Locadora do Trash - Todos odeiam, mas eu amo - Parte II #257
Tem filme de terror que a maioria detesta, mas que a gente defende com unhas e dentes! Nesta segunda parte, o Terror Mania revisita mais algumas obras polêmicas, subestimadas e cheias de personalidade que conquistaram nosso coração.
- Filmes de terror que a maioria detesta, mas os hosts amamTodos Odeiam, Mas Eu Amo·filmes polêmicos·filmes subestimados
- Lobisomem Americano em Paris e a nostalgia dos filmes da Sessão da TardeLobisomem Americano em Paris·CGI tenebroso·John Landis·Anthony Waller·Sessão da Tarde
- Pânico no Lago como um filme divertido e despretensiosoPânico no Lago·filmes com animais assassinos·animatrônicos·CGI·Syfy
- Liga da Justiça da América de 1997 e o valor afetivo dos filmes de heróis antigosLiga da Justiça da América·SBT·Liga da Justiça do Keith Giffen·Lanterna Verde·Flash·Caçador de Marte
- A Mão de 1981 e A Mão Assassina como filmes trash amadosLilian Ramadã·A Mão·Oliver Stone·A Mão Assassina·Devon Sawa
- A Volta dos Mortos-Vivos como um clássico subestimadoRamon Rodrigues·filmes antigos·efeitos toscos
Olá, bem-vindo a mais um Locadora do Trash. Eu sou o João, eu sou a DNB, eu sou o Kaique. E muito bem, muito bem, muito bem, estamos de volta para mais um podcast aqui no Locadora do Trash. E dessa vez a gente tá fazendo uma parte 2, né, de um tema que a gente já trouxe um tempo atrás, que é Todos Odeiam, Mas Eu Amo, né, que são filmes que a galera, né, tem um hate que a gente não entende sobre o filme. E nós, né, amamos esse filme sem entender também, às vezes, né, não é sempre, mas às vezes, o porquê a gente gosta, né, dessa insanidade audiovisual que agrada tanto os nossos olhos, né.
E para isso, né, a gente separou alguns filmes. A gente só vai para os nossos recadinhos e a gente já volta então para comentar sobre os filmes que nós amamos. Beleza, então só vou passar o recado, Dani, daí você Você fala aí, o pessoal separou recado?
Beleza, só um minuto.
Bom, pessoal, estamos na parte dos recados, né? Dessa vez não é um áudio meu inserido do nada, sou eu mesmo, né, aqui na gravação, só para passar uns recados rápidos dizendo o seguinte, né? Vocês podem nos encontrar todo final de semana, estamos por lá, tentando estar por lá nas nossas redes musicais, Spotify, Deezer, Amazon Music e tal, né? Estamos lá para agradar vocês. E para isso a gente pede só, né, em troca que vocês nos ouçam, né, e curtam a gente, para a gente sempre estar— deixe também um comentário para a gente sempre estar em alta, né?
Spotify no final do ano, né, para vocês verem que nosso trabalho está valendo a pena, né. A gente precisa desse apoio de vocês. E também, né, caso vocês curtam a gente, saber que a gente produz e tal, é só acompanhar nossas redes sociais, seja no Instagram ou no Facebook, no @terrormania42, né. Lá também a gente coloca nossos Reels e tal, sempre tô colocando uma crítica aí Até meus alunos começaram a me acompanhar no Terror Mania lá no TikTok e no Instagram, né?
Então molecada tá lá firme e forte acompanhando o Terror Mania. Beleza, bom. E também TikTok, eu comentei que @terrormania666, né? Lá você encontra a gente por lá. Perdão, descobri agora que eu troquei os arrobas no Instagram, Facebook, @terrormania 66, e no TikTok, @terromania42. Beleza, Dani? Mas sem mais delongas, eu sei que você pediu comentários lá no Instagram. O que que o pessoal respondeu?
Bom, fizemos a caixinha de perguntas lá no Instagram para saber o que que o pessoal, né, ama mesmo que não seja um filme tão bom assim. Vamos ver o que o pessoal respondeu. Tô só achando aqui o post. Na verdade foi um stories, né, mas eu vou colocar lá no feed também. O Ramon Rodrigues falou que é o filme que ele quer muito ruim, mas mesmo assim ele adora, é A Volta dos Mortos-Vivos.
Tô louco! Volta dos Mortos-Vivos é um clássico.
É, deve ser assim, eu acho que entra na categoria de ruim por questões de ser um filme mais antigo, né, e os efeitos ficam meio toscos assim para ver agora. Mas mesmo assim é um super filme.
Eu acho que tá falando do 2, será que não é o 2? Não, mas 1 e o 2 são perfeitos. Não, são perfeitos.
A gente que assistiu de tarde, né, que gosta. Agora, a maioria das pessoas detestam.
Pode ser isso também, né? Porra, é a mesma coisa quando você vai apresentar uma música para alguém, né? Você tá muito animado, ouve essa música, né, galera? Ah, legal, né? Pô, dá uma cortada na vibe, né?
Ai, gente, às vezes acontece. Às vezes você vê um filme sozinho e você acha maravilhoso, aí você vai mostrar para outra pessoa e parece que é o pior filme do mundo.
Acontece.
Enfim, a Lilian Ramadã falou que o filme de terror que é muito ruim, mas mesmo assim ela adora, é A Mão. Eu não sei se é A Mão de Oliver Stone ou é A Mão de Oliver Stone, mas é um filme dos anos 80, eu conheço.
Eu acho que aquele filme que a mão dele começa a ganhar vida própria. É o menino que fez o Gasparzinho, fez a série do Chuck também. Esqueci o nome do ator. Putz, deixa eu ver se eu acho o nome do ator.
Tá falando do Devon Sawa, que é o Mão Assassina.
É a Mão Assassina.
É, mas eu tô pesquisando aqui, é um filme, é um outro filme que tem até o Michael Caine no elenco, é um filme antigo, é um filme de 1981, parece pelas imagens, parece ser realmente bem trash.
Deixa eu ver, A Mão, 1981, ó, a sinopse dele. Cartunista perde a mão direita em um desastre de carro e ela não é encontrada no local do acidente, mas logo ela retorna sozinha para seguir John e assassinar aqueles que o perturbam. Tipo, o cara perde a mão no acidente, a mão cria vida própria e sai matando as pessoas.
Porra, eu não conheço. Nossa, eu pensei que eu já tinha visto esse filme. Nossa, e é com—
ah, é porque tem aquele filme também, gente. Esse, esse super engraçado, que tem aquele filme A Mão Assassina, que sim, é do começo dos anos 90.
Tô vendo uma crítica da Boca do Inferno, tem que colocar lá a foto do cara.
Tem um filme chamado A Mão Assassina que acho que até com o menino daquele filme Premonição, que é um filme com adolescentes e tudo mais. E aí a mão, a mão dele comete crimes, mas a mão dele está presa ao corpo dele.
Esse filme é muito bom também. É, mas é isso que a gente citou, mas é verdade, é verdade. Eu não conhecia esse A Mão com Bombom, vou separar aqui para assistir. Não conhecia. Enfim, foram esses então, Dani?
Sim, por enquanto foram esses, mas eu também vou deixar a caixinha lá no feed do Instagram. Então se vocês ouvirem esse episódio, lembrarem de mais algum filme, comenta lá com a gente.
Fechou então, fechou. Bom, vamos lá então. Beleza, agora vai Kaique. Tava empolgado aqui, esqueci que vai cair, que agora vai falar só um minuto. Deu corte essa parte. Bom, estamos de volta então, pessoal. Como eu comentei com vocês, né, o tema é Todos Odeiam Mas Eu Amo, que são filmes que a gente não entende porque tem aquele hate absurdo, né, desse filme que tanto nos agradou. E a gente vai comentar um pouco sobre isso, né, Kaique?
Mas entre na chamada. Que filme você trouxe para gente aí que todos odeiam, mas você ama e defende ele?
Então, acho que o filme que eu trouxe, ele é muito nessa pegada de eu gosto porque é na minha área, No caso é um lobisomem americano em Paris, que é meio que uma copia do Elefante Letrado, lobisomem americano novo. E é muito engraçado. Primeiro que ele é estrelado, ele é estrelado por famosos de verdade. Já falei, tem a Julia Duffy, que é uma atriz extremamente famosa, ela fez aquela trilogia do do amanhecer, do entardecer, da noite escura.
Ela fez essa ligação, tá meio que falhando. Também tá falhando para você, Dani? Não, tá normal.
Já me deu normal, tá?
Então deve ser a minha internet. Pode continuar, desculpa.
Eu, tranquilo. Então, tipo, a Dili deu o que que ela Ela fez a trilogia do Amanhecer, a trilogia das Curvas. Ela é uma atriz francesa com um pagradíssimo, até fez participação no universo Marvel. Você tem a Julie Bowen, que ela é extremamente conhecida por causa do Modern Family, que ela é a Claire do Modern Family. Só fazer parte, não. Eu pretendo ter uma aula do Tomás Scott. Ele é aquele famoso, você conhece pela cara, mas você não sabe quem é.
Ele é muito famoso por aquele filme também, Segunda Tarde, que é o The Wombats, é aquele filme da banda de um hit só, que é basicamente a história da vida do Tomás Scott. Ele só fez um filme famoso e o resto Caiu em esquecimento. E esse filme, ele é exatamente uma releitura do Búzios da Zagonel em americano, Monroe. Ele vai pegar os turistas norte-americanos que estão passeando pelos marcos culturais de Paris, e você tem a personagem da Dili, da Ophelia Therapin, que ela tá tentando se livrar da alicantropia que ela herdou da família dela, e ela se joga, ela se atira da na frente do Doutor Encelmo.
E o personagem interpretado pelo Tomás Scott, ele que é o protagonista, ele e a Salva. E a partir daí, o caminho deles se cruza. Então eles se relacionam por ir para o apartamento de Boas na cidade. Ele cruza o caminho de uma família que tem esse histórico de hipocrisia. E até o ponto que ele vai ser perseguido por uma seita, uma seita formada por esses lobos. É uma seita que cultua a licantropia. E a partir daí o filme ele vai ter um roteiro quase que 100% igual com o filminho original.
Então assim, o amigo, na verdade é um casal de amigos agora, eles morrem por aí, eles vão aparecendo assustados Eles vão aparecendo para o personagem alertando pelos perigos da lisotropia, de que ele vai virar lobo, etc. E eles vão apodrecendo do mesmo modo que o personagem do amigo no filme original, que ele vai morrer, vai ser partido de Paris, do mesmo jeito que o protagonista do filme— é, vou falar primeiro filme porque ela é uma sequência do primeiro filme, que ocorreu só em Togilong.
Então você vai ter meio que um repeteco, mas junto com isso você vai ter essa questão de estreita e a questão do romance. O personagem, o protagonista, ele vai se apaixonar pela Serafim, então vai ter esse se amar de romance. E por que que o filme é ruim? Porque primeiro que o filme ele é um repeteco na trilha do primeiro filme, só que ele não consegue reproduzir com maestria, sabe? O primeiro filme, ele foi dirigido assim— eu não gosto do John Williams, eu acho ele uma coisa terrível, mas eu não posso ignorar o fato de que ele é um bom diretor, sabe?
Profissionalmente ele é muito criativo, e isso falta nesse filme. Esse filme não Eu não sei como é que foi dirigido, quem dirigiu foi Anthony Waller, que eu não sei poucas produções que ele tenha dirigido, mas assim, eu percebi que ele não tem o mesmo potencial do John Landis, né? Falta criatividade, falta criatividade de criar coisas novas e falta criatividade de adaptar aquilo que já foi feito. Um dos pontos mais marcantes do filme é o CGI.
Enquanto o primeiro filme é esse prático, é o ápice do filme prático, de body horror, do cinema, é uma coisa que mudou o cinema de terror e o cinema como um todo, esse aqui é o ravivante CGI. Tenebroso do final dos anos 90. É uma computação pavorosa, indigna de Escorpião Rei. É um clone nobre, porque você não sente, você vê filme, você sente clone nobre tava ali. Nesse não, esse aqui é um negócio muito feio assim. Parece que não é nem PlayStation 2, é PlayStation 1 a qualidade.
É bem ruinzinho mesmo, isso eu tenho que concordar. E acho que a questão do romance, eu acho que no primeiro filme o protagonista ele tem um carisma, você tem até um amor que não vai pra frente, mas tem um desenvolvimento que é bem legal de assistir. Nesse segundo, acho que pela falta de carisma do protagonista, fica meio limitado, fica um romance que tá além daquilo que deveria. Então parece que você tá vendo a mesma coisa quanto o original, só que mal feita, muito aquém da qualidade do primeiro.
Então enquanto o primeiro é um dos melhores filmes de terror já feitos, é um dos melhores efeitos do terror e do cinema como um todo, esse aqui tem uma baixa qualidade de cinema. Ele não tem personagens carismáticos, ele tem uma Ele é resquentado, o roteiro original ele é requentado e de uma forma bem fraca. Mas por que que eu gosto? Porque foi meu primeiro contato com a Turquia. Quando eu assistia esse filme, ele passava geralmente, ele passou a assistir na Globo, tem aquelas sessões do Hipercine, Superfine, Superfine, quando passava no sábado com aquele Aquele, não é gaita, qual que é o nome do instrumento?
Eu esqueci. Saxofone, aquele saxofone marcante, bem, bem qualquer. Desculpa, do Super Sine. Qualquer do Super Sine.
Que que tem?
Lembra aquele instrumento assim?
Sei, sei, sei, sei.
De instrumento. Acho que é saxofone, uma coisa tipo bem sexy.
É saxofone, saxofone. Mas eu tava vendo uma parada que é cabulosa sobre esse negócio da trilha do Intercine aí, né, que ele é feito para te deprimir mesmo de verdade, né. E tem notas que eles tocaram no piano, eles fizeram piano, e eles têm notas que te deixa mais melancólico, tá ligado. Daí você fica prestando mais atenção Amou o filme.
É, não, é super, e acho que super serviria para o dia de hoje, porque uma coisa que a gente não faz é prestar atenção no filme. E eu lembro muito, depois bem mais na Record, a Record retransmitia exaustivamente esse filme. Foi o meu primeiro contato com a franquia, com o universo dos heróis do anime americano. Eu mesmo hoje, hoje esses efeitos são uma bosta. Mas na época eu era uma criança, 97, eu tinha 5 anos de idade, para mim era o ápice, sabe?
Era uma coisa incrível, me deram muito medo. Eu lembro até hoje da cena que o protagonista se torna lobisomem, e aí para você, acho que até para você desfazer a maldição, você tem que comer o coração do lobisomem que te mordeu. E aí ele tá no metrô de Paris, e aí o cara que mordeu ele volta a ser humano e ele vira lobisomem, porque ele vira lobisomem apertando uma injeção. E aí ele vira lobisomem e ele vai atacar o cara, e tem um monte de gente assistindo.
E eles vão para o outro vagão e você só vê os sangues espirrando na janela. Aquela cena me marcou e me marca até hoje, assim. Então tem conhecimento positivo. E tem uma nostalgia, né, porque quando eu assisti esse filme era uma outra época onde eu era muito mais feliz, onde eu não tinha problema, onde eu não tinha que pagar aluguel. E tudo que me remete a essa época eu tenho um espacinho a mais no coração, então você deixa passar muita coisa.
E o final, que eu lembro que o final que eles se jogam de bandidinho, que eles Tem o começo, aqueles encontros quando a Serafim tá aqui tentando se matar, se jogando na torre Eiffel. O final é eles reprisando esse fato, só que tipo é uma piada, eles estão fazendo bolo de janta e se casando na torre Eiffel. E aquilo marcou muito assim. Então são esses episódios.
Esse final é muito pica, né? Esse casal de polícia, isso é foda, cara.
Ele no todo, ele não é bom, mas ele tem pontos muito interessantes que fazem a experiência não ser nenhuma porra, sabe? Que eu acho um filme, tipo, ele não ser bom não é tão ruim para mim. Agora, ele ser chato Aí já é outra coisa. Esse filme, uma coisa que ele não é chato, ele não é chato. Ele pode ter, ele não pode ter o melhor roteiro, ele não pode ter as melhores atuações, ele não pode não ser envolvente, ele pode não ter os melhores efeitos, mas ele não é chato.
Ele te envolve, ele te entretém, não tanto quanto o primeiro, mas ele é um filme gostosinho, ele é bem gostosinho. Eu acho que pelas pessoas pessoas com o passar do tempo começar a ver mais essa qualidade. Hoje em dia que a gente copia a palavra, a gente ressignifica muita coisa. Acho que esse filme foi ressignificado e ele não é tão ruim assim como a gente lembra. Acho que ele tem seu ponto positivo. E acho que é isso, assim, esse filme ele é ruim, mas ele Ele é ruim tecnicamente, mas ele é bom no entretenimento, sabe?
Ele entretém apesar de tudo. Então, para mim, por isso que ele é um Guilty Pleasure. Apesar de eu não acreditar nessa palavra, ele é um Guilty Pleasure para mim.
Ah, interessante, interessante. É, acho que Muito do que a gente vai falar hoje, né, é bem isso, né, tipo uma coisa pessoal nossa, né. Eu tava até pensando nisso que você falou e realmente, né, na época eu lembro que era tipo must, né. Eu lembro quando abriu um Extra, isso sempre me marcou, quando abriu o primeiro Extra em Tu, né, isso sei lá em 2000 e pouco ainda. Tipo, para inaugurar, para mostrar as TVs e tal, né? Porque é interior, tipo, abriu o supermercado, né?
Todo mundo, nossa, olha como tá e tal, né? Vai visitar o supermercado, né? E naquela época, anos 2000, né, cidade interior, ela tipo, pô, abriu um McDonald's, calava a cidade, né? E daí a gente começou, primeira coisa quando entrou lá, eu vi que era o filme do lobisomem americano em Paris, que a cena, né, que na época era muito foda, do lobisomem assim, né, feito em computação e tal, né. Hoje em dia você vê, tipo, parece aquele lobisomem lá do GTA, sabe, que colocam.
Mas, pô, na época era foda para caramba, né. E é um filme assim interessante, Tem seu valor, né? Acho que na época, principalmente por conta daquela cultura clube, né, que tinha e tal, os lobisomens serem clubes, né? Então lembra muito lobisomem, né, do RPG também, que os caras se organizavam em grupos lá, né, matilhas, né, em matilhas. E tinha, sei lá, cada lobisomem tinha uma função, né? Esse é o RPG do lobisomem. Mas enfim. Uma excelente escolha. Desculpa, pode falar.
Só um adendo que eu tava percebendo agora, porque no outro episódio a gente falou, eu falei do Yves Rouvet, o novo, que ele tava muito sério porque é cinema francês, o diretor é francês, e aí trazem essa pegada mais séria do New French Extremity. Eu acho que também tem isso assim, porque esse filme ele é francês, é diretor. Eu não sei se o diretor é francês, mas ele tem uma coprodução francesa. E eu vejo que ele, como ele se leva muito a sério, então uma das coisas que faz com que o filme fica abaixo do original é que ele não é tão engraçado quanto o primeiro, porque ele se leva mais a sério.
E tanto que você percebe que esse filme parece muito que foi dirigido pelo— nossa, deu um branco agora. É o diretor de Quinto Elemento, qual que é o nome?
É o Luc Besson.
Luc Besson, parece muito que o filme foi dirigido pelo Luc Besson. Parece que ele dirigiu aquele O Profissional lá com a— caralho, eu não vou lembrar o nome de ninguém.
Milla Jovovich. Milla Jovovich.
Não, aquele lá da criança, do Leon.
Ah, tá, é a Natalie Portman e o Esqueci o nome dele de ator. Jean Renoir, Jean Renoir, Jean Renoir, verdade.
Parece que ele dirigiu aquele filme, nos intervalos dirigiu esse filme de terror, porque é muito a pegada dele assim, e é uma coisa mais séria. Então acho que isso, isso talvez atrapalhe. Mas é que nem o filme de Resident Evil, por exemplo, o filme do do João. Se você olhar com esse olhar, se você for assistir o filme com esse olhar bem caninista, talvez seja mais proveitoso. Então era só isso que eu ia falar.
Boa, boa, boa. Enfim, bom, Dani, traga então que filme que você trouxe aí para gente.
Gente, vou trazer um clássico. Para mim é um clássico que é Pânico no Lago. É um filme que eu peguei para rever recentemente e que assim, ele é um filme ruim, né? Não tem muito o que discutir. Eu acho que ele é um filme, né, pelo nome, o nome já diz tudo, né? Um filme que se chama Pânico no Lago, a gente não espera muita coisa. E assim, o que acontece? O primeiro filme, ele— eu não sei se eu posso falar que ele é bom, né? Porque bom é uma palavra muito forte.
Mas eu acho que assim, o primeiro Pânico no Lago, ele saiu ali no começo dos anos 2000 e tudo mais. E assim, ele naquela época tava um pouco em alta, né, filmes com animais. Tinha saído Anaconda, tinha saído sei lá, tava meio um hype assim de filme com animais assassinos.
E aí eu sinto que aquele clássico do filme dos morcegos, lembra que a gente trouxe aqui uma vez?
Tinha também aquele filme dos morcegos, de tudo. Naquela época tava em alta ir para floresta e para o lago ser atacado, era o hit do momento. E aí meio que eu acho que investiram um pouco no primeiro filme. Tanto que tem um elenco bom até o primeiro filme, tem uns diálogos assim engraçados, né, uma coisa mais afiada também, uma coisa meio pânico também, é um filme divertido. E outra coisa que eu acho que ele tá um pouquinho acima é que ele tem os crocodilos, né, os animais que aparecem, eles são feitos à mão, tipo, é aqueles, como é que se chama, animatrônico.
Isso mesmo, animatrônico.
E foi criado pelo mesmo cara que criou lá os dinossauros de Jurassic Park. Então assim, tava no nível bom ali, né? Estavam entregando. Só que acontece, acho que depois do segundo filme em diante, uma decaída, porque aí eles viraram uma franquia dali para frente. Mas aí começou a ser feito pelo, pelo canal Ciafy e começaram a exagerar no CGI. Então a mudança visual do primeiro para o segundo filme é assim absurda. E aí eles começaram a ter uns surtos assim, né, porque depois teve Pânico no Lago versus Anaconda.
Depois teve, eles fizeram um remake que também não deu certo, mas assim, com orçamento, sei lá, de R$2 e um pacote de biscoito e uma água, né? Sim, tudo muito ruim, deu uma decaída assombrosa. Os elencos assim, não sei, eles pegaram umas pessoas na rua e deram um lanche e falaram, faz um filme aqui pra gente. É uma coisa assim meio— isso porque a IA não tava em alta naquela época, né. Hoje eles ainda, se eles quiserem fazer o filme com IA, não duvido.
Mas assim, é um filme tosco, é um filme trash, é um filme mal feito. É o primeiro filme, apesar dele ter tido um investimento ali na produção, ainda assim é um filme muito bobo, né. São jovens que estão campana no lago e são atacados por crocodilos. É aquele terror que é para ser divertido, mas eu adoro. Eu acho um filme divertido de assistir porque ele é aquele filme de terror que te entrega o que promete, né? Você já sabe que aquele grupinho vai morrer um por um, atacado de formas inimagináveis por animais gigantes na floresta.
Então Então assim, é um filme ótimo para desligar o cérebro, para não ter que pensar muito, entendeu? Ele não tem aquelas imagens escuras que os filmes têm agora, não tem aquela profundidade, não tem aquele drama. Então acho que funciona, acho que é um filme de conforto, é um filme divertido, né? Tem belas paisagens na natureza e um pouquinho de terror e um pouquinho de comédia. Eu sei que ele é ruim, mas eu amo. É um filme que eu assisto com frequência.
É um filmaço. Eu confesso que esse eu não assisti, mas você falou assim do primeiro Pânico do Lago, né? Eu lembro que tem um elenco muito bom, né? Acho que tem até aquela Bethany, acho que esse é o nome dela, aquela senhorinha, né, que já faleceu, fazia um monte de filme e tal. Brett White, né, o Glen Morrison, não sei o quê, né, que é autor do Landês e tal. Tinha um elenco foda mesmo, né. Mas, ah, esse é o destino, né, de toda continuação e tal.
Mas uma coisa que me chamou atenção, né, não sei se você lembra, que um dos primeiros projetos que a gente fez junto, que a gente reformulou, que é Romania, que era de falar de um filme só e a gente comentar sobre o filme, foi aquele filme de Do sci-fi lá, Tarampula, é lá, não, Lavalâmpula, lembra?
Nossa, esse pode entrar na lista, maravilhoso! Esse é outro filme, todos os filmes do sci-fi poderiam entrar nesse episódio, todos, porque todos são muito ruins, só que é tão absurdo, é uma criatividade assim tão grande que chega a ser bom, né?
E é assim, são coisas inimagináveis.
Não tem, não tem, não tem um IA ainda capaz de criar o que os roteiristas do sci-fi criam. Não tem.
A gente precisa inventar um tema para assistir aqueles filmes do sci-fi, porque tem aquele lá que eu quero assistir, o Ouija Shark. Não sei se você já viu esse filme, mais absurdos.
Do sci-fi.
É um bom tema, um bom tema.
Inclusive colocaria Pânico no Lago versus Anaconda, que foi um crossover que eles fizeram, que é muito ruim, é muito ruim, porque os crocodilos eles são assim, eles se transformam, e aí a gente tem muitas, né, a gente tem Anaconda gigante assim eles ficam num duelo infinito. É muito ruim, mas é muito bom.
Uma boa, uma boa. Bom, eu vou falar do meu agora. Meu filme é um assim, no primeiro episódio, o primeiro episódio eu falei do filme da Liga, né? Perdão, falei do Demolidor, o filme de herói e tal, que eu confesso que eu gosto bastante. Eu acho um filme interessante, eu acho um filme, sei lá, inovador, né? Eu gosto muito do filme Demolidor, né, de 2003, lá com Ben Affleck. E daí o Kaique muito bem lembrou que eu já tinha falado desse filme, eu tinha esquecido, né?
Que eu tinha falado sobre ele. Eu falei, ah, vou pensar em outro filme de herói, né, para manter a tradição. Porque realmente eu tentei ver o filme de terror e tal, mas eu gosto desse, eu acho que todo mundo odeia e tal, deve ter se ofendido e tal. E eu falei, ah, vou escolher um agora, né, que esse clássico que se chama Liga da Justiça da América. De 1997, né, que é o famoso filme que o SBT, né, o Silvio Santos trazia para gente, né, baseado no mundo dos heróis, né.
Só que o engraçado que por muitos anos eu falei, ah, eles não têm o direito, por exemplo, do Batman, não tem o direito dos Super bem, não tem o direito do, sei lá, outro cara e tal, né? E deve ser por isso. Eu descobri que essa série, né, desse Liga da Justiça e tal, é baseado na Liga da Justiça do Kate Richards, né, que é ali famosa liguinha, ou a Liga Europa, né, que contava com, no quadrinho mesmo, contava com Lanterna Verde, né, o Guy Gardner, tinha o Batman Tinha o Barry, não tinha, mas tinha o Electro, tinha o Gladiador Dourado, tinha a puta, esqueci o nome dela, outra mulher lá de gelo lá, enfim.
E era uma liga muito legal, né? Eu gostava disso aí, dava para dar risada, o arco todo era muito bom. Só que, né, ficou datado no seu tempo. E esse daqui É um filme para lá de divertido, cara. Eu lembro que eu assistia muito no SBT esse filme. Eu lembro que, sei lá, quando a gente, né, a gente tem que lembrar que a gente tá numa época totalmente diferente. Hoje em dia você entra, sei lá, nos streamings, tem milhões de filmes de ação, de terror, de super-herói e tal a todo momento, né?
E naquela época a gente se agarrava no que tinha. Para a gente, por exemplo, o o filme do Batman lá era o puta, o filme, né, do Jack Nicholson, Coringa e tal. Porra, é o filme, né? Nossa, que é o filme do Batman. Hoje saiu, sei lá, umas 70 versões, né, do Batman, né? E nessa época também, cara, Liga da Justiça, nossa, são todos heróis aqui e tal, né? Da gente, caramba, não sei o quê, né? A gente ficava feliz com isso. Só que, pô, Vai passando o tempo, você vê assim que tem algumas coisas que salva a memória, mas tem outras que são muito ruim mesmo, né?
Mas esse filme assim, eu tava vendo algum, vocês viram trailer e tal, relembrando algumas coisas enquanto a gente tava conversando. E esse filme tem um carinho afetivo muito grande, eu acho esse filme bem interessante. A história em si, né, a gente vê uma uma galera, né, que salva o planeta, né, de uma ameaça ligada ao ambiente, né, deixando o tema também atual, né. Um cara que provoca fenômenos, né, tipo vulcões aparecem no meio da cidade, pessoas, né, viram árvores, uma loucura só.
E era bem interessante interessante. E aí a gente, eu tava vendo aqui, né, e eu lembrei de uma coisa, que não tinha, por exemplo, uma questão de uma base, deles terem uma base, né. Porque a Liga da Justiça, até a Liga da Justiça Europa, eles tinham uma base, né, que eles ficavam no, tipo, na Lua, né. Quando na Lua, perdão, tipo um castelo e tal, né, porque tava na Europa, mas era uma base deles. E esse daqui, a galera tinha uma base que é um esgoto Eles descem para o esgoto para conversar e tal.
É muito ruim, cara. Eu não sei se vocês lembram, né, que no filme parece o Caçador de Marte, né, como um dos caras, né, que vão fazer esse recrutamento, né, da galera e tal. E eu fiquei, caramba, cara, que maluquice, né. Filme, porque não faz sentido. A mulher tipo ganha poderes do nada, né, e ela assume uma cadeira, né, de membro da Liga, né. E você pensa que ela vai ter lá para um castelo, que é onde a Liga Europa se reúne, e é uma coisa muito bizarra, sabe, tipo assim, um free talk muito ruim.
Até o Lanterna Verde, que é o Guy Gardner, Tipo, o Guy Gardner, que para quem não sabe é o Lanterna Verde do filme do Superman, né? Ele é, porra, babaca para caramba, não sei o quê. Nesse daqui, o cara, o Lanterna Verde, o cara é da hora, ajuda as pessoas e tal. O Flash também, o Flash aparece nesse filme, né? E o Flash é totalmente, ele fica fugindo de emprego em emprego Porque não consegue manter, porque ele vive fazendo muito rápido, né?
Ele é carteiro, entrega a rota dele tipo em 2 dias, nem 1 dia, tipo 1 hora, ele já termina a rota dele, né? Porque ele é muito rápido, né? Então ele tem problemas relacionados a emprego e tal, achei isso foda. O Lanterna Verde é ator, né? Ele é ator também, ele tá tentando passar no teste, não consegue. E a coisa mais clichê de todas Que é qual? Todos dividem a mesma casa, né? Tipo, vamos reunir todos os heróis, vamos dividir a mesma casa.
Então é um filme assim tonto, confesso que é tonto, confesso que tem vários problemas, mas é um filme bacana, é um filme bacana, vale muito a pena assistir esse filme aí porque tem um valor afetivo. Se eu não me engano, Ele tem no YouTube para assistir, né? O diretor também tem seu valor, apesar de ser assim, sim, nozoeira, né? Ele fez algumas coisas interessantes. Ele fez o filme do Steven Seagal que eu gosto. Acho que é um dos dois filmes que eu gosto de Steven Seagal.
Ele tá no meio, que é A Ameaça Subterrânea, também de uma bomba que lança. Ele é o diretor. Enfim, o O quadrinho, o filme todo em si é bem interessante, vale muito assistir, é bem legal, vale bastante. Tem no YouTube, dá para a molecada que nunca assistiu, vai ver o que que era filme de herói da nossa época. E para quem já assistiu essa pérola, vale rever porque é um filmaço muito bacana, muito bacana mesmo. Mas enfim, vocês querem acrescentar mais algum então? Desculpa, pode falar.
Não, você perguntou, ah, e tem a heroína de gelo lá que eu não lembro o nome, que o nome dela é Gelo.
É Gelo, né?
Tava bem fácil.
Não tem coisa mais criativa, não tem coisa mais criativa, né?
Eu também, lembranças, né? O SBT era maravilhoso em pegar filmes alternativos de filmes famosos. Você ficou falando, aí eu lembrei que ao invés deles passarem tipo Jurassic Park, eles passavam Dinotopia. E hoje eles passavam aí, tipo, a Globo ia passar o Titanic, daí eles passavam assim Titanic: A História Não Contada. Daí era uma outra versão baixa renda do Titanic, era sempre assim, eles sempre tinham É uma versão de baixo orçamento de algum filme muito famoso.
Titanic com a Capelinha Zita Jones nas cores.
Entre as antigas, esse é só para aqueles de verdade conhecem.
É, esse aí é foda, cara. Eu lembro quando eu era criança, né, tava aquela fase do Titanic e tal, deu um colega Falou, cara, eu aluguei Titanic e tal. Daí a gente, como você conseguiu? Pô, deu certo, eu aluguei. A gente foi na casa dele, né, se reuniu, porque era febre no momento Titanic. A gente chegou, o cara tinha alugado o Titanic da Catherine Zeta-Jones, cara, nunca esqueço. Puta merda, cara, sabe a frustração? Você descobriu que o mundo não é morango ali, tá ligado?
E ficou, fiquei numa vibe falando, caralho, velho, o que que eu tô assistindo aqui, cara? Eu só tenho 12 anos.
Isso eram filmes ruins que são bons.
Sim, sim. Bom, vocês querem acrescentar mais alguma coisa?
Acho que a gente pode guardar para uma parte 3, né, esse tema rede. Eu acho que todos os meus filmes favoritos entrariam nessa lista.
Só coisa boa.
Eu quero guardar para o próximo porque eu não consegui trazer o Zumbi dessa vez, mas no próximo Filmação, filmação.
Bom, então acho que é isso, pessoal. Obrigado aí porque acompanhou. Quero agradecer a presença da Dani. Obrigado, viu, Dani?
Eu que agradeço. E nenhum filme de terror é ruim o suficiente se você soubesse divertir.
Boa, boa, boa! E também agradecer a presença do Kaique. Obrigado, viu, Kaique?
Eu que agradeço. E eu quero dizer que eu quero muito um novo filme da franquia Lobisomem Americano em alguma cidade. Gostaria muito de um Lobisomem Americano aqui em São Paulo, um lobisomem matando gente na linha vermelha, percorrendo pontos turísticos de São Paulo, Cracolândia, Guruja, a Praça da Sé, lá República, lá no bairrozinho que tem as primas, lá onde eu moro. Ia ser divertidíssimo, ia ser muito bom. O lobisomem contra o porquinho da Paulista ia ser ótimo.
Podia ser lobisomem em Xota, uma cidade do Peru.
Aí, imagina, eu achei o teu pedido muito bonito.
O lobisomem americano versus o chupaco de goelinha. Nossa, esse é bom, cara.
Aí você põe, você fica gás.
Enfim, estamos aí para isso, né? Bom, então é isso, pessoal. Obrigado aí por quem acompanhou. Não esqueçam de comentar tá no Spotify. Qual que é o filme que todos odeiam, mas você ama? E também, né, curtir aí o nosso podcast aí nas redes sociais. Beleza? Obrigado e até mais!