Pretinho Básico | 06/08/2026 13h ⭐Rodaika
Perdeu o Pretinho Básico das 18h no ar? Tá na mão. ☕
De segunda a sexta, o PB vai ao ar às 13h e às 18h na Rádio Atlântida com transmissão ao vivo em www.youtube.com/@atlantida_tv
Aqui no Spotify, você encontra as duas edições para ouvir quando e onde quiser.
Agora dá o play e vem rir, comentar as notícias do dia e acompanhar as histórias de ouvintes, debates e convidados que fazem do Pretinho Básico o maior podcast de humor do Brasil.😎
Alexandre Fetter
Rafinha Menegasso
Rodaika
Jefferson
Natan Nunes
Porã
- Inteligência artificial e seus riscos para crianças· TecnologiaAtrofia cognitiva e cerebral·Desafios da criatividade·Substituição de empregos repetitivos·Bolha social e etária em torno da IA
- Carreira Docente· EducacaoFalta de respeito com educadores·Perda de relevância do professor·Desvalorização da educação
- Experiências com filmes· EntretenimentoUso excessivo de celulares·Conversas durante o filme·Falta de discrição e consideração·Vício em dopamina e consumo rápido
- Envelhecimento e Medo· SaudeEstudo comparativo Brasil-Europa·Fatores de envelhecimento (impostos, segurança, saúde)·Desigualdade social e econômica
- Show da Copa do Mundo· EntretenimentoRobert Smith (The Cure)·Transformação em 'pão e circo'·Descaracterização da tradição·Cultura americana vs. futebol
- Elogio aos olhos cor de melCastanho esverdeado de Rafinha·Olhos verdes de Alexandre Fetter·Olhos castanhos de Rodaika
Olá, Alexandre Fetter. Olá, muito boa tarde, amiga, amiga ligados na Atlântida, a rádio das nossas vidas. Estamos chegando, 1 hora e 4 minutos, com o Pretinho Básico, primeira edição do 6 de agosto de 2026, para os fantásticos, fabulosos Biscoitos Zezé, carinho que vem de família há 58 anos. Muito boa tarde, a embaixadora dos Biscoitos Zezé, tudo bem contigo, Rodaca? Boa tarde. Mas no teu tempo, quer botar o fone, bota, quer falar no microfone, fala.
Na verdade, eu Tô te ouvindo aqui normalmente, né? Tô te ouvindo.
Desculpa, tô sem fone, com fone, sem fone, do jeito todo.
Boa tarde à nossa audiência querida nessa quinta-feira ensolarada em Porto Alegre.
Vamos aproveitar enquanto tem sol. É, mas não vai, né? Não vai hoje. Bom tempo, vem uma frente fria. Não sabemos, é uma previsão.
Há uma previsão, há uma previsão.
Nós somos só luz, profissionais gabaritados que nos informam e Eles trazem a previsão do tempo e dizem que hoje a coisa vai dar uma encrespada. Tomara que não, mas precisamos acreditar nos caras. Stock Center, preço baixo com o toque a mais. Muito boa tarde para ti, Léo Oliveira.
Boa tarde, Alexandre. No sul do país, né, pega Paraná, Santa Catarina e Porto Alegre, Rio Grande do Sul.
Isso aí, meu querido. Banrisul no Move Brasil, carro novo para motoristas. Acesse banrisul.com.br. Em Santa Catarina não temos ainda o contato do Porazinho, é isso?
Tá chegando, tá chegando!
Que legal, que ótimo! The Best Açaí, porque o melhor açaí é o do seu jeito. Rafinha Menegas, boa tarde!
Ótima tarde, Alexandre, para nossa audiência.
Foi para isso que tu queria que eu te chamasse por último?
Não, né, que tem o Natan ainda, né?
Porque Natan é o último, né? Ele é o produtor, né? O produtor vai começar a encrespar.
Não, não, calma, tu não sabe o que que eu vou fazer. Já tu não sabe o que que eu vou fazer?
Não sei.
É que no decorrer do programa eu tenho mais uma metáfora da vida, que nem ontem.
Nós vamos virar isso agora, tu vai virar isso agora, vai trazer metáforas da vida.
O que aconteceu na Havaiana?
Tu não tá entendendo o que eu recebi de mensagem.
Eu imagino. Os grandes jogos estão na KTO, baixe o aplicativo. E lembre, a KTO é autorizada pela SPA 2093, é proibido para menores de 18 anos, e o Ministério da Fazenda adverte: jogar não é investimento. Vamos ver agora se o Porã tá com a gente. Tá com a gente, Porãzinho?
Boa tarde, boa tarde, Alexandre Fetter e amigos da mesa.
Tô chegando aí, coisa boa, tá chegando bem, porém.
Chegando, né?
Não mexe em nada, por exemplo.
Não mexe em nada, não mexe em nada, não mexe em nada, tá?
Alimenta os macacos e não mexe nos botão.
Coisa boa, coisa linda, Alexandre!
Que bom, porra!
Saudade de estar com o Rafinha humilde no programa, faz muito tempo, né?
Deixa de ser pessoa humilde, diferente tipo da que eu te conheci. Obrigado, porra! Um abraço, querido!
Bom te ter de volta, Rafael Menegazzo. E Rodaica também, Rodaica também. Eu queria dizer só um pequeno comentário, Alexandre, que eu tava ouvindo o programa aqui antes de entrar Rapinha, tu não tira, deixa a Rodaica com a sua grandeza falar no programa.
Eu não consigo, a gente já acostumou.
Nós somos Sunshine, para com isso, cara.
Só um pouquinho, só um pouquinho.
A Coríga não é Sunshine, velho.
Primeiro, eu não nasci na Coríga, eu nasci na Avenida Ganso. E a Rodaica veio nessa fase.
Tu chegou na Coríga.
Eu tenho um programa que eu apresento com o nome Sunshine, fica na tua, porra, nós vamos brigar.
Ah é, o Alexandre deu essa, deu essa, pediu isso.
Eu preciso de dinheiro, a vida do Magrão tava muito fácil, Brasil. A vida do Magrão tava muito, vem aqui a 1, vem aqui às 6 e acabou. Não, não, não, pera aí um pouquinho, pelo teu contrato tá devendo horas para empresa. Então vamos fazer, mas aliás tem mais um programinha que eu vou botar na tua aí.
Só um pouquinho, eu apresento o Discorama, eu apresento o Discorama, 15 para 6 eu apresento quase nada, tô apresentando Vibe Sunshine e 2 pretinhos, e 2 pretinhos, e faço programação uma viagem para fazer.
Agora vai ter quase tudo.
Se tu não te organiza com as tuas contas, culpa não é minha.
Tá bem, agora a gente pode tocar o programa, né? Vamos tocar o programa agora então. Vamos tocar o programa então. Massas Romena 40 anos, concorra a um carro zero quilômetro. Consulte o regulamento em promoçãoromena40anos.com.br. CaSol, construir bem para viver bem. Alguém pode estar estranhando que eu não cumprimentei, não chamei Léo Oliveira. Boa tarde, Léo Oliveira!
Tudo bem, tudo bem.
Eu te dei boa tarde?
Eu te dei boa tarde?
Tudo bem, obrigado.
Foi tu, Natan, que eu não chamei?
Tu não me deu boa tarde?
Me desculpa. Natan Nunes, o produtor interino do programa nas férias do produtor Rafael Gomes. Boa tarde!
Boa tarde, gostei da camisa.
Ah, tu vai começar com essa também agora? Tô elogiando? Não, não, eu agradeço. Camisa o quê?
Meio pijama, mas legal.
Não, legal.
Isso é de jogar Snook.
É de jogar Snook, exatamente.
Eles estão nessa agora.
É camisa de pessoa elegante.
Como é que era o bar do Ivan lá, Ivan?
Eles estão nessa agora. Todos os dias eles julgam a roupa uns dos outros, né? Ontem disseram que a malha que eu tava usando era o quê? Que era a malha que eu tava de quê?
A campanha do agasalho.
Ah, é que eu peguei aqui na caixa da campanha do agasalho da Arbis aquela malha.
Mas eu acho que esse é um comportamento muito adequado à idade emocional de vocês.
Aí eu não me espanto De vocês não, deles.
Eu também, inclusive de se incomodar, porque é muito comum na Quinta Série ter coleguinhas que ficam zoando o gosto para dar roupa, tá entendendo?
Eu me livrei do bullying, eu sofri muito bullying na minha vida, muito bullying. Eu me livrei do bullying dando porrada. Se vocês seguirem com bullying, nós aqui na Quinta Série, o que que eu vou fazer?
Eu vou dar porrada. Mas eu sofro bullying em todo programa, porém eu venho com a camiseta que ele dorme e ninguém nem falou.
A camiseta da rádio, né?
Mas tá desbotada, porra.
Na qual sou líder em Santa Catarina.
Nós também somos líderes, nós também somos líder do produto em Santa Catarina, entendeu?
E hoje eu vim para uma gravação institucional e vim com a camiseta da rádio para falar dessa coisa da rádio. A camiseta animal do show do Paul McCartney.
O que que houve?
O que que houve?
Ele até saiu, ele virou de costas para mostrar bonita a camiseta. Bonita camiseta, porra! Muito bem, me dá mais 30 segundos. Não, não, não, não dá mais 30 Amarelo por 40 segundos para mim, por favor. Pode me dar um amarelo, mas deixa eu falar os cartões, por favor.
Eu tiraria o programa, o programa do programa.
Não, eu já não aguento mais vocês, é na boa.
Não, Peter, Peter, só um minutinho. Eu quero só um minuto.
Não, um minuto é muito, né, porra?
Então 40 segundos.
40 segundos.
O integrante do programa Sunshine, o O homem Sunshine tava no Havaí, teu amigo, né? Ele, pô, eu acompanhando a viagem dele. Já chega ele falando dele, pô, eu quero, preciso, eu preciso falar dele aqui, ó. Eu acompanhando aquela viagem irada, viagem dos Sonhos Hawaiian Dreams, cara, com a família, entendeu? Mandei várias mensagens para ele, duas. Até hoje ele não me respondeu, Fred.
Até hoje ele não me respondeu.
Esse é o cara que fica babando isso daqui.
Quando eu postei uma foto minha de surf, que ele foi lá e comentou essa aí, a gente tava junto, né, por aí. Eu falei essa não. Isso virou durante muitos anos assunto no programa. Agora ele vai para o Havaí, uma viagem histórica, e eu tô ali tentando compartilhar um segundinho com ele, um segundinho com ele, e ele não me responde.
40 segundos, porra! Amarelinho para ti, porra! E amarelinho para ti, Rafinha, também. Muito bom, vamos em frente. Para ti, vocês dois.
Quer?
Me mandou onde, porra, que tu queria me mandar?
Eu pensei alto.
Tu pensou?
Pensei, porque eu não quero ser expulso agora.
Todos os programas, Dia Nacional do Profissional da Educação! Uma salva de palmas em pé para o profissional da educação neste país, que no meu pobre entendimento é cada vez mais escasso. Parece que cada vez temos menos profissionais de educação no país, porque parece que cada vez menos existe educação. Entre as pessoas no país. Então parabéns a você, o profissional da educação do Brasil inteiro. E é uma data que não é só para os professores, né?
Não é uma data só para os professores, para os assistentes, diretor de escola, todo mundo que tem esse desafio imenso da educação.
Eu acho que o profissional da saúde, ele segue existindo, da educação, desculpa, da educação, ele segue existindo O problema é que infelizmente eles perderam a relevância, né? Porque hoje a gente vê um desrespeito enorme já por parte das crianças para com os professores, que era uma coisa que na minha geração, quando eu era criança, e mais ainda nos meus pais, era inadmissível, né?
A voz do professor era, era de autoridade, era que nem a voz da minha mãe.
E hoje não, e hoje não existe mais isso, né? Então eu acho que eles também, de certa forma, tiveram que mudar o comportamento para se adequar a uma sociedade que não respeita mais o educador. E isso é lamentável, porque sem educação o país não vai a lugar algum.
Então eu vou te trazer um exemplo aqui da minha própria vida, se vocês me permitirem. A minha mãe era professora, como tu sabe. E a minha mãe, um dia, de tanto chegar em casa reclamando— eu tô falando aí de anos 70, anos 75, 76, 77— eu era piá, 6, 7, 8, 9, 10 anos de idade. A minha mãe chegava em casa reclamando para o meu pai todos os dias, porque ela dava aula na rede pública, dizendo: pá, mas existe uma falta de respeito, ninguém respeita o professor, essa gurizada não quer nada com nada.
Tô falando de anos 70. Daí meu pai disse para ela: então faz o seguinte, te sente à vontade para sair fora desse negócio e ficar em casa cuidando dos teus filhos, educando os teus filhos. E ela falou: pá, vou aceitar, para não se incomodar com os filhos dos outros. Cara, eu tô falando de anos 70, hoje nós estamos em 2026, como será que evoluiu esse negócio?
Muito pior, muito pior, que é a falta de respeito, é absurda, não só dos alunos como dos pais, né?
Também, exatamente, que dão razão para má educação do filho com a professora, com o professor. Que loucura! Vamos em frente com os nossos queridos parceiros do Petinho Básico. Petinho Básico para bravo da Suprapets, nutrição completa para cães cheios de energia. Nos destaques do pretinho aí, dá pena, tá travadinho hoje, né?
Fica tranquilo.
O que aconteceu? E o Ivan, boa tarde, Ivan, tudo bem? Tudo bem, Ivan?
Tudo bom?
Cumprimenta a nossa moça Rodaica, nossa estrela móvel.
Tudo bem, pai?
Tá bem cansadinho hoje?
Saudade tua, Rodaica.
Saudade.
Tomou tudo ontem na arena.
Ah, foi isso?
Não, não, não, não, não, não, não, não, não foi isso.
O Ivan é gremista?
Não, é, sou palmeiras. Olha só, o Rodaica também.
Saudade, Rodaica.
Rodaica, saudade tua.
Saudade, querido.
Fez falta ao programa aqui. Tem que vir mais vezes ao programa.
Ela vem 3 vezes por semana. Só que ela tava em férias.
Pouco, tem que vir. Férias para quê? Férias só quer uma diversão.
E fala por ti que não tem nenhuma responsabilidade sobre isso aqui.
Carteira assinada aqui, vou falar.
O petinho básico de hoje é o Thor. O Thor é o Merle malhado de 1 ano e 6 meses e o Drake. O Drake tem 7 meses. Os dois são da tutora Gabriele Diniz de Porto Alegre. Lindos e que impõem um certo respeito. Tu não bota a mão na cerca, isso aí não dá, não dá, não dá para botar a mão na cerca.
Que raça é esses cachorros aí?
Pitbull, né?
Sério?
Espanta correio, o carteiro não entrega nada.
Tá louco isso aí.
Nossa ouvinte aniversariante, a Fernanda Farina, analista judiciária do TJRS. Ela é de Lagoa Vermelha, no Rio Grande do Sul, e tá fazendo 40 anos. Olha aí, parabéns, Fernanda Farina! Saúde e muitas alegrias na vida. Os aniversariantes famosos de hoje, começando com o rapper Travis McCoy. É Travis McCoy fazendo 45 anos. Jerry Halliwell A Ginger Spice das Spice Girls tá fazendo 54. A ruiva, né?
Tá bem linda ela, muito linda.
Milton Neves, o jornalista Milton Neves fazendo 75 anos. Nada melhor do que fazer 75 anos, né, Milton Neves? Irene Ravache, uma das rainhas, né? Rainha total da teledramaturgia. Irene Ravache tá viva, fazendo, sim, ela está aniversariando, fazendo 82 anos hoje, tá aniversariando, fazendo 82 anos hoje.
Parece bem, né?
Baden Powell faria 89 anos hoje, pereceu no ano 2000. O Baden Powell que mais parece ali o Poderoso Castiga nessa foto, né? É verdade, mas é, mas é um dos grandes da música brasileira, do violão brasileira. E da cerveja Baden-Baden também, né? Essa aí já é outra família, é outra história. E tem também aquele navio de guerra do Brasil lá da Segunda Guerra, o Baden— não vou lembrar o nome. Enfim, Baden-Baden. É, Dona Irã Barbosa. Não posso ficar nem mais nem menos com você, sinto muito, amor.
Mas pode ser.
Onde é que mora? Moro em Jassagã. Se eu perder esse trem que sai agora às 11 horas, só amanhã de manhã. E agora vem a melhor parte. E além de sumulé, tem outras coisas. Minha novela dorme quando ela chegar. Só amanhã de manhã.
E agora vem a melhor parte.
E além de sumulé, tem outras coisas.
Minha novela dorme quando ela chegar. Só amanhã de manhã.
Tem ele na minha casa, olha lá!
Ah, que beleza!
Eu me emociono quando eu vejo ele cantando.
Ele não canta mais, ele morreu. Ele faria 116 anos hoje.
Não faria. A interpretação dele junto com a Elis Regina de Tiro ao Álvaro é uma das coisas mais bonitas.
De Tiro ao Álvaro, rapaz! Não sabia que tu conhecia isso, Ivan. De tanto levar flechada do teu olhar. Ah, que delícia! A Dona Irã Barbosa então pereceu em 1980. E 2.
Eu amo, entendeu? Iracema, eu nunca mais eu te vi. Iracema, meu grande amor foi embora, chorei, eu chorei de dor porque Iracema, meu grande amor, foi você. História da mulher que morre, que lindo, foi atropelada.
Iracema por um caminhão.
Isso aí, sério, verdade.
Foi atropelada por um caminhão.
Sim, sim.
A gente tá cantando as músicas conhecidas.
O que que você tá tomando aí, cara?
Chimarrão, né?
Mas que chimarrão é esse? É chimarrão, mas sabe, esquisito esse chimarrão.
Quer ver Argentina? Não faz não.
A audiência, nós já estamos vendo o YouTube ali, tá com problema no YouTube.
Entendi, tem um problema no YouTube?
É, a galera tá mandando mensagem aí que não tá nos vendo.
Não tá nos vendo?
O Natan já tá resolvendo aqui.
Tá beleza, tá nos vendo no retorno, tá nos vendo no ar.
Não, tô vendo retorno, né?
No retorno, no ar é diferente.
Dá uma olhadinha para nós, Natan, nos mantém informado, por favor.
Ainda não estamos, tô falando aqui, ainda não estamos no ar.
Puxa vida, incrível que na gaúcha isso não acontece, né? Incrível. Prioridades, prioridades.
As pessoas que estão no YouTube, elas não nos veem, não nos ouvem, ou só nos ouvem?
As coisas não subiu, as coisas não subiu. Fala com o coordenador das lives, que eu tenho um coordenador. Não temos coordenador. Vamos dar ele aqui nos destaques do Pretinho Básico então, meu irmão. Vamos como pudermos. Homem-Aranha aparece em telhado e aí depois disso aparece para separar uma briga em Porto Alegre.
O Miranha tá em Porto Alegre?
Tá todo dia na esquina aqui da RBS aqui vendendo pipoca doce.
Não sabe se é o mesmo, mas é um homem vestido.
Como assim? Só tem um Miranha? Só tem um Homem-Aranha ou tem vários? Tem vários. É o mesmo, inclusive.
Que teve um filme que apareceu os três juntos.
É o Multiverso.
Eu não vi esse filme. Enfim, vamos lá.
Ele apareceu nessa quarta-feira ali na Avenida Assis Brasil, em cima de um telhado de uma parada de ônibus.
Não é possível, cara.
Não, é só aqui que acontece.
Caminhando tranquilamente. E pouco tempo depois ele foi visto no Terminal Parobé, no Centro Histórico, separando uma briga entre dois moradores de rua.
Brigaram e veio o Miranha ali para salvar o mundo.
Mas meio tímido até fazer o Eu também não sabia se isso não é Homem-Aranha de mochilinha, né? Ele tá bateia dentro.
E aí o fato é tão inusitado que as pessoas registraram e o vídeo viralizou nas redes sociais e também agitou ali a galera que tava em volta, porque pô, é um Homem-Aranha vestido.
E às vezes a briga dos mendigos, a gente sabe o motivo que rolou a desinteligência?
Deve ter sido papelão. Não, mas tu tem que dormir em cima do papelão, né?
Mas para nós não dá coisa, pneumonia.
Ah, não sabia.
Aí depois vai ter que ir na rua pegar os remédios.
Tá bem, foi aí então o destaque do Homem-Aranha. Estudo afirma que brasileiros e brasileiras envelhecem 10 anos mais cedo do que europeus. Mas nem precisava de pesquisa, brasileiros.
Quantos anos antes?
10 anos.
Será?
Essa bosta de país que a gente vive, não sei não, cara. Tudo que a gente tem que enfrentar todo dia, essa carga de imposto violenta que nos metem no rabo.
Tem outros fatores que sinalizam envelhecimento.
Falta de segurança, falta de saúde, falta de educação, falta tudo. Olha a cara do Lelê, como é que o cara não vai envelhecer?
Olha a cara do Lelê na tela.
E Lelê só tem 40.
O Lelê realmente tá muito envelhecido.
E o pior de tudo é, apesar de tudo isto, amar esse lugar. Isso que é o pior de tudo, que é um lugar maravilhoso.
Será que dava para o Natan estudar?
Pode abrir para mim, eu acho que eu me empolguei. Gostaria de pedir desculpas.
O estudo é em parceria com a Universidade Central da Catalunya e uma universidade paulista. O que que eles avaliaram? Que aos 70 anos de idade, os idosos brasileiros já começam a indicar mais dificuldade de mobilidade, cognição, vitalidade, saúde mental e outras funções sensoriais. Começa a esnucar, é, começa a ficar mais dependente de outras pessoas. Já os idosos europeus, isso é a partir dos 80 anos que acontece, tendo essa decadência.
Uma vida melhor, né, cara? É isso, literalmente, estiveram uma vida melhor.
Que tem a ver ver com isso, com que o Fê tá falando, mas tem a ver também. É claro, uma vida melhor, condições melhores de vida do local onde vive, a condição de alimentação, menos pobreza. Tem uma outra coisa também que é menos estresse, cara, é menos estresse de todos os tipos.
Sim.
E uma outra relação com o trabalho. Alguns países como Portugal, como a Itália, a própria França, são países que o cara tem uma relação diferente com o trabalho. Ninguém se mata de trabalhar, velho. Não tem essa coisa que nós brasileiros, muito brasileiro, na mesma cesta, né?
Aqui o cara precisa se matar para trabalhar, né?
Não é aqui, a gente trabalha mais e ganha menos. Exato. Então o estresse é maior em todas as áreas. E aí tem a ver com o que tu falou, é educação, é a saúde, é a segurança, né? Então me parece meio óbvio essa pesquisa.
O estudo vem bem no que vocês falaram, avalia a desigualdade social, econômica, o acesso aos serviços de saúde. Tudo isso contribui para que o brasileiro envelheça mais cedo.
Tá bem. 1:25. Robert Smith critica show da final da Copa e acusa a FIFA de transformar a competição em pão e circo. Lembrando, quem não sabe quem é o Robert Smith, é o cara do The Cure, uma das bandas mais importantes da música no mundo.
Ele é um cara que gosta bastante de futebol, é torcedor do Queens Park Rangers, e ele fez uma publicação no Instagram falando que essa mudança, esse show, foi uma descaracterização da tradição da Copa do Mundo. E ele classificou essa iniciativa como pão e circo. E aí soltou críticas também ao presidente da FIFA, ao presidente dos Estados Unidos. E ele falou que ainda teria mais coisas a falar para colocar essa frustração dele, mas que ele ia parar por ali, que ele achou uma vergonha, que ele achou, enfim, pão e circo o que aconteceu.
Ele não gostou do show da Madonna, do Bieber, e ainda colocou as hashtags ali no final do post: Fuck FIFA e Please Just Fuck Off.
Mas eu acho que ele não, eu acho que ele não se refere exatamente aos artistas e aos shows. Eu acho que ele se refere à iniciativa de ter colocado na final, no intervalo do jogo, um show, como acontece em outros eventos esportivos dos Estados Unidos. E não é uma característica do futebol brasileiro, isso é muito tradicional.
Antes do jogo, porque a figura principal, o protagonista daquele momento, daquele dia ali do 19 de julho, é a final da Copa do Mundo, um jogo de futebol de 90 minutos. Mas o maior evento americano de esportes, que é o Super Bowl, O show do intervalo é uma coisa tão grande, mas isso é da cultura americana, de um esporte americano. O futebol não é americano, esse é o ponto dele.
É um negócio que não é da Copa do Mundo, descaracterizou.
Mas a Copa é nos Estados Unidos, o futebol não é americano.
Mas eu acho que culturalmente tu tem que levar a cultura do esporte para o país que ele for. Eu acho que é por isso que é uma Copa e ela viaja pelo mundo inteiro e tu leva a cultura dela para aquele lugar. Eu acho que ali os Estados Unidos impuseram uma cultura deles para um esporte que não tem isso na sua história. E aí eu também julgo, eu acho que, eu acho que é errado. Por mais que depois, aí eu não sei se confere, eu li algumas notícias dizendo que os jogadores envolvidos se agradaram com intervalo mais longo.
Não sei se confere, porque tinha muita gente dizendo também, especialmente os que estavam jogando.
Pois é, eu vi ao contrário, eu vi que alguns elogiaram porque tiveram intervalo maior, tecnicamente tiveram mais tempo de ouvir ali a Argentina, ficou ficar mais tempo com esperança de ganhar o tetra. É, não sei, mas eu acho errado. Eu acho que o evento merece um show como aconteceu ali, mas ele poderia ser logo antes ou bem depois.
Os jogadores, eu vi jogadores e ex-jogadores dando entrevista que não impactou em nada para eles esse intervalo ali, que muitas vezes eles não têm noção do que tá acontecendo lá.
Eu acho que eles ficam lá dentro e não, eles perdem a noção do tempo.
Eu acho que incomoda mais o cara que é fã do futebol e quer enxergar o futebol como ele sempre Que é o caso do Robert Smith.
Domingo é dia de celebrar quem sempre esteve ao nosso lado, seja o seu pai de sangue ou aquela pessoa que representa essa figura na sua vida, porque pai é quem cria. Aproveite para estar junto, relembrar histórias, dar boas risadas e quem sabe criar novas memórias com seu coroa, com seu pai, e você papai com seu filho. E para estes momentos ficarem ainda mais gostosos, tem os biscoitos Zezé, que acompanham gerações e gerações.
Tenho certeza que a Zezé já faz parte de vários momentos de pais e filhos. Então entra nesse clima de nostalgia passando no mercado e enchendo o carrinho para levar produto Zezé para casa, para fazer o café da manhã para o pai, para comer no lanchinho da tarde ou na noite, enfim, para ter Zezé sempre em casa, sempre no armário, sempre na despensa. E aqui eu tenho o irresistível, maravilhoso, espetacular pão de mel da Zezé, Ivan.
Olha aqui, docinho, delicioso, derrete na boca. Tem o clássico e crocante mignon, que também é maravilhoso. A linha petisque com vários sabores, um mais gostoso que o outro. Então aproveita para seguir a Zezé nas redes sociais e conhecer toda a linha e as novidades da nossa querida parceira Biscoitos Zezé, carinho que vem de família. Esse aqui eu não vou te dar, vou ficar com ele para o meu lanchinho da tarde, se tu não te importar.
Não, se importar vai, né?
Não, não, tu precisa mais do que eu. Tá pesando mais do que eu, pô.
É um argumento matador.
Obrigado.
Beleza, obrigado. 1:30 da tarde, tocou o sinal da Atlântida. Vamos dar uma girada na mesa. A Lara Santos manda aqui, Rodaica: boa tarde, pretinhos, que saudade que eu tava de ouvir a voz da Rodaica na rádio. Gostaria que ela soubesse disso. Beijos, bom programa.
Então faz aí, ó, para todos que me mandaram mensagens, que assim como Rafinha também recebi muitas.
Então vamos aproveitar e mandar um beijo para o nosso público. Gente, a gente tá de volta. O que que houve? A Rodaica me botou na conversa.
Falando em conversa, vou trazer uma outra conversa aqui. Vamos ver se a gente concorda com o nosso ouvinte. Sou só eu ou será que as pessoas perderam completamente a noção dentro da sala de cinema? Além de não conseguirem ficar 2 horas sem conversar, agora também parecem incapazes de largar o celular. É gente vendo stories no meio do filme, respondendo mensagens com o brilho da tela no máximo e comentando cada cena como se tivesse no sofá de casa.
Que loucura!
Eu fui assistir um filme nesse fim de semana e um cidadão resolveu comentar o filme inteiro. O cara narrava as cenas, fazia cara de surpresa e reagia tudo. E para piorar, nem engraçado ele era. Sem falar no entra e sai de gente o tempo todo na sala. Tudo bem, imprevistos acontecem. Se precisar olhar o celular por algo realmente importante, faz parte. Mas custa ter um pouco de consideração e tentar ser minimamente discreto? Eu queria saber se sou eu que tô ficando velha e ranzinza, que também tem isso às vezes, né?
Ou se realmente as pessoas perderam completamente a noção.
É por isso inclusive que eu tenho evitado esse tipo de cinema, evitado, evitado gente, não é exatamente no cinema, eu tenho evitado gente, que quanto mais gente, maior a chance de ter mais falta de educação coletiva.
Bem tranquilo.
Aliás, para ti já é um sacrifício vir ao programa aqui com tanta gente dentro do estúdio, para mim é terrível.
Isso aí são tantas camadas a serem discutidas, são tantas camadas a serem serem discutidas esse tipo de comportamento, porque tem a ver também com a forma como a gente consome conteúdo hoje em dia, que é tudo muito rápido. E aí tu te vê diante de um conteúdo de 2 horas de duração, que em alguns momentos pode se tornar um pouco entediante, o que deveria fazer parte da curva de todos os filmes, né? Mas aí tu não, tu não tolera mais aquilo ali e tu recorre ao celular, onde tu tem um conteúdo rápido.
Tu não pode se tornar distante daquilo ali, tu tem que estar atualizado. Isso é vício em dopamina, porque na verdade A gente repete na sala de cinema um comportamento que a gente tem em casa também assistindo alguma coisa na tela maior, né?
Fica com a tela menor na mão, tem a mania de tirar foto da tela para postar. Sendo que o cartaz do lado de fora do cinema, ele serve para isso, para tu tirar foto do cartaz e aí tu comenta o que tu achou do filme.
Mas não, a pessoa começa lá dentro da sala de cinema, né?
3 horas, é um filme Starry Pass junto com o do Homem-Aranha: Um Novo Dia, 3 horas de filme. Difícil.
Nem eu.
3 horas dentro do cinema.
O cinema, na verdade, diante de todas as possibilidades de mídias audiovisuais hoje, o cinema virou um vizinho do cinema.
Desculpa, não, não, não estragou o microfone. Amarelinho para ti, pode vazar. Não estragou o microfone, é que eu entreguei a palavra para o cara porque vocês não calavam a boca e o cara tava tentando lá em Florianópolis, a 589 km de nós, falar com a gente.
Fica quieto. Eu só fiz assim no microfone, acho que tu não ouviu bem.
Não, eu ouvi. Pode sair 4 minutos.
Eu penso que a gente podia todo mundo se acalmar e ouvir o Porá.
Ah, eu penso que tá tudo certo.
Vai, Porá, fala tranquilo, cara. Tô precisando de férias.
Vai, não, é que diante de toda essa exaustão audiovisual que a gente vive, tudo que é, tudo é rápido, tudo é instantâneo, tudo é— o cinema acaba sendo como tu ouvir um disco de vinil, tu tem que ter mais atenção, tem que parar.
Isso, atenção plena.
Tu tem que estar na atenção plena. Cinema é a sétima arte, cara. O cinema não é esta porcaria que tá na tua mão todo dia.
Esta é a oitava, oitava e definitiva.
O cinema é arte pura, velho. Para, entra no cinema e se desconecta do resto. Ou então não vai ao cinema.
Exatamente, porra.
Apoiar cinema, eles têm a simbologia, tem um momento, a preparação, tu Pega sua pipoca, refrigerante, pega um negocinho antes e no vinil sim.
E entra naquilo ali, né? Exato. Mergulha naquilo ali que tá sendo apresentado.
Pô, ver filme musical no cinema é muito massa, porque o som no cinema é bom. É verdade. E ouvir o do Bob Marley, querido, que é isso aqui, ó. Altos.
Mas é isso, se a pessoa não tem condição de ficar sem o seu celular na mão, nem vá ao cinema, né?
Isso acontece também no trânsito, a pessoa não tem condição de ficar sem o celular na mão dirigindo. Dirigindo, é inacreditável. É só tu olhar no trânsito, os carros que permitem que tu enxergue dentro, que não tem película, tu vê os cara tão com o telefone na mão. E de noite tu vê a luz do telefone na cara do sujeito, é impressionante.
O cara não consegue um minuto, aquele que tá parado ali no semáforo, ele já pega o telefone, aquele 30 segundos às vezes.
E olha o quanto é perigoso, a mesma parte do cérebro que tu usa para dirigir e ter atenção é a mesma que tu tu usa para estar no celular. Então quando tá no celular, tu não usa aquela, tu anula aquilo ali.
E sem dizer que tu olha 2 segundos para tela do celular e tu atropela um pai empurrando um carrinho de bebê na rua. Isso é muito sério, isso é muito, acaba com a tua vida, velho, com a tua vida e com a vida do pai e da criança dele, entendeu? É muito difícil, é muito difícil.
O mais preocupante, né, que a gente tá criando uma nova geração que assiste isso e normaliza, né? O pai e a mãe dirigindo com o celular na mão, assistindo um filme em casa com celular na mão, não conseguindo mais ler um livro, não conseguindo ter atenção plena com o que tá fazendo, precisa fazer várias coisas ao mesmo tempo para suprir essa necessidade do consumo rápido e superficial que a gente criou a partir da internet. A gente tem uma geração que nasceu já na internet. Eu não sei como é que vai ser o futuro dessa geração.
Eu acho que muito diagnóstico de TDAH Ah, tem que ver se daqui a pouco não é um vício no celular, exatamente.
A pessoa dorme assistindo TikTok, aí tem o TDAH, e acorda já com o negócio.
Pode até ter, mas pô, tu tá piorando muito.
É porque hoje tu não consegue mais ver algo, entender e raciocinar sobre aquele algo que tu viu.
Não, porque tudo muito rápido, porque tu não reflete mais sobre as coisas, não tem o tempo de reflexão, não tem o tempo de tu absorver, tu refletir sobre algo, tu não treina o teu cérebro, tu não evolui mentalmente, a gente não aprende mais, preguiçoso. E agora ainda tem com toda a questão da inteligência artificial, né, cara? Porque já tem pesquisas de atrofia do cérebro com inteligência artificial. Numa das palestras que eu vi na SXSW esse ano, o pessoal tava falando sobre isso, atrofia cognitiva, mano, atrofia cognitiva.
Tu tá deixando de pensa, tu tá atrofiando, porque tu entrega tudo para algo, para um elemento tecnológico fazer a tua tarefa.
Exatamente, entrega tudo.
E aí tu não pensa mais. E aí quando tu quer pensar, tu tá atrofiado. Opa, não consigo mais ter as ideias que eu tinha. Isso pode acontecer e tá acontecendo.
Não, e sem falar, mesmo cognitivo, exatamente. Tu imagina, porra, a geração nova que sequer treinou isso, né?
Exato.
E tem uma outra coisa que eu queria chamar atenção de vocês também. Também, que é a bolha, a bolha de pessoas que está próximo ou estão próximas à inteligência artificial. Isso é uma bolha, é uma, é uma, é uma galera, porque tem uma galera muito maior que não sabe nem o que que significa a expressão inteligência artificial. É, e uma galera muito maior, tem um abismo social e etário por dentro dessa galera, já esteja inserida na vida delas e elas não percebam a existência.
Mas é uma questão de tempo também, porque foi assim com a chegada do celular, foi assim com a chegada da tecnologia. O problema é que as coisas se atravessam na vida das pessoas de uma forma totalmente antididática.
E a gente volta para o início do programa, quando a gente falou do Dia do Profissional da Educação, que sofre, porque o que a gente acaba vendo, a gente até trouxe aqui no programa, alunos que fazem trabalho usando ChatGPT.
Que está à margem, provavelmente a primeira impactada por empregos daqui a pouco.
Não deu para te ouvir, cortou tudo, Polizinho. Tenta de novo.
Tudo, desculpa.
Não, não, é internet, internet.
Vai de novo, tentando de novo. Essa galera que tu citou, que está à margem, né, dessa coisa de inteligência artificial, provavelmente seja a primeira galera a perder a sua posição de trabalho. Verdade, cara, verdade. Com atividades repetitivas, né, atividades atividades é que a inteligência artificial vai substituir muito facilmente, verdade? E falando sobre isso, deixa eu aproveitar, deixa, porque neste sábado, dia 8, a partir das 11:45, eu vou fazer um papo no evento Level One aqui no Centro-Sul, em Floripa, um evento super legal.
E eu vou estar falando sobre gestão criativa e os desafios da criatividade em tempos de inteligência artificial.
Boa, boa noite!
Tudo a partir das 11:45, é uma palestra rápida de meia hora, um evento com toques bem rápidos. E eu vou estar fazendo a minha ali no Centro-Sul neste sábado, dia 8, às 11:45. Maiores informações, vai lá no @levelone e vê todos os palestrantes desse grande evento.
Eu vou colocar numa inteligência artificial aí, pedir uma palestra. Vou fazer uma palestra também, por assim dizer, que é sobre gestão. É, como é que é o nome da tua palestra?
Gestão criativa, gestão da criatividade.
A minha vai ser gestão gestão de criativos. É a gestão que se faz com os criativos, com estas criaturinhas que criam e estão aqui na mesa do Pretinho criando o nosso entretenimento. É uma palestra que a gente tem que fazer porque ela é de uma linha só: não tem como gerir. Assistam a palestra, não há como gerir artistas, egos e vaidades. Não tem como.
E outra, e outra, Né? Só eu que me ferro aqui.
Ele entra no palco, aí, galera, eu tenho essa palestra aqui, esse é o título da palestra, uma frase, slide, e eu vou ter logo.
Boa noite, Rafinha.
Tenho duas coisas rapidinho, não quero te atrapalhar, né?
Os olhos do— não, eu vou ler um email para ti. Os olhos do Rafinha: olá, meus amores. Nossa, que louco, né?
Desculpa. Desculpa, Alexandre.
Nossa, que loucura que está à volta do Feter ao programa! Me lembra a cadelada quando o cuidador chega, ou criança quando recebe visita e fica abobada, sabem? Estão todos abobados, todos eufóricos. O Rafinha então, mas isso já era esperado. Eu sou normal, como todo retorno de férias do Nanico é isso. Eu não sou o público do zelador do Minimundo, mas não, ele é influenciador do Minimundo, é diferente. Mas devo alertar que vocês precisam reconhecer a cor dos olhos do mesmo.
No programa das 18 de ontem, no momento em que a câmera focou nos olhos mel do Rafinha, deu para ver nitidamente o tom esverdeado. Fiquei chocada, pois pensei sempre que realmente fosse apenas mais uma das pétalas de vaidade do humilde Rafinha Menegazzo. Um beijo para vocês. Rodaica, quero pedir a tua, emprestado os teus olhos, para que tu olhes para os olhos do Rafinha e diga pra gente qual é a cor dos olhos do Rafinha. Rodaica, por favor.
Ele é um castanho esverdeado.
Castanho, obrigado. Sem mais perguntas.
Castanho bem esverdeado. E hoje, como o dia tá mais aberto, ele fica mais claro.
Uma blusa verde estoura, verdade.
A dica é ela, tá de claro também com a blusa clara também.
Obrigado, Rodaio.
Tem que ser tu para falar, porque o Fetter, quando eu falo, ele aceita.
É que cada pessoa, que na coringa não tem óleo de flor de mel, cada pessoa ela tem o seu próprio o seu próprio preset de visão.
A minha visão não consegue perceber o esverdeado dos teus olhos. Não, burro, não é por isso.
Não era.
Tu merece um amarelo. Não precisa de óculos para enxergar bem.
Eu preciso de óculos para ler letras pequenas.
De longe eu enxergo até as letras pequenas da tua camiseta.
Mas eu vou dar uma dica sobre cores de olhos, o que determina quando, quando é existe uma cor que prevalece, que no caso do Rafinha é o castanho. Mas se tu observar nos entremeios ali, tu vai ver onde tem aquelas divisões ali dentro, tu vê o verde. Assim como algumas pessoas, tu vê o castanho mais claro, castanho mais escuro. O teu, por exemplo, Alexandre, é totalmente verde.
Totalmente.
O meu é totalmente castanho, por mais que seja um castanho um pouquinho mais claro, por exemplo. E tem gente que tem o castanho mais escuro, mas tu tem que olhar bem de perto Eu vou olhar depois bem de perto, sabe?
O olho do Rafinha, tem que ver as coisinhas bem de perto.
O olho do Rafinha depois.
18 minutos para as 2, Rafinha. Que que tu ia botar para nós aí dos 2 e meio? Bota um só, né, por favor, para todo mundo poder falar.
Só que era só aquela conexão que você tava falando, sala de cinema. Eu fui expulso segunda-feira agora.
Esse assunto já passou.
É que eu dia 10 estarei trocando uma ideia com uma galera numa sala de cinema, Associação dos Comerciais comerciantes de Xangri-Lá e Capão, comerciários, cinema Linemeyer em Capão da Canoa. Um abraço para o Mário, no evento chamado Power Talks, e eu vou estar trocando uma ideia com a galera lá. Legal, cara, bate-papo barra palestra numa sala de cinema.
Obrigado, muito legal, Rafinha.
Boa tarde, sou motorista de aplicativo do carro que o Feter esqueceu os óculos no final de semana. Escutei o programa de ontem onde o Feter disse que eu poderia ficar com eles para para mim. Fêter, muito obrigado pela tua atitude. Eu não esperaria outra coisa de um ser humano tão incrível como você, mas os óculos são muito de bichona, não vou querer.
Mas que que é isso, maluco? Então me devolve, porra!
Que óculos era?
O redondinho, redondinho preto. É meio de bichona, é meio de bichona.
É de tia o teu óculos.
Oi, maionese! Eu amo ele. Então pera aí um pouquinho, que ele assina Ele não deixou o nome, deixa aqui para mim então, já que tu não quer o meu óculos de bichona. Eu quero, eu quero o meu óculos de bichona. Pô, vou te contar um troço, os cara não alivia o cara, velho. Ó, deixa eu dar o toquezinho aqui dos nossos amigos parceiros do Petinho Básico, Supra Pets. Todo cão cheio de vida tem uma rotina que não para. Tem o passeio logo cedo de manhã, brincadeira no quintal, bola rolando, corrida pelo parque e aquela alegria energia que transforma a casa inteira.
E para acompanhar tanta energia, a nutrição do teu bichinho tem que estar à altura. Bravo Premium Especial é uma linha pensada para cães que fazem parte da família, da rotina e também dos melhores momentos do dia. Com uma nutrição completa, ingredientes selecionados, muito sabor, Bravo ajuda a levar mais equilíbrio o potinho de alimentação do seu cachorro. É uma escolha prática e saborosa para cuidar bem do bem-estar do seu melhor amigo.
Bravo Premium Especial é da Supra Pets. Procure Bravo nas melhores lojas pet perto de você. E aí, Maionese, como é que estamos aí?
Estou muito bem, tô boa, Dark.
Tudo bom?
Conhece essa marca, Jefferson? Conheço, conheço.
Jefferson não está entre nós hoje.
Não, Jefferson, desculpa, que é o teu nome, né? Jefferson é o teu nome.
Artista, meu nome.
Mas ele acaba uma magia chamando Jefferson.
É da minha família, desculpa, família Jefferson.
Ah, Jefferson é sobrenome?
Sim, meu nome é Artista.
O teu nome próprio, o teu primeiro nome antes do sobrenome é Artista? Teu pai, tua mãe te deram esse nome, Artista?
Nós somos de familiares circenses.
Ah, claro, entendi. Que legal, que legal! Artista Jefferson, da família Jefferson.
Palhaço Alô, beleza? Fala, André.
Cadê o Ricardo?
Encontrei os óculos do Fetter no meu carro. Ele me ligou, ele me ligou. As pessoas têm me perguntado muito, Rodaica, se o Fetter é tia. A tia de Ipanema, né?
Aliás, dá um toque para o nosso amigo motor aí do aplicativo. Então deixa aqui na Zero Hora 99, Rua Zero Hora 99. O meu óculos de bichona. Não, não tem grau, é um óculos, é óculos para sol, né? Óculos de sol.
Eu quero teu óculos de bichona se ele não quiser.
Não, mas é que tu não achou o meu óculos e avisou que eu perdi. Sim, ele achou o meu óculos, avisou que eu perdi.
Eu sou divinamente apegado ao óculos de bichona.
Agora que falou que é de bichona, ele quer.
Agora que é de bichona, eu quero.
Então, de bichona eu gostaria.
Ai, que loucura!
Você quer uma piadinha?
Quero.
Vamos lá então.
Mata a rodaca de rir.
Ah, muito pesado isso, muito errado a sua parte fazer uma coisa dessa com a minha pessoa. Antes eu quero só convidar as pessoas que amanhã eu tenho show.
Onde?
Aqui não, aqui não.
Dia 9.
Não, aqui em Porto Alegre.
Onde vai ser?
No Circo Bar.
O Circo Bar?
Aliás, no Circo Bar.
Onde fica?
Fica aqui em Porto Alegre.
Não, mas é a rua, não sabemos.
Eu não sei ler.
Ó lá, mas o mínimo que um artista como você tem que saber é o local onde tu vai te apresentar.
E tem no seu nome artista.
Mas eu não falei que artista é Jefferson.
Ivo.
Isso, que vai estar no show também, na Vicente da Fontoura, 16/19, no bairro Rio Branco.
Muito legal, não sabia que tinha um comedy club ali.
Tem As Aventuras do Gordo Léo com Ivo e Palhaço Maionese.
Que bonito!
Todos convidados amanhã, 8:30 da noite.
Muitos ingressos aí, quase todos aí, quase todos os ingressos aí, no último oportunidade. Compre pelo menos um ingresso para ajudar o amigo.
Isso, @ogordoleo, você pode ver um show incrível, mas estarei lá eu fantasiado, que é mais caro.
Muito bem. E uma piada agora?
Não, se tu der uma piada, eu posso deixar o programa seguir.
O que que tu prefere?
Eu prefiro que o programa siga, porque depois o Higuinho reclama da rede.
Então conta piada antes para o programa seguir.
Conta piada e o programa segue.
Vamos lá então.
Só um pouquinho, desculpa. Por falar nisso, é a metáfora que tu ia trazer, Rafinha? Esqueceu, né?
Não, tá na minha cabeça, mas eu não quero te incomodar.
Não, então segura a maionese. Prioridade para metáfora da vida do Rafinha.
Por favor, tem que tirar trilha.
Só baixa a trilha, por favor, um pouco. A gente vai vender esse quadro, cara, que hoje em dia a vida tá difícil. E eu tenho ontem, eu trouxe a da piscina, não vou repetir.
Até porque tu não lembra.
Eu lembro, eu lembro. E aqui é o seguinte, a vida nada mais é que é um grande guarda-roupa cheio de gavetas. Feche uma de cada vez. E eu não falo sobre organização.
Pior é que eu incentivo, né, cara? Por que que tu não faz isso no teu Instagram, cara?
Eu tô pensando em fazer isso no meu Instagram.
Começa assim, ó, vai doer, mas vai ser rapidinho.
Vou falar a horrores, cara, eu não vou usar o teu bordão, daí é errado.
Cria o teu bordão, cara, faz lá, eu acho que vai ser legal para ti.
Fala louco, eu vou arrancar sorriso, galera, arrancando sorrisos e pensamento e mexendo no cérebro da galera.
Ele arrega sorriso, eu tava com sorriso, ele falou assim, acabou o teu sorriso.
Puta merda, já voltamos com Pretinho Básico. Obrigado pela audiência e mais do que isso, obrigado Você que entende o que a gente faz aqui. O pretinho. Hello!
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Critics say it's smart and witty and the perfect sequel. Get runway ready for The Devil Wears Prada 2 on Disney Plus and Hulu. Rated PG-13. O básico volta já. Agora na Atlântida, memória de elefante. Elefante Letrado apresenta Palavra do Dia. Candidato. C-A-N-D-I-D-A-T-O. Candidato é quem disputa um cargo, uma vaga ou uma oportunidade. A palavra vem do latim candidatus, que inicialmente significava apenas vestido de branco. Na Roma Antiga, quem concorria a cargos públicos usava uma toga branca, o que inspirou o atual significado da palavra.
Muito boa noite, estamos reunidos para o debate entre os candidatos ao governo de Santa Catarina. Vamos começar então com o candidato Rui. Seja muito bem-vindo. Elefante Letrado, a plataforma de leitura das melhores escolas do país. Acesse Elefante Letrado nas redes sociais e descubra mais. Memória de elefante. Para mais curiosidades, acesse elefanteletrado.com.br. Estamos de volta com o Pretinho Básico nesta tarde de quinta-feira, onde já começa a mudar o tempo, né?
A gente vê que já começou a preencher o calorão, abafamento que tava rolando, já dá espaço ao tempo mais nublado, mais pesado, mais carregado, talvez confirmando a expectativa da previsão do tempo, né, da meteorologia.
Ventos de 100 km/h, já tem raios também.
Olha aí, olha só, antes de encerrar aí com a votação, eu quero ler mais um email. Eu tenho aqui 2 emails e a mesa mais escolher. Primeiro é sobre a crente cantando no avião e o segundo é sobre a volta do Rafinha. A volta do Rafinha, volta do Rafinha, um voto. Volta do Rafinha, 2 votos. Volta do Rafinha, 3 votos.
Volta do Rafinha, 4 votos.
Rafinha, qual tu quer? Não vai mudar nada, na verdade.
Então a volta do Rafinha, talvez seja uma crítica, né?
Mas a crente tava cantando música gospel?
Tava, ela tava mesmo.
É o esperado, né?
Eu fiquei assustada que daqui a pouco ela tivesse largando um fã. Mas veja só, é o esperado, mas é o indesejado.
Essa é uma outra questão. Mas se fosse para cantar, era o que a gente esperaria que fizesse.
É que aconteceu que a Alaska Airlines retirou uma passageira de dentro do avião porque ela estava entoando cânticos gospel no avião, mesmo com as pessoas pedindo para ela parar, ela não parava. Aí não dá, aí não dá, aí tem que tirar mesmo. A volta do Rafinha. Eu às vezes não consigo ouvir o programa ao vivo, como foi o caso ontem. Então hoje estava escutando o programa das 18 de ontem e, cara, assim como era antes, tive que parar de ouvir e partir para música ou qualquer outra coisa, até gospel.
Tá chato ouvir o programa com Rafinha interrompendo todo o tempo. Já mandei anteriormente que quando ele é o âncora eu nem ouço mais. Te entendo, alemão, e muito! E parabenizo o Gomes por apresentar o programa nas tuas férias, mostrou que podemos aprender. Começou meio tímido, mas superou. Eu e uma legião aqui da cidade adoramos. Sou de Rio Negrinho, Santa Catarina, e sim, compareço em Jaraguá quando tem show, apesar de que o Miniman fica chinelhando a nossa cidade.
Ele não sabe que ofende uma galera que adora o trabalho dele e que dispende tempo, dinheiro e tem apreço por vocês.
Não é o caso dela, né?
E se desloca por uma hora ou mais para assistir os Pretinhos ao vivo. Abraço, Alemão, e se tu largar, eu vou junto. Mandou aqui José Cristiano Pacher. É ele, né, Rafinha? Seu Zé? Não, não é o Seu Zé, é o José Cristiano.
Só pode ser um velho para esse comentário.
Por que, cara? Só pode ser uma velha. É etarismo agora?
Não, não, não, não, não, não.
O próximo email vai ser pior.
Eu só disse que José é o nome de uma pessoa.
Lembrando que tu já não é mais jovem, né? Tu tem 50.
Alto José, em alta de novo.
Então abraço, Zé. Nem Jesus Cristo agradou tanto.
Lembrando que tu não é mais exatamente um jovem, né?
50, 49.
Não, 50.
Eu faço 49 esse ano.
Tu faz 50?
Quer saber mais que eu? A minha idade, nós vamos brigar agora. 77, né?
Porque o Rafinha traga essa poeira, faz 50.
Exato, porque elas vão demorar a registrar.
Então tu faz 50 ano que vem.
Sim, só que eu farei agora em agosto 49, né?
Mas tu não vai fazer 50? Eu espero que tu faça 50, se Deus quiser.
Ano que vem vai ser, ano que vem.
Mas um ano de cada vez.
31 de agosto, né, Rodaica?
Um abraço, José Cristiano Pátia.
Cristiano, que Deus te abençoe, irmão.
Sai votando, Rafinha!
Voto em quem tem a mesma vibe que eu, Rodaiga. Vibe leve, uma vibe que deixa o clima rolar e não se abate com as críticas.
Não, não dá para ser verdade.
Rodaiga, vota em quem?
Vou votar no Rafinha.
No Rafinha também?
Vou votar no Rafinha também.
Também não, é o primeiro voto, Alexandre.
Presta atenção, até achei estranho que não era o meu momento de votar, né?
Mas tudo bem, já que tu pediu. Obrigado, tu é o dono do programa.
Muito obrigado. É verdade, muito obrigado por isso. É garotão Natan Nunes, produtor do programa interinamente.
Eu gostei muito da participação do Rafinha ali, o pensamento dele, mas acho que a tua condução, Fêter, do programa foi muito boa.
Então a gente curtiu o negócio do guarda-roupa, sobre fechar as gavetas uma de cada vez.
A gente poderia também falar sobre abrir uma de cada vez, né? Mas ela vale também nesse sentido, né?
Eu trouxe mais para tu terminar os problemas um de cada vez.
E quando for abrir de preferência um por vez também para não ficar muito embolado, né?
Essa dinâmica tem nos atrapalhado muito.
E não é sobre organização, né?
Aproveitar essa metáfora, quero aproveitar essa metáfora do fechar e abrir gavetas e armários e tudo mais. Às vezes é muito difícil abrir as gavetas, porque se tu abrir a gaveta, tu vai ter que arrumar o que tem lá dentro.
Perfeito.
Isso não é sobre organização.
Faz de conta que não viu.
É verdade, é verdade.
Fica ali empurrando com a barriga o negócio, entendeu?
É verdade. Amanhã eu tenho mais uma sobre roupas.
Graças a Deus é só amanhã. Não sei, vota, Porã, pelo amor de Deus!
Eu poderia votar no Rafinha, mas seria só por saudade. Como ele não me deu a mínima na sua viagem, mandei algumas mensagens para ele, não me respondeu.
A mulher se chama Ana, Porã.
Sem votar no Rafinha Hoje vou votar no nosso 01, nosso magnânimo 01, porque ele realmente conduziu o programa brilhantemente, como faz há 20 anos.
Muito obrigado, Porazinha, pelo teu carinho, pelo teu voto. Vai votar em quem, Maionese?
Eu vou votar hoje, eu ia votar no Midas, mas ele foi injusto com Rafael Meneghetti.
Obrigado.
Tu vai defender o cara que te deu uma rasteira na vida?
Porque, mas os grandes homens são forjados no perdão.
Verdade, me perdoa, Maionese.
Maionese, o Maionese é tio.
Então tu vai votar em quem?
Eu voto nele porque assim, ó, nunca, nunca, eu sou bissexual.
Tio e tia ao mesmo tempo. Ele é tio do tio.
Tio eu sou também, vem no Padrinho. Olha só, foram injustos com o Rafael Bach Menegazzo, tá? Ele nunca menosprezou Jaraguá. A gente apenas salienta que temos pouquíssimos fãs lá e mais na Austrália, por exemplo, dado a ida lá para fazermos shows.
Aonde vai mais fatos, não argumentos.
Você vê, o ouvinte de Jaraguá é Rio Negrinho.
Mais pessoas no palco que na plateia.
Aí que é o problema.
No passado, não muito distante, nós lotamos vários.
Mas aí havia uma rádio que transmitia. Mas então tu bota uma antena lá da rádio lá de Jaraguá que nós tentamos.
Nosso sinal está sendo ampliado para Jaraguá.
Tá, 2 e 4, 2 e 4. O meu voto vai em Natan Nunes. Muito obrigado, porque tá dando show na produção do Pretinho sozinho. Teve a instrução do Gomes, o acompanhamento do Léo, e tá dando show na tua condução aí. Parabéns, Natan Nunes, tá? Eu agradeço. Ninguém votou nele, né? Não, não, que pena. Então eu acabo sendo o craque do episódio.
Não, não, Rafinha, Rafinha, tá 2 a 2.
Quem é que vai desempatar?
Eu mesmo, Rafinha. Rafinha é o craque do episódio.
Jamais votaria em ti, isso nunca aconteceu.
Tu tem razão, eu jamais votaria em mim diferente dele, que já votou nele por necessidade, que realmente eu joguei demais quando eu botei. Claro, necessidade é isso, claro. Ó, nós vamos voltar logo mais às 6 da tarde para te divertir. Volta com a gente, vem te irritar um pouquinho com a gente também. Tchau, abraço, boa tarde! Você ouviu mais um episódio do Pretinho Básico, a maior audiência do rádio na sua cidade.
Banrisul
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