Pretinho Básico | 17/03/2026 18h
O maior podcast humorístico do Brasil. Elenco da rádio Atlântida repercute as maiores notícias do dia do jeito mais engraçado possível. Veja muito mais no YouTube 📺: @atlantida_TV e @PretinhoBasicoShorts
- Bet EducarFalta de educação · Comportamento inadequado em espaços compartilhados · Desconforto com falta de civismo · Atitude de outras pessoas
- Personalidade e ComportamentoTemperamento · Alegria constante · Tranquilidade · Aceitação de situações
- CondomíniosUso de vagas de visitantes · Responsabilidade compartilhada · Moradores e visitantes · Regras de convivência
- Clima e GeografiaChuva · Trânsito · Segurança na condução · Atitude de motoristas
Olá, Alexandre Fetter. Olá, muito bom fim de tarde, amigo e amiga ligados na Atlântida. Estamos chegando para mais um Pretinho Básico às 6 horas e 5 minutos. Pelas antenas da Atlântida para todo o sul do Brasil e online para todo mundo, inclusive no YouTube, a TLTV ao vivo, metendo o Pretinho Básico aí para você neste fim de tarde. KTO.bet.br, jogue com responsabilidade.
E aí, meu excelentíssimo. Tudo bem, mano? Tudo certo, meu galo. Coisa mais linda. MHNet Telecom. Conecte todos os cantos da sua casa com o Wi-Fi total da MHNet Telecom. Muito bom fim de tarde, Vini Moura. E aí, Alexandre? Bom fim de tarde. Tudo bem, querido? Tudo lindo. Vero a maquininha com a menor taxa e um banco completo para você. O Banrisul.
Vero Leandro Bortolatti. Boa tarde, Alexandre Fetter. Grande elenco, grande audiência. Grande elenco, grande audiência. Muito bom fim de tarde também para o Rafinha Menegasso. Ótimo fim de tarde, Alexandre. Com chuva nesse momento em Porto Alegre. Já é um caos. Vai ser uma delícia. Vai ser uma delícia o trânsito com chuva. Garanta aí a sua paz no trânsito. Visto o manto azul no seu carro. Cubra-se de gentileza e boa vontade. E aí vai para o trânsito.
Tem uma dica importante quando chove assim. Qual? A galera que está na parada de ônibus.
esperando o aplicativo. Um garotão de carro não passa grudado no cordão, senão vai dar um banho na pinta ali, né? Concordo, mas às vezes inevitavelmente não há o que fazer. Mas é só tu passar devagar, né? Aí tu passa devagar. Boa tarde, bom fim de tarde, Rafael Gomes. Boa tarde, meu expoente. Como é que tu tá? Tô ótimo, cara. Muito obrigado. Tu não parece ótimo. Não pareço ótimo? Não, tu parece um pouco emburrado. Tu tava mais alegre a uma.
É que aí da uma até agora tem quatro horas pra encher o teu sapo, né? Toma. Pô, eu tô melhor da uma pra agora.
Mas ninguém encheu teu saco na página. Ah, tu não sabe? Não sei, é verdade. Tu acha que quanto mais tempo tu fica ali na redação, o pessoal enche muito teu saco? Não, não, não. Não é ali o problema, né? Não, ele fica quieto no escuro, a gente nem sabe o que ele tá ali. Exatamente. Fica ali só no bico. Ali é teu lugar de paz. Cara, várias vezes alguém fala dele e ele tá ali e ele fica quieto. É verdade, meio escurinho ali. Eu reconheço pelo cheiro.
Desculpa, não entendi. Eu te acho cara cheirosa. Cheiro de macho. Cheiro de macho.
falo, eu sou um chato do rolê. Não, não sou. Agora, vamos parar de babar esse ovo aí, o cara deve estar com dor nas bolas, cara, pelo amor de Deus. Cara, as pessoas não podem gostar de mim. Ah, eu tenho cheiro, cara, eu gosto de ti, tu é meu irmão, mas não vou, teu cheiro é legal. Eu não posso ser um cara cheiroso. Mas aí é diferente, o cara não precisa dizer isso, cara. É. Legal, temos o Ombudsman no programa. É, exatamente. O sommelier de elogios.
É isso. Ah, eu tô aqui mesmo pra isso. Tá bom, então. Aliás, tem um recado. Olá, doutor.
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Tudo bem, mas como tu tá triste, eu tô devagar também. Eu não tô triste, cara. Tu tá emburrado. Vai encher o saco do cara mesmo. É diferente de triste. Uma coisa é emburrada, outra coisa é triste. O que que te emburrou? Foi o tempo? Tu é sunshine também? Eu sou totalmente sunshine e a chuva não me incomoda. Fica tranquilo que o calor vai voltar. A chuva não me incomoda, a música lenta não me incomoda, eu sou sempre feliz e nem a chuva nem a música lenta me incomoda.
O que que te incomoda? Os teus funcionários. Me incomoda, cara. É a falta de educação.
A chinelagem me incomoda. Aqui nós não estamos livres da chinelagem. Aqui dentro nós estamos livre, mas na rua nós não estamos livres da chinelagem. E chinelagem, mais uma vez, eu gosto sempre de salientar. A chinelagem não está associada a uma posição social menos privilegiada. Não. Eu conheço e sei que tem muito rico, muito chinelo. E o que é a chinelagem?
Chinelagem para mim é tu estar fumando dentro do teu carro e jogar a bituca para fora do vidro na rua. Chinelagem para mim é tu estar no teu carro e jogar o vidro, o lixo pela janela. Chinelagem é tu estar na tua casa com 500 vizinhos em volta e atolar o som às duas da manhã cagando para quem está em volta de ti. Tem razão. Entre outras coisas para mim. Invadiu o espaço. Exato. Não saber viver coletivamente é uma chinelagem. Colocar papel e plástico no lixo.
Exatamente, Lelé. Estacionar o teu carro na frente de uma saída de garagem é chinelagem pra mim. Chinelagem pra mim também é no teu prédito ter vagas de visitantes e os moradores utilizarem as vagas de visitantes. É tomar água do colega da geladeira que não comprou. Também chinelagem. Usar louça e deixar ali pra alguém lavar é chinelagem também. Botar papel no lixo do plástico. O Lelé acabou de falar.
A gente tem escrito ali metal, as caras botaram papel e plástico. Usar chinelo. Sendo que do lado tem um escrito papel e outro plástico. Tirar o sapato do estúdio. Enfim, cara, isso tudo é chinelagem, a chinelagem me irrita. Falta de educação me incomoda. Eu também. Nosso ouvinte Rodrigo Rosa é o aniversariante desta edição do Pretinho Básico. Ele é operador de microcomputador em uma rede de supermercados de lajes, fazendo 41 anos o Rodrigo Rosa.
Parabéns, saúde e prosperidade, irmão. Lages. Lages. Maquilages, mano. Poderia ser o Rafinha. É uma laje com uma microcomputadora. Microcomputadora é o Rafinha com dor de dente, dor das costas. Tudo certo. A paleta tá aqui, galera. Vamos seguir o programa. Ai, cara, deixa eu te falar uma coisa. Ah, não é a minha, não é a minha. Não é a minha. Não é a minha. Eu gosto que a imodificou. Claro que tu vai gostar. Isso.
Eu gosto assim do programa. Eu gosto do caos. Eu gosto da loucura. Eu gosto do cara que tem amante brigando. Amarelinho pra ti. Amarelinho pra ti, Rafinha. Amarelinho pra ti. Por estar induzindo os colegas a serem violentos. Eu vou comprar babadores. Tu também.
Eu fico te erguendo o tempo todo. É que formou um parzinho. É a duplinha e oio creme. Não, não, olha só. Eu falei o xingamento que vem lá do fundo. A duplinha e oio creme. Teria eu perdido o controle do programa? A pitupatia amarelo também, Rafa Gomes. Porque eu quero, porque eu posso. Não, não, não. Foi porque não falei nada. Tu ficou berrado no microfone. Eu só repetiu o que ele falou. O productor deveria trazer o exemplo.
Faz merda. Para os traquinhos meio amigas. É que assim, Lelê. 99% das vezes tu gosta das coisas que o Peter faz. É, é. Porque tu que foi pro lado já via, tá nesse clima. Amarelinho Vini pra ti também. Vai ficar enchendo o saco do cara. Chamando o cara de puxa saco. Teatro? Não tem teatro, pode sair. Pode sair que não tem teatro.
Pode vazar, Vini. Obrigado. O Peter acabou com o Ebony e a Ibori ali agora. Pode sair, Vini. Obrigado. Foi expulso nos aniversários. É, 4 minutos, né? Não expulso, vermelho. Ele vai embora? Vai embora. Não, não, vai embora não. Vai ficar na redação até a hora de ir embora. Até a hora de bater o ponto. Que hora tu bate o teu ponto? Vai fazer o teatrinho. Às 19? Vai fazer o teatrinho ali. Ah, tu tá fazendo hora extra aqui, então.
Então é mais um motivo pra tu sair. Não vai ganhar essa hora extra aí. Vai lá com o teu teatrinho. Vai.
Zé Adão Barbosa. Vai ou vai ser suspenso? Vai ou vai ser suspenso? Três programas. Zé Negão Barbosa ali agora. Torzinho. O cara é a expulsão mais rápida da história do programa. Que culpa eu tenho eu? Que culpa eu tenho eu? Tem culpa eu? Tem culpa eu? Mas vocês foram tendenciosos. Quer sair também? Não, eu tô tranquilo. Tá ótimo. Tô na vibe, tô na vibe. Nós estamos bem, rapaz. Eu tô na vibe. Nós estamos bem, rapaz. Nós estamos bem.
Tá bom? É. Eu vou ficar com o material do Vini se faltar aqui. Podemos ir no destaque?
Primeiro destaque, Sandrinho. Mulher cria serviço de personal shopping para homens solteiros e cobra R$ 1.600 por hora. Tá barato. 300 dólares. 300 dólares. Para me ensinar a comprar. É o que a Marina Smith cobra para avaliar homens solteiros. Aonde ela mora? Ela mora nos Estados Unidos. Avaliar como avaliar?
o seguinte, o que ela descobriu? Ela é uma mulher bonita, solteira. É bonita? E ela... Só tô olhando a live, Lele. E aí ela vinha sendo muito assediada pelos homens e ela deixou bem claro. Não, vamos ser sinceros. Pra eu ter interesse em vocês, vai precisar de um pouco mais, de uma relação. Só que ela percebia que os homens pediam muitos conselhos amorosos pra ela como conquistar uma mulher desse tipo, digamos. Ela falou, não, aconselhar eu posso.
E aí um homem pedia, ah, como é que tá o meu perfil do Tinder? Ela ia lá e avaliava.
Ah, como é que tá esse diálogo aqui com a fulana? Ela avaliava. Ah, mas e por que shopping? Personal shopping? E aí foi pra um segundo ato, que é o quê? Ela dizia que hoje o principal problema dos homens no primeiro encontro é o vestuário. Acertar a roupa. Ela diz que os homens, eles não sabem, não tem um mínimo quesito de moda. A mínima noção de moda. Zero, zero, completamente. E ela disse, gente, precisa de pouca coisa. E ela, como trabalha com isso, é uma influenciadora de moda,
Ela disse, eu não tenho nenhum problema em acompanhar vocês com o dinheiro que vocês têm à vontade. E eu vou ajudar vocês a comprarem e se vestirem para um primeiro encontro, para uma janta romântica. Só uma tarde na Marshalls. Então ela, exatamente, ela vai no shopping e cobra por hora 300 dólares, 1.600 reais, para fazer compras. Mas ela vai com o cara? Vai junto. Ah, vai junto. Ah, eu passei no shopping com ela, então. Com ela. Então lá, já cresceu esses 1.600 reais.
É, tá certo o Lelê, porque às vezes tu gera uma curiosidade. Bah, o que aquele ratão tá fazendo com aquela baita gata ali? Ué, mas isso aí não é longe de qualquer um de nós aqui, cara. Também disser essa é uma verdade, né? Mas eu me visto bem, eu não precisaria pagar. Tá, mas quando é que tu vai vir? Na opinião de quem tu tivesse? Na minha. Ah, na tua, ok. O que importa é o que eu acho. Claro, e a tua minha eu acho que é? Ah, me acha lindo, um gostoso. Já me falou isso. Ah, deixa, deixa. Mas ele tá bem hoje, essa camisa.
Essa aqui é da nossa parceira. Vai voltar, Lelê. Vou te erguer de novo. É a parceira, Tigre. A camisa do surf total. Raphinha me ergueu nessa marca há uns anos. Como é mesmo o nome da moça? Tigre. Marina Smith. Marina Smith. O que houve? O que falou antes? Eu conheci a Rico Raphinha, influenciador da Tigre. Tipo a Lilica. Virou o Lelê do Feta com o Adams agora. Desculpa se eu gosto com a Lilica.
Eu vou te expulsar. Eu vou te expulsar. Não, aí é desnecessário, o programa vai cair, né? Hã? Não, é que dois fora, né? Numa arrancada, quem perde o que? O programa. É o programa, então, pra tu ver como tu tem que te comportar. Se tu é expulso, quem é que perde? O time, né? Ah, mas aí tu tem que ser coerente com os garotões aqui também. Os garotões não fizeram nada. Ah, nunca fazem nada. O time bolacha e água e sal aqui também fez coisa.
Dá pra cuidar, dá pra cuidar. O que significa bolacha e água e sal? Que é as bolaches de véio. Os traquinas meio a meio aqui, um já foi expulso e o bolacha e água e sal aqui, eles também enredaram o início do programa.
enredei? Mas nenhum deles levou cartão. Não veio de enredar. Até eu levei cartão. Sou um cara que eu faço mais silêncio do que falo no programa. E o bolo fofo aqui não acontece nada. Eu levei cartão. Ele recebeu o amarelo. A única coisa que eu falei é que eu gostei do xingamento que vem de dentro, que é aquele boca cheia. Vamos sair do estúdio, gente. Vamos saber os destaques mesmo. O Vini já saiu. Onde é que tu quer ir? Não, os destaques. O gente está nos esperando. O Vini faz falta. E do Léo, né?
Estudo diz que fecha os olhos para te ver melhor. Já viu essa frase? Essa frase é poesia pura. Mas um estudo diz que fechar os olhos para ouvir melhor pode ser um erro. Um estudo da China, mestre, disse o seguinte. Sabe quando a gente não está escutando direito uma coisa e a gente... Não, não. Espera aí que eu vou fechar o olho para ouvir melhor. Cara, ele simplesmente ignorou a tua provocação.
Eu quis dar a escada pro personagem. E ele não veio. Não, ele tá ali. Bracinho fechado e não veio. Mestre foi embora. Eu ia falar, não. Mestre tá aqui, Alexandre. Mestre tá cuidando do Vini. Mestre tá com saudade daquele garoto que tava aqui. Voltou, Rafinha. Ô, Alexandre. Eu achei o destaque meio estranho. Por isso que eu tentei prestar atenção. Porque eu nunca fiz esvovo melhor e fechei os olhos. Tu já fez isso? Já. Vou dar um exemplo prático da nossa profissão. Um exemplo prático. Audiometria.
Fechou o olho. Pra pegar aquela frequência que tu não consegue pegar? Pelo contrário, eu fico em silêncio. Que ela manda levantar a mão. Tu ouviu na direita? Mão direita. Tu ouviu na esquerda? Mão esquerda. Eu, né? Tá, mas tu ficar em silêncio pode ficar em silêncio de olho fechado também. Pode, mas eu não faço isso. Não sei se tu prestou atenção quando eu falei isso. Ou então tu tá em casa e tá ouvindo um. E aí tu fecha o olho pra ver de onde tá vindo a goteira.
É porque dá uma sensação de concentração, né? E tá errado. Porque... E tem um outro exemplo. Então eu faço certo. Quando tu tá procurando um endereço na rua e nas nossas ruas, infelizmente, é impossível.
É incrível achar o número das construções, das casas e prédios. Não, não fecha os olhos, mas tu tá ouvindo o som, tá ouvindo o rádio. E pra te concentrar melhor na procura, tu baixa o volume do rádio. Ah, eu tô contigo. Pra estacionar. Também, pra estacionar. Não, é verdade. Não consegue meu carro novo. Quando tu dá, engata a ré, ele já baixa o volume. Ah, ele já baixa o volume? Agora que eu entendi por quê. Que loucura. Então, quando tudo engata a ré, tu fica em silêncio. Baixa o volume, não é botar no mute. Ah, tudo é sacanagem contigo, né, Lelê?
Vem, Gomes, vem. E ele diz que justamente o contrário, esse estudo chinês, ele diz que o que faz tu ouvir melhor é a soma dos sentidos e não a subtração. Que o fato de tu fechar o olho faz com que tu perca uma arma importante pra ouvir melhor. Eles fizeram vários testes. Tinha o teste de tu, todos tu ouvindo o mesmo som, tá? Ouvindo o som de um carro. Tu ouvia o som do carro vendo uma imagem de um carro.
imagem de uma árvore, tu ouviu o som do carro de olho fechado e tu ouvia o som do carro muito distante num ermo, numa paisagem branca. E descobriu que, mesmo que o som do carro não seja diretamente o som daquele carro que tu tá vendo, tu somar a ver um carro com o som de um carro faz com que o teu cérebro consiga escutar com uma frequência cada vez menor. Vamos fazer um teste aqui? Vamos. Fecha teu olho.
É um doente. Não consegui entender. Então abre o olho. Abre o olho que vai entrar agora. Agora tu ouviu. Mas sabe por que se faz silêncio, por exemplo, numa partida de tênis? Porque o sentido auditivo é tão importante quanto o visual. É isso. Às vezes o cara, tu tem tanta informação na quadra que o visual, ele tá comprometido. Daqui a pouco até o posicionamento do outro jogador, tu não vai ver a bolinha passando pela fita ali.
fazer com que o cara, obviamente, estamos falando dos caras top de linha, quando ele bate na bola, o teu adversário lá do outro lado já saiba automaticamente onde é que ela pode ir. Esses dias eu estava vendo uma partida de tênis, não sei qual era o campeonato, onde é que era, que estava um silêncio absurdo na quadra, na hora do serviço, na hora do saque, e o cara, ele levanta a bolinha para sacar, a bola sobe, e alguém na plateia faz um puta do espirro.
Ela vem abaixo e o cara só segura a bolinha de novo e segura. Não, não. Pera aí, pera aí. Todo mundo deu risado. Até porque não faz bem segurar espirro, né, cara? Não faz bem. Não faz bem. Legal, é. Rafinha, eu vou ser obrigado a concordar contigo. Ah, não. Tem um muito importante aqui. Vai concordar comigo em relação... Não, primeiro faz o que tu falou. Ele quer que tu concorda. Sou obrigado a concordar contigo. Termina. Não, mas eu me precipitei.
Ah, porra. Eu tenho em mente também aqui. Falando de outras pessoas, não de mim.
Ele também foi esse pintor. Segura onde... Tá, beleza. Estatuto da Criança Digital entra em vigor hoje no Brasil. Demorou, né? A Lei Felca, lembra que faz quase um ano que a gente viu o Felca com aquele vídeo sobre a sexualização. Já faz quase um ano. Faz bastante tempo. Passando rápido o tempo. Acho que foi na metade do ano passado, foi agosto ou setembro, por aí. Ou novembro, talvez. Não, não, novembro com certeza não foi, porque eu lembro que era metade do ano.
Ali é julho, agosto. E aí o presidente sancionou e começou a valer a partir de hoje uma série de mudanças na internet que as plataformas vão ter ali um tempo para se adequar. Porém, vou dar um exemplo básico que a gente via no nosso dia a dia de internet. Declaro que tenho mais de 18 anos. Todo mundo já viu isso no site. Se a gente ia lá e clicava sim. Isso é proibido agora.
ter maiores de 18 anos, ele precisa comprovadamente provar que tu é maior de 18 anos. E aí comprova com o que? Com o visual? Com identificação facial? Cada site vai fazer de acordo como deve. Preenchimento de dados? Preenchimento de CPF, de nome completo, etc. Outro exemplo muito básico, vou trazer para a realidade de videogame, por exemplo, que é vida real, por mais que o Rafinha não goste. Não, mas eu respeito. O jogo GTA está vivendo uma crise
no momento, porque está para ser lançado o GTA 6, que tudo leva a crer que vai ser o maior jogo de videogame da história. E este é um jogo para maiores de 18 anos que a vida toda menores de 18 anos jogaram. Então esse jogo agora, quando tu for comprar, vai ser tipo cigarro, bebida alcoólica. Um responsável vai precisar comprar, porque aquele responsável, se um menor estiver jogando, ele é responsável por aquele menor estar jogando. Filho, eu vou ali comprar um videogame e nunca mais voltar.
É mais ou menos isso. E o Roblox aquele? Não, porque nesse caso, ele é um jogo, o problema do Roblox é a interação social dentro do jogo. Não é a faixa etária, faixa indicativa. Por exemplo, a gente se adequou. O Pretinho Básico tem a classificação indicativa antes do programa. Isso. Todos os programas quase. Então agora, como a gente está avisando que esse programa não é recomendado para menores de 14 anos, se tem um pai neste momento com o seu filho escutando... E tem, né?
Desculpa, claro. Então, todas as plataformas... E a mãe! ...se certificar de que... Mas, ao mesmo tempo... Desculpa. Claro. Pegando o exemplo do programa aqui, tá? Tá. Ah, o programa é proibido para menores de 14 anos. O que que não pode se falar de acordo com a classificação etária de um programa? Mas ele não é proibido, ele é recomendado. Para maiores de 14 anos. Isso, isso, que tem uma diferença, né?
Porque rádio é concessão pública, a gente não pode proibir. Porque assim, vamos combinar, nossa geração, cara, a gente via muito humor na TV, que às vezes a gente até não entendia, mas a gente tava do lado do pai e da mãe vendo ali. Mas atrapalhões era isso, cara. Atrapalhões hoje não dava pra assistir hoje. Homofobia, racismo, xenofobia, tinha de tudo. Mas falando agora, eu só fiz uma comparação, a gente não tá no ECA, né, que é o Estatuto da Criança Digital. Eu só dei uma explicação pra nossa realidade, que é a realidade do rádio.
A rede social, para o menor de 18 anos, ela tem que ter ou não ter propaganda. Tem que ter menos ou não ter. Ela tem que estar conectada ao perfil de um responsável. Então, a partir de agora, se uma criança ou um adolescente estiver numa rede social, esta rede social precisa vincular a um perfil parental. A um perfil de um pai, de uma mãe ou de um responsável. Isso é perfeito. Isso é lei e precisa ser. Até para limitar o tempo que ele está usando. Exatamente. Além de toda a segurança.
responsabilidade do pai, não é da plataforma. Não, mas aí tu já tá conectado ali, tu tem essa opção de, ah, vou deixar 15 minutos, 15 minutos bloqueio e deu, é isso? Conteúdo sexualmente explícito, ele precisa ser bloqueado. E tu precisa desbloquear ele com a verificação da tua idade que não pode ser autodeclaração. Então, sério, são vários itens que só vem a somar pra Estatuto da Criança Digital, que é proteger a criança e o adolescente do meio tão inóspito como é a internet. E é muita coisa.
Olha só, eu falei vários itens. É verdade. São muitos itens. Deve ter muito mais ainda. Eu fiquei pesquisando e... Eu ouvi um advogado falando hoje na rádio. Hoje ele dizendo também que vai virar... Não é uma obrigação, mas provavelmente vai virar uma obrigação. Que essas plataformas... Um bocejou pra dentro e o refluxo que ele engoliu. Ô meu, nós estamos perdendo. O teu bocejo foi assim, ó. O meu bocejo? O refluxo natural que é teu. Nós vamos começar essa. Qualquer...
exige o cara fácil, ele fez tal coisa. Mas só pra dizer que esse advogado falou hoje em uma entrevista que as empresas também vão ter que se adequar ao sentido de ter obrigatoriamente escritórios no Brasil. Sim. Pra tu poder cobrar de alguém. Vai ter um tempo que eles vão ter pra isso, mas vai ter que ter. E tem que ter mesmo, tá certo. E várias outras coisas básicas, sei lá, o iFood, qualquer serviço de entrega. Se tiver, por exemplo, ah, tu pediu um lanche com uma bebida alcoólica, a criança não pode pedir
no perfil dela e, principalmente, não pode receber. Chegou um motoboy ali, seja qual é, iPod, Zé Delivery, 99, qualquer um, tá? Chegou um motoboy ali com uma bebida alcoólica, com um cigarro, qualquer coisa, pra maior de 18 anos que tenha sido pedido, ah, filho, desce lá e pega. Não, não pode. É igual, agora é igual o filho ir comprar cigarro. Não pode. Sim, na nossa época era assim. Eu comprava cigarro. Na nossa época era assim. Só acendi o cigarro e vinha com ele, do fogão, pra entregar pro Coroa.
Desculpa, pois não? Jory Vasconcelos, tudo bem? Vini, tu tá expulso. O que tu quer entrando no estúdio? Ele trouxe o especialista de arbitragem pra questionar a expulsão. Mas aí eu já acho o seguinte. Eu acho que agora, pra aprender, o Jory tinha que fazer o programa e o Vini ficar fora. Entra aí, Jory. Faz o programa com a gente no lugar do Vini ali. Tá bem feito, Vini. E tu, Vini, tá expulso, né? Tá expulso do programa, né? Só sai, meu. Um abraço, querido. Valeu, querido.
Não, não, só pode ir embora às sete, agora são seis e meia. Não, ruim não. Tu tá sozinho em casa, Babi, nem tá aí, tu vai onde? Vai sair com alguém? Mas ela chega uma da manhã, tu me falou lá no banheiro. Vai sair agora pra chegar no aeroporto? Ah, qual é o aeroporto? Não, não, pode sair. De Caxias, ela vai vir de Los Angeles e descer em Caxias. Essa atitude audaciosa está te rendendo mais um programa de suspensão. Que seria quando, Gomes? Lindo. Seria amanhã, né, mas... Seria amanhã.
Amanhã é uma, então tu tá fora. Obrigado, tá, Vini? Dá duas festinhas pra chamar no microfone. Tchau, querido. Mas aí não vai fechar a escala. Agora eu vou te bater. Agora tu vai ter que entrar. E aí, Jory? E aí, Féter, tudo bem? Pouco prazer te ter aqui. Jory Vasconcelos. Prazer é meu. Eu vim, na verdade, até pra mostrar pro Vini que eu não levo as coisas pro pessoal, né? A gente tem essa maturidade. Vocês têm uma rusga aí de dias atrás.
Sobre arbitragem, aliás. É, isso, né? O que acontece no microfone do estúdio fica dentro. Fica.
E a prova disso foi o que a gente fez hoje ali, né? A tentativa e tal, né? Ele foi atrás de ti pra te buscar, pra vir aqui e intervir, falar comigo, pra desmontar o... Tivemos uma conversa ali. A teoria do cartão. Ele pediu pra te ver a imagem, ele mostrou na live por acaso. Ele me explicou, na verdade. Não foi físico, foi verbal. Sim, foi. Ele olhou pra mim e falou, para com esse teatro. Teatro. Teatrinho. Teatrinho. Exatamente, teatrinho. Ele me disse assim, ah, eu me passei, mas eu não fiz da maldade.
Claro que não. Pelo que sem querer. O maníaco do parque também não fazia maldade. Ele se passava um pouquinho, mas não fazia maldade. De boa vontade, o inferno tá cheio, né? Exato. Que isso. Aí, o Jory, tu que é um especialista em arbitragem, ele já tinha o amarelo. Já tinha. Já tendo o amarelo, ele largou essa frase pro juiz. Por que que tu tá sarrando a mesa? Eu posso me alongar? Rapidamente, Jory. Tabelinha do Brasileirão, vamos ou não?
Tabelinha do Brasileirão? Não, não é. Aqui não é o programa. Tem razão, Fete. Tu já me olhou, eu já entendi. Por que que eu leio e-mail?
É a terceira vez que ele quer se lançar nessa porra desse e-mail. Não! O que que tu tem aí pra ler? Tu disse que tinha uma parada importante ali. Cara, ele já leu, era o destaque, mano. Vai tudo agora, eu quero te ouvir. Fretinhos, boa tarde. Por favor, encaminhado. Tu tá ansioso pra ler isso aí. Claro que folga em outro que não sou eu. Claro, eu te entendo. Claramente sabemos que o chupeta de baleia de pelúcia tem suas manias.
Quem é o chupeta de baleia de pelúcia? É chatinho, etc. Vai, eu acho que sou eu agora.
Deveria ter lido antes, né, Lelê? Ele veio invernizado pra botar num, cara! Pode repetir a denominação? E vergonha do Arcides. Claramente, sabemos que o chupeta de baleia de pelúcia tem suas manias. Cara, chupeta de baleia de pelúcia pode ser tu. Sim, é chatinha, etc. Mas convenhamos que isso o Alimento Programa alegra geral. Melhorou um pouco. Isso é verdade.
Rafinha, mesmo recentemente, tendo enviado e-mail pegando no pé da sua língua portuguesa. Vamos ao ponto deste e-mail. Rafa Gomes, em caps lock, Alexandre. Ah, é pra mim. Claramente não tá bem. Não tá bem. Visivelmente, o coloradão está mais grosseiro e sem paciência alguma com alguns integrantes do programa, principalmente Lele, Adams, inclusive o Rafinha. Cito alguns momentos de pura ignorância do produtor. Cito alguns momentos. Olha, vem.
A Rafinha acertadamente debochou do tal Dragon Ball Z. Ainda mais quando Gomes e Vini Moura deram um xilique para defender tal desenho. Ambos quase avançaram no Pequeno Gafanhoto e em Adams. Principalmente o Gomes, que continuou depois dando lição de moral em alto e bom som. Cara, eu não fui grosseiro. Aceita. No mesmo programa, na edição das 13 do dia 17, terça-feira,
Foi hoje, no programa da Uma. Gritando que sim, o cinema tem que aceitar pets porque o shopping também aceita. Quando, obviamente, deveria ser proibido. Aí eu e o Fetter estamos nessa barca. Minutos depois, Lele questionou o Fetter se a fumaça do churrasco não ajuda a desobstruir as vias nasais. Recebendo como resposta do Gomes um sonoro, claro que não! Ah, claro que não, não é o que vai ser bom inalar a fumaça.
Grato, Marcelo Silva de Itajaí Morante, São Paulo. Aí, Marcelo. Obrigado, Marcelo. Eu percebi o produtor. Falta do Léo, né? Ele tá assim. Falta do Gordão. É, ele tá com saudade, né? Tá com saudade. Falte diferente. Acabou de voltar de férias, né? Deveria tá mais tranquilo. Falta pouco. Falta segunda que vem. Ele vem? Segunda que vem. É, falta pouco. Então agora só falta... Tem que tentar o lado do Rafael ali pra tentar, mas ele não me deu bola, cara.
Não me deu bola, ele tá disperso. Ah, tá. Agora tu virou isso também. Tá disperso. Tem material aí, Jory? Eu tenho sim. Pra colocar pra gente aí, por favor, Jory. Eu tenho sim. Esse é bom.
Faz valer a tua presença aqui. Talvez eu esteja entendendo porque o Vini Moura forçou a expulsão, né? Por quê? Vamos ler o recadinho que eu tenho aqui. Boa tarde, pretinhos. Me chamo Éder. Sou de Floripa e gostaria de dizer somente uma coisa. O Féter é uma delícia. Que isso, Éder. Coroa, loiro, atraente, inteligente. É cativante. Eu também acho.
o desempenho desse homem em outros atributos. Será que a Rodaica poderia acalentar minhas fantasias? Amo todos, mas acredito que não posso deixar de ressaltar que meu craque de todos os dias é sim o Fede. Obrigado, como é o nome dela? O nome dele? Éder. Beijos a todos, Eder, e manda um abraço para a Rejane. É isso. Deve ser a esposa dele.
Pode ser. Éder, obrigado, querido, pelas tuas palavras. Fico lisonjado. É, o Éder é total flex, eu acho. É, o Éder é total flex, eu acho. Boa teoria, é Éder de noite é Regiane. Pode ser, pode ser. Gostei da teoria. Pode ser, pode ser, mas o tio fica lisonjado. Obrigado mesmo, Éder. Todo carinho. Eu já li o e-mail. O Lelê tá ali chamando o aplicativo. E aí, Lelê, o que que tá vendo aí? Eu tava lendo o e-mail, cara. Ah, desculpa, Lelê. Traz pra nós então, Lelê. Fala pra ti.
tudo certo, aqui é o Fernando de novo. Ontem vocês leram o e-mail, nós lemos o e-mail aqui da mãe dele, psicóloga. Sim, que fez o estudo. 35 anos. Sobre a língua. Minha mãe adorou vocês terem citado o estudo dela. Um beijo pra tia, né? Só ficou chateada por causa da leitura. Ela entende, é humor, mas às vezes a importância da pesquisa passa batido. Sobre a crítica, a última frase foi só uma piada por eu ter usado uma forma... De novo, a leitura ficou ruim do e-mail, né?
Ele escreveu uma forma formal. Você tem que ajudar a audiência. Sobre a crítica, a última frase foi só uma piada por eu ter usado uma forma formal da língua portuguesa devido à minha graduação original. E Rafinha, eu não faço parkour. Ah, não? Faço tiro ao alvo e corrida. Quem faz? Porque trabalhando nas forças especiais... Trabalho nas forças especiais aqui nos Estados Unidos. É que tá trabalhando aqui. Não, ele ajuda o ouvinte.
Trabalhando nas forças especiais aqui nos Estados Unidos é preciso. Abraço, vida longa ao PB e mande um salve para a dona Rosana, que está sempre com vocês. Rosana nas alturas, né? É isso aí. Rosana nas alturas. Ele trabalha nas forças especiais americanas, faz tiro-alvo e corrida. Não faz parkour. Não. Segundo a informação que ele traz, não. Adams, tem o que para nós aí, garotão? Salve, PBs. Vai uma piada para o Adams ou para o Fanta Uva. O Fanta Uva foi exposto.
Foi o Vini, Marcelo. Por que falta uva? Foi o dia que ele falou que ele soltava a flatulência abrindo as nádegas. Ah, tá. Pra não dar barulho. Não, e isso acontecia muito quando ele tomava uma refrigerante. Tu sabe dessa, Jory? Mas aí o garotão não se ajuda, né? Ele tem um apelido, sabe o apelido? É espécie rara. Ah, é? Aham, tu sabe o que é? Por quê? Negrão de mão pequena. E o Vini ali, ó. Vai, uma sequência. Não tem como, né?
Aí ele disse... É o único que a gente conhece. Quando vocês estão com a mina, vocês não abrem as nádegas para soltar a flatulência, para não dar barulho. Aí ficou tudo doido para ele. Foi um silêncio. Não, eu só... Foi um silêncio e eu olhava e eu disse... Não, meu, negão, não. Para, meu. Morra, velho. Dá uma segurada, né? Então abre as nádegas. Dá o nosso Michael B. Jordan ali. Vamos lá. Michael B. Só. Três pintinhos morreram e foram para o céu. Ao chegar lá...
São Pedro informou o Joãozinho que somente tinha vaga pra dois. Os pintinhos resolvem então realizar uma corrida pra definir quem entraria no paraíso. São Pedro contou. Um, dois, três, vai! Lá foram os pintinhos. Dois pintinhos saíram com muita força, vigor, dispararam na frente. Tipo espermatozoides tirados. Exatamente. E conseguiram entrar no céu. O terceiro, mirradinho e fraquinho,
Acabou ficando de fora. Moral da história? Pinto mole e não entra. Oi, a viada e viada por Juliano Horbach. Eu tenho coincidente, coincidentemente, uma moral da história também pra trazer aqui pra vocês. Por favor, meu carinho. E essa aqui vai pegar muita gente aqui da mesa, hein? E muita gente da nossa audiência também. Então vai pegar geral. Geral, vai pegar geral. Vai pegar geral. Que nem um amigo nosso há uns anos atrás. É o Richard.
Richard de Canoas. Olha, viu? Estou enviando uma moral da história para o Fetter. Certa vez, um cãozinho estava sentado de costas para a linha do trem. De bobeira. Estava ali paradão. Sem querer, ele coloca o rabinho sobre o trilho. Quando vem o trem e... Arranca o rabo do cãozinho. Que nem se fazia com o rabo de cocker, lembra? Tu cortava o rabinho do cocker para ficar bem curtinho.
Antigamente fazia. O cãozinho ficou sem o rabo. Que, por sua vez, furioso, se vira pra morder o trem. E... O trem decepa a cabeça do cãozinho. Puxa vida! Que triste essa história! Puxa vida, que violento! Moral da história! Não perca a cabeça por causa de um rabo. Forte abraço!
Richard Dicanos. Realmente pegou geral isso aí. Pegou geral? Eu falei que ia pegar geral. Você já perdeu o que eu fiz por causa de um rabo, Rafinha? Ah, quando eu era mais jovem, né? Mais jovem, o cara se perde um pouco, né? Hoje em dia a maturidade em cima de tudo, né, Lili? Claro, a maturidade em cima de tudo. E tu já perdeu o rabo por causa de uma cabeça? Não, esse não, Jor, ainda bem. Ai, que loucura. Tem mais uma aqui, se vocês me permitirem. Alexandre, tu manda no programa.
Sobre a votação do craque do programa. É importante. Manda Maitê. Maitê de Caxias do Sul. Bonito nome. Difícil o que é? Não encontrar Maitê é um nome diferente. Caxias também. Deve ser uma gringa, né? Maitê é um nome bonito. Maitê é um nome bonito. E me lembra da Maitê Proença, que é uma querida. Ah, era aí que eu... Era isso, gatilho. Sobre a votação do craque do programa. Olá, guris, tudo bem? Pretinhos, quero começar dizendo.
que vocês são incríveis. Eu escuto vocês há muito tempo, com algumas paradas, mas vocês sempre estiveram presentes na minha vida. Minha filha, quando tinha uns três aninhos, repetia Rafa! Rafa! Com a voz do Fake Fatter. Cara, querido, que saudade do fake. Escuto vocês atualmente pelo podcast da Apple e já quis escrever sobre muitas coisas. Ouvindo o predinho do dia 12 de março, 18 horas, decidi escrever algo que já pensei há muito tempo.
Pararem de roubar na votação do craque do programa. É isso aí que nós estamos falando. Chega de votar por último ou então o meu voto era do fulano, mas agora vai para o ciclano. Vocês poderiam providenciar uma lousa mágica, tipo tablet de criança que escreve e apaga. E mostra o voto. E aí cada participante escreve o nome de quem quer votar e no momento da votação todos mostram ao mesmo tempo. Boa. O Gomes deu essa sugestão ontem ainda, eu acho, anteontem. Dei.
cada participante faz assim. No momento da votação, todos mostram ao mesmo tempo e assim não dá pra mudar. Não dá pra contar voto, não dá pra alterar, enfim. É o novo momento da votação. E vai parar com a injustiça de dizer que o Rafinha manipula. Até que enfim é alguém coerente que mandou um e-mail legal. Entendeu? Ele manipula? Manipula. Mas no verso da Lousa, vocês ainda colocam o nome do patrocinador do quadro. Olha que legal, hein? Tem que ser um ouvinte pra dar uma ideia boa. O que é que vocês acham da ideia?
Um grande abraço pra vocês. Obrigada por serem exatamente como são. E só pra não sair sem avacalhar... Ah, não posso. Não posso ler isso aqui. Detona quem? O... O... O Adams. Pode detonar, não tem problema. Eu só tô no curtido. Eu também. Vai, eu tô assim. É o quê? Eu achei que era eu já, né? Vai detonar mais que o teu cabelo agora? Desculpa? Teu cabelo tá um pouco... Tá detonado? Tá arrepiado. Parece a medusa. O que ela disse? Ela disse que tu não pode.
tem graça nenhuma e que tu não combina com o pretinho. Isso é bom, cara. Vai, isso é bom. Porque daí a gente ri um pouco também. Olha aqui o teu colega. Olha o teu colega. Qual é a minha resposta pra ela? Mas a gente ri disso. Quero saber a tua resposta pra ela. Quem define é a gente aqui internamente. Ah, foi grosseiro. Não. Não, eu não achei grosseiro. Eu achei que a gente define... O que eu penso? Eu achei legal. Pedi um lembrou.
Ninguém tem a obrigação de gostar de ninguém. Nem Jesus Cristo agradou todo mundo. Foi grosseiro, mas foi honesto. O Rafinha acabou de ler quatro palavras do cara folgando em mim.
Nem Jesus Cristo aguardou todo mundo, Adam. Mas é que ela tá no clima da brincadeira. Só pra não sair sem avacalhar. Aqui ela já pede uma licença pra brincar contigo, entendeu? Às vezes a leitura é dura, né? E outra, talvez nem seja tu, porque ela colocou Adams com N de nariz. Adams. Não, foi o Adams mesmo. Ela não sabe escrever e tá indicando pra gente escrever no quadro. Agora o Adams foi grosseiro. Talvez ela não saiba escrever o teu nome, porque talvez ela não tenha participado do Top of Mind.
Mas ela não saberia escrever Top of Mind. Por que que tu tá fazendo isso? Ela merece um amarelo. Não merece. Não merece. Não seria convite. Na terceira ele mereceu. Olha quem falando. PHD. Mas olha eu. Eu acredito que muitas pessoas devam confundir o sobrenome do Adams do M pro N. Bem tranquilo. Esse é o lado da força. Star Wars aqui. Não, não. É uma questão de grafia mesmo.
Eu acho difícil. Não, muita gente confunde. Eu gosto de café. É, muita. Tu é um exemplo de quem fala corretamente o meu sobrenome. Adams. Meu, ah, mas... Adams com M de mamada. Meu Deus do céu. Adam, um beijo. Um beijo pra ela. Um beijo pra Maitê. Obrigado, Maitê. A Maitê tá no clima do programa. É Adams com M de Maitê. Total. Isso. Ninguém é obrigado a gostar de alguém, né? Mas eu queria só avisar.
galera aí que me segue lá nas redes sociais, que ninguém é obrigado a não gostar. Eu segui Joris, né? É, é isso aí. Tu é dos que a gente menos gosta. Olha a tua roupa mesmo, Jori, pra galera... Jori vê. Jori vê. É isso aí. Vê de Vasconcelos. Não, vê de viado. Não, é que tem a galera de Santa também. Ele gosta, ele bota V, porque eu sou o quê? Sou viado, então vou botar Jori vê. Não, poderia ser. Não, poderia ser. Poderia ser do VAR.
Inclusive, eu queria dizer que eu... É, mas tu tava ensinuando nos últimos dias que o Jori vê, o Jori não vê. Era isso que tu tava ensinuando no programa.
Olha só, este lugar aqui, este fórum, não é para este tipo de assunto. A audiência de Santa Catarina, neste momento, de outros estados, é importante conhecer o Diário. Não, não, óbvio que sim, óbvio que sim. O Diário estava tentando trazer uma informação. Qual é a informação, Diário? Inclusive, o Petra tem tanta razão que eu abro as nádegas para peidar, né? Tu? Não, né, cara? Foi uma piada, né? Ah, porque o Pé disse que tu era viadinho, né?
Ah, foi uma ótima piada. Não, eu não falei, eu não falei, não, não. Já pode entrar no problema. E a minha brincadeira foi com o Lele e nem passa por ti. Eu gostei, ele já é dos nossos.
A piada ruim já pode entrar. Exato. É isso. É pré-requisito pra entrar no pretinho e não saber contar piada. É isso aí. Esse momento é isso aí. E assim nós vamos. Houve uma fase desse programa que todo mundo sabia contar piada. Quando? A fase atual... É, eu não lembro também, né? Todo mundo... Cara, o Potter era tão ruim que os caras criaram a vinheta pra ele. É isso. A piada do Potter. A piada do Ratinho no... Gol, gol, gol! Queimava...
A piada velha do Porã era a mesma coisa. Era porque ele não sabia contar. Então tem uma piada ruim pra contar.
antes dos classificados. Vamos ver, Alexandre. Mas antes eu vou ler o e-mail do ouvinte. O novo bordão do Feter, Gomes. Pretinhos, fica clara a sinalização do Feter ao adotar uma nova forma de despedida no programa. Ele está dando sinais sutis que vocês não estão percebendo. Ah, eu adoro esse bordão. Ele lembrou da seguinte piada. O nosso ouvinte. Um mineirinho chega numa padaria em Porto Alegre e diz
Aí o gaúcho no balcão da padaria solta um mas bate. Sandrinho, essa é a tua chance. Invista. Abraço a todos. Pede pro fake Júlio First ter um derrame mandando um livre da chinelã.
Tem que cuidar que esse trem entra pelo rabo dos cachorros, né? Ele detona com o rabo dos cachorros. É verdade. Ele tá quase latindo já. Pra quem é fã do Esquimó de Freezer, um abraço. Esquimó de Freezer deve ser tu também. Sim, né? Daí o cara foca nos caras. O peta de baleia de pelúcia. É, tudo. O Hot Wheels. Mas eu gosto desse programa. Onde todo mundo é detonado. Esse é legal. Mandou aqui o nosso usuário não identificado. Ah, não se identifica mesmo. Ah, tá bom. Obrigado.
aí, irmão. É o usuário. Dez minutos, onze minutos pra sete da noite, o Vini já apareceu na porta ali mais umas quatro vezes. Tá ansioso, né? Achando que ia entrar, não entrou. Que pena. Infelizmente, né? Tomara que tenha. Eu fiquei com pena de expulsar. Ah, mas é a expulsão mais rápida da história. Mas é que ele foi muito, muito petulante, né? Foi petulante. É que ele foi infeliz. Foi que nem o... Qual é o nome do jogador? Alan Patrick? Não. Não, não. Geralmente são expulsos os adversários.
O Barbosa. Barbosa. E a frieza do Daronco, hein? É. Impressionante. O Daronco, aliás, é muito frio, né? Ele é machão. É frio, muito frio. Toma cartão, seu marco. Dez minutos para sete, classificado. Eu só vou falar uma coisa antes. Este quadro está à venda. Este quadro está à venda. E nós temos para aquecer a venda dos classificados.
do Pretinho, uma promoção muito legal. Muito legal. Um desconto lindo pra quem quiser chegar agora e bancar essa cota dos classificados do Pretinho Básico. Me chama no direct. Boa tarde, pessoal. Venham por meio deste pedir ajuda pra vender o nosso xodó. Uma Frontier 2014. Manual. Top das galáxias. Ano 2014. Manual. Banco de couro. 4x4. A diesel. Direção hidráulica.
Tem dois manuals ela?
Manoel, tá escrito duas vezes em linhas diferentes. Ajuda o ouvinte. Exatamente, Otávio, ajuda. Lataria impecável, possui engate de reboque. O ouvinte mandou e meio que ele realmente entendeu que não tá bem mesmo. Possui engate de reboque usado ocasionalmente, muito bem cuidado. Veículo de procedência. Dá pra ver que tem procedência. Confiável, confortável pra lazer e trabalho. Sem nada a ser feito, é pegar e rodar. Sair no trânsito é bom, hein? Atualmente, 169 mil quilômetros.
169 mil. E cara, isso aí acaba pra milhão de quilômetros. A caminhonete tá em Santa Cruz do Sul. Estamos pedindo 82 mil reais. Mas se falar que ouviu no pretinho, rola desconto. Não aceitamos troca. Quanto tá pedindo? 82 mil reais. Ah, mas qual é o ano? 2014. Tem manual. Não aceitamos troca. Precisamos do dinheiro. Desde já grata.
O email é... Como R é dobrado? Porque fica Vendo Frontiers. Ah, entendi. Frontiers. Tá. RS é porque tá no Rio Grande do Sul. Não, não, não. Para lá. Aí tá de sacanagem comigo, né? Se sou eu que faço isso, tu ia fazer isso comigo. Ela podia tá rindo. Eu vou te explicar com toda a paciência. Não, toda a paciência.
modelo poderia ser o modelo RS mas tem Frontier RS? não tem ainda bem que não tem isso aí é uma Frontier Frontier isso aí ah meu Deus, rapidão já voltamos pra acabar o Pretinho Básico volta já agora na Atlântida memória de elefante até novembro de 2024
Havia mil duzentos e vinte e três patrimônios mundiais da Unesco. Os doze primeiros foram reconhecidos em mil novecentos e setenta e oito. E o primeiro lugar a ser listado foram as Ilhas Galápagos, que ficam na costa do Equador. Conheça o Elefante Letrado, a plataforma de leitura das melhores escolas do Brasil. Memória de elefante. Para mais curiosidades, acesse elefanteletrado.com.
Ponto BR. Sete horas da noite. Muito obrigado pela sua audiência. Você que cola o Vivo no Pretinho de segunda a sexta, uma e seis da tarde. E depois nos escuta em todas as plataformas de streaming de áudio. E nos assiste também no YouTube e no Spotify. Johnny, obrigado pela tua visita aí, mano. É uma honra nossa te ter aqui, cara. Vem sempre que quiser. Obrigado. Inclusive, hoje eu vou te colocar para participar da votação da escolha do crack de episódio.
Pode sair votando, por favor. Eu vou votar no Vini Mora. Vini Mora não pode ser votado.
Ele não estava aqui, né? Não, infelizmente o Manny Moura não pode ser votado. Aceito o argumento, mas o voto, infelizmente, foi indeferido. Foi indeferido? Foi. Putz. Tem outras quatro opções, cinco opções para votar. Eu vou votar no Rafinha, então. Você é fodido já. Por que, Jhonny? Não, não, não. Tu já falou que tu não ia fazer mais isso. Não tem que justificar. Eu posso justificar. Eu gostaria. Tá, ele pode justificar, então.
Eu acho que o Rafinha foi muito bem na hora do e-mail do carro ali, fazendo as perguntas, e me fez rir. Me arrancou um riso sincero.
Sério, quando ele perguntou do manual ali. Sério? Isso ele faz tão uma bobadice que ele faz todos os dias. Por que isso? Agora é ignorância. No voto do cara, tu faz ignorância comigo. É isso. O cara não pode me elogiar. Tá bom, Diori. Tá bem? Esse tá ok. A melhor comentarista de arbitragem é o Diori. É o único. Ele é monstro, algum ponto. Me diz outro. Queria discutir. Me diz outro comentarista de arbitragem. Eu só sigo o Diori. Fala de arbitragem. É um segue Diori, então.
Ele vai correr com o Kipchonga, o cara que vai vir correr aqui em Porto Alegre na New Balance 42. Não peguei a referência. Tem um queniano que é o maior corredor da história que se chama Eliud Kipchonga. E ele vai vir correr em Porto Alegre dia 12 de julho. E aí eu dei essa informação no Bola nas Costas e os guris deram uma folgada no Kipchonga. O nosso Rodrigo Fonseca ali. Kipchonga.
Foi esse cara que baixou de duas horas o tempo que tu falou, né? Ele é o Pelé da maratona. O primeiro cara que correu uma maratona menos de duas horas. Sabe qual é o apelido dele? Filho do Vento. Não, esse é o Euler. Então erramos. Euler. Eu lembrei agora do cara que te chamou. É o Euler de Euler. Lele, e aí? Cara, eu vou dar um voto hoje por leitura de jogo. Leu bem o jogo. Tomou amarelo no início. Cheio do... Aí viu o parceiro tomando amarelo.
Tomou a vermelha, ele puxou o freio. Puxou o freio. Afirma, é legal. Lelê é fodido. O que entende de rock, o Lelê? Que tinha que voltar com a tele-rock. Não tem vergonha, cara. Não tem vergonha disso, cara. O rock tá caindo de uma dura de novo, velho. Tem que voltar com a tele-rock. É, meu... O que que tu acha, Lelê? O que, cara? Voltar com a tele-rock. Meu Deus do céu, o Lelê nem ouvindo ele tá... E tu, Adams, a votar em quem?
Cara, por incrível que pareça, a gente tem que enaltecer quando o teu Walter Kahneman do programa toma um cartão com dois minutos
dar o jogo inteiro e não tomar o segundo. Meu voto é do Rafinha. Como tu tá bem, antes. Gostei do cabelo. Gostou? Chileira, né? Cada voto recebido... Um elogio dado. Cada voto recebido com honestidade é um elogio hipócrita. Claro que não. A ouvinte Maite deu uma armada. Nós temos que comprar as coisinhas, Carlos, e votar. Vai acabar essa palhaçada. Eu achei que o Rafinha ia meter parada assim. Tu nasceu pro PV. Pra ferrar o Maite.
Esqueci muita coisa na cabeça, né? Vai votar em quem? Eu vou votar em ti. Por quê? Porque eu achei muito corajoso expulsar um cara com 13 minutos de programa. E mais corajoso ainda é botar um cara na bancada que nunca fez um programa. Mas aí é feeling, né? Aí é feeling do... Eu vou votar em ti. Eu achei arriscado. Achei legal e arriscado. Os covardes da história não contam, né? Isso aí, John. E tu, Rafinha Menegazou, vai votar em quem? Eu sigo pensando.
Eu vou votar no Jory. Gostei da participação do Jory. Porque entrou no jogo. Entrou jogando. Entrou jogando na feira. Leve em meio, três perda de merda. E se manteve ali. Não, mas e assim, gente? Eu não sei contar piada. É difícil contar piada. Que homem é o Rafinha, né, cara? É, impressionante. O cara tão alto assim, né? Aham, garotão. Tá bom, vou votar no Jory também. Justamente porque entrou jogando como se já jogasse esse esporte. Parabéns, Jory. Obrigado.
se credenciar fortemente para integrante do Pretinho Básico. Que isso, hein? E o Léo de férias. Vai ser pauta na janta. E o Vini expulso. E o Vini fora já amanhã uma também. Imagina, Dior, se eu planto uma crise na tua casa, hein? Te convidando para vir para o Pretinho, mas tem que abrir mão de alguma coisa. Não dá mesmo. Se você é do casamento. Casamento não. A carga horária dá problema. Eu tive que sair de lá.
A crise não vai ser na minha casa. Sabe o que vai acontecer? Alguém vai falar. Vai ser na casa do Pedro Ernesto. Ou tu vai dizer assim, acho que eu vou ir pro PB. Alguém vai lá dizer, opa! A crise vai ser em Austin. Mas a coisa boa é ter bom jogador à disposição. É isso aí. Isso é importante. Exato. O importante é estar junto, estar jogando e quando o professor precisar ir, seja 2 minutos, seja 50 minutos,
Foi coisa boa, Jory. Muito obrigado, Jory. Até demais. Obrigado. Sete da noite. Aliás, sete e seis. Jory foi o craque do programa. O Jory Vasconcelos é o craque. Não, foi o Rafinha. O Rafinha recebeu três votos. O Jory recebeu dois e tu recebeu um. Quem é que votou no Jory? Eu e o Rafinha. O Rafinha votou no Jory um voto. Isso. Tu votou no Jory. Jory empatou com o Rafinha porque ele recebeu dois. O Rafinha recebeu três. Ele recebeu o voto do Jory, o voto do Lele e o voto do Adam.
Então vamos, vamos. Não interessa. O campeão do Jory Vasconcelos. Voltaremos. Mas daí é sacanagem.
Voltaremos amanhã, uma da tarde. Volte com a gente. Boa noite. Tchau.