Pretinho Básico | 21/07/2026 18h ⭐Neto Fagundes
Perdeu o Pretinho Básico das 18h no ar? Tá na mão. ☕
De segunda a sexta, o PB vai ao ar às 13h e às 18h na Rádio Atlântida com transmissão ao vivo em www.youtube.com/@atlantida_tv
Aqui no Spotify, você encontra as duas edições para ouvir quando e onde quiser.
Agora dá o play e vem rir, comentar as notícias do dia e acompanhar as histórias de ouvintes, debates e convidados que fazem do Pretinho Básico o maior podcast de humor do Brasil.😎
- Doação de SangueCarlos André Lindner · Hospital São Judas Tadeu · Enchentes Rio Grande do Sul
- Eleições Rio de JaneiroGolpe da maquininha · Turistas distraídos · Eleições Rio de Janeiro
- História de sobrevivência em mataTurbulência e queda de avião · Sobrevivência e canibalismo · Brasileiro, Francês e Americano
- Amizade e Dinâmica do GrupoAtraso no pagamento de dívidas · Conflitos e abalo de amizades · Geração Z
- Cliente destrói lavanderia por mau cheiroDia de Fúria · Prejuízo financeiro · Blumenau
- Demissão comemorada com fogos de artifícioAmbiente corporativo negativo · Telemarketing e comunicação · Carater Pessoal
Olá, Alexandre Fetter. Olá, amigo e amiga ligados na Atlântida, estamos chegando aqui na rádio das nossas vidas, 6 horas e 6 minutos para mais um Pretinho Básico neste fim de tarde terrível aqui na grande Porto Alegre, 21 de julho de 2026. O Pretinho Básico tem um oferecimento do Wi-Fi Total da MHNET. Conheça o Wi-Fi Total da MHNET, tem sinal de internet que chega em todos os da sua casa. Vero, a maquininha com a menor taxa e um banco completo para você.
E esse banco é o Banrisul. Seja Vero 99, o aplicativo que te leva a viver o melhor de Porto Alegre. Muito bom fim de tarde para o meu âncora interino, Rafael Gomes.
Fala, Alexandre, boa tarde, tudo certo?
Tudo lindo, maravilhoso, meu querido. Quem tá com a gente na mesa? Léo Oliveira?
Não, não, Léo Oliveira não está.
Olha isso, é um beijo. Não vai dar. Vini Moura, e aí, Vini Moura?
E aí, Alexandre, tudo bem? Como é que estamos?
Tudo bem, tudo certinho. Eu ouvi o Ivan. O Ivan tá com a gente, é isso? Não, não tá com a gente então. Mas o delay, tá me ouvindo aí, Alejandro?
É um delay jamais visto isso aí.
Bebendo de novo, pelo amor de Deus, já avacalhou o suficiente no programa. Programa da uma nessa agora, não vou aceitar.
Que isso, ele tá no avião?
Onde é que tu tá? Que barulho é esse, cara?
Eu tô no, eu tô, eu tô num barco atravessando o Rio da Prata. Isso é inacreditável! Ele conseguiu!
Tu não tá num barco, ele tá, ele tá, ele tá, ele tá, eu juro por tudo! E temos imagem disso?
Eu tô no barco, eu vou te mandar, eu vou mandar uma foto no grupo do Pretinho.
Não, eu quero ver no YouTube, no barco.
Manda aí que eu boto na live.
E não acredito, tu tá indo para onde, cara?
Já foi difícil, paguei mais de difícil. Tu tá indo para onde, cara?
Tá indo para Montevidéu mesmo? E de lá vai pegar um ônibus para onde? Tô indo para Montevidéu, aí de Porto Alegre, Porto Alegre, de ônibus. Ah, cara, vai trocar, vai nos levar.
Não, mas não é.
Olha só, olha só, se tu ficar avacalhando, eu vou te tirar.
Não é avacalhar, Alexandre, é delay mesmo.
Uma boa, ele tá no meio do barco no Rio da Prata atravessando da Argentina para o Uruguai, ele tá com delay. A gente só quis fazer um carinho em ti para te mostrar que o Ivan tentou.
Ah, muito obrigado por tanto carinho.
Olha ele no grupo, olha ele no grupo, ele é uma beleza.
Neto Fagundes, muito boa tarde, bom fim de tarde, meu compadre.
Fala, meu querido.
Tá aqui direto no Rio da Prata junto com—
tá junto lá, é. Pelo amor de Deus.
E aí, meu querido, tranquilo?
Tudo certo. Tô vendo a foto dele aqui no barco. Inacreditável, inacreditável, inacreditável, velho.
Tá parecendo o cabeça de uma banda aqui de Porto Alegre.
Acho que melhorou, acho que melhorou.
Não, não, melhorou, melhorou. Tá bem, tá bom, tá bom assim. Então olha só, deixa eu fazer aqui o recapitular o elenco: Rafael Gomes, presente, Neto Fagundes, presente, Léo Oliveira, Ivan, e mais um monte de gente aí no barco.
E Então tá aí, faltou um.
Quem faltou?
Acredito que—
olha aí, aí, Portuga! Desculpa, eu não tô vendo, eu não tô vendo. Desculpa, agora aqui o vídeo. Foda-se, foda-se! Pera aí que eu vou botar no YouTube aqui para ver vocês um pouquinho, cara.
Eu tô aqui no Dilúvio River.
Dilúvio, River, tá horrível a coisa aí, mano.
Barbaridade, tá foda, tá foda. Anoiteceu às 3 da tarde hoje, cara.
Transbordar algo aí ou não vai transbordar?
Não, mas já tem vários lugares que tá subindo a água perto do Capô do Cano. Meteorologistas falaram que não vai, não é para acontecer o que aconteceu em outros momentos aqui em Porto Alegre, graças a Deus.
Isso é certo, sabe? Meteorologista para saber não é, mas se vai ou não a gente não sabe.
Sabe a Rua Zero Hora aqui, Fetrã? Aquela travessa ali com a Freitas de Castro?
Claro, tem duas tampas de bueiro ali. Né?
As duas tampas de bueiros saíram dos bueiros porque os bueiros estão vertendo água para cima. Chega a dar um frio na barriga.
Vou te dar minha crítica social aqui, Johnny. Não precisa de muito para aquele bueiro transbordar. Ali é uma sacanagem, cara. É inacreditável.
Mas que dá um cagacinho no cara assim ver aquilo ali, cara.
Péssimas lembranças.
Bom, deixa eu perguntar para vocês uma coisa: tiraram o Fusca do Pretinho do estacionamento?
Não.
Como não? Claro que tiraram.
Não, tá ali.
Tá ali, claro, o básico não dá para ver mais.
Eu inclusive perguntar se nós não podia ir sexta para o show do Pretinho com ele. Pode mesmo?
Pode, óbvio, pode, claro.
Mas ele tá pegando só no tranco, cara.
É sério?
Se tu parar, não é verdade. Não, não, deixa eu te falar uma coisa, não é verdade. O Fusca do Pretinho está nos trinques. Ele saiu de uma, de uma, de um período de recuperação terapêutica lá no nosso amigo Fossá, Júnior Fossá, da One Sports.
Salve, salve!
O Fusca do Pretinho tá nos cais.
A informação: sexta-feira nós vamos de Fusca.
Então vai, vai indo.
Onde é que é?
É em Novo Hamburgo, no boteco.
É Novo Hamburgo, vai chegar no mínimo até Estreito, chega bem. Chega bem, Sapucaia já começa a dar uma amassada. Terror! São Leopoldo, tamo quase entregando os tacos. Daí chegamos a Novo Hamburgo, não dá nada. Vamos lá que vai dar tudo certo.
Lembrei uma época que eu ia para faculdade de Fusca com Fernando Zanuso para jogar bola.
Baco, Zanuso, boa madrugada!
A gente passava no posto, eu, eu, eu abastecia R$10 no Fusca do Zanuso e a gente ia para Unicino jogar futsal.
Abastecia R$10 no Fusca do Zanuso, dava uma mordida no carinho, fazia aquele negócio, trocava as marchas do Foquinha.
E o capô do Zanuso pedindo mangueira.
Vamos dar aqui nos destaques do Pretinho Básico para este fim de tarde de terça-feira. Para Zagonel, as melhores soluções em duchas e torneiras, @eletrozagonel nas redes sociais. E Redmac, tudo para construção, reforma e decoração. Redmac, a gente é de casa. 21 de julho, aniversariante desta edição, deste episódio do Pretinho, é Adriano Varela de Matos, o Dex. O Dex é tatuador de canoas e tá fazendo 38 anos. Parabéns aí, Dex! Saúde e muitas alegrias na vida.
Grande abraço, muito obrigado. Grande abraço. Homem é preso por vender caipirinhas a R$8.000 no Rio de Janeiro.
Porque não basta enganar, tem que chinelhar, tá?
Tem que chinelhar.
Na praia de Copacabana, um rapaz chamado Wellington, ele foi preso por vender duas caipirinhas por R$8.246.
É duas então, não é uma? Duas, duas, duas.
Calma, se o cara com gelo Aí mudou, fica R$4.000 cada uma.
O famoso golpe da maquininha onde o vendedor alegou que eram R$80 que ele tava passando e o francês estaria se confundindo na conversão, passou com R$8.246, o que ele achava que era R$82,46. Além disso, ele tentou realizar outros pagamentos na sua maquininha totalizando R$20 mil. Estas compras foram recusadas. A denúncia chegou à Delegacia de Atendimento ao Turismo, que retornou ao local onde o francês adquiriu as caipirinhas.
E entre aspas, né, olha as armas, olha a sorte, o vendedor ainda estava lá e foi reconhecido. Então a Polícia Civil do estado do Rio de Janeiro já deteve a vítima em flagrante para pagar pela pena de ter—
a vítima não, bandido, o bandido, o bandido.
E disse que o policial chegou lá na tenda lá da caipirinha, aí chegou lá, tinha um espelho, aí o policial se viu.
Foi ali que ele se viu. Não, mas sabe que tem uma coisa, cara, que é essa tenteada aí da gente não olhar o quanto tá pagando. Muita gente não olha, cara. É verdade. E outra, tem gente no Rio, nessa muvuca aí, que ele tira o teu cartão e te dá um cartão que não vale nada.
E outra, às vezes ele pega o teu cartão, leva lá para dentro para fazer o pagamento, troca, clona o teu cartão e te devolve.
Exatamente.
E outra que acontece no Rio de Janeiro também, o cara cobra o quanto ele acha que tu tem de dinheiro. Se tu é gringo no Rio de Janeiro, ah, cara, é muito provável que tu vá tomar uma rasteira. Em algum momento tu vai tomar uma rasteira.
Tem uma coisa complicada de alguns lugares turísticos que a gente vai no Brasil, que é o quê, Jory? O atochador, né? O cara aquele que fica tentando te— sabe aquele cara da pulseirinha em Salvador que quer te botar a pulseirinha? Não, eu vou botar uma pulseirinha, um presente aqui. Daí o cara bota a pulseirinha ali, aí ele te cobra R$200 pela pulseirinha, sabe? O cara que quer pegar o turista distraído assim e tal. O cara vai distraído e toma uma ruim assim, sabe?
Então, tipo, é uma sensação de que tá sendo sempre perseguido para ser enganado o tempo todo, né?
Fica o tempo todo pensando no golpe que vão te dar.
É isso aí, é isso aí. Aí a gente fala, ah não, mas pô, Brasil é foda, Rio de Janeiro, cara, hoje em dia, para mim, em qualquer lugar do mundo vai ter alguém, especialmente numa concentração de turistas, seja em Roma, Barcelona, Nova York, Estados Unidos, acho que até um pouco menos, mas de qualquer forma em algum lugar do mundo vai ter alguém querendo sacanear. Fala, Ivan! Dá um amarelo para o Ivan, Gomes!
GZH10, para lá e me colocar nessa imagem para tu ver que eu tô no barco.
Amarelo para o Ivan! O próximo, a gracinha é vermelho, e aí vai curtir o programa. Atravessando dois países e eu tô— não, tu não tá atravessando dois países, atravessando de um país para o outro. Pode dar o vermelho agora. Agora é hora do vermelho, pode dar.
Não, é que o delay não tem como, o delay é imbatível. É, eu tava ouvindo no fundo, quase um minuto depois eu falo. Então não tem como. Obrigado, obrigado, Ivan. Obrigado pela tentativa.
Vai um abraço para ti, boa viagem aí.
Últimas palavras?
Tá bom, ele saiu fora.
Até chegar.
Ó, geração Z muda a forma de dividir a conta e aumenta dívidas entre amigos.
Qual é a geração Z, Gomes?
Ai, meu Deus do céu, tá no grupo, eu mandei no grupo.
Tá, mas e a nossa audiência não tá no grupo?
Mas a nossa audiência já sabe, quem não sabe somos nós.
A pessoa começou a escutar o Pretinho Básico, eu não sei, cara, seria mais fácil só tu dizer. Geração Z é quem nasceu de tal a tal.
Mas é que o enredo é mais legal.
Bom, também é verdade.
Tem um estudo que analisa os jovens, que é a plataforma Zelle, que mostra que 76% da Geração Z nunca foi totalmente reembolsado depois de adiantar despesas em grupo. Vamos ser sinceros, né? Todo mundo que tem entre 18 e 25 anos ali, que é quando tu começa a sair para um barzinho, para uma balada, fazer uma festa, uma noite, Tem sempre o amigo que tem um pouquinho mais de grana que o outro, ou um amigo que tá mais pelado em determinado mês, e o outro diz: não, não, eu te apoio, eu te ajudo, eu te ergo, eu te adianto.
Não sei como eram as negociações de vocês com os amigos de vocês, mas essa é a geração que menos paga suas dívidas. Eles não estão preocupados em honrar os seus compromissos financeiros. 55% disseram que a situação das dívidas gerou conflitos e abalou amizades. 47% se endividaram para cobrir gastos que os amigos fizeram eles ter.
É, tem uns amigos migué também.
18% levou até 1 mês para pagar, 10% de 2 a 6, e 11% ficaram mais de 6 meses sem quitar a dívida.
Essa coisa do rachada, coisa de grana. Eu me lembro quando comecei a namorar minha mulher, cara, ela já tinha um poder melhor do que o meu, porque eu tinha zero, né? Daí não era muito difícil. Qualquer coisa que ela tivesse, ela tinha mais que eu. Aí eu rachava um apartamento, eu e mais dois parceiros ali na João Pessoa. E uma vez ela tinha inaugurado em Porto Alegre um lugar top assim, que era Roda Pizza, uma coisa assim, que era um rodízio, primeiro rodízio de pizza.
Era caríssimo o troço, caríssimo. Aí tô eu e esse meu amigo, né, carioca, que não tomava chimarrão. Aí eu vi que o carro encostou na frente do nosso prédio assim e olhei, digo, ele disse Ah, tuas amigas, cara, ali, ó, tuas amigas. Olhei assim, tava ela dentro do carro da amiga dela. E eu passei o chimarrão para o Pedro, deixei com ele, né? Ele ficou com chimarrão ali na mão assim. Ela chegou: oi, Neto, tudo bem? Eu digo: tudo bom.
Tava fazendo uma balaquinha ali. Oi, tudo joia. Seguinte, a gente vai se encontrar lá no Roda Pizza hoje de noite, não tá a fim de pintar lá? Aí deu um tempinho assim que ele tá do meu lado com aquela cuia tentando tomar um mate, fazendo que tomava um mate assim. Eu digo: pá, não vou poder pintar lá, eu tomei sem tempo. Quando eu disse tô bem sem tempo, ele assoprou o chimarrão, saltou, saltou. Sem tempo, pô, que bosta! Mais tempo é tempo, não é grana.
Mas só lembrando, a geração Z é a geração que nasceu de 97 a 2002, é isso, né?
Isso, tá.
Ou então é quem tem 30 anos, né?
Quem tem, mas é só esse intervalo de tempo aí? Não, não, não, não.
Como não?
Agora sim, vamos lá.
Eu achei que era mais tempo, mas era maior essa geração, né?
2012, né?
2012. Verdade, 2012, tá certo.
É uma galera que tem de 19, não, de—
a galera que tá no mercado de trabalho dos 18 aos 27, 25 anos, é essa galera aí. Quem tá mais perto dos 30 são os millennials, que é a minha geração. O Vini é o último dos millennials, a gente já falou algumas vezes aqui no programa. Ele é o último. A partir dos 27 é a geração Z. Toda vez que a gente pensar na geração Z no programa é do Vini para baixo. Do Vini para baixo é a geração Z.
Os últimos dos millennials, minha palestra aí. É minha palestra, último dos millennials.
Os últimos dos millennials.
Millennials somos eu, o Vini, o Léo, o Léo. Nós somos os millennials. O Natan é geração Z. Eu tenho 34.
34?
Faz 35 daqui 2, daqui 10 dias.
Eu sou dessa time aí também, então.
38. 38, tem geraçãozinha, tem um milênio, tem um milênio.
38 não é idade, é calibre.
Pera aí, Gomes, só um pouquinho, informação. Informação: tu és leonino, Gomes?
Sou, sou.
Nós somos, eu sou também. Faz aí, faz o leão para nós, bicho.
É por isso que o Rafinha disse que gosta de ver leão quando transa.
Qual é o teu aniversário, Rei Leão?
2 de agosto.
2 de agosto. Tu é o quê, né? Tu é Leão também, né? Eu sou Aquário, né? Eu sou Aquário.
É, tu é diferenciado, né?
Tem aquário em casa?
Quero botar minha enguia dentro.
Nossa, meu Deus do céu! Não era essa pergunta?
Não era?
Não?
Ah, desculpa, gente.
Era uma piada antiga.
6:21, Geração Z, já falei. Cliente depreda lavanderia, Após roupas saírem da máquina com mau cheiro.
E eu gosto quando a notícia é pertinho da gente, tá? Blumenau. Aqui em Blumenau, uma moça foi até a lavanderia, uma moça foi até a lavanderia, e aí quando tirou as suas roupas da máquina, não gostou do cheiro que saíram as roupas. E aí o que que ela decidiu fazer? Decidiu reclamar? Não, ela decidiu começar um ataque de, sabe, o Dia de Fúria, o filme aquele? Porque ela começou a fazer na lavanderia de Blumenau, começou, as câmeras de segurança flagraram, só tinha ela e uma outra pessoa dentro, era aquelas lavanderias semiautomáticas.
E o mais engraçado é que a outra moça que tava lavando as suas roupas também tava ali dobrando as suas roupas para levar embora. Ela não move um músculo, ela segue dobrando as roupas ali calmamente enquanto a outra comigo. Vai destruindo a lavanderia.
Depois que ela destruiu, ficou cheirosa a roupa dela?
Não, não ficou. Pelo contrário, ela vai ter um prejuízo bem, digamos assim, bem fedorento, de R$5.000, né? Caraca, foi o que custou a roupa lavada dela.
Esse é o ritmo legítimo, caso que uma máquina nova e bota em casa. É o legítimo caso que o ditado aquele, né, roupa suja se lava em casa, vale a pena, né?
Verdade, hein, Jordi? Tá vindo bem o Jordi aí.
Não, e essa época do ano agora, com essa umidade aí, cara, não é fácil Secar uma roupa.
Mas cara, imagina, imagina a semana que tava tendo essa figura aí para ela fazer isso aí depois de lavar as roupas.
Que que aconteceu na vida dela para ela se irritar com a roupa fedorenta?
Não foi a roupa.
Para o cara quebrar lavanderia tem que estar dando muito errado, tem que estar tudo muito errado.
É verdade. Ó, mulher é demitida! Ah, eu só queria saber o nome da empresa. Mulher é demitida e solta Bota fogos de artifício em frente ao local de trabalho para comemorar a saída. Isso aí é nome da empresa, hein?
Botar fogo em alguma coisa, teve uma colega. Uns soltam fogos de artifício, né?
Outros colocam fogo na tocha, outros empinam pipa.
É isso, acontece.
É uma empresa de telemarketing em João Pessoa, correto? E uma ex-funcionária chamada Tatiara, porque foi ela que divulgou, tá? Por isso que eu— ela compartilhou nas redes sociais: eu consegui, era o vídeo dela, fui demitida. E aí ela nisso ela levanta um fogo de artifício assim, o logotipo gigante da empresa atrás dela assim, e começa. E aí a galera da empresa meio que vai ver o que que aconteceu.
Então ela Fui demitida! Então imagina a felicidade dessa mulher.
Imagina o quão ruim não era o ambiente corporativo dela.
Imagina.
Grande abraço para o Nelsinho que tá na nossa escuta aí.
Grande abraço, muito obrigado.
É, quem é o Nelsinho?
Nelsinho, um bruxo aí, amigo.
Mas o que que o Nelsinho tem a ver com isso?
Não, é só para aproveitar o gancho aí do fogo de artifício. Ah tá, é um cara que lidava com muitos fogos de artifício na infância.
Chegou a me dar um ruim agora.
É, me deu um ruim também.
Eu me deu um ruim. Esse nome não era o momento, não era o momento de usar esse nome.
Timing, porra!
Com esse nome a gente não brinca, Joel.
Você viu que parou um assunto como esse em associação, né?
Perfeito, perfeito.
Como é bom quando não é o cara.
É muito bom, é gostoso.
Vou te falar, Até porque eu sei que não era isso que o Dior queria sugerir, mas esta empresa que é gerida por este senhor chamado Nelson, ela é um exemplo de gestão de empresa, né? Uma empresa onde as pessoas querem e desejam trabalhar.
É que quando tu vê uma pessoa sendo demitida e soltando fogos de artifício, Alexandre, tu tem que agradecer por tu tá na RBS, né?
Né? Bom, aí agora, agora tu limpou a tua barba. Agora dá para ver.
Que bom que ele tá nos ouvindo.
Agora não fosse cagalhão, isso é importante.
Não temos o nome da empresa, obviamente.
Temos, eu que preservei o nosso processo, tá?
Mas é público, já foi divulgado?
Não, no vídeo dela tá, mas aí quem responde é ela, né?
Mas não tem notícia publicada com o nome da empresa? Tem, tem.
Então já era, já foi.
Assuma esse processo para nós, Gomes.
Não, eu não vou assumir. Eu não botei o vídeo da guria quebrando tudo Blumenau, porque Blumenau é pertinho, vai chegar nela.
Ah, mas é, se não chegar por nós, vai chegar por alguém.
Só tá nós aqui, Gomes.
Não, não, não, porque aqui só nós, um milhão de pessoas. O Ivan tava hoje, tava no Porto Madeiro hoje e foi reconhecido por 3, 4 pessoas.
Não, tá certo, tá certo, eu tô contigo. Você tá aqui como produtor, não divulgar, então nós não vamos divulgar.
Então amanhã tu produz, Johnny, tá? Aí tu fala que tu tá louco.
Eu nunca passei em redal, Johnny.
Lembrando que tu tem todo o respaldo do FETAN.
Não, eu tomei só 2 processos e eu só perdi 1.
É?
Qual foi o que tu perdeu?
Eu não posso falar, eu perdi, né, ô idiota?
Ah, não pode falar?
Não, fala o que tu ganhasse então.
Não, eu ganhei um que um convidado nosso criticou um restaurante. Um convidado nosso veio e criticou um restaurante nominalmente. Aí a gente ganhou porque não foi a gente, porque foi o convidado que veio e criticou, falou nominalmente do restaurante. O restaurante queria direito de resposta.
Mas melhorou agora já?
Esse restaurante? Melhorou, piorou que também. Eu fui lá esses tempos, inclusive. Não sei se eles lembram de mim. O segundo eu perdi porque era exatamente isso, não devia ter dito um nome.
Ah, foi por causa de ler nome que tu perdeu o processo?
Por causa de ler nome. Sabe isso que tu acabou de fazer? Dando nome numa pessoa foi isso.
Não, e olha que tu nem leu, né? Tu falou porque tu quis.
O processo é diferente, literalmente é outro processo.
É outro processo.
Que loucura, né?
Era uma notícia pública, mas eu li o nome da pessoa. Então às vezes eu não boto o vídeo, eu não boto a imagem, eu não boto isso porque já perdi um.
Mas por que tu não falou isso no início antes da gente ficar enredando?
Porque eu já falei várias vezes isso, vocês esquecem.
Tu és um cara responsável, cara.
Não, eu só tenho medo de ser demitido, Diorio, é só isso. Eu tenho filha, eu preciso pagar conta.
Mas a gente não ia deixar de ser demitido por conta disso.
É, fala isso até dar no rabo do gato.
Aí tu liga e ninguém atende.
É isso, é isso.
Essa frase ela me pega muito, eu tenho um trauma com essa frase. Eu tenho medo de ser demitido. Eu tenho medo de ser dita de outra maneira: tenho medo de perder meu emprego. Ou de outra maneira ainda: eu só quero garantir o meu emprego. Tem um trauma com essa frase.
Por quê, Alexandre?
Porque numa troca de gestão aqui nesta empresa, numa troca de gestão, o cara que era meu chefe saiu e entrou um outro chefe. E porra, e o cara, o meu chefe anterior, a gente vinha performando muito, muito, muito bem, como sempre. Aí entrou essa nova gestão, e aí eu perguntei para nova gestão: e aí, nova gestão, quais são os teus planos para a gente seguir mantendo esse nosso desempenho e performance e tal? E aí ele me responde o seguinte: cara, eu só quero não perder o meu emprego. Começou errada a relação e acabou perdendo o emprego anos depois.
É isso, isso aí.
Não adiantou porra.
Eu sou jovem, mas ainda era mais jovem ainda, começando no mercado de trabalho. Se apresentou uma situação, se apresentou uma situação na emissora onde eu queria fazer uma coisa X e a empresa falou: não, tu vai fazer Y, hambúrguer. Mas eu tô fazendo X muito bem. Não, mas tu vai fazer Y porque a gente não tem espaço para que tu faça X. Aí eu falei: ou eu faço X ou eu saio. Grande abraço, grande abraço, Billy Moura. Muito obrigado.
Rimos todos.
Quem tem medo, velho?
Ah, tem momento na carreira profissional do cara que o cara pode fazer isso, e não é com 2, 3 anos de carreira.
E para nós, eu tinha, eu tinha 17 anos, Alexandre, e fugiu de casa. Tinha 17 anos.
Mas hoje, hoje tu nos contou uma história corporativa também, que tu fez uma pergunta para o alto escalão.
Fiz, e o Alexandre tava envolvido, mas não dá para falar no ar. Não, não dá, não dá para falar no ar.
Claro que dá. Não dá, não dá, não dá, não dá, não dá, não dá, não dá.
Era uma reunião e eu de fato, né, Rafa, não tem reunião delicada, uma reunião delicada, e eu com pessoas de alto escalão, com pessoas de alto escalão, e eu e outras de baixo escalão, e outras de baixo escalão, e eu ali muito preocupado com o Fetter, fiz uma pergunta que não ficou muito legal na reunião.
E eu tava na reunião?
Não, tu tava, tava, só que tu tava por vídeo.
Ah, eu tava por vídeo, por vídeo na reunião.
Só saber o que que é isso aí, meu filho.
Eu também, bota no grupo depois.
Eu vou botar aqui, eu vou Lembrei do cara que foi ligar para o parceiro dele, ligou para o chefe sem querer, e o chefe atende ele: e aí, seu merda? E o cara: pois não, sabe com quem o senhor tá falando? Aí ele viu que era pela voz, era o chefe dele. E ele disse: tu sabe com quem tu tá falando? E o chefe: não, não sei. Então vai descobrir.
Olha, Neto, eu vou te falar uma coisa, Neto. Reza a lenda que isso deu-se aqui dentro dessa empresa.
Eu já ouvi essa história, foi feito, foi aqui dentro da empresa. Eu não quis falar isso porque o Gomes já foi processado outras vezes, então eu não dou nomes.
Tá lá no grupo, botei no grupo. Tem um outro colega meu lá da Rádio Gaúcha que ele sempre atendia o telefone e ele dizia que era o Charles. Ou Diógenes. E aí, por quê? Porque não tinha ninguém com aquele nome, então ele podia ser grosseiro, podia falar qualquer coisa para as pessoas.
Agora eu fui ver no grupo aqui, cara, e olha que coincidência, é o mesmo cara que perdeu o emprego.
Sério?
Mesmo personagem, claro. Pelo amor de Deus, vamos dar uma girada na mesa aí. 29 minutos para 7, né? 4 vagões.
Tô rindo até agora, mas olha, tu pensa que não tinha nenhum motivo para eu perguntar?
Não, Vini, estagiário, levanta a mão e pergunta para esse cara logo.
Vem cá, fez a pergunta exatamente para pessoa que tava fazendo o negócio acontecer.
Me tira uma dúvida.
Correu o risco de ser derrubado também.
A cara do Johnny que não tá no grupo.
A gente vai falar, a gente vai falar, nós vamos te contar. Nego velho tava esperando a hora da execução quando chega o padre para ele: meu filho, Vim te trazer a palavra de Deus. Aí o nego veio, olhou, falou assim: pá, meu querido, nem perde teu tempo, daqui a pouco eu vou falar direto com ele. Ai, que loucura, cara!
E tu, Johnny, o que que tu tem para nós aí?
Eu tenho um recado extremamente apropriado para o programa das 13 de hoje, mas eu vou ler às 18, tá? Para o timing ficar perfeito, tá? Boa tarde, galera do PB, sou super fã de vocês, cara, mas acho que vocês deveriam tirar os destaques do programa.
Tá, vamos anotar, mano.
Pô, aí eu tô lendo o email aqui do Luiz de Itapira, interior de São Paulo, tá? A única parte que eu faço, mano, o produtor vai atrás da notícia, estuda a notícia, e no final ninguém deixa o cara dar notícia.
Bom, aí ele tem razão.
Cada frase vem uma piadinha diferente. O programa é de humor, mas uma piadinha a cada essa frase não dá, Fê.
Tá, tô contigo, tô contigo, irmão.
Dá uma segurada boa, cara, pelo menos nos destaques, só para não jogar o trabalho do produtor no lixo.
Mas eu não sei se vocês perceberam, Jory, me conceda esta parte, por favor. Não sei se vocês perceberam que desde ontem nós estamos com mais leveza na abertura dos destaques.
Inacreditável.
Não sei se vocês perceberam, se não perceberam, eu vou chamar atenção de vocês.
Seria o subconsciente?
Sim, não, o Rafinha em férias é o motivo. O motivo é o Rafinha em férias, porque ele tem que Toda frase que é dita no programa ele tem que falar alguma coisa também.
É isso.
Ah, mas vocês já perceberam?
Não, pode ser, mas eu também acho que tem um negócio, Fêter. Eu percebi uma coisa, dando desse lado da bancada, as pessoas me respeitam mais quando eu tô desse lado da bancada aqui.
Ah, então o problema é comigo, porque ninguém me respeita, né?
Não, não, pelo contrário, as pessoas te respeitam, te respeitam muito. Não, mas é que tu entende, é que se tu acha que tu não é respeitado, tu tem que, tu tem que ir lá para o meu lugar lá para tu ver como é que eles te tratam.
Se tu soubesse que eles fazem com o Rafael Gomes, tu ficaria enojado.
É isso, porque aqui todo mundo é obrigado a me olhar, aqui todo mundo é obrigado a me olhar. Ali às vezes tá cada um olhando para um lado. É, mas na verdade eu prestei atenção nisso, eu prestei atenção nisso desde ontem.
Isso é verdade, por isso que a concepção desta bancada foi assim, entendeu? É um cara no meio e na frente todo mundo olhando ao mesmo tempo para todo mundo.
Um cara no meio, os outros em volta fazendo sanduíche.
É como se fosse um U, é como se fosse um U, e lá na ponta do U aberto alguém, entendeu? Aí todo mundo se olha ao mesmo tempo. O tererê. Bota para nós uma aí, Vini.
Uma história, porque é o seguinte, tinha um brasileiro—
agora tu tá nessa, né? Tu tá, tu diz o que que é, é piada, é história, é caso.
Tem uma cartola, tem uma cartola.
É tipo as sínteses noticiosas antigas, né?
Brasília, história, Estados Unidos, 1982, Ohio. Tinha um brasileiro, um francês e um americano. Eles foram viajar para o Rio de Janeiro. O brasileiro é um famoso radialista. E aí eles foram, eles foram viajar, então no voo, e do nada uma grande turbulência e o avião cai no meio da mata. Cara, um desespero, mas todo mundo ficou bem, graças a Deus, né? Os 3 Vivos, salvos, mas perdidos no meio da mata. E aí começou a bater a fome, frio, fome.
E aí o americano levantou o dedo e falou: olha, tem uma faquinha aqui na minha mochila e tem uma manha de sobrevivência que eu aprendi lá no meu país, que é cortar um pedaço da— This episode is brought to you by State Farm. Listening to this podcast instead of doom scrolling?
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O americano cedeu a própria coxa, cedeu a própria coxa.
Sobrevivência, né? Desespero total. E comeram a coxa.
No segundo dia, a fome voltou. Sobrevivente dos Andes lá traz exatamente cenas assim.
Exatamente, né? A Sociedade da Neve. E aí, no segundo dia, bate a fome de novo e o francês disse, olha, lá na França a gente tem a manha de cortar um pedaço do braço quando bate a fome assim. E aí foram lá, cortaram o braço do francês, fizeram no fogo, assaram, comeram. Brasileiro deliciou, americano deliciou, francês também. E no segundo dia sobreviveram. E aí veio o terceiro dia e a fome, cara, começou a bater de novo. E aquele desespero.
E aí o americano e o francês olharam o brasileiro, né? Agora é tua vez, cara. E agora aí dá teu jeito, né, irmão? A gente tá aqui, já tiramos a coxa, o braço, agora é contigo. Aí o brasileiro arriou as calças e botou o negócio pra fora. E aí tá. E aí o americano já falou: Cara, sério.
Ai, lembrar-me mais tarde. Quer lembrar disso mais tarde? Não, não, não, é que apareceu uma mensagem aqui no meu, na minha tela aqui. Ó, deixa eu pedir um, fazer um pedido de doação de sangue rapidamente aqui para nossa audiência. O Arnaldo, Arnaldo, pode isso? Veio nesse canhão de audiência pedir doação de sangue para o pai de um amigo, ele precisa urgentemente É o Carlos André Lindner que tá precisando de muitos doadores de sangue.
E não há limites de doadores, tá? Cada doação pode fazer a diferença e ajudar a salvar a vida do Carlos André Lindner no banco de sangue do Hospital do Coração do Rio Grande, na cidade de Rio Grande, aqui em Rio Grande, no Rio Grande do Sul. Horários das 8 às 11:30 da manhã. E das 2 às 5:30 da tarde. Ao doar, informe o nome: Carlos André Lindner, e o tipo sanguíneo é O positivo e O negativo. Peço de coração que se puder falar pedindo a doação, faça esse gesto de amor.
Se não puder, por favor, compartilhe a publicação para que este alcance o maior número possível de pessoas, para que esta alcance, esta publicação alcance o maior número de pessoas. Agradeço imensamente. Paraná, Paraná, Paraná. E pô, na verdade é o filho, cara. O Arnaldo é filho do Carlos André Lindner. Então vamos fazer essa, essa, esse gesto de amor e solidariedade aí para um filho salvar a vida do pai. Mais uma giradinha na mesa.
Tu, Gomes, não é porque tu tá aí na posição do âncora que não tem nada para botar para nós, né? Bota uma para nós aí.
E agora, Alexandre?
Deixa eu ver. E agora eu vou achar, não tem problema nenhum.
Nós vamos ter, né? Vamos ter sim. Ai, paizinho! Alexandre, pois não, a de 6 não fez nem cócegas. A de 6? É, tá. A de 10 eu senti uma coisa, tá. A de 14 doeu, doeu. Quando soco assim, muitas vezes machuca. A de 18 doeu também, mas a de 22 me fez chorar. Agora de 26, Alexandre, doeu também, mas eu já tô acostumado. Pode vir de 30. Tô falando de Copa do Mundo.
Eu tava ligado.
Beijo para você, sou fã para caralho, sem dúvida, sua melhor companhia. Aliás, Fetter, passei o dia hoje curtindo a tua Socalhada no Spotify.
Show, lista gostosa, é uma lista gostosa. Um gênio. Que isso, beijo para mim. Que criou o nome Socalhada, eu só coloquei o nome numa lista cheia de música boa para tal.
Um beijo para minha esposa Rafaela, te amo, meu amor, diz o Roberto de Porto Alegre.
Valeu, Roberto, valeu, Rafaela, queridos, obrigado pela audiência. Tem um sincericídio aqui, posso ler? Pode. Boa tarde, pretinhos! Vem aqui um bom sincericídio. E Feter, eu vou te aliviar, pois o pessoal do programa já pega pesado contigo. Eu tô falando, um dia eu vou me dar de mão aberta aqui. Cuida que o Sandrinho um dia vai te enrabar. Não é verdade? De novo? Acho difícil.
É no sentido bom ou ruim?
Não, eu acho que é no bom. Quer dizer, não sei se tem bom para isso, não sei. Claro que tem, quem gosta, não sei, eu não sei, na verdade eu não sei. Gordo Léo, dá uma segurada, Gordo Léo, cala a boca, não precisa ir em todas, não tem que interromper toda vez com as tuas piadinhas, muitas vezes engraçadas e outras tantas sem a menor graça. Gordo Léo, você não é genial. Só sabe copiar os personagens que você faz. Quando você criar um personagem de qualidade e autoral que tem a graça, aí sim você será genial.
Ainda bem que ele não tá no ar, senão era deixa eu corrigir o nosso ouvinte aqui, que eu não sei nem o nome ainda. Mas, ô querido, o Léo Oliveira, desculpa discordar de ti, é um gênio. Eu também, ele próprio criou Uhuu, o Ivan e o Palhaço Maionese, entre outros grandes personagens criados pelo Léo. Gomes, me apresenta o cara que disse que você é engraçado e comediante. Bah, esse cara, ele gosta. Esse cara tá precisando de ajuda.
E outra, fala para o Sandrinho que eu tenho uma mamãe solteira que é uma delícia para apresentar para ele. Mas solteira é comigo mesmo. O cara é teu fã, teu hater.
Eu não entendi, eu não entendi.
Ao mesmo tempo ele deu corda para o personagem.
É que talvez aqui nós tenhamos uma informação muito importante. Qual? Talvez ele não saiba que o Gomes e o Sandrinho são a mesma pessoa.
Quem disse? O quê? O cara, né? Eu sou só uma pessoa dentro de outra, Alexandre. Tá tudo bem comigo. Aliás, eu tô com saudade tua.
Tá bem, daqui a pouco passa. Comprei um carro, lembrei de ti. É mesmo? Que carro tu comprou?
Um Polo cor de tijolo. E por que que tu lembrou de mim? Porque tu gosta de carro, tu não gosta de carro? Eu gosto de tijolo.
Cor de tijolo, eu não sei se eu ia gostar, né?
Que às vezes engata a segunda, escapa. Eu lembro de ti.
É muito difícil engatar e desengatar a segunda do Paulo.
Ah, eu te mostro, Rafinha.
Eu descobri o motivo da sua dor lombar, é de tanto carregar o peso do seu ego.
Esse é o cara aí, eu gostei desse magrão, hein?
Eu gostei desse magrão.
Não, achei ele errado no Léo, pega bem pesado, achei ele errado no Léo.
É, eu também, também achei errado no Léo. Eu que me foda, mas tu, ele deu corda. Atualmente, Rafael Menegazzo, dá uma estudada. Red Hot, Denzel e maconha não são as únicas coisas boas do mundo.
Dá uma estudada, é foda. Pega muito pesado, pegou muito pesado.
Ainda bem que ele me aliviou. Dá uma estudada, é foda. Porém, chegamos no colaborador porém. Quando você vem com vontade, o programa rende. Porém, ultimamente tá foda, irmão. O Pretinho Básico não é momento para reunião ou para dar bronca na equipe quando você participa. Tenta focar, tenta focar, tenta focar, pô. Ele botou um pô aqui. Tenta focar, pô, é só uma horinha, beleza? Beleza. Os outros integrantes eu mando outro dia para o e-mail não ficar tão grande.
Um abraço, João de Blumenau. Que medo que ele deu! Valeu, João, obrigado aí, João.
Ah, na minha vez sou só eu que tô no programa, o Léo não tá, o Porã não tá, e o Fedra ele aliviou, né?
E a mim ele aliviou.
Eu tenho outro sincericídio aqui quando quiser.
Pô, então me engata aqui, ó.
De preferência ler no pretinho das 18. Perfeito. Acertamos. Nesse vocês estão mais soltinhos. E antes de lerem, quero dizer que amo vocês. Eu escuto todos os dias.
Isso aqui é pesado. Isso aqui é só entretenimento.
O cara, ele lavrou aqui.
Feter, puta, já começa assim.
Deixa de ser empata foda. Quando tu tá de ovo virado, acaba com a vibe de todo mundo. Não vou negar. Te liga, o mundo não gira em torno de ti. Ele já rampou nessa. Rafinha, assume que quando não é protagonista morre de inveja, e daí ou tu faz tudo para chamar atenção ou fica brincando. Adams, todo mundo já entendeu que o Fetter mudou tua vida. Faz o seguinte, leva ele para morar contigo e fica ainda mais tempo com as bolas dele.
E outra, gratidão é bonito, gratidão é bonito, saber agradecer é bonito, e o Adams tem isso.
E outra, agradece todos os dias por ser ouvinte premiado, que privilégio. Gomes, assume que tu acha um saco ser produtor do programa, que tu acha um saco, um saco, um saco quando ficam te fazendo pergunta que tu não teve saco de pesquisar antes de fazer.
Aí, isso às vezes é verdade.
Léo, dá uma segurada. Não precisa criar 355 personagens para bater o recorde do integrante que mais criou personagem. Vini, dá para ver que tu tem futuro, mas tu ainda tá conquistando teu espaço. Te dei dica, deixa a verdinha para depois do programa. Tu fica lerdão no programa quando tá com ela na mente, dá até vergonha. É verdade, é verdade. Essa fita verdinha que tá aí, ó, pois é. Enfim, a gente conhece Lelê, aí, a RBS deve ter um programa de 60 a mais e tu tá na cota. Não é possível um idoso cagar tanta tese pela boca e ainda continuar aí.
Tá na cota dos 60 a mais com 55.
Porra, nunca aparece no programa e quando aparece a única coisa que faz é dar palestra sobre todos os assuntos. Vender ingresso de algum evento teu, contar piada sem graça. Neto, confessa que quando tá no programa tu só fica pensando: que porra eu tô perdendo o meu tempo aqui? Eu acho também, eu também acho, papai. Não, é verdade, já falei para vocês, para abertamente, para o público que tá aqui, uma das coisas que eu mais gosto.
Olha como ele foi além. Diori, tem um Diori no Insiders, ele foi além. Nem pretito é, então não merece. Vai me foder, eliminou, eliminou você. Rodaica, diva, beijos. Gabriela Machado de Itajaí. Direito das respostas, Paulistano.
Então não, mas é diva, fazer o quê? Ela, né?
Desculpa, eu falei ele durante o email. A Gabriela Machado de Itajaí que manda.
Puta gênia! Mas isso muda tudo de figura. Por quê? Porque eu tava achando já estranho o cara chamar uma mulher de diva.
Ah, faz sentido, né? Mas poderia ser o Sandrinha.
Ah, eu acho as pessoas diva, Alexandre.
Divas, tu é uma diva, tu é uma diva, tu é nossa diva.
Ainda mais nessa foto, olha essa foto tua aí, ó, essa foto tua que tá na live com os cabelos, os cabelos picotados.
Ainda tá com aquela regata, Alexandre?
Tô, cara, tô com aquela regata, passei o dia inteiro com aquela regata.
Não tá com asa, né?
Que regata puxa uma asa. Não puxa asa, cara.
O Alexandre bota perfume perfume para dormir. Ele bota perfume para ir para praia.
Ah, eu conheço o comentário final lá.
O comentário viado de Sandrinha.
Viado é tu. Entre eu e tu, tu é mais viado. Não é ofensa. Não, mas eu não disse que é. Mas se nós formos casal, tu é a minha mulher.
Não, peraí, cara. Peraí, ó. Quero ficar mais a boca. Clá, clá, clá, clá, clá, clá. Aí, 10 minutos, 11 minutos para 7. Sim, é claclá! Vamos fazer aqui aquele momento bonito de anunciar para audiência do Pretinho de graça. Alguém tá vendendo alguma coisa que certamente alguém vai querer comprar. CCGL é leite de verdade, gaúcho como a gente. JP, o preferido do sul, o vinho de mesa mais lembrado pelos gaúchos. Bota aí o que que é bom hoje. Apartamento.
Olá, tudo bem? Boa tarde, bebês!
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Cala a boca! Olha só, cala a boca!
Apesar do cala a boca do Fetter me magoar um pouco. Cara, eu sei onde é porque pela vista ali da janela da sala ali eu sei qual condomínio é.
A vida de solteiro é boa, né? 47 metros quadrados muito bem distribuídos, 2 dormitórios, segundo andar. Diferenciais que fazem a diferença: cozinha planejada completa com fogão, cooktop, forno elétrico, bancada em granito de ponta a ponta, balcão estilo cozinha americana, integração e praticidade. Sala com acabamento em cimento queimado, iluminação em LED em todo apartamento, tomadas industriais instaladas, portas e pintura em excelente estado, vidros com insulfilm, redes de proteção em todas as janelas, ar-condicionado 12.000 BTUs marca Sprinter, infraestrutura completa de condomínio, piscina, salão de jogos, quiosque, salão de festas, quadra de futebol, praça infantil.
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Eu gostei desse negócio, né, cara?
Dá para ver. Obrigado, gente, sou fã de vocês. Apartamento no pb196@gmail.com.
Cara, vai vender isso aí rápido, cara.
Vamos fazer um rápido show no intervalo e a gente volta para acabar o pretinho desta terça-feira, dia 21 de julho. Já voltamos. O pretinho bar. Got a Sam's Cafe pizza order up. You know the best part about this spicy Italian sausage? I voted for this topic. Yeah, just another perk of being a member. Come join us, Sam's Club.
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Agora na Atlântida, melhora de elefante. Elefante Letrado apresenta Palavra do Dia: cacofonia. C-A-C-O-F-O-N-I-A. Cacofonia vem do francês cacophonie, derivado do grego kakos, que significa mau ou defeituoso, e phone, que significa som ou voz.
A cacofonia ocorre quando a união dos sons de palavras próximas produz um efeito desagradável, estranho, ou até um significado involuntário.
Vou mijar. Ele vai logo embora. Eu ouvi pela boca dela. Ele só ouviu ela contar. Todos ficaram sabendo pela Dona Rita. A Dona Rita estava de roupa.
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Outra coisa que também me deixa pensando, e Alexandre, opa, estamos de volta com o Pretinho Básico aqui na Atlântida. Briga, tava vendo um vídeo aqui da Babi.
Eu ia dizer, a voz da Babi, mas eu também tava vendo ao mesmo tempo.
Não, pô, que legal!
E eu que abri o canal e saiu a voz da Babi, eu falei, o que que eu fiz de errado?
O que que eu fiz de errado? Desculpa, desculpa. Cara, deixa eu falar um negócio antes da gente ir embora aqui, mas a gente não pode ir embora sem falar. Aqui no Pretinho a gente sabe muito bem, conhece o valor de estar perto, de fazer parte da rotina, de entrar na casa das pessoas e de criar conexão de verdade. E é justamente por isso que a Rede Mac combina com o Pretinho básico. A afinidade é tão grande que o slogan da Rede Mac também podia ser o nosso: a gente é de casa.
A Rede Mac é uma enorme, uma das grandes redes de materiais de construção, reforma e decoração do Rio Grande do Sul, caminhando ao lado dos gaúchos e somando hoje quase 100 lojas espalhadas pelo Rio Grande do Sul. É um case de marca que cresce e se fortalece em rede sem perder aquela relação de proximidade que todo que todo mundo adora, com atendimento especial feito pelo dono. Então corre lá no último post do Instagram, no @redemac.oficial, e comenta de que cidade tu tá ouvindo o Pretinho Básico, e pede para os amigos curtirem o teu comentário.
E lembra também, obviamente, de seguir a página da Rede Mac, o perfil da Rede Mac. O comentário mais curtido vai um presentão especial da Rede Mac, nossa parceirona aqui no Pretinho Básico. Tá na hora então de colocar a votação para craque do episódio. Rede Mac, a gente é do Sul, a gente é de casa, pode sair votando, meu compadre Neto Fagundes.
Cara, vou votar no Johnny Vasconcelos, né, porque eu faço poucas vezes com ele, sou muito admirador dele, e é um prazer tá junto com um cara que tem tudo a ver com a gente aqui, né, cara? A gente se encontra nos corredores daqui, mas quando ele tá no Pretinho, eu acho que ele combina muito com Pretinho.
É de casa, né? Então vou votar no Johnny Vasconcelos. Boa, boa, meu cumpadi!
E tu, Johnny, vai em quem, cara? Eu vou, eu vou votar em ti hoje, Alexandre.
Ó, meu querido, que honra!
Eu vou votar em ti pelo seguinte, é porque do programa das 13, programa das 18, a gente deu um salto de qualidade muito grande. É verdade. Tivemos muitos problemas com bateria e tudo mais, e tu tá até amarelo, tu te recuperou lindamente assim, cara, e foi um baita, uma baita astral aí.
Parabéns, muito obrigado pelo reconhecimento. De fato, passei a tarde inteira envolvido aqui, empenhado em resolver esta questão do sinal e do áudio, foi entrar com excelência. Foi redondíssimo, redondíssimo. Que bom, obrigado.
Só tua imagem em vídeo aí para a gente ver a regata, né?
Eu queria ver a minha diva, a regata e a tatuagem, aquela coisa toda aí que a galera gosta.
É que infelizmente Aí não vai dar, né? Ou é uma coisa com excelência ou é duas meia-boca. Aí eu vou optar por uma com excelência. Diva de regata, clube de regata. Vai votar em quem aí, Vini Moura?
Ah, eu vou votar no— não, quer?
Não, é, tu vai votar. É o microfone, é o microfone, é o microfone.
Mas é que eu só abri minha boca aqui para falar que eu vou votar na produção, certo? Achei a produção bem O Gomes tá numa baita semana, tu tá muito bem, cara, tá muito bem.
O Gomes tá se descobrindo, né?
Tá se descobrindo em outras áreas.
Eu tô me descobrindo, descobrindo um grande âncora, ancorando tanto o Bola quanto o Pretinho Base.
E vou falar, Gomes, eu precisava sair de férias te falando isso. Tá muito bem, muito obrigado.
Legal. Putz, é verdade, o Vini sai de férias.
Não, não, para aí, cara.
É o Resta 1 do Pretinho, é o Resta 1 do Pretinho.
Quando é que tu sai, Vini? Hoje?
Agora? Agora?
Inclusive, eu já tô Faz 3 minutos que ele tá de férias.
Então amanhã eu e tu, Gomes.
Eu, tu, Johnny, e nada mais.
E nada mais.
Não, mas é umas férias nada a ver, né, Alexandre? Só até sexta, sabe? Segunda eu tô de volta, cara.
Pior que eu tiro férias daqui a pouco também.
Também é, mas aí todo mundo, que loucura. Tá, mas é o que é, né, cara? As pessoas têm que tirar férias, elas têm direito. E mais do que o direito, elas precisam tirar férias.
Não acredito. Não, mas amanhã, amanhã, uma, eu tenho uma surpresa para ti, É mesmo? Eu vou dizer isso, tem uma surpresa para ti. Ele vai estar pelado no programa.
Eu também tenho uma para ti.
Ele não vai ver a surpresa.
Não, para, para, tu não tá entendendo o que a gente tá vivendo.
Tô com o troço encabeçado para ti aí, mano.
Cara, tu vai ter uma grande surpresa amanhã, 1 da tarde. Para! Vota Gomes logo!
Eu voto, eu voto em ti, Alexandre, eu voto em ti, porque eu quero que tu veja a minha surpresa amanhã.
Tá bem, mas sabe que o voto não vai garantir que eu não vá te fazer uma surpresa, né?
Ah, tu sabe que eu sou bem convincente quando eu quero.
Então eu tenho 2 votos, o Jory tem 1 voto e eu tenho 1, e o Gomes tem 1 voto também. Apesar do Jory merecer muito, assim como todos aqui na mesa merecem, o meu voto vai no Rafael Gomes. Muito obrigado. Porque de novo, reitero, Rafael Gomes está num momento espetacular, se descobrindo como âncora de programas de grande audiência.
Dá para ver que tem um garotão voando.
Como é que é, compadre?
Dá para ver que tem um troço crescendo no Gomes.
Tem, tem um troço crescendo dentro dele.
Eu conheço vocês, velho, eu não vou dar trela para vocês.
Os bastidores, o garotão tá assim, ó.
Como assim? Como assim? Me traz essa informação.
Eu vou parar por aqui, Léo.
Bota no grupo mesmo. Mas eu não acredito, eu acho que tu tá tirando uma onda com ele porque eu conheço a humildade e a delicadeza do comportamento do guri. A gente fica por aqui agradecendo demais a tua audiência. Obrigadaço pela parceria. Pretinho Básico volta amanhã ao vivo, 1 da tarde. Mas neste meio tempo pode consumir o nosso conteúdo de ATL TV, redes sociais do Pretinho Básico, redes sociais da Rede Atlântida. Fazemos apaixonadamente conteúdo de entretenimento, para milhões de pessoas. Uma baita noite de terça-feira, um abraço, até amanhã, tchau!
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