Pretinho Básico | 18/06/2026 18h
O maior podcast humorístico do Brasil. Elenco da rádio Atlântida repercute as maiores notícias do dia do jeito mais engraçado possível. Veja muito mais no YouTube 📺: @atlantida_TV e @PretinhoBasicoShorts
Rafinha Menegasso
Vini Moura
Leandro Bortolatti
- Rodadas BrasileirãoChegada da seleção brasileira ao hotel · Leandro Bortolatti · Filadélfia
- Mercado MusicalEstudo sobre superfãs gastando 40x mais · Plataformas musicais e superfãs · Nostalgia e shows · Luan Santana · Tiaguinho · Barão Vermelho
- Vocalistas em fim de carreiraBruce Dickinson sobre honestidade com o público · Axl Rose · Guns N' Roses · Bon Jovi · A-ha
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Rafinha Menegasso:Boa tarde, meu amigo Rafinha Peregrazo!
Rafinha Menegasso:Muito boa tarde, são 6 horas e 7 minutos, já noite de quinta-feira para você que tá acompanhando o Pretinho Básico a partir de agora. Vamos juntos até às 19 horas na Rádio das Nossas Vidas. A gente vai trazer aqui os principais destaques que ocorreram nesta tarde, iremos a Filadélfia e vamos dar o pontapé aqui agradecendo a Zagonel, as melhores soluções em duchas e torneiras. Siga Eletro Zagonel nas redes sociais e também Rede Mac, tudo para construção, reforma e decoração. Rede Mac, a gente é de casa. Deixa eu só perguntar aqui, não sei se algo deu errado. Eu dei a citação aqui, na verdade, dos destaques, correto, produção? Sim, não é que normalmente vem aqui, né, o Pretinho tem oferecimento da MHNet Telecom para gritar gol sem delay. Conte com internet Globoplay e Vero, a maquininha com a menor taxa em um banco completo. Seja Vero. Acho que só a ordem aqui, né, deu uma alterada, né? Perfeito, maravilha. Então agradecendo a MHNet Telecom e Vero. E os destaques eu acabei de citar: Zagonel, Rede Mac, já abrindo, dando um geral. Boa tarde, boa noite, Vini Moura.
Vini Moura:Boa noite, Rafinha. Boa noite para toda audiência. Coisa linda, né?
Rafinha Menegasso:Coisa linda! Quarta-feira, hoje é quarta, né? Hoje é quinta-feira, né?
Vini Moura:Eu tô tão apegado essa semana que eu nem queria que ela passasse.
Rafinha Menegasso:Tu vê, coisa boa, Vini. E o Léo Oliveira, como é que tá o Léo Oliveira?
Rafinha Menegasso:Yeah, Ravinha, tudo tranquilo. Tu tá bem, cara?
Rafinha Menegasso:Tô bem, tô ótimo, graças a Deus.
Rafinha Menegasso:Cara, eu fico preocupado contigo.
Rafinha Menegasso:Não, tá tudo certo. Eu tava bem, eu ouvi um pouquinho do Pretinho da Uma. Quem tava ruimzinho é a Lívia, né? Eu tô zero, tô creatino, tô voando.
Rafinha Menegasso:Tá, mas não tem nenhum perigo de te enredar?
Rafinha Menegasso:Não, não tem nenhum perigo de me enredar. A gente já fez os exames, né? Testezinho. E aí estamos se conhecendo, que não passa mais. Isso, já passou ali, mas tem a exposição, né? Senão tu tava aí, eu tava em cara dura, no bom sentido.
Rafinha Menegasso:Aí não, não, aí é praia, né? Pra poder baixar. Não, tá louco, sozinho, né?
Rafinha Menegasso:A casa já tem uma imunidade ali, né? Vamos aí, Rafael Gomes, boa tarde!
Rafael Gomes:Fala, Rafinha, boa tarde, tudo bem?
Rafinha Menegasso:Tudo certo, cara. Eu me atrapalhei aqui um pouquinho, mano.
Rafinha Menegasso:O que que houve, meu irmão?
Rafinha Menegasso:Não, porque assim, ó, eu vou, a gente vai usar aqui a Geral, né, que os destaques é as alga, né. O que que é essa citação aqui na frente, como veio no roteiro aqui? É que tem a apresentação do Pretinho para MHNet Telecom e a Vero, correto? E aí depois tem uma citação, destaques, classificados e craque do programa. O que que seria a citação? É só uma dúvida, né, não sei se eu tô errado aí.
Rafael Gomes:Ignora isso aí.
Rafinha Menegasso:Bom, mas são parceiros nossos aqui, só realocar no lugar exato. O Lelê tá na Filadélfia, em frente ao hotel que vai receber a seleção brasileira para o jogo de amanhã contra o Haiti. Boa tarde aí na Filadélfia e boa noite aqui no Brasil, Lelê.
Leandro Bortolatti:Boa tarde, Rafinha. Boa tarde, Pretinho Básico. Estou sim aqui no centro aqui da cidade da Filadélfia, na esquina da Moravian Street com a Sansom Street, onde fica o hotel da seleção brasileira, que já recebe uma multidão. Antes era uma pequena multidão. Mas agora eu posso afirmar para vocês que é uma multidão, porque quem tá me vendo na live, exatamente na esquina aqui do hotel, a rua lateral, ela foi totalmente bloqueada de tantos brasileiros que tem ali. Eu acho que o pessoal do movimento Verde Amarelo tá ali, porque, cara, é uma barulheira. Eu até tentei me deslocar para ali, Rafinha, mudar o meu ponto de filmagem, mas é que como eu tô na escadaria de uma igreja aqui, eu consegui um ponto mais alto Eu acredito que para live esteja um volume um pouquinho menor que esse.
Rafinha Menegasso:Não, tá legal, tá legal, o visual tá legal, o áudio tá bom, a imagem tá boa, bem como tava ali no Vibe Copa que a gente tava apresentando o programa anterior.
Vini Moura:Impressão minha ou tem mesmo um brasileiro sentado em cima da viatura da polícia?
Leandro Bortolatti:Sim, tem o Ilan.
Rafinha Menegasso:É uma picape, né, uma caminhonete na verdade, né.
Leandro Bortolatti:É que vocês não estão vendo pela live, mas na frente dele tem duas crianças, tá, que ele na live tá tapando. Então acho que o fato de estar as crianças com ele ali ameniza um pouco. O que eu posso observar é que esta rua aqui, que é a Moravian Street, ela, quando a gente fez o Vibe Copa, ela tava aberta, tá, passavam carros aqui. Agora ela já foi bloqueada lá na parte traseira, numa outra avenida que tem lá, de um movimento muito maior, porque eu acredito, eu tô só acreditando, tá, que o ônibus venha Porque eles bloquearam totalmente aqui, tanto que as pessoas nessa esquina que eu tô já começam a se aglomerar no meio da rua.
Rafinha Menegasso:Dá para ver que já tem os gradis ali, né, isso, isso, para separar o público. E os batedores devem estar vindo com ônibus.
Leandro Bortolatti:A informação que a gente tem é que a seleção chegaria aqui às 16:53, horário daqui, tá? Só que tem um atraso, e eu não duvido que isso esteja acontecendo exatamente nesse momento, porque pela rua lateral aqui, essa que eu falei que tem uma multidão, olha Aí, ó, olha aí, ó, a gente vai ter, acho que a gente vai ter as imagens ao vivo ali, ó, ali, ó, tá chegando a seleção brasileira aqui no hotel na Pensilvânia.
Rafinha Menegasso:Brasil, Brasil!
Vini Moura:Que animação!
Rafinha Menegasso:Agora sim, ó, agora é o ônibus dos jogadores ali, ó, deixa eu ver aí, ônibus plotado da FIFA. Ali, ó, passou, passou o bus.
Leandro Bortolatti:Isso, o ônibus anterior, o da frente certamente deve ser dirigentes e tal, mas o ônibus dos jogadores é aquele plotado ali com o Brasil com Z, obviamente, né, escrito em inglês. Mas todas as seleções têm os seus ônibus personalizados aqui na Copa do Mundo. Então assim, ó, temos uma sorte incrível porque justamente na live do Pretinho Básico o ônibus da seleção acaba de chegar no hotel. Acredito que eles vão entrar pela parte dos fundos ali para não ter tumulto aqui.
Rafael Gomes:Ô meu, vai lá entrevistar o Neymar para nós.
Rafinha Menegasso:Isso, ô, fala só.
Rafinha Menegasso:Ele só não foi, né?
Leandro Bortolatti:Ele não foi, ficou parado.
Rafinha Menegasso:Não, não, ele não tá.
Rafael Gomes:Sei, ele ficou parado nos Estados Unidos?
Leandro Bortolatti:Não, ele ficou no centro de treinamento na outra cidade.
Rafinha Menegasso:Certo. Olha, ele fica aí com a gente. Deixa eu só agradecer aqui os destaques para Zagonel e Edmar aqui, né? Você viu o primeiro aqui, nosso operador de lives, nunca tem um nome, é o Zé Carona, provavelmente é o Batistuta. A ouvinte Ana Clara Estudante, fã do Palhaço Mayonese.
Rafinha Menegasso:Muito obrigado!
Rafinha Menegasso:Ela é de Floripa e completa hoje 10 aninhos.
Rafinha Menegasso:Ana Clara, feliz!
Rafinha Menegasso:Pegue o meu nariz se você está mal, pegue no meu Palhaço Mayonese.
Rafinha Menegasso:Dia 9 em Jaguarão. Um beijinho para ela!
Rafinha Menegasso:Coisa boa!
Rafinha Menegasso:Tudo bem, Rafael?
Rafinha Menegasso:Tudo ótimo, Palhaço Mayonese!
Rafinha Menegasso:Para ali, viu? Beijinho do Palhaço Mayonese para curar a doença.
Rafinha Menegasso:Maravilha!
Rafael Gomes:Que bom!
Rafinha Menegasso:Um beijo de pai e mãe cura tudo. Do palhaço maionese, não sei o que vai acontecer.
Leandro Bortolatti:Ô Rafinha, fala, Lelê, posso só entrar ao vivo aqui com essa figuraça?
Rafinha Menegasso:Já estás ao vivo, Lelê!
Rafinha Menegasso:Olha só que espetáculo!
Rafinha Menegasso:Meu Deus!
Leandro Bortolatti:Vem cá, segura a água dele aqui.
Rafinha Menegasso:Como é teu nome, fera?
Leandro Bortolatti:O nome é Allan, hein? Allan, de Americana São Paulo. Cara, sobe aqui, sobe mais um degrau aqui, vem cá, fica na frente aqui, ó, da lâmpada aqui, ó.
Rafinha Menegasso:Olha aqui o Allan, ai, que loucura!
Leandro Bortolatti:Não é teu nome, cara? E essa tua roupa aí?
Rafinha Menegasso:Do que? Do quê?
Leandro Bortolatti:Do esporte mais popular deles com o esporte mais popular nosso. Então a gente fez um híbrido. Ah, um híbrido, muito bem, pô, mandou bem, cara. Mandou bem, tá fazendo sucesso com essa fantasia? Tá tirando mais foto que, pô, minha vida inteira. Pô, beleza. Da onde tu é, cara? Americana, São Paulo. Dá um alô aqui pra câmera então. Tu tá falando pro Pretinho Básico da Rádio Atlântida no Rio Grande do Sul, mas é pro mundo inteiro nesse momento. Fala, Pretinho Básico da Rádio Atlântica Rio Grande do Sul!
Rafinha Menegasso:É nós! Coisa linda, velho!
Rafinha Menegasso:Ele não tá feliz.
Leandro Bortolatti:Desculpa, é que o enquadramento ficou estranho aqui.
Rafinha Menegasso:Não, mas foi bom, queria puxar o tiozinho.
Leandro Bortolatti:É que eu tô num— cara, a gente tá numa escadaria, cara, e o degrau é pequenininho. Eu não queria que ele ficasse mais baixinho aqui. Nós estamos na porta de uma igreja, inclusive, para quem quiser ver os bastidores, tá tudo no Lelê Bortolas.
Rafinha Menegasso:Tá ótimo, Lelê. Boa tarde da pena. Boa noite já, né, meu irmão?
Rafinha Menegasso:Tô muito contente de ver o Leandro na Flórida.
Rafinha Menegasso:Ele tá voando, Lelê, né, cara?
Rafinha Menegasso:Aquele cara ali com a camisa do Grêmio, já ouviram no Vibe?
Rafinha Menegasso:Não, ele tentou entrevistá-lo e aí o Magrão não vem, tinha um outro camarada enrolado, uma bandeira do Grêmio. Quando a gente citou o Grêmio, o Lelê pegou a bandeira do Inter e se abraçou.
Vini Moura:É que tinham dois gremistas e dois colorados na imagem.
Rafinha Menegasso:Aí o pau torou, né?
Rafinha Menegasso:Não, e aí a gente não quis grenalizar a cobertura da Copa, né?
Rafinha Menegasso:Não podemos.
Vini Moura:É que isso é coisa de louquinho, né?
Rafinha Menegasso:Não precisamos. Vamos abrir aqui os destaques a partir de agora. 6 horas e 16 minutos, Estúdio Mostra. Pois não, não é, Pedro? Pois não, não, não, eu fui ler aí, retorno tá ruim, é, cara. Não, não tá ruim.
Vini Moura:Se tu for dar a banana no cara, não, não faz isso, eu vou te expulsar daí, não queria, meu.
Rafinha Menegasso:É, não faz isso. Tá a fim de ir embora, é isso? Tu tá balançando o ombrinho, isso é coisa de criança.
Vini Moura:Castiga ele então, deixa ele aí.
Rafinha Menegasso:Castiga não, senhor.
Rafinha Menegasso:Nós vamos até às 19h10. Estudo mostra que superfãs gastam 40 vezes a mais por músicas de ídolos do que ouvintes casuais.
Rafael Gomes:O Tenho Mais Discos Que Amigos, é o site que a gente gosta muito, a gente traz muito destaque dele aqui, chegou à conclusão que por mais que pareça óbvio, o número é um pouco impactante. Raphinha é um fã do Red Hot. Alright.
Vini Moura:É verdade.
Rafael Gomes:O Léo é um fã do Charlie Brown. Isso. Vini Moura é um fã do Tiaguinho, né?
Rafinha Menegasso:A gente tem uns... Tu é fã do Naldo?
Rafinha Menegasso:Não. Tu falou que ele é maior que a Anitta?
Rafael Gomes:Eu acho que eu nunca falei isso, mas vocês querem criar essa fake news aí, tá tudo bem. Todos vocês... É muito difícil precificar o que vale um fã. E eu tenho mais disso que os QMigos conseguiu fazer uma pesquisa e precificar que na média Um fã do Charlie Brown, do Red Hot, do Tiaguinho, ele gasta 40 vezes a mais do que um fã ocasional. Por exemplo, ah não, o Léo ouve Tiaguinho uma vez, outra vez na playlist dele, mas não é um fã incondicional.
Vini Moura:Não, não.
Rafael Gomes:Eu ouço Charlie Brown uma vez ou outra, mas eu não sou um fã incondicional. E aí o Tenho Mais Discos Que Amigos, ele chegou à seguinte conclusão: que por comprar ingresso antecipado, por comprar souvenir, por comprar boné, camiseta, O fã gasta 40 vezes mais do que uma pessoa aleatória que pode até ir no show uma vez.
Rafinha Menegasso:Tem alguma coisa a ver com idade ou não tem nada a ver?
Rafael Gomes:Não tem nada a ver com idade, Rafinha, mas tem a ver com a comunidade que aquele artista consegue engajar.
Vini Moura:Perfeito.
Rafael Gomes:Por exemplo, o Spotify deu a notícia aqui esses dias que ele tá criando uma venda em primeira mão pros superfãs.
Voz F:Isso, isso, isso.
Rafael Gomes:Que ele vai conseguir identificar as pessoas que mais ouvem os artistas. E vai apresentar, digamos assim, um fura fila.
Rafinha Menegasso:Uma facilidade pro superfã ali na hora da compra, o ingresso diferenciado, né?
Rafael Gomes:E baseado nisso, o... Reserved, o nome é reservado, o nome desse recurso.
Rafinha Menegasso:That's right.
Rafael Gomes:Deezer, Apple Music, YouTube Music, todas as plataformas musicais estão tentando fazer a mesma coisa. Tá todo mundo se dando conta que vale mais tu ter um superfã do que 40 ouvintes aleatórios. É verdade. Sabe quando a gente fala da rede social que cada vez mais o número mass simulado, influenciador que tem milhões de seguidores, vale menos do que o engajamento de algum micro influenciador?
Rafinha Menegasso:Faz sentido.
Rafael Gomes:É mais ou menos isso que as plataformas de música elas estão entendendo. E os músicos também. Vale mais a pena tu tá engajado com os teus fãs, mesmo que eles sejam menos, do que tu tá dando tiro de canhão pra acertar a galera.
Rafinha Menegasso:A gente tem vários exemplos assim de algumas bandas que quando vão fazer um show E não fazem com tanta frequência, tem aquele público muito fiel. A gente tava falando da Vera Louca outro dia, né? A Vera Louca é uma banda que quando vai ali no Opinião é sold out. TNT voltou para fazer uma temporada, pô, o lance da nostalgia, a galera que vive aquele momento ali e tal.
Rafinha Menegasso:Não vamos longe, né? Semana que vem a gente vai ter aqui em Porto Alegre o Barão Vermelho que se reencontrou com o Frejá, com o Deco. Com a primeira formação, somado ao Guto e ao Maurício. Mas é isso, porque, porque a galera ela é carente de coisas novas, e o público mais velho se sente que muitos ídolos morreram, muitas bandas acabaram.
Rafinha Menegasso:E tem o próprio Sad Negra que voltou também, vai voltar com o segundo vocalista que é o Tony Garrido, né? E também vai estar tocando em Porto Alegre, fez muito mais sucesso no lado pop, digamos assim.
Rafinha Menegasso:Mas eu digo que a nostalgia, ela vem de muito. A gente tem um cara em comum nosso que é o Pluto.
Rafinha Menegasso:Mas eu pergunto pela idade, porque é isso, que aí tu atinge um público um pouco mais velho que tem essa saudade.
Vini Moura:Porque a gente tem de exemplo, cara, saindo totalmente, acho que do gosto musical da gente aqui no estúdio, cara, o Lua Santana no Beira-Rio, os ingressos acabaram em 15 minutos, 20 minutos. E a gente vê esse tipo de movimento com bandas gringas que vem tocar aqui no Brasil às vezes.
Rafinha Menegasso:Então tipo, e é um público, mas tu acha que eu vou botar 50 mil pessoas são o fã esse incondicional ou tem um efeito?
Vini Moura:Eu acho que é incondicional. Eu acho que não, cara.
Rafinha Menegasso:Caso do Luan Santana, 50 mil pessoas, tu vai cravar isso?
Vini Moura:Não, não, não.
Rafinha Menegasso:Isso aí é a label, é a festa que te proporciona isso.
Rafinha Menegasso:Mas o cara vai lá pegar ação, pra não sei o quê.
Vini Moura:Não, mas no caso do Luan Santana, eu tô com 20, porque eu fui lá no dia do show e tinha uma ação pra fazer no Beira-Rio.
Rafinha Menegasso:Eu não discordo de você.
Rafael Gomes:Velho, era surreal, é uma bolha que eu não tava...
Rafinha Menegasso:Mas não tem como mensurar que há 50 mil pessoas são fãs cegas.
Vini Moura:Mas é pelo comportamento...
Rafinha Menegasso:Mas é muito radical, bota 40 mil, acredito, 30 mil...
Vini Moura:Não, mas cara, quando a gente fala, é óbvio que os 50 mil pessoas que estavam no lugar não são fãs incondicionais. Mas tô dizendo que o simples fato dos ingressos acabarem em poucos minutos diz muito sobre um comportamento de um público que vai comprar porque ele sabe que tem demanda que outros vão comprar.
Rafinha Menegasso:Mas esse é um público muito mais jovem, Vini. É um público que se mobiliza pelo encontro, pela festa.
Rafinha Menegasso:Mas esse público no teu tempo, ele ia no rock.
Vini Moura:É isso que eu tô dizendo.
Rafinha Menegasso:Ele ia no hip-hop.
Vini Moura:De repente não é só sobre a idade.
Rafinha Menegasso:Mas é que eu entendi o que tu quis dizer. Só que é um artista muito mais popular, cara. É muito mais fácil tu botar 50 mil pessoas num artista que conversa com várias camadas do que tu segmentar e botar o Barão Vermelho lá Mas o Barão Vermelho nos anos 80, a gente não poderia dizer que era popular? Não sei se é popular, o rock, a música é popular. Eu tô dizendo popular no sentido de tu pegar uma geração mais nova que não teve oportunidade talvez de consumir bandas de um gênero que a gente entende hoje, tu entende? Hoje seja algo que nos acrescenta mais, talvez na nossa época...
Leandro Bortolatti:Posso contribuir?
Rafinha Menegasso:Tem um artista, claro, velho, tá aberto o canal ali.
Leandro Bortolatti:A questão é a seguinte, ó: nós temos um movimento de mercado, movimento da música brasileira de uns anos pra cá, que permite que os artistas brasileiros lotem estádios, coisa que a gente não vivia nos anos anteriores. Se tu pegar as bandas brasileiras dos anos 80, que faziam sucesso absurdo, absurdo, absurdo, ninguém lotava estádio.
Rafinha Menegasso:Nem o Legião!
Rafinha Menegasso:É isso que eu tô falando!
Leandro Bortolatti:A gente, Léo, por exemplo, o lançamento do disco, aquele disco do Legião que tem o Faroeste Caboclo, acho que é o Descobrimento do Brasil ou As Quatro Estações, não lembro. Enfim, pouco importa. O disco tem Faroeste Caboclo. Eles fizeram 3 sessões no Gigantinho, sexta, sábado e domingo, na época que o Gigantinho devia caber ali 15, 18 mil pessoas. Então tu pensa assim, pô, 45 mil pessoas em 3 dias, poderia ter feito um estádio, poderia, mas não era, não era normal para uma banda brasileira, um artista brasileiro lotar estádios. Se eu não estou enganado, quem começa a fazer essa virada é Ivete Sangalo, quando ela grava aquele DVD no Maracanã, lembram? Ali tem uma virada. E esta geração agora, que começou como sertanejo e seja lá como é que chama agora, exatamente, é uma lenda. Mas é isso que eu tô dizendo, a popularidade, Música popular no Brasil, ela acabou tendo esse tamanho hoje por diversos motivos, que esses artistas que são muito bombados, Tiaguinho, Lua Santana, eles lotam estádios.
Rafinha Menegasso:E aí tu vai ter alguns pontualmente, como um Gilberto Gil que vai fazer o fim de turnê, o Kid Abelha que volta com a formação, que vai pro Beira-Rio, mas é pontual, cara.
Rafael Gomes:Mas é isso que o velho tá dizendo, o Kid Abelha ainda tem ingresso à venda, por exemplo. O Lua Santana esgotou em um dia.
Rafinha Menegasso:Mas, cara, é muito mais pop, Gomes. É isso que eu tô falando. Tu amplia muito mais o leque. Tu vai pegar o adolescente de 12 anos e tu vai pegar, de repente, um público feminino de até quase 50 anos que consome o Lua Santana.
Vini Moura:Não, e tu pega nego velho também. No caso específico do Lua Santana, eu insisto que é uma devoção que existe em relação ao artista, tá? É tipo assim, é um acontecimento. Por exemplo, o próprio Tiaguinho que lota estádio, aí sim é uma label, é um evento onde antes dele ele coloca alguém para se apresentar e ele entrega um show de 6, 7 horas para pessoa que acompanha ele. E aí nesse evento não vai só o cara que é muito fã do Tiaguinho, vai o cara que tá pela experiência, o cara que gosta de um pagode.
Rafinha Menegasso:Como é que tu define Lua Santana hoje?
Vini Moura:Lua Santana eu defino como?
Rafinha Menegasso:Não, eu tô falando musicalmente falando, como é que tu define ele? Em que sentido?
Vini Moura:Gênero, cara, ele é... Pop sertanejo, pop, eu considero ele pop.
Rafinha Menegasso:Então, ele é um cara que dá tiro no sertanejo, ele toca o pop, ele é romântico.
Vini Moura:Mas ele é o cara do sertanejo, por exemplo, que ele tem o fã incondicional.
Rafinha Menegasso:O movimento do rock tá dentro disso também. Ok, ele abriu o leque dele porque ele é um cara hoje que tu pode considerar ele pop, é isso que eu tô dizendo, é um cara que tem várias camadas, ele vai ter muito fã...
Vini Moura:Mas eu não acho que ele tem várias camadas, Sofia. Eu acho que ele conversa com um público específico dele. Público, cara, ele tem o público dele.
Rafael Gomes:Ele veio lançar música, não era uma festa popular.
Rafinha Menegasso:Cara, é que vocês tão trabalhando com gosto pessoal, tá?
Rafael Gomes:Não, não, pior que não.
Vini Moura:É pelo contrário, porque eu não curto música de Santana.
Rafinha Menegasso:É por conhecer fãs que disseram: "Cara, ele fez um show pra fã, ele lançou 3 músicas novas no show." Mas eu também, se eu disser que as minhas sobrinhas são fãs, só que também tem esse lance de tu ser mais jovem e tu encontrar todo mundo lá por uma causa, talvez nem seja assim. Vai, eu amo Luan Santana, mas a grande maioria, a galera que consome, Tá indo lá, mas enfim vai ser difícil a gente botar ali se é 50 mil que são devotos ou não são muito doido.
Rafinha Menegasso:O Lelê falou da questão da Ivete: o Mamonas dos anos '90 não fazia estádio?
Leandro Bortolatti:Não lembro, cara. É que assim ó— Acho que não chegou! Tu tocou na mão... É uma exceção tá? É que o Mamonas foi um fenômeno temporário, eu acho que durou dois, três meses, sabe?
Rafinha Menegasso:Foi absurdo sim.
Leandro Bortolatti:Isso, só que, por exemplo, os Mamonas, eles começaram a fazer estádios, sim, no interior do Brasil eles começaram, só que quando eles iam fazer esse movimento, aí veio a tragédia, né?
Rafinha Menegasso:Sim, sim.
Leandro Bortolatti:É que realmente aí a gente tá falando de um fenômeno que foge a toda e qualquer análise de uma carreira sendo construída e uma curva ascendente.
Rafinha Menegasso:É tipo o Roberto Carlos, né? O cara que já fez muito show em estádio também, a vida inteira, porque É um cara que se tu botar no interior num estádio para 15 mil pessoas, vai lotar.
Rafinha Menegasso:O Djavan fez um show e lotou o estádio. Enfim, vamos seguir aqui. Bruce Dickinson detona vocalistas em fim de carreira, abre aspas, deixam de ser lendas, fecha aspas, do Bruce.
Rafael Gomes:Cara, ele deu uma entrevista e tem muito fã tentando identificar para quem foi a indireta. Ele tá com 67 anos de idade, e ele disse que a aposentadoria dele vai estar ligada à honestidade com o público, que ele não vai ser um vocalista, talvez por Axl Rose, uma performance. Tem muita gente falando do Axl na matéria, mas que ele não vai ser um cara com a voz ruim, que ele não vai ser um cara entregando menos no palco do que a média que ele entrega. E ele disse que tem um monte de cantor que a voz tá acabada e todo mundo sabe disso. Ah, mas eles são lendas. Abre aspas para o Bruce Dickinson: eles não são lendas, porra, são pessoas que não conseguem mais cantar. Quando eles cantavam, eram lendas. Quando não consegue mais cantar, deixa de ser lenda. Essa é a verdade nua e crua. Eu não conseguiria subir no palco se não achasse que seria capaz. Não sei como as pessoas conseguem, obviamente a vida delas, mas esse é o meu jeito.
Vini Moura:Aí ele falou tudo.
Rafael Gomes:Ele tá fazendo a turnê dos 50 anos de carreira, né? Ele vai ter em outubro turnê pelo Brasil e tá todo mundo começando a questionar ele, já que ele é tão veemente com isso, quando vai ser a aposentadoria dele. Ele diz: cara, o dia que eu achar que meu show tá uma merda, eu vou parar.
Vini Moura:Tá bom. Mas ele resumiu tudo, é a vida dos outros e as pessoas que escolhem no show do cara também.
Rafinha Menegasso:Eu vou dizer, tá, sem fazer nenhum tipo de piada, eu fui no show do Guns, muito ruim, muito ruim.
Rafinha Menegasso:Ah, é que eu acho estranho tu, assim, bandas desse tamanho, tu dizer assim: muito ruim. Eu acho que tu pode dizer assim: pô, o Axl não alcança mais.
Vini Moura:Não é mais o mesmo.
Rafinha Menegasso:Mas só o fato de tu ver ali o Slash, o Duff, o Axl por si só, que é uma banda dos anos 90, arregaçou. A experiência é legal, entendeu?
Rafinha Menegasso:Tem que ver. Tudo bem, só que na quarta música tu começa a ficar aí.
Rafinha Menegasso:Mas, meu, o Bon Jovi tá com problema de voz também.
Rafinha Menegasso:É, mas ao mesmo tempo assim, ó, tá aí.
Rafinha Menegasso:Vários, o vocalista do A-ha, que é uma lenda, já não aguenta cantar.
Vini Moura:Imagina o cara que nunca conseguiu num show do Guns e tipo assim pensou: cara, vou ir nesse porque eu não sei quando eu vou ver a banda que eu amo de perto.
Rafinha Menegasso:É a vibe minha que eu fui ver esse Só que é uns puta velho que dá regaço. Tu olha os velhos, bem, o Lelê pode dizer melhor, 3, 4 dias de molho depois.
Leandro Bortolatti:É o que eu digo sempre, é que daí é que nessas horas é que tu vê a verdadeira força das canções. Porque se tu tem um artista que ele não atinge, principalmente se a gente falar do rock, o rock mais pesado, que exige essas performances de correria, de pau, músico e tal, babá, eu não falo nem de alcance vocal, né, porque isso aí às vezes se ajeita com mudança de tom da música e tal, beleza, tudo certo. Mas é que eu digo assim, tem músicas que tocadas ao vivo, se elas não têm a energia dos músicos, elas caem, sabe? Claro, claro. Agora tem músicas, cara, que elas são tão poderosas que a performance no palco ela pode não estar tão intensa que vai seguir emocionando seguir batendo, o público vai acabar cantando e tu vai ficar contagiado por isso, né?
Rafinha Menegasso:Contagiado por isso.
Leandro Bortolatti:Esse show do Guns N' Roses, esse último agora, eu até não vi o show inteiro, mas certamente quando eles tocaram, por exemplo, Sweet Child O' Mine, deve ter dado uma repercussão muito maior de quando eles tocaram Strangler, que é uma música mais conhecida dele. E aí também vai a força do hit, da repetição, aí de tudo que daí envolve uma teoria que eu poderia ficar uma hora Falando aqui não é o caso.
Rafinha Menegasso:Boa, Lelê! Grupo Menudo falando em música, tá tudo ligado, hein?
Rafinha Menegasso:Não se reprima, não se reprima.
Rafinha Menegasso:Vamos ver quem é que lembra. Isso aqui é dos anos 80 ali, né? Grupo Menudo anuncia retornar aos palcos com turnê para celebrar 50 anos. Olha que loucura, bem legal. Olha, se voltar a formação dos que estão, ele tem que voltar, né?
Rafinha Menegasso:Tinha o X aqui em Porto Alegre, né?
Vini Moura:Era o rolê mais aleatório.
Leandro Bortolatti:Por exemplo, por exemplo, o Menudo, quando esteve em Porto Alegre, eu, se eu não me engano, acho que foi estágio, eu acho que foi 83 ou 84, tá? Eles lotaram o Estádio Olímpico.
Rafinha Menegasso:E é uma época deles que tu pega coisa tipo Morumbi, Maracanã, tudo lotado com o Menudo.
Rafinha Menegasso:E tu tem muito menos oportunidade de consumir alguma coisa, né? Hoje em dia a gente tem opção para tudo, né?
Rafael Gomes:Eles começaram em 1976. Caraca! E foram começar a rodar em 77. Então eles querem completar Menudo 50, 50 anos dos Menudos.
Vini Moura:Ah, se não traduzisse, cara, eu não ia saber.
Rafinha Menegasso:Obrigado! Pô, que bom, cara!
Rafael Gomes:10 de outubro começa a turnê, que inicialmente tá marcada só para os Estados Unidos, Hollywood, Nova York, Rosemont, mas falaram que também gostariam de ir para o México, México e para Porto Rico, por motivos óbvios. Claro. Porém, neste momento, Rick Martin não estaria incluído na turnê.
Rafinha Menegasso:Bah! De novo, velho.
Rafael Gomes:Atualmente, o grupo é formado por Ramon Acevedo, Robert Avagené, Ralph Rodrigues, René Farray, Sérgio Blas, Rubem Gomes e Roy Rosselló.
Rafinha Menegasso:E, gente, peraí.
Rafinha Menegasso:Mas então, esse aí a gente já entendeu. É a galera que tá ruimzinha da grana, vai reunir o grupo Vai pela label e o Rick Martin vai ter um vídeo, sabe? É isso aí, gente!
Rafinha Menegasso:Olha só!
Vini Moura:Salve!
Rafinha Menegasso:Saludo!
Rafinha Menegasso:A galera tá voltando aí quando bate água na bunda, é isso aí! 27 minutos para as 7. É nostalgia, cara.
Rafael Gomes:Menudo não tem fãs hoje.
Rafinha Menegasso:Tem, tem, cara.
Rafinha Menegasso:Eu acho que vai pegar uma galera aí.
Rafael Gomes:Não é super fã não, mas é nostalgia.
Rafinha Menegasso:É nostalgia, eu acho que assim, ó, vamos ver o que que eles o que que eles vão fazer, que nem Backstreet Boys.
Vini Moura:Vamos ver o que eles vão fazer. É uma baita, o que que eles vão apresentar para nós?
Rafael Gomes:O Backstreet Boys voltou ali na Esfera com shows, shows, mega estrutura, a formação original. E velho, eles investiram pesadaço, souberam aproveitar a tecnologia. E aí agora estão rodando o mundo com a turnê que eles lançaram aí.
Rafinha Menegasso:Tu tá falando de algo que talvez tu tenha vivido mais O Menudo, né, cara? É a boy band que estourou, mano.
Rafinha Menegasso:E a gente pode— e o Menudo, ele volta em alta, se falar muito dele no ano passado, por exemplo, por causa da série da Netflix Irmãos Menendez, que o pai deles é o cara que inventou o Menudo, era o empresário e tal, e tudo, que acabou sendo morto.
Leandro Bortolatti:E do Menudo sai, né, o Rick Martin, que é um dos artistas latinos mais bem-sucedidos da história, né?
Rafinha Menegasso:E o Roy do X, que era muito bom.
Rafinha Menegasso:Ah, é verdade, verdade. Boa tarde. Boa noite, boa noite.
Rafinha Menegasso:Me atrasei, mas cheguei. Olha, eu não vou comer esse X do Roy do menu de hoje?
Leandro Bortolatti:Não, pior que não, mas é que era bom. Teve também, tinha um outro cara no menu, do Rob Machado, que ele fez uma banda de rock chamada Maggie's Dream e botaram ele uma vez para abrir o show do Faith No More em Porto Alegre. O cara foi vaiado até não poder mais, louco.
Rafinha Menegasso:Mas aí, aí o pessoal que organizou isso não Time is here. Rado, último destaque por aqui do Pretinho desta noite, já de quinta-feira. Pesquisa afirma média de puns de um ser humano pode falar muito sobre a sua saúde. A média de puns durante o quê? A pesquisa durante um dia.
Rafael Gomes:Um dia? Quantos, quantas flatulências vocês acham que soltam por um dia?
Rafinha Menegasso:Cara, eu acho que depende muito da tua alimentação no dia.
Rafael Gomes:Isso aí, depende o que come.
Rafinha Menegasso:Sim, mas é a É a média, talvez uns 8. Vai, vai, que pergunta difícil, cara.
Rafinha Menegasso:Mas é que o barulhento conta como um?
Vini Moura:Não, não, cara, é em média assim. Claro que, como o Rafinha falou, depende do dia, mas cara, eu acho que ressaca o cara vem mais.
Rafinha Menegasso:Costelinha, conserva, tu vai ver no outro dia.
Rafael Gomes:Eu tenho medo da pergunta.
Leandro Bortolatti:Oi, não, cara, depende muito da alimentação. E para quem falou ali, ah, você é barulho ou não, cara, ou gritando, a contabilidade é a mesma, né?
Rafinha Menegasso:Olha, tu não acha que depende um pouco da alimentação?
Leandro Bortolatti:Não, depende muito da alimentação.
Rafinha Menegasso:Eu tenho coisas que eu como, eu acho que depende um pouco da alimentação.
Vini Moura:Mas olha, aproveitando que tá aí nos Estados Unidos, o que que tu comeu ontem? Não, é tipo, tu também não acredita que seja também um pouquinho depende da alimentação?
Leandro Bortolatti:Ah, total, cara. Aliás, aqui nos Estados Unidos tem umas coisas que estamos dando saudade já daí.
Rafinha Menegasso:O que, por exemplo?
Rafinha Menegasso:A esposa, teus filhos, né?
Rafinha Menegasso:Namorada.
Leandro Bortolatti:Não, é que a gente tá falando de alimentação, né, Rafinha?
Rafinha Menegasso:Sim, né, mas tá tudo ligado, né?
Leandro Bortolatti:Pô, a gente tem um parceiro, por exemplo, que tá com a gente no nosso projeto de Copa, né, o Tio Ofertas, né? Tio Ofertas tá com a gente, né? Pô, que me deram ter um Tio Ofertas aqui, cara, porque é caro comer aqui, louco. É caro, Lelê.
Rafinha Menegasso:Dá, meu. Mas gasta diariazinha, né, Lelê? Tem isso também, meu amigo.
Rafinha Menegasso:Mas segurando o dinheiro pra trazer.
Rafinha Menegasso:Mas vamos abrir a notícia do Pum Gomes.
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Rafael Gomes:Por quê? Porque antes era quase uma autodeclaração, ou até o número de vezes que tu conseguia contar, porque era difícil monitorar. Então agora eles conseguiram colocar um sensor que analisa o gás carbônico que sai do teu corpo.
Vini Moura:Ah, que susto!
Rafinha Menegasso:Pensei que ia falar que sai do teu cu.
Rafael Gomes:Mas isso é naturalmente a flatulência, tá?
Rafinha Menegasso:Não, mas tu sabe por quê? Não sei se é uma besteira, porque isso pode falar da tua saúde, né? Pode ser algo importante.
Rafinha Menegasso:Porque depende da tua alimentação.
Rafael Gomes:Porque para começar, tá? Todo mundo solta, só para começar.
Rafinha Menegasso:É verdade.
Rafael Gomes:Todos os dias. Se tu não solta todos os dias, tem alguma coisa muito Não, tem alguma coisa muito errada.
Rafinha Menegasso:Mas eu vou te trazer um ponto. Eu tenho certeza que o público feminino tem uma dificuldade absurda de se aliviar assim de uma questão óbvia.
Rafael Gomes:Mas aí, Rafinha, tem muita gente que se segura durante o dia e aí durante o sono solta e nem sabe.
Rafinha Menegasso:Não dá. Até um probleminha... Ai, que treca!
Vini Moura:É aquela piadinha de quando a gente tinha criado o pintinho sem cu.
Rafinha Menegasso:Não lembro dessa piada.
Vini Moura:Peidou, explodiu.
Rafinha Menegasso:Eu não lembrava dessa piada, cara, mas enfim.
Rafael Gomes:E aí descobriram que tem pessoas, eles analisaram milhares de pessoas, milhares, milhões, milhares, milhares de sensores nas pessoas. Tinha pessoas que soltavam apenas 4 punhos por dia e tinha pessoas como o Lelê que soltavam 59 por dia.
Rafinha Menegasso:Ah, as preguinhas já gastou a hora.
Rafinha Menegasso:E o que que fala sobre a saúde?
Rafael Gomes:É essa, tanto quanto pouco é bom. A média saudável é de 30 a 32 por dia.
Vini Moura:Que tem os que tu não vê dormindo, tu larga certo.
Rafinha Menegasso:Isso aí já tá frouxo.
Rafael Gomes:A gente deve largar de uns 10 dormindo.
Rafinha Menegasso:Claro. É começar o dia 10.
Rafinha Menegasso:Ah não, de manhã o cara dá o arranque da moto, né?
Vini Moura:O som de voo acordando.
Rafael Gomes:Aquele que tu tá fazendo xixizinho, daqui a pouco solta um, chega a travar o jatozinho.
Rafinha Menegasso:Ô meu mano, o banheiro aqui é brincadeira. O cara vai Vai ali fazer o mix, para os nego velho.
Vini Moura:O Léo hoje entrou na cabine lá, foi fazer xixi. Que isso?
Rafinha Menegasso:Não, não, isso aí, isso aí, isso aí. Não, mas daí tu tá sentando para fazer xixi?
Rafinha Menegasso:Não.
Rafinha Menegasso:É disso que tu entrou na cabine fazer xixi?
Vini Moura:É que tava lotado, Victor.
Rafinha Menegasso:Ah, tá. Não, cara, tava lotado, tava ruim, tava só o do meio vazio. Eu não vou no do meio.
Rafinha Menegasso:Não, no meio não. Aí eu vou no alacarte.
Rafinha Menegasso:Eu vou sair do Biferino e vou no Lacoste.
Vini Moura:O problema é que ele é uma surpresinha assim, tu nunca sabe o que vai encontrar.
Rafinha Menegasso:Mas o banheiro aqui, ele é quase um banheiro de praça, cara. Ele é o baileiro.
Rafael Gomes:Mas eu estou muito perto.
Rafinha Menegasso:E os cara vem cagar por conta da gente.
Rafinha Menegasso:Eu não consigo ir aos pés ali com o Magrão.
Rafael Gomes:Tem 3 cabinezinhas que estão sempre cheias.
Vini Moura:Alguns anos atrás eu fui ali no Victório, tu para ali, é aquela coisa.
Rafinha Menegasso:Não consigo me sentir à vontade.
Vini Moura:Aí, cara, o silêncio do banheiro, quando vem, eu só escuto o fundo assim, ó. Coloca no cavalo verde. Eu já falei isso, meu.
Rafael Gomes:Uma vez eu fui no banheiro e tinha um cheiro de cigarro, tava a cabine fechada com barulhos.
Rafinha Menegasso:O que que tu acha?
Rafael Gomes:Um telefone no viva voz conversando assim, ó: 'Não, cara, tu acha que tem apostado no cavalo?' Cara, tinha futebol, tinha banheiro, jogos, e cavalo. Era quase todos os prazeres da vida ao mesmo tempo.
Rafinha Menegasso:Desligar o telefone, ter livrinho de piada ali do lado ali, aquela lida, né?
Rafinha Menegasso:Falta só o cinzeirinho ali do lado do vaso, bate no vaso, né?
Rafinha Menegasso:Isso aí.
Rafinha Menegasso:20 minutos para 7 horas da noite foram os destaques do Pretinho. Vamos dar girada aí, vamos ouvir Vini Moura.
Vini Moura:Vamos lá, eu tenho uma piada.
Rafinha Menegasso:Pô, que bom, Vini, sempre tem uma piada.
Rafinha Menegasso:Eu não sei se vocês vão gostar dessa piada, mas eu vou combinar um negócio, nós vamos comprar contigo independente da piada. Então tá, vem comigo, vamos combinar aí, comprar. Vem comigo.
Vini Moura:Então, o garotão tava andando pela rua, o garotão, na cidade dele, e ele viu um circo. Ele olhou o circo assim e pensou, e era o mesmo circo que o Palhaço Mané já trabalhou lá. Ah, palhaço também. E aí ele viu o circo, pensou assim, ó, quer saber, eu vou lá no circo, nesse circo aí, mostrar o meu trabalho, mostrar o meu talento. E aí ele chegou, falou com atendente 'Olha só, eu quero falar com a gerente.' E aí a atendente: 'Não, não dá para te liberar assim para tu falar com a gerente agora, tá louco?' 'Não, por favor, eu preciso falar com a gerente, é urgente.' Daí a mulher disse não. Ele tentou mais umas 5 vezes. Ela: 'Tá, tá, vai lá.' Liberou. Ele chegou, bateu na porta da gerente, entrou. 'Olha só, eu preciso mostrar o meu talento para a dona do circo.' E aí a gerente falou: 'Não, não posso te colocar em contato assim com a dona do circo.' 'Ah, é assim, é bagunça.' É vida ou morte, eu preciso mostrar o meu talento para dona desse circo, vocês precisam conhecer o meu talento. E a mulher dizendo não, gerente dizendo não, ele: por favor. E ela: tá bom, vai lá, vai. Botou ele de frente com a dona do circo, tá? Aí chegou na frente da dona do circo, falou: olha só, vocês precisam me contratar para esse circo porque eu tenho um talento incrível. Ela: não, pera aí, tu vem aqui na minha sala, diz que tu tem um talento talento incrível! Que talento é esse? Ele olha para ela e fala: eu sei imitar pássaros. E ela olha assim, aquela cara de desaprovação, e fala assim: tu tá de sacanagem com a minha cara? Tu tá brincando com a minha cara? Tu acha que meu tempo é o quê? Tu acha que as pessoas vão comprar ingresso para ver um otário? Meu Deus, otário!
Rafinha Menegasso:O que que tu é? "Otário?
Vini Moura:Pra ver um otário imitando um pássaro no meu circo? Nunca! Nunca que eu vou colocar um otário pra colocar o quê? Um otário pra imitar pássaro no meu circo!" Aí o cara ficou meio triste, baixou, falou assim: "Tá, tá bom." Virou as costas, bateu as asas e saiu voando.
Rafinha Menegasso:Não, não, nem o Lelê, que ri de tudo, nem o Lelê pegou. Então tava fechado o microfone dele.
Leandro Bortolatti:É que tá desligado o microfone.
Rafinha Menegasso:Ah, muito boa, cara.
Vini Moura:É muito boa.
Rafael Gomes:Questão de ordem, questão de ordem.
Rafinha Menegasso:Tem que passar a bola pra quem gosta.
Rafael Gomes:Desculpa usar a linha de serviço, Rafinha. Ô Lelê, por que tu me ligou de vídeo? Ué?
Rafinha Menegasso:Meu Deus do céu. Ué? Isso é coisa do véio mesmo, cara. O véio que deixa o telefone aberto no bolso e ele sai ligando.
Leandro Bortolatti:Não, meu, mas é que é o seguinte, cara, é que a gente faz 200 mil coisas ao mesmo tempo aqui, né, cara. Eu tava carregando o celular da live com a bateria essa dela, terminou, tive que tirar. Aí tirei o plug do meu bolso que tava ligado.
Rafinha Menegasso:Ah, que susto! Puta, ainda bem que era do bolso, né.
Rafinha Menegasso:Tu levou o plug que o Tony te deu?
Leandro Bortolatti:Não, cara, é o plugzinho do cabo extra. Acabei de ver uma véia caindo do chão.
Rafinha Menegasso:Filma, filma, filma!
Rafael Gomes:Mostra pro Diverio.
Rafinha Menegasso:Eu tenho um e-mail aqui pra trazer que fala de Jaraguá do Sul. Jaraguá do Sul, que está indignada com o Pretinho Básico. Tem alguém nos ouvindo de fato lá em Jaraguá do Sul. Olá, pessoal do PB, Jaraguá do Sul está indignada com vocês. Como morador da cidade, ouvinte de longa data, sinto que chegou o momento de me manifestar. Afinal, não é de hoje que nossa cidade aparece nas conversas do programa. Toda vez que o assunto se aproxima de Santa Catarina Eu já fico aguardando para descobrir de que forma Jaguará— Jaguará— Jaraguá será lembrada. Confesso que a situação já está ficando difícil de administrar por aqui. Diariamente são vistos cartazes, faixas, abaixo-assinados e manifestações populares pedindo a volta do Pretinho Básico para cidade. Pô, que pena, quando a gente tava aí ninguém foi, né? Daí fica mais difícil. O povo sofre, as ruas clamam, as famílias se dividem. Há quem já não consiga passar uma semana sem perguntar quando será o próximo show. Mesmo assim, seguimos firmes. O mais curioso é que, apesar de todas as brincadeiras, a cidade continua gostando de vocês. E talvez esse seja o maior problema de todos, porque quanto mais tentamos ficar indignados, mais continuamos ouvindo, rindo e acompanhando o programa. Então fica aqui meu protesto oficial, feito com todo o respeito e carinho de quem acompanha vocês há anos.
Rafinha Menegasso:Vamos voltar lá, né?
Rafinha Menegasso:Eu e continuarei sendo um ouvinte assíduo aqui da Jovem Pan. Grande abraço, Alexandre, minha esposa Jaqueline de Jaraguá do Sul.
Vini Moura:Valeu a todos, valeu a todos.
Rafinha Menegasso:PS: se for possível, manda um "Quer levar uma facada?" Quer levar uma facada, merda? Adoramos vocês. Espirituoso aqui o nosso ouvinte que mandou o e-mail.
Rafinha Menegasso:É o fã da Jovem Pan, né, meu irmão?
Rafinha Menegasso:É isso aí mesmo. Vamos ver, dá pra ver lá?
Rafinha Menegasso:E aí, meu irmão?
Rafinha Menegasso:E aí, meu irmão, beleza?
Rafinha Menegasso:Chega quando?
Rafinha Menegasso:Eu tenho— Das Aranhas chega Sábado para fazer o show no Opinião, né?
Rafinha Menegasso:Que hora começa o jogo?
Rafinha Menegasso:O show começa às 9 da noite e às 8 eu tô lá fazendo um som ali no Opinião em Porto Alegre. E manda nomes que nos meus stories ali eu tenho algum algumas cortesias pra quem segue a banda e me segue.
Rafinha Menegasso:Vou te mandar ali uns quatro ou cinco nome pra te mandar também!
Rafinha Menegasso:Não é assim também não...
Rafael Gomes:Mas os guri tão na onda!
Rafinha Menegasso:Vocês estão mas assim com quatro ou cinco nomes você acaba dando uma ideia—
Rafinha Menegasso:É, comprei antes.
Rafinha Menegasso:Tu vai, tu mais 4 pessoas?
Rafinha Menegasso:Claro, família, né, nego? Não, nego, as gurias.
Rafinha Menegasso:Quais gurias?
Rafinha Menegasso:As gurias.
Rafinha Menegasso:Vai levar a raça toda? Pô, nego, vai te fazer. Não, não, mas é assim, me ajuda, né? Não adianta um parzinho cada um, não adianta. É ruim, tá?
Vini Moura:Se tu tivesse o que eu tenho, tu não trabalhava mais.
Rafinha Menegasso:Ah, mas enfim, a gente dá um jeito, né, irmão?
Rafael Gomes:Quer levar os filhos dele, os 15 anos.
Rafinha Menegasso:Lembra só 3, só 3, só 3, só 3.
Rafinha Menegasso:Só a Júlia com G, tá, e aí o Jerry, o Jerry novo, é um dos 15, né? Maravilha.
Rafinha Menegasso:Eu avisei ele, bota menos filho, não bota 15, eu botei só 3 para lembrar, né?
Vini Moura:É puro Por conta dessa emoção que eu tenho 15, meu irmão.
Rafinha Menegasso:É verdade, não tinha, né, 6.
Rafael Gomes:Agora são 6, ele já falou o nome de 6.
Rafinha Menegasso:Mas aí, meu irmão, tem algum destaque para nós aí, ou tu tem algum convite além do Das Aranhas? Já fez?
Rafinha Menegasso:Eu faço aquele ar para poder garantir o meu, né, meu irmão. É uma galera, é, meu irmão. Só convidar o pessoal, é, Tim Maia cover bariátrico fazendo um show amanhã, né, amanhã fazendo a cast Brasil e Haiti.
Vini Moura:Porra, coisa linda!
Rafinha Menegasso:Tim Maia cover bariátrico cantando, tocando. Os Três Tenores.
Rafinha Menegasso:Ah, tu tá brincando!
Rafinha Menegasso:Blas do Domingos, Pavarotti e Beto Carreiro.
Vini Moura:Não, não pode ser!
Rafinha Menegasso:Então Beto Carreiro não era um dos tenores, não era? Ele tá ali na 102, ele inclusive.
Rafinha Menegasso:Pavarotti, o José Carreras.
Rafinha Menegasso:Ah, José Carreras! Não, Beto Carreiro é outro.
Rafinha Menegasso:Pois é, esquenta então com ópera amanhã no Terezo, tio Maia cover Mariachi. Tocando com tudo. Vamos lá então, meu irmão.
Rafinha Menegasso:Vamos lá, irmão.
Rafinha Menegasso:Vamos lá então. Pesquisador ganha Prêmio Nobel após descobrir o elemento químico mais potente que o zinco, meu irmão.
Rafinha Menegasso:Elemento químico mais potente que o zinco?
Rafinha Menegasso:Que o zinco.
Rafinha Menegasso:É, o zinco era um elemento, né?
Rafinha Menegasso:Tem razão. Um grande jogador, o Zico, né?
Rafinha Menegasso:Baita jogador.
Rafinha Menegasso:A Copa do Mundo que perdeu de não ter o Zico como campeão. Químico Zico.
Rafinha Menegasso:É, essas coisas.
Vini Moura:A opinião esportiva. Pode repetir, pode repetir.
Rafinha Menegasso:Pesquisador ganhou o Prêmio Nobel após descobrir elemento mais potente que o zinco.
Vini Moura:Mais potente que o zinco?
Rafael Gomes:É o cobre, que é cu.
Vini Moura:Não, qual é?
Rafinha Menegasso:O zeis.
Rafinha Menegasso:Ah não, vai tomar no cu. Mas assim, foi, foi bonitinha, né?
Rafinha Menegasso:Foi bonitinha para criançada, né?
Rafinha Menegasso:É verdade, dá pena.
Vini Moura:Essa aí amanhã de manhã na escola vai ser o top.
Rafinha Menegasso:Amanhã, terceira série, vai Vamos lá, vamos lá. Biógrafo revela, biógrafo revela o nome do pet do Cazuza.
Rafinha Menegasso:O nome do pet do Cazuza Puta, eu já tinha ouvido essa.
Rafinha Menegasso:Sabe qual que é o nome dele? Que é o de nome beija-flor.
Rafinha Menegasso:É, saiu o leão. Muito bom, Datena. Obrigado, Datena.
Rafinha Menegasso:Valeu, meu irmão.
Vini Moura:Fica aí com a gente.
Rafinha Menegasso:É isso que a gente tem que aprender às vezes.
Leandro Bortolatti:Classificador.
Rafinha Menegasso:11 minutos para 7. Para CCGL é leite de verdade gaúcho como a gente. E o vinho de mesa mais lembrado pelos gaúchos é o JP. O preferido do Sul, Rafa Gomes.
Rafael Gomes:Fala, galera do Pretinho! Tô vendendo essa máquina de fazer dinheiro. Mercedes-Benz Sprinter, modelo 515.
Rafinha Menegasso:Ano 2019.
Rafinha Menegasso:Ah, olha aí, é bom para fazer frete, viu?
Rafael Gomes:310 km, 310 mil km rodados.
Rafinha Menegasso:Se fizer um frete, é lucro.
Rafael Gomes:Veículo de trabalho, né, gente? Por isso essa quilometragem.
Rafinha Menegasso:E é Mercedes.
Rafael Gomes:3 pneus Michelin novos, manutenção em dia, 4 bicos injetores novos feitos em janeiro, amortecedores dianteiros e caixa de direção novos. Motivo da venda: preciso comprar o maior.
Rafinha Menegasso:Joia, podia comprar mais lá para nós fazer o nosso serviço lá.
Vini Moura:Tem mais coisa, né, nego? A gente sofre porque a gente trabalha muito, né, nego?
Rafinha Menegasso:A gente tem que transportar ali um corpo.
Rafael Gomes:Tô pedindo R$175 mil, R$25 mil abaixo da FIPE.
Rafinha Menegasso:O cara tá se separando, ele compra isso aí e mora.
Rafael Gomes:É para vender rápido. Rápido, e-mail para contato: sprinternoPB@outlook.com.
Rafinha Menegasso:Quanto que ele quer?
Rafael Gomes:Desculpa. sprinternoPB@outlook.com. R$175. Alexandre Hoffman de Biguassu, Santa Catarina. Você não sabe escrever Sprinter, tu não tem contato.
Vini Moura:Tu não pode me julgar por isso, nego.
Rafinha Menegasso:Você é burro.
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Rafael Gomes:Elefante Letrado apresenta: Palavra do Dia Especial.
Rafinha Menegasso:É Copa do Mundo, amigo!
Voz G:Brado.
Rafael Gomes:B-R-A-D-O. Brado é um tipo de grito alto e forte que se ouve ao longe. O brado tem um cunho mais político do que o grito, sendo comumente relacionado a protestos de um povo De um povo heroico, do brado retumbante.
Vini Moura:Não, não, peraí, peraí, Bruninho, peraí.
Rafael Gomes:Que de hino o vô entende, ó.
Rafinha Menegasso:É: De um povo heroico, o brado retumbante.
Leandro Bortolatti:Que legal, valeu vô!
Rafinha Menegasso:Elefante Letrado, a plataforma de leitura das melhores escolas do país.
Rafael Gomes:Acesse Elefante Letrado nas redes sociais e descubra mais.
Rafinha Menegasso:Memória de elefante.
Rafinha Menegasso:Para mais curiosidades, acesse elefanteletrado.com.br.
Rafinha Menegasso:2 minutos para 7 horas da noite, tá na hora de eleger aqui o craque do programa. Baixe o aplicativo da KTO e jogue com mais confiança. Proibido para menores de 18 anos, jogue com responsabilidade. SPA barra MF 2093 barra 2024. 4. Vamos com o voto dele, que está na Filadélfia. Fala, Lelê!
Leandro Bortolatti:Vamos lá então, Rafinha. Obrigado aí pela, pela, pelo suporte aí de vocês aí, ó. Os colorado passando aí, colorado, uma loucura. Tem muito gaúcho aqui mesmo, mas o meu voto de melhor em campo vai para o Rafael Gomes. Vai para produção, porque tá muito bons os destaques hoje. Eu gosto quando os destaques são embalados. Eu até sugeri para ele um destaque, ele falou que já tinha sido colocado. Se o destaque não foi porque os outros renderam, então meu voto é dele.
Rafinha Menegasso:Boa!
Rafael Gomes:Tu, Gomes, eu vou votar em ti, Rafinha. Hoje tu tava, tu rendeu ali no assunto dos superfãs ali, deu um debatezão. Gosto disso.
Rafinha Menegasso:Muito obrigado, Rafael Gomes. E tu, Vini Moura? Pô, e tu, Léo Oliveira?
Rafinha Menegasso:Eu vou, perdão, é que hoje tá, hoje o programa foi muito O time jogou muita bola. Quando o time joga muita bola é porque o âncora foi o 10. Meu voto é em Javier Meneghelli.
Rafinha Menegasso:Obrigado, dá pena. E tu, Vini Moura?
Vini Moura:Eu vou votar na produção de novo, segundo programa seguido. Mas realmente os destaques da Berbol foram muito bons.
Rafael Gomes:É meio programa, cara, quando o cara acerta.
Rafinha Menegasso:Tem razão, porque quando erra os cara detona.
Vini Moura:É isso, é isso.
Rafael Gomes:E aí é 6:15, já começa a rodar.
Vini Moura:É, você é o primeiro a te Eu vou dizer isso.
Rafinha Menegasso:Bateu o sinal da Atlântida, 7 da noite. Meu voto também vai para o Gomes, pelos destaques. Que 6:40 nós tava ainda falando sobre o que ele trouxe, né? E a mais, a gente fica por aqui. Obrigado pela sua audiência.
Rafinha Menegasso:Amanhã tem tudo de volta.
Rafinha Menegasso:E depois do show do intervalo tem Coreia.
Vini Moura:Só não falei hoje, nego, só tem o fã.
Rafinha Menegasso:Pô, já erraram.
Rafinha Menegasso:Porque tu não é fã de ninguém, rapaz. Tu tava falando mal dele ali embaixo, cara. Tu é fã do Fetter?
Vini Moura:Tu é fã do Fetter? Meu sobrenome tem na rádio, meu filho.
Rafinha Menegasso:Só que não é na rádio, meu filho.
Rafinha Menegasso:Não, mas é meregazo, cara.
Rafinha Menegasso:Vou te cagar na porra.
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