Episódios de Pretinho Básico

Pretinho Básico | 19/06/2026 13h ⭐Rodaika

19 de junho de 202649min
0:00 / 49:58

O maior podcast humorístico do Brasil. Elenco da rádio Atlântida repercute as maiores notícias do dia do jeito mais engraçado possível. Veja muito mais no YouTube 📺: @atlantida_TV e @PretinhoBasicoShorts

Participantes neste episódio6
A

Alexandre

HostCoordenador do curso
A

Alexandre Fetter

Co-hostJornalista
L

Léo Oliveira

Co-host
P

Porã

Co-hostComentarista
R

Rafinha Menegasso

Co-hostApresentador
R

Rodaika

Co-host
Assuntos9
  • Copa do Mundo 2026Brasil vs Haiti · Hino do Brasil eleito o mais bonito · Análise dos hinos da Copa do Mundo · Brasil vs Alemanha · Brasil vs Argentina
  • Debate sobre CNH para menoresResponsabilidade de adolescentes · Educação para a responsabilidade · Proteção vs. Responsabilização · Maturidade para dirigir
  • Discussão sobre lives no TikTok e relacionamentosPercepção de mulheres em lives · Expectativas em relacionamentos · Papel da mulher casada
  • Homem amputa o próprio pé por indenizaçãoFraude contra seguradoras · Investigação policial e prisão · Vanderlei
  • Crítica de pleonasmo em 'Detalhes'Seleção de músicas antigas · Percepção da música pelo ouvinte · Crítica de ouvinte sobre o programa · Sensibilidade e interpretação musical
  • Polícia se veste de mascotes para prender traficantesOperação policial no Peru · Uso de fantasias de mascotes da Copa · Operação policial no Brasil
  • Sonhos e Aspiracoes PessoaisSonhos como mensagens ou aleatoriedade · Interpretação de sonhos · Sonho de Rafael Gomes · Sonho de Alexandre
  • Dia do Luto e FinadosDiferença entre Dia do Luto e Dia de Finados · Processo de luto e homenagem aos falecidos
  • Polícia Penal vs. Polícia CivilDiferenças e semelhanças visuais · Estrutura e ligação entre as polícias
Transcrição492 segmentosassemblyai/universal-3-pro-async

Alexandre:Olá, Alexandre Fetter! Olá, olá, muito boa tarde, amigo e amiga ligados na Atlântida! Estamos chegando para mais um Pretinho Básico. Muito obrigado! Pretinho Básico da sexta-feira, 19 de junho de 2026, 1 hora e 8 minutos, para Biscoito Zezé, carinho que vem de família há 58 anos. Zezé com fome de hexa. Muito boa tarde, Léo Oliveira!

Voz B:E aí, Alejandro e jovens que nos ouvem, Ansioso demais hoje, cara.

Alexandre:Tá ansioso demais?

Voz B:Porque é o que houve, Brasil e Haiti, cara. Saber como vai se comportar. Imagina quando for Brasil e Argentina então. Aí eu vou tomar um negocinho. Brasil e Alemanha, tá tomando um negocinho.

Alexandre:Brasil e Espanha, França, Brasil e Haiti, cara. Mas o Haiti tem a obrigação de tomar 7x1 do Brasil hoje.

Voz B:Aí se der uma zebrinha, bom, mas aí eu não sei.

Alexandre:Programa Futuro, mais uma parceria entre a Attitude comunicação e a Fundacred. Ele também tá com a camisa canarinho da seleção brasileira. Fala, Porazinho, muito boa tarde!

Porã:Tamo aí, Alexandre, é isso aí, é Copa do Mundo, amigo! Copa do Mundo, amigo! Tamo aí, tamo pronto pro jogo do Brasil.

Alexandre:Mas eu concordo com você, mas é só 9:30, né?

Porã:Concordo com o Rafa, que hoje eu vou fazer o programado às 5 da tarde aqui do nosso QG da Atlântida Floripa, Alexandre, um aquece, um esquenta ali no Top Market Floripa, no centro da cidade. Legal, hein? Então já Vim, já vim para o outro, já vim para o outro, só paro no final do jogo. Mas eu concordo com Rafinha que se perder hoje aí tem que largar, né?

Alexandre:Não tem como perder, desculpa, não tem como perder. Primeiro jogo não, Stock Center, preço baixo, com um toque a mais. Rodaica, muito boa tarde, tudo bem contigo?

Rodaika:Eu acho que é muita análise, muita função técnica, muita gente dando pitaco, quando na verdade o que define o jogo é a bola entrando no negócio. Isso aí às vezes se dá até por sorte, por azar, por sem saber. Isso aí é Deus.

Alexandre:Deixa eu te falar uma coisa, não me irrita. Não começa a me irritar no início do programa.

Rodaika:Eu já estou irritada.

Voz B:Duvido, duvido que tu achava que a Espanha ia empatar com Cabo Verde.

Alexandre:Não, não achava. Falar que não achava.

Rafinha Menegasso:Tá, e tu sabia que a Alemanha ia fazer 7?

Voz B:Bem, no coração sim.

Rafinha Menegasso:Não, ninguém botou isso na sua cabeça.

Alexandre:Só deixa eu concluir ali dos nossos parceiros patrocinadores. Banriway! A nova conta para crianças e adolescentes do Banrisul. Rafael Gomes: Fala Alexandre, boa tarde! Ele também tá com a canarinho oficial da Seleção Brasileira.

Alexandre Fetter:8 meia minha linda?

Alexandre:É bonita hein, linda sim!

Rodaika:Parabéns cara!

Alexandre:Bonito...

Voz B:A do Porão eu acho que é da mesma copa que a minha né?

Porã:Ah é parecida mesmo... CBT '78...

Voz B:É a mesma minha, falei que era de 78 o Dolauro...

Alexandre:Baixe o aplicativo da KTOA e jogue com mais confiança. O aplicativo e o site da KTOA são proibidos para menores de 18 anos. Jogue com responsabilidade. Vamos dar aqui então nos destaques aí, Rafinha, do Pretinho Básico. Desculpa, esqueci de ti, a gente já tinha falado tanto hoje, né?

Rafinha Menegasso:Verdade, né?

Alexandre:Verdade, é outra coisa. Boa tarde, Rafael!

Rafinha Menegasso:Ótima tarde!

Alexandre:Massas Romena, 40 anos presente na sua mesa, presente na sua vida, colocando os Taxa aí, meu irmão. Boa tarde aí, meu irmão.

Voz B:Boa tarde, Alejandro. Boa tarde a todos. Tô aí muito bem, meu irmão.

Alexandre:Muito bem. Hoje é 19 de junho, hoje é dia do luto. Por que que hoje é dia do luto, Rafael Gomes?

Alexandre Fetter:É uma decisão nacional homenagear os nossos entes queridos.

Alexandre:E qual é a diferença do dia lá do finados?

Voz B:É dia dos mortos.

Alexandre:E o luto ele se dá em relação aqui, ó. Não, luto é de quem tá vivo, mas é em relação a quem morreu.

Rafinha Menegasso:Sim, mas eu acho que a pessoa que perde alguém, ele vive esse luto.

Voz B:Isso, morto não vive luto.

Alexandre Fetter:E aí, do luto é uma data voltada à dor e perda e o processo do luto. Dia de finados é o dia de homenagem aos falecidos.

Alexandre:Ok, obrigado, hein. Agora a gente apareceu.

Rafinha Menegasso:Nós estamos meio apressado hoje, vamos curtir a sexta ou não?

Alexandre:Ah, estamos só pelo jogo, mas eu não tô apressado.

Rafinha Menegasso:Eu queria debater algumas coisas aí, mas depois, né?

Porã:O pau tá livre, o pau tá livre! Eu quero ver o que que tu quer trazer.

Voz B:Que assunto, Rafael Menegazzo?

Alexandre:Que assunto você tem? O que que tu quer falar?

Voz B:Que assunto? Agora tu abre, agora tu abre.

Alexandre:Não, não, é agora, vamos lá, tô abrindo pra ti a possibilidade. Traz aí o teu debate.

Rafinha Menegasso:O meu debate é que eu espero que a gente tenha uma baita sexta-feira. Queria falar da sexta.

Alexandre:Mas qual é o debate que tu tá propondo?

Rafinha Menegasso:Não, não é um debate, é falar um pouco. Hoje é sexta, que bom que tá todo mundo aqui, que tá aqui o porão, tá aqui A Rodaica falou de discorama.

Voz B:A gente trabalha.

Rafinha Menegasso:Eu nem ouvi o discorama, porra. Então bota a pilha, não começa com essa tua parte fácil, não irrita também.

Porã:Essa coisa aí de criticar o discorama da gente.

Alexandre:Cara, que balão vazio não sobe, tu entende?

Rafinha Menegasso:Ah, tu vai meter essa aí agora?

Alexandre:Não, é que tu pediu um espaço pra debater. Eu tô esperando a proposta do debate.

Rafinha Menegasso:Queria saber por que tu anda assim hoje.

Alexandre:Eu te senti tão bem antes.

Rafinha Menegasso:A gente entrou no ar e tu tá acelerando o programa. Era isso que eu queria debater. Vamos mais na manha, mas eu não tô acelerando o programa, cara.

Porã:Eu tô aqui triste, eu quero olhar pro Vinícius hoje, cara.

Alexandre:Fazer o programa tão feliz, tão bem, tão leve, cara.

Porã:Ele não tá—

Rafinha Menegasso:foi uma impressão. Dá uma segurada. Foi uma impressão minha, desculpa, Alexandre. Tá bem, me pareceu que tava um pouco afoito assim.

Alexandre:Olha, eu vou pôr aqui pra você, o discorama que eu fiz, cara. Fiz um discorama que é intocável, irrepreensível o meu discorama de hoje.

Porã:Dividiu opiniões.

Rafinha Menegasso:Tem e-mail pro teu discorama, Gomes, me apoia.

Alexandre:De hoje? Então, por favor, abre aí.

Rafinha Menegasso:Não, mas eu não sei do que que se trata.

Alexandre:Abre, não tem problema. Já começou o programa então.

Rafinha Menegasso:Se tiver lendo esse e-mail é porque talvez eu tenha sobrevivido ao discorama de hoje. Meu Deus, que depressão por um dia de jogo da Copa. Também não é minha Copa favorita, mas não precisa querer nos matar.

Alexandre:Depressão tá em quem ouve, não em quem toca.

Rafinha Menegasso:Quem bateu no Alexandre, que peça desculpa. Desculpa, isso foi me xingar, que eu não entendo nada de música.

Alexandre:Não entendo mesmo, entendo é de vibe.

Rafinha Menegasso:Socorro, Deus, Clarice Corrêa. Eu não sabia disso.

Alexandre:Vindo de uma mulher ainda, quanta falta de sensibilidade, amiga.

Voz B:Ah, mas é uma baita frase, eu não sei quem vai bater.

Alexandre:Desculpa, mas é difícil me bater, é difícil me bater, eu preciso dizer, é difícil me bater. Agora, que falta de sensibilidade.

Porã:Lamento pela vida de merda.

Alexandre:Aqui feliz da vida! Fiz meu trabalho, toquei uma hora de música. Vai ter gente que vai gostar e vai ter gente que não vai gostar.

Rafinha Menegasso:Acabou, acabou.

Alexandre:Não gosta? Troca de rádio, é fácil.

Porã:Spotify, cheio de rádio do caralho para ouvir. Ah, cuzona! Eu não acusei ela.

Voz B:Acusei?

Alexandre:Chamou? Então eu acusei.

Voz B:Tu falou que a mina tem uma vida de merda, isso eu bato a porta e falo.

Alexandre:Cara, ela veio dizer que alguém me bateu, que eu estava deprê. Eu não tô deprê, cara.

Porã:Você recebeu uma manifestação no meu Instagram.

Alexandre:Eu tô cagando pra tua manifestação, porra.

Porã:Cagando, Peter, que hoje tem jogo do Brasil. Mas e daí?

Alexandre:Mas qual é o problema? Não vi te ligando.

Rafinha Menegasso:Mas eu também não sei, eu não sei que tu tocou o discorama.

Alexandre:Cara, eu dei uma aula de história no discorama. Eu fui lá nos anos 80, pensei baladas, falei das baladas, falei da importância das baladas. Cara, eu na verdade eu não tô muito preocupado, velho, com o que que tu pensa. É isso aí, não, não sou eu, né?

Rodaika:Mas vamos pensar o seguinte: uma ouvinte mandou um e-mail reclamando. Quantos que ouviram e amaram? É isso que importa.

Rafinha Menegasso:Não, e talvez ela esteja fazendo uma piada.

Alexandre:Não, cara, eu não tô preocupado mesmo, não tô preocupado.

Alexandre Fetter:Fala isso.

Alexandre:Vim aqui, fiz meu trabalho, toquei as músicas. O que que é o Discorama? Um programa de música antiga. Toquei todas as músicas antigas que eu podia tocar hoje, acabou. Se alguém não gostou, lamento, mas alguém não vai gostar.

Voz B:Discorama é feito no flow ou tu produz na tua cabecinha antes?

Alexandre:É feito na minha cabecinha, sempre no flow. Tu não vem pensando, ah, vou tocar aí, ó. Cara, toquei Queen, cara, é luxo!

Rodaika:É que as pessoas não sabem o que é o privilégio de ter discorama em casa 24 horas por dia acontecendo.

Voz G:Que privilégio!

Rodaika:Porque o Alexandre não faz discorama aqui na Atlântida só, ele levanta em casa às 6 da manhã e começa o discorama em casa.

Alexandre:Olha só, eu toquei no segundo bloco, Rod Stewart, George Michael, Richie com Menina Veneno. Qual é a deprê de Richie com Menina Veneno? Essa música é um clássico! Queen, Love of My Life, Bee Gees, How Deep Is Your Love. Onde é que tá a deprê? Tá na cabeça de quem ouve.

Rodaika:É a melodia, talvez.

Voz B:Tá na cabeça de quem ouve.

Alexandre:Eu toquei feliz da vida, tava dando risada ouvindo essas músicas.

Rafinha Menegasso:Treinei o porã, não abri o programa te elogiando, porque ele faz isso todos os dias.

Porã:Mas eu tenho um e-mail, porque hoje eu não ouvi o programa, mas eu tenho um e-mail que elogia Alexandre Fetter.

Rodaika:Mas já chegou?

Porã:Carina Vernetti, Itaputiara, Rio de Janeiro.

Alexandre Fetter:Aí, meu irmão, calma.

Porã:Não vou querer, não vou querer.

Alexandre:Se eu não dou bola para crítica, também não posso dar bola para elogio. Eu não dei bola, eu só esclareci que a de preta na cabeça de quem ouve.

Alexandre Fetter:Não, produzir, deixa o Porã falar.

Voz B:Não, o Antelote ali não sabe falar.

Alexandre:Fala, Porã.

Voz B:Ô, não precisa. O Antelote não aceitou a crítica.

Porã:Fala, Porã. O Excelote não quer botar o Hendrick. Pretinhos queridos, sei que esse não é o canal de comunicação, mas aliás, qual seria? Sempre o e-mail pretinhobasico@transamérica.com.br. Mas enfim, perguntem ao Alexandre Fetter "O que está sendo esse Discorama de hoje? Eu já consigo ouvir o Porã e seus comentários no início do programa. Meu voto hoje é para o Magnânimo. Grandes beijos de Karina Werneck do Rio de Janeiro." Outra mulher.

Alexandre:Agora tu imagina, Karina Werneck, diferente de nós que estamos aqui no inverno de... Aí sim, no inverno de pré de Porto Alegre, porque Porto Alegre no verão já é de pré, imagina no inverno. Ela tá no Rio de Janeiro, tá no Rio de Janeiro com 30 graus no Rio de Janeiro e ouviu um discorama completamente slow down, que tá tudo certo, tá tudo certo. Só que a deprê tá em quem ouve, não em quem toca.

Rafinha Menegasso:Eu só acho que dizer que a vida da Clarice é uma merda foi um pouco—

Alexandre:Não, eu não disse que a vida da Clarice é uma merda. Eu disse que vida de merda se ela acha que eu apanhei, que alguém me fez mal e que não sei o quê. Tá tudo certo. Ela tem o gosto dela e eu toco para agradar a maioria.

Voz B:É isso aí, meu amor. Eu acho que tu toca muito bem, toca muito bem.

Alexandre:Parabéns. Também não tô a fim da tua opinião, não quero saber a tua opinião.

Voz B:Tá bom, tá bom.

Alexandre:Encheu o saco, na real, encheu o saco.

Rafinha Menegasso:No fim teve um debate aí e tu quer tocar uma pra nós?

Alexandre:Hoje também é dia do cinema brasileiro.

Rodaika:Ó, isso é importante.

Alexandre:O Pretinho Básico é a Mia, gata de 7 anos resgatada em um motor de um carro dos tutores Adriano e Vanusa.

Voz B:O que que é dia do cinema brasileiro?

Alexandre:Os destaques do Pretinho Básico para massas romena. O Petinho Básico tem o oferecimento de Leroy Fórmula, com superfoods para nutrir bem o seu gato.

Alexandre Fetter:Olha o gato, o gato!

Alexandre:Ouvinte aniversariante é Bianca Schmitz Bergmann, revisora de textos e doutoranda em letras de Pelotas, fazendo 29 aninhos.

Voz B:Errando!

Alexandre:E também o Gerson Bergmann, que é pai da Bianca, que tá fazendo 56 anos.

Alexandre Fetter:2 no mesmo dia, cara!

Alexandre:Aniversariantes famosos de hoje: Priscila, a cantora, fazendo 30 anos.

Voz B:Errando!

Alexandre:Stephanie Brito, atriz, fazendo 39 anos.

Alexandre Fetter:A Priscila foi atração do palco.

Alexandre:Diego Hipólito, ex-ginasta, fazendo 40 anos hoje. Felipe Rett, rapper, fazendo 41. Amigo do Júlio Lisboa. Daniel de Oliveira, ator, fazendo 49 anos hoje. Letícia Spiller, atriz, 53.

Voz B:A Babalu, mulher.

Alexandre:Paula Abdul, dançarina e jurada, fazendo 64 anos. The Voice, the Greek. Neymar Gal, cantor, fazendo 77.

Voz B:Joga nos dois, gente.

Alexandre:Chico Buarque, cantor, fazendo 82.

Voz B:Tá bom, vocês viram qual a Maria da Severo?

Alexandre:Gildo de Freitas faria hoje 107 anos, faleceu em 1982. Esse era foda. Agora, os destaques do Pretinho Básico: o hino do Brasil é eleito o mais bonito da Copa do Mundo.

Porã:O New York Times decidiu que o hino do Brasil é o mais bonito do mundo.

Alexandre:É um homem amputado Põe o próprio pé para receber indenização.

Voz B:Ele podia ganhar 1 milhão e meio, mas não quis e acabou se ferrando.

Alexandre:Policiais se vestem de mascote.

Voz B:Expresso de notícias.

Alexandre:Mas não ganhou, né?

Rodaika:Só quer entender, o rapaz amputou o pé porque ele ia ganhar 1 milhão e meio, daí ele amputou e não ganhou 1 milhão e meio.

Alexandre Fetter:Claro, porque ele fraudou, né? Ele contratou 4 seguradoras, ele contratou quatro seguradoras meses antes de forjar o próprio sequestro e assalto.

Voz B:Onde o aniversário da Paula Bidu? Não, vamos falar então, né? Então só um pouquinho, então só um pouquinho. Eu vou falar aqui, cara do tempo, vários aniversariantes, eles esperam o ano inteiro para ter o seu comentário sobre o time.

Rodaika:Eu acho que foi o aniversariante, eu acho que já saiu no final do programa.

Alexandre:Paula Bidu, a Paula Bidu, não conhece?

Voz B:Claro que eu conheço, era ela que no xarope lá Aquele da Susan Boyle, da gordinha que cantava tribê. Simon.

Porã:Simon!

Rafinha Menegasso:Do American Idol.

Alexandre Fetter:Não, ele é o The Voice, é American Got Talent.

Voz B:Não, ele é o The Voice, sim, que depois virou SBT. Ídolos? America Idol.

Rafinha Menegasso:America Idol.

Voz B:America Idol, ela é a...

Rafinha Menegasso:Eles debocharam do Harry Styles.

Voz B:Isso, ela é tipo Miranda lá dos Estados Unidos, lá o Simon.

Rafinha Menegasso:Mas a Letícia Spiller também é linda.

Voz B:Maravilhosa, maravilhosa. Paquita, né? Grande atriz, Paquita, uma mulher muito bonita na flor da idade.

Rafinha Menegasso:A Priscila Alcântara.

Voz B:Cantora do Planeta, show dela, horrível. Horrível.

Alexandre Fetter:Ela era apresentadora do Bom Dia, eu falo, eu, é horrível.

Voz B:Eu ouvi você aqui na transmissão. Vamos ver como é que tá o jogo da Priscila. Entrou 15 segundinhos. Obrigado, Priscila. Deus, ruim. Outra coisa, meu irmão, que eu queria, Oliveira, extraordinário ator, fez Cazuza, brilhante, os maiores filmes. Chico Buarque, cara, é o que eu vou fazer agora para poder seguir o teu programa.

Alexandre:Parabéns.

Porã:Parabéns, muito obrigado.

Rafinha Menegasso:Ah, o hino é legal, porque que foi eleito?

Alexandre Fetter:Mas dá uma enxergada de novo para ti.

Alexandre:Hino do Brasil é eleito o mais bonito da Copa do Mundo.

Alexandre Fetter:Gosto quando Alexandre vem a fim de fazer o New York Times, tá, avaliou todos os 48 hinos da Copa do Mundo, e não só os hinos, mas analisou a sua sua sinfonia, sua melodia, os seus instrumentos, e o principal, as palavras e o que aquele hino quer comunicar. E de acordo com esta análise, o Hino do Brasil, abre aspas para o New York Times: dura pouco mais de 2 minutos e ainda assim parece não ser o suficiente. Há muitas palavras cantadas rapidamente na maior parte do tempo, falando sobre não temer a batalha, sobre um colosso destemido e uma pátria amada. O colosso é destemido, mas destaque é sem dúvida uma gloriosa introdução orquestral de 28 segundos. O New York Times fez o ranking do 1 ao 48 e elegeu o do Brasil primeiro, o da França o segundo, o hino mais bonito, mais bonito, o hino de Portugal é o terceiro, seguido por Colômbia e Escócia, Equador em sexto, Argentina em sétimo, Egito oitavo, Uruguai nono, e a Bósnia e Herzegovina é o décimo hino mais bonito do mundo.

Voz B:Puts, não separei, eu odeio, eu odeio o hino da Alemanha. Alemanha. Me dá gatilho, que eu sou fã do Rubinho. E aí eu ficava vendo a porra da corrida cedo e o Rubinho nunca ganhava. Eu odeio, eu odeio.

Rafinha Menegasso:Mas o Rubinho, quando tocava aí no Brasileiro, né?

Voz B:Mas nunca tocava.

Rafinha Menegasso:Claro que não.

Voz B:Tocava só o do Schumacher e o da Itália, da Ferrari.

Rafinha Menegasso:Não viaja, o Rubinho já ganhou na Ferrari, não fala merda.

Voz B:Ganhou umas 8 vezes. O Schumacher era todo domingo, eu ficava lá acordado vendo, era toda hora.

Alexandre Fetter:Ele tem um argumento.

Rafinha Menegasso:Poxa, mas aí tocava o hino do Brasil quando o Rubinho ganhava.

Voz B:Ele ganhou mais na Brasil GP.

Voz H:Podemos?

Alexandre:Policiais se vestem de mascotes da Copa para prender traficante.

Alexandre Fetter:Temos o vídeo, temos o print.

Voz B:Bota na tela aí, ó.

Alexandre:Aqui tá escrito vídeo.

Alexandre Fetter:Ah, perdão, é que o vídeo mostrava muita gente.

Alexandre:Quer me derrubar?

Alexandre Fetter:Separar o vídeo, tá?

Voz B:Eu sou copiador.

Alexandre Fetter:A polícia, a polícia do no Peru, ela tem viralizado por fazer isso com, digamos, extrema maestria. Eles esperam grandes feriados, festas nacionais e oportunidades onde muitas pessoas estão fantasiadas para prender os maiores criminosos do país. Dessa vez, as fantasias utilizadas foram dos mascotes oficiais da Copa do Mundo, Maple e o Clutch, os mascotes de Canadá e Estados Unidos na Copa.

Porã:Ah, conheci agora os mascotes.

Alexandre Fetter:Isso, e não vi.

Rodaika:Aquele ali parece dos Backyard.

Alexandre Fetter:É mais ou menos isso, é mais ou menos isso. É, aí no vídeo é muito engraçado porque tá os mascotes, é que o vídeo era meio bagaceiro, achei melhor não botar.

Voz B:Ah, não, não, confia na produção.

Alexandre Fetter:Que aí eles estão, eles batem ali, aí o cara atende, tá claro que é o criminoso, e aí eles dão a voz de prisão. E aí quando o rapaz tenta fugir, os mascote arrombam a porta fantasiado ainda de mascote. Não, eles não tiraram as roupas, então eles conseguem prender.

Alexandre:Mas aconteceu isso aqui, cara, no Brasil. Não sei em que lugar. Os caras de rua, os policiais fantasiaram um deles de ET, aquele cara que leva, que carrega um ET e tal, e prenderam os caras que precisava prender.

Voz B:Carnaval de rua, eu vi uma boa vez na praia do Cassino, o cara quis abordar uma mulher, viu? Mulher, eu achei que ia ser uma boa bordela para assaltar ele, só abordou a delegada. Olha só, ele veio aqui, ó, tô com a faquinha aqui, ó, só para chocar ele. Tu tá preso.

Alexandre:Muito bom.

Alexandre Fetter:Então é um dos maiores traficantes do Brasil, do Peru, foi preso em Lima pelos mascotes da Copa do Mundo.

Alexandre:Um abraço para os amigos da Polícia Militar, da Brigada Militar, da Polícia Civil, da Polícia Federal, nossa vizinha aqui, e também da Polícia Rodoviária Federal, que sempre que nos encontra vem falar com a gente e dizer que nos escuta.

Alexandre Fetter:Da Polícia de Festa Junina, que tá sendo muito utilizada agora polícia mesmo, certo?

Alexandre:A Polícia Penal também nos ouve, também nos ouve, mas ela faz parte da Polícia Civil.

Voz B:Sério? Achei que eles eram de uma informação que tu me trouxe, eu não sabia mesmo.

Alexandre Fetter:Todo dia a gente aprende alguma coisa nesse programa.

Rafinha Menegasso:Tu nunca viu o logo da Polícia Penal?

Voz B:Não, não. Da Polícia Civil, no porta-mala dele não tem o logo.

Alexandre:Foram os destaques do Pretinho para esse início de sexta-feira aí, de tarde, de sexta-feira.

Voz B:Que que é? Tu não falou do pé de moleque?

Alexandre:Que pé de moleque?

Porã:Foi amputado.

Voz B:Amputado, ponto e vírgula, hein?

Alexandre:Homem amputa o próprio pé para receber indenização. Tem que ser muito macho.

Alexandre Fetter:No interior da Bahia, o Vanderlei achou que era uma baita ideia o quê? Contratar 4 seguros de vida, mesmo depois sequestrar, forjar o próprio sequestro e cortar o próprio pé.

Rafinha Menegasso:Não é possível.

Alexandre Fetter:Ele corta o próprio pé, chama a polícia, a polícia encaminha ele para SAMU, ele vai para o hospital, amputaram a perna dele. E depois disso, logo em seguida, enquanto ainda estava internado, ele entrou com os pedidos das seguradoras, né? Porque tem caso de invalidez, né? Em caso de uma amputação definitiva, tem normalmente um seguro alto, né, para casos como esse. E ele embolsaria cerca de 1 milhão e meio em caso de invalidez, somadas todas as apólices.

Voz B:Ah, mas aí é jogo, vamos ter que falar, não é jogo. Não, tu não joga bola, meu querido.

Rafinha Menegasso:Tu daria teu pé por 1 milhão e meio?

Voz B:O quê, meu irmão? Daria tanta coisa, não só o pé.

Alexandre Fetter:E aí, justamente, justamente, as seguradoras, como várias empresas, eles têm um sistema que fica justamente cuidando das fraudes. E aí, quando eles viram que o Vanderlei havia meses antes contratado uma série de seguros a avaliar, tem uma uma possível fraude. Aí a polícia foi investigar, descobriu uma série de inconsistências na fala dele sobre o seu sequestro. Além do que, o Vanderlei era um cara sem bens e sem grandes quantias em valor, então não haveria motivo para ser sequestrado e que amputasse o seu pé, visto que não havia sido dado o resgate. Então agora esse caso, ele é antigo, mas ele só veio à tona agora Porque agora ele foi preso, vai ter que cumprir.

Porã:Vai, sem pé.

Alexandre:É, e vai ter que fugir, vai ser mais difícil, né?

Voz I:Vai.

Alexandre Fetter:E ainda vai ter que efetuar o pagamento da prestação pecuniária, que tem um valor mensal de R$7.590.

Porã:Mas esse é imbecil. Mas nada mais me assusta nesse mundo, nada mais me impressiona, melhor dizendo, nada mais.

Alexandre:Muito bem, foram os destaques do Pretinho Básico para os amigos das Massas Romena. 40 anos presente na sua mesa. Presente na sua vida. Vamos ver, Ronaiquinha, o que que vem dessa cabecinha. Porra, mais uma!

Porã:Vamos ver, hoje é o dia, hein?

Rodaika:Hoje tu tem que ser forte.

Porã:Vamos lá, sou o fim de semana.

Rodaika:Eu sou a Isabela Schneider, tenho 32 anos e sou enfermeira. Gostaria que fosse lido pela linda Rodaica.

Alexandre:Que que eu fiz, enfermeira?

Rodaika:Que privilégio! Fiquei chateada com o que o Feter disse na programação sobre o relato de uma moça Isabela, lá de Pelotas, que comentou que existem mulheres que fazem lives numa segunda conta do TikTok. Isso aí tudo vocês lembram?

Rafinha Menegasso:Claro, de pijama, lembra?

Rodaika:Eu faço live.

Alexandre Fetter:É sério?

Voz B:Claro.

Rodaika:A Isabela diz: eu faço lives numa conta secundária, porém o Feter disse que o relacionamento esfria porque a culpa é dos dois. A gente trabalha, Cuida dos filhos, cuida da casa, e ainda para ser chamada de gostosa parece que tem que ficar pelada e sair dando pirueta na frente do marido.

Alexandre:Depende do marido.

Rodaika:Engraçado que quando eu faço live, a maioria das pessoas que me chamam de gostosa são homens casados, viu, Feter?

Rafinha Menegasso:Não é possível, não é possível.

Rodaika:Eu queria ver se eles chamam as esposas deles de gostosas também. E quando eu falo que eu sou enfermeira, daí, meu Deus do céu, é gostosa para cá, gostosa para lá, é homem casado querendo até me mandar Pix.

Rafinha Menegasso:Não, não pode ser.

Alexandre:Pix é um absurdo.

Rodaika:Eu discordo de vocês. Depois que casam, para muitos homens, presta atenção, tá? Depois que casam, hoje é teu dia. Muitos homens, as mulheres gostosas são as mulheres dos outros. Fala por ti, aqueles é só esposa, já não é uma gostosa, entendeu?

Alexandre:Tu é gostosa, ponto, acabou.

Rodaika:Beijos, adoro vocês demais, adoro o Rafinha. Rafinha, eu já falei contigo na época da Móvel, você é um amor.

Rafinha Menegasso:Que bom que a Móvel deve ter uns 20 anos.

Alexandre:20 anos era Uma dica para o marido da nossa amiga enfermeira. Ela é casada, é, né? Ela disse que é casada. Se o teu marido, ou melhor, se você não chama sua esposa de gostosa, alguém vai chamar.

Porã:É verdade, Alexandre, é verdade. Nunca se esquecendo, né, Alexandre? Porque não dá assistência, abre concorrência e sofre as consequências.

Alexandre:É isso aí, é preferência, né?

Voz H:Exatamente.

Alexandre:Agora eu não lembro o que que eu falei.

Rodaika:Não, ela ficou incomodada porque disse que eu ficava, sua avó tava nesse programa, friamente ponto da relação é uma responsabilidade dos dois.

Alexandre:Não é?

Rodaika:Ela acha que é mais do homem, porque o homem depois de casado, conforme as palavras dela, acha muito mais que as outras mulheres são gostosas e a dele virou só a esposa, já não tem mais essa mesma atenção. Pode só falar pelo marido dela, é o marido de todas as mulheres que estão fazendo live.

Alexandre:Eu nunca fui em live de mulher nenhuma chamar de gostosa, mas pode fazer isso.

Porã:Eu já não vou hoje.

Rodaika:Ponto de vista das mulheres.

Voz B:Nunca chamou.

Rodaika:Você tem uma dificuldade de entendimento e eu tenho uma falta de paciência, um pouquinho de preguiça.

Porã:Ah, eu acho que isso tudo combinado tá dando uma boa parceria de vocês aí há tantos anos.

Rodaika:Exatamente, fica difícil, entendeu?

Alexandre:1:34, Popular, 26 minutos para as duas. Porazinho, bota uma para nós aí, porra.

Rafinha Menegasso:Depois da tua reunião aí, porra, traz um e-mail para nós.

Alexandre:Não queremos te atrapalhar na reunião aí também, né?

Porã:Pelo menos bota na câmera com quem tu tá falando aí, para pedir um cafezinho.

Rafinha Menegasso:Aí o cafezinho fica falando e a gente acha que tem o microfone fechado.

Voz B:Mas ele sabe lá em Santa Catarina que o Pretinho é uma da tarde ou não?

Porã:Mas é que a garrafa não sabe.

Alexandre:Não, não é só lá, é em tudo que é lugar. Muita gente não sabe que o Pretinho é uma da tarde.

Porã:O café ficou no estúdio.

Voz B:Tá, e aí?

Porã:Então a pessoa vai lá e pega o café. Mas assim, por exemplo, antes de chegar no programa tu leva teu café e fica ali e foca na tua Fala aí, pretinhos! Eu venho por meio desse apresentar uma nota de repúdio ao Alexandre Ferreira.

Alexandre:É só o que me falta agora!

Porã:Não, não é o Alexandre Ferreira, mas como ele é o creator, também é para ele, tá? O nosso trabalho, sim, o editorial é com ele. Ele é o William Bonner aqui do Jornal Nacional. Eu vou contextualizar. Eu estava treinando peito, treinando peitinho na alemão, ouvindo o Spotify no aleatório, e sim, altamente motivador, quando entrou um episódio do Pretinho. Resolvi deixar tocando, erro meu, eu confesso, até que em determinado momento esta besta do Palhaço Mayonese Por favor, cala a boca.

Voz B:Pega no meu nariz.

Alexandre:Se você está, continua, porra.

Voz B:Pega no meu palhaço maionese. Dia 9 em Jaguarão e dia 12 em Floripa.

Porã:Oba, vem a Floripa, que bom!

Alexandre:Mas por que, cara, mexe no bordão, cara?

Voz B:É só para te incomodar, porra.

Alexandre:Mantém o bordão por anos, cara.

Porã:Nos honra total, personagem nunca trocava o bordão.

Alexandre:Tu lembra do professor Raimundo que dizia: you sonar 25 anos ele passou dizendo isso.

Voz B:Muito mais, muito mais.

Porã:Quem não sabe brincar não desce pro play, lembra?

Rafinha Menegasso:Eu já enchi o saco agora, né?

Alexandre:Pode continuar.

Alexandre Fetter:A população de Jaguarão tá bem feliz em ser citada todos os dias.

Porã:Imagina a prefeitura de Jaguarão, palhaço maionese vai ser contratado para as propagandas lá.

Rodaika:Eu colocaria na placa de bem-vindo a Jaguarão Foto do palhaço Maionese na entrada da cidade porte.

Alexandre Fetter:A gente tentou por 2 anos ser homenageado pelo Festival do Soturno, não rola.

Voz G:Não rolou.

Alexandre:Agora a gente tá investindo em Jaguarão.

Rodaika:Então fica aí o aprendizado pra Jaguarão. Imagina o que pode virar a sua cidade.

Alexandre:Carnaval com o palhaço Maionese.

Voz B:E o mestre, todo time pagando bem, a gente vai.

Alexandre:Esse não vai ter carnaval.

Voz B:Mas pagando.

Alexandre:So good, so good, so good.

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Rodaika:Say more.

Voz H:More exactly, because the more you do with Venmo, the more you get. Like earning up to 5% cashback with Venmo Stash on a bundle of brands.

Rafinha Menegasso:So, order more pizza.

Voz H:The math demands it.

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Voz B:I met the mime!

Porã:Eu ri tanto que quase derrubei a barra de supino no meu peito. Então fica aqui a sugestão, Alexandre. Além da classificação indicativa, vocês deveriam colocar um aviso do tipo: não recomendado ouvir durante atividades que envolvam risco de morte, máquinas pesadas ou supino. Brincadeiras à parte, eu sou fã de todos vocês. O Pretinho salva muitos meus dias, já me arrancou boas risadas em momentos complicados. Se Manda um abraço para a galera. E se sobrar um espacinho, pede para o pessoal seguir o meu Instagram aqui, Rafinha.

Alexandre:Ah, não, tá no direito dele.

Porã:Manda aí, @cristiano_vani.

Alexandre:A pergunta é por que seguir?

Porã:Porque ele deve ficar puxando lá, fazendo um peitinho para galera. Aí, ó, grande abraço. Continuem fazendo assim esse estrago na dignidade.

Rafinha Menegasso:Muito bom, criador de conteúdo.

Alexandre:22 minutos para as 2 da tarde. Rafinha Menegazzo, bota uma aí, Rafinha.

Rafinha Menegasso:Sou eu com Alexandre.

Alexandre:Só eu hoje me erra.

Rodaika:Homem ou mulher, Rafael?

Rafinha Menegasso:Ah, vamos lá, é um homem.

Alexandre:É certo que é homem, é homem empolhado, óbvio.

Rafinha Menegasso:Achei curioso o suficiente para compartilhar.

Voz B:Pau no cu, produtor.

Rafinha Menegasso:Tu viu que o produtor escolheu e-mail?

Alexandre:Claro que sim, cara, é óbvio. Ele tá bravo comigo, eu tô ligado. Eu falei que eu ia largar o das 6 e ele ficou puto.

Rafinha Menegasso:É, não sou eu que tô bravo.

Voz B:Ah, sei, não tem e-mail mais para ti.

Rafinha Menegasso:No sonho, no sonho, eu trabalhava com ele na rádio, estava na primeira fila de uma palestra. Em determinado momento, ele deixou cair do palco uma nota de R$100 enrolada com notas de R$5 e R$2.

Porã:O que é isso?

Alexandre:Não tem como. O cara não tem dinheiro na carteira faz muito tempo, cara.

Voz B:Tem uns guri que anda, mas a polícia já para, leva, né?

Rafinha Menegasso:É, eu peguei e devolvi educadamente. Então, para minha surpresa, ele pegou o dinheiro e jogou no chão para mim, como se estivesse me dando uma esmola.

Voz B:Capaz!

Rafinha Menegasso:Eu não aceitei, devolvi novamente com respeito e humildade. Fiquei pensando no significado. Na minha visão, o sonho falava sobre dignidade, reconhecimento, algo como: prefiro manter meu valor do que aceitar migalhas, mesmo vindas de alguém que admiro.

Alexandre:Jamais faria isso.

Rafinha Menegasso:Já numa interpretação em que o Fetter representa uma figura de influência, reconhecimento e validação, a mensagem seria: o teu valor não depende da aprovação de quem tu admira. Agora, esse magrão não tava puro quando ele mandou esse.

Voz B:Por quê?

Rafinha Menegasso:Não sei, meio louco.

Alexandre:Agora fica a pergunta para vocês: sonho é louco, né?

Rafinha Menegasso:O sonho é louco, especialmente para o Alexandre Fetter. Vocês acreditam que sonhos podem trazer mensagens, sinais ou reflexões? Ou são apenas o cérebro misturando memórias, emoções em umas aleatoriedades dignas de um quadro do Pretinho? Abraço, pessoal. Rafael de Gravataí, que mandou e-mail.

Alexandre:É sonho muito louco mesmo, né? Sonho é louco demais, muito louco, mano, porque é tipo uma realidade paralela que tu tá vivendo ali enquanto tu tá dormindo. Esses dias eu tive um sonho, cara, eu tava dentro de um ambiente de Velozes e Furiosos Uma galera, um monte de carro, confusão, quebradeira, pau pegando. Caramba, da onde que sai isso?

Rafinha Menegasso:Talvez daquela vez, né? Eu e tu fomos pro planeta, foi mais ou menos isso.

Porã:Não, não tem a ver com isso.

Voz B:Ó, aquela foi perigosa.

Alexandre:Ó, hoje de noite, 9:30 da noite, tem Brasil e Haiti. E é claro que também vai ter o quê?

Porã:O quê?

Alexandre:Biscoitos Zezé, pra aguentar a ansiedade até a bola rolar. Abre uma pacoteira de Zezé para matar a fome com os biscoitos favoritos da gauchada. Nessas horas, a Zezé manda bem demais, com uma escalação nota 10. A linha dos salgados é perfeita para te acompanhar na hora do jogo. Então passa no mercado, dá tempo, né? Garante os teus favoritos da Zezé para assistir ao jogo do Brasil na Copa 2026. Tem batata ondulada, é a minha preferida. Eu tô nessa agora. Eu tô nessa agora. Batata ondulada, baconzinho. Aliás, posso dar uma dica para maiores de 18 anos? Ó, a batata ondulada com um copinho de whisky é uma delícia. Para maiores de 18 anos, é um copinho de whisky com uma batata ondulada, é um troço maravilhoso. Tem também o baconzinho, petisque, mignon, e claro, um pão de mel para adoçar a torcida. Se a seleção que precisa matar nossa fome do Hexa e da Zezé. Vamos se abrir, tomar tudo! Aponta a câmera do teu telefone celular para nossa live, para cair dentro dos biscoitos Zezé, lá no Facebook, também no Instagram. Carinho que vem de família! Bota uma para nós aí, Ivan.

Voz B:Vamos lá então, a moça nessa vontade aí, nessa vontade aí, tá tomando vinhozinho, já tá perto, já tá perto. Vamos lá então, olha só. O Raica, não se incomode, é só uma piada, não compete com a verdade.

Rodaika:Tá bem.

Voz B:Ih, já avisou, já avisou, hein, cara.

Alexandre:Compete com a verdade?

Voz B:Avisou, hein, cara. Uma moça, uma moça, ela veio visitar a Atlântida, aí começou a falar com o Magnânimo.

Alexandre:Vai, hoje é o dia. Não, não, não, pera aí, cara.

Porã:Hoje é o dia, acharam o homem.

Rafinha Menegasso:Acharam o homem?

Alexandre:Acharam o homem, me acharam hoje aqui, tô quieto aqui no programa. Isso aqui não é uma reprise. Pelo amor de Deus.

Voz B:Só aí, papo vai, papo veio, olhou para ela e falou: eu sou cara a cara, querida, que idade tu me dá? Aí ela falou: olha só, bom, é que a confusão, eu fiz muita voz e me perdi. Olha só, pela sua pele eu dou uns 21 anos.

Alexandre:Que otário!

Voz B:Por esse seu cabelo vistoso Eu dou 22 aninhos.

Rafinha Menegasso:Justin, né?

Voz B:Por esse corpo de malha seca eu dou 18 aninhos. E por essa postura eu dou 19 aninhos.

Alexandre:Que lindo, que beleza, maravilha louca!

Voz B:Aí a moça falou: não, pera que eu ainda não somei.

Alexandre:Quer levar uma focaccia?

Porã:Eu não, tô de boa.

Voz B:Tá bonito, hein, de camisa branca. Esse boné todo zero mesmo é bom, hein, me arruma uns 8 desse. Tô com rolo com os guri lá. Não, hoje tô com, hoje tô desfalcado da minha equipe, tem jogo do Brasil hoje.

Rafinha Menegasso:Aí, os guri estão onde?

Voz B:Vão torcer contra.

Alexandre:Piada do Joãozinho vem do nosso ouvinte Denilson.

Voz B:Pra cima deles!

Alexandre:O Denilson de Gramado. Joãozinho chega pro pai e diz: o "Ô pai, ô pai, que que significa oral?" Meu Deus do céu! Quer dizer, filho, bem, nossa, eu nunca pensei, achava que ia demorar mais pra tu me fazer essa pergunta, mas vamos lá. Oral é coisa de adulto, filho. É quando o adulto coloca, como é que eu vou te falar isso, a mandrulha, a genitália de outra pessoa na boca e degusta como se fosse um picolé.

Porã:Meu Deus, olha só, olha, foi uma, passou pela produção e pelo âncora, zero medo.

Alexandre:Eu não li antes, cancelado. E aí o Joãozinho manda: puta, que merda, que nojo, então vou pedir para professora para eu fazer uma prova escrita.

Porã:Eu sabia que tinha a ver com prova oral.

Alexandre Fetter:Informação: a polícia penal não é ligada à polícia civil.

Alexandre:Olha só!

Alexandre Fetter:Avisa o Alexandre que não tá bem hoje.

Voz B:A polícia penal é só do presídio.

Alexandre Fetter:A polícia penal é ligada à Secretaria de Sistemas Penais e Socioeducativos.

Voz B:Nunca teve preso, quer vir discordar de mim?

Alexandre:Eu discordo, eu já tive preso.

Voz B:O que que houve?

Rafinha Menegasso:Bom, é um particular, né?

Voz B:Ok, ok. Mas só tem medo de cadeia quem nunca teve preso. Exatamente. Eu já erraram.

Alexandre Fetter:A Polícia Penal é independente, ela é uma força de segurança, complemento, Marco.

Alexandre:É que eu achava, porque deixa eu tentar explicar, para não é explicar, é só dizer o que que eu achava. Porque os carros da Polícia Penal, eles têm a mesma, a mesma logotipia, não é logotipia, mas igual. Não, cara, na boca, visual, mesmo aspecto visual. Porra, genial, porra, obrigado. É que os carros da Polícia Civil, eu vi até logo, né, que era da Polícia Penal e a Polícia Civil a mesma coisa, entendeu?

Voz B:Eles são independentes.

Alexandre:Tu sabia que não era então? Por que que tu não me corrigiu na hora? Aliás, quero pedir desculpas para nosso ouvinte de início do programa. Como é o nome da nossa ouvinte? Clarice. Clarice, Me desculpa, Clarice, eu realmente me passei, Clarice.

Rafinha Menegasso:A gente viu, a gente viu.

Voz B:Humildade, humildade.

Alexandre:Eu não quero falar nada, Clarice, da tua vida, nem te conheço, Clarice, não conheço a tua vida. Mas é que, de novo, eu só quero reiterar aqui que a música, a percepção da música é de quem a ouve, de quem a absorve. Eu sou só um servo da comunicação, estou aqui pago para dar play nas músicas.

Voz B:Servo da comunicação!

Rafinha Menegasso:Cara, hoje é uma sequência matadora, cara. Eu só tô aqui pra dar play nas músicas.

Alexandre:Gente, nós temos que saber quem é que bateu em ti hoje.

Voz B:Parabéns, Thiago! Bateu em qualquer coisa, eu vou falar que é a 1:15.

Porã:Ah, eu sou o servo da colmeia.

Alexandre:Ai, que loucura! Deixa eu falar aqui para nossa audiência de pai e mãe. Aliás, fiz um post hoje no Instagram mais cedo sobre a brevidade, né, da vida e o quanto o tempo passa rápido em relação à nossa relação relação com os filhos. Então tá ali no @realfeiter, eu fiquei impressionado com a sensibilidade da nossa audiência, a galera que me segue ali se permitiu se sensibilizar com o meu post. Então eu quero falar agora com você que é pai e mãe de adolescente, tá rolando no Instagram um negócio chamado Contas de Adolescentes, que ajudam os pais com uma coisa que não precisa de tradução, já que os adolescentes têm a sua própria linguagem, falam lá participar, Suave, Chave, PharmaAura, aquelas paradas tudo lá que a gente não fala, né? A gente não fala isso. Então se você tá a fim de ter um pouco mais de segurança e tranquilidade, estas contas elas vêm com proteções automáticas no Instagram que ajudam a limitar o contato com desconhecidos, que é o grande drama que vivem os pais e mães de adolescentes, que o seu filho se conecta contact com alguém do mal, controlar os conteúdos que aparecem e também lembrar quando tá na hora de largar a tela e viver um pouquinho offline. Porque adolescente quer liberdade, mas pai e mãe querem mesmo é paz e segurança para seus filhos. Contas de Adolescentes do Instagram: proteção para adolescentes, tranquilidade para os pais. Quer botar mais uma aí, mamãe Rodaica?

Porã:Eu posso?

Rodaika:Não, que ela queira.

Alexandre:Mãezinha, mãe, bota uma aí, mamãe.

Rodaika:Eu me chamo Lucas, tava ouvindo a rádio e aí eu retornava.

Alexandre:É, vai sobrar para mim de ter levado os meus filhos à escola.

Rodaika:E aí acompanhei a discussão envolvendo a CNN. É que eu me viro aqui um pouquinho para fazer a leitura do e-mail, né?

Alexandre:Não encosta a boca, que é nojento.

Rodaika:Acontece contigo também quando tu tá lendo, acho que tu não percebe.

Alexandre:Não, não percebo.

Rodaika:É, acontece com todos nós, é.

Alexandre:Não teria como, né?

Voz B:É o dia D hoje. Não é hoje, não é hoje.

Alexandre:É hoje, um dia é hoje, é bom, né?

Rodaika:Vocês entenderam a discussão que o Lucas acompanhou?

Rafinha Menegasso:Da CNH.

Rodaika:Isso. A minha preocupação vai além da discussão se deve ou não discutir se uma coisa leva a outra, e para que haja CNH antes deve haver a possibilidade de responsabilização de quem seja menor de idade. É pesado.

Rafinha Menegasso:É a possibilidade de adolescentes de 16 anos.

Rodaika:A questão central é entender se estamos educando os adolescentes para que sejam responsabilizados por seus atos, ou somente estamos aqui para protegê-los de todos e tudo, e essa lei só vale quando aplicada aos filhos dos outros.

Alexandre:Interessante essa proposta, eu gosto.

Rodaika:Eu acho que essa frase ela resume tudo. Tu tá completamente certo, Lucas, é isso que acontece. Quando é o filho dos outros a gente acha ruim, quando é o nosso a gente protege. Perfeito. Exatamente. São diversos casos em que temos pais blindando filhos de suas responsabilidades, não somente adolescentes, mas também adultos.

Alexandre:A gente viu isso inclusive agora há pouco aqui em Santa Catarina com o caso do cachorro. Cachorro, é.

Rodaika:Que é um caso público.

Alexandre:Orelha, cachorro orelha, exato.

Rodaika:É um caso público. Imagina todos os outros que a gente não conhece.

Alexandre:Exatamente.

Rodaika:Eu não concordo com a liberação da CNH para menores de idade. De igual maneira, entendo que não os educamos adequadamente para que sejam responsáveis pelos seus crimes. Entendo frente à polêmica, me parece extremo, mas na minha opinião entendo que nós, enquanto pais e sociedade, estamos falhando ao aceitar os casos como o Rafinha bem elucidou. A sociedade não pune certos crimes, não por não serem cometidos por adolescentes, e a opinião pública é tendenciosa neste caso. Mas eu acho que antes de todos que concordam que a CNH e a pessoas de 16 anos— eu não vou me concentrar aqui, pessoal, se vocês ficarem tendo ataquezinho de riso na paralela.

Rafinha Menegasso:Eu tô prestando atenção.

Rodaika:Vocês estão tudo, né? Vocês me entrega esse negócio aqui.

Voz B:Não, ele abraça, ele não abraça.

Rodaika:Vocês estão tudo na quinta série tendo ataquezinho de rir.

Alexandre:Hoje não é um bom dia para mim. O Federer não tá bem hoje.

Voz B:Eu não tô bem hoje.

Alexandre:Eu lamento informar, mas eu não estou bem hoje.

Rodaika:Mas tem jogo do Brasil aí, então eu vou ficar fazendo Vou fazer uma pergunta para nossa audiência, que a resposta seja sincera. A gente acredita sinceramente que os nossos filhos têm maturidade para dirigir um veículo pelas ruas e estão preparados e entendem o que é ser responsabilizado por isso? Rafael, eles estão preparados?

Rafinha Menegasso:É difícil generalizar, mas eu acho que não.

Alexandre:Essa avaliação não é nossa, essa avaliação é de quem libera a carteira.

Rodaika:Não, mas 16 anos é Perguntando aos pais, os pais entendem que os seus filhos estão aptos?

Rafinha Menegasso:Eu acho que não.

Rodaika:Não é uma avaliação de ninguém.

Alexandre:Tá bem, então no Brasil eu acho que não, em função da flexibilidade, entre aspas, das leis.

Rodaika:Uma pergunta para mim, para você pai e mãe que tá nos ouvindo agora: eu tô educando meu filho para que ele entenda a sua responsabilidade responsabilidade com a sociedade como um todo e a responsabilidade dele com essa mesma sociedade? Nós estamos educando nossos filhos para isso? Ou a gente está protegendo os nossos filhos?

Rafinha Menegasso:Eu acho que a gente em algum momento protege mais que educa, pelo medo de tanta coisa que tá em volta, sendo bem honesto.

Voz B:Claro que sim.

Alexandre:Mas é que a educação do filho, ela não é uma coisa assim, ela não é uma, uma, ela é complexa. Obrigado, por ela não é uma coisa, é uma caixa que tu abre, diz agora eu A educação do teu filho começa ali quando o teu filho começa a interagir com a sociedade, começa a interagir com outras pessoas, com outras crianças. A educação do teu filho, ela se constrói dia a dia, mês a mês, ano a ano, décadas a décadas. Ou, sei lá, duas décadas, né? Tem duas décadas para educar o teu filho. Até os 20 anos tu educa o teu filho. A partir dos 21, cara, é o que ele aprendeu contigo. Eu acho que educação, ela é uma esteira longa.

Porã:Eu acho que educação tem muito a ver com imposição de limites, né, cara? A imposição de limites, de fazer entender que ele não vai poder fazer tudo, tudo, tudo que quer, entendeu?

Alexandre:E se fizer tudo que quiser, vai ser responsabilizado pelo que fez.

Porã:Tem que responder pelos seus atos, se esses atos eles não forem adequados.

Rafinha Menegasso:Mas às vezes é tanto limite que tu acaba até protegendo É isso, né? Que às vezes tu também tem essa coisa, será que eu solto um pouquinho para aprender?

Alexandre:Meu Deus, 5 para as 2, precisamos fazer um intervalo agora, agora, agora!

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Alexandre:No básico, volta já! Agora na Atlântida, melhor é de elefante! Elefante Letrado apresenta a palavra do dia especial. É Copa do Mundo, amigo! Impávido, I-M-P-Á com acento agudo V-I-D-O. Impávido é a característica de alguém que é destemido, corajoso. No hino nacional brasileiro é relacionado com outra palavra, colosso, que por sua vez Leitura é algo enorme, grandioso. És belo, és forte, pavido, colosso. Elefante Letrado, a plataforma de leitura das melhores escolas do país.

Alexandre Fetter:Acesse Elefante Letrado nas redes sociais e descubra mais.

Alexandre:Memória de elefante. Para mais curiosidades, acesse elefanteletrado.com.br. Muito bem, estamos de volta completinho, 2 horas da tarde. Sem mais tempo para nada, vamos abrir a votação para o craque do episódio. Vem comigo, meu canarinho pistola porã.

Porã:Eu ia votar na produção por esse último assunto aí do programa, para uma sexta-feira de Copa do Mundo com jogo do Brasil, derrubou a produção. Foi inadequado, foi inadequado. Igual o gol nos acréscimos, igual o bolão do Cativa entrou ali, ele vai botar Vou botar no Alexandre Fetter, que segurou a porrada o tempo inteiro.

Alexandre:Obrigado, Polazinho.

Porã:Ó, é isso aí.

Alexandre:Tu vai votar em quem, Ivan?

Voz B:Vou votar em ti, né?

Alexandre:Obrigado, Ivan. Muito obrigado, Ivanzinho. Tu vai votar em quem, meu carrasco Rafael Gomes?

Alexandre Fetter:Em ti, tu merece hoje.

Alexandre:Obrigado, meu querido, muito obrigado.

Alexandre Fetter:Não sei por quê, que tu recebeu críticas e nem ficou bravo, nem acusou nem um pouco.

Alexandre:Rafael Menegazzo vai votar em quem?

Rafinha Menegasso:Eu vou votar hoje Alexandre na Rodaica.

Alexandre:Na Rodaica, claro.

Rafinha Menegasso:Ótimo que ela recebeu um e-mail pesado ali, conseguiu esmiuçar da melhor maneira, né? Certo. E a gente tem muitas ideias bem parecidas, eu e a Rô.

Alexandre:E tu, Rô, vai votar em quem?

Rodaika:Vou votar em ti, porque realmente solidariedade.

Alexandre:Vocês estão com pena de mim então, é isso? Não tenham pena de mim, eu não sou digno de pena. Não tenho pena de mim, eu só lamento ter extrapolado com o ouvinte ali, não era com ela. Não era com ela, de verdade, não era com ela, mas de qualquer forma...

Rafinha Menegasso:O produtor, né? O rei litero que... Você parou e mostrou, pediu que eu lesse.

Alexandre:Cada música que chega em cada ouvido, ela é percebida e absorvida por quem a recebe.

Rafinha Menegasso:Tu tem razão, tu é um servo da comunicação.

Alexandre:Era isso por enquanto, nós vamos ficando por aqui. Eu, por minha vez, vou votar no Rafael Gomes da produção, que tá me batendo sem pena porque ele não aceita o fato de eu não fazer mais o Pretinho das 6 da tarde.

Rafinha Menegasso:6 da tarde.

Alexandre:Eu lamento muito, já larguei o Pretinho das 6 da tarde, agora é tudo com vocês.

Alexandre Fetter:Não largou nada, largou para caixa baixa.

Alexandre:Larguei para caixa baixa, tá errado, tá errado, não conversou comigo.

Voz B:O dono do programa, ele tá bom.

Porã:O Pretinho volta às 6 da tarde.

Alexandre:Posso decidir depois assim? Muito obrigado, voltamos às 6 da tarde. Eu vou levar Vou levar o tapão na cara. Voltamos às 6. Tchau, boa tarde!

Alexandre Fetter:Boa tarde!

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