Pretinho Básico | 22/07/2026 18h ⭐Neto Fagundes
Perdeu o Pretinho Básico das 18h no ar? Tá na mão. ☕
De segunda a sexta, o PB vai ao ar às 13h e às 18h na Rádio Atlântida com transmissão ao vivo em www.youtube.com/@atlantida_tv
Aqui no Spotify, você encontra as duas edições para ouvir quando e onde quiser.
Agora dá o play e vem rir, comentar as notícias do dia e acompanhar as histórias de ouvintes, debates e convidados que fazem do Pretinho Básico o maior podcast de humor do Brasil.😎
- Mercado de calcinhas usadasInfluenciadora fatura R$300 mil · Mel Breia · Playboy Nova Zelândia
- Carro capota e segue viagemAcidente em Blumenau · Rua 4 de Fevereiro · Morro da Goiaba
- Ford Maverick SL 1979 à vendaCarro clássico em Joinville · Valor R$79.900 · @mavericknobe
- Acidente de palhaço em circoPalhaço atropela funcionário · Mogi das Cruzes
- Higiene Pessoal Não-ConvencionalImportância do banho e hálito · Respeito e consideração · Casados e relacionamentos
- Internet e vídeos virais brasileirosOito serviços por domicílio · Globoplay · Netflix · Prime Video · YouTube
Olá, Alexandre Fetter! Olá, olá, muito bom fim de tarde, amigo e amiga ligados na Atlântida. 6 horas e 6 minutos, estamos chegando com o seu pretinho básico deste fim de tarde de quarta-feira. O Rafael Gomes, preciso falar contigo aí na linha de serviço. Tá tudo bem aí?
Tudo certo, Alexandre.
Meu som chega bem aí?
Excelente!
Tá, agora que a trilha tava um pouquinho alta, eu tava achando que eu não tava nem no ar. Fica tranquilo, fica tranquilo. Adoro como tu é malandrão. Aí, aí ele, aí ele, aí ele, ó! Tá bem, ô cara, tô procurando aqui o meu, o meu, o meu roteiro do glorioso Pretinho das 6 da tarde. É o mesmo da uma?
Isso, comercial é, tá no mesmo arquivo.
Entendi, tá, então tá lá embaixo.
Achei aqui. Boa tarde, bom fim de tarde, Léo Oliveira, também ótimo final de tarde para gente, meu amado Midas. Conheça o Wi-Fi Total da MHNET, sinal de internet que chega em todos os cantos da sua casa. Vero, a maquininha com a menor taxa e um banco completo para você. Seja Vero, o banco é o Banrisul 99, o app que te leva a viver o melhor de Porto Alegre. Quem mais tá na mesa aí? Me ajuda, Gomes, não tô vendo vocês. Neto Fagundes, hoje é quarta-feira, ele veio, rapaz!
Aí sim, meu compadre! Eu trabalho aqui, eu tenho que vir aqui. Se eu não vier, vou me demitir.
Nem que eu queira vir, é meu trabalho, eu tenho que estar aqui.
Toda vez. Não, a pior coisa de não ir no lugar é ninguém sentir falta, Tica.
É, isso é verdade, meu compadre.
Por isso que eu venho sempre.
Isso é verdade.
Muito bem.
Aliás, o Neto Fagundes, o único de nós que é, tem a sua, tem a sua estrela na calçada da fama. Exatamente, é o único de todos nós que entra no ar com o seu patrocínio exclusivo, e melhor ainda, com os produtos exclusivos do seu patrocínio. Neto Fagundes, me ajuda com a citação dos teus produtos Calemba. É linguiça, hambúrguer e uma linha completa de produtos Nego Velho Calemba. É isso, meu cumpadi?
É isso aí, vem novidades pela frente aí também, né? Tem mais coisas chegando. Então agradecer muito a parceria com a Calemba, porque é uma marca importantíssima de Santa Catarina que tá aqui agora conosco, aqui no coração do Pretinho Básico, né? Levando para esses produtos que eu tenho muito carinho por eles, pela seriedade com que eles trabalham os seus produtos. Eu entro com a marca de credibilidade, de tudo isso. Eu entro encostando a linguiça bem no varejo.
Tá bem, meu cumpadi, vamos dar aqui então nos destaques do perfil básico aí, meu irmão. Zagonel, as melhores soluções em duchas e torneiras, @eletrozagonel nas redes sociais. E Redmac, tudo para construção, reforma e decoração. Redmac, a gente é de casa. Tá tudo bem com meu som mesmo aí, Gomes? Desculpa perguntar de novo, eu tô sendo chato. Tá bom, tá bom, tá bom, tá bem, tá bem. Oi, Maionese, querido, tudo bem contigo?
Tudo ótimo. Estava participando do programa do Rio Grande do Sul mais cedo, o programa do Palhaço Maionese.
Um palhaço Jefferson Moraes não tem um programa. Fétter, eu peço desculpas, mas o Maionese, ele invadiu o Quase Nada. Eu tava ouvindo e ele ficou dando dicas para as crianças e dizendo que era o programa dele. Então eu tive que cortar as asinhas um pouquinho do Maionese.
Quanto mais ele dizia que o programa era dele, mais crianças ligavam.
É isso, é mais ou menos isso que estamos criando, um monstrinho de novo.
Não, negativo, eu sou um cara do bem. Você é meu Midas, eu nunca vou lhe abandonar.
Claro que é, obrigado. Nunca me abandona, Jefferson, por favor. Opa, perdão, desculpa, é, vai estar de máscara.
Desculpa, é o palhaço A voz do Jefferson, ela é mais neutra.
Isso, mais triste.
Artista Jefferson, me sigam no Instagram, @artistajefferson124.
Tu vai erguer outro arroba que não é teu?
Por que que é 124?
Porque já tinha o @123. Agora o cara do cartaz cria um Instagram, @jefferson124.
O cara do cartaz foi pai, né?
Exatamente, cara, queridão, foi pai. Cecília é o nome da filhinha dele.
Qual o nome? Cecília.
Aí pega o guriazinho de cartaz.
Opa, pera aí um pouquinho que agora deu alguma complicada aqui, hein?
Tem que tirar o som do YouTube.
É o que eu tô tentando, só um pouquinho, tô tentando tirar o som do YouTube. Grande abraço, muito obrigado.
Isso, grande abraço. Você que tem curso de informática, o Alexandre Fetter aceita permuta.
Informática para idosos, para poder Isso aí, não tem problema. Você é colega, tu sabe de quem, né?
Minha mãe?
Não, de um outro monte de idoso que nem eu. Minha mãe não é idosa ainda.
Não, porque do meu pai não dá mais. Do pai até dá, mas vai te herdar.
Não, vou preferir não ser colega do papai.
Melhor não, melhor não.
Me poupe de piadinhas com o Reinaldinho, cara, por favor.
Não, mas ele gosta, cara. Meu avô morreu, no primeiro Natal meu pai botou o nome do meu avô no amigo secreto. Aí a minha tia tirou e falou: porra, gordo! Não, cara.
Azoeira é legal, cara. Azoeira é legal. A vida já é pesada.
É legal porque quando pararem de fazer piada contigo, aí sim tu morreu.
É por isso que eu mantenho vivo. E às vezes se constrange quando eu faço piadas sobre a morte do meu pai. É que para mim é uma forma de manter ele ainda mais vivo, porque ele amava essas piadas assim, cara. Amava essas coisas aonde tu debochava, tipo isso, cara, de botar o nome do pai dele Que eu tinha morrido na liga secreta.
Isso é verdade. Que os caras tirarem.
Eu a vida toda, o meu pai morreu, eu tinha 8 anos, né? 7 anos. Então eu faço piada há muito tempo já, já superei. Aí às vezes a pessoa fala, e o teu pai? Eu digo, bah, o meu pai já morreu. A pessoa diz, desculpa. Eu digo, desculpa por quê? Tu matou ele.
E aí a pessoa fica muito constrangida.
Foi tu quem matou ele?
Tu tem uma coisa pra me contar?
O que que aconteceu? Tu não sabia?
Tá tudo bem.
Deixa eu pegar a carona com o nosso produtor de som do Pretinho Básico, André Teto de Dama. Aí ele falou, onde é que eu te largo? Eu falei, naquela esquina ali onde o pai morreu ali. Aí ele ficou, como assim?
O cara fica mal, cara.
Pô, mas onde eu esperei já, cara?
Não, não, o cara que tu faz a piada para ele. Exato. É, ô meu, antes da gente seguir aqui com a nossa diversão, porque isso aqui pra gente é uma diversão ainda, que seja o nosso trabalho, nos destaques aí, meu irmão. Mandar um abraço, cara, carinhoso, solidário, bem apertado para galera ali da região de Lageado.
Ah, é verdade.
Porra, começou tudo de novo ali, né?
Aconteceu de novo, terceiro ano que acontece isso.
E desta vez com uma falha absurda no sistema de informação, no aviso, né, da inundação e tal, e pegou todo mundo de surpresa ali. E eu tava vendo a entrevista da prefeita de Lajada, uma situação muito delicada de novo tá vivendo ali, cara. É, então enquanto a gente tá dando risada aqui, tem uma galera lá no perrengue. Então só vamos ser solidários com essa galera aí nesse momento. Nos destaques do Pretinho Básico, nosso aniversariante é o Flávio José Sen.
Aí, Flávio, parabéns, saúde, prosperidade! O Flávio José Sen é diretor comercial da nossa parceira MHNET. Ele é de Chapecó, fazendo 51 anos.
E, Fê, olha só, parceiro, na MHNET tu ganha folga no dia do teu aniversário, tá?
Que beleza!
E aí o Flávio tá de folga hoje, sabe onde ele tá? Não, tá aqui assistindo o programa no aquário.
Que legal, cara, que ouvindo a gente.
Ele veio na folga dele assistir a gente, cara.
Que massa, que massa!
Aquele cara é o Flávio ali?
Aquele é o Flávio da internet.
Flávio, Flávio, nome dele Flávio.
Eu pedi a internet para ele.
Aonde tu mora, cara?
Mora em Carnoso?
Não, ele é muito forte. Ele tava nos explicando Passo Fundo, Caxias, Santa Maria, Chapecó. Ele é líder do segmento. Eles estão chegando em Porto Alegre devagarinho. Vão chegar, eles vão chegar em cima.
Também tem Claro, Canoas tem.
Abraço para a galera da Meganet Canoas.
Vou me arranjar uma internet, eles me disseram.
Não, não, mas que internet? Por que tu quer internet?
Para começar, tu não mora em Canoas.
Exato, eu moro nas ruas, eu moro no mundo.
Mas como é que ele vai instalar internet para ti na rua?
Mas onde é que é que instala dentro de casa?
Puxa o fio do poste para tua casa.
Mas aonde vai? Aí, problema meu, onde ele vai ligar o modem? É problema meu. Se eu contratar o serviço, eu quero serviço.
Inclusive, bom, tem que ter comprovante de residência.
Eu vou dar uma foto da minha na rua. Onde é que tu mora? Mora aqui? Mas não quero atrapalhar o programa.
Olha, obrigado, Ivanzinho, obrigado.
Agora nós estamos aqui de paz.
A gente abre os destaques do Pretinho falando de um outro palhaço. Palhaço atropela e mata funcionário de circo ao manobrar o caminhão.
Tá aqui pesado. Viramos um programa disso então, viramos um programa do Alexandre Motta, é isso?
É que como era uma noite sem trabalhar, eu achei que podia ser algum amigo teu, alguma pessoa que tu conhecesse.
Tem uma associação assim dos inscritos?
Ou pela indignação, talvez possa ter sido ele próprio.
Mogi das Cruzes. Mogi das Cruzes.
Não foi, não foi. Não sabia onde fica.
Mogi das Cruzes é no interior de São Paulo também.
União Mogi joga lá.
Eles estavam desmontando um circo para ir para Caçapava, que também é no interior de São Paulo. Não, não, Caçapava do Sul é aqui pertinho. Caçapava fica no interior de São Paulo. E eles estavam, quando o palhaço, o palhaço ele tava ajudando e manobrando um veículo e acabou, acabou dando, dando o que foi.
É que assim, com todo respeito, tá, pô, tanta gente para manobrar, botando o palhaço, sacanagem. Eu vou manobrar, se não sair te atropelo. Porra, não, palhaço não, bota outro, bota o mágico. Porra, não, cara. Tantos caras no circo, velho, porra, botava no palhaço.
Então o palhaço acabou com o palhaço, porque ele queria o que que é, ó, acabou com um caminhão, acabou atropelando um dos funcionários que tava também desmontando uma estrutura, que acabou não resistindo aos ferimentos, veio a falecer, veio a falecer.
A gente sabe a função do cara que morreu?
Ele trabalhava com estrutura apenas. Poxa vida, qual estrutura do circo?
Que agora ficou sem estrutura qualquer, psicológica especialmente.
Como é que o palhaço faz Palhaço acabou matando a pessoa. Como é que ele vai subir no palco? O que que está aqui, Rafael? Como é que ele vai subir no palco? Ele é muito triste, muito triste.
O que que vai acontecer? O circo vai dar um tempo agora, vai parar uns dias.
Não sabemos, não sabemos. Trocar de palhaço, trocar o motora, certo?
Nem queremos ir atrás também.
Não, não, não há interesse.
Eu não sei, Alexandre, eu não sei.
Tô brincando, tô brincando, tô brincando.
Fica tranquilo, cara.
Tem o endereço do palhaço?
São só 4. Se eu tiver que expulsar um, vai ficar ruim, hein?
Mas aí teria que ser o Rafaelzinho, eu estou tranquilo.
É, não sei quem é que vai.
E se tu me expulsar, os dois não sabem operar a mesa.
Tu vai falar mal do Neto que ele não sabe operar a mesa.
Não, mas tu não vai meter esse super trunfo aí. Não, não, a gente faz uma, uma, a gente vai dar alguma coisa, a gente faz aí.
Deixa a minha, compadre, aí se precisar.
Isso aí, meu compadre, aí sim, meu compadre, vamos dar ali.
Pode não ter a qualidade do Rafa Gomes, mas vai rolar.
Não, mas não sei, eu tô aprendendo ainda também.
Pesquisa diz que brasileiro usa 8 serviços de streaming por domicílio.
Eu confesso que eu fiquei um pouco assustado assim, mas não, não tem, sabe por quê, Neto? Porque essa pesquisa, o relatório O Panorama do Vídeo Digital na América Latina, ele traz muitas informações importantes, inclusive para a gente que trabalha com isso. Uma delas: o serviço de streaming hoje pode ser a TV aberta. Vou te dar um exemplo: se tu vê a Globo pela Globoplay, é um serviço de streaming da tua casa, mesmo que seja gratuito.
Porque a Globoplay ela tem os canais abertos, é de graça, né? Tu só baixa o aplicativo. Então se tu tá vendo qualquer TV aberta por aplicativo, conta como serviço de streaming.
Mas quais que existem?
É o Globoplay, Netflix, Netflix, Prime Video, Amazon— não, Amazon é Prime Video, Apple TV, o HBO Max, Paramount Plus, HBO Max, o HBO Max, o Disney Plus.
Roku é Gato Net. Não, não, Roku não é Gato Net.
Não é?
Não é.
O que que é Roku?
Roku é um aplicativo da TV, isso, da TV, que aí tem os canais.
É que nem aquela Pluto TV, que é de graça.
Samsung TV, Samsung tem isso, isso aí tá agressivo, cara.
A Pluto TV também é uma, tem canal de graça.
Então, por exemplo, o YouTube é um serviço de streaming que a gente usa todos os dias. A gente usa a versão, a maioria das pessoas ainda usa no Brasil a versão gratuita.
Não dá mais Porque tem que assinar o Prime, porque é muita propaganda, tá?
Mas eu só tô dizendo que tu pode usar o serviço de— sabe quem é que tá entrando? Tá entrando o Spotify, tá entrando como uma plataforma de vídeos muito em breve, muito em breve. O Spotify quer entrar para esse mercado também. Em seguidinha talvez a gente fale sobre isso. Mas então cada pessoa no Brasil usa conteúdo através— 95% das pessoas não usa mais a TV por sinal analógico, já usa Smart TV. Sim, na América Latina já usa Smart TV. 45% do consumo do YouTube, que a gente sempre se acostumou a ser uma coisa de celular, já é na televisão.
Então a gente tá se acostumando cada vez mais, ainda mais numa Copa. Quem é que assistiu a Copa no YouTube ou no seu celular? A gente assistiu na TV, né?
Eu vi no 12.
É, mas no Globoplay, só no carro, no celular, só dando no carro. Não, não, não pode no carro, não pode.
Você quer avisar o pessoal?
Não pode no Globoplay. Quando tu bota o Globoplay, é serviço de streaming. Então dessas plataformas, na média do latino-americano, 4,6 são plataformas pagas, 3 são gratuitas. Então na média todo mundo que a gente conhece, conhece, paga 4 serviços de streaming.
Isso, eu pago só um.
Eu acho que eu pago só um também.
Eu tenho a Joia TV.
Não, não é que a Joia TV não é legal.
Não é legal. Na minha TV, quando dá problema, eu dou sopa para pets. Por quê? Que é um gatito. Mas eu tenho Joia TV.
Joia TV não me vendeu.
A Escura TV também, né? A Escura TV, a Escura TV também.
Não, essa eu não tenho. Essas coisas aí eu não tenho. Não sei o que é, não vou nem pesquisar, que você é perigoso.
Tá bem então.
Mas o mais legal desses aplicativos para mim é o da Disney, é o mais legal. É o mais caro, mas é o mais legal.
Disney Plus é legal.
ESPN tá lá, tá tudo lá agora, todos os negócios da Disney. Netflix era mais legal antes, agora tá legal.
Tá bem. Próximo destaque, ele é curioso, o próximo destaque. Uma influenciadora fatura R$300 mil com venda de calcinhas Usadas.
Qual é o valor? Temos já valor?
R$300 mil ela fatura.
Não, não, da calcinha.
Não, não temos, Riva.
Sabe por quê?
Porque a Mel Breia, ela, ela, o nome dela não deve ser assim porque ela é australiana, deve ser mil. Não sei como fala mel em australiano, em inglês da Austrália. Não sei como se fala também. Ela tem 24 anos e ela foi eleita pela Playboy como a maior beleza sem filtro do mundo.
Temos foto dela para botar na live?
Eu achei melhor não.
Ah, já foi melhor.
Eu conheço meu time, eu conheço meu time.
Qual seria o motivo que tu disse?
Eu ando fugindo com pelido.
Eu não confio no Neto Fagundes, certo?
Claro que não, né? Léo Oliveira, claro que não.
O que que tem o Léo Oliveira?
Eu não confio no Maionese.
Ah, o Léo tá liberado.
Ah, eu sou um cara casado, cara, não confio no maionese, não confio. Mas tudo bem, não precisa colocar foto aqui.
Não, mas tem que botar sim, acho que tem que botar, tem que ilustrar.
Aí agora, agora o Fetter veio. Ah, eu tenho que ilustrar, tá toda audiência querendo saber, toda audiência querendo ver. E aí, como é o cara que tá com a mulher no carro agora vai lembrar do nome da mulher para poder pesquisar em casa?
É exato.
Aí ele pode vir na live ver.
Dá o nome direitinho.
Ah, tô mandando para live aqui, pera aí.
Isso, irmão Debreer. Pô, uma calcinha usada! E a gente sabe que atividades ela faz para usar calcinha.
Que atividades? Era isso que ela tava explicando, era isso que eu ia explicar, tá? Ela disse que percebeu que havia uma demanda sobre isso.
Ai, paixão!
E aí ela tem serviço sobre encomenda, sobre encomenda, tá? Na real, ela é brasileira, ela foi eleita pela Playboy da Nova Zelândia.
Pera aí, pera aí, pera aí, ela é brasileira? Aí sim é real.
Quem fez ela viralizar foi a Playboy da Nova Zelândia, ó, tá na live ali, ó. E aí ela disse que o valor da calcinha, ele varia de acordo com o pedido. Por exemplo, ela recebe: eu quero que tu use tal calcinha. Então ela precisa comprar tal calcinha, mais específico, exatamente. Aí ela compra uma Aí a pessoa diz, eu quero que tu faça academia usando essa calcinha. Então, ah tá, então eu vou ter que sair, vai demorar tanto. Aí a pessoa diz, não, eu quero que tu use o dia inteiro.
A pessoa pega e diz, não, eu quero que tu viaje, fique não sei quantos dias usando.
Eu quero que tu cair que nem um porco usando essa calcinha.
Aí ela disse que o preço ele varia muito de acordo com a personalização do trabalho. Então ela disse que fatura até o momento R$300 mil, já faturou mais de R$300 mil só vendendo calcinhas.
Que loucura! É um mercado novo, hein? Tá abrindo o mercado essa moça, hein? Visionária essa moça. Chuva de comentários. Eu só queria um comentário, um único comentário que eu queria. Eu queria o comentário do Nego Velho nesse momento.
Meu querido, isso aí eu queria ver ela botar a calcinha, pegar uma semana de rodeio, querido, uns 3, 4 bailes dos Monarcas, e depois aí Medevólver.
E o bordão, compadre?
O cara não usa o bordão, Alexandre.
É importante, cara. Os cara larga o bordão, cara. É inacreditável.
São roubados às vezes, né? Eu já vi. Ai, paizinho, eu tava em casa.
Ah não, os cara aqui são foda. Não, os cara faz isso.
O Rafa me roubou um que eu O quê? Eu adoro, eu adoro esse, é muito bom mesmo, é muito bom.
Eu vou defender o Rafa, todo mundo usa o quê, não é só o Rafa, porque é mais engraçado para caralho.
Mas eu avisei o Neto que eu roubei, eu sou o único que avisei.
É verdade, os meus bordões estão aí no Instagram bombados aí, né, meu irmão? Pô, vai doer, mas é rapidinho, vai doer, mas é rapidinho.
Esse aí então é exclusivo, né?
Eu vou proceder Sabe o que eu vou fazer? Na justiça eu ganho depois, paga melhor.
Isso aí, ó, ó, ó, ó, é que é um bordão que ele dá, ele rompe fronteiras, né, cara? Ele vai além, né? O ó, isso aí é impressionante. E é só uma letra, ó.
Eu vou começar a gravar vídeo também, Alexandre.
Ah, é para fazer o quê?
Você vai fazer o quê?
Vai começar a viagem.
E aí eu vou dizer, aí eu vou dizer o que eu quiser depois. Mas eu preciso falar uma coisa para vocês, este bordão ele não é inventado por mim.
Olha aí, hein?
Eu preciso ser sincero, esse bordão foi criado por um grande comunicador desta cidade, trabalhou muito tempo na Rádio Cidade, não lembro se trabalhou na Atlântida, e se trabalhou não sei por quanto tempo, talvez tenha trabalhado, não lembro. O nome dele era Roger Vox. Esse cara era um puta comunicador de rádio, uma grande inspiração para mim, o cara que comunica projetando sempre a voz para cima e para frente, sempre muito positivo na comunicação.
Então ele usava esse bordão do segue a viagem, né? O dele era o segue a viagem e o vai começar. Aliás, o dele era o vai começar a viagem e o meu é segue a viagem depois ali no segundo bloco do discorama. Muito legal, grande abraço para o Roger Fox. Tomara que ele esteja nos ouvindo e receba esta mensagem, porque foi um grande— nem sei se está na ativa ainda, mas foi um grande comunicador de rádio. Essa referência vocês não não tem, né, do rádio do passado, lá dos anos 70, 80.
Mas eu confesso que o Roger Box, eu não disco.
Qual é o caso?
Eu sempre digo que para mim, para mim, uma das maiores emoções foi quando eu falei por primeira vez com o Ranzolin, Armindo Antônio Ranzolin. É porque aí eu tive essa, essa noção, cara, que existe, que aquela voz existia, se mexia, abraçava, falava com aquela mesma voz o dia a dia dele, cara, com aquele vozeirão E eu me lembro de ligar para falar com a Cristina e ele atendeu o telefone, né, com aquela voz. Alô? Ele só deu alô assim que eu não conseguia falar depois.
Pediu o cara, o senhor, como é que escreve o nome do Roger?
Roger?
Roger? R-O? Não, não, sobrenome, né? Roger.
É Vox.
Vox.
Eu só não sei, que não lembro também se isso não é nome artístico Ou se é o sobrenome dele mesmo, Vox.
Tá lá no Google, vai aparecer.
Vai aparecer, vai aparecer.
Mas ele, mas ele era nego velho quando tu via ele, ou aí regula contigo de idade?
Acho que regula comigo de idade, deve ter o quê, uns 3, 4, 5 anos a mais, né?
Vai trairar a gente, Sandrinho.
É isso aí.
Não, mas esses caras veteranos de rádio também, eu que vim do interior, então quando eu conheci alguns, tive trabalhei com alguns deles, é, tu olha assim esse véio e fala, time, esse véio fez tudo, cara. É uma loucura.
Quem é o cara que mais te surpreendeu assim quando chegasse aqui nesse núcleo aqui da RBS?
O primeiro que eu vi quando eu cruzei assim, o Lauro Quadros, eu falei, meu Deus! E ele ficou trocando ideia comigo.
Dinossauro, Lauro Quadros.
O Vianney Carleto também era muito legal. Eu no interior, eu era do interior, e o Vianney ele era muito simpático, gente boa. Com a galera do interior do estado assim, os cara radialistas e tal.
São muito suspeitos. Eu gosto muito dos dois, né? O Lauro, graças a Deus, tá aqui com a gente, né? O Vianney já não tá mais fisicamente, mas um cara maravilhoso, cara.
Tem, mas não vamos longe, é uma doideira. Tá eu e o Léo, que a gente se conhece há um tempão, dividindo o programa com vocês dois. Ah, também vocês dois são lenda, velho. Vocês não têm noção do tamanho de vocês.
Quando o cara para para analisar, tá eu e o Léo, não faz nem sentido a gente tá aqui, tá do teu lado e falar Para as pessoas, não, pô, não, Neto é meu amigo, tal. Os cara, Neto é teu amigo? De verdade que você tá falando? Não, Fê é meu amigo, Alvão, não, ódio de frente. Porra, então, caralho, é loucura, é loucura, é loucura.
Mas eu, é o Davi Coimbra que eu tremi na base quando eu vi, quando eu entrei aqui no prédio, foi o Davi Coimbra. Até porque era bem na época que ele tava em Boston, então ele não vinha tanto a Porto Alegre. E eu era muito fã dele por causa do esporte, por causa do Pretinho. Então é um cara que eu mais tremi e eu tive pouquíssimas interações com ele assim. Então eu também não consegui dissociar essa idolatria assim. Para mim, o Davi era um cara muito distante e muito idolatrado, né?
E o Davi tinha familiares lá em Alegrete também, meus amigos também, né, da família dele. Então sempre me tratava assim muito carinhosamente, cara, um baita cara.
Mas tinha o lance que vocês falavam mal um do outro, sacanagem, né?
A gente brincava que a gente não se dava no meio do programa. E aquele Neto, ele me chamava de aquele Neto.
Isso aqui, aquele Neto, sempre aquele Neto, qualquer coisa é aquele Neto.
Então a gente brincava, mas aí saía dali se abraçando, brincando um com o outro.
Ó, Maionese, te liga aí, vai tocar o sinal de 6:30 da Atlântida. Último destaque: carro capota, volta para as 4 rodas e segue a viagem. Não passa isso, cara.
6:30, vai avisar sempre o horário, Maionese?
É que o sinal já tem essa função, entendeu, Maionese?
Não precisa, não tem sentido eu no programa Então isso, né?
Não, é até as outras coisas, tá? Vamos lá, Blumenau, tá? É uma loucura porque esse acidente ele não foi documentado. O acidente aconteceu na madrugada de hoje na Rua 4 de Fevereiro, no bairro Itoupava Norte. E aí as imagens a gente até tem ali na nossa live. Eu pedi para a galera buscar que tá separado no programa da uma. O motorista tá descendo o Morro da Goiaba ali, ó, tá na tela aí, tá fazendo curva. Para quem tá vendo, ele se perde na curva, capota duas vezes, bate num poste, e o poste faz o carro voltar para as quatro rodas.
E aí ele só segue viagem como se nada tivesse acontecido. É uma coisa surreal assim. E quem descobriu isso foram as câmeras de monitoramento. Alguém olhou assim, tipo, ô meu, olha aqui, teve uma movimentação estranha aqui nessa madrugada. E olharam porque não tem ocorrência fora o poste torto, fora o poste torto, não tinha nada, não aconteceu nada, não tinha ninguém.
Foi para Blumenau, Rafinha?
Não, não, Rafinha não tá em Blumenau, não. O motorista não falou nada, o carro provavelmente vai para mecânica fazer uma chapeação e pintura ali, mas fora isso, eu imagino a conversa depois do carro segue e ele vai trocar a cueca, né, caralho? Não, pelo contrário, o carro segue e por um minuto ninguém fala nada.
Eu acho desse tipo de negócio assim Amazon Health AI presents Painful Thoughts.
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Então, Vânia, vamos jantar onde?
O que que vamos fazer amanhã?
Tem um, já falaram com o dono do carro?
O que que aconteceu?
Nada, nunca mais viram, porque não tem ocorrência, Fetter. Não tem, não tem dano material a terceiro, não tem.
E o cara também não vai querer se pronunciar, né?
Exatamente. Tipo, o que que aconteceu que tu te perdeu?
E bota, deixa rodar de novo aí, que tem uma manobra abrupta dele ali, cara. E é por isso que ele se perde. Me parece que talvez ele pudesse estar, quem sabe, olhando para a tela do telefone e o carro desviou. E quando ele se deu conta que o carro ia bater no muro, ele puxou.
Eu tenho outra tese, eu tenho outra também. Eu acho que ele dormiu, e aí quando ele acordou, o carro tava invadindo a pista contrária, e ele tomou aquele cagaço de quem acorda, e ele puxa a direção. E quando ele puxa a direção, o carro gira e capota.
É o mesmo, é isso aí. Abrupto assim, né?
Tipo, e aí puxa, e aí capotou, cara. Porque ele capota sozinho, ele não tá em alta velocidade, ele também não tá devagarinho. Não, mas não é alta velocidade, Léo, não é, cara.
Que loucura isso, meu! Não, mas aí o cinto de segurança, né?
É, toma.
Se ele tá bem, se seguiu dirigindo, é porque tá de cinto, né?
Exatamente.
Não, não, sem cinto ele ia voar ali, dado ali no meio, né, cara? Eu já trabalhei com isso. Juntar de pá depois é um problema.
Não, para aqui.
O quê? Foi meu trabalho, foi meu trabalho. Trabalhei funerária. Você nunca foi de funerária?
Não, não.
Desculpa então, perdão, errei.
Quer não, Ivan, não dá para acertar todas também, né?
Não, mas esse foi o trabalho. Mas tudo bem, desculpa, foi mal.
Não, não, tá de boa, tranquilo. Ficou um clima de merda no programa agora. Tava tudo bem, tudo certo, a gente tava se divertindo aqui agora, e aí tu veio falar Tua mãe, por exemplo, tua própria mãe quase passou por essa situação. Imagina que ruim tu ir lá ter que tirar a mãezinha do asfalto e pá.
Ah, mas aí é um problema, né? O bom que para enterrar é mais fácil. Inclusive, tá muito bem, graças a Deus.
Perguntou por ti, conseguimos a prótese, estamos com metade, conseguimos o joelho já.
Quem consegue meia prótese?
Joelhinho de porco.
Vamos botar um joelhinho de porco ali, depois a gente bota prótese embaixo. Mas vai ser legal, vai ser legal.
O judieiro que deu, nós compramos de prótese o joelho. Aí nós temos agora buscando a canela.
É o mais caro, né, articulação?
Não, não, nós estamos comprando articulação, porque você manca, não tem não, dá para ter tudo.
Ai, cara, que loucura! Vamos lá, compadre, bota uma para nós aí então, por favor.
Nego velho contando caos para os amigos dele numa rodinha. Todo mundo ali bebendo. O nego velho olhou para os cara e disse assim: briguei com a nega velha, meu filho, me fui para o mato dar uma relaxada. Não é que quando de repente eu vejo, vem uma sucuri, mas uns 12 metros mais ou menos, me salta na frente, meu filho. Peguei meu laço, dei aquela laçada nela e atirei ela para longe. Os amigos tudo se olhando, mas ele continua, né?
Mas depois de um tempo ali caminhando, meu querido, uma onça me aparece pela frente. Ah, aquela onça, eu não me aguentei, puxei o facão, dei 3 pranchaços nela, bem dado, mas não assim para não machucar muito, né, meu filho? Os amigos já começaram aí, uma tossindo, o outro balbuciando. E ele olha para os cara de novo e diz, mas o pior não foi isso, mais adiante eu dou de cara com urso polar gigantesco. Aí um dos amigos disse, não, não, não, parei, vamos parar, vamos parar, vamos lá.
Urso polar no Brasil? E o nego velho, foi exatamente isso que eu disse para ele, segurei ele pelas orelhas e disse, não tem urso polar no Brasil.
Pior é que tem uns maluco assim, né, que acha que estão tranquilamente ali, tô achando, e deixa lá passar, né?
Quem não teve um amigo mentiroso, né, cara?
Tem um amigo nosso que diz que tem raposa no condomínio dele.
Mas ele só vê à noite, né, com os olhos marejados, né?
Isso, isso. Ai, que loucura, que loucura! Prezados pretinhos, boa noite, boa tarde, boa noite. No programa de ontem às 18, você e os ouvintes acertaram na mosca quando perceberam que o PB estava mais leve, pois os dois maiores cortadores da turma, Léo Oliveira e Rafinha, não estavam no programa. De fato conseguimos ouvir e compreender os destaques, piadas e emails de boa. Amém, graças a Deus, diz o nosso ouvinte aqui. Aí me passou uma ideia de programa para os dois, para o Léo e para o Rafinha.
Assim como o Porã e o Mr. P têm os Desprogramados em Santa Catarina, eles poderiam ter um programa tipo assim: Os Interruptores. Como funcionaria? Basicamente, o Léo fala e o Rafinha interrompe, e depois o Rafinha fala e o Léo interrompe. Que que você vai— eu gostei da ideia aqui, Zé. Maravilhoso, gostei dessa ideia aqui.
Sem vocês não tem graça, né?
É que vocês gostam de irritar mesmo, né?
Exatamente. Mas achei grosseiro do vídeo, a gente nem interrompe tanto, cara, a gente só tem dúvidas. Mas não vou interromper mais.
Não, que é isso, daí perde a graça, aí perde a graça.
Então tá, então vou deixar, então vou seguir interrompendo.
Então aproveita e bota uma para nós aí, Ivan.
Ivan ou Gordo Léo? Que me deram o email hoje para o Gordo Léo. Gordo Léo tem um email? 4 anos de programa, primeiro email que eu vou ler.
Vai, capricha.
Olá, Paulo, tentei ficar em pé. O Neto me deu uma pressão agora, posso errar, né? Nunca li o email.
Já errou no início.
Por quê, cara?
Falou olá e cortou.
Tu vê que eu corto a mim mesmo, tu vê como eu tô, tu vê a loucura que eu tô. Olá, pretinhos, não digam meu nome. Há um tempo marquei um encontro, me preparei toda, escolhi o look com carinho e fiz questão de estar cheirosa e bem apresentável para a pessoa. Só que quando encontrei o cara, tive a impressão de que ele não tinha tomado banho. Deu para perceber que o desodorante já não estava dando conta e ele ainda tinha um bafinho.
Ok, correria do dia, mas no motel tinha chuveiro e nada dele se mexer para ir se lavar. Tem nada a ver, vou falar se lavar, vai se lavar. E não era aquele ar e tudo, quem fala se mexer para ele se lavar, quem fala se lavar é E a mesma Carolzinha falou para nós da Atlântida, como é que é?
Atlântida tá sempre tocando no meu rádio.
Isso, quem fala tocando no rádio, velho, falando, tinha chuveiro, nada de se mexer para se lavar, e não era aquele árduo da manhã como vocês comentaram ontem. Queria saber a opinião da bancada sobre isso. Vocês se preocupam com esses cuidados antes de um encontro? Claro. E para quem é casado ou está em um relacionamento, vocês também mantêm esse mesmo tomando cuidado no dia a dia, mais ainda, né? Afinal, vocês acham que higiene, bom hálito, estar cheiroso, cheirosa, são uma forma de demonstrar respeito e consideração pela pessoa?
Óbvio, total, total, sempre, cara.
Ainda mais a gente que é feio.
É, exato, cara.
Não, feio tem que ser arrumadinho, tem que ser cheiroso, velho, tem que estar arrumado, asseado.
Feios e bonitos têm que estar asseados.
E evitar também que os cheiros naturais da pessoa se sobressaiam, né?
Depende do cheiro natural, cara.
Não, mas nós estamos falando num momento de higiene, não de loucurinha. É higiene mesmo, né?
Peço perdão, me passei.
Não, te passou, mas não tem problema, é do jogo. A loucurinha é boa ali, porque é legal chegar perto de uma pessoa que tá perfumada, que tá cheirosa, agradável. Com bom hálito, né? Não é aquele, aquele hálito sujeição.
Ficar com o cheiro da pessoa depois que a pessoa vai embora.
É, exatamente, pelo melhor sentido, né?
Não é isso, o perfume.
Abraço, eu te abraço e fico com o teu cheiro em mim e fico lembrando de ti o resto do dia.
No pior também não é problema, que o suandê também é legal. Nem falei de personagem, falei de gordo leão.
Nós estamos falando, não é legal eu te abraçar e ficar com o cheiro do teu suor em mim, né?
O resto do dia.
Uma moça, uma senhora, literária, ou rapaz, né, Léo? O quê? É bom, sempre tá na época de se permitir conhecer coisas novas. Se eu me separar, eu vou me permitir. Tô nem aí já, né? Pô, eu faz 10 anos casado. Se eu me separar, não me caso mais. E vou me permitir, cara. Vou me permitir, porque a vida é uma só, cara. O cara não pode morrer sem conhecer os prazeres da vida, cara.
Mas foi legal, esses 10 anos foi bem legal.
Não, não, eu fico feliz Dá para ver, tá largando, né? Eu tô falando uma possibilidade, tô partindo só do pressuposto do quê?
Vai que o Mr. Pai não quer dizer que está assim, né?
É um banheiro meu particular, é um particular teu, e a gente respeita aqui no programa.
E a gente gosta de homem cheiroso, a gente elogia o homem cheiroso na redação. Eu sou um cara cheiroso, é um cara cheiroso.
Todos nós somos, o Rafa cheiroso também, Rafinha. Rafinha eu não percebo muito. Mas eu às vezes entendo que a marca reclama, mas para que tanto perfume? Não sei o quê. Eu gosto de usar perfume.
Eu também. A gente desperdiça para os outros.
É isso aí.
Que nem a mulher se arruma para outras mulheres.
Não, mulher se arruma para ela. Claro que sim.
Essa é uma discussão interessante.
Eu acho que é para outras mulheres, cara. Posso também estar criando um baita bolo, mas é bom, mas é bom, porque a gente vai criando um baita bolo. Mas sabe o que é o mais legal? Que te ajuda na condição mesmo.
Eu gosto de verdade, de verdade.
Esse gordo tem razão, esse gordo tem noção.
Eu acho que a mulher se arruma para ela, mas às vezes ela se arruma para o cara ou para a mulher que ela vai sair. Tipo assim, ah, hoje ele vai ver só, hoje ela vai ver só, e ela se arruma full.
Quando a mulher quer se arrumar, ela vem.
Aí não tem brincadeira, aí é foda.
Eu prefiro sem maquiagem.
Ah, então fechado contigo.
Gosto in natura.
Eu dependo, eu dependo.
Maquiagem não é legal, cara. Eu gosto da beleza que tu veio, cara. Beleza que a pessoa não tem é a melhor beleza que tem. Beleza natural.
Tu vê a pessoa, é impactante. Tu vê tipo assim, ó, massa, se arrumou a full para mim, que massa!
É a chamada, chamada se montou, né? Se montou, né? Mas daí depois, em algum momento, vai ter que desmontar, né?
É tipo o jogador fardado para final, sabe? Tu olha o cara assim, ali, ó, ali, ó, tá certo, certo.
Importante, importante para o homem, né? Desculpa, meu companheiro, mas importante dizer dicas para o homem, né, para o marido, para o namorado, para o noivo. Elogie sua mulher, diga que ela está bonita quando ela se arrumou, se montou, se produziu para sair contigo, para jantar, para ir no cinema, para sei lá, ir numa festa, o que quer que seja. Elogie a sua esposa, sua noiva, sua mulher, sua fêmea.
Não é a esposa dele, é a tua.
Não é a esposa dele, é a tua.
Mas ele falou elogiar, viu?
Elogie a minha esposa, é muito bonita a esposa, né, amigo?
Agora é que é minha amiga, pô.
Sim, cara, mas não é para elogiar a esposa do outro, é a tua esposa.
Com todo respeito, eu sou um cara de respeito, eu não mexo com mulher casada.
Não, tá certo, mas se ela mexer contigo é outra coisa.
Aí já não é mais minha jurisdição.
Tem que elogiar, tem que elogiar a mulher mesmo, a tua mulher principalmente. Então, Léo, tu tá muito bonito hoje.
Obrigado.
Adorei essa touca combinando com a camisa aí.
Tá, obrigado, cara. Eu tento, como um bom gordinho, me perfumar, porque o gordo fede. E aí o cara tem que estar cheiroso, que o gordo para feder é 2 toques suando, já começa o fedelão.
Cara, tem uma história de perfume que ela é sensacional. Uma vez a gente foi fazer um evento em Carazinho, a galera do Pretinho em Carazinho. E não, nem era Pretinho, cara, era Cafezinho. A gente foi fazer em Carazinho, melhor contar uma história do Cafezinho, melhor. É melhor, melhor. Confia em ti, vai para o programa X. Não, não vou falar, cara. Não dá para falar, não dá para falar, é muito específico.
Não dá para falar, não dá para falar.
Não, não, não, não, não, não, cara, não. As pessoas, certamente as pessoas nos ouvem aqui são umas pessoas muito queridas, mas é que a situação ela foi muito engraçada.
Maurício Amaral, né?
Muito engraçado. É como se— não, não, pior que era eu, o envolvido era eu, cara. É como se a gente tivesse entrando de forasteiro, de forasteiro total, numa, numa, num boteco, num bar onde só tivesse os cara mais macho da cidade, tudo armado, tudo louco por uma confusão. E antes, forasteiro lá naquele boteco, naquele bar. E tipo filme, tipo filme total assim, os cara já nos olhando tipo, é, quem são essas bonecas? E eu completamente perfumado, cara. Até que lá pelas tantas um diz assim: elas estão perfumadas, hein?
Nos 90, né? Anos 90, né, Marca?
Era numa outra, início dos anos 2000, é final dos anos 90, 99, 2000, por ali, 99, 2000, outra vibe, 26, 27 anos atrás. Imagina, cara. E aí não dava para comprar, não dava para comprar de jeito nenhum, cara. Às vezes é bom aceitar, né, É, não fica comigo, tu tá perfumada mesmo, vai calar a boca, não vou falar nada. Só tá fazendo o programa agora, só aceita.
Eu te entendo que domingo lá, depois da derrota da Argentina, eu achei que era legal me vestir de bira e entrevistar os argentinos no barzinho. Eu vi, cara, é uma parte, a segunda parte eu não botei no vídeo, né? O cara encosta em mim e fala, Diego ou Pelé? E eu falei, Pelé? Mas que baita cagada, menos mal!
Podia perfeitamente ter dito Diego. Era só dizer Diego.
Que inocente, o cara super sincero. O cara, se não pode ser sincero em Buenos Aires depois dele perder a final sem chutar gol, é um bom motivo para— ruim para— estava a fim de uma briga. E eu sou um alvo fácil. Pra apanhar. Muito grande, né?
E não corro, fico ali.
Ai, cara, que que eu tava— me perdi aqui até, dei risada, me perdi.
Eu vou te dar uma dica então, Alexandre.
Qual dica?
Chama os classificados que tu vai te apaixonar.
É mesmo? Tá, então dá nos classificados aí então.
Toma, é classificado! É classificado!
É classificado!
É classificado! O CCGL é leite de verdade, gaúcho como a gente. JP, vinho de mesa mais lembrado pelos gaúchos, JP, o preferido do Sul. Que que temos aí, Rafael Gomes?
Se você acredita que felicidade faz barulho de carburador e cheiro de gasolina antiga, esse carro é para você. Vende-se um Ford Maverick SL 1979.
Aí sim, se o Peter ver, não vai deixar de dar um email, hein?
É, se tu olhar, se tu olhar a foto, é inacreditável.
Abra lá e vem, olha, vai ficar maluco.
1979.
Não, puta, que coisa linda, cara!
Não faz dancinha no painel e nem conecta no Bluetooth, mas faz qualquer posto de gasolina virar encontro de admiradores. É o carro que você estaciona e quando volta tem mais gente olhando para ele do que para carro de meio milhão de reais.
Olha aí, acredito!
Quem compra corre o sério risco de começar a dizer frases como: carro de verdade era nessa época. Interessados, chamem antes que algum tio de boné apaixonado pelos anos 70 apareça com o dinheiro na mão. Se vender pelo— puta, lá vem a promessa, cara! Esse lance, se vender pelo PB, a churrascada da turma é por minha conta. E dessa vez é verdade. O carro está em Joinville, pertinho, Santa Catarina.
Dá para ir de Maverick.
O perfil no Instagram para contato e proposta é @mavericknobe. E o valor é R$79.900. R$79.900. Aceita a proposta, mas sem oferecer bicicleta e videogame.
Cara, eu falei em moto.
Isso é legal para andar no trânsito, cara. Isso aí é um tanque de guerra, é um troço impressionante.
Ah, mas o cara tem que ser dono de um posto de gasolina também, né?
Tem que ser.
Cara, vai de um posto até o outro, é um por um, é um por um, 1 litro, 1 km.
Pegou a chave, tá gastando.
Mas é um rico carro, cara.
A caminho dele tu já tá gastando.
Isso é um carro para tu prender o pinguim, parece o Batmóvel, né? Bonito o carro.
Ele é cinza fosco, né?
Eu gosto dessa cor, eu gosto dessa cor.
Eu também achei.
Tá aí o negócio, eu plotaria meu carro assim.
Gosta de foscura, né?
Eu gosto, cheio de foscura. Gomes, se tu quiser, a gente pode fazer isso amanhã.
Ah, não briga comigo, Alexandre, não briga comigo.
Se tu quiser envelopar o teu carro dessa cor, eu vou te levar lá no meu amigo Marcelo Farina, e a gente vai fazer o teu carro assim, cara.
Eu acho irado demais.
Faz no @Féter, ele quer saber aqui.
Aí já vamos trocar as rodas, vamos botar uma rodinha 21 aí para ficar mais agressivo. Não dá pneuzinho, pneuzinho mais largo, vai transformar o homem. Não, não, vamos, vamos. Se ele quer, vamos. Quer ir, vamos tudo, vamos, vamos a full. O que que tu acha?
Vamos conversar, Féter.
Eu tenho altíssimo interesse na 99.
Eu tenho altíssimo interesse.
Aí o cara já tá com a poeira na 99. Exatamente, vamos só querer ir no teu carro, Gomes. Confia em mim, confia em mim, porque vai dar certo.
Vamos fazer.
Ah, então tá, então tá fechado, fechado. Amanhã vamos lá, vamos fazer. Então deixa eu dar o toque aqui da 99, naqueles dias em que tudo acontece ao mesmo tempo. Sai atrasado para o trabalho, marca um almoço, depois precisa encontrar os amigos, ir no mercado, ainda resolver um monte de coisa pela cidade nessas horas esperar por uma corrida não é uma opção. E por isso que na 99 você pode selecionar várias categorias de carro ao mesmo tempo.
Assim aumentam as chances de conseguir uma corrida muito rápido, sem complicação. É muito mais prático para chegar no trabalho, encontrar com amigo, com a mulher, com o marido, resolver os compromissos do dia, ou simplesmente simplesmente ir onde bem entender, quando precisar, na hora que quiser. É isso então, acesse ali 99, pede que o Brasil inteiro pede, 99 facilita o caminho até o seu destino. Rápido show no intervalo aí, Rafael Gomes, e a gente já volta para fazer a votação do craque do episódio.
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No básico, volta já!
Agora na Atlântida, memória de elefante.
Elefante Letrado apresenta Palavra do Dia: mitigar.
M-I-T-I-G-A-R.
Vem do latim mitigare, que por sua vez deriva de mites, que significa doce, suave, brando. Assim, o verbo mitigar significa aliviar, suavizar uma situação ou algo. Mitigar um problema, por exemplo, não é resolvê-lo, mas fazer com que suas consequências sejam mais brandas.
Ô, Dona Sandra, tá me ouvindo? Aqui, a gente mitigou o problema, mas pra resolver é só segunda-feira.
Ah, meu Deus, mas tá molhado!
É só segunda-feira.
Elefante letrado, a plataforma plataforma de leitura das melhores escolas do país. Acesse Elefante Letrado nas redes sociais e descubra mais.
Memória de elefante. Para mais curiosidades, acesse elefanteletrado.com.br.
Muito bem, estamos de volta com o Pretinho Básico para dar o encaminhamento final nessa noite. De quarta-feira aqui no nosso programa. Mas antes gostaria de dizer que é um prazer e um privilégio ter você na nossa audiência, tanto no ao vivo quanto no streaming depois, em todas as plataformas de áudio e vídeo. Vamos dar ali na votação aí para craque do episódio, meu compadre. Quem é que tu vota?
Rafa Gomes.
Rafa Gomes tá comandando tudo, cara, tá surpreendendo, mas não tá surpreendendo, só Tá confirmando o que a gente já esperava dele. Essa é a real. Muito bem, tá bonito de casacão laranja agora, ele tá parecendo o Beira-Rio.
Não, não, botei, botei para ir para o jogo. Agora eu vou chamar um 99, vou sem carro, boa, fazer um negocinho. Vamos lá, 9:30, Inter e Cruzeiro. Ai, boa, estaremos lá. Saudade, saudade do Esporte Clube, saudade do Beira-Rio, de futebol de verdade, né?
Saudade de futebol de verdade.
Claro, torcer para time ruim, torcer para time ruim, é isso, de boa raiz, né? Porra, até Caboverde jogou bem, eu quero torcer para os meus times.
Vamos lá, Colorado, vota em quem, Gomes? Vota em quem?
Eu voto em Neto Fagundes.
Olha aí, Neto Fagundes, com a sua jaqueta da Fender. Ah, muito bem. E tu, Ivan, vai votar em quem?
Alejandro.
Ah, que bonito!
Não coma-me, não coma-me, Alejandro! Não coma-me, não coma-me!
Aí, Evandro, o Ades vai levando, o Ades vai levando.
Tá bem, eu agora olhando para vocês três assim, tá difícil de votar hoje, tá difícil, hein? Hoje tá realmente muito difícil, mas eu vou votar em Neto Fagundes. Neto Fagundes é sempre de segurança, craque do episódio. Neto Fagundes, obrigado mais uma vez, Neto, por estar aqui com a gente, tá?
Obrigado, cara, obrigado.
O trabalho aqui, né?
Eu tenho um parabéns para mandar. O Luiz Fernando, meu fisioterapeuta, O Pato, que é amigo do Léo também, tá de aniversário hoje. Tá 40 e 42, acho, 42. Grande Pato, pagou o Pato, tá bem, tá bem. Não, ele tá, cara bonito, solteiro. @patofisio, segue o homem lá, solteiro, solteiro.
Muito bem, uma boa noite para todo mundo e amanhã, 1 da tarde, a gente vai estar de volta com mais um Pretinho Básico para se divertir junto com a nossa audiência. Até mais, boa noite, tchau! Você ouviu mais um episódio do Pretinho Básico, a maior audiência do rádio na sua cidade.
Calemba
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