia 19? De o Messi dando banho no Yamal. Ou seja, a Hugs pegou a mesma banheira, a mesma banheira, a mesma banheira assim que foi colocada lá no vídeo 19 anos atrás, lá pegaram a mesma banheira e colocou assim: eles crescem muito rápido. E colocaram só a banheira, não colocaram Yamal, não colocaram Messi, para não pagar direito autoral.
Outra coisa, quem fez isso? Quem, quem, quem? O KFC. O KFC colocou, recria foto viral do Messi e Yamal com Coronel Sanders e o bebê Ronald. Ou seja, pegou e criou uma fotinha do Coronel Sandro dando banho, né, no boneco do Ronald. E ali ele fez um palhacinho, mas dá a entender que é o Ronald McDonald como criancinha, claro, né. Então a gente também usa quando a gente tá em época de BBB aqui. Muitos clientes da gente não querem falar sobre BBB, já tivemos esse problema aqui.
E a gente não usa as pessoas, mas a gente usa alguns jargões, algumas frases que são eternas do BBB. BBB. Por exemplo, ah, não é só, vamos dar uma espiadinha aqui, não dá para dar uma espiadinha. Então a gente não usa o elemento, né, porque a gente não pode usar, por exemplo, bonequinho do BBB. Então a gente tem que surfar essa onda, mas a gente não pode usar os personagens, as fotos dos personagens que fazem parte daquele que tá rolando aí.
Que mais trouxe aí, Dona Jennifer?
Eu trouxe uma polêmica que rolou essa semana, pelo menos nos mundinhos dos designers. Teve uma gráfica em Portugal que viralizou, digamos assim, por a ponto de um aviso bem, bem bonitinho falando assim: nós não aceitamos arte de IA. Então eles não imprimem arquivos com arte de IA. E aí, né, atravessou o oceano essa polêmica aí, porque assim, eu acho que é uma tendência que vai acabar acontecendo aqui no Brasil. Eu acho que sim, porque eu acho que quando a gente tá falando de gráfica, a gente tá falando de jogar a responsabilidade geralmente para as gráficas, né?
E aí eu vejo muito assim que, por exemplo, a galera que, ah, beleza, não é no sentido de não vou aceitar a arte de IA, mas que você tem que ter certos cuidados na hora de fechar um arquivo, né, para esse arquivo sair com qualidade, coisa que, por exemplo, aí ela não tem esse cuidado, digamos assim. Então eu acho que vai começar uma tendência, se já não está uma tendência, da pessoa ver os resultados da gráfica, que daí completamente não é igual ao resultado da IA.
E aí começa a chuva de reclamações, né? E eu acho que também para você, uma gráfica, né, a gente tem o arte finalista, que geralmente era o arte, a pessoa de arte que adaptava os arquivos para impressão e colocava nos padrões dentro da gráfica.
Tá, mas explica melhor para audiência aí. Eu entendi o que quer dizer, mas o pessoal de casa não. Você vai fechar um arquivo, por exemplo, a imagem para um formato A4, que é uma folha de papel, você precisa ter X pixels lá, X qualidade. Ah, eu vou fazer no banner X mais 10 vezes X e por aí vai.
Como é que é? Exato, é o que a gente chama de DPIs, né? Então a gente mede essa qualidade das imagens de acordo com os DPIs. E aí a gente sabe, por exemplo, que determinadas imagens, por mais que seja banco de imagens, esse tipo de coisa, ela não tem a quantidade de DPI suficiente para determinados tipos de arquivo.
É quando vai imprimir, tipo assim, só o pessoal entender, ela fica pixelizada.
Exatamente. Aí você precisa imprimir, por exemplo, uma lona, um outdoor, enfim, ou às vezes até um flyer um pouco maior, ele já vai ficar com uma qualidade ruim por conta disso. O que acontece, mas acho que o maior problema nisso é questão de cores. A gente trabalha com dois tipos de cores, que é o hexa, o RGB, que é o tipo de cor que a gente vê em tela, que aí você tem uma variedade muito grande, as cores são mais vivas, tem mais brilho.
Por exemplo, eu consigo fazer um verde neon né, na tela, um dourado, né. O dourado eu acho que é o melhor exemplo, porque a gente vive brigando com cliente por causa do dourado. Então você consegue fazer. E aí quando você vem para uma impressão, você não consegue trazer essas cores para impressão. Então o verde não, ele vai ficar um verde sem graça, um verde mais opaco. O dourado vai ir para um amarelo queimado. E aí quando a gente pega as artes de IA, a maior parte delas, elas são artes com cores muito vivas.
Então ela é cheia de brilho e tal. E aí quando chega na impressão, a arte já não, né, não vai estar com brilho tal. E aí o cliente tem a tendência a reclamar.
E aí tem um post aqui, pode ser cortando um pouco, da indústria gráfica do Brasil. O setor gráfico sempre teve processos rígidos e técnicas bem estabelecidas, e os profissionais de criação precisam criar dentro desses padrões, fazendo configurações sob medida em cada projeto. Criar uma peça bonita e funcional é só metade do trabalho. Um bom profissional sabe também fechar arquivos com maestria. Acontece que muito designer que usa Photoshop, Illustrator ou CorelDRAW não domina essa parte técnica.
Ou seja, criar peças que apresentem problemas gráficos não é exclusividade de quem usa IA. Porém, a IA não sabe fechar de um modo geral o arquivo PDF/X-1a. Que é o formato que usa na gráfica, é isso? Geralmente sim. Mas mesmo com problemas, um arquivo feito nesse software chega com recursos para otimização: elementos em vetor, camadas, fonte, gerenciamento de cor. O art finalista consegue abrir e ajustar. Já o arquivo gerado por IA costuma vir achatado, fechado em PNG ou JPEG, sem recursos profissionais, e muitas vezes uma resolução pensada para tela Não para impressão.
Isso obriga a gráfica a fazer um upscale da imagem, o que tem custo e nem sempre fica bom. Aí a gráfica fica com duas opções: treinar o time para lidar com esse tipo de arquivo ou revisar, porque o ajuste pode tomar mais tempo do que o valor pago compensa.
É exatamente isso. Quando a gente fala, né, dos arquivos, por exemplo, aí se eu receber um PDF de um outro designer, eu consigo abrir, realmente consigo editar, que é o que a gráfica tá falando aí. Agora, quando o arquivo vem imagem, que geralmente, ah, deve ser, vai me falar assim, ah, mas eu pedi para o ChatGPT, enfim, né, gerar em PDF. Ele gerou em PDF, mas mesmo que ele gere em PDF, quando você abre esse arquivo, ele não é um arquivo editável, ele é uma imagem que tá dentro de um PDF.
Eu tô batendo aqui, ele é uma imagem que tá dentro do PDF. E aí é realmente isso, o trabalho de você ter que, né, colocar ali nos formatos para impressão, você precisou editar qualquer coisa, é muito mais trabalhoso. E eu realmente acho que acaba não valendo a pena para as gráficas. Mas eu acho que vamos ver como que o mercado vai se comportar. Mas eu acho que é uma tendência das gráficas, porque assim, as gráficas hoje em dia, principalmente as onlines, elas já te bloqueiam na hora da compra, né?
Digamos assim, na hora que você já tá subindo os arquivos, elas já começam te apontar milhares de erros ali, né?
Dependendo do tipo de fechamento que você faz, já pelo menos cobram aquele verificação final.
Exato, revisor final. E só que o revisor final, ele vai ver se tá tudo dentro e vai te dizer o que não tá. E aí se ele abrir uma imagem que ele já veja problemas, ele não vai refazer, ele vai te sinalizar. Exato, ele vai te sinalizar.
A gente ia precisar dos designers ainda aqui, né? Quem disse que ia morrer? Pelo amor de Deus, parabéns, viu?
Obrigada, tô salva agora.
Fala, Thiago. Cara, falando em IA, né, vocês viram semana, não sei quando foi, acho que fez 4 dias, sei lá, que um cliente usou inteligência artificial lá aqui, aqui na nossa perto da nossa terrinha aqui, nosso vizinho, em São José dos Pinhais, tá? Para quê? Para colocar a imagem de uma barata em cima de um lanche.
Eu pensei que era fazer Rio Grande.
E pedir reembolso do pedido de uma hamburgueria em São José, da região de Curitiba. O pedido do hambúrguer foi feito às 19:28 por meio do aplicativo de delivery e chegou na casa do cliente horas depois, às 9:04. O cliente solicitou o reembolso com uma foto de uma com uma foto de uma suposta barata e uma mensagem detalhando a situação. Veio uma barata no meu hambúrguer e chegou aberta a embalagem. Perdi meu dinheiro e fiquei sem lanche.
Deu nojo de comer tudo, dizia. Só que, só que, só que o dono do estabelecimento foi muito inteligente e viu que a baratinha tava sem maionese, não tava suja, tava com cara de ar. Então, meus amigos, não dá para enganar assim. Se você for ver a foto, a barata tipo assim O cara só simplesmente jogou ali, pode ter vindo da casa dele, qualquer coisa. Então a inteligência artificial sendo usada para ligar no banco avisando que o motoboy vai recolher seu cartão bloqueado, nem pensar. Isso é golpe!
Isso é golpe!
Isso, hoje vamos criar um quadro, isso é golpe, entendeu? Então use a inteligência artificial para te ajudar, não para você tentar dar golpe nos outros, pessoal, pelo amor de Deus. Ela tem tantas funcionalidades que você fica usando para ganhar uma perrecas, que um sanduíche, alguma coisa assim.
Ou se você vai usar como para dar golpe nos outros, melhora o teu processo, né? Pô, pede ali para o designer fazer isso, né? Pede o prompt direito, né? Não coloca só clock, clock mais barato nessa imagem.
Pô, é muito, é sem noção, né?
É, eu tenho mais uma de IA para a gente fechar daí. Tem uma influencer, não sei se vocês viram, a Karine Karina Bach, acho que o nome dela, Karina Bach, isso mesmo, é uma atriz também. Então não é, é a Karen.
Aí eu já não sei, eu salvei o nome dela aqui.
Mas enfim, enquanto eu abro aqui, ela criou um clube de papelaria. A galera que é fã de papelaria geralmente gosta de assinar esses clubes de papelaria por conta das coisas exclusivas. Que é um clube de papelaria, é, por exemplo, uma assinatura mensal que você faz, você começa a receber coisas de papelaria, tipo, ai, bloco de notas, É ilustrações, post-it, umas coisas, mas coisas diferentes, não coisas que a gente vai achar para vender, tipo, por exemplo, na papelaria aqui do bairro. E aí é Karen Bachini, Karen Bachini, não é a mesma, é esta aqui, não é a mesma.
Você já falou dessa mulher um dia?
Ela, acho que não, eu conheci ela agora. Enfim, ela criou esse clube de papelaria e aí ela vendeu esse clube como se fosse uma curadoria e uma parceria com artistas onde eles desenvolveriam, eles iriam desenvolver papelarias exclusivas para o clube. Então ia vir uma, né, uma coisa. E aí é meio que temático, por exemplo, o primeiro mês o tema era morango, e aí os artistas criariam é para o clube com tema morango. Só que a galera que assinou começou a receber as coisas de IA, e aí começou a dar um rebuliço porque assim Algumas coisas era IA escrachada, outras coisas provavelmente IA usada no processo.
E aí a galera começou a discutir, né, tipo, a falta de transparência, porque a partir do momento que você fala que vai ser uma collab, não é usar, exato, que é uma collab com artistas, né, enfim. E aí a galera também começou a discutir sobre o processo de você usar arte, usar IA durante um processo artístico, porque a gente já sabe que, por exemplo, tem muitos artistas, inclusive hoje em dia, que já trouxeram aí para dentro do processo, né? Mas é uma sacanagem. Eu ia ficar puta, ia cancelar o clube, no mínimo, né? Sim.
Bom, o LinkedIn divulgou um checklist. Esse aí então é receita de bolo, segundo o LinkedIn, para você que quer bombar na rede vizinha. Esse checklist diz o seguinte: de 2 a 3 posts por semana Primeira linha com a palavra-chave, até porque a primeira linha vira a URL do post, e uma resposta rápida nos comentários dentro de 24 horas. Então você fez um post lá, lembra que o post precisa ter a sua, o seu nicho, falar com o seu público-alvo, que evidentemente não é todo mundo.
Falou com seu público-alvo, você faz de 2 a 3 posts por semana. Nas primeiras palavras, na primeira frase, você coloca as palavras-chave e responde comentários em até 24 horas. Quem casa, que casa, né? Tem que fazer, tem que fazer.
Então você tá no LinkedIn, tá falando para fazer desse jeito, dono do negócio não vai deixar de fazer.
Até porque tem muita gente que discorda do dono, né? Por exemplo, Adam Mosseri, que é o o chefão lá do Instagram, do Instagram, né? É do Instagram, exatamente. Ele coloca várias coisas, fala assim, ah, vamos fazer isso, vamos fazer aquilo. E aí quando você vai para aplicar, o pessoal fala, não, isso não dá certo. Não, esse é assim, ele já falou só esse ano algumas vezes de que só Reels não dá certo, você tem que usar carrossel, Você tem que usar peça estática e Reels.
A proporção mais ou menos é 33% de cada coisa na tua pauta que você for usar. Aí você vai para o mercado e fala assim: não, eu só quero tal coisa, eu só quero tal, eu só quero Reels, eu só quero carrossel. O cara que manda falou, meu amigo, o cara que controla a parada, o cara que controla o negócio. Então, sério, a gente vai discutir Faz nem sentido, faz você discutir com isso.
Outra, o dia ele falou sobre o Instagram, confirmou, ele falou, a gente tava até discutindo sobre isso, né, Dinei? A gente falou assim, e o Adam Mosseri falou, não foi mais ninguém, é o dono, o pica das galáxias do Instagram. E ele fala assim, o Instagram confirmou que é melhor esperar para postar o segundo conteúdo do dia, assim você otimiza suas views, viraliza mais. Venha entender. O CEO do Instagram resolveu responder umas das perguntas mais recorrentes aqui nessa rede social, e a resposta deixou muita gente em choque.
Oi, se eu tiver um vídeo performando bem no Reels do Instagram, eu deixo ele bater o pico ou continuo postando para manter a consciência? Uma caixinha de pergunta que abriram. Ele falou assim, bom, segundo ele, esse não é o fator principal do seu alcance, mas você otimizar de verdade e paz vale a pena. O que que ele fala? Se você postou um vídeo de manhã e joga o segundo 2 horas depois, isso acaba sendo pior para o alcance do primeiro.
O Moçada recomendou que do segundo, e do segundo, o Moçada recomendou que nesses casos é melhor você esperar chegar à noite ou postar 24 horas depois, entendeu? Então o que que acontece é, tem gente tá postando 4, 5 vídeos por dia, cara. A gente tava falando sobre isso, você tá disputando o teu conteúdo com você mesmo. Isso aí, a briga, ou seja, tem 1 milhão de vídeo de gatinho para você lá outros vídeos engraçados que você tá competindo, e você coloca mais um vídeo teu.
Ou seja, teu alcance, tua visualização, tudo vai diminuir. Então esperar um pouco, calma, sem ansiedade, galera. O dono, né?
Até por isso serve essa mudança de formato. Você posta o Reels, quer, precisa postar outra coisa, vai no carrossel, vai no estático. E aí, porque cada formato compete com o próprio formato. E dentro desse negócio tinha uma pergunta nesse mesmo caixa de perguntas aí, uma pergunta que falava assim: ah, meu vídeo flopou, devo apagá-lo para não ficar ruim no feed? E aí ele fala um negócio que é muito certo: não, você não precisa apagar porque as pessoas não vão no feed.
Que coisa!
Quantas pessoas vão no feed hoje?
E aí tem mais. Se você quiser apagar para que o seu feed só fique com os top bombados, tudo bem, não vai fazer diferença. Porém, lembre que a lógica da publicação mudou. Se você apagar esse vídeo que flopou hoje, ele pode deixar de indexar amanhã quando um assunto específico daquele vídeo específico virar trend. Então acabou o espaço para vaidade. Ou até tem o espaço para vaidade, mas você faz escolhas e perde eficiência, né?
Totalmente, totalmente.
Que mais?
Eu fiquei, eu ia trazer isso na semana passada, depois que a gente perdeu para o Brasil, né? Perdeu o Brasil não, perdeu para Noruega. O que que vocês acham, né? Empresa aérea da Noruega troca foto de perfil após perder aposta com a concorrente. Ou seja, a Noruega jogou contra a Inglaterra, né? E aí As duas empresas aéreas resolveram falar assim, olha, quem perder aqui vai ter que trocar logo do teu perfil do teu Instagram lá, o avatarzinho, para quem ganhar, que vai ter que pegar logo do cara e colocar lá.
Olha só o quanto de engajamento deu, o quanto de gente. É, não foi uma collab, né?
Foi uma collab entre eles, claro, fizeram uma aposta, né?
Uma apostinha.
Ou seja, a Norwegian contra a British Airways.
E os cara cumpriram. O que que foi legal disso, cara? Deu maior burburinho. As duas empresas, as duas empresas foram top brands assim das coisas. Todo mundo tava falando sobre eles. Olha que legal, olha que legal. Então é uma nova forma de você comunicar também. Ou seja, ela pegou uma empresa que não é concorrente, vamos dizer assim, né? Elas não são concorrentes porque elas atuam em países diferentes, mas elas conseguiram trazer as duas e jogar para comunicação e todo mundo falar delas.
Eu acho que é isso aí, perfeito, perfeito.
Tem que usar com inteligência, muita inteligência. Outra coisa que vocês, não sei se vocês, essa nostalgia tá vivendo, muitas marcas estão voltando a ter a coisa nostálgica, né? Então a gente já falou aqui da Heinz, que fez aquele negócio de crochê para trazer mais da avó. Outras coisas estão voltando. E o que que aconteceu recentemente foi que a Sony ela vai relançar, sabe o quê?
Quem não teve o Walkman?
O Walkman. Então quem nunca teve um Walkman? Eu sei que eu tive. Ednei Jordani provavelmente também, né, Fernão, né?
Eu não tive.
Ai, Ednei, com essa carinha tua aí, cara de 12 anos, é verdade, você não teve, eu acho. É verdade, né?
Então, mas eu tive o Discman.
Ah, ele era mais chique.
Nossa Senhora, você não podia andar direito que ele pulava, né? Você lembra que ele pulava assim? Mudava a leitura. Então, Sony relança o Walkman com Wi-Fi, Bluetooth e 12 GB de armazenamento. O que que acontece? Não é para escutar fita. Não é para escutar.
Então já é podre, já é podre.
Já ele é tipo um MP4, né? Um MP3, né? Porque daí ele vai escutar, é mais ou menos a mistura dos dois, né? Não dá para escutar fita, é para você escutar Spotify, para você escutar outras coisas. É tipo um negocinho só para você colocar.
Por que diabos eu andaria com Walkman se não uma coisa que eu tenho no celular? É uma coisa, usar mais um gadget, você vai ter que usar mais um.
Você acha que só você pensa assim, meu querido? Mas outras pessoas não vão pensar assim.
Eu acho que se viesse com a fita ainda faria sentido, porque aí você traz aquela coisa retrô mesmo, tipo a mesma vibe do vinil, por exemplo, e a galera vai atrás e vai comprar e não sei o quê.
Mas agora, para o que que acontece, ele fala o seguinte, ó, a Sony relança o Alchemy com funções para escutar músicas do Spotify e outros streamings de músicas. As imagens de como o Alchemy será, ó, como é que vai ser, é um celular, é isso aí, é uma imitação da iPod, é imitação do iPod, isso mesmo. E daí ele vai escutar, vai escutar outras coisas, né, vai usar stream de música, tudo.
Na verdade ele só trouxe o nome de volta, mais nada, só isso.
E o iPod que já saiu de linha, né, porque não funciona mais.
Assim, tem um público que é o cara que quer correr, ele quer ficar longe das notificações de celular, que quer escutar música.
Mas hoje em dia tá tudo aqui, ó, no relógio.
Assim, então, mas tem o público? Tem, mas é muito pequeno.
Mas porque esse tramboio vai incomodar na corrida também, né?
Provavelmente. E outra coisa, a atualização da Apple nova, você pode fazer os pontos de atenção. Tem um outro nome agora, não lembro. São os pontos de atenção. Você fala assim, agora quero só na corrida, e ele vai ficar só com música para você, sem mensagem, não vai tocar mensagem, ligação, nem nada. É como se isso já tinha no carro, agora tem para outras funções.
Você que anda no parque, você escuta muita música ou podcast, alguma coisa assim? Quando tem uma notificação, você para para escutar essa notificação?
Já vem no fone o número 4155, blá blá blá, enviou uma mensagem, quer que eu leia?
Daí você já pede para ler. Depende, depende da pessoa, né?
Depende.
É outra coisa que chamou atenção. O que que você acha? Você que é fã de futebol, de Corinthians recebe críticas por fechar com novo patrocinador de conteúdo.
É isso, negócio é isso aí, falta modos, falta ofensa, né?
A Corinthians foi alvo de crítica ao estampar FatalFans, plataforma de conteúdo adulto, em seu uniforme avaliado em R$31 milhões. O acordo escancara a crise do clube mais endividado do país, que precisou priorizar a urgência por dinheiro em vez da reputação da sua marca. E o que acontece?
Pera aí, reputação da marca? O cara que assina bet já tá com a reputação ferrada, já ferra com a vida de todo mundo. Então pelo menos é feliz quem escolheu ser F, pronto.
E aí não vai ser só no time principal, vai ter nos—
esse acordo foi não para categoria de base, não pode.
Não, não, não, não, mas para o futsal Vai ter para o futsal, vai ter no shorts, e para outros, acho que para outras coisas que o Corinthians tem, sei lá se é ginástica, sei lá alguma coisa.
Mas não se preocupe, para o futebol feminino não vai ter, tá? Foi uma das aspas da publicação que eu vi. Não, o futebol feminino não vai ter.
Puxa, que preconceito!
Pois então, né? Não merece o dinheiro da Fatal Fans? Entendi. E não pode ter o Fatal Fans só porque Com homens, só porque somos mulheres, né?
Pelo jeito não, não tem futebol.
Não sei, homem tem, não sei também. Boa pergunta, vamos pesquisar depois, né?
O cara já faz bet, meu amigo, já tá sujo, cara. Eu tava vendo, tá tomando um banho de lama.
O cara que faz bet, você concorda com isso, que já tá sujando, tomando banho de lama?
Assim, eu concordo até 99%, tá? 99%, porque quando que eu concordo? Galvão Bueno, Vini Júnior, esses caras não precisam de dinheiro fazendo bet para quê? Só para encher uma burra de dinheiro. Agora vai lá, podcast, tem um influenciador que tá ferrado na vida, mas assim, aquela história da mulher lá da radionovelo, a faxina boa é uma história muito longa para contar, mas enfim, em resumo da história, ela era uma pessoa que teve um filho muito cedo, entrou numa depressão muito grande.
Nessa depressão ela perdeu o emprego, tava perdendo a família. E aí ela entrou, começou a fazer faxina, e nessa faxina ela começou a publicar nas comunidades do Facebook, fazer faxina de um modo diferente. É só você ir lá no Instagram, tem lá @faxinaboaa. E aí o pessoal começou fazer muita faxina para o pessoal do marketing, agência, os cara que morava sozinho. E os caras começaram a dar dicas para ela, ajudar ela, enfim. Nessa história ela cresceu muito o perfil, não tanto pela faxina, mas pelo jeito que ela se comunicava e pela história dela, evidentemente.
E aí as bets começaram a ir atrás dela com propostas, e ela ferrada, né, milionárias. E ela não tinha R$100 na conta, não tinha R$1.000 na conta. É isso aí, tá? E ela disse não, disse não. Ela disse que pela consciência social dela, blá blá blá, ela não aceitaria. Então é assim, é muito complicado. Por um lado, como eu falei, você vê essa galera com a burra cheia de dinheiro fazendo propaganda e bet, e a pessoa que realmente precisa não faz.
Por outro lado, ela tem uma consciência que os demais não têm, porque o público dela, nossa, pegaria muito, né? É totalmente diferente do Galvão Bueno, do Vini Júnior e desse povo todo.
E você sabe que isso foi um debate daqueles 30 versus 1 do Carlinhos Maia. Um cara falou assim, cara, você vai lá falar assim que, ai, ele volta, ele fala assim, ah, eu ajudo 200 pessoas lá, não sei o quê dele. Beleza, você ajuda 200, mas você ferra com milhões porque você tá colocando a Bet como patrocinador teu. É isso aí, ele fala isso.
E aí o discurso geralmente, ah, mas é que eu não obriga ninguém a jogar.
É sempre o discurso. E assim, a coisa mais nojenta que teve na vida é a Virgínia fazendo campanha para você votar em Cabo Verde. Qualquer pessoa minimamente entendida de futebol sabe que aquele resultado que foi já foi uma excrescência. Não, aquilo não é normal. Cabo Verde deveria ter levado uns 10 a 0. É evidente que a Argentina ia ganhar. Futebol é futebol, tudo pode acontecer. Por isso que a odd dos cara tava 40 por 49, o negócio assim é um absurdo completo total.
A Virgin lá e incentivar milhões e milhões de brasileiros que apostam em Cabo Verde, não faz nem sentido isso. Quantas pessoas vieram tudo que tinham porque confiam na Virgin, confiam que ela tá namorando Vini Júnior e deve ter informações que ninguém mais tem.
Faz propaganda de bet, né? Claro, Vini Sênior lá, né? Então Mas as bets agora vão vir com aquele negócio tipo de carteira de cigarro, né?
Durmo abraçadinho com a, né, Fatal Fence, e não estendo a mão para bet, ponto assim. Mas as bets agora vão vir com um tipo, de novo, com uma mensagem, é uma frase no final assim: Ministério da Fazenda adverte, isso não é investimento, apostar não é investimento, proibido para menores de 18 anos.
Só isso. Ou seja, mesma coisa, carteira de cigarro, o cara olha assim. E você sabe que eu lembro que na época época que a galera fumava tal, tinha até na carteira assim, aparecia as pessoas.
Ainda tem?
Não tem. Mas daí tipo assim, a galera comprava o cigarro, fez um negócio para você colocar dentro da carteira para você esconder a imagem. Vinha duas imagens, sabe? Daí tipo assim, vinha um papel solto, você colocava para tampar a imagem. Ah, essa não sabia. Isso das antigas assim, nos tempos que vinha dois papéis, você colocava lá para tampar.
Isso é marketing, isso é marketing.
Daí colocava outra coisa, né?
Mais alguma coisa?
Não.
Mais alguma coisa, Thiago Andrade? Então, rapidamente aqui, o YouTube confirmou música em carrosséis, até 15 segundos de áudio sobre as imagens e elegibilidade para aparecer no feed do Shorts. Então você pode agora colocar, sabe que já tá funcionando, né, Mlevs? Temos que ver, né, cara?
O Mlevs, sabia? Agora você falou disso.
Em teoria você pode colocar 15 imagens de carrossel, não deve funcionar, mas, e você pode colocar música. Por que que você tá preocupado com a emissão?
Porque esses dias entrou uma publicação da gente lá que deu uma queda da qualidade e a gente tava, não tava tudo certo. Eu falei, ué, o que aconteceu? Talvez ele tenha dado uma baixa, vou dar uma olhada nisso.
Qualidade do vídeo? Não, do vídeo já tá pacificado isso. Quando todo vídeo entra com qualidade boa, e aí quando ele não performa bem, a própria Meta rebaixa a qualidade.
Mas esse Falou bem, meu querido.
Aí não sei, aí precisa ver. O Instagram vai cobrar pelo acesso a recursos de IA. O Adam Mosseri disse que quer rodar, que rodar os modelos é caro e que a saída é limitar o uso ou cobrar. Então em breve tem mais cobrança. Google e Meta passaram a rotular anúncios feitos com IA. O Google criou o painel How This Ad Was Made e a Meta atualizou sobre este anúncio, detectando também ferramentas de terceiros. Meta também lançou o Pocket, app em que o usuário cria experiências interativas ou gizmos só descrevendo o que quer e navega num feed com a criação de outras pessoas.
Já acessaram isso aí? Ainda não. O Threads chegou a 500 milhões de usuários mensais ativos no mundo todo, se aproximando do X, que tem 550 milhões de usuários. O LinkedIn lançou o seu próprio Creator Marketplace, que permite às marcas encontrar criadores da plataforma por tema e áreas de atuação para fechar parcerias. O aplicativo Edits da Meta ganhou uma versão desktop e um assistente de produção com IA.
Não usei ainda, não, mas vou chegar lá embaixo, vou baixar, né? Porque CapCut, você é um palhaço, tá? É isso que eu tenho para dizer.
O TikTok lançou novas ferramentas de criação com IA voltadas para anunciantes. Aplicando os recursos das campanhas Smart Plus. O LinkedIn está testando feeds sugeridos, que reúne diferentes formas de visualizar o conteúdo de plataforma em um único espaço. O LinkedIn também lançou suporte nativo a GIFs, né, agora vai virar um Orkut nas publicações, recurso pedido há tempos pela comunidade da plataforma. E por fim, para finalizar, o Meta ressuscitou— esse aqui eu achei que Esse achei que já tinha ido.
O Facebook Creator Studio, que foi descontinuado em 2023, agora com app IA integrado.
Você sabe o que que tinha nesse, Ednei, nesse Facebook Studio? Eu lembro que tinha o overlay.
Overlay, lembro, lembro.
Maravilhoso overlay, era muito bom, né? Pensando nele, contava a quantidade de texto e vídeo e de imagem, né, que você dava lá. Se voltar isso, meu amigo, talvez funcione. Só uma coisa, você que tantas atualizações, Meta, LinkedIn, e a maioria com IA. Eu tava vendo uma entrevista com a CEO, sei lá, do marketing da Boticário, que ele fala assim, ela tava falando sobre uma coisa, a galera tem que usar IA, mas igual a gente sempre fala aqui, Edneide, Jordani sempre bate nessa tecla, que você usar como, como não como cabeça, mas como mão.
E ela fala que o Boticário, para se diferenciar, ela não tá seguindo essa vibe de IA. Então todos os vídeos que eles produzem lá, aquelas historinhas do Dia das Mães, Dia dos Pais, dos Namorados, tudo aquilo lá é tudo feito por pessoas, porque traz mais sentimento, né? Então eles estão indo contra essa onda assim, que tipo assim, eles dizem que nem usam IA nem para quase para produzir as coisas lá. É tudo humano, tudo conhecer o sentimento de cada um.
É, tudo tem a ver com a voz da o teu posicionamento. Porque se você vende, se vende como algo humano, você não pode abrir a mão, abrir a mão e para um algo que só facilita o teu trabalho. Algo mais?
Nada mais. Não?
Então semana que vem estaremos de volta. Um abraço, tchau tchau!
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