Pretinho Básico | 19/03/2026 13h ⭐Rodaika
O maior podcast humorístico do Brasil. Elenco da rádio Atlântida repercute as maiores notícias do dia do jeito mais engraçado possível. Veja muito mais no YouTube 📺: @atlantida_TV e @PretinhoBasicoShorts
- Coelho de Páscoa roubadoroubo de ornamento público · cidade pequena · busca comunitária · oportunidade de turismo · merchandising do evento
- Falsificaçãonotas falsas de 100 dólares · tentativa de pagar fiança · aumento da fiança · detecção de falsificação · crimes adicionais
- Alimentacao Escolarequipes participantes · nomes de equipes · lemas da gincana · Colégio Bom Conselho · divulgação no programa
- Datas ComemorativasDia do Carpinteiro · Dia do Marceneiro · aniversário de funcionários · aniversário de celebridades
Alexandre Fetter. Olá, muito boa tarde, amiga, amiga ligada na Atlântida. Estamos chegando com o Pretinho Básico deste início de tarde de quinta-feira, 19 de março de 2026. Uma hora e oito minutos. O Pretinho Básico chega com os biscoitos Zezé. Carinho que vem de família há 58 anos.
Fundacred. Dia 31 de março inaugura mais um grande Stock Center em Porto Alegre. Este vai ser na Avenida Ipiranga. Banrisul, crédito consignado CLT é no Banrisul. São os parceiros que apresentam o Pretinho Básico já na largada do programa da Uma da Tarde. Por falar em programa da Uma da Tarde, hoje é quinta-feira, dia da Rodaica. Boa tarde, Rodaica. E aí, tudo bem? Tudo bem, tudo bem? Eu tô bem, tudo certo. Que bom.
Boa tarde, boa tarde pra nós aí. Boa tarde, boa tarde, Leandro Botolás. Tudo bem? Boa tarde, Alexandre Feta. Tudo certo. Rafael Gomes. Fala, Alexandre. Boa tarde. Essa é a mesa. Essa é a apresentação. Não, tá ótimo. Eu só fiz uma pergunta. Essa é a mesa. Mas tu tá numa grosseria já tem umas duas semanas. Não, não é verdade. O teu time ganhou, tu tem que tá feliz, cara. Falei brincando. Essa é a mesa, então. Essa é a nossa mesa.
Diz o porã que volta amanhã. Molhada. Não, não tem como. Não vai, não vai voltar. Molhada tá lá ainda, cara.
Bolhada? Não, bolhada. Bolhada, bolhas? Bolhada. Tá ligado na pedra que tu tem na pia da tua cozinha? Sim. Ela pode ser um ângulo reto de 90 graus ou ela pode ser bolhada. Ah, entendi. Que é um formato arredondado. Ela também pode ser sextavada. Sextavada também. Aqui não teria espaço pra isso. Não teria, verdade. Terça-feira agora caiu aquele temporal Zona Tarde, né? Ah, cheguei em casa, tinha deixado as janelas abertas.
Que merda, cara. Eu falei, eu fui me deitar lá e tava todo mundo. Eu não sei o que é a mesma sextavada, Rodaí. Sextavada é que ela poderia terminar assim, poderia terminar assim e poderia terminar assim. Entendeu? Aqui, aqui, aqui e aqui. Ela faz um recorte. É a metade de um hexágono. Sextavada. É a metade de um hexágono, agora entendi. Muito bem.
a alguns lados. Seis, Lelê. Eu já tinha entendido. Uma hora e dez minutos, Olina, a mais de... Nós vamos, assim, nessa grosseria hoje. Eu gosto, a mais de... Melhor ainda se acabar em pauleira. 109 anos auxiliando na digestão e aliviando a prisão de ventre da galera. Vai de Olina pra ficar legal. Nos destaques, tá aí, Sandrinho. Hoje é dia do carpinteiro
Marceneiro. Duas pessoas muito importantes nas nossas vidas. É uma arte, né, cara? Então, um abraço a você, que é Gepetto, né? Gepetto era o pai do Pinóquio, era carpinteiro. E, principalmente, porque hoje é dia de São José. José, como brinca o Gordulé, a primeira profissão do mundo, carpinteiro e marceneiro. O carpinteiro sabe bem desses modelos sextavados. Carpinteiro do universo. Pinóquio, né?
Tu gostava do Pinóquio? Não, me lembro. O Pinóquio faleceu. Pegou fogo. Isso é muito bom. Como que ele pegou fogo? Deixa assim, a peça já tá no ar. É bom, bom demais. Não precisamos. Vambora com o petinho básico. O petinho básico é o José Cláudio. O José Cláudio é o gato preto da tutora Luma de Porto Alegre. Que bicho lindo, cara. Que elegância do José Cláudio, hein? Que bicho lindo, cara. José Cláudio.
baita nome pra um gato. É, demais. Igual tu vai falar, ele não vai vir, né? Depende, depende. Claro que vem, gente. Quando tu chama a Salete, ela vem e a Vilma também? Às vezes vem, às vezes vem. Pelo nome. Não, o gato não vai pelo nome. Às vezes vem, cara, tô te falando. Mas não quer dizer que ele não saiba o nome dele, que ele não saiba o tom de tu dizer o nome dele, como é que tá a situação. É. Porque, por exemplo, tu chegar e dizer, ô, José Cláudio.
É. Agora tu fala, cadê o Zezinho da mãe? É tudo ele entende. Nossa ouvinte aniversariante de hoje,
Hoje é colega de firma aqui do Grupo RBS, é a Luciana Costa, a nossa recepcionista da Érico. Nos recebe todos os dias com um bom dia, um sorriso. Muito obrigado, está fazendo 51 anos. Parabéns e vida longa, Luciana Costa, nossa querida colega. Ela ouve todos os dias. Todos os dias. Querida, beijo. Eu passo para almoçar, ela comenta alguma coisa com o seu programa. Ah, que bom.
Eu sabia, eu sabia. Quem é a Mária Alexandre? A Mária Alexandre foi Playboy dos anos 80. Foi Playboy dos anos 90. Foi a esposa do Fábio Júnior. Fábio Júnior, verdade. 52 anos. 52 anos. É verdade. Se eu não estou enganado, ela também foi do cara aquele, como é que é o nome, cara? Era uma banda de pagode, só de branco.
Não, não. Muito bombada nos anos 90, cara. Cara, metade. Ah, o Vavá. Que tem o irmão gêmeo. Tem o irmão gêmeo. Igual ele. Que tá na banda junto. Só que ele é o canarinho, né? Mas é que ela marcou uma geração. A tua, por exemplo, tu registrou bem aqui. Eu vou fazer. Eu fui honesto. Tá certo, Lele. Recebi o convite. Muito bem. Vamos em frente com os aniversariantes.
amigo Henrique Portugal, tecladista do Skank. Grande cara, velho. Que grande cara. Tá fazendo 61 o Portugal. Parabéns. Grande abraço, cara. Saúde e vida longa. Aliás, toda a galera do Skank, não tem um ali que não seja um cara muito bacana. Aliás, mineiro, cara. Jota Quest também. O Pato Fu também, Skank. Cara, nas épocas que eu trabalhei com as bandas mesmo, trabalhando no centro do Brasil mesmo, cara. Não teve camarim mais receptivo, assim, em todos os momentos que o do
No início do Jota Quest, então, que camarinha. Mas aí era outra parada. Onde o executivo dos caras da banda. O Jota Quest. Mas os skanks eram brincadeira. E os caras gostam de falar de rock gaúcho. E que falta que faz essa banda, cara? O Henrique sabe muito da história do rock gaúcho. Muito mesmo. Ele já teve estilo independente, programa de rádio independente, ano 98. E o próprio Samuel, um grande cara. Eu adoro ouvir o Samuel falar.
Comunicação de excelência. Incrível. Se expressa muito bem. E aí ele fez o Bola. Ah, e como fala bem de futebol. Pô, ele sabe muito de futebol também. Sabe muito. Cara, se tu começa a falar de futebol com ele, ele esquece todos os outros. E aí no dia que ele veio, vocês brigaram, fizeram toda a crise que agastaram lá, só foram elegantes. Hoje tava o Vitor Cunha aqui no Bola, e uma hora o Lele começou a brigar com Atos, o Vitor Cunha ficou olhando e rindo.
Eu falei, esse é o único programa que recebe o convidado e o convidado não fala. Milton Cunha, carnavalesco.
Ai, as pelas de avestruz maravilhosas. Fazendo 64 anos hoje o Milton Kuhn. Ele gosta do Milton Kuhn. Eu acho ele sensacional. Ele é muito legal. Eu acho ele sensacional. Na transmissão desse ano, ele tava mil por cento solto, né? Não, e outra coisa, né? Eu acho que pra ele, o céu é teu limite. O que ele tem de informação. Então, tipo assim, tu tá ali vendo o troço, sabe? E ele vai e ele agrega, agrega, agrega. Ele sabe tudo isso.
Sabe muito, né? Conhecimento, né? Conhecimento. Foi carnavalesco por muitos anos.
então andou inserido ali naquelas comunidades, entendendo como é que o negócio se cria, né? É que hoje em dia, né, cara, a gente vê todo um monte de gente falando como se tivesse alta propriedade pra falar sobre um assunto, só que não. E no caso dele, ele exala isso aí há muitos anos, né? 64, então, tá fazendo Milton Cunha, Bruce Willis. Olha aí. O ator Bruce Willis fazendo 71 anos. Ele é monstro, ele é monstro. Mas tá numa reta final que não tá legal.
Tá legal. Aí as mulheres e as filhas estão cuidando dele, ele já não consegue se comunicar direito, ele tá com sérios problemas de saúde. Recentemente até atualizaram o caso dele que tá bem grave, assim. Bem grave, ele não tá fazendo mais aparições públicas. Ele tem alguma doença dessas degenerativas? Sim, sim. Acho que tem demência também. É, com certeza. Não lembra a doença, exato. E por último, mas não menos importante na nossa lista de aniversariantes, a primeira Bond Girl, Ursula.
Ursula Andress, atriz fazendo 90 anos hoje. Entendi, blonde girl. É uma garota do James Bond. Mas no caso dela é blonde. É, não deixa de ser blonde. Bem observado, Lele. O Bruce Willis tem afasia e demência frontotemporal. Que vai piorando com o tempo. Afasia seria... É uma doença. Sério? Mas ela é...
que seria fazer, além de ser uma doença? Uma doença degenerativa. Ele tem demência também. É uma doença cerebral, era isso que eu ia dizer. É um problema neurológico que afeta principalmente a comunicação. Eu até citei, né? Eu acho que falei brevemente que ele não tá se comunicando mais. Ele não consegue mais falar. Falar, entender, ler e escrever. Ah, então tá na hora de descansar mesmo. Não, não é afogar, mas é isso, cara. O cara tá ali vegetativo quase ali.
Não, não, ele não está vegetativo. Ah, cara, tu não fala, tu não te comunica, tu não lembra mais nada da tua vida.
Ele lembra? Não lembra. Ele não sabe quem é mais ninguém, cara. Tu tá viajando, a gente já falou sobre isso aqui. Por causa da demência, mas a apasia, ela é uma doença que não afeta a lembrança. Tá, eu tô te fazendo uma pergunta. Tu acha que vale estar aqui ou não tá na hora de descansar? Uma pessoa num estado assim, prefere estar aqui? É complicado. É que a gente não tem o domínio sobre isso, né? A gente não tem como optar por ou fica ou vai.
Claro que não, mas é só um desejo. É que nem tu tem um carro que toma demais. A pessoa tá ali, não te reconhece. Óbvio, é difícil.
a família dizia assim, bah, vou deixar partir, mas às vezes é um descanso pra pessoa. Não tem volta, né? Não tem volta. Diferente, por exemplo, do Schumacher. O piloto alemão, Michael Schumacher, que passou anos e agora voltou. Mas tem imagem, alguma coisa dele? Tem informações. Na verdade, a gente não tem nenhuma informação sobre o Schumacher, nem mesmo como ele ficou durante todos esses anos. Se de fato ele estava numa UTI dentro de casa, se ele se comunicava ou não, ninguém sabe, né?
Algumas informações bem privilegiadas de amigos nossos que estiveram lá. E viram, entenderam a situação. E a notícia que se recebeu dias atrás é que ele deu uma baita melhorada. Caramba. Imagina. 13 anos que a gente não tem notícia do Schumacher. Foi no Natal de 2013. A gente conseguiu esconder a situação de uma pessoa hoje em dia. É muito difícil. Mas um bilionário consegue.
Sabe que ele tinha fortuna suficiente pra segurar todo esse tempo e ainda tem dinheiro? Não sei se ele ainda teve, mas ele tinha uma mega fortuna. Que bom, né? Porque é privilegiado mesmo. Porque a época que ele teve, ele era o piloto de Fórmula 1 mais bem pago da história. Sim, eu lembro. Então, assim, ele não é que ele era o mais... Ele era o mais rico da história dentre todos os pilotos. Óbvio, hoje em dia já tem o Hamilton, já tem outros caras.
Ele vive numa propriedade, um castelo, não tem como chegar perto. Mas ele deve ter... Eu tô dizendo assim, acompanhamento médico. Aí o médico tem não sei quem, um outro.
Alguém sabe alguma coisa. Mas a esposa dele é bem restritiva. Todo mundo que se aproxima, assim, na contrato, tem uma série de coisas ali. E proibições e regras. Porque ela realmente não quer a imagem dele exposta. E ela conseguiu isso, né? Porque tu vê que a gente nunca viu. E que bom que ela conseguiu, porque ela deve ter um motivo enorme pra isso. E tem que ser respeitada. Eles têm esse negócio da descrição, assim. Porque eu lembro de um episódio dele, vocês devem lembrar. Quando ele ganha um GP.
ele tinha falecido, eu acho, na véspera ou dois dias antes, que ele até cogitou não correr. Só que aí depois ficou-se sabendo que a mãe dele tinha falecido. Eles não deixaram falar antes. Não deixaram transparecer. Se eu não me engano, faz muito tempo, realmente. Mas é que eu lembro que teve essa história de que parece... Pra não criar nenhuma situação. Por que que ele não comemorou tanto? Ah, porque a mãe dele morreu ontem e ontem.
Foi alguma coisa assim nesse sentido, sabe? Que louco, né? Tá bem, foram então os aniversariantes de hoje. Aliás, o Schumacher não é aniversariante hoje. A gente só trouxe o assunto em função da doença.
Que é o aniversariante. Que é, sim, este fazendo 71 anos hoje. Agora, nos destaques do Pretinho, neste oferecimento delicioso de Olina, um ladrão, sem coração, roubou o coelhinho da Páscoa de uma cidade gaúcha. Ah, não, não, não, não. É uma patifaria, eu vi a imagem. A patifara, a patifara. Olha ali, a gente tem em Bages, não é bom? E ainda é o coelhinho que eu acho que é o filhinho do seu joelho e da dona coelha. É o campeão. Se não tivesse nenhuma câmera.
O cara chinelagem invadiu e não tá. Cara, eu olhei essa notícia e falei, isso é tão a cara do pretinho que é um cara que simplesmente tá andando, isso é na cidade de imigrante. Eu só vou levar pras crianças. É uma cidade de 3 mil habitantes e agora há uma comoção na cidade porque tá todo mundo procurando, no caso, o filhotinho do coelhinho da Páscoa que, poxa vida, que foi sequestrado. E ele não foi reconhecido, no caso. Não, ainda não, ainda não. Porque às vezes numa cidade tão pequena, né?
do Sul, que tem 3 mil habitantes. É, mas ele não tava sozinho, olha lá. Não, tinha dois amigos. Mas quem agiu foi ele. Não, ok, mas... Imagina se ele tá numa manguaça, fez isso, aí acordou hoje de manhã, bah, que cagada que eu fiz, cara. Vai lá e devolta. A polícia civil abriu um inquérito pra procurar e agora a cidade está procurando o sequestrador do filhote do Coelhinho da Páscoa. Porque, como é uma cidade pequena, que todo mundo se conhece, e justo a gente alguém tá depredando o patrão.
O patrimônio público da cidade, a cidade agora se uniu para encontrar o sequestrador do coelhinho da Páscoa. Olha que baita oportunidade imigrante está recebendo nesse momento de ter a sua cidade visitada nessa Páscoa para tirar foto no lugar do coelhinho que foi roubado. Transformar isso num grande portal que as pessoas queiram ir lá e aí já bota umas coisas em volta para vender. Ou a pessoa ir lá procurar o coelhinho. A coelhinha sequestrada já pode ser o produto que todo mundo quer.
Eu já quero camiseta com a coelhinha sequestrada, eu já quero ovo em forma de coelhinha sequestrada.
Se contratar um carro daqueles de mensagem, sabe? É isso, movimenta a cidade, ó, mimigrante, a cidade da coelhinha sequestrada. Onde está a nossa coelhinha? Vamos levar um povo do Rio Grande do Sul lá pra curtir a Páscoa. Uma e vinte e três, detido, tenta pagar a fiança com notas falsas de cem dólares e se complica um pouco mais com a justiça.
Ó!
troco. Eu vou te devolver. E aí, quando o juiz tá pegando o troco, ele percebe que a nota de 50 dólares que ele pegou é muito diferente das notas de 100. Até o tom de verde. E aí, quando ele vira ao contrário a nota de 100 dólares, ele vê que tem... Tem o Clinton na foto. Não, muito pior que isso. Mas não tem God We Trust na... Claro que tem. Não quer me chamar... Bom, é que eu não tenho dólar na hora. Então, é isso. Morou na Califórnia e não sabe que tem
Não, eu usava a conta do Banrisul, aquela internacional. Veio bem, veio bem. Veio bem, veio bem. E aí quando o juiz virou a nota, que ele tava achando um pouco estranho, tava escrito em mandarim atrás da nota. Não é possível. Made in China. E aí ele olhou pro Patrick e disse, olha, tu não me leva mal, mas esse dinheiro, ele não é verdadeiro. E aí disse que na hora o Patrick fez... Ah, é do Banco Imobiliário. Só que aí, nisso... Tá no bolso errado.
outros crimes, que é falsificação e desacato ao tribunal. E aí agora a fiança dele não é mais de 1.300 reais. Aumentou pra 6 mil reais. Ou seja, 6 mil dólares. Ou seja, 31.500 reais enquanto o Peter pede um café. É bem discretamente. O Patrick não é brasileiro, né? Patrick Stewart. Tem uma... 99,9% dos estabelecimentos comerciais nos Estados Unidos quando tu dá uma nota de 100 dólares.
Ou eles têm no balcão ali uma luzinha. Aquela, uma canetinha, né? Ou uma canetinha, que tu passa a canetinha na nota ou bota a nota embaixo da notinha pra ver se é falsa ou não. Porque a incidência de nota falsa de 100 dólares é muito grande. Mas aqui, quando tu dá um galinho, também os caras dão confere às vezes. Dependendo do estabelecimento. Pois é, mas tem que dar. E a de 100 reais também. Tá feio pra todo mundo. Não vou fazer mais isso.
Imagina o cara se entrega sozinho. Vocês viram que ela me deu troco com uma nota de 32 reais?
Uma nota de 32 reais. Uma nota de 32 reais. Como assim? Foram os destaques aí, meu irmão! Destaques, Alexandre! Do Pretinho Básico. O destaque de hoje também é uma gincana que está acontecendo na cidade de... Obrigado, mano. A gincana que está acontecendo na cidade de Porto Alegre, do Colégio Nossa Senhora do Bom Conselho, colégio onde nossos filhos estudaram, Rodaica. Tradicionalíssimo. Tradicionalíssimo. E esta gincana, uma das tarefas desta gincana...
As equipes entrem em contato com a Atlântida, com o pretinho básico, para divulgar aqui o nome da equipe e o lema da gincana. Mas aí qual equipe que mandou? Não, não, peraí, antes nós vamos estabelecer. Olha o Rodaica, olha a minha competitividade e a do Alexandre. O Alexandre falou, aí várias equipes estão nos procurando. Como é que eu falei? Aí várias equipes, tu fala mais assim, tu é bem delicado falando. Aí várias equipes estão nos procurando. Olha, eu nunca vi. Eu também não vi. Comigo ele fala assim.
Deve ser o momento de vocês. É, não, a gente tem uma intimidade diferente. Meu Deus do céu. Várias equipes estão nos procurando, vamos citar no ar todas. Aí eu falei, não, não. Quer ver, ser legal mesmo é nós citar uma só. Nós pegar, jogar na sorte e dizer, não, só uma. Porque daí só aquela ali pontuou. Claro. Aí é que eu acho que está injustiça. Mas eu acho que é o seguinte, quem foi a primeira que procurou? Eu recebi. Como é que nós vamos saber?
Eu recebi o pedido do bom conselho. Eu sei a primeira. Eu recebi vários no Instagram.
No meu Instagram. Direto. Aliás, recebi de um importante membro da diretoria executiva dessa empresa no meu WhatsApp. Quem sabe vai ler isso aí. Eu vou dizer pra ele. Não, não vou ler. Desculpa. Vai nesse aí. Esquece o nome. Vai nesse pedido. Eu acho que tem que ler todos. Eu também. Pretinho básico, arrobaatlantida.com.br e só chegou um. Todas as que chegaram independente. Porque o que a gente tem que fazer aqui? Agradar o maior número de pessoas possível. Mas para um pouquinho.
produção nos traz o conteúdo mandado pela audiência sempre por e-mail. É. Então, nesse caso, o e-mail tem que ser priorizado. Não tem, Lele, não tem. Cara, o Feta é que não era um critério da... É um caso especial, é uma gincana que envolve uma galera do Bom Conselho. Um abraço para o Pato, professor de Educação Física do Bom Conselho. Esse não interrompe, Lele. Que não. E eu vou começar aqui dar as que eu recebi. Ah, você vai começar a dar? Vou começar. Eu amo... Tardiamente. Pera aí, só um pouquinho.
Equipe de gincana. É isso. Eu quero saber os nomes, por favor. A Catarina, aluna do terceirão do Colégio Bom Conselho, aqui de Porto Alegre. Nós estamos numa gincana e o nosso desafio é conseguir... Você vai ler assim de todo mundo? Eu sei que você ouviu só dos nomes das equipes. Catarina, o nome da equipe é Argentina e o lema da gincana do Bom Conselho 2026 é Jogando Juntos por um Mundo Melhor. Ah, então é cada equipe da seu país.
Recebemos também da equipe Austrália. E o lema é Jogando Juntos para um Mundo Melhor 2026. É o lema é o mesmo. É o mesmo para todo mundo. Isso, mas é que está lá. Nós temos que dizer o nome da equipe e o lema. Se não dissermos o lema, não pontua. Mas só a Austrália mandou pelos locais corretos. Já pontuamos a Argentina. Cara, locais corretos. Esse critério de avaliação é meu. Muito obrigado. Um abraço. Questão de ordem. Tu falaste a mesma frase.
Eu não sei se tu leu errado ou te mandaram errado. Mas a primeira frase tu falou, jogando juntos por um mundo melhor. Eu li exatamente como eu recebi, Lelê. E a segunda é jogando... Vocês querem irritar o cara hoje, é isso mesmo, né? Eu posso? É que existe uma diferença nas duas frases. Lelê, eu li exatamente como eu recebi. Não me responsabiliza por isso. Eu li... Eu vou repetir. Eu li exatamente como eu recebi. Então lê a primeira frase, por favor.
Eu não vou ler de novo, Lelê. Lelê, tu quer um bom conselho? Fica quieto. Eu não vou ler de novo, Lelê. Agora lê a tua frase.
Jogamos juntos para o mundo melhor. Ok, e o nome da equipe? Austrália. Então é a terceira vez que a Austrália é segunda. A tua primeira foi a Argentina e depois a Austrália. Mas é que já veio também aqui do Petit. Já veio da Austrália também. Não, é que ele citou que veio por e-mail. Veio na live também. Austrália. Muito tubarão. Qual é a tua, Rafinha? Eu deixei tu ler que é a mesa do Bom Conselho da menina aí. Qual a equipe? Argentina. Ele não sabe. Se é da mesma menina, é a Argentina.
Argentina, gente. Não é possível que tenham só duas equipes na gincana. A gente fez toda essa celeuma pra só duas. Cara, eu tô dizendo... Como diz o Léo, daqui uns dias vamos dar tapa na cara aqui nesse programa. Não, olha, hoje eu tô bem tranquilo. O garotão da diretoria ali, ele queria qual equipe? Aziz, tu pega. Só pra gente não esquecer dela. Tá, fechou? Só que eu gostaria de concluir meu raciocínio. Pois não, Helena. É uma gincana.
É uma gincana. Por quê, cara? É uma gincana, isso aí. Só que aí que tá. Porque daqui a pouco, se a gente fala a frase com uma palavra errada,
Pode não estar entregando a tarefa da Gincana. Mas eu falei a mesma coisa. Tu parece que é casado comigo. A gente fala a mesma coisa. Parece uma pessoa que está casada comigo lá em casa. Nós falamos a mesma coisa. Ele é a Rodaica. Não, não estou te atacando. Estou brincando. Eu estou com ele. Olha só. Eu entendi, mas a frase que escreve, a frase, quem digita a mensagem para nós recebermos é o aluno. É isso que a gente está dizendo. Se o aluno errou... Um dos mensageiros errou a mensagem. Não é problema.
Exato, exato. E só uma equipe pontuou. Não é problema nosso, Gomes. Não é problema nosso, cara. Mas é que eu acho legal, sim. Eu gosto de ferrar alguém. Mas, gente, olha só. Tudo isso que virou o programa, eles devem estar ouvindo ou até gravando lá na escola justamente pra dizer qual é a equipe que vai ser pontuada. É isso. Então eles vão ter o critério deles sobre a frase. É isso. Tu leu o que te mandaram. Isso. Eles agora no colégio avaliam quem é que recebe o ponto ou não.
Isso. Eu só tô surpresa que apenas duas equipes chegaram até nós. Aí eu também tô.
Argentina e Austrália, é isso? Exatamente. Então pronto, alguém se puder nos dizer quantas equipes eram? Quem errou? Nós não sabemos quantas equipes tem. Por isso que eu falei, se alguém puder nos dizer depois. O Pato deve estar nos ouvindo e me manda uma mensagem aí, Pato, pra avisar. Alright. Ah, vocês são chatos. Imagina se todos os colegas mandam negócio, é 20 programas por dia pra entender. 28 minutos pras duas da tarde, vai Rodaiquinha, bota uma pra nós então. Olá, me chamo Eduardo. E se a Rodaica puder ler, eu acho que ela vai entender.
Fui casado por 32 anos. Não foi só um casamento. Foi uma vida construída com alguém. Que número lindo. 32 anos. Eu espero chegar lá. Eu senti um pouquinho de... Ele achou demais. Não foi a cara que tu fez. Daqui a 10 anos nós estaremos lá. Com 32 anos de casados. Isso é uma ameaça? Eu ia dizer um negócio que eu nem vou falar. Planos, rotina,
Família, história, daquelas que a gente acredita que vão até o fim. Mas com o passar dos anos, algumas coisas começaram a mudar e não foi de repente, foi devagar. Pequenas atitudes, situações que vão se desgastando e aquela sensação de que a paz dentro de casa já não é mais a mesma. E isso dói de um jeito difícil de explicar, porque quando não existe um grande motivo, como uma traição, por exemplo, a gente demora ainda mais para aceitar que alguma coisa acabou.
Tentei, relevei, insisti, porque não é fácil abrir mão de 32 anos. A gente se apega à história, ao que já construiu e ao que um dia fez sentido. Mas chegou um momento que eu precisei olhar pra mim e perceber que continuar daquele jeito era, aos poucos, ir me perdendo. Então, eu fiz o que, pra mim, foi a coisa mais difícil da vida. Eu recomecei. O Eduardo é esse aí, né? O Eduardo. Não foi tu mesmo que mandou, Rafael? Não, eu tô tremendo a minha vida, Gomes.
O silêncio da casa não é só silêncio, é um vazio que conversa com a gente. Dá medo, dá dúvida, dá vontade de voltar atrás, só para não ficar sentindo aquilo. Mas o tempo vai ajeitando as coisas, a gente começa a se reencontrar e atender que paz não é luxo, é necessidade. Até conheci alguém nesse caminho, foram momentos leves, bons, mas o importante não foi só isso.
Isso aí. Isso aí. Isso aí.
Ou moderação, Eduardo. Moderação. Mas é teu povo. Mas eu acho que eles não têm filhos, né? Ele não se tornou... Eu acho que em 32 anos de casamento meio que indefende porque os filhos, se existirem, já estão encaminhados e já não são mais aquela questão. É que tem muitos casais que não separam porque os filhos são pequenos. Mas eu acho que não é o caso aqui. Eu fiquei com a impressão que tem pelo vazio da casa que ele falou. O vazio da casa.
Porque quando tem mais filhos, a casa enche mais. Mas eu acho que ele citaria. Ah, tivemos filhos e tal.
Sabe que se eles tiveram filhos e ele não citou, eu acho isso muito positivo. Porque às vezes a gente enxerga o casamento da forma que enxerga a família. São duas coisas separadas. Porque a família que tu construiu ali, ela é eterna. Incluindo o pai ou a mãe dos teus filhos. Que independente de ser teu marido ou tua esposa, será pai e mãe dos teus filhos pra sempre. Ou seja, aquela família tá formada. O que ele traz aqui é um desgaste do relacionamento homem e mulher. Que tem, né? Todos tem.
E ele foi corajoso de chegar num determinado momento e dizer, não quero mais. E se acabou. A única coisa que eu diria pro Eduardo... O que é difícil de um homem fazer, né? É difícil. O que eu diria pro Eduardo é o seguinte, eu acho que ele não tem que ver a relação dele como um fracasso, muito pelo contrário. Exato, durou 32 anos. Ele disse assim, ah, vou abrir mão de 32 anos. Ele não abriu, ele viveu intensamente de 32 e hoje ele tem energia suficiente pra viver mais 32 de outro jeito. Que bom. Eu me vejo, Eduardo. E a tristeza desse garoto agora sozinho.
recomeçando. O primeiro momento. É a ironia que o Gabriel tá falando. Mas é que tu abre mão numa rotina. Não, claro, imagina ele agora com casa, casa sozinho, ele vai, hoje, por exemplo, vai fazer o quê? Tudo uma surpresa. Vai ver o jogo do Grêmio numa oitenta e cinco polegadas, tomando uma gelada, de pelado. Pode ir lá ver o jogo no motel sozinho? Pode também, não vai tá incomodando ninguém. Vai ligar o Tinder, o fome. Rodaica, por falar nisso, vou trazer uma situação pra ti aqui. Olha aí, olha aí, olha aí. Essa foi a gente falou.
Tem uma situação pra ti aqui que é a seguinte, debatemos ontem no programa. A ida ao motel. Quem nunca, né? A ida ao motel. Um homem. Um homem. Um homem. Resolve ir sozinho ao motel. Eu vou ir hoje. Tomar banho de banheira, de hidromassagem, ver um jogo da Champions League de tarde. Botar a pantufa. Ficar lá no ar-condicionado e tudo bem. Ele foi, fez tudo isso, saiu do motel e foi pra casa.
Ele estava sozinho dentro do motel. Ele só queria ver um jogo da Champions League numa banheira. Na banheira de hidromassagem tomando uma ceva gelada. No ar condicionado. Coisa que ele não tem em casa. Só isso. Muito pelo contrário. Na banheira, né? Comendo chocolate é 10 reais. E aí, o que que tu acha disso? Configura uma traição? Isso incomodaria a esposa, a mulher, a pessoa que ele vive? O que que tu pensa sobre isso? Eu acho que só incomodaria a mulher que não foi informada que ele iria fazer isso. Ah, se informar pode.
É como tudo na vida de um casal, é um acordo, né? Bah, olha só que vontade que eu tô de ir pra um lugar sozinha, assistir o jogo do meu time, tomar um banho de manhã, não ter ninguém me azucrinando aqui os meus ouvidos, vou no motel. Eu também acho que não tem por que dizer, não dizer, né? Daqui a pouco a mulher vai dizer, ah, eu não quero que tu vai, aí tu chega num acordo sobre isso. Agora, no meu caso pessoal, não haveria problema nenhum.
Eu só não iria no motel, eu iria no espaço. Qual é o jogo hoje? Hoje tem Liga Europa.
no motel. Ah, num spa, num hotel de luxo. Tá, não, mas é a diferença entre nós. Eu sou um chinelo, mas é mais caro. E tu é uma lady. Lady. E a banheira do motel? É que tu falou, por exemplo, no spa, é que no spa... Ah, eu sou ingênuo. Olha só, eu entendi. A Rodaica falou assim, bah, eu ia pro spa pra relaxar e tal. O homem, quando quer ver um jogo de futebol, ele quer uma tela grande. Isso. E normalmente, começa em meia hora. E sozinho ou com os amigos. Ah, tem o jogo tal. Onde é que eu podia ver o cara
essa parácia. Vamos pra casa do fulano, vamos no bar e tal, vamos lá no motel. Pegar um baldinho e ficar olhando o jogo, vocês sabem. Vire júnior, Valverde. Ah, pior que é uma baita ideia. Vamos todo mundo hoje. Ah, ruim pra mim, galera. Você é quatro. Mas daí não é aproveitar a solidão, né? Vocês viram qual é o jogo que tem na próxima fase da Champions agora? Qual? Caiu no cruzamento? Real Madrid e Bayern de Munique. É esse que nós vamos no motel. É esse que nós vamos no motel.
Cara, eu já vi esse jogo. Já vi esse jogo, Real Madrid, Bayern de Munique. Lembra que a gente viu esse jogo? Finais de Champions. Não, não, era amistoso fora de temporada. Ah, sério? É, amistoso pré-temporada dos Estados Unidos. Copa Mickey. Exatamente, é, exatamente. Baita jogo, aliás. Porra, pra ver no motel. Tu tá no estádio, não, mas tu tá no estádio e vê aquelas duas camisetas em campo. Ah, porra, tá louco. Mas ainda assim eu iria no motel contigo ver ali.
Não, não, cada um vai no seu, é sozinho. Essa é a regra. Poderiam chegar de comitivo e cada um ir no quartinho, é isso?
Inclusive, vamos todo mundo no Sherwood, cada um numa suíte, uma do lado da outra. No arroba. No arroba, claro. Muito bem. Mais uma girada na mesa aí, Lelê. Bota uma pra nós, então. Tá de sacanagem. Desculpa, Lelê. Não vou ler mais pra me chamar. Por favor, manda bala aí. Olá, pretinhos. Não me identifiquem, por favor. Sou uma mulher 50 a mais. Solteira. Bem resolvida. Autônoma. Enfim. De uns tempos pra cá, um menino bem mais novo me chamou pra ir num barzinho.
Fomos, conversamos, nada rolou. É bom, né? Agora estamos marcando de ir mais além. E aí ela bota em caps lock. Aí que vem o perigo. Qual o perigo? Estou muito insegura por ele ser mais novo, pois ele tá com todo gás. Pode ter certeza que ele também é muito inseguro por tu ser mais velho. E eu tô com medo de na hora H eu fazer um fiasco. Por quê? Que tipo de fiasco? É o que ela tá dizendo, ela tá insegura? Tô vendo, ela já fala que é bem resolvida, mas na hora H ela tem medo de fazer um fiasco. Contraditório e meio da garota.
E ela botou que depois que ela ia falando... Depois que ela escreveu o fiasco, ela abre parênteses assim, eu chego a ouvir a risada do Rafinha. Bota um canal no YouTube com o Gurizinho, o Lucas Neto, a família Clepton, bota ali, ele vai assistir, vai ficar tranquilo. Mas e aí, qual o conselho de vocês, homens, para essa situação? Sim, amiga, o Rafinha falou uma vez... Foi tu que falou, né? Foi eu que falei, eu sou o Rafinha, tu na tua frente.
Que o Gurizinho... Mas é que tu e o Fetra falaram. Não, foi o Fetra que falou. Por quê? Que ele também tá nervoso, ele tá mais nervoso que tu, óbvio.
O guri tá bem mais nervoso que tu. E outra, nessa hora é hora de fazer o uso da experiência. Experiência, tu vai olhar pro guri, tu sabe que tu tem mais experiência que ele. Então quem manda nessa situação é tu, não é ele. Verdade. Eu acho que é isso, né? O bem mais novo deve ser, sei lá, vinte e pouco. Não sabemos daí, né? Ah, não come fritura, pode dar o refluxo e tal, coisas leves, né? Uma bebidinha leve é isso aí, né? Ah, tu tá dando esse conselho pra ela não comer fritura.
E o garotão também, né? Dezenove pras duas. Vai, amiga, vai com tudo. Vai ser feliz. E fica de boa,
que ele vai bruxar. O problema, sabe o que é, Odai? Quando ela sentar pra conversar com o garotão. Se ele falar muito, fudeu. É, cinema mudo, cinema mudo. É pra conversar. É meia horinha. Tava reprisando alguns episódios e sem dúvida alguma o episódio desta última segunda-feira, dia 16 às 18, é um dos melhores dos últimos tempos. Pô, a gente até falou nisso, lembra? Pô, não temo Léo, não temo Porã. Tive que ver repetidas vezes os momentos em que o Lelê titubeava falando errado e se engasgava ao ler um dos e-mails.
O Rafinha imitando o cacuete do Lelê é uma das coisas mais engraçadas que eu já vi no pretinho junto. O refluxo? Da cara empapuçada do Lelê. O que que eu fiz, cara? É que às vezes vem o refluxo assim. Por favor. É que ele lembra? Não, eu lembro, mas é que eu fiz mais gestual do que falando. É que na segunda-feira, antes de entrar no refluxo, eu tava tomando um refrigerante. E eu empinei a metade do refrigerante antes de entrar no estúdio.
E aí tu... E aí começa a dar uma olhada. E aí o refluxo veio. Rafinha imita de novo o Lelê dando aquela empapuçada.
Sei lá. Muito bom, galera. Vida Longa Pretinha é o Jason. Jason. É que é o cacuete do Lelê. Toda vez que tu vai começar a ler o e-mail, tu dá uma... Como se tu puxasse o carrinho de fricção. É pra impostar a voz, talvez respirar, puxar o ar pra falar, né? Fazer a leitura o melhor possível pra entregar o melhor material. Cara, tem uma piada tenebrosa aqui. Mas é tenebrosa a piada. Eu acho que em todos. Imagina uma situação... Ela é pesada. Ela não é pesada, ela é... É pornográfico.
Não chega a ser... É violenta? Também não? É abusiva? Ah, então não conta isso, não é nada disso? Não, abusiva não, mas ela... Ela trata de minorias, crianças, alguma coisa... Ah, acho que vamos pro intervalo, então. Uma polêmica. Não, só tô fazendo perguntas pra justificar porque que ele disse que é... É bagaceira? Nada, nem... Ah, então vai, filho. Não é bagaceira? Não é bagaceira. Então não conta, aí não tem graça. Tá, vou contar porque tá aqui, ó.
A audiência mandou, quem mandou, aliás, foi a Ana que mandou. Ana... Pediu um abraço pro marido Renato.
Renato! Imagina, tu escreve uma rádio. Escreve uma rádio. A Rádio Canhão, que tem um milhão de pessoas te ouvindo ao mesmo tempo agora. Aí tu pede um abraço pro teu marido, Renato. Sim. Podia pedir qualquer coisa. Pede um abraço. Olha o carinho. Um beijo pro meu marido. Diz que eu sou apaixonada por ele. Eu amo muito. Talvez ela não seja. Talvez ela não seja apaixonada. Ou vai ver, ela quer que tu diga algo pro Renato. Tipo, um abraço, irmão. Renato, um abraço, tá? Renato!
manda um abraço pra ti. Vamos lá, então. Ô, Daica, posso contar a piada? Vai prestar atenção? Mas quem sou eu pra dizer sim ou não, né? Não, é que tu tava mergulhada aí no teu telefone, queria muito saber o que tá acontecendo aí. Aplicativo, tá pedindo aplicativo. É Tinder? É o Tinder. O amigo, o amigo chega pro Carlos Eduardo. Pai, eu tenho receio, cara. Tá no encontro. O amigo chega pro Carlos Eduardo e fala. Vai ler mesmo assim?
Vou ler. Carlos Eduardo. Minera? Ô, Carlos Eduardo, tua mulher tá te traindo. Qual é a Cid?
Imagina. Ela não vai estar aí, eu digo, nenhum. Não tem coragem, tá imaginando coisa. Ô, Caz Eduardo, toda vez que você sai pra trabalhar, o Arcide vai lá pra tua casa e prega-lhe o ferro na tua patrão. Meu Deus. Eu tô ouvindo, rapaz, ela jamais teria coragem. Mas teve. Pode conferir. Indignado com o que o amigo diz, Caz Eduardo finge que sai de casa, esconde-se dentro do armário e fica ali olhando pela fresta da porta.
levando quem pra dentro do quarto? O Alcides. O Alcides. E ali começa a sacanagem. Mais tarde, o Carlos Eduardo liga pro amigo. O Carlos Eduardo ficou o tempo inteiro dentro do armário? Vendo. Vendo. Só no bico. Que passivo, né? Passivo. Pessoa elegante, né? Tem gente que gosta, né? De ver. Tem gente que gosta de ver. Tem um nome pra isso. É isso aí. É o Carlos Eduardo.
Fala pro amigo. Foi terrível de ver. Foi uma desgraceira. Ela jogou ele na cama. Ele jogou ela, tirou a blusa, os peitos e caiu. Meu Deus. Tirou a carcinha, caiu bunda e barriga. Meu Deus. Tirou as meias, apareceu aquelas varizes, tudo que ela tem naquelas pernas cabeludas dela. E eu dentro do armário ali, com as mãos no rosto, pensando. Meu Deus, que vergonha, torcidas. Puta merda.
Eu não teria lido. E o pior é que na primeira vez tu ama contar essa piada. Eu amo essa piada. Eu amo essa piada. O mais triste é que nem o Arcides, nem o Eduardo, nem o outro amigo, eles não têm espelho em casa. Mas quem mandou foi a Ana. A Ana mandou, né? Aí já libera a piada. Não sei, às vezes é o Rodrigo escrito Ana. Não, é o Renato. A Ana é a esposa do Renato. Ela pediu abraço pro Renato.
conferir. Eu até acho que foi o Renato que mandou. Renatão, grande Renatão. Obrigado, Ana. Desculpa aí, é só uma piada, gente. Não, é só uma piada. Pelo amor de Deus. Mas uma piada, ela pode ter uma resposta também. Tu quer dar a resposta? Não, já falei. A resposta é que provavelmente os personagens masculinos não têm espelho em casa. Mas é uma piada, não tem como ter espelho em casa. É uma piada. Informação. Sim. Chegou outra equipe do Colégio Bom Conselho.
Até o fim, até o fim do programa, nós vamos ler todas que chegarem. Lê a frase aí pra fazer a...
mandou e-mail e disse que o lema da gincana é Jogando Juntos por um Mundo Melhor. E o nome da equipe é Egito. Então é por um mundo melhor. Acho que as equipes têm nomes de países. É uma boa percepção. Agora é uma brincadeira, porque isso aqui é um programa de humor. Argentina, Austrália e Egito é o quê? Jogando Juntos, ano de Copa, países. Exatamente, Rodaica. Eu acho que esta frase aqui está errada.
Ana of our business, man. Foi a Ana mesmo que mandou a Ana Paula. É, mas de qualquer forma, para ou por, mais ou menos leva ao mesmo objetivo. É que a frase foi escrita de uma maneira correta. Foi. A frase é assim. Se errou uma palavra, errou a frase. Creio eu, para critério de avaliação. Eu acho que o critério deve ser da escola, né? Que vai entender. Exatamente. Nós estamos aqui só para divulgar o nome das equipes que entrarem em contato conosco.
Duas da tarde. Vai, Rafinha. Eu tenho uma piada também. Olha aí. Olá, Pretinho, segue uma piada. Um senhor, que era o mestre, viu que saiu uma pintinha amarelinha no saco dele. O mestre foi no médico chegando lá e explicou para o doutor. Cafanhoto, doutor, saiu pintinha amarelinha aqui no saco de mestre? O médico analisou, analisou e perguntou para o vovô mestre. Qual idade do senhor, mestre? Mestre, ele tem 86 anos bem vivido.
O senhor ainda faz amor? Sim, sim, faz amor. Quase que diariamente. Ô, mestre. Daí o médico. Então é a luz da reserva que acendeu. Acabou a piada. Merda. Quem mandou foi o Ricardo de Santa Maria. Obrigado, Ricardo. Que coisa. Que piada irada, Ricardo. A luz da reserva. A minha piada foi melhor. Não, foi disparado melhor. Eu adoro essa tua reação. Não, que piada ruim. Rodaica, não querendo te atrapalhar aí no teu momento, dentro do teu telefone. Não, só tô vendo um negocinho.
alguma equipe do Bom Conselho querendo mandar mensagem pra nós. Eu tô tentando enviar aqui um e-mail que tá voltando e ele era um pouco urgente, sabe? Mas isso é anterior ao programa, sabe? É anterior ao programa e eu fui dar um check, agora se tinha ido e de novo não foi. Só isso. Não atrapalhou em nada, vocês tão aí contando as piadinhas de vocês. Ele não foi de novo? Não foi de novo. Vocês acham engraçadinho. Quando for duas, ou até no intervalo eu vou dar uma checada.
volte, né? É, dependendo da situação. Uma checada no intervalo é perigoso. Vamos ali fazer o intervalo. Vai ter uma checada durante o intervalo. Já voltamos. O Pretinho Básico volta já. Agora na Atlântida. Meu nome é de elefante. Apesar de ter ficado em terceiro lugar no Festival Eurovision da canção de 1958, Nel Blue de
O evento de Blue, mais conhecida como Volare, de Domênico Modunho, tornou-se a canção mais lucrativa da história da Eurovision. Até 30 de julho de 2024, havia vendido cerca de 22 milhões de cópias pelo mundo e continua sendo o único sucesso do Eurovision a ganhar dois Grammys.
Forma de leitura das melhores escolas do Brasil. Memória de elefante. Para mais curiosidades. Acesse elefanteletrado.com.br Quatro minutos para as duas da tarde. Voltamos com mais um pouquinho de Pretinho Básico. Nesta tarde de quinta-feira. Uma tarde legal, né? Tarde massa, que a gente vai ter um evento legal na Roda Cultura, né? Boa, bem lembrado na PUC. Isso, Vitor Clay, Théo Fetter, né? Isso, Théo vai abrir para o Vitor.
Vitor Clay, vão fazer um, cada um no seu quadrado, um voz e violão. Ah, que legal. O Theo vai fazer um pocketzinho. E o Vitor um pocket. É, e aí é só chegar ali, é de graça pra galera. A princípio seria ali na rua, né? Mas aí como o tempo tá muito instável. Mas não temos ainda... A 100% certeza. A galera vai lá, o pessoal vai lá e vai saber. A galera da faculdade tá bem mobilizada pra assistir. Até porque, pô, pra assistir o Vitor Clay em casa ali dentro da faculdade.
Uma vibe muito legal e a programação da Atlântida desde o meio da tarde a local ali vai ser ao vivo de lá da Tele House até o Pretinho. Um lugar muito legal, né? A Tele House. Pretinho da 6 é de live. Isso, Pretinho da 6. Estaremos lá. Pretinho after. Você não viu, especialmente quem está ouvindo no rádio, não viu, mas talvez quem esteja nos assistindo na live viu a entrada de um motoboy. Acabou de entrar o motoboy aqui no estúdio para trazer uma pizza para a gente. Que é a pizza da Caradinho.
Meu Deus do céu. Que é muito mais do que uma pizzaria temática. É a cara de mal. É um troço maravilhoso. Território pirata de Porto Alegre. Tá a fim de uma noite que vai ser muito mais legal, muito além de só um jantar? Então te prepara e zarpa pra pizzaria cara de mal, onde o mundo pirata toma conta. Tem dança, música, um clima que encanta piratas de todas as idades. Reúne a tripulação, convida outros pulguentos,
Traga os marujinhos e viva uma experiência que mistura fantasia, sabor e diversão, como só a cara de mal sabe fazer. Ah, e um rodízio de pizzas de respeito, com mais de 80 sabores servidos pelos piratas mais animados dos sete mares. Tenha uma noite cheia de diversão, com muita música, dança e entetetetimento para todas as idades.
mais uma fatia. Poderia ser só uma pizzaria temática, mas é a cara de mal. Tá aqui, ó. Mandaram 10 pits. E 10 sabores diferentes, né? Calabresa, camarão, morango e chocolate. Essa de morango e chocolate aí é uma palhaçada. É uma brincadeira. É uma pizza. As 11 da noite. Fizeram a festa da redação. Fizeram. Fizeram. Galera feliz. Eu fui ali pegar agora pro merche e não tinha mais quase. Então a cara de mal.
Vai colocar pra gente a eleição do craque do episódio, começando com o voto de Lelê. Ah, cara, eu vou votar na Rodaica. Rodaica. Porque a Rodaica veio com a gente na nossa conclusão de ontem ali, né, cara? Do motel? Assunto do motel. É, mas também não dava pra não vir, né? Ah, fez uma ressalva, desde que eu seja informado. Mas a ressalva, ela até é pra preservar qualquer situação que ali na frente possa ficar sem explicação. Umbígua, situação umbígua.
Aparece no Google Maps. Primeiro porque eu acho que é muito comum na relação de um casal, quando as pessoas vão para um lugar, viajam, tu avisa por questão de segurança, porque tu tem uma parceria ali, às vezes tu tem um combinado, a outra pessoa aproveita, ele não vai estar em casa, vou aproveitar para fazer aquele happy hour com a minha amiga. É uma questão de parceria. Fechado contigo. Ninguém está fazendo nada errado, ninguém tem que esconder nada.
Agora, se esconde é porque está fazendo errado, aí vai rever tua vida. Eu adorei a frase. Vai rever tua vida.
Como é que foi a primeira? Se não estiver fazendo nada errado, não precisa esconder. Não precisa esconder. Agora, se tiver, precisa. Não é isso? Não é isso? Se tiver, precisa rever a vida. Olha! Porque a pior coisa que tem é tu viver fazendo errado. Tá certo. Porque a tua vida é uma M. Olha, eu vou te falar. Entendeu? É uma vida de mentira. Eu já vivi essa vida, é uma merda. É uma vida de mentira que não vai te levar a lugar nenhum, a não ser o estresse constante.
Muito, muito tempo atrás eu já vivi essa vida e não é legal. Pois é, vamos rever.
Já revi, já está revista. Não, não, estou falando para a audiência que ainda está. Rápido, antes do meu voto, deixa eu pedir doação de sangue para uma menina, que é a Cecília Caetano Urich. Ela está com leucemia infantil e está precisando urgente de O negativo, sangue O negativo no hospital de clínicas. Cecília Caetano Urich, é uma criança, galera da Sojipa, galera aqui da RBS também, então um beijo para a Cecília, vai dar tudo certo, O negativo lá no hospital de clínicas.
Alexandre, eu gostei da tua falta de paciência com a ambiguidade do lema do Colégio Bom Conselho. Se era para um mundo melhor ou por um mundo melhor. A minha falta de paciência não foi com o Colégio Bom Conselho. Não, não, com a ambiguidade do Lelê do lema. Exato, exatamente. Então, como o Lelê te tirou do sério, eu gostei de te fora do sério. Tu tá mais poucas ideias. Porque vocês... Eu não tive isso na minha vida de pai. Eu não tive um filho e uma filha que me desafiavam até testar o meu limite. Não tive isso.
Vocês fazem isso comigo, impressionante. Só porque, por incrível que pareça, hoje, aquele lado ali... Hoje! Hoje! Hoje! Hoje! Hoje! Hoje! Hoje! Hoje! Hoje! Hoje! Hoje! Hoje! Beleza, mas hoje quem encheu o saco foi tu e o outro! Hoje! Hoje eu preciso te encontrar de qualquer jeito! Vota, Rafinha! Tô pensando! Porra! Mas é sempre a mesma coisa! Tá impaciente mesmo! Eu vou votar em ti! Só porque eu tô ok! Impaciente! Exatamente! Obrigado!
Gosta de mim impaciente? Gosto de ti de qualquer jeito. A partir de hoje... Agora me pegou. Hoje eu preciso te encontrar de qualquer jeito. Até impaciente mesmo. E tu, Rodaica, vai votar em quem? Eu vou votar em ti pelo conjunto da obra, né? O conjunto da obra tu diz... Suportar diariamente tudo isso que tá acontecendo aqui. Não, suportar diariamente tudo isso que tá acontecendo aqui. Ah, isso sim. Isso eu deveria, inclusive, é um busto aqui na empresa.
Os seus filhos que não são filhos, mas te desafiam diariamente a ser uma pessoa com paciência. E melhor, né? Por causa deles eu sou um ser humano.
melhor todos os dias. Parabéns. Então era isso. Obrigado pelos votos de vocês. Todo mundo votou em mim, é isso? Todo mundo? Não, eu voto na Rodaica. Mas votou em ti, né? Votou no casal. Muito bom. Vamos nos despedindo. Não faz diferença. É importante. Ah, é? Tu tem que votar. Senão o pessoal pede voto impresso. Poderia votar na Rodaica, porque ela sempre vem bem, mas hoje
telefone, tirou ela de nós. Ah, bom, aí... Ela tava trabalhando. Não, é ok, mas nós também estamos trabalhando aqui. Não é verdade, né? Porque foi um momento pontual, não que eu esteja pedindo voto, mas foi um momento pontual, eu não deixei de participar do programa em momento algum. Sei todas as pautas que foram faladas, opinei em tudo. Isso eu tenho certeza. Os pessoas já não aguentam mais ouvir minha opinião, ficam me xingando no chat, esses troços, tudo aí.
Se eu ficar calada, vai ser agora. Masculina, é bom dizer, porque as mulheres todas me param na rua e dizem, pelo amor de Deus,
E é por isso que eu venho aqui todo dia, senão nem vinha mais. Venha todo dia, também. Se eu votar na Rodaica, empata e ela ganha, é isso? Não precisa, Alexandre. Sim, sim. Se eu votar nela, empata e ela ganha. Não. Não, ela votou em ti também. É 13, são 2? É verdade, é verdade. Cara, nós temos que acabar com essa palhaçada. Ah, eu também acho. É a votação aqui, ó. Na lousa, mostrou, acabou. Essa palhaçada é patrocinada pela cara de mal.
Não, não, não. Não foi isso que ele quis dizer. É, hoje tu tá pegando o pé do Lelê.
Eu vou tirar o voto de ti. O quadro, aliás, a cara de mal patrocina aqui e esse quadro, às 18 horas, está à venda. Com? Está à venda com cota promocionada, bem como a dos classificados do Pretinho, que já fechamos. Pois então. Já fechamos a cota. Agora todos os trâmites legais e burocráticos para a nossa nova parceira de marca entrar aqui. Se você quiser patrocinar o crack do episódio com uma cota promocionada, me chama no direct.
do Insta, arroba realfeter. Colocado isso, que é o mais importante. Para gincanas, também. Ou a cara de mal podia patrocinar os 18 também. Aí a gente janta pizza. Até porque, o que eu quis dizer, palhaçada, são os votos serem direcionados. Entendi. Os votos estão se perdendo porque eles são direcionados pelo contexto. O Lelê tem uma tese, Rodaica, que todo mundo tem que escrever, tipo, numa lousa ou num papel e mostrar ao mesmo tempo o voto.
Ah, eu acho bom. É, não tem influência externa, né? Bom, eu ia votar na Rodaica, Rodaica, me
perdeu por causa do telefone. Eu ia votar no Rafinha, o Rafinha tá no telefone, me perdeu também pelo telefone. Vota em ti mesmo. Não posso votar em mim, só o Rafinha pode votar em mim. Eu nunca faria isso. Vou votar no Ronald Gomes. Que Ronald. Não sei porque que me veio o Ronald. Vou votar no Rafael Gomes. Muito obrigado. Muito obrigado, parabéns. Acho que eu fui um pouco indelicado contigo ali na questão da gincana. Mas tá tudo certo também. Acho que não, eu tô contigo. Ele foi chato. Acho que não fui. Vamos voltar.
A TV House, a casa da Atlantis, da NAPUC, logo mais às seis da tarde. Tchau!