Pretinho Básico | 29/06/2026 18h ⭐Neto Fagundes
O maior podcast humorístico do Brasil. Elenco da rádio Atlântida repercute as maiores notícias do dia do jeito mais engraçado possível. Veja muito mais no YouTube 📺: @atlantida_TV e @PretinhoBasicoShorts
Alexandre Fetter
Léo Oliveira
Leandro Bortolatti
Rafinha Menegasso
Speaker C
Speaker G
Speaker I
Speaker J
Vini Moura
- Brasil na Copa do MundoAnálise tática do jogo · Desempenho dos jogadores brasileiros · Vitória do Brasil · Eliminação do Japão · Vini Jr. · Matheus Cunha · Paquetá · Martinelli
- Ansiedade e saúde mentalAplicativo 'Food Never Comes' · Placebo digital · Compras por impulso · Dívidas por ansiedade
- Preferências SexuaisPesquisa sobre fantasias sexuais · Menage · Ciúmes · Confiança · Doenças sexualmente transmissíveis · Performance sexual
- Histórias de ouvintesGratidão e superação · Grupo de ouvintes do Pretinho · Bárbara Fetter Silveira
- Piadas e históriasNego Velho e a fazenda · Barriga e o porco · Teste de produtos em animais · História de hospital
- Venda de CarrosHyundai Tiburon · Motor Tucson V6 · Emblema Tuscany · @adv.luciosousa
- Craque do EpisódioVotação para craque · Leandro Bortolatti · Vini Moura
- Uso da palavra 'mister' no futebolZaga · Retaguarda
Olá, Alexandre Fetter! Olá, olá, muito bom fim de tarde, amigo e amiga ligados na Atlética! Estamos chegando neste fim de tarde de 29 de junho de 2026, segunda-feira. Muito boa tarde ou bom fim de tarde para Neto Fagundes. Como é que tu tá, meu compadre? Quero saber se tu tá bem, tá feliz.
Cara, tô feliz, tô feliz.
Escalada da tua seleção, meu compadre.
Tensa, né?
Nossa, no caso, que é uma grande seleção o Japão, né, cara? Melhorar aqui.
Oi, oi, tá falando?
Tava torcendo pro Japão, meu cumpadi.
Não, não, tá dizendo que foi difícil o jogo.
Ah, isso eu entendi agora, obrigado.
Não é só o óculos que tu tá precisando.
Me desculpa, meu cumpadi, me desculpa. Aliás, Nego Véio está no Pretinho Básico com a gente. Qualidade, Nego Véio, dos produtos Kalemba. Linguiça, hambúrguer e produtos Kalemba. Nego Véio, mais tradição e praticidade na tua casa. Muito bom fim de tarde, mestre. Que que houve, mestre? Muito bem, muito bem.
Eu tenho uma denúncia a fazer.
Denúncia, mestre?
O goleiro do Japão não pode entregar. Ele é dos guris do Brasil, Jaya Hara. Que merda é aquilo lá?
Conheço o goleiro, nego.
Eu não conheço japonês daquele jeito.
Nego, olha os guris, vai, tira o toque. E aí, Jaya, não rolou, né, Jaya?
Pô, nego, coisa de terror com o nego.
Como é que é, galera?
O japonês, né, nego?
Japonês entregou a Pato!
Conhece o pai dele?
Nego Su!
Quê?
Nego Su!
Nego Suzuki, nego!
Pô, ele foi lá, fizeram um samba em torno do nego, pegaram todo mundo, pô! Valera entregou aquele merda, pô!
Agora fica, imagina, tem uma oportunidade de marketing pingando nessa área aí pra Honda, por exemplo, que também é uma montadora japonesa. Se fosse onda. Imagina, Suzuki entregou. Se fosse onda, não teria perdido também. MH Net Telecom, para gritar gol sem delay, conte com internet Globoplay da MH Net Telecom. Muito bom fim de tarde para ti, Léo Oliveira.
O mestre se ferrou, Goku, Pokémon, todo mundo se ferrou, entendeu? Hello Kitty, tchau Japão! E aí tem o xarope que viu com as teias da geração japonesa. Nunca o Japão vai ganhar do Brasil numa Copa. Vão à merda quem tá torcendo pro Japão, que é Brasil, caralho!
Vero a maquininha com a menor taxa e um banco completo. Seja Vero! Vini Moura, já te cumprimentei, né, mulher? Boa tarde, bom fim de tarde.
Tudo certo, Vini Júnior?
Se tu faz aquele gol aí, Vini Moura, se tu faz aquele gol, a mão Ali foi o dedinho, dedão salvador do Suzuki.
Ali é para manter a humildade, né?
Pô, é verdade, é verdade. Aquele gol, tu flutua, né?
50 anos, vinheta da Globo, aquele gol.
Que golaço! Os destaques do Pretinho Basco neste fim de tarde para Zagonel, as melhores soluções em duchas e torneiras. Sigam @eletrozagonel nas redes sociais. Muito bom fim de tarde, Rafael Gomes. Bom fim de tarde, Alexandre. Tá feliz, Rafael Gomes?
Tá caramba.
Tá certo, Léo, o Japão não ganha da dupla Gremio, né?
O Grêmio, calma lá, calma lá.
Rede Mac, tudo para construção, reforma e decoração. Rede Mac, a gente é de casa. Rafinha Menegasso, ótima tarde para nós, noite já agora, Alexandre, né? Ótima, ótima. Isso aí, e vamos dar um pulo agora neste exato momento, no calor da comemoração da vitória do Brasil sobre o Japão. Vem com a gente, Lelê! Abre esse microfone, Lelêzinho! Vamos nessa! Ele tá tomando gelo, ele tá tomando gelo.
Pior que não, cara. 15:30, horário local aqui, 17:30 daí encerrou a venda de cerveja no entorno aqui do estádio, né? Então eu tô aqui, por isso que até já tá mais vazio, porque quem comprou, comprou, quem não comprou, não compra mais. Mas temos nesse momento 35 graus aqui em Houston, 42 de sensação térmica. E eu fiquei curioso, Alexandre, que eu quero saber que jogo é esse que o Léo Oliveira e o Rafa Gomes viram que foi uma barbata. Eu quero saber que jogo foi esse.
Eu vou te dizer então, esse debate já começou na redação antes do programa. Mas aí agora o Léo sustenta que foi um banho de bola, foi um banho. Mas pelo amor de Deus, cara.
Não, só um pouquinho, eu não falei isso. O que eu critiquei foi os defensores de ai, O melhor Japão. Ai, o Japão, e porque não sei o quê, os mesmos xarope que defendiam geração belga. Sabe que ela ganhou? Porra nenhuma. Por quê? Porque é uma bosta e o Japão é outra porcaria.
Talvez o Japão e a Bélgica nunca vão ganhar porra nenhuma, jamais vão ganhar uma Copa do Mundo, mas fazem frente pro atual futebol brasileiro.
Mas quem ganhou no final? Ganhou nós, a gente jogou mal e ganhou deles.
A gente jogou mal e ganhou deles.
Eles jogaram 2 minutos a menos, não tinha como perder.
Se tivesse jogado quem contra Escócia?
O Japão parecia o time do Celso Rotti, Lelê.
Eles não chutaram a gol, cara. Joga o gol, pelo amor de Deus, gente.
Que jogo vocês viram?
Primeiro tempo nós tomamos uma roda.
Calma, calma.
Nós tomamos uma roda.
Nada não, a gente entregou a bola pros caras e tomou uma roda, Lelê, pelo amor de Deus.
Não, mas daí é mérito dos caras, meu. Tem duas coisas, calma aí, nós estamos falando uma gritaria louca. O Japão, eu concordo, camiseta do Japão não entorta um varal como a camiseta do Brasil. Agora, o que os caras, eles encresparam pra nós. Se não é o Brasil, talvez outra seleção não teria passado, cara, porque o mérito deles é ir no erro do Brasil, fazer um gol.
Tá, mas a gente nunca viu um time grande enfrentar um pequeno que coloca 3 ônibus na frente da área.
Então não é que o Japão não pode chegar e dizer assim, ó, aos 46 segundos do tempo tu virar o jogo e dizer que foi uma merda o jogo, que o Brasil jogou para caralho, ele ganhou.
Nós jogamos o eficiente, ganhamos.
Cara, a gente tem que falar um negócio, né? A seleção brasileira tem Vini Jr., tem Matheus Cunha, Paquetá, o Martinelli, que eu aqui falei que o Martinelli é pica, que vai resolver para cima.
Tem um corte ali no Pretinho, vocês detonando Martinelli.
Olha só, observem Neto Fagundes, observem Neto Fagundes, cara. Além da elegância no look, no visual, no outfit, observem a elegância de Neto Fagundes, que conhece futebol, poderia estar aqui dando aula sobre futebol, mas tá quietinho ali Vamos ouvir o Neto Fagundes, por favor.
Pode começar, Neto.
Futebol é o seguinte assim, ó: o Japão só tinha uma chance, a que ele tentou, só tinha essa. E aí o que que aconteceu? Numa jogada errada do Brasil no primeiro tempo, é, eu não sei por que a gente tem um costume do futebol brasileiro mesmo, é de ir recuando quando o atacante vem para cima dele. A zaga brasileira foi, perdeu a bola, eles são rápidos, eles têm característica de rapidez, E aí pega no contrapé. Aí, de um momento em diante, que ele já viu que ele tava chegando perto da área, ele chuta no canto do goleiro e fez o gol.
E fez o gol. Aí faz o quê? Paredão. Aí ele bota 10 cara lá para dentro da área e fica segurando.
1x0.
Que não ia fazer 2, não queria fazer 2, mas não ia conseguir, né?
Neto, permita-me acrescentar o teu comentário, porque a gente assistiu o jogo no 5º andar, tá? De um estádio que são 8 andares. É uma visão, é uma visão bem vertical mesmo. Então a gente podia ver, cara, assim, ó, o, o, a composição tática nítida dos japoneses. Era um bloco, eles não cansam, cara. Isso chamou muita atenção, a vitalidade física deles, eles ganhando no corpo dos brasileiros em diversos momentos do jogo, diversos momentos do jogo.
Aliás, desculpa te interromper, vazou um treinamento da seleção japonesa, o treinamento que os caras fazem para choque corpo a corpo. Não sei se vocês viram isso, os caras carregando placas de ferro de, sei lá, 50, 60, 70 quilos. Pô, é diferenciado aí, é uma preparação, velho.
Pra gente, Alexandre, que somos acostumados aí no estádio sempre com um radinho de pilha no ouvido, a gente tem uma percepção do jogo. Aqui, como nós não temos o radinho, tu fica prestando mais atenção, visualizando mais. Então realmente foi um jogo de muita estratégia, né, e a vitória, né, o segundo tempo muito melhor que o primeiro, ele passa diretamente pela mão de um treinador que, né, cara, é um treinador que é insistente mesmo nas suas ideias.
Se tu pegar o Real Madrid do Ancelotti, cara, tem dezenas de jogos que ele fazia o gol da virada depois dos 35 do segundo tempo. É uma característica do trabalho dele, ele é insistente E ele não é apegado aos seus erros, né? Tanto que a gente pedia o Hendrik, pediu o Hendrik, deu ali o problema com o Paquetá, que eu acho que até se não tivesse dado problema ele não voltaria, porque tá muito mal hoje. Ele botou o Hendrik para jogar, entendeu?
Então assim, ó, o Martinelli que ele botou fez o gol, ele manteve o Casemiro, que foi para mim o pior jogador do primeiro tempo, foi o Casemiro, ele e o Danilo, os dois jogaram muito mal.
Tá bom, tem gol, Lelê! Oi, tem gol!
Inacreditável! Paraguai abre o placar, 1 para o Paraguai, 0 para a Alemanha. O Enciso fez e já tá terminando o primeiro tempo.
Eu tenho todos ainda.
E a Alemanha está sendo eliminada neste momento.
Mas uma coisa do Brasil que vale essa vitória é aí: o Brasil não virava um jogo desde 2002, desde Inglaterra.
Desde Inglaterra a gente não virava um jogo.
Então a gente conseguiu quebrar uma barreira mental.
É um sinal, é um sinal.
Nossa, e agora?
Agora tudo é sinal.
Tudo é sinal agora.
Claro, velho. Nós estamos iludidos, Alexandre. Mas o que eu estou dizendo? Tudo é sinal.
É isso aí.
Eu estou iludido agora. E agora é só, e pode vir o ralo, vamos colar no ralo também, que o resto é ruim também.
A gente é muito chato, cara.
A gente é muito chato. O lado da Argentina lá, tem Cabo Verde, um monte de seleção ferrada do lado da Argentina, e os argentinos não estão nem aí, eles estão é vamos pra cima.
É isso aí, fazer o que tem que ser.
E aí a gente ganha do Japão, É, tem que ver, porque não sei o quê. Tem que ver, cara.
Pô, vamos lá, olha só, o futebol ele só existe por um propósito: uma das partes, uma das equipes ganhar a partida. É isso, é para isso que existe futebol.
E é um dos poucos esportes que o pior time pode ganhar também.
Então é óbvio que nós estamos felizes da vida e vamos para cima, Brasil!
Olha só, tem aqui o corte, tem aqui o corte, boa, onde o Pretinho mostra que não é que nem quando 'Ah, faço uma cagada, diz que só sou eu.' Aí tem que ver quem é que tá falando.
Gabriel Martinelli responde ao Pretinho Básico em campo.
Só um pouquinho aqui, deu problema aqui.
Abri aquela que diz iPhone ali na mesa, telefone.
Atacante, comerciantes famosos, começando com o Gabriel Martinelli, atacante, fazendo 25 anos hoje.
Aí, né, que não vai jogar, né?
Não vai jogar.
Não, não, as primeiras opções ali é o Igor Thiago, o Hendrick, Vini Júnior. Aí tu vai um pouquinho mais para o Rayan. Aí pode ser que tem o Neymar, não vai jogar, não vai jogar.
Comunicador com bola nas costas, né?
É muito bom.
Diz que vários jogadores levaram seus fotógrafos para a Copa do Mundo, né? Jogadores profissionais, eles têm fotógrafos no mundo todo, por aqui em Porto Alegre, no interior, eles fazem contratos para fazer a publicidade, para que ele foque só no jogador.
Mas o Martinelli vai precisar de alguém que trabalhe com o Iá para fazer ele em campo, né?
Sabe muito, sabe muito, a gente sabe tudo de futebol.
Ai, que dureza, cara. Muito bem, vamos em frente aqui nos destaques do Pretinho Vasco. Nosso ouvinte aniversariante de hoje é Diego Leonardo Train. O Diego Leonardo Train, desenvolvedor de hardware de Três Coroas, fazendo 35 aninhos.
Ele também, né?
Para o quê? Train? Que isso, Rodrigo! Sim, mas quem mais é Train?
Várias pessoas, vários radialistas sem trabalho.
Parabéns, felicidades aí, brother! Tiago Leonardo Train de Três Coroas. Aliás, que cidadezinha legal, Três Coroas!
Isso mesmo!
Olha aí, vai lá fumar incenso. Tem um restaurante tailandês bom lá, tem uma parada que te agrada lá, as Três Coroas, né?
Verdade, hoje eu vou passar a piroca nas gatas.
Ele se empolga, ele se empolga.
Tá triste que teu time foi eliminado?
Por isso, quando o cara tá triste, ele vai dar um ferrinho. Aí quando comemora, e aí é todas junto comigo.
Mas vamos começar voltando. Lelê, fala.
O mestre, eu sempre fico na dúvida, o mestre é chinês ou japonês?
Não faz essa pergunta, merda! A gente é oriental!
Porque hoje antes do jogo eu entrevistei hoje um chinês que estava com uma camiseta de seleção brasileira e veio torcer Brasil.
Os adultos adoram o mestre! E as crianças adoram o mestre também!
Todo mundo adora o mestre!
O mestre foi com as crianças ver Toy Story 5! Muito alto, hein?
E aí, como é que é o filme?
No jogo, Copa do Mundo rolando, o Messi no cinema com 3 crianças.
Por quê?
Porque as crianças, porque as crianças adoram o Messi.
É um bad mental, cara.
Coisa boa isso, cara. 6:20 nos destaques aí, meu irmão. Vamos acordar aí, trabalhar.
Se quiser eu faço.
O que que houve?
Nada não, é a parte do cara. Contratado e pago para isso, eu não dá pena, né, cara?
Tu nunca me chama, né, meu irmão?
Como que eu não te chamo, cara?
Tu não gosta mais de mim, tu gostou de mim no passado, hoje teu amor é para o Ivan, não é mais para o Mário Neto.
O Ivan não veio, o Mário Neto não veio.
Sabe quem é que gosta de mim?
Quem?
Meu irmão aqui, ó.
Aí eu chamo o Lapiano direto ali.
E aí, Lapiano?
Aí ele fica feliz, ele vem com desvague.
Vamos estar juntos, sabe quando? Sexta-feira no bilhão!
Que que vai ter? No bilhão!
O que que vai ter no bilhão?
Oh, Daguedes e o Tramé com a comunidade!
Aí sim hein!
Vamos comemorar lá né velho!
Acabaram de dizer o Gino...
Eu levo o balido! Sábado eu vou lá para o Atlantis da Celebration mas sexta eu posso ir aqui.
Putz, vai fazer então um termômetro direto!
Não sai direto não!
Boa noite Ivan!
Ah ah ah! Não tenho corpo para pegar ali em Iguassu. Tô matando uma coroa ali em Iguassu. Tô comendo gente em Iguassu. Qual é o problema? Tem visita ali, ó, moça. O que que ela quer?
Não tem problema nenhum. O que que ela quer?
Amiga? Olha, garotão, tá bom.
Nos destaques aí, meu irmão. Vamos se acalmar, vamos se acalmar.
Eu tô aqui calmo, tomei um ansiolítico antes de vir aqui.
Um ansiolítico?
Isso aí.
Com o quê?
Flowers.
Olha aí, meu Deus, que isso?
Flowers.
Flowers are caffeine, né?
Não deve ser. Novo aplicativo cria delivery de mentira para frear compras por impulso.
O Food Never Comes, do sul-coreano, é um aplicativo de delivery que é igual aos tradicionais, com a diferença que ele é só para matar tua ansiedade. Tu entra nele, solicita o que tu pediria, é um blasfêmia. A comida nunca chega.
É um placebo digital.
Exatamente.
Porque de acordo com ele, a gente tem uma ansiedade que às vezes a gente nem tá com fome, eu nem quer tanto pedir um delivery, só que a gente entra no aplicativo porque é muito fácil e fica esperando a comida chegar. E quando a comida chega, a gente já não tava com tanta fome. Ou alguém já inventou alguma coisa para comer, ou demorou muito.
Acontece com muitas coisas, não só comida, né? O pior é acontecer com coisa cara, né?
É verdade.
Muita gente na ansiedade faz dívida, contrai dívida por isso. Preciso comprar para me acalmar. Aí vai lá e compra um Rolex. Porra, mas daí quem compra um Rolex para se acalmar? Aí se endivida. Mas o Neymar, ele comprou um relógio de um bilhão de reais agora. Esse dia, e não é o caso do Neymar, eu tô falando de gente que não tem e se endivida para se acalmar. E aí o que que acontece? Se ataca mais ainda.
Desculpa atrapalhar. Repete o título para quem ligou o rádio agora.
Food never comes.
Comes, título da matéria.
É que ele não entendeu, ele tá fazendo repetir.
É, food never comes.
Exatamente.
Parece o nome de música ruim.
É um site, tem vários sites agora que são chamados de dopamina, aplicativos de dopamina. Como assim?
Não, pera aí, o cara tá explicando.
Dopamina?
Agora é foda, mano.
Que mente pequena, tio!
E aí esse aplicativo ele trabalha justamente Tu enganando o teu psicológico, né?
Tu enganando, tu enganando. Exatamente.
Essa foi boa!
Que abobado, cara!
Tu enganando!
Isso é te trair, rapaz!
Vai, isso é te trair, rapaz!
Te trair, afinal!
Eles ainda vão dar na tua cara, se tiver.
Não vai dar tempo, não vai dar tempo.
Não, não vai, não vai, não vai dar tempo.
Tirou essa onda da minha cara, né?
Não, não, tu ficou ali achando que eu não tava no programa, mas quando eu chego, eu chego.
É, agora tem que aceitar, né?
Tu não me vai voltar, né, gente? Tá de boa, tá de boa.
Hoje ninguém vai estragar o dia dele, né?
Nada, ninguém vai estragar o dia dele.
Meu dia, mas que gordinha boa! Que isso, cara?
Que isso?
Mas o que ele falou foi tudo.
Que gordinha boa, o cara meteu.
Que isso, cara?
Bota no YouTube para ver. Relaxa, relaxa.
Não pode agora, não pode pegar as gordinhas mais não.
Próximo destaque, observe Neto Fagundes. Observe Neto Fagundes.
A mãe tá ali, ó. O codê do do Pretinho.
Perdemos o Gomes, hein? Perdemos o Gomes. O que que houve?
3 a 0.
O que aconteceu? Ele foi no aplicativo para baixar a ansiedade dele.
Na real, tá todo mundo louco por causa do jogo.
Não, eu tô bem certinho, cara. Eu não bebi uma gota de álcool. O quê?
Porra, que jogo de hoje, cara?
Eu tava bom, não sei o que eu tava vendo nesse jogo.
Tava na sauna, tava destilando.
Destilando?
Tu tá de brincadeira.
É de regata, tá pelado, casaco e regata.
Casaco e regata, que saí atrasado de casa, tava vendo o jogo só de regata, fazendo uns pesos, e aí acabei me atrasando.
Parece o começo do filme pornô, o regateiro.
Roteiro escrito assim: pesquisa diz que fantasiar com homenagem Fantasiar não significa conseguir lidar com ele na prática, Lelê.
O que que tu acha disso, Lelê?
É, eu concordo, concordo, porque a prática é muito diferente da teoria.
Por quê?
Muito diferente da teoria. Ah, porque daqui a pouco fantasia uma coisa que é tudo aquilo que tu quer, chega na hora e se vai.
Isso para tudo na vida.
Tempero e gosto também.
É homenagem, é como tudo na vida, tu pode criar uma puta expectativa e de repente quando vê, aliás, é isso, a expectativa é a mãe da merda, né? Porque tu cria uma coisa de expectativa e não realiza, aí puta, virou merdão.
Começa as duas se pegar e é que nem pular corda, o cara tem que saber a hora de entrar.
O que tá acontecendo com vocês? A Mariana pra ti, Gomes, tá muito saidinho, e a Mariana pra ti também, Rafinha.
Eu só pedi meu material, eu perguntei, Gomes, cadê meu material? Eu acho que pode Deve ser esse aqui, porque tem e-mail.
Eu tirei, fica só do Gomes. O Lelê falando um troço importante e vocês não ouvindo, não prestar atenção no que o cara falou.
A produção deveria ser mais séria, mais focada, mas a produção tá indo, né?
Ó, chegou o pessoal aí.
Vamos ver, Gomes, então abre para nós. Porque a pesquisa Quer que eu feche o casaco?
Ah, ele tá olhando pro feta! Vai homem ou vai?!
É tudo meleca... Deixa eu te perguntar: é meu trapézio?
Ah não—
ah desculpa, desculpa! Não, mas peraí, ficou visivelmente concernado com o meu trapézio! Te controla Sandrinho!
Não é o Sandrinho rapaz, é um homem!
Não é o Sandrinho!
Ele tem essa voz de personagem porque ele faz mais do personagem e só fala dele aqui!
Ele tá igual a Esmarilhoto, Paulo Semar, tu não sabe mais quem que é o que, entendeu? É isso aí, o Sandrinho virou ele, virou Sandrinho, cara.
O Instituto Kingsley, ele aqui, o Kingsley, 89% das pessoas já fantasiaram com o Menage.
89% das pessoas, só que só a metade delas conseguiu fazer.
Aí eu bati a zona, vem de mulher gato, não tem como, entendeu?
O que que tem a ver com homenagem?
Eu acho que nós vamos ter que explicar um pouquinho mais além pro Rafinha, a situação.
Falou fetiche. Não, não é homenagem. Então esquece que eu disse.
Primeiro ele falou Batman, aí depois ele falou tia.
É que eu pensei que tava falando de filha.
Como assim a tia vem de Batman?
Não, a tia vem de mulher gato, só que a tia é um pouco mais forte.
Aí a tia parece o Garfield.
Aí não dá.
É que eu achei que era fake news.
Tá falando de swing?
Não, pera aí, meu.
Pera aí, Sandrinho, conclui.
Eu já fui segurança em casa de swing, é só gente feia, isso é ilusão, é ilusão.
Tá mexendo uma galera forte.
Só um pouquinho, cara, só um pouquinho. Deixa o cara terminar a notícia.
Tem hoje? 89% das pessoas quer fazer homenagem. Dessas 89%, só metade já fez, e dessas que já fez, só metade gostou.
Quem aqui na mesa já fez homenagem?
Já foi homenageado?
Já fez homenagem, Raphinha?
Não, homenagem não.
Tô, Vinícius, eu não falo da minha vida pessoal.
Às vezes também são os caras. Então é assim, então é assim, então tu fez. Eu e o Fátima, eu e o Fátima. O Léo já fez, a carinha dele entrega. O que que o Lelê não fez?
A cara do Lelê, a cara do Lelê. Tá sacudindo a cabeça.
Você não pegou a gente na entrada do jogo hoje.
Sandrinho, juntos, nós tava junto.
Vai ser expulso, ele vai te acertar o teu pé.
Não pode expulsar ele pelo que ele gosta.
Vai ser expulso, vai ser expulso.
Só tô contando da minha experiência.
Não, mas é que na tua experiência não tinha eu, valeu.
No sonho dele sim.
Tu não sabe, tio Alexandre Fetter e o Eduardo Fetter.
A cabeça tiver lugares, tu imagina.
Eu não vou perder a oportunidade só de ressaltar que foi um dos grandes momentos da minha vida.
Opa, Lelê!
Olha, bem voltou aí, Lelê!
Vivido, cara, coisa linda.
Lelê, te abraço, velho do Velho Testamento.
Quantas pessoas, Lelê?
Então, justamente por isso, Lelê, algumas pessoas não lidam tão bem quanto tu. A pesquisa afirma que na prática as pessoas têm problemas de ciúmes, problemas de confiança, Certo, problemas de doenças sexualmente transmissíveis, tem que cuidar isso.
Mas é, tem que cuidar, isso não se enquadra.
Eu ia falar de performance, Rafinha, por conta de ter uma pessoa a mais do que a grande maioria das pessoas tá acostumada a transar com só uma pessoa.
Tem que botar o esmaltezinho para dentro. O que que tem a ver? Azulzinho, tem que ficar azulado, senão—
Posso falar uma coisa?
Tem que não fui eu, né?
Amarelinho para ti agora. Porque sim, porque sim, é melhor que sim. Fala, Lelezinho, fala.
É que bem administrado o momento, a três pode um descansar e os outros dois continuarem na atividade.
Mas aí não é melhor.
Tá ótimo, Lele.
Eu prefiro um voyeur, né?
Não, mas tá bom.
Não, não, pode dar uma dormidinha.
Mas eu acho que 6 e meia tá bom já.
As crianças adoram o plantio também.
Isso, exatamente. Vamos mudar de assunto, vamos dar uma girada na mesa aqui. Vamos ouvir. Quer falar? Fala comigo, nego. Pega o japonês, Lelê. Vamos ver como é que tá a emoção com o japonês, Lelê. Hello, 2 Brothers.
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Live broadcast. Oh my God, a few minutes. 1 minute.
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very, very disappointed, but, I, Brazil is very strong.
Oh, but, okay, but the third First half, Japan very, very strong, very strong.
Oh yeah, yeah, thank you.
But what's happened in second half?
Brazil aggressive.
Brazil is better than Japan, okay.
Brazil aggressive, so Japan a little negative, negative transition.
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Valeu a pena, né? É isso aí, Brasil! Pelo que eu entendi, foi isso, né?
Eles pediram pra gente ganhar a Copa, mas nós temos 5, vamos matar.
Eles querem perder pra quem tirou eles, né? Óbvio, né?
Exatamente. Não, mas, ô meu, diversos japoneses disseram aqui que vão torcer pro Brasil a partir de agora, né? Brasil, Japan, together!
A gente come sushi aqui também.
Quem mais sofreu com a eliminação do Japão foi o cara que limpa o estádio, que os japoneses sempre limpam o estádio quando eles saem. Agora estão fora da Copa, o cara se ferrou, vai trabalhar em dobro.
Mas tinha um monte de brasileiro.
Vamos ouvir Neto Fagundes, que está aqui neste programa conosco hoje em absoluto silêncio desde que aqui entrou, pacientemente esperando pela sua vez de falar.
O dono do Galpão Criolo.
Cara, quero mandar um baita abraço para a cidade de Bagé, na Rainha da Fronteira, porque ontem nós fizemos o grande encontro, encerramento de um projeto muito bacana, né, reunindo muitos artistas. E foi lotado lá no Militão, no grande ginásio de Bagé, né. Então agradecer a todo mundo que teve lá conosco e os colegas que fizeram a festa. Mandar um abraço muito carinhoso para um amigaço, né, que é o parceiro que comanda também a Abramos.
Abramos reuniu esse monte de gente, que é o Caetano. Caetano dos Anjos é filho do grande Ayrton dos Anjos, o Patinete, né. E aí ele deu continuidade a essa história que o pai dele criou e que foi emocionante demais ontem lá em Bagé. Então mandar um abraço para todos os colegas, os amigos, tava lá com os fagundes lá. Nego Velho era capataz, mas era resolvedor dos problemas de uma fazenda, meu velho. Deu encrenca, chama o Nego Velho.
Um dia ele tava tranquilo fechando seu palheirinho lá, quando chegaram os dois capangas, trabalhavam para ele, trouxeram um louco amarrado. Só, nego velho, tá aqui, ó, esse aqui queria comer a mulher do patrão. O quê? Como é que é o negócio aí? Não, mandaram trazer para ti aqui, o nego velho. Tá, deixa aí então, deixa infeliz aí. Aí esse aqui nós vamos comer o furico dele, já que ele é todo comedor aí. Aí os capanga largaram o cara e saíram.
Depois já volta com outro cara, atiraram, disse: olha, velho, esse aqui, ó, tava roubando dinheiro do nosso patrão, meu querido. Ah, deixa esse louco aí, vou cortar as mãozinhas dele, esse filho da mãe. Não demorou muito, aparece mais O terceiro, cara, e o nego véio: e esse aí? Só olha esse aí, nego véio, nem sabe, tava de olho nas coisas do patrão. Que que fizemos com eles? Deixa para mim, isso aí eu vou furar os olhos deles, tem uma furadeira aqui que eu já vou aproveitar agora e usar nele.
Brabo, nego véio.
Nisso, aquele primeiro cara que chegou amarrado tava lá no canto apavorado, levantou a mãozinha assim, ele: que que é aí? Que que é isso? Não, não, só para te lembrar, eu sou aquele primeiro do furico lá.
Mandou Mendes, querido Grilo, meu querido. Aí eu sou aquele ali, ó, não esquece de mim.
Não vai fazer confusão, né?
Ai, que loucura! E tu, Vini Moura, que que tu tem para nós aí, Vini Moura? Ah, que legal, adoro! Sem ler, sem ler, coisa boa, gosto disso, gosto da tacolagem.
O cara tava no trabalho, sempre sorrindo, né?
Então o cara feliz, coisa boa.
Japonês, né?
Pode ser japonês? Tá liberado, tá liberado, goleiro, por favor.
Vocês estão vindo com uma vibe triboa.
Sim, que nem tu. O cara tava no trabalho e aí desceu a chefe e falou: bom, hoje vocês vão ter a apresentação das diretrizes da empresa. Aí desceram pro saguão principal, diretrizes da empresa, vários slides assim dizendo várias coisas e o método, né, de utilização de animais pra testar os produtos. E ele olhou aquilo ali, aquilo ali, bateu nele, né?
Empresa de quê?
Bateu nele.
Perdão, perdão, não vamos estragar.
Chega lá, galera!
E aí, talvez tivesse faltando uma informação, é uma empresa que usa animais para testar, que não usam mais os bichinhos para isso.
Agora o Vini Moura vai contar história aí, bicho. Porra, do super animal!
Isso aí bateu nele, bateu. Mas ele terminou de assistir aquele slide bonito de apresentação de empresa, né?
Aquela coisa, sabe que ninguém presta atenção.
Aí ele voltou para o escritório, começou a compartilhar com o pessoal assim, ó: pô, meu, legal os slides tudo, mas pô, negócio de testar em animais me pegou, cara. Acho que isso aí tá meio ultrapassado. E aí o coordenador dele falou: tá viajando, mano? Isso aí a gente— shampoo faz teste animal, sabonete, até batom fazem testando em "Olha pro cara e fala: Sim, mas o problema é que a gente é uma fábrica de martelo." Gostei, gostei, gosta, gosta.
O Arrojo tem uma frase clássica do Ayrton Senna que diz o seguinte: "A corrida não se ganha na reta." A corrida se É na curva, programa de piadas, né? Isso aí, mandou bem, mandou bem, gostei, gostei. E tu, Rafinha Menegas, vamos ver então.
Batei uma gancho derretendo, eu não sei porque dão para mim o e-mail. Não tem problema, mas já foi no do hospital.
É, ah, o hospital tá valendo ainda? Acho que sim, tá vendendo desde sexta passada.
Eu trabalhei em um hospital aqui na minha cidade, sim, rolava uma baguncinha durante o expediente. Certa vez, duas meninas foram para o pronto-socorro corro, pois uma delas estava passando mal. É claro, eu era o segurança e era eu que chamava as pessoas para entrarem na sala do médico para serem atendidas. Nesse dia conversei com uma das mina, criou-se uma certa intimidade. A partir daquele dia, todo plantão de um certo médico, lá estavam elas.
Eu ficava com uma e o médico ficava com a outra dentro do consultório. Também já fiquei com uma das meninas da recepção dentro do consultório, teatro que estava inativo, e também com a menina da telefonia. Geralmente as bagunças rolavam à noite ou nos finais de semana, pois as chefias já tinham ido embora ou não foram trabalhar. Amigos, essa é a minha história, fora as outras histórias que a gente ficava sabendo. Léo, não, não te assusta, cara.
Em 2007 morei na querida, amada Rio Grande, mais exatamente no condomínio Jardim Pôr do Sol, ao lado do Parque Marinha.
Tá todo cagado.
Não, ele chegou a ficar vermelho, cara. Desde então escuto o bebê. Sou apaixonado pelo Rio Grande do Sul, me considero gaúcho. Toda vez que eu vou ao Rio Grande do Sul, me sinto em casa. Hoje sou carreteiro, tenho 37 anos, e sempre que me escalam para ir ao RS, vou feliz. Amo vocês, obrigado por fazerem parte da minha vida. Sou Espírito Santo. Ele não se identificou aqui, o garoto.
Boa!
Eu tinha um aqui também que te derrete, Rafinha, mas também não vou ler então também. Se tu não derrete, tu não me derrete, eu não vou te derreter.
Virou um programa de madrinha.
Tamo fechado então.
Virou um papo de segurança.
Se tu me chamar de novo, eu só tenho esse que te derrete.
Mas agora eu queria ouvir aqui o que que vem aqui do, do, esse é o Léo.
Ah não, Ivan.
Dia 9, Jaguarão.
Eu estou muito feliz que a seleção ganhou. Por quê? Porque ganhou, a gente é brasileiro. Isso, poxa vida, Rafael!
Aqui só tem traíra na hora da piada.
Todo mundo aqui é de bem, pessoas boas, de bom coração, que estudaram e são pessoas responsáveis.
Manda um beijinho para uma menina que eu conheci assistir, e ela é absolutamente fã do Palhaço Maionese.
Assim eu fico tímido.
Não, não precisa ficar tímido. Ela tem 7 anos, o nome dela é Vitória.
Ô Vitória, um beijinho do Palhaço Maionese.
Vitória no supermercado com a mãe dela e com o pai dela, e ambos são muito ouvintes do Pretinho, mas a Vitória tem adoração pelo Palhaço Maionese.
Foi hoje isso?
Qual o time hoje?
Foi hoje?
Foi bem cedo da manhã, 8 da manhã, mas o super não abre cedo.
Tem Uber que abre 7:30.
Pegar o cacetinho de mussarelinha aqui, uma mãozinha, né?
Uma mãozinha.
Ó, Água da Semana, que eu tinha que ter ido ontem, não fui, né?
Isso é muito bom.
Ó, deixa eu dar um toque para nossa audiência, que é maior, né?
Desculpa, você comprar nessa aí, ele não fala nenhuma piada, não faz nada.
O que que é importante comprar, mano?
O leite condensado da CCGL, né? Isso!
E também alvejante.
por quê?
Acabou!
Ó, chegou aquele momento da Copa do Mundo que não dá para perder nada dessa emoção. E uma boa conexão para você que curte assistir pela internet Você só vai ter com a MHNet. Essa conexão faz toda a diferença. Você tem 600 MB de internet fibra ótica para assistir aos jogos com velocidade e estabilidade, além de Globoplay padrão, ó, com anúncios, para acompanhar ainda mais conteúdo e entretenimento durante a Copa. Tudo isso por apenas R$120 por mês, porque agora Não tem mais jogo tranquilo, cada partida pode ser histórica e é com o coração na mão.
Então, para viver cada momento sem interrupções, conte, contrate a MHNet. Entre em campo com a MHNet, tenha mais conexão para acompanhar cada lance e viver toda a emoção da Copa do Mundo dentro e fora do campo. Bota aí, MHNet, Net Telecom e vai ser feliz. Que que é agora?
6:44.
Obrigado, obrigado, mas na hora, de minuto em minuto. Não deu os 43?
Deu os 43?
Não deu?
A hora eu falei assim, falei.
Tem gente que estava aqui antes do programa. Que programa divertido, Alexandre! Tu gosta? Adoro! Já, na vez, Caramba, não esqueça!
O que que tu mais gosta no programa?
PalhacoMayonesi.net. Palhaco Mayonesi.net.
Tá.
O que que tu mais gosta no Pretinho Básico Mayonesi?
Eu gosto da eleição do craque do programa. E quando você lê os e-mails, quando deixa, né, no Midas, no Midas do rádio.
Agora tu sabe que é o craque, né, na hora do voto, né?
Tu votava, né?
45. Obrigado, maionese. Neto Fagundes, vem tu uma aí então.
É coisa de futebol, só se fala em futebol. Aí um cara mandou para mim, né? Ah, Neto, lembrei de uma história antiga lá do Alegrete, tempo de futebol. Lá tinha um campo da Canjiqueira, cara, na Cidade Alta, né, cara? Aquele campo da volta na tua casa assim, todo mundo jogava. Tinha o time, o famoso Campinho. Campinho tinha o time do Cruzeiro oficial, segundo do Cruzeiro. Meu pai jogou lá no Cruzeiro e tal, e a gente ia sempre no final de semana Assistir lá, e os caras inventavam as histórias.
E eles contaram uma vez que teve um escanteio, e as casas ficavam do lado do campo assim, né? E aí disse que o cara pegou e vai bater o escanteio assim, ajeitou a bola no escanteio, fez aquele sinalzinho, vai para área, vai para área, ajeitou assim. Quando ele prendeu o pé na bola para cruzar para área, um porco se mete entre ele e a bola, e o louco encheu o pé no porco, quebrou a perna em 3 lugares, cara. E aí vai para o hospital, aquela ambulância levando pro cara e o amigo dele, parceiro dele, disse: pô, tem que visitar o cara lá, né?
Barriga, vou ter que ir lá no Barriga ver se o Barriga tá bem, né? Tá hospitalizado. Aí ele entra no quarto do Barriga assim, Barriga com a perna pra cima e morrendo de rir, não parava de rir assim. E ele: pô, Barriga, eu apavorado que tu quebrou a perna em 3 lugares, cara. E eu venho aqui, tu tá dando risada. Ele: Zeca, tu não viu a cara do alemão que cabeceou o porco?
Ele cruzou o porco, rapaz.
Ele cruzou pra área o porco.
Ó, tem um agradecimento ao Pretinho aqui. É de uma ouvinte, o nome dela é Bárbara.
E ela é bárbara como ouvinte.
"Queridos pretumbras, peço que o Feter ou a Rodaica leiam este email. Na ausência da Rodaica, estarei aqui então, candidato à leitura." Representando a família. "Hoje escrevo em forma de gratidão. Há exatos 7 dias devolvi minha mãezinha para Deus, mas antes disso passamos por dias de angústia, apreensão, aflição, duvidas que começou.
O quê?
Não, então para e me olha.
Não é, eu fico nervoso, por isso não me olhe. É só por isso eu fico nervoso.
Não, não, eu achei que o e-mail começando já avisando que é você.
É impressionante. É impressionante.
Eu sempre digo, quando o assunto é muito sério, eu fico nervoso. Minha maneira de demonstrar nervosismo é sorrindo.
Sorrindo não, tu tá rindo compulsivamente.
Daí o nervosismo que vem, né?
A irmã do meu pai morreu virgem aos 72 anos. Escrevemos na lápide: devolvendo sem uso.
Posso continuar o e-mail da ouvinte?
Parou ali quando a senhorinha cantou.
Mas a gente fez um combinado, né?
Ela subiu, mas ele avisou no início, né?
Ele tinha um combinado, você queria agradecer?
Subiu, subiu, ela cantou para subir.
E aí devolveu a mãezinha?
Respeito, tá? Deus veio com ganchinho, ó, aqui.
Respeito.
Parece que foi abduzido, não faz isso, pô.
Aflição, dúvidas, que começou no dia 1º de maio de 2026, quando ela passou mal, por favor, pela primeira vez. Foram 53 dias de luta, choro, batalha, mas ela descansou. Mas por que eu sou grata, Rafinha Menegasso? Através dela eu conheci a Atlântida, o programa X, ainda quando era criança. Depois migramos para o Cafezinho lá em 97, e então de volta para o Pretinho. Por causa dela conheci vocês, por causa de vocês conheci o grupo de ouvintes do Pretinho.
Sim, Rafinha, aquele grupo cheio de tantãs e mangorões. E este grupo, estas pessoas da minha eterna quinta série, Não soltaram a minha mão nem um minuto durante toda a luta com minha mãezinha.
Isso é um grupo de amigos de verdade.
Foi desabafo, choro, doações de sangue, risadas, orações, palavras de fé e de esperança, carinho em forma de presente, presença online durante minhas noites no hospital cuidando da minha mãezinha. Até internet no celular que havia acabado eles me deram para assistir a um jogo do Brasil. Sim, sou grata pela minha mãezinha ter minha apresentado vocês e, através de vocês, ter ganhado de presente estas pessoas únicas, excepcionais, de uma grandeza imensurável na minha vida.
Sempre digo que em outra vida fomos todos da mesma família e que prometemos que nessa iríamos dar um jeito de nos reencontrarmos. Nos reencontramos como amigos, pois mãe nenhuma nos aguentaria como irmãos. Kkkkk. Sigo com o meu coração cheio de gratidão amigão, e agora em paz. Gratidão, mãe. Gratidão, grupo de ouvintes do Pretinho.
Mãe, para reforçar, é mãe, né?
Gratidão, Pretinho Básico, mandou aqui a Bárbara Fetter Silveira de Novo Hamburgo. Não é, cara, não é da minha família. Não, não é da minha família.
Quem é que morreu dessa família?
Bárbara Fetter Silveira, Novo Friburgo mandou para gente.
Todo carinho, meu sentimento. Que bom que ela dá risada com a gente. Todo mundo passou por um momento delicado e o humor faz com que a gente passe de uma maneira melhor.
Um beijo para ela.
Que frase bonita, Rafael! Classificados do Pretinho. CCGL é leite de verdade gaúcho como a gente. E JP, o vinho de mesa mais lembrado pelo Vendendo os gaúchos, JP, o preferido do Sul, colocando os classificados do Pretinho Adams. Vamos vender o quê?
É, o Adams não tá trocando.
É que eu tava olhando um e-mail para o Adams aqui, tava lendo o nome do Adams bem na hora. Desculpa, Gomes.
Pretinhos, tô mandando para um amigo e preciso dizer, vendo um Tiburon. É assim que fala o nome do carro?
Tiburon.
2003, todo original. Castelhano, aceita a troca, cara.
Aí, finalmente, cara! Quantos anos? Não, mas uma moto inteira.
Onde é que tá o carro?
R$149 mil, cara, negociáveis, toda a documentação em dia e com pasta dos emplacamentos anteriores e seus donos.
Cara, vou anotar aqui.
O carro possui manual, foi encomendado e comprado em Joinville pela Panatlântica. Só era comprado sob encomenda, pois era importado de acordo com o Pedido, tem somente 100 unidades que chegaram ao Brasil. Não se tem certeza, mas a venda hoje só tem somente 2, e rodando no Brasil apenas 8 unidades. Ele é equipado com motor e câmbio da Tucson V6, mecânica simples. Carro íntegro de pintura, interno impecável, sem detalhes, pronto para receber a placa Preta, assim que der o tempo de uso.
Só uma informação, o fato de ele ter o motor da Tucson não quer dizer que o cara foi lá e tirou o motor original do carro e botou um motor da Tucson. É que este carro é fabricado pela Hyundai, entendeu? A marca dele é Hyundai e ele usa o motor da Tucson.
E tem mais um diferencial, ele fala nisso aqui, ó, são 130 mil km rodados.
Isso já é um diferencial também.
E 4 pneus novos.
Também.
O carro tem 23 anos, é pouco até.
É verdade, me desculpa.
4 pneus novos, tá andando normal e com todos os opcionais como direção, etc., funcionando.
Fiquei em dúvida de um lance aí, o cara está andando tranquilamente ou o carro?
O carro.
E agora tem o diferencial que ele fala: esse carro que eu tenho é um dos pouquíssimos Tiburon que vieram com o emblema da Tuscany, porque normalmente eles vinham de fábrica É com emblema da Hyundai.
Grande pizza, né?
Então você tem que atingir aquele cara que quer isso mesmo, que quer se incomodar.
Interessados no Instagram do vendedor, que é o @adv.luciosousa. Souza é com S. É um carro de advogado, vocês querem brincar um pouco mais?
Ah, qual o problema?
Se eu brincar, o advogado não é problema.
Já passaram as festas de São João ou não?
Por quê?
Ah, fogueira!
Mas é bom para comprar, fazer uma churrasqueira, para vender churrasqueira no Brasil.
É um cupom esportivo, cara, 2.7, cara.
149 mil reais no @adv.luciosouza.
Olha, Alexandre, tu tem só 149 mil, 149, tem que comprar um carro, tu compra esse?
Não, eu aplico mais. Essa não é Ultimate with a custom color Xbox wireless controller. Learn more at windows.com/studentoffer. While supplies last, ends June 30th. Terms at aka.ms/collegepc.
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É Copa do Mundo, amigo!
Zaga, Z-A-G-A.
Zaga vem do árabe e é uma palavra relacionada à retaguarda ou a parte de trás de uma formação. O sentido permaneceu ao longo do tempo e chegou ao futebol para nomear justamente o setor responsável por proteger a parte mais recuada do time.
E agora lá vem o atacante, ele ficou cara a cara Ai, tira a zaga!
Ainda bem, Augusto, se a retaguarda falha, o prejuízo vem lá na frente.
É, além de ser craque, você também é poeta.
É céu da surra, Renatinho!
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Voltamos com mais um pouquinho de Pretinho Básico para fazer a escolha do craque do episódio, que é o momento que o Mayonese mais gosta, né? Parece, Mayonese?
É verdade, eu gosto da eleição do craque.
Que legal! Então já vai poder sair votando. Baixe o aplicativo da KTO e jogue com mais confiança. Proibido para menores de 18 anos, bem como o site da KTO. Jogue com responsabilidade. Pode votar Vai então, palhaço maionese!
Marina Silva!
Era só fazer o normal.
Pode sair, vermelhinho, para ti. Vai deixar de ser palhaço, vai.
Tu já tá por dentro das datas que vai parar com essa piada.
Olha só, tá atrasado o troço, tá atrasado o troço.
Te dá o toque, acho que amanhã acaba.
Sai!
Pode votar, Neto.
Vou votar no Vini Moura. Vini Moura, o cara foi atrevido hoje, contou sem ler, mandou bem, né?
De coragem, tá numa fase dourada o nosso garotinho.
Dá para ver aqui.
Aí tu vai votar em quem, Vini Moura?
Votar na produção, né?
Produção de Eduardo, de Rafael Gomes.
Tava meio louco, legal hoje, eu gostei dele meio louco assim hoje.
Que bom, né? Lelê vai votar em quem, Lelêzinho?
Eu vou botar na produção porque a produção colocou os meus assuntos favoritos hoje como destaque, sempre rende no programa. Então vou botar na produção e me despeço aqui da cidade de Houston, né? Amanhã estamos indo para, voltando para New Jersey, onde os jornais japoneses é que devem dar os destaques agora, né? O Houston, we have a problem, né? Nós não tínhamos problema nenhum. Tivemos no primeiro tempo, é bem verdade. E temos aqui um dado que chega para mim.
Não temos tempo para dados, são 7 horas e 4 minutos, tem mais uma grande feira da programação. Muito obrigado, me perdoa, uma boa noite, boa viagem para vocês aí. Parabéns mais uma vez pelo excelente trabalho que estão mandando para nós aqui. Valeu, muito obrigado, pode voltar. Beijo, pode voltar então, Rafinha Meneghelli.
Vou botar em ti, Alexandre.
Obrigado. Por quê?
Voltou aos velhos tempos na vibe aí.
Como assim? Não entendi.
Mais vibe boa, né?
Como assim, cara?
Não entendi.
Assim mesmo, tu é inteligente, tu entendeu. As outras vezes estava estressado, hoje está numa vibe boa.
Cara, outras vezes quando nos últimos 20 anos?
Sexta agora, passado eu tava estressado.
Ah tá, não, ele tá bem pontual. Que horas? Que horas? Rafael Gomes.
Lelê Portolato, que dá aula de inglês.
É verdade, é verdade. O Lelê e o inglês. Vou contigo no voto no Lelê Bortolatti, que vai lá e se comunica, traz informação, traz ambiência, e é assim que tem que ser. Muito obrigado pela sua audiência, Lelê, o craque do episódio, se despedindo. Sim, é claro, qual é a dúvida?
Eu ganhei 2 votos.
Tá com a vibe boa?
Eu tô tri bem, cara.
7x5, saiu por cima.
Tá com alguma dúvida? Nenhuma, nenhuma, né? O Lelê é o craque do episódio. Rádio. Vamos voltar amanhã, 1 da tarde, completinho, básico. Chega um pouquinho antes no discorama. Aliás, obrigado, todo mundo. Tava maravilhoso hoje, Rafinha.
Parabéns!
Eu quero ver gol, eu quero ver. Amanhã a gente volta. Tchau, abraço, boa noite.
Amanhã é tu, né?
Tchau, tchau!
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