Episódios de Pretinho Básico

Pretinho Básico | 16/03/2026 13h

16 de março de 202649min
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O maior podcast humorístico do Brasil. Elenco da rádio Atlântida repercute as maiores notícias do dia do jeito mais engraçado possível. Veja muito mais no YouTube 📺: @atlantida_TV e @PretinhoBasicoShorts

Assuntos5
  • Oscar e Prêmios de CinemaCerimônia em Hollywood · Filme 'A Gente Secreto' · Hollywood Boulevard · Teatro Chinês · Estrutura do evento
  • Aniversário The NewsCasal atropelado por barco pirata em jet ski · Tornozelo eletrônico em idoso sem pernas · Erro judicial e monitoramento
  • Efeméridas e EfeméridesFred Pereira (61 anos) · Júca de Oliveira (91 anos) · David Bowie (nascimento)
  • Cinema e SériesTaxa de patrocínio de 85 mil dólares · Custos de produção e cerimônia · Celebridades que recusaram · Kenny Rivers e outros
  • Produtos e Marcas (Bibs)Promoção de viagem de cruzeiro · Parceria com cinema · Histórico do produto · Experiência no cinema
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Olá, Alexandre Fetter. Olá, muito boa tarde, amigo e amiga ligados da Atlântida. Estamos chegando a uma hora e nove minutos com o Pretinho Básico deste início de semana. Fica a crítica aqui no meu uma hora e nove minutos. Tá, eu não acredito. Geralmente, quando eu apresento o meu programa há 18 anos aqui na rádio, chamado Discorama, o Pretinho começa uma e cinco, uma e seis. Tocaste uma musiquinha mais, te passou, né? Te passou. Boa tarde, Rafinha. Boa tarde, Alexandre.

Biscoito Zezé Carinho, que vem de família há 58 anos, abrindo a semana com o Pretinho Básico. Programa Futuro, mais uma parceria entre a Atitudes Educação e a Funda Cred. Dia 31 de março, inaugura Rodrigo Adams. Mais um grande Toque Stock... Perdão, Toque Stock, não. Mas não deixa de ser, né? É um Stock Center, mais um Stock Center em Porto Alegre.

Na Avenida Ipiranga. Pô, na Avenida Ipiranga, cinco minutinhos de carro. Uma barbada. Crédito consignado CLT é no Banrisul, Vini Moura. Bom início de semana, Alexandre. Bom início de semana pra ti também. Tá bonito, gosta desse estilo aí. Ah, valeu. Calça social e camiseta. Ah, valeu. Pra dentro da calça social. Isso aí. Com o cordãozinho de ouro pra fora da camiseta. Mas, né... Isso me pega. Poucos acessórios, mas certos. Exatamente, cara. Muito bem.

Boa tarde, Rafael Gomes. Muito boa tarde, Alexandre, meu expoente. Tudo bem contigo? Tudo de 100%. Que bom que eu sou teu expoente. Tudo ótimo. Tudo ótimo. Como é que é? Se tiver um expoente, é tu. Porra, obrigado. Tá 30 anos, 40 anos. 40 anos. Vamos começar uma ideia. O que é o cara? O cara não pode falar comigo. Primeiro das semanas, não pode falar da boa tarde. Eu também te admiro, Rafael. Não é isso. Parar com isso. Vamos focar na audiência.

elogio não vai pra ti. A gente tem que serguer. É isso, é claro que é isso. Eu entendo, porque eu recebo muito mais crítica do que elogio. Te elogio direto, mas quando o elogio não é pra ti. Acho que não, acho que tu tem exagerado em relação. Se eu dormir mal, dormir. Parece estar nauseado. Não, não, nauseado não, é só dormir mal. Tá precisando de alguma coisa, te ajuda. Tô precisando de uns 300 milhão de reais. Tá há 30 anos tu tá aí fazendo o melhor programa que tem.

É verdade, cara, mas eu só tô caidinho hoje um pouco, posso não? Quer deitar no colinho? Claro, tu daria, cara, mas não exatamente o teu.

Vamos dali nos destaques. Aê, meu irmão. Do pretinho básico para Olina. Há mais de 109 anos auxiliando na digestão e aliviando a prisão de ventre. Vai de Olina. Hoje, 16 de março de 2026. É dia do ouvidor. Olha aí. Seria a praia do ouvidor? Não, não. Ou seria a ouvidoria? Ou seria a ouvidoria? Ouvidoria. Tá bem. Ouvidoria.

É importante, cara, ouvir, né? É importante. É importante, cara, ouvir. Hoje em dia, ninguém mais quer ouvir. Todo mundo só quer falar e muita gente fala, fala, mas não tem nada a dizer. Mas é importante passar o número da ouvidoria e ele funcionar. Isso também é verdade. Fala no ar uma ouvidoria que tu tentou falar e não... Não, não vou expor aqui, porque são marcas. Atlântida. Ah, da Atlântida sempre atende, por incrível que pareça.

Cara, o ramal toca e a gente atende. A gente atende muito. A pessoa não acredita. É isso aí. Verdade. Aliás, vamos botar no ar o telefone aqui pra ver se ele toca. Se ele tocar, nós vamos atender. É muito legal.

O primeiro já... O telefone aqui da rádio é 26400 943. Isso aí. 26400 943. 51 é o código de aula. Já tá tocando aí, Rafinha. Tomara que venha numa vibe boa. Vai vir certo que vai vir, cara. Se for colorado, acho que não. Alô? Eu falo, né, cara? Era gremista, caiu.

É verdade. Vamos dar ali então, a gente ia fazer a ouvidoria, ia fazer a ouvidoria aqui neste momento, mas então não tendo ouvinte para nos fazer a ouvidoria, a gente vai ouvir Babi Bittencourt, que está nos Estados Unidos já de mala pronta para voltar para casa sem o Oscar, né Babi? Oi Babi, boa tarde. Oi Peter, boa tarde para todo mundo aí do estúdio, boa tarde também para quem está ligado com a gente na Rádio Atlântida agora, estou tomando meu pretinho básico aqui,

Boa! Em Hollywood!

quando o Cleber Mendonça Filho e o Wagner Moura se encontraram no Festival de Gramato. Então ele não vai voltar pra casa sem nada. Ele vai voltar, como a Kelly Matos disse, com o Kikito dele. Mas assim, muitas coisas aconteceram e o vencedor do Oscar, ontem, melhor ator, foi o Michael B. Jordan. E eu queria trazer uma notícia, trazer um destaque, oferecer um destaque pro produtor, o Rafa Gomes. Manda, ele vai querer. Tem uma hamburgueria aqui chamada In Out.

Acho que o Fetter conhece. Claro. Conhece também, que já morou aqui, um morador de Leda Califórnia. Aí acontece o seguinte.

hamburgueria, é bem famosa por aqui, eu e Kelly, a gente até foi, mas a gente não curtiu muito. E aí ontem, a gente, pra conseguir entrar no nosso hostel, o perímetro onde a gente tá aqui na Hollywood Boulevard, ele fica completamente fechado. E aí, a cada bloco, cada quarteirão, tem um segurança. E a gente tem que impedir pra cada segurança, implorar, explicar que a gente tá no hostel, hospedada dentro do perímetro que tá fechado pra cerimônia do Oscar, né? E aí ontem, a gente tava ali, sei lá, meia-noite, um frio,

A gente implorando por seguranças. Eu e Kelly passamos pelo In-N-Out e falamos. Nossa, olha só, né? Nossa festa acho que vai ser aqui. Porque tem muitas festas glamurosas aqui em Hollywood. Vanity Fair, revistas americanas, enfim. Tem muita coisa acontecendo e eu brinquei com a Kelly. Nossa, nossa festa vai ser aqui. E a gente riu muito. Beleza. Chegamos do hostel e começaram as imagens do Michael Jordan. Comendo um hambúrguer no In-N-Out. Por pouquinho a gente não viu ele, imagina. Mas assim, é engraçado.

gente, foi muito legal essa experiência toda, tá? Toda cobertura a gente fez em Rede Underline Atlântida, GZH, TLTV. Foi muito especial estar aqui também acompanhando de pertinho. Não levamos o Oscar pro Brasil, mas a gente ganhou muito reconhecimento. O filme O Agente Secreto foi o mais assistido na categoria de melhor filme internacional, então pra gente isso já é um Oscar. E eu também quero agradecer uma marca que esteve comigo aqui durante esses dias, porque, né, Bips tem tudo a ver com cinema. E assim, eu já

todos os meus, tá? Vou distribuindo pra todo mundo. Mas eu quero lembrar pra galera que nessa Páscoa, se tu comprar Negbauer, tu pode concorrer a uma viagem de cruzeiro pra Maceió. Então a galera que tá ligadinha aí e quiser também concorrer, compra Bibs, compra Negbauer, vai no cinema. Vão no cinema e façam essa experiência de comer um Bibs dentro do cinema, porque é uma delícia. É isso. Eu fico por aqui. Teve um tempo que o slogan do Bibs era no escurinho do cinema. Olha aí. Perfeito. E eu sou do tempo que o Bibs

Vinha numa caixinha retangular de papelão. Lá dos anos, final dos anos 70 e início dos anos 80, o Bibis vinha numa caixinha de papelão. Os Theater Box. Maravilhoso. Cara, e olha esse cenário que tá, Babi. Parece inteligência. Tá lindo, né? Posso mostrar uma coisa pra vocês? Entra aqui. Claro, Babi. Olha só. Aqui, ó. Não sei se a Kelly consegue mostrar ali. É o Roosevelt Hotel. Que é aquele hotel que eu falei pra vocês, que aconteceu a primeira cerimônia do Oscar lá em 1929. E ele ainda existe.

E pra cá, eu vou mostrar também agora, que ali é Hollywood Boulevard. Aqui, ó, essa aqui é outra rua já, mas aqui pra cá, pra esse lado direito, é a Hollywood Boulevard, que é onde tá fechado, então desmontando toda a estrutura do Oscar, tá vendo? E lá no cantinho tem o Teatro Chinês, que também é bem emblemático pra história do Oscar, porque ele foi... Não é possível.

Inacreditável. Mas ali também aconteceu várias edições do Oscar. Então, essa rua Hollywood Boulevard, que hoje também acontece, né? O teatro é nessa rua mesmo, o Dolby ali. É muito emblemático pra história do Oscar. E eu tô fazendo as entradas daqui. A gente tá num café aqui. Então, a gente já consegue mostrar um pouquinho também pra vocês, ó. Vale o comentário. Olha ali, ó. Ali, agora pra galera que tá na rádio, a gente tá mostrando o caminhão da ABC, tá? Que é tipo um jornal do almoço daqui.

legal que eu posso contar no pretinho também, é que eles nos ajudaram com a luz. Olha só, olha o equipamento que a gente tá, gente. Por isso que a luz tá tão boa, hein? Imagina que tá tão boa. Ah, que legal. É uma luz gigantesca. A gente faz amizade com eles aqui, os repórteres. É a imprensa corporativa. É a imprensa. Ô, Babi, eu queria dizer que vale um elogio também a qualidade da nossa câmera woman. Maravilhosa, né? Porque ela tem toda a noção total. Agora você perdeu um pouquinho.

Eu fico muito emocionada, né? O Pretinho Básico, pra mim, é o grande Oscar da minha vida. Eu tô tentando me esforçar aqui pra entregar uma fotografia desse cinema. Mas entregou muito bem, Kelly. Foi o que a gente falou aqui. A gente entregou muito bem a fotografia.

Pratinho Básico, aqui na Hollywood Boulevard, com o apoio da ABC, né? Vou dar crédito para os nossos amigos gringos aqui, que permitiram. Nos deram luz, nos deram o link, né? Como que chama isso? Aquele link é o... Como que chama, Fetter? Não sei, o uplink? Do Hello Musk lá, o Starlink. Ah, o Starlink. Internet por Starlink. Não, mas aquele Mates é um absurdo, gente. Ela faz absolutamente tudo o que tu der na mão dela. E eles têm a antena, eles têm a recepção do sinal no carro, né? No carro, é isso. Isso, isso.

Inclusive, eu ia entrar ao vivo de dentro do carro, tá? Que legal. Vou contar o bastidor. Só que eles estão ali trabalhando, enfim, eles pediram pra gente esperar um pouquinho, então depois eu vou gravar um vídeo pras redes sociais da Atlântida. Muito legal. É, dá uma segurada, dá uma segurada. Tá se passando já, sabe? Vamos pedir pro pessoal da IBC arrumar a internet do porão, Babi. Pode deixar, eu vou mandar esse recado pra galera e a gente vai arrumar a internet do porão junto com a IBC aqui.

Babi, quando é que tu volta, Babi? Tem o pessoal nervoso aqui querendo saber. Eu sei, querida. Ainda mais que o Michael B. Jordan tá andando nas hamburguerias por aí.

Ainda não sabemos a boca. Eu nem gosto do Michael B. Jordan. Posso contar uma coisa, Fé? Pode, claro, Kelly. Cara, a Babi... Não, amiga, não me filma. Não, não, não. Filma, filma sim. Aí, aí, filma sim. Deu show, deu show. Em todos os lugares em que a gente vai, eles são sempre muito simpáticos com todos nós. Mas as tatuagens da Babi, elas são um acontecimento. Aí, Viní. Que legal isso. Do Museu da Academia. Eu não tô ouvindo vocês, tá? Mas no Museu da Academia, aos cafés, onde a gente tá, eles falam...

O Nice Tattoo, e teve um dos, acho que era no museu, ele falou, I understand, you know, the dragon and the fire. É uma coisa assim. E vai tá cantado, hein? I understand, the fire, the dragon. Vini tá tendo um treco agora. The house is down. Deixa a Vini. I am single. Pode deixar aqui, ó. Tomar a bola nos costos, vai convidado. Eu vou te entregar também. Muito bom. Eu vou entregar a Kelly Matos também, gente, porque a Kelly Matos, a gente conseguiu as coisas com a ABC, porque falaram que a Kelly Matos merece, porque ela é muito bonita.

Estivemos muito bem representados com as gurias no Oscar 2026. Muito obrigado, Babi. Muito obrigado, Kelly. Vocês são simplesmente demais. Beijo para vocês. Lamenta com vocês. Até depois. Tchau, tchau. Até.

A nova geração da rádio. É verdade, eu, a Babi... Tu não é nova geração, cara. Tu já é veterano. Eu já estou me reinventando. Ok, mas nova geração tu não é. É, eu vou fazer 50. Eu vou fazer 50, né, cara? A aura dele foi baixando. Mas, mas... Fale a ressalva. Tu vai fazer 50, mas eu te vejo com 30 e poucos. Quase é linda. É isso aí. E sabe o que é isso? O que é isso? A rádio. A rádio, é claro.

Tem mais idade pra fazer loucurinha na móvel, né? Não, isso não, né, Vini? Ah, isso não. Na móvel da ABC. Vamos dar aqui no Petinho Básico. Já falei que os destaques estão rolando para Olina. Há mais de 109 anos, auxiliando na digestão e aliviando a prisão de ventre. Vai de Olina. O Petinho Básico é a Mandy. Mandy é uma shih tzu de 4 aninhos, dos tutores Vera, Gabriel e Nauro. Mas cadê o bicho? Só tem um puff ali.

um troço? Não, aquilo ali parece o Floquinho, olha. O cachorro de cebolinha. Aliás, o Floquinho e o cachorro de cebolinha é um shih tzu, não é? Acho que é. Os cabelinhos iguais do cachorro e do dono ali, tu viu? Aquilo ali com ela no colo é o Nauro, certamente. Não seria o Gabriel. Não seria. Gabriel deve ser o filho. Exato. Muito bem. Abraço pra Mandy. Lembrei daquela música do Barry Manilo. Mandy. Eu gosto. Canta um pedacinho só. Oh, Mandy.

Mais um creche aqui, o nosso pequeno. É bom, mil e vanilha, né? Mil e vanilha não é isso, cara. Coque Samurai. 20 aniversariante é a Taline Azevedo. Taline Azevedo é motorista de aplicativo de canoas fazendo quaraquacua. 44. Muito bem, Taline Azevedo. Parabéns, saúde e prosperidade. Nosso integrante de canoas,

Canoas aqui não tá hoje, né? Cadê o Lelé? Não, não, ele tinha um compromisso hoje. Ele a seis estará aqui. O compromisso não é a rádio? Não, ele é, mas eu vou jogando a escala. Nós temos cinco integrantes do Pretinho. A gente aqui, a gente trabalha pra adequar as necessidades dos colaboradores, dos colegas, a nossa, entendeu? Então, já que estamos em cinco na mesa e o Lelé tinha um compromisso, vai pro teu compromisso. Eu tinha um compromisso e aí eu não viria no programa assim como eu não vi no Descorama e falei

Gomes, Gomes, me liberei, vou conseguir ir. Sai de... O nosso programa tá em boa. Quando tu te liberou, eu liberei o Lele. Isso aí, tá certo, cara. É assim que é. Olha, rolou. Não ia rolar aquela folga, rolou. Vai. A gestão maternal, né, Rafinha? Boa, mãe. Tá certo, Alexandre. Tá bem. Aniversariantes famosos, começando com o nosso amigo Fred Chernobyl. Olha aí. Guitarrista da comunidade ninjitsu, fazendo 51 hoje. Foto de ontem. Grande Fred, abraço, mano.

ontem, é mesmo? São Petros. Com o Lelê. Exatamente. Muito bom. O nosso querido Fred Chernobyl, já falei, Cristiane Pelagio, jornalista. Fazendo 55 anos, ex-apresentadora do Jornal da Globo. Exatamente. Onde é que ela está hoje? Globo News? Está ali na tela. Ela está em 55 anos. Achei bastante indelicado da tua parte. Tu falou que a grosseria está liberada no programa. É, falei também.

Tá cocodinho, é? Quer fazer grosseria? Quer fazer grosseria? Que baita pente, legrão! O Inter já tinha feito a cagada, aí elogiaram as tatuagens... Uma mulher bonita chama atenção em qualquer lugar do mundo. E outra, enquanto estiverem elogiando, estiverem elogiando e não... Assediando? Assediando, tá tudo certo. Tudo liberado.

na calife de pp

Foi, né? Ice Blue dos Racionais, fazendo 57 hoje. Pô, esse aí é frasta. Branco Melo. Meus ovos. Dos Titãs. Branco Melo, meus ovos, do Titãs, fazendo hoje 61 anos, baixista e um dos fundadores dos Titãs. Ele também tá passando um perrengue de saúde, né? Passou, teve um lance na garganta, mas não sei se... Acho que já tá melhor. Não, não, não.

O lance dele foi bem forte. É um câncer, é um tumor, ele retirou. Tanto que quando teve a reunião dos Titãs, os caras de maneira assim, olha... Ali tu vê que é a diferença dos caras que são maduros mesmo, que tiraram toda... Como é que eu posso dizer? Cara, eles foram totalmente humildes. Vim todo mundo pra trás, sabendo que o cara tá cheio de problemas de voz mesmo. A voz dele sai assim hoje, né? E o Veloc também superou um câncer. E a turma veio e abraçou.

Ouvido de ego total o momento. Foi muito bonito. A maturidade, né? Exatamente. Juca de Oliveira, o ator Juca de Oliveira fazendo 91 anos hoje. Pô, gigante o Juca de Oliveira. Gigante. Pá, agora me pegou. Jerry Lewis. Comediante, roteirista americano. Um dos maiores. Um dos maiores. Faria 100 anos hoje. Pereceu em 2017. Maior influência do Jim Carrey. É verdade.

Esse é o cara de humor físico, humor visual, né? É um bom comediante. Cara, esse cara aí praticamente foi a minha babá eletrônica, da infância até adolescência. Tem um número dele que é maravilhoso, que é ele tocando guitarra com uma banda. Não lembro o nome do filme agora, desculpa a falha, mas assim... É maravilhoso, porque ele não toca nada, ele só fica dançando, aí quando ele vai tocar... Rap Guitar, o nome do filme. Isso, é.

Vem com a sua mãe. Ah, que isso? Não, desculpa. Não, isso aí vem da alma. Eu acho legal.

Eu acho legal. Esse aí vem da alma. Tá na Netflix, desculpa. Fim com a tua mãe. Fim com a tua mãe. Não, eu gosto disso. Eu gosto que eu faria a mesma coisa. Eu faria a mesma coisa. Não, mas liberou, liberou. Me desculpa, eu botei pra fora. Hoje eu botei pra fora. Não, tá bom. Mas não é nada contigo. Não, eu sei. E nem com a minha mãe. É, nada. Muito mesmo. The Guitar Rap. Procura. Irado esse filme. Não, é Happy Gilman. Não, não. Acabou de mudar o nome. Tem um outro também sensacional. Tu falou outro nome.

Tem outro, Adam, sensacional, que é Bancando a Ama Seca, que ele é babá de cinco bebês ao mesmo tempo. Cara, é maravilhoso. Jerry Lewis, cara. Que espetáculo. Muito bom, muito bom. Agora é bom. Agora entramos nos distantes do Pletinho Vasco. Primeiro a Babi já furou direto de Los Angeles. Michael B. Jordan celebra a vitória do Oscar em um fast food.

porque chega a ser surreal o que aconteceu, porque o Oscar de melhor ator, melhor atriz e melhor filme são os três maiores Oscars ano a ano. Então fica todo mundo na expectativa pra ver o que o protagonista, o diretor, vencedor do Oscar vai fazer, porque as cenas sempre viralizam deles carregando o Oscar em lugares aleatórios. Ano passado a gente falou da Fernanda Montenegro com um globo de ouro no aeroporto, lembra? O cara perguntou pra ela, ah, o que que tu tem aí na mala? Ela, não, eu tenho um globo de ouro, tu não vai acreditar.

porque ele fica do outro lado da rua da Hollywood. Quem é que vai vir esse ano? Então, todo ano, alguém aleatório passa por lá. É um diretor, um produtor. Então, ele sempre fica com uma expectativa. Mas um melhor ator não é muito comum. Então, é justamente por isso que a Babi salientou, porque as imagens são muito impactantes. Porque o Michael B. Jordan, além dele ter sido um vencedor do Oscar, ele cita todos os atores negros que vieram antes dele na ordem que já haviam vencido os Oscars. Tu tem os atores? São poucos, né?

É o Jamie Foxx, é o Will Smith, o Daniel Washington, ele tá faltando alguém que não lembra. Só pra lembrar, né? E ele citou a atriz falecida também, que ganhou em 2002, cara. Então, e além disso, ele também tem uma representatividade, não só na comunidade negra, mas nas camadas mais populares. Cara, parece que tá no 1.5 a tua fala. Mais populares do... É que eu tava no 05 na festa, então acelerei hoje. Por você, né? Tem um e-mail falando sobre isso. Não, não, mas daqui a pouco a gente chega lá nesse e-mail aí.

representa não só a comunidade negra dos Estados Unidos, mas também a camada mais popular. Então chega a ser simbólico o fato dele ter vencido um Oscar e ele ter ido numa hamburgueria, que é o In-N-Out, comum. Uma hamburgueria do norte-americano raiz, digamos assim. Tipo o Ed Sheeran que foi comemorar o aniversário na Pizza Hut. Exatamente, aqui em Porto Alegre. É a Hail Berry que ele tava falando dela. Antes de saber que era essa hamburgueria, eu pensei até que pudesse ser uma publi.

Não é, não é. E ele pediu um hambúrguer e um milkshake. Ah, irado, cara. Eu tava com muita fome. Irado, clássico.

E aí o bastidor dele disse que ele queria ir jantar e nós queríamos levar ele. E aí ele disse, cara, vai demorar muito. Vamos ali no In and Out, que era o que eu comia com a minha mãe quando eu era mais novo. Então não tem nada. Ele até brinca quando ele ganha o Oscar. Mãe! A primeira coisa que ele diz, oi mãe, eu tô aqui. Porque é simbólico. Pô, o cara tá ali, então ele valorizou. Ele agradece o pai dele, o pai dele é de gana.

Isso aí. Então ele disse que eles comemoravam as coisas na família dele indo no In and Out.

forte pra eles assim, ó, hoje podemos. E ele falou, cara, eu ganhei um Oscar. Nada mais justo. Eu vou ali. É, boa. Muito legal. Baita destaque. Que irado. Casal é atropelado por barco pirata enquanto namorava no jet ski. Ah, mas aí é bem feito. Balneário Camboriú. Ah, pegou mais cuna. O cara não tá vindo o barco. Vindo, acelera a merda do jet ski. É mais ou menos isso, rapaz. E aí tu tá no canal do barco. É só tu sair daí, cara. Cara, tu resumiu. Foi a mesma coisa que eu pensei.

Resumiu a notícia, porque o barco pirata, ele tem um trajeto. Claro, é o canal, né? Justamente porque ele não pode sair muito dali, porque pode bater numa pedra, pode ser muito raso. Pode encalhar. Então, todo mundo que anda ali pelo mar de Balneário Camboriú sabe qual é o trajeto do barco. Nesse trajeto aqui, cara, não fica, não pode surfar, não pode fazer stand-up paddle, não pode andar de jet-ski, porque tu pode ser atropelado pelo barco.

E nesse caso, o barco pirata, ele é gigantesco. Não, cara, ele dá tempo. Fala sonzeira com ele. É barulheira, já. É isso aí.

É isso aí, é isso aí. Os caras têm uma raiva lá em cima. E aí tinha um casal ali, esse jet ski é alugado, eles haviam alugado pra passear no mar de Balneário Camboriú. E o casal... Pelo menos vai ser inesquecível, né? Vai. Cara, sabe-se lá o que estava fazendo o casal, porque a imagem, ela é de longe. Não dá pra ver, dá pra ver que o casal tá distraído. Mas, pô, é um barco gigantesco fazendo uma barulheira, onde as pessoas que estão na beira, as pessoas que estão longe, elas viram o barco se aproximando. Então o casal... Aí merece ficar ela e do maior...

que tinha seguro. Tava tudo certo. O cara foi ratão e deixou o barco... O casal passa bem? Passa bem. O cara é pirata agora, tem perna de pau. A propósito... Próximo destaque. Justiça manda colocar tornozeleira eletrônica em idoso que não tem as pernas. Ah, mas daí complica, né? Mas aí põe no cotoco. O senhor de 68 anos... Faz assim, ó, tio. Não, mas coloca no cotoco. Ele foi sentenciado por homicídio

Bozo depois de 10 anos. Só que nesses 10 anos, ele acabou tendo as suas pernas amputadas. E aí, justamente por ter uma condição de saúde debilitada, a justiça de Santa Catarina decidiu que ele podia ter a liberdade provisória, né? Que é quando tem monitorado, justamente por ser um idoso que tem condições de saúde. E acabou acontecendo um erro que não viram qual era o problema de saúde que o idoso tinha. Não perceberam que ele não tinha as pernas amputadas e sentenciaram.

Colocar uma tornozeleira eletrônica nele. E aí quando foram colocar, descobriram que ele não tinha as pernas. Aí retornaram, olha, não tem como colocar as pernas. Ô tio, tá faltando uma parada aqui. Não tem o que fazer. Então, nesse momento, a justiça liberou ele da tornozeleira eletrônica. Mas é uma munhequeira eletrônica. Mas ele continuará sendo monitorado. Ah, que merda. Mas também, né? Bom, vai, vai, termina. Não, eu gostaria de ouvir. Não, mas não tem nada. É só um tipo... Balão vazio. É.

É isso aí, né? É pra participar. É tipo, a vida é complicada. Ele tinha que ter um comentário, daí ele meteu isso aí. Tu? Não. É o louquinho, aquele que quer estar junto. 26 minutos pras duas da tarde. Vamos dar uma girada na mesa aí. Foram estes os destaques do Pretinho Básico. Um abraço pro nosso querido Gordo Léo, que está em férias na beira da praia, em Fortaleza, feliz da vida, tomando uma caipira e salgando lombo.

Que lombo. Aproveita aí, parceiro. Manda pra nós uma aí, Rafinha. Ah, a gente tá falando de Oscar, vou trazer um e-mail sobre isso lá de Hollywood. Tu fica à vontade, Rafinha. Maravilha. O material é teu. Denzel Washington foi indicado pra cravar sua marca na Calçada da Fama em 2018, mas nunca marcou a cerimônia. Gostaria de compartilhar essa informação pra pautar o programa. Ou no programa. A Calçada da Fama de Hollywood cobra uma taxa de patrocínio de 85 mil dólares. Cerca de 480 mil atualmente do artista.

Aí dá pra entender porque o Denzel não quis. Ah, ele não tem. Sem esse pagamento mesmo selecionado, a estrela não é colocada. Por isso, muitos atores respeitados e vistos como bons moços ou discretos, como Leonardo DiCaprio, Denzel Washington, Kenny Rivers e outros grandes nomes, nunca aceitaram ou agendaram a homenagem. Quem é o terceiro? A homenagem, Denzel Washington. Não, o terceiro. É, Kenny Rivers. O Keanu Reeves.

Eu não sei se é Keanu, eu sempre ouvi... Não, não, só um pouquinho. Keanu Reeves. Só um pouquinho. Keanu? Keanu. Ah, Keanu. Isso. Eu chamo de Keanu Reeves. O mundo inteiro chama ele de Keanu Reeves. Cada um tem a sua personalidade. O Ethan não é o duolingo do programa? O cara é o protagonista do Matrix, o John Wick. Como é que é? É o duolingo do programa. Ele também tá num dos filmes mais importantes da tua vida. Caçadores de emoção.

Caçadores de emoção. Que tem o Anthony Kidds nesse filme. Também. Falecido há alguns anos.

Antônio Kidd. A grande atuação do Antônio Kidd tomou um tiro no pé e deu. Legal é o Santoro nas Panteras, que ele tá sentado na prancha e não dá uma palavra e vai embora. Tá, mas bicho de sete cabeças é foda. Não, mas é um filme brasileiro, né? E 300 também. E o Antônio Kidd é músico, o negócio dele é músico, não é atuar. Fala 300, fala 300. Nunca aceitaram agendar a homenagem em vida, preferindo que seu trabalho fale por si sem pagar por uma placa na calçada?

Em contrapartida, muitas homenagens póstumas ocorrem por pedido da família que paga e organiza a cerimônia após a morte do artista.

Meu vizinho, Rafinha Menegaz. Olha aí. Sou o ouvinte Peter, de San Clemente Park, baita cidade. Que legal. Ficar ao lado ali de Santa Mônica, onde tem Trestles. A gente não gosta de ser mandado. Eu moro no meu condomínio que tu, aqui na... O Peter? No Viamão? Não, ele mora no condomínio que eu morei lá nos Estados Unidos. Ah, tá. Ele é meu vizinho da Califórnia. Qual é o condomínio? Qual é o meu nome? Oi, House. O cara pegou qualquer palavra.

E o endereço, assim, rapidinho. Qual é o nome da rua? Na Teen Street, que desce bem na beira da praia.

E existe, e existe. Tu é um ananá americano, é sério. Vamos ver, Adam, salva. Fala, pretalhada, tudo certo? Aqui é o Douglas, de Gravataí. Sobre a criança que se identifica como raposa. Ah, é, eu li o e-mail. Eu li esse e-mail. A coleguinha do colégio falou que tem uma amiguinha que disse, ah, eu tenho uma colega minha que se identifica como raposa. Ah, não. Pois bem.

Quando eu era criança, eu me identificava como Power Ranger azul. Ah, não, mas tá. Ah, tá. Mas é um super-heróizinho. Não, não, mas toda criança acha que é o Homem-Aranha. Quem tu achava que era, Vini? O Homem-Aranha. Não, mas tem alguma coisa errada. Por quê? Não, não sei. Tu nunca falou do Homem-Aranha? Eu tenho uma tatuagem de aranha na pele. Não! Do Miranha? Não, do Homem-Aranha não. De aranha. Tem uma tatuagem do Homem-Aranha. Perto da Batcaverna.

Eu quero ver a tua aranha. Qual aranha que tu tatuou? É uma tarantula. Afirma o que, cara? O cara não pode ter uma tatuagem agora. Tarantula é de majão. Tu quer ver mesmo? Eu quero ver. Eu adoraria ver, porque eu nunca vi. Achei interessante uma tatuagem de aranha. Porra, que a puta. É grande essa aranha? É peluda? Bonita a tatuagem. Na coxa, né? Na coxa. Deve doer na coxa, né? Pior que dói mesmo.

Vamos fazer um titio. Tá concluindo, então, Adam. Pode dar um tapa nesse ar. O que é isso aqui? Vegetta. Vegeta. Pô, Dragon Ball, velho. Ah, não. Tem que saber o Dragon Ball. Tem que saber. Tem que saber o Dragon Ball. Só tu sabe o que é Dragon Ball. Não, não. O legal é ter um surfzinho. É, ter um surf. Não, não. Não, é ruim. Dragon Ball é massa. Não, Dragon Ball é irado, claro. Muito legal. Ah, tá tudo. Essa geração dá muito pra aqui.

Cara, Rafinha, tu tem que parar de achar que é legal só o que tu gosta, velho. Não, eu só falei que isso é tentar.

Dragon Ball é também. As outras coisas podem ser legais e tu não gostar. Batman é legal, um monte de coisa legal. Power Rangers. Tá, mas Batman é da tua geração que é apaixonada por Batman. Muito antes, desculpa, é muito antes. Pokémon tu não curte então, nem pensar. Não, não. Angry Birds. Não gosta. Não, era legalzinho. Caverna Dragão, legal. Tá, e por que o Dragon Ball não pode ser legal? O negócio é um sucesso mundial. Por que o Dragon Ball é ruim? Daí tem muita coisa que é sucesso mundial, é uma merda. City Trance. Tipo.

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Não é do Adam, é dele que não fala. Não, eu não. Tamo junto, Pretinhos. Pede pro mestre perguntar pro Féter. Fala, fala. Se ele quer levar uma... Féter, tu quer tomar uma filocada, Justin? Obrigado. Abraços. Até o ouvinte. Os caras vão dar na tua cara. Os ouvintes tão te mandando tomar uma filocada. Eu te avisei. E tu, Vini, tem o que aí, Tarântula? Eu tenho uma piada. Tarântula na coxa. Tarântula na coxa. É, sair nos fegotes. O que que é? Não, é legal. É diferente.

Eu acho que tinha que vir fantasiado a ciência. Tu fez essa... Desculpa, é que eu gosto de tatuagem também. Tenho umas 40 tatuagens pelo corpo. Eu gostaria de saber. Conta pra nós. Uma por uma. Life is a gift. Só um pouquinho não. É nosso. Deixa ele. Se não quiser tomar uma biaba do lado dele. Ah, eu quero. Eu sei. A tarântula tu tatuou depois da Babi ou antes? Foi... Não, depois. Depois. Depois, depois, depois. Tá, tá.

Eu posso fazer uma pergunta? Claro. Já tá, virou. Não. É assim, não. É que tu falou do Homem-Aranha. Tu nunca comentou pra nós na redação que tu adorava o Homem-Aranha. Agora... Não, é sério. O porquê, assim, de uma aranha na coxa... Não, o lugar não importa porque isso é muito específico. Mas a aranha, assim... Aranha é bem específico. O que significa aranha na tua vida? O cara, é que eu gosto... Fica a coisa que ele mais gosta.

Eu gosto do Homem-Aranha. Tá. E eu queria de alguma forma... É a tarantula do Homem-Aranha. Só que eu não iria tatuar o...

Porque não é minha vibe. Eu não gosto de tatuar um personagem no corpo. Então o significado tá aí. Tá ótimo. E outra coisa, tatuagem é um troço muito pessoal. Muito, muito, muito pessoal. Qual é a tua tatuagem mais legal, Alexandre? A mais legal? Uma tatuagem. É difícil, cara. Sei lá. Eu gosto muito de uma que eu fiz que o meu filho desenhou. Quando ele era criança, assim, bem novinho. E ele tinha lá a turma dos companheiros.

um monte de cachorrinho de pelúcia, que ele não largava os cachorrinhos. Daí ele desenhou uma vez num papel, e eu falei, pá, um dia eu vou tatuar isso aqui. E aí eu tenho um pastor e tatuei. Acho que essa é a mais legal, acho que eu mais gosto. Ou pelo menos tem o mais apelo sentimental. Não, às vezes tem gente que fala da tatuagem da pessoa antes de saber o que significa. Não, é muito bom, o cara dá um clima de merda. O que é essa cobra que tu tem tatuado? Uma cobra mordeu, minha mãe morreu. Eu deixei aqui essa tatuagem,

Pra nunca esquecer. Pra nunca esquecer dos perigos da vida. Como a minha mãe morreu. E o cara vai murchando. É, nunca fala da tatuagem da pessoa sem saber. Só da do Taquari, quando a gente encontra ele. Ah, não, Taquari é foda. Ah, ele tapou, velho. É, que é um erro, né? Depois que fez, tinha que manter. Mantém fotos, seus problemas. Segurando o biruleiro. Tu vai querer botar uma problema. Vamos dar-lhe a piada aqui, Alexandre.

Porque é o seguinte. A gente sai sorrindo hoje. É uma piada. O Pato... O Pato que interrompe?

Não, é o que interrompe, mas ele segue. O pato deu um choque. O pato fez uma sirene. É que o pato, ele seguiu a vida. Ele não tá sempre interrompendo. Sim, sim, ele não é específico interromper. Exatamente. E aí ele foi no restaurante. Ele entrou no restaurante e falou. Tem pão? E aí o garçom falou. Não. Aí no dia seguinte, o pato voltou lá no mesmo restaurante. Tem pão? Não, não tem pão. Aqui a gente não trabalha com pão. Aí no terceiro dia, chegou o pato.

abre a porta, dá uma bicada. Tem pão? E o dono diz, cara, se tu perguntar de novo, amanhã quando tu chegar aqui, eu vou pegar o teu bico e vou pregar ele na mesa. E o pato, pra que isso? Ficou o pato da mesa. Aí no dia seguinte, o cúmulo da indignação do pato. O pato perguntou, tem prego? E aí, porra, não! Que pão?

Boa. É uma adaptação, né? É uma adaptação. É uma piada antiga. É que não para de chegar a piada de pato para o Vinícius. Pato é muito bom, gostei do teu pato. As pessoas acharam um nicho muito especial. É o Jean Silveira Martins, motorista, caminhoneiro, mandou para a gente. 15 para as duas, o Pretinho no 0.5. Pretinho, sexta-feira vocês não estavam muito legais, né? Muito legal. Estou assistindo a live no sábado de manhã, direto aqui da Flórida, o Sunshine State, Rafinha.

E algumas coisas me chamaram a atenção. Parecia que o programa inteiro estava rodando em 0,5. No troste de velocidade do WhatsApp. No Instagram também tem, né? 0,5, 1,5, 2, enfim. Bocejos, olhos pesados, respostas lentas. Parecia aquele momento depois do almoço de domingo, quando todo mundo se encosta no sofá e ninguém fala nada.

Vamos aos fatos.

Comercial do dia anterior. Muito suspeito. Vinícius Moura. Contando a piada do peido e do diabo. Rindo durante a história inteira. A expectativa foi lá em cima. Parecia que vinha uma pedrada histórica. E no final, era só uma pedrinha. Ah, mas é o programa de todo dia dele.

Vamos ver. Foi o melhor do programa. Talvez justamente porque tenha falado tão pouco. Mas tão pouco que quase foi uma atuação contemplativa. Ele deu uma bocejada uma hora no programa. Parecia o leão do filme. Foi o gênero. Quando o Alexandre falou, cara, foi o melhor. Quando ele falou, o Alexandre foi o melhor. Do meu lado ele queria ser o peitoral. Depois veio o tapão.

Peito de pão. Última frase vem ao encontro que tu acaba de falar sobre o Rafinha. Em alguns momentos achei que ele ia dormir. Feter, que normalmente é a energia em pessoa, pelo menos nos stories, treinando, tomando creatina e tudo mais, estava tão cansado que nem reagiu quando Rafinha chamou a Rodaica de delícia. De novo, né? Mais uma vez. Mais uma vez, anos depois.

Minha teoria é simples. Sexta-feira, seis da tarde, bateria de geral já tá no vermelho. Ou isso, ou alguém colocou calmante no chimarrão do estúdio. Brincadeiras à parte, sigam fazendo a alegria da galera todos os dias, mesmo no 0,5. Ainda é melhor que muita coisa que tem por aí. Abraço de um ouvinte de todos os dias, o Diego, direto aqui da Flórida.

A gente tem que pegar a erva que deixa pra frente. Acho que é isso que tá faltando. Vamos, vamos tomar um foguete. Paramos de beber a sexta, sexta, sexta, tarde. Paramos de beber. Paramos de beber. Estamos fazendo dieta. Tem que pegar a erva que te deixa pra frente. Tipo qual? A gente tem que parar de usar isso aí. Tem camomila pra fazer o chimarrão. Tem que ter o quê? Erva sativa. Ah, não, não. É natural, cara. Sim, é. Diz o que ele tá falando agora.

A moída da grossa. É natural mesmo. Exato. A esmulgada da grossa. Não tem vergonha? Lembrando que o consumo,

A comercialização, o que quer que seja sobre a maconha no Brasil é proibido. Quem tá falando que maconha, Alexandre? É proibido. Mas que maconha? Avisa a galera aí. Avisa a galera que é proibido. A gente tá falando de chimarrão. Ah, eu entendi que tu tava fazendo outra analogia. Não é a maconha? Nem tem essa capacidade. Tá chapado? Tem e-mail pra ti, Alexandre. Tem e-mail pra mim? Gostaria, vai.

batido pra todos. Veremos. Menos pra mim. No bebê das dezoito... No bebê! No dia doze, por volta das dezoito horas e vinte e quatro minutos, Fetter teve a grande ideia de abrir a aba de pesquisa do Insta e falar no microfone. Sugeriu pra todo mundo. Sim, claro. Acontece que ao listar a dele, ele falou futebol, carros, burgers e tal, e no final saiu um amargo hobby. Por que o Sr. Fetter teria pesquisado o perfil dessa baita gostosa?

Queria ver se ia rodar e que estivesse no programa. E pior que... E agora eu lembro. Fica aqui, eu registro. Ah, e manda um... Ah, vai te catar, Fetter. Abraço a todo especial pro Rafinha, que é o Tantã Maioral. Obrigado. Se o Willen gosta de Homem-Aranha, ele gosta da Alequina. É... Cada um com seu personagem. É... Vai tatuar a Alequina também? Não, não vou. E a Margot Robbie? Não, é aí que tá. De fato, na pesquisa, o que eu mais pesquiso é isso.

E aí o algoritmo fica me mandando. Mulheres loiras. Aí a Margot Robbie apareceu embaixo ali.

Casualmente. Aí eu optei por falar. Margot Robbie. Foi isso, cara. Arlequimba. Ela é a Mulher Maravilha? Não, ela é a Arlequina. Arlequina, gente. Ah, cara. Hoje tá difícil. Foi ela que disse algumas semanas atrás aí que o Wagner Moura é um pedaço de mau caminho. E daí ela falou assim, ó, aquele brinquinho na orelha. É. É, tu vê, né? Mas o Wagner Moura é casado. É, mas isso aí acaba com o casamento do cara. Tá muito moleque piranha, hein, meu? É muito moleque piranha.

Tá soltinho. É uma elegância. Aproveita de acabar. É hoje e deu. É mais dois dias, tem um dia de viagem. Agora é elegância. Claro que é. Tá bom. Posso botar uma piada antes do intervalo? Vai lá. É ruim. É ruim, é batida, é conhecida. Já fica com o dedo no espaço. É ruim, é batida, é conhecida. Todo mundo já ouviu em várias versões. Já peguei a tua. A versão agora...

O que é? E o que é que tu achou? É grossa? Fala pra nós, menino. Tu gosta, né? Bem macio. Te atirou, né? O nosso Michael B. Jordan aqui, tá demais hoje. Esse é o Michael B. Ele vai pros dois lados. Ai, cara. Acho que nem vou contar a piada, porque não vai ter como. Não vai ser melhor que isso. Matou a piada do cara agora. Ah, mas foi bom. Ai, cara. Show do intervalo, já voltamos.

O Cotinho Brasico volta já. Agora na Atlântida. Um copinho de 130 ml do sorvete Celato é vendido por 6.696 dólares em Tóquio. Sorvete feito com raras trufas brancas e borras de saquê é a sobremesa que vem com um queijo parmesão, uma folha de ouro e azeite trufado.

Quantos vai? Conheça o Elefante Letrado, a plataforma de leitura das melhores escolas do Brasil. Memória de Elefante. Para mais curiosidades. Acesse elefanteletrado.com.br. Dois minutos para as duas da tarde. Já voltamos com o Pretinho Básico para mais um pouquinho de Pretinho. Cadê o garotão? O garotão não voltou do intervalo. O garotão já na chegada. Ele vai abrir a porta. Se é que ele vai voltar. Se ele não voltar, já.

É, uma pena, né? Ah, que papelão. Vai ser a desculpa. Amarelinho, né, meu galo? Tu viu que eu tava numa reunião ali, desculpa. Vi, exato. Não, não, tu fez uma reunião durante o intervalo. Justamente por isso que eu te dei amarelo, porque o horário do intervalo não é hora de reunião. Nós estamos aqui debatendo pautas e tu lá fora em reunião. Tem razão. Merecido o cartão amarelo. Não quero ter razão. Muito pelo contrário. Então tu não tem razão.

Quero ser feliz. Mas vou te dar um toque, tá? O cara que não quer ter me convidado. Tu vai me dar um toque. Qual é o toque? Os caras têm espaçado isso aí por quê? Tomou amarelo. Faltando um minuto pra acabar o programa.

O programa? E azar. Bom, isso é verdade. Os caras têm entrada atrasado direto. E eu não falei isso propositalmente. Não, não, tô dizendo que tu fez proposital. Mas o cara fica relapso, entendeu? Tipo, ah, vou, né? O que é que eu vou? Vou tomar amarelo? Sim, que no máximo eu vou tomar amarelo. Vou seguir a vida. Ainda vão me vitimizar com isso. Tu tem a corneta. Vou trazer o meu público pro meu lado contra o âncora. É isso, é isso.

É que nem te perder em casa. É sempre ruim. Não, agora tu exagerou um pouco. Não! Agora pode sair.

Pode sair. É, tu conseguiu. Pode sair, porque aí me afetou também. Bem demais. Até que enfim, tava na hora. Aí, pode sair. Baita corneta. Tem que pegar esses colorados e tirar uma onda. Tá pedindo, né? Tá pedindo, ele tá pedindo. Tem um troço que parece que o Rafinha tá aqui, ó. Rafinha tá dentro de ti, né?

Boa tarde, vamos abrir a votação para o craque do episódio. Pode sair votando, Adams, engraçadinho. Eu vou votar em ti, Alexandre. Engraçada, Adams. Ah, não faz assim. Tá muito engraçada, Adams. Não faz assim, não é legal. Lembrando que quem tem telhado de vidro não pode jogar pedra no telhado dos outros. Verdade. Vota em ti, Alexandre. Obrigado, muito obrigado. Que isso, é só pelo intercetimento. É. Obrigado, obrigado. Vini, vai votar em quem, Vini? Vou votar na produção, né? Na produção. Claro.

Qual foi o highlight de hoje que te chamou a atenção? Cara, eu acho que... Não é proibido. Não é proibido, mas eu só gostaria de que ele justificasse. Como eu já fui produtor, Alexandre, eu sei que às vezes não é fácil... O produtor do quê? Produtor de rádio. Qual programa? Qual tu quer? Não. Acho que tu foi indelicado comigo agora. Não, foi não. Porque eu não tenho obrigação de saber a tua história. Não, já fui produtor na Rede Pampa, já fui produtor na Bandeirantes.

Qual programa tu apresentava lá? Qual que tu produziu? Na Grenal, na Rádio Pampa. Qual programa? O nome do programa que tu produziu? Ah, não lembro o nome do programa, Alexandre.

Eu produzia um programa e não lembra do nome. Não lembro, foram vários programas. Vários, mas inúmeros. Porque lá tu era meio produtor o dia inteiro, né? Certo. Estava um dia num horário, dia no outro. Em 1994, eu apresentava dois programas aqui na rádio. Não tem como não lembrar dos nomes. Mas porque Atlântida é a rádio da nossa vida, né? É, agora vem uma invertida. Que invertida? Votou na produção. Produção vai votar em quem? Ah, eu vou votar em ti, Alexandre, que entendeu o timing da piada ali.

O Vini pegou na tua. Ah, tu pegou e como é que tá? Como é que tá? Gostou? Eu gostei, eu gostei. Tá bem, obrigado, obrigado. Gostei o entronamento dele na hora do tarântula. Ele se perdeu ali um pouquinho. Depois falou que, bah, tatuagem. Tô elogiando a tatuagem. Hoje tu entronamento do garoto. Aí agora no final tu, pá, foi direto. Então meu voto é meu. Ah, então muito obrigado. Peraí. O que que é? Vai reclamar do voto do colega.

Só porque ele votou em mim, tu também. Só faltou ficar pelado pro Alexandre agora. Cara, só porque ele te desconcentrou o programa inteiro. E eu me diverti, eu posso me divertir.

Não é porque alguém vai ficar pelado na minha frente que eu tenho que ir para os finalmentes. Ah, não. Eu vou. Mas que facilita. Eu vou. Jamais iria. Eu iria fácil. Eu jamais. Nossa. Sim, meu. O cara não tem bebida no mundo. Eu vou votar na produção também. Em sendo assim, a produção ganha o craque do episódio. Parabéns, Gomes. Parabéns. Por quê? Por que eu votei nele? Porque ele é merecedor do voto. Voltaremos às seis da tarde. Muito obrigada.

Obrigado pela sua audiência. Justificou que nem merda. Toma, nem fico. Vocês vão dar na tua cara. Vocês vão dar na tua cara. Então eu vou justificar por um único fato. Muito obrigado. Por um único fato. Eu adoraria ouvir. O primeiro destaque do Pretinho Básico de hoje foi o destaque que a Babi trouxe lá de fora. Ou seja, trazendo em primeira mão um super fato que a Babi trouxe pra gente. Parabéns. Aliás, que momento da Atlântida.

que vale mais uma vez a gente salientar. Isso é muito foda. A gente mandar uma colega para os Estados Unidos, para Los Angeles, lá na Calçada da Fama, para cobrir e trazer todas as informações sobre o maior evento do cinema no mundo. Tem que virar hábito, né? Já virou. Já virou. Depois que a gente rompe uma coisa, é muito difícil voltar atrás. Agora, se ano que vem tiver brasileiro no Oscar, é óbvio que a gente vai. Até se não tiver. É óbvio que sim. Rádio Grande. Mas aí, perdemos um pouco.

Obrigada pela sua audiência. Um abraço. Vamos voltar logo mais às seis da tarde. Volte com a gente.