Pretinho Básico | 16/07/2026 18h
O maior podcast humorístico do Brasil. Elenco da rádio Atlântida repercute as maiores notícias do dia do jeito mais engraçado possível. Veja muito mais no YouTube 📺: @atlantida_TV e @PretinhoBasicoShorts
Alexandre
Léo Oliveira
Rafinha Menegasso
Vini Júnior
- Churrasco em hospital e demissãoCaso de funcionária demitida por justa causa · Questões éticas e de higiene hospitalar · Decisão da Justiça do Trabalho
- Fumaça de incêndios no CanadáImpacto na visibilidade em Jersey City · Transtornos e alertas de saúde
- Mitos e fake news em etimologiaCirculação de notícia sobre caminhão tombado · Uso de Inteligência Artificial na criação da notícia · Verificação da veracidade da informação
- Profissões e relacionamentosDificuldade em corresponder sentimentos · Sugestão de contratar profissionais para evitar brincar com sentimentos
- Venda de apartamento mobiliado em CanoasApartamento de 2 quartos e 59m² · Localização no bairro Igaré · Valor de R$ 410 mil · Porteira fechada e mobiliado
Olá, Alexandre Fetter. Olá, olá, muito bom fim de tarde, amigo e amiga ligados na Atlântida. Estamos chegando às 6 horas e 6 minutos para fazer o pretinho básico deste fim de tarde de 16 de julho de 2026 com os amigos da MHNET Telecom para gritar gol sem delay. Conte com internet e Globoplay com a MHNET Telecom. Muito bom fim de tarde. Leo Oliveira.
E aí, Alejandro, tudo certo, meu irmão?
Vero, a maquininha com a menor taxa e um banco completo. O banco é o Banrisul. Seja Vero. Vini Júnior. E aí, Alexandre, como você está? Tudo bem? Obrigado, mano, obrigado. Que guri bonito, cara.
Obrigado, tudo tranquilo.
Cheiroso, simpático, inteligente. Porra, é um bom partido, cara. Olha, que que é essa, homem?
Assim não, assim não.
Que que é essa?
Comigo a gente não fala.
Por que que eu tenho que falar assim contigo, cara? Não, porque tu é meu, né?
Ainda que sou teu, cara. 99, meu brother, meu brother. Só que agora há pouco eu jurei que eu ia bater no Rafinha e tu perguntou quem é que vai bater no Rafinha. Eu falei eu. E tu, então vamos juntos.
Isso aí.
E acabou, amigo.
99, o aplicativo que te leva a viver o melhor de Porto Alegre. Rafinha Menegazzo, tamo aí.
Alexandre, desde as 5 para o Rio Grande do Sul e agora pretinho básico para todo mundo. Obrigado, meu público, amo vocês.
Ah, meu, o que que houve?
Tu acabou de receber elogio do cara, eu tô elogiando o meu público. Diferente, tá agradecendo a galera que eu vou sair de férias, eu sei que eles vão sentir minha falta.
Ele chegou, ele chega embargar a moça, porque emocionado.
Os adultos amam Rafinha, né?
Os médicos amam mestre.
Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não Boa tarde!
Olha, Xandere, bom fim de tarde! Estamos em Jersey City e praticamente não conseguimos enxergar a Ilha de Manhattan, né?
Porque eu acho que eu me enganei, tá tão puxado, é um fumo violento aí ainda, né?
A fumaça dos incêndios que estão acontecendo no Canadá, né? Centenas de florestas sendo, pegando fogo, chegaram aqui, cara, e estão trazendo transtornos incríveis na região aqui. Pedidos das autoridades para a galera ficar em lugares fechados, a máscara na rua. E realmente, cara, eu dei uma bandinha hoje de tarde ali, dei uma bandinha de manhã, de tarde ali para comprar uns discos, cara. E a coceirinha na garganta começou a aparecer.
Loucura, hein, Lelé?
Vai tomar, vai tomar seu vinhozinho.
Loucura, Lelé.
Enquanto for na garganta, tudo bem. Problema, que isso?
E qual é o problema se o cara tiver uma coceirinha no rabo?
Que ele tá fora de casa, ele é casado, Alexandre. E daí? Mas isso aí não é traição?
E aí, qual é o problema? Comer do mesmo sexo não é traição. Claro que é, velho.
Claro que não, ele não é bi, cara. Muito bom fim de tarde, Rafael Gomes.
Bom fim de tarde, Alexandre.
É o Pretinho Básico no seu melhor estilo. Os destaques do Pretinho.
Aí, né, meu irmão? Pô, e aí, meu irmão, tranquilo?
Fazia tempo que tu não vinha aqui.
Tudo bem, Dapena?
Dá uma firmadinha aí, meu irmão. Como é que tá aí?
Ótimo, né, Dapena? Ótimo. Como é que eu vou estar ótimo? Eu não tenho escolha, eu tô ótimo.
Ansioso aí, meu irmão.
Com o quê?
Israel Vibration.
Israel Vibration vem quando?
Mas o que que foi? Cada dia tem uma Quando é que vem a banda nova?
27 de julho.
Israel Vibration vem aí? Opinião, opinião. Pô, que massa, hein, cara!
Vai aparecer o fundo ali do evento.
Muito legal, mas é que ali são a fumaça dos incêndios do Canadá, né? Não é exatamente o que o Rafinha sugeriu, ainda que em Nova York se fume muita maconha, na Ilha de Manhattan especialmente.
É que eu falei com o Lelê anteriormente, ele falou uma piada.
Aliás, é desagradável, né, Lelê? Não sei se tu concorda comigo, Lelê. Nós que não somos absolutamente preconceituosos Mas somos a favor da lei. No Brasil, a lei diz que fumar maconha, vender maconha, comercializar maconha é proibido. Em Nova York não é. Inclusive, o uso recreativo é liberado. Mas, Lelê, vamos combinar, é chato, né, Lelê? É demais, né, Lelê?
Não me incomoda, desde que os caras não estejam ficando— desde que os caras não fiquem enchendo meu saco.
Olha aí, tu fumou um aí ou não?
Aliás, ó, Fetter, olha aqui na live, olha que máscara que eu encontrei.
Pode olhar aqui, tô te olhando. Olha isso aqui, olha aí, Lelê, pô, bonito, cara.
Gosto demais do Terry Swims, cara. E esse aqui eu fiquei de mostrar para o Rafinha que esse aqui é raríssimo.
Esse aqui é raríssimo, mano.
One Hot Minute do Red Hot Chili Peppers, alguns garimpos que eu fiz hoje aqui. Mas, ô, Fetter, eu falei ali no Vibe Copa, tu que já teve aqui, tu sabe que ali no Brooklyn tem aquela rua ali que tem uma parte que tu fica embaixo da Manhattan Bridge, que tu enquadra o Empire State bem embaixo do pilar, sabe?
Isso.
Daquele lugar ali hoje tu não consegue ver o Empire State, acredito, para tu ver o nível que tá a névoa, cara.
Mas tu pode responder a pergunta, Lelê?
Qual delas?
Desculpa, tu fumou aí?
Aqui?
É aí?
Claro que não, tô trabalhando, cara.
Não, não, tá, tu trabalha, teve um momento que tu não tava trabalhando, mas é bom.
Mas ele respondeu, tu perguntou, ele respondeu.
Não, ele falou aqui agora eu tô trabalhando.
Eu tomo meu vinho todo santo dia aqui depois do expediente, seja tinto, seja branco, depende da temperatura.
É o que eu me ponho a fazer aqui.
Muito bem, Lelê, muito bem. Tá respondido, Vinícius?
Tá respondido. Isso aqui é jornalismo.
Tá ótimo. Nosso ouvinte aniversariante é o Brian, Brian Goulart Kaczynski. Tchau! Ele é mecânico de motos. Legal, lembrei do Relâmpago McQueen. Tchau! Mecânico de motos de Igrejinha, fazendo 31 anos, o Brian. O Brian, me lembrei agora do Brian. O Brian, as duas referências só eu e tu pegamos. Só eu e tu, meus pais inteligentes da mesa, né, Gomes?
Do carros eu peguei também, né?
Eu acho engraçado só.
É, exato.
Tá bom. Cidade de Igrejinha, que foi onde eu, onde eu batizei meu filho Rafael, e que aqui nos Estados Unidos é carinhosamente chamada de Little Church.
Eu também fui batizado numa igrejinha.
Aí eu batizei minha filha na igrejinha também.
Muito bem. Mulher diz que faz churrasco.
Aliás, não é do Lelê, é a fumaça do Canadá.
Vai chamar o Nextel, tá? Não, o rabo dele.
Peguei a réf também. Mulher que fez churrasco.
Hoje é noite de vinho.
Hoje é Taíga.
Essa putaria aí é uma merda.
Se tu tiver com o Silvio Michel para comer um sushizinho, que eu não sou difícil.
Olha só, eu vou te falar um troço.
Não, não, o cara arrancou falando em rabo, tu não fez nada. Eu falo uma coisa Me dá uma coisa amarela para ti.
E hoje eu não vou nem te dar explicação. Se eu achar que eu devo te expulsar, vou te expulsar.
É, vai tomando.
Devo o quê?
Me explicar quando fizer as coisas.
Cara, eu só devo explicação para uma pessoa aqui dentro dessa empresa.
Muito obrigado.
Não, não é para ti, não é para ti, tá?
Tu sabe.
Olha ali, ó, vamos comer agora um assadinho ali, o que deu na tela.
Mas no hospital, na verdade, não é só para Uma, é umas 10 pessoas, mas aqui na mesa nenhuma, na mesa nenhuma, aqui na nossa sala ninguém. Alexandre é dono, é quase dono. Que loucura! Mulher que fez churrasco dentro do hospital para colegas é demitida por justa causa.
Rafael Gomes, aí é um pico nojento de fazer a carne no hospital, porque não dá, né?
Não dá, depende da área.
Cara, é por uma questão ética que não se faz churrasco dentro do hospital. É higiene, cara. É as duas coisas. Antes da higiene vem a ética, cara.
São as duas coisas, tá? A Justiça do Trabalho manteve a decisão por justa causa de uma mulher que decidiu na copa do hospital, na cozinha do hospital, fazer um churrasco numa churrasqueira elétrica, como a gente tá vendo na live. Um churrasquinho, né, com palitinho, a carne picada, etc. Mas numa confraternização não teria sido mais adequado. Como a ideia foi dela, a churrasqueira era dela e ela era a assadora, ela foi a demitida.
Recorreu dizendo que era uma confraternização da equipe e que todos ali estavam coniventes e estavam juntos.
Uma regra, uma lei para ser obedecida dentro do hospital, né, cara?
A lei.
E a Justiça do Trabalho fala principalmente pelo mau procedimento, ato evasivo da honra ou da boa fama de um hospital, certo? A indisciplina, além, é claro, do evento clandestino induzir riscos biológicos graves, certo? Em uma área assistencial sob a—
qual hospital onde foi?
Na Justiça do Trabalho não revela para a identidade, tá?
Mas eu acho injusto só uma pessoa ser punida se todos comeram.
Mas a ideia foi de quem teve a ideia, né?
Não, mas pera aí, se eu tenho uma ideia de merda e vocês embarcam comigo, só ele vai, uma treta só, eu vou, só tu vai, e vocês embarcaram.
Eu acho errado, eu acho errado.
Para mim é todo mundo, é todo mundo.
Mas sabe por que eles não mandaram embora? Porque daí fica sem equipe.
Exatamente, sem hipocrisia. Exatamente, só por isso. Mas eu vou mandar todo mundo embora no hospital a não ser a pessoa que resolveu fazer um churrasco no hospital.
Foi todo hospital, foram quase pessoas. Deve ser a galera Ali dava ver 7 pessoas máximo.
Não dá para mandar embora, não dá para mandar embora. Vamos fazer de conta, cara, o que que acontece?
Tem que acontecer algo muito grave para 10 pessoas ir embora ao mesmo tempo.
O que que acontece, cara? As pessoas estão sem noção, velho. As pessoas perderam um pouco da noção. Sério, mano, a pessoa pega uma churrasqueira dessa elétrica, leva para dentro do hospital, para copa do hospital, para fazer um churrasco, mesmo que esteja dando copa.
Mas olha só, tinha coração no churrasco?
Não era só franquia.
Por que a pergunta, Lelê, sobre o coração nesse momento?
Quero um hospital.
Tu viu meu post, é isso? É, tu viu meu post, tá falando isso, é isso?
Não, não, porque churrasquinho tem que ter um coraçãozinho, né?
Ah não, churrasquinho tem que ter coraçãozinho de galinha, concordo contigo. Mas não sei se era o caso.
As crianças, as crianças gostam do Wesley, as crianças amam o coração de galinha.
Tinha coração no hospital, Lelê, mas não era comer a doação.
Ah, é verdade.
Não, mas dá para assistir clássico com doação também, não precisa só comprar.
Quem nunca pegou a doação, faz uma chuletinha, negócio.
Faz no estacionamento então do hospital, se a gente for falar sério, né?
Todo sábado eu como um galeto ali na Conceição, ali embaixo.
Elegância.
O que que eu acho de elegância, meu irmão?
As pessoas, o que que houve, Glória Calil?
O que que aconteceu? As pessoas mal, cara, as pessoas mal no hospital e equipe fazendo um assado Cara, estão confraternizando.
Imagina, assado para os irmãos, sem discussão, o assado para UTI.
Agora estamos recebendo, velho, estamos recebendo os pacientes velhos do hospital para fazer o assadinho, velho, com o pessoal do Hospital Conceição, velho.
Não tem explicação, cara, não dá para fazer isso.
Eles salvaram uma vida em cima do laço.
Se reúne na churrascaria depois.
Era só pedir no aplicativo e come a coisinha e vem com a cena da pandemia.
Numa metáfora mal formulada, é o tapão na cara que eu vou estar tomando de vocês daqui uns dias, entendeu?
Isso nunca vai acontecer.
Eu não vou deixar.
Eu acho que eu vou te dar um—
Tem que passar primeiro por cima de mim.
Eu tenho educação. Eu tenho educação.
Eu me lembro uns anos atrás aí, uns poucos anos atrás, Anos à frente, é, alguns poucos anos a gente fez aí uma costela aí na redação, lembra?
Fomos vaiados.
Pois é, deu problema.
Imagina no hospital.
Não, não, não, mas o problema é que deu, não foi por causa nossa.
É que vem todo mundo de todos os andares.
Esse é o cheiro, né?
Não, o que cortou foi o garotão que queimou a torradeira em outro andar. É isso aí, que aí queimou nosso filme.
Aí os cara querem cozinhar ovo ali no troço, esquentar água.
É que tem uma coisa que eu preciso falar também, que eu penso, tá?
Vamos lá, Alexandre.
Tem uma coisa que eu preciso falar, que eu penso.
Vai, vai.
A empresa, antes mesmo, o teu chefe, o teu chefe não é teu amigo, beleza? É teu chefe. Ele tem que te dar ordens, ele tem que te dar feedback, tem que puxar tua orelha, tem que te cobrar. Teu chefe não é teu amigo.
Tu não é nosso amigo.
Deixa ele terminar.
Mais inteligente do que isso, tá vendo? Tem que ser mais inteligente do que isso. É mó de burro. Existe uma parceria profissional que não é amizade. Tem razão, amizade é outra coisa. Existe uma coisa também que é importante lembrar: a empresa não é a tua casa.
Perfeito.
Na tua casa tu tem lá tua torradeira, o teu frita, a tua fritadeira, teu marido, teu esposo. A empresa é o lugar onde tu vem trabalhar para o que tu recebe no final do período de 30 dias.
Eu discordo.
Eu achei que a gente era amigo.
Por que, Lelê?
E tem empresa, eu tenho, eu tenho, minha esposa tem na empresa também.
Não, mas tá, Lelê, mas eu, Alexandre também, esse hipócrita.
Mas no morro, mas quando a gente tava no morro, quando a gente tava no morro, aí era família, né? O Rafinha fazia cada uma no estacionamento.
Aí era uma família, até incesto rolava, né?
Era todo mundo muito próximo no Tu pegou o morro? Peguei o morro.
Era tão feliz que acabaram com a nossa alegria, né? Inveja, na real, né? Acabaram por inveja, né?
Ah, mas o morro tá legal, tá limpada lá. Nós fomos no morro no passado, mas tá limpado.
Tá rolando mais um documentário exclusivo original da ATL TV, de novo na locação da Rádio Atlântida do Morro, a famosa Atlântida do Morro. Tá rolando.
Sério? Que saudade que eu tenho!
Vamos em frente com os destaques do Pretinho Básico. Eu acabei nem concluindo meu raciocínio, mas é normal aqui neste programa que eu não conclua o meu raciocínio.
Mas aí é déficit de atenção total, Guru.
Não, não, não, vocês me interrompem e o déficit de atenção é meu.
Mas eu tava construindo um raciocínio junto contigo.
A gente não ia estar discutindo. Não, tu tava falando.
Não, não, não, dessa vez não.
É aí que tá o lance, nós não interrompemos ele.
Vocês não me interromperam, eu me interrompi porque eu sou débil mental mesmo. É isso aí, isso tudo não, tá certo. Não, posso ser, mano.
Olha para mim. Não, ninguém é debentão.
Não, ele é um pouco, todo mundo é um pouco.
Não, isso aí ninguém é debentão.
Tu só foi mongolão, é isso.
Faz assim, ó, conclua.
Não vou concluir. Caminhão de tadala fila tomba.
O Lelê tomou 3 tadala de uma vez.
E homens são flagrados roubando a mercadoria.
Fora, isso aí!
Não ia fora, não ia fora, não ia fora. Eu recolhi e levar de volta para o lugar.
Que dureza, meu!
Sabe que pensamento é esse? Sabe que pensamento é esse teu?
Deixa que eu vou elevar. Tô comigo, tá contigo.
Olha para o cara, ele tá falando contigo.
Não, sem personagem, sem personagem.
Não vou nem falar que tipo de pensamento é esse.
Pode me xingar, só me tira uma dúvida: tá escrito Tabala Vila ali no coisa ou eu tô enxergando mal?
Tá enxergando mal.
Tá escrito Tabala Vila, mas é que foi o da pena que escreveu. Não, não, é que isso aí certamente é portal da onde a gente tá tirando a notícia.
Isso é só um print de um stories. No caminhão tá escrito corretamente, tá bem?
O cara que escreveu, escreveu errado.
Pernambuco, um caminhão. É só ilustração.
Escreveu Tabala, filho?
Tá, mas aí o questionamento não é para mim, é para produção.
É que é só ilustração.
Quem eu confio plenamente para fazer a produção, por exemplo.
É só ilustração. Um caminhão se acidentou na rodovia de Pernambuco.
Como é que ele tá?
Tá precisando de uma doação de—
tá amarelado, Vini Júnior.
É mais forte que eu, eu sei, mas foi boa a tacada, foi muito boa.
Oi, desculpa, boa, foi boa, foi boa.
Tá pedindo óleo, galera, ele tá com a direção meio dura.
Continuando então, Gomes.
E aí, justamente por ter grande parte da carga ter tombado, isso chamou atenção de transeuntes. E é, isso é o meio de uma rodovia, então os carros foram parando E as pessoas foram pegando a mercadoria.
Que legal!
E jogando no carro e já acelerando. Então foi todo mundo meio que fazendo isso, meio ao braço.
Que legal, que orgulho! Que bonito, que orgulho para uma mãe! Que coisa maravilhosa, que coisa maravilhosa! Olha que delícia!
Um pouquinho de água para tomar um tadá.
Isso não revolta vocês?
Não, sim, ele cantando sim.
Além dele cantar, a atitude das pessoas não revolta vocês? Não incomoda vocês?
Todo caminhão que tomba é isso, né? Porque o nome disso, o nome O nome disso é chinelagem.
É verdade, é um povo sofrendo, tá?
Mas isso é tadala, né?
Comida é. Se fosse frango, até entenderia, entendeu? Que é saudade de qualquer jeito.
Não dá para roubar também, gente.
Mercadoria tão boa assim, não é roubar, não é roubar. É óbvio que não é roubar, Rafael.
Eu tô falando frango, pessoas que passam fome.
Mas é o frango vivo ou frango?
Não, o morto.
Eu tenho uma indagação: se no acidente o motorista cantar para subir e ficar só o caminhão lá tombado e o motorista—
é pior ainda.
Não, o que que tem a ver o motorista?
Ele pode sair no soco contigo. Se ele já pereceu, talvez não, não aí esse problema.
Essa eu não vou contigo.
A carga tá segurada, ele não vai sair no soco contigo. Então deixa rolar. Meu Deus do céu, ainda vocês nunca passaram dificuldade?
Vocês não veem quem é assim?
Então deixa Deixa roubar.
A frase do cara, deixa roubar.
Deixa roubar.
Tudo errado, velho.
Pelo amor de Deus, velho. Nós falamos isso no Pretinho.
Não, não fomos nós quem falamos, né? Não fomos nós quem falamos, desculpa.
Não, mas pela regra, um faz uma cagada, todo mundo faz uma cagada. É a nossa regra, né?
Eu discordo, eu não consigo concordar com isso.
Eu também não concordo, só se fosse frango para mim.
É por uma questão mesmo, mesmo assim, de educação, sabe?
De origem.
Não consigo concordar.
Eu tenho educação.
Mas roubaria uma carga de tadala.
Aí, cara, querendo, tu vai ter a minha idade, tu vai me entender.
Não, eu tenho o dobro da tua idade. Do Ivan não, né?
Tô com 72, bem vivido aqui, ó, voando, voando. Tô dando 3, 3, 3.
Por que tu roubou aquela mercadoria?
Não, 3 por ano.
Próximo destaque do Pretinho: caminhão de frango. Após 36 anos ouvindo Vamos de novo. Eu fiquei perturbado com o que aconteceu aqui nos últimos minutos. Após 36 anos ouvindo que era parecida com a prima— ah, mas como tem parecida com a fulana? Mulher descobre que o pai da prima também era seu pai.
Pai da prima era tia, desculpa.
Era o tio que era pai.
O tio é tio.
Temos uma traição então aí.
Exatamente, Lelê, exatamente. A Casey e a Alana, que foram criadas como primas, quando foram fazer um—
não, só um pouquinho, só um pouquinho, cara.
Aí me xingam, por que que não separou foto?
É por isso que eu não vou dar a foto.
Só um pouquinho, cara.
E sabe o que que é o pior de tudo? Eu vou fechar o microfone, tira o fone, desgraçado.
Tá aí, eu escuto como?
Ah, tu fica de fora, vai.
Bota a mão na boca.
Olha aí, a tua expressão foi— segue aí, Gomes, por favor.
Ah não, mas daí ele viajou.
Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, E aí um belo dia uma das duas conversou com a outra, pô, eu tenho a impressão que a minha mãe um dia falou sobre um caso de traição dela e eu tenho impressão que foi com meu pai, pelo que ela falou, mas eu não tenho certeza.
E aí logo após uma delas precisou fazer um procedimento, um procedimento cirúrgico, e elas foram ver se eram compatíveis. E não é que elas eram eram compatíveis. Elas eram extremamente compatíveis, de um jeito que primos não deveriam ser. E aí a médica disse para elas: olha, vocês são irmãs? Não, mas não tem como. E aí fizeram um teste de DNA com o tio, que ele é, no caso, pai de uma delas só.
Eu é o pai!
E descobriu que o tio era pai das duas. Só que a mãe e o outro, o outro o pai, entre aspas, traído, o corno, já faleceram.
Então agora não tem como buscar a prova dos 9, a prova da janela.
Não tem como buscar, né?
Não tem, não tem, porque não tem como confrontar, né?
É porque o exame de DNA, como o DNA em comum das duas é da mãe, né? Mãe, caso para saber se elas realmente—
eu nem te disse quem que é o DNA.
Da mãe, tá?
Não, eu só perguntei, não é nem tudo é piada aqui, Rafa. Às vezes as pessoas não querem me entender a notícia.
Não, mas a notícia— não, não, só um pouquinho.
A notícia tá muito clara. Não, não tá muito clara.
Não tá muito clara? Tu te atrapalhou na manchete.
É difícil a notícia.
Não, não, é que quem atrapalhou foi o Vini dizendo que o tio era— que o pai era tia.
Eu, Gomes, por favor, eu me atrapalhei na manchete?
Não, sim, sim, sim, tu te atrapalhou.
Que dobradinha vocês estão fazendo hoje!
Jogou e jogou e mais ainda. É, não, hoje é fácil.
Hoje era Em alguém eu tenho que confiar aqui, é no meu produtor. Ah não, então tá, o cara que fala iPhone, 17 iPhone, isso aí.
Não, mas cada um, cada um.
Mas tá, e aí, cada um tá na fila, cara.
Tá claro, cara, as minas são irmãs e não primas, ou seja, um dos pais pulou a cerca com uma das mães, morreu, né? Os dois morreram, tá?
Então vida que segue, ganhou uma mana, pronto.
Que pecado, mana, não é?
Mas a questão, a questão que eu quero entender é o seguinte: O, o, a traição foi com— olha só um pouquinho, não, é que é o seguinte: a mãe de uma pegou o pai da outra. É isso que eu quero saber, tá? Beleza. Só que a mãe da outra, de quem que era o parentesco de sangue do pai?
Elas são meia-irmã.
Tudo bem, cara, mas o parentesco de sangue do pai era com a mãe ou com a tia, ou ele pulou? É isso que eu quero saber.
Não, Lelê, obviamente ele não transou com a irmã dele.
É, tudo bem, cara, mas eu quero saber se as duas mães eram irmãs ou se a outra que ele transou podia ser mulher da irmã da mulher.
É que se a mãe de uma ficou com o pai da outra, significa que as mães eram irmãs.
Alexandre, pois não?
Vamos nos colocar no papel de quem está no carro.
Ah, vai merda! Que personagem é esse?
Que isso?
É o Vinícius Calil! Ele não é assim, ele não é assim.
Vocês me chinelando, para com isso!
Mas é que não é tu, é ele. Deixa o cara falar.
Mas eu conheço ele, a dúvida que eu tinha, o Rafael acabou de tirar.
Então eram duas irmãs, uma irmã traiu a outra, é isso?
É isso.
Pronto, era só isso.
Só isso.
Só que os envolvidos todos morreram, Lelê, e não tem mais como fazer DNA.
Isso, não dá para fazer hoje. Fala, Vini. É o Vini que vai falar agora, gente.
Era justamente isso que eu queria entender. Não, é sério, cara. Pensa que se nós aqui no estúdio não estamos conseguindo entender, agora o Lelê e o Gomes já resolveram. Já, beleza, mas é que foi no timing que eu fui interrompido.
Aí o Lelê, a gente é mais burro que a maioria do programa.
É assim, todo mundo interrompe.
Não, cara, mas eu garanto que um monte de gente tinha a mesma dúvida que eu.
Exatamente. Ah, daí ouve podcast depois, volta na live, né? Tem podcast para isso, claro.
Mas fica tranquilo ali, é que a gente Quinta-feira, Lelê. Pô, TBT, vamos servir hoje. Onde hoje? Aí, tio, onde tu quiser, tu escolhe o lugar, eu vou contigo. Não, vamos no céu.
Onde eu quero ir, tu não vai comigo, certo?
Clube das Mulheres?
Não, casa. Eu quero ir para casa.
Hoje é panqueca, não vou hoje.
Panqueca, tô louco para chegar em casa comer uma panqueca. Bota uma para nós então aí, Lelê. Comeu pão? Piorou essa fumaceira, hein, Lelê?
Cara, tá horrível, cara.
Que loucura isso aí, Lelê.
É, cara, é uma situação bem complicada mesmo, cara, porque esses avisos que chegam aqui nos aplicativos de previsão do tempo, né, cara, é impressionante. Mas vamos lá então, vamos ouvir o programa aqui, ó. Esse material aqui, ele é um pouco mais antigo, tá? Foi da terça-feira, mas ele não foi lido, né?
Não sei, Lelê, não foi lido não.
Não sabe? Imagina.
Ouvindo o programa desta segunda-feira das 13, ouvi um mangolão falando que não sabia o que fazer com a mina, que não correspondia os sentimentos dela e pipipi papapó. Ouvindo isso, vim aqui registrar o meu relato. Tenho 30 anos, me separei de um casamento há quase 2 anos, passei por essa fase de ficar com pessoas maravilhosas e não conseguir corresponder o sentimento que elas tinham por mim. Comecei a sair, ficar com pessoas diferentes frequentemente, mas para conseguir um carinho no amigo era um empenho, conversas, atenção e principalmente a mascada Illuminati.
O carinha, coisas que me desgastavam.
No amigo, eu tô lendo o email aqui, né, cara? O rapaz se referiu ao Bilal como amigo, né?
Então vamos lá, deixa o cara.
E principalmente a mascada Illuminati, coisas que me desgastavam física e emocionalmente. Foi então que descobri um site maravilhoso no qual você vai lá, paga e fica com mulheres maravilhosas, faz o que tem que fazer, sai feliz e vai embora. Se tu tá indeciso, não sabe o que quer, contrata um profissional e não brinca com o sentimento de outra pessoa. O mundo é uma bola. Queria opinião dos tigres do Porã, Rafinha, dos tigres do programa, Rafinha e Porã, os tigres do Porã, e do véio sem paciência que é o Lelê.
Estou certo? Desculpa o email longo, obrigado por alegrar meus dias. Rafinha, manda um mãe para mim aí.
Mãe!
Rafinha, valendo R$1.000.
Vou assumir agora esse bordão então.
Ah, mas eu acho que é isso aí, cara, para não ficar brincando com sentimentos aí das pessoas, ele pode contratar profissionais.
É isso aí, valendo R$1.000. Qual a Eu vou ter que ler ele mesmo, meu filho.
Que que eu— a gente deve aconselhar o ouvinte. Do que que tu gostaria, Leda?
De ir embora.
Cara, eu confesso que eu não prestei atenção no email.
Eu sei, eu vi, eu vi tudo. Todo mundo viu.
Tu e o Gomes, o celular, acho que estavam falando.
Ele me mandou uma mensagem.
Ah, era o assunto?
Ah, vocês mandam mensagem durante o programa?
Mas aí não pode, né?
O Léo me manda uma mensagem.
Deixa eu te falar uma coisa, ele é o produtor do programa.
Eu sou o quê?
Quem que é o som do programa? Qual é a relação que o âncora e o produtor tem?
Não sei.
Amor direto sobre o programa, direto sobre o programa.
Se ele te der uma carona, se ele te der uma carona e botar DJ bobo, não entenda mal. Só um pouquinho, só um pouquinho.
Que que houve, gente? O que que o homem está mandando?
Ele tá rindo das piadas aí que a gente tá fazendo.
Killer, tá killer. Killer, The Little Ball.
Eu tenho uma informação.
Qual é a informação, Rafinha?
Na verdade, a audiência me mandou.
Pera aí, tem alguma informação? Break news!
Recebi várias mensagens, eu não sei o que que eles têm mandado.
Onde vieram as mensagens?
No Instagram.
No Instagram?
É a única rede social que eu—
TikTok tu não trata? Não tem TikTok, só TikTok, que ele usa para dormir. Deveria ter vários, todos.
Mas eu não tenho, eu tô—
Tinder, né?
Tinder ele não tem. Tinder, Grindr, Grindr ele não tem.
Oferta, lembrei de ti hoje que tem uma, pegar um stand.
Segura um pouco, Lelê, eu chamei informação. Fala, Lelê, informação é prioridade.
Tem um stand da FIFA em frente ao outro, a estação de trem World Trade Center, que é chamada de Clubhouse, FIFA Clubhouse.
Ah, é legal.
Tava cheio.
Pega outra, que show!
Tinha uma fila ali, tinha uma fila. Obrigado, Meregazo.
Qual a informação, Rafael Meregazo?
Estão dizendo que o Notícias do Caminhão é fake, né? Tô falando sério, que foi gerado por IA.
O Goni tomou 3 Tadalas de uma vez, o Goni tomou 3 Tadalas de uma vez.
Eu recebi uns 10 direto dos caras, meu. Ele disse que é fake. Agora não sei.
E agora, meu, cabe a quem acusa, cabe a quem acusa o ônus da prova. Eu confio na minha produção.
Tá, mas eu não disse que eu não confio. Outro dia eu dei uma informação, eu acho que o cara tinha morrido, e ele foi lá, pesquisou, e realmente tinha morrido. Magrão do tiro do peito.
Acho no mínimo desconfortável. Ah não, tu quer dizer assim, a produção assim, então quando eu trouxe o troço, pode ser fake.
Eu pesquisei, eu achei, eu achei que podia ser fake, mas eu achei em dois portais e tava lá nos dois portais.
Quais portais? Notícias da Hora, ponto com.br, Notícias Kentucky.
Agora, se for fake, eu vou queimar o portal.
Mas queima, é o da casa.
Mas se o portal dá notícia fake, não precisa queimar, só para de seguir.
Fala aí, da pena. Bom, primeira coisa, um jornalista vai trazer informação.
A minha informação não é jornalista, trabalho veículo de comunicação.
Claro que eu duvidei também.
O que que houve da pena?
Beleza, seu pé para queda da sociedade.
O que que houve da pena?
Primeira coisa, quando tava escrito tabala fila, não adianta. O Ivo ali alertou.
Mas eu tô louco.
Ó, ChatGPT, caminhão de tadala fila é fake? Sim, a história de um caminhão carregado apenas de tadala que tombou é fake.
Trata-se de um bebê.
Essa é a grande verdade.
Eu faria a mesma pergunta 3 vezes. Eu faria essa pergunta 3 vezes para inteligência artificial, por experiência própria.
É que todos os sites que tem a notícia assim é tipo assim que o Vitor falou, notícias que eu tanquei, ponto net.
Jornalista Zeca, onde a produção pesquisa?
Porra, produção, mas também aí não dá para te defender, né, produção? Eu boto aqui a minha mão no fogo por ti, produção.
Mas eu não quis prejudicar ninguém, eu só trouxe uma informação.
Tava mexendo no celular durante o programa, mas é uma verdade também.
Desculpa, eu vou enredar. Eu vi o vídeo aqui, porra, não é que é IA, é IA pra cacete.
Olha o vídeo, mas meu cérebro, então só um pouquinho. A Lívia disse que você tá gostando. Amarelinho pra ti, né?
Deixa eu ver, deixa eu ver.
Não, não, toca aí, toca aí, deixa eu ver. Pelo amor de Deus, cara, essa é a grande verdade.
Deixa eu ver.
Para aí, velho. Então vamos, eu quero o original, o bordão com original. Neto, por favor.
Neto, Neto, acorda, imbecil! Oi, é só o garotinho Rafael Gomes. Isso aqui enganaram você, garotinho, que enganaram o Ronaldo lá com as guria. E essa não é a grana de verdade, ô Rafael Gomes. Isso aqui é fake, mano.
E aí, e aí, e aí, velho? A Marília é tona?
Ah não, porque eu só dei uma notícia que a audiência mandou, eu não tenho vergonha. Agora eu pesquiso aí, eu vejo que isso é fake.
Tá bem, é verdade. Agora, e se tu vê que é fake, ele não vê que é fake, eu tenho um problema. Tem, é, tem um problema. Acho que tem, acho que eu tenho um problema, Mike.
Assim, irmão, o vídeo, não, é do lado de você, ridículo. Não, meu sério, não. E assim, e tu vê que não tem, não, cara, numa caixinha. Para quem não tá vendo, é uma caixinha. Isso aí é o Ozempic, cara. Olha ali, por favor, se puder ver o vídeo, eu queria tua opinião.
Não, tá louco, ô Gomes, tá? Não, mas boa. Que decepção, Gomes.
Muitas vezes acontece.
Que decepção, Gomes.
É que tu tem que entender que isso é o Produtor do Pretina.
É bem-vindo, Rafael Gomes.
Tá louco! Bem-vindo, Rafael Gomes, seja bem-vindo ao clube! Que loucura! Bota uma para nós então, pô.
Eu vou mandar o vídeo na live.
Manda, manda na live o vídeo para gente, porque nós temos que exorcizar esse momento no programa.
O vídeo é muito tosco.
Tá louco, Gomes! O que que aconteceu contigo, Gomes?
Acontece, acontece.
Tem pinta de mangolão, jeito de mangolão, ele é mangolão gabardo!
É que vê as notícias, que é a cara do programa, O cara nem pesquisa, o cara só bota.
Ah, tá bom. Aí o Fede disse que bota a mão no fogo, a gente tem que pesquisar.
Olha a mão dele como tava, queimou, chamuscou aqui, ó.
Vai queimar de novo.
Olha esse chinelo aqui, cara.
E eu trouxe com o maior cuidado, tão dizendo que era fake, eu não detonei ninguém, eu não detonei.
Eu disse, ó, agora quando eu vi o vídeo, eu fiquei com vergonha, eu fiquei com vergonha, fiquei com vergonha. E outra, quero pedir desculpas o povo brasileiro, né?
Porque quem paga o vale é você.
Pague o vale, você também.
Se fosse real, seria real, mano, seria real. É óbvio que a galera ia se grudar, é óbvio que a galera ia se grudar.
Mandei lá, Evita, na live, já mandei no WhatsApp da live.
Gostei do depoimento de Léo Oliveira, que disse que ia se grudar nas caixinhas de Tadá. Deixa roubar, deixa roubar, dizer.
Isso aí, ó.
Aí a próxima frase do o homem do cartaz. Deixa roubar, salvamos eles.
Olha só, deixa eu trazer uma informação aqui dos nossos amigos da CCGL. Tem coisas que carregam muito mais do que sabor, carregam história, tradição e o trabalho de milhares de famílias. O orgulho da nossa terra vive no coração de cada gaúcho e a CCGL leva esse sentimento para tua casa. Em um produto saudável, prático e nutritivo: o leite. O leite valorizando cada— tem a lei e o leite valorizando cada etapa da produção, garantindo qualidade, pureza e confiança desde o campo até a mesa das famílias.
Porque quando valorizamos a nossa origem, levamos junto o orgulho de ser gaúcho. Afinal de contas, aqui tem o sabor do nosso chão. CCGL, leite de verdade, gaúcho como a gente.
Uma barbaridade, seu tapa na cara da sociedade. Tela, tela aí, a imagem para você ver.
Olha lá o vídeo da galera roubando tadala no caminhão que tombou. É óbvio que aí, ah, pelo amor de Deus, cara, isso é um ridículo bizarro, cara.
3 pés.
Não, tem um tiozinho que ele vai pegar as porras das porcas com a mão ali, e aí quando ele puxa a mão tem uma sacola no meio, já se materializa ali já. Tá louco, Gomes, que vacilo, Gomes!
Acontece, acontece.
Cara, isso aí assusta todo mundo. Veio, veio, viu?
Veio, veio, viu?
Agora. E aí, Lelê?
Olha lá o beijo com a sacola!
Que vacilo aí, Gomes, pelo amor de Deus, velho!
Tá louco, tava estranho desde o Tadala, fila.
Eu falei, não, mas isso aí é um email aqui pro Rafinha sobre óleos cor de mel, já matando esse assunto aí do Tadala, que é fake. Não vamos dar muito valorização, não vamos valorizar no assunto que é verdadeiro. Cala a boca, deixa eu falar. Não vamos valorizar muito que é fake, já que o assunto é fake news. Óleos cor de mel, já que o assunto é fake news. Boa tarde, boa tarde, concordo com o Rafinha. Ele tem os olhos cor de mel.
Se é qualquer outro integrante falando que tem os olhos cor de mel, o Rafinha iria esculachar de putão, mandar tomar jeito de homem. Pega leve aí, Patrick Swayze, depois daqui, meu.
Aí é grosseria total, né? Não, não, isso aí. Aí olha como ele gosta lá, ó. Ó, quando ele barrou, eu achei engraçado.
Não, não, não, vale seu bem solo do programa.
Eu achei engraçado. Em 4 anos, pega leve aí, Patrick Suez. Depois daqui, minha sua fã do anão manda aqui Eduardo Correia.
Isso que é fã, né? Isso é fã mesmo.
É ouvintão do programa, né, cara? Tem a manha do programa.
Depois daqui deu ruim, né?
A gorda da sala disse: aí sim, pô, meu Gente, a gorda da sala disse, vai, abre aspas para Rafinha.
E a gorda da sala, que o Nai de Silva mandou essa piada.
Nelson Rodrigues escreveu, a gorda da sala, Nai de Silva mandou essa piada.
Piada para o Rafinha. A gorda da sala disse, gente, acho que estou com febre. Aí o Rafinha olhou bem sério, respondeu, febre não, isso já passou da febre. Nome disso é aquecimento global. Continua assim, vou começar a emitir um alerta climático. Não tinha lido a piada, de mau gosto, peço desculpas para vocês. Dá um mau gosto extremo, hoje tá se puxando, né?
Eu pensei que seria mais fofo. Febre? Não, tu tá com febrão.
Não, mas só porque a piada já começa ruim, né?
A gorda já começa ruim, começa ruim. Então eu vou ler outra Vai no outro então.
Olá, Pretinho.
O Gordo, vai.
O Gordo Gomes é um sincericídio aqui. O Gordo Gomes, todo mundo sabe que você não aguentava mais disfarçar o puxa-saquismo e criou o Sandrinho.
Tanto que às vezes que tu leu aí não é o artigo definido singular masculino, é um, é uma, como é que fala, é uma, é uma expressão para chamar atenção.
Ô Gordo Gomes, interjeição.
Não, acho que ele tava apontando Como o Gordo.
Exatamente, eu acho que ele tá pontuando o Gordo.
Adverbo de lugar.
Mari também entendeu a frase?
Não.
Quer que eu comece de novo?
Quero.
Gordo Gomes.
E o ô?
Ó, tem um garotão aqui, tem GG Gordo Gomes. Eu preferi o Gordo Gomes.
Tá.
Ah, então tu botou todo mundo sabe que você não aguentava mais disfarçar o puxa-saquismo e criou o Sandrei. Tanto que às vezes você sai do personagem sem perceber. Mas parafraseando Rafinha, vulgo Miniman, que pica fria essas listas de músicas! O programa vira lista mais classificados e acabou o programa. Vini Moura.
Ah, é para todo mundo, para você garantir, cara. É que eu entendi que era um sincericídio só para prestando atenção. Não, tu não lê direto e reto.
A sequência correta é a seguinte: Gente, piada, risada, e não o contrário. Rafinha, o magnímimo, magnímimo, magnímimo, magnímimo. As crianças não amam o mestre, elas não entendem, e você não precisa estar sempre envolvido em todos os assuntos. Ah, isso a gente fala para ele, mas ele fica bravo, vai me atrapalhar no meio. Desculpa. E definitivamente fica com o Mestre, o Fê, que a imitação não deu. E acabou, amigo Galvão, né? Tá estourado.
Gordo Léo, você é a alma da dinâmica do programa, mas a alma tá saindo do corpo junto com os quilos eliminados. Os personagens estão se atropelando. Lembra do timing. Seja o gordo raiz com piadas e tiradas inteligentes no momento certo.
O programa não precisa de ter dois Vê que estou no teu derretendo, no teu gordo vai derreter.
Lele, traga um pouco do ranço do Bola nas Costas, confesso, mas seja apenas o velho. Tá explicando pilhado demais com os Quinta Série, toda tirada dos cara você quer tecer uma tese para explicar. Seja sucinto ou manda logo todo mundo à merda, a idade permite, Leandro. Adam, diferente do Lele, o Adam é diferente do Lele. Trago junto a simpatia do Bola, mas acaba aí. Jorginho não é legal, as piadas são ruins, mas te apega no antelóquio. Esse sim ficou genial.
Sim, mas agora não faz mais sentido.
Neto Fagundes confessa que é difícil queimar o esplendor da cultura gauchesca do programa, mas tem que dizer, tá parecendo humor zorra total, é só bordão. Ai, paizinho, aceita a moto? E por aí vai. Introduza mais histórias do nego velho no programa. Cara, é o primeiro cara que eu vejo detonar o Neto.
E falou de 3 bagulho engraçado para cacete.
Magnânimo, o mentor, o cara que quer largar mas não larga. Para com Observem Neto Fagundes. Primeiramente, programa de rádio, não dá para observar. E antes que alguém fale que tem lá, muito bem colocado isso aí.
Não é colocado bem colocado, eu vou explicar. Não terminou, não importa, não é bem colocado. Quem deve observar Neto Fagundes é os presentes na mesa. Os presentes na sala, não é o ouvinte. E ainda assim, o ouvinte que pode ver o programa pela live, pela tela, ele pode sim observar Neto Fagundes, Lelê.
Mas tu sempre diz pra gente priorizar o ouvinte, não quem tá vendo pela tela.
Na primeira instância, Lelê, é quem está dentro da sala deve observar Neto Fagundes.
Lelê, verdade, não precisa ser uma tese sempre pra explicar alguma coisa. Voltando aos seres Éter, antes que alguém fale que tem live, as observações são para o restante da bancada. O legal do programa é a bagunça desenfreada que te faz querer largar. Piadas e cutucados à parte, sempre escuto na volta do trabalho neste trânsito de Floripa. Abraço, vida longa, o Thiago Padilha.
Valeu, Thiago, obrigado aí pelo teu email, irmão.
Obrigado, irmão.
Dia 20 de novembro em Floripa, showdofretinho.com. E amanhã show no Boteco em 11 minutos para 7, tá na hora de fazer os classificados do Pretinho para CCGL e outras. As listas são espetaculares, é verdade, as listas são maravilhosas. Não gosta da música, da lista, quem não gosta de música. CCGL é leite de verdade gaúcho como a gente, e JP, o vinho de mesa mais lembrado pelos gaúchos JP, o vinho preferido do Sul Gomes. Um apartamento, apartamento, fazer apartamento mesmo.
Não gostou?
Não tem mais carro?
Você não gostou que vamos vender um apartamento?
Qualquer coisa, cara, para mim pouco me importa se tu gostou ou não, se nós vamos vender um apartamento.
Ele tá tri bem hoje.
Alô, Maionese?
Fala, Pretinhos! Oportunidade para quem quer ser vizinho do Lelê.
Olha aí, eu quero!
Vendo apartamento totalmente mobiliado com 2 quartos e garagem coberta no bairro Igaré, em Canoas. O apartamento tem 59 metros quadrados, fica no último andar da torre com uma vista linda e aquela paz de nunca escutar vizinho arrastando cadeira de madrugada. E vai ser vendido todo mobiliado.
Aí é legal que o cara não passa trabalho, isso é bom.
É porteira fechada mesmo. O imóvel conta com móveis planejados, cozinha completa, sala mobiliada. 2 banheiros mobiliados, 3 ar-condicionados split, varanda com churrasqueira, cama queen com box baú, armários nos quartos, geladeira, cooktop, lava-roupas e lava-louça. É top, é literalmente só entrar e morar.
É um bom lugar para recomeçar esse aí, hein?
O condomínio tem tudo que precisa: piscina, academia, salão de festas, vizinhos, playground, bicicletário, Localização ótima, com academia e padaria em frente ao prédio.
As coisinhas, rolou na academia do prédio, rola na academia da frente ou na padaria.
Farmácia na esquina, os guris, além de ficar poucos minutos do Parque Shopping da Ubra. Valor: R$410 mil.
Quantos metros quadrados?
59.
Pode repetir o valor?
R$410 mil.
Tá todo mobiliado, cara, é só entrar e morar.
É porteira fechada.
Tá, mas pensa que tem os móveis do Se fosse comprar tudo aí, ia sair caro.
Não, mas, ô cara, é outra configuração de imóvel hoje em dia. 50 e poucos metros quadrados, é um estúdio, tem de tudo dentro.
Isso é para o cara que tá solteiro levar o casal, fazer um bumbum.
Isso é para tu fazer um H.
Primeiro, não é para tua fase da vida agora.
Tu tá veterano, pega uma iniciativa.
Sushi, vinho branco e caixa.
Não é para tua fase agora, apaixonado pela família.
É o cara aposentado, não faz mais nada.
Nós, óbvio.
Chiquinho mole. Não tem sentido tu tá mole, Chiquinho.
Sim, aliás, aqui na mesa eu, tu e o Lelê Temos essa mesma vibe.
É verdade.
Talvez não, tu não. Vocês, o resto é tudo fumado.
Só tem um vivo.
O resto é tudo fumado.
Tudo, só tem um que tá vivo.
De resto é tudo morto.
Calma que eu não dei o contato do cara. É um apartamento completo com móveis elétricos e a preço de apartamento vazio.
Móveis elétricos?
Móveis e elétricos.
Eu sou micro-ondas, eu sou roupeiro.
Mais importante no @ap.igara. Vai lá, ap.igara. Abraço, frentinhos!
Amarelinho para ti, Vi. Tá expulso também, né? Não, é azul, azul.
Não, é os dois expulsos.
Pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí.
Manda nisso aqui ou eu vou ter que ver os aqui?
Eu tô só avisando que os dois já tinham amarelo.
Eu não tenho amarelo, mas pode ser Azul, cara. Olha só, o Léo não tem amarelo. O Léo não tem amarelo.
Tirou o meu amarelo.
Eu não tirei teu amarelo.
Não, não tirei teu amarelo.
Expulsa o Gomes, ele tá arrebentando no programa.
Não, olha só, é o Vini o expulso.
Não, é vermelho.
Olha só, o produtor traz uma fake news.
Eu levei amarelo, gente. Só um pouquinho, vocês estão loucos, vocês estão tudo louco.
Isso é verdade.
Só um pouquinho, fala, Vini.
Eu preciso muito voltar no segundo bloco.
Por quê?
Eu preciso falar um negócio.
O que tu quer falar?
Não, no segundo bloco.
Fala agora.
Por favor, vai chorar. Achei que ele vai chorar.
Vai meter essa por cima de mim, por favor.
Tira o amarelo de mim.
Essa tu vai meter? Calma só um pouquinho, agora é ele. Tu tem um troço importante para falar que vai mudar a tua vida, ou a vida mais importante, a vida de alguém? Pode ser que sim. Não pode ser que sim.
Se tu meter uma cagada, nós vamos dar em ti.
Já valeu, tu já tá expulso amanhã se tu fizer uma cagada.
Tem certeza?
Olha só, olha só. Só pode sair, por favor.
Vai me expulsar mesmo?
Vou te expulsar mesmo.
Vai, é lamentável.
Ia mudar a vida de alguém.
Eles não te respeitam.
Tira o fone e sai.
Deitou na tua cara. O produtor traz fake news e tu briga com a gente.
A culpa é minha porque eu não sei ser chefe. É isso, o alemão te expulsou.
Você ficou com fogo.
Pegue o seu banquinho.
Quer filmar? Manda para mim. Beleza.
Quer fazer doação de sangue?
Vai, deixa para mim, dá para mim que eu faço. Dá para mim a doação de sangue que eu faço.
Agora ele ficou bravo, ele ficou bravo.
E ele falou uma verdade na saída ali, ó, quem manda é o gordo.
6 minutos. Oi?
Ele falou quem manda é o gordo.
Não, não é, sou eu quem manda aqui.
Ele não falou isso.
Sou eu quem manda aqui. Quer ver que sou eu que mando aqui?
Não parece.
Quer ver que sou eu que mando aqui?
Tu viu o que ele falou?
Quer ver que sou eu que mando aqui?
Cala a boca.
Quer ver que sou eu que mando aqui?
Vai me expulsar, é? Vai me expulsar?
Tá expulso, pode sair, tá expulso.
Mas esse é um amarelo, não é de expulsão.
Ele já tinha um amarelo.
Eu não tinha amarelo.
Não tinha? Então tá aqui agora, vai ter. 2 amarelos e 1 vermelho. Pode sair. O cara trafica em News e pode sair, pode sair, pode sair. Rafinha, tá tudo bem para ti ou quer sair também?
Não, eu só fico.
Quem é que manda no programa?
É tu que manda.
Eu que mando? Tá legal, ótimo. Gomes, quem é que manda aqui?
É tu que manda.
Sai, sai, vai, vai. Ó, virou café. Arbitragem. Virou café. Muito abobado. Virou uma pura, não é que virou muito abobado.
O Pretinho Músico volta já agora na Atlântida.
Memória de elefante.
Elefante Letrado apresenta Palavra do Dia.
Parsimônia, P-A-R-C-I-M-Ô com acento circunflexo.
Parsimônia vem do latim e significa o ato ou costume de economizar, agir com moderação ou cautela, evitando excessos e desperdícios.
Uma pessoa parcimoniosa costuma usar seus recursos, seu tempo ou suas palavras de forma cuidadosa e equilibrada.
Ó, gostei da nova síndica, hein? Falou com parcimônia durante a reunião, Escolheu bem ali, ó, cada palavrinha.
Gostei dela, tem futuro.
É verdade, concordo contigo, Rogério.
Elefante Letrado, a plataforma de leitura das melhores escolas do país.
Acesse Elefante Letrado nas redes sociais e descubra mais.
Memória de elefante. Para mais curiosidades, acesse elefanteletrado.com.br. 7 horas e 3 minutos, estamos de volta com o Pretinho Básico. Agora um pouquinho mais sérios, eu quero fazer um comentário contigo, Lelê. Estávamos, Rafinha e eu, aqui comentando, te olhando aqui na live, olhando a tua expressão já um pouco. E não é, não é, não é bullying nem demérito, tá cansado, Lelê, né? Tá mais de 30 dias fora de casa, fora da sua cama, do seu conforto, né?
Da sua, longe da sua família, especialmente do filho, filho criancinha, pequenininho, ainda dá uma saudade, aperta o coração, né, Lelê?
E eu confesso ainda que o seguinte, né, cara, essa diferença de uma hora de fuso, se eu fizesse contato com meu filho todos os dias, eu atrapalharia a logística da mãe dele com ele para botar para dormir. Então eu tive que abdicar desse contato diário por vídeo para não ferrar ela, né, que ela já tá com todas as atribuições de mãe sozinha aí. Então realmente eu abdiquei disso, cara, e E, bah, cara, eu já falei diversas vezes, saca, velho?
Isso aqui, viver isso aqui é um sonho, cara. Eu sempre quis estar aqui, eu me preparei para estar aqui durante muitos anos, trabalhei para estar aqui durante muitos anos, não passei por cima de ninguém, fiz tudo que tinha que fazer. E, cara, realmente eu tô vivendo um sonho aqui, cara. Mas esse período longo dessa nova Copa do Mundo, eu acho que ele vai pegar muita gente, cara. Tem muitas equipes de reportagem aqui que já foram embora, né?
Obviamente, muitas colegas nossas aqui, né?
Claro. E a gente tá ficando até o final porque realmente nós temos os direitos comprados e vamos poder fazer até o final. Mas realmente vai ter esse período longe de casa. Por mais que tu esteja num hotel de absoluto conforto, sabe, a gente tá conseguindo se alimentar bem aqui, a gente tem nossos momentos de lazer, cara. A saudade de casa, ela realmente, ela começa a bater num determinado momento que tu sim, cara, tu te esforça para estar bem aqui, Mas a própria fisionomia às vezes mostra mais do que o tom de voz, né?
Porque realmente assim, a gente tá um pouco cansado, a gente tem saudade daquelas coisas ali do arroz e feijão, sabe? Das coisas que não tem aqui, né? É um sonho, mas é um trabalho também, né, cara?
Não é esquecer. Foi espetacular. Foi porque a gente já tá, né, obviamente acabou a Copa, né? Domingo acaba a Copa e tudo volta ao normal e tal. Mas foi um show, cara. Vocês deram um show aí. A galera, a equipe da RBS que foi para aí deu um show, velho, de verdade.
Tu sabe até, Federico, que uma pessoa, um amigo meu, comentou comigo esses dias e falou, pô, cara, tu não fez nenhum conteúdo ainda de compras de disco e tal. Eu falei, cara, não fiz porque eu não tive tempo, não deu tempo, né? Porque realmente a gente não tem às vezes o deslocamento. Hoje de manhã até eu fiz pela primeira vez, eu entrei numa loja de disco com calma, mostrei e tal, porque realmente eu botei na minha programação assim, os últimos 2 dias depois das semifinais a gente vai ter um tempinho a mais, e depois na segunda e na terça-feira a gente tem ali algumas horas livres ali, né, para fazer umas comprinhas e tal, né, para levar as coisas para os amigos, para família e tal.
Pois é, então é isso, cara, é um trabalho muito legal de fazer, cara. Mas realmente qualquer— e aí eu me lembro daqui, penso muito naqueles caras assim das bandas, né, Fê, que fazem turnês mundiais. Às vezes os cara ficam 5, 6 meses fora de casa, velho, sabe? Por isso que muitos dos grandes artistas viajam com a família junto. Exato, tem grana para isso, né? Porque daí pelo menos faz uma diferença.
Olha, ele é muito bom. 7 horas 6 minutos, vem aí mais um campeão de audiência na programação da Atlântida. Vota então, Lelê, quem é o craque do episódio para ti hoje?
Ah, eu ia votar no Vini, o Vini tava bem, o Léo tava bem também, mas eu vou votar em ti pela autoridade que você exerce como árbitro. Às vezes é aquela arbitragem meio assim do infantino assim, né? Mas enfim, né, mostrou que veio, né?
Muito obrigado, Lelê, muito obrigado. Obrigado. E o teu voto, Rafinha Meneghese, vai para quem?
Eu gostaria de ser o último hoje.
Não, não vai ser, cara. Vota agora.
Não tem como votar em ti nem no Guto.
Você não quer votar?
Não, vou ter que votar no Lelê.
Não tem como votar.
Então tu foi completamente perdido na arbitragem. A produção traz fake news, tudo expulsa jogadores, e aí ganha voto. Tá tudo errado esse programa, cara.
Beleza, teu voto é voto no Lelê, como eu acabei de— Gomes, vota em quem?
Eu voto no Lelê. Gostei do desabafo agora assim, mostrando a realidade, mostrando a verdade, mostrando o ser humano por trás da Copa.
Eu gostei, Lelê. É verdade. E pelo mesmo motivo eu também voto no Lelê, que leva o troféu de craque deste episódio. Parabéns, Lelê, merecido demais. Obrigado pela sua audiência, querido ouvinte do Pretinho Básico da Atlântida. Obrigado para você que nos compreende, você que conhece a vibe do Pretinho Básico. Amanhã a gente vai voltar, 1 da tarde. Com a gente. Um abraço, boa noite. Ruim para ti amanhã? Amanhã eu tô aí, vai estar todo mundo aqui. Um abraço, obrigado, boa noite, tchau!
ap.igara
Apartamento mobiliadoElefante Letrado
Plataforma de leitura