Pretinho Básico | 24/09/2026 18h
Perdeu o Pretinho Básico das 18h no ar? Tá na mão. ☕
De segunda a sexta, o PB vai ao ar às 13h e às 18h na Rádio Atlântida com transmissão ao vivo em www.youtube.com/@atlantida_tv
Aqui no Spotify, você encontra as duas edições para ouvir quando e onde quiser.
Agora dá o play e vem rir, comentar as notícias do dia e acompanhar as histórias de ouvintes, debates e convidados que fazem do Pretinho Básico o maior podcast de humor do Brasil.😎
- Robô nocauteia humano em primeira luta oficial nos Estados UnidosWreckbot vence Frank La Pena·robô não é autônomo·pessoa controla robô com sensores·força do soco do robô
- Enfermeira casa com ônibus em Bogotá e vira faxineira para ficar pertomacanofilia como atração sexual·paixão pelo ônibus Transandona 2200·cerimônia de casamento com celebrante·trabalho como faxineira no terminal
- Discussão sobre a morte do cantor Rick, da dupla Rick e Rennermorte de um integrante da dupla·acidente em Santa Catarina·Rick amava o estado de Santa Catarina·comparação com morte de Marília Mendonça
- Divulgação da balada do Pretinho Básico com uso de inteligência artificialdificuldade em reunir todos para foto·uso de IA para criar arte·link para ingressos da balada·encerramento com baile do Joia
- Produtor musical Benny Blanco defende normalização de flatulências em relacionamentosacordos sobre flatulência em casais·Selena Gomez e Benny Blanco peidam livremente·evitar tabus nos relacionamentos·porta de diálogo aberta
- Detalhes e especulações sobre o acidente de helicóptero de Rickausência de fogo no acidente·pane seca como possível causa·localizador do helicóptero não ativou·corpos encontrados fora do helicóptero
Olá, Alexandre Fetter! Olá, muito bom fim de tarde, amigo e amiga ligados na Atlântida, geração de conteúdo inteligente, entretenimento de primeira linha chegando até você. Mais um Pretinho Básico para os amigos do Wi-Fi Total da MHNET, sinal de internet que chega em todos os cantos da sua casa. Vini Moura, bom fim de tarde!
Bom fim de tarde!
E aí, lindo, tudo bem?
Ah, cara, tudo maravilhoso!
Olha que dia, coisa boa, querido! Vero, a maquininha com a menor taxa e um banco completo para você, que é o Banrisul. Seja Vero, Leandro Bortolatti.
Um excelente final de tarde a todos.
99, o aplicativo que te leva a viver o melhor de Porto Alegre. Muito bom fim de tarde, Léo Oliveira.
Tudo bem, Alexandre?
Tudo bem, tudo lindo. Nossos parceiros dos destaques do Pretinho aí, meu irmão. Redemac, tudo para construção, reforma e decoração. Redemac, a gente é de casa. Rafinha Menegazzo, bom fim de tarde.
Bom fim de Tá baixo o microfone.
Mas eu tô te ouvindo tri bem.
Bom fim de tarde, galera. Bom fim de tarde, Vero.
Vou dar uma olhadinha aqui pra ti, cara.
Por gentileza. E acabei de subir ali o post com as informações da balada do Pretinho. Tá ali, Pretinho básico, Rafinha básico, Alexandre básico, todos básicos aí.
Melhorou teu microfone aí?
É, tu deu um ganho?
Dei um ganho.
Não, tu não tá legal comigo, né? Eu tô trilho e pouco, cara. Qualquer coisa que eu faço, faço cara feia, nós vamos pegar antes da festa. Vai ser uma merda.
Não, vai ser na festa.
Não, vai ser na festa.
Não, tá louco, cara, não viaja?
Tô viajando então, desculpa, Alexandre.
Tá maluco? Zagonel, as melhores soluções em duchas e torneiras. Sigam @eletrozagonel nas redes sociais. Rafael Gomes.
Fala, Alexandre, boa tarde.
Muito bom fim de tarde. Então tá publicado ali, a gente tem que falar sobre isso. Bora. A gente tem que falar sobre isso porque a gente queria um anúncio, né, um anúncio oficial pra festa, pra única balada do Pretinho que vai ter dia 10 de outubro lá no Fuga do 4º Distrito. Só que tava muito difícil de reunir todo mundo pra fazer a foto.
Jamais descer ali.
Tava muito difícil para reunir todo mundo para fazer a foto.
Ainda vou explicar, eu não me achei não.
Eu posso até estar fora de forma, mas vocês querem comigo?
Cara, eu não me achei não.
Só para não perder o gancho, na impossibilidade de reunir todo mundo para fazer a foto oficial da festa, recorremos a quê? A mais cachorra das inteligências artificiais.
Pegou pior, cara.
Nós pegamos Não, não, o cara é excelente. O que, deixa eu te falar, eu conheço, o cara é excelente. Ele é tão genial que ele fez essa arte que quando tu olha todo mundo junto, tu vê que é todo mundo junto. Aí quando tu abre um por um, tu vê que não é ninguém. Isso é maravilhoso, cara. Bota para nossa audiência da live ver, cara, porque tá perfeito. Tá muito bom.
Eu não me achei, sério, eu não me achei.
O cara tem 3, Lenny.
Tu não te achou no um por um, mas olhando de baixo tu viu.
Olhando tá sem ali.
Tem 3 caras que parecem o Lelê, um que parece o Bart Lopes, o Anderson Pico, o Thiago Abravanel.
Não, caramba, eu dei sorte, tá muito bom. Aliás, nessa postagem direta já tem o link ali para você garantir o seu ingresso, não ficar fora da balada, balada do Pretinho, que vai ter o encerramento com o baile do Joia.
Toma, toma, toma, toma, vai começar, nego! Se tu não dança, o Joia te balança.
O Léo é o único que tá minimamente lembrando, minimamente lembrando.
Olha ali, tá ali, agora tá na live, agora tá na live. Olha ali, cara, somos nós.
Eu duvido acertar quem sou eu.
Somos nós ali na foto, cara.
Eu duvido tu acertar quem sou eu ali.
Tu é?
Quem é que vai ter a coragem?
Eu quero ver se tu é bom.
Cara, tá muito ruim.
É o cara que tá de óculos.
Não, e tem um negócio que eu vi agora, o Vini tá com 3 braços no bagulho. Pior, cara. Agora que eu vi aqui, ó, é que a peça do pai Rodar, que tá ruim. Não, pera aí, a tua peça tá muito boa isso aí, cara.
Tá muito bom, tá muito bom. Abraço para o Marcelão, que foi o cara que fez essa. Eu sou o Ed Vedder ali, eu sou o Ed Vedder.
Todas as pessoas têm o mesmo rosto, cara. O Neto tem o mesmo rosto do Lelê.
Tá parecendo o Lisca.
Tá muito bom isso aí, cara. Vai ali, garante teu ingresso. Vamos ser feliz ali, vamos nos divertir ali no Fuga do Quarto Distrito na noite do sábado, 10:10. Os destaques do Pretinho aí, meu irmão, começando. E aí, dá pena começar? E aí, dá pena? Nós vamos parar agora, dá pena? Tu consegue parar? Dá pena? Tu já não consegue parar de falar o dia inteiro, cara. Eu não aguento mais ouvir a tua voz, cara. Tava numa reunião contigo até agora e era só tu que falava.
Aí nós saímos da reunião e tu continuou fazendo o quê? Falando sem parar. Aí nós viemos para o estúdio para fazer o Pretinho. O que que tu faz? Tu fala sem parar.
Sou pago para falar.
Agora a gente quebrou, né?
Não, não, não, todos nós somos, todos nós somos. Tem uns que não falam, aí tem uns que tem, se mancou e ficam quietos um pouquinho.
Então vou ficar quietinho, vou falar mais agora.
Só fala o destaque aí.
E se ficar escutando, tá? O que que tu quer, cara?
Não quero nada agora, quero que faça o programa aí, fala tua agora. Checkout, falo, quero que te fale.
Como é que é, cara?
Eu não tô na conversa, pera aí, cara.
Não, não, vou deixar tu falar aí. O programa é teu, no meu programa falo eu.
Eu vou ligar.
Alexandre, pera aí que ele tá dormindo.
Liga, olha ali, não queremos te acordar aí.
Olha, cara, que vocês estão no máximo de chamar atenção.
Não é esse mano bom, o outro tá dormindo.
Não, a gente tá meio que sabendo, mas tem que ter um meio termo, né, cara? Tem que ter um meio termo.
Ó, de novo, tu chama atenção que eu tô dormindo, aí eu começo a falar, tu seguiu falando em cima de mim.
Eu falo em cima de ti de novo? Não, precisa que tu fique quietinho em cima de mim.
Que bem, bicho!
Nossa, Alexandre, vai, Alexandre, vai.
Olha aí, ó.
A nossa ouvinte aniversariante.
Toma.
Aliás, perdão, antes tem um petinho básico. O petinho básico é a Juliana.
Ah não, é o quê? Petinho aniversário?
Petinho, nome de gente.
Confundi, comecei a falar.
E ela é a Juliana. A Juliana é uma Akita de 8 anos de Criciúma, do tutor Gabriel. Eu acho lindo esse cachorro aqui.
É do Sempre ao Seu Lado, aquele filme com o Richard Gere.
Olha ali, é verdade, é isso aí.
Eu não tô, eu não tô Soltando.
Ó, ele fica esperando o bicho na estação de trem, cara.
É triste, é triste.
É o mesmo do Marley e o Richardinho.
Entra no trem, morre, e o cachorro fica esperando.
Olha a Juliana ali com o centro administrativo de fundo lá.
Ó, o Sandrinho, o Sandro Dias lá, o protagonista do Patrulha Canina.
O nome do filme em português, como é que é?
Sempre ao Seu Lado.
Deveria ser Aqui Tô do Meu Lado.
Boa aí, galera!
É que não é boa. Ele foi boa, ele foi boa.
Agronese.
Conheça o cão mais forte, o cuidado que o seu cão merece. E aí, Maionese, tudo bem, Alexandre? Tudo bem, Maionese? Como é que tu tá, mano?
Alexandre, Vinícius, Leandro, Rafael, Rafaelzinho, ótima noite a todos.
Hoje estamos sem o remedinho, né? Hoje estamos mais marcha lenta.
Ah, dei um doizinho, tô assim.
Deu o quê?
Um doizinho.
Que que é isso?
Que que é um doizinho?
Pois que isso?
Ah não, não, ah não, não, não, ele só perdeu, ele tá sem o freio.
Não, eu tô sem o freio. Azul de cara, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, palavra.
vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, Tudo vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, bem, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, mas falar vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, a vai palavra maconha não tem problema.
Pois é, isso que é o problema.
É uma pena, estragou o espetáculo dia 12. Aliás, foi Lésio e mestre.
É uma travada, né?
É uma crise.
Tu viu o que que tu ia falar, palhaço?
O palhaço não é maconheiro, crianças não usem drogas.
Ouvinte aniversariante, Jônatas Henrique Labres. Ele é despachante, mas o teu é despachante, né? MD Despachantes de Eldorado do Sul. Tá fazendo 31 anos o nosso ouvinte querido Jônatas Henrique Labres. Parabéns, saúde e prosperidade, Jônatas.
O que que é o MD ali?
MD Despachantes.
Michael Douglas, isso aí.
É, pode ser Michael Douglas.
Palhaço maconésico.
Palhaço.
Pera aí, ele é Jonathan com D?
Ele é Jonatas.
Jonatas com D? Então eu acho que o M é do sócio dele.
E o M?
E o N?
MD.
Pode ser o Jonatas. Deve ser o Michael, o nome do sócio é o Michael Jonatas.
Ou é o Maionese.
O Maionese já usou MD.
Não, para.
O que que é MD?
Mini disco para tocar músicas para as crianças.
O mestre foi muito bem agora, olha.
Impressionante que ele meteu essa. Destaques aí, meu irmão. Destaques, Alexandre. Robô nocauteia humano em primeira luta oficial. Cara, agora temos o vídeo.
Agora é oficial, o Wreckbot simplesmente deu um pau no Frank La Pena, tá? Os Estados Unidos, o primeiro ser humano a tomar um pau.
Foi um robô, não, Mico.
Não, não, aí merece.
Merece o quê? Não, o cara não merece por ser idiota.
Claro que não, tem razão. Eu não vou te dar cartão por tu ser idiota. Não, o cara não tem que tomar cartão. Concordo contigo, não dá.
Que aí é linha editorial do programa.
O Lapena entrou para história como ser o primeiro humano a tomar um pau de um robô.
Tá, mas imagina, já não te dei cartão por ser idiota. É verdade, todos nós temos um pouco de idiotice nesse corpo.
Óbvio, senão não leva.
Apanhar de um robô é natural.
Não, então, que é a primeira vez que aconteceu.
Não é, seria natural tu apanhar de um robô, né, cara?
Por quê?
Pela força do robô.
Mas é só tirar da tomada, deixa de ser burro.
Ah tá, não, mas ele é wireless.
Ele é um aspirador de pó, meu Deus!
Eu vi um vídeo de um robô que foi chutar uma bola, outra pessoa se tatuou no chão.
Mas não deve ser esse robô. Não, mas pera aí, mas é que tem um monte de coisa a analisar assim. Olha só, vamos tentar ser um pouquinho mais esperto. Tem um monte de coisa a analisar nessa notícia aí. Nós vamos ter um monte de informação. Certamente o robô é cheio de sensor. Vamos ver aí, fala para nós aí. Olha, eu não encarava esse robô aí.
É a primeira vez Oficialmente, porque já existe um campeonato de lutas de robô. O que que acontece? Os caras fazem robôs humanoides para lutar contra outros laboratórios, tá? E aí tem o campeonato contra robô, tem o Campeonato Mundial de Lutas de Robô, tá? E aí os machão dizendo, lá, esse robô eu quebro, esse robô eu quero, esse robô. Então tá, tá liberado agora desafiar os robôs, tá? Todo mundo pode.
Aí o fecho não vai acabar bem.
Franck Lapena desafiou domingo agora.
Ah não, mas se eu for esse físico também não dá, né?
Com esse shape, com bermudinha de linho e sentindo aquele ali, não tem como.
Para quem tá nos assistindo, o que acontece? É tipo um androide, tá? O robô é tipo o Exterminador do Futuro, cara, mas ele não é autônomo, tá? Ele está repetindo gestos de uma pessoa. Tem uma pessoa que fica com sensores no seu corpo.
Ah, bom, entendi.
O cara pela TV, tá? Então quando o cara vai dar um soco, a pessoa desvia na vida real, e aí o robô imita.
Não, então dá para ganhar. Que dá para ganhar então?
Sim, só que, Vini, o soco da pessoa tem uma força, o soco de um pedaço de lata tem outra.
Como é que se calcula o trabalho, a força do, do, do, do, do?
Não se calcula. Quem tá desafiando o robô, que se vire.
Que se vire. E como é que calcula o soco do humano no robô para o robô sentir a ponto de ser nocauteado?
Exatamente, tu tem que desmontar o robô.
Esse é o ponto, mas é uma máquina, daí não tem como não.
Porque esse é o ponto, como é que a luta acaba?
Por isso que eu tô falando, exato, por isso que eu tô falando que o robô tem que ficar batendo.
Não, mas tem que ter um jeito do robô perder, entendeu? Esse é o ponto.
Não, gente, é uma luta, é uma luta como qualquer luta no UFC.
Se tu der no rosto do robô, tem uma pontuação, certo?
Tá, não, mas não, mas uma coisa, outra coisa, ele sentir, se o robô cambalear, ele acusar o golpe, mas aí é problema de largar um pendrive com vírus.
Todos os donos de robô disseram, gente, não tem como ganhar. Aí os cara dizendo, eu, eu ganho, eu vou, eu tá aí.
Como é que dois robôs terminam a luta?
Ah, daí eles se quebram. Pontos também, não, mas pontos também, mas aí eu já vi, eles não se exterminam um ao outro, às vezes sim, às vezes sim, mas aí é ferro contra ferro, né?
Quer levar ferro?
Não posso dar cartão para ele agora.
Ele foi idiota, ele não ultrapassou o limite, só foi idiota.
E nessa luta é certo, né? Quem com ferro fere, com ferro será ferido.
Não, mas olha o atleta que desafiou ele, o pandeiro ali é maior que como tá essa uva. Tá fora da hora.
Acho que ele tá com uma proteção no rim.
Mas se o robô der um golpe baixo, tu pode acusar que ele sacaneou, tu vai dizer Esse cara roubou, pode dizer.
Gostei dessa, meu amor. Próximo destaque, eu não entendi, tá? Eu vou ler o que tá escrito aqui. Enfermeira casou com um ônibus.
Aí, aí, eu sou idiota, mas olha esse destaque que tiveram.
Calma, deixa ele acabar, cara.
E vira faxineira para ficar perto do marido do ônibus que ela casou.
Em Bogotá, na Colômbia, a Ieline Lisbeth Patinho—
é isso mesmo, é em Bogotá, coisa agitada, é verdade—
ela tem 35 anos e largou a sua carreira, que a matéria não disse qual era, para trabalhar como faxineira num terminal de ônibus.
Em Bogotá, carreira é só uma, nego.
Ah não, num terminal de ônibus.
O que que tu achou do ônibus, Félio?
Ela alega que tem macanofobia. Uma filia, que é uma parafilia que consiste em ter atração sexual ou afetiva por máquinas ou objetos mecânicos.
Oi, menina, cheguei!
Rafael, eu entendo ela. Eu tenho tesão por carro, eu olho um carro e dependendo do carro eu tenho tesão no carro. Eu entendo, não casaria, obviamente, né? Não casaria, mas eu entendo ela. Como é que é o nome da filia?
Ela chamou macanofilia.
Macanofilia.
Como é que a pessoa, Rafael Gomes, pode falar aí? Ou que a pessoa voltou robô? Como é que a moça faz amor com ônibus? Nós temos aí, não tem isso daí, né?
Não tem sim, tem.
Ah não, fica passando a roleta.
Não, pera aí, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, só um pouquinho, por favor. Vamos tentar, vamos só tentar.
Ela deixou claro na matéria que sim, ela sente atração sexual pelo ônibus.
Isso é uma Uma coisa, outra coisa é efetivar essa atração.
Ela faz o negócio, ela pega a roleta.
Já foi expulso uma vez, hoje fica sem freio.
Neste caso é manual, é automático? Não vem ao caso, Leda. Calma, não vem ao caso.
Calma, vamos em frente.
Ela se apaixonou pelo Transandona 2200, o minhocão de São Fornão.
2200 é um micro-ônibus, ela quer o seu Fornão. Ela quer o Romeu e a Julieta, ela quer o miocão, ela quer o miocão, ela quer aquele que é articulado.
É um ônibus articulado da linha F60 da Transmilênio, é um ônibus vermelho.
Eu vi que ela tá grávida, eu ouvi do Hot Wheels.
Ela realizou a cerimônia, um celebrante foi responsável pela cerimônia.
A merda tá grande, pô.
Isso aí dá ideia para o bote de mangolão.
E ela começou a trabalhar no terminal como faxineira, como diarista, para não se afastar do ônibus em questão.
Tu vê como surgiu?
Ah, o ônibus volta para casa dela.
Além disso, só para a gente finalizar, limpa ele todo dia também.
Essa mulher, vou começar a distribuir cartão. Não, não, não, pera aí, eu quero acabar a notícia, por favor, cara. Ela tem uma pergunta importante para fazer.
Ela limpa ele todos os dias e recentemente Uma das pessoas, um dos clientes acabou se irritando e quebrou a porta do ônibus. Ah não, ela foi tirar satisfação porque ninguém mexe com o marido dela.
Tá, tu vai me dizer que essa pessoa não tem que ir no psicólogo ser tratada, ser internada a pneu?
Mas ela comprou esse ônibus?
Não, ela casou com ele.
Não, ok, ela não comprou, justamente por isso que ela virou diarista.
Ela queria ficar perto dele.
Entendi, entendi.
Então ela tá aberta então?
Que loucura, né?
É melhor tu virar fumante.
Será que ela deixa outras mulheres lavarem o ônibus dela? Será que ela deixa outras mulheres e homens lavarem o ônibus dela?
Não, eu acabei de dizer que ela que limpa.
Se configura como traição.
Mas é que eu acabei de falar, é ela que limpa.
Não ficou claro.
Será que só tem paciência contigo, hein?
Oi, Ivan, e tu acha que se o ônibus tiver uma relação extraconjugal vai ser um caso passageiro?
O mestre do—
Fred Krueger tá voando hoje, ele tá bonito, ele.
Ai, que loucura! 6:26, produtor musical e marido de Selena Gomez, o Benny Blanco, diz que peidos deveriam ser normalizados nos relacionamentos. Mas como assim, cara?
O Benny Blanco é um famoso produtor musical, ele é casado com a Selena Gomez. Ele disse que ele foi, foi dar uma entrevista e polemizou muito o que ele falou, porque ele disse que todos os relacionamentos deveriam ter acordos quando o assunto é flatulência, o peido, para os dois lados. Ele deve ser de comum acordo. Que ele diz que ele e a mulher dele, a Selena Gomes, eles peidam tranquilamente um na frente do outro. Isso não deveria ser um caso, porque ele disse, cara, quando nós dois vamos num restaurante, é natural que isso fermente igual nos dois, e naturalmente ali na frente dá.
Porque tem casais que transformam isso num tabu, certo? Escondem, ficam durante anos a fio escondendo isso um do outro. E ele disse que isso deveria ser uma porta de diálogo aberta, uma porta de saída.
Eu acho uma pizza fria.
Que isso, Rafael?
Eu acho ruim.
Mas por quê?
Eu acho ruim usar esses termos, Rafael.
Tu acha que a Odair vai gostar de queima uma bota atrás da outra lá dentro?
Óbvio que não vai gostar, mas às vezes ela não tem nem escolha, né?
Escapou, escapou.
É uma porta aberta, às vezes acontece.
O cara é veterano, é que na hora o cara cagar um barro, fecha a porta, não precisa anunciar, não precisa a mina entrar, tu tá ali dando uma cagada.
Quando tu faz cocô e a tua esposa tá tomando banho, a relação já acabou.
É, não dá, é, não é legal.
Eu tô contigo, não pode acontecer isso, a não ser que só tenha um banheiro.
O contrário, ok, mas isso não pode acontecer.
A mulher não consegue, mas às vezes pode conseguir, tá?
Mas Eu só tenho uma aí, às vezes dá uma dor de barriga, não tem o que fazer.
Aí quando a mulher chama mãe, pai, aí, ô mãe, tá?
Mas não tem nada a ver com o assunto.
Aí tem mais que idiota, imbecil.
Eu não posso te dar amarelo de novo. Olha como são as coisas. Tu tá sendo idiota, mas isso deixa eu me falar. Critério para amarelo: 3 vezes idiota, amarelo. Mas se o cara for muito idiota na primeira, é, mas isso é uma questão de avaliação.
Então essa foi minha primeira.
Agora tá me devendo um idiota por amarelo então, tá?
Eu acho justo.
Posso ser mais uma vez? Eu acho que eu, Rafinha, e ouvinte é idiota.
A gente já entra de casa, só de abrir a boca a gente já tá fodido.
Exato. Boa tarde, Alelândria.
Pá, Maíra, que idiota!
Isso não, mestre, tu é um medo!
Se só tem um banheiro e dá dor de barriga, faz o quê?
Caga.
A mulher não vai aos pés do lado do cara.
Tá na hora de trabalhar mais para comprar uma casa com 2 banheiros.
Eu vou falar isso quando vier para vender Celta, eu vou falar também.
O quê, cara?
Vai ficar brabinho, nego.
Agora é mimizão, é isso.
Olha quem falando, pianista. Você é o pianista, fica só no mimimi. Acerta, acerta!
Vai levar o tapa na cara, Cruz Adriano.
Acabou para mim, acabou hoje.
Você é o cara, você é o cara.
Esse negócio não é azul não, mano.
Imagina, imagina, nego, essa hora eu tava apresentando debate show.
Isso aí, tava fazendo Minuto do debate, essa hora tava lá na atualidade, 6:30.
Obrigado, Maionese. 6:30 da tarde, o cara manda uma dessa, Vinícius, estamos patrulhando.
Não tem como, não tem condição.
É, não, mas ele tava, ele veio magoado, ele veio, deu para ver que ele veio magoado.
Hoje é porque só tem um banheiro.
Aí aluga o banheiro químico, o cara caga no banheiro químico, caga numa cebola.
É caro banheiro químico, vocês já alugaram banheiro? Já, eu já aluguei.
É do nível, eu fico pensando, eu aluguei para o Informa, velho. Por que que alugou um banheiro Eu era casado com a síndica.
E daí?
E aí teve obra no prédio, tinha que ter um banheiro químico.
Ah, pros pedreiros?
Ah, pras pessoas não.
Pedreiro é uma pessoa, uma classe de trabalhador super.
Mas tu não acha que pedreiro merece?
Não, eu não te entendi, Vini. Aí, ó, terceira idiotice.
Depois o cara vem.
Ô meu, vocês estão diferentes aí.
Vocês estão filheiros.
Tu vai pra esse lado aí.
Muda, muda.
Quanto é que tá?
Bota a mão lá, cara.
Eu quero puxar o saco tu e o outro.
Eu tô prestes a ser expulso, cara. Que mudei?
Tu não tem nem camisa nova, camiseta também.
Ó, 29 minutos para 7. Foram estes os excelentes destaques, Rafael Gomes, no programa de hoje. Muito, muito bom. Ao invés de dar uma rodada na mesa hoje, acredito que obviamente vocês vão dar uma rodada. Ao invés de dar uma rolada na mesa, eu vou, eu vou segurar um pouco mais o jogo comigo, vou ler alguns e-mails que eu tenho aqui.
Alguns não, né? Quantos eu quiser.
O programa é rico ainda, vai apresentar todos que eu tenho.
Eu vou ler nenhum material a uma, eu quero ler material, eu quero dar voz para audiência. Claro, até porque tem correção para ti da linda não sei do quê da Kodak.
Verdade, recebi.
Verdade. Então nem vou ler.
Não, não, vai ler, fica tranquilo. Mas é que eu gostaria de ler um e-mail em especial aqui que É o sobre a morte do cantor Rick, da dupla Rick e Renner.
Ainda bem que tu avisou. Não, não que ele morreu, a gente sabe, mas que é meio pesado, triste, daí ele não vai rir, não vai atrapalhar.
Acontece coisa com as duplas, né?
Não é a dupla, idiota, só morreu uma. Os outros eram um personagem também. A dupla não faleceu, faleceu um.
Mas isso é um acontecimento comum, como nós falamos aqui ainda essa semana, sempre morre o primeiro. Da dupla.
O Leandro e Leonardo, João Paulo e Daniel, Cristiano Araújo.
Impressionante isso, impressionante. É um só, cara. Eu não sei se tem exceção, não lembro nenhum, nenhum eu lembro.
Não, eu fui porque ele falou.
Acho que é a terceira agora, né?
Não, essa aí não dá para falar.
Eu não falei, cara. Não dá, não dá.
Pera aí só um pouquinho, pera aí.
Mas vocês precisam ir no prédio.
Vamos falar do Acústico Bandas Gaúchas.
O cara só pediu para ler o e-mail, mas ele tá no celular.
Eu só queria saber, só queria entender se essa coincidência não tem nenhuma exceção.
Eu não conheço exceção.
Eu não sei.
O Alan e Aladim estão vivas ainda?
Não, não, uma faleceu. A Neném. E olha, tu vê, mudou.
Então me prova que ela faleceu.
Pera aí, cara.
Então me prova que ela faleceu. Chidãozinho e Chorói estão vivos, cara.
A gente tá falando só dos que morreram.
Isso é, não, não, mas nós estamos fazendo exercício para ver que se a gente lembra se alguém morreu ou não.
Claudinho ou Buchecha?
Tem uma dupletinha que morreu o segundo. Quem? Alain e Aladim.
Morreu o Aladim.
Isso mesmo, é que depois acharam que caiu do tapete.
Desculpa, foi mais forte que eu.
Não, para quem?
Desculpa, para quem tô limpando?
Mais forte que eu.
Não, Aladim não vai.
Não vai o Alain e Aladim?
Para tu focar, né? Olha só, nós tava falando, tava no telefone. Microfone, porque olha só, aí não pode.
Atenção para ler um email.
O Aladino é maior por causa da idade já?
Não, cara, problema de ouvido.
Eu tava lendo, eu tava lendo uma mensagem da tua chefe aqui no WhatsApp por uma situação que vai acontecer daqui a pouquinho aqui.
Uma situação daqui no pretinho? Isso, cara, tô sabendo.
Mas tu não tá sabendo?
Quer valer?
O milionário Zé Rico morreu primeiro.
Ô meu, que papo!
Só queria um.
Nós pedimos, mas aí morreu por idade avançada.
Morreu, morreu, morreu, Lelê!
Não, não, a gente, o email é triste.
Nós estamos falando para ele, tem razão o Gomes, tem razão o Gomes.
Morte prematura.
Mas o da 1 da tarde, alto e meio triste. Agora arranca com o primeiro email, vamos chorar no programa.
É a Márcia Boltini.
Amarelinho para ti. Bom dia, pretinhos.
Boa tarde.
Na minha visão, faltou vocês terem abordado nos programas do dia 22, nem que fosse um comentário simples, a morte do cantor Rick, da dupla Rick e Renner. Só pelo que ele foi como cantor e compositor da música sertaneja já seria suficiente. Foi muito popular e conhecido no país todo, mesmo a Atlântida não tocando este tipo de música eu imaginava que fizessem uma menção. Quando a Marília Mendonça faleceu, o Fetter tocou uma música dela no programa.
Infiel. Mas aí eu vou fazer uma parte, vou fazer uma parte.
A Marília, a Marília, não é nem isso. A notícia da morte da Marília Mendonça chegou quase que imediatamente após o acidente e foi um pouquinho antes de começar o programa, eu lembro, certo? Então a notícia se impôs ali naquele momento, certo? A do Rick, da morte do Rick, ela foi uma coisa que ela foi, né, escalonando devido à notícia do desaparecimento, papapá, e a notícia foi confirmada na, eu acho que foi na manhã, né? Foi ontem, foi dia de manhã Amanhã, não foi durante a manhã, foi ontem, anteontem, não foi assim logo no início do programa.
Então não, não, não justifica, só tô dizendo que às vezes a notícia se impõe, tá?
Mas tem essa diferença também que a Marília Mendonça, quando ela falece, ela tá vivendo o auge da carreira dela, tinha feito Planeta.
Não, ela faria o Planeta, exatamente.
Ricki Reder tava celebrando esse ano 40 anos de carreira, é um cara que tem um monte de hit assim que eu, Christian Ralph, eles seguem vivos?
Não vem ao caso agora porque nós temos que seguir o email do nosso ouvinte que esperava que nós falássemos, principalmente pelo fato do acidente ter sido em Santa Catarina.
O que que houve, cara?
De vocês, cara?
O Christian e o Ralph estão vivos?
Não, o Christian morreu, é por isso que eu falei, cara.
O Ralph tá vivo.
Christian foi casado com a Gretchen.
Pelo fato do acidente ter sido em Santa Catarina e ele ser um cara que amava o estado onde vocês É verdade, é verdade. Ele era do Tocantins, mas há alguns anos passou a ter residência em Santa Catarina. Tinha casa e um sítio em Rancho Queimado e um apartamento em Itapema. Tem vários posts no Insta dele enaltecendo o estado, dizendo o quanto gostava de estar por aqui. Tem vídeo dele cantando em bares e restaurantes do estado e dizendo que se sentia mais catarinense do que tocantinense.
É raro para nós ver alguém de fora de Santa Catarina vir para cá assumir residência. O Porã faz isso, assumir residência e rasgar elogios como ele fazia. Aliás, eu vou mais longe: qualquer pessoa que escolha sair do seu estado e ir morar em Santa Catarina, primeiro tá intrínseco, né, na opção, na escolha dela, o quanto ela gosta daquele lugar. E todo mundo que faz isso fala o quanto gosta de viver em Santa Catarina mais do que no seu estado.
Luciano Calheiros, mais uma vez eu falei, cara, carioca, Carioca. Eu falei com um cara em Quatro Is, vendia sanduíche. Ele não tava tão feliz, ele morava em Santos.
Cara, eu não vou te dar cartão de novo, não vou, cara, não vou te dar.
Tu nunca viu os cara vendendo sanduíche?
Eu não vou mais dar cartão pelo fato do cara ser idiota. Não vou dar mais cartão. Vai então, é raro para nós, mas Santa Catarina não é um estado de tanto nome e holofote histórico como o Rio Grande do Sul. E também se tornou um investidor na região, o Rick. Sua viagem para São Joaquim era com este intuito. Depois ele iria para o Rancho Queimado no sítio, possivelmente apresentar o local para o empresário Bruno Avelar que estava com ele. Abraço.
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É isso.
É aliás um dos grandes. É isso, cara. Desculpa porque a gente não falou do Henrique.
É que ele era uma personalidade de Santa Catarina.
Não, tá certo. Desculpa. A gente deveria ter falado.
Um dos grandes repórteres do Brasil, né? Eu diria um dos top cinco assim. Frosh.
Regis.
Roberto Cabrini. Roberto Cabrini, ele postou uma foto hoje de tarde no Instagram dele, ele, ele no local do acidente, foi lá fazer uma matéria. Acho que ele tá na Record agora, né, cara?
Ele é maravilhoso, ele tá incrível.
A foto é dele dentro da mata com o helicóptero mais afundou. Ou seja, ele foi lá ali praticamente no dia que procuraram. Era capaz dele já tá na volta dos cara lá quando a notícia saiu, ele já deve ter ido, porque ele é uma exposição Claro que o cara era conhecido, mas tinha muita gente, né?
Foram mais 4 pessoas que estavam.
Era o piloto, era o videomaker, era o Bruno Avelar, que era esse cara que era meio empresário, coach do Neymar e coach de um presidenciável aí. Augusto Cury, escritor Augusto Cury, que era da companhia.
Eu tava lendo algumas coisas sobre isso aí. Claro, não existe conclusão, isso vai demorar, mas é que tem uma coisa muito estranha nesse acidente, que é o fato dele não ter—
Estranha ou estranha?
Mais estranha é que é o fato de não ter, não ter havido fogo, né? Porque não queimou. E geralmente, geralmente, quando tem um acidente aéreo que não tem fogo, é pane seca que chama. Lembra a Chape? A Chape, o avião não explodiu.
Por que não explodiu?
O que que explode?
O tempo tava muito ruim. Isso, deu de frente numa frente fria.
Mas é, sabe o que que eu mais tô sentindo falta, que é uma loucura? É o primeiro acidente aéreo de grande proporção no Brasil que a gente não vai ter um vídeo do do aviões.
É verdade, verdade, verdade, verdade.
Falava de tudo, tudo, tudo que era aéreo, ele já tinha sido engenheiro de helicóptero também. Então ele explicava assim, ele vinha com um vídeo assim, ele já teria soltado um vídeo dizendo, pá, não teve fogo. Eu vi os caras falando também que o localizador do helicóptero, normalmente ele, quando o helicóptero cai, tem um impacto, ele liga e avisa. E não aconteceu isso também.
Agora vai começar pensar muita coisa de, ah, o que aconteceu? Porque tinham 3 corpos, estavam fora do helicóptero. Será que eles tentaram pular?
Será que tentaram sair?
Sabe, é o próprio caso daquele do, lembra do Boechat também? Tinha um papo de, ele pulou do helicóptero quando tava caindo, porque, sabe, na verdade a gente vai ter que aguardar a perícia, né, cara?
Porque não é a nossa, né? Não é a nossa.
Exatamente.
Não sei se é regra, mas eu tava vendo um corte do Zagueiro Neto, sabe, o da Chapecoense, que é um dos sobreviventes.
2020.
E ele fala que eles estavam no voo assim, ele contou, ele contou momentos ali que eles perceberam tudo que tava acontecendo. Cara, ele falou que a galera tava dormindo, ele tava de fone e tal. E ele disse que o exemplo que ele deu conseguiu me esclarecer assim do que aconteceu na hora, que ele falou, sabe quando falta luz no bairro e dá aquele— ele disse que foi exatamente isso. E na hora a galera se ligou, a luzinha da asa de fora do avião parou de piscar.
E ele disse que, cara, Cara, quando perceber que tá acontecendo esse negócio ali, não deve ser fácil.
E ele falou que, pô, tomarem, e a gente não vai saber como é, mas porque a gente fica acostumado com o barulho do avião enquanto a gente tá dentro do avião, mas quando todo o barulho do maquinário para, é muito óbvio. E na madrugada, e é muito claro assim. E aí ele falou que ficou muito claro para todo mundo que tava acontecendo. E ele disse que os caras só se olhavam e rezavam, era só O Roberto Cabrini tem um Conexão Repórter no YouTube maravilhoso.
Digo, na questão maravilhosa, questão jornalística e tal, pelo trabalho dele lá no local do acidente da Chape. Ele tem vários programas dele que são—
era uma hora de estrada de chão só para chegar no local do acidente.
Acidente aéreo chama muita atenção, né, porque é muito impactante.
É, mas ali foi uma picaretagem da empresa que não tá abastecendo, que quase aconteceu com o argentino.
18 minutos para 7. Tem uma coisa que é complicada quando é complicado quando a fome bate, cara. Chega na hora de pedir e cada um querer uma coisa diferente. Um quer X, outro quer pizza, outro quer burger, outro quer japa. E sempre tem aquele que já tá falando no quê? Num churrasco. Ainda bem que tem a 99 Food, tu encontra tudo isso e muito mais para escolher o que combina com a tua fome sem precisar sair de casa. E tem mais pratos com preços incríveis todo dia na seção UOL.
Para pedir é bem simples, não precisa baixar outro aplicativo, é só abrir o aplicativo da 99, clicar na aba food e escolher o teu pedido. Então, se cada um quer uma coisa, deixa a 99 Food resolver. Escolhe o que tu quer comer, pede pelo aplicativo da 99 e aproveita. Quem pede mais, pede de 99 Food. Lelê, pois não, posso te pedir um favor?
Lelê, sempre, claro.
Poderia pedir um X para nós, Lelê?
De novo?
De novo, mas hoje um X. Tô a fim de comer um X agora. Tu pode inclusive escolher o X de onde tu quiser vir, de onde tu quer que ele venha, entendeu? Não vou nem interferir nisso porque X é X e qualquer X aqui é maravilhoso. Não é, não é um X da questão exatamente. Muito bom, Lelê. Rafinha, te provando que eu não sou bunda mole nem cagalhão e não ia permitir, não ia proibir de tu falar aí o email da correção sobre a Linda McCartney. Por favor, leia.
Quero ler outro.
Lê o que tu quiser.
Qual é a correção da Linda McCartney?
Porque eu falei que a Linda McCartney era filha do cara que era dono da Kodak, lembra disso? E ela não é.
Não tava no programa não, não estava no programa.
Não, não, não, lembra disso porque tinha o mito de que ela era Fotógrafa. Sim, sim. E aí toda essa associação, porque o sobrenome dela é, ou do pai dela, Eastman, da Eastman Color, lembra?
Ela fotografava com a Nikon. Camila que mandou isso aí.
É X que tu quer?
É X?
Não, não, X, X, X.
Também cada um escolhe um.
Ah, é?
Quer X também?
Não sei, eu quero coração.
Tá, não, mano, é que nós vamos pedir um X de um De um lugar, de um lugar. Nós vamos pedir coração, que é um X coração. Então tá, um X coração para o Rafinha.
Não, sem tomate, eu não sou do tomate.
Eu não vou pedir X sem tomate, né, cara?
Só um pouquinho, cara. Não, tu tira depois com a mão o tomatinho do teu.
Isso é bom para próstata.
O quê? Tomate eu vou tirar com a mão.
E cebola é bom para quê?
Para tu ficar inchado. Tá, eu vou ler outro email então, Alexandre.
Vai, outro email. Meu Deus, cara!
Falando em próximo, abraço para o Dr. Jorge Rabolini. Time lá hoje tá bom.
Dr. Jorge Rabolini, Jorge Doutor da RBS.
Amarelo para o Lelê.
Não, não, abraço para médico sempre tem prioridade.
Tu tá amarelado já, não vou te deixar.
Ô, Gordo Léo!
Ô, Gordo Léo!
Ô, Gordo Léo!
Uma crítica, Léo.
Eu vou ler a crítica.
Então não lê. Ah, o meu cara tá um pouco—
ele muda o email que ele vai ler.
Vê esse pequenininho, vai.
Ah, essa aqui é para ti, Lelê.
Meu amigo secreto Vai para mim, para o Rafinha ler aqui.
Cara, ele tá fazendo o que ele quer no programa, tá fazendo o que ele quer no programa.
Essa é para ti agora. Então vai. Tem gente que tem piscina, piscina em casa e nunca usa. Aí chega um visitante, mergulha de cabeça e se diverte. Isso não é sobre piscinas, diz aqui o Victor de Criciúma.
Ah não, não, mas aí é maneiro que eu não tenho piscina em casa.
Eu também não tenho, até já vi o xixizinho lá sem querer.
Desculpa, não tem, não era uma naquela. Ah não, é bom.
O cara que tem piscina aqui é tu de todos os dias.
Exatamente, cara.
No condomínio, né?
Não, na minha baía não tem.
Dá para convidar os guri lá para ir no condomínio um dia.
Podemos fazer um ensaio lá?
Balada do Pretinho, detalhe, eu tô até esperando para ir lá no sítio do Lelê. Todo mundo já foi.
O Lelê tem piscina no sítio, né?
Mas tá fechado agora, inverno. Nós podia fazer um produto, Balada do Pretinho na piscina na sua casa.
A gente vai na sua balada do Pretinho, balada pool party do Pretinho.
Que baita ideia!
Isso ia ser legal.
A casa do cara é muito legal.
A segunda balada do velho, eu não vou mais.
Ué, os cara contratam?
Tá, vamos no email então.
Chega, tu não vai falar mais. Vai, Vini.
Ele é meu.
Ah, deixa.
Eu tenho uma pergunta aqui.
Qual pergunta?
Que horas vamos almoçar? O que que aconteceu, Gordo?
Quando morre um vegano? E é só uma pergunta, não é? Quando morre um vegano, vai lá, vai lá, vai lá, que é boa. Ele reencarna ou ele reverdura?
Essa é boa, é boa, essa é muito boa. Eu tenho uma pergunta para o Vini. Ah, eu acho que tu vai me expulsar hoje. Não, tu vai me expulsar.
Não, pode perguntar.
Mas não vai tapar.
Ouviu? Só pode dizer sim ou não.
Não, já fez essa, cara.
Tudo para ti?
Não. Tá, vai, vai.
Tu ainda dá o rabo?
Meu Deus, acho que é isso, cara.
Eu falei que tu ia me assustar. Não, mas as crianças já saíram, então pelo amor de Deus.
Quer que eu faça mais uma?
Eu tenho uma pergunta para ti, gente.
Agora eu vou ler mais um email, se vocês permitirem.
Foi mais um triste, aí não dá.
Não, esse é feliz.
Tá parecendo a Sônia Abrão.
Esse é feliz. Primeiramente, mando este email para agradecer pela possibilidade de podermos assistir, podermos assistir ao Pretinho na live nos dias de atualmente. Hoje no programa das 13, durante o quadro dos aniversariantes, antes de anunciar a primeira pessoa, o Rafinha estava com a cabeça para baixo coçando os olhos quando o Feter chama a primeira aniversariante, Jade Bom, o Rafinha quase pula da cadeira, foca na live e comenta: olha!
Logo após, o Peter anuncia Nanda Costa e o Rafinha novamente com o seu comentário tigresco solta: legal também, mulheres, mulheres independentes!
Diferentes que tem um trabalho lindo na televisão.
O influenciador do Sucrilhos tá demais, lindo, lindo, lindo.
3 mulheres. E a próxima era quem?
Calma, calma, calma, que ouvinte vai.
Alô, Criciúma, tem um novo torcedor do Tigre aqui nesse vídeo.
Primeira foi, olha, para segunda foi legal também. Depois o Fetter anuncia Juju Salimene.
Ah não, mas pera aí, aí sim, o Sucrilhos aqui, ó.
Eu assumi.
E o Rafinha novamente com aquela cara, porque ela tava vendo na TV, com aquela cara de velho tarado mordendo os lábios, manda: que dia, hein?
3 mulheres na sequência.
Depois sou eu, né? Depois sou eu.
Mas é que tu não tava nessa, tu não tava.
Se tu tivesse, tu tinha entrado na live.
Depois de hoje, aquelas histórias com as meninas na PUC começaram a fazer mais sentido.
É verdade.
Obrigado, bebês, por alegrar nossos dias.
Rafinha, sou seu público.
E mestre, o anão é loucuragem e pirocada.
Agora é o mestre, o Fetter, que tá nessa batida. Nós queremos passar-lhe a piroca, não é? Das antigas dela, Xande.
Não, tu falou agora.
Agora eu errei, desculpa.
Ele errou o tempo, errei o tempo, é passado. Tempo verbal para o mestre é difícil, ele só larga que ele não consegue respirar para pensar.
Se ele respirar, imitação não sai.
O mestre tem medo para o Léo aqui.
O Gordo Leão, o Gordo Leão, o que que aconteceu? Alguma coisa aconteceu. CCGL é leite de verdade, gaúcho como a gente. E JP, o vinho de mesa mais lembrado pelos gaúchos. JP, o vinho preferido do Sul. Bota aí, Gomes, o que que é hoje?
Eu sou o Gustavo e tô ajudando a minha noiva a vender a moto dela.
Oi, Gustavo!
Qual é a moto dela?
É uma Honda Bis modelo 110i, ano 2017. Cara, por gordo não com 30.800 km rodados. Isso, ela tá em excelente estado de conservação. A minha noiva é a terceira dona. Terceira noiva? Dona.
Dona.
A moto acompanha manual e chave reserva, está sem multas e sem débitos pendentes.
Ah, então não rodou bem.
A troca de óleo foi realizada recentemente, além da troca da bateria. Sempre foi bem cuidada e tá pronta para o uso.
Bela moto, hein, joia? Você comprar e fazer seus bricks.
É verdade, né? E outra, ela tem uma caçambinha ali, né?
Tem.
É bom.
Tu gosta da caçamba?
Não é caçamba, cara, é porta-treco.
Mas é que lá no interior a gente fala caçamba.
Traz a caçamba.
No interior a gente fala errado. Caçamba é o que tem atrás da picape.
Todo lugar que a gente colocar algo dentro a gente chama de caçamba.
Opa, posso colocar na tua caçamba? Vira embora, tem um caçambão, hein?
A moto encontra-se em Blumenau. E propostas no email.
Até aqui, né, de bis é difícil, né? Com dois U's, é perigoso.
Gu com dois U's Cardoso com Z, arroba gmail.com.
Bom email, bom email para não vender.
Não, não, email não é bom.
É bom email. Não é bom email. Seria minha bis no PB, arroba. Mas não é bom email.
Tudo junto.
Daí é minha bis.
Com Z, arroba Gmail ponto com.
Muito bom.
Gustavo, cara, o que que ele quer vender?
Não falou o preço.
Rafaelzinho, para mim ele quer vender a bis.
A mulher dele quer ajudar a noiva dele, mas ele quer vender de novo.
Não importa, é o cara quer vender.
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Apresenta Palavra do Dia! Sorumbático. S-O-R-U-M-B-A com acento agudo, T-I-C-O.
Sorumbático é quem apresenta um aspecto sombrio ou está sempre triste.
A palavra surgiu da alteração de uma antiga palavra relacionada à sombra, o que combina bastante com o sentido que ela ganhou. Ih, que cara é essa, Cleitinho?
Vem não, vem não, vem não. Tá tão sorumbático.
Que foi, teu time perdeu de novo, hein? Elefante Letrado, a plataforma de leitura das melhores escolas do Brasil.
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Memória de elefante. Para mais curiosidades, acesse elefanteletrado.com.br. 7 da noite, já tocou o sinal da Atlântida. Muito obrigado pela sua audiência, você que cola aqui para se divertir junto com a gente no Pretinho básico. Não acha que a gente briga, não acha que a gente se estressa, nada disso, cara. A gente se diverte muito aqui, dá risada da cara uns dos outros. Essa é a real, porque a galera às vezes não entende a brincadeira, né, cara?
Acho que a gente conversou sem parar, a gente é bem amigo.
Esse é o cara, é o cara, mano.
Hoje ele já conversou sem parar. Hoje tava conversando, não sei com quem, entusiasmado.
Hoje eu tenho minhas coisas e tenho meus compromissos, e às vezes eu E eu às vezes me estresso no programa.
Ai, sem tomate!
E o Vitor falando com a Lívia por vídeo ali, cara.
Pois é, tava eu, grande Lívia, ela tá com 9 anos, né? Que loucura!
20?
Não, 9, 19 pelo jeito.
Ó, tava eu, Maconhese, o sem tomate, não tava no rolê.
Maconhese, velho, virou esse teu apelido que eu te falei, todo mundo palhaço Maconhese.
Se todo mundo tivesse ido na minha, tava mais tranquilo para programa, pessoal. Quem não vai, não agita.
Tu lembra o que eu falei, né? Quando ele tá, tá.
Olha só, 7 a 1. Vamos fazer a escolha do craque do episódio. Vem aí mais um campeão de audiência na programação do Atlântida. Rafinha, pode sair votando, por favor. É teste mesmo, é teste. Vai, hoje tá fácil.
Vou votar no Léo. Que que houve?
Tu não consegue botar para trás a fita, né? Tu não consegue.
Vamos adiantar por um minuto aqui.
Onde é que tu vai, Lelê?
Obrigado, Rafinha. Ainda bem Tu viu?
Tá, olha aí, Rafinha votou no Léo. Léo vota embaixo.
Chegou, graças a Deus!
Aí, coração, tu pediu do Júlio Paris, cara. Boa esse, hein, Lelê? Tá inclusive um beijo para galera.
O Júlio tá aí, tá todo mundo aqui.
Pai, eu nunca comi o cheese francês, cara.
Ô meu, é tribo, meu! Aquele queijo por cima do cheese, cara, é maravilhoso. Aliás, segue no Instagram aí, dá o Instagram aí, ó, o Instagram aí, @cheesejulioparis. Cheese, espetacular!
Que delícia!
Então vamos acabar aqui para a gente comer o nosso cheese. Vota em quem, ô Maionese?
Eu vou votar no Rafinha Menegazzo.
Capaz!
Olha, eu sabia a resposta dele ali.
Sabe por quê? Porque ele é um grande ser humano e me ergueu. Então meu voto é no Rafinha.
Ergueu no quê?
Numa carona.
Vota em quem, Vini Moura?
Cara, que chinelo!
Ah, eu vou Ele votou em alguém?
O Rafinha votou no Léo.
Obrigado, é que eu tava recebendo o X, desculpa.
Eu trabalho aqui dentro, chegou o meu coração.
Vocês não estão acostumados com a rapidez 99 Food, cara.
Eu vou votar no Lelê porque quando ele tá, ele enreda mesmo.
Ele tá, ele enreda mesmo. É igual tiririca, né?
Pareceu uma perna longa.
O gordo Léo, o gordo Léo.
Amanhã, amanhã, amanhã tu vota em quem, Lelê? Oi, canalha, não vai abrir aqui o cheirinho.
Aí, pô, mas não pode nada, hein, também depois do recremo.
Eu vou votar, pode tudo desde que não pise na linha do profissionalismo. Comer um X dentro do estúdio de rádio não é apropriado.
Como não?
Mas nego, esse aqui tá foda.
Desculpa, tu vai votar em quem, cara?
Eu vou votar, eu ia votar na produção, gostei muito dos destaques hoje.
Mas não vai. Agora tu vota em quem?
Eu vou votar em ti, sabe por quê?
Não, pode.
Ah, não é possível, cara! Fazer diferente, mas é sacanagem expulsar o cara assim.
Saiam os dois, saiam os dois!
Mereceram, mereceram, cara!
Vocês saíram comigo, se agarra nas bolas do Fetter, entendeu?
Traíram comigo hoje, são tão otários que eu ia— sabe o que que eu ia votar nele? Porque ele não tinha expulsado ninguém hoje mesmo, que eu tava perfeito. E por causa disso Eu não vou votar mais em ti, eu vou votar no Rafa Gomes.
Ah não, mas o Rafa humilhou o apresentador do programa inteiro.
Porra, mas os destaques foram muito bons. Beleza, eles ficaram bravos porque eu vou votar em ti, eu tirei o voto de ti.
Tudo pelo entretenimento. Votou no Gomes, Gomes vota em quem?
Eu voto no Lelê, que fez a mão aí, chamou um X para todo mundo.
Tá, tá certo, boa.
Não vai ter nada de foder.
Ah, vamos lá, vamos encerrar.
Desculpa, correção, não é para todo mundo, é para o Lelê, para mim e para o Rafinha. Tu não pediu. Ah, eu não, vocês não pediram.
Pera aí, eu preciso pedir.
É óbvio que tu precisa pedir.
O X do Júlio é gigante, hein? Dá para eu dividir com vocês?
Não, óbvio que não pediram na hora.
Tá bem, eu vou votar.
Vota, nego, vai!
No Lelê também, que pediu o X para nós.
Ah, vocês são muito safados, né? Ele pediu o X, todo mundo vota nele.
É que eu pedi para ele pedir o X.
Tá bom, é que virou uma massa do programa, né? Primeiro dia da parmegiana, o Petre vendeu o voto pela parmegiana.
Isso aí!
Tá bom, então beleza, nego.
Então sabe o que vocês fazem?
Era isso por enquanto. Muito obrigado pela sua audiência, pela sua parceria, e preferência pelo Pretinho em qualquer lugar do mundo. Você ouvindo o Pretinho, obrigado, um abraço, até amanhã. Que que era?
Eu esqueci, cara. Tá no ar já o teaser do documentário.
Ah, isso aí, Lele! Certamente está passando na ATL TV.
Exatamente.
E também nas nossas redes sociais, ATL TV, onde você corre agora e assiste mais um um show que tá começando neste momento do ATL Bands, o festival que rolou no sábado passado no Fuga do Quarto Distrito. Acredito que a banda de hoje seja Fumaça Urbana. Vamos ali comer esse X e a gente volta amanhã, 1 da tarde. Obrigado, um abraço, boa noite, tchau!
Elefante Letrado
Plataforma de leitura