Pretinho Básico | 06/08/2026 18h
Perdeu o Pretinho Básico das 18h no ar? Tá na mão. ☕
De segunda a sexta, o PB vai ao ar às 13h e às 18h na Rádio Atlântida com transmissão ao vivo em www.youtube.com/@atlantida_tv
Aqui no Spotify, você encontra as duas edições para ouvir quando e onde quiser.
Agora dá o play e vem rir, comentar as notícias do dia e acompanhar as histórias de ouvintes, debates e convidados que fazem do Pretinho Básico o maior podcast de humor do Brasil.😎
Alexandre Fetter
Leandro Bortolatti
Natan Nunes
Porã
Chato Neto
- Histórias da Rádio Atlântida e Pretinho Básico· EntretenimentoOndas curtas e médias·Transglobe·Tecnologia de Rádio·Rádio Gaúcha·BBC de Londres
- Notícias chocantes e a raiz do problema· SociedadeAcidente em Lago Corumbá·Legislação sobre dirigir alcoolizado·Morte de idoso em motel·Trânsito em Florianópolis·Araraquara·Minas Gerais
- Interação com ouvintes e perguntasDefesa a Débora Secco·Palhaço Maionese·Venda de carro usado
- Futebol· EsportesCorinthians·Inter·Grenal·Marcelo (jogador)
- Música pop e showsFoo Fighters·Turnê de Shows·Rock in Rio
- Humor e Comédia· EntretenimentoPiada do Joãozinho·Piada do Josias·Piada do cachorrinho
Olá, Alexandre Fetter. Olá, olá, bom fim de tarde, amigo e amiga ligados na Atlética. Estamos chegando às 6 horas e 6 minutos com mais um Pretinho Básico para dar risada no fim de tarde da quinta-feira, 6 de agosto de 2026. Chegamos com os amigos da MHNET. Conheça o Wi-Fi Total da MHNET, sinal de internet que chega em todos os cantos da sua casa. Muito bom fim de tarde, Leandro Bortolatti.
Boa tarde, Alexandre.
Como é que estão? Tudo certo? Tô nervoso.
Tudo bem. Tá nervoso com o quê? Nervoso com a chuvada que vem aí, Lelê.
Já passou, já passou.
Só isso são vocês que ganharam ontem.
O meu joga hoje.
Exatamente. Um dos principais jogadores do time em São Paulo contra um time que geralmente é favorecido pela arbitragem.
Eu tô nervoso, tô nervoso. Exatamente, falou tudo agora o Lelê. Vero, a maquininha do Banrisul com a menor taxa e um Banrisul completo para você.
Seja Vero, Léo Primeiro, Alexandre, mas é o seguinte, eu não sabia, não sabia que tinha antecipado o dia da vacinação, né? Tá se vacinando já? Tá com medo?
Já abriu a vacinação.
2 a 0, dia D, 2 a 0. Pô, jogo controlado, jogo jogado hoje, cara.
Vocês empataram em 1 a 1 fora de casa, precisavam ganhar de 1 a 0 do Mirassol.
Mas meu time não ganhou, ganharam na primeira, não tinha ganhado. Olha só, o programa, o programa de futebol da Atlântida é às 11 da manhã aqui no Rio Grande do Sul. Azul, que é aliás o podcast de futebol barra entretenimento mais escutado no Spotify do Brasil. Do Brasil, ele é o mais escutado do Brasil no Spotify.
Aqui não é futebol.
E acho que a gente tem um negócio seguinte: e até pra gente tá em segundo, pra mim a gente é primeiro. Claro, porque o Bola nas Costas não depende de entrevista.
É verdade, é verdade.
Perde pra quem entrevista com todo, sem Não, não, é só um comentário. O cara leva o Ronaldo Fenômeno e nós estamos mais aqui debatendo. Romário.
Não, e aí ontem, cara, ontem meu filho me surpreende com uma foto. Ele mandou a foto e eu olho a foto, falei, pá, que legal, o Téo encontrou o Malásia. E aí eu olho de novo a foto, falei, cara, não é o Malásia, é o Marcelo.
Encontrou o Marcelo do Real Madrid?
Encontrou o Marcelo do Real Madrid na faculdade, cara. Aí eu vi, aí fala Pedi uma foto com ele, afinal de contas é o Marcelo, né, cara? Porra, um dos maiores jogadores de futebol da atualidade. Marcelo?
É, esse na verdade?
Não, esse jogador aposentou agora há pouco. Exato, mas foi gigante, né?
Aposentou na hora certa, cara.
No Real Madrid, cara, ele só não tá na frente como lateral do Roberto Carlos, por óbvio.
Mas por que que eu falei isso? Porque o Marcelo estava lá na universidade do meu filho, lá na PUC, onde temos a ATL House, é uma, para uma entrevista para o Duda Garbi. Ah, pois então, legal, legal, bacana. 99, o aplicativo que te leva a viver o melhor de Porto Alegre. Por que Duda Garbi? Porque o Duda Garbi é um cara que faz um podcast de futebol com entrevistas. É verdade, exatamente. O nosso destaque do Pretinho. E aí, meu irmão, como é que tá, velho? Como é que tá, velho?
Tô nervoso, sabe por quê? Meu time entrou em campo agora às 7, às 8. Sou Corinthians.
Não, ele é Corinthians. Zagonel, as melhores soluções em duchas e torneiras Siga o @eletrozagonel nas redes sociais. Fala aí, Nathan Nunes!
Muito boa tarde, Alexandre Félix.
Muito bom fim de tarde para ti também, o produtor interino do Pretinho Básico durante as férias do Rafael Gomes. Abraço, Rafa Gomes, que deve estar nos ouvindo certamente, né?
Estive com ele à tarde.
É mesmo? Como é que ele tá também? Tá bem, tá com vontade de voltar ou não?
Não começou a fritar ainda não, ainda não, não tem nem escutado a gente, ele falou. Tá certo, que é o certo das férias, é o certo das férias, é tu desligar total.
O único cara que ouve o programa nas férias sou eu. Aliás, eu não só ouço como eu faço o programa.
É verdade, mas é que a gente, a gente é o cara do rádio, ele não consegue ficar longe do rádio.
Não consegue, é verdade.
A gente ouve rádio qualquer momento da vida.
É verdade.
Quantos rádios você já tá?
Puta, não tem nem como contar.
Eu contei esse dia, eu tenho uns 5, 6.
5, 6? Então eu vou fazer uma conta rápida contigo aqui agora, tá?
Tá, vamos lá.
1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, e mais uma ou duas caixinhas de Bluetooth onde eu também ouço pelo aplicativo. Então tem de 8 a 10 rádios em casa.
Ah, pera aí um pouquinho.
É aparelho de rádio, não contei os pequenininhos portáteis que tem uns 4, que eu uso de levar para o jogo, tem uns 4, e tem também os antigos que eu coleciono. Ali tem uns 10. Esses eu não conto porque eu não ligo, eu só conto os que eu ligo. É que eu sou homem de casa de 40 anos.
Mas os teus antigos tu não liga?
Não ligo, não ligo, não ligo.
Volta e meia não dá uma ligadinha nessa porra?
Não, não dou, não dou com medo de queimar. Exatamente, porque o que que acontece? Como eles são valvulados, valvulados lá dos anos 60, 50, como eles são valvulados, a umidade do ambiente, né, no nosso lugar aqui, Porto Alegre, Rio Grande do Sul e tal, ele umidifica as válvulas e tudo mais. Aí tu vai botar na para ligar e tu dá um choque de eletricidade naquele troço úmido ali, pode queimar.
Tem isso?
Deve ter um Transglobe, cara, entre todos. Cara, eu não— é um sonho que eu tenho, não tenho um Transglobe. Eu não tenho.
Então olha para mim, vou realizar esse teu sonho.
Sério? Não acredito. Amanhã tu vai me dar um Transglobe?
Não, só tem que levar para alguém só para ir, porque o som tá funcionando, o som dele funciona, mas ele tem— mas eu não sei se o roncadinho que ele tem é Dele tem um negocinho, mas vou trazer.
Então, mas não é teu de uso pessoal, teu, teu souvenir e tal. Tu vai me dar um qualquer? Ah, te deu bem, né? Obrigado, Leveira.
Eu comprei um Transglobe para mim e vou te presentear com o Transglobe que eu tenho, porque eu não estou usando. Coração, cara. E por quê? Tu não tem? Se tu não tem, agora tu vai ter.
Puta, cara, agora tu me perguntou.
Eu também não tenho um.
Agora também não tem um Transglobe?
Te fode!
Achei que eu ia ganhar um.
Te fode! Tô lendo o programa.
Agora tu me comoveu, agora tu me deixou emocionado. Muito obrigado, cara.
Os mais jovens não fazem a mínima ideia do que seja.
É a própria Latam, sabe?
Pesquisar para ver o que que é.
É um rádio fora, eu vi afora.
Como eu morava na Avenida Farrapos, que é uma avenida próxima ao rio aqui em Porto Alegre, onde eu nasci, no sétimo andar, de noite, né, tinha o lance das ondas do sol, né? Porque quando não tinha os raios solares as ondas sonoras do rádio, elas iam mais distantes. E aí eu me lembro que a minha avó botava o rádio na janela e nós ficava ali procurando estações de rádio para ouvir as estações de rádio em línguas diferentes, né, que tinha espanhol, inglês, às vezes em línguas que tu não conseguia entender.
E aquilo ali certamente foi um dos meus, foi talvez o principal clique que deu na minha cabeça. Imagina, um piá de merda, né, cara, já tendo noção do o que que o rádio fazia, né, que ele trazia para dentro da minha casa vozes e coisas assim que eu não—
cara, o rádio tem isso, né? A magia do rádio é essa, especialmente lá atrás no tempo, né, Lelê, onde a gente não tinha outros tocadores de música como a gente tem hoje à nossa disposição. Hoje tu bota a música para tocar na TV, mas a gente só tinha o rádio. E eu lembro quando eu ganhei o meu primeiro radinho de pilha, eu tinha de 9 para 10 anos de idade, o meu pai me deu um radinho de pilha para a gente ir no jogo, ver o do Inter com radinho de pilha, era um motorrádio vermelho, obviamente.
E ali naquele radinho, que era a princípio para eu usar só quando fosse ao jogo, é que eu desenvolvi o meu amor pelo rádio, né? Que tu ligava ali, trocava, botava um botãozinho. Ai, não, não tinha FM, cara, era só AM o radinho naquela época.
Não, o Transglobo tinha FM sim.
Não, não, não, não, não, mas o meu radinho, o meu radinho, eu digo assim, na época Porto Alegre já existia alguma rádio FM?
Ah, existia, existia, existia, mas era demais, cara. Tu abria a tua mente para rádios que chegavam em ondas curtas e ondas médias de outros lugares, do Uruguai, sabe? Chegava lá do Rio de Janeiro, de São Paulo. Pô, cara, maravilhoso.
Eu lembro de uma história clássica que meu pai contava, cara, que no sítio da tia dele, da tia Dalva, lá em Canela, que era ali no caminho para a Cascata do Caracol, certo? O Parque do Caracol, famosíssimo e tal. Que naquele sítio da tia Dalva, numa bela noite, ele lá, os primos dele mexendo no rádio, eles pegaram a BBC de Londres. Porra, cara, um rádio desses valvulado, claro. Não me pergunta por quê nem como, mas pegaram, sabe? Isso eu tô falando de anos 70.
Que loucura!
Mas é que tinha uma parada também que esse eu não entendo muito, que é a questão que tinha antes as ondas curtas, né?
Sim.
Aí a rádio que tinha o canal internacional, aí tu conseguiu ouvir em qualquer lugar sintonizando ele numa banda do rádio, né?
É que isso era o louco do Transglobe, porque geralmente tu tinha um rádio que tu tinha o FM e o AM.
Olha lá, tá na live aí o meu Transglobe.
Isso aí era o FM e o AM.
O Transglobe, naquela, aquele botão lateral dele ali, tu girava diversas outras ondas onde tu pegava rádio amador, cara. Tu ouvia uns cara falando um peixe, informação.
Olha isso aqui, Lelê. Botei aqui no Google, né, nossa inteligência artificial aqui, perguntei: ondas curtas, o que são? O termo ondas curtas, ou OC, que é como vinha, né, marcado no rádio, refere-se principalmente a uma faixa de radiofrequências, geralmente entre 3 e 30 MHz, capaz de viajar por grandes distâncias Ao refletir esta onda na ionosfera da Terra, ela sobe, bate lá em cima e desce. E aí ela vai descer, sabe-se lá onde, né?
Sim, sim.
Porra, que demais!
Eu acho que é por isso, Feter, que tu vai lembrar, do outro lado aqui da cidade, na cidade de Eldorado, nós tínhamos a antena antiga da Rádio Gaúcha, que era uma antena que, se eu não estou enganado, cara, ela era uma das maiores antenas mundo quando eles instalaram ela. Ela era no chão ali no município de Eldorado e ela era muito alta. Tu passava ali pela BR-290 e tu via ali, tinha uma tipo uma—
a gente via aquela luz de lá em cima, piscando.
A luzinha ficava piscando, aquela luzinha para os aviões. Era muito alta, era cento e poucos metros e tal. E justamente por essa altura, eu acho que é por isso, né, ela chegava tão longe. Exato, porque ela já saía do seu ponto, que eram as ondas médias daí.
Isso.
Isso aí. E as ondas médias também batiam e iam?
Informação, isso eu quero saber. Ondas médias formam uma faixa de frequência de rádio entre 530 kHz, não mais MHz, kHz, e 1.700 kHz, usada principalmente para transmissões de rádio AM, de amplitude modulada, que é assustador, né?
Eu que sou de Rio Grande eu conseguia ouvir à noite, como Rio Grande é quase uma ilha, eu consegui ouvir com muita qualidade a Rádio Tupi do Rio de Janeiro à noite, porque não tinha influência dos raios solares. A Rádio Tupi do Rio de Janeiro, a Rádio Record de São Paulo, e lá na Praia do Cassino eu tinha uns amigos que eles conseguiam pegar, sabe qual rádio, só à noite? Pop Rock.
É mesmo?
Só de noite no cassino, em alguns pontos, por causa, claro, da água, claro, ia refletir no sinal. E aí eles ouviam a pop rock só de noite.
O que a galera fazia para conseguir escutar música, que louco?
Para ouvir uma outra rádio, para ouvir uma rádio que era diferente da Atlântida, porque em Rio Grande sempre teve Atlântida e nunca teve pop rock.
E agora aqui para a gente concluir a curiosidade, a informação: ondas curtas, ondas médias, que é o AM, e agora o FM, frequência modulada. É um tipo de tecnologia usada para transmitir sinais de rádio e som. Na transmissão FM, o sinal altera a frequência da onda de rádio para enviar as informações do áudio, o que resulta em um som mais limpo e sem chiados.
Que era o som que era a diferença bizarra que sempre teve nos botõezinhos de FM e AM num radinho, qualquer radinho. Se tu tinha o FM e o AM, tudo, mesmo que o alto-falante fosse fraquíssimo, tu já sentiu uma diferença. Quanto maior e mais potente o alto-falante, mais sentia diferença.
Mas o rádio é fascinante, cara.
Mas ouvir futebol no FM, claro, hoje é muito mais fácil, muito mais legal, mas só quem ouviu futebol no rádio AM é uma diferença, né?
O som do rádio AM, de ouvir futebol no AM, é uma coisa— Eu tive uma experiência tipo essa tua de pegar outras rádios de longe, como a tua também, Lelê, de pegar a BBC de Londres, por exemplo, com a Rádio Globo do Rio de Janeiro. E eu lembro, cara, exatamente isso que eu ia dizer. Eu lembro, cara, que eu me arrepiava como eu me arrepiei agora de ouvir a vinheta Rádio Globo. E uma subiu assim, barulho, cara, era maravilhoso. Eu pensava, cara, imagina, Piauí, nunca tinha ido ao Rio de Janeiro.
Rio de Janeiro para mim era um troço impensado ir no Rio de Janeiro assim, jamais tinha pensado de ir no Rio de Janeiro. E aí ouvia uma rádio do Rio de Janeiro, aí sentia importante ouvindo uma rádio do Rio de Janeiro, que a gente ouve qualquer rádio do mundo, na hora que tu quiser. Exatamente, cara.
Outras, aplicativo, eu não sei aqui, mas em Rio Grande do Sul, outras rádios que no AM entravam rasgando eram as rádios uruguaias. Assim, sim, da Argentina, tu acabou, tu tava ouvindo um jogo do pênalti no rádio.
Que demais! Muito bem, abrimos então com esta, com este momento de saudosismo, né, do bom e velho rádio, que ainda vai, cara, na boa, muito longe no mundo. O rádio foi o veículo de comunicação tradicional, rádio, TV e jornal, que melhor se adaptou à revolução digital, que mais surfou na onda da internet e ainda segue surfando, porque é muito convergente com a internet o rádio, muito convergente com a internet o rádio. Tanto que hoje a gente faz rádio na TV, tem uma galera nos vendo, ouvindo rádio, vendo TV neste momento.
Sabe o que é louco? Porque as minhas primeiras lembranças ouvindo rádio A Bandeirantes entra primeiro.
É porque foi quando a Atlântida mudou de frequência aqui em Porto Alegre, era 94.1, frequência clássica, foi para 94.3 para não fazer fantasma uma na outra, porque a Gaúcha é 93.7, tá?
Mas por exemplo, aquelas transmissões que o Cafezinho fazia de futebol, era início dos anos 2000, era aí, mas aí a rádio já era FM.
A própria Atlântida sempre foi FM, a Gaúcha era AM e migrou para o FM.
Acho que é por isso que eu tenho referência de som de futebol futebol antes então, talvez.
E era legal, a gente fazia, lembra? Era estranho ouvir futebol em FM, né?
Porque o quê? Tu não tem o chiado, tu não tem o ruído da linha, os 4 fios.
Não, e também porque o FM, a frequência modulada, ela tem um sonzão, né? O som da Atlântida, por exemplo, cara. Se tu passar, se tu pegar o dial e ficar passando de rádio em rádio, o som da Atlântida ele grita aos ouvidos, ele é muito superior. E aí por isso que no FM fica tudo mais legal, né, cara?
Eu ouvi na Atlântida em 2006 um Grenal que o Inter ganhou 1 a 0, gol do Iardo, ele no meio das pernas do Grói, narração do Piangeri.
Tu não imagina, cara, aí é bastidor, tá?
Bastidor.
Potter entrou junto com o time.
Isso é uma das piores narrações que eu já vi, mas muito engraçada.
Bastidor, bastidor. Tu não imagina a briga que a gente, que eu, enfim, nós tivemos que comprar aqui dentro da empresa para abrir para Atlântida transmitir futebol, né? Tinha que abrir aquelas cabecinha fechada lá da diretoria e tal. Cara, olha só, nós temos um puta produto aqui que é futebol no FM, numa rádio jovem. Vamos fazer essa Porra, tive que brigar com meio mundo para convencer os cara para a gente fazer futebol na Atlântida, cara, porque futebol era um produto especial exclusivo da Rádio Gaúcha, né? E pai, foi muito legal.
Na Pop Rock, né?
Tu não era RBS, né? Não, não, sim, vocês, José, o embrião do futebol na Rádio Jovem foi na Pop Rock. E depois veio, depois que eu saí, vim para cá e a gente começou aqui o negócio, eles fizeram lá a Máquina do Cafezinho, que também foi um troço espetacular, deu muito certo. Bart Lopes fazia também, tinha uma galera que fazia Era muito legal, muito legal. E assim a gente veio quebrando paradigmas ao longo do tempo com o nosso trabalho, com a nossa paixão por tudo que a gente faz aqui nesse negócio chamado rádio.
Petinho básico de hoje é o Fernet, aliás, é a Fernet, uma gatinha de 5 meses do nosso querido colega colaborador Igor Krolow, de Porto Alegre.
O Chato Neto, exatamente.
Chama o Chato Neto ali, chama o Chato Neto ali. É porque hoje tem jogo do Corinthians. Vamos ver o que que o Chato Neto conta para nós aí sobre o jogo de hoje à noite. Tem o Craque Neto e nós temos o Chato Neto. Só se ele quiser, não tiver fazendo nada mais importante do que vir aqui no Pretinho agora.
Cadê o Chato Neto?
Cadê ele?
Tá chegando, Chato Neto!
Chato Neto, querido, boa noite!
Que coisa curiosa, o Chato Neto com a camisa do Inter.
Oi, é só, olha, e aí, meu querido, boa noite, tudo bem? Pegar desprevenido, rapaz.
Eu não tô com a indumentária de chato O Lelê tá nervoso com o jogo hoje.
Como é que tá o jogo para ti hoje à noite? O que que tu acha que vai acontecer, Chato Neto?
Eu acho que hoje o Corinthians ganha.
Tu acha que ganha?
Eu acho que vai ser difícil.
Uma cara meio Mano Brown agora.
A verdade, faz também essa cara.
Agora é a verdade, o Lelê, é Corinthians vai ganhar de 1 a 0 hoje.
Corinthians vai ganhar de 1 a 0?
O Ítalo ou Corinthians?
O Corinthians.
O Corinthians vai ganhar de 1 a 0? Para mim, combinado.
Assino isso agora. Eu assino também.
E o Neymar?
O Neymar, ele tá certo. Ele tem que comemorar mesmo, ô gordo Léo. Essa é a grande verdade, que vem falando Neymar e quando— e agora o garotão fulano ganhou do Rimo, passou, tá classificado, ele tem que ir também, ô Natan.
O que que ele só faz, o Neymar?
Só mete fim, só mete fim. Mete fim. Pode meter fim o festa. Essa é a grande verdade, essa é a grande verdade. Caralho, garotinho, tá bom? 1 a 0 para o C, tá bom, né, Lelê?
Que aí passa o Inter, tá bom? E qual é a grande verdade?
A grande verdade é que a Atlântida tem uma baita rádio. E por sinal, Alexandre Fetter faz o Discorama, que é um baita programa. Eu gosto do Discorama do Rafinha também, mas prefiro do Fetter.
Tá, obrigado. Escuto todo dia, é muito bom.
Hoje ele tocou Quinta-feira do Charlie Brown, baita música.
Verdade, o Chato Neto. Quinta-feira, isso aí.
Parecia inofensiva, mas te dominou. Essa baita música, tá certo, tá certo para vocês aí ou não?
Tá certo, obrigado aí, Neto. Bom jogo para nós, olha aí, eu vi a tua companhia para o jogo de hoje, vai ser um baita jogo, hein?
Vai ser um baita jogo, garotinho. É que você não viu os outros, garotinho.
Neto, só uma pergunta. E se o Corinthians cair, a culpa não é tua, tu não joga mais, né?
Eu não jogo mais! Eu não jogo mais, garoto!
Pum!
Esses erros é ela!
Pé de rato, né?
Pé de rato sem vergonha, tá certo? Abraço para você!
E o Depay joga?
Abraço!
O Memphis? Não, Memphis não, é muito caro o salário dele, ô Natan. Quase do tamanho do seu assim, mais ou menos.
Não, não, meu não.
Imagina!
Neto, obrigado, Neto!
Eu que agradeço, José. Tudo de bom, gente.
Bom jogo, tá? Boa sorte. Tamo junto, valeu! Esse é o Chato Neto, rapá!
Coisa maluca!
6:27. Ouvinte aniversariante é o Vitor Henrique Berg. Vai um berguinho. O Vitor Henrique Berg trabalha com assuntos regulatórios, tá fazendo 27 anos, ele é de Joinville. O que seriam assuntos regulatórios, Natan? Sabes não?
Ah, eu posso pesquisar.
Por favor, pesquisa para nós aí. Pô, é bom.
Boa noite.
Boa noite, Ivan.
Me atrasei, me enredei.
Tem problema?
Pô, é bom um berguizinho. Hoje vamos tomar um, né?
Mas tu gosta do Do, do, do, um Denberg ou do, do, do, então o bitter quente, bitter quente. Mas um Denberg é legal de deixar no freezer, bem como aquele outro Jägermeister, maravilhoso.
Bitter quente para abrir, depois uma, um pratão assim de mocotó. Hoje pede, o teu pede mocotó assim, tá quente demais, tá 28 graus, cara.
Mas aí é bobagem.
E um Charmelongo, tem, tem, tem, tem azia. Azia para quem não gosta, quem teve preso não tem medo de cadeia, rapaz.
O Natan traz pra gente o que que seria o assunto do assunto regulatório aqui do nosso ouvinte.
Formam a área de uma empresa que cuida das leis, regras e normas do governo.
Ó, não é importante? Ah, ele não quis abrir o jogo, ele deve ganhar bem, não quis abrir o jogo. Isso é concurso, isso é concurso, a mãe mandou fazer.
Mas é, o cara não pode ser muito conhecido.
Parabéns ao Vitor Henrique Berg pelos seus 27 aninhos, de Joinville. Nos destaques do Pretinho aí, meu irmão. 6:28, carro é abandonado dentro de lagoa em Florianópolis, querido.
Na Lagoa da Conceição, por volta das 7 da manhã, os moradores acordaram e viram um carro na Lagoa da Conceição.
Tem de tudo naquela água, querido.
Esqueceu, pegou no sono.
1,5 metro em profundidade. E até agora não foi encontrado ainda o condutor, o dono do carro, porque não, magrão na frente do carro ali, os bombeiros retirando o carro. Não se sabe o porquê que o carro tá ali, como é que aconteceu isso, né? Se presume que talvez o cara tenha sofrido algum acidente. Eu sei que ele abandonou o carro, o carro ficou largado.
Será que não tem a possibilidade, Leandro, tu que é um cara vivido De tacar pouco tava rolando ali um tacacá, um tacacá, esqueceu o freio de mão e foi. E aí, para não passar, porque eu tenho um amigo meu lá em Rio Grande, não vou dizer o nome dele, o Coveiro.
Ah, o Coveiro, eu conheço Coveiro.
Uma vez pegou uma moça na praia, quando saiu da Praia do Castilho, o carro dele desembeiçou, rapaz, caiu dentro da valeta.
Climássimo!
8 vagabundos para tirar o carro da valeta. E sabe qual é o mal constrangido?
E louco para cair na valeta, caiu o carro dele lá.
Não, ele já tinha feito serviço. Constrangimento é o quê? É o carro na valeta, 8 cara e a guria de bracinho cruzado. Isso, né?
8 vagabundo.
Era para ter sido discretos 2, acabou dando 8 vagabundo para contar aquela parada.
Os 8 amigos dele, claro, né?
Coitado, sempre o cara tem que ficar com os bruxos. Abraço para o governo, Dede governo.
Aqui, ó, o importante é o seguinte, ó, ali eu tenho só uma dúvida aí, Ivan. O nome, o apelido dele Coveiro, ou o sobrenome é Coveiro?
Apelido é Coveiro.
Ah, entendi.
Que ele quis sair na porrada com o Coveiro no velório do pai do amigo nosso.
Ah, para! Ah, eu sei dessa história, sei dessa história maravilhosa.
Então ele quis sair no soco com o Coveiro. Inclusive, o Coveiro perdeu emprego. E aí é o seguinte, então eu acho que ali teve tacacá, teve arte ali.
E tá, mas isso é o que tu acha.
Tá, mas deve ter alguma câmera de segurança ali que vai descobrir isso aí, né?
Ainda como é recente, eu procurei em outros sites e portais, ainda não se sabe ao certo o porquê que esse carro chegou ali.
Não sabe ainda?
Porém não deve ser bem informado, cara. Não, ok, mas é que não sei se tem a ver com Porã. 6:30 da tarde, dentro do assunto ainda, motorista bêbado. É outro assunto agora, mas é a mesma, mesmo, mesmo, como é que fala, mesmo argumento. Isso, motorista bêbado invade loja. Tenta fugir, mas fica preso.
Aconteceu no sábado passado, 1º de agosto, em Apucarana, no Paraná.
Meu Paraná!
O cara tava bêbado ali dirigindo e ele acabou batendo numa loja, entrando para dentro dela, e ele não conseguiu sair dali com o carro porque o carro ficou trancado. Ele tentou fugir a pé, mas aí os vigilantes impediram ele e acionaram a polícia.
Mas olha o estadinho do magrão, cara!
Que campeão, cara!
20 anos, o Magrão, sério, velho.
Alguém tá no rádio ali perto do controle do automotor e invade a janela de ferro ali, a grade de ferro da loja. E aí ele tenta sair com o carro e não consegue.
É uma cortina de ferro, cortina de ferro.
Então ele tranca o carro na cortina na hora de dar uma ré e o carro levanta, levanta as duas patinhas de trás.
Loucura, cara!
Ele entrou gostoso na cortina de ferro.
O ideal é quando o cara beber, não dirigir, né?
Não, não, isso aí é básico.
Não, correndo o cara beber e dirigir devagarinho.
Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não Qual é o nome dele?
Steve Wonder é o apelido dele.
Próximo destaque aqui, meu irmão. Homem passa mal em motel com um amigo e liga para esposa pedindo socorro. Não, não, pera aí, pera aí, pera aí, eu fiquei confuso. Ele foi no motel com amigo, isso, passou mal e chamou a esposa, chamou a esposa.
Aconteceu na madrugada de terça para quarta em Minas Gerais. O que aconteceu? O cara falou para mulher que ia viajar a trabalho.
Ai, tava sabugando, malandro!
E aí ele saiu por volta das 11 da noite com um amigo dele que era DJ.
Ai, paizinho!
E aí, DJ só no scratch mesmo.
Sabugando, sabugando, malandro!
E aí ele passou mal Não, não se dá ao certo aqui na matéria o que que aconteceu, mas ele passou mal e ligou para esposa dele. A esposa dele, como assim? O que que aconteceu? Ficou braba. E aí, qual é a desculpa dele? Eles estavam cansados, ele e o amigo, e aí não tinha, não tinha hotel perto do local que eles estavam, eles pararam no motel. E aí essa foi a desculpa.
E aí isso virou mal do quê?
Assim, tipo Não, só diz na matéria que ele passou mal. Coração, mal-estar, desmaio, uma pressãozinha alta, uma fraqueza nas pernas, vai apagando tudo.
Quando vem, apagou.
E aí o caso viralizou por quê? Porque a mulher gravou um áudio contando no grupo das amigas. Só que as amigas encaminharam e temos o áudio. Procurei, mas não achei.
Procurei, mas não tô achando.
Manda, eu mando sim.
O pior é que a história ela não tem como, não é plausível. Não é plausível.
Não há o que tu diga para tua mulher que tu tá no motel com o cara que vai convencer a tua mulher. É, não tem o que dizer.
Mandou o Magrão vazar e foi dar réu, o bicho tava te traindo.
Ou tem outra coisa, ou isso é tão verdade que ele não mandou ele vazar.
Também tem isso, né? A gente tem que acreditar nas pessoas, né, Natan? É tão verdade. Hoje seria muito ruim.
Acho que as guria de Aeropinorte, que elas são assim, né, tu paga, elas vão embora, elas não ficam.
Como é que é?
Tu paga e elas vão embora, elas não ficam. Para o teu pressuposto, que já fez o serviço.
A não ser que tu pague só pela companhia delas.
Acontece muito.
Ou pague adiantado.
E aí o quê? Aí ficou só os dois lá.
E aí, por mais que o cara queira, elas não se transformam em pizza e cerveja, né? Depois não, não, não, não, que é uma situação periclitante. Obviamente nós todos aqui já em algum momento, sabe, os profissionais do sexo, talvez tenhamos passado por isso. O quê, de virar pizza? É, não, não, de querer que virasse pizza.
Ah, não, não, não, eu gosto de ficar abraçadinho depois. É, aí é, gosta da conchinha, beijo.
Chegamos muito perto da Alice.
Coisa boa ver o Bom Dia Rio Grande bem acompanhado. Josmar, ele dá bom dia, ela fala oi.
Começa a rolar aquelas brechas de luz assim.
Isso foi muito específico.
O quê que ela fala?
Oi.
Eu não sei se Josmar tá muito tempo no Bom Dia Rio Grande.
Não tem trocado por lanche. É legal, né?
Ah, que loucura, cara! Foram estes os dias. Ah não, tem mais um, tem mais um, tem mais um, tem mais um. Foo Fighters. Fufighters anuncia turnê na América Latina em 2027.
Saiu hoje, nessa quinta-feira, a turnê Take Cover Tour. É assim que se pronuncia?
Take Cover Tour. Isso aí.
Na América do Sul entre fevereiro e março de 2027. Shows serão no Uruguai dia 23 de fevereiro, Argentina 25, Chile 28 de fevereiro e Peru 3 de março.
Ou seja, Brasil quando?
O Brasil não foi mencionado.
Duvido!
Pelo menos nessa primeira etapa de anúncios. Lembrando que eles estarão no Rock in Rio esse ano, dia 4 de setembro.
Eles devem estar negociando datas no Brasil também depois, eu não sei.
Certo, não, deve estar.
É que o Brasil, como é maior, eles podem fazer 3, 4 praças, entendeu? Pelo menos Rio, São Paulo, aqui talvez. Bem que aqui tá difícil, né?
Enfim, que pena isso. Mas você já viu o Foo Fighters?
Várias vezes, cara.
Eu nunca.
É legal, show legal de ver, show legal de ver. Parece entretenimento puro, puro. Ele é um cara O Dave Grohl é um cara muito especial, muito especial.
Nesse rolê do Uruguai, eu sei que tinha falado, mas você é do Centenário? É sério? E o da Argentina no River?
Baita, baita!
Eu tô vendo uma vez no River.
Vai, Lele, tira uma foto e posta no Insta.
Bora, ué!
Ele é muito V no preço.
23 minutos para 7, vamos ver na mesa aí o que que a galera manda para gente. Pretinho básico, @atlantida.com. Manda aí, Lelê!
Bateu uma porrada aqui em ti, em mim e no Rafinha.
Eu devo estar merecendo mesmo. Boa tarde, bebês!
Ontem, depois da leitura do email que eu mandei sobre o Feter dar bastante cartão amarelo, Feter comentou que esperava que eu fosse inteligente o suficiente para entender que ele não conseguiu completar a frase. Aí o Rafinha já me chamou de burro. Relaxa, tia, eu sei que faz isso para controlar o pessoal e pelo entretenimento. Assim como imagino que seja pelo entretenimento duas pessoas levarem mais de ano para arrumarem o tempo da trilha no programa para não entrar no intervalo sem querer.
Que corneta, hein?
Sou muito fã do programa e agradeço se o Adams puder mandar um.
Ele não tá aqui, não tá aqui o Adams.
Quem quer babanar?
Kikikim Rafinha Corno.
Kikikim Rafinha Corno.
Esse aí, ó, o Eduardo de Joivira.
Eduardo, relaxa, Eduardo, tá tudo certo.
Não tem risco de—
não, hoje não, hoje não, porque eu corrigi. Eu fui lá corrigir, eu fui lá corrigir. Tá bom. Tem um email aqui para o Palhaço Maionese.
Palhaço Maionese, dia 9 em Jaguarão e amanhã no Circo Bar em Porto Alegre. @gordoleo, últimos ingressos.
Últimos ingressos? Isso aí, vendeu muito.
Graças a Deus, eu não sei aqui, é uma hora.
Loucura, que legal, cara!
Então vai lá, @ogordoleo, tá lá o link na bio para você garantir o ingresso. Eu, o Ivan e o Gordoleo, tá bom?
As aventuras do Gordoleo, só vocês três. Poxa, é suficiente, né? Por uma hora, dá pena, não vai? Eu cortei o cachê por três já, velho.
É que o Dapena, a única pessoa no palco até hoje em shows do Pretinho Gonçalo, Dapena e o Rafinha.
Vocês dividem o cachê em 3 direitinho, o Palhaço, o Léo e o Ivan?
Olha, o gordo me prometeu um lanche e eu tô indo pelas mulheres que vão muitas com cicatriz de cesárea. E eu vou porque eu que seguro o show, né? Vocês vão só para dar uma enrolada, né? Certo, cachê é meu.
Onde que vai ser mesmo?
Circo Bar aqui em Porto Alegre.
Muito bem, que horas?
8:30.
Ingresso onde?
@gordoleal.
Por favor, Alexandre, tá lendo o material aí?
Tô lendo o material antes, mas ele é longo, é longo, é longo, muito longo.
Ah, o pessoal gosta de mandar.
Eu vou pedir para o Natan resumir para mim para amanhã, tá? Porque olha só, é enorme, enorme, enorme.
Não é porque nós estamos em 4 que tu vai fazer tudo isso.
Então vou para o próximo: defesa ao Lelê.
Aí merece, hein, Lelê?
Aí, defesa ao Lelê. Meninos, não julguem o Lelê por seguir a Débora Seco. Bobo é quem não segue. Eu fiquei babando em todos os stories dela em Fernando de Noronha. Amo acompanhar ela no Insta e não me importaria se meu namorado ou marido a seguisse, porque ela é uma deusa.
Foi uma moça que mandou, é uma moça.
Isso é que é mulher.
Foi uma moça que mandou.
Nenhum preconceito, nenhum, zero preconceito.
Tem preconceito com tigre?
Pelo resto dela tu achou que era um tigre?
Claro, cara, os tigres estão dominando.
Isso aí, ó, tudo bem.
É isso aí.
Tem mais um email aqui que eu gostaria de ler. Infelizmente Rafinha não tá aqui para ouvir. Vocês acham que eu devo segurar para amanhã ou ler agora?
Depende.
Na presença dele eu leio agora.
Tá elogiando ele ou detonando? Tiver elogiando, lê agora.
E se tiver detonando, amanhã.
Esperamos, esperamos.
Então esperemos, esperemos para amanhã então. Tá ótimo. Conta uma piada aí, Maionese.
Eu já vou contar do cara do cachorrinho. Acho que eu não lembro se eu falei, sempre contei. Então vou contar a piada. Um homem, um homem, 6:41 e meio.
Um homem, porra, pior aqui. 6:41 e 30.
O homem passando na rua, o cachorrinho virou para ele e falou: bêbado. Aí o homem seguiu, se irritou e seguiu. Outro dia ele passou e o cachorrinho de novo, Leandro: bêbado. E o cara, cachorro, filho da puta, seguiu. No outro dia ele viu o cachorro, o cachorro já gritou Bebadô! E o cara falou, aqui, ó, amanhã, hein, vou passar aqui de novo. Tu me chamar de bêbado, eu vou te virar do avesso. Outro dia ele passou e o cachorrinho gritou, bebadô!
Pegou na língua e virou como se fosse uma camisinha, um moletom.
Virou o cachorrinho. Como é que é o barulho do cachorrinho? Certo dia passou o homem, cachorrinho só falou: Doma bem. Conhecemos o rádio? Não, já chegou.
Mas onde é que tava esse rádio? Mas como é que veio até aqui? Ah, não acredito, velho, que tu tá me dando um presente!
Joia rara! Um transglobe, rapaz! Tem que dar uma olhadinha no som, mas ele tá funcionando.
Ah, cara, mas isso aqui na minha prateleira, na minha estante lá, vai ficar maravilhoso, cara. E aí, agora tu tocou meu coração.
Por quê, cara?
Tocou meu coração porque eu tinha um falecido tio, meu tio João. Meu tio João era o meu dentista durante muito tempo, na minha infância e adolescência ele era o meu dentista. E no consultório do meu tio João ele tinha um rádio que era esse Esse, exatamente esse, cara.
Verdadeiro Transglobe.
E eu já, piá, já queria sempre trabalhar em rádio, ficava sempre de olho naquele rádio dele. Tá, ô cara, que coisa linda!
Eu comprei no Brinquedo da Redenção aqui em Porto Alegre. E aí o tiozinho que me vendeu falou, cara, esse eu comprei de uma viúva, que o cara era um militar, um coronel que faleceu.
Cuidado, quem tá na live mostra ali anteninha de trás, puxa anteninha para melhorar.
Aqui, ó, olha aqui, ó, para melhorar a recepção. Olha isso, cara, olha o tamanho da antena, cara, olha o tamanho da tem quase 1 metro a antena e ela é telescópica e também giratória para tu melhorar a recepção de acordo com o movimento.
Era isso que a minha avó fazia, ela botava o rádio na, ela, ela fixava o rádio que tinha a veneziana, né, a veneziana tinha a base, ela botava o rádio ali na, bem, bem escorado na veneziana, ela abria a janela da veneziana e pegava essa antena e botava para E ela ficava botando para o lado assim, mexendo até que achava alguma coisa. Aí nós ficava escutando. Aí ela girava o botão externo de novo, procurava, depois com a outra mãozinha achava outra rádio. Nós ficava ouvindo um pouco aquela rádio.
E tinha também a manha do Bombril, né, de botar um Bombril para, para tipo amplificar a recepção.
Eu lembro que isso para TV diziam que funcionava, né, mas para o rádio eu não lembrava.
Sim, mas tinha também, eu também encostar essa partezinha aqui da antena em algum metal. Isso aí, né, no metal da própria veneziana, da persiana e tal. Mas parou, cara. Eu vou te dar um abraço aí, pera aí, cara.
Não precisa. Que momento bonito!
Que coração, hein, cara!
Ah, deu o rádio para ele.
Falamos do rádio, ele providenciou um rádio durante o programa.
O rádio foi entregue aqui ao vivo, cara.
Tem coisa que só não pode. Que coração, hein, cara!
Que coração!
Tem o meu voto, inclusive.
Se fosse um boné, demorava, mas como é um rádio, é mais rápido.
Se o Fete não votar no Léo como craque—
não, mas pera aí, mas eu não quero dizer nada.
Aí, ó, compra de voto.
E eu posso fazer uma cagada ainda até às 7.
Faz, ele te expulsa ainda.
Não, mas eu não tô vendo, eu não tô vendo.
Não, cara, eu presenteei com rádio porque você não tem o transgômetro. Agora tu vai ter, cara.
Até maravilhoso, da força, força da audiência, a força do rádio.
Gente amiga, ele precisa de um rádio.
Muito obrigado, gente.
Eu acho que tu, eu acho que o rádio, o rádio como um todo assim, quando tem um programa com o teu nome, tu é um cara era muito famoso, tipo Programa Leandro Bortolazzi. Aí tipo sábado de manhã, dia todo, dia de manhã, cara, o cara, o que é bem preguiçoso isso, na verdade, né? Tipo Programa Alexandre Fetter, todo dia das 8h ao meio-dia, hein? Só as tiazinha. Tinha feito programa assim?
Não, ainda não. Já fez? É, não, nunca fiz.
Show da Manhã, hein?
Não teria coragem de botar o meu nome no programa.
Não, não, não era o meu nome, era o Show da Manhã, para as velhinhas brigavam, parecia que tava fazendo de almoço.
Mas isso era uma coisa Bem comum antes.
Ainda é, sim, claro. Pô, tio, não sei se tem ainda os Ambiase, o seu programa Sérgio Ambiase.
Vários programas com nome de programa Sérgio Abraão, programa que depois do rádio já saiu para TV, né?
A TV passou a ter programa.
Santos era de rádio, programa do Barros de Alencar, programa do Bonés.
O programa do seu Maurício Sirotsky Sobrinho não era programa Maurício Sirotsky Sobrinho?
Era, né? Maurício Sobrinho, acho que era.
Maurício Sobrinho, é. Sim, homem, deixa eu contar uma piada aqui do— tem do Josias e tem do Joãozinho. Qual vocês querem?
Qual é?
Saudade do Joãozinho.
As duas coisas que eu sei fazer, Josias, Josinho.
As duas então.
Então vamos, Joãozinho. Professora metida, esperta, pergunta para o Joãozinho. Joãozinho, se a distância entre Porto Alegre e Salvador é de 3.126 km, quantos anos eu tenho? Bom, não tem nenhuma lógica, né? Mas ainda assim o Joãozinho respondeu: 50. Mas como você sabe que eu tenho exatamente 50 anos, Joãozinho? É que o meu vizinho tem 25.
Aí não leu antes, tá?
Não li antes.
Não, não, não, para, dá uma coisa.
Mas é que não era a era professora, era o professor. Então vamos de novo, vai na outra piada e volta nessa depois. Beleza. Josias. Certo dia, Josias estava em casa mandando aquele paieiro e recebe a visita de uma psicóloga. E então ela pergunta ao Josias se pode lhe fazer algumas perguntas. Ele, desconfiado, responde que vai lá então, vamos ver. Psicóloga pergunta: Josias, O que o senhor acha da nudez? Acho bom demais, bom demais da conta.
Mas por quê, Josias? E ele responde: porque é melhor nudez que no nosso. Sem graça, né? Mas essa aqui é pior.
Qual?
Professor metido a esperto pergunta para o Joãozinho: Joãozinho, Se a distância entre Porto Alegre e Salvador é de 3.126 km, quantos anos eu tenho?
50.
Mas como você sabe que eu tenho exatamente 50 anos, Joãozinho? É que eu tenho um vizinho que tem 25 e ele é meio viado. Ai, que loucura, cara! Mandou aqui o Gustavo Dávila essas para gente. 11 minutos para 7 da noite, cara, passa muito rápido quando a gente tá se divertindo. Vamos para os classificados do Pretinho, para os amigos do vinho JP, o vinho de mesa mais lembrado pelos gaúchos. JP é o vinho preferido do Sul. Programador Ah não, cara, errei a vinheta. Pera aí, classificados.
É que o analógico na tua frente, a gente confundiu.
12, exatamente. Não, é que eu botei ali classifi e veio classificação. Exato, mas na verdade é classificados. É claclá, é claclá, é claclá. Classificados do Pretinho. Vamos ver aí, Rafael. Opa, não é o Rafael Gomes, é o Nathan Nunes.
Olá, Pretinho, estou aqui para vender meu Fiat Uno Sport. 1.4 EvoFlex 2013/2014. Ele tem rodas de liga leve pretas, vidros escurecidos, saias laterais e adesivos originais, pintura branca em bom estado, sem danos, documentação em dia, 160 mil km rodados, revisado, pneus 90%. Quantos km? 160. Completo com ar e direção. Local: São Miguel do Oeste, em Santa Catarina. O valor da FIPE, o motor tá bem limpinho, tá bonito o carro, velho.
Bonito o carro, bonito o carro. Pela quantidade de quilômetro rodado, tá muito bonito.
É que as pessoas têm preconceito com o carro rodado, mas muitas vezes você sabe que o carro ele sofre muito mais na cidade do que na estrada, né? Na estrada tu mete bala ali e vai-se embora. Na estrada, na cidade, para, arranca, arranca, para e tudo mais.
Então, de repente, o carro desse é de estrada, mas é para pessoa pequena, né? O pessoal vai só caixinha de Clorox.
Valor da FIPE: R$40.700, mas ele tá pedindo R$38.500. Aceita propostas, mas não pega troca. Contato: vendouno-sporting@gmail.com. Vendouno-sporting@gmail.com. Se vendeu o Celta branco, vende o Uno branco também.
Ederson mandou o email.
Beleza, mas eu gostei de uma coisa, ele mandou não fotos, um vídeo mostrando o carro.
Legal isso aí, legal isso aí, a sua credibilidade.
Mas vai vender mais fácil que os outros que não mandam Tá, não manda foto, que eu já falei para o Gomes já. Eu falei para o Gomes, cara, não mandou foto, não coloca, cara.
Falou para o Gomes? Falei também.
Quem não tem a foto aqui, deixa engraçado.
Isso é uma indireta para ti.
Entendi.
Pô, Natália subiu.
Não, não, não, não é para o Natan, é indireta direta para nossa audiência. Quer vender, manda foto.
Não, manda vídeo agora que não me apareça aqui com classificado de carro que não tem.
Não, não, agora queremos vídeo. Agora subiu a regra.
Por exemplo, amanhã eu vou vender um troço aqui nos classificados.
Opa!
Já voltamos com o Pretinho.
O Pretinho Básico volta já.
Agora na Atlântida, memória de elefante.
Elefante Letrado apresenta Palavra do Dia.
Candidato, C-A-N-D-I-D-A-T-O.
Candidato é quem disputa um cargo, uma vaga ou uma oportunidade.
A palavra vem do latim candidatus, que inicialmente significava apenas vestido de branco.
Na Roma Antiga, quem concorria a cargos públicos usava uma toga branca, o que inspirou o atual significado da palavra. Muito boa noite, estamos reunidos para o debate entre os candidatos. Ao governo de Santa Catarina. Vamos começar então com o candidato Rui. Seja muito bem-vindo. Elefante Letrado, a plataforma de leitura das melhores escolas do país. Acesse Elefante Letrado nas redes sociais e descubra mais.
Memória de elefante. Para mais curiosidades, acesse elefanteletrado.com.br. Estamos de volta às 7 da noite, já Tocou o sinal da Atlântida, precisamos entregar aqui a programação para o próximo programa campeão de audiência na nossa grade. Vamos fazer a votação para escolha do craque do episódio. Pode sair votando, Natan, por favor. Desculpa, em quem?
Gordo Léo.
Gordo Léo leva o teu voto. E tu, Gordo Léo?
Eu vou votar na produção de Natan Nunes, gostei muito. O programa com Hoje um coro menorzinho, a produção segurou muito bem. Então tem meu voto na TV.
Jogamos muito bem no Toque Me Voe hoje, hein? É, velho, muito bom. Voto no Natan, voto no Léo. E tu, Lelê?
Eu, antes de votar, eu quero convidar a galera que está subindo nesse momento. Já subiu mais um episódio novo do Eu Quero Ser Seu Amigo de Novo.
Escada ou de elevador, Lelê?
Episódio novo do nosso podcast Rock Gaúcho, que é muito bom.
Muito bom, cara, parabéns!
Essa semana é especial. Legal, porque a Semana dos Pais aí. Então a gente tem Fred Endres e Eric Endres juntos, pai e filho, contando as histórias do pai ensinando o filho a tocar guitarra, com um detalhe: os dois, cada um com uma guitarra no colo.
Que coisa mais linda!
Então tem um monte de coisa legal para você ver ali da história dos dois, e com algumas palhinhas, né, alguns riffzinhos sendo tocados. Eu quero ser seu amigo de novo no YouTube. Eu vou votar no Léo, porque não é todo dia que tu vê numa emissora de rádio o cara dar de presente um rádio histórico ao vivo, e o rádio tava na casa dele, não é que tava aqui na redação.
Não, e agora é o seguinte, cara, eu vou para casa agora carregando meu Transglobe, e eu vou chegar em casa, e antes mesmo do jogo começar, do jogo do nosso time começar, ele— vocês são gremistas, né?
Eles não vão ver o jogo.
Eu vou fazer o seguinte, eu vou pegar um WD-40, escopa, cotonete e algodão e vou fazer uma faxina aqui, cara. E ele vai ficar mais lindo ainda. O meu voto vai em ti, Léo Oliveira. Quero o teu coração pelo carinho que tu demonstrou ter por mim, por me dar esse presente maravilhoso aqui, que era um sonho da minha vida. Tu realizou um sonho da minha vida, cara.
Tu realizou vários meus.
Sou um homem de sonhos baratos, mas na verdade o barato é em relação a valores, porque isso aqui vale muito para mim. Muito obrigado pela sua audiência. Léo Oliveira é o craque do episódio. Ficamos por aqui com este Pretinho, prometendo voltar amanhã, 1 da tarde. Volte com a gente, vem escutar o Pretinho Básico. Mas enquanto isso não acontece, você pode nos curtir nas nossas redes sociais, do Pretinho Básico e também da Rede Underline Atlântida, e no YouTube, no Spotify, em todas as plataformas de áudio e vídeo.
Uma baita noite de quinta-feira para você. Uma noite que pode ser de extrema alegria para o torcedor colorado ou de mais uma, apenas mais uma frustração na vida do torcedor colorado. Voltaremos amanhã. Um abraço, boa noite, tchau! Bem cedinho, vocês já estão amanhã. Gosto do canal, vocês amanhã.