Pretinho Básico | 23/07/2026 13h
Perdeu o Pretinho Básico das 13h no ar? Tá na mão. ☕
De segunda a sexta, o PB vai ao ar às 13h e às 18h na Rádio Atlântida com transmissão ao vivo em www.youtube.com/@atlantida_tv
Aqui no Spotify, você encontra as duas edições para ouvir quando e onde quiser.
Agora dá o play e vem rir, comentar as notícias do dia e acompanhar as histórias de ouvintes, debates e convidados que fazem do Pretinho Básico o maior podcast de humor do Brasil.😎
Alexandre Porto Vetter
Leandro Bortolatti
Pretinho Básico
Rafinha Menegasso
- Cobertura da Copa do MundoRetorno para a família · Desafios da distância · Apoio da equipe e família · Acidente do filho Rafa
- Cannabis medicinalExperiências nos Estados Unidos · Legalização e regulamentação · Tratamento de dor · Policiamento e controle
- Perda de objeto pessoalCachorro de pelúcia Spike · Recompensa por devolução · Apelo aos ouvintes
- Mega-assalto no ParaguaiSeu Celso Maidana · Reação armada · Segurança familiar
- Mudanças geracionaisBaby Boomers · Geração X · Millennials · Geração Z
- Aniversariantes do diaDaniel Radcliffe · Felipe Dilon · Sheila Mello · Mônica Lewinsky · Slash · Renato Borghetti · Luiz Araújo
Olá, Alexandre Fede.
Ô Gomes, eu acho que tu não tá me ouvindo. Tá me ouvindo, Gomes?
Eu tô te ouvindo, Alexandre.
Tu tá me ouvindo? Ô Gomes.
Não, para, não faz isso.
Rafael Gomes, estás me ouvindo?
Vou estourar trilhantinho.
Eu acho que o cara não tá me ouvindo, mano.
Boa tarde, Alexandre, tá no ar?
Agora tô, agora tô te ouvindo. Muito boa tarde, Rafael Gomes e querida audiência da maior rede de rádios do sul do Brasil, a Rede Atlântida, em todas as plataformas, no ar e também online. Estamos chegando com o Pretinho Básico para Biscoitos Zezé, carinho que vem de família há 58 anos. Muito boa tarde, Rafael Gomes. Boa tarde, interino substituto do Pretinho Básico.
Tamo na área, tudo bem contigo?
Coisa linda, tudo bem também. Contagem regressiva, o Stock Center de Carazinho inaugura na próxima terça-feira, dia 28. E aí, Rodrigo Adams, muito boa tarde, meu querido, tudo bem?
Estamos na área sentindo esse ar de Porto Alegre, essa coisa maravilhosa de estar em casa perto das pessoas que Te amamos. Pena que tu não tá aqui para a gente dar um abraço, mas vamos dar esse abraço aí na tua volta, meu camarada.
Em breve vamos estar nos abraçando aí num churrasco da rádio, com toda certeza. Banrisul no Move Brasil, carro novo para motoristas. Acesse banrisul.com.br. Leandro Bortolatti, fala, nenê!
Como é que tá, Alexandre?
Pô, chega aqui, que saudade, que saudade!
Eu chego aqui, não tá tu, não tá o Rafinha, não tá o Léo. Pô, eu queria abraçar o Né, pelo menos eu já abracei, igual já abracei todo mundo aqui. Os abraços, abraço é um negócio legal, né, cara? O abraço, o abraço quando ele tem o sentimento da saudade, ele é diferente, né?
É uma troca legal de energia.
É verdade, é verdade.
Também acho que não faz muito sentido tu abraçar um cara que tu não conhece, né? Qual é o motivo do abraço um cara que tu não conhece? Bom, que baita pauta para o Quase Nada hoje, verdade. Por que que se abraçaria um cara que a gente não conhece?
Gol do teu time.
Aí começamos, aí começamos o assunto.
Gol do teu time, quando tá no estádio e teu time faz um gol, tu abraça quem tá do teu lado.
Não importa, álcool também, álcool em profusão também.
Casa de divertimento para adulto também.
Olha aí o professor Anteloc, como é que é o Anteloc? Baita personagem da Copa do Mundo. Aliás, só se fala nisso aqui onde eu tô, todo mundo que me encontra fala, ah, o que que é aquele Anteloc lá? Que é aquele maluco lá que faz o Anteloc e tal? E aí eu falo, pô, Rodrigo, Adams, né, cara? Porque o Adams é um talento da nova geração da Atlântida. The Best Açaí, porque o melhor açaí é do seu jeito. KTO, baixe o aplicativo. É proibido para menores de 18 anos, bem como o site.
Ministério da Fazenda adverte: aposta não é investimento, jogue com responsabilidade. Tá colocada a mesa do Pretinho Básico. Adams, Lelê, Gomes, Então vamos dar-lhe aqui, destrinchar esse roteiro bacana do dia 23 de julho de 2026, Dia do Guarda Rodoviário. Um abraço a você, policial rodoviário, tanto da PRF quanto da Polícia Rodoviária Estadual, nossos amigos, nossos ouvintes, queridos parceiros.
Abraço para turma aí que pega um monte de vinho na fronteira, né?
Tá certo, trabalho deles, né, Adams?
Eles pegam vinho na fronteira.
Já viu aquele Operação Fronteira de segurar contrabando, o cara, o cara vende. Sim, é, o nome daquilo é descaminho.
Não, quando eles pegam, eles botam num leilão.
Sabia disso?
Não sabia.
Mercadoria apreendida, eles vendem. Não é eles que vendem, né, cara? Mercadorias apreendidas pela Receita Federal geralmente são leiloadas.
Sabia disso?
Eu gosto muito da Operação Fronteira. É mesmo?
É, eu acho muito legal.
Eu acho um barato quando o cara sabe que tem um ratão ali que tá querendo meter o louco, sair fora, tá cheio de descaminho. Aí ele só se olha e diz assim, ó, tem capivara na pista.
Lá nos Estados Unidos agora, Alexandre, os dois estão num bronze, velho. Sim, cara, trabalhando no sol 40 graus.
Eu não tô aparecendo aí, não sei por quê, tá? Tem uma galera reclamando na live aqui que eu não tô aparecendo, mas não tô aparecendo, tem problema, não tô lá também para não precisar aparecer.
Os deslocamentos aéreos que a gente fez nos Estados Unidos, Alexandre, a gente passou por um procedimento que no Brasil eu nunca vi, que são aqueles corredores que têm ventiladores e um cachorro. Certo, né? Bem, bem interessante aquilo ali, né?
Muito, porque circula e qualquer cheiro o cachorro passa.
Qualquer cheirinho errado o cachorro já— eu, graças a Deus, passei tranquilo. O cara quando não tem nenhum problema ele passa tranquilo nessas coisas, né, cara?
Tipo celular, né?
O celular tranquilo na cabeceira da cama, zero, cara, zero.
Mas é outra vida, né, cara?
É outra vida. Agora aconteceu com um amigo meu uma coisa muito, muito louca, Lelê, porque dentro dos Estados Unidos existem estados onde o consumo recreativo da maconha é liberado.
Sim, nós vimos isso em loco, né?
Não é liberado. E aí um amigo meu, ele saiu de um estado onde era liberado e sem querer tinha lá na bolsa da bermuda cargo, aquelas que a gente usa no planeta, é o que o cara usava no planeta, né? Aquelas bermudas. E dentro do troço, dentro do bolso, tinha ali um não sei quanto que tinha, que tava levando ali, sei lá, uma grama, 2 gramas, 1 grama, 2 gramas, sei lá quanto. Mas na chegada no estado onde não era legalizado. Ele não sabia que tava com o troço, entrou tranquilamente, passou, saiu, foi-se embora.
Quando chegou em casa, ele botou a mão no bolso e viu o que que tinha. Esse magrão, ele ficou doente uns dias, cara.
É, mas é que as ruas de Nova York, as ruas de Nova York são nauseantes.
Essa é a palavra, cara.
É demais, é demais. Ele não tem escape, cara. Tá louco, velho.
É muito ruim, cara.
Mas assim, ó, mas uma Outra coisa também é o seguinte, eu falei isso aqui num dos programas que eu tava lá e repito agora que eu chego aqui, é, cara, tu entrar numa loja que é o negócio legalizado para comprar um remédio, que eu tava com uma crise, né, quase uma crise de coluna, de coluna lombar lá, e um amigo brasileiro que mora lá disse assim, cara, vai nessa loja aqui de cannabis e compra esse comprimidinho aqui que vai acabar com a tua dor nas costas.
Só importante, só toma metade. Aí tu entra na loja O cara te— primeira coisa que tu tem que entregar na loja, na porta, é o teu passaporte. Mostra. Aí tu vai, um atendimento, cara, as pessoas extremamente bem, bem, bem, bem calminhas. Não, cara, e bem informadas. Tanto que é tudo por iPad, tu não fica perguntando, é tudo no iPad, sabe? Tem todas as informações de todos os tipos de remédios, todas em tablets, né, para que tu possa comprar ali o que tu quer.
E eu comprei esse remédio lá, o Adam saiu dançando igual Snoopy Doggy. O Adam estava comigo, viu, cara? Eu tava mal, cara, eu tava para ficar mal. Tomei o troço, no outro dia, cara, eu acordei zerado, não tive mais dores. Tanto que eu tô com a outra metade dele, né?
É um movimento importante que deveria chegar, pois é, nas autoridades para que entendessem, para que fizessem uma análise mais aprofundada da necessidade, né, que as pessoas têm. E a ciência já provou que é eficiente nesse sentido.
Não querem liberar maconha para fumar, tudo bem, mas então liberem para fazer remédio, cara. São remédios que têm alto poder de cura para um monte de coisa. Façam isso pelo menos.
Mas é muito louco, né, Lelê? Essa discussão aqui no Brasil, ela é esquizofrênica, né, cara? Porque como assim, ah, não queremos liberar, mas todo mundo fuma em tudo que é lugar, todo mundo sabe onde comprar. Hoje tem dispensers oficiais com médicos que assinam receitas, né? Tu vai lá, faz uma consulta, o cara diz, não, tu realmente precisa disso aqui, disso aqui. Ou seja, Tem um mercado já, tem uma indústria já legalizada no Brasil sobre isso.
E enfim, cara, os caras utilizam também deste artifício para poder consumir legalmente, né?
Nesta loja que eu entrei para comprar o comprimido, tinham, tava muito calor no dia e tinham 4 policiais, né? O Ademicon até tava comigo, às vezes não entrou, mas ficou lá de fora. E tinha 4 policiais na porta se protegendo do calor porque tinha uma marquise assim, e um deles até com a perninha dobrada assim encostada na parede, sabe? Eles estavam ali no momento de relax deles do trabalho, se livrando do calor, tomando uma aguinha na porta de uma loja que vende cannabis medicinal.
É que é uma puta imagem constrangedora assim, né? Porque os cara aí na porta, como é que eu vou entrar e fazer não sei o quê? É a mesma coisa que acontece em Nova York, né? Inclusive para pessoas que estão acostumadas, né, que convivem com outras pessoas que fazem uso da substância, tu passar em Nova York vendo uma esquina, 3, 4 policiais, e do outro lado 3, 4 executivos fumando maconha.
Fumando parecendo a Estátua da Liberdade. Os cara fumam uns jambolão, umas toras assim, sabe, que é uma loucura, velho.
E muita gente, muita sorveteria também na volta dos dispensers.
E aí, bolachinha de negócio, né, cara?
Cookie, que é bom, né, cara? É isso aí. Ô meu, então vamos aqui com o dia do guarda rodoviário. Nosso petinho básico é o Antônio. Antônio, pera aí, do gato de 5 anos do tutor Bernardo Reale de Porto Alegre.
Ah, que lindo, cara!
Lindo gato, hein? Gato com elefante. O Petinho Básico no Pretinho tem um oferecimento de Leroy da Supra Pets, nutrição com propósito para o seu gato. Dê uma coisinha de qualidade para o seu gato, né? Afinal de contas, você depende do seu gato, ele não depende de você.
É verdade.
O que que tu dá para o teu gato, Alexandre?
Ah, eu dou só coisa boa para o meu gato, né, cara? Eu dou castanha de caju.
Aliás, ele já—
damasco, pistache, beijo na nuca.
Cheguei em casa ontem, depois que fui recepcionado pela família no aeroporto, aí cheguei em casa, as duas gatas cagaram para mim.
Claro, abandonou ela.
É porque vão estar puta contigo, né, cara?
Não, mas é que tá, deu meia hora, começou a aproximação, sabe? Aquela coisa assim. Daí uma hora eu sentei para conversar com a minha filha. A Salete veio, sentou no meu colo, e a outra sentou atrás assim, que a outra não é muito assim. Mas elas começaram a sentir o cheiro e vieram para volta.
O gato ronrona, né? Ele fica fazendo aquele— é mais ou menos o que o Lelê fez durante 45 dias nos Estados Unidos, só que em decibéis muito diferentes. É o Lelê, foi meu gato aí, só que ele era uma Brasília.
Alimentação, né, cara? Alimentação é difícil nos Estados Unidos.
Mas agora tem uma coisa muito engraçada sobre esse negócio do gato aí, né, cara? Pô, cara, eu quero ter um cachorro em casa. Porque o cachorro, quando chega, ele vai até a porta abanar o rabo, deita, vira de barriga para cima, pede teu carinho. Se é para ser ignorado, eu já sou casado, tu entendeu? Eu sou casado, chego em casa, não tem ninguém me esperando na porta.
Eu sabia que vinha a botada.
Parabéns pela coragem.
Mas dependendo, dependendo do gato, ele abana o rabo para ti, Alexandre.
É verdade, dependendo do gato. Ouvinte aniversariante é Marcelo Bittencourt da Silva Filho, o Biru. O Biru é engenheiro mecânico e também de segurança do trabalho. Ele é de Viamão, mora em Marechal Cândido Rondon, no Paraná, e tá fazendo 32 anos. O Marcelo Bittencourt da Silva Filho, o Biru. Parabéns aí, Biru! Saúde e prosperidade! Aniversariantes famosos: Daniel Radcliffe, ator, 37 anos. Pensei que fosse mais velho, cara.
É o Harry Potter, um dos atores mais bem pagos por um só papel no mundo.
E se quiser já largar, largou, né?
Não, ele faz o que ele quer por dinheiro.
Eles lançaram uma série nova agora do Harry Potter, mas é impressionante. Tu vai olhar ele, a Hermione, a turma toda ali, tu diz: ah, mas os Kentucky são os outros, né?
Mudaram todos os atores, mudaram todos os atores agora. Mas isso é normal.
O cara sabe que o Harry Potter nunca me pegou, cara. Eu não assisti nenhum.
Ô Alexandre, eu não tinha assistido até o ano passado. Aí como eu fui para o parque da Universal, a Bruna me disse assim, ó, cara, tu tem que assistir porque vai fazer sentido. Aí sim, eu assisti o primeiro.
Aí tu levou a varinha?
Eu levei a varinha. Ô meu, eu assisti o primeiro, disse, tá legal. O segundo, tá legal. O terceiro, aí eu disse assim, mano, isso aqui é muito legal, velho. É muito trem mesmo. Eu revi toda a minha opinião assim. É legal, Alexandre, é legal.
Bem legal também. Vou botar na fila das coisas que eu tenho para ver já uns 10 anos.
Senhor dos Anéis também é bom.
Cara, eles passam filme todo atrás de um anel.
Felipe Dilon fazendo 39 anos hoje.
Aliás, um dos grandes, né, o cara aproveitou bem a época da Copa agora, né, cara?
Posts muito legais.
Eu separei a dedo essa arte aí que tem ali, ó, a taça da Copa no Porta dos Fundos, porque ele entendeu que ser meio trash é legal. Então ele faz vídeo e conteúdo muito trash para viralizar, velho. Ele fechou um monte de publi, ele ganhou milhares de seguidores e ele virou pop de novo assim.
Ele, cara, ele fala tipo Natan.
Ele fala uma coisa que tu faz muito, que tu fala muito também, Rafa, é sobre rir de si mesmo.
É isso aí, isso é importante. Aprendi isso nos É, bota aí.
Boa!
Sheila Mello, a dançarina, 48. Sheila Mello é a morena, né?
Não, a loira.
A loira. Ela é a nova loira do Tchan.
Ela é a nova loira do Tchan.
É linda, deixa ela entrar.
Sheila Mello, dançarina, 48 anos. Mônica Lewinsky, uma personalidade americana. Tá fazendo 55 anos, foi secretária ou porta-voz do governo Bill Clinton, né, nos Estados Unidos.
Ela virou palestrante agora, fala sobre feminismo assim e fala também sobre charutos.
O tempo, o tempo, fumante com tumaz de charutos, né?
Que loucura, né, cara? Como é que pode, né? O governo de um país como os Estados Unidos, né, cara? O país, porra, mais visado e poderoso do mundo é tão frágil, né, cara, nesses momentos assim. Como é que o troço vaza? Como é que acontece? Antes de vazar, como é que acontece?
E numa época, numa época, isso aí vazou numa época pré-jurássica de internet, era revista de fofoca, jornal. E hoje assim, o cara dá um peidinho aqui, vão sentir o cheiro na outra sala. Mas sabe, Alexandre, não interessa. Uma coisa que chamou muito a nossa atenção lá, que a gente tava nos Estados Unidos na época do 4 de julho, e eram os 250 anos, né, da independência americana. Cara, a quantidade de barco e avião que passou em cima daquele Rio Hudson, irmão, ali era só a turma da festinha.
Se eles quisessem largar na mão com qualquer país com aquela turma que tava ali, já, já dava problema.
Eles têm uma, eles têm uma paixão pela celebração do 4 de Julho que me pegou assim, cara. Realmente é totalmente diferente, claro, tudo é diferente, a cultura é diferente e tal, mas é que realmente a questão assim até do do próprio entretenimento, né, cara? Quantidade de shows que tem espalhados pelo país inteiro e tal, grandes artistas celebrando o Dia da Independência.
Vocês foram a show?
O Lelê foi?
Não, eu fui no show do Joe Jackson, cara, que é um cantor assim, tem um grande hit nos anos 80 e tal, mas eu fui porque eu gosto dele. E era num teatro interessante. Fomos no show do Pedro Ernesto De Nardini no Central Park. Importante, né? É que assim, Rafa, A demanda de trabalho.
Teve um sábado que a gente tava lá, tá entendendo, Alemão, o que que fizeram? Botaram o Pedro Ernesto chegando numa carruagem, cara.
Teve um sábado, cara, que ao mesmo tempo tinha o Bon Jovi no Madison Square Garden, o Jay-Z no estádio dos Yankees e o Jack White num tipo um gigantinho da Vila Zinzé.
Só que a gente tava trabalhando no Central Park.
Foi no domingo para fugir da concorrência, né?
Peter Irner, mais tranquilo, né?
Que Mas realmente é muito show para ir lá, mas a demanda de trabalho não deu, cara.
Muito bem. O guitarrista do Guns N' Roses, o Slash, está de aniversário hoje, fazendo 61 anos.
Tá no braço do Dindo, né? Meu músico favorito. É, esse cara aí é fora da curva, um cara que, meu, sempre teve à frente do rock and roll, porque é um cara muito pop. E por ser um cara muito pop, na época foi uma das principais tretas da história do rock com o Axl Rose, né, que veio explodiu Guns N' Roses é porque ele ia fazer uma parceria com Michael Jackson, cara. E o Axl não queria isso. O Axl que tinha uma situação lá que envolvia a infância dele, que ele teria sido abusado.
E foi bem na época que começaram os escândalos do Michael Jackson, de acusações e tal. E isso, cara, o Slash tava vendo muito na frente assim a questão de trabalhar com o mundo pop, que depois ele foi com Black Eyed Peas e diversos outros cantores assim. Ele tem muitos trabalhos, tá?
Aliás, Muito louco, Black Eyed Peas.
É, ele é foda, velho, na boa.
E o nosso, a gente pode dizer que o Slash é o Pelé da guitarra. Não, é o Borghettinho.
Ele nasceu hoje também, exatamente.
Hoje também é aniversário do Renato Borghetti, gênio da gaita, 8 pontos, fazendo 63 anos hoje.
É o Slash bombacha, é isso aí.
Grande Borghetti, parabéns, Borghetti, saúde, prosperidade. E por último, Eduardo Araújo. Cantor fazendo 84 anos. Apesar de toda a sua idade, eu acho que eu não sei quem é o Eduardo Araújo.
Ele é aquele cara que parece o Jackson Antunes, ele mesmo, ele mesmo da novela, mano. É igual, cara, ele é igual. É que a minha geração viu o vô e avó falando que era bom, né?
Eu acho que ele é da galera da Jovem Guarda.
Ele é o bom, ele é o autor de É bom, ele é um bom, não é o bom, não é o bom.
Também parece Charles Brown.
Vem quente que eu tô fervendo. Ele tem um monte de hit, velho.
Tá bem, então agora a gente entra nos destaques do Pretinho aí, meu irmão. Só esse, Andrinho. Massas Romena 40 anos, concorra um carro zero quilômetro. Consulte o regulamento no site promocalromena40anos.com.br. E Cassol, construir bem, para viver bem. Mulher morre após homem cair do 12º andar e aterrissar sobre ela. Pô, é muito azar.
E o cara que caiu morreu também?
Não, não.
Que ironia do destino, cara.
No Japão, tá, no Japão, um homem de 29 anos despencou do 12º andar em cima de uma mulher de 23. E ele cai exatamente em cima. Pô, vamos... A física, quando a pessoa é vista de cima, ela é bem menor a área pra ser atingida, né? E o rapaz que caiu do 12º andar, que não se sabe ainda se foi acidentalmente ou propositadamente. Por quê? Porque ele tá inconsciente, ele sobreviveu. Mas, meu, olha o azar disso, assim. Porque é uma região... Ocupada por edifícios assim, não é uma—
onde é?
No Japão, Nagoya. Nagoya não é uma região muito movimentada por pedestres. E a moça foi atingida por um corpo, por um ser humano, por um corpo que cai, morreu na hora. E o rapaz que caiu do 12º andar, graças ao amortecimento, não morreu.
Temos uma grande manchete aí, né?
É uma loucura.
Corpos resistem a 12 andares se cair de um outro corpo.
Inacreditável.
Um só, né?
No caso, depende do corpo também, né?
Verdade. Temos a circunferência.
Não sabemos se era um gordo. Não, eu conheço vocês, eu conheço vocês. Para matar uma pessoa caindo em cima.
Isso aí, gente que reclama de cagada de pomba nos cornos, tu imagina, tu tá do nada, cai alguém em cima de ti, né?
Gordo do céu.
Esses trabalhadores que trabalham assim mais, trabalhadores que trabalham Não, esses que trabalham, sei lá, limpando janelas, as coisas mais perigosas, geralmente o cara não pode ser gordo, né, cara?
Ou pode?
Não, não, não pode. Não, não sei que não, é que depende da estrutura, né? Se for um GG50 da Gerdau que tiver dando a sustentação, beleza. É, senão corre sério risco.
Pois é, sei lá, vai saber se o cara tentou, né? Quantos anos tem o rapaz?
29.
29, já sabe voar, né?
Próximo destaque, idoso. É, enfrenta o idoso aranha, enfrenta grupo armado e frustra tentativa de assalto.
Cara, tem um vídeo na live, esse é o Celso Maidana, tá? Seu Celso Maidana é um paraguaio que tava reunido com a sua família ali num tipo num salão de festas da casa dele e tal, quando ele começou a ouvir uma movimentação na rua. E aí quando ele abre a janela para ver o que aconteceu, ele já vai armado, ele pega a sua arma que provavelmente tá É uma 22, aquelas beretinhas. Tá guardado algum, só que velho, tem a câmera de segurança interna e a câmera externa, tá? Eram 5 homens fortemente armados que estavam tentando invadir a casa dele.
Mas era a casa do Seu Celso mesmo? Parece outra coisa isso ali.
Não, de acordo com a notícia, é a casa dele, tá?
Cara, respeitoso com as filhas do Seu Celso, família grande.
Pode ser as sobrinhas, né, Alexandre?
Também pode ser tudo.
E aí o seu Celso Maidana lá em Presidente Franco, no Paraguai, eram 5 homens fortemente armados, porque nas silhuetas da câmera externa tu consegue ver o cano longo. Eles estavam com arma de cano longo encapuzada, era um grupo, era uma quadrilha que é conhecida já por furtos. Eles vão em 5 justamente para fazer uma limpa na casa. E aí vocês podem ver ali, ó, quando ele abre a janela entra um cano. Ó, tá vendo ali o cano? Cara, o cano de uma espingarda, de uma escopeta, que é do seu Celso.
Esse é o mais louco. Ele tá com a pistola dele, ele abre, ele abre só uma frestinha da janela, e aí entra um cano da espingarda, escopeta, sei lá que arma era aquela ali de cano longo, que eles tentam abrir a janela.
E o seu Celso bota só uma pistola para fora ali, não é nem pistola aquilo, vamos dizer, um revolvinho, revólver, e já sai disparando.
E de acordo com as autoridades paraguaias, ele acerta 2 dos 5 criminosos que saem correndo quando ele começa a disparar. E aos 80 anos é o salvador da sua família, digamos assim, por ter reagido a um assalto que poderia ter fins trágicos. Seu Celso Maidana.
Já viu a 22 ali? Quê? Já viu a 22 cromada? Ficou 45 dias comigo e não viu, né?
Ele não viu, tadinho.
De costas.
Ô meu, tu sabe que o meu vô, né, que morava em Cerro Largo, o vô Afonso, né, o vô é de uma geração que, né, eu acho que talvez o teu pai também, Fetter, ou teu avô, os caras andavam armado, velho, sabe? Tipo no tempo do Fuca. E aquele, eu lembro do movimento clássico do vô assim, qualquer discussão que acabara, só ir na direção do onde tu guarda ali no Fuca os documentos do carro, era só tipo assim, é só fazer um gesto de que ia pegar alguma coisa, não pegava. Mas tu sabia que ali dentro tinha o coiotezinho, né? Se precisava, ele gritava.
Meu vô também andava com revólver, geralmente um 38, na capanga.
É isso aí, era o que eu ia dizer.
Numa coisinha chamada leva-tudo, era uma bolsinha de mão que os homens levavam, chamada leva-tudo, e também apelidada de capanga depois, porque dentro da leva-tudo tinha uma arma, né? Porque por isso era a capanga, porque tinha sempre um parceiro ali na capanga junto, o coiote.
Que loucura, meu! O vô tinha, meu, lembrei da história agora. O Fethi falou leva tudo, me veio um monte de lembrança. O vô disse que uma vez também tinha alguém devendo, já foi, né? Não tem problema contar essa história, não vai dar nada. Diz que uma vez foi cobrar uma dívida, um cara, ele tava devendo dinheiro para um cara e ele foi lá para negociar, né? Ele não tinha como pagar. Ele disse que daqui a pouco o cara foi botar o leva tudo na mesa assim, pá, disparou a arma sem querer, ricocheteou, estourou numa mesa, quebrou a mesa.
E o cara falou, Bah, tu podia ter morrido sem querer. Não, tá paga a dívida, tá tudo certo.
Olha isso, velho! Eu lembro do vô, a gente ia direto no caça e pesca lá em Cerro Largo. Daí tá numa das voltas da pescaria, cara, passou um grupo assim, uns 6 caras numa caminhonete, tipo uma Rural Willys, mas sem a parte de trás, assim como se fosse uma caminhonetezinha para os caras ir atrás. Isso, total. Aí quando vê, os cara passaram e tocaram o carro por cima do vô assim, ficaram rindo. E aí eu lembro do vô fazendo movimento indo assim no porta-luva, pegou, só abriu o vidro assim. Não foi, ou foi o vidro, foi a ventarola assim.
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Wayfair, every style, every home. Botou a mãozinha para fora e deu dois para cima assim. Eu só vi os cara da Rural Willis, os dois pipocaram ali em cima do Rio Ijuí na ponte assim, foram embora. Nunca mais vi uns cara, velho.
Era outro mundo, velho, era outro mundo.
Isso aí é 87, 88, imagina.
Mas esse mundo existe hoje em lugares como os Estados Unidos, né? Sim, onde, onde na Flórida, por exemplo, Texas, por exemplo, tu tem que andar armado. Para tu andar armado, tu tem que ostentar a arma, tu não pode esconder a arma.
É, o Texas é engraçado, né? Tu não pode ver filme pornô lá, mas tu pode ter arma.
Como é que tu sabe que não pode ver filme pornô lá?
Tentei, não vou negar.
40 dias fora de casa, né?
A saudade batendo. Parabéns, né?
Para quem encontra importante declaração.
Aí, moro, tu viu, tu viu o Lelê deitadinho, ficou com tesão e falou, opa, esperei, esperei o menino sair, né?
Não, não, não se compartilha esse tipo de situação. Exato, cara, tem um papai, né?
Mas até por isso a jerica mais furiosa que nós tomamos na parte de entrada de estádio foi no Texas. É, cara, eles deram um giricó geral nossos equipamentos lá.
Os cachorro, Peter, o Lelê ia passar pelos cachorro e dizer, pá, meu, se esse cachorro deitar, eu vou começar a rir, cara. Eu botei um treco, porque quando o cachorro deita é porque encontrou alguma coisa.
Não, mas por que que ele encontraria alguma coisa?
Nada, cara, mas só na implicância. Eu tava por rir, né?
Mas para. Mas é realmente a jerica lá do, do, eles não deixavam nem a gente transmitir. Se a gente tivesse algum equipamento que fosse utilizar o Wi-Fi do estádio, ele não poderia ser usado. Olha que loucura. Não me pergunta por quê, sabe?
Enfim.
É porque com a rede Wi-Fi tu pode invadir outras redes, eu acho.
Sim, sim, mas tava lá precisando do Wi-Fi, né?
Do 4 de Julho também, a gente falando, né? Como tava tendo essa festividade no Hudson ali, ia começar o foguetório, todo mundo filmando, ninguém conseguia subir os vídeos porque eles derrubaram toda a internet ali. Eles derrubaram toda a internet para evitar qualquer sinal de fraqueza, qualquer coisa assim que os cara pudesse se aproveitar, velho. Lá eles estão muito à frente assim nesse aspecto. Às vezes chega a ser até, sabe, tipo, tu perde um pouco da tua liberdade, mas é aquilo, a individualidade deles é a coisa principal assim, né?
E quando tu trabalha, o individual é sinal que o coletivo tá seguro. Então para eles é um baita negócio, né?
Exato. Olha, vamos dar uma girada na mesa aqui. Eu tenho uns emails muito interessantes aqui. Eu posso começar com um que fala sobre as minhas férias?
Pode, Alexandre.
Boa tarde, venho por meio deste expressar minha indignação com uma minoria barulhenta que comentou no YouTube do Pretinho de ontem às 6 da tarde. Estão falando que o Feter foi pra gringa porque é melhor do que o Rafinha. E eu respondo: se ele foi, é porque trabalhou e trabalha para isso, conquistou este lugar e esta oportunidade. Já o Rafinha está aproveitando suas férias em uma trip de surf, Algo que também é merecido. Posso fazer um comentário aqui sobre esse parágrafo?
Por favor. Quem tá na gringa é o Rafinha. É gringa, gringa, gringa, gringa e longe. Eu não tô, eu tô no Brasil, cara, pode ter certeza. Aqui, ó, no Brasil. 2: disseram que o Feder tá fazendo o programa de casa. E eu respondo: mesmo estando de férias e longe do estúdio, Ele está participando porque foi solicitado ou porque está exercendo o seu papel de liderança, função que desempenha muito bem. Não é à toa que está à frente do Pretinho Básico há mais de 20 anos.
Olha aí, Alemão, comentário também, comentário sobre isso aqui também. Sim, fui solicitado, não é porque eu tô, não, eu fui solicitado, óbvio, fui solicitado e aqui estou, óbvio, né? Poderia ter dito que não? Poderia, mas aí não ia ser legal.
Eu solicitei.
É isso aí, Sandrinho, tamo junto. E por último, o Gomes tem total competência para ancorar o programa. E digo mais, Alexandre, ele tem plenas condições de assumir esta responsabilidade.
Também não é verdade.
Porém, como mencionei acima, um líder continua liderando sua equipe mesmo durante as férias. Não é porque o Gomes não sabe fazer, muito pelo contrário. Apenas acredito que a dinâmica do Pretinho com apenas 3 integrantes não seria a mesma E nós ouvintes estranharíamos. Lembrando a esta minoria que não acompanha o programa todos os dias e fica criticando sem conhecimento, atualmente existem 5 integrantes de férias. Um forte abraço a todos do Pretinho Básico. Assina o nosso ouvinte Alex. Não sei de onde é o Alex, mas é isso aí, Alex.
Tu sabe por que que acontece essa coincidência de tanto integrante de férias, né?
Sim, porque nós somos desorganizados. Foi a última vez que isso aconteceu.
Não, Lelê, nós somos desorganizados.
São as férias daqui da 5ª série. Como produtor, preciso dizer que a gente é desorganizado.
Exatamente. Mas foi a última vez. No verão pode ter certeza, no verão já vai ser diferente.
Sim, aí vamos sair 7. Não, não, Lelê, nós somos desorganizados. São as férias daqui da 5ª série. Eu como produtor preciso dizer que a gente é desorganizado. Exatamente. Mas foi a última vez. No verão pode ter certeza, no verão já vai ser diferente.
Sim, aí vamos sair 7.
Não, não, brisa nenhuma.
Cada um de nós terá uma linda semana de férias para curtir com sua família. Olha que bacana! Uma semana de férias no verão e uma semana de férias no inverno. Não é bacana?
Aí, tipo, e as outras duas?
As outras duas é o recesso do fim do ano. Mas a gente discute isso depois, né?
É, semana que vem eu tô de férias.
Eu em agosto. Não, não, é este período agora já está, já foi. Como tá acordado, será cumprido. Mas eu tô falando já para o verão.
Ainda bem que eu tô acordado em casa.
Isso, tá conseguindo. Bota uma para nós então aí, Adams.
Vamos lá. Escrevo para esclarecer de forma simples as gerações. Parem de enredar com isso. O Rafa Gomes sempre acaba explicando errado. Que isso, velho? E isso passa a impressão de descompromisso com a notícia. Vamos lá. As gerações são intervalos de cerca de 15 anos. Baby boomers, geração Neto Fagundes, De 1946 a 1964, é a turma do pós-guerra. Geração X, Fêter e Rafinha, de 65 a 80. Lelê, é, o Lelê não tá aqui. Seria também essa daí, é que o Lelê é o Lelê do Velho Testamento, né?
Oi, tu tá na Geração X, tu nasceu em que ano? 73, pode ser? É isso aí. Millennials, Gorduléu, Rafa e Adams. Ela contempla de 1981 a 1996.
Então tem Vini Moura aí também.
Tem a geração Z, de 97 a 2012.
Vini Moura é 96. É, trabalhou na lareira, não é 96?
Trabalhou na colheita da bergamota ali no Caína. Vini Moura e Natan então seriam geração Z, ou só o Natan. A geração Z cresceu já conectado ao computador e acompanhou a tecnologia digital. O Vini Moura, por exemplo, é um Gen Z. Sim, não dá para dizer que o Vini é millennial. Quem não viu a banheira do Gugu não é millennial, porque ela foi exibida só até 2000. Vocês millennials lembram disso com a palma da mão, literalmente, algumas vezes.
A Rede Manchete, tenho certeza, O Vini conhece só de nome, enquanto vocês todos têm lembranças dela.
Ah, eu conheço só de nome.
Dos 14 aos 29 anos é geração Z, tem 30 é millennial. Em resumo, para ficar claro, adulto que não viu o Penta ou não tem lembrança dele é Gen Z. Eu, nascido no final de 98, não tenho lembrança do Penta e sou Gen Z. E parem de enredar, por favor. É, eu também tô Gen Z, mas poderia ser o Jay-Z, tá lá Sou público do Rafinha, mas admito, tá melhor ouvir o programa sem ele. Pô, grosseria! O anão tomou duas fumadas em 2 minutos.
Agora é 6:30 de ontem, né?
É 6:30 da manhã lá, Alemão. Não sei só que você hoje ainda ou é amanhã lá, eu não sei se é para frente ou atrás. Atrás, atrás, atrás, atrás. Então ele tá acordando agora cheio de calafrio. Quem mandou esse email foi o Eduardo de Itajaí, aqui em Santa Catarina.
Muito bem, muito bom, guri! Manda, Lelê, bota uma aí então, Leandro.
Olá, pretinhos! Na esperança, na verdade, no último suspiro de esperança, quero pedir que divulguem um fato que ocorreu nesse último final de semana, dia 19 de julho. Voltava com a minha família de Curitiba, onde fomos ao aniversário da minha irmã. No trajeto, entre as paradas para aliviar as necessidades líquidas de nosso organismo, acabamos por perder meu cachorro de pelúcia. Spy, que seu nome, ele não é apenas uma pelúcia, ele é meu companheiro dos últimos 18 anos.
Não, não, não, não, não, não, pera aí, tá, vai.
Quando chegamos em casa na madrugada de domingo para segunda, 3:15 da manhã, que eu dei falta dele quando fui procurar para levar para dormir. Eu sempre dormi com ele agarrada nele, sempre.
É uma moça agarrada nele.
Já tentei outros meios de encontrar, mas até sem sucesso. Meu marido coitado. Vendo meu desespero, retornou boa parte do caminho na segunda-feira à tarde procurando pelo acostamento, mas sem sucesso. Entrei em contato com um dos postos de gasolina que paramos, mas lá não foi. O outro posto ainda não consegui contato. Até uma matéria em um Instagram local foi feita, mas tudo sem sucesso. Ofereço R$500 de recompensa para quem me devolver ele.
Eu espero que alguém tenha encontrado e pegado. Na verdade, é a conclusão que chegamos pois se tivesse caído no acostamento, acho que meu marido teria encontrado. Peço encarecidamente que se alguém souber dele, entre em contato. Ele é muito importante para mim e também para o meu marido. Choramos abraçados pela falta dele. Só meu marido entende a força emocional que o Spike tem para mim. Espero que com vocês, que possuem uma vasta quantidade de ouvintes, possa ter uma repercussão maior e poder chegar até quem está com ele.
Eu não tenho como precisar podemos ter perdido, pois fizemos 4 paradas, 2 em postos de gasolina e 2 no acostamento.
Mas descrição física do bicho é—
como é que é o Spike?
Eu acabei de mandar a foto para live porque tem um martezinho de procura-se cachorro de pelúcia.
Eu já vi de tudo, cara.
Quando chegou esse email, eu falei, eu preciso botar esse email, cara.
Esse é o tipo de email que ele só consegue ser lido até o final porque o Rafinha não tá aqui.
Sim, né? Se o Rafinha tivesse aqui, nós não conseguimos achar o cachorrão.
Acharam, Lele? Não, atende, atende.
Esses números chatos que tá me ligando aí, ó.
Olha, saiu uma função nova, o silencioso, né?
É, pois é.
Eu tenho muita empatia com a situação da nossa ouvinte. Como é o nome dela?
O nome dela é Gerani, tá?
Gerani.
Gerani.
Isso, não, não na vida adulta, mas na infância do Téo, do meu filho, teve um peposo. Ah não, aconteceu uma situação parecida. A gente tava viajando do mundo, cara. E aí ele perdeu num quarto de hotel, ele perdeu um cachorrinho, cachorrinho da vida dele, o Campanheiro, que é um cachorrinho que ele tinha desde piazinho assim, o Campanheiro. Eu até tenho tatuado o Campanheiro no meu braço. E aí, cara, na hora de ir embora, o voo saía, sei lá, em 4 horas, a gente saindo do hotel, pá, cadê o Campanheiro?
Até eu tinha 5 anos de idade, eu acho, sim, no máximo 5 anos de idade. Cadê o Campanheiro? Pô, não sei cadê o Campanheiro. Não, Vamos embora, não vamos perder o voo não, não saio daqui sem o companheiro. E cara, e aí começou uma louca, frenética busca pelo companheiro. O companheiro tinha sido retirado com a roupa do quarto, a arrumadeira do quarto tinha— como é que fala o nome dessa função mesmo?
Camareira.
Camareira, exato. A camareira foi lá, recolheu a roupa, botou no saco, mandou para lavanderia. E o bicho tava junto e tinha ido, para encurtar a história, tinha ido para lavanderia junto, ficou enrolado no lençol. Cheiroso, ficou enrolado no lençol, exatamente. E aí, cara, fizeram todo um mutirão para ir atrás na lavanderia, para ir procurar as roupas do hotel. Imagina quantos quartos deve ter no hotel, quantas roupas deviam ter naquele momento. Em sei lá, 1 hora e meia, 2 horas, tinha voltado para o hotel cheiroso.
Pelo que a gente tá vendo na live ali, a foto que foi colocada, é marrom com Tá, e tem aqui, ó, cachorro de pelúcia perdido no acostamento da BR-101 entre Ibituba e Araranguá. Se a moça procurar em Ibituba, talvez ache.
É que faltou o M ali, mas deve ser o nervosismo, né? Isso, elas vão ajudar.
Ela termina o e-mail dizendo assim, eu sei que também eu vou fazer às vezes do Rafinha assim, é muito estranha a pinta, a pinta nega véia, perdeu ursinho de pelúcia.
É que ele não late, né, que não tem como avisar para Ficou para trás.
E aí ela falou, o nome dele é Spike.
O que que eu vou fazer?
Vou chamar o bicho?
Tem alguma coisa que não seja filho? Que não seja filho? Parei de cachorro, alguma coisa que não tenha vida, tá? Que vocês perdessem, vocês iam fazer um bololô desse jeito?
Uma vez um grupo de argentino esqueceu um outro argentino num posto aqui, indo embora.
É, mas é um ser humano, né?
Bom, sei lá, meu telefone, velho, que tá vindo.
Uma dessas aí, eu passei por isso.
O garotão conseguiu perder em Houston lá.
Perdi o meu telefone, deixei cair no Uber. Nós descemos numa resenha, aí cheguei dentro do parque, sabe quando tu vai dar aquela mijadinha e aí tu vai pegar o celular na mão e cadê meu telefone, irmão? E aí, cara, que salseiro foi para chá! Ainda tomei uma loprada de $200.
Não, mas bem tomada, né?
Não, não, mas tá errado.
Deixa eu só responder a pergunta. Quem é que foi? Foi o Adams que fez? Tem algum, conseguiu, cara? Eu tenho um objeto, cara, da minha pluviosa infância e adolescência que eu trouxe comigo até hoje, guardei, tá comigo até hoje, que é o Mach 5, o Mach 5, que é o carro do Speed Racer. E era um carrinho de ferro que eu tinha na minha infância e adolescência ali, ele tá comigo até hoje. Pô, se eu perder esse carrinho, eu vou ficar triste.
Legal.
Eu acho que eu tenho uma plaquinha que a minha avó pintou assim quando eu me mudei, ela me perdeu, mas tem uma história bonita também, tem tatuada a placa também. Acho que isso, meu, a coisa inanimada assim que eu mais valorizo na minha casa.
A Juliana encerra o email dizendo assim, ó: eu sei que é meio vago e tal, mas agora com a imagem a gente tá dizendo para audiência, é um bichinho de pelúcia marrom com branco. Mas eu acredito que não seja todo dia que uma pelúcia é encontrada ou no posto de gasolina ou às margens de uma estrada movimentada como a 101.
Desculpa, nosso ouvinte, eu achei engraçado para caralho.
Esperamos encontrar, esperamos encontrar um urso de pelúcia e mandar o email. Que mais tá lance nós encontrar esses?
Se a gente encontrasse, se a nossa audiência ajudasse a encontrar o Spike e a gente pudesse devolver o Spike para você.
Leva 500 palitos ainda, né?
Eu achei um pouco sensível da tua parte, mano, que tem uma filha mulher, né?
Eu tenho, eu tenho, eu tenho, mas se a minha filha casada há 18 anos com o negócio, se tiver que perder o ursinho, eu vou folgar tanto nela, muito mais do que eu tô folgando nessa ouvinte.
Tá bom, o que que nós temos agora aí? 15 para as 2, dá para fazer mais uma rodada. Deixa eu ver o que que eu tenho aqui. Pera aí, é um fã emocionado com o Lelê.
Opa, gosto disso!
O que que eu fiz, cara?
Hoje resolvi escrever neste exato momento, terminei de assistir ao vídeo do Lelê Bortolatti chegando em casa depois da cobertura da Copa do Mundo e reencontrando esposa filhos e confesso-lhes, chorei.
Mas que vídeo legal, Lelê!
A gente acompanha vocês diariamente, ri, se diverte, mas às vezes esquece que por trás do microfone existem pais, maridos, filhos, chefes de família que pagam o preço da distância para que o trabalho aconteça. Queria deixar registrado o quanto o Lelê merece reconhecimento. Que cobertura fantástica, competente, leve, carismático e extremamente profissional. Dá orgulho de acompanhar alguém que representa tão bem o grupo em que está inserido.
Pô, que legal esse email aqui, cara. E mesmo sem conhecê-lo pessoalmente, sinto um pouco de orgulho que imagino que a família dele tenha dele. Sou apenas um fã, mas um fã que admira profundamente o trabalho do Lelê e de toda a equipe do Pretinho, do Bola e da Atlântida. O que mais me emocionou foi o abraço, um jeito que os filhos correram para encontrar o pai, o carinho da esposa, a felicidade estampada em cada olhar. Aquilo não se finge, é fruto de alguém que, mesmo trabalhando tanto, conseguiu construir algo infinitamente mais valioso, que é uma família que o ama de verdade.
Eu ainda não sou pai, mas é um sonho. E assistir aquela cena despertou ainda mais esse desejo. Ver o amor do Lelê pelos filhos, o amor deles por ele, foi uma das coisas mais bonitas que vi. Parabéns, Lelê! No fim das contas, a cobertura da Copa vai virar lembrança, as reportagens ficarão arquivadas, mas aqueles abraços dos filhos, estes são os verdadeiros troféus. E aproveito para estender esse reconhecimento a vocês todos do time.
Um grande abraço de um admirador de vocês chamado Rafael. E aqui ele faz também um pedido de desculpas, longo e-mail. Ele faz um pedido de desculpas para o Rafael Borges.
É outro e-mail.
Ah, é outro?
Ah, não, então tá, então tá. Desculpa, desculpa.
Então tá, mas agradecer a ele, né, Petri? Agradecer também a minha família que me aprontou. Me aprontaram na ida e me aprontaram na volta, né? Porque a Kátia, minha esposa, disse que não ia poder ir ontem e tal, porque ela tava com umas demandas comerciais para resolver aí e tal. Né, e a logística ia ser difícil e tal. E eu acredito, cara, eu sou uma bobada para essas coisas.
A Kátia te faz tanta surpresa e tu ainda acredita, Lelê?
Mas é que na ida já tinham, já tinham aprontado para mim porque disseram que a Juliana, minha filha, não tinha acordado. Aí chegou no aeroporto, tava toda a família lá, sabe?
Foi muito engraçado porque eu saí uns 2 minutos antes do Lelê, ou 3 assim, e aí a minha família também tava ali. Daí eu tinha abraçado todo mundo, daí eles acenaram para mim, né, a turma do Lelê, ah, dançada, dando tchau. E eu disse, só matar o Lelê, vocês vão matar o velho, cara, porque ele tava, ele tá, ele tá. E assim, a cena tem uma, tem uma coisa peculiar assim, porque como a gente criou esse vínculo aí, que já é um vínculo de amizade de década, mas se aflorou muito assim durante esse período de Copa, né?
E ver o Lelê, pô, todos os dias conversando. O Lelê fez uma coisa lá que para mim assim, eu, eu postei um dia nos stories porque sempre me batia profundamente isso, que era o Lelê, ele parava onde fosse com os bonequinhos que ele carregou durante toda a Copa e registrava uma lembrança para os filhos dele ali. E sempre com cenários diferentes e tal. E eu dizia, pô, cara, olha tudo que a gente tá fazendo aqui, é uma loucura a nossa rotina de 4 turnos por dia carregando uma mochila com mais de 20 kg, cheio de história para contar.
E a cabeça e o coração do cara lá no Brasil querendo trazer o filho para perto daquilo ali, cara, muito legal.
O Rafa me deu uma miniaturazinha da Corujita e do Lagartixo, são dois dos PJ Masks. E ele disse para mim que era para levar com ele, para levar comigo, e que um era para ser ele e outro era para ser a Juliana, irmã dele, né? Então eu fiz uma historinha assim, basicamente todos os lugares que eu ia eu batia fotos, eu fazia vídeos e ficava mandando para a Kátia, minha esposa, para ela mostrar para ele. E aí ontem a gente filmou inclusive eu devolvendo os bonequinhos para ele assim.
Mas cara, é muito louco, Fábio. E agora também eu já posso externar assim uma coisa que eu segurei nesse tempo ali da cobertura, que foi que o meu filho teve um acidente aqui, né, no período que eu tava lá. Foi no dia do jogo do Brasil com o Japão, o Rafa teve um acidente no colégio, ele caiu de cabeça de um escorregador, ele foi internado no hospital e eu quase tive que voltar porque realmente a coisa ficou séria. E quando a minha esposa me informou que tava acontecendo, eu cheguei pro Thiago Cirqueira, que era o comandante da barca, né?
E falei, Thiago, eu tô com o seguinte problema aqui, meu filho caiu, bateu de cabeça e tá aí sob observação no Moinhos de Vento, né, no Hospital Moinhos de Vento. Se ele não melhorar, cara, eu quero voltar para o Brasil, não, nenhuma condição de eu ficar aqui. E eles me deram todo apoio na hora, mas graças a Deus, graças ao corpo médico do Moinhos de Vento também, cara, o Rafa se recuperou super bem e não teve nenhuma sequela, não teve nada, mas foram momentos de absoluta tensão e que a gente não transparece em momento algum no microfone, né, cara?
Porque as pessoas não têm nada a ver com nossos problemas pessoais. Só que estar distante e não poder ajudar, seja como for, um filho, e receber lá a foto da radiografia, sabe, que ele teve uma fissura no crânio, sabe, cara? Tu entra num desespero, velho, não tem explicação, não tem o que fazer, sabe? Mas aí, graças a Deus, graças aos orixás, graças a tudo, cara, o Rafa se recuperou muito bem. No dia, 2 dias depois já tava em casa, e 3 dias depois já tava tocando terror e tá tudo certo.
Então obrigado a todo o corpo médico do Moinhos de Vento lá, e obrigado a minha família pelo suporte também, porque se não tivessem a segurança que me passaram no telefone, certamente eu teria voltado. E um beijo especial também para uma outra pessoa que eu liguei que eu falei, essa eu preciso ouvir para saber o que que tá acontecendo com meu filho. Doutora Alice, eu liguei para Doutora Alice, como ela trabalha no Muniz, me ajuda com isso aqui, só me diz, me diz como é que tá, posso ficar tranquilo?
Ela falou, me dá umas horas que eu te respondo. Deu 2, 3 horinhas, ela foi lá, viu o Rafa e me respondeu, e eu fiquei absolutamente tranquilo. Um beijo, obrigado a todo mundo.
E nessas horas é tão importante a gente ter alguém assim, né, cara, dentro daquele lugar lá que é um hospital e que muitas vezes as informações elas demoram a chegar porque elas são muito delicadas, né? Muito. Na hora de liberar uma informação é tudo muito delicado, dependendo da situação, do quadro e tal. E nesse momento então é muito importante ter alguém.
E assim também, né, Peter? E ressaltar só também, cara, o apoio que eu recebi de todo mundo da equipe que tava lá, né? O Adams principalmente, que a gente era companheiro de quarto ali. Mas, cara, todo mundo ali, porque a gente acabou criando uma relação mão, essas pessoas que estavam lá, pessoas que a gente não é acostumado a conviver tanto no dia a dia, como por exemplo Maurício Saraiva, Eduardo Gabardo, a própria Kelly Matos, sabe, aquela, e a Kelly e o Gabardo que estavam os dois lá com o filho aqui, sabe.
Então as pessoas foram muito solidárias a mim e receber aquele conforto lá para mim foi muito, muito especial. Inclusive de pessoas da gestão daqui que ficaram sabendo que tinha acontecido e começaram a me mandar mensagem. Tudo foi muito bem-vindo porque, cara, repito, ter esse tipo de problema e tá longe, velho, é desnorteador, principalmente se tu tem um perfil resolutivo como é o meu assim.
E essas coisas não aparecem para audiência, né, cara? Porque o que que aparece para audiência no fim da história? Aparece o conteúdo que se gerou, a cobertura que se fez de um grande evento. E mais uma vez, acho que vale aqui um parabéns e um grande abraço para o Thiago Cerqueira, que é o executivo, né, por trás dessa, dessa barca com que o falou, tá, Copa do Mundo, né? Foi o cara que do zero ao cem criou essa barca que foi para fora para cobrir a Copa do Mundo pelo Grupo RBS. Claro que tem um monte de gente envolvida, né? Um monte de gente.
É complicado, cara, que é uma logística gigantesca.
De fato, o futuro papai Thiago Cirqueira, verdade, tá de parabéns por toda essa manobra aí.
É muito curioso, cara, assim, tipo tipo, ver o carinho e o respaldo que o entretenimento tem dentro do Grupo RBS depois de uma cobertura como essa, Fê. Até porque a gente sabe o papel sério que os nossos colegas têm que desempenhar, e a gente tá ali para distensionar, né, trazer uma narrativa do nosso dia a dia, o ponto de vista, levar o público para Copa do Mundo que não sai na TV nem no rádio. É uma Copa do Mundo à parte assim.
E cara, o respaldo que a gente teve, a liberdade criativa em nenhum momento a gente ouviu algo do tipo assim, ó, cara, acho melhor não, não faz, segura. Não, vamos ver o que que dá, vamos sentir. E aí eu me senti muito, cara, no nosso tipo de gestão aqui, sabe? Primeiro a gente faz, depois pede desculpa, sabe? E aí, meu, pedir desculpa ao invés de pedir com licença. É isso, cara. Pô, velho, e assim, ó, eu quero dizer que a gente teve dias de muita, muita felicidade porque teve um ambiente muito leve, que é o ambiente que a gente tem no dia a dia aqui.
Então, se a gente pode plantar uma sementinha dentro do nosso grupo de colegas aqui do Grupo RBS, eu acho que eu e Lelê, junto com o Jory, com o Divera, a gente conseguiu muito êxito, velho, de verdade.
Assim, dúvida, podem ter certeza disso. Então, por falar nisso, temos que pagar essa conta, né? Tá rolando. Então vamos fazer o show do intervalo e a gente já volta para fechar o Pretinho de hoje.
Pretinho Básico volta já!
Agora na Atlântida, memória de elefante.
Elefante Letrado apresenta Palavra do Dia. Parsimônia, P-A-R-S-I-M-ônia. O com acento circunflexo, NIA.
Parsimônia vem do latim e significa o ato ou costume de economizar, agir com moderação ou cautela, evitando excessos e desperdícios.
Uma pessoa parsimoniosa costuma usar seus recursos, seu tempo ou suas palavras de forma cuidadosa e equilibrada.
Ó, gostei da nova síndica, hein?
Falou com cerimônia, durante a reunião, escolheu bem ali, ó, cada palavrinha. Gostei dela, tem futuro.
É verdade, concordo contigo, Rogério.
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Estamos de volta com o Pretinho Básico para encerrar essa edição deste, dessa quinta-feira. Muito obrigado pela sua audiência, você que cola com a gente ao vivo aqui no Pretinho todos os dias. Aliás, nem falamos de futebol hoje também, não consegui ouvir.
Ah, coisa boa, cara!
Mas coisa boa que a gente não falou de futebol hoje.
Que deprê!
Os argentinos estão fazendo uma petição para jogar a final da Copa de novo. O que que tu acha?
Eu assino!
Tem 62 mil assinaturas já. Eu acho que a gente tem que chegar a 62 milhões, que eu queria ver esse jogo de novo. É uma O Dibu Martins não vai pegar tudo aquilo.
A gente tá fazendo um corte no Bola, eles não sabem o que que eles mexeram.
Mas isso aí é um vespeiro hoje de tarde, nós vamos subir para 200 mil hoje de tarde.
Bom, depois de tudo que aconteceu nessa Copa, não me espanta nada mesmo, me espantaria nada.
Se o Trump pedir, eles jogam, né?
Vamos dar-lhe aqui na escolha do craque do episódio. Vai querer votar em quem, Nenê?
Ah, vou estar no Rafael Gomes, cara. Essa, esta tremenda revelação de âncora que nós tivemos nesses 45 dias agora, tá louco.
Olha aí, cara, muito verdade.
Bom, bem demais.
Vota em quem?
Eu voto no Lelê porque eu também, eu como o pai mais recente da galera, ver o vídeo do Lelê hoje, eu me emocionei também, Lelê. E aí quando chegou esse email assim, eu pensei, putz, velho, eu por um Quero viver, mas também não quero viver ficar 45 dias longe, né? Tu fica naquele, naquela divisão. Então Victor encheu o olho d'água aí também no programa. E eu gosto dessa loucura que é o Pretinho, da gargarela, risada. Eu voto no Lelê.
E legal ouvir isso do Lelê também, né, cara? Especialmente por esse depoimento que ele traz do acidente com o Rafa. É, em 2010 eu fui convidado pela RBS tanto para Copa do Mundo quanto para final final do Mundial com o Internacional, é, para ir no, no, na época se chamava o Trenzinho da Alegria da RBS, para cobrir a Copa e cobrir, e cobrir o Mundial. E eu fui convidado, eu tinha recém voltado para empresa fazia 3 anos. E cara, eu não fui justamente pelo medo, cara, de ficar longe do meu filho, que era novinho ainda, né, cara, tinha 5 anos de idade, 6 anos de idade.
E aí eu optei não ir. E aí naquele momento foi o Potter. O Potter cobriu tanto a Copa quanto a final do Mundial do Inter. E, e, pai, eu não sei, se tu me pergunta, é, tu te arrepende? Não, não me arrependo, não me arrependo. Muito louco. Parabéns, Lelê, tu é um enorme.
É muito louco, cara. E às vezes até tem mais coisas, cara, que a gente nem traz para o microfone assim, porque como eu disse, não interessa para as pessoas. O que interessa para as pessoas é o que a gente entrega com produto, né?
Mas esse é o mais louco, cara.
É legal, é porque humaniza o que a gente faz, cara. Humaniza o que a gente faz. No fim do dia, cara, cada um de nós deita lá no seu travesseiro com o peso da sua vida, ou com a leveza da sua vida, ou com as coisas da sua vida para se preocupar para o dia seguinte. Mas nós somos seres humanos iguais às pessoas que nos escutam todos os dias.
Eu falo isso em terapia, Fêter, que para mim a coisa mais difícil do nosso trabalho— para todo mundo ver o nosso trabalho, barbados, grilo, achou os grilos fazendo rezada, cara. Coisa mais difícil difícil é o dia que deu uma merda na tua vida, que tu tava de ovo virado, que tu brigou com alguém, que não sei o quê, e tu tem que vir aqui dar risada. Putz, tu ser um cara triste, tu tá mal, tu tá tomando remédio, tu qualquer coisa, velho, um milhão de BO da vida do dia a dia, pagar conta.
É tipo os cara que tava escrevendo para mim, para o Adam lá, as férias aí que vocês estão, as férias que vocês estão, sabe quantos quilômetros a gente caminhou, Fê? Teria audiência, claro que sim, 600 430 km a gente caminhou, marcadinho no relógio. Tem que esperar quase 800 mil passos que a gente deu.
Lelê, a gente não pode se deixar impactar, cara, pelas pessoas que estão atrás de uma tela, na frente de um teclado, escrevendo o que lhes vem à cabeça, porque, cara, a gente é um pouco responsável pela loucura das pessoas, cara. Como é que é?
Nada, nada.
Não, cara, e principalmente assim, cara, porque para cada comentário desse assim, tu nem, nem os comentários positivos que eles, eles atropelam, não é nem isso. É o carinho das pessoas lá, cara, o carinho das pessoas lá com o produto que a gente faz aqui. Porque essas pessoas estão lá com as suas vidas. Muitas pessoas foram para lá praticamente com uma mão na frente, outra atrás, para tentar sua vida lá. Estão conseguindo, estão bem com as suas vidas, mas elas não largam o pretinho básico, elas não largam a plancha, não larga o bolo nas costas.
Entendeu? Isso é muito maluco, muito maluco mesmo, assim, maluco, maluco demais.
E tu, Adão, vai votar em quem, maluco?
Ah, eu vou votar no Lelê, né, que ainda tem muita coisa para contar dessa Copa ainda. Vamos esperar prescrever algumas coisas aí, dá para segurar, né?
Boa, boa. Então tá, o Lelê tem 2, o Gomes tem 1. Eu vou votar no Lelê também, pela sensibilidade do Lelê. O Gomes tá merecendo todos os votos nesses últimos dias aí, mas o Lelê, pela sensibilidade e pela história, cara. Cada vez o Lelê me surpreende mais, porque uma vez eu fiz um, gravei o meu Rangafu com o Lelê, e ali o Lelê foi muito aberto, muito transparente, falou de coisas da vida dele que nem eu sabia. E aqui tá o Lelê de novo, cara, no microfone de uma rádio, de um programa canhão como Pretinho Básico, emocionando as pessoas com a sua sensibilidade, com o seu estilo de vida.
E obrigado a minha prima que filmou ontem, né? Porque além de me aprontarem, ela filmou, porque eu não teria me preocupado em filmar, eu só queria abraçar as crianças Mas é que, mas é, cara, que cada vez mais, Peter, a gente vai vendo, cara, que a rede social ali, principalmente o Instagram, essas coisas de vídeo, cada vez é menos edição, cara. É a verdade, é a verdade que toca as pessoas.
A gente, quem a gente é de verdade, é isso aí, é isso que vende. Chega de frescura, chega de ficar babando. Ah, enfim, deixa assim.
Não, mas é isso, chega de perfil de casal também, ah.
Isso, não, não é isso, cara. É tipo assim, as pessoas ficam imaginando que algumas pessoas têm uma vida perfeita porque só postam a perfeição, né? Não é assim, cara. Ninguém vai postar perrengue, cara. Ninguém posta perrengue. As pessoas têm vergonha do perrengue que passa. Ninguém vai postar isso. É isso, era isso, cara. Mas não tem que ter vergonha porque a vida real é essa. A gente volta logo mais às 6 da tarde. Um beijo para todo mundo e obrigado pela audiência. Tchau, queridos!
Tchau, tchau! Você ouviu mais um episódio do Pretinho Básico, a maior audiência do rádio na sua cidade.
Banrisul
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Massas Romena
40 anos