Baú do PB | REPRISE PRETINHO BÁSICO AO VIVO - 01/07/2021
Vem curtir e te divertir com a reprise do Pretinho Básico das 18h de 01 de julho de 2021. Na escalação: Alexandre Fetter, Lele Bortholacci, Porã, Nando Viana, Magro Lima.
Vocês pediram e nós atendemos! Agora tu pode curtir novamente os episódios antigos do maior programa de humor do Sul do Brasil direto do Baú do PB! É todo sábado e domingo na ATL TV e aqui no Spotify.
Alexandre Fetter
Lele Bortholacci
Magro Lima
Nando Viana
Porã
- Paola Oliveira e as dificuldades com padrões estéticos na carreiracorpo cheio de curvas·perda de trabalhos por não se encaixar·padrões estéticos rigorosos·falsa percepção da imagem
- Origem do Dia Internacional do Reggae e a influência de Nelson Mandelavisita de Winnie e Nelson Mandela à Jamaica·discurso de Winnie Mandela sobre o reggae·festival na Jamaica em 1994·institucionalização do Dia do Reggae
- Dificuldades da vida corporativa e o estresse dos apresentadoreschateação com a vida corporativa·cabelos brancos por estresse·plano de saúde
- Documentário sobre Bussunda e a pegadinha com Tim Maia no FaustãoBussunda no Globoplay·imitação de Tim Maia·Tim Maia não comparece ao Faustão·Bussunda se passa por Tim Maia
- Lançamento do Walkman pela Sony em 1979 e a música portátilmudança na forma de ouvir música·troca de fitas no colégio·problemas com fitas enroladas·truques para economizar pilha
- A importância de passar roupa e o status social associadoninguém gosta de passar roupa·passar roupa como símbolo de status·roupa amassada como estilo·tempo demandado para passar roupa
- Top 5 brincadeiras de menino e a chegada do Pretinho Básicoesconde-esconde·pega-pega·pula-pula·bate-bate
- A piada de Nando Viana sobre abreviação e o Dia Mundial do Reggaeabreviação é uma palavra longa·Dia Mundial do Reggae·Bob Marley
- A figura de Supla e sua interação com os fãs nas redes sociaisvídeos de Supla no Instagram·Supla responde perguntas·Supla beatlemaníaco·inglês correto de Supla
- Lady Gaga tira carteira de motorista aos 30 anos e a questão da idadeprimeiro carro aos 27 anos·tirar carteira aos 18 anos·reprovação em exames de direção·máfia da carteira de habilitação
- O impacto das transmissões online na percepção do estilo pessoaloutfit e estilo de vestir·repetição de roupas·composição de looks·padrão estético em transmissões
- Classificados do Pretinho Básico e o relógio Omega Seamasterganhos na KTO·cassino da KTO·relógio Omega Seamaster 300 metros·relógio automático de luxo
Sim, bem-vindo a mais um momento que você ouvirá na reprise.
Este não é um programa ao vivo, isto é uma reprise, filho de Deus.
Atenção emissoras da grande rede Pretinho Básico para o top de 5 brincadeiras de menino. Esconde, esconde, pega, pega, pula, pula, bate, bate. A partir de agora na Atlântida, Pretinho Básico, ano 14. Olá, @realfeather. Olá, bom fim de tarde de quinta-feira, tamo chegando com o Pretinho Básico aqui na Atlântida para todo o sul do Brasil. Escolha o Sicredi, onde o dinheiro rende um mundo melhor, sicredi.com.br. Receber de seus clientes nunca foi tão fácil, asas.com, asas.com.
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Aí, cá estamos nós! Eu adoro estar aqui nesse programa, ainda mais aqui na mesa com todos os barulhinhos possíveis de imaginar. Aqui, ó, ó, ah, esse aqui foi muito rápido, mas aqui, ó, a buzina.
Eu tenho gemidão, eu tenho gemidão do WhatsApp aí, né, Lelê?
O gongo de novo. Então, atenção Brasil, tá começando o Pretinho Básico! Muito boa tarde, @RealFeter. Espero que eu esteja hoje pelo menos entre as 3 melhores vibes do FM.
Tu é uma das melhores vibes do FM, pode ter certeza. E o Porazinho também é. Como é que tá, Porazinho? Tudo bem?
Olha, Feter, eu tô bem. No programa da UMA estava na 4ª vibe do FM, acho que agora eu caí na 2ª vibe do FM. Na 2ª, na 2ª.
Sério que subiu?
Mas eu sei que não parece, eu sei que não parece, mas eu tô, cara.
Eu tô, eu tô na vibe. A vida corporativa de vez em quando ela dá uma ceifada no ânimo do apresentador, né, Porazinho? O cara que dá uma chateada, né, cara?
Dá uma chateada, né, cara?
Tu tem que ouvir umas coisas que tu não— Boa, Porazinho, agora sim! Botou pra fora, botou pra fora, muito bom!
Tá bom, tá bom, tá tudo bem, Alexandre. Boa tarde.
Que bom, boa tarde. Nando Viana, como é que tu tá, Nando Viana? Tudo bem? Boa tarde, seja bem-vindo ao Pretinho Básico. Pretinho Básico, Nando Viana. Nando Viana, Pretinho Básico.
A vida corporativa é muito difícil, né?
Mas para um pouquinho aí, mas nós não estamos te ouvindo, Nando.
Sempre a mesma coisa, cara.
Não, mas eu testei com ele antes de começar.
Ele é para o Dando, eu testei falando eloquentemente.
Olha, eu testei contigo antes, né? Nós testamos, fizemos o teste, isso é migué dele, cara.
Tudo certinho. A culpa é do Cabral, Nando.
A culpa é do Cabral.
Mas realmente assim, Nando, eu não sei nem o que te dizer. Não tem nada para eu abrir aqui.
É que, Lelê, deixa eu te falar, o sinal dele tá chegando na mesa porque tem um mínimo sonzinho. Eu acho que é lá, é ele que tem que levantar o volume dele. Aumenta o teu volume aí, Nando.
Dá um gás aí no teu aparelhinho. Isso, vai indo e vai falando ao mesmo tempo para a gente ver.
Aí agora, aí agora pulou, passou muito.
Volta, volta. Acabei de testar isso, que isso aí é o Lelê de novo, é o Lelê. O Rafinha sai, o Lelê nem me boicota. Tá, eu tava falando, Peter, que a vida corporativa realmente é muito difícil, Peter, tá, realmente muito difícil. Porém, eu te entendo, porém, como você fica às vezes estressado, esses cabelos brancos estão surgindo aí por agora que não tinha, mas é assim mesmo. É assim, o importante é que você tem aí o plano de saúde, tá tudo acontecendo, chegando na casa dos gaúchos.
É isso aí, vamos embora, gaúchos e catarinenses, isso aí, isso aí, especialmente, e todo o Brasil também.
É boa, muito bem.
E para o mundo, e para o mundo.
Magro Lima, como é que tu tá, Magro Lima? Como é que tá essa ansiedade aí para esse fim de tarde, esse pretinho? Todo pretinho, uma ansiedade para o Magro Lima. Ele fica ali que nem o técnico na beira do gramado, fica nervoso. Ele não tá vendo o som do Magro, não tá vendo o som do Magro também.
Tranquilo, Magro, tranquilo, Magro.
No teu tempo, Magro, eu também testei também. Da hora aqui, ó, eu não tô nem me achando.
Era pegadinha do Malé. Era pegadinha, cara, eu tô com as duas mãos A imagem é clara, a imagem é clara.
Ai, Magro, que legal!
Tô com meu blusão Asus.
Uau, que bonito!
Um desses aí é bom mesmo, agora é gostoso de usar.
Que bonito, que bonito! Parabéns, Magro!
Seria um moletom, né, Magro? Seria um moletom. Blusão é uma coisa mais antiga, que a gente usava para ir no colégio.
É mais do que um moletom, é um moletom de capuz ali, ó, cara. É um canguru, um canguruzinho. As empresas que têm a manha de fazer esse Esse tipo de brinde aí é o que a gente gosta de usar, essa coisa mais despojada, né, Magulima? Moletomzinho, né, o bonezinho legal, sabe? Parem de fazer.
Quanto tempo eu preciso de programa para ganhar um desse aí? Só para saber assim como é que funciona.
A gente vai falar com os cara aí que manda.
Demorou, hein?
É só para, é só para CLT esse, só para quem vende.
TJ não ganha, TJ não ganha, Nando.
Eu ganhei só Salgadinho, né?
Salgadinho. Vinha mole, que é lance de roupa, não chegou ainda. Nós estamos vendo.
Ainda não, ainda não.
Muito bom, cara. Vamos com os destaques deste fim de tarde de quinta-feira. pretinhobasco@atlantida.com.br e o nosso WhatsApp 8512981. Os destaques do Pretinho para Saque e pague tudo em um só lugar para seu dia valer ainda mais. saquepague.com.br. 1º de julho hoje, pô, 1º de julho de 1899 é o aniversário do personagem ficcional Indiana Jones. Pô, não sabia que era tão antigo Indiana Jones, cara. Ele fosse lá dos anos 50, anos 40. É, mas 1.800, 1.900 é louco.
É que ele lutou contra os nazistas, né? Então ele já tinha a cornetinha no meio da Segunda Guerra Mundial.
Tem observado, Magulinho, mas tu puder dar um gazinho no teu volume aí, daí, porque não é aqui. Só um gazinho.
Podia tirar do Nando um pouquinho, e o que tirar do Nando tu bota no meu, Lelê. O que que tu acha?
Pode, no tempo e no jeito de vocês assim.
Não, o programa é isso aí mesmo, é ao vivo, né? Valendo ao vivo.
É isso aí, aqui, ó, tirei, aumentei no Fetter, tô aumentando um pouquinho do Magrulimo.
Vamos lá, amigo ligado, vamos lá.
Tá bom, acho que tá bom agora, veio legal.
Fala aí, fala aí, socalhada, Magrulimo.
Socalhada, viu?
Pronto, tu me lembrou.
Não, vai aí, fala, não fala não. Que isso, que que te lembrou?
Não, me lembrou da menina, a menina que chegou no guichê do da rodoviária. E daí ela tava olhando a menina da frente, a menina da frente falou: eu quero uma para Aparecida, ida. Aí ela chegou e falou: eu quero um para Ubatuba, uba.
Aqui, ó: eu tava com saudade do Nando e daí eu pensei numa piada estilo Nando Viana. Posso contar?
Por favor, Magrelema.
Tava assim, ó: tem que me imaginar de coque e com um caderninho lendo a piada. Tá, tipo nada, tipo nada, tá, tá, vou incorporar. Vai, mano, eu sempre achei que abreviação é uma palavra muito longa.
É verdade, podia ser só a breve, né? Entendi. Parece das minhas sim, Mago.
É, pareceu, né? Eu sonhei com isso aí no sábado. Eu imaginei o Nando Vianda falar disso.
É muito louco, é genial na verdade, né?
É o Nando, né?
Claro que eu não captei, Magnata, não captei.
É porque que abreviação tem mais de 3 letras, é tipo isso, porra. ABR, sacou?
Não, não, eu não sou porã, Magnata, acho que tu tá enganado. Talvez tu não me conheça, eu sou vocalista de uma grande banda de reggae brasileira, já, Rasta Farai. E hoje, Dia do Reggae, entendo que tu deva ter celebrado em algum momento o Dia do Reggae, Nando Viana, em São Paulo, tá em São Paulo?
Não, cara, hoje não é o Dia do Reggae, Pose.
É sim, não pode ser.
Não, hoje é o Dia do Reggae, Dia Mundial do Reggae.
Mas por quê?
Eu não sei por quê, mas é.
Que dia é o dia da Maçonaria?
É sim, é o dia do reggae.
Agora eu fiquei curioso, agora eu pensei que o dia do reggae fosse lá 6 de fevereiro, lá no dia do aniversário do Bob Marley.
Quando morreu, quando cremaram Bob Marley, tu achou que fosse?
É, morreu, o aniversário dele, alguma coisa que tivesse a ver com ele assim, basicamente, ou algum outro ícone.
Mas nós vamos chamar aí agora a produção, produção do programa, que vai trazer pra gente porque hoje é o Dia Mundial do Reggae. Magro Lima!
Caramba, cara, vocês estão de palhaçada! A gente já falou isso no programa da Uma, Lelê. Se não ouviu, azar também, vai lá, pode conhecer.
Realmente eu não pude escutar hoje a Uma.
E tu esqueceu?
Para você que não ouviu o programa da Uma, ouça o programa da Uma no nosso, nas nossas plataformas digitais. Central Reggae, desligando.
Obrigado.
Pô, velho, agora, agora que o Petra falou disso, eu lembrei que esses tempos aqui a gente falou sobre o Bussunda e falamos sobre o meu amigo Bussunda no Globoplay e tal. Pô, cara, eu comecei a ver, eu não tinha, não tinha começado a ver, né? E comecei a ver e nós Falamos sobre o mod de casseta, o mod de TV pirata e tal, né? E as Drummond trouxe o trombone, as Drummond trouxe a maconha, essas coisas todas nós falamos. E, cara, mas é sensacional o documentário.
Pelo menos, né, porque tu não viu tudo.
Até eu vi 2 episódios, 2 episódios. E aí tem uma parte maravilhosa que envolve o Tim Maia, que o Bussunda nos shows do Casseta e Planeta ele imitava o Tim Maia, né?
Ele, como ele fazia imitações Tim Maia e tal.
E aí o Tim Maia tinha combinado de ir no Domingão do Faustão, foi um dia antes, se ensaiou, foi demais e tal. No dia do show, Faustão ao vivo, o Tim Maia não apareceu, o Tim Maia não apareceu. Aí na outra semana ficou todo mundo esperando o Tim Maia, nada do Tim Maia. E o Fausto Silva lá, né, dando volta: Tim Maia não veio, não veio mesmo, não vai vir. Tim Maia não veio, tá, beleza. Aí na outra semana os cara pregaram uma peça pro Tim Maia, passaram a semana anunciando Tim Maia e tal, não sei o quê.
Quando entrou o Tim Maia, era o Bussunda, os cara do caceta, né? E aí o Bussunda entrou e dizia assim: alô, me dá mais retorno, pode me dar mais retorno? E não sei o quê e tal, né? E aí, velho, diz que o Tim Maia ficou puto e ligava para Globo e dizia: ah, que que vocês estão fazendo? Eu vou matar vocês! E não sei o quê, cara, sensacional. Vale muito a pena ver para quem gosta de humor, para quem gosta de arte. Porra, cara, é sensacional. Que caras brilhantes, velho.
Velho, que legal que tu trouxe essa aí, porrazinho.
Vamos em frente.
1º de julho de 79, a Sony apresentou ao mundo o Walkman e tornou a música portátil. Aí mudou tudo, aí mudou tudo, né, cara? Isso aí mudou nossas vidas. 1979, imagina um Walkman da Sony.
Colégio com Walkman, ir para o colégio com Walkmanzinho, cara, era bom. Encontrava a galera antes da subida ali do IPA, trocava as fitas.
Só tinha um momento que era ruim, se eu trocava as fitas na aula, te devolvo amanhã. Só tinha um momento que era ruim, acabava vindo a fita e aí o troço começava, acabava enrolando a fita, né?
E só quem teve o Walkman e não queria passar pelo, pelo, pelo fim das pilhas, era inevitável, mas tu queria retardar o fim da bateria, das pilhas, tu sabe, tu aprendeu a encaixar a caneta BIC no meio da fitinha para depois fazer ela voltar. Lembra que a gente encaixava e ficava girando a fitinha na caneta para não gastar a pilha para fazer voltar?
É verdade. E a pilha também, a gente descobriu lá naquela época que se tu colocar ela no congelador— naquela época era congelador que falava, no freezer— e deixar ela ali 12 horas, 16 horas, ela voltava. O que é uma grande mentira, ela não voltava, né? A gente acreditava que ela voltasse, mas era o último sopro de vida da pilha. Era o último sopro, era verdade.
Você tava falando agora há pouco do Ultimai aí, dessa pegadinha que fizeram com ele, que o Mussunda— eu vi uma muito boa que o Daniel Zuckerman que fez, é um humorista que também tá na rádio, e ele, ele conhece, ele ligou para o programa da Hebe marcando o Supla na Hebe, só que o Supla não sabia, entendeu? E aí ele ligou para o Supla e marcou ele no programa da Hebe sem a Hebe saber.
E aí segunda-feira o Supla tava na Hebe e entrou, cara, e fez o programa. Não, ele fez esse programa, ele me contou essa, cara.
O Supla é uma figuraça, cara. A pegadinha é sensacional, mas o Supla é uma figuraça. E recentemente ele tá se notabilizando pelos seus vídeos no Instagram, né, onde ele responde perguntas para as pessoas. E é sensacional. O meu filho, ele é muito inteligente. O meu filho mais novo, Francisco, virou fã do Supla por acompanhar o Supla nas redes sociais, né, acompanhar. E começou a me mostrar, pai, esse cara é muito legal e tal, né.
E aí eu tenho o contato do Supla e eu pedi para o Supla, o Supla, pá, meu filho tá curtindo um monte teus vídeos aí e tal, tu pode mandar um alô para o meu filho aqui no no WhatsApp e o Super mandou um áudio. Eu mandei esse áudio para ti aí, Fetter, vê se tu consegue botar no ar aí.
Pera aí, pera aí, cara.
Eu também já troquei algumas ideias com o Super, ele responde, ele responde diretamente com termos em inglês assim, cara, sabe? Tipo isso, né? Outros, ele, bah, Super, hoje não vai dar para a gente fazer.
Ok, see you tomorrow, traga.
A língua dele é os dois, é misturado.
Ele é demais. Não, e o inglês dele, muita gente fala do inglês, da pronúncia dele. A pronúncia dele é corretíssima, cara.
O Super morou anos em Londres.
Sabe? Ele aprendeu isso, ele morou anos em Londres. E uma vez eu bati um papo com ele, uma vez eu fiz um podcast, uns 2 anos atrás, que falava de Beatles e Stones. E o Beto Bruno da Cachorro Grande disse, cara, tu sabia que o Supra é um beatlemaníaco? Falei, eu não acredito, sério? E aí liguei pro Supra, combinei com ele, fizemos a conversa. Cara, ele manja muito, muito.
Não tem difícil acesso, né, com o Supra, né?
Falou com ele, ele tá ali pra falar contigo. Mas a quantidade de termos e áudios em inglês que Mas é muito engraçado, cara, é muito engraçado porque são respostas curtas e grossas em inglês.
Tá dizendo que não vai conseguir abrir o áudio.
Não tá rolando, por exemplo. Mete tu no mic aí.
Não, eu posso tentar botar aqui, me manda aqui.
O Rafinha às vezes acha que é meio supla, não acha não?
Manda para mim pôr aqui, eu tenho um cabide.
Ele acha ruim.
Vou mandar para o Leandro. O Rafinha, ele é um mini supla.
O Rafinha é meio mini supla.
O Rafinha é parecido com o supla suplente.
Ó, vamos botar aqui, ó.
Chegou para ti, Leandro.
You better behave yourself, kid. E aí, champs, beleza? Come on, kids.
Se cuida na pandemia.
Um salve.
Come on, kids.
Daí eu mandei, mandei para o César. Ouve aí, cara. Ouve aí que o Suplo mandou para ti. Cara, ele ficou ouvindo esse áudio assim, ó, umas 10, 20 vezes seguidas e olhava para mim. Pai, que coisa aleatória, né?
Come on, kids.
Come on.
Ele é muito gente boa, Supla, cara. Grande parceiro. No mesmo dia de hoje, em 1998, o filme Armageddon estreou nos cinemas. Olha que importante, olha aí, porque tinha trilha do Aerosmith esse filme, né? 1999, a Jennifer Lopez lançou o seu álbum de estreia chamado On the 6. Primeiro end do programa, boa, hein, Tripo? Que botada, bem botada essa ali.
Mas tamo aí.
Porra, tem o bagulho original, é muito bom.
O Rafinha tá ouvindo o programa, mandar um abraço para ele. Rafinha, obrigado pela tua audiência. Rafinha, claro que tá.
O Rafa não veio hoje, né? Dia Mundial do Reggae.
A gente tinha um outro trabalho para ele, então peço desculpas. Teve que buscar a menina Lívia lá. Foi isso que ele falou para você? Vocês na escolinha assim, cara.
O Rafa inventa umas coisas.
Vamos em frente com os destaques do dia de hoje, em 1º de julho de 2016. Aos 30 anos, a Lady Gaga finalmente tirou sua carteira de motorista. A Lady Gaga nem precisa dirigir, né? A Lady Gaga já—
Nossa Senhora, quantos anos, Peter?
Porque carteira?
Ela tirou a carteira aos 30 anos de idade. Aos 30 anos, é isso aí.
Eu entendo a Lady Gaga, cara. Eu fui, o meu primeiro carro eu fui ter com 27 anos, quando eu tava com a grana para dar entrada no carro, para devolver financiamento. Aí que eu fui tirar carteira. Antes eu não tinha interesse nenhum de tirar carteira.
Claro, mas é muito louco isso. Eu acho que é uma coisa de geração assim. Eu não sei Eu não sei, eu quando eu fiz 18 anos, mesmo que não tivesse carro, não tinha um carro, meu pai não me deu o carro, era o carro dele, ele não emprestava o carro. Quando eu fiz 18 anos, no dia seguinte eu fui lá fazer a carteira de motorista.
Não sei, é uma coisa de status, eu acho. Logo em seguida eu comecei a fazer a carteira para fazer, aí eu passei, fui tirar a carteira, comecei com 19, fui tirar com 26, né? Fiquei reprovando todo ano, irmão.
No psicodélico, né? Cara, mas eu, eu assim, ó, eu naquela primeira carteira eu reprovei também, reprovei.
No sexto exame que eu passei, tchê, né?
Eu não passei no sexto, eu aprendi a dirigir e aí depois eu fui fazer, né, cara? Aí eu cheguei para fazer, o cara tava, pera aí, tu já dirige? Faz uns 5 anos. Nossa, não aguentava mais, tava pronto já.
Na época que tinha uma máfia muito forte, eu tirei em Belo Horizonte, sabe, gente? E aí eu morava lá uma época.
Chegou até isso no Brasil?
É, juro, no Brasil, tu acredita? E aí tava tendo lá em BH, é muita mafiazinha, eles demoravam para te passar mesmo para ganhar grana. E aí eles questionavam umas coisas muito idiotas. E tipo, teve uma vez, pô, eu só entrei na contramão da Bias Fortes, que é uma avenida lá, Entendeu? Pô, não passar por causa de um erro tão delicado assim, sabe?
É a máfia, tu entrou na contramão na Oswaldo Aranha em dia de rancho, e aí os cara te reprovaram. É a máfia, é a máfia, é a máfia da carteira de habilitação que reprova os cara que entra na contramão na Oswaldo Aranha.
Eu vi um vídeo, faz uns 2 dias eu vi o vídeo da mulher lá no Rio que a mulher carioca é uma instituição nacional, né? Porque ela quando fica brava, ela briga muito e dá uns xingão muito grande. E era mulher carioca paulista, não gaúcha, catarinense. Ela grita mais alta, sabe?
Ela usa muito palavrão.
Nunca tive oportunidade de ganhar um esculacho.
Pior xingamento que eu já vi foi de uma mulher carioca na praia.
E ela tava expulsando os cara que reprovaram o aluno dela falando, é um absurdo, reprovou porque ele demorou para passar a segunda. Aonde que demora para passar a segunda? E começou a quebrar os negócio tudo. O vídeo lindo de ver, vocês têm que assistir depois, procura aí.
Quanto tempo ele demorou para passar a segunda?
2 dias? Parece que era não, uns 15 minutos.
Muito bom. No meio da ameaça. E mais um destaque interessante aqui do Pretinho Bays, Paola Oliveira, a atriz Paola Oliveira, interessante, diz que já perdeu trabalhos devido ao corpo cheio de curvas. A atriz de 39 anos desabafou sobre as dificuldades de se encaixar nos padrões estéticos e disse que já perdeu alguns trabalhos por ter o corpo cheio de curvas. Tomei não porque a perna era grossa, porque eu não tinha altura suficiente, porque eu era muito cheia de curvas. Em nada eu me encaixava, reclamou a Paola Oliveira.
Tanta gente quer encaixar, né?
Nós temos uma foto que o Magrinha mandou para gente aqui em nome da produção de excelência do Magrinha. É o estado da arte da produção do Pretinho Básico.
E, cara, é realmente, ela teve dificuldade, né, Peter? É isso que eu queria dizer.
Eu quero dizer que é comovente porque ela tem um corpo bonito. É realmente, é triste porque ela tem um corpo bonito. Ela talvez não se encaixe nos padrões atuais que são muito, muito rigorosos. Encaixa sim, encaixa. Ela tá dizendo que não encaixa, Peter.
Não sei no teu.
Pô, eu acho assim que, sei lá, eu ia falar assim, não sei muito bem o que dizer assim.
Eu acho que ela deveria definir um padrão novo assim, um padrão Paola Oliveira, sabe?
Se o padrão atual não encaixa nela, vamos definir a partir de agora o padrão Paola Oliveira.
E que é o padrão daí, se o padrão atual não encaixa. É, o cara sabe como que ela é bonita com esse corpo. Ela é uma mulher bonita e tem um corpo bonito, cara. Como é que não vai encaixar no troço, cara? Tu liga a TV, é só comercial com a Paola Oliveira. Quantos trabalhos ela tomou não por causa do corpo dela, será?
1, 2? Ah, mas não foi igual aos nossos nãos, tenho certeza.
Às vezes queriam ela de personagem para ser a vovozona, sei lá, sabe? Aí ela reprova mesmo, não tem como.
É, que loucura, né? Mas é, a verdade é essa, cara, a verdade é essa. Os padrões estéticos, eles são, eles são muito rigorosos e eles impõem que as pessoas adoeçam em função disso. É muito louco, são sacos padrões estéticos, na real, né? Vamos comentar. Eu acho que tudo bem que tu vá. Eu vi ontem um programa, olha só, cara, caiu na minha frente ontem o programa da Gimenez, o Super Pop, e eles estavam debatendo no programa, não é na Globo, eu acho, onde é que é?
Não, não, não é na Globo, mas eu só botei aqui só para—
é na RedeTV, isso aí. E aí, e aí eles estavam debatendo lá essas pessoas que exageram na hora do botar lá, fazer um preenchimento, inchar um lábio, botar um preenchimento na bunda ou nos seios e tal. Cara, tem umas pessoas que elas não têm limite. Mas as pessoas não têm limite, elas adoecem com essa coisa que é a falsa percepção da sua imagem. As pessoas se veem no espelho e nunca estão satisfeitas com o que veem.
Mas a questão é a seguinte, Peter, esses dias a minha esposa me chamou atenção para uma coisa que é resultado da pandemia. Antes da pandemia, as pessoas eram muito acostumadas a se ver apenas no espelho. Hoje as pessoas, principalmente, elas estão se vendo toda hora no vídeo, porque todo mundo fazendo reunião de não sei o quê, tudo online. Então tu tá vendo a turma que nem a gente tá se vendo aqui agora no computador. A gente tá vendo as nossas carinhas e a gente tá olhando para nós mesmos.
A gente tá olhando para nós mesmos muito mais com a pandemia. E aí que essas imperfeições, entre aspas, acabam gerando nas pessoas maiores frustrações e elas vão atrás de mais cirurgia.
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Daí tu viu que a gente passa, né, porra? A prova disso, a prova disso, porra, que a gente se importa muito com o que os outros pensam é que a gente ainda hoje passa roupa, que eu acho um absurdo, porque ninguém gosta de passar roupa. Ninguém gosta. É verdade, ninguém gosta, porque O outro vai reparar que tu tá com a roupa amarrotada e o outro tá pensando, vou passar porque ele vai reparar que eu tô amarrotado. Ninguém tem que—
todo mundo parar e parar de reparar, irmão.
A gente tem que parar. Mas é que tem aquela agora, aquele vapor aquele, mas aquele vapor não é para todo mundo, não é para todo mundo aquele.
Não é ser o mais caro que um ferro de passar, cara.
Não é nem pelo caro, pelo caro é pelo tempo que tu passa passando uma camisa naquele troço e o tempo que tu passa passando uma camisa a ferro. O ferro é muito mais rápido, é muito mais rápido.
Lembra daqueles ferros que tinha carvão dentro?
Não, ferro é mais devagar, o ferro tu fica ali, aí tem uma pontinha ali que não passou aquele negócio, tu passa e tchutchu, e a outra pontinha, maluco, já passou.
Mas a verdade do comportamento, eu tô, enfim, a verdade do comportamento sobre esse negócio de passar roupa que o Nando trouxe é a seguinte, pelo menos eu acho, é passar roupa Virou um símbolo, virou um status de ter quem passe a roupa para ti na tua casa. E quem não tem quem passe a roupa para si na sua casa, e essa pessoa sai com a roupa amassada, e aí virou estilo. Pode ser, o cara sai com a roupa amassada, virou meu estilo, porque não tenho quem passe, eu não vou passar, minha camisa é essa aí amassada mesmo.
E o tempo também que demanda passar uma camisa, né? Tempo, tempo, tempo, tempo, né?
E aí tem quem tem um funcionário em casa que A roupa, né? Isso aí, é isso aí.
É isso aí, por exemplo, né? Eu tenho, mas assim, não tenho saído muito, sabe? Sabe que agora eu tô numa fase mais camiseta polo, né? A camiseta polo nela, irmão. Agora que fica frio, eu gosto de botar uma camisa, um negócio assim, um sobretudo, uma parada assim, fica elegante, né, irmão? Fica elegante. Mas eu tô mais na polinha, o jalzinho para trás e já era, né? Tu sabe meu estilo, né? Tu conhece. O Magro sabe também como é que é meu estilinho.
Claro, trabalhou comigo. Desde que a gente passou, as transmissões passaram a ser bem, bem frequentes no YouTube, no Facebook e tal, as pessoas passaram a perceber o nosso outfit, né, o nosso estilo de vestir, né, porque é uma coisa que a princípio só fazia no rádio, ninguém sabe como é que o locutor tá vestido, né, o cara não tá aparecendo. Agora com a internet, com o YouTube, Facebook com a transmissão em vídeo. As pessoas nos veem todos os dias, cada um, cada dia com uma roupa diferente, repetindo as roupas, né, compondo os looks e tal.
Muito bom, porque eu uso a semana inteira, essa aqui é a mesma semana inteira. Se eu vou trabalhar de casa, tipo isso, cara. Mas assim, isso, isso que tu disse, Peter, tem assim, pô, porque tem aqui, a gente tem um, querendo ou não, nós temos um padrão estético adotado na nossa transmissão, né? Mas tem umas idades que são menores, ou que tem uns tiozão que não estão acostumados, que os cara tão com o botão do umbigo aparecendo na tela assim, sabe? A barriga para fora.
O cara mostra para mim assim, é profissa, porra. Pô, nosso troço é profissa, nossa transmissão é profissa.
Não, mas o que tem de coisa sendo feita por aí, os cara se mostrando, o cara saiu, né? Já apareceu vários casos até de pessoas transando na live, claro, em aula.
Quando você faz reunião com a pessoa também, a pessoa tá num lugar que não tem um quadro na parede, eu fico com uma raiva, sacou? Pô, não tem um lugar mais bonito nessa casa não, irmão? Tem um quadro nessa parede, mudou ontem. Eu acho que as pessoas não têm compaixão.
Estante de livro vazia me deixa nervoso. Os caras com estante de livro vazia, tá?
Mas aí tu começa a fazer reuniões usando determinada plataforma e tal, daí tu descobre um fundo da tua tela, porra, esse fundo aqui é legal, não sei o quê. Daí daqui a pouco tu começa a ver várias pessoas usando aquele fundo. Aí a primeira vez que tu viu, tu disse, pô, o cara tá no maior pico legal, hein, cara. Pô, o cara tá num casão. E aí, cara, é um fundo falso lá da parada da reunião.
E enfim, cara, tem tudo nessa hora. Até nessa hora a gente tem que, tem que, né, o ser humano tem que, tem que dar umas tentadinhas. Né, tem que botar ali um fundo legal, né. Por isso que os melhores Instagrams são os perfis da vida do perrengue, né, cara. O perrengue, ninguém mais aguenta ver a vida boa das pessoas no Instagram. Todo mundo quer ver o perrengue, né. Muito louco isso, cara.
Eu falei aqui para vocês, né, do que eu fiz um post no Instagram no fim de semana, deu eu saindo na chuva pegando laranja para minha filha, né. Tipo assim, cara, não é um perrengue, mas é tipo assim uma coisa de perrengue. É um perrengue legal, né, cara, mas é Tipo, aquilo ali é uma coisa de verdade. Aí fica ali a criança ali vibrando assim, né? E assim, meu pai foi pegar suco de laranja, foi pegar laranja para mim no pé, e eu tomando chuva na cabeça e dando risada lá.
E aquilo ali é a mais pura verdade, não tem vida real. Até no início a mulher começa a filmar, eu ainda pergunto, piada de velho, né? Eu olho para ela, tá filmando?
Ela falou sim.
E eu pergunto, é para o Fantástico? Só os velhos entenderam essa piada, né, cara?
Lelê tá se especializando em piadas da segunda dose, cara.
É um nicho, né, porra? É um nicho assim.
É por proximidade com a outra rádio aquela que ele tá trabalhando agora.
Se vocês quiserem, eu tenho um charadinho aqui, fiquem à vontade.
Está no perrengue, tá num dia ruim. Tem aquela do cara também que falou, a namorada dele mandou mensagem: oi, tudo bem? E ele: pô, não tá bem, bati meu carro, tô sem dinheiro, acabou meus créditos, tô com fome, tô com frio, tá faltando só você aqui, amor. Daí ela: para te fazer companhia? Não, para completar essa desgraça que tá na minha vida.
Muito bom! 20 para 7, já passou rápido demais o Pretinho Básico nessa primeira meia hora. Vamos fazer os classificados do Pretinho para os amigos da KTO. Ah, deixa eu tirar uma onda da KTO aqui, Agora, não sei se você tá sabendo, Lelê, tô sabendo do cara do interior ali. É um brother do interior, cara de Santa Maria, de Santa Cruz. Isso, Santa Maria, Santa Cruz. Falei para o Cássio aqui, eu falei, vai, vou dar uma pegada no pé, vou dizer chupa, KTO, chegou a hora de devolver um pouquinho, né?
Tu não tá entendendo, Fetter, porque na rodada de ontem do Campeonato Brasileiro eu ganhei 500 pila em 3 apostas. Eu fiquei muito me achando que eu ganhei 500 pila, mas eu fiquei me achando.
Quando é que esses caras ganharam, hein? Os cara, KTO marchou para o cara de Santa Maria, entrou com 2 mil e e levou R$344 mil.
Cara, olha isso, cara!
E o cara de Santa Cruz sacou R$129 mil no cassino, no cassineiro, no cassino. Isso, no cassino, no cassino, no cassineiro. Que eu, eu depois que abandonei completamente futebol, passei a me dedicar ao cassineiro da KTO. Mas é uma diversão garantida. Tu bota, tu joga a tela do teu notebook na TV, que tem a telinha um pouco maior, liga aquela luzinha coloridinha bem pequenininha lá, e aí fica ali te divertindo.
Bota musiquinha.
É uma delícia, cara.
Diversão de adulto, diversão de adulto.
Claro, é demais aquilo ali. Vamos seguir aqui com os classificados. kto.com, se você gosta de esporte ou do cassininho, te registra lá para dar uma brincada. Chama no Insta, @kto_brasil. E Siser, a maior fabricante de fixadores da América, da América Latina. Fixamos tudo por toda parte. Arroba Cesar Oficial. Deu tempo a vinheta, né, velho? Classificados do Pretinho. Olá, bebês! João Diego de Vila Velha, Espírito Santo. Sou amante de relógios igual ao Fetter e hoje venho anunciar meu Omega Seamaster 300 metros.
As características desta joia: um Omega Seamaster Oliver, 300 metros coaxial, um cronômetro de 40, aliás, um cronômetro coaxial com 41mm. Ele vai até 300 metros de profundidade, Nando. Porra, se tu vai mergulhar de repente e precisa ir dar uma chegadinha ali em 300 metros de profundidade, o relógio vai contigo e volta intacto. Louco isso demais, né? O ano é 2019 desse relógio automático, não sei o que O que que é bezel ou bezel? Bezel e não em cerâmica. Sabe o que que é, Magro?
É aquela coisa, eu acho que é a coroa, a coroa que fica do lado de fora do— é, eu acho que é coisa de rico, né?
É coisa de rico, é completo com caixa e certificados, sem nenhum detalhe, estado de zero. Quem conhece sabe da qualidade dessa joia. Ele tá pedindo R$20.500 nesse relógio.
Relógio.
O email para informações e fotos é relojodeluxonpb@gmail.com. É um Omega, um Omega Seamaster 300 metros.
Valeu, galera!
Gostaria que o Fetter lesse o email e comentasse sobre um relógio dele e tal, e pá, uma verdadeira joia. É, chega a ser, a gente poderia dizer que o nome do relógio, Seamaster, é um Omega Seamaster. É o Simas Turbo também, é o Simas Turbo, é um relógio Simas Turbo.
O cara tá mergulhando 300 metros, dá vontade dele ver a hora, né?
Muito bonito o relógio, é importante, né?
Importante ver a hora para saber a hora que ele chegar lá em cima de novo.
Vou mostrar o relógio. Olha ali o meu relógio, porra!
Quando ele falou que era ônibus, eu achei que era aquele carro. Daí falou 300 metros, eu falei, é o que ele consegue andar, né?
Com 1 litro, né?
Ele faz 300 metros com 1 litro.
Vamos fazer o show do intervalo e a gente volta em seguida com o Pretinho Básico. 15 para 7. O Pretinho Básico. Estamos de volta com Pretinho Básico. Obrigado pela sua parceria, pela sua audiência nas duas vezes que a gente vem ao vivo aqui por dia, de segunda a sexta, 1:06 da tarde, fazer um pretinho ao vivo com toda emoção do rádio ao vivo. E depois a gente reprisa alguns destes no fim de semana e ficamos eternizados, porque agora dá para dizer, enquanto tiver internet nós vamos estar lá em todas as plataformas de streaming de áudio para você ouvir o baratinho que quiser, a hora que quiser.
Agora tem curiosidades curiosas com o Magno Lima para Olina. Para não se preocupar com desconforto estomacal, Olina te deixa leve. Casa Perini, bem-vindo à vida, @casaperini. Manda aí, Magno Lima.
Bom, fizeram um pedido de última hora, a produção, porana, para variar, por acerto, para daí o produto ele não se furta ao trabalho. E agora eu vou trazer um motivo pelo qual hoje é o Dia Internacional do Reggae. Em 1º de julho de 91, visitaram a Jamaica Winnie Mandela e Nelson Mandela. Mandela, recém-liberto, Eles estavam lá fazendo um tour pelo mundo, como Nelson Mandela era uma grande celebridade. E a Winnie Mandela fez um discurso muito legal agradecendo o papel do reggae e dos cantores de reggae pela libertação não só do Mandela, mas pela liberdade de várias pessoas da cor negra ao redor no mundo todo.
E daí, há 3 anos, em 94, eles organizaram um mega festival na Jamaica em 1º de julho de 94, por causa das declarações da Winnie Mandela. E ali foi institucionalizado o Dia Internacional do Reggae.
Ah, muito bom!
Esse é o meu produtor, esse é o meu produtor, meu Garoto, muito bom, Magalhães!
Parabéns, hein, Magalhães! Nós não saberíamos, né? Tanto que tivemos que recorrer a ti, né, Magalhães? Eu fui pesquisar e tu vê só, e tu vê só, né?
E o Mandela, né, falando em liberdade, Mandela ficou 27 anos preso, 27 anos preso e casado, né, com a Winnie. Depois que ele saiu da cadeia O que que ele fez? Ele se separou.
2 dias, 2 dias, 2 dias, ele não aguentou.
Tu vê que não é por aí, não é por aí.
Para te ver que não é por aí.
Eu tinha uma piada que um parceiro nosso mandou, posso tentar trazer aqui? É uma piada, é uma piada engraçada, eu acho que é pesada. Não, ela não é, não é. Mas espera aí, deixa eu ver aqui quem mandou. Acho que foi o Sommer, Fernando Sommer. Tem que achar aqui o Fernando Sommer rapidinho, garoto.
Prometo para vocês.
Quer que eu conte uma enquanto tem tempo? Achei, achei, achei!
Uma cantada depois.
Achei aqui. Como é que é? Tem o quê?
Uma cantada, uma entradinha.
Eu tenho uma piadinha aqui também, se der tempo ainda, tá?
Mas a minha é muito pesada.
Vai dar tempo, vai dar tempo para tudo. Estavam num torneio de tiro ao alvo com arco e flecha, um japonês, um um inglês e um português. O alvo era uma maçã sobre a cabeça de uma pessoa. O primeiro a atirar foi o japonês. Desferir a flecha e acertar bem no meio da maçã não foi dificuldade. Todo orgulhoso e se vangloriando, largou a frase: I am a samurai! Aí foi o inglês que não deixou por menos, e sua flecha acertou o meio da flecha em que estava a flecha do japonês na maçã, cortando a flecha ao meio na maçã, e largou a frase: I am a Peter Pan.
E o Peter Pan, não deixando por menos o português, faz sua mira certeira e pá, acerta a flecha bem no meio da cabeça da pinta que tava com o calção embaixo e larga a frase: I'm sorry. Só que eram flechinhas, aquelas flechinhas com ponta de borracha, daí não machucou. Aí não é legal vocês brigarem. As Nerf de hoje em dia, as Nerf, essas Aquelas arminhas que soltam dardos de espuma, né, de esponja. As Nerf daquela época lá era um elástico que flecha mesmo, de verdade, que a gente ainda botava agulha na ponta, né. A gente era funda, que a gente dava bolada de cinnamomo nos amigos.
Chumbinho, a minha de chumbinho, né.
Que horror, viu, cara. Meu irmão dá um chumbinho no outro.
Uma vez eu vi, ah, cara, tentando na bunda do outro. Ele foi lá arrumar as latinhas que tava atirando e o cara não teve dúvida. Tá choradeira, cancelamento de brincadeira.
Que loucura, cara! Nossa infância e adolescência foi roots, cara. Galera dessa infância e adolescência de hoje em dia nunca vai entender o que a gente viveu, cara.
Eu já falei que eu apanhei tanto que eu sei distinguir a espécie da vara pelo zumbido no ar. Eu falo, boa!
É, apanhei demais.
Qual era que mais doía, Nando?
Deixa eu contar piadinha. A que mais doía, esses tempos eu fiz um show, o menino perguntou, Nando, tu apanhava de cinta? Eu falei, amigo, eu descobri que a cinta era para amarrar a calça com 12 anos. Eu falei, pai, por que que tu tá com o negócio de bater em mim amarrado na tua cintura? Juro para você, Lelê, apanhei demais.
Boa noite.
Pera aí só um pouquinho, só para concluir o lance da cinta. A cinta tinha duas intensidades, né? A intensidade onde a fivela do cinto ela ficava na mão, né, de quem te batia com a cinta. Aí o que que tu apanhava? Apanhava só com o couro da cinta. E dependendo do tamanho da arte que tu tinha promovido, virava, e quem dava em ti era a fivela. Era dois níveis. Isso, isso era ruim. Manda piada aí, Nando.
Aí, toda vez que o professor passava matéria nova no quadro, ele via que tinha uma aluna na sala dele que ela cuspia na mão e fazia assim na testa, sabe? E aí o professor ficou meio encabulado, né? Falou, moça, menina, por que que você faz isso? Daí ela, ah, eu ouvi minha irmã falando com o namorado dela que era bom cuspir para o conteúdo passar e entrar fácil.
Aí, aí eles não sabem se funcionou, a gente não sabe se ela foi bem na prova, né?
Se ela foi bem, é, não dá para saber. Tá, mas continua daí que eu tô bem.
Era tu que ia meter uma, Magno? O que que é que tu ia falar aí?
Uma cantada.
Ah, cantada é? Qual é que é?
Eu achava ela meio forte, mas daí agora o Nando veio com essa, agora Não é tão forte assim, eu vou falar. Chega na mim e fala assim, ó: Bah, que inveja do teu coração, porque ele tá batendo dentro de ti.
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Vai levar fácil, cara. É, não sei se leva fácil, mas é legal, faz a pinta pensar, sabe? Faz a pinta pensar.
Mas é uma cantada já numa quase intelectual, né, Magno Lima? Quase intelectual, num grau assim, né, de entendimento que não é para média da população.
É, ela é bagaceira Bagaceira, né?
No clima socalhada, né?
Bagaceira nobre ou não?
Ela é dúbia, né?
Bagaceira fashion.
Bagaceira fashion.
Ai, ai, ai. Vamos fazer uma enquete sobre isso. Vamos fazer uma enquete sobre isso, porque nós temos que saber a opinião de quem vai sofrer a cantada. Ah, é verdade. Porque essa cantada ela pode se dar também de uma mulher para uma mulher, mulher, de uma mulher para um homem, de um homem para uma mulher e de um homem para um homem. Por que não, né? O homem pode dizer: bate inveja do teu coração, Magrurima. E o Magrurima vai perguntar: por quê? Porque ele bate dentro de ti.
Legal, hein? Tipo esse povo, olha, com essa voz.
Olha, imagina, o Magrurima vai olhar para o cara e vai dizer: vai querer bater dentro de mim também?
É, talvez.
A entonação da voz diz muito, né?
Socalhada ele vai falar para o cara.
Que louco isso, hein?
Eu gostei, nem um excelente gay.
O Magno Lima já foi para Rússia.
Não, não, pera aí um pouquinho, nós temos uma informação muito, muito, muito mais importante antes para abordar, que é a do Magno Lima dizer que seria um excelente gay. Por que, Magno?
Eu falo francês, eu li literatura russa, e eu agora, agora, antes do programa, eu comprei uma luminária e uma Eu adoro design de casa, decoração e tal.
Ah, sim, é muito elegância, sofisticação, cultura, sensibilidade.
É aquela coisa, tem as ferramentas, não tá usando. Deu 7 da noite, acabou, acabou. Tem mais um programa vindo aí. Falar nisso, segunda-feira estreamos, Magno Lima e eu, After. Depois do Pretinho Básico das 6 da tarde tem o depois do Pretinho. Vai ser bem legal, a gente vai se divertir e tem certeza que a audiência vai gostar de fazer o programa com a gente também. Vai ser bem legal. Falou, galera, boa noite, tchau, até amanhã. Boa noite, até amanhã, tchau por hoje.
Quando ele desligou tudo mesmo. Sim, bem-vindo a mais um momento que você ouvirá na reprise.
Este não é um programa ao vivo.
Isto é uma reprise, filho de Deus.
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