Pretinho Básico | 17/06/2026 13h
O maior podcast humorístico do Brasil. Elenco da rádio Atlântida repercute as maiores notícias do dia do jeito mais engraçado possível. Veja muito mais no YouTube 📺: @atlantida_TV e @PretinhoBasicoShorts
Alexandre
Rafinha Menegasso
Vini Moura
Speaker C
Speaker D
Speaker E
Speaker F
Speaker G
Speaker H
- Copa do MundoDesempenho de Mbappé, Haaland e Messi · Estreia de Haaland em Copas · Comparativo entre Cristiano Ronaldo e Messi · Seleção Brasileira e críticas · Comparativo com a Copa de 2002 · Críticas a Zico · Críticas a Felipão · Romário
- Debate sobre punição de menoresProjeto de lei para habilitação aos 16 anos · Comparativo com a legislação dos EUA · Responsabilização criminal de menores · Caso de escola com adolescentes menores de idade · Importância da educação e investimento social · Educação familiar
- Trânsito em Porto AlegreInstalação de 'Caetanos' (radares de velocidade) · Comparativo com a falta de manutenção de buracos e iluminação · Desrespeito ao sinal vermelho · Perigo de atropelamentos · Origem do apelido 'Caetano' para radares
- Debate sobre Denzel Washington vs. Will SmithComparativo de carreira e reconhecimento · Músicas de Will Smith · Filmes de Denzel Washington · Filmes de Will Smith · Denzel Washington · Will Smith
- Música dos anos 80Smells Like Teen Spirit do Nirvana · Even Flow do Pearl Jam · Beat It do Michael Jackson · Black or White do Michael Jackson · Análise de popularidade e streams · Nirvana · Pearl Jam · Michael Jackson
- Debate Temas PolêmicosFama vs. discrição em relacionamentos · Preferência entre picolé com sabor de manga e manga com sabor de picolé · Posse de arma · Direito à defesa
- Aniversariantes FamososKendrick Lamar · Wagner Love · Andrezinho · Paulo César · Rafael Sobis · Venus Williams · Serena Williams · Richard Williams
- Redes Sociais e Saúde Mental de AdolescentesVocabulário adolescente e gírias · Controle de contato com desconhecidos · Controle de conteúdo · Equilíbrio entre vida online e offline
- Viagem do Tico pelo Atlântico e CaribeAndrew Bedwell e seu projeto · Resgate pela guarda costeira · Financiamento de projetos · Comparativo com Tom Hanks em 'Náufrago' · Viagem ao fundo do mar para ver o Titanic
- Festival Nacional do Salame em MarauDécima edição do festival · Programação nos dias 3, 4 e 5 de julho · Salame, copa, queijo e vinho
Alexandre:Olá, oi, boa tarde, amigo e amiga ligados na Atlética! 1 hora e 2 minutos, estamos chegando com o Pretinho Básico deste dia 17 de junho de 2026. Muito obrigado pela sua audiência, você que já tá aí de plantão, apostos, esperando o Pretinho Básico começar, diferente dos meus colegas que estavam todos fora do estúdio quando o programa abriu. Então eu quero Utilizar aqui o cartão amarelo para amarelar todos de uma vez só, todos de uma vez só. Amarelo por Oliveira, boa tarde, boa tarde. Amarelo para o Rafinha Menegas, boa tarde.
Rafinha Menegasso:Terminou antes, escoramos hoje, né?
Alexandre:É que o programa começa quando ele começa, independente do que horas anterior termina. Muito boa tarde para Vini Moura e o seu amarelinho.
Voz C:Ô Alexandre, boa tarde, querido!
Alexandre:E o amarelinho também para Rafael Gomes, produtor do programa. Não esperava esperava isso de ti e esperava muito menos que tu trouxesse uma bergamota descascada e colocasse em cima da mesa do estúdio da rádio. Agora, antes do programa, ia comer, não deu tempo. Às vezes o cara quer comer, não dá tempo, né? Aí não quer comer rapidinho porque, pô, quero degustar essa bergamota todinha, né? Que delícia! Biscoitos Zezé, por falar em delícia, carinho que vem de família há 58 8 anos. Programa Futuro, mais uma parceria entre a Atitus Educação e a Fundacred. Stock Center, preço baixo com um toque a mais. Banriway, a nova conta para crianças e adolescentes do Banrisul. KTO, baixe o aplicativo da KTO e jogue com mais confiança. Tanto o aplicativo da KTO quanto o site são proibidos para menores de 18 anos. Jogue com responsabilidade. Como é que vocês estão aí nesse início de quarta-feira, metade da semana? Tá bem, meu amigo?
Voz D:Impactado com o quê? A Copa do Mundo, ela, o que aconteceu ontem foi legal demais.
Alexandre:Tá falando do Messi?
Voz D:Do dia todo, os dois gols do Mbappé, os dois do Haaland fazendo a sua estreia em Copa do Mundo, e o Messi que marcou na verdade 4 gols, né, porque o primeiro foi anulado. E ele, pô, o cara Na última Copa, tu arrancar metendo hat-trick é demais, né?
Voz E:O Mbappé também fez 3, anularam 1, e o Haaland deu mais uma assistência. Então ontem foi um baita dia de tu ver os gigantes. Agora, 2 da tarde, tem o Cristiano Ronaldo.
Alexandre:Ah, é verdade.
Voz E:A gente é de uma época, o Vini lembrou hoje no Bola, e tem Inglaterra também hoje, né? Tem o Harry Kane. A gente é de uma época que a gente viu o Cristiano Ronaldo fazer 3 gols pelo Real Madrid num dia, e vinha o outro dia, tu dizia: ah, o Cristiano Ronaldo é o melhor. Aí vinha o Messi fazer 4, e tu dizia: tá, o Messi é o melhor.
Voz D:Aí no jogo seguinte o Cristiano Ronaldo fazia 4, dizia: 'Não, olha aí, o Cristiano Ronaldo deu melhor.' E um dia eu vou falar para o meu filho: 'Bom mesmo era o Messi, o Cristiano Ronaldo, não esse tal de jogador.' Mas ao mesmo tempo tu olha tudo que tá acontecendo e aí tu pensa assim: 'Bah, e a gente do Brasil tá muito atrás.' Pô, muito atrás, nós estamos muito, muito atrás.
Voz C:Mas faz parte também. Vou tirar essa energia ruim aí da seleção brasileira.
Voz D:A gente vai ganhar da Haiti, vocês vão ver.
Alexandre:Não tem como. Deixa eu te falar, dos anos 70 até 94 o Brasil não não tinha porra nenhuma também.
Voz D:Não, não, mas tinha títulos. Todo mundo ficava aí, todo mundo, todo mundo.
Voz C:É diferente, pega os jornais da época, olha as críticas pro Zico da vida.
Alexandre:Pô, o Zico, o Zico, pô, na época os jornais eram escondidos do vestiário. Hoje não tem como esconder nada do vestiário, toda crítica chega direto no jogador.
Rafinha Menegasso:Esse é um ponto.
Voz C:Aí tu concorda que a crítica em 1950 ela chegava menos que chegava em 82, 83, 84, 85 também? Sim, porque mais Coisas apareceram, os jornalistas estavam dentro do vestiário com as rádios.
Voz D:Mas em 80 também, cara, eu acho que a gente pode trazer o comparativo com 2002, tá? 2002, o Filipão também chega um ano antes da Copa, também a seleção viaja totalmente desacreditada. E assim, ah, mas tinha Ronaldo e Rivaldo, beleza, a gente fala isso porque eles ganharam.
Voz E:Todo mundo xingava o Filipão que ele não levou o Romário. Exatamente, todo mundo tinha dúvida que o Ronaldo seria, ah, o Cleberson do Atlético Parnaense titular.
Voz C:Gente, relativizaram o Falcão. O Falcão na época foi relativizado.
Alexandre:Mas a verdade é que nós não temos, até porque uma frase do Galvão Bueno, eu acho, não acho que foi isso, não tem mais bobo no futebol, imitação. Isso aí é do Tadeu Schmidt.
Rafinha Menegasso:Não, não, esse aí é um bordão que eu tô lançando.
Voz C:Hoje o cara me parou na padaria, tinha um cartaz, né? Não, não, ele falou, meu, fala para o Rafinha que esse bordão aí vai pegar, não para de falar.
Voz D:O cara do cartaz mandou avisar que hoje ele não consegue Filho dele tá doente, mas enfim, vamos dar aqui nos destaques, meu irmão.
Alexandre:Nossa Senhora, a cápsula desse microfone aí é espetacular. Se ela não rachou agora, não vai rachar nunca mais. Já o alto-falante dos carros dos nossos amigos ouvintes, não sei se não racharam nesse momento.
Voz D:São bons, né? São bons, né?
Alexandre:Masas Romena, 40 anos presente na sua mesa, presente na sua vida, colocando para gente O dia 17 de junho de 2026, dia do funcionário público aposentado. Um abraço a você, funcionário público aposentado. Muito obrigado pela sua jornada. E também hoje é dia do gestor ambiental. Todos nós somos um pouco de gestores ambientais, o nosso ambiente à nossa volta, né? A nossa, o nosso ambiente, a gente tem que ajudar a gerir. Boa tarde, Ivan. É óbvio que não é por aí, foi uma ironia, acredito que tu não tenha alcançado, assim como 8 em cada 10 brasileiros não alcançam.
Voz D:É uma ironia. Ah, que bom que eu estou na maioria. Eu estou na maioria. Que bom que tu está na maioria.
Rafinha Menegasso:Eu estou na maioria, pô.
Voz D:Eu estou na maioria, rapaz.
Voz C:Não é bobo, né?
Voz D:Não é bobo? Estou na maioria, se puder eu estou nos 8.
Alexandre:Cabeça aí, cara.
Voz D:Não vou ficar nos 2 para trás, eu não. Rapaz, para cima de mim não, hein, seu otário. Agora...
Alexandre:O nosso Petinho Básico de hoje, num oferecimento de Bravo, o gol de placa da nutrição do seu cão, é Milonga, Milonga é uma égua puro-sangue inglês de 3 anos da tutora Letícia, de uruguaiana. Coisa mais linda essa égua!
Voz E:Crescemos na parada!
Alexandre:Pô, crescemos muito na parada!
Rafinha Menegasso:A égua come ração de cavalo?
Voz E:Não, ela come arroz e feijão, Rafinha.
Voz C:Não, pode comer. Mas pior que existe arroz para cavalo.
Alexandre:Claro que existe!
Voz D:Igual o de cachorro. Mas então o cavalo assim, que pula, é legal. Tipo o balubê de rua, lembra?
Rafinha Menegasso:Desculpa, arroz e feijão?
Voz D:O quê?
Alexandre:O que tu come? Arroz e feijão, claro, óbvio.
Rafinha Menegasso:Não é que eu tava falando da égua, né?
Alexandre:Não, acho que a égua não come arroz e feijão.
Voz E:A carne de cavalo não dá pra comer, né?
Alexandre:Não, não, não, não estamos falando disso, cara, pelo amor de Deus.
Voz C:Pelo amor de Deus, cara.
Voz E:Na Itália eles comem carne de cavalo.
Rafinha Menegasso:Nós estamos aonde?
Alexandre:Uruguaiana, então? Milonga, então, é a nossa. Milonga é o nosso petinho básico de hoje. Obrigado aí por ter mandado a foto pra gente, Letícia de Uruguaiana. Nossa ouvinte aniversariante é Juliana Canozzi Bittencourt.
Voz D:Canozzi!
Alexandre:Juliana Canozzi Bittencourt é nutricionista de Porto Alegre, fazendo 44 aninhos.
Voz D:Parabéns!
Alexandre:Então saúde e prosperidade, Juliana Canozzi Bittencourt.
Voz F:Parabéns!
Voz D:Parabéns, Juliana!
Rafinha Menegasso:Você é o que você come.
Alexandre:Aniversariantes famosos de hoje no programa. Começando com o Kendrick Lamar, ele é rapper, fazendo 39.
Voz C:Felizmente um dos maiores rappers.
Alexandre:Tá aparecendo aí, me lembrou o Andrezinho que jogava no Inter.
Voz D:Wagner Love.
Alexandre:Ah, Wagner Love também?
Voz C:Os caras vão comparar o Kendrick e o Wagner Love.
Voz E:O Andrezinho é bem maior que o Kendrick Lamar.
Voz C:Ah, para.
Voz G:Eu também acho.
Voz D:Eu nunca vi os dois nu pra ter essa afirmação aí.
Alexandre:Não, não, é no tamanho de importância.
Voz E:Eu já vi.
Voz D:O Kendrick Lamar eu desconfio que seja um pouquinho mais conhecido que o Andrezinho.
Alexandre:Ah, não é? Fez gol no Corinthians todos os jogos do rebaixamento.
Voz C:O Andrezinho nunca apresentou a abertura do Super Bowl, né?
Alexandre:Ah, e gol na Semi da Copa do Brasil contra o Flamengo de falta, tá?
Rafinha Menegasso:Isso também, mas foi campeão.
Voz D:E fez gol com a perna quebrada.
Voz C:O Andrezinho foi.
Alexandre:Ó, Paulo César, seguindo com os aniversariantes antes que descambe. Nada vai me irritar hoje, nada. Depois do discorama que eu fiz hoje, nada vai me irritar.
Voz C:Então podemos botar no celebrador então.
Rafinha Menegasso:Qual foi a boa que tu tocou?
Alexandre:Todas, todas. Aliás, a boa que eu toquei, a boa Boa que eu toquei.
Voz C:Cazuza.
Alexandre:A boa que eu toquei, Berlin, take my birthday away, é boa. O resto é excelente.
Voz C:Excelente.
Voz E:Eu adoro quando ele fala inglês.
Alexandre:Rafael Sobis, ex-jogador de futebol, empresário, empreendedor, influenciador, fazendo 41 anos. Comentarista. Papai. Papai, marido, pai de família, fazendo hoje 41 anos. Parabéns e toda a felicidade do mundo para o Sobs.
Voz E:Chato, né? Ele é chato.
Alexandre:Chato?
Voz C:Por quê?
Alexandre:Tu acha ele chato?
Voz C:Sandrinha é gremista.
Voz D:Por que ele é chato, Sandrinha?
Voz E:Ah, porque às vezes o Sobs fica—
Voz C:Ele deu duas Libertadores.
Voz E:Não, não, mas ele é o chato.
Voz C:O que você quer demonstrar que é chato?
Alexandre:Todo mundo em algum momento é chato, Sandrinha.
Voz D:Até tu.
Voz C:Claro que sim.
Alexandre:Todo mundo é. Todo mundo em algum momento é chato.
Voz C:Tu é gremista, Sandrinha?
Alexandre:Eu sou, claro.
Voz E:Não gosta de futebol?
Voz C:Claro, eu não gosto de futebol. Não entendi.
Voz E:Eu não gosto de futebol.
Alexandre:Ah, tá. Venus Williams, tenista, fazendo 46 anos.
Voz D:A mais velha.
Alexandre:A portuguesando é a Venus Williams.
Rafinha Menegasso:A irmã da Serena.
Voz E:King Richards, um dos grandes filmes de esporte dos últimos anos. Will Smith faz o pai das irmãs Williams e é muito massa.
Voz D:Quem caiu aí?
Voz C:O que aconteceu, Alexandre?
Voz D:Entrou no buraquinho errado, né? Ah, quando vai no buraquinho errado, dói, né?
Alexandre:Vai ter que alguma coisa ruim Eu conheço Rafinha Menegazzo e eu consigo ler o pensamento do Rafinha Menegazzo. Quando tu fala do Will Smith, o primeiro gatilho que disparou nessa cabecinha oca, vazia, miúda foi o Denzel. É óbvio, a única coisa que ele pensou foi: "Ih, o Denzel é maior que ele." Definitivamente não, né?
Voz D:Que? Definitivamente não.
Voz E:O Will Smith é maior que ele.
Alexandre:Mas é claro que não. Pelo amor de Deus, Rafael.
Voz C:Rafael, a gente vai te Pera, o telefone, ó.
Alexandre:Nós precisamos do telefone.
Rafinha Menegasso:Quem tá falando melhor? Eu tô dizendo tamanho do telefone.
Alexandre:Tamanho?
Rafinha Menegasso:Tamanho maior.
Alexandre:O Will Smith é maior.
Voz D:Quantos raps gravou o Denzel Washington?
Voz G:Bom?
Voz D:Nenhum.
Voz C:E o Will Smith solta os sons?
Voz D:O quê? O Will Smith cantando funk. Não, ele é legal. Não, não, não, não, tá maluco.
Rafinha Menegasso:Para aí.
Voz D:Tá de brincadeira comigo? Para aí.
Alexandre:Ele pode ser.
Voz D:Ele tem o jagadá que é free ball.
Alexandre:Ele é um ator 7.
Voz D:Não, não, não, não.
Rafinha Menegasso:Ele é ator 7.
Alexandre:Só com isso aqui ele ganhou mais dinheiro que a gente vai ganhar em 50 vídeos!
Rafinha Menegasso:Lá lá lá lá lá lá... Ah não, essa sim é do caralho!
Voz D:Não, mas essa é do caralho! E aqui?
Alexandre:Só com o Men In Black— não vou nem falar do Men In Black agora.
Rafinha Menegasso:Essa assim é legal, sete vezes só.
Alexandre:Mas ele é um astro do filme e além de ser o astro do filme ele compôs a trilha sonora!
Voz D:Bad boys bad boys, my soul!
Alexandre:É correto admitir querer maior que o Denzel?!
Rafinha Menegasso:Poder falar, os quatro estão falando.
Voz D:A série dele, O Maluco no Pedaço, o motora do táxi, sou eu, Quincy Jones.
Alexandre:Você fala, eu não conheço isso, mas se tu diz, eu acredito.
Voz E:O Maluco no Pedaço, séries de todos os tempos, tá aí, tá aí.
Voz D:E o Quincy Jones é o cara que faz só ali uma pontinha de figurante.
Rafinha Menegasso:E aí, e aí, o Corke, a polícia vem aí, tem aquele ator também faz um monte de blockbuster. Nós estamos falando de coisa pica. Denzel 10 vezes maior em outra coisa. Will Smith fraquíssimo, fraco de cabeça, um corte do Denzel Washington.
Alexandre:Aí, aí, aí, aí, espera da felicidade, pois é, a procura da felicidade.
Voz D:Pô, baita, esse filme é foder, meu.
Alexandre:Ele é grande demais, faz comédia.
Voz E:Eu sou a lenda, eu sou a lenda. Baita filme também.
Voz D:Ah, Hitch, o parceleiro amoroso é legal. Eu sou, eu sou, eu sou. Medium is the Preto, o peru já é do caralho.
Rafinha Menegasso:O Hancock é ruim, Hancock é ruim.
Alexandre:Olha só, olha só, tá encerrado o assunto. Tá encerrado o assunto. Will Smith é muito maior que Denzel Washington. Tá encerrado o assunto.
Rafinha Menegasso:Vem e-mail, né? Vem e-mail.
Alexandre:Claro que vai vir, claro que vai vir.
Voz D:O King Richard que eu falei é baita filme. Ele ganhou o Oscar.
Alexandre:Vamos em frente, velho, que fica gravado. Vamos em frente.
Voz D:Ele não é velho.
Alexandre:Não vamos em frente então. Vamos em frente, vamos em frente. Ele faz um filme dentro dos aniversariantes famosos do dia 17 de junho. Ainda temos o Chico Pinheiro, Chico Pinheiro, jornalista, fazendo 73 anos hoje. Também gosto dele.
Rafinha Menegasso:Tava doente, ele ouvia na UTI do hospital a música do Zeca Baleiro, bem emocionado. Tem uma entrevista muito legal, ele, Zeca Baleiro. Sim, ele passou um perrengue, esse cara é bem legal.
Alexandre:Ah, não tô ligado, eu gosto dele.
Voz E:Ele tá bem agora, tá bom, atleticano.
Alexandre:Tá bem, tá bem. O cantor Barry Manilow está fazendo 83 anos hoje, exatamente, o cara do Copacabana, entre outros, entre outros mega dos anos 70 e 80. Barry Manilow. Barry Manilow. Muita gente fala Barry Manilow, mas é Manilow.
Rafinha Menegasso:Talvez eu conheça a música.
Voz D:Não, música tu conhece.
Alexandre:Não identifiquei ele. Uma vez eu tava passeando por um parque da Universal, Universal, na Disney, em Orlando, e aí tinha uma casinha lá que vendia marguerita e drinks e tal, e tinha um cara cantando, era o Barry Manilow. Do nada, do nada, tava ali. Acho até que a casinha era dele.
Voz D:Tem que ser, né?
Alexandre:Tá ruim para ele. Vamos em frente com os aniversariantes famosos. Arlete, maravilhosa Arlete Sales, atriz brasileira fazendo 88 anos. Quem?
Voz C:Dona Coppélia.
Alexandre:Ah, eu já não sei. Toma lá da cá.
Voz D:Ela foi casada com o Tony Tornado também.
Rafinha Menegasso:Ela tava na última novela, Três Graças, né? A mãe da Grazi Massaferro.
Voz C:Quais eram as graças?
Alexandre:A Maria da Graça, a filha da Maria da Graça e a avó da Maria da Graça. E por último, mas não menos importante, aliás, extremamente importante nesta lista, está ele, é estilista, comunicador, maravilhoso, E tudo mais que tu quiser colocar nessa conta. Clodovil Hernandes, olha meu amor, eu tenho certeza que você sente falta de mim, não é?
Voz C:Cadê teu helicóptero?
Alexandre:Caiu, não viu?
Voz E:Não vi.
Voz C:Por que falta?
Alexandre:O primeiro que morreu, cara, ele morreu em 2009, cara. Um dos caras mais inteligentes do Brasil, cara.
Voz D:O cara legal, senador.
Alexandre:O Clodovil era senador pra caralho, cara.
Voz C:Foda.
Alexandre:Se tivesse 10 Clodovil hoje no Senado, no Congresso, coisa parecida, o Brasil ia ser diferente.
Voz D:Que fez o pânico acontecer, né? Que é o primeiro boom deles, é a Sandália da Humildade. Lembra que eles patrociniam? E aí tinha cago, tinha não sei o quê mesmo.
Voz C:Lembra quem foi a segunda vítima da Sandália da Jô Soares, o Jô que daí dá treta com carioca.
Voz D:Isso! Baita!
Alexandre:Clodovil Hernandes faria hoje 89 anos e foram estes então os destaques. Destaques, aliás, os aniversariantes.
Voz D:Ah é? Nem abrimos ainda.
Alexandre:Dentro dos destaques, meu irmão, que vem para Massas Romena, 40 anos presente na sua mesa, presente na sua vida. Projeto permite tirar carteira de motorista aos 16 anos. Calma lá, calma lá, que não é só isso.
Voz G:Abre aí.
Voz E:A Câmara tá analisando o projeto de lei que permite que jovens de 16 anos possam fazer a sua primeira habilitação provisória e consequentemente dirigir sob a supervisão de pelo menos uma pessoa dentro do carro com mais de 18 anos.
Alexandre:Ah, dentro do carro, dentro do carro, com a carteira definitiva. Só uma comparação: nos Estados Unidos, a criança, né, adolescente, a criatura, pode dirigir sozinha já aos 16.
Voz C:Claro que é, todo mundo aqui aprendeu a dirigir antes dos 18, com toda certeza.
Rafinha Menegasso:6 anos de idade eu já dirigi.
Voz C:Eu tinha 12 anos, meu pai me ensinava a dirigir já.
Alexandre:Não, 12 anos, tá mentindo. 12. Ah, 12, tá.
Voz C:Eu não sou mentiroso, Alexandre.
Alexandre:Não, não, desculpa, eu entendi 2.
Voz C:Um pouco sim, mais ou menos, né?
Voz E:Safadinho.
Voz D:Vamos ser pró aqui, não pode virar hipocrisia aqui agora.
Voz E:Logo, logo contigo, mas de vez em quando vem.
Alexandre:Tá, mas olha só, bom, continue aí.
Voz E:O projeto ainda tá sujeito à aprovação do plenário, ainda vai tramitar e precisa também ser aprovado pela Comissão de Viação e Transportes Tá com Constituição e Justiça, ou seja, Brasil tem possível, ainda tem água para rolar. Mas tudo leva a crer que a gente vai começar a debater isso no próximo ano, certo? E a gente pode sim ter jovens, e não tem aquela, ah não, mas eu sou emancipado. Não, não, é para todo mundo.
Alexandre:Eu acho que eu gosto disso, que o jovem tem que dirigir cedo já para ajudar o idoso, mas o jovem também tem que ser responsabilizado por tudo que ele causa. É, então se o jovem já pode votar aos 16 anos, se o jovem já pode dirigir aos 16 anos, e com 16 anos dirigindo o jovem está suscetível à triste situação de atropelar e matar alguém por alguma inconsequência, o jovem também tem que ser responsabilizado criminalmente por qualquer atitude que possa vir a cometer. Não é brinquedo, não é brinquedo.
Rafinha Menegasso:Exatamente. Roubar uma galinha, ele tem que ser responsabilizado.
Voz D:Mas assim, ó, o comentário político de Rafael Bacchetti é inacreditável.
Alexandre:Tu entende a profundidade disso?
Rafinha Menegasso:A gente não pode relativizar as coisas, tem razão, Alexandre.
Voz D:Ele acordou muito cedo hoje.
Alexandre:É muito difícil, né?
Voz E:Cara, nada vai me tirar do sério.
Alexandre:Eu tô tranquilaço, nada vai me tirar.
Voz C:Eu duvidei. Nada, nada vai me tirar.
Voz D:Mas tu quer já com 16 16 anos que o jovem já possa tomar a cana?
Rafinha Menegasso:Se ele atropelar alguém, tem que tomar.
Alexandre:Se ele fizer por isso, se ele matar alguém, se ele fizer alguma coisa que com 18, 19 anos colocaria na cadeia, sim, quero.
Rafinha Menegasso:Vou te dar um exemplo agora, falando sério. Galinhas. Aquele, não, não, aquele caso lá da escola que os garotão tudo menor de idade ferraram com uma adolescente lá. Qual é a penalidade desse jovem ali? Ele responde em liberdade porque tem que ter um adulto ali para estar junto com ele. Mas ele teve a cabeça de articular entre 4 e 5 e ferrar uma vida de uma adolescente. Como é que fica essa guria? Ah, mas daí ele vai dirigir. Bom, se ferra, fez uma merda, tu vai pagar como adulto.
Voz D:É isso.
Alexandre:E tem também a questão do— é difícil falar sobre isso porque é uma polêmica, né? Mas é que é o seguinte, cara, se tu tem capacidade Se dentro de ti existe o movimento para tu matar alguém, fazer mal para alguém, cometer um crime, seja um crime nos níveis de crime existentes, tu tem que estar apto a pagar por isso. E outra, o adolescente de 16 anos que não é punido pelo crime que ele cometeu, com 19 ele vai cometer um crime ainda maior. Porque ele aprendeu que não, posso fazer, não vai dar nada.
Rafinha Menegasso:Ele pode fazer tudo que ele quer e não tem consequência.
Alexandre:É isso aí, então é um debate que eu acho que tem que ser levado muito a sério pela sociedade e pelas pessoas que legislam no país.
Voz D:Basta tu investir, basta, é muito simplista da minha parte, mas se lá debaixo a gente investir na educação, a gente economiza em segurança.
Alexandre:Mas aí vão ter que viver umas vidas ainda, né?
Voz F:Na educação vem de casa.
Alexandre:Aqui nesse país educação não é prioridade, né?
Rafinha Menegasso:Eu sei que educação vem de casa, mas Se teu pai, tua mãe não te reprime de uma cagada que tu fez, por melhor que seja a escola, não vai mudar a cabeça desse cara.
Alexandre:Concordo contigo, que vem de casa. Isso vem de casa.
Rafinha Menegasso:Tu aprende na escola, educação tu aprende em casa.
Voz D:Eu tô falando no geral, educação como aprendizado, para tu ter como instrumento, como uma ferramenta de dar oportunidade para as pessoas e tentar evitar que aquele cara não caia no mundo do crime.
Alexandre:Educação, cultura, esporte.
Rafinha Menegasso:O mundo do crime não é uma questão social.
Voz D:O cara pode ter grana e ter a cabeça Eu sei disso, eu sei, porque a gente vê os caras aí com estudo, com faculdade, mas eu tô pegando lá de baixo, o cara que comete o pequeno assalto, o cara que vai lá e faz o tráfico de droga.
Alexandre:Isso aí, mais profundo, o cara que rouba chocolate com 12 anos no supermercado. É isso aí, é isso aí, entendi.
Voz D:Eu tenho que dar uma oportunidade para esse cara, porque se eu não der uma oportunidade para esse cara, ele vai ver o amiguinho do lado com tudo e ele com nada. Ele falou assim: pô, mas a verdade é que é mais fácil.
Alexandre:Eu tenho que fazer pelo menos, mas é mais curta.
Rafinha Menegasso:Mas por isso que eu acho que em casa também é determinante, cara.
Voz D:Não tem nenhuma estrutura dentro de casa, ele não tem uma família. A gente está aprofundando demais o debate, mas para mim a educação, ela tem que— eu tenho que dar chance para todo mundo. Se o cara depois ele não vai querer pegar essa chance, vai ele querer migrar para o mundo do crime, pelo menos, entre aspas, tu lava as tuas mãos.
Alexandre:Bom, eu dei, eu dei as oportunidades, não quis pegar.
Voz D:Eu sei que falar é muito fácil, cagar uma tese é muito fácil, mas alguma coisa a gente tem que fazer.
Alexandre:Que na prática a teoria é outra. Com certeza. Vamos em frente com os destaques do Pretinho. Inglês que ia cruzar o oceano com um barco de 1 metro arregou. E mais, pediu socorro.
Voz D:Aí fica feio, tipo o padre dos balão, né?
Voz C:Mais ou menos.
Alexandre:Mas esse não arregou, né?
Voz D:Não, mas ele lá em cima ele fala: como é que usa GPS, porra?
Rafinha Menegasso:Não arregou, tem que arregar mesmo com esse barco.
Alexandre:Não faz, fala com esse barco, eu não falo com nenhum.
Voz E:O Benwell disse que com 32 anos queria bater o recorde da travessia do Atlântico com o menor barco do planeta. Ele fez com as próprias mãos um veleiro de 1,2 metros.
Voz D:Ah, caralho!
Rafinha Menegasso:Ele queria ir bobsleigh.
Voz E:Depois de 2 dias de partir do porto de St. John, na costa leste do Canadá, onde ele pretendia ir até a Inglaterra de barco cruzando todo o oceano, Ele acabou chamando a guarda costeira através do rádio alegando problemas técnicos no seu barco.
Alexandre:Mayday, mayday!
Voz D:Fudeu, fudeu, fudeu, fudeu!
Voz C:Isso é coisa de rico, cara.
Voz D:Fudeu, fudeu, fudeu, fudeu, fudeu! Rapidamente! Galera, galera, deu merda, deu merda!
Voz E:A guarda costeira chegou nele, o resgatou. Ele quis pegar o barco porque ele disse que teve alguns problemas no barco que ele queria consertar.
Voz F:Sim, o barco.
Voz E:E a guarda costeira disse: isso não é um barco. E tá, guarda-costeira não recolheu o barco.
Rafinha Menegasso:Olha, até eu sei que aquilo ali não é um barco.
Voz E:O mesmo, a deriva, mesmo que ele coubesse.
Voz C:Vê se o pobre faz isso aí no resgate.
Voz D:Tu vê que isso aí, cara, para quem tá no rádio, o pobre não vai fazer isso aí.
Voz C:Não, não, o cara só quer comprar carne dele, fazer um churrasquinho no final de semana. O cara tá procurando uma coisa para se incomodar.
Voz E:Deixa eu te falar, o rico excêntrico tem que acabar.
Alexandre:O rico excêntrico, ele vai pegar o iate dele de 27 pés de 36 pés e vai para dentro do mar, vai para dentro do oceano fazer a vida. É, esse cara que construiu esse troço, ele não é rico, ele é chato, ele é, ele é o, sabe quem ele é? Ele é o idoso aranha, ele é o idoso aranha que vai lá, constrói a embarcaçãozinha dele que não ia durar 10 km dentro d'água, ele ia afundar com essa porra aí.
Voz D:Tom Hanks, o náufrago, ele não fez isso não.
Alexandre:Ah, eu sou rico e milionário, ok, então eu vou pegar meu iate de 68 pés e vou cruzar É o cara que é mais rico que isso.
Voz D:Mas eu vou te dar um contraponto do rico excêntrico. Lembra daqueles caras que entraram dentro do negócio e foram até o fundo do mar ver a parada de Titanic e morreram? É isso, morreram. Não precisa ir lá, não precisa. Exato, já filmaram.
Voz C:Olha, então lembra quanto custou?
Voz D:Um caminhão de dinheiro para morrer.
Rafinha Menegasso:Documentário do Amir Klink, entendeu? Mas tu vê que no documentário tem vários indícios que tu não tem que entrar naquilo ali, pois é, porque o troço era pilotado com joystick de videogame—
Alexandre:informação, tudo leva a crer que o Andrew Bedwell não é rico.
Voz E:Ele é um navegador, que conserta barcos também, fabrica velas para embarcações.
Voz D:Mas ele fez um baita—
Voz E:ele financiou seus projetos. Não é a primeira vez que ele viaja numa pequena embarcação com crowdfunding. Ele Fácil, com patrocínios, doações e recursos próprios. Ele constrói seus próprios barcos para patrocinar as aventuras dele.
Voz D:Não tem necessidade nenhuma de fazer isso aí. E o pior, né, vai ter que ir, vai. Isso, zona merda, abisdeal. Exato, né?
Alexandre:Ó, último destaque aí, meu querido. O site afirma que é difícil discordar disso aqui. Até vou botar É difícil discordar. Peraí, vamos aqui.
Rafinha Menegasso:Uma música?
Voz D:Isso, é uma música.
Voz E:Não, ele foi pesquisar no servidor.
Voz C:Poderia ser uma vinheta, né?
Rafinha Menegasso:Poderia ser uma trilha, né?
Voz D:Isso, discordaram.
Alexandre:Site afirma que Smells Like Teen Spirit é a melhor música dos anos 90. Eu discordo. Não tem como, não tem como.
Rafinha Menegasso:Não, não, não é a melhor, é uma das melhores.
Alexandre:Não tem como, não tem como.
Rafinha Menegasso:É a número 1 pra ti?
Voz C:É a número 1 pra mim.
Rafinha Menegasso:Pra mim não.
Alexandre:É a banda número 1, o disco número 1 e a música número 1?
Voz G:Não.
Alexandre:Qual é que é a melhor então?
Rafinha Menegasso:A batida dos anos 90, Pearl Jam, do primeiro álbum.
Voz D:Pior que isso é muito bom.
Alexandre:Qual música?
Rafinha Menegasso:Ah, daí tem várias.
Alexandre:Não, uma, uma, uma.
Rafinha Menegasso:Do Pearl Jam, nessa batida, Even Flow.
Alexandre:Vamos ouvir. E eu vou te provar. Vamos ouvir.
Rafinha Menegasso:Não, não, mas ele tá perguntando na minha opinião.
Alexandre:É que na tua opinião não nos interessa. Interessa é a pesquisa.
Rafinha Menegasso:É grosseria, vai à tua opinião.
Alexandre:Eu vou com a pesquisa.
Voz D:Mas tu sabe que ele pode pegar, escrever uma matéria e botar no site da Atlântida e o Pretinho Básico do Acre dá notícia baseado em quê?
Rafinha Menegasso:Não, e eu boto por diante primeiro, ele vai no segundo.
Voz C:Mas já tem um monte de lista aí que não tá em primeira, né? Não.
Voz D:Pois é.
Alexandre:Abre pra nós essa, Rafa Gomes.
Voz E:A revista Classic Rock fez uma eleição. Rock Classic. Clássico. E decidiu que a música clássica do Nirvana é a maior de todos os anos 90. E eles justificam de vários, de várias formas. Primeiro, eles afirmam que de uma só vez o metal, o rock e o indie foram irrevogavelmente alterados, nem sempre para melhor, mas que foi uma mudança ara de estilo de 3 gêneros. Além disso, ela tem uma introdução mais reconhecível do que qualquer outra com menos de 35 anos no mundo e tá no mesmo nível de clássicos do rock como Back in Black e Smoke on the Water, para quem é mais velho. Além disso, eles também destacam que é esta música que derruba Michael Jackson do topo das paradas musicais no mundo todo.
Voz D:O Michael não tem nada bom nos anos 90.
Voz E:De quebra, eles conseguem liderar uma coisa que era muito rara.
Alexandre:Desculpa, como não, cara? Tem Black or White, Black or White do Michael Jackson.
Rafinha Menegasso:Legalzinho, legalzinho.
Alexandre:Michael Jackson, cara, é dos anos 90. Ah, para, cara.
Voz D:É melhor que alguma dos anos 80?
Voz G:Muito!
Voz C:Não, é melhor que várias. Pode ser mesmo.
Rafinha Menegasso:É melhor que Beat It?
Voz D:Não é melhor que Beat It.
Voz C:São propostas diferentes.
Alexandre:Não é maior. Eu vou procurar, mas eu queria trazer só uma informação, Gomes, para corroborar com a pesquisa. Rafinha Menegazzo que falou que Even Flow do Pearl Jam é maior que Smells Like Teen Spirit. Vamos para o número de players, de plays.
Rafinha Menegasso:Sabia que tu ia fazer isso.
Alexandre:Mas é que não tem outra coisa para medir.
Rafinha Menegasso:Mas é que é muito recente, né?
Alexandre:E aparece em muito mais pesquisa o Nirvana hoje Então tu mesmo tá dizendo, cara, deixa eu te falar uma coisa, não adianta a tua opinião querer bater os dados e contra dados não argumentos. 876 milhões de plays tem Ivan Flow, 876 milhões de plays, é muita coisa. Não sei, não pesquisei sobre posição, pesquisei sobre play. Nirvana smells like teen spirit. Quanto é que tem Ivan Flo, Rafinha?
Rafinha Menegasso:Tô acabou de dizer, amor.
Alexandre:Quanto tem?
Rafinha Menegasso:Quase 1 bilhão.
Alexandre:Não, 876 milhões.
Voz F:This episode is brought to you by Google Chrome. You think you know a browser, but Gemini in Chrome, that's new. It can help you with practically anything on the web, like restoring a vintage motorcycle from a 50-page restoration blog, or finally break down that long article you've had open for weeks. GEMINI in Chrome is here for it. Ready to make anything online make sense? There's no place like Chrome. Check responses, setup required, compatibility and availability varies, 18+.
Voz D:So good, so good, so good.
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Voz D:Matar?
Rafinha Menegasso:Não tem que matar ninguém, mas eu acho uma puta de uma música. Foi a opinião pessoal do Rafael, foi isso que tá errado.
Voz E:Igual desde eu acho que eu vou precisar rever o programador da tua.
Rafinha Menegasso:Tá tudo bem, tá em primeiro lugar a rádio.
Alexandre:Já podemos estar em mais do que primeiro.
Voz E:E o último argumento da pesquisa, ele fala sobre o topo das paradas simultâneas Estados Unidos e Reino Unido, que era algo mais difícil difícil de acontecer nos anos 90, para não dizer bem difícil. E isso Nirvana também conseguiu fazer com esta música.
Voz D:Mas é porque é um trio muito bom.
Voz C:Qual?
Voz D:O Nirvana é um trio maravilhoso. Não era um trio, não era um trio, não, acho que eram 4. Não, começou no trio, era o Novoselic, depois entra o veterano, que é o que depois vai pro Vou te dar, não combina com Ivan.
Rafinha Menegasso:Informação, não combina, não combina.
Voz E:Informação, é um palhaço.
Alexandre:A música Beat It do Michael Jackson tem 1,9 bilhão de streams. Ok, 1,9 bilhão. Agora vamos procurar a música Black or White.
Rafinha Menegasso:Mais recente a música também, né?
Alexandre:Filme jovem não é levado a sério, fica muito atrás, muito atrás, com 528 minutos.
Rafinha Menegasso:O Beat It é muito mais clássico do que Black or White.
Voz D:Então eu ganhei, então eu ganhei.
Alexandre:Não, é que tu pegou Beat It para comparar. Compara com Man in the Mirror, por exemplo.
Voz E:Só comparei que o Michael Jackson é o Flamengo nos anos 80, campeão do mundo, anos 90 Pá, bons momentos, mas ele tem até aquela do Ludum, aquela do Ludum eles não aguentam.
Voz D:Mas é ruim, a dor do patê, eu sei personagem, mas desculpa, é ruim.
Voz C:É que isso aí é importante para nós, é they don't care about us. É do Brasil que é legal, ela só foi marcante porque era o Michael Jackson.
Alexandre:Eu quero dizer, 24 minutos para as duas, foram os destaques do Pretinho aí, irmão, para massas romena. Vamos dar uma girada na mesa. Rafinha, bota uma para nós aí, por favor.
Rafinha Menegasso:Trabalho com improviso. Boa tarde, pretinhos, meu nome é Lucas Vieira, tenho 30 anos, moro em Gaspar, Santa Catarina. Ouço vocês há 18 anos, sempre curti muito programa, sou fã do Rafinha, mas ultimamente não dá mais para aguentar esse palhaço. Manese é chato demais, fica enrolando para contar droga de uma piada sem graça, estressa todo mundo, até os ouvintes. Estou pensando seriamente em abandonar vocês. Adoro o Gordo Léo, mas por favor, abandona o Palhaço Mayonese, ele vai prejudicar tua carreira. Um abraço para vocês, hashtag Adeus Mayonese.
Voz D:Eu acho muita grosseria.
Alexandre:Palhaço Mayonese, manda um recado para as criancinhas que estão te ouvindo neste momento.
Voz D:Estudem, é importante estudar.
Rafinha Menegasso:O que é?
Alexandre:Muito bom.
Voz D:Ouça o Elefante Letrado, que vai lhe ajudar a ter um vocabulário mais rico.
Alexandre:Que lindo!
Voz D:E o principal: não usem drogas.
Alexandre:Que lindo!
Voz D:Que faz muito mal.
Alexandre:Que lindo, Mayonesse!
Rafinha Menegasso:Parabéns!
Voz C:Que lindo! Olha, me surpreendeu, cara.
Alexandre:Agora uma piada, uma piada para criançada.
Voz D:2 rapazes estavam conversando e um deles perguntou: tu sabe quem é o Aristóteles? Aí ele disse: não, claro, tu não vai na faculdade. Aí ele perguntou: tu sabe quem é Michel Foucault? E ele disse: não. Claro, tu não vai na faculdade. Aí o cara irritado perguntou para o cara da faculdade: tu sabe quem é o Toninho? E ele falou: não. Toninho é o cara que come tominha enquanto tá na faculdade.
Rafinha Menegasso:Que bom para as crianças.
Voz C:Conhece o Toninho? Já nove, Jaguarão.
Voz D:Já nove, Jaguarão. Estou chegando, Jaguarão, me esperem aí que eu estou com a carta verde.
Voz E:Jaguarão tá muito feliz com tu ter trazendo tanta popularidade para cidade.
Voz D:Ah, estou esperando aí, eu sou exatamente o título de cidadão.
Voz E:É, a final do Soutouro não deu para dar pena, né?
Voz D:Ah, cagaram para mim, né? Talvez tenham se incomodado com as piadas para confaginar os outubros. E eu não tiro a razão dos mesmos. As de Anóvem já aguardam.
Alexandre:Vamos com tudo, vamos ver. Vini Moura, bota uma para nós aí.
Voz C:Vamos lá, fala, turma. Segue 3 perguntas aí. O ouvinte, ele tá mandando 3 perguntas para nos colocar em uma situação.
Alexandre:Não quero te interromper, mas já te interrompendo, é além de todo o estilo que tu já carrega, porque tu é um guri estiloso. Obrigado, bonito, estiloso, tá deixando o cabelo crescer, deixando crescer, ficando muito legal. Olha aí, obrigado, muito legal. Além de todo esse estilo que tu carrega, tu prefere usar o fone tipo assim como tu tá usando, não estragar o cabelo.
Voz C:Porra, Alexandre, exatamente, tu falou do cabelo e aí eu fui pesquisar os próprios músicos dos anos 80, como o próprio Michael Jackson na época do Jackson 5, quando do Jackson 5, Jackson 5, que que eu falei?
Rafinha Menegasso:Jackson Jackson 5.
Alexandre:Eles eram ou os Jacksons ou os Jackson 5.
Voz C:Obrigado pela correção, mas isso não é o mais importante que eu queria falar.
Rafinha Menegasso:Não é pra telheira do Michael Jackson, não é pra telheira.
Voz C:Esse ponto é que quando eles iam para o estúdio e eles estavam com Black Power, que não é o que eu tô agora, mas tô com o cabelo um pouco maior, eles colocavam o fone assim para trás justamente para não amassar o cabelo, porque não marcar o cabelo, claro.
Alexandre:E mais do que Isso, essa coisinha aqui que tem no fone de ouvido. Tiara. Como se fosse uma tiara, exatamente, que vai na cabeça. Como aqui na rádio nós somos muitos e todo mundo usa o mesmo fone, né, naquela posição tem um fone ali, tem um fone aqui, tem um fone. A oleosidade do cabelo alheio pega aqui na tiara e garra no cabelo do cara que tá usando fone depois.
Voz D:Mas tinha que usar aquelas toquinhas igual a de fritar pastel.
Alexandre:Tinha que usar, exatamente. Durante muito tempo aqui na Atlântida nós usamos, lá nos anos 90, cada um tinha o seu fone. É, eu cheguei a usar, mas é a balaca também do que tu é. Cada um tem o seu fone, cara, não precisa botar o teu. Tu bota as orelhas dentro do fone, onde eu vou botar minha orelha depois?
Voz C:O campo, né? E os fones são nossas chuteiras, como se fosse isso.
Voz D:Narrador de rádio no interior, cada um tinha sua espuminha. Nada é mais nojento que uma espuma de narrador de rádio.
Alexandre:Nada. Mas por isso que todo dia que eu chego aqui eu faço aqui, ó.
Rafinha Menegasso:Importante, né?
Voz C:Mas acho que tá bom.
Alexandre:Não, ainda não.
Rafinha Menegasso:Até trancar a mesa.
Alexandre:A mesa não vai trancar.
Voz C:Fala, turma, segue 3 perguntas aí para fazer para todo mundo da mesa. Vamos ver a opinião de cada um.
Alexandre:Pergunta Pergunta 1.
Voz D:Pergunta 1.
Voz C:Obrigado, irmão.
Alexandre:3 perguntas e a opinião de cada um em cada pergunta. Cada uma das perguntas.
Voz D:Ah, tá legal. One question.
Voz C:Vocês preferem a fama na cidade inteira de dar o rabo pra todo mundo ou nunca ter dado o rabo? Ou dar o rabo, mas ninguém ficar sabendo?
Voz E:Com certeza número 1, eu já tenho.
Voz D:Ai, que beleza que faz a gente.
Alexandre:Repete a pergunta, Mirian.
Voz C:Vocês preferem a fama na cidade inteira de dar o rap pra todo mundo e nunca ter dado rap, ou dar o rap, mas ninguém ficar sabendo nunca?
Alexandre:Porra, que coisa, hein?
Voz C:Ah, essa é difícil.
Voz G:Essa é complicada.
Alexandre:É difícil essa aí, cara.
Voz D:É uma situação.
Alexandre:Eu vou na número 1. Eu vou na 2. Eu vou na 2.
Voz C:Na 2?
Alexandre:Eu sou um hedonista, eu vou na 2.
Voz E:É que a 2 é tipo aquela, né? Pensa na mulher que faria tu largar teu casamento. Sei lá, Paola Oliveira, Juliana Paes, a número 1 do mundo. A Tereza ali da cozinha, pensa nela, tá?
Voz C:Acho que tu foi um pouquinho perto demais.
Voz E:Tu prefere que o mundo todo saiba que tu já te relacionou com ela e isso nunca ter acontecido, ou tu prefere te relacionar com ela todas as noites e ninguém nunca saber e nem acreditar?
Alexandre:Essa é muito fácil, né? Mas o que que tu prefere?
Voz D:Não, não, eu tô cagando pros outros, tô cagando pros outros, cara. E assim, ó, eu vou dizer uma coisa, tá? Agora eu vou pegar você, agora eu vou pegar você, agora.
Alexandre:Parabéns, parabéns.
Voz D:Essa aí não é a mesma, todo mundo, todo mundo. Segura até a parada aí, que se o cara deu o rabo, ninguém soube. Quer dizer que ele gosta do rabo ou não necessariamente?
Voz C:Não entra no mérito.
Voz D:Ah, tipo assim, deu uma vez e pá.
Voz C:É isso, é todo mundo ficar sabendo.
Voz D:É tipo Skylab, ninguém, ele não curtiu Tá, que ele comer uma vez e ninguém sabe.
Voz C:Mas escolhe um aí.
Rafinha Menegasso:Eu fui na 1.
Voz D:2, 2, 2, 2, 2, 2, 2. Tem que experimentar a vida uma só.
Voz E:Ah, eu vou na 1, já tenho a fã.
Voz D:É, o Gomes já tem, você nem devia ter nada.
Voz C:Tá, essa 2, a 2, a 2.
Alexandre:Segunda pergunta, vai.
Voz C:Segunda pergunta: vocês preferem chupar um picolé?
Alexandre:Claro, adoro.
Voz D:Com gosto, com gosto de manga, de beijo, ou uma manga com gosto de picolé? Cara, eu acho que eu tô na do picolé.
Voz C:Claro, uma ou duas.
Voz D:Começa com picolé, não com manga.
Voz C:Sabor de manga, acho que sim.
Alexandre:Eu vou na outra também, eu vou no picolé com sabor de manga também.
Voz D:O visual é pior.
Alexandre:É, vou na outra.
Voz C:O visual é pior que o gosto. A questão é visual.
Voz D:O cara chupar um cajego e tal, gostei de 1 litro, foda-se, não é tamanho. E o Magrão te olhando de baixo para cima.
Alexandre:É, tá bom, isso fica bom.
Voz E:Isso, e ele te olhando assim, dizendo: vai, olha no meu olho.
Voz D:Isso, olha, pega aquele, cai de boca no frutário.
Alexandre:Calma, gente, calma.
Voz C:A pergunta 3, ele diz aqui, pode fazer essa só para o Magnani.
Rafinha Menegasso:Opa, ainda bem!
Voz C:É só com sim ou não?
Alexandre:A resposta é sim ou não.
Voz C:É, tá.
Alexandre:Feta? Pois sim.
Voz C:Tu é a favor do posse de arma?
Alexandre:Do quê?
Voz C:Do posse de arma.
Alexandre:Posse?
Rafinha Menegasso:É só assim ou não?
Voz F:Não entendi.
Alexandre:Posse?
Voz D:Sou sim.
Voz C:Então pega na pistola.
Rafinha Menegasso:Aí merecia um amarelo mesmo.
Voz C:Agora vamos entrar no mérito.
Alexandre:Agora vamos entrar no mérito.
Voz D:Vamos esmiuçar.
Alexandre:Vamos esmiuçar.
Voz D:Vai, pistoleiro!
Alexandre:Quem me conhece sabe, e eu vou aproveitar aqui este espaço para dizer isso: eu defendo que todo o cidadão, em qualquer lugar do planeta, tenha o direito à defesa. Ponto, acabou. Ah, mas aí vamos para o porte. Não, calma, não é todo mundo que pode ter porte de arma. São coisas diferentes. Não é todo mundo que pode ir para rua com uma arma. Isso não. Defender família, Defender propriedade, cara. Eu sou a favor que a pessoa tenha o direito, o direito a proteger sua propriedade e sua família, sempre.
Voz C:Pezinho no terreno.
Voz D:Um abraço.
Voz C:E pede para o Ivan pedir se eu quero levar uma facada com privilégio. O Jean Ricardo, qual é o privilégio? Não sei, eu acho que ele quer misturar.
Voz D:Que loucura, o cara fez um feat só dele.
Voz C:Bom e-mail dele, bom e-mail.
Alexandre:11 minutos para as 2 da tarde. A gente vem falando já há um tempinho sobre a conta de adolescentes do Instagram, que ajudam os pais com uma coisa que não precisa de tradução, já que os adolescentes têm o próprio vocabulário. É o aura, é o farmaura, é o está suave, é o se pá e pararé chave, aquela coisa toda. Então a gente tem que limitar Controlar o contato dos adolescentes com desconhecidos, e o Instagram tá fazendo isso. Controlar os conteúdos que aparecem e até mesmo lembrar quando que tá na hora de sair um pouco da tela e viver a vida real offline. Porque adolescente quer isso, liberdade. Mas pai e mãe gostam mesmo é de paz e segurança. Contas de Adolescentes do Instagram, proteção para adolescente. Esportes e tranquilidade para os pais.
Rafinha Menegasso:Posso mandar abraço?
Alexandre:Pode, claro, mano.
Rafinha Menegasso:Quero mandar um abraço para um conteúdo muito legal que eu fiz hoje. Eu acho que o mais, um dos mais legais foi no Mini Mundo de Gramado.
Alexandre:Sério?
Rafinha Menegasso:Foi muito, tive lá de manhã mandar um abraço para Bárbara e para toda a equipe. Muito legal, o espaço é muito lindo, tá? Enfim, uma gurizada muito legal.
Alexandre:Mini Mundo, né, cara?
Rafinha Menegasso:É muito perfeita assim. A gente fez um conteúdo Bom, tem tudo a ver comigo lá, então em breve eu vou postar.
Alexandre:Sim, o Minimundo.
Rafinha Menegasso:Obrigado para o Miniman no Minimundo.
Alexandre:Miniman no Minimundo, perfeito. Pô, cara, por falar em abraço, tem que mandar abraço também para todo mundo que nos aborda na rua, né, cara? O cara: pô, manda um abraço lá para o Fábio da Ferragem Tony, manda um abraço lá para o Victor, não sei quem que é. Pô, um abraço para todo mundo, é difícil a gente ficar. Um abraço para a galera da garçonagem, os clientes frequentadores e também os proprietários proprietários do restaurante francês aqui de Porto Alegre, Le Bateau Ivre. Todo mundo nos escuta lá. Estive lá ontem, galera, show de bola.
Voz E:Foi ver a França, né, safado?
Voz C:Tu fez a francesinha?
Alexandre:Posso te mostrar?
Voz D:Eu quero ver.
Alexandre:Então depois do programa te mostro.
Rafinha Menegasso:Rapaziada no trânsito também, rapaz.
Alexandre:Então se você souber me permitir mandar esse abraço para aí, está mandado o abraço. Obrigado pela parceria, é queridíssimo.
Voz C:O carro a 150 na Ipiranga é o Rafinha, né?
Rafinha Menegasso:Não, não dá, aqui só pode andar 90.
Alexandre:Aliás, né, vale salientar como foi rápido, como foi eficiente, ligeiro o processo de colocação de Caetanos em Sinaleiras de Porto Alegre. De um dia para o outro, tem orçamento para fazer tudo Isso, tapar buraco não querem, né? Botar de volta a iluminação nas ruas, não, pô, isso não querem. O cruzamento da Ramiro, cruzamento da Ramiro com a Ipiranga ali não deu para fazer ainda. Puta, cara, sério, ainda tem a cara de pau de dizer que porra tá ficando boa. Para quem que tá ficando boa?
Voz C:Como é que é o nome do negócio?
Alexandre:É Caetano. Caetano, exato. Ele toca violão, não sei, não sei por que que é Caetano, mas é Caetano, de repente, obviamente eu sou é que mede a velocidade e o Caetano te dedura quando tu passa no sinal vermelho. Eu sou absolutamente contra o cidadão furar o sinal vermelho, absolutamente contra. Tem que ter fiscalização, tem que vigiar, tem que punir, seja com dinheiro, seja com o que for. Mas cara, somente quando tem prioridade, né?
Voz E:O apelido Caetano para quem avança sinal vermelho é algo gaúcho que surgiu nos anos 90, porque na época Caetano Veloso dava entrevistas e era associado a letras que criticavam comportamentos no trânsito. Então se criou a conscientização e a cultura popular de que o Caetano te deduraria se tu passasse o sinal vermelho.
Alexandre:Perfeito. Eu não sei se acontece com vocês, vocês não se revoltam quando vocês estão ali paradinhos na sinaleira, paradinhos na sinaleira? Às vezes a sinaleira dura 12 segundos, 14, 14, 30 segundos, 120 segundos, acontece, é de acordo com o fluxo, né, das ruas daqui. Mas vocês não se sentem uns otários quando tu tá ali paradinho na sinaleira e o carro do lado arranca no sinal vermelho e vai embora porque ele quer ir? Vocês não se sentem uns trouxa, cara?
Rafinha Menegasso:Que o tempo dele é melhor que o meu, de certo.
Alexandre:Ele vale mais, né? Vale mais.
Voz E:O trouxa é ele, eu fico olhando e torcendo: "Bah, vai dar uma merda, vai cair." Encontra o cara da outra sinaleira.
Rafinha Menegasso:Mas não é que daí esse cara que passa aí tá vindo alguém no sinal aberto só para dar uma porrada.
Alexandre:Exatamente, tá aberto o sinal para o pedestre e o cara atropela um pedestre na frente. Eu torço pelo ônibus na frente ali.
Voz C:Mas ele pode estar com gente que não tem culpa, né?
Alexandre:Eu torço sempre pelo ônibus.
Voz D:Mas pode estar uma criança no carro, é perigoso. A criança não tem culpa, é só adulto.
Alexandre:Então justamente, cara, se tiver a criança, mais um motivo a mais para tu obedecer a sinalização. Educação, obedecer a velocidade da via, obedecer o sinal vermelho.
Voz D:Ô nego, hoje tu falou só coisa importante. Vai a senador, nós fizemos campanha pra ti, eu e o Joel.
Alexandre:Já que tu me vê na política, eu tô louco, me interna.
Voz D:Vamos a senador pro Faxinal.
Voz C:Os documentos tão prontos, né?
Voz E:É que Faxinal é município, não elege senador.
Voz D:Exato.
Voz E:Quem elege senador é estado.
Alexandre:Quem sabe tu te elege vereador em Faxinal, começa tua carreira Vereador em Faxinal, depois vai a deputado estadual, talvez prefeito, deputado estadual.
Voz D:Eu vou ao Vorado, ao Vorado é vereador. Cuidado, já é a área de meu vice.
Alexandre:Então vai, não tem vice. Não tem vice, cara.
Voz E:Vereador não tem vice.
Alexandre:Vereador não tem vice.
Voz D:Quando ele sai, entra o outro, quem é?
Voz E:É o suplente.
Voz D:E quem que é o suplente?
Voz E:O suplente é um outro vereador.
Alexandre:Substituto chama, substituto.
Voz C:Não trabalham juntos.
Voz D:Pode ser, nego.
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Voz C:Where is Daredevil?
Voz D:I'm right here.
Alexandre:Don't miss the return of Marvel Television's Daredevil: Born Again. So what's next? I feel liberated. We're going to take this city back.
Rafinha Menegasso:Overmedicated.
Alexandre:In an all-new season now streaming only on Disney+.
Voz F:They're hunting us.
Alexandre:It's time we started hunting them. I can work with that. This should be tons of fun. Marvel Television's Daredevil: Born Again, now streaming only on Disney+.
Voz D:Agora na Atlântida, melhor é de elefante.
Alexandre:Elefante Letrado apresenta seu Palavra do Dia especial.
Voz D:É Copa do Mundo, amigo! Retumbante. R-E-T-U-M-B-A-N-T-E.
Alexandre:Retumbante refere-se a um barulho ou gesto estrondoso que ecoa. Sua origem é onomatopeica, o que quer dizer que a palavra escrita reproduz um som ou ruído natural de seu significado. No hino nacional aparece no trecho: "Ouviram do Ipiranga as margens plácidas..." Elefante Letrado, a plataforma de leitura das melhores escolas do país.
Voz E:Acesse Elefante Letrado nas redes sociais e descubra mais.
Voz D:Memória de elefante. Para mais curiosidades, acesse elefanteletrado.com.br.
Alexandre:Estamos de volta, 2 minutos para as 2 da tarde, com Pretinho Básico. Quero mandar um abraço e Agradecer o convite, mandar um abraço para a galera da comissão organizadora do Festival Nacional do Salame, que veio aqui nos convidar para participar da celebração da décima edição deste que é um dos maiores festivais gastronômicos do sul do Brasil. Vai acontecer dia 3 de julho a cerimônia de abertura oficial no Parque Municipal Lauro Bortolon em Marau, aqui em Marau, bem pertinho de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul. O evento tem uma programação completa nos dias 3, 4 e 5 de julho. Então tá aqui registrado o convite. Vou estar passando meu salame em você, só vocês. Ganhei esse salame da organizadora. Hoje a gente pode rachar, tem salame e copa.
Rafinha Menegasso:Olha, um pedaço do salame e a tabuinha ali, né?
Alexandre:Aliás, não tem coisa melhor que salame, copa, queijo e vinho.
Rafinha Menegasso:É verdade.
Alexandre:Segura aí, segura aí, segura aí, que aí hoje ainda na tarde nós vamos passar a faca nesse salame aí.
Rafinha Menegasso:Boa!
Alexandre:Vamos fazer aqui agora a escolha do craque do episódio deste 17 de junho de 2026. Um para as duas. Vini Moura, pode votar, irmão.
Voz C:Difícil hoje, jogo coletivo foi legal, tá?
Alexandre:Eu no teu tempo assim, quando quiser votar, só 4, só 4, tu tem 25% de chance de cada um para votar, né?
Voz C:Cara, eu vou votar, eu vou votar num cara que apareceu uma vez só, tá? Mas ele foi muito bem, que foi o Mayonese ali, o Toninho na faculdade, tá?
Alexandre:Beleza, boa piada, boa piada, boa piada. E tu, Mayonese, vai votar em quem?
Voz D:Eu voto em Fernando Collor.
Rafinha Menegasso:Teve umas que foi mais legais.
Alexandre:Por que que tu vota em Fernando Collor?
Voz D:Caçador de marajás.
Alexandre:E se hoje o Fernando Collor fosse candidato a presidente, tu votaria nele?
Voz D:Agora, bicho, claro que não, né? Não, porque ele confiscou o dinheiro da população.
Alexandre:Várias pessoas perderam a vida, quebraram, certo? Vai manter o voto nele então? Não, eu votaria entre os integrantes do programa Mayonesa.
Voz D:Eu votaria em ti, presidente.
Alexandre:Não, não, é, deixa eu te explicar. É, aqui é a eleição para o craque do episódio, o cara que melhor se destacou no programa. Quem tu acha que foi hoje?
Voz D:Gostei de você.
Alexandre:Gostou de mim?
Voz E:Eu acho que é a primeira vez que a gente explica a votação para o Maranhão.
Alexandre:Isso, não, tem que explicar.
Voz E:Acho que ele não sabia até hoje.
Alexandre:A primeira vez tem que explicar. Gostou de mim então no programa, na minha performance?
Voz D:Desculpa, eu não sabia. Não, conta comigo, eu sou muito Tem que cuidar, porque vem as eleições e eu perco o eleitoral. Não posso falar meus candidatos.
Alexandre:Não pode falar teus candidatos.
Voz D:Esse ano são muitos. Então votou em mim. Leve seus idosos com a colinha.
Alexandre:Votou em mim. Não pode levar colinha. Levou em mim? Votou em mim? Claro que votou em mim. Votou em mim?
Voz D:Como não pode levar colinha?
Alexandre:Votou em mim?
Voz D:Votei em você.
Alexandre:Votou em mim, muito obrigado. Tá, a Vini votou.
Voz C:Eu voto no Maranhão.
Alexandre:A Onésima votou em mim. O Gomes vai votar em quem, Gomes?
Voz D:Em ti, Alexandre.
Alexandre:Em mim?
Voz D:Por quê?
Voz E:Porque tu avisou que não ia perder a paciência. Acho que tu conseguiu.
Alexandre:Não perdi, né?
Voz E:Vim bem.
Voz C:Foi na trave, a controvérsia.
Alexandre:Não, vim bem, vim bem. Obrigado, totalmente de boa hoje.
Voz E:A gente se esforçou para tu perder, tu largou com todo mundo amarelado.
Alexandre:Isso é verdade, todo mundo amarelado. Mas tô tudo bem hoje, cara, tô feliz, tô vivendo um dos melhores momentos. Agora vou meter um salame na tarde. Abre teu salame, vai votar em quem, Rafinha Menegazzo?
Rafinha Menegasso:A regra de anular voto não dá mais, né?
Alexandre:Como assim anular? Tu quer anular o voto?
Rafinha Menegasso:Pode anular. Não tem como votar em vocês, dizendo que Will Smith é maior que o Denzel Washington. Tá bem. Meu voto não— vocês não merecem meu voto.
Alexandre:Tá bem, querido, a gente aceita. É isso, tranquilo. Esperamos.
Voz E:Por essa regra, eu nunca mais voto em ti, por tu achar que o Denzel Washington é o maior de todos os tempos.
Alexandre:Deixa, cada um, cada um.
Rafinha Menegasso:Quando for algo que todo mundo concorda, tu tem teu direito.
Voz E:Todo mundo concorda que o Denzel Washington não é o maior ator de todos os tempos.
Alexandre:Cada um nada onde não dá.
Rafinha Menegasso:Quem falou que ele é o maior ator de todos os tempos? Eu estou fazendo comparativo com o Will Smith. Deixa, eu acho muito maior que o Will Smith, na tua opinião. Foi eleito pela New York Times o maior ator do século 21.
Alexandre:Na tua opinião?
Rafinha Menegasso:Não, não, isso é pesquisa, como tu gosta de trazer.
Alexandre:Olha como ele fica—
Rafinha Menegasso:não, eu já fico putinho.
Alexandre:Olha como ele fica putinho.
Voz E:Ele fica bem Sandro, né?
Alexandre:Brigar por coisas que impactam a tua vida todo dia.
Rafinha Menegasso:Eu brigo todos os dias, mas eu brigo em silêncio. Ninguém precisa saber dos meus problemas. Posso votar?
Alexandre:Pode.
Rafinha Menegasso:Vou votar no Vini. Eu gostei daquelas perguntinhas lá.
Voz E:Ele cagou todo o Matheus e votou. Eu gostei.
Voz C:Ele lembrou ele lembrou algo. É que ele tá iludido. Ele lembrou do meio da tese dele.
Voz D:Ah, que legal, gostei!
Alexandre:Hoje de manhã eu fui na Ferragem Tony comprar uma tinta spray preta, preto vinílico. Fui comprar lá, precisava pintar um negocinho lá, fui comprar uma tintinha spray. E aí um cara que tava lá na Ferragem também falou: tu não aguenta mais, né, Magnélio? Fala a real, tu não aguenta mais, né? Eu não respondi para ele na hora, eu vou responder aqui: sim, eu não aguento mais. Eu não aguento Não aguento mais. Já voltou, já entregou. Vou votar também no Vini Moura. Vou votar no Vini Moura porque tá me pegando muito essa coisa do estilo do Vini Moura.
Rafinha Menegasso:Não, mas é performance no programa, não é estilo.
Alexandre:É que o estilo acompanha a performance. Quanto mais estiloso tu tá, mais tu performa.
Voz G:Autoconfiança, né?
Voz D:Quantas vezes tu beijou na boca só por causa do estilo?
Alexandre:Autoconfiança, autoestima. Tu tá com uma autoestima muito legal, não te perde na tua autoestima.
Voz C:Não, não dá para se perder com elogios. Exatamente, tem que ser humilde.
Rafinha Menegasso:Vai, então tá fodido mesmo. Nós temos que fazer o balanço, né? Tu elogia, um critica, o cara vai na média.
Alexandre:Aí o cara que vai ser elogiado ou criticado vai entender o que que é melhor para ele, atender o elogio de quem elogiou ou a crítica de quem criticou. Geralmente quem me critica tá pior que eu, tá?
Rafinha Menegasso:Mas todos Nós estamos pior que tu aqui, isso é fato.
Voz C:Não, ele tá falando meio que do geral assim.
Alexandre:Não, não, não, tu não entendeu, vocês não alcançaram. Vamos ficando por aqui, vamos voltar logo mais às 6 da tarde. Volte conosco para mais um Pretinho Básico. Obrigado, boa tarde de quarta-feira para você.
Voz F:Tchau!
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