Pretinho Básico | 28/07/2026 18h
Perdeu o Pretinho Básico das 18h no ar? Tá na mão. ☕
De segunda a sexta, o PB vai ao ar às 13h e às 18h na Rádio Atlântida com transmissão ao vivo em www.youtube.com/@atlantida_tv
Aqui no Spotify, você encontra as duas edições para ouvir quando e onde quiser.
Agora dá o play e vem rir, comentar as notícias do dia e acompanhar as histórias de ouvintes, debates e convidados que fazem do Pretinho Básico o maior podcast de humor do Brasil.😎
Alexandre Fetter
Porã
Rafinha Menegasso
Rodrigo Adams
Vini Moura
Johnny Vasconcelos
- Investigações e gravações de áudioUso de áudio falso de VAR em defesa · Internacional · STJD · Gabriel Galípolo · Gabriel Galípolo
- Viagens e PerrenguesEncontro dos Chifrudos · Santa Teresa · Agente de Viagem · Relacionamentos
- Comportamento e inclusão de petsBem-estar animal · Agressão física · Coleira e guia
- Golpe com plantas falsas geradas por IAInteligência Artificial · Facebook · Golpes online · Pingola Selvagem · Piroca Montenegrina
- Generalizacao sobre Motociclistas· SociedadeProfissão de motoboy · Estereótipos · Generalização negativa
- Dúvida sobre convite para caféInterpretação de convites · Relacionamentos interpessoais · Simpatia vs. interesse romântico
- Horas extras e exploração laboralJustiça do Trabalho · Uberlândia · Direitos trabalhistas
- Piadas e HumorTruco · As de espada
Olá, Alexandre Fetter! Olá, olá, muito bom fim de tarde, amigo e amiga ligados na Atlântida! Estamos, olha, tá me ouvindo, Gomes?
Sim!
Aê, estamos chegando para o Pretinho Básico deste fim de tarde de terça-feira, dia 28 de julho de 2026. O Pretinho Básico das 6 da tarde chega até você com MHNET, sinal de internet que chega em todos os cantos da sua casa com Wi-Fi total da MHNET. Muito Muito bom fim de tarde para Rafael Gomes, meus olhos e minhas mãos neste momento. Fala, Alexandre, boa tarde!
E aí, tudo bem?
Tudo bem, tudo lindo, tudo certo.
Nem te conto onde tuas mãos andaram hoje, tuas mãos andaram hoje, tuas mãos andaram hoje, nem te conto.
Vai me ajudando com a mesa aí, Vero. A maquininha com a menor taxa e um banco completo, seja Vero, a maquininha do Banrisul. Deixa eu perguntar, Adam está na mesa?
Estou na mesa, meu queridão.
Tudo bem, meu querido Rodrigo Adams? Bom fim de tarde, bom te ouvir, bom te ouvir. 99, o aplicativo que te leva a viver o melhor de Porto Alegre. Vini Moura tá na mesa.
Ô Alexandre, tudo bem? Bom fim de tarde.
Bom fim de tarde, Vini Moura. Já engatamos aqui nos destaques do Pretinho para Zagonel, as melhores soluções em duchas e torneiras. Siga o @eletrozagonel nas redes sociais. Fala, meu querido Ivan, como é que tu tá?
Pô, achei que tu tava chegando aqui, será?
Agora tá chegando só em 2027. Agora a gente se encontra em Brasília.
Então tá bom, tá bom, tua cabeça é teu guia. Não quer vir, não vem. Sabe mais de ti do que eu.
É, eu quero, mas eu não tô conseguindo ir, brother, que é um bordão antigo deste programa. Eu quero ir, mas não tô conseguindo ir, brother. Redmac, tudo para construção, reforma e decoração. Rede Mac, a gente é de casa. Tem uma informação, e mais que informação, uma curiosidade da audiência que está fora do estado do Rio Grande do Sul, fora do sul do Brasil, para saber se Johnny Vasconcelos estará conosco hoje.
Meu nome não é Johnny, brother. Tamo junto, estamos aí na melhor vibe do FM para viver o extraordinário, Alexandre.
Coisa boa, hein, Johnny? Tu tem o maior pique, maior astral de locutor de FM, Johnny.
Muito obrigado.
O que que tu acha disso? E tá aí ganhando menos dinheiro, ia ganhar menos dinheiro, ia ter menos credibilidade. Mas tem toda pinta de loucura.
Tem certos elogios que vêm de certas pessoas que não tem como o cara não ficar meio assim, né?
Acho que você está no arquivo confidencial, galera.
Olha aí, galera, querendo me deixar com ciúme, né, cara? Bem babaca. Mas que quando o cara entende do assunto e te elogia pelo que ele faz Porra, daí tem que respeitar, né?
Quando o cara entende, obrigado, Diorio.
Obrigado, obrigado, Diorio. Muito obrigado. Vamos dar-lhe aqui com a mesa completa nos destaques do Pretinho Básico, não sem antes elogiar Rodrigo Adams. Rodrigo Adams, oi! Teu penteado tá muito bonito.
Obrigado, velho.
E tu fica muito bem de vermelho, Rodrigo.
Mas não é vermelho, cara. Então tu tem um problema de visão.
É salmão.
Eu jamais usaria vermelho, rapaz, porque daí vem um peninha dentro de mim. Eu vou dizer que vermelho vem de verme.
Ah não, aí já me arrependi, já.
Vai elogiar gremista, é isso aí, vai elogiar.
Gosto do cabelo, já gosto do cabelo.
Que cabelo?
É, o cara tá sobrando, né?
Isso aqui parece piscina rasa, né, velho? O cara já vê o fundinho aqui.
É o cabelinho de motel, uma entrada, uma saída, uma baguncinha no meio.
Já meteu um bostaço no meio do campo agora, hein, Vinícius? Gostei, gostei. Nosso ouvinte aniversariante É mais o quê? Maelen, Maelen, Maelen, Maelen, Maelen, Maelen, Maelen Schmeller. Cara, que sobrenome bonito, ela é Schmeller. Maelen Schmeller Mendes, ela é costureira de Uruçanga, tá fazendo 27 aninhos. Uruçanga fica onde mesmo, Rafael Gomes?
Uruçanga é Santa Catarina, coladinho com Criciúma.
Uruçanga.
Ô, Maionese, tudo bem, Maionese?
Desejo que o Papai do Céu demore muito a levar ela para o lado dele.
Demore muito, né, Maionese? Assim como a ti também demore muito a te levar daqui.
Como é que tu sabia onde ficava Uruçanga, Maionese?
Ele já teve um picadeiro lá, né?
Um picadeiro?
Podeira nunca tive, mas o pica lá. E ele?
Mas Maionese, as criancinhas, as crianças, ele esquece que ele é um personagem das crianças.
Né, as criancinhas que te adoram. Inclusive foi o nosso ouvinte querido Zé aí te dar um abraço, né?
Exatamente, meu fã clube, meu fã clube. Beijo pro Zé, madrugada dele.
Esqueceu que o Zé tá no teu fã clube, né, Pretinho? Toda essa galerinha da idade dele que tá no teu fã clube deveria ter um pouco mais de consciência, né?
Mas eu não falei nenhum palavrão chulo.
Não, isso é bem verdade, não falou, não falou.
Já não falei nenhum.
Aqui nos destaques do Pretinho Básico, hoje tô chegando, hoje tô chegando, você sabe, né, que eu tô no Rio Claro Investimentos. Chegando num bar, restaurante para almoçar chamado Cervantes em Copacabana, muito clássico, muito conhecido aqui, serve sanduíche, serve bife à milanesa com arroz de coco, espetacular. Eu tô chegando e tá um zum zum zum, a galera falando alto, gritando, brincando, dando risada, batendo na mesa. E eu, pô, mas que galera animada, uma galera com a camiseta do Flamengo, que aliás vai jogar contra o Internacional amanhã.
E aí eu tentando entender o que que esses cara tão rindo tanto, dando tanta risada. Era da notícia que tava na tela da TV ligada no bar, restaurante, tava ligado na ESPN. E era patuscada realizada pela defesa do Internacional, que usou um áudio falso de VAR em defesa no caso do jogador expulso. Cara, inacreditável! Não vou falar nada, a cena fala por si. Quem tá fazendo a defesa, Gomes, é o comando maluco?
Não, é inacreditável.
Advogado Paloma, advogado Paloma é a lei, meu chapa!
Olha, e eu vou dar mais um bastidor, tá? Essa notícia ela chega em meio ao Bola nas Costas, que é o programa de humor e entretenimento que fala de futebol aqui, que a gente tem às 11 da manhã pro Rio Grande do Sul. E a notícia era tão absurda que a gente não acreditou na notícia. E a gente se olhou e disse, não, não, não, isso aí é sacanagem, não vamos cair nessa. Pois a Rádio Gaúcha apurou e é verdade. O julgamento do caso do zagueiro Vitor Gabriel que cometeu uma falta no Gabriel Pech do Cruzeiro.
É um homicídio?
Não, uma falta, foi imprudente com a trava da chuteira em pé.
A gente tem o nosso analista de arbitragem no programa, o melhor analista de arbitragem.
Agora, né, foi imprudente, né, Johnny?
É, foi, ele foi mais do que imprudente, ele foi violento, né?
É, foi expulso de maneira direta. O Gabriel Pech teve uma fratura na sua, na sua fíbula. Sim, foi o barulho do osso, ele fez, quebrou. Então ele tá fora. E definiu-se que o zagueiro do Inter, o Vitor Gabriel, ele ficaria fora pelo mesmo período da lesão que ele infringiu.
Mas que baita, que baita punição!
Não, é uma baita punição.
Até que ele tá se treinando, cara.
Eu acho que com a punição, mas é inédito, tá?
É isso, não é algo comum. Mas vamos ver se vai acontecer com todo mundo.
O jogador do Flamengo que fizer isso, vai acontecer o do Corinthians, né?
É que até que ele volte a treinar, limitado a 180 dias. Isso, né? No máximo 180 dias.
Vai ser 180 dias.
Tem que haver uma fiscalização rigorosa das federações, né?
Vai ser 180 dias porque a previsão do PEC é 6 meses de recuperação, né? Então vão ser 180 dias mais ou menos aí que o Vitor Gabriel, acredita, vai ficar de férias já, tá de férias para o resto do ano. É mais ou menos isso. Só que o que que acontece? O julgamento desse caso foi ontem pela manhã e o diretor jurídico do Inter, a direção, né, o jurídico do Inter usou um áudio que seria do VAR da partida Inter e Cruzeiro. E o áudio é esse aqui, Alexandre. Eu tenho o áudio aqui, por favor, por favor.
Todo mundo merece ouvir as nádegas firmes, tá? Solta o play aí.
Deixa eu ligar o advogado.
Agora foi verificar a intensidade do lance. Eu do campo vi o carrinho com as duas pernas, ok? Para aplicação direta você não quer verificar aqui na cabine? Não, ele força Movimento quase nada, mas ele levanta só.
Eu acho que ele erra, né?
Pega um pouco acima do meio branco do jogador do Cruzeiro. Vocês estão me incutindo dúvida agora.
E aí, o que que é isso, tá? Esse é um perfil de zoeira que é o @ovarbrasileiro.
Ovar Brasileiro é uma página de humor e paródia genial, que é genial, que é o quê?
Eles fazem como se fosse uma conversa do VAR, mas eles sempre fazem conversas fake, né?
Sacanagem.
E eles fazem justamente isso, é sempre algo muito implícito, não é algo tão claro, né? Ele tá, não é tão caricato, né?
É que o que torna caricato é a palavra nádegas. O que torna caricato é, por exemplo, alguma, alguns absurdos que são ditos, como eu vou manter, eu mantei a expulsão para não dar confusão no campo, sabe? Isso, isso. E o que torna caricato é um lance que é tão grosseiro ter um debate tão surreal quanto esse.
Isso é lamentável.
Não tem assim as coisas, isso é que nem frango assado, né? Não tem pé nem cabeça, porque o áudio começa e termina sem nenhum nexo com a realidade.
Então, só que aí o que que acontece? Esse áudio que a gente acabou de rodar, ele foi rodado no STJD, porque a diretoria do Inter, a diretoria jurídica do Inter, usa este áudio como um artifício de defesa para dizer: não, olha o nível do nosso VAR.
Tu sabe que deu merda quando a gente tá aqui no Pretinho falando.
É isso aí.
Quando notícia de futebol vem para o Pretinho, tu sabe que deu merda, sabe que a merda foi gigantesca.
Eu proponho que a torcida brasileira, que é devera sagaz para criação de memes e coisas do tipo, a partir de hoje adote Alcunha ou nosso coirmão aqui, com todo respeito, né, para a gente brincar e dar risada, né, intervarsional, né. A partir de agora é assim que a gente vai chamar, né, porque olha, meu camarada, tu acha que não vai colar essa turma? Eu sei que não vai colar, mas é sério, realmente não colou.
Expectativa lá em cima, muita pretensão tua. Fala com a torcida, pretensivo.
Você é o papelão. Mandaram embora o cara do jurídico?
Não, não, não, o Inter, o Inter, ele se defende dizendo que rapidamente já descartou este.
O Inter tem que parar de se defender.
O Inter não anda se defendendo muito bem. Maldito de campo.
Embora já o último jogo, tudo que a gente não tem é defesa.
A gente não se defende bem no campo, não se defende bem no tribunal.
Foi o Juninho que defendeu.
Mas olha só o que é o último ano do Inter, se a gente pegar, tá? Tem o episódio do áudio errado do VAR, tem o episódio do papel picado, tem o DJ do Beira-Rio que tocou Nos Vai Descer. Cara, tu começa a enumerar, aí tu vai vendo dentro de campo, dentro de campo é um horror. E fora de campo, cara, é assim, é um time que tu vê o vice-presidente falando na coletiva depois do jogo que se o torcedor não for no jogo contra o Flamengo, ele entende.
Auditoria, né, Jô? Aí eu acho que até tu tá dando uma, tá dando uma dourada nessa pílula, né, cara? Ele deveria Ele usou isso, mas no final diz: é que aí vai, não quer ir, não vai.
É isso, é isso, sabe? Esse é o vice-presidente do meu time, Alexandre.
A gente entende, estamos fodidos mesmo, não vamos fazer nada.
Isso é mais ou menos o seguinte, Alexandre: eu tô num barco, o barco tá afundando, eu, em vez de eu chamar os cara para me ajudar a salvar, eu digo assim: não vem que vai afundar.
Titanic, né?
Sabe, cara, o que, o que que me passa pela cabeça nesses momentos assim de crise de um time como o Internacional, de um clube com muita, sei lá, acabaram com o Inter. Os caras, eles não têm a noção alguma do que eles representam ali, cara, diante de milhões e milhões de pessoas que são apaixonadas por este negócio chamado meu time de futebol. Os caras não têm a menor noção do que isso representa, cara. Brincam com o sentimento da torcida de uma forma infantil, para não dizer outra coisa, cara.
Cara, e é muita irresponsabilidade, independente de quem seja, tá, cara? Eu não tô nominando aqui as pessoas, tô falando de uma gestão que tá machucando o seu torcedor, o seu associado, já desde o início. Enfim, cara, é uma dureza. A gente não pode ficar aqui parado falando de futebol, mas é inacreditável, é inacreditável, é uma palhaçada.
Logo tu, né? Olha que ironia.
Mas isso é o reflexo do Internacional.
Negou, vou assumir o Inter.
Logo tu quem, Joia? Desculpa, não Não, o Maionese.
Aí eu falei que o Internacional é isso, é o reflexo de um time que dentro de campo não entrega absolutamente nada, tem uma direção cheia de equívocos.
Os comentários esportivos, para mim é o meu limite, Alexandre.
Ele fez a Copa, ele fez a Copa.
Eu me admiro do Rafaelzinho, que na Copa do Mundo, no programa dele, eu analisava a seleção.
Daí agora tu não presta.
É, o Federer tá aí, ele faz isso.
Tu gosta de aparecer na frente do Fetter, né, cara?
Não é, cara, é que eu tenho um apreço muito maior pelo meu time do que pela seleção que jogou a Copa.
Porra, nego, agora tu falou.
É, ele quando argumentou bem.
É verdade, nego.
Vamos em frente com os destaques do Pretinho Básico. Funcionário é demitido por justa causa por fazer 4 minutos de hora extra.
Se fosse aqui, ia virar uma situação, não é?
Uberlândia, o setor alimentício de Uberlândia teve que lidar na Justiça do Trabalho com minutos excedentes, porque um funcionário acabou sendo demitido por justa causa. Qual era a justa causa? 4 minutos de hora extra.
Imagina!
Ele entrou obviamente na Justiça do Trabalho e ganhou. Afinal, a empresa não poderia demiti-lo como uma justa causa, o que poderia ser tranquilamente resolvido com uma advertência, uma suspensão ou apenas um aviso verbal, né? Afinal, 4 minutos excedentes não oneram uma empresa financeiramente a ponto de uma justa causa.
Saiu o Rafinha vindo pra cá dizendo, ô meu, bota mais um Armandinho pra mim.
Bota mais um, começa o liquidez.
Aí chega e demite o cara, velho.
A empresa diz que esse episódio estava somado a uma advertência e a uma suspensão demonstrando a falta de comprometimento com o trabalho. A Justiça do Trabalho contra-argumentou dizendo: beleza, mesmo que este funcionário tivesse uma advertência e uma suspensão, os 4 minutos de hora extra não são a cereja de um bolo de demissão. Tu não pode demiti-lo por este motivo, o senhor vai ter que encontrar outros motivos. Resultado: o trabalhador teve o retorno ao seu emprego e ainda vai ganhar o direito adicional de insalubridade. Que ele conseguiu ganhar isso.
Imagina o climão do cara voltando para o trabalho na segunda-feira, hein?
Exatamente. Ai, que merda, o cara que demitiu ele.
Cagalhão que passa pelo corredor polonês.
Não, e o cara que demitiu ele é um cagalhão.
Esse é o que manda quente.
Ah, não, não, não, tu não manda porra nenhuma. O cara voltou, você perdeu o time. É isso aí, tu não manda porra nenhuma.
Acho que o cara mandou embora e no outro dia o cara voltou, ele ficou por isso mesmo, né? Mandou o cara embora, no outro dia ele voltou, ficou por isso mesmo.
6:22, mais um destaque. Uma agência de turismo promove excursões, ou uma excursão voltada a pessoas que já foram traídas. Olha aí, Espírito Santo, nós aqui na mesa estamos habilitados.
Espírito Santo, tá? Uma agência de turismo no Espírito Santo criou a excursão Encontro dos Chifrudos. O destino: Santa Teresa. O evento é voltado para pessoas que já foram traídas porque, de acordo com essa agência, as pessoas que são traídas, elas têm maior dificuldade de se reinserirem num ciclo social em busca de um novo amor, tá? Abre aspas para o anúncio que custa R$115 para fazer o passeio rumo a Santa Teresa. Sai do Espírito Santo para Santa Teresa.
De mau gosto, R$115 de pila é foda.
A gente busca sempre criar roteiros fora do comum que possam aproximar o público. Criamos esse passeio para ser um espaço descontraído onde todo mundo possa desabafar, rir das histórias das antigas, comemorar o livramento e fazer novas amizades. É o que diz o anúncio do Encontro dos Encalhados, ou como ficou popularmente conhecido.
Como é que era o nome do programa do Mion?
Como é que era o nome do programa do Mion?
Não, Legendários.
Ó, vou salvar. Mas que artinelona, hein? Olha atrás, eles vão para o Espírito Santo, mas lá atrás tem a Torre de Pisa, tem o Coliseu, a Estátua da Liberdade. Não, e o detalhe, tem uma canalice muito grande, que é aquela moça, a terceira, a terceira pessoa da esquerda para direita, porque ela é a única que é uma galhada, enquanto os outros só tem um chifrinho. Aquela ali é muito corno, muito.
Aquela ali se ferrou mesmo, aquela ali se ferrou.
Mas o mais legal, bem ruim. O mais legal é que o ônibus para essa turma aí tem que ser que nem aquele ônibus de Londres lá, que não tem o teto em cima para o chifre poder passar.
Isso, não, isso tu vê, né?
A agência criou esse passeio porque eles já fizeram o Encontro dos Encalhados, que reuniu 270 solteiros. Mas, meu, isso tá um pouco na moda, tá?
Mas solteiro deve ser uma baguncinha legal, hein? Deve ser uma bagunça.
Os nossos parceiros do Fuga fizeram recentemente aqui Agora, solteiros em fuga, solteiros em fuga.
Solteiro é uma coisa, corno e corno é outra.
Não, mas é que ele fazia, que a empresa ela faz os dois, né?
E outra, o card ali dá a entender que é baguncinha, porque tipo assim, o pessoal tá de guerra e tal.
É trisal, trisal.
É, olha ali, ó, tem um trisal na esquerda, um trisal no meio.
Uma cabeça doente como a tua, uma cabeça doente como a tua, tu olha isso aí, tu acha que é um escritório de imagem, cara.
Eu sou doente também, eu sou doente também.
Tem um neto ali embaixo. Isso aí seria ótimo.
2 mulheres e um homem na esquerda, 2 homens 2 e uma mulher numa meiuca ali, 2 ali meio estranho.
É a dança do machixe, é a dança do machixe.
Se organizar direitinho.
Mas achar é um papelão, carinho, no encontro dos chifrutos, nós foi pensar friamente.
Mas tem gente que tem fetiche, todo mundo ali tá carente, todo mundo ali tá precisando de cocô.
Mas o fetiche é o telefone.
Tem gente que tem fetiche em ser corno.
Se é o cocô de nome, botar.
Como é que é o nome?
Cocô.
O Ivan gosta, o Ivan gosta porque ele gosta que as pessoas mandem direct tipo @gordoleo dizendo, então eu não tô errado, quer sair com a minha mulher?
Então eu não tô errado. Tem gente que tem esse fetiche em ser corninho.
Tem, mas é diferente. Corninho tá abusando. Corninho já veio para cá, já foi atualmente. Você tem experiência?
Você tem experiência?
Aí foi o filho da Alvorada falando.
Isso é literatura.
Tu quer ser corninho? Liga para o teu corninho para mim. Liga, liga, liga. Coisa assim.
Atende o corninho.
Bota no coisa, bota no coisa. Corno ligando.
Ninguém tá nos escutando. Fala aí, fala aí.
Corno ligando.
Corno ligando e parede sem chapisco.
Parede sem chapisco é os melhores que tem. É o conteúdo natura.
Cocô também fica só um véio no fundo olhando.
Tá, meu, 6:25, vamos voltar para os trilhos aqui, cara, pelo amor de Deus, pelo amor de Deus.
Agora tu não vem, é bagunça.
Só o esquizinho e mais um destaque.
Ô Peter, tu não tá vendo? Eles estão bem comportados aí. Tu vem, eles se soltam, porque daí tu pode segurar eles de novo.
É, não, não, segura a onda aí.
KX9, hein, nós vamos te pegar na porrada, hein. Nós já te falamos, nós já te falamos.
Todo programa, depois do programa, nós temos uma reunião, o Gomes e eu. Ele me retrata, me reporta tudo o que aconteceu no programa.
Então tu é X9, tu vai apanhar, cara.
É que eu tô aqui interinamente, né? Ele me colocou aqui para eu ficar aqui.
Ele não te colocou só aqui, exatamente.
O Gomes é meus olhos e minhas mãos na mesa neste momento.
Ai, onde é que essas unhas estão?
Ah, se eu dissesse hoje, tá com a mão no tiquinho ali.
Ah, sem vergonha!
Golpistas usam imagens em inteligência artificial para vender espécies de plantas que não existem.
Essa eu coloquei em tua homenagem. Quando tu disse que vinhas hoje, eu falei, é essa aqui, eu tava aguardando para ti, tá? Uma mulher de 35 anos realizou uma compra de um kit de plantas, Alexandre, por R$200, tá? Na plataforma de vendas do Facebook Marketplace. Então era uma planta, era uma espécie que segundo ela não existia. Ela comprou justamente por ser esse nome, era uma pingola selvagem, por ser uma planta que ela nunca tinha visto.
E aí ela disse que não percebeu que comprou justamente pelo ineditismo. E aí descobriu que esse é um novo golpe que tá sendo criado aos poucos. Porque como a planta é algo muito atípico e muito fácil de tu gerar inteligência artificial, porque não é um ser vivo, então fica mais difícil tu identificar. Para então, ser vivo, descobriu de ter de Tu tem toda razão, mas não é um ser humano, era o que eu queria dizer. Tu tem toda razão, não é um ser humano.
Então fica mais fácil de tu criar uma imagem fake. As pessoas estão sendo enganadas. A pessoa criou uma página fake de uma floricultura, cria dezenas de milhares de flores diferentes, pode até vender algumas mais fáceis que ela tenha e vai ganhando no bolo de uma— ela comprou uma semente de grama esmeralda, que na verdade era capim. Comprou também uma outra flor que ela tinha um aspecto, a piroca montenegrina, ela tinha um aspecto meio leonino assim, meio amarelo com dourado, com laranja. Que loucura, uma doideira!
Tem foto?
Tem foto?
Comprei uma muta lá que dava pé, uma chonga torta, que dava tênis assim, nascia tênis na muda assim.
Na muda, era uma muda que dava tênis.
Aí não cheguei, chegou lá, era um golpe, né?
É óbvio que era um golpe, né, meu?
É que todo dia tem um malandro de boca aberta na rua, né? As pessoas compram as plantas fake, é muita coisa, né?
É muito louco.
Mas aí ela tava, aí a matéria alerta justamente para isso, que as pessoas não se dão. E como é R$100, R$200 assim, dificilmente alguém vai fazer um grande investimento numa planta pela internet. R$8.000, as pessoas não estão denunciando.
É que é muita burocracia.
O cara não vai denunciar, não vai, não vai admitir que caiu num golpe, vai cair num golpe desse aí não. Tu perde R$200 ali, é que nem o cara que acorda, é mais barato, né? É mais barato.
Gosta de plantinha?
Não, e o bom é que eu gosto de plantinha, eu gosto de plantinha, velho.
Já que nós estamos falando desse momento aí, plantinha, natureza, me lembrei do campo. No campo cada dia começa cedinho. O galo cantando, né, aquela, aquele, aquele bucolismo lindo, né, com dedicação, planejamento e muito trabalho. Os produtores rurais garantem o alimento na mesa dos milhões de brasileiros. E ao lado de quem produz, a CCGE segue fortalecendo o cooperativismo, investindo em tecnologia e inovação e desenvolvimento para construir Um futuro cada vez mais sustentável para todos.
Mais do que leite, a CCGL valoriza as pessoas envolvidas e dedicadas em cada etapa e também seus processos. Pessoas que acreditam no trabalho, na parceria e na força de cooperar e crescer junto. Porque no campo, na mesa e nos negócios, cooperar é produzir o futuro. CCGL de verdade é leite de verdade, gaúcho como a gente. Era o momento para botar aqui esse, esse texto da CCGL, né, para valorizar o que a gente faz por aqui.
Podemos valorizar ainda mais o campo?
Podemos, claro, Adams.
O fazendeiro foi viajar, o fazendeiro foi viajar e recomendou ao filho: ó, amanhã vai vir aqui um comprador de bois. O preço do boi é R$3.000, mas se ele pechinchar é R$2.500. No dia seguinte, fazendeiro viajou e chegou o comprador. Bom dia, garoto, por quanto teu pai tá vendendo o boi?
É R$3.000, tio, mas se tu pechinchar é R$2.500.
Eu fico com a pureza da resposta das crianças.
É a vida, é E tu, Johnny, que que tu tem?
Opa, Johnny, teu nome não é Johnny, teu nome não é Johnny, corrigiu o Shelton Melo, né?
O que que tu tem para nós aí, Johnny?
Olá, pretinhos, peço que não me identifiquem.
Gostei, gostei.
Trabalho em uma empresa grande do Rio Grande do Sul e dias atrás estava conversando com uma colega de outro setor. A conversa começou da forma mais inocente possível. Perto do parque da cidade. O forte deles é o café da manhã.
Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não Bom, alguém mandou esse vídeo com informações internas.
O forte deles é o café da manhã, mas não é um café da manhã qualquer, é praticamente um café colonial. Tem pães, cucas, tortas, doces, salgados, frutas, sucos. Aquele tipo de lugar que a pessoa entra pensando em comer um pãozinho e sai precisando abrir o botão da calça. Perguntei para colega se ela conhecia e ela respondeu que não. Foi aí, quase como um acidente, que eu disse: bah, a gente podia ir lá qualquer hora para tomar um café da manhã, né?
Ela olhou para mim e respondeu: podia mesmo. Eu reforcei: tinha que ir. E ela respondeu de novo: partiu! Pretinhos, desde então eu não consigo tirar essa conversa da cabeça. O problema é que eu conheço o namorado dela. E agora eu não sei se ela simplesmente tomou um café da manhã ou se isso pode virar um brunch completo com café com leite, cueca virada e talvez até uma geleia feita à mão. Me ajudem, será que foi só simpatia ou ela quer provar meu brunch?
Não, é só simpatia, só simpatia.
Quer provar meu brunch, camarada ali fora que deve estar se tremendo?
É só simpatia, só simpatia. Para, para, para, é só Foi embora já, né?
Largou. Ah, como eu queria estar mais por dentro desse negócio. Aí tem coisa, hein, cara? Aí tem coisa.
Acho, ó, eu acho, o cara é casado, Johnny? Eu acho solteiro.
Não, não sei. Não tem essa informação.
Não temos essa informação.
Acho que o cara é solteiro, acho que ele foi bem.
Mas tu acha que mesmo solteiro vale tentar terminar com relação a negócio?
Deve ser solteiro.
Deve ser solteiro.
Não, mas o cara é amigo dele, não é?
Se tu tá solteiro, o problema é de quem tá casado.
Não, eu não, acho que essa é trairagem.
Não, não é trairagem, velho.
Tu conhecer o cara é trairagem.
Tu conhece o cara, tu conhece o cara. Mas ele falou, não tem isso que conhece.
Não, não, mas ele disse que só convidou para tomar um café, velho.
Pelo amor de Deus, eu me admiro tu, cara.
Barbado, barbado, de blusãozinho bonito.
Ele é solteiro. Se ele convidou a pessoa para tomar um café, vai da pessoa recusar.
E o que que tu acha que é o café?
Ai, Gomes, que café, cara?
Entendeu? Ele quer um cafezinho.
Não, eu não falo nada demais.
Eu falei café com leite, entendeu? Que é a opção no No quase, no café, no café. O Alejandro, tu acha que convidar uma moça para tomar um café é uma coisa leve ou tem um terceiro intencionamento?
Depende do café e depende de onde vai ser.
Brunchzinho, significa, né, Roni?
A intenção do cara, o cara quer o quê mais além do café?
Comendo, ele tá na dúvida, ele tá justamente perguntando.
Alexandre, café que tem pelo de ovelha na cadeira.
É, não, aí tem que ser mais criativo do que isso, entendeu?
Se tem pelo de ovelha, tem bagunça.
Se tem pelo de ovelha na cadeira do restaurante, esquece, cara.
Esquece, não é nada não do teu tempo.
Uma coisa é tomar um café no posto aqui do lado, entendeu?
Isso, mano.
Não é essa ideia.
Tomar café na redação é café com cigarro.
Café da manhã no hotel, né? No hotel amanhã, 9 da manhã, tomar café, é isso.
Ah, mas a gente já acordamos e tomamos café na cama. Aí é bacana, mas assim, ó, vamos tomar uma coisinha, o quê? Banho.
Ô, meu, deixa eu dar um toquezinho aqui para nossa audiência de de motociclistas. Essa semana, acho que foi na segunda-feira, a gente falou aqui sobre— foi ontem, né?
O Dia do Motociclista.
Isso, a gente falou aqui sobre o Dia do Motociclista. Salve, gurizada! No pretinho das 13 de ontem, abri a live do programa ansioso para ouvir vocês falarem do Dia do Motociclista. Eu sou motoboy e pensei que iam elogiar e falar coisas boas da nossa classe, da nossa profissão, mas Mas no fim só ouvi sobre assalto e blá blá blá, apenas coisas ruins sobre nós motociclistas. Manda este email porque escuto o programa desde o tempo da pop rock, lá do cafezinho da antiga.
Sou fã, fui de vocês, só que toda vez que tem assunto de motoboy, motoqueiro, motociclista, é mais do mesmo. Vocês sempre falam mal. Por quê?
Por quê, papai?
Fica a pergunta, e meio longo, eu sei que é ruim. Vini Moura, sou teu público, arrepia, nego! E Riquelme Motoboy mandou essa aqui pra gente. Riquelme, fui eu que falei, ainda lembro que eu falei: os bons pagam pelos maus.
É verdade, é verdade.
Toda categoria profissional, em tudo na vida, os bons pegam pelos maus, porque o que que se salienta? Se salienta o que faz errado, se salienta o que faz arte, né? O que se notabiliza pelo negativo. O cara que faz tudo certo, ele tá fazendo tudo certo, ele não tem, ele não tá fazendo nada mais que obrigação dele fazer tudo certo. Agora, o que se salienta pelo mau comportamento, esse é o cara que é falado. E aí fica ruim para quem não é.
Mas pior que eu lembro do assunto, e não foi, não foi nem no sentido de associar o motoqueiro a isso aqui, a gente foi para esse lado do assunto, né?
Não foi, não foi. O problema às vezes é que os motociclistas hoje em dia eles fazem o país rodar, né?
Mas eu acho que o problema às vezes é tu se doer por causa de uma opinião achando que é generalizar.
Não é, não é a consciência de que tu é do bem, que tem um cara bacana, tá tudo certo, faz a tua, tá tudo certo.
Fala que radialista é tudo sem-vergonha.
Exatamente. Aqui nessa mesa quem tá falando isso? Nós somos 6 nesse momento, só tem 5 sem-vergonhas.
É exatamente o do Rio mais 4.
Nada.
Outra coisa que eu queria falar, um negócio que aconteceu, que eu vi acontecer na minha frente. Eu fui um privilegiado porque quase ninguém viu o que eu vi hoje, e eu preciso trazer para vocês essa cena. Estou pedalando na orla, estou pedalando na orla, e aí tem— não, não tem cestinha bike. E aí tem aqueles, aqueles quiosques, né, que tem em toda orla, quiosques espalhados pela orla, no calçadão, e perto do calçadão, e pertinho desse quiosque vem um cara, ele tinha pinta de ser um cara meio da rua assim, meio mendigo, meio Ivan, meio morador de rua, e vinha com o seu cachorro.
Só que o cachorro era tão querido, cara, mas tão querido, tão simpático, tão aberto, tão dado, que ele parou em determinado momento para brincar, para saudar, para se divertir com o dono de um quiosque. E aí, e aí o dono do cachorro ficou o cara ficou puto e voltou lá atrás como se ele tivesse com pressa e o cachorro tivesse atrasando ele. Ele voltou lá atrás, deu um tapão na orelha do cachorro e uma mijada no cachorro do tipo: vamos embora, pô, não sei o quê, bababá.
Instantânea, automática, no mesmo momento, o cara do quiosque fez a mesma coisa nele, mas assim não demorou 2 segundos. E toda a cena deve ter durado isso, cara, 2, 3 segundos, foi assim, ó, pá pá pá. E só eu vi o troço acontecer, cara. Aconteceu na minha frente, mas foi de uma satisfação, de uma alegria, de uma felicidade ver aquilo ali. Infelizmente, né, por pior que seja nós chegarmos a este momento da agressão física, né, do tapão, do, enfim, é que Que porra, cara?
O cachorro parou para brincar com o cara que era dono do quiosque. Aí vai lá o cara dar um tapão no cachorro. O dono do quiosque se sentiu no direito de dar um tapão no dono do cachorro. Acabou, seguiu a vida e tá tudo certo.
E o que que tu acha? Tu acha que ele mereceu?
Se ele tá contando, tem vários, tem vários contos já.
Ah não, bateu o cachorro, não pode bater cachorro, velho.
Não pode bater mais, velho. Um tapão foi pouco, velho.
Mas os gatos e animais, pera um pouquinho, tem o outro lado dessa história.
Tem outra dessa história: o cachorro não é meu, o cachorro não é meu, o cara é o dono do cachorro, o cara quis dar um tapa no cachorro, eu não vou fazer nada, não pode bater no cachorro. Tem esta análise, mas no momento ali, ao vivo, no instantâneo, do sangue quente, talvez eu tivesse feito a mesma coisa.
Toma lá da cara.
É por isso que eu perguntei, porque eu acho que no instinto ali da hora, não sei se eu tivesse feito a mesma coisa.
O cara não pode bater no cachorro, não interessa se é dele. Se o cachorro tivesse feito alguma coisa errada, já seria um absurdo. Mas o cachorro parou para brincar, cara.
Exato, mas não fez nada.
O cachorro foi mal educado com o cara, né?
Cachorro tem que estar de coleira, meu. Essa é a única coisa que—
mas é um cachorro de rua.
O cachorro tava de coleira, cara. O cachorro tava de coleira e guia.
Nós botamos, nós botamos o cachorro.
Ele tava solto.
Claro que tem que circular também, fazer as coisinhas dele.
Mas ele é de rua, o cachorro, pelo jeito.
Mas ele tava em casa, então mais, mais, mais tu apanha em casa.
Tu apanha em casa, né?
Que coisa! Maionese, o que que tu tem para nós, Maionese? Tem uma piada, Maionese, para nossa audiência infantojuvenil que adora os teus, as tuas participações aqui no Pretinho?
Maionese, a criançada não tem, mas eu vou. Tava engatilhado com o Ivan.
Maionese cansou, Maionese cansou, cara.
Desandou, Maionese, cara.
Oferta, desandou o Maionese, cara.
Oferta, eu tenho uma piada do Maionese.
Antes da piada do Maionese, só para ter uma ideia, eu tenho Tem um ouvinte que mandou uma frase sobre o Maionese. Por favor. Palhaço Maionese parece o cara que se veste de Mickey e sai para fumar e é pego por uma criança sem a cabeça da fantasia.
Detalhe, não na Disney, na Times Square.
Assim, com as mini loucas.
Aí, intervalo, Maionese, incomoda?
Sem medo.
Mais ou menos por aí. Eu faço carreta furacão ali perto do estúdio de vocês no verão.
Pô, isso aí era o crush do Simpsons, né? Puta, que palhaço cretino, cara!
Vou olhar aqui, ó.
Então, Maionese, vamos lá, vamos lá, nos entretenha, Maionese, nos mata de rir, já que tu é um palhaço, Maionese.
Aí tu não faz, então vou te quebrar agora. Pera aí, deixa eu ver aqui, ó. Eu vou contar a piada aqui, ó. A moça, moça chegou para o marido, namorado, né, e falou assim: não te entendo. Olha só, não te entendo. O cara tava sentadinho vendo televisão. Presta atenção, Jota.
Tô prestando.
Eu não te entendo de verdade, não te entendo mesmo. Aí ele falou: o que que foi, amor? Não, assim, ó, eu te apresento para o meu pai. Aí o meu pai peida na tua frente, tu olha para o meu pai e fala: olha aí, de fome um mudinho não morre, já aprendeu até a pedir linguiça.
Inacreditável, cara, inacreditável. Que doente, um mudim de fome, mudim no copo.
Já aprendeu a pedir linguiça.
Eu conheci um chorão que é bico, barulho do biela.
E tu vira e mora, Balotelli, tudo passa, Balotelli.
Tinha uma família de canibal num tradicional domingo em família.
Isso é uma piada ou é um caso?
É uma história, né?
É uma história, é uma história.
Tava a família real, todas as histórias que eu conto aqui são reais. Aí tinha uma família de canibal daquele tradicional canibal, canibal, canibal.
É um canibal, Edmundo, é muito canibal.
E eles xingamento na mesa: tu é canibal demais, não sei o quê.
O canibal te convida para o churrasco no domingo, tu nunca sabe se vai ser.
Exatamente.
Cuidado para não estragar a piada, Johnny.
Olha aí quem chega lá, galera! Olha aí, o comediaco obstáculos, bicho! Olha aí, ó, agora às 18:44, pula o Super Vini Moura. História do Calemba, é um campeão, é um campeão! Maravilha! Deixa o menino jogar!
Você é um cara entrando no pretile, ele percebe que quando um cara vai contar piada não dá para atrapalhar muito, que tu pode adivinhar, tu pode adivinhar.
Não, tava família de carimbó, aquela gritaria que nem a gente tá aqui no programa e tal. E aí a filhinha olha pro— a filha mais velha olha pro pai assim e fala: ô pai, ô pai, ô pai, pai, eu não gosto muito do meu irmãozinho. Aí o pai olha pra ela, tá, tá, então come só batatinha.
Essa história agora eu ouvi, eu ouvi quem é que convidou o Jory. Uma história sensacional que aconteceu, mas faz muito tempo, há muito, nem sei se vale contar de tanto tempo.
Fala, conta, conta essas manchetes sem informação.
Em determinado momento lá atrás, cara, isso deve fazer no mínimo assim, no mínimo por baixo 25 anos, 25 anos por baixo assim.
Conta bem aí.
E aí ia ter um evento chamado Grenal. Grenal do Amor ia ser o Grenal do Amor. Era um time de 11 atletas contra um outro time lá de 11 atletas. E aí ia jogar, ia rolar o jogo e tal. E aí, cara, não sei se eu vou continuar.
Eu acho que eu não vou continuar, meu.
Tá ligado que a história tá vindo com freio de mão puxado, entendeu?
Tá vindo com freio de mão puxado.
Eu tava pitando assim, ó.
Infelizmente não vai dar. Não vai ficar para o OnlyFans do Pretinho.
Agora nós ficamos curiosos.
É que daí convidaram lá para jogar no time do nosso time.
Ele não passou do Dudu.
Eram os com camisa quanto sem camisa. Convidaram para jogar no time dos com camisa um cara que era modelo, bonitão, pô, nosso amigo Fernando Joreggi, na época modelo, era modelaço, tinha cabelo na época, fazia lá o repórter casuca e tal. Normal, surfistão grandão, halterofilista. Aí, cara, tá, estamos esperando a van chegar, aí estaciona o carro do Jored, desce o Jored, e um do nosso time olha para todo mundo assim, diz assim: porra, quem foi que convidou o Jored?
Do tipo, era só remediado no nosso time, ele convida o Jored para jogar essa bola. Mas não dá, grande Davi Coimbra, Mas quem é que convidou o Jorel?
Já é muito mais.
É porque eu até já falei aqui no Pretinho a história do Ronaldo com o Roberto Carlos, né, que eles faziam a festa do, as festas do Real Madrid lá, aquelas rezeia dele, e eles não convidavam o Beckham na hora. Ele esperava a festa desenrolar, eles esperavam a festa desenrolar, e depois de 2 horas, ô Beckham, tamo aqui em tal lugar, para ele primeiro ele se organizar, para todo mundo se dar bem.
É isso aí, é os guri, pai, não tem, não tem.
13 minutos para 7. Vamos colocar aqui os classificados do Pretinho para os nossos amigos da CCGL Elite. De verdade, gaúcho como a gente. E JP, o preferido do Sul, o vinho de mesa mais lembrado pelos gaúchos é o JP. 2 Opalas, Alexandre!
Não tô brincando.
Porra, 2 Opalas! Quero fotos!
Temos fotos, temos fotos, tá na live já. Tem foto do motor, tem moto interna, tem foto de tudo. Próximo: boa tarde a todos, pretinhos! Meu nome é Fabiano e por meio deste canhão de audiência gostaria de apresentar 2 veículos que certamente encantarão os entusiastas automotivos. Trata-se de 2 Opalas. Opala 1, 1988, 4 cilindradas original. É 4 cilindradas que fala? 4 cilindradas, 4 cilindros, original, impecável. Sou o segundo dono, 4 pneus novos que não receberam nem 1.000 km, suspensão dianteira e traseira toda em poliuretano, sistema de embreagem toda nova, motor de partida novo, velas, cabos, filtros, óleos e motor e caixas novos.
Valor: R$80 mil. Opala número 2. 1990 é o Opala, 6 cilindros, original de plaqueta, impecável. 4 pneus novos, rodas esportivas, suspensão dianteira e traseira toda em poliuretano, sistema de embreagem toda nova, motor de partida novo, velas, cabos, filtros e óleo de motor e caixa novos. Valor: R$65 mil.
É mais legal cinza, é, mas aquele estofado, o garracheiro de cigarro.
Fabiano André, 17, número 1, número 7, @gmail.com. Fabiano André 17, @gmail.com. Os carros estão em Viamão, os carros estão em Viamão. Um abraço a todos. Viamão, Viamão.
Só para tu não esquecer nunca mais, Gomes, a diferença entre cilindro e cilindrada, tá, Gomes?
Qual que é?
Cilindro é o número, é o número de cilindros que o carro tem. O carro pode ter, sei lá, um Twingo tem 3 cilindros, um carro normal tem 4 cilindros, tem o Opala 6 cilindros, tem o Maverick 8 cilindros, tem lá a Ferrari 10 cilindros, a McLaren 12 cilindros, sei lá, é o número de cilindros. Cilindro é uma coisa, cilindrada é a quantidade de gasolina que cabe dentro deste cilindro, que faz o motor a combustão funcionar.
Qual é a tua cilindrada, Gomes?
Quanto cabe de gasolina nesse pocete aí?
Esse cilindrão aí cabe uns 22 centímetros. Mas daí tu pegou muito pesado, né?
Pegou, é o gasolina, porra.
22 centímetros, aí não deu, né?
Vai dar o pretinho inteiro aí.
Isso, a gente invade, né?
Os cúbicos seria dessa, vai dar o pretinho inteiro.
Vamos fazer o show do intervalo, a gente volta em seguida com o pretinho básico aqui na pauta.
Só não vê que ele já morreu. Fala, boca!
O básico volta já.
Agora na Atlântida, memória de elefante.
Elefante Letrado apresenta Palavra do Dia.
Cacofonia. C-A-C-O-F-O-N-I-A.
Cacofonia vem do francês cacophonie, derivado do grego kakos, que significa mau ou defeituoso, e phone, que significa som ou voz.
A cacofonia ocorre quando a união dos sons de palavras próximas produz um efeito desagradável, estranho, ou até um significado involuntário. Vou mijar.
Ele vai logo embora.
Eu ouvi pela boca dela.
Ele só viu ela contar.
Todos ficaram sabendo pela Dona Rita.
A Dona Rita estava de roupa. Elefante Letrado, a plataforma de leitura das melhores escolas do país. Acesse Elefante Letrado nas redes sociais e descubra mais.
Memória de Elefante, para mais curiosidades. Acesse elefanteletrado.com.br.
2 minutos para 7, estamos de volta com mais um pouquinho de Pretinho Básico. Eu queria botar um materialzinho aqui. Eu tenho uma piada do Joãozinho que não tem a menor graça, e tem também um texto de um garotão que tá em dúvida sobre o futuro da relação que ele está vivendo. A piada sem graça, a piada sem graça, mas é Algum voto na piada sem graça?
Eu vou na piada sem graça também.
Vamos então, piada sem graça.
A piada sem graça é do Joãozinho. Um dia o Joãozinho acordou todo entusiasmado gritando truco para tudo que é lado. Aí a mãe perguntou se ele queria tomar café e ele respondeu truco. A mãe achou estranho, perguntou de novo e ele voltou a responder Truco! Pai achou estranho, perguntou o que que tava acontecendo. Ele olhou bem dentro do olho do pai dele e falou: truco! Os pais preocupados então chamaram o médico. Quando o médico chega à sua casa, vai examinar o garoto e fala para o garoto: fala 33.
E ele grita: truco! Vocês estão me ouvindo? Sim, sim, tá. Não, é o que que eu avisei, que a piada era ruim.
Vai que tá boa.
E quando ele grita grita, truco! Para o médico. O médico responde, retruco! E ele então responde, vale 4! E o médico se vira para os pais, que ao mesmo tempo espantados perguntam, e então, doutor, o que que ele tem? E o médico, em tom de pesar, conclui o diagnóstico dizendo, é, eu acho que ele tem um as de espada.
Era boa, era boa, era boa, era boa! Tá com espadão nessa confiança, Tava com espadão, era boa, era boa, era boa.
Mas sabe o que que é, Alexandre?
Muito tempo que tu não joga truco.
É muito bom, é boa piada, é boa piada também. Mandou um saudável lá para gente aqui.
Nessa confiança é o basto e o espadão, é os dois ao mesmo tempo.
É que de repente é truco, baralho, história.
Vamos fazer então a eleição do craque do episódio. Pode começar votando aí, Maionese.
Eu voto em Johnny Vasconcelos.
Johnny Vasconcelos leva o voto do Maionese. Por algum motivo especial, Maionese?
Porque você me perguntou em quem você vota, aí esse é o motivo que eu votei no Johnny. Se você perguntasse quanto é 4 4, eu diria 8. Então meu voto é no Johnny Vasconcelos.
Eu achei de uma estupidez absurda a tua resposta.
Maionese tá azedo hoje porque eu só perguntei.
Aí eu te respondi por que tu votou nele.
Ele te bate, bate feito maionese.
Não vai responder.
Eu votei nele porque eu gostei da presença dele, achei ele um cara entusiasmado, um cara que conseguiu entregar com muito avô-lúquia a sua participação no programa.
Quando faz a pergunta por que, o cara já responde na hora.
Ele não tava nem prestando atenção na pergunta, ele falou Jorivas Corcellos porque quis. E tu, Jori, vota em quem?
Hoje eu vou votar no garotão Rafael Gomes aqui, né?
O Rafael Gomes tá dando banho, né?
Tá voando.
Por quê?
Ele convidou Gomes convidou ele para vir.
Tá sentado, o Gomes tá sentado em cima de um controle. Não, não, não, de um senso de responsabilidade e pertencimento que eu jamais vi. Parabéns, de verdade. Então vai votar em quem, Gomes?
Eu vou votar em Rodrigo Adams, que achou que ia ganhar o voto.
Não, não, não, não, não por mim, não por mim, mas pelo voto do Adams mesmo, que eu achei, achei Meu Deus, porra, Nilson!
Agora tu dá tua opinião.
Desculpa, tu vota e tu induz o voto?
Não, não, eu não tô induzindo.
O Adas apanhou quietinho na abertura do programa, que tu disse que o cabelo dele tava ruim.
E a cabeça, porque ele me bateu primeiro.
Ah, o cabelinho de motel.
Mas ele ficou quietinho, ele ficou quietinho. E depois, porque ele tentou salvar uma coisa que a gente ia fazer no programa. Ele tentou salvar e eu vi o que ele tentou fazer. Então o meu voto é nele.
Tá bem, tá bem, merecido então. Tu acha que ele merece?
Merece.
E tu de camiseta laranja, Adams, vota em quem?
Salmão.
Eu vou votar no Vini porque a história da família ali do canibal, dos canibais, foi muito bom, foi muito bom.
E tu, Vini Moura, vota em quem?
Bah, Alexandre, eu vou votar em ti.
Por quê, Vini?
Cara, porque eu acho que tu veio numa expectativa baixa na piada ali no final para encerrar o programa Gustavo de Ouro, e a piada Essa foi boa, era boa piada mesmo.
Ah, que bom, obrigado, Vini. Mas eu aprendi com a vida sempre baixar a expectativa, né? Porque isso é verdade, é a mãe da merda, né? É verdade, frustração, é verdade. Obrigado pelo teu voto, Vini Moura. Não falta mais ninguém votar. Voto eu, voto em Rafael Gomes, obviamente, né? Não, vocês todos não merecem. Não, Adam não merece. Vota em vocês todos. Veio citar Peninha neste programa. Ora, por favor, inacreditável. Por favor, veio citar Peninha.
Integrante deste programa. Orgulhoso! Grande Peninha, meu vizinho Peninha. Descobri isso agora.
E tu escuta ele do teu apartamento?
A vida tem dias gravando os vídeos, apartamento no meio da minha casa, eu escuto ele gravando os vídeos dele, cara. Inacreditável, desagradável. Muito bem, era isso por enquanto. Voltaremos amanhã, 1 da tarde, com o Pretinho Básculo. O craque do episódio é o garotão Rafael Gomes. Obrigado pela sua audiência, pela sua parceria. Uma boa noite de terça-feira e amanhã, 1 da tarde, a gente tá de volta aqui contigo na Atlântida, no Pretinho. Tchau!
Elefante Letrado
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