Pretinho Básico | 13/07/2026 18h ⭐Neto Fagundes
O maior podcast humorístico do Brasil. Elenco da rádio Atlântida repercute as maiores notícias do dia do jeito mais engraçado possível. Veja muito mais no YouTube 📺: @atlantida_TV e @PretinhoBasicoShorts
- Música e Gostos PessoaisLembranças da infância · Faber-Castell · Toquinho · Aquarela
- Drama e Rejeição PolíticaSociedade imbecil e mimizenta · Política · Redes sociais · Thiago Dutra
- Abuso de álcool em cemitérioServidores públicos em cemitério · Divinópolis
- Volvo XC60Volvo XC60 2013 · Segurança e conforto · Rich Java
- Abertura da Copa do MundoArgentina · França · Espanha
Olá, olá, muito bom fim de tarde, amigo e amiga ligados na Atlântida! Estamos chegando com o Pretinho Básico deste fim de tarde de segunda-feira. Muito obrigado pela sua audiência, você que cola com a gente junto com MHNET Telecom para gritar gol sem delay. Conte com internet e Globoplay. Muito boa tarde, Neto Fagundi! Fala, meu querido, tudo bem contigo, meu compadre? Coisa linda, coisa boa te ver aqui toda segunda segunda, quarta e sexta.
Coisa boa, né? Quando eu posso, né?
Não, tu pode sempre, meu caro. Tu trabalha aqui, né, cara? Tu trabalha aqui, velho. Eu pergunto para o Gomes: ô, meu neto, vem hoje? Ele trabalha aqui, cara.
Essa frase eu vou ter que dar o crédito, é do tio Nico.
Muito boa a frase.
Onde é que eu te encontro, tio Nico? No meu trabalho.
No meu trabalho, tô lá todo dia trabalhando. Qualidade nego véio, língua, qualidade nego véio. Nego Velho, qualidade Nego Velho na linguiça, no hambúrguer e nos produtos Calemba Nego Velho. Mais tradição e praticidade na tua casa, meu amigo, meu bruxo, meu parceiro, meu mano, meu camarada Rafinha Menegazzo.
Ô Alexandre, baita noite para nós aí, meu brother!
É nós!
Por que que eu falei tudo isso? Porque as pessoas estão me perguntando, algumas pessoas me perguntam na rua, mas vem cá, tu e o Rafinha não se dão? Vocês não se dão muito bem, né? Só há 35 anos a gente é brother da vida, velho. Não tem essa. Vero, a maquininha com a menor taxa e um banco completo. Seja Vero. Léo Oliveira, bom fim de tarde. Tudo bem, Alexandre?
Ótimo fim de tarde para ti também, meu querido.
Ô, querido, muito, muito obrigado. Vini Moura, como é que é, Vini Moura?
Alexandre, tudo certo?
Tudo bem? Bom fim de tarde, cara.
Boas energias.
Os destaques do Pretinho Básico para Zagonel, as melhores soluções em duchas e torneiras. @EletroZagonel nas redes sociais. Rafael Gomes, fala Alexandre, boa tarde, bom fim de tarde, bom início de noite. Redemac, tudo para construção, reforma e decoração. Redemac, a gente é de casa. E agora eu vou precisar distribuir aqui dois amarelos, um para o Vini Moura E um pro Léo Oliveira pelo atraso, né? Chegaram atrasados, o programa já estava rolando.
É, pensei que tu ia esquecer.
Não, não ia esquecer.
Mas tu não esquece porque é uma boa memória.
Eu, os elefantes não esquecem.
Jamais.
Então é o Elefante Letrado.
Sou o nosso Elefante Letrado. Muito obrigado, hein? Muito obrigado. Gostei da brincadeira, me serve muito o apelido. Cleiton Streb. Cleiton Streb é nosso aniversariante do Pretinho Básico das 6 da tarde deste 13 de julho. O Cleiton Streb é assistente de qualidade.
É o do violino, né?
Eu não sei, cara.
Aquele é o Cledir do violão e o Cleiton é o do violino.
Agora entendi a brincadeira. O nosso Cleiton Streb é assistente de qualidade. Ele deve ficar lá vendo a qualidade das paradas.
Isso é bom.
Ele é de Gravataí, tá fazendo 26 anos.
Esse aqui não é bom.
O quê? Tu tem 28, cara. O que que não é bom?
Ele é analista de qualidade. Ele só fica: isso aqui é bom, isso aqui não é bom.
Isso, entendi.
Isso aqui é bom.
Essa é boa, hein?
Essa aqui não é boa, não é boa.
É essa, é essa, tem procedência. Um saco.
Vamos dar aqui nos destaques do Pretinho Básico neste início de noite. Não tem ninguém nos Estados Unidos? Não, nem Lelê, nem Adams.
Não, muito bem, Brasil.
Beleza.
Dia de compras hoje.
Ai, sim, o Lelê pediu folga para comprar.
Hoje participaram no Vibe Copa para o Rio Grande do Sul, os dois fizeram o programa inteiro ali.
Então tá tudo certo.
Aliás, foi bem legal o programa, né?
Não é todos os dias, é, né?
Na real, todos os dias o programa, quando eles os dois participam, é mais legal, né?
Quando tu apresenta, né? Mas é assim, eu apresento todos os dias, justamente por isso que é legal todos os dias.
Obrigado, Alexandre, foi um elogio, né? É difícil, eu não sei receber, eu não sei receber elogio. É difícil tu me dar um elogio, né, Alexandre? Normalmente eu tomo amarelo, sou expulso do programa. Normalmente tá muito bem também, obrigado.
O amarelo expulso do programa é entretenimento, é consequência. O elogio é elogio, coração, né? Coração, eu sou um cara coração. Mulher pede para o marido colocar a bandeira LGBT na bio do Instagram para espantar mulheres.
Faz sentido, ou não, né? Ou não.
Ué, abre essa para nós, Magrão.
É um caso que tá viralizando de um rapaz que falou em um fórum, um fórum privado, mas no Brasil, dizendo que ele não sabia o que fazer porque ele não tava bem com seus parceiros, com seus amigos, porque ele tinha uma bandeira da causa LGBTQIA+ na sua bio do Instagram. E aí perguntaram para ele, tá, mas você é homossexual? Tu gosta?
Eles falaram assim, tu é tia? Ou como é que foi? Vamos lá, como é que é a conversa real?
Alô, Maionese!
Ô, fala, Jorginho!
Vem cá, tio, o Fetter é tio?
A resenha dos brothers foi assim, né?
Mas aí ele disse que ninguém está falando que o Fetter é homossexual, não, só que ele é tio, que tem uma diferença muito grande entre o cara ser uma tia e—
desculpa, Gomes, já voltamos aí na notícia.
Boa noite, Alexandre!
Boa noite, Maionese! Qual é a diferença, Maionese, entre eu, né? Vou usar meu próprio eu de exemplo.
Boa noite, Maionese.
Isso.
Boa noite, Maionese. Qual é a diferença entre eu ser tia ou eu ser putão?
Bom, vamos lá. Primeiro que o putão, ele se relaciona com homem, certo?
Não é o meu caso. Não, teu caso, pode acreditar. E a tia se relaciona com quem?
Crediáriozinho em lojas.
Crediário em lojas?
Compra calça jeans de R$500 e dá para rapazes. Tira uma motinha, tanque de gasolina, tanque de gasolina. Camisa nova do Grêmio, do Inter, como se fosse a tia da lancha.
Exatamente, tá? Então deixa eu te perguntar, qual é a vantagem da tia da lancha ir lá na loja abrir um crediário, dá uma calça de 500 pila para o gurizão e não fazer uso do corpo do gurizão?
Fetichizinho só de pagar as contas.
É isso.
Muito obrigado, Rafael.
Fetiche de pagar as contas, tem que alguém pagar as minhas.
Se alguém tiver, nós estamos aí.
A tia é assim, que é tia.
Eu quero ver o meu garotão meio viciado.
Eu tô procurando aqui, tem alguém para pegar, pagar minhas contas aí?
Me liga aí, @reiofesta.
O Rafinha na vida dele já encontrou algumas tias.
Ah, eu encontrei uma tia.
Não, era tio, né?
É um tio, né? O primeiro chefe.
O Rafinha chegava de roupa nova, ele era boy, ganhava lá a grana de boy, né, que a gente sabe que não é muita coisa, mas chegava sempre com os panos top de maratão.
O novo, ele ganhava R$100 e o tênis era R$400.
É isso, essa conta não batia.
Vocês não ouviram a frase que o Rafinha falou que resume o que é um tio? Qual? Eu não quero ver o meu garotão.
É isso, é sentido.
Ninguém falou, ninguém é assim, não tem o preconceito, zero preconceito.
Mas vamos só voltar ali. O que que o Magrão fez? Botou a bandeira? Não botou a bandeira?
Botou a bandeira, mas disse que tava de mina.
Não choveu de mina?
Não, ele disse que era um cuidado preventivo da sua namorada, que não queria que as mulheres o assediassem por direct ou no Instagram.
Então é um garanhão.
Tem foto do rapaz? Tem foto, cara?
Tu vai olhar um jurandi?
É anônimo, como eu havia falado no início da conversa.
Desculpa, produção, nós não podemos perguntar.
Exato.
Ah, não entendi. É o cara que nem o Neto falou, ele é anônimo mesmo? Não entendi.
Ele trabalha por conta, é isso?
Ele é um anônimo, ele é um famoso que nem Neto Fagundes.
O Gomes não tá com toda essa paciência.
Ele não é, mas deveria, porque esse é um programa de humor.
Não é autônomo, ele é anônimo.
Que isso, trabalha por conta?
Não, não, idiota.
E outra coisa, pessoal, não precisa ser gay e tal para defender a causa, né?
Ele defende a causa.
Eu acho, todo mundo botar a bandeira na nossa mesa.
Começa tu e a gente vê o que que vai dar.
A bandeira, onde é que bota a bandeira aqui?
No teu rabo.
Começa pelo mastro.
Bota a bandeira ali.
Vou botar Vamos botar acho que a bandeira, galera.
Os cara, você veio da alma.
Não, esse aqui veio do rim, esse aqui.
Onde é que eu vou botar o rim? Próximo destaque. É um monte de mina que tem um monte de bandeira também.
Desculpa, meu timing, né, Rafinha?
Quando ele fala próximo destaque, o que que significa um monte de mina com um monte de bandeira no perfil do Instagram?
Eu acho que elas viajam muito para Dubai, conhecem o mundo, né?
Pode ser trabalho, eventos, bate-volta em Dubai.
Essa aqui eu não sei, cara.
O quê? A bandeira?
Deixa eu ver.
Tu não sabe qual é a bandeira?
Para, tem um monte de bandeira.
Ah, não, não, não, não, não.
Essa é a bandeira da Croácia.
Essa aí, essa aí, essa aí, essa aí. A de todas as cores, né?
São todas bonitas. Então vai ficar ali, tá no meu.
Tá bonita essa bandeira aí, gostei, hein?
Tá no meu.
Tá chamando Prefeitura.
Mas já vem O cara quer dar o destaque, mano.
Ah, tu quer dar destaque?
Não, agora eu quero ouvir o que que já vem.
Já viu os homens dando em cima de mim?
Eles gostam do urso.
Do urso vem, mano. Tico, o Guayme já viu, cara.
Manda o Tico por DM, mano.
O Léo recebe muito, o Léo recebe muito.
Tá muito, a palavra muito forte, comparado acho que é todos nós. Ah não, quem mais recebe Tico sou eu.
Os cara veio só um pouquinho.
Eu também não recebo nada.
Nada. Eu recebo 2 por ano, já é mais que você.
Não, eu nunca recebi um tiro.
Parado a todos nós.
Tá, isso é verdade.
Em cima de mim, eu com a Fê juntos, cara, dançando.
Ah não, pessoalmente sim.
Tá, pessoalmente eu já vi já em cima de ti também.
Pessoalmente sim, mas no Instagram não.
Instagram já também.
Então quem quiser dar em cima de um cara, dá em cima do Léo.
Isso aí, manda mensagem.
Isso aí, mande agora a foto do seu tico.
Isso.
E se você quiser saber 3 coisas sobre Vini Moura, vai lá no perfil dele. Do Pretinho também.
Que negócio maravilhoso!
Prefeitura apura churrasco e bebedeira de servidores em cemitério municipal. Os Magrão pensaram: no cemitério ninguém vai nos ver.
Lá em Divinópolis, Rafinha, que fica em qual estado brasileiro?
Divinópolis, Rio de Janeiro.
Minas Gerais.
Minas Gerais é do lado, pô.
Na região centro-oeste de Minas Gerais.
Já pode trabalhar na Gazeta TV, é do lado, porra. Esquece, absurdo, absurdo.
Esquece aí, baita trabalho dos guris.
Tem denúncias de uma série de servidores falando do abuso de bebida alcoólica, festas até tarde, não pode, e barulho excessivo para não acordar os mortos em um cemitério municipal da cidade.
Morto muito louco.
Os vizinhos estão reclamando justamente porque quem mora próximo a um cemitério tá acostumado a prestar atenção em qualquer barulho.
Se eu puder falar um pouquinho mais baixo.
Não, não, tô de boa aqui.
Tá com soninho, gente?
Eu pego o pior.
Eu acordei às 5 da manhã, é natural que eu ouça as coisas mais cedo. Se tu não tivesse parado o programa para reparar o meu bocejo, ninguém teria reparado no bocejeio. Amarelo, né? Para deixar de ser bobo, né?
Tu te mudou? Boa tarde, Alexandre.
Boa tarde, Ivan.
Tu te mudou ainda? Não. É que o teu programa é medido, precisa acordar às 5, acordar às 10:30, banhozinho e vem. Não tem porquê.
O cara acorda, acho que o cara acorda 11 da manhã, cara.
Ah, é delícia! Que saudade de acordar às 11 da manhã.
O cara me incharia.
Mas voltando Gomes, o que que disse a professora?
Tá bonito, Gomes.
Que professora?
Tá bonito, Gomes. Eu quero te parabenizar, ninguém te parabenizou no programa. Gostei de ti.
Quando ele começa assim, ele tá bem.
O bonitão, bonitão não, blusão e o boneco mina, tá bonito.
Que que bebeu esse antes? Que que bebeu?
Esqueci, foi ali no coisa.
Segunda-feira, você tá tomando uísque já?
Que que tu vai fazer?
Tá se preparando final da Copa?
Não, Copa do Mundo já acabou, amanhã tem uma semi. Quarta é a outra e depois já entra para a final.
Só que era para 4 jogos.
Já era para quem? Tem 4 jogos, tem isso aí, tem o terceiro e quarto que ninguém valoriza. Vamos beber um troço.
Fazer uma rodada aqui, um bolão de rodada aqui.
Bolão, bolão.
Quem é que ganha a Copa, Ivan?
Argentina, óbvio.
Argentina. Tu, Rafinha?
Ah, eu acho que vai dar França.
Gomes?
França.
Neto?
Acho que França também. Espanha?
Espanha.
Eu acho mesmo.
Tô contigo na Espanha.
Só um comentário.
Marrocos?
Eu acho Argentina. Com muito mais vigor, querendo ganhar a Copa. Só que eu acho que eles foram para 3 prorrogações e vão enfrentar um jogo que o cansaço pode derrubar.
Pode ser verdade, mas vamos ver, né? Vamos ter que ver os jogos, né? Eu falei que eu vou na Espanha com o Vini, tá?
Não tinha ouvido, desculpa.
Vou na Espanha com o Vini.
Vai na Espanha com o Vini.
Espanha joga com muita objetividade.
Opa, te amo, Espanha!
Nós encerramos aí não.
A Prefeitura de Divinópolis está apurando o caso por conta do excesso de barulho no cemitério municipal, que por mais que seja um cemitério, entre aspas, não incomode ninguém, é um local público e do município, galera morta de sono, onde não é autorizado realizar eventos.
Galera morta de sono, é respeito, né?
Quem já era isso aí, era essa notícia assim, tipo É, só reclamou, tá? Reclamação tá feita.
Segue a vida, que eu acho que esses caras do interior, eles não tem onde se esconder.
Não segue muito nos cemitérios. É, não que a gente saiba, né?
Também cemitério é um lugar onde é ruim.
É como é que tá dando em cima do Léo aqui? Já chegou?
Lê, lê, lê o que estão te mandando.
Vou ler o que estão mandando. Pera aí, porra, eu gosto de ti, urso.
O Rafinha não fez nada.
Gostei da bandeira, tem interesse em ti, meu urso.
Mas é alguém que tu conhece, né?
Não, não, é alguém que quer conhecer ele por dentro.
Isso aí, por enquanto só uma, né? E o outro cara pedindo nudes, manda nudes.
Tá bem, legal, né?
Não vou mandar, né?
Muito bom, foram os destaques do Pretinho para este fim de tarde, 6:21. Vamos dar uma girada na mesa aí.
Oi, observem, né?
Obrigado. Quando começa a rodar demais o programa, e nós temos o privilégio, né, somos um dos únicos dois programas do Brasil que tem Neto Fagundes. É verdade, é o Galpão Crioulo e o Pretinho Básico. Então não dá para desperdiçar a presença de Neto Fagundes, não dá, com todos nós falando, que nós estamos aqui todos os dias falando há 20 anos e o Neto só vem segunda, quarta e sexta. Começar lendo o email, inclusive, que eu ia fazer agora. Exatamente, manda bala para nós aí então, meu compadre.
Boa tarde, Pretinhos! O nego velho chega num bar da cidade, meu compadre, é uma piada.
Sempre, meu compadre, a gente tá combinando de agora durante o, durante essa volta do Pretinho aí, a gente escolher para o mestre falar, não vai fazer mais gol.
Cristiano Ronaldo não tá.
Tu não fala pro Ronaldinho Gaúcho, não pode driblar.
Não, também não dá. Amarelo pra ti, amarelo.
Tá combinando, meu compadre, no programa da 1 da tarde não lermos mais piada, nem na segunda nem na terça. Mas como tu vens na segunda às 18, está liberado, porque tu é o cara que melhor conta piada de todos nós aqui.
Não é a 1, né?
Também não é a 1, é às 6 da tarde.
Então vamos esforçar aqui. Nego velho chega naquele bar da cidade do interior e foi pedindo Meu querido, me vê por favor a bebida mais forte que tu tiver por aí. Aí o garçom respondeu: olha, tem um whiskyzinho 60 anos, pode ser? Só pode.
Quantos anos? 60 anos.
O nego velho nem se abalou. Mas isso aí até o meu gurido de 18 faz gargarejo com isso aí. Aí o garçom começou a oferecer todas as bebidas mais fortes da casa e o nego velho sempre recusando. Já irritado, o garçom foi para trás do balcão, resolveu preparar uma misturinha especial. Colocou um pouco de água, uma dose de diabo verde, água sanitária, óleo de motor, raspou um pouco do mofo que tinha no chão e pra finalizar jogou uma balinha de calibre 38 dentro do copo.
Entregou a bebida pro nego velho, o nego velho tomou tudo de um gole só, deu uma limpadinha na boca com a manga da camisa e disse: olha, meu querido, agora deu pra ver que essa é das boas. Pagou a conta e foi embora. No dia seguinte volta para o mesmo bar e o garçom já curioso, né? E aí, nego velho, vai a mesma de ontem? Aí o nego velho, pode fazer igualzinho a de ontem, só me tira a bala. Aí o garçom, sujeira, tirar a bala por quê? Não, porque ontem na saída daqui fui dar um peido e matei meu cavalo.
E tu, menino Moura, tem o quê para botar para nós aí, bonito?
Uma história, né? Uma história, não é piada, é história.
Tá, uma história, que é proibido piada agora.
Isso não é universo.
É uma história, vai contar uma fábula.
Isso aí, uma fábula, uma anedota.
Tinha um, dois periquitos à venda numa loja assim, ó. Dois periquitos, dois periquitos à venda. E aí um periquito quietinho e o outro periquito dando a vida cantando. E nessa loucura Periquito lá, dizer que pegando as aparências, e está passando o cara na frente da loja assim, ele para, olha assim e chama o vendedor. Vem cá, olha só, esses dois periquitos estão à venda, né? Isso aí, senhor, como tá na placa aqui, os dois periquitos estão à venda.
E ele, quanto custa?
Aí o cara falou, olha, o que canta, R$100, o outro, R$200.
O mudo, R$200.
Aí o cara olha assim, mas por que o que canta é R$100 e o que tá quieto é R$200? E o vendedor, é que o que tá quieto é o compositor. Eu lembrei do cara que foi, comprou um papagaio, o cara não tinha papagaio, aí ele foi lá para trás, pegou uma coruja, pintou de verde e trouxe para o cara. Só papagaio. Aí pegou a grana, botou no bolso. No outro dia foi tirar sarro do cara. E aí, aquele papagaio falando muito? E eles: olha, falar não fala nada, mas presta uma atenção.
Rafinha, e aí, o que que vem dessa cabeçola?
O mestre aos 70 anos abordou o padre na rua e perguntou: padre, que lindo!
Eu nunca me confessei, mas estou ficando velho, acho que chegou a hora. Só que eu gostaria de me confessar com um anjo. Tem Preciso de um anjo aí na sua igreja.
Mas filho, como um anjo? Isso é difícil. Olha, se minha presença o inibe, eu posso dar poderes ao sacristão para ouvir sua confissão.
Não, não, não, não, padre, eu tenho dois pecados gravíssimos, os quais só posso confessar a um anjo. Tem certeza?
Bom, então no domingo vai à igreja, assista a missa. Assim que acabar, eu providenciarei um anjo para sua confissão.
Obrigado, padre! Mas que loucura, seu padre! O senhor não pode nem imaginar a paz que o senhor está devolvendo. As pessoas adoram o mestre, fazem isso.
E assim o padre chamou o sacristão e começaram a traçar o plano para levar um anjo ao confessionário. Faremos o seguinte: vou vestido de anjo, amarro uma corda em volta do seu corpinho, vou descendo sobre o confessionário enquanto você abana as asas. O que acha? Perfeito, disse o sacristão.
Como é que é a voz do sacristão?
Perfeito.
Sacristão emocionado.
O mestre tá velho, enxerga pouco, não vai notar nada. Chegou domingo, o mestre assistiu a missa inteira, aguardou que todos saíssem da igreja e foi para o confessionário. Passaram-se alguns minutos e lá veio o sacristão abanando as asas sobre o confessionário. O mestre ajoelhou E o anjo com voz angelical perguntou: meu filho, por que você não quis se confessar nem com o padre e nem com o sacristão?
Ai, anjo, sabe como é que é? Que eu tô comendo a mãe do padre e a mulher do sacristão.
A mãe do padre?
Imagina quantos anos tem agora.
O mestre adora as besteiras.
A mãe do padre? Tu pegou muito pesado. É o Gustavo Dávila, né? Ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, E ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, tem ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, aqui ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, na ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, Atlântida ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, de ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, segunda ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, a ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, segunda ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, às ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, 6 ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, da manhã e ao meio-dia.
Ao meio-dia eu tô aqui para apresentar, quando eu não tô, Rafinha tá. Mas 6 da manhã é ruim para nós.
Ah não, 6 da manhã tá bastante música ali.
Isso, só música, sem o locutor para incomodar. Isso aí. Mas meio-dia a gente tá aqui. Olá, meus bruxos! Esses dias ao meio-dia tava dirigindo, levando meu filho para o colégio Anchieta, enquanto escutava o disco Anama Confete. Sou ouvinte e admirador do trabalho do Fetter desde os anos 90, lá na época do Programa X. Mas aconteceu algo diferente neste dia. Começou a tocar Aquarela do Toquinho e de repente...
Uma folha qualquer, o desenho usava...
Essa aí, essa aí. Só que o Toquinho não tá bêbado quando ele canta.
Não tá pra vocês.
Em determinado momento começou a tocar Aquarela e de repente eu fui me transportando para minha infância. Me veio à memória aquela clássica propaganda dos lápis Faber-Castell, os desenhos.
Eu falei errado de vida toda.
Eu vou procurar qual é a origem da empresa. Tá no Brasil, pode ser franquia multinacional.
Mas o email tá tão emocionante.
Faber-Castell, parece um anuncio na live.
A Faber-Castell é uma empresa de origem alemã fundada em 1761 na cidade de Stein, na Baviera. Apesar de sua matriz europeia, a marca possui forte presença no Brasil, onde abriga a maior fábrica de lápis de madeira do mundo, em São Carlos, São Paulo.
Inacreditável!
Posso continuar?
Às vezes cansa, né, Alexandre?
Às vezes também.
Vamos a 3 colunas juntos.
E aí, isso, né?
Tô tentando buscar ânimo agora.
Aí ele lembrou da Faber-Castell.
Isso, os desenhos, os sonhos, a inocência de uma época que parecia tão distante.
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Pô, sério?
Eu não acredito, tá?
Eu fiquei emocionado. Pai e filhos no carro.
É isso aí, Rafinha! É isso aí, Rafinha! Eu estava parado ali em uma sinaleira. Vocês já melaram o clima do email? Eu não vou ler o email. Não vou ler o email. Ah não, mas aí o outro time mandou, cara, que às vezes não é feito.
Ah, eu já sei! Lê amanhã no disco.
Aí dá também.
Desliga o microfone e lê. Oi? Desliga o microfone dos garotão.
Mas aí ninguém vai ouvir ele se desligar o microfone.
Não, o dele só fica ligado.
Ah, tá.
Isso é verdade.
Lê o email, por favor.
Aí, ó, a gente tá curioso aqui.
Eu nunca, eu não peço nada para vocês, nada. Não exijo, não digo como é que tem que ser, não faço, não exijo nada. Só peço uma coisa. Deixem eu ler o email, é só o que eu peço para vocês, cara.
Deixa o menino jogar, cara.
Quero fazer um pedido para vocês, cara. Deixem o cara ler o pedido. Só esse lance que ele quer, só esse lance, cara.
Ele não pediu nada, porque o cara escreve umas coisas tão lindas aqui, cara. Eu estava parado em uma sinaleira quando olhei para o lado e ali estava o meu filho, meu grande amor, meu maior orgulho, que em breve vai fazer 11 anos. Um filme passou pela minha cabeça. Eu me vi criança com os meus sonhos e ao mesmo tempo me pego adulto realizando o maior dos sonhos, que é ser pai. Não consegui conter a emoção. As lágrimas vieram acompanhadas de um sentimento de— eu larguei, não vou ler, não vou ler não, não vou ler.
Eu tô quieto.
Tu tá rindo, tu tá rindo, tu tá rindo.
Vai, por incrível que pareça, eu me controlei, cara. Tá rindo?
Aí eu lamento, eu peço desculpas aqui. O Marcos Luzia, eu fiquei com dó da sua mãe. Eu me emocionei com o teu email, eu li o teu email inteiro, só não consegui colocar para fora aqui no ar porque os meus colegas de quinta série infelizmente não permitiram.
Não, não, não, não, eu só tenho uma dúvida.
Qual é a tua dúvida?
Calma, eles é— vai, eu olhei para o lado e vi meu filho. O filho dele tá dirigindo.
Não, idiota, ele tem 11 anos. O filho dele tava no banco do lado.
Mas seria do caralho, né? Ele ouvindo o toque de sirene, ele não poderia dirigir com 11 anos. Mas se ele tivesse 18, sim.
Mas ele tem 11. É aí que eu me pego, aí que me pega. Tá sério?
Ah, por favor, lê, lê.
Eu não acreditava. Essa tua piada foi boa.
Isso aí, daqui a 6 meses, daqui a 6 meses, meio aninho, meio aninho, meio aninho, em janeiro vocês vão lembrar desse email. Vocês vão lembrar desse email em janeiro.
Magrão vai ter 11.
Cala a boca, é impressionante! Eu vou continuar o email.
Por favor.
Como uma música tem o poder de nos levar a lugares que nem sabíamos que ainda existiam dentro do nosso cérebro. E nesse momento eu olhando para o Léo Oliveira se mordendo para não rir.
Que falta de respeito!
Eu fico tentando imaginar o que que ele tá pensando na cabeça dele.
Olha só uma coisa, cadê o microfone do Neto? Cadê o microfone do Neto?
Você é que o Neto é esse cara gentil, cara. Ele tira o microfone para não falar.
Ah, então tá bom. Vou tirar aqui.
Vamos lá, mano, não adianta ficar bravo também, né? O cara é só, ele é um momento sensível, um programa que tá anos aí, o nosso programa.
O email tá até legal.
Eu não vou me entregar, não, em respeito especialmente ao Marcos Luzia e ao filho dele.
O quê?
Eu vou ler o email até o fim. Vamos lá. É impressionante como uma como a música tem o poder de nos levar para lugares que nem sabíamos que ainda existiam dentro do nosso cérebro. Como uma sequência de canções no rádio pode mudar o nosso dia, o nosso humor e até mesmo a forma como enxergamos a vida. Graças ao Discorama, lembrei do que realmente importa. Fui lembrado da sorte que tenho, da família que do filho maravilhoso que Deus me deu, da vida que tenho e levo.
Por isso, deixo aqui meu agradecimento ao Fetter e à Atlântida, não apenas pela programação, mas por proporcionarem momentos como este, que nos conectam com nossas memórias e nossa essência. Eu não ouvi apenas uma música, eu vivi uma lembrança e saí dela ainda mais grato pela vida. Um beijo no coração de todos, muito obrigado, Fetter, Assina Marcos Luzia. Marcos, muito obrigado. Sou eu quem diz obrigado pelo teu email e te peço desculpas pela irreverência dos meus colegas.
Ah, mas ele também nos ouve por causa disso.
Mas eu acho que não falam nada do Pretinho, fala do discoramo. Abrimos uma porta aí, muito massa. Emails para serem lidos no discoramo, que quem tá te ouvindo vai mandar, mas emails curtos. Esse longo para ler no Discorama, né?
Problema, como o programa só eu tô ali, só eu falo, ninguém me atrapalha, eu posso ler um email longo.
Beleza, é ótimo.
Mas assim, ó, uma coisa, pode mandar para—
nós não temos o email discorama@atlântida.com.
Vamos criar direct no Instagram.
Tu fala com todo mundo, eu falo, mas direct no Instagram é mais difícil de ver. Às vezes é difícil, é filtrado ali.
Vejas bem o email tempo esperando.
Mas assim, eu acho que tu precisava ser justo, que quem te atrapalhou—
não sou justo, não. Eu acho que começou mal a tua frase.
Eu tô falando dessa situação específica.
Tu não tava irritado e tu conseguiu te irritar?
Eu acho que tem que ser justo, tu não é.
Tem uma coisa na vida que eu tenho pavor, pavor, pavor. Se me perguntar, Fredo, o que tem pavor na vida?
Pergunta.
O que tem pavor na vida?
Injustiça.
Mas não precisa ser literal assim, fantasma, entendeu?
É mais lúdico.
Quem te atrapalhou mesmo foi o Léo.
É verdade, tô contigo, tô contigo, tô contigo.
Olha, zona total aí, ó.
Tem razão, atrapalhou mesmo.
O Rafinha te salvou, tá? O Rafinha largou uma piada ali que te salvou.
Salvei, o Féter ia expulsar ele.
Teve outro que riu, não vou falar aqui porque eu não sou X9, ao contrário dele.
Eu sorri também, eu sou o cara feliz.
Riu para cacete e na hora que o Féter mijou ele começou a tomar água. Quase se afogou de tentar beber Trairaço, pegar na live, tá rindo para cacete, começou a mijada, tomou um banho ali.
Só que tem outra coisa, você é fodido, né? Porque ficou caçando todo mundo com olho, ficou claro.
Ele tava ali olhando um por um, pedindo cúmplice, claro.
Você é safado, tu acha que ela não conhece safado?
É porque o quê? Eu me concentrei hoje aqui, não tá, porque aqui tem o macete dele, né? Eu tô quieto, ele faz só isso aqui no microfone.
A fungadinha, cara, fungadinha é que vai vir com essa coisa. Jornal Tag aqui para os nossos amigos da CCGE. Por trás de cada copo de leite existe uma história de esforço, compromisso e amor pelo campo. E é ao lado dos produtores que a CCGE constrói uma trajetória há décadas, fortalecendo famílias, incentivando o desenvolvimento das propriedades. E promovendo inovação e sustentabilidade. Mais do que uma cooperativa, a CCGL é parceira de quem produz, transformando o trabalho diário em oportunidades de crescimento para todo mundo.
Neste dia 12 de julho, que foi ontem, domingo, comemorou-se o Dia Nacional do Produtor de Leite, e a CCGL homenageia a todos os produtores que fazem do leite uma fonte de nutrição, desenvolvimento e prosperidade para o nosso estado e país. CCGL, leite de verdade, gaúcho como a gente. É que eu fico impressionado. Ninguém me interrompeu, mas a risadinha calhorda do Rafael Joel Gomes quando eu falei, foi a mesma que ele deu na hora que eu cantei Uma Folha Qualquer.
A risadinha calhorda que ele deu quando eu falei que a CCGN homenageia todos os produtores que fazem do leite uma fonte de nutrição me pegou, me pegou, me pegou, porque eu te conheço, eu conheço a tua cabeça, eu conheço a tua cabeça, eu sei a cena que tu criou na tua cabeça. Não é fácil, meu compadre, não é fácil, meu compadre.
Mas é bacana essa falada do produtor de leite mesmo, porque eles preocupam desde a base, né, cara? Quando começa, o campo precisa para alimentar as vacas, das vacas criarem o leite, para o leite virar bagunça. É toda uma cadeia de apoio. E a CGL é a cooperativa atrás de cooperativas, Central Gaúcha de Leite. É, mas não é esse o nome, não é?
Não é Cooperativa Central Gaúcha de Leite? Como é que é o nome?
Não me lembro agora, pô.
Não é, não é, não é.
É melhor falar só CGL.
Não, mas é importante isso, cara, porque sempre parece que tu vai falar porque tem o L, tem a cooperativa. Olha para ver o que que é CGL aí.
Dá uma olhada para ver aqui.
Cooperativa Central Gaúcha Limitada.
Isso aí.
Ah não, era leite, era limitada.
Central Gaúcha Limitada.
Cooperativa Central Gaúcha de Leite, mas é de limitada, LTDA. Uma das maiores cooperativas agropecuárias do Brasil, sediada em Cruz Alta, no Rio Grande do Sul, que reúne milhares de produtores rurais. Ela é amplamente conhecida no mercado por produzir derivados de leite, leite em pó, UHT e queijos, e atuar fortemente em pesquisas tecnológicas para o agronegócio.
Eles têm o SmartCoop também, que fica controlando, ajudando, né? A vaca tal vai vai parir, o cara é um sistema muito bacana, cara. Parabéns demais, demais.
E obrigado por escolher o Pretinho para estar com a gente aqui, né, cara?
Pô, tá bom.
Tem anúncio do Neto espalhado pela cidade, ouviu?
Uns automóveis aí. Eu faço um trabalho bem bacana com eles, cara, e admiro muito o trabalho deles, do Dalson, de todo o time lá. Os caras são— tive lá em Rio Grande lá também, na terra do nosso amigo Léo.
Tudo bem lá, né? Tudo bem lá, né?
Mandaram dizer que a cidade tá bem, tá bem.
Não, tá bem. Mandaram dizer que melhorou.
Quer dizer que desde que o senhor é de lá, a cidade ficou mais triste? Não, não, não, não ficou.
Não, mas não ficou.
É a única cidade onde o Léo não é famoso.
Que é exatamente.
É mesmo? É famoso em Rio Grande?
Não, não sou muita bola.
Não, não, não, não, lá não sou nem um pouco. Só caga para ti lá.
Não me considera famoso. Então foi ele que falou? Não falei nada. Não, tu falou. Não, não falei nada.
Tu acha que ele não é famoso? Eu acho que não. Eu acho que o Léo Oliveira não é famoso.
Não, entendi.
Para ti lá você é conhecido.
A gente tem que botar sandália.
É o neto, feto, Féter, depois o Léo.
O Léo é famoso aqui, só tem conhecidos.
E não tá o Reinaldinho.
Não, o Neto é famoso.
Não, o Neto é famoso.
O Neto é o ícone deste estado, da cultura deste estado.
Ele é dono do Reinaldinho.
Antes mesmo da TV, top 3 do estado, antes mesmo da TV, o Neto como cantor regionalista, ele é muito famoso.
Só tem um famoso aqui, o Neto Fagundes.
Claro que sim. Não, Féter é famoso Famoso também.
Eu sou famoso, sou conhecido.
Quer dizer, a gente é conhecido, famoso é o Neto.
Aliás, se vocês me permitirem, tem uma pergunta aqui para mim: o Fetter é real ou faz parte de um personagem?
É o real Fetter, né?
É o real Fetter. Exato, meu cumpadi. Obrigado. Olá, sou o Thiago Dutra de Pelotas. Olha aí, acompanha o Pretinho quase todos os dias nos dois horários, geralmente do carro, e também sigo o nosso maestro, @realfeiter, nas redes sociais. Obrigado, irmão, pô, que carinho! Já tem um tempo que eu ando notando o Feter cada vez mais autêntico com as palavras, dizendo verdades sem medo de ser rotulado. Ao mesmo tempo que me representa, fico pensando: será que o Feter tá cansado de fato dessa sociedade imbecil e cada vez mais mimizenta que temos?
Ou essa postura dele faz parte de um personagem para manter a audiência? Pergunto isso, pois o tenho admirado pela postura. Tenho me sentido muito assim de um tempo para cá. Ando cansado de tentar agradar todo mundo e tenho me sentido muito bem em me priorizar e não ficar dando ibope para asneiras, extremismos e tantas outras coisas ruins que rolam nas redes sociais. Também não é qualquer coisa comentário ou atitudes que me atingem, mas ao mesmo tempo me vem esta dúvida, pois infelizmente vivemos tempos onde tudo vira teatro e busca por like e compartilhamento.
Bateu fechado com o nosso parceiro aqui, é isso mesmo, cara. Honestamente, o Feter me parece genuíno com as palavras e atitudes, principalmente quando diz de forma emocionalmente esgotado a seguinte frase: Bah, tô cansado. Se dirigindo à sociedade e colegas de modo geral, país, política, etc. Gostaria de ouvi-lo. Em que momento ele entende que começou a ligar o foda-se e o quão bem isto está fazendo à sua vida? Porque acredito que, assim como eu, muitos andam cansados de praticar o necessário politicamente correto.
Ou de fato esta postura do Fetter faz parte de um grande show? Abraços a todos. Thiago Dutra, parabéns pelo programa e vida longa.
Só um cara pode responder isso aí.
Thiago, tu matou a charada. Quando o cara vai ficando mais velho, e é inevitável que todos nós— só não vai envelhecer quem morrer antes. Isso é certo, é um fato. Só não vai envelhecer quem morrer antes. É bom envelhecer, é bom envelhecer, porque o cara olha para trás na sua vida. Hoje, com quase 60 anos, eu olho para os meus 20 e poucos anos e me sinto ridículo muitas vezes. Porque quando o cara é imaturo, inexperiente, juvenil, ele não age com inteligência emocional que os 50 e poucos impõem, entende?
É que os experimentos fazem isso, né?
É, tu tem que apanhar da vida para ser maduro lá na frente. É isso, não tem outro caminho. Então eu de fato, cara, eu tô cansado de muita coisa, um monte de coisa que o cara vê especialmente nas redes sociais, especialmente no mundo da política, né? A gente vê pessoas, cara, famílias, cara, que se dissolveram por briga política, enquanto por trás dos panos os extremos estão lá se ajudando no centro, entende? Então é complicado o cara ficar olhando isso e não se deixar abater e não se posicionar diante disso.
Então sim, de fato, meu querido parceiro Thiago Dutra de Pelotas, a idade tira o freio inibitório do que tu tem a falar. Essa é a real. Mas ainda assim eu me seguro muito.
É, mas é que aí é o teu papel também, né?
Sim, é isso. Obrigado pelo email, cara, adorei. Thiago Dutra de Pelotas, só bons emails hoje.
Grande abraço.
Bom de emails hoje, parabéns. O Gomes.
Aí eu não fiz nada.
Vai jogar confete em ti mesmo?
Eu sei, irmão, tu não escreveu nenhum email, mas tu poderia simplesmente ignorar este email e não coletá-lo para eu ler.
Mas aí ele tem a malícia do que vai dar certo ou não. Tá, mas te decido, tu quer, mas é que daí não é ele falando, é isso que eu tô falando.
Tá cansado, entendeu?
Ele falou algo muito mais É mais profundo que ele tá cansado.
Ele tá cansado do Léo.
É isso aí, né? Andando.
E mais uma?
Não, agora vamos fazer os classificados, né? Importante para CCGL. CCGL é leite de verdade, gaúcho como a gente, fonte de proteína.
Rafael Gomes, por que que você tava me olhando agora? Dá vontade de rir.
Eu falei do leite, é fonte de proteína e nutrição, mas é, né? É, vai negar o quê? Não, não tem como negar. Aliás, ontem mesmo, antes de dormir, fazia tempo que eu não fazia isso, tomar um leite quentinho. Tomei com Nescau.
Geladinho?
Eu gosto.
Não, não, quentinho, morninho. É quente, né?
Eu gosto gelado. É, posso eu gostar do teu leite?
Pode gostar do teu leite como tu quiser. Como é que tu prefere o teu leite? Gelado. Tá ótimo. CCGL é leite de verdade, gaúcho como a gente. JP, o vinho de mesa mais lembrado pelos gaúchos. JP é o vinho preferido no sul do Brasil. Vamos beber o quê, Gomes?
O carro, um carro, os dois são um carro, mas é um carro. Olha, vamos silenciar que eu preciso saber isso aí.
Boa tarde, pretinhos! Para que você preze pela segurança da sua vida, de toda a sua família, sem abrir mão conforto e agilidade na estrada, você deve adquirir essa excelente oportunidade. Vendo Volvo XC60. Isso aí é uma nave, muito bom, ano 2013. Vale a pena ressaltar que além da segurança, esse carro é dono de um conforto inconfundível para viagens em família e garante status de alto nível na cidade. Esse carro possui direção elétrica, câmbio automático, retrovisores retráteis com com regulagem automática, banco com regulagem elétrica.
Vou ter que subir esse banco para mim.
Freio de mão eletrônico.
Ah, que lindo, velho! Não, não erra nada, tá louco!
Essa cor é legítima, velho.
Freio de mão eletrônico, faróis adaptáveis, não tem a menor noção, de acordo com a direção, e controle de tração e frenagem auxiliando nos problemas com aquaplanagem.
Que cor é da vida esse carro aí, nossa!
Que cor é o teu carro, Ivan?
Meu carro é laranja. Laranja?
Aí sim, tá.
É que tu era de um taxista.
Ele me vendeu de barbado.
E com mais uma infinidade de utilidades e facilidades que essa máquina possui, chega até você pelo valor de R$60 mil.
Tá bom, tá bom.
Eu vou falar uma coisa forte, forte, bro. Eu compraria 20 vezes uma Volvo XC60 2013 do que alguns carros disponíveis já no ano de 2026. Isso não é marca, não, jamais faria isso. É Volvo, é Volvo, é Volvo.
Chega até você pelo valor de R$60 mil. Assim como aconteceu ao Magnânimo Alexandre em relação à moto, minha esposa disse que eu não gosto mais desse carro e quero comprar um carro.
Pera aí um pouquinho, a esposa Diz que ele não gosta mais do carro porque ele quer comprar uma casa com a esposa.
Não, não, não, vai levar uma casa, recursos com a venda.
R$60 mil, uma casa pequena até.
Não, não, não, mas é uma grana que ele vai inteirar lá no morar no morar.
Ela deve ter mais 60, né?
Mas o Volvo é grande, dorme dentro dele, tá mais barato.
E essa é a XC60, tem a XC90 que é maior ainda, mas essa é a 60. Essa é a 60, por isso que tá R$60 O email é volvonopeb19@gmail.com.
Não sabe escrever Volvo, não merece ter um ponto.
É verdade.
Volvonopeb19, número 1, número 9, @gmail.com.
Bom, vamos pro intervalo.
Cor linda, cara, cor da hora, cor moderna, velho, cor linda, cor elegante. Mas tudo bem, Alexandre, que cor é essa?
Que cor é essa?
No popular é um marrom metálico, mas ela deve ter um nome, deve ter um nome técnico essa cor.
Mas tudo bem não gostar da cor também, né?
Tudo bem não gostar da cor, tudo bem não gostar da cor.
Ah, mas vai, manda pintar, cara.
Pera aí, pera aí, pode plotar o carro, pode plotar o carro, peça a cor das balinhas Toffe aí, o pacote barra Toffe. Ruim essa cor aí, ruim.
Acabou de elogiar a cor agora.
Quem que eu elogiei?
Ele tá bêbado, cara.
Eu te elogiei, tu tá muito bonito.
É a cor do moletom.
Informação, a informação, Volvo tá aqui com a gente.
Aqui o nome desta cor da linha Volvo é Rich Java.
Ah, eu adoro quando fala em inglês.
Nome de cantor ruim, né? Hoje tem Rich Java, o show do Rich Java, nome de um reggae ruim.
Ele vai abrir o The Wailers.
Rich Java hoje no Araújo.
Se vocês fossem uns bichinhos, Visitar vocês no zoológico. Ei, eu sou um tigre, tigre, tigre.
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Elefante Letrado apresenta Palavra do Dia especial. É Copa do Mundo, amigo!
Zaga, Z-A-G-A.
Zaga vem do árabe e é uma palavra relacionada à retaguarda ou a parte de trás de uma formação. O sentido permaneceu ao longo do tempo e chegou ao futebol para nomear justamente o setor responsável por proteger a parte mais recuada do time. E agora lá vem o atacante, ele ficou cara a cara e tira a zaga! Ainda bem, Augusto, se a retaguarda falha, o prejuízo vem lá na frente.
É além de ser craque, você também é poeta!
Esse é o nosso Renatinho. Elefante Letrado, a plataforma de leitura das melhores escolas do país.
Acesse Elefante Letrado na nas redes sociais e descubra mais.
Memória de Elefante.
Para mais curiosidades, acesse elefanteletrado.com.br. Estamos de volta depois do Memória de Elefante. Todo dia a gente aprende uma palavra nova. O que que houve, Maionese?
Avisando a hora, 7:05.
Alguém te ligou hoje, Maionese? Te perguntando aquilo ou não? Quem te ligou hoje?
Alô, Maionese? Ah, Marquinhos, eu tô com uma dúvida aqui. Tô eu e uma galera aqui reunida aqui comendo um X. A gente queria saber uma coisa. Ô, fala aqui, tá aqui. Perguntar eu? O Fetter é tia?
E eles perguntam só do Fetter ou de outros integrantes também?
Só de mim, óbvio. É óbvio, só de mim não é mais essa.
Vai ter que ter uma chamada assim, 5 pétalas.
Os outros, eles falam outras coisas piores. Ah, é?
O que que perguntam, por exemplo, do Vini Moura?
Ô, mano, esse sempre é o meu cara. Vem cá, seu Vini Moura tem um padrinho de remédio e é forte.
Que foi? Que é o Nelson, né? Que é meu vô.
Ô, meu, olha só, tá na hora de escolher o craque do episódio. Já deu 7 da noite, tá na hora de acabar. Pode votar, meu compadre.
Cara, vou votar em ti pelo controle, pelo controle.
Hoje eu quase perdi o controle.
Eu achei que tu não ia contar.
Se não é o pneu e o ABS, eu ia.
Eu achei que tu não ia contar a história do Toquinho ali da aquarela.
É, mas em respeito ao ouvinte, né?
Mas mandou muito bem, parabéns.
Obrigado, meu compadre, muito obrigado, querido. Vai, bota a Vini. Quer um tempinho para escolher? Não vai rolar, pode votar.
Ah, para que essa grosseria aí?
Eu tô a fim.
É, faz justo então.
Então assim, o que que é esse D aí na tua jaqueta?
D de quê?
Do Dior Armani. Giorgio Armani.
Giorgio Armani.
Se eu já errar, é vendeu para ele.
Isso, não se irrite, não se irrite, não se irrite, cara.
Eu vou votar no Léo Oliveira, foi difícil hoje aqui, tá na reta.
Hoje ele veio muito, né?
Hoje foi difícil.
Isso, voto pro Léo Oliveira, o voto pro Tia. Tu vota em quem, Léo Oliveira?
Cara, eu vou votar no Rafinha Menegazzo.
É mesmo?
Não fez nada, não tocou uma bola em Então eu vou votar no Vini Moura então.
Não, não, mas tu não pode ser assim tão volúvel.
Seja mau caráter.
Eu não vou ser volátil então, vou votar no—
Volátil. Votar no Rafinha Meneghaz mesmo.
Gostei da atuação dele no programa. Eu não achei também, achei que ele foi bem, ele deu uma piada gigantesca, o cara é expulso e o cara expulsa.
Como é que era a piada?
Virou uma estrelinha. Como é que é o trem?
Quer que eu faça depois?
Seu nome é Bananeira.
Pera, o Léo vai contar a piada que o Rafinha disse que ele disse sobre o Vini Moura.
É muito grande, a piada é muito grande, uma boa piada. A do padre? Sacristão, Sacristão no mestre do padre, não se atrapalhou. O pante não era tão bom, mas a construção era boa.
Então o Rafinha vai votar em quem?
Ah, eu sou o último.
Não, tu não é o último mais, tu já perdeu a prerrogativa. Não, não perdeu não, não é mais.
Então não sou o último.
Não, não é isso, não é isso. Quer votar agora?
Eu quero ser o último.
Tá acelerado, tá acelerado. 7-3, meu voto vai Vamos ver, eu pego o ônibus.
Vai, vai, que o cara tá perdendo.
Duas grandes piadas foram contadas hoje no programa. Minha e do Neto. Vou votar no Neto, meu parceiro de piada.
Sim, porque em ti tu não pode votar, né?
Agora jamais vai fazer isso.
As outras parcerias com o Neto tu perdeu, né?
As duas, as outras. Eu voto em ti, Alexandre.
Meu voto era patrocinado, não é mais.
Ai, que coisa louca! Uma voto, não é dois.
Eu votei nele agora.
Não, tu te culpou por mim.
Votou nele, cara.
Meu Deus.
Ah, daí se é eu, tu te irrita.
Então para, eu tô brincando, eu votei no Alexandre.
Votou em mim.
Ele pode tudo, não entendeu? No sobrinho dele.
Obrigado. Então falta eu votar.
Não, não, falta outra pessoa vir aí.
Quem?
Porém, porém não votou.
Não faz a 6.
Não, Lelê, tu não abriu o canal dele. Vota, Lelê.
Não, Lelê pediu tempo para tempo para compras. O Lelê vai voltar segunda-feira e pediu um tempo para compras.
Tá certo, Lelê, merece, né?
Neto Fagundes, meu voto é teu.
Ah, meu querido, obrigado.
Impressionante, um motivo muito simples.
Surpreendeu, não interrompeu ninguém.
Não, surpreendesse eu votar assim alguém que não fosse o Neto.
Deveria votar em alguém de nós hoje.
Mas é difícil ele votar em mim, já viu isso?
Só quando vem, Neto, ele vota em ti.
É que às vezes que o Neto vem, eu não venho. Né? Aí eu não consigo votar nele, mas o Neto Fagundes é o craque do episódio, por óbvio. Era isso por enquanto, ficamos por aqui agradecendo demais a sua audiência, a sua parceria e preferência pelo Pretinho Básico. Vamos voltar ao vivo amanhã, 1 da tarde, mas enquanto isso você pode nos pegar em tudo que é plataforma de streaming de áudio e vídeo para se divertir com Pretinho Básico.
Também nas nossas redes sociais, Pretinho É Pretinho Básico. Ah não, sério, cara, sério.
Desculpa, vamos só cantar então. Numa folha qualquer, o desenho pode sair, pode sair.
Eu tava só encerrando o programa, nem isso tu respeita, nem isso tu respeita mais.
Eu só tava encerrando o programa.
Você ouviu mais um episódio do Pretinho Básico, a maior audiência do rádio na sua cidade.
CCGL
Leite e derivadosElefante Letrado
Plataforma de leituraVolvo
XC60 2013