Pretinho Básico | 28/09/2026 13h
Perdeu o Pretinho Básico das 13h no ar? Tá na mão. ☕
De segunda a sexta, o PB vai ao ar às 13h e às 18h na Rádio Atlântida com transmissão ao vivo em www.youtube.com/@atlantida_tv
Aqui no Spotify, você encontra as duas edições para ouvir quando e onde quiser.
Agora dá o play e vem rir, comentar as notícias do dia e acompanhar as histórias de ouvintes, debates e convidados que fazem do Pretinho Básico o maior podcast de humor do Brasil.😎
Alexandre Fetter
Léo Oliveira
Natan Nunes
Porã
Rafinha Menegasso
Rodrigo Adams
- Reflexões sobre a vida, paternidade e a importância de valorizar os paisemail de ouvinte sobre a perda do pai·responsabilidade de ser o homem da casa·gravação de conversa com a mãe·descobertas sobre a vida dos pais
- Homem passa mal em motel com amigo e liga para esposaincidente em Torres·esposa ajuda o marido·caso viraliza no WhatsApp·hipóteses sobre o ocorrido
- Hóspede vende móveis de casa alugada pelo Airbnbincidente em Criciúma·venda de eletrodomésticos e móveis·proprietário recupera itens·polícia investiga o caso
- Aniversariantes do dia e destaques históricosHilary Duff faz 39 anos·Guta Strasser faz 54 anos·Patrícia França faz 55 anos·Roberta Miranda faz 70 anos·Amaury Júnior faz 76 anos·Tim Maia faria 84 anos
- Imagens íntimas falsas criadas por inteligência artificialum em cada cinco brasileiros teve contato·criação de OnlyFans e Privacy falsos·chantagem e comercialização de imagens·aumento da conscientização sobre violência
Olá, Alexandre Fetter. Olá, olá, muito boa tarde, amigo e amiga ligados na Atlântida, geração de conteúdo inteligente do sul do Brasil para o mundo inteiro. Estamos chegando, 1 hora e 3 minutos, com o primeiro shot de pretinho básico deste 28 de setembro de 2026, com os Biscoitos Zezé Carinho, que vem de família há 58 anos. Já cumprimento a mesa nesta tarde de segunda. Muito boa tarde, muito boa semana para Rodrigo Adams.
Muito boa tarde, ótima semana para a gente.
Gente, Peter, coisa linda! Stock Center, preço baixo com um toque a mais. Léo Oliveira, e aí, meu querido, como é que você está, garotão?
Tudo bem?
Tudo ótimo, tudo lindo, tudo ótimo. Banrisul, cofrinho da conta Banri Way, invista e ganhe até R$100 de cashback. Tá falando com ele, Rafinha Menegazzo.
Boa tarde, Alexandre, boa tarde para nossa audiência.
Como é que tá?
Excelente, cara, excelente. Tô vindo do médico agora pela manhã, fui no médico buscar o meu. Não, Não, próstata tá tudo bem. Eu fui buscar o meu atestado de burnout, né, para socar no rabo de vocês. Não me deu, é teu público.
Ah, então ele anotou.
O meu médico é teu público, cara.
Todos os médicos amam o médico.
Inacreditável. Ele falou, vai lá, aguenta no osso, porque os cara tem que trabalhar para me fazer rir. Eu não acreditei quando ele me disse isso, mas tá tudo certo. Vamos junto, The Best Açaí, porque o melhor açaí é o do seu jeito. Eu não sei quem é que liberou, mas ele tá de volta. Fala, Olá, Poranzinho, muito boa tarde ao colaborador Porã.
E aí, Alexandre, amigos da mesa, como é que é, Poranzinho? Tudo bem, Alexandre? Tá muito difícil lidar com o apocalipse, mas eu tô de volta, cara. É muito desgastante viver o apocalipse. Eu nunca pensei que eu fosse viver isso, Alexandre, mas continuamos atirando mesmo sem munição.
Muito bom, Poranzinho, muito bom te ter de volta. É isso aí, boa, obrigado por estar aqui, Poranzinho. Salve aí, meu querido Natan Nunes. Nunes, tudo bem, Natan?
Fala, Alexandre, tudo certo? Tudo legal.
O que que aconteceu com o nosso querido Rafa Gomes? Ah, teve problemas particulares, problemas particulares, mas tá tudo bem, foi resolvido, tá ótimo, tudo certo. Às 6 da tarde o Rafa Gomes já vai estar de novo. E está conosco então na produção interinamente o Natan Nunes. Hoje é dia, ou é uma boa produção, uma excelente produção, a caixa baixa do programa, né, a porta de entrada, né, para o elenco. Exatamente. Massas romena presente na sua mesa, presente na sua vida.
Cassol, construir bem para viver bem. SoloFix, referência em fixação e vedação. Siga nas redes sociais, @solofixprofissional. Hoje, hoje, hoje, pois não, Rafinha?
Não, não, primeiro apresentação.
Que isso, querido? O que que houve? Quer falar?
Quer mandar um abraço para uma galera aqui?
Mandar um abraço, claro.
Agradecer, na verdade, é importante mandar um abraço. E agradecer, só agradece, gratidão, gratiluz, gratilama para a galera que acompanhou toda a transmissão pela TLTV.
Maravilhoso espetáculo sexta noite. Tu era um dos telespectadores lá junto com outras 3, 4, 5 mil pessoas assistindo ao vivo.
No geral já tem quase 100 mil pessoas acompanhando ali e esse conteúdo tá ali na TLTV.
Foi um privilégio estar lá.
Muito legal, muito legal. Parabéns para vocês, tu, Léo e Leleque, seguraram lá a transmissão.
Principalmente as bandas e ao público que esteve lá.
Foi, teve um cara que foi ao evento, participou no final, foi o Joia Rara, né?
É, aí é a bandinha lá.
É, deu uma bandinha.
Te ouviu o famoso, vai atrasar uma banda. Joia Rara tava ali, olha quem tá ali, Joia Rara, velho.
Ele tava vendendo alguma coisa ilícita?
Não, não, não, não, ele tava como convidado.
Não lida com polícia nem com religiosa.
Mas uma galera estendeu o abraço a todos nós aqui da rádio, assim, foi muito legal, muito legal mesmo, muito legal.
Segue ligado aí que muito evento que nós temos para fazer ainda, ainda este ano, e ainda tem Planeta Atlântida, Ainda tem um monte de coisa legal para acontecer e a TLTV tá lá conferindo de cima. Vai ter planeta sim, vai ter planeta.
Já me perguntaram a data, quando é que revela a data.
Não, ainda não, no verão, porém maio. Nós não temos ainda a liberação da data, mas se o cara é esperto e acompanha o planeta há 30 anos, ele já sabe a data. É entre janeiro e fevereiro, ele já sabe a data.
Tem espacinho para abrir a galera?
Só quer saber a data para alugar imóvel no litoral gaúcho.
Não, eu tô ligado, eu tô ligado.
O pessoal vende uruguaiana.
Eu tô ligado, tô ligado, tô ligado.
Mas 30 anos é no verão, aluga no verão a casa.
Tô ligado.
Mas Rafinha, isso é planejamento estratégico das famílias.
Quando é que mudou a data?
Quando é que divulga?
É final de janeiro, início de fevereiro. Quando é que vai divulgar?
Em novembro, em novembro, por exemplo, início de novembro também. Assim há 30 anos.
Alexandre, tu com a tua experiência do rádio, tu sabe que rádio é repetição, rádio é repetição. Então o que que tu deveria ter dito ali? Em novembro você vai saber, em novembro, é só aqui.
Em novembro você vai saber. Mas olha só, vou dar uma barbada pra nossa audiência. Vou dar uma barbada pra nossa audiência. O Planeta Atlântida deverá rolar, deverá estar girando provavelmente ou nos finais de semana de 29 e 30 de janeiro, sexta e sábado, ou no final de semana de 5 e 6 de fevereiro. Lembrando que, aliás, este é o fim de semana do Carnaval. O de 5 e 6 de fevereiro. Então não vai ser porque terça é, então não vai ser neste final de semana.
Então muito provavelmente seja ou 15, 16, 22, 23, 29, 30 de janeiro, provável. Depois do Carnaval não vai ter planeta, eu acho.
Tô com dois shows, eu quero ver. Consegue botar lá ainda para mim, Burbu?
Como é que é?
Tudo bem, filho?
Como é que tá?
Cara, eu tô com a minha banda Marofa Carioca.
Vamos dar uma trabalhada nisso aí também, com o show do Palhaço. Tu já falou com o Príncipe sobre isso? Já falou com Gustavo, Gustavão Sirotsky, sobre isso?
Que apresenta. Tudo bem, Alexandre?
Como é que tá?
Tudo bem?
Rafael e Porã, tu quer me enlouquecer? Nós estávamos num assunto com um personagem, aí tu muda de personagem. Fica tranquilo, é meu empresário. É teu funcionário, dá pena.
Mas o empresário, a carreira dele com show de música nova, entrevistando personagens.
Por que que eu não te entrevisto?
Aí não vai dar, não vai dar.
Eu pedi, pelo WhatsApp, né, Foran?
A entrevista, eu vou gastar do meu salário.
Tem algum hit do Marofa Carioca? Algum hit.
Agora eu tô trabalhando mais forte a carreira do Maionese cantor, né, meu irmão?
Que ele tá cantando Legião Urbana.
Isso não tem produto.
Palhaço Maionese canta Legião Urbana. Tu não gostaria de ir nesse show?
Isso deve ser muito legal.
Hoje a tristeza não é passageira, hoje fiquei com febre a tarde inteira.
Vai, eu acho bom isso.
Quero descansar. Isso é bom demais, isso.
Um palhaço, cara, cantando Legião Urbana.
Não tem nada mais triste, né?
Isso, cara, muito bom isso, cara, é verdade. O Acústico Maionese canta Renato Russo.
Nós vamos gravar aqui ele cantando: de tarde quero descansar, fazendo uns malabares.
Espetacular, velho, que coisa, que projeto! Eu acho que tu abandona o Marofa Carioca e foca nesse.
Eu vou focar nesse do planeta.
Foca nesse, Pet Love.
Eu acho que eles têm que abrir um dos palcos do planeta. Palhaço Magnésio acústico tocando Renato Russo.
E se uma marca quiser colar nesse projeto, como é que faz?
@gordoleão.
Rivotril, né? Cole sua marca lá.
Vai, procura o departamento comercial. Vamos bater a meta. Ô Alexandre, pois não, parecia que nessas minhas longas férias eu fui ao Rock in Rio, cara, pela primeira vez na vida. Eu fui ao Rock in Rio. Na noite do Capital Inicial com o Dado Villalobos. É um planeta, eu já fui 20 anos de planeta, né? Porém, 20 anos no planeta agora em 2026. Pior é que é verdade, eu entrei na Atlântida em 2006, vou estar lá, estarei lá nos 20 anos de porar no planeta, cara.
E foi incrível o show do Capital, incrível, bicho. Capital Inicial com Dado Villalobos, o poder das canções da Legião Urbana, Alexandre, foi incrível. Foi a noite muito boa, né? Rio Grande do Sul. E o Detonautas com biquíni cavadão também foi excepcional, velho, foi excepcional. Uma banda que nunca foi a minha praia, o biquíni cavadão.
Qual das duas?
O biquíni cavadão.
Mas eles estão tão legal, eu tenho visto também, cara, muito no Instagram, eles estão fazendo um monte de show e tá bem legal a fase do biquíni, cara.
Muito legal também. Aproveitando que eu tô falando, tô com a palavra, Alexandre, só mais um segundinho.
Claro, porazinho. Hoje não vai dar nada, não vai dar nada.
Eu aposto que vai dar uma merda ainda.
Tô olhando para tua Cara, aqui na live, velho. E eu passei uma semana em São Paulo semana passada fazendo entrevistas, perdão. E uma das pessoas que a gente entrevistou foi o Vini Mexe a Cadeira. Que legal, mano! Tu e o Vini são separados no nascimento.
É mesmo, por assim dizer?
Cara, vocês são muito parecidos, velho. E ele é tão gente boa quanto tu.
Que legal, pô.
Não falou de Buenos Aires quando eu tava aguardando.
Porque Buenos Aires é uma coisa pessoal, não é coisa de trabalho, né?
Tá vendo o teu Instagram ali, né?
Viu o boletim?
Tava no meu Instagram, que o meu Instagram é pessoal, né, Rafinha?
Porazinho, dito isto, vamos para os destaques do Pretinho Básico. Muito obrigado pelo elogio que estava aí nas entrelinhas da tua fala. Hoje é Dia Internacional do Acesso Universal à Informação. Neste mar de lama, fake news e desinformação onde nós boiamos, hoje é o Dia Internacional do Acesso Universal à Informação. E hoje também é dia da Lei do Ventre Livre. Olha só, a Lei do Ventre Livre, que foi o pontapé inicial para o término, para o final, para a abolição da escravatura.
Exatamente. Muito bem. Esse lance do fake news é importante. Minha mãe esses dias tava fazendo um Pix para um código de área 65 achando que ia receber um livro de receita, né? E a gente tem que avisar os idosos, principalmente coisa que vem do Facebook, Facebook, né? Aqui no Brasil, Facebook é só velho.
Vocês elegiram?
É o FaceTruck.
Cuida, puta! Era isso, ela recebeu o livro de receita com vídeo explicando uma receita.
Maria Joia, a merda, cara.
O petinho básico de hoje são dois: é a Luma. A Luma é uma vira-latinha. E a Amora. A Amora é uma shih tzu dos tutores Luiz Henrique e Melânia, de Nova Bassano, aqui no Rio Grande do Sul.
Ó, que nome diferente, Melânia!
Melânia não é a mulher do Trump?
É Melânia, é Melanie. Que amor a Luma e amor!
Olha ali, muito linda, melanina carioca.
Que coisa querida!
Agora na tua nova casa, Alexandre, pode ter uma dessas.
Mas vai te mudar?
Minha nova casa? Mas eu recém me mudei.
Por onde é que foi?
Era boato.
Eu dou o endereço da tua casa aqui se tu quiser, teu celular e teu endereço, se tu quiser.
Não é fácil entrar, né? Tu já te barraram lá.
E tu também, né?
É verdade, nós dois.
Estranharam esse morador O Rubens foi levar o Rafinha em casa, os dois sem carteira de motorista, não deixar nenhum dos dois entrar, nem eu nem ele, que era o proprietário da casa. Isso é segurança, isso é segurança.
E é um pernãozinho até a casa do Rafinha, tu vai caminhando ali da portaria até a batedeira. Não, com as malas. Porra, é longe.
Bravo da Suprapets, nutrição completa para cães cheios de energia. O nosso ouvinte aniversariante é Thiago Alexandre Eismann. O Thiago Chará Eismann é coordenador de TI no Hospital Regina em Novo Hamburgo, fazendo 42 anos. Boa, muito bem, parabéns aí, Thiago Alexandre, saúde e prosperidade. Aniversariantes famosos de hoje, começando com a cantora Hilary Duff. Olha, Hilary Duff fazendo 39.
Eu não conheço, eu tava com saudade disso, confesso, confesso, tenho que confessar. Faz de novo, Rafinha.
Conhecia a Hilary Duff?
Ah, por cima, só por cima, nunca aprofundei.
Guta Strasser, a atriz Guta Strasser fazendo 54 anos. Ela era da Grande Família, né? A Bebel da Grande Família, isso aí.
Esposa do Agostinho Carrara, ela mesmo, filha do Lineu. Isso mesmo, da Grande Família.
E aí nós vamos com todo o calma, Patrícia França, atriz Patrícia França, 55 anos.
Incrível, quando surgiu essa menina, ela era encantadora.
E agora, porque tu acha que ela tá veterana?
Tu acha o quê agora dela? Agora eu acho que ela não entende se foi elogio ou uma crítica.
Não, eu continuo achando ela aí.
Ela é filha do Tarcísio Meira?
Não, não tem nada a ver com Tarcísio Meira.
Patrícia França.
Mas ela tem os olhos aqui, tem, né?
Tem que—
isso não é para que lembra, né? Olha os olhinhos grossos, né?
Tarcísio Meira fez arte alguma.
Não, foi uma boa conexão que tu fez, porque ela lembra um pouco mesmo Tarcísio Meira com a Glória Menê.
Eu achei que ela poderia ter sido filha.
Eu vou dizer, eu achei que era o Tarcizinho de peruca no primeiro momento. Eu pensei que a filha do Tarcísio, porque eu nunca mais tive notícias dela.
Do Tarcísio falaram mal?
Não, do Tarcísio e a Glória eu sei que morreram.
Tarcísio Filho, que está sempre em Porto Alegre, casado com a nossa querida amiga Mocita Fagundes, e eventualmente pode até estar ouvindo este programa.
Ah, ruim isso, leve, viu?
Portanto, respeito, né?
É bonito.
E ele é forte, né? Ele é alto, né?
A gente tava falando da Patrícia França, não tem nada a ver.
É que eles são assim, cara, quando a gente vê, a gente vai estar enterrado em algum lugar porque falou mal de alguém.
Bota no meu, não bota no meu não, cara.
Jennifer Rush, a cantora Jennifer Rush fazendo 66 anos.
Ah, não peguei a ref.
Ah, também não peguei a ref.
Olha, se o Fera, o Fera respingou em mim, eu não faço homenagem.
Não sei quem ela é, na boa, não sei quem Quem que é?
Jennifer Rush tá no troço do discorama?
Não é do Rush, claro que não.
Entrou no discorama?
Não, o melhor de Jennifer Rush.
Jennifer Rush não é vocalista de alguma coisa, de alguma banda?
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Mas não é aquela The Power, não pode ser, não é aquela, não é.
Bom, enfim, deu para morar, sucesso em algum momento. Na Parada Americana sem querer.
A gente vê que ela e a primeira não vão estar ano que vem, né? Não engajou tanto.
Tá ótimo então.
Eu acho que a Patrícia França ficou em cima do muro para voltar ano que vem, se a galera fizer às vezes.
Roberta Miranda, olha aí, Roberta Miranda fazendo 70 anos.
Nossa, essa mulher é espetacular, cara, e ela tem uma história.
Não, não, mas pera aí, o que que aconteceu contigo? Não, eu respeito, mas a tua fala, tu pareceu uma vaquejada.
Eu tô emocionado, tô emotivo.
Mafia violenta.
Deixa o Maionese fazer a pergunta aí.
Mas não, ô Porã!
Alô, Maionese! Fala, cara, o que que houve? Negócio, Porã voltou a ti?
Não, cara, ela tem uma história maravilhosa, Roberta Miranda, uma das grandes cantoras brasileiras, e uma história de vida assim que é pioneira da música. Se você não sabe, pesquisa então.
É verdade, ela abriu porta para toda a música sertaneja, principalmente as mulheres, cara.
Também, também, mas tem toda uma história de abusos, de uma coisa muito, muito triste.
Ela esperou, ótimo, porque ela ajudou a bombar o podcast dele.
Meu amigo Amaury Júnior, apresentador Amaury Júnior, fazendo 76 anos hoje.
Ah, cara, eu tenho saudade dessa época da televisão aberta.
Ai, a musiquinha, musiquinha.
Era legal, era legal. Melhor que o Amaury Júnior era o Carioca fazendo o Amaury Dumbo.
Pô, ele, o Fred Merkel, ele prateado.
Não, Balbel, tem uma ida deles numa Oktoberfest em Blumenau que eles chumbam durante 15 minutos de material.
Meu cara, vem São Paulo pra ir na Oktoberfest, a gente não vai.
Eles chumbam por 15 minutos de material editado. Cara, no final do quadro, os dois não sabiam o nome deles.
E era ali.
Olha aí, tu vê, o Carioca era foda porque o Maquelelê Prateado era o chefe dele quando ele começou na Jovem Pan no Rio, cara. É verdade, é verdade. Aquele maluco, ele era tipo o cara da chefe da, de, o carioca buscava ele com a móvel no motel, para ter uma ideia. Umaquele prateado, ele era o cara da promoção e tal, que levava a galera, e era muito doido. Ele botou no quadro umaquele prateado que era, que era o primeiro a comer. Quem é que vai provar comida? E apontavam para ele.
Uma vez eu encontrei o Amaury Júnior, nós estávamos no mesmo voo, e aí descendo do avião, ainda na fila da imigração Eu paro atrás dele, eu pensei, pá, vai ser uma longa fila, vou puxar papo com Amaury Júnior. E eu falo para ele, meu amigo! Ele só me olha para trás assim, tipo, puta, que merda.
Zero vontade de interagir. Não dá para criticar.
Acabou esse pique assim meio TV mordida, né? É, Jet Set assim, essa coisa do lifestyle.
Tinha o Otávio Mesquita, ele aqui no Sul, e tinha os Portofanis.
Tinha o próprio Tatata no Gente da Praia. Tatata fez escola, né, cara?
O Tatata era fenomenal.
Tinha um Azul Marinho também, tinha um outro também que eu não vou, o Odalgir Lazari, o Paulão, né, do Polícia. Trabalhava com outra turma, esse era muito bom demais. Era cobertura policial, colonismo social prisional.
É que nem ele tinha um tio, contou para o vô, a casa caiu, a cobra fumou, a gente vai puxar do intervalo Que medo eu tinha de aparecer no programa do Alura, falei, cuidado.
Ainda tem dois aniversariantes no dia de hoje. Tim Maia, o Tim Maia, genial. Tim Maia faria 84 anos hoje, podia estar aí vivo e fazendo show. Não ia dar, não, não ia dar, né?
Não ia estar vivo, não ia ter como.
Pereceu em 98, Tim Maia, morreu praticamente no palco. Por último, Brigitte Bardot.
Olha aí, Ih, rapaz, opa, agora veio o tigre, veio o tigre com tudo!
Tu ia aos 92 anos, porra?
Não, cara, é que ela não tá fazendo, ela morreu. Aí é ruim, né?
Que falta de respeito!
Brigitte Bardot é o ícone, ela morreu ano passado.
Tá, mas vamos supor que ela tivesse vivo com 92, é currículo, né? Eu tô nessa, é currículo.
Eu ia tomar um chazinho, eu sou do currículo.
Eu queria fumar alguma coisa com ela, eu pegaria Dilma, um charuto, um cigarro, alguma coisa.
Meu Deus do céu, cara, o que que tá acontecendo, né? Que história, né?
Eu queria tanto um café.
Que que foi?
Eu não vou pedir para ninguém.
Olha, Raimundo, eu até pegaria para ti. Não, não, o Tim Maia era legal.
Aliás, Jota Quest regravou um disco inteiro de Tim Maia, né?
Jota Quest aí, tu escutou?
Eu saí nos Altas Horas hoje. Esse sábado, hoje não, né? Não, muito legal, cara, é um trabalho bem honesto, é bem legal mesmo. Aliás, o T-Mike dá o nome para o Jota, né?
No Planeta, né? O último show do T-Mike mesmo, último show é o Planeta. Deixa os cara aí do cantar aí, dos cara dançar aí.
Ele fala Jota Quest, os cara.
Jota Quest.
1 aí, 24, fomos aniversariantes do Pretinho e agora a gente entra nos destaques propriamente ditos aqui, meu irmão. Vamos começar com o terceiro. Homem passa mal em motel com um amigo e liga para esposa pedindo socorro.
Em Torres, Alexandre, homem de—
e não é o Léo, aquele ali, hein, da live.
Torres é aquele motelzinho da Estrada do Mar.
Não sei, Torres, não consigo.
Tem uma entradinha ali quando tá chegando pela Estrada do Mar, tem um Stock Center à esquerda, um pouquinho antes tem uma moteleira violenta. Não, nunca.
Ele Disse para esposa que ia jogar bola, jogar um futebol aqui, ó.
Vai, você chega com o bruxo, ele foi bater uma bolinha.
Essa aí eu já ia cair nessa daí. Eu vou jogar bola, ela falou. Eu conheço há 10 anos, não joga bola.
Beleza, né? E aí daqui a pouco, passa algumas horas, a mulher recebe uma ligação. Tá ele e o amigo dele no motel e ele disse que tá passando mal e que precisa da ajuda da esposa. Daí a esposa foi lá, ajudou ele e ficou por isso mesmo.
Passando mal de quê?
Batendo uma bolinha, coração.
Foi um mal-estar, um um mal-estar. Não foi específico o que ele sentiu, se foi no coração, se foi algo no estômago, mas foi um mal-estar, ansiedade, né?
Ansiedade da novidade, alguma coisa assim, síndrome do pânico.
Ele viu ali algo e aí o caso repercutiu bastante em torres, em grupos de WhatsApp, e a galera agora tá querendo saber mais. Ainda não saiu o desdobramento, se realmente o que que ele tava fazendo com amigo no motel.
Bom, isso aí, isso aí, vou falar o que pode ser, ô Boa tarde, Ivan. Boa tarde. Pô, coisa boa tá aqui, né?
Coisa boa, mais educado, né?
Mas e aí, o que você tava falando?
Não, isso aí, isso aí nós sabemos o que é.
O que que é?
Se trata de isso da Navila.
Como?
Tadala. Isso é tadala na cabeça. Tadala com uísque barato.
Tadala, uísque barato, bate na tampa, Ivan.
Mas 36 anos e mostra. Ah não, é aos 36 tá usando tadalinha, quando chegar aos 60, que nem o Porã.
Mas não sabemos nível das Guruja também.
Eu não tenho 60, Rafael, mas tu usa tadalol?
Não, porra, tu não aguenta mais?
Mente para nós.
Acabou assim a notícia então?
Acabou assim?
Não separou? A mulher não quer explicação? Tá tudo certo?
O que que aconteceu?
Tu e o teu zagueiro no motel?
Esse caso vazou por causa de um áudio no WhatsApp que ela mandou em alguns grupos. E aí ela mandou em um grupo, isso aí não, atrás do Magrão. E aí a galera começou a encaminhar e o caso viralizou.
Certo. Puxa vida, Casarão!
Galera da Torrica, e a galera tá levando lá.
Não é só de surf que vive Torrica, deve estar movimentada a Torrica.
A galera tá considerando algumas hipóteses, como a que o Léo falou, que daqui a pouco tem algumas mulheres lá, ou os dois estavam fazendo um treino para o Balamar.
Isso é, daqui a pouco era uma confusãozinha, né?
Era um grenalzinho.
Isso aí não podemos ir, pronto. Vamos falar a verdade aqui, né? Que nós estamos só um homem velho aqui.
Churuba?
Não sei. Não, não sei.
Churuba de dois?
Mas quantas milhões?
Inclusive, eu te sugiro uma coisa.
Não fala isso.
Uma vez que existe pessoas, existem pessoas envolvidas, a cidade já sabe quem são, sabe os nomes, e tu tá falando que pode ser uns troço que não pode, talvez não seja, melhor tu evitar a complicação.
Tem razão. Eles foram.
Eu vou ter que concordar com o Féter.
Eu também.
Vou ter que concordar com o Féter.
Tem razão. Ele estava orando.
Acho que é legal.
Hóspede, hóspede vende móveis e eletrodomésticos de casa alugada.
Aconteceu em Criciúma.
Aconteceu, rapaz.
O hóspede reservou ali um apartamento pelo Airbnb e aí ele chegou lá e vendeu uma lava e seca, uma geladeira, um sofá Uma TV e até alguns pontos.
Não tem limite para chinelagem, cara.
Ele achou um brique, uma loja que faz brique, falou: ó, tem isso aqui para ti, tem um pacote para ti aqui. Eu adquiri esse apartamento, eu vou vender esse apartamento, melhor dizendo, e o novo proprietário não vai querer ficar com os móveis. E aí eu quero me desfazer, então me manda aí R$3.500 e pega tudo aí.
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Pra ti vendeu pro Brick.
3 e meia hora.
E aí o carro da pra pegar os móveis chegou. Mandou caminhão 9 da manhã, aquela pampa clássica para buscar tudo. Ao meio-dia ele entregou, ao meio-dia ele entregou o imóvel. E aí quando o dono chegou, viu, opa, cadê as minhas malas?
Peluca aqui, chinelo.
O que aconteceu?
E aí esse cara teve uma boa ideia, ele começou a ir nesses BRICS da região e começou a ver que os móveis dele estavam por ali. E aí ele entrou em contato com o proprietário e através do comprovante de pagamento conseguiu identificar a pessoa que fez as vendas. Não foi relatado se a pessoa foi presa, se ela foi investigada, mas que ela foi identificada pela polícia e a polícia tá investigando o caso.
Eu não sei se tem aparecido para vocês, mas para mim sim no algoritmo. E aliás, não tentem entender meu algoritmo, ele é uma loucura. Não sei se de vocês também é.
Não se preocupa, eu não vou querer.
Cara, mas vídeos de Airbnb, donos de Airbnb daqui a pouco mostrando situações em que os caras não entregam o dormitório como era para casa, cara, e coisas absurdas. Assim, desde casa toda totalmente quebrada, cara, que daqui a pouco arrombou a porta. E são coisas diferentes assim que tem aparecido. Isso me chamou atenção junto com essa daqui: tu tá sujeito a golpes, né, ou a vandalizarem o teu Airbnb.
Tomando conta, cara, essa é a real.
Como no aluguel, às vezes os cara fazia aluguel de praia e deixava a casa detonada.
Ó, levantamento mostra que um em cada 5 5, 1 em cada 5.
Sim, quanto percentual? De 1%, né?
Ou 10%, né? É isso.
Agora são 5, tirou 1, sobraram 4.
Então só 1% de cada 5 brasileiros, 1%, como diz o cara, já teve contato com imagens íntimas falsas criadas por inteligência artificial.
E ali na tela, um exemplo, esse shape tá bom para mim. Do Rafinha. No caso ali na live tá com a tarja, mas essas imagens circulam até sem, nem precisava aquela tarja.
As imagens do Rafinha estão circulando assim, a tarja ali tá superestimada.
Aquela tarja, não, eu tenho de cão grande, mas assim, ó, te conheço, cara, só bola, cara.
Fake news aí, pera aí, cara.
Joguei bola contigo 20 anos, te via pelado toda terça-feira de noite, às vezes outras vezes.
Não, mas e outra, tem gente que tem vergonha de tomar banho com os amigos, e nós não tinha.
Todos integrantes do Pretinho Bairro, inclusive Todos integrantes do Pretinho Bairro que fizeram show nos últimos anos viram o pênis do Rafinha.
Pois é, ele tem uma necessidade de mostrar isso porque ele tem uma tradição.
O Adnan viu na estreia dele porque a tradição do Rafinha, ele mostra o tico dele.
Não, isso é um choque de realidade para o cara.
Mas assim, e se a gente ouvir a notícia?
Quem levantou esse dado foi o Índice de Conscientização sobre Violência contra Mulheres, divulgado pelo Instituto Absoluto, Natura e pela Avon. O que que tem acontecido? Algumas pessoas, enfim, tem gerado essas imagens íntimas de famosos ou até de pessoas desconhecidas e abrido OnlyFans, Privacy, e gerado essas imagens de nudez dessas pessoas e até comercializado, até criado alguma, ganhar um dinheiro em cima, né? Alguma chantagem também com algumas pessoas, principalmente realmente, mas aqui, então muitas pessoas, enfim, 20% dessas, uma pessoa em cada 5 já teve esse contato.
Mas o estudo também aponta que 37% da população foi classificadas nos níveis alto ou muito alto de conscientização em relação à violência contra as mulheres nesse sentido. Então a galera tá sabendo identificar, tá sabendo que é apurado. E esse resultado é 8 pontos a mais em relação ao apurado em 2025, Alexandre.
Muito bem, parabéns pelos destaques aí, Natan.
Eu já passei por isso, gostei.
Que louco, passou por isso?
Ok, Ivan, já fui chantageado.
Acharam fotos tuas?
Mandaram uma foto minha nu, aí eu olhei e disse, olha só, se tu não pagar, nós vamos divulgar. E aí eu não E divulgaram? Não, mas pô, constrangimento que estavam.
E pegaram no frio, inverno, pegaram naquele momento ruim.
Mas daí era uma foto real.
O outro na garrafa, você é um babalô, um nhóc.
Pode ter o teu aitão na garrafa, amendoizinho ali, binduco, castanha do Pará, castanhazinha. É verdade.
27 minutos para as 2, vamos dar uma girada na mesa aí, ver o que que nos manda a nossa audiência. Para pretinhobásico@atlantida.com.br, se você nunca mandou um email para gente, faça isso. Mande a sua participação, a sua colaboração para pintar aqui no Pretinho Básico, @atlantida.com.br. Porazinho, bota uma para nós então, por favor.
Boa tarde, pretinhos! Hoje estava ouvindo pretinhos passados rindo e me divertindo com Potter, Piangers, com todos que estavam no programa. Acabou esse, começou outro. Aí, começando o programa, o magnânimo Alexandre Fetter começa a chamar os pretinhos. O Lelê falou, o Porã falou, daí chamou o Magro me deu uma emoção, uma emoção imensa. O coração apertou e os olhos marejaram. Magro Lima, um gênio criativo, usando e abusando da sua habilidade com as palavras e da sua inteligência, nos fazendo se divertir.
Que saudades do Mago! Queria partilhar isso com vocês, minha emoção de hoje, de dizer que ouço o Pretinho desde o início e sigo viciada até os dias de hoje. Um grande beijo para todos, especialmente para o Gordo Léo. Minha filha adora o Palhaço Maionese. As crianças adoram o Palhaço Maionese.
Muito obrigado. Eu fico muito constrangido quando vem uma criança falar com o Palhaço Maionese na rua.
Ela manda beijos aqui, a Kellen de Caxias do Sul.
Alexandre, boa, beijo para a menina.
Obrigado pela nossa audiência em Caxias do Sul. Audiência de massa do Pretinho e da Atlântida em Caxias do Sul. Por falar em massa, já tem uma massa ingressa confirmada para o dia 10/10, porrazinha. Nós vamos meter uma balada, vamos meter o louco e meter uma balada do Pretinho aqui em Porto Alegre, no Fuga Bar, no dia 10 de outubro. Galera tá entendendo e comprando conosco essa jogada aí, já tá lotando as dependências do Fuga. Garanta o seu ingresso em simpla.com.br para não perder o baile do joia.
Olha, Alexandre, quer saber?
Eu acho que assim, a balada do Pretinho foi uma das coisas mais honestas que a gente já fez, né, Polazinho?
É verdade, a gente pegou a estrada durante um bom tempo, alguns começaram a cansar, se incomodavam muito com as mulheres.
Verdade.
Bom, eu fui o primeiro a cansar, eu fiz duas baladas, eu fiz a primeira e a segunda e larguei.
Eu lembro quando tu ia com aquela mochila, com aquela mochila que tu tinha, era bom, era muito legal, tu levava livros, levava coisas pra gente ouvir, filmes pra gente assistir naquela mochila. Mas é, foi um tempo legal, cara. E que bom que vocês estão voltando.
Nós não estamos voltando, vai ser uma só. Uma balada esporádica, vai ser uma só essa balada do Pretinho. É só para a gente se divertir com a audiência aqui de Porto Alegre, Grande Porto Alegre. Vai todo mundo, só que só não vai quem não puder ou quem não quiser. Também tem essa.
Teremos um set do Messi, eu não tocarei as músicas.
Tipo, vai tocar K-pop?
Claro que não!
Como assim? Por que que não?
Vai tocar assim, vai tocar o set exclusivo dele, músicas da U7, para as gostosas dançarem.
Que toca no set?
Não, desses ídolos. Macarena, alguma coisa para os maconheiros. A gente vai agradar todos os públicos.
E vai ter criança? Pode entrar? Não, porque tu tem que fazer uma festa aqui, né, mestre? Que as crianças adoram.
Dia 12 tem Palhaços, Maionese e o Mestre em Gramado.
Gramado, dia 12.
Ah, não acredito!
É verdade, nosso show para criançada, dia 12.
Não é de outubro, é dia 12.
Começa com o mestre e termina comigo cantando Renato Russo.
Que delícia! Então vai, empolgante!
Eu adorei.
24 para as duas.
Rodrigo Adams: na aula de ciências, o professor vira-se para o Manuel e pergunta: quantas patas tem o cavalo? 4, professor. Ele: por isso nós o chamamos de quadrúpede.
Muito bem.
E tu, Manuel, quantos pés tem? 2, professor. Por isso nós chamamos você de Manuel.
Obrigado. O próximo, Rafinha, vai, Rafinha, bota um.
Salve, gurizada, meu nome é Felipe, tenho 28 anos, falo de Santa Maria. No último sábado, noite do hambúrguer com a patroa, que delícia, foi pesquisar um filmezinho.
Quando o casal já tem a noite do hambúrguer, é foda, né? É tudo muito planejadinho.
A tua mente tem a do salame também, né?
Deve ter.
Sessão salame.
Foi grosso demais.
Agora eu entendi o Fede. Quando o cara ouve uma grosseria da gente, dá um negócio. E a noite do salame tem um contexto. Eu te entendi agora. Eu vou tentar me cuidar para a gente acabar depois.
Querido, tem tem Severo em Santa Maria?
Tem, claro.
Então aqui pegou um Severo lá, foi pesquisar um filmezinho na Joia TV, diz o garotão, e de repente apareceu um filme lá de 2004.
Qual?
Pô, qual? Na hora só me veio uma coisa na cabeça: o Rafinha cantando Una Palavra. Puta, ele pegou, senhores! Que filme é? Ouvinte tá dizendo, como é que eu não tinha assistido esse filme antes? Ação total! E aquele final na ponte, Rafinha, aquilo é Feta, depois tu tira trilha um pouquinho. Sem dizer uma palavra, uma palavra disse tudo. O Rafinha sempre esteve certo. Quem é Will Smith na fila do pão? Não ata chuteira do Denzel.
Abraço, gurizada, e mais uma vez que privilégio assistir a esse filme pela primeira vez. Pode baixar um pouquinho a trilha?
Claro.
Uma palavra, não digo nada.
E o timing, né, a métrica, que eu gosto. Eu já vi o filme e o mestre cantou, mas a música Conheço, conheço, conheço o andamento da música. Eu não vi o filme, eu conheço a música.
No final do filme, numa ponte, na troca, o Denzel Washington sendo um personagem lá, ele troca de vida com a Peter Ramos, que foi sequestrada na Cidade Média. E aí quando eles se cruzam, se abraçam em Uma Palavra. E aí eu choro toda vez.
É mesmo? Conhece a música? Você podia mostrar para ele, porque ele só canta Uma Palavra.
É que eu não sei o resto.
Não, é que ele não sabe nem o resto e nem o andamento. A música é mais lenta, a música é mais lenta do que isso, é bem mais lenta.
Ele fez a gente ver o filme numa van do Pretinho, aí ele começou a chorar na van.
Cara, eu acordei igual o filme de criança Cidade do México, o cara vai lá e resgata uma criança e troca de vida com ela.
Eu me desidrataria.
Não, meu, ele, nós na van, o Lelê tocando, o Gomes dormindo, então eu acordava, vou ver o filme. Aí eu olho para o lado, tá o gado tão abraçado no banco da frente. Meu Deus, o que que foi, Rafinha? Assassino da Troca. E aí eu nunca tinha visto o filme.
Aí quando entra a música, e que vez era essa que tu tava vendo o filme?
Um milhão de vezes, sei lá, 24ª.
E tu tem razão, cara, tu ouve a música original e ele cantando, é outra coisa, completamente não tem nada nada a ver, não tem nada a ver, porque é uma palavra, ele é solitário assim, tipo, uma palavra, não digo nada, não demora para cacete. Mas é emocionante, o filme é bom, mas ele é muito bom, é um bom filme para ver uma vez só.
Tem um email aqui, cara, que é de um nosso ouvinte, nosso ouvinte Roberto Flores, ele é de Itaqui. Roberto Flores, o email do Roberto Flores, ele é um tapa na cara da sociedade, de todo mundo que Vamos ouvir. Eu tive uma última conversa com o meu pai.
Aí é um problema, ele é velho.
Eu também tive. Eu fico nervoso quando é triste o email, impactante. Eu fico triste, eu fico nervoso. Aliás, desculpa, eu já fiquei nervoso.
Fala de pai, nos pega.
É, nos pega, isso é verdade. Não, mas vamos prestar atenção.
Estava ouvindo o Pretinho e vocês falaram sobre paternidade. Todos os integrantes tinham uma opinião sobre ser pai ou ter um pai presente. Recentemente, e isso me fez lembrar do meu. Ele partiu quando eu tinha 18 anos, mas me deixou uma última conversa e uma lição de vida. No dia anterior à sua partida, havia nascido o seu primeiro neto. Ele teve um dia feliz, bebeu, se embriagou, e naquela noite estávamos somente ele e eu em casa, e ele me chamou para conversar e Prepara as minhas coisas, pois eu vou viajar.
Achei que fosse apenas uma frase de bêbado. Dei boa noite e fui dormir, sem saber que aquela seria a nossa última conversa. Meu pai me deixou uma última lição e me ensinou o que é ser adulto. Quando ele partiu, eu tava cumprindo o serviço militar obrigatório, minha irmã estava hospitalizada, pois havia acabado de ter do BBB. Minha mãe estava desolada porque havia perdido o companheiro de mais de 20 anos. Quando me deram a notícia, precisei absorver toda a tristeza e tentar demonstrar estabilidade emocional para minha mãe e minha irmã.
Era como se meu pai estivesse me dizendo— ah, lembrei agora de Marvin dos Titãs— Marvin, agora é só você. Essa é a vida de adulto, filho, você agora é o homem da casa. Você pode estar destruído, mas precisa estar firme para as pessoas que você ama e seguir. E foi o que eu fiz. É claro que tive o meu momento de choro e luto, choro e luto, mas naquele momento consegui ser o alicerce que a minha família precisava. Desculpem o email longo, eu só queria compartilhar essa experiência pessoal para dizer que a vida, meus amigos, A vida é um sopro. Um grande abraço a todos. Roberto Flores de Itaqui.
Muito bom, muito lindo.
É muito, Roberto.
Pô, cara, acho que agora meu som parou de reverberar. Tavam dizendo aqui que tava reverberando, espero que tenha parado. É, galera, é o seguinte sobre esse negócio de pai e filho, né? Cada um tem a sua relação pessoal e isso é muito, é muito sensível, né? Então, principalmente para a gente que perdeu o pai, acho que aqui na mesa só o Adams tem pai, o Natan, né? Eu também não sei.
Pai vivo, né? Pais todos nós temos, todos nós temos, todos.
É. E também para o cara que fica com essa responsabilidade de ter que segurar a onda de todo mundo depois que o pai se vai, não é bem assim, né? Tem que ser por um tempo, cara, tem que ser por um tempo. Por um tempo ali tu tá mais fortificado, tu tem mais recurso, eu acho que tudo bem. Mas acho que levar para a vida toda, né? Porque as pessoas também não é o pé da letra ali, né?
Porém, que de repente uma família onde só, por exemplo, me acompanhou quando o meu pai se foi, ficou eu. Óbvio que tu acaba sendo um pouquinho de referência assim, mas aí tu tem irmãos, tu divide a responsabilidade, não precisa carregar esse peso assim de uma preocupação.
Por exemplo, como foi comigo com o Feter, eu tenho certeza que o Feter levou isso também no peito assim, tipo, agora é contigo, né?
Claro, eu levei um pouco, e de uma certa forma, só desculpa, só para não perder, de uma certa forma forma, o meu pai teve essa conversa comigo também. Meu pai me chamou no quarto do hospital e me falou, agora, se eu não voltar, é contigo, tudo contigo.
Isso aí é uma referência, né?
E eu quero falar de outra coisa, aproveitar. Não ia falar disso hoje, mas eu vou falar porque aconteceu essa madrugada. Eu vim de um fim de semana, eu fiquei no hospital esse fim de semana. Na real, fiquei 3 horas tomando soro, que eu tive uma coisa alimentar aguentar, foi bem ruim. E aí eu passei, cara, essa noite sem dormir, bicho. Essa noite eu não dormi. Eu não tenho problema para dormir, mas essa noite tava difícil. E aí eu peguei lá pelas 4 e pouco da manhã.
Alemão, eu tinha uma gravação da minha mãe, é uma gravação de 1 hora com a minha mãe, eu sentindo a finitude da vida da minha mãe. E eu tinha essa gravação, eu não tava conseguindo ouvir isso já há muito tempo. Ela morreu em janeiro de 2024.
G4.
E eu tava com aquilo ali, cara, no celular. Eu pensei, cara, hoje eu vou ouvir isso, eu vou ouvir nessa madrugada sozinho.
Eu vou ouvir essa conversa.
E eu ouvi, cara, passei uma hora. Eu amanheci o dia ouvindo a minha conversa com a minha mãe, com os meus irmãos se metendo. Era um almoço de domingo, cara. E, cara, a vida é uma coisa fantástica, velho. A vida é uma coisa fantástica. Tentando resumir assim, a minha mãe, ela nasceu no interior do Rio Grande do Sul, perto de Juiz de Cruz Alta, aquela região, Santo Ângelo ali. E desde os 5 anos ela já tava na lida com o gado, com meu avô.
E ela começa a contar essa história, velho: com 10 anos eu tava atrás de um balcão, com 15 eu trabalhava numa loja de tecidos, aos 18 eu tava— e até a história com o meu pai e tal. Eu perguntava de tudo, eu ia perguntando porque eu queria saber como é que ela era, velho, antes de mim, entendeu?
Entendeu?
E se eu puder dar uma dica assim para toda— eu acho que eu já falei disso aqui no Pretinho quando eu fiz essa gravação, mas eu vou falar de novo, cara, para galera que nos ouve, que é imensa, né? Eu vou falar isso de novo hoje: faça isso e entenda quem era o teu pai e a tua mãe antes de você, antes de tu chegar na história, entendeu? Entenda quem era aquela pessoinha que era cheia de sonhos que nem a gente, Brother, sabe? Pessoas cheias de sonhos que se movimentaram as suas vidas com amor, cara, com luta, sabe?
E que elas já foram jovens um dia, e que alguns desses sonhos elas conseguiram realizar e outros não, outros tantos não, né? Porque a gente menos realiza do que realiza. E, cara, isso é muito emocionante. Então, se eu pudesse dar uma dica para a nossa audiência, assim, tenta conhecer, pergunta para o teu pai, para tua mãe quem eles eram antes de você, antes que não desceram, antes que não desceram. Exatamente, o que que eles gostavam de fazer, né?
Quem são eles na essência, velho? Não aquela versão cansada de pagar conta, de criar filho, que dá muito trabalho, sabe? Então hoje eu tive esse contato assim, tô podendo compartilhar com vocês nessa minha volta ao programa Foi algo muito importante para mim e eu acho que pode ser importante para você.
Muito, muito legal que tu falou, cara. E essa questão de às vezes não dá tempo, porque a vida ela nos engole de uma maneira, cara, e tu acha que todo mundo vai durar para sempre, inclusive teu pai e tua mãe. E nego velho como nós, porra, né, que perdemos o pai muito cedo, aprendemos que A qualquer momento o teu pai ou tua mãe podem sair, podem ir embora. E ainda assim, cara, porque agora é a nossa vez, né? Agora é a nossa vez de ter os nossos sonhos, de correr atrás dos nossos sonhos, de cuidar os nossos filhos, né?
De ter que levar numa patroa, né, cara? A criação dos filhos, a realização dos sonhos, as frustrações da vida, o peso da vida, as dificuldades que a vida nos impõe, né, cara?
As escolhas acertas e as erradas.
Exatamente. Como lidar com as erradas depois, lá na frente, né, cara?
É muito louco.
Sucessos. É, mano, cara, faça isso com seu pai, com a sua mãe, hoje, amanhã, no fim de semana, no almoço de domingo, grava uma conversa. E pode até gravar no segredo, assim. Eu gravei um pouco no segredo, mas depois ficou claro porque a minha irmã começou a se meter.
Aí eu tive que dizer.
Aí é família, né?
Legal, por assim. Mas também tem que ter uma coragem, né, por assim, para buscar essa, mexer nessa saudade, nessa ferida, né?
É, cara, mas ao mesmo tempo é superar e ver que a vida é um ciclo infinito de amor, né?
Verdade, Porazinho, coisa linda. 11 minutos para as 2 da tarde. Eu até chamaria Léo Oliveira para falar aqui agora, mas ele não tá dando, né?
Não, é que eu emocionei com o Porão falou, cara. E tem que aproveitar, cara, tem que aproveitar. Eu, por horas, às vezes, cara, eu fico 2 horas no telefone com a minha mãe, cara. E eu tive que perder o meu pai para ficar mais tempo com a minha mãe no telefone. Cara. E tu vai descobrindo coisas novas, cara. Eu não sabia, cara. Eu tive em Rio Grande a última vez, tô falando com os melhores amigos do meu pai. Um beijo para o Edson Suíta lá em Rio Grande.
E ele me contou uma história que eu não sabia, cara. Quando jovem, meu pai salvou a vida de um cara. Foi um acidente de carro e ele chegou. E aí disseram assim, não, não, o cara ele morreu. E ele falou, não, não, como assim morreu? Não, vou ali ver e tal. E o cara tava vivo, cara. Os caras deram como morto. Ele falou, não, vou tirar o pai. Chegou ambulância e tal, não sei o quê, o cara tava vivo e os cara não tava dando como morto.
E ele disse que a última vez que eu vi teu pai aqui na minha loja, bem na hora entrou o cara que ele era o cara como morto, ele tinha salvado a vida do cara. E eu não sabia dessa história.
Que encontro, hein?
E cara, é doido, cara. Eu tenho pensado muito no meu pai desde que eu me mudei, que eu mudei para casa que eu comprei, cara. E eu consegui comprar porque eu segui tudo que ele me ensinou Cara. E aproveitem o pai, a mãe de vocês, ou quem vocês consideram. E vocês falaram do, ah, às vezes, pô, tiveram esse cedo, né? E o que que é o cedo, né? Teve uma questão, porque para mim eu perdi cedo também, eu perdi com 30 e poucos. Para o Rafinha foi cedo também, que perdeu aos 40 e poucos. O cara que perde o pai aos 60 anos é cedo, sempre é cedo.
Não tem, eu falei para o neto no dia que o neto perdeu o pai dele, falei, mas, né, Foi um privilegiado, cara. Tu viveu com o teu pai mais de 60 anos da tua vida, cara.
Só que tu quer viver mais.
É que daí é uma hora que a paternidade transcende, ela vira uma irmandade de alma, né, cara? E aí é isso assim, tu fala de pai e mãe assim, eu ver, né, eu tô ocupando um lugar aqui onde os meus amigos estão aqui fragilizados com a situação e eu tenho os meus pais bem vivos, né? E eu tenho pensado muito assim, né, por aqui, tipo, essa sensação de estar conectado, ela é muito ilusória, cara. Porque esses grupos de internet, principalmente os nossos de família, cara, acabam sendo um grande inimigo, velho.
Tem que ligar, cara.
Ele é parceiro em muitos momentos, mas em alguns momentos ele é um inimigo, porque ele te dá uma falsa sensação de conexão real. E a gente não tá conectado realmente, cara.
A vida é encontro, meu. Tu tem que estar próximo das pessoas ali. E outro, o luto Luto, ele não, tu sabe lidar, tu nunca supera. Claro que sabe lidar, bota numa gavetinha. E para mim é muito louco, muitas vezes tu vai abrir essa gavetinha direto. Para mim é muito louco, que para mim como experiência, até esses dias compartilhei porque mais pessoas falaram comigo. Eu lembro exatamente tudo que tava acontecendo do dia que eu fui lá no hospital, levei dois brother, a gente deu, dei um beijo no meu pai, falei, cara, descansa, porque tava foda ali, 20 dias numa aí entubado, estubado, entubado, estubado.
Consegui falar com ele, cara, eu sei de tudo. Eu saí do hospital, a gente sentou num bar, eu pedi uma cerveja, o hospital ligou, eu voltei, a música que tava dando no rádio, as pessoas tá falando. E o mais louco de tudo, no outro dia tá todo mundo indo trabalhar. Tu quer a sensação que o mundo pare para abraçar tua dor e não existe. É o que tu tá falando, a vida vem te dar uma onda. E por um lado talvez seja bom para tu não ficar num quarto escuro, né, usando uma metáfora Mas por outro só queria assim, cara, o que precisava de um tempo para entender, tu perder teu pai.
E meu pai tinha 82 anos, todo mundo dizia assim, ó, pô, mas ele viveu. Foda-se, eu queria ele agora comigo. Na verdade, agora para todo mundo.
A gente tem que fazer um intervalo, desculpa.
Vamos fazer, vamos fazer.
Já vai estar solto, vai ser um podcast violento isso aí. Sim, um rápido show do intervalo. A gente, desculpa, Léo, desculpa. Quer falar? Fala, termina, conclui.
Ganhar 20 já é barão.
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Agora na Atlântida, memória de elefante.
Elefante Letrado apresenta Palavra do Dia.
Pechincha, P-E-C-H-I-N-C-H-A.
Pechincha é algo comprado por um preço muito abaixo do normal, uma compra vantajosa.
A palavra também pode indicar um lucro inesperado e surpreendente. E já deu essa jaqueta aí?
Isso aqui, 50 pila, uma pechincha!
Não pode, tô dizendo.
Vou te passar o contato do cara.
Eu quero, hein?
Elefante Letrado, a plataforma de leitura das melhores escolas do Brasil.
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Estamos de volta, completinho básico. Obrigado pela sua audiência. Um minuto, menos de um minuto para as 2 da tarde. Infelizmente passa muito rápido o tempo quando a gente tá aqui se divertindo com os colegas e com os amiguinhos. Vamos fazer a escolha do craque do episódio para a Lager Zero Carbo da imigração. Com a Lager Zero Carbo, a Geração fez história, só quem prova entende. Pode votar por primeiro então, Porazinho.
Eu vou votar hoje no Gordo Léo.
Gordo Léo, cara, eu vou votar no Porazinho.
Não é nem troca, trocando mamadas.
2 horas, dia 9, Jaguarão, hein? Aguardem em breve na TeleTV o acústico.
Dia 10, no Fuga em Porto Alegre, na balada do Pretinho.
Vou cantar Renato Russo.
Claro que vai, vai fazer um show de meia hora acústico. Palhaço Maionese canta Renato, não é Legião, não, não, não, Renato Russo, claro, com as canções em italiano também, né? Exatamente.
E as músicas do Trovador Solitário.
Rodrigo Adams, vota em quem?
Votar no Porá. Achei lindo ali o que ele fez hoje, acho que emocionou todo mundo. E mais que isso, fez todo mundo refletir. Acho que todo mundo vai ter uma tarde, um início de semana muito melhor. Pode parecer Parecer que a gente tá emotivo, e tamo mesmo, mas eu acho que qualquer tipo de reflexão que envolva os nossos entes queridos, amigos, colegas de trabalho, né, dos jovens, só querem beber e se drogar, tem que reavaliar a cabeça, pensar nos pais, nas mães, nos primos, nas primas, em todo mundo.
Vou fazer agora a cabeça.
Vai votar em quem, Rafinha?
Nestlé vai voltar hoje.
Vai voltar? Que horas?
Vai voltar, meu voto vai naquele gordão lá de Floripa, tá? Por exemplo, agora tá com um pouquinho mais de carinho, ele só quer surfar agora e aquela coisa toda.
2 votos para o Porã, 3 votos para o Porã, na verdade. Eu vou votar, já está definido o resultado, mas eu vou votar no Natan Nunes, que foi muito bem na produção, tão bem que ninguém sequer Observou que o programa correu naturalmente, fluiu muito bom, muito bem, aconteceu naturalmente.
E aí eu lembrei que falou, não interrompeu hoje Pilares no aeroporto de São Paulo. Olha aí, porque aconteceu naturalmente.
Então é isso, né? O Poré é craque. Vamos lá então.
Obrigado, querido Rafael.
Nós vamos sair daqui, vamos para o nosso compromisso. É 2:30 o nosso compromisso. Nós temos meia hora para chegar lá, vai dar tempo, fica tranquilo.
Compromisso, mandou meu jatinho, tu consegue chegar em 10 minutos.
Um abraço para você que é nosso ouvinte aqui do Pretinho Básico, obrigado pela parceria. Nós vamos voltar às 6 da tarde, volte conosco. Até lá, tenha uma excelente tarde de segunda, um beijo e tchau, até mais! Você ouviu mais um episódio do Pretinho Básico, a maior audiência do rádio na sua cidade.
Elefante Letrado
Lager Zero Carbo