Pretinho Básico | 23/06/2026 18h
O maior podcast humorístico do Brasil. Elenco da rádio Atlântida repercute as maiores notícias do dia do jeito mais engraçado possível. Veja muito mais no YouTube 📺: @atlantida_TV e @PretinhoBasicoShorts
Alexandre
Alexandre Fetter
Léo Oliveira
Rafinha Menegasso
Vini Moura
- Divorcio e RelacionamentosMotoristas de ônibus · Bartenders · Técnicos de enfermagem · Massagistas · Médicos · Enfermeiras · Relacionamentos extraconjugais
- Galvão Bueno no Guinness BookRecorde de narração · Galvão Bueno · Copa do Mundo · Guinness Book
- Banda Cover Red Hot Chili PeppersCrítica musical · Ed Motta · Red Hot Chili Peppers
- Vovô e favoritos pornôLista de favoritos · MILF · Fetiche · Xvideos
- Lelê em Miami e The Best AçaíExperiência em Miami · The Best Açaí · Léo Oliveira
- Patinação e Queda em BueiroPerigo de patinetes · Uso de celular ao dirigir · Queda em bueiro
- Shape Ideal e Corpo HumanoDefinição de shape · Corpo de nadador · Corpo de tenista · Michael Phelps
- Guria, Assistente Virtual do RSServiços públicos digitais · Inteligência artificial · Governo do Estado do Rio Grande do Sul
- Vini Moura e o Gol na CopaGol em Copa do Mundo · Vini Moura
- Venda de CarrosHyundai Santa Fe 2015 · Rafinha Menegasso
Olá, Alexandre Fetter! Olá, muito bom fim de tarde, amigo e amiga ligadas aqui na programação da Atlântida. 6 horas e 7 minutos, estamos chegando com o Pretinho, segunda edição deste 23 de junho de 2026. Para MHNet Telecom, para gritar gol sem delay, conte com internet e Globoplay. Muito bom fim de tarde, Léo Oliveira! E aí, Alejandro, tudo certinho?
Tudo certo, meu jovem!
Coisa linda, coisa boa! Vero Maquininha com a menor taxa e um banco completo para você. Seja ver o Rafinha Menegazzo.
Ótima noite, Alexandre!
Só deixa eu te falar, hoje é uma da tarde, nós fizemos um dos programas mais legais do ano.
Foda-se, foda-se! Eu tô agora, que coisa boa que vocês fizeram programa bom, cara!
É porque foi um programa tranquilo, sem interrupções.
Tranquilidade, vai para praia, cara, aqui é fumaceira.
Então vai ser ruim, tinha dois aqui.
Quem definir sou eu.
Você tem razão, mas eu vim para derreter.
Ah, tu veio para derreter? Eu vim para derreter. Então vem para derreter.
Então vai me expulsar.
Isso é mais uma coisa que quem decide.
Carimbado, não vai me expulsar.
Não manda nada mesmo, não manda nada. Não manda nada.
Fala aí, Vini Moura.
Ô Alexandre, bom fim de tarde, ou bom início de noite, enfim, como melhorar.
Zagonel coloca os destaques do pretinho básico. As melhores soluções em duchas e torneiras, siga o @eletrozagonel. Nas redes sociais. E Rede Mac, tudo para construção, reforma e decoração. Rede Mac, a gente é de casa. O Lelê tá em Miami, vem com a gente, Lelê. Bom fim de tarde.
Como é que tá, Alexandre? Tudo bem por aí com vocês?
Tudo maravilhoso, Lelê. Tudo maravilhoso.
Ele é um pouco demoro, gente.
Ele já cantou no Jogo do Brasil.
Achou a máquina de gelo, Lelê? Maravilhoso, Lelê.
Achei a máquina de gelo. E é o seguinte, né, cara, o O entra e sai aqui do ar condicionado para o ar condicionado para rua, ele tem um precinho, né? Que a voz do cara já não é mais a mesma.
O Adams tava assim, cara. O Adams tava assim no programa da UMA, Lelê.
Não, encerra, encerra o experimento.
Tá tudo certo.
Não, não, não, eles não tão querendo, cara.
Duvido.
Eu estou, só quando encerro o experimento. É óbvio, é óbvio. Não, encerra o experimento.
E realmente ontem eu descobri a máquina de gelo, né? A máquina de gelo do hotel ontem eu descobri. Aí agora é só pegar o Só pegar o vinhozinho branco e botar no baldinho, né, Alexandre? Eu estou situado, Alexandre, aqui na Lincoln Road, que é uma rua muito bonita, muito bonita.
Vocês devem ver aí no quadro da live, um shoppinzinho a céu aberto, né, Lelê?
Isso, e tem uma daquelas bolas infláveis que tem aqui em Miami, saudando as seleções que vão passar por aqui, com certeza. E aqui, ó, eu fiz questão de parar aqui, né, neste ponto aqui, porque vocês podem ver ali atrás tem a Pelé Soccer, que é a loja.
Cuidado!
E 'Não, não, é que ela é mais uma coisa estética, Rafinha, ela não é uma, mas eu achei que ia ficar bonito.' Ali atrás a gente tem o Museu da CONCACAF, onde você pode assistir jogos. E olha que coincidência, Alexandre Fetter, do lado do Museu da CONCACAF tem uma loja da The Best Açaí, que são parceiros da rádio, que estão, né, num namoro com o Pretinho Básico, digamos assim, né?
Que legal, cara, que legal!
Eles têm uma rede de loja muito grande no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, e eu fui recepcionado por eles aqui hoje, além do ar-condicionado maravilhoso, com Açaí maravilhoso. E eles me emprestaram a loja também como uma base para que a gente pudesse carregar os equipamentos, para ter luz, e principalmente deixar os equipamentos ali no ar-condicionado, cara, porque realmente o calor aqui ele interfere nas nossas transmissões.
Então quero mandar um grande abraço para o Sérgio e para o Teco aqui da The Best Açaí e dizer que nós só estamos esperando eles chegar o fax, né? Lembra daquela época? Para anunciar o jogador.
Eles têm dinheiro para ter loja aí, Lelê?
Eu acredito que sim, né, Rafinha? Até porque o mais impressionante, mestre, sabe o que que é? Desculpa, é que assim, ó, eu já fui na The Best Açaí em Canoas e hoje eu comi o açaí aqui, é exatamente o mesmo produto, a mesma coisa.
Eu acho que eles deveriam usar o pretinho básico para fazer, para dar essa informação, né, Lelê? O mesmo açaí que tu come em Canoas, tu come em Miami. É uma delícia, né, Lelê? Bizarro.
Obrigado, galera, pelo atendimento, pela recepção que eu tive aqui hoje.
Traduzindo o melhor, né, Deberto?
Maravilha, Lelê. Vamos dar aqui nos destaques do Pretinho Básico que Rede Marques Agonel já anunciaram. Nosso ouvinte aniversariante é Felipe Martins. O Felipe Martins é personal trainer e preparador físico. Ele não mandou a cidade, mas tá fazendo 38 aninhos.
Legal, né?
Uma vez que ele é personal trainer, ele tá fazendo aninhos.
Ele botou aninhos?
Não, eu tô botando.
Ah, bom, eu tô botando.
O cara pode ser gordo, não sabe?
Não, não tem como personal trainer ser gordo.
É, eu acho também que não.
Não, é que nem dentista com dente ruim.
Olha, não dá, mas tem como, é claro que tem.
O cara pode ter engordado, nutricionista gordo, tem cabeleireiro careca, mas não dá, né?
Tem pediatra com bebê ribona.
É que eu parto do princípio, não, só um pouquinho, eu parto do princípio que o personal trainer ele é um cara que tá no shape até para inspirar o aluno dele, tu entendeu?
O que que é o shape?
Tu não pode ser meu personal trainer, tu não pode ser meu personal trainer.
Como eu não posso, cara?
Por que que tu acha?
Na verdade, o Gordo Léo seria um ótimo personal trainer, porque tu fala assim, ó, se tu não fizer nada vai ficar assim.
Vai ficar como eu? Bom, tá certo, hein, tem esse ponto de vista também.
É um tratamento de choque.
O que que é o shape pra ti?
O shape é algo relativo, né?
O shape é o dar na unha relativo? Não é relativo?
O que que é o shape pra ti?
É relativo?
Claro que é.
Não é relativo? Claro que é. Um shape, um shape harmonioso, um shape, exato, um shape harmonioso, não tô falando um bombado, um Mr. Músculo, eu tô comparando.
Mas um bombado acha que shape é bombado, por exemplo.
Mas ele trabalha com fisiculturismo, nós estamos falando de um shape saudável, pronto.
Exato, um shape esperto. Eu vou te dizer qual é o shape ideal pra mim, tá? O shape ideal de homem pra mim, que eu olho e digo: "Pô, eu queria ter esse shape aí." "Eu queria ser que nem esse cara." Isso, eu queria ser que nem esse cara, nadador.
Tu queria ter o corpo da dor.
Michael Phelps, cara, o Xuxa, lembra quando o Xuxa nadava? Corpo de nadador, velho.
Para tu ver, o shape para mim é o de tenista.
É que o tenista, ele não desenvolve a musculatura como o tênis não desenvolve a musculatura como a natação, entendeu?
Mas esse é o ponto, eu não curto muito a coisa de tá com muito músculo, entendeu?
Mas natação não é lá onde tá muito.
Ela te define mais. Exatamente, exatamente. Os destaques do Pretinho Básico. É óbvio que aqui não há nenhuma pitada de preconceito contra tipo de corpo, contra nada, nada, nada.
Não há.
Nós gostamos, claro que eu gostasse de trapézio, era no circo, tá louco.
Não há.
Nós gostamos de corpos, é isso.
Nós gostamos de gente.
Não, é isso.
Fala por ti, eu gosto de mulher.
E mulher é o quê?
Ah não, Sandrinha, mulher é o quê?
Ah, não é, gente?
É uma coisa muito bonita.
É, mas é o que é assim no fim do dia.
É uma maravilha.
Eu senti daqui o teu tesão nisso, viu?
Exala tesão.
Tem visto as mamães?
Claro que sim, a melhor coisa que tem.
É, né, Sandrinho?
Mais tempo aí, agora é problema. Agora eu acho que tá baixo o microfone.
Tu acha? Chegou nesse momento de tu achar que o teu microfone tá baixo?
Não, não, então deixa assim.
É porque que o retorno tá no talo aqui.
Eu tô quase surdo. Botei um pouquinho a mais para ti ali. Vamos dar nos destaques aqui o Galvão Bueno.
O que que tem o Galvão? Eu sou fã do Galvão.
Prazer e o privilégio de dizer, o meu amigo Galvão Bueno. Captain quebra recorde, entra para o Guinness Book e faz duras críticas à Copa do Mundo. Porque se tem alguém que pode criticar o que eles estão vivendo, é o Galvão. É verdade.
Afinal, ele é neste momento o maior narrador de Copas do Mundo em televisão no mundo.
Inacreditável.
Com 148 partidas narradas, sendo mais de 93% delas abalizadas, Galvão Bueno entra pro Guinness Book como o maior narrador de Copa da TV. No planeta. Atualmente ele tá no SBT e na InSports. E o Guinness Book já vai logo em seguida ficar desatualizado.
Cala a boca!
Já vai ficar desatualizado mesmo.
Cala a boca tu também, tá bom?
Já comprei.
Inacreditável! Porra!
Porra!
Afinal, o Galvão segue narrando. Ele foi homenageado em meio à Copa do Mundo porque conseguiram conseguiram fazer a averiguação do recorde dele.
Ninguém te chama na Jô. Desculpa te falar, cara.
Em paralelo a isso, ele diz que as duas partidas da seleção que ele narrou agora, tanto em New Jersey quanto na Filadélfia, são as piores cabines de estádio que ele já viu no mundo.
SBT, né?
É que é improvisado, não é cabine.
Na Globo tu narra do campo, né? SBT tu já vê gravada.
Já viu a Globo essa Copa? É igual, cara.
É igual.
Há uma reclamação geral dos narradores e comentaristas em loco afirmando que os melhores lugares não estão para imprensa, estão para o público. E a imprensa tá num poleiro longe, distante, muito mal colocado.
Você quer imprensa pagar muito mais que o torcedor para ver o jogo?
R$3 milhões.
Imagina, gente!
Deixa eu só agregar uma informação aqui.
Agrega, Lelê, Lelê, para você que tá ouvindo E não está vendo na live no YouTube ou depois no Spotify, o Lelê está em Miami. Fala, Lelê! Parece que ele tá com uma criança no colo, que ele fala um pouquinho pesado.
A gente tá indo amanhã pro terceiro jogo em estádio diferente, né? E realmente os estádios, eles têm, além deles serem estádios de futebol americano que estão sendo adaptados para o futebol, eles têm algumas limitações visuais. E mais do que isso, eles têm uma diferença muito grande do staff dos estádios, sabe? Em New Jersey, tu tinha uma forma de se lidar com a imprensa e com os funcionários, era um tipo de organização. Na Filadélfia já era outro completamente diferente.
E pelo que os gurias que já estiveram no estádio aqui ontem, no Hard Rock Stadium aqui em Miami, falaram, aqui é diferente também, para melhor. Que é mais tranquilo.
A Filadélfia realmente, a gente é mais aberto nesse sentido.
A Filadélfia, cara, teve gente, teve gente da imprensa que demorou uma hora e meia para conseguir entrar no estádio, porque, por exemplo, tinha um detector de metal para passar na revista.
Ele é o estádio que o Hard Rock Stadium é o estádio, um deles que recebe grandes shows aí em Miami. Por exemplo, eu vi Green Day e Foo Fighters aí.
E do lado do estádio de futebol aqui de Miami é o estádio do Inter Miami, que está sendo finalizado bem próximo do aeroporto. A gente passou por ele, realmente um estádio belíssimo, muito grande, mas é o primeiro estádio que tá sendo feito para o futebol. Os outros são adaptados do futebol americano para o futebol.
Ele tá com muito vento aí, né, Lelê?
Não, não, ele tá mesmo assim, não balançou.
Tá parecendo o Marco Vick.
Que que tinha no Como assim, cara? É que eles não tem o que fazer, Lelê. Eles não tem o que fazer, então eles tem que arrumar alguma coisa pra tirar uma onda da cara do cara.
Meu Deus do céu, é verdade.
O Vini é foda.
Próximo destaque do Pretinho Básico neste fim de tarde de terça-feira: Ed Motta. Ed Motta. Programa da Uma foi muito melhor, cara. Tu não tá entendendo, ouve depois, ouve depois.
Programa da Uma.
Ed Motta diz que quem curte Red Hot Chili Peppers anda para trás.
Ele quer ir para frente, jogar no carteiro dos outros e fazer um monte de patiscada, esgotar o Ed Motta.
Quer falar isso para Ed Motta? Liga para ele.
Se tu é bravo, tu liga para Ed Motta agora. Agora quer ser adversário?
Eu quero Quero ver tu ter culhão para falar isso para o Edmar, meu irmão.
Por que que ele disse que quem ouve Red Hot anda para trás?
E ele falou mal esses dias dos caras do rap, né?
Falou que rap é um negócio ruim.
E aí, sabe o que aconteceu? O filho do Tim Maia, o Carmelo Maia, botou um vídeo: "Ah, é ruim o rap?" Botou o Edmar lançando rap, cantando rap.
Ah, para! E outra, se ele joga cadeira nos outros, nós temos que dar pena também.
Que isso aí, meu irmão.
Entendeu? Ah, e aí, vamos falar com ele ou não?
Tô tentando, não tá? Tá contestando a chamada.
Foi para o céu.
Tá, mas isso aí ele falou já tem um tempo, essa aí do Red Hot.
Foi depois da carteira ou antes?
Foi antes da cadeira.
Da cadeira? Carteira, falei carteira antes.
Carteira não, ele deu uma cadeirada num cara.
Ele já foi babaca.
Ele demitiu um roadie do show na frente de todo mundo.
O cara conseguiu ser matéria no Fantástico por causa de uma cadeirada num restaurante.
Vamos dançar. Tá ruim a internet, não tô conseguindo.
Ah, ele arregou, ele arregou.
Ah, arregou. Não tem internet.
Mas já chama, né? Que isso, joia! Ó, tá vendo?
Quero saber qual é a teoria que ele trouxe, que anda para trás quem ouve Red Hot.
Tá bem, Gomes, quem ouve Michael Jackson aqui, vocês estão muito acelerados.
Se acelerar também fica, não tem como.
Eu não fiz nada, só pedi a notícia.
Por que tu e tu? Por que nós três amarelados? Olha só, sem crespar, vou expulsar.
Então, com todo respeito, não, sem crespar, com todo respeito, ó, o que que eu fiz?
Tá tacando lenha na fogueira.
Tu nasceu, tu nasceu.
Achei indelicado. Olha só, olha só, olha só, tá todo mundo amarelado.
Tem alguns?
Não, Gomes não.
Nem o Lelê.
Então não é todo mundo.
Não, o Lelê eu digo que tá amarelado.
Tu tem razão, tu inclusive tem dois amarelos.
Ó, 4 minutos.
4 minutos. Tá bom.
Quando ele fica cagado, ele mete o Ivan.
Gostaria de que a notícia fosse aberta.
Abre aspas para o Ed Motta: Red Hot Chili Peppers, cara, detesto, acho horrível, horroroso, muito ruim. Faz tempo, esses caras tão velhos. Aí um amigo meu falou que o George Clinton tava produzindo. É o Beastie Boys com os caras que tocam mais ou menos. Tem aquele baixista com aquele music man tocando meio fraco, não é o cara, os caras não são os Não fica escutando Red Hot, não. Quem escuta é quem anda para trás musicalmente. Para ganhar grana é bom, para playboy fazer tatuagem, tirar camisa, não sei o quê, mas para tocar não é bom.
Que coragem, cara! A banda tem um dos melhores bateristas, a banda tem um dos melhores baixistas, tem o melhor guitarrista, tem um puta vocalista. Que que ele quer, velho? Eu fui o primeiro que eu falei, baterista, né?
Que é o que ele falou, baterista.
Tu não tá ouvindo o programa? Desculpa, Edmota, na boa, Edmota, porra, na boa, sabe? Mas ele também fala mal de todo mundo e vou te falar, a galera nem escuta a música. Acho que é isso aí, ele quer mídia, ele quer chamar atenção. Próximo destaque aí, meu irmão. 22, 23, 24, 25, 26, o Léo volta. Pesquisa diz que motoristas de ônibus Os médicos são a profissão que mais se divorcia.
Cara, uma pesquisa americana analisou basicamente uma troca de cadastros, né? Porque quando tu faz vários cadastros ao decorrer da tua vida, tu coloca lá o teu status de relacionamento. Tô solteiro, tô casado. E são as coisas mais simples que tu coloca, né? Tu coloca o teu nome, teu endereço, teu status de relacionamento e a tua profissão. Então, quando tu faz um cadastro, eles têm as duas coisas: o teu status ao decorrer dos anos e a tua profissão.
Eles cruzaram estes dados para ver quem eram as pessoas com aqueles dados, profissões que mais alteravam o seu status de relacionamento. E descobriram que no mundo todo a profissão que mais se divorcia é a de motorista de ônibus.
Municipal ou interestadual?
Qualquer um.
Não faz nenhum sentido a pergunta.
Não faz sentido porque o cara do interestadual de repente dorme mais fora de casa.
Qualquer, é generalista.
Eu tenho outra teoria: estresse, muito estresse. Os caras são muito, acabam tendo muito estresse.
Eu tenho outra. Qual é? Assédio.
Tu acha que as meninas vão assediar o motorista de van?
Não, não, não, não, não.
Eu tenho outra teoria sobre isso.
Qual, Lelê?
É que assim, tu já foi motorista, Lelê?
Não, não, cara, é que não acho que na vida deles tudo é passageiro, né, cara?
Foi muito boa, parabéns, Estados Unidos tá te fazendo feliz.
Eles dão muita ré.
Aí é uma turma grande, velho.
A segunda profissão que mais se divorcia estão empatados em porcentagem, aqueles bartenders e técnicos em enfermagem.
Ah, óbvio, né? Bartender tá toda hora na noite, o assédio é gigante. E o hospital, onde rola baguncinha gostosa, todo mundo trabalha.
Isso não fala isso.
Crazy Anatomy, tu nunca viu?
Ah, eu tô com referência.
Quem trabalha hospital gosta muito mais.
Mas nós não estamos generalizando, mas A probabilidade de tu conviver tanto tempo com as mesmas pessoas nos seus períodos, qual é a diferença de um hospital para uma rádio?
Plantão, plantão, escala, filhão.
Muito magrão.
E tu não tá fardadinho de enfermeira, por exemplo? Eu ia te olhar diferente agora.
E o que que tá errado? Fardamento de enfermeira parece um Teletubbies verde.
Você não entendeu? Você tem que entrar na imaginação dele.
É muito tempo junto, de madrugada, e muita gente.
Pode voltar, Leonardo. Não, não pode, né, Fete?
A madrugada o Rafa trouxe um baita ponto, né?
A madrugada, 6 cabeças juntos, 6 cabeças.
Aí eles vão descansar onde? Tem uma sala para todo mundo descansar.
Isso é verdade.
Como é que sabe? Eu acho que é muito leviano, eu acho que é muito leviano por parte de quem tá falando isso, no caso Rafinha.
Não, é o programa.
Não, não é tu não, Rafinha.
Sabe por que que não é o programa? Não, não, beleza, mas é que eu tô tendo privilégio de fazer Privilegio! Desculpa falar de mim rapidamente, só para rebater essa falácia que vocês estão tentando impor. Eu tô tendo o privilégio de fazer um check-up, o check-up, o meu pré-60 anos. Eu tô fazendo um check-up no hospital em Porto Alegre chamado Hospital Moinhos de Vento. É um privilégio estar no Moinhos de Vento fazendo um check-up.
Cara, as equipes em todas as especialidades do check-up que eu tô fazendo são de um profissionalismo, de uma gentileza, de uma uma situação que eu acho assim, no mínimo, no mínimo deselegante a gente falar que acontece isso.
Eu não concordo com eles, para deixar claro, tá? Quando fala vocês, complica um pouco.
Esse corte pode ser ruim. Eu não generalizei, eu só disse que a probabilidade— e a gente recebeu vários e-mails dizendo que no hospital rola uma baguncinha, e não estamos desmerecendo o profissional da saúde.
Só para deixar claro, eu não concordo com eles.
Não, vai chegar e-mail dizendo: ah, é real.
Eu não concordo com eles, mas O teu exemplo ele não serve muito, sabe por quê?
Claro que não! Tu ficou lá 3 horinhas.
Não tem vestiário, não tem cama pra descansar.
É porque eu tenho certeza.
A gente não trabalha com mais 50 cabeças à madrugada.
Não, mas eu não tô falando nem o exemplo da rádio.
E não tem mulher!
Mas eu não tô falando sobre o exemplo da rádio, e sim o teu como cliente.
É tudo ou nada.
Aí a relação que eles têm com os clientes, com os pacientes, é outra.
Eu não acredito que pessoas daquele nível, daquele naipe, daquele que late, participem de situações como aquelas que você Vocês estão sugerindo, então sabe o que tá perdendo.
Eu só queria entender uma coisa: em que momento o Javier Menegas trabalhou em hospital? Que eu voltei ao programa ouvindo essa frase. Eu sei, eu trabalhei.
É verdade, hospital.
Rapidamente, eu pedi, mas não é a profissão que mais trai, é a que mais se divorcia, tá?
Eu só quero pedir porque todos os que eu falei no hospital, médicos, enfermeiros, assistentes, só os técnicos de enfermagem, técnicos de enfermagem, Todo mundo nos ouve, todo mundo nos ouve. Então eu gostaria de pedir que alguém dessa galera se dispusesse a mandar um e-mail para gente esclarecendo essa situação. Acontece, não acontece? Não precisa dizer quem é, mas não é comum, não é comum. Enfim, então tá, pode mandar um WhatsApp aí, 51994478272.
É perigoso o WhatsApp ali, garotão guarda as fotos depois.
Ele faz o mesmo lá dentro.
Mas ele é o produtor do programa, ele desfruta da prerrogativa, ele pode fazer tudo, né?
Cara, eu sei o segredo As mina, todo mundo que manda, todo mundo manda com seu nome, manda sua foto, manda seu Instagram.
Extremamente ético.
E se ele fica tantazinho da cabeça, ele não vai ficar, não vai ficar.
Cada vez mais certo, inclusive, cada vez mais tranquilo.
Vai que bate o 7º andar aí.
Ó, 6:29, podemos seguir para o próximo.
Não falou a terceira profissão, é verdade, são os massagistas.
Olha, e é gostoso.
Massagista faz sentido também?
Não é sobre baguncinha, é sobre divórcio!
Ah, tu não entendeu isso aí?
Mas daqui pra diante eu cheguei agora e entendi... Tu falou, Rafinha, já chegou dizendo aqui ó: calma gente, olha só, vou responder o Pedro, que em Rio Grande acontece direto... Vai sair 4 minutos vai, vai, vai, vai, deixa ele sair, 4 minutos, vai. E 6:34 com 36 segundos, tu volta. Obrigado, um abraço, querido.
Aqui em Rio Grande acontece direto, trabalhei no hospital lá e quarto vazio era lenha lenha.
Olha aí, para!
Ó, a gente tá em casa.
Oi, Pretinho! Uma mulher mandou: acontece com quem quer e com quem deixa. Para quem dá abertura é lugar.
Tá bom, mas daí também é em qualquer lugar, a gente abre a porta de advocacia, no X, onde Não, muito som.
Mas é que os médicos ficam 24 horas dentro do hospital.
Então sim, aí chegou o homem.
Discordo, chegou um dizendo que não é assim. Não, não, mandou só esse aí. Que mais? Esse aqui é sobre outro assunto.
Sobre o quê?
Sobre o quê que é? Fala, fala.
Sou de um hospital de Osasco e é verdade, em hospital rola uma putaria da porra.
Inclusive eu, você não sabe contar, tomei uma guampada, disse o cara.
Que loucura! E até agora tá meio, meio, né?
Não, maioria dizendo que sim, que rola bagunça.
Muitos jovens também no ambiente, né?
Que jovem?
Claro! Aonde, galera?
Que você tá, o que tu vai ter jovem?
Pode ser, pode ser, o jovem técnico de enfermagem, que é o primeiro jovem.
Nós estamos falando 35, 40. O médico, ele tem 20 a 40.
Alejandro, o médico tem tesão reprimido.
Por quê?
Porque quando ele é jovem ele tá estudando e não tá na night.
Ivan, olha só, não vai nessa, não é não, não é não.
Tanto que os médicos só transam entre eles, que eles ficam amigos, que são só fiéis, que eles não vão pra rua.
É igual jornalista.
Pô, tem um amigo do meu filho, nosso ouvinte inclusive. Não, aquele é maluco, pode ser mesmo. Ele é estudante de medicina na PUC e é balada, é loucura.
Mas ele é exceção. Não, ele é o nosso cara do nosso bolso.
Eu tenho bastante amigo médico, eu sei que é assim, ó.
Mas é tudo entre eles, eles fazem, eles procriam entre eles. Aí já vira tudo filho de médico, médico filho.
Diga pro médico que ele tá bem enganado. Trabalhei muitos anos em posto de saúde, com certeza esses índices são muito mais no postão que tem por aí, nas unidades básicas.
Por isso que fala muito.
Não é nesses hospitais de alto nível que ele tá acostumado.
Não, não, que isso.
Ah, tu vai no Robert Einstein, coisa de upa upa.
Vai no upa upa, cavalheiro.
Por isso que é upa o nome do negócio.
Eu trabalho com essa galera e o bicho pega mesmo. Olha aí, é uma putaria.
A gente não sabe não, vou falar a verdade, as pessoas sabem o segredo. Quem mandou Discord, a gente não sabe.
Quem mandou Discord provavelmente tá enrolado e não quer se entregar. Trabalhei em análise clínica e fiz estágio hospital e sim, é uma loucura. Geralmente tinha separação.
Até porque as pessoas que fazem medicina, elas não têm nojo de nada.
Isso é importante.
Aí é uma loucura geral, é uma verdade, não tem De nada.
Deve ser uma verdade. Não, não é que deve ser, não.
Tu não pode ter nojo.
Como é que tu encontra o limite dessa pessoa?
Não há limite!
Sou motorista.
Minha pessoa com a perna aberta, ela vai ter nojo?
Calma, calma, sou motorista e fui casado com uma enfermeira. E é tudo verdade. Ela me traiu no hospital.
Não incomoda. Você tá no hospital, porra, é muito bom.
À noite em hospital rola até trisal.
Rola tudo!
Em Sapiranga rola leia lenha, médico com médico médico na salinha. A relação entre o poder do médico e as enfermeiras gera tesão.
Aí, ó, é um aspas.
Aqui é o técnico, trabalhei em hospitais e 30 segundos em ambulâncias, já me envolvi com colegas tanto mulheres quanto médicos. Hoje tem uma justa causa nas costas por causa disso.
Beleza, encerramos assim o assunto. Este assunto não é mais abordado. Chama o Rafinha e vamos para o próximo destaque. Pode entrar, Rafael Menegazzo, por favor, pode entrar. Olha só, não aconteceu nada, depois tu ouve na reprise. Olha só, tu ouve na reprise, esse assunto tá encerrado. Próximo assunto: família se reúne para ver Copa do Mundo e descobre lista de favoritos pornô na TV do vô.
Nos Estados Unidos Viralizou um vovô de uns 80 anos, e aí todo unido, todo mundo se reúne na casa do vô, e aí abre a Smart TV ali onde que tem os aplicativos mais acessados. Os 5 primeiros são do Xvideos. E aí o vovô tá ali, ele não sabe mexer direito, e ele fica, e ele fica nervoso. E a família dizendo: "Vô, mas o que que é isso que tá vendo?" E as 3 primeiras categorias dá para ler bem.
Quais são?
Vamos devagarinho, devagarinho, vamos comentar sobre essa.
Vamos buscar empatia com o vovô.
Eu vou do 3 para o 1, tá? Aqui vai ficando mais forte, né, gente?
Deixei aberto aqui o microfone dele.
Boa, Lelê, reage, Lelê, reacts.
3 é MILF.
MILF que é as vovó, as mamãe gostosa.
Ali a galera dele.
Target dele, gosto disso, eu gosto de MILF.
Não, pera um pouquinho, qual é a idade do vovô?
80.
Não, MILF é toda mulher mãe.
Gostosa. Mãe!
Que que você gostou? Toda, qualquer mãe.
Qualquer mãe, mãe, mãe.
Mãe de 25 anos.
Mãe MILF.
Mãe, mãe. E tem também as maturi.
Tem mãe de 50. Vamos para o segundo.
Eu gosto de madura.
É a sigla.
Como é que é a sigla? Desculpa. Não, abre a sigla para nós.
M-I-L-F. Mothers I Like to Fuck.
O American Pie que inventou isso aí, viu?
Eu adoro quando tu fala inglês.
Tá, desculpa, não era a intenção.
Qual é a segunda?
Olha o velho gemeu no meio da rua em Miami, puta.
Tu vai ser preso por atentado ao pudor, velho.
Navio, tá no navio.
Vai abrir, Gomes.
A segunda categoria é uma palavra que é a mesma coisa em português, é fetiche.
Fetiche, a gente não tem muita graça.
É a pesquisa dele, ele abre um horizonte muito grande.
Fetiche é muito aberto, cada um tem seu fetiche, né?
Do pezinho, mas ele tá querendo saber vários, do sofá.
Tem gente Não, tá, olha só, não precisamos. Aquele tem fetiche de cheeseburger.
Aquele?
Eu?
É, me mandou, lembra que tu me mandou essa mensagem hoje?
Babando na pizza?
Na pizza?
Aquele é pizza. Que isso, velho?
Cala a boca, cheeseburger.
Eu até medo dos vídeos que vocês trocam.
Eu acho que o grupo do Pretinho eu não mando, eu mando só por errado. Tem uma surpresa. Tem o que vem no final mesmo, que vem com a surpresinha junto.
Eu vou abrir a Nós todos vamos começar a se entregar.
Pergunta para esses caras.
Ele é o mais tranquilo de nós. O Lelê é o mais tranquilo de nós. Tá lá com 40 graus, fim de tarde em Miami. E nós aqui ferrado com 8 graus, mulher.
Mas milf.
Que 8? Tá menos. So good, so good, so good.
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Ah, é muita coisa.
Ah, não, é o Gugu.
É o Gugu.
Ah não, de ano em ano.
Isso.
Anual, anual. Não dá para dizer que o vovô tá errado.
Tá aí a pílula do vovô ainda, sobe ou não?
A experiência, né, para brincadeira em particular.
Não dá para dizer que o vovô tem mau gosto.
Não dá para dizer que ele não é experiente.
Mas ele é mais um cara, né? O vovô é mais um cara.
Por isso que é bom sair com casal. Que? Não, não, te falei alto.
Desculpa, foi mal com você. Que que foi isso, Ivan?
Tá certo, Ivan, tem duas opções. É, o bom de casal é que de alguém, de algum dos dois, para, para, vai o— para, tá correto. Para, homenagem.
Criançada, criançada.
Apareceu uma criança na live ali com ele.
Agora eu vou ter que te dar uma amarela.
Afinalmente!
Não foi o Gomes? Aqui não cola?! Mas é do Léo!
Ah louco tu... Miguel eu sou expulso com os personagens e tudo... Ele não cola o Miguel porque é o Léo!
Ó foram estes os destaques do Pretinha aliás maravilhosos os destaques hein vou até tirar outro cartão tirei teu cartão olha para cá!
Aí virou um bagunça aqui!
Fala aí, o Gomes, que eles quiserem fazer.
Que vergonha, que vergonha!
É um baita radicalista, é um baita radicalista! Quer ver que eu não sou cagalhão? Olha só, vermelhinho para ti agora, vai, vaza! Vermelhinho porque eu sou cagalhão. O cara quer ir junto, quer ir junto, quer ir junto. Olha só, tu tá aí Vou ter que expulsar o Rafael Meneghetti junto porque eu vou ir junto! Tu quer ir junto ou não? Quer uma vaga aqui na planilha então vamos ficar juntinho tu tá expulso mas por quê? Porque sim pô ele me chamou de cagalhão e te mostrei que eu não sou sabe como é né?! E eu vou mostrar de novo que eu não sou pode ir Léo também ah vai embora!?
Eu fiz nada!!!
Pode ir, pode ir...
O problema foi ele fez isso bom... Vai cadê você!?
Cadê você!?
Tchau menino tchau menina Lelê, tá tudo bem aí, Lelê?
Agora eu posso fazer o que eu quiser.
Tá te divertindo, Lelê?
Tinha uma pergunta aqui. Qual é a pergunta? Pro Vini aqui.
Pro Vini, que é o que sobrou, né? Pro Vini.
Olha lá.
Por enquanto.
Daqui a pouquinho.
E vou te falar, eu escapei de cuspir na cara dele.
Vai me chamar de cagalhão também?
Não, não.
Vai me chamar de cagalhão?
Cara, acho que tu não fez o correto.
Ah, Alexandre. Não, tudo bem, isso é opinião, eu respeito.
Mas assim, cagalhão forte!
Gente, se expulsar mais gente eu saio entrevistando aqui, Alexandre.
Tem 19 minutos ainda?
Não, tem um merchan legal aqui. Posso fazer só essa pergunta rapidinho? Claro, manda bala aí Lelê!
Agora é futsal de vaca quente...
Vini Moura mandou aqui o Marquinhos de Uruguaiana—
vai mais devagar, calma Lelê, mastiga Lelê!
O Vini, aliás, o Vini Moura, que é o único integrante do Pretinho Básico que tem um gol em Copa do Mundo agora, narrado.
É verdade, já tá postado agora. Ou ainda estamos vendo.
Isso tá postado de forma particular.
Como assim?
De forma particular.
Não tá postado nem no Bola, nem no Pretinho, nem no Rede Atlântida?
Eu sou da gaúcha, né? Eu não sei te informar.
Até o Alexandre, aproveitando a audiência, A audiência do Pretinho Vasco, eu queria convidar as pessoas para irem ali no @lelebortolacci porque eu postei agora de tarde um conteúdo com os escoceses, cara. Que povo divertido, cara!
Imagina, os caras bebem, né?
Não, e encontrei um escocês que sabe falar português, apaixonado pelo Brasil, muito legal, cara. Então tá ali no @lelebortolacci, assim como diversos conteúdos as perguntas que eu tô fazendo de bastidores aqui dessa nossa cobertura.
Muito legal, vocês estão matando a pau. Vini Moura, oi!
Mandou aqui o Marquinhos de Uruguaiana: a irmã da minha esposa separou, está sozinha à procura de um homem como tu. Tu estaria interessado numa cunhada minha?
Sim ou não, né? Resposta sim ou não?
Não, né?
Não, casado, né?
Tá, mas agora digamos que tu fosse solteiro. Mas agora é uma questão de um favor que eu gostaria de te pedir.
Tá.
Vem um familiar da minha esposa lá para casa e ela precisa, minha cunhada na verdade, e ela precisa ir embora hoje à noite. O ônibus dela parte à meia-noite. Você gostaria de levar uma cunhada minha na rodoviária, Vini Moura?
Pô, faria esse favor para ti, com certeza.
Faria esse favor para mim, com certeza.
Como é que eu vou negar? Não tem ninguém para levar tua cunhada? Não tem mais ninguém, só eu.
É, eu levo. Aproveita e bota uma então, Vini, tu que sobrou por enquanto.
WhatsApp com assunto hospital, ele tá—
então traz mais um pouquinho aí, Gomes.
Trabalho em um hospital e isso acontece. Não falem quem eu sou.
É só isso?
Tomei uma guampa de esparadrapo. Pessoal no hospital curte o canal Porta dos Fundos.
Não, aí eu acho que generalizar um pouco.
Sou médico plantonista num hospital em Porto Alegre. Nos plantões calmos e tranquilos, as casadas sempre querem experimentar uma coisa diferente.
Não, aí eu acho, aí eu acho uma grosseria. Não, aí é uma grosseria. Porque agora tu complica muita gente casada, né, cara?
Eu só tô lendo, né? Não é o portador, né?
Quando fala assim, os radialistas são sem vergonha.
Em Santa Cruz é loucuragem e pilocado no hospital.
Ah, isso aí é verdade.
Ó, chegou mais um eu discordo, tá?
Ó, chegou um, tu leu 5 concordo e agora vem um discordo.
Ó, chegou mais uma moça que trabalha no hospital. Sim, no hospital é quem tem essa putaria me diz onde é, porque no meu não é.
Tá bom, tá certo.
Boa que ela tá procurando.
Sou técnico do hospital e à noite tem o quarto do sexo. Me entrou.
É tipo uma casa de entretenimento.
Que loucura, hein? Será que tem uma sala vermelha no hospital? Não, não é do pessoal que tá infartando, mas a outra sala.
Mas aí eu acho que é muita É bagunça largar uma luz diferente.
São muitas horas dentro do hospital e não se consegue muitas vezes dar atenção devido ao cônjuge. Cônjuge também se trabalha em dois hospitais às vezes para ter uma boa qualidade de vida. Certo, por isso os relacionamentos extraconjugais.
Ah, entendi. É uma pena, né? Acontece, né? Acontece.
Eu tenho uma piada.
Qual é a piada, meu querido?
Vini Moura, eu acho que tu nunca explodiu.
É, então vai, me surpreende e me mata de rir.
O cara: já cuidei muito bem.
Olha só, vou avisar algum momento.
Fiz todo o check-up dele com carinho.
Ele tinha motivo para interromper.
Isso aí tu inventou, óbvio. Eu lembro do nome de todas as pessoas. Opa, eu lembro do nome de todas as pessoas.
Lê a última mensagem.
Fiz todo o check- cap dele com carinho. Não, mas pera aí, tem uma boquinha se lambendo aqui, cara, tá tudo errado. Não, não é verdade, isso aqui é 48 código de área.
Mas eu não inventei.
Não, tudo bem, mas é brincadeira. Pode não ser, eu não invento nada. As pessoas podem inventar, eu aumento, mas não invento.
As pessoas podem inventar, mas eu só leio.
Mas é óbvio que inventar, é 48, isso é Floripa. Manda aí, manda aí.
Tava o cara, chegou no bar, no bar, sentou no balcão e tava um amigo dele bem do lado dele. Ele pediu para o barman assim: por favor, me vê uma dose de whisky, quero virar numa só. Lá, shot, mandou assim, tá, virou, pediu lá para o meu amigo também. O amigo tá, e ele olhou para mim e falou: cara, tô louco para chegar em casa hoje e arrancar a calcinha da minha mulher. Meu Deus!
Meu Deus do céu!
E aí o amigo olha para ele e fala: pá, mas então hoje vai ser forte, hoje o bicho vai pegar ele. Não, não é que tá apertando minhas bolas.
Ai, paizinho! Ai, mas é fio dentalzinho, será?
É, certamente, né, que dá aquela, que dá um rachão, fica que nem a bochecha do Fofão.
Parece um Alves Esquilos.
Ontem ali onde eu tava ali na Ocean Drive ali, né, fazendo ali daquela, que é uma região bem na beira da praia ali, passou um rapaz de roller, né, passou, mas é que justamente, cara, ele tava com uma tanguinha assim que eu realmente não sei assim para onde que tava. Os bolas, eu não sei, porque era uma coisa assim meio, até fiquei olhando, então achei que era uma menina e tal, mas é que né, depois quando ele passou perto vi que era um menino assim, mas pô, cadê o troço ali?
Mas tu viu como a Pabllo Vittar diz que faz?
Entre as nádegas.
Não, não como ela usa coloca uma fita que vai— parece piada, mas não é. Coloca uma fita que prende eles lá atrás.
É, puxa, entra, puxa para trás entre as nádegas e toca uma fita ali para não abrir.
É, não sei se chega a ficar entre, né?
Depende do tamanho.
Exato, tem isso. Ou se a pessoa tá aqui.
Exato. Não era o caso do rapaz ontem, né?
Eu queria falar uma coisa sobre isso, cara. Olha o perigo! Queria comentar com vocês o perigo de uma situação que eu vi hoje de de tarde, presenciei, quase parei, não parei porque o trânsito tava muito pegado, Ipiranga, Ipiranga, dois rapazes andando cada um no seu patinete.
Ah, era eu!
Cada um no seu.
Um parecia, mas não era tu, tenho certeza que não era, pelo corte de cabelo eu vi que não era. E cara, eles pilotando o troço e ao mesmo tempo com a outra mão se filmando um ao outro. E eles se olhavam, se filmavam, se olhavam, até que um deles, cara, caiu num bueiro.
Qual parte?
Não é engraçado, é triste. Na rua tinha um bueiro, na rua, no meio da rua. O cara tá andando na rua, os dois estavam andando na rua, na rua, na rua. Um na ciclovia e o outro na rua.
Bom, aí já vem também, tu não pode estar andando com um troço desse e tá filmando, né?
Tanta coisa que não pode. O patinete, ele virou um pouco infernal nessa época. Eu fiquei com pena do rapaz. O rapaz deve ter se machucado ali. Então fica a dica, né? Se você não tem a manha, ou até se tem a manha, não usa o telefone na hora que tiver dirigindo a porra do patinete, que ele já é perigoso por si só.
Dois no patinete também já—
não, esses dias eu vi um cara com 7 patinete em cima do patinete.
Não, mas esse cara trabalha por patinete.
Não pode, tem que estar num carro, tá errado.
Tá errado. Ah é? Não pode, velho, não pode. Patinete não é feito para transportar porra nenhuma.
Exato, uma pessoa, um corpo, uma pessoa só.
Então não é porra nenhuma.
Mesmo o cara que trabalha em patinete não pode carregar outros patinete, tem que estar numa Sprinter, numa estrada, alguma coisa. Não, não pode, tá errado.
Olha só, 10 minutos para 7, uma mensagem do governo do estado do Rio Grande do Sul. Não sei se vocês já viram a assistente virtual do governo do no estado do Rio Grande do Sul uma inteligência artificial chamada Guria. Já viram a Guria? A Guria veio para ajudar a galera com serviços públicos digitais. Tem vários desses serviços que a Guria resolve direto no WhatsApp. Dá para consultar infração de trânsito, situação do veículo, solicitar carteira de identidade e muitos outros serviços.
Tu diz ali na do que que tu precisa e ela vai te dando o caminho. E muitos destes serviços dá para resolver sem sair do aplicativo, é uma barbada! Por isso, vale muito a pena salvar o WhatsApp da guria no seu celular, porque aí quando precisa, tá ali, não tem que procurar, não tem que entrar no Google. Já salva aí que o Pretinho tá te dando essa barbada. 51, código diário do Rio Grande do Sul, 321039 39, 51, 32, 10, 39, 39. Salva aí o Whats da guria que ela te salva também.
É o Governo Trabalhando, RS Diferente, Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Agora eu vou ver como é que tá minhas infrações.
Boa! Classificados!
CGL é leite de verdade! Gaucho como a gente, JP, o vinho de mesa mais lembrado pelos gaúchos, JP, o preferido do Sul. Vamos vender o quê, Rafael Gomes?
Fala, pretinhos! Vendo o carro da minha família, é um Santa Fé 2015 branco, 7 lugares, motor 3.3, marrons de couro e com aquecimento.
É 2015, é bacana essa nave aí.
Tem foto.
Teto solar, SUVzão, SUVzão grandão, bacana.
Ar-condicionado digital e fracionado para os 3 níveis de assentos. Porta-malas de 440 litros, 180 mil km. É carro de estrada, é carro de estrada, por isso a quilometragem alta.
Sei.
A FIPE em 23 de junho tá em 87.146.
É bonito esse carro aí, meu.
Queria, eu tô pedindo R$85 mil só em dinheiro, pois há uma alienação recente.
Como assim dinheiro? Como é que o cara vai chegar na tua casa com R$85 mil? Ah, Pix não é dinheiro, Pix é Pix, é baguncinha, né?
Tô me desfazendo por questões pessoais e familiares, pois estamos há 4 anos com esse carro e a gente adora ele.
Poxa vida!
Interessados, chama no Instagram @santafebranca2015. O Instagram é @santafebranca2015.
2015, teve um auge, né?
Teve um auge, acho que 2013, eu acho. É, outra vez 2015 mesmo também, né? Já voltamos com o Pretinho mais pouquinho, tá? O Pretinho Básico.
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Agora na Atlântida, na hora de elefante.
Elefante Letrado apresenta Brasil, palavra do dia especial.
É Copa do Mundo, amigo!
Plácidas, P-L-A acento agudo C-I-D-A-S.
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas. Plácidas é a forma feminina e plural vem do latim placidus e é algo sereno e tranquilo.
A palavra está presente no primeiro verso do hino e é usada para remontar a cena em que supostamente ocorreu o grito de independência do Brasil, dado por Dom Pedro I às margens tranquilas do Rio Ipiranga.
Independência ou morte!
Um pouquinho mais alto, Dom Pedro.
Perdão.
Independência ou morte! Elefante Letrado, a plataforma de leitura das melhores escolas do país.
Acesse Elefante Letrado nas redes sociais e descubra mais.
Memória de elefante. Para mais curiosidades, acesse elefanteletrado.com.br.
Muito bem, estamos de volta para mais um pouquinho de Pretinho Básico. Cara, eu tinha uma uma piada do Josias que eu tô guardando ela alguns dias. Eu poderia contá-la?
Por favor.
Sim, mas se bem que tem pouca gente na mesa aqui, né?
Eu passei por isso.
Conta!
Tu acha, Lelê?
Tem pouca gente na mesa, mas uma multidão ouvindo.
Pois tu tem razão, Lelê, aí tu tá certo, aí tu veio, Lelê. Então tá, o mineiro Josias tava no Rio de Janeiro, abismado com as praias, sem camisa, aquele calção Adidas, Samba Canção, Pet Cars, sem cueca por debaixo. Carioca zombando, cantando piada de mineiro, alegre, tudo mineirinho, olhou para aquele marzão e não se aguentou. Correu a toda velocidade, deu um mergulho. Sabe o mergulho? Deu um mergulho, deu cambaiota, pegou jacaré e tudo mais.
Quando saiu, o calção de tecido enfim estava transparente e grudadinho na pele. Todo mundo na praia olhando para o tamanho do pinguelo do Mineirinho, coisa que chamava atenção. Cara ali pertinho do joelho, para fora do calção. A turma nunca tinha visto coisa igual. As mulher com aquele sorrisão, os homens rosto de inveja. Meu Deus! Todo mundo só tinha olhos para o bichão do Mineiro. E aí o Mineirinho então se apercebeu da situação, ficou todo envergonhado e tascou O que que é, rapaziada?
Vai dizer que quando vocês pula na água o tico de vocês não encolhe? Muito bem, Bruno de Chapecó, muito obrigado, Bruno, craque do episódio. Para KTO, baixe o aplicativo KTO e jogue com mais confiança. É proibido tanto site quanto aplicativo da KTO para menores de 18 anos. Jogue com responsabilidade, como o Lelê. Lelê, volta para nós aí, por favor.
Mano, ah, vou botar na produção do programa hoje. Destaque sensacionais, né? Daqueles assim de encher o programa de pauta mesmo, com pauta mesmo, dificuldade, né? Mesmo com a dificuldade, né? Ó, final de jogo, Inglaterra 0, Gana 0.
Olha, hein, a camisa mais bonita de Gana!
Que loucura! Tá bom, Lelezinho, obrigado, tá liberado. Não, segura aí, Lele, só um pouquinho, vamos ver quem é que é o craque Lele, tu vota em quem, Gomes?
Eu voto em ti, Alexandre. Deixa eu render a pauta hospital. Amanhã vai chegar e-mail no pretinhofarma.com.br.
Vai certamente, nós vamos explorar. Muito obrigado pelo teu voto, Gomes.
Uma vez por ano surge esse assunto aí.
Vini Jr. Né? Quem pegou, pegou.
Quem pegou, pegou. Ah, hoje tá difícil, né?
É, né? Só tem 3.
Eu vou votar no Lele.
Ah, votar no Lele então.
No Lele.
Tá bem, obrigado, velho.
Votou no Lele.
Ô, Lele, come um açaí por mim aí.
Com certeza, cara.
Vocês acham que eu tô, não vou entrar ali agora?
É óbvio que vai, né? É óbvio que vai sair.
E você que tá aí em Santa Catarina, no Rio Grande do Sul, é só ir, né, da Bessa Açaí, qualquer lugar daí que vai ter um açaí igual que tem aqui. Açaí, açaqui.
Vai passar na Malico Store, né, Lelê? Vai pegar um branquinho, né? Que eu te conheço.
Tu sabe que na frente do hotel ali nós temos um supermercado chamado Flamingo Market, que tem realmente Tinha alguns rótulos bem interessantes ali. Eu tenho pegado vinho branco ali, né, atravesso a rua tranquilamente. Agora com a maquininha de gelo do hotel, que o rapaz lá do hotel me mostrou onde é que fica, aí vira palhaçada, né?
Aí é com a voz do mundo. Então tá, eu vou votar no Rafael Gomes pela produção, mandou muito bem. Ainda que o Lelê tenha trazido um programa espetacular direto de Miami, Rafael Gomes é o crack do episódio. Ficamos por aqui, nos despedimos de você, e amanhã Amanhã estaremos de volta, 1 da tarde. Eu chego um pouquinho antes, ao meio-dia, para me divertir no Discorama, tocando as melhores músicas da vida da audiência da Atlântida.
Vem aí mais um campeão de audiência nas frequências da Atlântida em todo o sul do Brasil. E a gente volta amanhã. Tchau, boa noite!
Bora para o hospital!
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