Episódios de Pretinho Básico

Pretinho Básico | 17/03/2026 13h ⭐Rodaika

17 de março de 202652min
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O maior podcast humorístico do Brasil. Elenco da rádio Atlântida repercute as maiores notícias do dia do jeito mais engraçado possível. Veja muito mais no YouTube 📺: @atlantida_TV e @PretinhoBasicoShorts

Assuntos9
  • Relacionamentos a DistânciaDefinição de traição · Limite de perímetro em relacionamentos · Casais de longa distância · Envolvimento emocional versus físico · Maturidade relacional
  • Vigilância pública e privadaAtestado médico falso · Exposição em rede social · Demissão por conduta inadequada · Processo judicial · Ética profissional
  • Animais em Espaços UrbanosPolítica de animais em espaços públicos · Pet friendly em shopping · Direitos de entrada em salas de cinema · Comportamento de animais em ambientes fechados · Respeito a outros espectadores
  • Copa LibertadoresRebaixamento do Internacional · Libertadores 2006 · Expulsão de jogador em final · Memória de torcedor · Projeto 'Eu tava lá 2006'
  • Bebidas alcoólicas no cinemaConsumo de vinho em salas de cinema · Políticas diferentes entre redes · Cinemas temáticos internacionais · Bom senso versus regulamentação
  • Crítica a comentários sobre animeDragon Ball e cultura pop · Respeito a diferentes gêneros · Consistência em análise crítica · Conhecimento versus opinião · Credibilidade em mídia
  • Abordagem em evento de rockEncontro em Coca-Cola Park 2009 · Abordagem de desconhecida · Relacionamentos e Casamento · Verificação de idade e controle de acesso · Rejeição social e pessoal
  • Investimentos FinanceirosCrédito rápido · Desconto em folha de pagamento · Taxas competitivas · Organização financeira · Emergências orçamentárias
  • Patrimônios mundiais da UNESCOIlhas Galápagos · Reconhecimento histórico · Primeira lista de 1968 · Plataforma Elefante Letrado
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Olá, Alexandre Fetter. Olá, muito boa tarde, amigo e amiga ligados na Atlântida. Estamos chegando a uma hora e sete minutos com o seu Pretinho Básico. Deste início de tarde de terça-feira, 17 de março de 2026. Muito obrigado pela sua audiência, você que já cola na Atlântida desde cedinho. Aliás, nem desliga o rádio, segue direto com a gente. O Pretinho chega com os biscoitos Zezé, carinho que vem de família há 58 anos.

Programa Futuro Mais, uma parceria entre a Attitus Educação e a Fundacred. Dia 31 de março inaugura mais um grande Stock Center em Porto Alegre, na Avenida Ipiranga. E crédito consignado CLT é no Banrisul. Muito boa tarde, mesa querida. Boa tarde, Leandro Bortolassi. Boa tarde, Alexandre Fetter. Grande audiência. Grande audiência.

Rafaia Menegazu. Boa tarde para nós aí. Boa tarde. Boa tarde a Estrela Móvel Rodaica. Boa tarde, Alexandre. Grande elenco e grande audiência. Muito bem, Rodaica. Agora pode botar o fone se quiser. E grande âncora se não me incomodar. Opa! É condicional. Então, se eu incomodar, eu não sou o grande âncora. Partindo do princípio que a interpretação vem de mim mesmo, é só o que me afeta, o que vale. Tá bem. Então bota o fone se quiser também. Se não quiser, fica à vontade.

Eu até escuto melhor sem, mas tudo bem. É, mas é legal pra sentir a ambiência, né? É, agora eu tô super sentindo o programa. Olha a ambiência. Fala, Rafael Gomes Lindão. Fala, Alexandre. Boa tarde. Tudo bem? Tudo ótimo. Um pouquinho saudoso, né? Um pouquinho saudoso da do Léo Oliveira, né? Desagradável o que tu foi agora. É um amigão, hein? Desagradável o que tu foi agora. Mas deixa o cara tirar férias. Eu deixo o cara, só não posso estar com saudade?

Posso estar com saudade? Ele também tá com saudade. Ele tá com bastante saudade. Fica mandando áudio, mandando áudio.

Isso é insegurança um pouquinho também, né? Também. É insegurança um pouquinho, né? Falta de visualização única. E vai que o cara volta e a gente entendeu. Olha, tava legal assim. Mas pra qualquer um, né? Que sai, né? Podemos economizar essa grana aí no orçamento e tal. Não, tô brincando. Agora, se ele ouviu... O Léo Oliveira é um dos principais. Ah, sem dúvida. Se ele ouviu isso, ele tá aqui amanhã agora. Não, não, é brincadeira. Olina, há mais de 109 anos, meu irmão, auxiliando na digestão.

aliviando a prisão de ventre, vai de Olina, colocando os destaques, Sandrinho, neste dia de São Patrício. É o São Patrício. É o São Patrício Day, hoje. Ah, o dia oficial é hoje. É, mas os eventos foram no final de semana, né? Como é que foi? O patrimônio foi muito legal. A comunidade esteve lá e depois esteve domingo contigo, né? Depois esteve no domingo ali no Iguatemi, naquela área externa do Estação do Iguatemi, lotadaço. Ah, irado.

legal, né? Muito bem. O garotão Rafael Gomes vai trazer o que significa o St. Patrick's Day da cultura irlandesa no dia de hoje. Por que que surgiu o St. Patrick's Day, Gomes? É um santo, né? Quer falar, Rafael? Eu tô bem curioso. Não, não, não. Tu foi DJ de uma festa de St. Patrick's? Eu trabalho com detentimento. O jornalista... Foi de verde, né, Rafael? Claro que não, né? Eu vou na minha

São Patrício é o padroeiro da Irlanda, que tem como característica a simbologia das cores verdes. Então, com o passar do tempo, as marcas pegaram dessa simbologia para fazer uma data comercial, para realizar basicamente uma data religiosa irlandesa, que obviamente os pubs, assim como tem o pub Londrina e os pubs irlandeses ficaram muito famosos, foram os primeiros a trazer isso para o Brasil. E agora isso virou basicamente um motivo para a gente tomar cerveja.

Se eu não estou enganado, a bandeira... Pra gente importar a tradição alheia. É, exatamente. É pra beber, né, Rodaqui? Mas o Brasil é um país culturalmente muito rico de suas tradições, né? Daqui a pouco a gente poderia encontrar o nosso padroeiro aí. Se a gente achar mais um motivo pra beber, melhor ainda, né? É, mas vamos proibir o dia de ação de graça também. Já tem o carnaval que dura um mês. O Halloween já veio, né? O Halloween também veio.

Mas as crianças ficam no doce e os velhos sempre ficam tomando uma coisinha. É. O Halloween é sempre um motivo. A bandeira da Irlanda é verde e branca, não é? Se eu não estou enganado. Não, verde, branca e laranja.

Não é vermelho. O uniforme da seleção que é verde e branco, lembra? Vermelho é Itália. Então é verde, branco e alaranjado. Jogaram contra o Brasil na Copa de 82. E se eu não estou enganado, é 86. É que o verde é a cor do trevo, né? Que significa a Santíssima Trindade do São Patrício. Que é trevo de quatro folhas. Não, esse é de três no caso. A Santíssima Trindade é um folha de três folhas. É, mas é o trevo de quatro folhas. Ótimo, matamos então a dúvida sobre o St. Patrick's Day.

O setinho básico de hoje é a Maggie. A Maggie. Maggie é uma salsichinha de 15 aninhos. É uma senhorinha. Que coisa mais que linda. Toda grisalha. Olha ali a Maggie no dia do seu aniversário. Se tem um olhar mais fraterno que esse, desconheço. É verdade. Ela é do tutor Eduardo Nascimento. Que coisa mais linda esse bicho. Muito linda a Maggie. A Maggie tá pagando a velhinha. A gente acabou de falar aqui. O brasileiro, ele sempre... Saúde de vida longa.

Você quer fazer tudo pra fazer uma festinha ali, ó. São uns 15 anos da Meg. Tem um bolo ali em formato de osso. Mas a Meg não vai comer aquele bolo. Não, não. Tu não sabe, Lelê? Não come sim, Lelê. Agora tem bolo, claro. Tá dando açúcar, bolo. É um bolo especial feito pro cachorro. Mas a Buba tá viva ainda? Rafinha, eu vou ignorar a ignorância da tua parte nesse momento. Foi sem querer, Rodaica. Mas a Meg vai apagar a última velhinha ali, né, Lelê? E ó. Olha, cara.

Eu tô com um que eu acho que tem 15 e mais lá que não se entrega. Não se entrega. Mas tu acha? Tu não tem certeza? Ah, é adotado? Ele pediu folga pro cachorro que ia morrer. Eu pedi folga na quinta-feira porque eu achei que ele ia morrer na quinta. E? E agora... Firmezinho! Jogueira tem uma patinha só na frente, sabe? Ele não tava conseguindo levantar agora. Ele já tá caminhando de novo. Ah, mas é a melhor aquela, né? Mas o que é que falta?

Uma ou as duas faltas de trás? Bem no dia da rodada do Brasileirão. Quando eu adotei ele, ele já tinha uma patinha. A patinha estava necrosada.

ele foi encontrando, daí amputaram. Ele ficou só com uma na frente. E a vida inteira ele foi bem. Só que claro que você está cobrando um preço agora. Ele está tomado de reumatismo. Claro, porque o corpo faz mais força de um lado. Só que cara, ele está andando de novo. É bizarro. Vamos entrar aqui nos destaques de Pretinho, mas antes vamos mandar os parabéns para o nosso ouvinte. Estou procurando aqui o que é o Juventude FA de Flores da Cunha. Deve ser um futebol americano. Futebol americano. Então é um analista contábil.

e jogador de futebol americano do Juventude, fazendo 28 anos hoje, é o Guilherme Pereira. Aê, Guilherme! Pô, se ele joga o futebol americano, ele deve ser... Saúde e vida longa. Gordão, né? Fortinha, né? Ah, fortinha. Por que gordão, né? Não, pode dizer. Uma vez o integrante deste programa, ele pegou no pé de um time de futebol americano, o rugby, eu acho que era rugby. Era o Porto Alegre Pumpkins. Isso, era isso, o Porto Alegre Pumpkins, um time de rugby,

Daí, quando encontraram ele na rua, tiraram satisfações. E era uma pumpkin na cabeça dele. Exatamente. É, mas tem um integrante do programa que essa semana comprou briga com os animes e o pessoal do Dragon Ball. Não, eu não comprei briga. Ele adora, né? Eu não comprei briga. Falei, ah, meio que tá frio o Dragon Ball. É, ele já comprou a briga. De brother. É, briga. Tu não tem noção da quantidade de e-mail que a gente recebeu. É que tu compra umas brigas sem saber a briga que tá comprando.

É ruim, né? Tu tem razão. É ruim. Peraí que eu vou mostrar uma coisa muito importante pro Lele. Lele, o último aniversário da Bubba, tá?

Primeiro os parabéns, né? Ai, perdi. Para. Para. É que as mensagens não baixam. É bom guardar todos os registros, Odair, que é da buba. Ah, comendo o bolinho. Comendo o bolinho. Aí aqui já tem imagem dela comendo o seu próprio bolinho. Olha a alegria dela comendo o seu bolinho. Que legal. Ó, comendo o bolinho feito. É um bolinho especial pra cachorro. Pra cachorro. Eu achei que era o bolo pros donos. Feliz da vida comendo o seu bolinho.

É que nem nenê. Agora o nenê de um ano na festa tem docinho que ele pode comer também, que é sem açúcar. Mas isso é um ano atrás, né, Odair?

Isso é em dezembro, quando ela completou seus 14 aninhos. 14? Impressionante. Ela tá ótima, ela tá super bem. Vai chegar o momento que você escolher teu cachorro. Isso aí comigo também. Vai chegar, vai chegar. Vai chegar o momento que eu vou dizer este. Quando ele estiver morando sozinho na casa dele. Que grosseria. Daí tu vai escolher o cachorro que tu quer. Mas eu vou morar sozinho na minha casa? Se tu quiser muito, o cachorro vai ter que morar. Porque enquanto estiver morando comigo, se tivermos cachorro,

avançada. Tá, mas daí eu não vou ter disposição. E eu vou escolher o cachorro. Hot white. Não, não, eu quero um caramelinho. Ah, um guaipe. Ah, também me serve. O Alexandre quer cachorro grande, eu quero um caramelo médio, mas pro futuro, não para agora, entendeu? Não, vai durar muito ainda. Não. Que horror, sério. Os destaques do Pretinho Básico, os aniversariantes famosos, Thier, a cantora Thier, fazendo 46 anos hoje.

Também não lembro da tia. É, então a gente já vê que a lista hoje tá... Lelê, não é assim, Lelê. É um pouco mais alternativa. Não tem essa lógica. Não é que eu não conheço a tia, mas tu vai conhecer o próximo, que é o Jairzinho. E agora? Jairzinho, cantor, fazendo 51 anos. Ele é do Balão Mágico, né? O que eu quero dizer, Rafa, é que quando tem um monte de nome que são extremamente famosos, não entram nomes que são mais ou menos... Às vezes entra pra render... Lelê, eu vou desmontar tua tese.

Ó, do Smashing Pumpkins. Acabou de falar de Pumpkins. Exatamente, o Pumpkin. Vocal do Smashing Pumpkins fazendo 59. Com o ícone dos anos 90. Pô, certo que sim. Outro cara bacana, tá de aniversário hoje, o ator Kurt Russell. Ah, legal. Fazendo 75 anos. Maravilhoso. Essa foto aí atual dele? Tá meio cortela, né? Tá meio Jesus Cristo. De algum dos últimos personagens dele. Eu achei bem o Kurt Russell. Tá bem demais esse cara.

Não tão bem assim, Elis Regina, cantora maravilhosa, porto-alegrense, gaúcha, infelizmente pereceu em 1982. Faria hoje 81 anos a Pimentinha. E essa aí viveu a milhão. Viveu a milhão. A Maria Rita, filha dela, esteve em Porto Alegre esse fim de semana, né? Fiz de semana, exatamente.

Eu acho ela maravilhosa, especialmente nessa fase onde ela conseguiu se libertar da comparação, que é algo que é complicado para uma filha de Elis Regina. E aí ela canta no palco, eu vi os vídeos da Elis, com todos os seus trejeitos e voz e tal, é incrível. Muito bem. Pô, eu lembro do dia da morte da Elis Regina, que foi anunciada no Jornal Nacional. Deve ter tido um plantãozinho antes, né? Pois é, deve ter. Que louco isso. Foi Remedinhos, né? É, uma mistura, né?

Remedinhos com álcool e tal. Todos os anos que a gente fala o aniversário dela é que eu ressalto. Se alguém quiser emprestar, eu empresto o livro. O Furacão Elis. Cara, tu devora o livro em uma semana. Eu não li o livro. É muito bom. Agora os destaques do Pretinho Básico. Vamos começar pelo fim, tá, Gomes? Gatos são barrados no cinema. E o tutor reclama. Mas por que barraram o gato? Porque não pode entrar gato no cinema. Essa é a briga do Márcio,

os seus gatinhos gremistas ali, o cenoura e o abóbora. Ai, gente. Ele levou o cenoura e o abóbora pro cinema. Eles não podiam ficar em casa, os gatos. Porque ele alega que o shopping agora é pet-friendly, né? Todo mundo leva seus animaizinhos no shopping. Certo. Então, ele disse que já havia levado outras vezes, inclusive. No shopping, mas no cinema não. No cinema também. No cinema também. E aí, dessa vez, a rede de cinemas não autorizou que ele entrasse na sala de cinema. Uma vez é tolerável, né? A segunda já não é.

no momento que tu permite uma primeira vez. Deixa eu te perguntar uma coisa. Qual é a lógica? Qual é a lógica? A lógica é que tu não deixou eu perguntar. Tu tem o teu animal. Tu não deixou eu perguntar. Tu pode fazer o que tu quiser com o teu animal. Tu pode ir no shopping, passear com ele. Tu pode ir na praça. Onde for pet friendly, tu pode ir com o teu bichinho. Mas no cinema, tu vai ficar duas horas sentada numa cadeira de cinema com o bicho ali.

Ou ele pode começar a miar. Daqui a pouco o bicho pode começar a querer incomodar. Uma criança pode começar a chorar e aí tu te levou.

Antes de retira, claro que vão. Não vai beber no cinema, não pode. Claro que vão, gente. Tem filme infantil, tá louco? Esses dias eu fui no cinema e o casal que estava na minha frente... Não, não, eu tô falando foi um filme de maior, de maioridade. O casal que estava na minha frente... Estava recém começando o filme e eles abriram uma garrafa de vinho. Tiraram uma taça da bolsa e ficaram tomando vinho. Cara, eu já vi muitas pessoas.

Eu não vejo problema. Eu pensei, por que eu nunca fiz isso? Isso é permitido, Nelê. Eu não sabia. Porque o cinema não pode te obrigar a consumir só o que ele vende.

a venda casada. Tu pode entrar com qualquer alimento. Perfeito, porque o cara que gosta de ir no cinema, tu já pensa no cheiro da pipoca. Só que se não me falha a memória, tem algumas redes ou algumas salas de cinema que a bebida alcoólica é vetada, né? Porque é um local... Ah, mas eu acho que vale o bom senso, assim, o cara começar a abrir lata e pá e pá, tá no cinema, tem que consertar pra ver o filme. Mas é que, Rafinha... Aí tenta o cachorro, o gato, o apagado, que é uma coisa muito lógica, assim, por exemplo. Eu que gosto de tomar vinho, tá? Sentar em casa, na frente da TV e ver

filme, tomar um vinho, é uma coisa mais normal do mundo. No cinema, eu nunca tive ligado. No cinema, tem algumas salas de cinema na gringa, em que a própria sala é uma sala de estar. A poltrona pra tu ver o filme, ela se transforma numa super cama de casal e ainda tem o serviço de garçom pra vender comida. Não, tem uma coisa mais legal, tem um aplicativo. Tem o aplicativo do cinema que tu olha o menu em casa, escolhe o que tu quer já no aplicativo.

Quando tu chega, tu aperta o botãozinho pra dizer que tu já sentou e chega já a tua comida pronta. Pra não esperar, tem que ficar pronta até o filme começar. Agora, o que eu quero falar sobre os gatinhos, só pra encerrar o assunto, é que tem pessoas, seres humanos, dito seres humanos, que pra mim, cachorro e gato é mais humano do que gente. Mas dizem, né? Seres humanos que fazem muito mais barulho e incomodam muito mais no cinema do que um gato incomodaria.

Ah, é verdade. Na minha opinião. Até porque eu acho que se o dono levou o gato e o gato se dispõe até a botar roupa,

Concordo.

Eu acho que está passando um pouco do limite. Está passando um pouquinho do limite. Está passando do limite à intolerância. Uma coisa que deveria ser vista como normal. As pessoas têm pet hoje em dia. Mas se todo mundo resolver levar os bichos para dentro do cinema, virou bagunça. Mas Lelê, desculpa Rodaica, no passeio do shopping, no corredor, ok. Mas se pode no shopping, qual é a diferença? Tem que poder em todos os lugares do shopping.

empresa, que é o shopping, permite. Ele aluga o espaço no shopping. Exato. O que me pegou nessa história é que o cara... Se pode... Eu sou contra... Eu não levo o meu, tá? Tá tudo certo. Isso aí sou eu, Rafael. Eu não acho que é... Pelo contrário. O meu gosta de passear na rua, no parque, etc. Eu acho que ele gosta de lugar aberto. Mas falta botar coleira no gato, né? Aí perdemos tudo mesmo. Não, mas normalmente é bom pra identificação, né?

Com coleira? Tem que botar. Com guia? Com guia, não. Você bota guia pra passear com gato, né? Mas se o gato gosta... Mas se tu vai sair na rua com gato, gente, por que que não pode botar guia? Não, o gato não é um bicho desse jeito.

E aí, dentro da tua casa ele não tá acostumado a andar sozinho na rua? Tu tem que proteger ele com uma guia quando tu tiver em espaço público. Se o shopping é pet friendly, o cinema tem que ser... Neste caso, eu acho que o rapaz... Por quê? Porque o cinema fica dentro do shopping, cara. Mas o shopping é uma coisa, a sala de cinema é outra. Tu não tem obrigação de autorizar quem anda animal no cinema. Eu acho que sim. Se o shopping, eu acredito que seja pet friendly, assim como algum restaurante vai ter a plaquinha pet friendly, outros não. Queremos a opinião da audiência, já que não chegamos em um consenso.

Eu só gostaria de ressaltar que... A gente chegou, porque nós somos maioria aqui, nós três. Eu gostaria de criticar... Eu gostaria de criticar o tutor do gato, não pelo... Eu acho que ele errou o nome dos gatos. Por quê, cara? Porque são gatos cremiças, cara. Ele poderia ter botado o nome de Regato Portalupe, por exemplo, no gato dele. Regato Portalupe, né? Regato Portalupe. Não, não, não foi legal. Não, eu gostei, mas... Foi terrível.

Foi incrível que parece que nós estávamos debatendo sérios, eu gosto. Mas tudo bem. Próximo destaque...

Vigilante que estava de atestado é demitido após ser flagrado em um churrasco com o sogro. Ah, peguei a informação. O cara estava mal para trabalhar, mas não para ir no churrasco do sogro. Instagram. Exatamente. Não tem que postar nada na hora. Ele era vigilante e ele aplicou um atestado para sua chefia. Para sua chefia que ele estava com o sinusite, precisava ficar em repouso.

compareceram o seu trabalho naquele dia. Naquele mesmo dia, na hora do almoço, ele publicou uma foto fazendo um churrasco com o sogro, com uma legenda dizendo churrasquinho mais ou menos, dando a entender que era um dia mais ou menos, assim, que ele tava naquelas. E aí, quando ele voltou do seu atestado... Mais ou menos é ironia, é um baita churrasco. É, um baita dia, exatamente. Aí tá bonito o churrasco mesmo. Meteu um atestado e foi pro churrasco. E aí, assim que ele retornou, assim que ele retornou ao seu trabalho,

Queimou o seu chão também. O seu vínculo empregatício foi cortado. Foi revogado. Foi demitido. E ele entrou na justiça dizendo que ele estava de atestado. E aí o seu contratadista... Ele teve a coragem de entrar na justiça? Mas, gente, vamos analisar caso a caso. A vida não é igual pra todo mundo. Vamos pensar. O rapaz estava de atestado porque provavelmente... Vamos confiar primeiro na pessoa. Passou mal, foi ao médico. Tu precisa ficar em casa, repouso, tu tá com vírus.

de descanso, pra te recuperar, tem que ficar em casa. Era sinusite no caso dele. Tá aqui o teu atestado pra tu apresentar lá na tua firma. Beleza. Aí ele tá lá vivendo a vida dele. Aí o sogro faz um churrasco. Aí ele vai, não, eu não vou comer o churrasco, eu não fui trabalhar. Por que que ele não pode comer o churrasco? É só não postar. É que o atestado, ele pressupõe... O postar é uma camada lá que ele não sabe ter atingido.

O atestado, ele pressupõe... Que ele não pode comer. Repouso. Tá, repouso é estar em casa. Em casa, exato. Aí ele saiu de casa, foi no churrasco, o sogro ainda postou a bobada. Já não sabemos aonde foi o churrasco.

Pode ter sido na casa dele. Foi na casa do sogro. O sogro pode morar na frente, ele nos funde. Tá bom, mas daí também. Tem mil coisas, mas é que tu tem que analisar a situação. Tu parte do princípio que o atestado, o cara, ele usa o atestado para não ir trabalhar. Se ele não tá acontecendo trabalho, ele não tá acontecendo uma questão ética, ponto. Tá de atestado, não posta nada. É isso. Eu acho que tudo depende. Se o churrasco tá acontecendo na casa dele, do lado da casa dele, eu não vejo problema dele lá e comer churrasco.

Mas aí não posta. O que que ele tinha? Sinosite? Tudo bem, não pode postar. Mas tipo...

Você compra aquele resfenol... Acho que a discussão aí não é nem o atestado, é o fato dele ter postado, porque todas as pessoas, quando tem um atestado, vão fazer outra coisa que não é trabalhar. E se a fumaça... Menos ficar em casa de fumaça... Eu vou no mar pra curar. Água salgada, água lavada. É, daí não foi trabalhar, mas vai tomar banho de mar. Mas daí eu não botei atestado, né? Aí é que tá, ou seja, a hipocrisia reina no mundo.

Será que a fumaça... Isso é uma verdade. Isso é uma verdade. Alexandre, tu que é um assador, a fumaça do churrasco não libera as vias nasais?

Nunca observei, Lelê. Óbvio que não, Lelê. Não sei. O cara tava lá tentando. Mas a proteína pode ajudar ele a se reerguer. Ah, isso é verdade. Mas o garotão era só não postar. Fica pianinho. Faltou um pouquinho de tolerância. Uma e vinte e oito. Confeiteira cobra por cupcakes não pagos na justiça, mas é condenada por

chamar a cliente de caloteira. Oi! Hoje é só a justiça do trabalho. Hoje, hoje, vai. Ah, para aí. A cliente não pagou. Foi no TJ ali do trabalho. Eu fui, achei um monte de notícia legal. A cliente não pagou. Isso. Aí chamou a mulher. Ela encomendou vários cupcakes, tá? Fez uma encomenda de cupcakes. Quantos? Deu R$75,00. Eu não sei quantos. Mas é mais de um para dar R$75,00. Gostaria de saber. Uns 10, aproximadamente uns 10. R$75,00 o cupcake.

É, por aí. Do fim do que custe só isso. Mas tudo bem. Depende do tamanho. É, tá ali na tela, Lelê.

Não é relevante. Aí ela, de acordo... Deu R$76. R$76 a conta final. E a mulher não pagou. Vou primeiro apresentar a confeiteira. Ou seja, foi caloteira. A confeiteira disse que ficou pronto, a moça não foi retirar os cupcakes e não informou nenhum pagamento. E aí o que ela fez? Foi na rede social, fez um post dizendo, aqui está a encomenda da dona fulana, caloteira, que hoje me encomendou. Errou.

Encomendou tanto, fiquei o dia inteiro fazendo, neguei outras encomendas, perdi o dia inteiro e agora não tive o meu valor pago pelo meu trabalho. Ela entrou na justiça pedindo inclusive dano moral, dizendo, pô, fiz de última hora, fiz tudo correndo, falei pra ela que tava pronto, ela não foi retirar, não me pagou. A justiça decidiu que, ok, realmente, teve um gasto aí, nós vamos decidir que ela vai te ressarcir esses 76 reais.

da cliente. A cliente disse que foi retirar na hora combinada e os cupcakes não estavam prontos. E aí, como não estavam prontos, ela saiu e foi fazer outras coisas. Ela tava organizando a festa dela lá. Que seria, acho que no dia seguinte. Então ela, no dia seguinte, ia resolver. Na hora que tava combinada, ela foi lá. Ao mesmo tempo, ela foi exposta na rede social pra todo mundo como caloteira. Ela disse, olha, eu fui retirar e pagar.

Não tava pronto. Agora é mesmo que eu não vou pagar. Agora pode ter certeza. Eu quero danos morais. Resultado,

a confeiteira terá que pagar 1.500 reais em dano moral por ter chamado a cliente de caloteira. É o chamado ímpeto, né? No ímpeto ela foi lá na rede social, reclamou. Que pena. Que as pessoas ainda acham que internet e rede social é uma brincadeira, né? E na verdade está produzindo provas contra ti o tempo inteiro. Que foi o que aconteceu com os últimos dois casos que a gente trouxe aqui. Na hora da raiva ou do abobamento mental, vai lá e se expõe. E aí depois não consegue segurar a própria língua, né?

Pelo menos 50% antes de fazer, né? É, e isso acontece, essa exposição em redes sociais acontece numa escala muito maior e muito mais prejudicial. Quanto mais importante é o assunto, né? E as pessoas dão entrevistas pra podcasts, dão entrevistas pra veículo de comunicação, falam o que bem entendendo. Não, isso é só pra internet. Aí amanhã tá o corte postado num puta de um perfil e tu te ferrou. É isso. Que loucura. Prolar um pouquinho a boca, né? É isso.

Pretinho Básico para este início de tarde de terça-feira. E agora a gente dá voz para a nossa audiência que entra em contato conosco pelo pretinho básico arroba atlantida.com.br Rodaica. Como aqui nós somos especialistas de várias frentes, né? Depois da nossa consultoria jurídica, a gente pode dar consultoria sentimental. Que é a nossa especialidade. Porque aqui é um negócio absurdo, né? Todo mundo sabe tudo de tudo, né? Ah, isso é verdade.

Está certo ou não, a gente não está. Aí é um outro problema. Acompanho vocês há anos e sempre acho muito

Muito boas as discussões que surgem aí na bancada, principalmente quando entra aquele debate clássico sobre o que é ou não traição e até onde vai o tal perímetro de cada relacionamento. Eu queria jogar uma história real aqui pra vocês discutirem, mas não quero ser identificado. Ah, não, mas a história é real. A história é real. Alguns anos atrás, eu estava num relacionamento que por um período acabou ficando à distância. Não vou entrar em detalhes, mas era uma distância grande, mais de mil quilômetros.

entre a gente. Porém, mantiveram o relacionamento. Um dia, numa noite aleatória, eu saí com o meu cunhado. Sim, o marido da minha irmã. A ideia inicial era só dar risada, tomar uns drinks e espalhecer um pouco. Mas... Acabamos indo para uma casa de entretenimento adulto. O marido da irmã. É um nível elevado de safadeza. Baguncinha. É um nível de safadeza.

Eleva o marido da irmã, né? Parabéns, né? Uma mulher rodar. Sim, o dela não vai levar, né? Dois caras, meu. Ah, são dois caras. Eu entendi que era menina. Não, não. Ele tem um relacionamento que hoje tá à distância. Aí, pra espairecer, ele chamou o cunhado, vamos dar uma banda, vamos dar uma banda, servir numa casa de entretenimento. Olha, casa de entretenimento dos adultos com cunhado é novidade. Ah, é parceria, né? Até então, quando fomos pra lá, era só uma questão

de curiosidade, né? Pra ver um ambiente diferente, beber alguma coisinha, rir daquela situação. A desculpa é sempre a mesma, né? O homem, quando explica por que ele foi na casa de entretenimento adulto, ele diz que era pra dar umas risadas. Eu queria saber do que eles dão risadas. Quando eles se olham em pele, tiram a roupa. O que é tão engraçado? As poucas vezes que eu fui, eu me vinguei. Quando eles pagam a conta. O que é engraçado?

Eu me vinguei. Eu fui lá e disse, não, hoje eu só vim dançar. Ah, boa. O pior, Roda, é que eu já tive muito tempo, tá?

A gente já tive umas noites também que eu realmente não fui pro fight. Não, não, não, eu acabei, era tanta diversão que eu acabava que... Tanta risada, né? Não valia a pena se ausentar. Não, é que às vezes uns caralhiam, outros não subiam. Não subiu, não subiu a escadinha. Cara, isso é uma loucura, porque aí é cada um, né? Cada um é cada um, né? Eu fui uma única vez numa casa de entretenimento adulto. Uma única vez. E tava legal ontem, né? Tava divertidíssimo.

Igor, ele comemorou nessa casa, nada aconteceu e foi divertidíssima a noite. Divertidíssima a noite. Maturidade dos homens. Só que no caso aqui dos nossos amigos, a noite acabou tomando outro rumo. E em determinado momento eu acabei indo para um quarto com uma das garotas que trabalhava lá. Achei que tinha dado soninho nele. Eu nunca contei isso pra ninguém e sempre fiquei com essa dúvida, Rafinha.

Claro que não, né, Rodaico? Porque a outra vai vomitar. Claro que não. Claro que não. Olha só, eu vou terminar o e-mail do rapaz por respeito à história dele. E esse assunto será longamente debatido até a hora do intervalo. Rafael, tu tá só pra entretar. É só pra entretar, né, cara? É óbvio que é traição. Claro, né, Alexandre? Acabou ainda. Vamos lá.

Mas Rafael subiu pro quarto pra fazer o quê? Jogou a pôquer. Se não transou até é burro. Bate uma consciência ruim. Ah, para. Não, não. Ele só pensou nisso depois. Se ele tira a carteira, vê a foto do filho. Na hora ele não pensou. Ele não tem filho. Ele namora uma pessoa à distância, a mais de mil quilômetros. Cara, guspiago por tudo. A bancada de vocês já debateu várias vezes a questão do limite. Tem gente que diz que só olhar já é uma traição. Outros dizem que depende do sentimento.

Depende do combinado do casal. Pra deixar a história ainda mais irônica pra vocês. Meses depois dessa minha pulada aí, né? Dessa subidinha. Essa mesma namorada, que era aquela que tava à distância, acabou me traindo e me trocou por um dos meus melhores amigos. Isso é destino. Tava certo ele, Rodaica? Então a pergunta que eu deixo pra vocês é... O que pesa mais nessa situação?

parte naquela noite? Foi. Ou foi só um deslize isolado, sem envolvimento sentimental e emocional? Agora ele meteu a sair. Queria muito ouvir a opinião da bancada sobre esse tipo de situação e onde vocês colocariam a tal linha do perímetro da traição. Falando em perímetro, esses relacionamentos a longa distância, eles tendem a dar um problema. É verdade. É uma tendência, porque às vezes a pessoa tá carente e tal, enfim, sei lá.

Desculpa, né, Leandro? Quando tu ama alguém de verdade, tu não pode usar essa desculpa. Mas então tenta se mudar um dos dois. Mudou? É verdade, eu tô contigo, Leandro. Não, mas é que assim, a partir do momento que tu se propõe a manter o relacionamento à distância, tu tem que ficar dentro do que foi combinado. Agora, se tu sente que não dá, é preferível, até pra tu ter mais tranquilidade de consciência, terminar com a pessoa ou dizer, olha, só quando a gente puder estar junto de novo fisicamente.

O que que passa na cabeça da pessoa achar que só porque foi lá e não teve envolvimento sentimental isso não caracteriza traição? Tu imagina um relacionamento assim de mais de mil quilômetros de distância, cada um com as suas agendas profissionais, vida e tal. Tu pegar uma dessas pessoas, ela é ciumenta. A vida do outro vira um inferno. Eu acho que pessoas assim já não conseguem ir nessa condição. É, também acho que não, né? Mas eu já vi muita gente madura e com um relacionamento maduro que conseguem viver dessa forma tranquila. Mas depois de um tempo.

Ou porque já carregam essa maturidade em si, sabe? Tipo, não, pra mim é tranquilo. Eu não tenho, por exemplo, a necessidade de ter uma relação sexual. Eu consigo me resolver aqui sozinho. Sem o problema de outra pessoa. Tem gente que é assim. E pra essas pessoas acho que funciona. Pode ser? Pode ser até positivo, vou te dizer. Eu também concordo. Assim como eu acho positivo, talvez morar em casas separadas. Eu tenho algumas amigas, por exemplo, que se separaram já depois de uma certa idade. E hoje mantém relacionamentos afetivos cada um na sua casa.

E acham que é a glória. O novo cara ou o antigo? O novo, tipo... Ah, separaram por volta dos 40, 50 anos. Vai morar sozinho, óbvio. Foi viver uma vida sozinha, conhecer uma nova pessoa e optou por não juntar o negócio. Perfeito. Cada um na sua casa. Nunca mais. Cada um na sua casa, vivendo só o melhor da relação. Como é bom um casamento, né? Como tá todo mundo feliz aqui. Vivendo só o melhor da relação.

Plenitude. Mas assim, amigo, a traição da tua ex, ela não justifica a tua, né? Não, não. Os dois erraram. Exato, os dois erraram. É, embora, né? O daí que o Magrão não teve sentimento. Matamos essa, os dois erraram. 21 minutos. O pior da vida. O pior que ele quer, cara. O que que foi? O Magrão errou. Errou demais. Quando ele subiu. Mas ele não se envolveu sentimentalmente, né? Já ela... Ela trocou ele pelo amigo dele. Mas aí está o velho.

Calma. Aí está o verbo que difere homens de mulheres. Ela trocou. Ela não manteve um relacionamento paralelo. Ela se apaixonou e trocou. Ela pode ter traído. Mas quando ela resolveu ficar com outro cara, não foi vou ficar com ele também. Mas o amigo do cara é sacanagem. E não foi assim. Mas se não for com o amigo,

Ela poderia ter mantido... É melhor. Pior coisa que tem depois... Uma questão que eu queria saber nessa história é se ela começou a ficar com o amigo enquanto estava com ele ou foi depois que terminou. Sim, foi traição também. Mas ela podia estar ficando até hoje com o cara, Lelê. Ela se apaixonou e trocou. Sabe o que ele ia fazer? Ia ficar com ela à distância, com a melhor amiga dela perto e ainda ia visitar a casa de entretenimento adulto. E o cara que ela se apaixonou, amigo do bagrão,

O cunhado é foda, não fez nada para ajudar o cunhado. Ele traiu a irmã do cara. A culpa é do cunhado, o cunhado não é legal. O cara deu mais valor para o cunhado do que para a irmã. Mas o cunhado levou ele para comer o cunhado, não é isso? Ele presenciou uma situação com o cunhado que deu mais valor para o cunhado.

denota a traição à própria irmã. Mas por outro lado, né, Rodaico? Sacana é o irmão da mulher, né? Sacana é o irmão da mulher. Sacana é o irmão da mulher. Fidelidade que o amigo dele não teve. E a fidelidade dos homens, né? Ninguém entregou ninguém. O cunhado foi mais legal com ele do que o amigo. É verdade. Exatamente. É, e o cunhado traiu a mulher dele também, que é a irmã do cara. Parabéns, pessoal. O único que não traiu ninguém aí foi o amigo dele.

Claro que traiu o brother, velho. Todo mundo se traiu. A grande vítima é a irmã.

a irmã dele é a vítima. Mas a irmã pegou o amigo do cara? Não dá. Quem pegou o amigo do cara foi a namorada dele. Eu tô falando da irmã que é a mulher do cunhado. A mulher do cunhado, coitado, até hoje nem sabe. Tá sabendo aqui pelo pretinho, sabe? Parabéns. E o teu marido foi com a escadinha. A gente deu um monte de detalhe. Tomara que ela se liga.

A tua irmã, o teu irmão, o teu marido continua casado contigo, mas o outro cara que separou e tá com o melhor amigo, ela sabe. Essa história é muito específica. Já era, já foi, matamos, vamos em frente. Atenção, vamos em frente. Se o seu mês dura mais do que o seu salário... Ah, mas dura muito mais. Ou seja, se o seu salário acaba antes do fim do mês, o Banrisul tem a solução pra você.

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ClT consignado no Banrisul. Muito bom, hein? Baita. Baita? Baita. Aquele socorro amigo na hora necessária. Quem nunca. Exatamente. Dia 18, 17, hoje o saldo ali no vermelhinho. Menos tanto. Isso é um amigo de verdade, Banrisul. É verdade. Bota uma pra nós então aí, Rafinha. Boa tarde, PB. Se tudo bem com vocês, tá tudo bem por enquanto. Queria mandar uma charadinha pro Rafinha fazer pro Lelê, já que o velho tarado não gosta mais, mas eu acho que o Rafinha vai mandar

contando essa charadinha. Lele, presta atenção. Fácil, fácil. Vai matar de primeira. Qual o estado, qual o estado dos Estados Unidos é conhecido como o estado das lanternas? O estado das lanternas? Tem uma música do Milkschansky. Puta que pariu, entendi. Colorado. Baita.

O Alhofa aqui só foi de todos há uns 10 anos. É o Christian Ferraris de Ibirama, Santa Catarina, que mandou, Lelê. Agora, por falar em Colorado, né, cara? Ontem começou a expocar e o algoritmo, ele é maravilhoso. Espocou no meu telefone ali uma reação do baldaço, né, sobre o momento do Internacional. Aí, daqui a pouco veio o Vaguinha e veio mais um monte de influenciador colorado. Pô, fazendo o que um influenciador colorado, um jornalista identificado,

com o seu time e deve fazer neste momento, que é apertar, que é cobrar da direção, que é botar o dedo na ferida. E eu acho que esse é o caminho mesmo, né, cara? Todo mundo tem que se juntar nesse momento para tentar salvar o Inter nesse ano, porque o Inter está virtual e realmente rebaixado até então, né, pela matemática. Moralmente rebaixado. E moralmente rebaixado. Tu sabe que até ontem, por casualidade, eu acabei me encontrando com o Paulo Cesar Tinga, que eu fui entrevistá-lo para o meu canal do YouTube e a gente estava relembrando de coisas boas, né?

E até eu queria aproveitar justamente isso, porque ele tá lançando um projeto chamado Eu Tava Lá 2006. Bah, que demais. No qual ele tá recebendo relatos de torcedores colorados, o que eles estavam fazendo durante os jogos da Libertadores 2006. Porque não é só a final. A gente lembra, né? A gente tem memória futebolística, né? Sempre que tem um jogo importante, a gente lembra o que a gente tava fazendo enquanto aconteceu aquilo.

Então, se você é colorado e quiser mandar, arroba Eu Tava Lá 2006. É um projeto que o Tinga tá fazendo.

Tudo que o Tinga faz, eu faço questão de ajudar, porque é um baita ser humano. Baita cara, baita cara. É verdade. Muito bom, Lelê. Recordar coisas boas, né, Lê? Porque a fase tá terrível, né? É, mas a fase, ela tem esse nome porque ela é eventual pra todo mundo, né? Não esquece que o teu time já caiu três vezes, por exemplo. Mas eu tava olhando a tabela agora. Três vezes, olha que loucura. Tu sabe, Rafinha, que essa... Não, e olha...

A gente recebe só uma. Olha só que loucura, Rodaqui. O Tinga, nessa entrevista que eu fiz com ele,

no domingo. Que é um querido, Chile, galera. Ele é muito querido. Porque assim, Rodaica, na final da Libertadores de 2006, ele faz o 2x1 pro Inter e ele é expulso na hora que ele faz o gol, porque ele mostra a camisa por baixo. E ele já tinha o Amaelos expulsa. Então ele fica 20 minutos... Na agonia. Dentro do vestiário, sozinho, sem rádio, sem TV, não tinha nada na época. Ele não podia ficar nem na... A única referência que ele tinha do que tava acontecendo era a trepidação, porque o vestiário é embaixo da arquibancada. Então ele não sabia. E ele

nessa entrevista que nesses 20 minutos ele ressignificou toda a vida dele. Porque se o Inter perde aquela Libertadores, ele ia ser o crucificado. Sim, óbvio. Ele ia ser o crucificado. Tanto que ele nem vai pra cerimônia depois de comemoração. Pra churrascaria e barranca. Ele não vai, ele vai pra casa. De tão maluco que ele ficou. Pá, que loucura, né? Esse relato todo no domingo agora no meu canal de YouTube. Essa final foi aquela do Beira Rio?

Isso, aquela do Fernandão. Do 2006, contra o São Paulo. Acho que era aquela que a gente fez um patrola especial. Sim, sim.

16 de agosto de 2006. É, é, foi. Eu estava, eu fiz, eu fiquei durante todo o jogo atrás da goleira ali. Foi a final clássica também que teve no Morumbi, onde o Pedro Ernesto imortalizou a frase, o Internacional rasga as bis em cima da camisa de São Paulo. Aí é o Sobs, né, que faz os gols. Por Sobs naquele jogo foi impressionante. Saudade, né? Nossa, imagina. Sobs partava hoje. Imagina. Exato, exato. Ó, 12 minutos para as duas da tarde, o preconceito do Rafinha.

Para aí, cara. Estou te falando que tu mexeu no vestido. Olá, pretinhos. Tudo bem? Sou o Rafael da cidade de São Leopoldo e este é diretamente ao Rafinha. Bah! É curioso ver como tu manda bem falando de esporte, de música, de paternidade. É isso aí, garoto. Dá pra ver que tu entende. Agora vem a botada. Mas quando entra no mundo dos animes, parece que tu nem tentou entender

de sair metralhando bosta por aí. Não foi tão assim. Tipo o Dragon Ball. Tu pode não gostar, beleza, respeito, ninguém é obrigado, mas reduzir a algo raso, como fez, é muito forçado. É uma parada que marcou gerações, tem um peso cultural gigante. Não é só desenho de lutinha, como muita gente fala sem conhecer. E no fim fica parecendo mais birra tua de guri mimado do que opinião.

Porque quando tu conhece mesmo um assunto, tu critica diferente. Quando não conhece, tu só avacalha com este canhão de microfone que tu tem nas mãos. No fim das contas, não é sobre gostar ou não, é sobre ter a mesma régua, o padrão para tudo, que é o que o Gomes te conta. Coerência. Coerência. Porque quando a crítica vem com conhecimento, ela soma.

Só pela crítica, pra desmerecer, ela fica vazia. Ah, é? Eu aceito a crítica do garotão. Eu vi. Agradeço. Tem que respeitar, tu tem razão, Feta. Eu não tenho razão, não fui eu que escrevi aqui. Não, como é que é o nome do... Ele não escreveu ainda o nome dele. Rafael, o teu xará. Meu xará, irmão, tamo junto. Com o alcance, Rafinha, que tu tem, dava pra ir além do óbvio. 1,68. Não dá pra ir além do óbvio. Eu só tô brincando, eu tô brincando com ele, porque é entretenimento.

Bom, a produção está engajada.

Estar na mídia, por si só, não valida nada. No fim, o que pesa mesmo é a qualidade do que se fala e não o alcance que se tem.

Se Deus... Porra! É que quando tu faz isso com os Chili Peppers ou com o Denzel... E vocês não deitam em mim. Ou com a Califórnia... Mas eu morei lá, daí eu tenho credibilidade, Alexandre. Não, não, não, não. Entendeu? Vou atravar ali o troço. Fábio básico, volta já! Agora na Atlântida. Meu cobre de elefante. Até novembro de 2024, havia 1.223 patrimônios

Mundiais da Unesco. Os doze primeiros foram reconhecidos em mil novecentos e setenta e oito. E o primeiro lugar a ser listado foram as Ilhas Galápagos que ficam na costa do Equador. Conheça o Elefante Letrado, a plataforma de leitura das melhores escolas do Brasil. Memória de elefante. Para mais curiosidades. Acesse elefanteletrado ponto com ponto BR. Três minutos para as duas da tarde.

Muito obrigado pela sua audiência, você que cola com a gente no Pretinho ao Vivo, de segunda a sexta, 1h06 da tarde. Tem um e-mail aqui que eu não posso terminar o programa sem ler. Felizmente. Deve ser um elogio. Cara, não é nenhuma... É, mais ou menos. O título é Eu Já Dei em Cima da Rodaica. Meu Deus! Olá, Pretinhos, gostaria muito que o nosso magnânimo... Olha a cara dela. Eu ia dizer, eu até estranho, deve ter alguma coisa aí que ele vai contar.

ninguém dá em cima de mim. Tá bem, nem de mim. Eu tô falando por mim, não por ti, Alexandre. Eu sei que não. O quê? Não? Eu sei que não é verdade o que ele tá dizendo. Ah, não, é verdade. Tá, enfim. Olá, pretinhos, gostaria que o e-mail fosse lido pelo magnânimo na presença da incrível Rodaica. Tudo começa no ano de 2009. Meu Deus. Quando nós já estávamos juntos há nove anos, praticamente. Bom, ele tá falando do ponto de vista dele, né, Alexandre?

André, vamos ver o que ele tem pra falar. E eu posso falar do meu, porque ele é meu, ponto de vista. Ok, pode vir. Tudo começa no ano de 2009 em um evento chamado Coca-Cola Park. Não vou lembrar. Era um evento de rock com bandinhas da moda e outras já consolidadas, como Pitty e Fresno. Ali naquele terreno, passei no Shopping Praia de Belas ali. Ah, verdade. Lembrei. Onde tem o circo, às vezes. Eu tava lá trabalhando, né, pessoal? Como sempre, a minha vida toda. Pessoal alternativo, no auge.

do movimento emo, e eu participando desse auge, me sentindo o máximo. Quando vejo ela, a diva, a deusa, rodaica, e sem saber o que fazer, dei o primeiro passo e disse, oi? E ela, muito simpática e querida, me respondeu, oi? Pensei, tá pra mim. Estourei. É agora.

Puxei assunto, mas ela parecia estar com pressa. Trabalhando. E vendo uma oportunidade indo embora na minha frente, perguntei objetivamente. Posso te dar um beijo? Não, não é preciso. Não lembra disso, Roday? Não lembro disso? Não lembro. Tem que ver qual é o contexto. Um beijo pode ser um beijo de... Não, ele queria um beijo de língua mesmo, de trocar saliva, de meter a língua lá no esôfago da outra pessoa. Ninguém me falou isso.

Óbvio que ela respondeu que não, inclusive me dizendo eu sou casada, me respeita. Mas tudo isso... Toma! Mas tudo isso sendo muito querida e simpática. Simpática, que é o que eu sou, né? Pretinhos, eu tinha apenas 17 anos e fugi de casa. Eu era ouvinte, mas sempre achei que o casal Ale e Rodaica era parte do programa e que não eram casados de verdade.

bochecha e essa história bonita pra contar. Continue sendo esses caras ímpares que alegram o dia de uma multidão e manda aí um e também um na voz do Joãozinho. E desculpa pela abordagem rodaica, mas eu era muito jovem para saber sobre limites. Não botou. Não botou? Não, não botou. Eu não lembro dessa situação, mas eu tenho certeza que ele

Escreveu exatamente o que deve ter acontecido, que é o que eu faria nessa situação. Muito legal. Nós todos faríamos isso. Eu falo por mim, né, Rafinha? Eu não tenho como atestar. Eu falo pelo Rafinha. Ele faria isso. Talvez em público. Em 2009, talvez eu faria diferente. Mas hoje eu faria como a Rodaica. Sem dúvida. Eu estou falando dos dias de hoje. Não, eu estou falando de 2009. Eu lembro do evento. Eu que nem preciso falar.

Não precisa nem falar. É óbvio que o cara é casado. Quem é que não conhece a Rodaica? Não tem o que fazer.

Não tem o que fazer com a voz triste. Não. Tu viu? Não. Não tem o que fazer, né, gente? Não tem o que fazer no sentido de eu não preciso falar nada. A mulher dá respeito à Rodaica. É óbvio. Não tem. Mais do que isso, tu a respeita, né, Alexandre? Tu a respeita. Deveria ser o... O pontapé inicial deveria ser. Mas é óbvio, né? Isso aí tu falou uma obviedade. Mas é óbvio, tem que ser dito. Que nem esse programa de detentimento, que ela não pode brincar com nada aqui,

Pau? Essa é a garagem. Não pode. Cara de mal. A cara de mal poderia ser só uma pizzaria temática, mas é a cara de mal a pizzaria que tem aqui em Porto Alegre, no Boulevard Laçador, e também em Gramado. Essa semana tem pizza. Como assim? Tem pizza todo dia lá. Não, mas eles vão mandar pra nós. Que dia, é? Eu não vou tá, né? Vai tá. Será? Vai tá. Então é sexta, então. A frase correta, Rafael, seria essa semana tem pizza aqui. Mas é no programa da uma ou das dezoito? Confia em mim, Rodeca. Tu não pode dizer que é da uma? Confia em mim.

Não pode simplesmente dar informação. É, só simplificar. Até pra gente saber, vamos almoçar, vamos almoçar depois, vamos fazer o quê? Não, mas ninguém almoça antes, né? Não, quem é que almoça antes? Tu nunca almoça. Nem eu. O Lelê, eu tô pensando nos colegas. O único que almoça é o Lelê, que às vezes almoça durante o programa. Tô pensando nos colegas. Isso é uma inverdade. Lelê, pode aproveitar que tá com a palavra e faz o teu voto, por favor.

Entrega o teu voto. O meu voto hoje vai na Rodaica, porque hoje nós tivemos um embate muito quente aqui,

e meio. É verdade. Teve um momento, um debate, que eram quatro opiniões contra a da Rodaica. E ela... Então, é aí que vai. O meu voto vai nela. Gomes. Ah, eu voto no curirinho do Dragon Ball aqui, o baixinho, que não vai entender a piada. Eu até entrei no perfil do Dragon Ball pra ver. Eu voto em ti. Quando a Rodaica pergunta, será que foi traição? Tu mete um claro, respira e diz que não. Então, pra mim, ali,

Só pelo entretenimento tu ganhou meu voto. Eu vou te dizer uma coisa, eu tô pensando ainda, Alexandre. Tá pensando no teu voto ainda? Ah, fica tranquilo, tem pouca opção. Eu já tenho meu voto que eu vou votar no Lele. Tá bem. Por qual motivo hoje o Lele levou teu voto? Pelo embate, pelos argumentos, entendeu? Eu gosto de conversa argumentada. Tá bom, tá ótimo. Que tem o negócio aqui. Pronto. No teu tempo, Rafinha, eu não quero te pressionar. Eu vou votar, embora tu tenha lido com uma precisão, aquele meio, né?

no momento o ouvinte, enquanto eu tô lendo o e-mail dele. E aí, quando for ao contrário, eu quero a mesma entrega. Mas eu faço a mesma... Mas tu fez ontem isso. O que que eu fiz ontem? Teve um e-mail que foi agarraspando em todo mundo ontem e tu leu igualzinho. E tu tava babando, inclusive. Inclusive, eu tava no e-mail. Isso, exato. Mas eu vou te defender da mesma forma como eu defendo o ouvinte. Meu voto em ti. Muito obrigado.

Por que motivo? Eu acho que tu conduziu bem, não. Tu é presente o ouvinte. Eu acho que tu entregou muito bem aquele e-mail. Tá. Obrigado, Rafinha, então, pelo teu voto. Bem até demais. Bem até demais.

Eu, por minha vez, vou votar. Mas tem que votar em alguém. Vou ter que votar em alguém, exato. Já dava tempo de pensar, tu tinha dito. Pois é, eu até estou atrasada já. Vamos agilizar isso aí. Está atrasada? Não, todo mundo está atrasado. Não, é que eu tenho uma gravação. Vou votar em ti, então, Rodaica. Muito obrigada, Alexandre. Vou votar em ti. Pode ir tranquila agora. Agora ela está tranquila. Ela vai embora. Agora eu estou.

Nossa, vou votar. E o Pretinho Básico fica por aqui, mas nós vamos voltar logo mais às seis da tarde. Volte conosco.

Um abraço e até mais.