Episódios de Pretinho Básico

Pretinho Básico | 20/03/2026 18h ⭐Neto Fagundes

20 de março de 202649min
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O maior podcast humorístico do Brasil. Elenco da rádio Atlântida repercute as maiores notícias do dia do jeito mais engraçado possível. Veja muito mais no YouTube 📺: @atlantida_TV e @PretinhoBasicoShorts

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Alexandre Fetter. Olá, muito bom fim de tarde, amigo e amiga ligados na Atlântida. Estamos chegando com o seu pretinho básico deste fim de tarde de sexta-feira, seis horas e seis minutos. Muito obrigado pela sua audiência, você que já está aí no plantão esperando o pretinho chegar no mundo inteiro. Kto.bet.br, jogue com responsabilidade. O site é proibido para menores de 18 anos.

É ou não é? Não, não botou lá. MHNet Telecom. Conecte todos os cantos da sua casa com o Wi-Fi total da MHNet Telecom. Vini Moura já se antecipou e botou na casa dele. Já, para não ter visita indesejada. Bom fim de tarde. Bom fim de tarde. O que tem uma coisa a ver com a outra? O MHNet com Wi-Fi total e a visita indesejada. Para não chegar alguém com uma ideia de internet antes de mim.

Eu já fui lá, me antecipei e coloquei a minha garota. Tá certo, garotão. Vero, a maquininha com a menor taxa e um banco completo, que é o Banrisul. Seja Vero, Rafinha Menegaz. Boa tarde, Alexandre. Bom início de noite pra todo mundo, né? Tá, tudo certo. Claro, não é isso? Que vibe é essa aí? De outono, né? O outono começou hoje, né? Ah, já botou uma camisinha de flanela ali, ó. Sou meio grunge às vezes, né? É uma bichona. Sou meio grunge. Por falar em bichona, Rafael Gomes.

Boa tarde. Boa tarde, Alexandre. Tudo bem? Essa camisa é boa. Eu nunca. Foi por isso? Só um pouquinho. Vocês já foram cumprimentados. Agora estou cumprimentando o Rafael Gomes. Ele me fez uma pergunta. Tem razão. Pode repetir a pergunta? Eu não me lembro a pergunta que eu tive. Tu me perguntou se eu tenho alguma coisa a te dizer. Isso. Tenho. O quê? Te considero para um caralho. Ah, eu também te considero. É um cara muito bacana. Tem e-mail sobre isso. Neto Fagundi, senhoras e senhores.

Que privilégio. Neto Fagundes. Boa tarde, Rafinha. Boa tarde, Rafael. Neto Fagundes no Pretinho Básico. Vem um oferecimento dos produtos Calemba, nego véio. Mais tradição e praticidade na tua casa, chefe. Na tua também. Isso aí, meu querido. Seis horas e oito minutos. Já vamos sair dando aqui nos descax, meu irmão. Do Pretinho Básico. Para Olá, doutor. Olá.

Olá! Consulta médica por chat sem agendamento e sem câmera. Você tem descendência italiana como o nosso Vini Moura. Então viva o sonho da cidadania italiana com a San Pietro. Buena sera, Alejandre. Buena sera. Bueno. Alejandre. Está cada vez mais espanhol. Cada dia é uma língua diferente. Ele meteu bueno. Viva o melhor banho.

Todos os dias, conheça as duchas e torneiras da Zagonel. Siga o arroba Eletro Zagonel nas redes sociais. E já vamos com os destaques do Pretinho. Nossa ouvinte aniversariante é a Paola Fernanda da Silva Krenivitz. Ela é farmacêutica de Teutônia, fazendo 32 anos. Parabéns, Paola Fernanda. Saúde e felicidades. Como?

O que é quadriderme? A pomadinha para esfriar. E por que você não vai na farmácia comprar? Porque precisa receita, entendi. Tem anti-inflamatório, antibiótico ali. Ah, tem antibiótico. Mas a gente vai descolar, né, Fede? Cara, o Enrico tem o pé mais feio do mundo, pior que o do Rafinha. Acho difícil, hein, Castelhano? Cara, meu pé não é feio. Não, o teu pé parece de um ombro. Não, é podre, não é feio, mas é podre. Parece do Homem das Cavernas. Parece o pé do Xerec. Não, meu, parece o pé de uma pessoa coitada.

80 anos assim, a quantidade de rumo. Cara, o lance é ser estudado, né? É verdade. Isso é uma coisa muito louca, né, cara? Porque... E problema de fungo e de freira. Porque ninguém é perfeito, né? Ah, não. Ninguém é perfeito. O Rafinha é um cara bacana, bonito, bem apessoado. Mas o pé mais feio. Mas o pé, cara. É surreal. É, muito feio. Qual seria o teu defeito, Vini Moura? Tu também é um cara bonito, bem apessoado. Qual é o teu defeito?

Ah, eu não sei te dizer. Ah, não, não. Não, mas tu tem uma coisinha no teu corpo que não é o 100%. Ah, é uma piroquinha pequena.

Pode ser? É. Ai, cara, vocês me irritam. Brasileiros e brasileiras se sentem felizes, mas o índice diz que o país é o 32º país mais feliz do mundo. Cara, 30º, cara. Sempre no dia da felicidade, que a gente falou hoje no programa da ONU,

dos países mais felizes do ranking. Eu tenho uma coisa forte a dizer. Fortíssima. Mas vou esperar tu abrir a notícia. Se fosse autodeclaração, o Brasil seria o sétimo país mais feliz do mundo. 80% dos brasileiros se sente feliz. Porém, a gente analisa os índices de desigualdade social, de políticas públicas, saneamento básico, segurança, educação, obesidade,

Vários não, esse não é um índice que entra. Vários índices desses que são somados e calculados uma média para ver quais seriam os países que teriam condições mais, entre aspas, fáceis de ter uma população feliz. Sim. O Brasil é o 32º. Tu tem o top 10? Tenho, Rafinha. Então, para adivinhar o que é que eu vou... Não, o primeiro deve ser um país europeu. Olha, no top 10 quase todos são. Então... Não era muito difícil acertar. Deve ser uma Noruega. Vamos tentar acertar o primeiro de cara aí. Noruega.

Noruega é a sexta colocação. Suíça. A Suíça tá em décima. Suécia. A Suécia tá em quinta. Cuba. A Alemanha não está na Europa. Cuba. Cuba. Cuba. Não tá nenhum entre o top 40? Não, eu não sei o top 40. Que lugar tá Suécia mesmo? Quinto. É... France. Nova Zelândia. Não. Austrália na Oceania. Não. Japão. Deve ser um país pequeno aí que a gente tá esquecendo primeiro.

Primeiro que pelo nono ano consecutivo está na lista. Finlândia. Finlândia. No mínimo há três anos o Porã fala na palestra dele da Finlândia. Ah, é, que lá eles são mais felizes. Mais felizes, sabe por quê? De água gelada. Porque lá a alegria não tem fim. Lândia. Boa alegria, boa alegria. Foi ótimo. Tá, primeiro Finlândia, segundo. Maybe, maybe, maybe. Islândia. Islândia. Ah, vou terminar com Lândia alguma coisa. A terceira é Dinamarca.

Ah, não, é Dinamarcândia. Dinamarca-lândia. Quarto é um país que não é da Europa.

É a Costa Rica. Um país da Europa. Pura vida. Quinto para a Suécia. Sexto, Noruega. Sétimo para a Holanda. Oitavo para Israel. E nono, Luxemburgo. Décimo, a Suécia. Israel? Cara, a alegreta não está em nada, hein? Não, não. A alegreta não está. A Costa Rica não é um país que tem índices baixíssimos de violência. É isso. É que isso aí conta bastante ponto. A Finlândia fala principalmente sobre saúde universal. Porque lá a saúde é pública.

E como se fosse particular, né? Aonde? Na Finlândia. Tá, mas quantos mil habitantes tem? Quanto mil? Isso não é relevante. Completamente relevante. O Brasil... O Uruguai é um país ótimo, mas é menor que o Rio Grande do Sul. Explica pra ele que isso não é relevante. Não é relevante, tanto é que o Uruguai não tá no top 10. Mas o Brasil é o primeiro da América Latina a aparecer na lista? Não, não é. Se não me falha a memória... A Argentina tá na frente.

Acho que a Colômbia também. Eu tenho que... Não me lembro agora do ranking completo. E é da América Latina.

A Venezuela, com certeza, não está. Só um pequeno detalhe. Acho que o Lelê, ele pontou bem aqui, né? Não, mas depois do top 10, no caso. Depois da Costa Rica, o primeiro país da América Latina. A pesquisa traz pra gente aquela... Como se fosse a brasilidade que a gente está acostumado. Mesmo que o Brasil tenha seríssimos problemas com a sua saúde pública, apesar do SUS ser um excelente... Excelente. A demanda é muito grande. Uma excelente ferramenta, tem uma demanda grande. E, às vezes, a espera é muito grande. E desvia o dinheiro de tudo, né?

Pode trazer meu comentário agora. Desigualdade social. O brasileiro está apegado na sua família, na sua espiritualidade, nos seus amigos. Mesmo sendo o 32º, ele é muito otimista. Ele está feliz com o que ele tem. A gente se ilude, né? A gente é o país do meme, né? O Brasil é um país de idiotas felizes. Que nós somos feitos de idiotas todos os dias. É verdade, é verdade.

Ainda assim, achamos motivos para sermos felizes. É verdade. Só aqui no programa tem dois. Idiotas felizes. Tem uns cinco aqui. Só tira um daqui. Todos nós somos idiotas felizes. É, isso é verdade. Um sofrem mais. Um é mais idiota que o outro. Os mais ignorantes, no sentido de ignorar, de abstrair o que tem em volta, sofrem menos. Essa é a real.

Agora, quem é mais profundo, quem é mais inteligente, quem é mais ligado, quem é mais suscetível ao entorno, sofre mais. O egoísta sofre menos. Também, o egoísta também sofre menos. Está cagando com o resto. Exatamente. Ah, que dureza, cara. E sabe o que é o pior? Sabe o que é o pior? Vai piorar. Vamos para Costa Rica. Não é que vai piorar. Não vai melhorar. Só vai piorar. Tem uma entrevista de um cara que eu acho muito bacana.

Infelizmente eu não conheço ele, chamado Rica Perrone. Vai, eu gosto dele, cara. O Rica Perrone, ele deu uma entrevista, porque ele estava um tempo atrás muito envolvido com política, com comentários políticos e tudo mais, até que ele chegou num momento que ele encheu o saco. Ele encheu o saco porque ele entendeu a parada. Cara, os políticos, eles estão onde estão, colocados lá pelo povo, por todos nós que votamos neles, para resolver os problemas do povo. Eles são representantes.

em que instância for, federal, estadual, municipal. A partir do momento que eles estão lá para resolver os problemas do povo e não se importam com os problemas do povo e fazem da sua carreira política um... como é que eu vou dizer, cara? Uma estrada para ajudar quem está perto, para se beneficiar, para fazer conchavo, para... tu me ajuda aqui que eu te ajudo ali, tu me dá agora, eu te dou lá nas

Cara, tá aí, tá escancarado pra todo mundo ver. O que que acontece? Os dois lados desta polarização maldita, maluca, se matam literalmente em nome de políticos que estão cagando para eles. Esse é o resumo do que disse o Rick Aperroni. É o formato também, né? Esse formato que a gente tá vivendo de política, o cara pega uma verba, ele vai ter a tentação de chegar aqui e olhar e dizer o seguinte,

Mas não é para ele, não é dele, é para investimento dentro do sistema político que a gente tem. Por isso que a gente não tem dinheiro, como o Rafinha falou, para a educação, para a saúde, para a segurança. A gente vê aí na notícia, pelo menos, os desvios não são pequenos. Não são pequenos. E também não são ocasionais. E é uma estrutura que vai levar isso a ter continuidade. Se não tiver alguém que vá parar isso uma hora, o sistema não vai mudar. Mas cara, não vai parar. Não tem como parar.

É podre. O sistema é foda, parceiro. Quem é que disse isso? O sistema é foda, parceiro. Vamos falar de coisa boa? Vamos falar de coisa boa. Mulher elevada à UPA. Após permanecer mais de meia hora, 30 longos minutos, circulando de moto em uma rotatória. Esse é o teu público, Rafael. Eu faria diferente. Eu teria parado.

Cidade de Toledo. Toledo é no Paraná. Toledo no Paraná. Toledo no Paraná, no bairro Jardim Porto Alegre. Às sete da noite, chamaram a guarda municipal e disseram, olha, tem uma moça atrapalhando o trânsito. A moça que não está bem. O que ela está fazendo? Ela está de moto numa Honda Bis e ela está fazendo voltas infinitas na rotatória. Caramba, o que aconteceu? Se é uma rotatória, ela pode ficar rodeando. Em tese não.

Ela tá no direito dela. A polícia chegou, tentou pará-la e chamá-la. Ela não seguiu essa. Talvez ela não saiba andar. Ou não saiba parar, né? Ela sabe. Não, não. É que a rotatória, tu fala do seguinte princípio. Se tu já completou uma volta nela, tu já não tá sabendo usar ela. Não, isso não sai pra onde quer ir. Porque tu chega num ponto... Se ela tá em dúvida. É pra tu, né? Aliás, Lerê, aproveitar o teu comentário pra dizer pras pessoas que não sabem... Tem bastante gente que não sabe. Que a rotatória, ela tem uma preferência.

Isso. E outra, se é uma rotatória de três vias que vão terminar na rotatória. A preferência é de quem já está dentro da rotatória. E outra, tem que parar no party. Tem a descida da Carlos Traimfilho ali em direção a Nilópolis, Nilo Peçanha. Cara, os caras que vêm lá de cima, eles passam reto, velho. Estou emocionando. Reto, não param no party. Na praia lá, foi difícil no verão. Qual rotatória? Bom, tem várias. Aquela da esquina onde a gente estava com o nosso estúdio.

Os caras vão embicando e aí tu tem que parar na rotatória. E aí o cara que vem até a gente bate em ti. Ah, cara. Ali em Canoas tem na esquina da Cezé Fredo com a... Puta, me esqueci o nome da rua ali. Cezé Fredo, como? Boqueirão. Não, que boqueirão, cara. Guilherme Schell. Não, cara. Para, você só me atrapalha rápido. Ipiranga com a... Assucena. Assucena, isso aí. Assucena com a Cezé Fredo. Assucena, meu amor. Eu passo todo santo dia por ali. Às vezes de manhã. Cara, é assim. É irritante, cara. Complicado. É irritante.

Muito irritante. E aí a Guarda Municipal chegou. Boa na boca, cara. Vamos trazer a vibe que tiver, cara. Olha só, olha só. Eu não vou aceitar. Como eu não vou aceitar? Não, eu vou, vai. Outro dia a mãe vai mandar o cara que acabou. Tem centenas. Vou bater no hoje, hein? Calma. Ainda vai tomar um amarelinho pra deixar de ser bobo. Foi muito... A minha, nesse momento agora, pode amarelar aí. Nesse momento agora tem centenas, talvez milhares de pessoas que estão nos escutando na fila pra entrar na rotatória.

Então para, merda. Na sua cidade. É só focar no trânsito. A Guarda Municipal tentou.

Com avisos sonoros, pedi que a moça parasse, a moça não parou. Então a guarda municipal teve que... Avisos sonoros, apitos. Não, é... Para! Sirene, grito. Para, merda! Exatamente. Eu acho que ela tava num transe ali, que não tinha barulho. Exatamente. Ela estava em transe, claro. Era quase isso, era quase isso. Em transe, de acordo com a ocorrência, eles tiveram que quase... Bateu? Pular em cima da moto pra parar a moto, porque ela não parou.

Dei certeza. Ela não respondeu a nenhum comando dos policiais e foi encaminhada pro hospital. Ela deu mais de 40 voltas. Como é que pararam ela?

O cara deu uma volta e levou ela na bala. Acabou a gasolina. O cara deu uma volta e pegou a rodatória e levou ela na bala. Eu já andei de carro com todo mundo aqui da mesa. O mais estressado no trânsito é o Rafinha. Mas é óbvio. Disparado. Cara, quantas vezes tu já perdeu a tua carteira, Rafinha? Pouquíssimas vezes. Quantas vezes? Só sete. Duas vezes. Sete vezes, cara. Quantas foram injustas? Todas, né? Todas injustas, né? E sempre lembrando.

Educações absurdas. Uma coisa que a gente sempre fala do trânsito nesse programa. O trânsito nada mais é do que um reflexo da falta de educação. Verdade, Lelê. E do egoísmo, como o Neto falou agora. Cara, o cara que sai de carro, ele queria todas as ruas limpas. Claro, eu gostaria. Só pra ele. Aí ele quer sair daquele horário que não vai rolar. Não adianta, né? E ele sai brincando. 7h40 da manhã, hoje na Ipiranga. É insuportável. Indo pra PUC. 7h20 começa. Cara,

Os azulzinhos estavam fazendo uma ação com radar móvel ali. Cara, pegaram centenas de carros. Centenas de carros acima de 60 por hora. Onde é que tu tava hoje 740, Rafinha? Eu tava com a moto elétrica, né? Isso aí não me pega mais. Ciclovia agora, né, Fete? Mas tu veio de moto elétrica hoje? Tô, vou começar a ver. Não, também a bateria nem dura. Onde é que tu tava 740 de moto elétrica? 740 hoje? Porra, foi a pergunta que a gente fez, cara. Eu tava varrendo o pátio ali. De moto elétrica?

Na época varrendo, não. Não, não. Eu virei pra rádio de motim. Diz aonde você vai. Tu veio hoje de moto? Não, tu não entendeu. Vou explicar de novo. Não, é que tu não consegue nos fazer entender. Não. 7h40, eu estava na minha casa. Então não estava de moto. Hoje, tu veio trabalhar de moto? Hoje, não. Eu viria. Então por que tu falou que veio? Porque eu vou ter que começar a vir. Não tem como explicar essa cabeça. Ou é a pé. Pra bom entendedor. Agora eu entendi. Ou a pé. Segue o baile. Vamos pro próximo destaque.

Destaque. Old Skate, né? Pesquisa diz que a geração Z... Qual é a idade, Feta? Geração Z. É 1997 a 2012. Todo mundo sabe? Agora sim. A pesquisa diz que a geração Z gosta menos de sexo casual. Aí o Vini, ó. Claro, tu tá com um relacionamento... Exato. É isso mesmo, cabelo. Eu tô no relacionamento... Eu tô te erguendo. É, não. A geração do Vini não quer mais.

Ele sempre puxa o stress com ele. Ah, não. Nunca o cara faz sozinho. Não, rapaz. Aquilo que a gente fazia. E o pior é que tu vai te identificar, rapaz. Por exemplo, a geração Z, de acordo com a pesquisa que analisa o sexo de geração para geração, a geração Z é a geração que menos transa sob efeito de álcool. Ah, vocês não sabem que é bom, né, Feta? Aí depende. Ah, não é legal, cara.

Não conheço amigos tomando leite. Tu brocha muito, Lelê? Não, cara, eu tenho uma broxada. Não, duas na minha vida. Uma e meia. Ah, eu tenho mais. Uma broxada e meia. É muito mentiroso, Lelê. Eu tenho duas nessa semana. Cara, essa meia aí tá... É que a meia é engraçada. A meia foi que nem o nosso ouvinte. A broxada clássica da minha vida foi com uma mais velha que eu. Tinha 21. Ficou nervoso. Deve estar nos ouvindo agora. Ela tinha 29, mas ela tirou meu corpo. Ah, que susto, cara. Eu pensei que ele ia falar.

Ela tirou meu... Não aguentei. Falei, não dá mais. Não consigo. Essa também é uma geração que quer menos número de pessoas e mais qualidade na hora do sexo. Então eles não estão muito interessados em... Ah, vamos sair e transar com a pessoa desconhecida. Eles querem a conexão. Ah, eles não gostam da surpresinha, então. É que isso é uma média. Até porque o que importa...

numa conjunção carnal. É o sentimento. Ah, não, Alexandre. Fala pra ti. No sexo casual, não, Alexandre. Não vai meter essa pra nós. Mas a pauta não é o sexo casual? Pauta livre. É a geração Z que transamento. Mas vamos falar que é... Repete a manchete, por favor. É essa aí, Lelê. Tu tem razão, Lelê. Opa! Coisa boa. Notificação. Tá pingando direto aí. Não, essa é a conta que eu tenho. A máquina hoje.

Explica pra nós, Gomes, por favor. Cara, frango. Não, ele é aéreo, cara. Ele é aéreo, cara. Não, ele tá mais agora. Ah, pelo amor de Deus. Tá, mas tu vai... Agora, pra tu ver como eu prestei atenção. Sexo é bom com sentimento, cara. É isso que eu quero falar. Mas também a surpresa é legal. E tu não quer que a pessoa se transforme numa pizza depois? Ah, bom, isso é verdade. É, porque é aquela coisa que tu queria que a pessoa vá embora a todo custo.

É, acabou, fica ali abraçadinho. Mas tu tem que ter experiência pra poder fazer a leitura do jogo em algum momento.

Entendeu? Não. Hoje eu não vou meter em todo mundo. Eu vou ali, ó, retossar. Tu entendeu o que eu quis dizer? Não, assim, cara. Sandrinho, tu, né? Casou cedo, né? Ele erra, mas agora ele acertou. E eu achei o quê? Desculpa, o Rafael Gomes. Casou cedo, né? Não, eu não casei cedo. Eu casei com 30 anos. 6h27 foram os destaques do paletinho aí, meu irmão. Eu não acredito. Segunda-feira o Léo tá de volta. Tá de volta o Da Pena, tá de volta o Ivan.

Volta um monte de gente. Volta um monte de gente. Vai estar cheio o estúdio novamente. Até o Léo.

Não, então ele faleceu. Não, mas ele ressuscitou. Não, não ressuscitou. Ressuscitou, nós fizemos uma oração e ele ressuscitou. É que nem o Michael Jackson, na verdade. Você não entendeu, ele não existe mais, esse personagem. É, o personagem não é bom. Ele foi apagado no ar. Viva o Reggae, viva a Rafinha Benegada. Ele foi morto no ar. Deram um fernê envenenado pra ele. O fernê que tava aberto. Eu tenho sericídio. Ah, então foi ele que abriu o fernê de hoje.

Sim, sericídio. Deixa eu te explicar. Depois do Neto, que vem poucas vezes ao programa. Isso.

Tu não só está em todos os 10 programas da semana, como tu é o primeiro a falar, ou seja, tu é o que mais fala. Então deixa um pouquinho pro compadre. Tem razão. Neto, vamos lá, meu amigo. Muito obrigado, Rafinha. Pela gentileza. Acertou, ele tá cavando a expulsão. Claro que não. É claro que tá cavando a expulsão. Eu tô sem carro, não tem nem pra onde eu. Tu quer ir pra casa mais cedo? Teu carro tá ali fora, cara. Eu vou ter que deixar ele ali.

Por quê? Problemas pessoais. Problemas íntimos. Problemas íntimos. Minha intimidade eu vou deixar aqui.

Tem blitz na Ipirenga. Problemas pessoais. Blitz na Ipirenga. Nós vamos sair pra esse lado e que vão vir me resgatar hoje. Problema na Ipirenga. Ruim pra mim hoje. Fala, galera do Pretinho. Aqui é o Roger Chagas. Sou tatuador de Nova Santa Rita, Rio Grande do Sul. Eu tava viajando aqui numa ideia. E se cada integrante do programa fosse um time de futebol? Ah, novíssimo isso. Saiu isso aqui. Não me cancelem, gente. É tudo resenha. Calma, Rafinha. Tô calmo. Aliveou.

Vou começar, inclusive, por ele. Rafinha Menegasso. Seria o Botafogo. Pequeno. Muito pequeno. Muito mesmo. Mas dá uma alegria absurda pro povo. Nos últimos anos, começou até a acertar mais. Ganhou importância e tá vindo forte. Mas vai esperrar em seguida. O Léo Oliveira, que não está hoje, mas vai receber, que deve estar nos ouvindo agora, vai ser o Pai Sandi.

O Gordoléu é claramente o papão. Não foi de graça que ele virou o nosso gordão papatudo, mimoso. Já o Lelê é o Flamengo. Sempre tem um Varzinho. Uma juntinha. Ele é o queridinho da mídia. Ele nunca joga sozinho. É, amigo. Alexandre Fetter. Alexandre Fetter com certeza é o Var. Tentei achar um time pro Fetter, mas não tem como.

o Flamengo, o Federer é o Vara. Decide tudo pro Megano. Tá, eu quero saber quem é que é o Corinthians, então. Calma. Rafa Gomes é quem? É o Mirasol. Chegou mais recente, já tá chamando atenção, crescendo rápido e conquistando espaço. Tá na Libertadores. O Vini Mora é o Corinthians. Olha aí, ó. É desenrolado, fala a língua do povo, é raiz, é meio vileiro, é o Corinthians encarnado totalmente. Com ele não tem discussão.

Neto Fagundes, Explore Clube Rio Grande, claro. É o mais raiz, é bagual, é tradição pura, não tem como ser outro. O clube mais antigo do Brasil, Neto Fagundes é o nego velho vovô. Rodaica, Rodaica é o Santos. É clássica, é histórica, já foi uma das maiores. Mas vamos ser sinceros, hoje em dia ela não está acompanhando mais as novas gerações. Acabou com a Rodaica. O porém é o Vasco da Gama. Vai, volta, sobe.

Ele é igual ao Vasco na Série A. O Forã aparece quando o quê? E ele tá ouvindo agora e tá dando risada. Gente, sei lá, eu viajei forte aqui, mas achei que ficou bom. Então, manda um abraço pra todos vocês. Sucesso sempre. Se lerem isso no programa, já valeu demais. Rafinha, eu sou teu público, meu mestre. Vem-te embora! Vestre, vestre! Roger Chagas tem 24 anos. É um gafanhoto da Nova Santa Maria. Gafanhoto! Ah, o cara se identificou com um gafanhoto aqui. Qual é o sincero?

Presta atenção, Alexandre. Rafael Menegasso, isso aí. Segue o sincericídio feito com muito amor. Rafinha Menegasso, já vou começar contigo. Rafinha, vou te contar uma coisa difícil. Nem todo pensamento precisa virar áudio no microfone. Parece aquele pincher que late pra qualquer coisa. Só que se fosse pra ouvir barulho sem sentido, eu ligava no discorama. Acabou com tudo. Terminou com tudo, agora eu entendi. Eu também não entendi. Acho que ele tá falando do discorama do Rafinha. Não sei. Não, acho que não.

Se falou mal do discorama, já perdeu ponto com todo mundo aqui. É, pelo amor de Deus. Ele não entendeu bem, né? Porã Bernardes, porã, tu já venceu na vida. Mas eu entendi, ele é do teu público. Ele não fala isso. Mas no fim vai falar, vai falar. Vai, ele fala que é muito teu público. Tá rico, bem resolvido, sogro encaminhado. Quem é esse? Porã. Porã. Venceu na vida. Tá rico, bem resolvido, sogro encaminhado. Irmão, larga isso, vai descansar, curte.

esperar a herança em paz, não precisa mais ficar discutindo qualquer assunto como se fosse o final de debate da ONU. Lele, como é que tu consegue gritar tanto o tempo inteiro? E essa devoção ao fetter aí? Calma, cara. Degustação é uma coisa, buffet livre, das bolas dele é outra. Ah, desagradável, que magrão desagradável. Calma, não, mas peraí. Magrão desagradável. O cara não gosta do discorama, cara. Já começou aí, já começou aí.

Nós vamos respeitar o ouvinte? Quem é que tá desrespeitando o ouvinte? Se ele não gosta do Discorama, é óbvio que ele não vai gostar de mim. Mas eu acho que ele tava falando do Discorama do Rafinha. É, deve ser o Marama. Eu interpretei assim também. Então é o meu Discorama, que é bom também. É que o Discorama não é do Rafinha, nem é meu. O Discorama é da rádio, né? É verdade. Principalmente. Mas não é o que o Rafinha gosta. Tem dois grandes apresentadores nesse programa.

Eu e Feta. Não, Feta e eu na hora. Profissionais. Adams, a gente já entendeu tua história. Eu andava de trem, hoje tem uma creta.

registrado, documentado, auditado. Agora, relaxa, faz um cosplay de Duda Garbi, vira influencer e, de vez, assume esse destino. Vini Mora, tu tá indo bem, de verdade. Mas chega de piadinha, de toque-toque, não é mais 2004. Por favor, se veste como gente normal, parece que tu monta um look com as sobras do guarda-roupa da Babi. Eu queria ver o perfil desse magrão. A piada de toque-toque ontem foi a melhor do ano. A melhor do ano, cara. Eu queria ver o perfil desse magrão.

Só pra ver a cara dele. Peraí, peraí. Vocês acusaram o sincericídio. A última frase foi boa. Parece que ele se veste com as sobras dos looks da Babi. Maravilhoso isso aqui. Essa sobra dos looks da Babi. Quero tudo de cropped segunda-feira. Ainda bem que eu não vou estar aqui. Ui pra mim. Rodaica, vamos alinhar. Bicho é bicho. Se depender de ti, daqui a pouco os pets estão comprando pipoca e assistindo o filme legendado no cinema.

Rafa Gomes. Lá vem. Rafael, já entendemos. O Fetri mudou tua vida. Mas assim, não precisa repetir isso como um mantra.

Até porque espaço nas bolas do Féter tá difícil. Já tem alguém ocupando tudo ali. Entende por Lelê. Gordo Léo. Gordo Léo, existe uma regra universal. Gordo, quando começa a emagrecer, fica insuportável. Ninguém quer relatório semanal de alface balança. Isso aqui é um programa de humor, não com histórias de nutre. E Alexandre Féter? Vai doer, mas é rapidinho. Chegou, velhice. Aceita. Boné pra trás, não engana mais ninguém. Pelo amor de Deus, capricha na higiene íntima.

O Márcio Saldanha. Márcio o quê? Saldanha. De onde é que é o Saldanha? Cara, eu não sei de onde é que é o Saldanha. Tá te faltando transar, Saldanha. Olha! Tá te faltando sex. O Saldanha entrou no espírito do programa e detonou todo mundo. Até o Descorama. E tu, Lele? O que que tu vai botar pra nós aí, meu amigo Lele? Boa tarde, pretinhos básicos. Me chamo Osvaldo. Ah, não nasce mais, Osvaldo. Sou de Valparaíso de Goiás.

No entorno de Brasília. Achei que era do Chile. Osvaldo, paraíso. Escreva este e-mail como forma de um sincericídio. Meu Deus, mas hoje... Sincericídio. Existem coisas muito visíveis que apenas um membro do programa notou. Rafinha, mais legal. Ah, é. Eu notei. Ele é o que mais nota. É perceptível que o Sandrinho está doido para ficar com o feto. Ah, não, mas isso não... Em diversas ocasiões, ele solta frases como... Se você quiser, eu quero. Como é que é? Se você quiser, eu quero. O feto é meu lindo. Eu gostei.

Parece o Basílio. Nossa, que voz de macho que tu fez. Feter, meu lindo. Que isso? É também que rolou com o Basílio. Além disso, os últimos votos de melhor do programa provavelmente foram direcionados ao magnânimo Feter. Fala alto, bem alto. Alguém precisa tomar uma providência. Ô, Feter. Realiza logo o sonho do garoto, Feter. Abraços do onça. Não é um sonho, mas ele é meu chefe. Se ele quiser que tem que fazer, tem que fazer. Não, não, não. O chefe faz isso, cara.

Não foi o que tu me ensinou. Não, não é. Tu não precisa disso aí. Não, não ensinei nada. Não é a minha, Sandrinha. Chefe, não pode trazer isso. Né? Que loucura. Vamos acolhar o Alexandre. Eu tô... Sexta-feira, né? Reflexivo. Tô pensando exatamente. Eu sei o que que houve. Vamos todo mundo pensar. O que que houve? Muito compromisso. Muito compromisso. O que que houve? Muito compromisso. A tarde foi agitado. Eu vi tudo ali. Ligações, áudios.

No computador. É verdade. O Alexandre passou a tarde de todo o esmalo pra coluna. Eu sempre falo quando ele tá com a camisa.

Tinha reunião. Hidratando, se hidratando. Água, água, água. Impressionante. Importante. Tomou de água na redação. É mesmo? Água é vida, né? A marca de água agora que chama Feiné. Tomei uma garrafa de meio litro de água. Só? Só. Então o que era o resto? Feiné. Feiné. Feiné. Feiné. Feiné. Fala aí, pretinhos. Fala aí. Vai uma moral da história pro Fetter. Quem mandou aqui foi o alemão de Blumenau. A lagarta e o girino.

Viviam um romance improvável. Daqueles que ninguém botava fé, mas eles não ligavam. O tempo passou e veio a tal da metamorfose. Aquela lagarta espinhenta virou uma linda borboleta, leve, colorida e cheia de vida. Já o pequeno girino virou o que, Rafa?

E aí, Rafael? Vocês estão tudo loucos. O que o Girino virou? Eu não peguei a moral da história. Não, não, não. Não precisa. Não, não. Deixa ele parar. Ele vira um sapo. Ele pode virar um sapo. Isso. Eu não peguei tudo. E, Rafael, qual é a moral da história? Que é a lagarta e o Girino. A lagarta virou o quê? Eu não sei. Mas ele não sabe a moral da história. A lagarta vira o quê? Na borboleta. E o Girino vira o quê? E qual é a moral da história?

história? Não sei não, terminou a porra da moral da história ainda. É isso aí. Eu tô focado, velho. Tô vendo, tô vendo. Que rabo é? Então, retomando, aquela lagarta espinhenta virou uma linda borboleta e o pequeno girino um sapão grande, feio, gordo e assustador. Um dia a borboleta resolveu reencontrar

o antigo amor, voou até o sapo, travou e exclamou. Meu Deus! Que voz de borboleta. Era isso que eu namorava? Assustada e decepcionada, bateu asas e começou a voar para longe. O sapo olhou, respirou fundo, esticou a língua e... Pegou. Catou a borboleta no ar. Moral da história,

Essa foi boa, cara. Mandou o alemão Croza de Blumenau. Obrigado aí. Muito boa. Muito boa, né, Viní? Quer botar uma pra nós então, Viní? Tem uma piada, uma piada do Toc Toc, do Pato que Interrompe? Não, não é Toc Toc.

Interrompe, é a piada do gênio. O que houve? Tem um refluxo aí. Um certo dia... Um certo dia... Um homem... Ele encontrou uma lâmpada mágica na rua. E aí ele pegou, foi lá... Esfregou. Esfregou a lâmpada. E aí, o que saiu de dentro da lâmpada? Adivinha. O gênio, né? O gênio sai da lâmpada...

É o Eugênio saindo da lâmpada. Ele tava muito preso. Não, ele tava louco. Tava louco pra sair. O Eugênio saiu. É os guripas. É isso aí. Saiu, Eugênio. Tu teve a sorte de me encontrar. Por isso, tu tem direito a um desejo, Alexandre. Mas que o único porém. Você não pode desejar mais desejos. Quer dizer que o cara que esfregou a lâmpada sou eu. Não, Alexandre. O Alexandre tem vários. Tem vários. Tem. Tá. Tu é malandro. Só pode ter um desejo. Um desejo.

Um pedido. Um. Único pedido. Apenas um. Até isso mudou, né, cara? Era a crise global. A crise tá pegando. Aí o homem ficou espantado, mas ao mesmo tempo ele tava feliz. Tá. Vou ter um desejo. Mas ele tava pensando, pô, eu tenho uma família linda. Eu sou muito bem sucedido. Cheio do dinheiro. Cara, eu não preciso de mais nada. Claramente não sou eu. Especialmente pela última parte. Eu tenho muita saúde. O que que mudou?

O presidente olhou pro gênio e falou, gênio, eu quero que o meu documento, aquele que fica entre as pernas, arraste no chão. Meu Deus. De novo, não sou eu. O peru, o peru. Isso aí, Sandrinho, isso aí. E aí o gênio olhou pra ele assim. Tá bom. Teu pedido é uma ordem. Então, o gênio cortou as duas pernas.

É o problema de não ser literal, né? Lembrei do nego velho que encontrou a lâmpada também. O cara disse, olha, eu vou ter que conceder três pedidos. Mas só que tudo que tu pedir pra ti, o teu vizinho, aquele que tu não tentar com ele ali, vai ganhar em dobro. E o nego velho, você tá fechado, meu filho. Eu quero um carro, meu irmão. Eu quero uma Ferrari. Aí o cara, Ferrari pra ti. No pai, ele olhou pelo cima do muro, duas Ferrari no vizinho. Aí ele, não, meu filho. Quero uma casa maravilhosa, dois andares.

Meio infarto pra mim. Meio infarto é maravilhoso. Chegou aquela hora boa de abrir um Fizz. Abre aí o Fizz. Esse mesmo é o refrigerante do grupo Heineken. Se você ouviu o barulhinho, já consegue imaginar

na latinha abrindo e só de ouvir o barulho, imagina, o Fizz não é o refrigerante mais famoso que a gente conhece. Ele não é o refrigerante número um que a gente conhece ainda. Mas tudo bem, ele se garante onde? No sabor e na personalidade. É gostoso e tem nos sabores laranja pera, não é laranja e pera, é laranja pera.

Um sabor só, laranja pera, guaraná da Amazônia e limão siciliano. Outra coisa que o Fizz faz, o Fizz não dá moral para o açúcar. Tem 50% menos que a média de refrigerantes do mercado e também tem versões totalmente zero açúcar. Experimente o Fizz da Heineken, não custa nada. Ah bem, custa, custa o valor da latinha.

Vai se arrepender. Fiz o refrigerante do grupo Heineken. Fala, Rafinha, o que é? Não, agora eu tô quase morrendo do meu lado aqui. Tá tossindo? Se engasgou? Se engasgou. Pigarro. Pigarro. Parar com o gudan. Não, não fuma o cigarro. O que tu fuma? Cachimbo. Charuto de carne. Vrape. Não, Vrape é proibido, né? Vrape. Vrape é proibido. Mas o charuto de carne não. Tem mais uma aí, Ladeu?

Eu tenho, mas esse material eu permitiria, eu pediria pra que fosse lido na presença da Rodaica. Ah, tá. Sabe por quê, cara? Porque não vai dar pra ser agora, então. É, mas eu... Quer que eu ligue pra Rodaica? Não, não, é que é a minha opinião que ele vai render muito mais com a presença da Rodaica aqui. Tá bom, Lelé. Tô pensando no bem do programa. Claro, Lelé. Tranquilo. É um manual... Tu nunca erra, Lelé. Não te preocupa, tu nunca erra.

É isso aí. É um manual? É um manual para entender as mulheres. Tá. E tem expressões. Certo. E o que elas significam. Ok. Aí eu gostaria de falar isso aqui.

Eu acho uma boa ideia.

Três, conversar. Quatro, fazer silêncio. Quinto, ser sensível. Sexto, ser insensível. Sétimo, demonstrar sentimento. Oitavo, não demonstrar sentimento. E por último, respirar.

Tem momentos no casamento que tu não pode emitir nenhum som, nenhum ruído. A mulher chega e fala o negócio e o cara fica... Não faz nada, não faz nada. Cara, tem um vídeo maravilhoso. Eu já falei deles aqui nesse vídeo. Não sei se você já viu do... Puta, como é o nome do cara? O cara só queria tomar um copo d'água na cozinha. Ele foi na cozinha só para tomar o copo d'água. É um vídeo cheio de pé. Não, não é, não é. E aí a mulher começa a dizer tudo olhando para o telefone. A mulher olhando para o telefone o tempo inteiro.

refri. Não, é uma água. Ô, fulano, vai deixar o copo aí? E o cara, puta merda. Fulano, lava o copo. Fulano, seca o copo. Fecha a geladeira. Fulano, bota o copo no armário. Fulano, guarda o pano. Cara, é espetacular o troço. Eu não vou lembrar o nome do cara. É, Paulo Sérgio. Paulo Sérgio. Paulo Sérgio, lava o copo. Paulo Sérgio é nome de marido, né? Paulo Sérgio, guarda o copo. Ele deve ter um apelido que nessa hora não rola. Quarenta e sete. Seis e quarenta e sete.

Vamos fazer os classificados do Pretinho para ninguém, por enquanto. Você está convidado a entrar em contato comigo, porque nós temos uma cota. Ah, não, essa já foi fechada dos classificados. Cuidado, pois é, porque a informação não está falando. Não, perdão, essa já foi fechada. Informação de casa. Informação de casa, essa aí. Não, essa já foi fechada, era que uns dias entra a marca nova com a gente aqui. Classificados do Pretinho. Manda bala aí, querido.

Olha!

2013, Spin, Chevrolet, prata, automática. Motor feito do zero aos 200 mil quilômetros. Tá com 10 mil na atual rodagem, ou seja, tá amaciando. 5 lugares, ideal pra quem ama a família, mas não quer levar a sogra, não tem banco pra ela. Vai com bagageiro de teto de 300 litros, ideal pra quem viaja com esposa que leva a casa inteira. Não tem maleiro? Tabela FIP, 42 mil. Preço, 38 mil. Pra sair logo e buscar em minhas 7 lugares.

Barato e confiável, é o carro pra quem quer espaço Sem passar raiva Motivo da venda, precisamos de mais bancos A Berenice exige o conforto E o Julietto que vem aí também Cara, o perfil de quem aceita moto Contato é no e-mail Spinprata no pb Arroba gmail.com Spinprata no pb Arroba gmail.com Ou no direct do Instagram Arroba eu.ela.e.a. Ele não quer vender Ah não, é bom

ela e as crianças entre pontos. Eu ponto ela, ponto e, ponto a. Ela ou elas. O segundo ponto eu já esqueci. Eu ponto ela, ponto eu, ponto as crianças. Bora fazer esse faz-me recantar. Chama que dá negócio. Spin Prata 2030. Chama! Chama o intervalo aí. Já voltamos com o pretinho. Intervalo. Intervalo. Chama o intervalo. O time básico volta já. Agora na Atlântida. Decora de elefante. Em 2006, a Walt Disney

O Elefante Letrado, a plataforma de leitura das melhores escolas do Brasil.

Desejando um baita final de semana. Que seja feliz com seus amores, seus amigos, sua família. Na segunda-feira a gente vai estar de volta aqui a uma da tarde para te entreter aqui nesta caixinha mágica chamada Atlântida, que é a rádio das nossas vidas. Quantas vidas nós temos, Rafinha? Não, não, não. Não é que nós tenhamos mais de uma vida. É as nossas no sentido da minha, da tua, da dele, da do outro, das nossas. E essa vida é para viver.

Puta, o Armandinho mandou uma música nova. Mandou uma música nova. Aliás, o Armandinho fez uma música com o Malenotti. Ah, tu ouviu? Eu ouvi, cara. Eu falei pro Malenotti, meu, manda isso aí pra nós assim como tá. Essa história é muito boa, cara. Coisa linda, né, cara? O Armandinho fez uma música, cara, totalmente de Roberto Carlos, anos 70, assim. E ligou pro Malenotti assim, cara, eu tenho uma música que eu fiz que é tu que tem que gravar. É, isso aí. Só que daí faltava uma parte da letra, daí eles fizeram.

Sabe o que ele regravou numa versão Armandinho? Noite do Prazer. Ah, é. Do brilho do Claudio Zoli. Boa demais. A noite vai ser boa. Animal. Cara, essa música é um espetáculo. É a cara. É verdade, é verdade. Ficou animal. Pode sair votando, meu compadre. Por favor, faça as honras. Cara, vou votar hoje na produção, porque a produção conseguiu trazer o centro, né? Poder todo mundo jogar bem. Então, quando o time joga bem, é o comandante do...

Gomes, então, meu voto. Tá bem, cara. Não vou ter como discordar de ti. Ainda que queira. Eu queria, mas não vai dar, né? Leandro. Ah, vocês estão se chamando pelo nome agora? É que o nome dele é Leandro. Obrigado. Não posso chamar de Milton, né? Milton. Vocês estão cheias de intimidade? Caramba, o problema, né? Eu achei bonito. Eu achei legal. Amanhã eu vou almoçar no mercado público lá nas Orquídeas. Orquídeas amanhã. Vou levar o pai amanhã.

Família amanhã pra almoçar. Orquídeas no mercado público amanhã. Cara, de novo eu vou...

Vou votar nele, cara. Porque ele tá num momento... Rafinha Menegas. Tá voando, tá voando. Logo ele que reclama que tu puxa o meu saco. E tu vai votar na etapa de luva de belica. Eu já desafiei alguém aqui a fazer a contabilidade de quantos votos eu tenho. Todos os outros integrantes do programa votam mais tido que eu. Que loucura. Um voto pro Rafa Gomes, um voto pro Rafa Menegas. Vota então, Gomes. Eu voto no Rafinha. Eu voto no Rafinha. A frase.

Tinha elétrica. Por quê? Porque sim. Sustentabilidade, né? Claro, sustentabilidade. Gasolina tá caro. Sustentabilidade. Meu carro tá ali e vai ficar. Por quê? Gasolina tá caro, Lê. Sete litros. Sete reais o litro eu tenho ali. Eu sou influenciador das motinhas. Vanda de moto, né? Sete reais o litro da gasolina tá na hora de comprar um elétrico. E sempre valorizasse bastante, né? As marcas que vêm contigo. Exatamente.

É o outro cara mesmo. Vini Moura vai votar em quem? Eu voto no Neto Fagundes, né? Ah, muito bem. Não consigo normalizar alguém que consegue puxar as piadas da cabeça, assim, desandar com o assunto que tá na mesa. Verdade, garotão. Obrigado, Vini. É um talento, né? Bom fim de semana pra ti, Vini. Ah, pra nós. Pra nós. Obrigado, cara. Obrigado. Rafinha. Tá, hoje tá difícil. Ah, que vontade de dar uma bomba. Pensando, todo mundo foi bem, né? O Lelê foi muito bem, o Gomes bem na produção, o Neto muito bom.

Rodador de piadas. Tu tava impaciente, mas eu tô normal. Tu foi bem também. O Vini. O Vini tava meio disperso hoje. Eu? Olha quem falando. Foi o cadastro. Qualquer coisa de perguntar do programa, eu vou te responder. Então me fala dois dos destaques que a gente deu. Geração Z. Transando menos, porque optou por ter relações mais afetivas assim. Eu torço pra ti. Próximo. O destaque é sempre de dois. O aniversariante. Nome da aniversariante? Ah, não lembro. Mas ela é farmacêutica, eu pedi uma quadriderme pra ela.

Ele lembra porque eu não tenho nada na minha frente. Paola. Paola Fernanda. É, tu vê. Tá aí, tá bem, Rafinha? E agora o segundo destaque. Da Silva Krnewitz. E outro destaque que é só pra te arrebentar. Se eu acertar tudo, o voto é meu, correto? Porque daí eu mereço ser o craque do programa. Se tu acertar tudo, eu voto em ti. Os países mais felizes, né? O do programa é o top ten. Parabéns, Rafinha. Finlândia é o país mais... Meu voto é teu.

E se tu vota em quem? Eu voto em ti, Alexandre. Obrigado, Rafinha. Muito bom. Quem é o craque do programa hoje? Não sei. Rafinha Berregal.

Rafinha Menegas. O que eu ganho? Ganha nada. Um abraço. Boa noite. Vai ganhar macarona. Eu preciso também. Não, mas olha só. O crack do programa. Daqui a pouco, né? Já está em comercialização. Ah, sim. Também temos isso. Está disponível aqui. Também temos uma cota em promoção para você colocar a sua marca aqui com a gente. Tem bons contatos do comercial. Muito bem. Entra em contato comigo no direct do Instagram ali. Não tem erro.

Teter, obrigado pela sua audiência nessa semana, pelo seu carinho, pela sua parceria. Tenha uma boa noite, um excelente final de semana e até segunda-feira. Mas não esqueça que amanhã e domingo, nos mesmos horários, estaremos aqui reprisando dois programas por dia. Boa. E o meu bordão favorito, meu bordão? Tch, tch. Tch, tch. Tch, tch, tch. Tch, tch, tch, tch. Ah, eu adoro esse bordão. Você ouviu mais um episódio do Tietinho Brásico. A maior audiência do rádio na sua cidade.

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