Pretinho Básico | 18/03/2026 13h
O maior podcast humorístico do Brasil. Elenco da rádio Atlântida repercute as maiores notícias do dia do jeito mais engraçado possível. Veja muito mais no YouTube 📺: @atlantida_TV e @PretinhoBasicoShorts
- Promoções e PatrocíniosBiscoitos SEA · Programa Futuro Mais · Stock Center Porto Alegre · Ofertas leve 3 pague 2 · Crédito Banjo
- Humor e ComédiaPiadas entre apresentadores · Referências culturais · Brincadeiras com nomes · Diálogos cômicos
Alexandre Fetter. Olá, muito boa tarde, amigo e amigas ligados na Atlântida. Geração de Conteúdo Inteligente do Sul do Brasil para o mundo inteiro. Estamos chegando com o seu Pretinho Básico. Depois do Discorama, todos os dias, de domingo a domingo, tem Pretinho Básico depois do Discorama aqui na Atlântida. Aliás, Rafinha Menegas, muito obrigado pela cobertura hoje. Nosso programa, né Alexandre? Um excelente programa. Hoje eu dei aula.
Foi um excelente programa. Parabéns, cara. Hoje o quê? Hoje eu dei aula. Ele deu aula. Nessa humildade.
Tava muito bom. Biscoito Zezé, por falar, e muito bom. Uma delícia, Biscoito Zezé. Carinho que vem de família há 58 anos. Cada mordida num Biscoito Zezé é uma lembrança da minha infância. Programa Futuro Mais, uma parceria entre a Atitus Educação e a Fundacred. Você estuda o seu curso inteiro e só começa a pagar depois de fortalecer.
Dia 31 de março inaugura mais um grande Stock Center em Porto Alegre. Esse vai ser na Avenida Ipiranga. E já aproveito, Rodrigo Adams, embaixador do Stock Center. Temos um dia especial no Stock Center hoje. Exatamente, cara. Quem entrar agora no estoqueonline.com.br vai encontrar o Leve 3 Pag 2, Alexandre. Centenas de ofertas. Leve 3 Pag 2. De tudo que é gôndola, cara.
centenas de ofertas. Então, assim, tu que tá aí fazendo a virada. Mas é só pra compra online. Exatamente. Não dá pra ir lá buscar. É online a compra. Dá uma olhadinha ali, Leleco. Entra lá, estoqueonline.com.br. Esse é o golaço do dia, velho. Crédito consignado CLT é no Banrisul. Você que tá apertado no fim do mês aí, sabe que pode recorrer ao Banrisul e ali você vai ter um crédito que vai debitar direto todo dia, cinco, dia do pagamento aí do seu salário. Muito boa tarde,
Rafinha Menegazzo. Ótima tarde, Alexandre. Vamos pra cima. Que é energia, né, cara? Vamos, vamos, vamos embora. Tamo junto, vamos pra cima. É pra entrar fraquinho, nem vem no programa. Vamos pra cima, vamos pra cima. Boa tarde, Lele. Leandro Bortolacci. Excelente, cara. Vamos pra cima. Que bela camisa. Que camisa bonita que vocês estão usando. Compraram na mesma liquidação, cara? É que a minha é aquele caso clássico de uma camisa que o cara ama, mas ela tá velhinha já.
Quanto mais velhinha, o cara mais ama. É que a tua é outono do Javier Primavera.
Mas bonitas as camisas, gostei. Isso aqui, quando eu fui Garoto Planeta. No time floral. Oi? Foi o quê? Quando eu fui Garoto Planeta. Ah, foi Garoto Planeta. 97. Coincidentemente, a minha também é da Renan. Só que eu não consigo me desfazer nela. É quando é calor, essa camiseta é mais soltinha, mais fresquinha. Isso não é camiseta, isso é camisa. Camisa dos deuses, essa camisa. Camisa. Camisa é com botão. Vocês viram onde que eu mandei no grupo?
Camiseta é aquele t-shirt. O Rafinha sente muito frio aqui no ar-condicionado. E ontem eu mandei no grupo ali, né? Acho que é interessante a gente trazer esse debate. Claro, Lelê. Também, né?
Só cumprimentar os demais colegas, Rodrigo Adams, boa tarde. Boa tarde, Alexandre. E boa tarde, Rafael Gomes. Fala, Alexandre, boa tarde. Esta é a mesa deliciosa para este pretinho básico de 18 de março de 2026. Legal pontuar a data, porque alguém vai estar ouvindo no futuro e vai saber que foi no dia de hoje. Importante. É porque eu resolvi trazer para o debate aqui, Alexandre, porque nós temos aqui... É um pote de tudo, Lelê.
Como qualquer ambiente corporativo, o debate do ar-condicionado, né? Certo. Tem pessoas que são mais calorentas, mais friorentas.
aquele tweet e resolvi mandar no grupo. Porque aquele ali acaba com a discussão. Eu não vi, Lele. Infelizmente, não consegui. O que é? Ele diz o seguinte... Também não consegui ver, Lele. Também não consegui ver. Eu vi, Lele. Eu vi. Tu não concorda? É que assim, ó. Quando tá frio demais no ar-condicionado, a pessoa botou um casaquinho e resolveu. Ok. Quando tá calor demais, o cara que é calor demais, ele não pode ficar pelado no escritório.
É, não dá. A não ser que o Alexandre autorize. Sim, mas não vou autorizar. Então eu acho que... Por que é fechado esse debate assim? Que o Friorento traga um casaquinho e acabou. Tá tudo certo.
É isso? Não concorda? Eu concordo, Lelê. Concordo, mas também acho que é importante a gente confortar todo mundo, né? Sem precisar botar casaco, sem precisar tirar camisa. E a temperatura conforto que é proposta pela fabricante do ar-condicionado é 23 graus, 22 graus, 23 graus, 24 graus no máximo. A redação não precisa estar com 21, né? No carro vocês mantêm essa também? Eu também, 23. Sempre 22. É, 22.
Eu gosto um pouquinho mais baixa também. É, e quando tá muito quente, tu acelera um pouco o ar ali pra dar aquela estabilizada dentro da nave, né? Porque às vezes tu chega ali, tá horrível a situação, né? Sim, verdade. Aí tu abre o vidro e tira o ar. Isso. É, eu já pego o Blue Link ali. Abre a circulação de ar pra sair todo o ar quente de dentro da tubulação. Isso. Aí depois que sai, tu fecha e fecha os vidros. Eu pego o Blue Link ali com o aplicativo da minha creta e já ligo o carro e o ar.
Aí quando eu entro já tá geladinho. Cinco minutinhos antes. Sou influenciador da Hyundai. Mas tá certo, tem que falar dessas vezes.
Cara, que loucura. Essa tecnologia, né, cara? Isso aí é uma entrega, né, Lelê? Uma entrega orgânica. Verdade. Essa parada de ficar fazendo coisinha. Esses dias eu tava conversando com o pessoal que trabalha com cargos e lembrei, citei o exemplo do Rafinha. Lembrando que a Hyundai não bota um real aqui no programa pra tu tá utilizando o microfone da rádio pra falar deles. Mas já foi um cliente que esteve conosco. Já foi. Assiste bem.
Já foi. Hoje é só teu. Mas hoje é... Só tu ganha dinheiro pra Hyundai hoje. É dar uma pescada pra ele voltar, né? Criou o vínculo. Tá, agora tu veio.
Os caras voltarem, né? Abraço pra galera da Hyundai. Criou o vínculo, criou o vínculo. Criado, tá criado o vínculo. Isso não tem preço. Uma e treze. Olina, há mais de cento e nove anos, auxiliando na digestão e aliviando a prisão de ventre. Vai de Olina, pra ficar legal. Hoje é dia nacional da imigração judaica. E é dia também do Demolay. Aí, Demolay, tu tá ligado, né? Demolay, mas cheguei.
Não, Jacques Demolay é o último herói templário, né? Do tempo dos templários, que eram os cavaleiros, né? Do zodíaco? Sim. Não, antes. O Demolay era o líder dos templários. Isso, cara. Ele preferiu morrer a caguetar geral. Então, ele se entregou, né? Em nome da palavra chamada amizade, né? Companheirismo e tal. Caraca. E é uma ordem que... Tu veio hoje pra entregar geral, o cara cobra, né? O cara cobra, é. Chamada delação premiada.
Exatamente. E, pô, cara, grandes caras foram no Demolay, assim como o Walt Disney, velho.
Walt Disney é o primeiro demolete da história. Muito legal. Um beijo pra turma aí. Legal. Bacana. É, legal. Legal. Walt Disney. O petinho básico de hoje são dois. O Jack, que é o branquinho, e o Neil, que é o marronzinho. Pois é, aí ganhou preço. Que fofura. Isso aí deve roer um rodapé que é uma beleza. Que fofura. Eles são... É verdade. Eles são uma cruza de salsicha com bulldog francês. É muito bom isso, cara. São de Nova Petrópolis, da tutora...
Jaine. Quantos meses? Ela não falou. Não diz a informação. Mas são filhotinhos, né? Não, não, não. Vem pelo tamanho da patinha que eles vão crescer bastante. Vão crescer. Olha ali o tamanho daquelas patinhas. Mas não vão crescer muito porque o bulldog francês ele é pequenininho também. E o salsicha ele só é com muito. É abatumado, velho. Mas enfim, lindos. Olha ali, mais essa fotinha aí. Olha ali. Oh, que amor. Que bonitinho. Nosso ouvinte aniversariante é Éder.
Eder Laskocchi. Ele é motorista de Frederico Westphalen, fazendo 35 hoje. Parabéns, irmão. Parabéns, Eder Laskocchi. Fred West. Fred West. É uma maneira que a galera chama. Legal. Maneira descolada da juventude. Até porque fica mais curtinho, mais fácil de falar. Porque Frederico Westphalen é complicado. Claro, é verdade. Muito longo, né? Fred West. Muito legal, hein? Muda a vida da pessoa.
Muda a vida da pessoa. Ah, pra quem fala todo dia deve mudar. Te economiza muitas palavras. Quantas vezes tu fala a palavra Porto Alegre por dia, Lele? As duas palavras, no caso, são duas palavras. Sempre. A gente não fala boa, fala sério. Porto. Não, mas quantas vezes por dia tu fala Porto Alegre? Ah, uma. E olha lá. Mas é que, cara, mas é que Porto Alegre tu emenda uma na outra. Porto Alegre. Porto Alegre. Porto Alegre. Nem Perico, vez, fala.
Cara, é mais complicado, né? Tá bem. Aniversariantes famosos, começando com o vocal do Maroon 5, o Adam Levine.
O que foi essa gemida aí pro Adam Levine? Qual é o lugar que o Rafinha mais gosta no mundo? Califórnia. Ele, a dentro dele. O que ele tem tatuado aqui na barriga dele? Califórnia? Tu tem tatuado Califórnia na barriga dele? Não, o Adam Levine. Ah, o Adam Levine. O Rafinha obviamente gosta. O Rafinha vai tatuar o Adam Levine que tem tatuado Califórnia na barriga dele. Sim, a tatuagem, a tatuagem tatuada no cara que tem a tatuagem.
Rafinha tava no show, mas viu o Califórnia na barriga dele. Tirei a camisa e ficamos igual. Tá fazendo 47 e o Adam Levine. Quantos?
47? 47. Tu tá mal, hein? Tá novo? O Adam Levain... Eu vou falar mal. Porque eles regulam de idade. Pô, estão iguais. Caralho, eu vou fazer 49, desculpa, Adam. Tá, mas é um... Eu sou o Rafael. Eu sou o Rafael. Mas estão tri bem, cara. Então os dois estão bem pra 47. O Adam Levain tá melhor. Estão bem pra 48 de memória. Tu tá achando um homem pra te comer, tu vai encontrar. Não, é que tem uma diferença que ela é básica entre duas pessoas que tem a mesma idade, onde uma delas é pobre e a outra é bilionária. É isso. Tem uma diferença básica. Tu resumiu.
Aí eu tô fechado. O dinheiro deixa a espírita mais bonita. Claro que deixa. Eu vou dar uma opinião que talvez eu me queime aqui. Vamos ver, Lele. Mas eu acho que o Adam Levine é um clássico caso de um cara que não tem uma voz bonita, mas ele sabe cantar. Sabe, né? A voz dele é feia, cara. Na real é feia. Não é legal. Mas eu acho que pro estilo da música e da banda, que é um popzinho assim, vai bem. É, vai ter bem. Ele não precisa de uma voz mais rockinha ali. Vai ter bem. Por exemplo, o Brandon Flowers, por exemplo, do Killers.
Destrói. Destrói. O vocalista da banda Malta. Aí tem que te dar uma... Eu não lembro do timbre. É um cara que imitava o Jonathan Corrêa. Não tem como imitar o Jonathan Corrêa. Não, não tem. Giovanna Antonelli. Fazendo 50 hoje. 50 anos? Não. Vai perguntar a idade de todo mundo. Fazendo 50 apoio hoje de manhã. Tá bem, mano.
Pô, também. É o que o Fetri falou, né? Uma condição financeira ajuda todo mundo. Mas ela sempre tem muito bem. Ah, ela é bem, ela é bem, ela é uma mulher legal. Atriz Queen Latifa. Ah, é legal. Fazendo 56 anos. 56 anos? Porra, Rafael. Rainha, né? A Vida Secreta das Abelhas. Baita filme com ela. Ah, beleza. Pegamos três pessoas agora aí. Esse filme é bom. Jerry Cantrell. Aí sim. Puta merda.
Errado. É guitarrista. Aqui tá a vocal do Alice in Chains. Todo dia tem uma babá. A gente olha a foto, ele tá cantando. Ele tá segurando o que na mão? Faz apoio também. O que? A guitarra, cara. Ah tá, o Victor Gley é guitarrista da banda. Julia Lemertz. Atriz. Fazendo 63. 63? Colorada. Verdade, já vi no Berahil. Consulesa cultural.
E por falar em Colorado, Beira Rio e Triste, hoje é aniversário do Fernandão. Olha o fã desse cara aí. Ídolo do Internacional, faria 48 anos hoje, pereceu num desastre de helicóptero em 2014. Fernando Lúcio da Costa, o maior de todos. Que cara bacana. É verdade. Ele é o maior de todos. O Potter tem uma frase que eu acho sempre muito interessante sobre o Fernandão,
pro Fernandão, mas parecia que o Fernandão era muito mais velho que ele, né? Aquela coisa de um ídolo, né? É impressionante que ele faria só 48. Tem certeza que era o Porta que dizia isso? Ele diz isso. Mas eu tenho a sensação... Não é que eu também dizia isso. Todo mundo tem essa sensação, na verdade, né? Tu tá vendo aquela intensidade daqueles caras ali todo dia na tua vida e tal, parece que o cara já é antigo. E a tendência?
Eu olho o Kahneman, eu digo, cara, ele é muito mais velho que eu, pensando nisso, porque ele é um herói pra mim, é um ídolo. Ele é 10 anos mais novo que eu.
É que a gente aprende a ter ídolos na infância, na juventude, na adolescência. É ali que a gente aprende, a gente começa a ter os nossos primeiros ídolos. Aí tu vira um nego velho e daí tu tem um ídolo que quando tu vem o cara é mais novo que tu. O mais louco de tudo, falando de Fernandão, o Fernandão não tem um ciclo de uma década no Inter. O Fernandão chega no Inter de 2004 para 2005 ou de 2005 para 2006 e em 2014, cara. É o acidente.
2004, não. É 2004 que é o Grenal. Então não dá uma década. É o de bike? Não, não. O meu é o de cabeça. Ah, é verdade. Então ele chega na metade de 2004 e na metade de 2014 ele morre. Na metade de 2014 ele já tinha saído do Inter há muito tempo. Parece que ele pula de uma escada. Eu achava estileiro dele jogar muito legal. Um magrão. Cabeludão. Não, e ele jogava com a cabeça alta. Ele enxergava o jogo. Ele era bom, cara. Eu acho que o ciclo do Fernandão no Inter ele não dura cinco anos. Quatro anos e pouco.
Eu quis dizer o ciclo de ídolo. Ah, sim? Tu tem noção que... Olha tudo que o Fernandão representa nos quase 120 anos do Esporte Clube Internacional. E ele não tem dessa. Ele vem do Goiás pro Inter? Não, ele vem da Europa. Ele tá junto ali com o Carpejane, Falcão, Figueroa, Manga. Tá tudo no máximo. É, eu acho que é Falcão, D'Alessandro, Figueroa e Fernandão. É que, tipo assim, é tanta coisa que ele conquistou. Poderia ser, se eu não tivesse pegado de jogar com vocês. Mas ele construiu tanta coisa em tão pouco tempo.
tempo, cara. É tipo os Beatles, assim. Os Beatles foram seis anos de carreira. Parece que foi uma vida inteira, né? Vamos entrar nos destaques desta quarta-feira, 18 de março de 2026. Boa tarde, Sandrini. Boa tarde. Tudo bem contigo? Ah, eu gostei desse apelido. Sandrini? Gostei, parece italiano. Sandrini. Da máfia. Oh, esse é a ragazza. Tem muita cara de mafiouro. Minha ragazza, minha filha, vou te matar da tiro.
Puta merda. Às vezes vai, né? Estados Unidos da América. O país vai exigir calção de 78 mil reais para ceder visto a cidadãos de 50 países. Calção da Nike. Não, não, não. Calção de dinheiro. Brasil está dentro? Olha a tela, olha a tela. Brasil não está dentro, graças a... Porque, basicamente, não tem...
Era o que eu ia dizer. O Donald Trump, ele tá elegendo os países que são, entre aspas, ou sem nenhuma aspa, os seus inimigos. Então, ele vai atualizando uma lista de países que ele quer que sejam, digamos assim, pessoas não gratas dentro dos Estados Unidos. Cito 10. Cito 10, sem nenhum problema. Os mais, digamos, representativos, como pra nós aqui da América do Sul, a Venezuela. A Venezuela agora, pra um venezuelano que quiser ir para os Estados Unidos,
precisa ter 78 mil reais, que é 15 mil dólares, depositar numa conta do governo americano. É pra não ir mesmo. A partir daí, esses 15 mil dólares ficam lá. E aí, a partir daí, ele paga o visto. É uma taxa à parte. Não tem nada a ver com o visto. Isso é só uma calção. Começa a fazer toda a entrevista pro visto, que pode ser negado ou aprovado. Mas primeiro tu depositou. Primeiro depositou. Que legal. E outra, se tu, venezuelano, foi lá e não depositou e foi lá fazer o visto,
Na hora da entrevista eu vou te perguntar, cadê o comprovante do calção? Cadê o comprovante do Pix? Ah, eu não tenho, não sabia. Pá, negado. Negado. Não precisa, não. Tá, e se tu... Não, só pra eu terminar todo o processo. Aí tu foi aprovado, digamos que teu venezuelano, tu disse, não, eu quero passar um mês ali nos Estados Unidos e vou voltar. Não, tá tudo bem, toma aqui o teu visto B1, teu visto B2, tu vai ter o teu visto de turista, e aí tu vai pros Estados Unidos pra passar tuas férias, ou três meses, acho que é o número máximo de visto de turista. Seis. Seis?
um dia e tu desembarcar no Brasil, tu pode solicitar o reembolso. Quando tu tá lá, tu não usa o dinheiro. Faltou uma pergunta. O venezuelano foi lá, fez o visto, primeiro depostou os 15 mil dólares, mas fez o visto e foi reprovado na entrevista. Recebe no outro dia de volta o calção. Recebe no outro dia, você tem certeza? Sim, sim, é um calção. O governo dos Estados Unidos não quer utilizar esse dinheiro. Mas pra que é esse dinheiro? Pro venezuelano, pra qualquer estrangeiro desses, Argélia,
Cabo Verde, Costa do Marfim, Mauritânia, Turcomenistão, Senegal, Tanzânia. Todos os países que estão nessa lista eram 38 até ontem. Hoje ele atualizou, botou mais 12. Botou mais 12. Ele é maluco, mano. Então, o que ele quer? Que quando tu tem 15 mil dólares a menos na tua vida para 99% das pessoas normais, tu precisa desses 15 mil dólares de volta. Então, tu não vai ficar lá mais do que seis meses.
Porque tu quer o teu dinheiro de volta. Porque se tu ficar seis meses e um dia, o governo não vai te devolver o dinheiro. Não. Tu extrapolou o teu dinheiro. Um dia depois de seis meses, tu já tá ilegal, inclusive. Já era. E aí tu perdeu esses 15 mil dólares. Mas eu acho que isso aí não tem muito a ver com turismo, não. Assim, no dia a dia. Eu acho que isso é muito mais uma medida, mesmo que forte. Não, é pra evitar todo mundo que queira ficar lá de maneira ilegal.
Exatamente, cara. Exatamente. Então, assim, eu acho que a vida do turista médio que vai pra lá, ela não vai interferir muito. E quem é que quer ficar ilegal lá?
Quem quer ficar legal lá, muito provavelmente não tem 15 mil dólares para botar na frente. Quem quer fazer a vida lá. É isso aí. Eu tenho a impressão desde que o Trump assumiu esse segundo mandato dele, que todo dia tem alguma coisa contra algum país do mundo. A impressão que eu fico, assim, que todo dia tem alguma coisa, que todo dia tem uma notícia. Eu acho que dá a impressão. Ele quer... Dominar o mundo, querido. Dá uma canseira, às vezes. Puta, dá uma canseira, cara. O que mais me cansa, cara, é ver...
gente que não tem nada a ver com essa guerra, morrendo. Está lá no seu apartamento bem tranquilo. Estoura um drone. Um míssil no apartamento, na casa do 13º andar, estoura um míssil lá dentro, morre a família inteira. Ah, está louco? Isso aí não é legal de ver. Não. E hoje, pô, eu lembro, por exemplo, a Guerra das Malvinas, que é uma guerra moderna já. E aqui do nosso lado. Do nosso lado, exato. E a gente não via nada. Via imagens raras na televisão, assim, no jornal e tal. Parecia que não tinha, né? E agora tu é...
Tu é inundado por imagens de terror. E a banalização da guerra barra transmissão ao vivo, cara. Pô, tu te lembra quando acabou a Guerra do Golfo, mano? Plantão da Globo, velho. Hoje não tem, cara. Não, meu, tem quatro anos que a Rússia e a Ucrânia estão em guerra. E parece que tá normal, tá? A vida tá seguindo e os caras tão lá. Volta e meia explode alguma coisa. Que louco. E nós aqui, né? Tocando a vida, dando risada, não tá acontecendo nada.
Mas também o que o cara vai fazer? Eu prefiro não ficar vendo muito, cara, porque senão tu te abala. É, é verdade.
Não dá pra ficar alienado. Não, claro que não, mano. E tu tem tantas perrengues aqui já no Brasil que tu tem que resolver. Esses dias eu vi um vídeo de uma mãe com um filho, assim, e ela, sabe? As bombas estourando. E ela ali tentando... Sabe aquele filme A Vida é Bela? Sim. Esse é o meu filme favorito da vida. Faz um filme pra criança pra não parecer real. Só que no caso ali, ela tava tentando entreter ele pra descontrair... Como é que é?
Pra ele não se ligar no barulho das bombas. Claro, mano. Cara, e ela deixou o celular filmando. É de uma... Cara, é muito forte aquilo ali.
Muito forte, muito forte. Vamos em frente. Venda de discos de vinil. Uhul! Ultrapassa 1 bilhão de dólares por ano pela primeira vez no século. Ah, mas é uma onda muito grande, né? A volta do vinil. Não, não. Olha que baita foto na live lá. Não só muito grande, mas esse é o 19º ano consecutivo que a venda de vinil... 19 anos. Ultrapassa o lucro do ano anterior. Então o vinil, ele...
é um mercado em altíssima expansão. E o principal, essa estatística são só vinis novos. A revenda de discos de vinil não entra para a estatística. O Porã se ferrou, então. Não, não, não. Não é se ferrar. O Porã é outsider. É só para falar de estatística justamente porque a gente vive falando aqui sobre os artistas, sobre as novas plataformas, etc. E os artistas estão retornando ao disco de vinil que está virando uma nova febre entre a nova geração.
Digamos assim, a minha geração dos 30 anos, ela não pegou o disco de vinil. A gente veio no CD, foi pro pendrive, foi baixar a música e chegou no Spotify. A geração mais nova virou uma consumidora de vinil. Até porque artistas do tamanho como a Taylor Swift lança agora vinil. Ela é a líder absoluta de vendas com 1.6 milhão de cópias físicas. Seguida pela Sabrina Carpenter. Mas olha a diferença. A Sabrina Carpenter não vendeu nem 300 mil vinil.
Ela é bem menor que a Taylor. Mas ela é a segunda do mundo. Isso que eu tô dizendo. A Taylor tem 1.6. A quinta do mundo. Não, não. Tem só o top 3. Qual é a importância da quinta do mundo? Pra saber se sai um pouquinho desse gênero Taylor, Sabrina, se tem alguém. O terceiro é o Kendrick Lamar. Olha aí. Foi pro rap. Outro gênero. Pergunta muito boa. Só que tá muito perto da Sabrina Carvita. Ele tem 20 mil vines a menos só. E a quarta?
Não tem os três. Por que tu não tem o top 5? Porque a matéria não tem. Enfim, o que eu vou fazer? Liga lá e descobre pra nós. Ah, é grosseiro. Porra, é grosseiro.
É chato, pra caralho! Não, mas aí é uma grosseria. A gente sempre traz o Top 10 ou o Top 5. Mas a matéria não trouxe! A matéria ainda traz como curiosidade, Rafinha, o Flito Mack e o Michael Jackson. São os dois artistas que estão entre os primeiros ainda, que provavelmente eles estão ou no Top 5 ou no Top 10, que estão ainda até hoje no Top 10 de discos de vinil do mundo, vendendo discos novos. Seguem sendo produzidos e seguem sendo vendidos, mas eles são, digamos assim,
entre os artistas da nova geração. Arthur Mack e quem? Michael Jackson. Ah, Michael Jackson. Michael Jackson que provavelmente... Sim, é pelo Rumors e pelo Thriller, né? Certo. E Michael Jackson agora vem uma nova onda de consumo da produção dele por causa do filme, né? Que vai lançar em abril agora. Mais um? Então o mesmo rebote que se teve no filme do Queen, né? Vai tendo o Michael, porque é o mesmo diretor, tudo. Vai ser uma porrada.
Aí ninguém vai falar do lançamento tão documentário de Chili Peppers, 20 de março. Temos um destaque. Não, comparado ao Michael Jackson, não.
Como comparar Michael Jackson com o Chili Peppers. Mas é 20 de março. A gente já trouxe essa notícia. Hoje é dia 18. Hoje não é o dia do lançamento. Depois de amanhã a gente vai falar. Hoje é o lançamento do documentário dos Chili Peppers. Netflix. Beleza. Já falamos agora. Não, não. A gente tem que esmiuçar melhor isso aí. Menos de dois dias então está faltando para lançar. E para a Páscoa? Páscoa é o segundo, domingo de abril.
Páscoa é menos de um mês. Primeiro. E já dá para começar a garantir aquele sabor que deixa essa época ainda mais.
especial. E quando o assunto é chocolate, a Biscoito Zezé tem várias delícias que não podem faltar. Tem o tradicional pão de mel, que é fofinho por dentro, coberto com chocolate. E tu sabia que ele é feito com mel de verdade, o pão de mel da Zezé? Sério? Mel de verdade. Por isso que é tão delicioso. E o palito de chocolate, Rafinha! Vou querer! Que é perfeito pra dividir ou pra matar aquela vontade de doce do meio
dia. Aliás, dá pra dar uma chuchada dentro do mumu. Ah, não, mas aí tu vem no laricão daquele mais poderoso. Aí vem maravilhoso. Tem também as rosquinhas de chocolate, que também dá pra chuchar no mumu, que combinam muito bem com o café da tarde, um café preto com uma rosquinha de chocolate. Meu Deus, e a chuchada no mumu. Que saudade de comer. Saudade de comer, sim. São produtos que unem sabor, tradição e praticidade. Ideias pra compartilhar em família. Montar uma mesa linda de
café ou até mesmo presentear alguém especial. Aliás, o pão de mel é uma baita ideia pra presentear também. Então, quando passar no mercado, já sabe, garante os teus biscoitos de chocolate da Zezé e entra no clima da Páscoa desde agora. Biscoito Zezé, carinho que vem de família há 58 anos. Muito bom. Bota pra nós, então, aí uma Adams. Temos aqui, olá, meus queridos e amados pretinhos. Me chamo Bruna, sou gaúcha, mas moro em Curitiba,
Com a cabeleira loira. Boa! Parabéns, amigo. Vamos ver. Vamos ver.
Alegre. O quê? O salsichão. O bacanha é aquele. O orelhão, assim. A bobada. O abobadão é aquele. Alegre. O que quer dizer com isso, Alexandre? Exatamente o que ele quer dizer. O abobado, né? Tô brincando. Alegre, brincalhão e inteligente. Aí, alegre, brincalhão. Olha aí, ó. Por mais que a sua cara mostre que tá sempre triste. É uma raça que adora brincar e dá afeto. Não gosta de ficar sozinho. É teimoso e extremamente curioso.
Não. Porra. Todos são inteligentes e alegres. É louco pela sua família. Às vezes se torna um pouco chato, pois late demais. Ó. Ó. Alerta e muito inteligente. Muito inteligente. Adora fazer atividades físicas. Me pegou um pouco. Verdade, eu tô viciado nisso. Qual é a atividade, Adams?
Ampolinha, ampolinha. Não, canetinha não, ampolinha. Canetinha é ampolinha.
Voltando então, paramos em mim aqui, né? Esperto, persistente, tá sempre em busca de algo para não ficar entediado. Dono de uma personalidade única e admirável. Muito obrigado pelo carinho. Que carinho, hein? Que carinho de ouvir contigo. Qual era? Tu mesmo eu perdi. Border Collie? Border Collie. Ovelheiro, né? Leleira Pudo, era o Bacê. Não, não, ali tá o Leleira Pudo. Mas o Border Collie, é, Border Collie, não sei. Tá, enfim, não sou eu quem tá escrevendo o e-mail. Rafinha. Surpreende, vamos lá. Sai do mais o mesmo.
American Bully Pocket. Qual que é o American Bully mesmo? É baixinho. Ah, é meio um pitbull, não é? É parecido com o pitbull. É? Tem uma cara de cavalo aqui. É que nem tu, é meio parecido com o pitbull. Tem cara de cavalo. Lindão, lindão. Adoro ele. É parecido com o pitbull, no caso, o cláudio pitbull. Não, não. O cantor. O pitbull. Ah, também. É isso aí, Lele. O Bully Pocket é baixinho. Eu acho que ele errou, mas vamos lá. Gentil. Sociável.
Mas ele acertou em cheio, sou gentil. É ela, né? Ela? Isso. Melhor ainda, é uma mina. Grosso. Protetor de quem ama, alegre, inteligente. Obrigado. Todos são alegres e inteligentes. Todo cachorro é alegre e inteligente. Mas pode ser muito teimoso às vezes. Às vezes. Tem cara de mal, mas pode ser super gentil. Ah, isso é verdade. Quem mandou o e-mail recuperando aqui é a Bruna de Curitiba, nosso ouvinte. Ah, eu quero saber qual é a raça do Gordo Léo. Tem o Gordo Léo? Temos bônus track aí. Vai no Gordo Léo.
Ele tinha falado que ele ia falar sobre a mesa. Ah, eu também tô pelo Vini. Ó, viu? Vamos lá. Vamos começar pelo gordo. Léo Oliveira seria o labrador retriever? Ó, legal. Seria, seria. Carismático, inteligente. Derruba tudo. Adoro uma bagunça. Come tudo que vem pela frente. Mas tu não consegue brigar com ele. Não é aqui. Mas se não praticar atividades físicas, corre o risco de ficar acima... Ah, não é. É muito. Já que adora comer e dormir. É. Vini Mora? Vini Mora, Vini Mora.
Língua roxa. Personalidade reservada por muitas vezes teimoso. Tem dificuldade em seguir ordens. É independente e calmo. Beijo, Bruna. Muito legal o teu e-mail. Legal mesmo. Boa demais. Muito bom. Neto Fagundes não tem? Tem. E Rodaica tem também. Tem todo mundo. Tem até o cara aquele que fazia o programa. Porã. Porã? Porra. Fazia o pretinho do Velho Testamento. Isso mesmo. Vamos lá. Neto Fagundes. Não poderia ser diferente.
É o ovelheiro gaúcho. Cachorro do nego velho. É uma raça gaúcha, versátil, extremamente inteligente, companheiro e muito alegre. Rodaica. Seria um Akita Inu. Imponente. Puta, é irado esse cachorro, velho. É o cachorro daquele que fica esperando o cara no trem. Esse aí. É tipo um husky. Um husky albino. É isso. Corajosa, inteligente, independente, extremamente fiel e dona de uma elegância exuberante, um pouco temperamental.
Pouco. Porã. Porã. Veio da alma. Veio da alma. As coisas estão vindo da alma ultimamente. O porã seria o vira-lata caramelo. Toma, porã. Tá, mas foi adotado. O mais legal de todos. Mas foi adotado, não tá mais aqui. Muito parceiro, independente, corajoso, extremamente rústico. Traz consigo uma bagagem de gratidão e lealdade que são demonstradas de maneira genuína. É, isso aí. É adotado de uma inteligência selecionada. Tem o jeito certo pra tudo, pois já viveu de tudo um pouco. É.
Muito bem. Olha, muito legal, Bruna. Parabéns. Gostei desse e-mail aí, bacana. Coincidentemente, tem e-mail de cachorro comigo aqui. E tu, Lelê, tem o quê? O Lelê tá ali. O Lelê tá ali. Badeu de Ronaldinho Gaúcho, olhou pra mim e chamou o Lelê. Buenas, pretalhada, por favor, não me identificaram. Sobre o e-mail do rapaz que visitou uma casa de... É, muito legal. Não, não, mas peraí, é aquele erro. A ideia não é ajudar o ouvinte toda vez? É. O Vetter não vai te reprimir.
Ele dizia, tu tinha que ter lido antes, ajuda o ouvinte. É que eu confesso que eu não li o e-mail antes. Porque o Adas falou do 3x2. Mas tu sabe, fala aí o entendimento, ajuda aí o entendimento. Tu tava o quê? Eu tô no estoque online aqui vendo os 3x2. Não, não, então fica aí no estoque online aí que o Rafinha vai ler o e-mail dele agora. Obrigado, Alexandre. Olá, pretinho. A sinceridade, ela é legal. Mas quando tu usa a tua sinceridade pra te matar... Ai, ai, ai, ai. Mas gostei da coragem. Admiro, admiro.
Ele queria da mesma forma. Mesmo numa botada, ele te elogia. Outro vídeo foi corajoso, foi expulso 6 e 13. Pretinhos, aqui é Renata Abreu, porque ele foi pretinho duas vezes. Tu vai tomar um amarelo bem feito pra ti. Olha... Isso aí, seu... Vai, eu achei que isso nunca ia acontecer. É de médio, tá? Vai, Rafinha. Não, não, não, não, não. Não, não, não, não. Eu vou fazer aquele jogador, aquele catimbo, agora eu vou reclamar. A Renata Abreu, ela é de Jaraguá, são pouquíssimos ouvintes de Jaraguá. Ela diz que é fã do Rafinha.
A gente foi duas vezes lá, Alexandre. É a estrada. Nós não lotamos nenhuma vez. A galera de Jaragá gosta muito de mandar e-mail. Ah, então tá. Eles são tímidos. Alguma coisa possa estar acontecendo aí. Pô, mas eles são muito tímidos. Tá, ela é Jaragá. Será que não dava cara o ingresso? Não, acho que não. Eu juro que tentei levar na esportiva o papo sobre levar pets ao cinema. Mas confesso que cheguei num ponto de leve indignação com pitadas de riso nervoso, diz ela.
e amar os animais. E ela ama, Lele. Outra, bem diferente, é quando a gente começa a inverter completamente os papéis. Vai, eu tô muito com ela. Tô muito com ela também. E daqui a pouco o cachorro tá na poltrona VIP e o dono perguntando se pode sentar no chão. Parece gênio. E aí entra assunto dos Terians, que sinceramente me deixou pensando. Será que o problema não é mais o roteiro do que o filme? Porque a realidade já tá parecendo um episódio que ninguém revisou antes de ir ao ar. Sinceramente, parece menos,
uma experiência de cinema e mais um experimento social que ninguém teve coragem de interromper. No fim das contas, eu só fico com uma dúvida. Será que a gente evoluiu tanto que deu a volta completa ou só resolveu complicar o óbvio? Talvez esteja isso também. Animal é animal, perfeito do jeito que é, humano é humano e talvez o equilíbrio esteja justamente não misturar tudo como se fosse a mesma coisa. No fim, eu só queria dizer, adoro quando vocês trazem esses temas, porque fazem a gente rir, mas também sair pensando, ok?
Até onde isso vai? Beijo, meus queridos. Adoro vocês, Renato Abreu. Tô muito contigo, Renato. Tô muito com a Renata também. Ela matou o que eu gostaria de dizer e eu não conseguiria falar isso. Desse jeito. Entendeu? Mandou muito, mandou muito. É isso. Tudo tem limite. Vai, Leléo. Agora vamos ver. Agora vai. Sobre o e-mail do rapaz que visitou uma casa de entretenimento adulto com o cunhado. Nós falamos ontem. Que configurou traição ou não? Configurou, porque ele não subiu a escadinha. Lembra do debate?
Não subiu a escadinha. Não, um deles não subiu. O cunhado. O cunhado não subiu. Ele subiu. A história é a seguinte, ele foi sair com o cunhado dele, eles tomaram uma cerveja e lá pela Santos o cunhado dele disse, vamos para uma casa de entretenimento? Vamos. Foram os dois. Ele subiu a escada e disse que, em tese, a traição dele era menor do que a traição da mulher, que depois o traiu com o melhor amigo dele. Isso. Porque a traição dele foi pontual, foi naquele momento, ele pagou um dinheiro, saiu com a moça e morreu ali.
Naquela casa de entretenimento adulto. A mulher se relacionou com o melhor amigo dele e ele estava comparando traições. O ouvinte que não se identifica relata. Certa vez, alguns anos atrás, trabalhei de representante comercial em uma empresa de produtos voltados... Eu não vou falar aqui o segmento, senão muita gente pode se incomodar com isso aqui. Tá bem, Lelian. Vai, tranquilo. Eu vou preservar as pessoas. Boa, Lelian. Tínhamos visitas a feiras, reuniões de campo, todas elas no interior. Você é trator.
levarem clientes fiéis para se divertirem nesses ambientes. Nem todos subiam as escadinhas. As mulheres dos representantes, inclusive, algumas sabiam. A minha ficou sabendo quando eu saí da empresa. Pergunta. Eu nunca subi as escadinhas. Configura traição? Estratégia de venda. Concordo contigo. Concordo contigo. Estratégia de venda. Concordo contigo. Observação. Isso é praxe em muitos mercados. A minha namorada, na época, julgou que sim. Por isso terminou comigo.
Mas se o cara levou o cliente... Eu concordo contigo. Se o cara leva o cliente... Olha só, o cara tá levando o cliente lá pra fechar negócio. Fechar negócio significa trazer o dinheiro... Pra casa. Pra nossa casa. Então se tu levou o cliente lá, deu uma risada, o cliente subiu a escadinha, e tu não subiu, tomou um baldinho... E tu foi honesto em falar que tu fez isso? Levei o cara lá. Tá top, né? Justo, né? Só gastou com o baldinho. Foi só uma dança. Mas daqui a pouco a comissão do negócio que ele fez...
Não, claro, mas eu tô dizendo, pô, eu vou levar os caras. E algumas dessas empresas, Rafinha, eu sei porque eu já vivi isso na pele. Mas não pode subir a escada. Subiu a escada, configurou traição. Dependendo da empresa, tem o chamado clássico e conhecido Corporate. Sim, o cartãozinho aquele maravilhoso. O chefe te dá o cartão. Se o cara quiser, tu faz. Faz o bem bolado ali pra nós fechar o negócio. Por exemplo, traga olhês. Outra situação, que é análoga a esta.
Ficou com a colega. Com a colega? Não importa com quem. Com outra mulher. Tá. Mas não subiu a escada. E aí? Só o flerte. Só o flerte. Esse é o grande debate. Tu vai chegar e vai dizer pra tua mina, ah, eu flertei, mas não peguei. Tu não precisa dizer tudo, né? Porque flerte é pescaria, velho. Mas e se tu não pescou? Tu não foi pescar? Tá, tem teada livre, né? Tá, mas tu sai de casa pra pescar. Não, tu não sai de casa pra pescar.
Vinha anzol e foi. E jogou anzol. Tá. Não pescou. Chegou em casa, não tem nenhum peixe. Tu disse pra tua mulher que tu foi pescar ou não? Ah, não.
Aí não se compara com essas pessoas. Ah, jogou as obras. Não, não, não, não tem, não tem. E se a mina reuniu a galera e ela vai numa casinha de detentimento e fala pro cara, amor, vou fechar um baita negócio. Vou lá numa, sei lá, num show de strip. Subiu a escada? Não, não subiu. O cara tem que aceitar igual. A portinha da escada é o limite, então. Vamos fechar esse conceito? Isso, a escada é o limite. A escada é o limite. Não pode botar o pé no primeiro degrau.
Subiu um degrau, ratiou. Geralmente, eu não sei como é que é hoje, mas antigamente...
A gente era assim, tinha uma portinha e aí já tem a escada. Então se tu apaguei toda aquela portinha, ela fechou, acabou. Bom, tá, ok. É a mesma coisa que subir a escada. Subir a escada não dá pra subir a escada. A mina também. Se ela vai lá sair com as amigas dela, ela subiu a escada, subiu a escada. Deixa ver o pirocóptero ali, aquelas coisas que você apresenta. O pirocóptero? Dança lá, o cara sacode o vilial lá. O pirocóptero me pegou. As minas não vão nesses lugares.
Claro que elas vão. Tu nunca foi no Wanda, tinha show dos dois lados, de homem e mulher. Falando lá, do final dos anos 80, 90. Aqui na Getúlio. Sim, eu ia. Mas tem em Porto Alegre, por exemplo, em Porto Alegre, nós estamos em Porto Alegre, tem em Porto Alegre uma casa de entretenimento adulto para mulheres? Ah, agora tu me pegou. Na antiga tinha uma novela, que era esse o tema, né? Sim, o Clube das Mulheres. Ah, é. Não, acho que não tem.
Acho que a única coisa que tem atualmente ainda é o Valen, que é um bar erótico, que daí tem alguns shows de strip feminino e masculino. Ah, então tem. Não, não, mas o Valen não é.
Ele é um bar erótico. Ele é uma casa de entretenimento. Feminino. Mas ali já tá condicionado a rolar alguma coisinha. Não, rapinha. Tu já entrou num bar que já tem um clima. Tá, mas aí tu entra em qualquer bar. Agora o bar que já é... É temático. É temático, claro. Não acontece nada lá dentro. Ah, tu vai dizer que tu não vai fazer o zoinho pra ninguém. Tu entrou num bar temático. Como qualquer bar. Na fila dos frios que tu vai todo dia no mercado.
Exatamente, como qualquer bar. Eu não sei se ainda tem lá no Vale, mas na antiga tinha um molde que seria o peru do... Do Kid Bengala. Do Kid Bengala. É porque ele se apresentou lá.
Que loucura. Nunca teve oportunidade. Vamos aqui, tem um e-mail sobre... Pô, tem três e-mails muito bons aqui. Sobre pets no cinema, nem precisa mais, porque a gente já matou. E o cara aqui tem a mesma opinião. Aí tem sobre o Jory no PB. O Jory ontem? Foi Jory Vasconcelos, comentarista de arbitragem do grupo RBS, integrante da bancada do Bola nas Costas, por exemplo, entre outros programas da casa. Entrou no Pretinho ontem.
Amei o Diori no PB. Achei a ousadia do Vini bem produtiva. Voto pro Diori vir sempre que o Vini for expulso, pois do jeito que ele é abusado, vai haver mais meses. Eu sou o público de todos vocês e, embora seja contra a lei, eu não gosto quando vocês tiram férias. Da lei! Saudades do Léo. Mandou aqui a Márcia, de Capão da Canoa. Obrigado aí, Márcia.
E agora sobre a contabilidade dos cartões no programa. Fala, galera do Pretinho. Jonathan de Joinville. Vou enviar a dos cartões de fevereiro. É a contabilidade dos cartões de fevereiro na ancoragem do garoto Rafinha. Ah, mas já estamos em abril quase. Foi. É que a contabilidade do mês vigente só é fechada no próximo mês. Tem razão. Como nós ainda estamos em março, a contabilidade só pode ser de fevereiro.
Mas fevereiro teve feriados, teve um monte de coisa. Mas quem é que ancorou o programa em fevereiro? Fui eu. Sem mais perguntas. Foi difícil dele ganhar cartão. No total foram 27 cartões distribuídos em fevereiro. Galera, quando tu sai... Sabe o que é isso? Isso é o juiz pavão. É o daronco? É o juiz pavão. Ele não tá aparecendo porque o jogo tá fluindo. E aí ele tem que parar o jogo pra chamar atenção e distribuir cartão. Pelo contrário. Juiz pavão.
ferrado. Sabe o que é isso? O que é isso? Os caras não me respeitam, porque tu sai e eles fazem um monte de merda e eu tento fazer o mínimo. Ai, não me respeito, Alexandre. Não me respeito. É isso aí que eu tô falando. Tá bem. 27 cartões distribuídos no mês passado pelo Rafinha. Sete amarelos para o Léo Oliveira. Ó, tu vê. Sem surpresa, nenhum azul, nenhum vermelho. Normalmente se briga mais com a mulher. Seis para o Gomes, numa subida incrível em 2027. É que o Rafinha, quando ele tá acordando, ele
pegar mais no meu pé. Não, o Gomes se solta mais porque ele fica travado contigo. Vini com quatro, só pra gente não perder tempo e seguir aqui. E Adams com um amarelo e um azul. Ah, tu falou uma grosseria de uma bagaçaria, baguei a serice, baguei a serice, baguei a serice, que eu fiquei constrangido. Fala pra mim, o que que tá incomodando a tua cabecinha? O que que tá incomodando? Reuniões, compromisso. Baguei a serice. Imagina o divertido da mente dele hoje.
Olha só um pouquinho. Eu não recebi nenhum cartão do Rafinha. Nenhum, Lelê. Eu vou chegar lá. Agora chegamos ao dado mais interessante. Recebeu sete, Lelê. Tanto quanto Lel. Sete amarelos e um azul pela ancoragem do Rafinha. Detalhe, não recebeu vermelho porque o âncora não tem esta liberdade para dar vermelhos. Perfeito. Com isso, tenho duas perguntas. A primeira é para a mesa.
zero medo, não está? Com certeza. Não, eu acho que não. Ele continua igual, só que tu não dá a guardar o bulelê. Ou os atos dele para o Fetter são apenas interpretativos? É a parte da arbitragem. É a prerrogativa que assiste ao juiz. Eu lembrei porque eu tomei o cartão azul, foi o dia do Fantaúva, que eu voltei ainda com o refri. Ah, não, mas imagina o cara vem me dizer que abria aqui. É, mas daí tu te passou. Segunda pergunta.
que é para o âncora supremo. Debochado. Por que o Rafinha não tem autoridade para dar cartão vermelho? Se ele é pavão com amarelo, só imagina se tiver o vermelho. Eu vou responder, mas ele coloca alternativas. Falta de confiança ou perigo iminente de uma expulsão coletiva? Não, é falta de maturidade mesmo. Eu discordo. Sou muito maduro. Eu acho que ele poderia dar cartão vermelho. Ele fica outro cara quando ele está aí. Ele vai avacalhar o programa.
Ele fica outro cargo. Ele vai esvaziar o programa. Féter, esses critérios de arbitragem, eles são muito subjetivos. A gente viu há pouco num campeonato. Tudo interpretativo. Um famoso campeonato. Teve um árbitro que num jogo deixou o jogador de um time bater um lateral de dentro do campo. Com o pé dentro do campo. E num outro jogo, duas semanas depois, ele tava revertendo os laterais. Exatamente. Bem observado. Imagina se o árbitro deixa o garotão lá dar um bicudo no cara que vai fazer o gol e não expulso. Eu tô falando do lateral. Vamos só seguir aqui pra acabar.
o e-mail do nosso querido ouvinte, Jonathan. Ele é de Joinville. Joinville, Jonathan. Joinville? Ele é de Jonathan, o Joinville. Jonathan de Joinville. Jovem. Acredito que o âncora reserva se provou firme em suas decisões e não passou pano pra ninguém. Eu também acho. Nem para o amigão Léo Oliveira. Eu cheguei a me dar cartão pra tu ter uma ideia. Pra tu ver como ele não tá ligado ali. Eu me dei um cartão. Brincadeiras à parte. Abraço do Jonathan.
Tá, este mês também temos dados interessantes, mas vão ficar, obviamente, para o próximo mês. Abraço pra vocês. Eu acho que provavelmente tu não ouviu o comentário que o Adams fez no início desse mês sobre os cartões que o Rafinha deu pro Léo. E eu achei muito interessante, eu gostaria que tu comentasse. É que a gente sempre briga mais com a nossa mulher, né, cara? Então acaba acontecendo isso. Vai, então eu tenho duas. Eu dei o mesmo número de cartão pro Léo também. É isso aí, o Rafinha. Ele veio bem. O Rafinha é machão até com os machos dele.
Ele veio bem demais agora, hein? O Pretinho Básico volta já. Agora na Atlântida, memória de elefante. A Polônia é o único país que foi liderado por gêmeos idênticos. Lech Alexander foi presidente de dezembro de 2005 até abril de 2010. Em julho de 2006, indicou o irmão Jaroslav,
primeiro-ministro, posição que ocupou até novembro de dois mil e sete. Conheça o Elefante Letrado, a plataforma de leitura das melhores escolas do Brasil. Memória de elefante. Para mais curiosidades. Acesse elefanteletrado.com.br Um minuto pras duas da tarde, antes mesmo de fazer a eleição do crack do episódio, o e-mail em defesa de
Rafael Menegasso. Não é possível. Fala, Pretinhos. No programa das 13 de ontem, eu vi um cara perder a linha com Rafinha por causa do Dragon Ball. Este é o retrato da geração atual. Antigamente, o homem tinha propósito. Fazia sacrifícios para ajudar seus próximos e preocupava-se com questões reais da sociedade. Agora, a prioridade é lacrar na internet dizendo que anime salva vidas.
Irmão, vai trabalhar, vai estudar, vai produzir. Isso, com certeza, é mais importante que o Goku. Achei agressivo o Goku, ele escreveu em caixa alta. O Goku é mais importante que muitos trabalhos. Rafinha, tu é meio fora da casinha, mas nessa eu tô contigo. Um abraço do Jorge, o Jorge, aqui de Florianópolis. Tamo junto, Jorge. Manda um... Tu é fudido. É fudido. Os guris que ainda gostam de fazer loucuragem pirocada. Tamo junto, meu bruxo.
Estamos aí, Jorge. Obrigado. Ainda assim, respeito as opiniões, tanto a dele quanto a de quem gosta do Dragon Ball. Não, tá tudo certo, mas eu acho que ele foi bem claro aí no e-mail. Vamos pra guerra, né? É que estão fazendo um tendel por nada. O Rafinha só disse que não gostava. É, eu disse que é coisa de tanta... Não dá pra dizer que tu não gosta de uma coisa. Hoje em dia tu tem que gostar de tudo. Parece uma declaração de guerra, mas não é.
O cara só não gosta. Isso é legal, isso é legal. O cara passa um folgando em mim. Por que tu tá com o teu tênis na mão? Eu tava com a areia dentro. Isso eu não gosto. Cara...
Tem como. Ele tá sempre sem tênis aqui. É nojo, olha, cara. Não, eu não tô sempre sem tênis, cara. Tu tem que te tratar, cara. Por quê, Alexandre? Tu tá precisando fazer terapia de novo. Eu vou sair de férias. Na semana que vem eu vou pro templo budista com o mestre. Nós vamos fazer uma reunião só de 70 a mais lá no templo. Toma uns cookies aí, mestre, da Zezé. Obrigado, Alexandre. O que é bom. Ah, obrigado, Alexandre. Eu recebi uma mensagem rapidamente para o mestre dizendo, aliás, uma baita de uma loira disse que tem ainda o clube das mulheres.
Uma festa que rola esporadicamente nas casas de Porto Alegre, por exemplo, no Valem. O que é o Valem? Vale dos Sinos. É uma balada? Ah, Valem. Valem. Valem é o bar que acabou de falar. O bar é ótico. É isso. Obrigado. Tá bem. Cara de mal. Poderia ser só uma pizzaria temática, mas é a cara de mal que tem em Porto Alegre, no Boulevard Laçador e também em Gramado, colocando a fatídica escolha do craque do episódio.
Lelê. Ah, cara, eu acho que hoje eu vou... Acho não. Com convicção. Eu vou em ti. Tô em coragem, hoje, porque... Obrigado, Lelê. Foi um programa meio... Assim, como é que eu vou dizer? Foi muito bem conduzido. Inclusive na questão dos cartões. Obrigado, Lelê. E tu, Adams? Tem cartões, ele não deu nenhum cartão. Justamente. Não precisou. Ele manteve... É o juiz que não precisa ser pavão. Tá bem. Ah, é uma crítica a mim. Não. Então você não consegue só elogiar o pé. Pô, gostei da percepção. E gostei do alcance. É isso.
É isso, meu. Tá bom. Vai, Adams. Vota em ti, Alexandre. Obrigado, Adams, pelo mesmo argumento. É, vamos falar com o Adams agora também, vamos questionar o voto dele também. Não, é que eu achei legal a pipocada que ele deu na hora de te dar o cartão, achei que rendeu, foi bom. Pipocada? Não, era isso que o juiz Pagnara está dizendo que o juiz pipocou. Calma, calma. Bem feito, Pati. Não era essa. Eu não pipoco pra dar cartão amarelinho pra ti.
Toma. Eu pusei a palavra errada. Amarelinho pra ti. Sabe o que eu acho que a gente tinha que fazer? Era a regada. Começar... Ah, a regada é pior, era pra azul daí.
O Vini por bem mesmo. A gente podia começar a fazer a contabilidade de cartão que nem a gente tem nos campeonatos. A cada três, suspensão automática. Exato. Aí dá problema. Exato. Enfim, Gomes vai votar em quem? Eu voto em ti, mas nada a ver com os cartões. Obrigado. Porque tu tá cada vez mais deixando a tua alma falar. Puta, isso tá ruim, né? Tu tá falando aí do nada. E chega a mudar o tom de voz, tu dá no meio de alguém. E aí esse Alexandre é legal.
Isso aí, isso é ruim, não é legal. É o Alexandre com quase 60 que ele já tá perdendo o filtro. Porque exatamente.
Cara, exatamente. Eu gosto disso. Isso é bom. Agora seria bom. Isso tu não tem ingerência sobre isso, cara. Mas eu acho bom. Mas isso, sabe o que que mostra? Somos pessoas de verdade e vão parar com esse mimimi de merda. Falar o que a gente acha. Essa é errada. Esses bunda mole aí desses homens de hoje em dia. É, o Rafinha não gosta do Goku. Isso é do Doku. Dá vontade aqui, Rafinha. Eu tô pensando. Tá bom, fica tranquilo, fica à vontade. Tem que parar com essa charopim. Cara, quem quer que tu vote vai perder.
A não ser que tu vote em mim. Mas aí tu já ganhou igual. Exato, foi o que eu falei. Quem quer que tu vote, a não ser que tu vote em mim. Tu tá muito bem, mas eu vou votar em ti mesmo. Oh, que legal. Obrigado, cara. Acho que tá bom, porque tu traz a tua experiência de coisas que acontecem contigo no microfone agora. Certo. Emoções, né? Emoções. O importante é que emoções eu vivi. Exato. Muito bom. Eu vou votar em ti, Rafinha. Vou votar em ti porque tu é maluco mesmo. Tu é maluco, tu também não tem filtro, não tem noção.
não tem nada. E isso eu gosto. Nada mesmo? Não vai ter elogio o cara, eu vou matar ele. Não tem nada. Não, não, nesse sentido. Não, ele tem o biscoito e esse é agora. Cooks. Duas e quatro, dez e cinco já. Invadimos muito o próximo programa aqui da Atlântida. Vamos voltar logo mais às seis da tarde. Volte conosco. Tenha uma excelente tarde de quarta-feira. Um abraço e...
Sua cidade.