Pretinho Básico | 08/07/2026 18h ⭐Neto Fagundes
O maior podcast humorístico do Brasil. Elenco da rádio Atlântida repercute as maiores notícias do dia do jeito mais engraçado possível. Veja muito mais no YouTube 📺: @atlantida_TV e @PretinhoBasicoShorts
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Boa tarde, meu amigo Rafinha, beleza?
Olha o Da Pena! Boa tarde, meu amigo Da Pena! Boa tarde, audiência do Pretinho Básico! Na verdade, já uma baita noite de quarta-feira para você que tá acompanhando a programação da Atlântida, a rádio das nossas vidas. 6 horas e 7 minutos para MHNET Telecom para gritar gol sem delay. Conte com internet Globoplay e também a Vero, a maquininha com a menor taxa em um banco completo. Seja Vero, Aquele, aquele início de noite especial para todos nós. Boa noite, Vini Moura!
Ei, Rafinha, boa noite! Vamos embora, vamos embora!
Hoje tá ali, tamo ali, tamo caindo ali. Boa tarde, Léo Oliveira! Boa noite, cara!
Uma ótima tarde, passei uma tarde, sabe com quem?
Com quem?
Comunidade Nijitsu, cara!
Eu tive com eles agora essa, essa última sexta, né, cara?
E a gente tava, eles tocaram ali o tema de verão do Atlântido.
E aí, tema de inverno, né?
Não tocaram de verão e depois o de inverno.
Aí eles Fala assim, pô, a gente tocou uma vez, era para ser outra banda, acabou que ficou a gente, ficou para todos sempre.
Eternizado o tema de verão com a comunidade.
E aí eles resgataram o de inverno, que é animal. Faz um tempão que eu não ouvia, cara. Eu ouvi esse dia no programa.
Boa tarde, Rafael Gomes. Boa noite, na verdade.
Fala, Rafinha. Boa tarde, boa noite. É boa noite, é que eu olho para aqui, para janela, e revejo até o comandante.
Não, tá tudo certo.
Pequeno marinheiro desse barquinho.
Vamos então tocar esse barco com Neto Fagundes a bordo. Como é que tá, Neto Fagundes? Beleza, meu querido. Daqui um pouquinho tem recados legais aqui dos parceiros da Calemba presenteando a turma aqui com aquela feijoada.
Tá chegando aí a feijoada.
Ai, paizinho, feijoada! Ah, vamos nessa aqui. Bom, vamos trazer os des— Ah, que isso aí, cara! Eu tô incrível hoje, tu vem com tudo, né?
Hoje não dá para gritar. Hoje eu vim com a minha roupa do Jamaica, do reggae, do Bob.
Temático, né?
Eu sou temático, Leandro.
Jamaica inclusive tá na Copa, né?
Acredito. Grande decepção para mim é Jamaica não chegar.
E aí, faltou uma pontinha, faltou pulmão, né? Zagonel, as melhores soluções em duchas e torneiras. Siga @eletrozagonel nas redes sociais. E Redmac, tudo para construção, reforma e decoração. Redmac, a gente é de casa. Coisa boa, né?
Só o pessoal do bem aqui, né?
Graças a Deus. Mas a gente só tem pessoas do bem. Quem aqui da pena?
E o Porã, né?
Não tá aí hoje, graças a Deus.
Que isso, é?
Tu tem uma raiva do Porã?
Porque, cara, mandei uma excursão para Atlântida Celebration na porta, o Porã me dá uma foda, a gente não vai trabalhar os ingressos.
Ah, daí é complicado.
Mas deixa eu te explicar, evento as pessoas precisam vender o ingresso, né?
Tu combinou com ele antes?
Chega lá com 15 cabeças.
Tu combinou com ele antes? Isso é muito importante para conversa.
Ah não, aí fica ruim mesmo.
Tu combinou com ele antes?
Não.
Então tu tá errado, cara.
Não, eu e Joia montamos uma excursão.
Negócio, não, essa eu não tava.
Agora quando dá as merdas tu some, né? Vem sempre assim. Eu sou homem para sumir. Tu não é homem nada, rapaz.
Eu sou homem para sumir.
Sai dessa daí, rapaz. Ele montou um time de futebol dele, dos que transam mal aí, tá incomodando aí o Botafogo.
Tá, largou assim, ele largou assim. Obrigado, Joia. Boa noite, Joia. Beleza, irmão?
Quer que eu pare de falar ali?
Não, não, não, tô te cumprimentando. Boa tarde, boa noite, Sandrinho. Boa tarde, boa noite.
Como é que tá o mestre aí, meu irmão?
Mestre tá ótimo.
E o castelhano?
Cara, que lance, hein, cara! Como vocês estão fora, né?
Não, é brincadeira, é verdade, Japão caiu, né?
Mas o mestre, o mestre tá aí.
E agora, Galvão, quem vai ganhar a Copa?
Aí, amigo, acabou, acabou. E a França é favorita.
Cara, que lance!
Tá se criando um grande personagem, um maravilhoso personagem.
Isso aí é o Galvão do Joia Imitações.
É isso aí, é isso aí, é isso aí. É o Galvão multiverso, é o Calvão Bueno, né?
O cara não tem cabelo.
O Marcos Oliveira, ele é gerente de desenvolvimento de software de Floripa, tá completando 43 anos. Estaremos em Floripa, que data?
19 de fevereiro.
Não, não, não, não, nós, nós estaremos com o Marcos Oliveira.
Não pode divulgar a data ainda.
Não, mas dá para dizer que a gente vai estar em setembro. Não, não, é só para jogar. Setembro estaremos em Floripa.
Duas coisas: não dá para falar a data e o Vini não tá. Não, agora eu vi, agora eu vi, agora eu vi.
A gente tá agora em julho.
Isso, a gente tá em julho, hoje é dia 8 de julho.
É Copa. 17 em Canoas, no boteco.
17 de quando?
De julho tem show nosso.
As duas próximas sextas tem show.
Que só para te avisar, dá um estoquezinho de malandro.
Essa sexta agora?
Não, as duas próximas.
Lembra, tem uma que o véio vai estar aqui.
Calma, fica tranquilo. Não, 24 aqui.
Tá, não, tudo bem, depois a gente dá certinho para não marcar. Pode falar.
Na real que pode divulgar já, não é setembro, é novembro. Sabe por quê? Porque tá ali achoudopretinho.com. Alô, Floripa!
Alô, Floripa!
Entra no site nosso, tá ali a data, achoudopretinho.com. Se tá certo, não sei, mas no site tá ali. Tá certo, é porque é o feriado.
Tá certo, ó.
20 de novembro.
É agora que eu vi aqui, não é setembro, né?
É novembro.
20 de setembro é ruim pra nós.
Porra, parabéns aí pro Marcos Oliveira de Floripa. Que é o que se deu o assunto aqui, porque o Magrão é de Floripa, completando 43 anos.
E ele vai todos os meses, ele vai no encontro meu.
Vamos dar um timezinho, vamos falar a real, tá?
Vamos dar o serviço direitinho.
Não, tudo bem, primeiro é só dar os parabéns pro cara que tá de aniversário, cara. O Marcos Oliveira. Isso, de Floripa, ponto. Serviço showdopretinho.com.br. Qual é a próxima data?
Então, 17 de julho em Canoas.
17 de julho.
Isso. Quem vai estar no elenco? Nós. Por quê? O resto do elenco tá na Copa. Aí só se voltar antes, aí pode.
Beleza, cara, não duvido que queiram.
Semana que vem, não, 24 de julho, é Novo Hamburgo.
Essa eu não tô.
Não, não, eu tô de férias contigo, né?
Mas aí os garotão da Copa já estão de volta, tá?
Eu tô de férias.
A data extra é 20 de novembro, Floripa Comedy Club, Florianópolis.
Ah, mas aí, né, não vê mais, dá tempo da galera se organizar.
Dá até para alguém sair da rádio.
Dá para dar briga, dá para dar demissão. O elenco é tão rotativo que você pode ser um, pode estar demitido, pode ser um cara novo, pode ser o Natan junto, pode ser até o Igor.
Mas enfim, o Guilherme Góes, o Safadão, é o cara que tá levando a nossa live aí para audiência. Guilherme Safadão, vamos abrir os destaques. Companhia aérea cancela voo após tripulação ficar bêbada demais em festa em resort. Opa, eu adoro quando fala, é resort, né? Resorte não, né?
Queria daqui no resort, queria ter um resort.
Chat é uma coisa, agora resort é outra coisa.
É a mesma coisa, resort é a mesma regra que chat.
Chat é uma coisa, resort é outra coisa.
É a mesma que Instagram, é a mesma que WhatsApp.
Chat, poxa, como é que tu vai falar WhatsApp?
WhatsApp.
Não, não, não, tá vendo?
Aí tá vendo? É, não, para com isso.
Mas eu tô dizendo que é a mesma regra, a gente é a portuguesa, as palavras em em inglês, tá?
Mas é que eu não aportuguesizo.
Domingo agora, integrante da British Airways. Como é que fala British Airways, Rafinha?
British Airways.
Eles estavam em Barbados, lá no Caribe.
Que barbaridade!
Onde eles iam comandar no dia seguinte, na segunda-feira, um voo com 336 passageiros. Não só que a madrugada de domingo no hotel onde a tripulação estava hospedada foi agitada, foi agitada, foi agitada, e avisaram que tinha muita barulheira e eles estavam todos identificados como membros da tripulação.
Tu nunca pode usar o uniforme da empresa.
É exatamente isso que a empresa alega, que quando tu está uniformizado tu responde pela empresa, independente se tu estiver trabalhando ou não.
Cara crachá, né? Seu James Sirotsky sempre disse isso, né? Quem trabalha aqui anda sempre de crachá.
É um cara crachá, claro.
Dá uma briga, o cara: o cara da RBS brigou no trânsito.
Não é o Rafael Meneghazzi, é o Rafinha da Atlântida fazendo aquela merda ali.
Rafinha da Atlântida no trânsito, é conhecido, hein, mano.
Funcionário do mesmo, da EPTC.
Nada, tudo certo.
E aí, o garoto propaganda dos Caetano. Quando o hotel foi cobrar a barulheira, o pessoal, os tripulantes disseram: não, não, que barulheira? Que a gente é piloto. E aí se exibiram assim, tentaram dar um carteiraço aí. O que que aconteceu no dia seguinte? Tinha alguns funcionários passando mal na hora do voo. Aí foram ver o histórico do que tinha acontecido. Não, tinha um, tinha um vomitando, teve outro que precisou ser carregado até o avião.
Aí fizeram uma baguncinha forte, a galera da aviação fizeram uma festa regada a vodka e cerveja. A galera da aviação trai mais que o pessoal de hospital, né? Uma hora o cara tá confuso.
Dubai, depois tá São Paulo, não, ninguém busca, ninguém busca.
Exato.
Aí o cara, pum, eles causaram um prejuízo que deve ultrapassar R$700 mil, porque tu tem que realocar o voo de 336 pessoas, tu tem que indenizar 336 pessoas, pagar hotel para 336 pessoas também, né?
Claro, também.
E alimentação, o cara come menos. De tive engate desse.
Não, daí o cara já é chinelo, diz assim, ah, já que eles estão pagando para mim, eu vou derreter a comida. Dependendo da raiva que o cara tiver, claro, claro, é o transtorno da vida do cara, imagina, cara.
Não, e normalmente isso tá acavalado numas 5 horas de puxar de banco, né?
Claro, exatamente.
O cara chegou lá e disseram assim, ó, olha só, não vai ter teu voo. Não, tu esperou, o voo atrasou, fez um corre para chegar no horário. Exato, aí chegaram à conclusão assim, ó, Bah, não vai ter voo.
Ah, o pessoalzinho da tripulação se passou na noite passada ali.
Tem um enredo que eu acho bonito de ver quando o cara tá na fila, é o famoso do overbooking. Não, tem que despachar a bagagem. Aí sempre tem uma pinta que eu não vou despachar.
Bah, é, mas aí eu acho que vai do bom senso da pinta assim, ó, tu tem a bagagem com tal tamanho e tal peso, tem que despachar. Tu não chega na hora de embarcar e diz, não, quero embarcar com isso.
Não, encontra um bolo desse tamanho.
É, exato. Ou quando eles vendem mais lugar, menos lugar com mais gente.
Isso.
Aí é uma merda.
Mas normalmente quem tá errado é a companhia aérea. Normalmente, cara, às vezes tu tá ali com a tua malinha de mão de boa, daí o cara diz assim, ó, Bah, vamos ter que despachar. Daí, pô, já fica meio que só queria descer do voo e largar, né?
Sim.
Beleza, o cara vai lá, despacha, tu chega, tá um monte de mochila no bagageiro.
Aí, pô, é o tapa na cara da sociedade. Sabe onde é que não dá treta? Em rodoviária, meu irmão, porque o cara bota no bagageiro. Não, uma vez o Gordeléu foi ajudar uma senhora entrar no ônibus, e aí, e aí, ou ele tinha comprado um bacana E botaram a senhora no lugar dele, no bacana.
Pois é, tu vê que dá, pode dar erro em qualquer lugar.
A senhora tinha quantos anos assim? Pessoal, de uns todos, todos os anos possíveis.
Maravilha, na cadeira de roda. E aí só que os cara voou chinelo, que família comprou fracadeirante no segundo piso.
Aí Gordo Léo, não tinha um elevadorzinho lá dentro?
O Gordo Léo bacana foi ajudar, na mão, na mão, criado pelo Reinaldinho Dona Rústica, que pegou a cadeirinha Andou ali junto, pegou ela no colinho com os cara e botou. E aí o quê? O primeiro banco que ele viu, ele largou. Era o banco de queijo dele. E olha para o motor, ele fala: então, essa Zica aqui, pá. Aí o motor tá falando: vai no dela. Não, botamos ela no teu lugar. Ele: mas vai no dela.
Eu digo: não, mas a tua atitude foi legal.
Como é que era o dela?
Uma merda, mano. Eu falei: tá, mas janela?
Não, não, o pior de toda a família das senhoras.
Assim, ó, ninguém foi lá e ajudou a senhora, ninguém ajudou.
Botaram ela num banco Qualquer, né?
O Gordo Léo foi Porto Alegre, grande lugar de merda, pensando nesse negócio.
Mas tu resolveu para alguém, cara?
Mas fui puto.
Ainda bem que é perto.
É, 5 horas e meia, tira num baita lugar, leito cama, pai. Mas, meu, tu tem, bom, enfim, o Gordo Léo, o Gordo Léo tem uma passagem, ele pode fazer um azzarte.
Daqui para lá, Balada do Jovem Cansado, ó, ó, sente essa. Balada do Jovem Cansado faz sucesso com área de descanso e festa até às 22 horas, popular 10 da noite.
Cara, é o nadismo, né, cara? É o lance que tá crescendo, né? Fazer nada, né?
Fazer nada.
A balada tá em desuso para o jovem, para quem tem menos de 30 anos não tá mais interessado em virar à noite, sair com o pessoal.
Quantos anos tu tem?
Não, ali, ó, 28.
O que que foi, cara?
Ali ele é inimigo do fim.
Ah, mas é que tem que entender que— mas aí eu vou chegar com argumento. É que eu vou chegar com argumento.
A culpa é da mina, não é isso?
É que por mais que eu tenha menos de 30 anos, é a criação, né?
Ai, entendi.
Criado lá da onde?
O histórico da família é de derretimento.
Ah, vô tem boteco.
Tá, entendi.
Daí tu pega umas vezes, é como se eu tivesse 28 com uma vivência de 35, entendeu?
Puxa assim, entendeu?
O Rio de Janeiro tem viralizado com uma balada que é a Balada do Jovem cansado. Começa às 5 da tarde, se o rio tá bom, e termina 10 da noite. Essa balada, além de ter atrações entre aspas diurnas, né, ela tem área de descanso, tem muitas cadeiras, tem puff.
Caramba, fica em casa, cara!
E possibilidade para o jovem poder curtir mais na manha, mais na boa.
Tem uns fisioterapeutas ali que os cara tá com dor em tudo.
O Datafolha divulgou uma pesquisa que nas 12 principais capitais brasileiras, entre elas Porto Alegre e Florianópolis, 54% dos jovens não vai a baladas após a meia-noite.
A gente foi numa balada, eu e o Vini, esses dias, e tinha cadeira de massagem.
Ah, isso é legal. Não, se o cara dá um mau jeito, já pagou.
Quanto custava o kibbe cooler?
Não, não, não era R$250.
Champanhe, R$1.000.
R$6,21 é o pretinho básico na Atlântida. Ladrão, arromba a loja!
Mas não, vamos acordar o produtor.
O nenenzinho também falou alto.
Desculpa, que eu dei muito alto.
Consegue falar mais baixinho?
Consegue te baixar a trilha? Ladrão arromba. Agora escapou você, mas não consegue fugir após a sua picape ser roubada.
Olha a ideia do campeão, tá?
Entrou numa loja, entrou numa loja e deixou o carro no estacionamento da loja, certo? Com a chave na ignição. Por quê? Porque ele ia roubar a loja e deitar o cabelo rápido.
Planejamento top.
Planejamento, exatamente. Aí o que que aconteceu? Ele entrou na loja para roubar a loja e Quando voltou, tinham roubado a picape dele. Aí, o que que ele fez? Ele voltou para loja, devolveu as coisas que ele tinha pego, atravessou a rua que tinha uma lanchonete e ligou para polícia. Disse, olha só, tô aqui na lanchonete tal, roubaram minha picape. E a polícia, não, estamos indo para aí, não tem problema nenhum. A polícia foi até lá e aí começou a investigar e viu que tinha um vidro quebrado com sangue no vidro.
E aí olharam para ele, tinha sangue na mão dele. Aí olharam e viram sangue na camisa dele.
Ele deu sangue por esse roubo.
Aí o policial falou, ó, sendo bem sincero, olha aqui, ó, tem uma câmera de segurança aqui e tem uma câmera de segurança lá dentro. Qual a chance de você olhar essa câmera de segurança aparecer tu? Não, porque não sei o quê. Aí foram indo, foram indo, descobriram que sim, era ele. Ele tinha roubado a loja, ele deixou a chave da ignição, alguém veio, roubou. E aí o policial disse para ele Sabe o quê? Qual é o nome disso? Karma.
Deus não dorme, né?
Exatamente. Por isso tem que ser um bom piloto de fuga. Então, escapulário, o rapaz que teve a sua picape roubada foi preso e autuado por invasão de propriedade, furto e dano ao patrimônio. Não se sabe ainda quem roubou a picape dele.
Ele é burro, ele é burro. Ele foi lá e chamou a polícia.
É o ladrão chinelo, o ladrão chinelo, cara. Tem que dar ele um pau.
Ele merece ser preso.
É aquele cara, pega na rua e desmancha na porrada. Canário e burro, cara. Eu Eu sou a favor da agressão ao marginal, né, meu irmão? Eu sou a favor da agressão. Cuidado, calma, calma.
Vamos ver os caras parar.
Roubar alguém é errado, pau.
Não, é errado, isso é verdade.
Mexeu com idoso, mexeu com uma mulher, meu irmão.
Ah não, aí é taco de beisebol no joelhinho.
É isso, cara.
Mexer contigo é tiro, né, meu irmão? Tô brincando, tô brincando.
Você não pode ter arma, é o humor, né?
É o humor. Eu não tenho arma.
É o humor, né?
Tem que tu tivesse arma.
Só em casa.
É uma É meu cadeiraço que eu dou no vagabundo lá, cai do sol aqui na fonte, cai o Wi-Fi.
Não, desliga o disjuntor, ele nunca mais volta ao normal.
Acorda, ele pediu.
Pesquisa afirma que música e estudos têm relação complexa no cérebro das pessoas.
30 mais ouvidas dos anos 80.
Não, não, não, não, não, não, não, não. Os 10 discos de rock para transar quietinho.
Em Las Vegas, eles entrevistaram estudantes para saber qual era a relação que a música tinha com eles na hora do Boa, boa!
Já foi o quê?
Não, essa, esse destaque não, a gente não deu ainda.
Não deu?
Não deu.
Aí tu completa para nós aí. O quê? Eu completo, cara? Ah, ia ficar bravo? Quer brigar, é isso?
Quer brigar?
Quer brigar?
Mas completa para o cara aí.
Não trabalha em posto de gasolina, meu irmão.
Completa.
Olha como é que ele falou para ti.
Então completa para nós aí. Completa aí, completa para nós então aí, que agora nós vamos ser vazios.
Tem o cara de frentista? Tem alguma coisa quando Tudo contra, não gosta, não gosta, tem inveja.
Tu não tem carro, por isso não gosta.
Mas e aí, eles ganham periculosidade.
Sim, mas justo.
E aí se descobriu que a grande maioria dos estudantes usava música a seu favor na hora do estudo.
Por exemplo, grande música, de quem é o autor?
A seu favor. Aquarela.
A maioria das pessoas dizia que uma música instrumental era boa para se concentrar.
Conheci um pouco minha gente.
Quando era tipo a hora de revisar, a hora de realmente fixar aquilo na cabeça, a pessoa botava um fone de ouvido às vezes com música para ajudar na concentração.
Bah, eu tenho um déficit de atenção, se eu não ouço música e vou estudar, eu me perco.
67% diz que faz isso, que bota música para se concentrar, e 75% diz que ela aumenta o estímulo, ela serve quase como um golpe de endorfina assim.
Ah não, tá, aí sim acho que Não, é que a endorfina, eu acho que para quem pratica esporte, eu acho que faz sentido.
Mas é para estudo.
Não é, mas é isso que eu tô dizendo.
Eu tenho um amigo que é saxofonista, ele disse: a pior coisa é o filme pornô, porque ou o saxofonista é super bom e ele fica admirado, ou é um merda e ele fica puta, cara.
Que loucura, né? Mas como a música faz bem para as pessoas.
Só que a maioria das pessoas disse que a música é legal até ser uma música que te instiga a cantar junto. Junto, que daí tu perde a concentração e não estuda mais.
Aí o cérebro já tá lendo aquilo ali.
É, mas aí eles preferem em outra língua, tipo, pode ser, por exemplo, um brasileiro que ouve música em inglês.
Aí o grande lance, hein, outra língua nessa hora. Pior que eu não consigo, eu também não, até menor possibilidade. Mas eu tô sempre ouvindo música, todo meu TCC ouvindo música. Sério?
Rodei, demorei uns 6 anos para entregar o TCC, cara.
Eu fiz em uma semana e Cabariquei.
Ah, mas então você fez uma semana alguma coisa que fez de errado.
Qual que tu ouvia?
Água de coco.
Guardinal?
Ele fez beba, trouxe CD dele com música.
Eu fiz o meu ouvindo Franky Guerra, né? Pra terminar de uma vez, tirar aquela mel.
Cãozinho dos teclados.
6:27. Se o Nego Velho tá aqui, a gente tem que lembrar da qualidade Nego Velho Linguiça, Hambúrguer e Produtos Calemba. Nego Velho, mais tradição, e praticidade na tua casa, nego véio.
Meu querido, nego véio tá na delegacia e o delegado olha para ele assim: ô, nego véio, sabe tocar bateria? Claro que não, né, meu querido? Não sei tocar bateria. Mas então por que que tu roubou a bateria do teu vizinho? Porque ele também não sabe tocar.
Olha só o que o nego véio trouxe. Vamos dar, chamar a turma. O nego véio trouxe aqui para gente hoje feijoada, meu querido. Feijoada quentinha preparada com o kit feijoada Calemba Nego Velho.
Olha aí, meu querido, olha aí, meu amigo!
Estamos sendo agraciados aqui pela feijoadinha. Com esse friozinho, nada melhor que aquela feijoada para reunir a família, aquecer o corpo e aproveitar os bons momentos à mesa. Pode aquecer também que num programa de rádio. E para deixar tudo ainda mais prático, a Calemba Nego Velho tem o seu tradicional kit feijoada com os ingredientes que não podem faltar para preparar uma feijoada cheia de sabor e tradição. É a praticidade que facilita o preparo sem abrir mão daquele sabor caseiro que todo mundo ama.
Tu encontras os produtos Calemba Nego Velho que estão disponíveis em todas as grandes redes do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Calemba Nego Velho, mais tradição e praticidade na tua casa, sem falar da qualidade, né?
Mandar um abraço para o Rogério do lado do Liverpool, que fez a feijoada com todo carinho Ele é cracaço e mandou um abraço para a gurizada da GCI que tá aí, né? Veio fazer, Luciano e a turma, tá todo mundo aí. Um abraço muito carinhoso, muito obrigado. E aí a Calemba quebrando tudo, né?
Quebrando tudo.
E aí, fenômeno, feijoada no programa! Olha, não faz para não, programa, meu querido.
Só Calemba para a gente parar tudo e ganhar feijoada aqui. Show de bola! 6:29, vamos ver Vini Moura.
Ah, não é moleque!
Por quê?
Come depois dessa feijoada.
Não, mas eu tava só, eu vou levar para casa saboreando.
A Lívia adora feijoadinha, vou levar para ela.
Mas é bom, mas que cara legal do Weber.
Não, eu sou um pai, né?
Baita pai! É um pai, né?
Eu sou um pai.
Ô meu, vocês lembram que eu contei a piada que vocês não gostaram muito, né? Do cara que deu um soco.
Teve várias que tu contou que tu não gostou muito.
Não, não, tu gostou de várias. Aqui o cara, aqui o cara.
Vocês e Weber, meu irmão.
É, não, parceiro.
Não, mas é assim, tu quer o quê? Tu quer que a gente elogie no programa? Não existe isso no programa, cara.
Pode ser, pode ser.
Não é a tua primeira semana mais. Não é, já tá quanto tempo aqui?
Um aninho? O Diori já não ganha mais esse carinho.
Um aninho azar. O Diori, cara, o Diori ele veio com o livrinho de piada dele de Portugal, nós vamos rasgar o livro dele.
O Jory, quando ele voltar, esse livro não vai estar mais.
Nós vamos botar fogo.
Mas e aí, eu contei a piada do cara que foi comprar pão no boteco, né?
E aí depois ia na farmácia pegar o leite.
Exato. E aí vocês ficaram, que piada de merda! Então eu tenho a continuação dela. Pô, que bom!
Piada de merda 2, continuação.
Piada de merda parte 2. Pô, o cara, ele entrou no bar de novo, nesse mesmo bar, e disse para o garçom, me vê 3 pães. Me vê 3 pães, o garçom. Tá, pô, aqui é um bar, né? Não tem pão. E o cara foi lá e 3 socos na cara do garçom.
De novo.
E o garçom assim, ó, mas que desgraçado, mano, que cara desgraçada. Ele foi assim outro dia, me vê 3 pães, o garçom, não tem, isso aqui é um bar, não tem pão. Ele tá, tá, tá, 3 socos na cara do garçom. O garçom assim, ó, ah, não vai ficar assim. Agora não vai ficar assim. Sabe o que eu vou fazer? Eu vou garantir que vai ter pão quando ele voltar aqui. E aí o cara voltou no delivery, me vê 3 pães, tem? E o garçom, tem, tem aqui 3 pães.
E aí o cara pegou e mirou de novo, tá, tá, 3 socos na cara do garçom e falou aqui, ó, onde já se viu um bar com pão? Tá bom, é boa, é boa, é boa, é boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, boa, Ele disse assim, quem aqui deu um soco no meu irmão?
Deu aquele silêncio no bar, assim, levantou um louco, 2 metros de altura, assim, fui eu que dei um soco no teu irmão. Por quê? Disse, que rico o soco!
Aí a esposa do mestre chega toda animada e diz, ai, mestre, hoje eu quero namorar, eu tô cheia de vontade. E aí o mestre cansado, depois subiu um monte o dia inteiro, pensa, não posso decepcionar minha gafanhota. Então ele toma 2 Viagras. Pouco tempo depois, a esposa entra no quarto e vê o lençol levantando, fazendo uma verdadeira barraca. O mestre, querendo garantir o serviço, resolve tomar mais um Viagra. A barraca fica ainda mais impressionante.
E a esposa pergunta: ai, mestre, amor, posso olhar por baixo do lençol? E aí o mestre: pode sim, a gavanhota safadinha, mestre, quer confusão. Ela levanta o lençol e na mesma hora o lençol Ela brinca sem entender nada. Ela pergunta: mestre, o que aconteceu? Não acredito, ele te reconheceu!
Que bárbaro!
Um abraço para o Gui Mendes e para turma dos Guris do Brilho. Tá explicado, os Guris do Brilho.
Só os Guris do Brilho para mandar isso aí, cara.
Isso é uma barbaridade, incrível, meu irmão.
Vai cair, beleza, beleza.
Já falou da tua roupa, Jamaica, já falou tudo.
Temos destaques aí. Eu vou dar uma piada para ele ficar embalinho.
Ah, é? Tu quer ficar uma piada?
Eu queria começar contando só uma. Não, mas esse, ó, âncora, uma vez já foi grosseiro da tua parte. Não, mas ele foi comigo e ficamos por isso mesmo.
Agora deu 1 a 1.
Então deu, então deu. Amiguinhos então.
Então eu vou ler um destaquezinho porque ele me mandou.
Tá, tá bom. Tá bom.
E aí, ó, ó, barbaridade!
Mas e aí?
Empresa, empresa, empresa lança sabonete. Tá, mas e empresa lança sabonete de quem gosta de ficar sem cueca?
Sabonete de quem gosta de ficar sem cueca.
Antibactérias, provavelmente.
Minha vida!
Claro, para tu cuidar bem das partes.
Estragou a piada, será?
Não, não estraguei. Não, não é, não pode ser isso, não faz nenhum sentido.
Que pariu, isso que nós estamos rindo.
Seria muito bom. Isso, cara, tu imagina.
É isso?
Não é isso, é antibactérias. Sabonete para quem gosta de ficar sem cueca.
Isso aí.
E aí, qual o nome do produto?
Pomo Livre. Boa, boa! Vamos fazer a tempo da Bela Vista.
Ele que te mandou essa?
Não, não, essa é minha. A dele eu vou ler agora. Vamos ver a dele. Não, do Vitor.
Ah, tá, do Vitor.
Mateus Joinville.
Grande abraço, Mateus!
Boa cidade!
Aluno mutante.
Aí já perdi, já me deu medo. Já perdemos, Rafinha.
A preparação ela já mata já a família.
É, exato.
Ai, ai, ai, vamos lá então, vamos lá. Perder a hora ainda, meu irmão.
Alô, no botão.
Vamos que eu quero comer a minha feijoada ainda.
Alô, no botão. Mas temos que esperar das 7, né, meu irmão?
Tu tem razão.
Não tem intervalo, né?
Aí dá para comer rapidinho, né, meu irmão?
Também volta com tudo, tudo voando.
Ai, eu queria entrevistar os caras às 7:02, meu Leandro.
Não tem nada.
Eu não vi hoje apenas o Derde do Milhão, tá, meu? E o Aluno Mutante é expulso da escola de X-Men.
Poxa, como é que é?
Aluno Mutante é expulso da escola de X-Men após o Professor Xavier ler a sua mente enquanto ele pensava O que é que ele pensava? Tô comendo o cu de quem tá lendo.
Ah não, que idiota, cara!
Eu vou embora, meu irmão, vou embora. Obrigado, abraço para o Mateus. Joinville, bela cidade, mano.
Bela cidade, deixamos boa parte do cachê lá na feirinha.
Até hoje estamos devendo. Em breve o Gordo Leão leva em Joinville, é Gordo Leão, Ivan e Maionese.
Em novembro não, 17 de julho.
Tem que rachar o cachê agora com esse negócio do palhaço do maionese que não veio hoje, nem o Ivânio.
Nem o Ivânio. Maldapena tá firmezinho, né?
Quando tu tá aí, eu tô aqui, né, meu irmão?
Ah, tá ótimo.
E tá muito bem.
Obrigado.
Muito bem. Ô, meu, pessoal falou mal de ti ali embaixo, eu não deixei. Briguei com 4 pessoas.
Vocês sabem, mordeu meu pau. É bom a gente ver quem é amigo aí. Que isso? 24 para 7, Neto Fagundes, vamos de novo.
O castelhano volta de surpresa e encontra a mulher na cama com outro cara.
Tá.
Aí o castelhano nem pergunta nada, já sacou o revólver. E o cara: pelo amor de Deus, faz alguma coisa! Olhou para a mulher. A mulher: querido, calma, cara. Quem é esse cara, cara? Tu sabe quem é esse cara? Ele que pagou aquela nossa dívida antiga no banco. Sério? Sabe o nosso apartamento na praia? Foi ele que pagou também.
Sério?
Sério?
Sabe o nosso carro novo? Ah, vai me dizer que foi ele que pagou? Sim, foi ele que pagou também. E aí, olha, eu só queria que ele se tapasse para não pegar de repente uma gripe.
Ajuda aí, né?
Me ajuda aí, meu irmão.
Tem outra dessas assim?
Não, tem uma boa aí agora bacana.
Não, eu tenho a continuação da piada 3, a parte 3. Não, tem um cara O cara chegou no shopping e foi— eu tô tentando adaptar isso aí. O cara entrou no shopping, tem bastante. Ele chegou no shopping e foi no banheiro. E aí ele foi naqueles mictórios, né, e fica um do lado do outro, coletivo, né, cara? É coletivo. Daí ele foi no mictório que fica um do lado do outro e chegou um cara bem baixinho do lado dele, vai bem baixinho mesmo, batia na cintura dele assim, né?
Bem menor que eu, é bem menor que tu. E o cara ali no mictório, o cara bem baixinho olhando assim, olhou para o lado e falou: nossa, nossa, que grande, que grande! E aí o cara: para de olhar, sai daí! Não, nossa, é muito grande, nunca vi uma coisa tão grande assim, deixa eu botar na boca.
Olha isso, cara, manda uma adeus, vai lá para rua.
Calma, calma. E aí o cara falou: não, não, Não, por favor, deixa eu colocar na boca. O cara bem baixinho, né, na cintura dele assim. Daí o cara falou, tá, tá. Olhou para os lados assim. E aí o cara, não, assim, ó, eu pego, até pego um banquinho. Aí ele puxou um banquinho que tinha no banheiro, o cara deixou, ele subiu no banquinho e botou na boca, né, botou na boca e mordeu. E mordeu assim, ó, é um Auto, passa tudo, senão pulo do banquinho.
Não, não, não, não, não, não, não, não vou compactuar, não vou comprar.
Se sou eu contando isso, cara, se o criador da Guido não conta, tu não respeita o Maggi? Não, é, eu não contaria não, porque é para rua.
Eu ia contar uma, cara, ia contar, ia contar.
Falei para mim, ele ia te expulsar do prédio.
Não, mas daí é outra coisa, mas a premissa é ele te expulsar.
Não, não, tu não vai contar essa.
Para, já foi contada coisa pior, já foi contada coisa pior. Eu nem usei palavrão.
Eu fiz uma merda. Bom, enfim, mudando a chave aqui, 21 minutos para 7 horas da noite. Boa tarde, pessoal, tudo bem com vocês? Sou a Jaqueline de Santa Clara do Sul, no Rio Grande do Sul. Jaqueline, já vou avisar um pedido de ajuda para ninguém se jogar e se queimar. Hoje eu quero pedir ajuda de todos por uma causa muito especial: o pequeno Léo, filho de Cândida e Giovanni, foi diagnosticado com AMI tipo 2, atrofia muscular espinhal, uma doença genética rara degenerativa que causa fraqueza muscular e pode afetar funções vitais como a respiração.
Existe um tratamento capaz de mudar a vida do Léo, medicamento Zolgensma, considerado um dos mais caros do mundo, quase R$9 milhões, mas com eficácia comprovada quando aplicado até os 2 aninhos de idade. Por isso o tempo é precioso, pois o Léo tem 1 ano e 10 meses. Toda ajuda faz a diferença, seja uma doação, compartilhando a campanha ou divulgando essa história. Você estará contribuindo para dar mais qualidade de vida para esse anjinho chamado Léo.
Para acompanhar a campanha e ajudar, acessa o Instagram @ame. @ami.principeleo. É isso aí, @ami.principeleo, tudo junto. A chave Pix para as doações é o 048-286-934. 048-286-934. O Instagram, @ami.principeleo, tudo junto. Contamos com a solidariedade de todos. Muito obrigado. Quem mandou aqui foi a Jaqueline de Santa Clara do Sul, no Rio Grande do Sul.
A gente já algumas vezes divulgou vaquinhas buscando esse remédio, que é o mais caro do mundo, né, que é um absurdo. Então normalmente esse dinheiro, a grande maioria das vezes, ele serve para que de maneira judicial tu consiga esse remédio. A gente sabe que é difícil alcançar esse valor de milhões de reais. Então é muito legal que a gente compartilha. Acabei de postar ali nos meus stories também essa, esse perfil, ame.principeleo, tá com 12 mil seguidores.
Então, ah, mas eu não tenho grana, cara. Eles estão com pouquinho assim, eles têm pouco mais de R$3 mil arrecadados. Então é bom a gente dar um gás aqui no Pretinho nessa vaquinha para que a gente possa, pelo menos de uma maneira judicial ou de uma maneira de fazer barulho, com que o Léo seja— e eles têm um prazo curto porque o Léo faz 2 anos agora em agosto, certo? Então esse remédio ele precisaria chegar o quanto antes.
Então se tu não pode ajudar, tu compartilha o perfil para alguém que te conheça possa contribuir com aquilo que puder.
E tem gente que lida com cifras muito altas, né?
Exato, cara.
Não é o nosso caso aqui da gente. Se a gente tivesse um monte de grana, com certeza a gente ajudaria. Mas tem gente que lida com cifras bem altas e que pode nessa hora, cara, pensar assim, ó, pô, eu vou fazer isso, vou fazer uma doação em nome de uma grande empresa.
Eu me confundi, eu fui falar o valor arrecadado, foi a cidade de Lajeado que enviou R$3.000. Eles estão com R$800.000 já arrecadados. Mas é importante a gente bater a na casa do milhão, dos 2 milhões, o quanto antes, para que a gente possa—
vamos na quantidade da audiência. Imagina quantos mil ouvintes nos ouvem. Se cada um puder doar ali 5 pila, 10 pila, 15 pila, já vai dar uma força para esse anjinho Léo aí. Acabei de compartilhar também, entrei no perfil dele e joguei ali nos stories para a galera lembrar e fazer essa boa ação, né? Fazer o bem volta o bem, com certeza. 17, pois não, Vini?
Não, se tu quiser só.
Não, eu quero, eu quero.
Aquele final, né?
Não, velho, tem o email aqui Aqui, né?
Ah, um email falando sobre—
que bom, achei que era mais uma piada.
Não é, não, você retriquei. Eu tô só que nem o Alan, 2, né?
Tá bom, 2, tá bom.
Vamos no email então, para ser lido pelo @realfeather.
Querido, tô ruim hoje.
Ou por outro integrante, menos o Rafinha.
Menos eu, tá? Então deve estar me detonando, óbvio.
O nosso surfista de corredeira da chuva, nosso ácaro de pulga, o bugraceiro com o nosso ângulo, nossa sementinha de mostarda, menino. Um grande homem numa embalagem discreta.
Ah, que isso, cara?
Pois eu encontrei o Rafinha. Opa, estava eu passeando no Shopping Praia de Belas há um tempo atrás, me dirigindo a uma grande loja de material de escritório, e de repente, não mais que de repente, atrás de uma coluna, escondidinho por conta da sua timidez e modéstia gigantescas, não era, estava o Rafinha, não era ele, abraçando e apertando a menina ali. Ah, era ele e uma outra coleguinha. Quanta fofura!
Sim, né?
Ambas estavam de minissaias escocesas xadrez, meia 3/4, chinelagem absurda, e livros universitários na mão. Confesso que me surpreendi, pois como estão grandes essas crianças! Ambas aparentavam uns 25 anos no mínimo. Como o tempo passa, hein, Rafinha? Eu não vou no prédio dela pedir uma selfie. E ele, muito solícito, carinhoso e protetor, colocou as meninas guardadinhas atrás de uma coluna e fez a foto comigo. Esse é o Rafinha.
Olha só, uma trairagem absurda.
Eu sou teu público, Paulo Ricardo. Ô Paulo, que carinho!
Ainda bem que ele é o teu público.
Imagina se não fosse, né, cara? Tá louco! Quando bate aí é ruim o microfone. Grande abraço, o som, esse microfone vai captar qualquer som aí quando bate.
Eu não tenho costume com rádio.
Não, então tá bom, que bom, cara, pode usar o personagem quando faz isso. 15 minutos para 7 horas da noite. CCGL, elite de verdade, gaúcho como a gente. O vinho de mesa mais lembrado pelos gaúchos é o JP, o preferido do Sul. Assinam os classificados do PB que venderemos o quê?
Fala, Pretinhos e Vini Moura, sou ouvinte não tinha sido e agora eu uso o programa para vender minha máquina. Tenho certeza que esse carro, mecânico de Autorama, vendedor de Creta, não vai conseguir criticar.
Vamos ver.
Tô vendendo a minha Tiguan Highline 2021.
Aí é um bom carro mesmo.
Segundo dono, comprei com 9.000 km.
Vem com a cadeirinha das crianças.
Hoje tá com 76. O carro é completação, é tanta coisa que se eu listar todos os acessórios aqui, é bom carro, o email fica longo. A mecânica dele tem um motor 2.0 TSI, 16 válvulas turbo, 220 cavalos, tração integral nas 4 rodas, 4Motion, direção elétrica progressiva, rodas e pneus liga leve, aro 19, porta-malas com 686 litros, que para quem tem 2 filhos como eu é muito importante. Isso cabe a casa inteira, ou dá para o Ivan morar nele.
Tô apenas vendendo porque minha mulher quer migrar para um híbrido, e o Alexandre, pau mandado, Fetter, sabe que quando a mulher quer tem que fazer. É o melhor carro que eu tive. Tem pequenos detalhes na lataria, na lataria, mas se um carro com 5 anos desse não tiver nenhum detalhe, é porque ficou o tempo todo na garagem.
Do outro lado nunca mostra, né?
Todas as revisões feitas na quilometragem, tempo certo, mecânica em dia.
É um bom carro.
A tabela FIPE tá em R$170 mil, mas como o carro tá bom, tô pedindo R$180 mil.
Esse é bom para sequestro.
R$170 mil, ele tá pedindo R$180 mil porque o carro tá muito bom.
Ele não quer vender isso aí, se vier pelo pretinho tem Castelhano, até aceitaria minha moto, mas teria que vir com um show do Neto Fagundes com churrasco aqui em casa.
Caramba, seria outro lance, né? Não tem nada a ver com esse louco aí.
O carro tá na cidade de Concórdia, Santa Catarina. Propostas podem ser enviadas no email tiguanbala@gmail.com. Tiguanbala, Tiguanbala no pb@gmail.com.
Agradecemos.
E vida longa ao Pretinho Fetter, não desiste desses vacilões de É uma nave, a nave Everton da Costa.
Esse email chegou tarde, né, cara? Porque não desista desse cara, ele já foi, já não tá aqui hoje, né?
13 minutos, não, vai bater 12 minutos para as 7 horas da noite. Vamos entregar o show no intervalo, já voltamos. Que que houve, meu irmão?
Boa para o intervalo, velho.
Mas é comer feijoadinho agora, hora da calemba. Vamos comer, vamos, coisa linda! O Pretinho Base.
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Agora na Atlântida, memória de elefante.
Elefante Letrado apresenta Palavra do Dia.
Mitigar, M-I-T-I-G-A-R.
Vem do latim mitigare, que por sua vez deriva de mites, que significa doce, suave, brando.
Assim, o verbo mitigar significa aliviar, suavizar uma situação ou algo. Mitigar um problema, por exemplo, não é resolvê-lo, mas fazer com que suas consequências sejam mais brandas.
Ô, Dona Sandra, tá me ouvindo?
Aqui, a gente mitigou o problema, mas para resolver é só segunda-feira.
Elefante Letrado, a plataforma de leitura uma das melhores escolas do país.
Acesse Elefante Letrado nas redes sociais e descubra mais.
Memória de elefante. Para mais curiosidades, acesse elefanteletrado.com.br.
Tamo de volta com o Pretinho Básico aqui na Atlântida, a rádio das nossas vidas. Faltando 4 minutos para 7 horas da noite, rodada de despedidas aqui para este programa, porque voltaremos logo mais amanhã a partir da 1 da tarde. E antes a gente vai eleger o craque do programa, começando com ele. Observem, Neto Fagundes, não sei se tem algum recado, além do voto, quer dar algum recado?
Quero mandar esse abraço para a galera que trouxe a feijoada para nós, né? Calamba aí, né?
A minha tá guardadinha ali, tô levando para casa. Tamo junto, meu povo! Pois é, linda! Teu voto, Neto Fagundes?
Vou votar na produção, que a produção conseguiu hoje controlar a bola aqui, fez várias coisas importantes durante o programa.
Então meu voto é para Tá ótimo, né?
Tem um controle de bola.
Eu vou votar no Dapena, que foi provocado com os destaques e trouxe.
Obrigado.
E veio bem. Olha ele. Que bom ver você se dando bem.
Que bom ver você.
Mérito dele. Queria dar um soco na cara dele. E aí, o que que eu fiz?
Ele disse para tu chamar os destaques, tu brigou com ele, tu chamou os destaques e a galera gostou.
Obrigado. Eu gosto disso.
Parabéns, cara. Obrigado. Vocês merecem.
Ele cresce Crisis.
Eu cresço na crise. Tiver muito legal, aí dá pene. Vai, pai, já vai esperando um bagulho legal. Eu me quebro, né, meu irmão?
Sim, meu irmão. Tu vai em quem, querido?
Eu queria mandar um abraço para o Theo Becker, que olha só, Theo Becker, eu vi o comentário dele pós-jogo do Brasil ali, me bateu de frente.
Tá ótimo.
O meu voto, ele analisou só a derrota do Brasil para Noruega, né? Eu me bateu diferente. Eu vou, eu vou votar em ti, meu irmão.
Em mim?
Obrigado, mano.
Enquanto tu tá, eu venho, velho.
É sempre a mesma desculpa.
Tu não pode dizer assim, bah, tu conduziu bem o programa. Não, quando tu soltar, eu venho.
Não, é que assim, ó, tu tava bem.
Parece o Porão votando no Fetter, é sempre a mesma desculpa.
É, não, bah, quando o programa tá legal, tu não sei o quê, não sei o quê.
Quando o programa tá legal, ninguém se passou, todo mundo quis ir embora, tudo bom.
O Vinícius se passou para trás. Por que eu me passei?
Já, grosseria com uma pata ali por cima.
Não, vocês dois quase Melhor que eu que passei.
Não, as piadinhas aqui, mano, demais.
Cara, não falei um palavrão na piada, cara.
Botei uma boazão do Gordo Leão.
É verdade.
Eu vou votar que— eu vou votar no Neto Fagundes, porque, né, teve umas piadas, teve uns destaques do Dapera, mas as piadas boas foram Neto Fagundes.
Tá certo, valeu.
Aí, lembrando que 20 de novembro a gente vai estar em Floripa.
Beleza, programa, hein?
Tá tempo, eu vou dar, eu vou dar. Pô, só não vai que não quiser, né?
Agora essa é minha piada.
Anota aí, dia 20 de novembro em Floripa.
Onde é que vai estar, João Hara?
Chegou a 20 de novembro, Florianópolis negou.
Tá, coisa linda. Meu voto é no Neto Fagundes também, não pela, além da feijoada, as piadas que o Neto trouxe para a gente. Observem, Neto Fagundes.
Obrigado, Rafinha.
Valeu, Neto, é o craque do programa.
Bora, musiquinha.
Sim, sim, bota nos teus fones e vai ouvindo. 1 minuto para 7. Obrigado pela audiência, até amanhã. Você ouviu mais um episódio do Pretinho Básico, a maior audiência do rádio na sua cidade.