Pretinho Básico | 28/09/2026 18h ⭐Neto Fagundes
Perdeu o Pretinho Básico das 18h no ar? Tá na mão. ☕
De segunda a sexta, o PB vai ao ar às 13h e às 18h na Rádio Atlântida com transmissão ao vivo em www.youtube.com/@atlantida_tv
Aqui no Spotify, você encontra as duas edições para ouvir quando e onde quiser.
Agora dá o play e vem rir, comentar as notícias do dia e acompanhar as histórias de ouvintes, debates e convidados que fazem do Pretinho Básico o maior podcast de humor do Brasil.😎
- Situação de calamidade em Santiago do Rio Grande do Sulchuva de granizo·8 mil pessoas fora de casa·lojas aumentando preços de lonas
- Divulgação da Balada do Pretinho Básico em 10 de outubrogravação de comercial de TV·atrações da festa·ingressos esgotando
- Laura Pausini anuncia show em Porto Alegre em 2027após 30 anos de ausência·Io Canto World Tour·pré-venda em 6 de outubro
- Sucesso do projeto Bandas Gaúchas 2 e a transmissão na ATLTVshow memorável·disponível na íntegra·ajuda a paciente com câncer
- Destaque do Pretinho Básico sobre o pit monster Apolopit monster de 1 ano·tutora Fernanda de Castro·cão de respeito
- Goleiro Vozinha perde a paz após ficar famoso na Copa do Mundofama após jogo contra Espanha·28 milhões de seguidores·desejo de voltar à vida anterior
- Bêbado rouba ônibus para passear com amigos em Caldas Novasmotorista tomava café·ônibus da Secretaria de Ação Social·preso por embriaguez e furto
- Aniversário de Gilnei Maier, locutor da Rádio Sentinela Pampiana31 anos de idade·locutor de São Francisco de Assis·colega de Unemeyer
- História do Programa X e a trajetória de Faustão na TVRebeca do Programa X·Faustão no Perdidos na Manhã·transição para TV Gazeta e Globo
Olá, Alexandre Fetter. Olá, muito bom fim de tarde, amigo e amiga ligados na Atlântida. São 6 horas e 8 minutos e nós estamos chegando com o segundo shot de Pretinho Básico ao vivo deste 28 de setembro de 2026. Muito obrigado pela sua audiência, pela sua parceria, preferência pelo Pretinho Básico ao vivo no momento em que ele está indo ao ar, inédito. Conheça o Wi-Fi Total da MHNET, sinal de internet que chega em todos os cantos da sua casa. Muito boa tarde para Léo Oliveira. Bom fim de tarde, aliás.
Tudo bem, Alejandro? Ótimo final de tarde para ti, meu irmão. Coisa boa.
Vero, a maquininha com a menor taxa e um banco completo. Seja Vero. Muito bom fim de tarde, Vini Moura.
Boa, Alexandre.
Bom fim de tarde.
Vamos embora.
Tudo beleza. 99, o aplicativo que te leva a viver o melhor de Porto Alegre. Leandro Bortolatti.
Como é que estamos, Alexandre? Tudo bem?
Maravilhosamente bem, Leandro. Estamos todos bem, calma. Este é Neto Fagutti. Qualidade Nego Velho na linguiça, no hambúrguer e em todos os produtos. Calemba Nego Velho é mais tradição e praticidade na tua casa. Como é que tá, Neto?
Cara, fica outra coisa, cara, quando é anunciado na tua voz.
Meu querido, muito obrigado, muito obrigado. Aproveita.
Já tentei vender eu falando, não rolou metade, não deu produto.
Comigo, a linguiça do Nego Velho na voz do Fetter, na boca do Fetter, vem demais, né? Outra vibe, velho, vem demais, né?
Respeito, cara. Diferença do respeito, ninguém respeita.
Olha a maneira, Neto Fagundes, tá de boa aí não, hein? Redmac, tudo para construção, reforma e decoração. Redmac, a gente é de casa. Salve aí, Rafinha Menegazzo!
Fiz os apoios na tarde aí, dolorido.
Zagonel, as melhores soluções em duchas e torneiras, @eletrozagonel nas redes sociais. É Natan Nunes, o nosso querido produtor. Tá no ônibus com sobrenome e tudo, dando de relíquio, pá.
Tô acompanhando ele, cara.
É, não, esse guri vai bem, cara.
Até tem cara de que pode entrar na rádio a qualquer momento com uma arma e nos matar.
Não, não sei atirar.
Eu não sei.
O problema não é matar a gente, acho que é eu contrataria alguém.
Porque ele já errou do alvo. O alvo ele nunca acertou.
Não sei atirar, mas fornece arma.
Não nega que ele é um psicopata, ele só disse que não sabe atirar. Oi, fala, Joia, como é que tá?
Oi, nego. Tô muito bem, bom início de semana. Só queria me desculpar, nego.
Com o quê, Joia?
Eu marquei de gravar vocês ali às 15 horas.
Ah, não acredito!
Era tu o videomaker, Joia?
Sou eu!
Desculpa, Joia, mas aí é foda, né, Joia?
Não, peraí, Joia, por que que tu não foi aqui hoje?
Ah, nego, chuva, né?
Foi pra mim, né?
Ah, não é possível, cara!
Era dentro do lugar, cara?
Eu marquei pra ser seu som, nego! Não dá pra gente gravar na chuva!
Mas avisar não dá, Joia?
Eu avisei!
Mas mais cedo assim, tipo, antes da gente sair pra ir?
Não, mas eu passei o recado, né?
Que dureza, cara, que é intermediário.
Tava fazendo, tava onde?
Companhia de conchinha ali, né, galera?
Aliás, tem baitadinha hoje.
Tá errado ele não, tá esperando a sessão da tarde.
E o quê?
Meu Deus, tinha passado, esqueceram de mim, porra do caralho!
Ó, tamo junto, desculpa, esqueceram de mim. O cara sabe até os diálogos.
Eu quero pedir desculpa, Neto, desculpa.
Não, não, cara, eu aproveitei para conhecer o Bia. Conheceu bem o Fuga, né, Neto?
Agora tu não vai perdeu a área.
Tudo isso nós estamos falando que a gente ia gravar chamado comercial de TV da festa, a Balada do Pretinho, que vai rolar dia 10 de outubro no Fuga do Quarto Distrito. Garanta o seu ingresso, talvez não precise nem de chamada, ou sem chamada, não precise nem de chamada. Galera tá indo com vontade nos ingressos para estar com a gente lá, para ver a banheira do Lelê, para ver o O gordo de camiseta branca molhado, o gordo molhado, para ver o baile do Joia.
Toma, toma, toma, toma, toma! Eu tenho um set, não tocarei BTS.
É balada para as gostosas mexerem. Mas o Natan vai tocar BTS.
Eu gosto, eu gosto.
O Natan gosta e vai tocar, mestre.
Não, vou tocar música para eles.
Segura essa onda, mestre. O mais me preocupa é que tu é louco, mestre. Isso me preocupa um pouco.
Vou fazer um bloco só maneirão. Vanilha e chamamê.
Isso aí, bom.
Presos de sabonete, ó, fazendo contato comigo para cada banheira.
Cada banheira, é mesmo?
É. Ai, eu achei que era para tu te lavar melhor.
Não, não, não, ele toma banho. Lava melhor.
Fagundes acabou de anunciar, não sei se vocês viram, que ele vai fazer um set só de vanilha e chamamê, só para agradecer ao público.
Tem muita gente que quer ouvir. Vou tocar no som, cara. Alguém, um de vocês vai me ajudar.
Aí não, é eu e tu, Neto Fagundes. Isso aí, isso aí.
Vem comigo no violão.
6:13 já no Anunciamos os destaques do Pretinho Maionese. Bom fim de tarde!
Tudo bem, Alexandre? Tudo bem, Vinícius? Leandro Neto, rapaz que eu não conheço, e Rafael Menegazzo.
Tu não conhece alguma coisa?
Tu falou meu nome a uma.
Olha aí, agora já está junto, meu amigo.
Tem que abraçar. Saiu de não conhece para um abraço como se conhecesse.
Maionese é muito carinhoso.
Eu sou carinhoso e quero convidar todo mundo para no dia 10/10, na festa do Pretinho Básico, acompanhar no meu acústico. Palhaço Maionese canta Renato Russo.
Tá bom, vai lotar então, vai lotar ele.
Descansar não, deixa ele cantar um pouquinho.
De tarde quero descansar.
Essa música é linda, ser bom, né, velho?
Manada, vê ali, ele foi insistindo. É que bateu, bateu, né, Maionese? Eu, se eu tiver muito ligado, tomara que teu público vá lá te ver, tá, Maionese?
Cantando Renato Russo, show novo.
E agora nos destaques do Pretinho Básico, o Petinho Básico da Pena. Muito bom fim de tarde! É o Apolo, Apolo Doutrinador, é um pit monster de 1 ano da tutora Fernanda de Castro. Temos a foto?
Não temos.
Eu tenho uma do Apolo, claro.
Pergunte sobre a festa.
Olha a coisa linda esse bicho, cara!
É o cajorro dos Batudinha.
Que lindo esse cachorro! Nossa, bota um respeito nesse aí, hein?
Tu não bota a mão na cerquinha?
Imagina tu abrindo a porta e se dar de cara com esse cachorro.
Não, não. Daí tu olha pro cachorro, ele tá com a cara de quem diz assim: tu veio então, é?
Obrigado.
Tu veio atrás da sua condenação.
Até de entrega de canela.
Amigo meu tinha um cachorro desse, eu fui entrar, ele falou: Não, vem tranquilo que ele é castrado. Aí eu falei: Eu tô com medo que ele me morda, não que ele me coma.
Agronese! Conheça o Cão Mais Forte, o cuidado que o seu cão merece. É da Agronesi.
Agronesi, alimente seu cão.
Gilnei Maier é o nosso querido aniversariante do Pretinho de hoje. O Gilnei Maier é locutor na Rádio Sentinela Pampiana.
Olha aí, meu querido, programa Gilnei Sentinela Pampiana, só aqui.
E de São Francisco de Assis, Rio Grande do Sul tá fazendo 31 aninhos, os nossos colegas de Unemeyer, lá perto do Alegrete, cara.
São Francisco de Assis.
É mesmo, compadre?
São Francisco de Assis.
Aí sim, que coincidência! Fala, mestre!
Só uma pergunta sobre a festa, me permite?
Claro, claro, claro.
Pode entrar com tornozeleira?
Pode.
Ai, então os amigos do mestre mandaram. Depende do quanto.
Tu tem amigos que usam tornozeleira?
Tem uns 14 amigos na região ali do quarto distrito, né?
Quer dizer, na verdade, na verdade, a gente tinha que ver, tinha que ver é o que que tá escrito lá no contrato da tornozeleira, né?
Mas esse amigo nosso é do bem.
Se dá para entrar em festa de tornozeleira, se dá para beber de tornozeleira.
Não é o cara, tornozeleira é as mina que bota no cara, você entende? Casado.
Ah, você é só muito maldoso. Entendi.
É perigoso, né, mestre?
É verdade.
Era o cara das redes sociais, hoje chega rápido.
É que assim, este inclusive é um quadro da festa, é o quadro juntando solteiros e solteiras.
O quadro da galera da tornosa.
Porque vai uma galera de casal, né?
Aí eu quero.
Aí essa galera aí a gente vai botar para um lado e para o outro lado vai botar os solteiros.
Tipo lado A, lado B, lado B, lado A.
Claro, minha amada, a chamadinha tem que ser mais o Jorge Bem.
Vai ter que ter o quê?
Tem que ter lugar para todo mundo, porque tem casal swingueiro também, né?
Ah, isso é legal.
Calma, joia.
Não, foi o Vini.
Desculpa, Vini. Não, calma, joia.
Vini, desculpa.
Calma, Vini. Calma, Joel. É que ele me deu, ele me irrita, ele me incomoda. Tu sabe por quê? Porque tu é louco.
Ele já teve lá e voltou.
Ele foi bem pertinho, cara, não caiu no cheiro.
Todos nós fomos lá hoje.
Exatamente.
Cicatriz de cesárea, pode?
Eu fui lá e entrei, hein.
Cicatriz de cesárea pode, tem problema nenhum.
Aí eu vou, cara, sem um pé.
Ó, nos destaques do Pretinho aí, Natan. Agora é tudo contigo, Natan. Brilha muito no Corinthians, Natan. Laura Pausini.
Só um pouquinho, não é possível, morreu.
Não, nego, não, muito ao contrário.
Vem aí, deixa eu falar aqui. Não, não tira tuas conclusões precipitadas. Laura Pausini anuncia show em Porto Alegre em 2027. Só aqui, abre para nós aí, ô Téo Natan.
Exatamente.
Que dia, Natan?
Dia 2 de março, Rafinha, após 30 anos ela tá de volta a Porto Alegre.
Após 30 anos?
É, exatamente, com a Io Canto World Tour.
Tá, mas esse é o troço das Olimpíadas ali, ó.
Não, isso aí é o cartaz.
É a turnê mundial da Laura Pausini chamada Io Canto, como acabou de dizer o Natel. Isso aí, o canto é italiano.
Vai ser no Araújo Viana, em Porto Alegre. A pré-venda do show acontece no dia 6 de outubro, e as vendas gerais acontecem no dia seguinte, no dia 7, via Simpla. Apenas o Simpla você pode adquirir o seu ingresso.
Só como é que eu conheci a Laura Pausini? Através de uma vizinha minha, que ela botava todo o volume, o som da Laura Pausini, e cantava junto.
Tá brincando?
Sabe, ela não cantava absolutamente nada. A Laura Pausini canta muito bem.
A gente podia ilustrar com o som da Laura, né?
Deve tocar na 102.
Claro que sim, né, nego?
Te falar o que aconteceu? Travou o computador aqui. Daí eu pedi para dar uma limpada e fechou o programa.
Então é isso, já passou.
Eu conheci ela na chinelinha ali.
Vamos abrir de novo.
Não, não, não podia ser ela. Não faz isso.
Conheci ela lá.
Agora foi o cachorro de novo.
Não era ela, Joel. Nós conhecemos ela, ela falava italiano. Mas aí aquele rapaz, a Laura Pauzinho, não é aquele dublê?
Esquema.
A Laura voltou, pediu.
Tu conhece?
Olha, Laura Pauzinhos.
A Laura Pauzinho, tu não conhecia? Ela era famosa aqui no show cover. Isso era um rapaz que se vestia de Laura?
Não, era uma drag.
Era uma amiga minha que fazia teleentrega, Laura Pauzinhos.
Laura o quê? Pauzinhos. Entregava sushi.
Mas tu vê que até a live ficou maluca, né?
Sabe o que que é isso?
É Vindo Chove.
Meu Deus do céu, quando chove, eu falei, por isso que eu não fui tirar.
Tem que ser a minha ganete aqui.
Bom, vamos dar aqui no próximo destaque do Pretinho. Goleiro Vozinha diz que perdeu a paz após ficar famoso.
Vai te cagar, Vozinha!
O Vozinha ficou famoso após a primeira partida.
É o cara mais famoso da Copa do Mundo, é o Vozinha.
Depois da partida que ele fez contra a Espanha na estreia de Cabo Verde na Copa do Mundo, Várias pessoas fizeram campanha para ele ganhar seguidores. Ele tinha 50 mil seguidores antes dessa campanha, hoje ele tem 28 milhões de seguidores nas redes sociais.
Então, para vir a galera para nós.
E aí ele abre aspas para ele: perdi minha paz e tranquilidade, não tenho mais privacidade, ou pelo menos muito menos do que antes. Agora saio, vou a um restaurante, sempre tem alguém querendo tirar uma foto comigo ou me pedir um autógrafo, ou pior, alguém me filmando. Isso é o que mais mudou na minha vida e acho que não há nada mais que eu possa fazer a respeito. Ele inclusive disse que se alguém chegasse e falasse, ô, Rosinha, quer fazer uma troca da tua vida hoje pela de antes? Ele trocaria pela de antes. Ele não tá gostando de ser famoso.
É, eu sei como é, é foda. A gente sai na rua, nosso público vem, eles querem foto, querem abraço, quer áudio, mas eu tenho um prazer de fazer.
Eu acho que nem tu acredita nisso, né, cara?
Tu quer do futebol?
Não consegui falar.
Eu vou dar real isso aí, o Leandro do futebol, ele sabe o que é aquilo.
Qual Leandro?
O Leandro, ele foi jogar no Colo-Colo, né, no Chile. Não tá jogando porra nenhuma.
Não saberia lhe dizer.
É isso, ele é futebol, ele ouvira o Baratinho, os gols do Fantástico.
Mas ele foi titular, o Valencia até ontem tava sendo odiado pela torcida do Boca. E aí vai renovar agora, 3 gols em 20 minutos.
É, tá aí, o Salão fazia isso para o Inter, inclusive em vocês.
E o Racing demitiu o técnico Técnico, o Voivoda. Pô, vocês esperam um pouquinho, vocês tinham mais a ganhar.
Mas tô fechando ele para o Zeca, nego.
Quem?
Voivoda vem no Zeca.
Ah, é?
Não, mas você tem que fechar o Pesolano aí, né? Ele não quis.
O Argel, técnico de vocês?
Não, mas é que o Argel é nosso ouvinte.
É, não, é isso aí.
Deve estar bem parceiro contigo, tu tentando tirar o emprego.
Não, é que o Voivoda tá chegando aí, né, nego? É a metodologia aí que a gente vai implementar no Zeca.
Ah, pô, é boa pergunta. Já mandou lá para o guri que tá esperando.
Eu já falei que eu vou entregar dia 20 de novembro. Eu não sei, nego.
Eu tô com uma dúvida.
Um advogado mandou email para cá falando—
quem tá falando?
O habeas corpus que tu conseguiu com fé na saída, para dizer, Leonardo, que o habeas corpus que tu conseguiu no aniversário do Pretinho Básico tá expirando. É verdade isso ou não? Agora em outubro tá expirando teu habeas corpus?
Não é nem isso.
Eu vou para um retiro espiritual.
Não, como assim?
Eu vou para um retiro.
Onde é que fica?
Vou ficar um mês fora. Não, nego, aí tu me entra em tranco. Não, nego, eu vou para uma fazenda aprender a trabalhar com ovelhas, com bois, vaquinhas, cavalos.
Já caiu nesse golpe?
Vai para o reality, nego?
E éguas, entendeu?
O que será que deu no computador? Faz horas que eu não vejo a ficha do computador.
Agora que desligou, meu Deus do céu! Peço desculpas, mas enquanto vocês vão entretendo a nossa audiência, eu vou tentando inicializar de volta o computador aqui que deu pau.
Pau a fu, nunca vi em 20 anos acontecer isso na rádio antes de ti.
Não, não, não, mas tá tudo ok.
Não, não, tava tudo ok até agora.
Isso aqui é, isso aqui é para nossa vida o que aconteceu hoje, porque as máquinas uma hora vão dar pau. E por que que vai acontecer? A gente precisa de seres humanos. Se não vier um cara especialista agora, que nós estamos fodidos.
Isso é verdade, isso é sobre máquina.
Muito obrigado. Isso aqui, ó, máquina deu pau.
Mas eu falei para o sempre que o Lelê vem, dá confusão.
Quer pensar a frase aí? Quando o Lelê vem, dá confusão.
O Neto, Neto, ah, o sonzinho do Neto só na cabeça.
Tem que não, vamos embora.
6:24, temos mais um destaque aqui, meu compadre Neto Fagundes. Bêbado rouba ônibus enquanto o motorista tomava café.
Aconteceu no último domingo em Caldas Novas, em Goiânia.
O que aconteceu?
Vou para Goiânia.
Tem um micro-ônibus da Secretaria de Ação Social do município que sai para pegar pessoas que não têm condição de ir até um posto de saúde, que faz alguns tratamentos, leva nós para assim cirurgia de catarata, exato, exame de fezes, cara, e no dente. E aí o motorista ia começar o turno dele ali por 5 da manhã, só que ele deixou o ônibus estacionado e foi tomar um cafezinho. Quando ele foi ver, o ônibus já não tava mais ali, tava com com um bêbado que roubou o micro-ônibus e saiu para andar.
Aí a polícia foi acionada, fez o patrulhamento e conseguiu achar ele com o micro-ônibus. Não bateu em nada, dirigiu certinho, não causou nenhum acidente. E a justificativa dele é que ele queria pegar os amigos dele.
Um amigo meu namorou uma guria uma vez que o pai dela deu uma funerária lá na Igreja E ele desdobrou, ela desdobrou, até que ele conseguiu pegar o carro para dar uma volta na praça. Acabou que todo mundo olhou, que isso?
Muito bom.
E aí ele foi preso por embriaguez ao volante, também por furtar o micro-ônibus.
Pô, mas é maravilhoso o cara dar uma volta no carro funerário na cidade.
Não, não, não, não, na cidade todo mundo conhecia, todo mundo conhecia ela e conhecia o pai dela, todo mundo. E ele sacaneando, todo mundo sabia que ele tava namorando também, passou buzinando Mas é errado, né, o cara beber e pegar a direção, né?
Não, é errado, né, Lelê?
Ah, mas isso é o que mesmo, falando isso aí, 80, né?
Especialmente é errado roubar um ônibus também, bêbado ou sóbrio, né?
Ele fez o bafômetro, tava com 1,20 miligrama.
Tava bem molhadinho, 10 meses.
Isso é bom, ele tava bem molhadinho.
Isso aí é um licorzinho.
Pega o cara, tá num trago olhado, cada pessoa é diferente.
Mas 5 da manhã é virado?
Não, não, meu amigo, você tá, tu pegar num trago olhado e tu querer entrar num ônibus para dirigir, tu tem que estar muito bêbado.
Tu já entrou em coisa pior e pagou?
Não, ônibus não, cara. Já fez isso com avião nos Estados Unidos, né?
Até dragão eu peguei, eu trago.
Ah não, eu também.
É isso, tu já entrou em coisa legal. O problema para mim é que ele levou o pedaleto. Que que dizia no ônibus? Ação social. Ele pensou: eu sou social e vou fazer uma ação, vou levar os guri, vou fazer um tour pela cidade com a turma.
Perigoso. 6:26, brigadão pela sua audiência. Você que tá com o Pretinho Básico ao vivo aí no seu carro, de repente no coletivo, se mexendo para lá e para cá, tocando sua vida. Neto Fagundes, bota uma para nós aí, compadre.
Fala, meu querido, buenas, pretaiada! Aqui vai uma piada sobre um cachorro fora do comum. O cara queria comprar um cão de guarda e foi num canil. Chegou lá, o vendedor apontou um cachorro minúsculo para ele, magricelo, uma cara de coitado. E o cara deu risada, olhou assim: tá de sacanagem, né, meu? Esse bicho aí não assusta nem mosca. Aí o vendedor: é, mas não subestima, né, meu querido? Esse é o famoso cachorro judô. Cachorro judô?
Sim, cachorro judô. Quer ver? Aí o vendedor aponta para uma cadeira velha no canto e gritou: Cachorro judô, cadeira! Cachorro salta e dá um salto triplo carpado. Em 3 segundos ele destruiu a cadeira inteira, reduzindo a pó. Aí o cara olhou, ficou de queixo caído. Aí o vendedor apontou para uma mesa de madeira maciça: Cachorro judô, mesa! Na mesma hora o cachorro saiu voando em cima, estraçalhou a mesa num piscar de olhos. O cara comprou o bicho na hora, pegou, pagou uma fortuna Mas levou o bicho e foi para casa.
Chegou em casa todo orgulhoso, olhou para mulher, olha aqui. E a mulher, o que que é isso? Olhou com desdém para o bicho assim, porcaria de cachorro anêmico é esse? Tu traz para dentro de casa isso aí? Aí ele respondeu estufando o peito, respeita, minha querida, respeita, que esse é o cachorro judô. Ela caiu na gargalhada, cruzou os braços e disse para ele, ah, pelo amor de Deus! Meu Deus, cachorro judô, meu rabo! Aí ele diz aqui: deixa para mesa adivinhar o final da história. Muito bom, Luiz Henrique, grande fã do Léo, do Rafinha e do Joia.
Abraço, amigo!
6:28 agora que eu me liguei que nós somos 7 na mesa, hein?
Quem sabe põe a trilha no celular ali.
O cara tá bem, né?
Tu quer eu faço a trilha? Pode ficar.
Não, ótimo assim, Joel, não te preocupa.
A gente tem que saber trabalhar na adversidade, é uma adversidade, acontece. Poderia ter faltado luz, alguém poderia ter ficado sem voz no programa.
Bota a turma para nós aí, Lelê.
Então vamos ver, Lelê.
Boa tarde. Tranquilo, caiu lá o servidor. Gaúcha caiu também, todo mundo. Ah, tá certo, lado nosso não, né? Eu não acreditava. Caiu lá na gaúcha?
Caiu, Pedro?
É claro que não caiu, né?
Porque eu sou demais, a gaúcha é demais.
E o Fetter?
O Fetter tem inveja do alemão, né? Porque ele tem um espaço só para ele.
Vai rápido, né?
Boa tarde, por favor, eu tenho só uma dúvida: quem é a Rebeca que o Fetter diz proteger na chamada do documentário do Pretinho? Ele fala: Rebeca, eu te protejo. Quem é Rebeca? Tantos meses essa chamada que me bateu uma curiosidade simples e real. Quem é Rebeca? Obrigado por ler, ouço vocês todos os dias. Roberto Raimundo Júnior, aqui de São José.
Rebeca era uma personagem do Programa X lá em 94, 95, 96. E aí, e aí, a Rebeca tem música com ela, né? Tem uma música, X Completo chamava o nome. Rogério Forcolan fazia a Rebeca.
Exatamente isso.
Então é uma passagemzinha lá para chamada do documentário que remete lá ao Programa X, que é muito doido.
Eu acho a história mais doida assim de programa de humor, porque, cara, tu trazer um cara do tamanho do Escova para Porto Alegre é absurdo, porque ele era um cara gigantesco, parceiro do Faustão desde sempre.
Eu conheci o Escova no Perdidos na Manhã, que era um programa de rádio lá em São Paulo que o Faustão apresentava com Juca Chaves.
Rádio.
E os dois, Tatata e Escova, na rádio, só rádio. E aí era de manhã, cara, eu fui com o Borghetti, lançou o primeiro disco do Borghetti, cara, um troço absurdo de gente para fora no cinema, né? E o cinema não tava funcionando, ficava como um estúdio para eles.
E, cara, era Balancê, não era? Na Excelsior?
Não me lembro agora, cara. E aí eles, aí ele vai para o Bandeirantes Ou não, sim, na noite, na noite, fazia o balancê de sexta, né, cara? É um troço trolhado também, né?
Impressionante.
E aí ele leva, aí ele leva o Tata e o Escova para lá também.
Isso aí, ele vai para TV porque o Goulart de Andrade, aquele coroinha que fazia o Vem Comigo, ele vai fazer uma matéria onde o Faustão fazia o balancê.
Meus óculos.
E aí ele fala, ele fala, Faustão, cara, esse teu programa é de TV. Aí leva o primeiro Faustão para TV Gazeta. 90, só lá em São Paulo. Aí ele arregaça e ele vai para Record, e depois para Band, e aí ele vai para Globo.
Perdidos da Noite era o programa que o Faustão tinha no sábado de noite e que era o único programa, não era sábado, era o único programa que as bandas tocavam ao vivo. Que dá as merda, surgiu Quem Sabe Faz Ao Vivo, que os programas tudo era playback, né, do Lobo de Ouro, Chacrinha, Bolinha, era tudo playback. O único que fazia ao vivo era Perdidos da Noite, por isso que ele usou aquele mandioquês, sabe? Ele faz ao vivo.
Eu só fiquei em dúvida se ele não foi para o SBT também. Não, ele vai direto para Bandeirantes.
O Silvio Santos queria ele, e aí ele não vai. Por quê? Porque o Gugu não vai para Globo, e quando o Gugu não vai para Globo, o Boni contrata ele e leva o Faustão para Globo.
Até que anda, né?
A gente lá atrás, lá em 2010, eu acho, 2010, quando o Pretinho já era um fenômeno, o fenômeno, o Pretinho chega aqui em abril de 2007. Aí tem abril 2008, 2009. Nos 10 anos de Pretinho, eu apresentei um projeto pro Pretinho Básico na RBS TV em horário.
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E tal.
E aí tinha um horário local na noite de domingo, se não me engano, naquela hora.
Do tele domingo?
É, eu não acho que era até depois do tele domingo. Acho que era o apito final.
Lance final.
Lance final. Daí tava na entre safra do futebol. Cara, era um projeto bacana, interessante, bem feito, feito por gente de TV também e tal.
Vamos voltar com isso aí.
Não, não vamos dar essa moral.
Parece que estão estudando para isso.
Hoje nós temos uma ATLTV aí.
Qualquer coisa me chama.
Mas é que o formato naquela época era legal e o Pânico fazia e enfim, era um programa de auditório. Na verdade era isso, era um programa de auditório, multiatração no palco. Com todos nós nos revezando e tal, e show de calouros.
E acho que o case é a festa do PBA dia 10 ali. Se tudo der certo ali, a gente vai para TV. O que que tu acha?
Acho que não.
Os quadros ali, eu acho que não.
É que eu acho que os formatos vão mudando, né? Porque eu acho que o Pânico mesmo, não, não. Se o Pânico começasse agora, seria muito difícil. Então as coisas naquele momento tem o time. Eu acho que o Programa X, por exemplo, ele aproveitou muito bem o time. É isso que tu tá fazendo, porque ele foi compacto, era uma coisa que não tinha, e era só rádio, não tinha TV, não tinha TV, e não tinha internet.
Exato.
Eu me lembro do Disco Cuecas só, talvez antes lá, quando eles começaram a fazer isso, descer a voz, né?
Aí era, mas isso aí era anos 70, né?
Eu cheguei em Porto Alegre, eu conheci, quando eu conheci o pessoal do Disco Cuecas, a galera do Disco Cuecas, eu fiquei impressionado, cara, porque para mim eles eram os cara fora do contexto. Talvez hoje o Pretinho seja assim com o público, né? Mas o Disco Cuecas era incrível, cara.
Tem muito atraso, Carlos Nobre, que é muito antigo. E aí depois dos Cocoecas, aí depois tu vai ter o Programa X, cara.
Júlio Fâncio, João Antônio, Liberdade.
E aí depois, cara, sabe o que é o melhor? Que esse abobado, ele vai abrir a transmissão sexta-feira do Bandas Gaúchas 2, primeira coisa que esse abobado fala: tá começando aqui o Bandas Gaúchas. E eu do lado dele, o que que tu tá fazendo, velho?
Tomou um Do nada enlouqueceu sexta.
Inclusive, graças a Deus, que audiência! Parabéns, ele é tão fenômeno. Conseguimos, conseguiu!
Tem um email sobre isso aqui, cara. Por favor, deixa eu ler, Lelê. Acho que tu merece. Aê, pretinhos! Fui no show com minha esposa e amigos. Que espetáculo! Que noite memorável! Tirei foto com Rafinha e Gordo Léo, participei de uma brincadeira com o Gordo Léo. Sou André Pinheiro, eu estava caracterizado de Wayne Campbell do Wayne's World. Ah, sério?
Ele pegou meu L igualzinho. Eu peguei, dei um salgadinho para ele, falei: canta tua música favorita do Papas, de boca cheia.
Revivemos, revivemos momentos da nossa adolescência em alto e excelente som. Excelente projeto, Bandas Gaúchas, segunda edição. Lelê, parabéns! Abraço para gurizada.
Foi uma noite muito bonita.
A gente, para quem não pôde ir, ninguém fala isso, foi o Jaque que levou Isso aí, cara. Isso, mas você tava lá, cara.
Para quem não pôde ir, o show está disponível na Teletv na íntegra. Então pode, pode assistir lá porque tá lá.
E quem já foi pode assistir?
Pode, são 5 horas. Eu mesmo vou ter que assistir uma hora porque eu não assisti, trabalhou, né?
Só correndo lá, trabalhou muito, cara.
E olha só, aproveitando o gancho, cara, contar uma história bem rapidinha, que lá eu encontrei o Thiago da Liverpool, que é, tá fazendo as camisetas, né, do acústico. E lembra aquele cara que mandou um, mandou um email para nós aqui falando de um amigo dele que tá com câncer e que vai a todas as sessões de quimioterapia com camisa de banda de rock? E eu falei assim, cara, é isso que falou. Eu falei assim, cara, eu vou falar com o Thiago da Liver, para o Thiago vai levar as camisas para esse cara, vamos mandar as camisas para esse cara.
Beleza, cara. Olha a coincidência, o cara tá internado num hospital a 200 metros do escritório do Thiago da Bizarro, bizarro. O cara foi buscar, ele tá—
desculpa, foi mal mesmo, o cara tá bem, pô.
Não, eu fui deselegante, fui sem personagem.
Eu cheguei a perder a voz e sem personagem disso.
Mas foi melhor personagem batendo. Eu cheguei a perder a voz, cara. Fiquei inacreditável que tu lançou essa. Tu logo tu tem 10 personagens.
Ai, porra, os zumbis!
Não, mas que bom, mas ele tá bem, o cara, o cara tá bem, vai receber as coisas essa semana.
Aí tá bem, né, Lelê?
Tem tempo de tudo. Esse babaca pensou coisa pior que eu, mas não ficou.
23, Lelê, encerramos aí esse assunto? É só para fazer um bacana, Lelê, bacana.
É bom quando a gente chama uma situação aqui, consegue resolver.
Claro, claro, perfeitamente. Por isso que a gente fica até temeroso, né, de chamar a próxima situação, né? Sempre tem uma prova que a gente fica, ah, será? Porque tem uma pinta na mesa que não é que ele é— ele é louco, né? E aí o louco, tu pode esperar qualquer negócio. Posso fazer um pedido então?
Claro, vai pedir sangue daí, Bato. Vamos ficar tristes.
Como que não vai pedir sangue? Como que não vai pedir sangue se esse programa, ele, ele tá morrendo, ele vive de pedir sangue?
Agora vamos mudar de nome.
Que isso, maluco?
Sanguezinho básico é um baita projeto.
Queremos ouvir disso. O cara vai cada vez mais para baixo.
Não, vai, destaque aí, galera.
Não, eu vou contar piada.
Isso é isso aí, é isso.
Vou contar piada, Neto. Tem uma piada, Neto, para contar aí?
Não, mas eu quero ouvir a tua.
Não, porque eu não sei o que fazer nesse momento. Eu tô, eu vou contar piada.
Faz de conta que nada aconteceu.
Eu tenho uma ideia para RBS TV. Eu queria fazer um reality show de humor.
Vou te dar o nome da pessoa para falar lá. Olá, Pretinhos! Aqui é Nelson Ramos de Pirassununga, interior de São Paulo. Segue uma piada que ouvi hoje, mas nunca ouvi no Pretinho. Opa, ó, no Dia dos Professores, as crianças resolveram levar presentes para a professora mais querida da escola. A Mariazinha entrega o presente, a professora balança o pacote.
Aqui é foda, a gente quer se controlar, mas aí Foi só soltar a trilha.
Pode dizer, eu vou repetir a frase, vocês façam, tá? Quero fazer essas crianças felizes hoje. A Mariazinha entrega o presente, a professora balança o pacote e nota que há algo chacoalhando lá dentro e diz: são bombons! E a Mariazinha disse: sim, professora, acertou! Aí vem o Batata, entrega o seu pacote, a professora dá uma chacoalhada, sente o peso e diz: ah, é um livro! É um livro, sim, professora, espero que a senhora goste.
Aí vem o Joãozinho, o mais esperado do presente, entrega uma sacola o maior presente da turma. A professora pega o pacote que é mais pesado que os outros, não consegue adivinhar o que é, mas nota que tem um líquido vazando. Passa o dedo no líquido, lambe e pergunta: é um vinho, João?
Não, professora, não é um vinho.
Ela experimenta o líquido de novo e diz: ah, é um licor.
Não, não é um licorzinho, professora.
E então a professora pega a caixa e bota direto na boca e faz um para experimentar melhor o líquido que lá de dentro escorre.
Eu não consigo adivinhar, Joãozinho. Pode me dizer, por favor? Claro, é um cachorrinho!
É um cachorrinho para senhora, depois.
Eu peço desculpas, eu já não tenho mais, já não tenho mais.
Essa é nova, essa é nova.
Foi muito bom.
Ela não tem mais cara de pau para fazer isso, essa é a verdade.
Essa é a verdade.
Cara boa, cara boa.
As damas sim também.
Tem certeza? Ai, Neto Fagundes, nos salva, Neto Fagundes.
Sujeito chega no bar no interior do estado e vê um cavalo amarrado na porta com uma placa: quem fizer o cavalo dar risada ganha um mês de cachaça. Aí o nego velho deu uma olhada, tem certeza disso aqui? Entende? Aí ele vai até o ouvido do animal, sussurra alguma coisa bem baixinho, cavalo começa a dar gargalhadas sem parar. Aí o dono do bar, incrédulo, entregou o prêmio para o cara. Olha, seguinte, né? Vou ter que dar o prêmio para o cara.
Passado algum tempo, o mesmo cara volta no bar e continua lá, mas agora trocou a placa: quem fizer o cavalo chorar ganha 1 ano de cachaça. O cara se aproxima do cavalo, abaixa as bombachas, o animal começa a soluçar de tanto chorar. O dono impressionado entregou o prêmio pro nego velho de novo. Mas curioso, ele perguntou, olha, meu querido, tudo bem aí, a pinga é tua por um ano aí, mas o que que tu fez pro cavalo dar risada e agora o cavalo chorar?
Não, foi tranquilo, meu querido. Na primeira vez eu disse pra ele que o meu pinto era maior que o dele e ele começou a rir. Tá, mas e aí? Agora eu mostrei.
Baita, Neto Fagundes, baita! Vamos ver, Rafael.
Alexandre, boa tarde, bebê, tudo em ordem? Pô, Fetter, isso é uma piada, só vai fazer uma balada? Bora marcar uma balada em Joinville ou Jaraguá do Sul.
Não, não entendi o que que ele quis dizer.
Aí é impossível que tu não entendeu.
Não, é que a pontuação, tu não foi muito bem na pontuação.
Não, tu me desculpa, poxa.
Não, aliás, nem a pontuação, é Entonação.
Vai de novo, vai do início.
Eu vou te resumir porque minha vida se resume a ser direta e objetiva.
Eu trabalho com resumos.
Ele tá de cara porque só anunciou uma edição da balada.
Ele tá longe, ele tá longe.
E ele quer uma em Jaraguá, eu quero uma em Jaraguá ou Joinville.
Agora eu entendi.
Mas é ela, desculpa, um abraço a todos, sou fã de todos, mas o Fetter é demais. Já o Lelê é uma delícia.
Opa, opa, opa, peraí, peraí.
Não gosta de elogio?
Tu prefere ser demais ou ser uma delícia? Demais, né, cara?
E uma delícia.
Não, mas vem aí uma nova palavra.
Não, não, não, não vem.
Camboriú?
Não vem. É dia 10, é dia 10 de outubro. É dia 10 de outubro. Aliás, essa data ela só foi escolhida por isso, porque era 10 de 10.
Marcante.
Por exemplo, 11 de 11 não vai ter o trabalho 12 de 12. Calma, Lelê.
12 de 12 é um bom número.
13 do 3, porque 11 de 11, ele veio bem, ele falou bom. 13 de 13 não vai ter, ele veio muito bem.
Essa com certeza não vai ter.
11 de 11, deixa eu ver. 11 de 11 é quarta-feira, se não me engano.
É o dia oficial do Pro Jam em Porto Alegre.
Caramba, primeiro de janeiro pode rolar 2 shows do Pro Jam em Porto Alegre.
Que legal. 11 de 8, talvez 12 de 12 é sábado. Hein? 12/12 é sábado e a galera tá com a nota. Vou atrás de uma data 12/12 para a gente fazer uma balada do Pretinho. Não é só uma, é só uma não. Para, meu, tô brincando. 15 minutos para 7 desta noite, início de noite de segunda-feira. Nossa, 10/10, né? Baita data. Não, 12/12 também é uma baita data.
Pô, 2 de 2 é legal.
2 de 2 é legal.
2 de 12, surdo. 2 de 12, sim, mas a data é 10 de 10 do 10, só vai ter dia 10 do 10. Não compliquem a minha vida.
O dia que é dia 10?
No Fuga do 4º Distrito, em Porto Alegre. Compre ingresso no Simpla.
Neto conhece bem, cara, conheço tudo lá. Conhece tudo lá, né?
Aí tô te falando, muito legal, rapaz. Bota o mapa nós aí, Vini.
O Joia, a história do cara que entrou no consultório do cardiologista.
Tá bom, Monteiro Lobeca, eu tô com saudade do Monteiro Lobeca.
Acredita e vai.
O cara entrou no consultório do cardiologista e disse: ai, doutor, eu sou uma mariposa. Doutor, eu sou uma mariposa, doutor. E aí o doutor falou: lá, tu entrou no escritório errado, eu sou cardiologista, o psiquiatra é na porta à frente. Ele é que eu vi, vi a luz acesa, doutor.
Eu gostei, eu gosto da tua entrega.
Tu é o cara que, ó, melhor aquela música dos Originais do Samba.
Quem é que vem comigo nessa?
Eu sou a lâmpada e as mulher é as mariposa fica dando volta e volta em mim. Esse vai dar dúvida, mas isso aí é do Floripa. Isso aí é do Floripa. Bebeu uma coisinha, mano.
Bebeu duas.
Isso aí não é coisa original de samba. Não?
Falsificado do samba.
A Dona Irã Barbosa. Nossa, verdade.
Que o Paulo Mikros interpreta muito bem no cinema.
A Dona Irã Barbosa.
Saudosa Maroca.
Veio bem, veio bem.
Eu sou conhecedor.
Saudosa Maroca, Maroca querida.
Gente, gente, tem uma piada. Dois canibais.
Vai contar uma piada? Dois canibais.
Tão numa lanchonete fazendo um lanche. Passou a moça sem o bracinho e sem o matetinho. Aí um cutucou o outro e falou, olha ali, ó, ele que tem. Tô comendo.
Mas por que que tu mudou a piada? Ela originalmente ela é de uma maneira.
Ele gosta de nos foder assim, trabalha com a gente. Viu o email antes?
Gosto de fazer o cara, mas assim, ó, aí você olha e tu lê, eu falo essa.
Mas é que a piada original ela já é maravilhosa assim.
No original, conta original agora.
Conta original.
Eu não sei, original já tem dois caras conversando, dois canibais. Não estão no X, não, estão numa, estão na rua, isso, no mato. Aí dois canibais estão conversando, aí passa a guria sem o braço. Aí um cutuca o outro e fala: olha ali, Que triste, perdeu o bracinho, acidente de moto. É isso, né?
Não, não, então eu não sei a piada.
O meu tempo é muito imbecil.
Mas não dá para discordar.
Agora ele foi muito, cara.
É, o problema é esse lado da minha vida, definitivamente.
É o lado da minha vida.
Vai levar uma facada, Alexandre. O que menos me custa é dar um veio hoje.
Que saudade desse bordão, que saudade desse bordão.
Ó, que o que menos me custa é dar um veio.
Tu largou o bordão, cara.
Eu sou desse, o trago tá me fazendo mal, eu tenho que parar de beber.
Começa a bombar, tu larga.
Eu sou desse, eu bombo e largo. Mas os guria fala direto, que nem o Jason.
Jason não queria mais fazer, tá lá, louco.
Vou lançar o meu churrasco, um assado fodido. Para fazer um assado fodido, vai ser um galetinho.
12 minutos para 7, vamos fazer os classificados do Pretinho Fácil. Tá na hora, cara.
Infelizmente, quanto tempo sem trilha?
Tá bonito hoje.
Obrigado.
Ninguém te fala, eu falo eu.
Obrigado.
Aprende comigo uma coisa: beleza é o que o cara mais tem na vida, e beleza é insignificante perante ao bom caráter que tu tem. Caráter é melhor que beleza.
Tá bom, irmão. Obrigado. Tá amoroso.
Se precisar, eu como.
Alô, Maionese?
Pode receber isso, eu não quero saber. Olha para mim, eu não quero saber o que é que você faz.
Eu só quero o resto da tinta. Mas tá a fim de enredar na finaleira, é isso?
Eu te amo.
Também te amo. CCGL é leite de verdade gaúcho como a gente. O vinho de mesa mais lembrado pelos gaúchos é o JP. JP é o preferido do Sul. Classificados do Pretinho. Natan, vamos vender o quê aí, Natan?
Uma moto.
Uma moto.
Agora me enrolou, Natan.
Olá, Pretinho, estou vendendo a moto para somar na entrada do meu tão sonhado apartamento. Olha aí, meu anjo. É uma Yamaha Royal Star ano 2000.
Faz um bolo assim.
Moto em ótimo estado de conservação.
Acampamento gostoso.
Cruiser clássica conhecida pelo motor V4 de 1300 cilindradas. Oferecendo alto conforto e desempenho, é valorizada pela estabilidade, estilo clássico, e hoje em dia estão cada vez mais raras de achar. Verdade, só 28.860 km rodados.
Zero, hein?
Acompanha a capa de proteção, alforjes e sissy barra.
Preparei que eu tô anotando.
A perna nesse cano aí dessa moto, valor não tem como. Tem, nego, minha perna parece que tem uma mordida.
Mas quanto que te jogaram então no motor da moto? É lá embaixo o cano, tu fica praticamente com o pé em cima do cano. Não tem como, cara.
Tanto é que várias brigas aí.
Quando não pego, quando não pego.
R$44.900.
Quê?
R$44.900?
Imagina nós chegando na festa pretinha, todo mundo de moto.
Interessados, entrar em contato com Caridade Moto no Pedrinho.
Caridade ou caridade? Raridade. Raridade.
Raridade Moto no Pedrinho.
@gmail.com.
Obrigado, gente.
O que que tá acontecendo?
O que que tá tendo um lance?
O que que houve ali?
Tá aqui, ó, voltou.
Esse emocionou.
O que aconteceu?
Eles usaram a mesma coisa hoje de tarde.
Vocês estavam juntos, cara? Estavam passeando juntos?
Tavam, tavam.
Meu Deus do céu, cara, sério, mano.
Se encontraram as 4.
Eu admiro alegria, felicidade São felizes, é lindo, cara, é lindo de verdade. O cara que releve assim, vai, eu admiro, eu gosto demais.
É os idiotas, né?
Eu não consigo nem falar, cara.
Aconteceu isso comigo esses dias, tava vendo um vídeo, o vídeo vocês já devem ter visto isso, cara, é o vídeo que tá numa fazenda, tem uma estrada de asfalto interminável numa fazenda. Daí a senhorinha toda dona de si, porque eu eu conto, porque eu cavalgo, porque eu faço eu aquilo. Daí o fazendeiro, o capataz, disse: então vamos lá, vou te ajudar a subir no cavalo. Cara, na subida do cavalo já deu para ver que a senhorinha ela não sabia, não tinha montado.
Daí o capataz disse: para fazer o cavalo parar é só puxar a rédea para trás. Aí ele faz um comando para o cavalo e o cavalo, cavalo do zorro, cara, nunca mais. E mais Sobe forte, cara, mas firme.
E a mulher, eu nunca mais eu vou, cara.
Eu ri de chorar, cara, de chorar, cara. Não, nunca mais parou, nunca acabou o vídeo, a mulher não voltou, só foi. Inacreditável, foi o Léo agora, riu de chorar ali, tá passando mal, cara. Coisa boa, coisa boa, Deus abençoe.
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Agora na Atlântida, memória de elefante.
Elefante Letrado apresenta Palavra do Dia. Pechincha, P-E-C-H-I-N-C-H-A.
Pechincha é algo comprado por um preço muito abaixo do normal, uma compra vantajosa.
A palavra também pode indicar deixar um lucro inesperado e surpreendente. E já deu essa jaqueta aí?
Isso aqui, 50 pila, uma pechicha!
Não pode, tô dizendo.
Vou te passar o contato do cara.
Eu quero, hein! Elefante Letrado, a plataforma de leitura das melhores escolas do Brasil. Acesse Elefante Letrado nas redes sociais e descubra mais.
Memória de elefante para mais curiosidades. Acesse elefanteletrado.com.br.
Infelizmente chegamos ao final de mais um Pretinho Básico nessa segunda-feira, início de noite, primavera. O friozinho aquele já foi embora, agora a coisa começa a melhorar, vem aí o verão.
Coisa boa, né? A gente olha a previsão do verão, é, até agora foi essa chuvarada, muito, muito raio, mas agora a partir da primavera mais raio.
O Alexandre até falando em chuva lá, cara.
Pô, velho, galera de Santiago, verdade, verdade. Falamos, né, Neto?
Falamos. Eu tenho um grande amigo lá que tá precisando de ajuda.
A gente viu as imagens, cara, umas bolas de sinuca de granizo, né, cara? Então eu postei nos meus stories, a bola de granito mesmo, cara.
Mas não é Santiago do Chile, né?
Não, não, é Santiago do Boqueirão.
É bom informar, né?
Daqui a pouco nós estamos ajudando alguém que tá lá no Chile.
Mais de 8 mil pessoas fora de casa, cara. O Pix, eu vou falar o Pix aqui, mas é que como ele é um CNPJ, ele é difícil, né, cara?
Certo.
Mas pode entrar no Instagram Prefeitura de Santiago. Isso aí, bota nos seus stories. Eu botei nos meus stories, tá ali inclusive nos stories, tem até um QR code, tá? Então tá ali para a gente doar pelo Pix, que ele é complicadinho. Não vou falar aqui porque a galera não vai anotar.
Prefeitura de Santiago não tem underline nem nada, né?
Não, não, @prefeituradesantiago. Ali no Instagram e faz a doação, porque a galera tá precisando lá. E pô, e o seguinte, né, eu tenho uns amigos lá, relatos de que lojas de lonas, etc., aumentando o preço das lonas. Aí fica difícil, né, cara?
Isso, não aprenderam nada ainda. É bom de tu marcar que loja é essa e depois nunca mais voltar lá. É isso, é difícil, pô, na hora de ajudar o cara da tua cidade. Pô, e também de graça, né? Só não aumentar o valor.
Empatia é a palavra, né?
Aproveita e Solidariedade, né?
Aproveita e vota então, Rafinha.
Por que eu primeiro?
São 7 e 2, cara.
Acho que eu vou votar, vou votar, vou votar, vou votar no Léo.
Muito obrigado, cara.
Que ridículo, cara.
Não pode votar em mim?
Não, ele pode. É que a gente se diverte. Esse é o programa de quê?
De comédia.
Comédia, o programa.
A gente é humorista, claro.
Esqueço.
E tu vai votar em quem, Léo?
Palestrante também, trabalha com resumo.
Vai votar em quem, Léo?
Cara, eu vou votar no Vinícius Moura.
Vinícius de Moura.
Vinícius de Moura.
Vinícius de Moura Brasil me tirou uma risada boa, tá sincero.
Pena que não foi, eu diria que foi a melhor risada, né?
Pena que só eu gostei.
Só tu gostou da piada?
Esse é o problema.
Seu Pretinho sai do ar uma vez, alguma época, nome de um programa: Risada Já começamos a perder aí, já arrancamos mal aí, cara. Eu agora eu vou tranquilo, agora tá tudo resolvido.
Agora que tu já resolveu, eu vou tranquilo. Era só isso que eu precisava, risada boa, porque é simples e verdadeiro, entendeu?
As duas risadas boas.
Olha, eu sou maluca, eu sou foda, mas dá merda.
A vinheta tinha um vídeo do Do Léo, do Léo, do Léo, do Léo, do Léo, do Léo.
Vota em quem, Vini Moura?
Confesso, cara, eu vou ter que votar no Neto ali.
A piada do cavalo, ele te obrigou a fazer alguma coisa?
Eu botei uma arma na tua cara.
A piada do cavalo realmente é muito boa.
Por que ele me obrigou?
Eu vou ter que votar no Neto.
Não, cara, é um modo de se expressar, né?
Só, então te expressei.
Vou ter que, obrigado, Vini. Não cai nessa piada.
Que eu me expresse do jeito que tu quer?
Muito mais fácil, tu viu só?
Tu já tem a tua mulher que te expresse do jeito que ela quer.
Tem a minha outra nega velha aqui.
Até eu baixei a minha lourinha.
Neto Fagundes vai votar em quem, meu cumpadi?
Cara, eu vou votar no— eu gosto de aproveitar o meu voto, né, para incentivar as pessoas. Eu então quero votar no Natan, tá? O Natan vem fazendo um trabalho muito bacana. Tamo junto, meu parceiro!
E tu, Natan, vota em quem?
Eu vou votar no Rafinha Meneghazzi.
Ué, por quê?
Achei que ele jogou bem.
O que que tem um assunto?
Cara, isso é uma homenagem, é uma homenagem Pretiva ao fim do 20 de setembro.
Por que que tem essa foto do Natan, esse cavalo? Os dois estão com a mesma expressão, nenhum deles tá entendendo o que ia acontecendo. É uma égua.
E o cabelo tá parecido.
E o Léo falou, é uma homenagem ao fim do 20 de setembro.
Hoje é 28.
Isso, mas só o fim do 20 de setembro acabou uma semana depois. Você é ouvinte, ano que vem o Pretiva vai lançar o calendário com essa foto para tu botar na tua cozinha.
Me pegou muito, cara, que tu e a égua estão com a mesma expressão.
Conectados, né?
Conectado.
A diferença é que ele tá, né, ela tá sofrendo mais com ele em cima.
Os dois viram nego velho baixando a calça. Os dois viram nego velho baixando a calça.
Lelê, tu vai votar em quem, Lelê?
Ah, eu vou votar no Neto Fagundes.
Neto Fagundes. É, eu fico muito dividido, eu sempre gosto de votar no Neto quando ele vem. Eu voto por ele vir, ele veio, eu pá, voto nele.
Ele foi no Fuga também, né?
Ah, essa aí, essa aí, essa aí eu garanto que eu Baô, Joel Rara, tu tinha que ter vergonha nessa tua cara. Neto Fagundes foi, Rodaica foi, Rafinha Menegazzo foi, Lelê foi, Léo Oliveira foi. Só tu não foi. Tava de conchinha, tava de conchinha.
Porra, nego, chuva!
Eu ia votar, eu vou votar, não, eu ia votar no Natan pela, pela, por honra ao mérito, mas o Neto Fagundes, né, cara, ele foi ao fuga, né? E tu não foi, Joel.
Veio bem nas piadas.
É o craque do episódio, muito obrigado, meu compadre. Pretinho Básico, dá um tempo para tua cabeça, vai voltar amanhã, 1 da tarde. Volte com a gente. Mas até lá, se você não quiser tempo para cabeça, a gente tá em tudo que é lugar, redes sociais e também ATL TV no YouTube, com um monte de conteúdo bacana que a gente faz apaixonadamente aqui nessa caixinha mágica chamada Atlântida para você. Um abraço, boa noite. Boa noite e até amanhã.
Tchau!
Só risada boa na TeleTV, a maior audiência do rádio na sua cidade.
Eletro Zagonel
Soluções em duchas e torneiras